RESUMO (PRÁTICAS PROFISSIONAIS OU ESTUDOS TEÓRICOS) -
FENOMENOLOGIA, PENSAMENTO EXISTENCIAL E FILOSOFIA: ENSAIOS
TEÓRICOS
O SILENCIAR INQUIETO DO FIM: UMA ANÁLISE FENOMENOLÓGICA-
EXISTENCIAL SOBRE A MORTE NA CONTEMPORANEIDADE
Gab iel Pa ic Al es Da Sil a Mo o ([email p o ec ed])
A mo e despe a-nos ascínio e emo ao longo dos empos, endo inspi ado
discussões
na iloso ia, eligião e di e sas á eas do sabe cien í ico, seja pela busca de
p opósi o à
exis ência — ou ao não-exis i —, pela en a i a eligiosa de imo alização do
humano a a és
da p omessa de ida após a mo e, ou ainda, pela a ual — e ilusó ia —,
p ocu a de sua
pos e gação, ao me can iliza a expe iência de ini ude median e à ab icação
de ó mulas
mágicas da ju en ude p oduzidas pela indús ia de cosmé icos, ou pela
hipe medicalização que
a do , o lu o, e o so imen o en o pece. Na An iguidade, o se humano
es abelecia uma elação
de amilia idade com a mo e, conse ada ainda no pe íodo medie al, aos
modos de uma
domes icação. Já na mode nidade sucedeu-se uma impo an e up u a
pa adigmá ica, em que,
com o apogeu da cien i icidade, a mo e o nou-se in e di a. Des e modo, o
p esen e ensaio
obje i ou ap eende os a a essamen os his ó ico-cul u ais da
con empo aneidade ociden al
ace ca da signi icação do enômeno da mo e sob o p isma enomenológico-
exis encial, po
in e médio de uma e isão in eg a i a da li e a u a nacional, na qual localizou-
se inicialmen e
152 a igos, com uso combinado dos desc i o es mo e, lu o, enomenologia-
exis encial e
con empo aneidade, nas bases de dados SciELO, Biblio eca Vi ual em Saúde
(BVS) e Google
Schola . Após aplicação dos c i é ios de inclusão e exclusão, es a am 10
a igos publicados
en e os anos de 2003 e 2021. Os esul ados da e isão assinalam a uma
pe pe uação da
no ma i a p ees abelecida de con enção ou omissão da mo e na pós-
mode nidade, a as ada da
co idianidade, higienizada e encobe a pelo éu da impessoalidade, eiculada
nas mídias como
espe áculo ex ao diná io, assép ico e dis an e, em uma incessan e busca de
sua neu alização
e elada em con o nos dis in os, que anspassam desde une ais mais b e es,
cemi é ios
a as ados, negação do lu o, a é mesmo à ex i pação do di ei o à p óp ia mo e
e à imposição à
disc ição emocional — an o aos mo ibundos, como aos enlu ados —, à
p opo ção que,
hodie namen e, não emos empo pa a o so imen o, associado à baixa
p odu i idade. Assim,
ondando nosso exis i con empo âneo sob a a essamen os p óp ios,
inominá el, mas ainda
assim, in a igá el isi an e do exis i , a mo e e a angús ia do mo e p ecisam
se ema izadas,
pois u o de sua adminis ação impessoal, são as neu oses cole i as e um
abu que nos le a a
mo e en ando nos p o ege de nossa p óp ia ida.
Pala as-cha e: mo e lu o enomenologia-exis encial con empo aneidade.