275 | Análise compa a i a de desempenho das unções lambda en e as linguagens Go e
Ja a
Re is a Visão de Negócios - Fa ec P aia G ande – Plano de Negócios
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FATEC P aia G ande
www. a ecpg.edu.b / e is a n
Publicado: ou ub o 2025 • eISSN 3086-1063
S a. Mo o s
Ca los Edua do Dezan Scopinho
Fa ec P aia G ande
ca los.scopinho @ a ec.sp.go .b
Amanda dos San os de A aujo
Fa ec P aia G ande
amanda.a au[email p o ec ed]
B enda Alisson Mo ei a
Fa ec P aia G ande
b enda.sil a34@ a ec.sp.go .b
Tais F ei as de San ana
Fa ec P aia G ande
ais.san ana@ a ec.sp.go .b
RESUMO
O plano de negócio da S a. Mo o s em como p incipal obje i o o e ece uma expe iência
di e enciada e acolhedo a no se o au omo i o, especialmen e ol ado pa a a ende às
necessidades do público eminino. A p opos a busca c ia um ambien e de con iança e empa ia,
onde as clien es se sin am alo izadas e comp eendidas. A S a. Mo o s se des aca po con a com
uma equipe o mada exclusi amen e po mulhe es, p opo cionando um a endimen o
pe sonalizado e anspa en e, com explicações de alhadas dos se iços ealizados, incluindo
ídeos demons a i os que mos am os p ocedimen os e suas implicações. A o icina o e ece á uma
gama comple a de se iços au omo i os, com oco na qualidade, segu ança e p a icidade. Além
disso, a S a. Mo o s alo iza a sus en abilidade e a esponsabilidade social, implemen ando p á icas
que buscam eduzi o impac o ambien al e p omo e a inclusão no me cado de abalho. Com base
no plano inancei o desen ol ido, a S a. Mo o s demons ou boa iabilidade econômica e
inancei a, e idenciando o po encial de e o no sob e o in es imen o, especialmen e em um
me cado c escen e e com demandas especí icas ainda pouco explo adas.
PALAVRAS-CHAVE: T anspa ência, Con iança, Empode amen o Feminino, Segu ança.
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ABSTRACT
S a. Mo o s' business plan's main objec i e is o o e a di e en ia ed and welcoming expe ience in
he au omo i e sec o , especially aimed a mee ing he needs o he emale public. The p oposal seeks
o c ea e an en i onmen o us and empa hy, whe e cus ome s eel alued and unde s ood. S a.
Mo o s s ands ou o ha ing a eam made up exclusi ely o women, p o iding pe sonalized and
anspa en se ice, wi h de ailed explana ions o he se ices pe o med, including demons a i e
ideos ha show he p ocedu es and hei implica ions. The wo kshop will o e a ull ange o
au omo i e se ices, ocusing on quali y, sa e y and p ac icali y. Fu he mo e, S a. Mo o s alues
sus ainabili y and social esponsibili y, implemen ing p ac ices ha seek o educe en i onmen al
impac and p omo e inclusion in he job ma ke . Based on he inancial plan de eloped, S a. Mo o s
demons a ed good economic and inancial iabili y, highligh ing he po en ial e u n on in es men ,
especially in a g owing ma ke and wi h speci ic demands ha a e s ill li le explo ed.
KEY-WORDS: T anspa ency, T us , Female Empowe men , Secu i y.
SUMÁRIO EXECUTIVO
A S a Mo o s é um emp eendimen o que se posiciona como uma opo unidade ino ado a
no se o au omo i o, des acando-se pela sua abo dagem “cen ada na mulhe ” em um me cado
adicionalmen e dominado po homens. Si uada em uma localização es a égica na cidade de
P aia G ande (SP), a S a Mo o s isa p opo ciona uma expe iência única e acolhedo a pa a suas
clien es, o e ecendo se iços de mecânica de al a qualidade e um a endimen o pe sonalizado.
A S a Mo o s se des aca pelo seu comp omisso em c ia um ambien e de con iança e
segu ança, onde as clien es podem ealiza epa os em seus eículos sem eceios. Com uma equipe
o almen e eminina, a S a Mo o s busca desmis i ica o a endimen o au omo i o, o nando-o
mais acessí el e anspa en e.
A capacidade ope acional da S a Mo o s é um a o c ucial, especialmen e du an e
pe íodos de maio demanda, exigindo uma ges ão es a égica pa a ga an i a qualidade do se iço
p es ado. A emp esa es á comp ome ida em adap a -se apidamen e às necessidades das clien es
pa a ga an i a con inuidade e a excelência ope acional.
Com um ho izon e de c escimen o, a S a Mo o s busca es abelece pa ce ias es a égicas
com emp esas locais e inicia i as que p omo am a empa ia e o acolhimen o às mulhe es
mo o is as. A implemen ação de p og amas de idelidade e o e as especiais pa a clien es egula es
são es a égias pensadas pa a incen i a a idelização e a epe ição de negócios.
A S a Mo o s se comp ome e a p opo ciona um a endimen o acolhedo e se iços de al a
qualidade, isando acili a a ida das mulhe es mo o is as e ans o ma a expe iência de
manu enção de eículos em algo posi i o e con iá el. Nossa isão é se a o icina p e e ida das
mulhe es mo o is as, o e ecendo um espaço segu o e con o á el pa a cuida de seus eículos.
Nossos alo es undamen ais — p a icidade, con iança, empa ia e e iciência — não apenas moldam
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nossas ope ações diá ias, mas ambém e le em nosso comp omisso em c ia expe iências
excepcionais pa a odas as clien es que con iam na S a Mo o s.
INTRODUÇÃO
O cená io da mobilidade u bana no B asil em passado po uma ans o mação signi ica i a
nos úl imos anos, impulsionada, em pa e, pelo c escimen o exp essi o da pa icipação eminina.
Segundo dados do Po al ONSV - Obse a ó io Nacional de Segu ança Viá ia (2024), o núme o de
mulhe es habili adas no país aumen ou conside a elmen e, e le indo mudanças cul u ais e sociais
que êm dado às mulhe es maio au onomia e independência. A é 2021, as mulhe es ep esen a am
35% das ca ei as de habili ação álidas no B asil, um con ingen e que con inua a c esce e a
di e si ica o me cado au omo i o.
Essa expansão não se limi a apenas ao uso de au omó eis, mas ambém ab ange ou os
meios de anspo e, como mo ocicle as. Pa a a Re is a Mo o Show (2024), o aumen o de mulhe es
no me cado de mo os é no á el, com mui as delas op ando po esse eículo como uma al e na i a
econômica e e icien e pa a o anspo e diá io nas g andes cidades.
En e an o, essa c escen e pa icipação das mulhe es no ânsi o ainda encon a ba ei as
conside á eis, p incipalmen e no que diz espei o à manu enção de seus eículos. A expe iência
de mui as mo o is as ao p ocu a o icinas mecânicas é ma cada pela descon iança e descon o o,
si uação que se de e, em g ande pa e, à p edominância masculina no se o e à al a de
a endimen o especializado.
Rela os publicados pelo blog da Ac ana (2023) demons am que mui as mulhe es se sen em
insegu as e mal-in o madas ao busca se iços au omo i os, uma ez que os diagnós icos e
o çamen os equen emen e ca ecem de anspa ência. Essa pe cepção e o ça a necessidade de
c ia espaços que p omo am um a endimen o mais inclusi o, onde as mulhe es possam sen i -se
acolhidas e bem-in o madas sob e os p ocessos de manu enção de seus eículos.
Pa alelamen e, o c escimen o do público eminino no me cado au omo i o ambém
ep esen a uma opo unidade de negócio. A pla a o ma Mo ami des aca que o núme o de
mo o is as mulhe es no B asil não pa a de c esce , o que suge e uma demanda c escen e po
se iços que a endam a esse pe il especí ico de consumido as. Além disso, os dados da Re is a
Mo o Show apon am que as mulhe es es ão cada ez mais a en as à qualidade dos se iços
p es ados e buscam soluções que o e eçam con iança e segu ança.
Nes e con ex o, a c iação da S a. Mo o s, uma o icina mecânica ol ada especi icamen e
pa a o público eminino, isa p eenche essa lacuna no me cado. Com uma p opos a di e enciada,
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a o icina busca não apenas o e ece se iços de manu enção, mas ambém p opo ciona um
ambien e onde as mulhe es possam sen i -se con o á eis e segu as ao cuida de seus eículos.
A equipe o mada po mulhe es adiciona um componen e de empa ia e comunicação e icien e, o
que ajuda a cons ui uma elação de con iança com as clien es, pe mi indo que elas comp eendam
melho os se iços que es ão sendo p es ados. O obje i o é o e ece um a endimen o que alo ize
a anspa ência e p omo a o empode amen o eminino den o de um se o ainda majo i a iamen e
masculino.
Com base nessas mudanças no compo amen o do público eminino e nas lacunas ainda
p esen es no me cado au omo i o, a S a. Mo o s p opõe um no o pad ão de a endimen o, ocado
em p opo ciona uma expe iência mais inclusi a, acessí el e con iá el pa a as mulhe es mo o is as.
1. JUSTIFICATIVA
A c iação da S a. Mo o s o na-se p oceden e po di e sos a o es que indicam a
necessidade de um se iço especializado no a endimen o eminino no se o au omo i o. Dados do
Po al ONSV (2024) e elam um aumen o de 15 % no núme o de mulhe es habili adas no B asil,
com impac os cla os sob e o me cado de se iços au omo i os e de anspo e. De aco do com o
Mo ami, o con ingen e de mulhe es mo o is as no país não pa a de c esce , sendo que mui as
delas ela am expe iências de insegu ança e descon o o ao p ocu a po se iços de manu enção
au omo i a.
A e is a Mo o Show (2024) apon a que o aumen o da pa icipação eminina no ânsi o
ambém se e le e no me cado de mo os, consolidando a p esença das mulhe es em se o es an es
dominados po homens. No en an o, a pe cepção de descon iança pe sis e. Ainda, o blog da Ac ana
(2023) ela ou que, apesa dos a anços, mui as mulhe es ainda en en am di iculdades ao acessa
o icinas mecânicas, sen indo-se equen emen e enganadas ou subes imadas nos a endimen os.
Esse cená io e idencia uma ca ência de anspa ência e acolhimen o nos se iços o e ecidos.
Des a o ma, a S a. Mo o s isa não apenas a ende a essa demanda, mas c ia um ambien e
onde às mulhe es possam se sen i à on ade pa a ealiza a manu enção de seus eículos, com a
ga an ia de a endimen o anspa en e e uma equipe écnica eminina. Isso ga an e um di e encial
compe i i o em um me cado cada ez mais conscien e da impo ância da inclusão e do
a endimen o pe sonalizado.
1.2 ESTRUTURA DO TRABALHO
Inicialmen e, desc e e -se-á o Modelo de Negócio, e le indo a lógica de c iação,
p odução, en ega e cap u a de alo po pa e de uma o ganização.
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Depois, de alha -se-á o Plano de Negócios, exp essando um p oje o no qual se ealizam os
es udos sob e suas ideias e os passos pa a ans o má-los em um emp eendimen o de sucesso,
analisando a iabilidade espe ada do negócio, p e enindo possí eis iscos e ince ezas.
A segui , discu i -se-á um subp oje o de Responsabilidade Social e/ou Sus en abilidade
conce nen e ao negócio ap esen ado nes e p oje o.
Po im, ap esen a-se na igu a 01, o pe cu so do es udo ealizado a pa i do “es ado da a e” do
plano de negócios.
Figu a 1- Es ado da A e do Plano de Negócios
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
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2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A p opos a da S a. Mo o s se undamen a em uma análise cuidadosa do cená io a ual do
me cado au omo i o, com ên ase nas pa icula idades e necessidades do público eminino. A
segui , são ap esen ados os p incipais aspec os que sus en am a c iação de uma o icina mecânica
ol ada pa a mulhe es.
2.1. CRESCIMENTO DA PARTICIPAÇÃO FEMININA NO TRÂNSITO
Nos úl imos anos, o núme o de mulhe es habili adas no B asil aumen ou
signi ica i amen e, e le indo mudanças sociais que êm dado às mulhe es maio au onomia e
p esença em di e sas á eas, incluindo o anspo e. De aco do com o Po al ONSV (2024), as
mulhe es ep esen am ap oximadamen e 35% das ca ei as de habili ação álidas no país. Essa
endência é acompanhada po um aumen o no núme o de mulhe es que u ilizam mo os como meio
de anspo e, um e lexo da busca po al e na i as mais p á icas e econômicas em um con ex o
u bano desa iado (Mo o Show, 2024).
O c escimen o da pa icipação eminina no ânsi o b asilei o é e iden e e e le e
mudanças signi ica i as. De aco do com a Sec e a ia Nacional do T ânsi o (SENATRAN) em 2023,
35,48% das CNHs álidas no B asil pe enciam a mulhe es, o que o aliza quase 80 milhões de
habili ações, enquan o os homens ep esen a am 64,62%. A pa icipação eminina na ca ego ia E,
des inada a eículos pesados, ambém em aumen ado. Em 2022, hou e um c escimen o de 9,01%
nas habili ações dessa ca ego ia, e o çando a en ada de mulhe es em á eas adicionalmen e
masculinas. Ana Ja ouge, p esiden e do Sindica o das Emp esas de T anspo es de Ca ga de São
Paulo e Região (SETCESP) e idealizado a do Mo imen o Vez & Voz, celeb a esse p og esso,
a i mando que pequenas i ó ias como essa são essenciais pa a a busca po mais equidade no
ânsi o e no anspo e (Po igua No ícias, 2024).
Esse mo imen o não apenas e le e um a anço na igualdade de gêne o, mas ambém es á
alinhado com uma cul u a de ânsi o mais segu o, já que di e sos es udos indicam que as
mo o is as mulhe es, de modo ge al, endem a se en ol e em menos aciden es g a es. Isso
ambém impulsiona um ambien e mais inclusi o em se o es que, a é ecen emen e, e am
p edominan emen e masculinos, como o anspo e de ca gas. A celeb ação desses esul ados,
especialmen e no con ex o de inicia i as como o Mo imen o Vez & Voz, demons a o comp omisso
em con inua a ab i caminhos pa a mais mulhe es no ânsi o, ampliando sua a uação em
di e en es ca ego ias de habili ação e se o es da mobilidade.
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2.2. DESAFIOS ENFRENTADOS PELAS MULHERES NO SETOR AUTOMOTIVO
Apesa do aumen o na pa icipação eminina, mui as mulhe es ainda ela am expe iências
nega i as ao p ocu a se iços au omo i os. Es udos indicam que a maio ia delas se sen e insegu a
e descon o á el em o icinas mecânicas, uma ealidade que pode se a ibuída à p edominância
masculina no se o e à al a de comunicação cla a e empá ica. A pesquisa ealizada pela Ac ana
(2023) e ela que mui as mulhe es se sen em desin o madas sob e os se iços p es ados e mui as
ezes ac edi am que podem se enganadas ou mal a endidas.
Os desa ios en en ados pelas mulhe es no se o au omo i o con inuam a se um obs áculo
signi ica i o pa a alcança a equidade de gêne o. Segundo o a igo publicado em 2023 pela
Au omo i e Business, as mulhe es ep esen am apenas 24% da o ça de abalho no se o , e essa
pa icipação é ainda meno em ca gos de lide ança e á eas écnicas. Além disso, a desigualdade
sala ial e a al a de inclusão em ambien es majo i a iamen e masculinos são ba ei as pe sis en es.
No en an o, emp esas como a Me cedes-Benz êm implemen ado inicia i as de di e sidade
pa a amplia a ep esen a i idade eminina e diminui as desigualdades. Esses es o ços isam c ia
um ambien e de abalho mais inclusi o, onde as mulhe es possam e opo unidades eais de
c escimen o e desen ol imen o den o do se o au omo i o (Machado, 2024).
Esses dados e elam que, embo a a anços es ejam acon ecendo, o caminho pa a a
equidade de gêne o ainda é longo. Inicia i as como einamen os especí icos, p omoção de
mulhe es em posições de lide ança e a c iação de ambien es mais acolhedo es pa a p o issionais
do sexo eminino são undamen ais pa a diminui as dispa idades.
2.3. A NECESSIDADE DE UM ATENDIMENTO ESPECIALIZADO
A necessidade de um a endimen o especializado pa a mulhe es em o icinas mecânicas é
cada ez mais e iden e, is o o descon o o que mui as en en am em ambien es adicionalmen e
masculinos. As clien es equen emen e se sen em in imidadas ou descon iadas da anspa ência
nos se iços. De aco do com Nomu a (2024), adap a o a endimen o, ga an indo uma comunicação
cla a, acessí el e empá ica, é c ucial. Além disso, a p esença de mulhe es na equipe pode aumen a
a con iança e c ia um ambien e mais acolhedo , acili ando a iden i icação com as clien es e
p omo endo uma expe iência mais sa is a ó ia.
Sendo assim, podemos e idencia a demanda po um a endimen o mais inclusi o e
adap ado às necessidades das mulhe es no se o au omo i o. A S a. Mo o s isa a ende a essa
demanda, c iando um ambien e onde as mo o is as possam se sen i à on ade pa a discu i as
necessidades de manu enção de seus eículos. A equipe compos a po mulhe es não apenas
p omo e um ambien e mais acolhedo , mas ambém acili a uma comunicação mais e e i a e
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empá ica, pe mi indo que as clien es se sin am mais con o á eis ao aze pe gun as e exp essa
suas p eocupações.
2.4. EMPODERAMENTO E INCLUSÃO
O concei o de empode amen o eminino en ol e mulhe es p epa adas, con ian es e com
pode de decisão, adqui indo essas ca ac e ís icas po meio de ans o mações indi iduais ou
ações cole i as. Pa a And ade (2010), o empode amen o é o mado po au oimagem, con iança,
abalho em equipe, habilidades e omada de decisões.
En e an o, o se o au omo i o ainda en en a dispa idades de gêne o signi ica i as. Ria o
(2018) ela a que a pesquisa ei a po Au omo i e Business e MHD Consul o ia ealizada em 2017,
mos a que 83% dos ca gos nesse se o são ocupados po homens, enquan o as mulhe es ainda
so em com uma di e ença sala ial de 33,8%, p incipalmen e em posições de lide ança.
Embo a o núme o de mulhe es no se o au omo i o enha aumen ado de 15% pa a 17%
en e 2013 e 2017, o c escimen o em sido len o, p ejudicado pela c ise econômica e as
desigualdades es u u ais. A baixa ep esen ação eminina se e le e em odos os ní eis,
impac ando nega i amen e a a ação de alen os e o alcance de um público eminino. A
disc epância sala ial ambém é um dos a o es que di icul am o in e esse das mulhe es pelo se o ,
desincen i ando-as a busca c escimen o p o issional em um ambien e ainda dominado po
homens (Ria o, 2018).
Po mais que a p esença eminina no amo au omo i o seja isí el, o i mo de c escimen o
é insa is a ó io, suge indo que mudanças mais p o undas são necessá ias pa a a ai e man e
mulhe es no se o .
A S a. Mo o s não se limi a a o nece se iços mecânicos, sua p opos a ambém en ol e o
empode amen o eminino den o do se o . Ao o e ece um espaço onde as mulhe es possam se
sen i espei adas e alo izadas, a o icina con ibui pa a a ans o mação da imagem do se o
au omo i o, que his o icamen e em sido is o como um ambien e p edominan emen e masculino.
Isso é i al pa a incen i a mais mulhe es a se en ol e em com o se o , seja como mo o is as,
consumido as ou a é mesmo como p o issionais.
3. MODELO DE NEGÓCIO
Ao longo des e capí ulo, se ão discu idas in o mações elacionadas ao modelo de negócios
ado ado pela emp esa S a. Mo o s.
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3.1. PROPOSTA DE NEGÓCIO E SUA VIABILIDADE
A p opos a de negócio da S a Mo o s su giu a pa i do desejo de suas undado as em
o e ece um ambien e segu o e acolhedo pa a mo o is as, especialmen e mulhe es, que mui as
ezes sen em eceio ao busca se iços au omo i os. Com o aumen o do núme o de mulhe es
mo o is as e a c escen e demanda po a endimen o di e enciado, a S a Mo o s se posiciona como
uma o icina mecânica que en ende e espei a as necessidades de suas clien es.
Na S a Mo o s, buscamos não apenas esol e p oblemas mecânicos, mas ambém
p opo ciona às mo o is as uma expe iência de a endimen o única e pe sonalizada. A emp esa
ac edi a que o cuidado com o ca o ai além da mecânica, o e ecendo ídeos explica i os que
demons am cada e apa do se iço e as possí eis consequências de não ealiza as co eções
necessá ias. Isso p opo ciona con iança e anspa ência às clien es, que sabem exa amen e o que
es á sendo ei o e po quê.
A iabilidade do negócio se apoia no di e encial compe i i o de uma equipe o almen e
eminina e em um a endimen o humanizado, que se des aca em um me cado mui as ezes is o
como in imidado pa a o público eminino. Com um modelo que p io iza a con iança, a S a Mo o s
a ai uma base de clien es iéis e, ao mesmo empo, se bene icia da c escen e demanda po se iços
au omo i os, ga an indo en abilidade e sus en abilidade ao longo do empo.
3.2. BUSINESS MODEL CANVAS
O Business Model Can as oi p oje ado e desen ol ido po Alex Os e walde e Y es Pigne
na década de 2000 pa a ajuda a desen ol e ideias de negócios. A e amen a o e ece um o ma o
lexí el que pode se acilmen e adap ado às necessidades do dia a dia do negócio e oi p oje ada
pa a se in e p e ada a a és de uma es u u a de blocos onde cada bloco é um aspec o impo an e
na omada de decisão. Sua u ilização não eque conhecimen os ap o undados, sendo de ácil
implemen ação e comp eensão no ambien e emp esa ial e ambém pode se adap ada ao po e e
às necessidades especí icas de cada emp esa (Os e walde e Pigncu , 2010).
Con o me des acado no Seb ae (2021), os elemen os do Modelo Business Can as são:
a) P opos a de Valo : P odu o ou se iço que ag ega alo aos clien es-al o da emp esa;
b) Segmen ação de Me cado: Iden i icação das pessoas ou g upos al os do negócio;
c) Canal de Dis ibuição: Como os clien es comp am e ecebem p odu os ou se iços;
d) Relacionamen o com clien es: o mas de in e ação e comunicação com os clien es;
e) A i idades essenciais: T abalho essencial ao uncionamen o do negócio;
) Recu sos-cha e: elemen os essenciais pa a a ealização de a i idades-cha e;
g) Pa ce ias es a égicas: ecu sos adqui idos ex e namen e essenciais à ope ação
emp esa ial;
h) Fluxos de ecei a: como ge a ecei a o necendo alo aos clien es;
i) Es u u a de Cus os: Gas os necessá ios à manu enção dos negócios e à sus en abilidade.
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Figu a 4 - Jo nada do clien e
Fon e: Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Na igu a 04 demons amos a jo nada do clien e a pa i de um exemplo: ao chega à S a
Mo o s, Cecília é ecebida po uma equipe eminina no balcão de a endimen o e é o ien ada a
es aciona seu ca o na á ea designada pa a análise. Ela desc e e o p oblema do ca o ou o se iço
que deseja ealiza , e o a enden e escu a a en amen e, azendo pe gun as pa a en ende melho a
si uação. A equipe explica o p ocesso de diagnós ico, de alhando como se á ei o e a p e isão de
du ação. O eículo é en ão le ado pa a a á ea de inspeção, onde uma equipe écnica, ambém
compos a po mulhe es, ealiza uma análise de alhada e g a es ídeos explica i os pa a
demons a os p oblemas encon ados.
Após o diagnós ico, a equipe e o na a Cecília e ap esen a os esul ados, u ilizando os
ídeos g a ados, se hou e , pa a explica isualmen e os p oblemas de ec ados. Jun o com a
explicação, é o necido um o çamen o anspa en e e de alhado, sem p essão pa a adiciona
se iços adicionais. Cecília analisa o o çamen o e decide se au o iza os epa os. Caso ela ap o e, a
equipe écnica inicia á imedia amen e os epa os, man endo-se in o mada sob e o andamen o e a
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p e isão de conclusão. Se oco e algum imp e is o, Cecília é p on amen e in o mada, e o
o çamen o é ajus ado con o me necessá io, semp e com sua au o ização.
Após a conclusão dos se iços, a equipe ealiza uma e isão inal pa a ga an i que udo oi
execu ado co e amen e. Cecília é chamada pa a con e i o esul ado inal, e, se es i e udo de
aco do, o ca o é en egue. Ela en ão ealiza o pagamen o, que pode se ei o p esencialmen e ou
de o ma digi al, com di e sas opções à disposição. A equipe ag adece a sua p e e ência, o e ece
um ca ão de idelidade e o ien ações sob e se iços de manu enção p e en i a u u a. Sa is ei a
e con ian e no se iço p es ado, Cecília deixa a S a Mo o s, com a equipe ga an indo um con a o
u u o pa a ag adecimen os e lemb anças sob e manu enções p e en i as.
4.2 INOVAÇÃO
A ino ação, con o me discu ido po Kampylis, Bocconi e Punie (2012), é uma a i idade
p oposi al que isa esol e in encionalmen e um p oblema. Es a in enção de ino ação pode
assumi mui as o mas, incluindo ino ação inc emen al, ino ação adical e ino ação dis up i a. O
núcleo da ino ação é a mudança. Is o signi ica a in odução de algo no o em e mos de p odu os,
mé odos ou abo dagens, pelo menos pa a os in e enien es que p omo em es as ino ações. Es a
linha de o ça pa ilhada des aca a na u eza dinâmica e p og essi a da ino ação, p ocu ando
semp e no as o mas de c ia alo e en en a desa ios.
A impo ância da ino ação es á di e amen e ligada à sua in luência na compe i i idade
emp esa ial. Quan o mais uma emp esa in es e em ino ação, maio ende a se sua an agem
compe i i a e sua posição no me cado. A capacidade de ino a e e i amen e con e e concei os
em soluções angí eis, sejam elas p odu os, se iços ou p ocessos, de manei a ágil e e icaz. Como
esul ado, a ino ação não apenas impulsiona o c escimen o da emp esa, mas ambém con ibui
signi ica i amen e pa a a ge ação de luc os (Ca alho; Reis; Cal acan e, 2011).
4.2.1 Rada de ino ação
Sawhney, Wolco e A oniz (2006) p opõem uma abo dagem holís ica à ino ação,
in oduzindo o concei o de ada de ino ação. O modelo des aca 12 dimensões de ino ação em
con ex o emp esa ial, odas baseadas em qua o eixos p incipais: as soluções que a emp esa
o e ece, o oco no clien e, a o imização dos p ocessos in e nos e os pon os de con a o que le am
essas soluções ao me cado. Essa pe spec i a ampliada do ada de ino ação o e ece uma isão
holís ica da sua es a égia de ino ação, o necendo uma base sólida pa a a busca con ínua po
no as opo unidades e melho ias nos negócios (Sawhney; Wolco ; A oniz, 2006).
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Cada uma das doze dimensões ap esen adas po Sawhney, Wolco e A oniz (2006)
o e ece à emp esa di e en es abo dagens pa a ino a :
1) O e a: In oduzi no os p odu os ou se iços no me cado.
2) Pla a o ma: U iliza componen es comuns pa a c ia uma a iedade de p odu os.
3) Solução: Desen ol e o e as pe sonalizadas e in eg adas pa a os clien es.
4) Clien e: Iden i ica no as necessidades ou segmen os de clien es não a endidos.
5) Expe iência: Ap imo a odos os pon os de con a o com o clien e pa a uma
expe iência mais sa is a ó ia.
6) Valo : Rede ini as on es de ecei a da emp esa.
7) P ocesso: Melho a a e iciência e desempenho dos p ocessos in e nos.
8) O ganização: Realiza mudanças es u u ais na emp esa.
9) Cadeia de Fo necimen o: O imiza o luxo de in o mações e as elações de
e cei ização na cadeia de sup imen os.
10) P esença: Expandi os canais de dis ibuição e os pon os de p esença da emp esa.
11) Redes: In eg a ecnologias de in o mação e comunicação com as o e as da
emp esa.
12) Ma ca: Amplia a p esença da ma ca em no os domínios.
O Rada da Ino ação não apenas possibili a um au oexame ab angen e das p á icas de
ino ação den o da emp esa, mas ambém acili a a iden i icação de opo unidades de ino ação,
especialmen e ao compa a -se com os conco en es. Essa e amen a se o na essencial pa a o
planejamen o es a égico e o desen ol imen o con ínuo de no as abo dagens nos negócios
(Sawhney; Wolco ; A oniz, 2006).
Cada pon o no ada ep esen a uma á ea especí ica em que buscamos impulsiona e p omo e a
ino ação em nossas ope ações, con o me o Quad o 3.
Quad o 3: Dimensões do Rada da S a Mo o s.
Rada ino ação
O e a
Classi icação: 3
A S a Mo o s o e ece um di e encial ao p opo ciona um ambien e acolhedo
e segu o pa a mulhe es mo o is as, com uma equipe écnica eminina e
ídeos explica i os sob e os se iços. Con udo, ainda há espaço pa a ino a e
expandi o po ólio de se iços, como inclui no as soluções ecnológicas
que possam o na a expe iência mais in e a i a e pe sonalizada, como
aplica i os pa a acompanhamen o em empo eal dos epa os.
293 | S a. Mo o s
Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 275-360 - 2025
Pla a o ma
Classi icação: 4
O esc i ó io u iliza uma pla a o ma sólida, an o no a endimen o quan o nos
se iços p es ados. O uso de ídeos explica i os pa a demons a os
p oblemas nos eículos c ia um g ande di e encial de anspa ência. Há um
bom ap o ei amen o da ecnologia, mas melho ias podem se ei as, como
in eg a um sis ema que pe mi e a ma cação de consul as e o
acompanhamen o do s a us do ca o po aplica i os, o imizando ainda mais a
expe iência do clien e.
Ma ca
Classi icação: 4
A S a Mo o s em uma ma ca o e, que se posiciona com cla eza como um
esc i ó io ex e no pa a mulhe es e lide ada po uma equipe eminina. Esse
posicionamen o é ino ado no se o au omo i o e a ai um público especí ico
que alo iza con iança e a endimen o acolhedo . Pa a melho a ainda mais a
ma ca, se ia in e essan e explo a campanhas de ma ke ing que e o cem
ainda mais esse di e encial e des aque o empode amen o eminino no se o
au omo i o.
Clien es
Classi icação: 2
Embo a a S a Mo o s enha um obje i o público bem de inido, há uma
opo unidade de se conec a de manei a mais e icaz com uma base de
clien es mais ampla. A in e ação com os clien es pode se melho ada ao
ado a p á icas mais a ançadas de cole a e análise de eedback, pe mi indo
que o wo kshop en enda p o undamen e as necessidades e expec a i as dos
clien es e, assim, melho e a expe iência do se iço.
Soluções
Classi icação: 3
O esc i ó io já o e ece soluções di e enciadas, como o a endimen o
especializado pa a mulhe es e o uso de ídeos explica i os sob e os epa os.
No en an o, há espaço pa a c esce ao o e ece paco es de se iços mais
pe sonalizados, como planos de manu enção p e en i a ou soluções ocadas
em eículos híb idos e elé icos, alinhando-se com as endências do me cado
au omo i o.
Relacionamen o
Classi icação: 3
O elacionamen o da S a Mo o s com seus clien es é pau ado pela
anspa ência e con iança, especialmen e com a equipe eminina e o
a endimen o de alhado. No en an o, pode-se in es i em melho a os canais
de comunicação, como c ia um sis ema de CRM (ges ão de elacionamen o
com o clien e) pa a acompanha de pe o as necessidades dos clien es, aze
acompanhamen os pe sonalizados e o alece o ínculo após o se iço
p es ado .
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Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 275-360 - 2025
Ag egação de
Valo
Classi icação: 5
A S a Mo o s consegue ag ega alo de o ma consis en e ao o e ece um
ambien e onde os clien es se sin am con o á eis e segu os. A cla eza e a
anspa ência no se iço, aliadas ao di e encial de uma equipe écnica
eminina, o e ecem uma expe iência única no me cado. Isso az com que o
alo pe cebido seja ele ado, p opo cionando uma al a axa de idelidade e
sa is ação.
P ocessos
Classi icação: 2
Embo a os se iços p es ados sejam de al a qualidade, há um po encial
signi ica i o pa a o imização dos p ocessos in e nos. In es i em e amen as
de au omação, como um sis ema de ge enciamen o mais a ançado pa a
moni o a o p og esso dos epa os, pode melho a a e iciência e eduzi os
empos de espe a pa a os clien es, o e ecendo uma expe iência ainda mais
ágil e sa is a ó ia.
O ganização
Classi icação: 4
A es u u a o ganizacional da S a Mo o s é bem de inida, com uma equipe
coesa e especializada. A lide ança eminina é um g ande di e encial no se o ,
mas ainda exis em opo unidades de melho ia a o ganização in e na com
einamen os mais equen es e o desen ol imen o de uma cul u a de
ino ação con ínua, incen i ando a equipe a explo a no as ideias e
abo dagens.
Cadeia de
Fo necimen o
Classi icação: 3
A cadeia de abas ecimen o da o icina es á bem es u u ada, ga an indo
acesso a peças e insumos de qualidade. No en an o, há espaço pa a busca
pa ce ias com o necedo es que o e eçam componen es ino ado es, como
peças sus en á eis ou ex e nas pa a eículos elé icos, alinhando o wo kshop
com as endências de sus en abilidade e e iciência no me cado au omo i o.
P esença
Classi icação: 3
A p esença da S a Mo o s é sa is a ó ia den o de seu nicho, mas exis e uma
opo unidade de expandi sua a uação. Isso pode se ei o an o isicamen e,
com no as iliais, quan o digi almen e, a a és de uma p esença online mais
o e com edes sociais, campanhas digi ais e a é mesmo a c iação de
con eúdos que e o çam o papel da mulhe no uni e so au omo i o, a aindo
mais clien es e aumen ando o econhecimen o de ma ca.
Rede
Classi icação: 3
A S a Mo o s em uma ede de con a os e pa ce ias que unciona bem no
momen o, mas pode se ampliada pa a explo a no as opo unidades.
Pa ce ias com o ganizações ex e nas ao empode amen o eminino ou com
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ou as emp esas do se o au omo i o pode iam o alece ainda mais a ede e
aumen a a isibilidade da ma ca no me cado.
Ambiência
Ino ado a
Classi icação: 4
O ambien e ino ado na S a Mo o s es á bem es abelecido, com um oco
cla o em p omo e uma expe iência di e enciada pa a seus clien es. A
emp esa já u iliza ecnologias de comunicação ino ado as, como ídeos
explica i os, mas pode expandi isso ado ando no as p á icas, como a
gami icação do a endimen o ou a in odução de soluções sus en á eis. Isso
o alece ia ainda mais a imagem ino ado a do esc i ó io.
Fon e: Adap ado pelas Au o as segundo Sawhney, Wolco e A oniz (2006)
Com cada dimensão ei a e classi icada o ada de ino ação da S a Mo o s jun amen e com
os seus conco en es oi ge ado, ilus ado na igu a 5 e a abela 1:
Tabela 1: Rada de Ino ação.
Indicado es
Meu Negócio
Au o Mecânica JD
Au o Mecânica Gab iel
O e a
3
4
4
Pla a o ma
4
3
4
Ma ca
4
4
2
Clien es
2
4
3
Soluções
3
4
4
Relacionamen o
3
5
5
Ag egação de Valo
5
3
2
P ocessos
2
4
3
O ganização
4
4
4
Cadeia de Fo necimen o
3
5
2
P esença
3
5
5
Rede
3
3
4
Ambiência Ino ado a
4
5
5
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
,
296 | S a. Mo o s
Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 275-360 - 2025
Figu a 5 - Rada de ino ação da emp esa S a. Mo o s.
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Ao a alia nosso Rada de Ino ação, no amos que alguns indicado es ecebe am uma
pon uação baixa. Isso indica a necessidade de nos concen a mos nessas á eas pa a impulsiona a
ino ação em nossa emp esa. No en an o, é c ucial en ende que uma pon uação baixa não é um
sinal de acasso, mas sim uma opo unidade pa a iden i ica á eas de melho ia e implemen a
mudanças que p omo am a ino ação.
Ao abalha pa a melho a os indicado es do Rada de Ino ação que ecebe am pon uação
baixa, nossa emp esa pode colhe di e sos bene ícios. Isso inclui o o alecimen o de nossa posição
no me cado, a c iação de no as opo unidades de negócios, o aumen o da p odu i idade e
e iciência, além de p opo ciona uma maio sa is ação aos nossos clien es.
4.2.2 Análise VRIO
O modelo VRIO ap esen ado po Ba ney e Hes e ly (2007) é a base pa a analisa os ecu sos
e capacidades de uma emp esa que lhe pe mi em c ia alo e man e uma an agem compe i i a
sus en á el. O VRIO o na-se uma e amen a essencial pa a o sucesso dos negócios, e i ando
con a empos e alhas na execução da es a égia.
Scho en e al. (2017) des acam a c escen e impo ância do modelo VRIO como e amen a
de ges ão es a égica. Es e modelo é conside ado mui o impo an e e mui o necessá io. Ao
es abelece me as, es a égias e obje i os com base nas qua o ques ões do VRIO ( alo , escassez,
imi abilidade e o ganização), ealizando análises e conside ando as elações causais en e eles, as
0
1
2
3
4
5
O e a
Pla a o ma
Ma ca
Clien es
Soluções
Relacionamen
o
Ag egação de
Valo
P ocessos
O ganização
Cadeia de
Fo necimen o
P esença
Rede
Ambiência
Ino ado a
Meu Negócio
Au o Mecânica JD
Au o Mecânica Gab iel
297 | S a. Mo o s
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emp esas podem alcança uma ges ão mais e icaz. Is o é essencial pa a melho p epa a e
esponde aos desa ios do a ual ambien e emp esa ial.
Sendo assim, a Figu a 6 emos as dimensões da Análise VRIO da S a. Mo o s:
Figu a 6 - Dimensões da Análise VRIO da S a. Mo o s.
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Obse a-se que a S a. Mo o s possui uma an agem compe i i a empo á ia, de ido aos
seus ecu sos aliosos e a os, mas ainda não oi desen ol ida comple amen e a inimi abilidade e
a o ganização necessá ia. A S a. Mo o s o e ece ecu sos que ag egam alo signi ica i o ao seu
negócio. Suas ca ac e ís icas aliosas incluem uma equipe exclusi amen e eminina que
p opo ciona um a endimen o acolhedo e empá ico, além de um se iço de manu enção
pe sonalizado, ga an indo uma expe iência con o á el e segu a pa a seus clien es. A capacidade
do esc i ó io de o nece ídeos explica i os sob e os se iços a se em ealizados é uma an agem
undamen al pa a a ende a uma demanda signi ica i a po anspa ência e con iança.
Ao analisa a S a. Mo o s usando o modelo VRIO, descob imos que, embo a a emp esa
possuísse ecu sos e capacidades aliosas, alguns aspec os são mais simples de se em imi ados
pelos conco en es. Po exemplo, um a endimen o pe sonalizado e a p esença de uma equipe
eminina são an agens compe i i as impo an es, mas ou os esc i ó ios implemen am se iços
semelhan es com o empo e o in es imen o adequado. Da mesma o ma, a capacidade de ge encia
a expe iência do clien e, o e ecendo um ambien e acolhedo e con o á el, é ele an e, mas pode
se eplicada po conco en es que ado em p á icas semelhan es de a endimen o.
No en an o, a expe iência da S a. Mo o s em en ende e a a as p eocupações especí icas
de mulhe es mo o is as é di ícil de eplica e eque um conhecimen o especializado sob e o
me cado e o pe il do clien e. A e iciência o ganizacional da S a. Mo o s é uma an agem adicional
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que pe mi e à emp esa o ganiza e in eg a e icazmen e seus ecu sos e capacidades pa a o nece
se iços de al a qualidade. Esses ecu sos são signi ica i amen e signi ica i os pa a a capacidade
de man e al os pad ões de se iço e sa is ação dos clien es.
4.3 ESTRUTURA DO NEGÓCIO
4.3.1 Missão, Visão e Valo es da emp esa.
Missão, isão e alo es são concei os comuns usados no con ex o emp esa ial pa a o ien a
a de inição dos obje i os e es a égias de uma o ganização (Sco solini, 2012). São undamen ais
pa a es abelece a iden idade, cul u a e di eção da emp esa. A combinação desses ês elemen os
pode ajuda a emp esa a de ini sua iden idade e es a égia, a comunica sua p opos a de alo
pa a o me cado e a engaja seus colabo ado es em um p opósi o comum. Além disso, pode se i
como e e ência pa a a omada de decisão e a a aliação de desempenho da emp esa.
A segui se á ap esen ado a missão, isão e alo es da “S a. Mo o s”, sendo base pa a o
desen ol imen o e c escimen o da emp esa.
4.3.1.1 Missão
Sob e a missão de uma o ganização podemos a i ma que:
A missão unciona como o p opósi o o ien ado pa a as a i idades da o ganização e pa a aglu ina
os es o ços dos seus memb os. Se e pa a cla i ica e comunica os obje i os da o ganização, seus
alo es básicos e a es a égia o ganizacional. Cada o ganização em a sua missão p óp ia e
especí ica. A missão pode se de inida em uma decla ação o mal e esc i a, o chamado c edo da
o ganização, pa a que uncione como um lemb e e pe iódico a im de que os uncioná ios saibam
pa a onde e como conduzi o negócio. (Chia ena o, 2005, p.63).
Sendo assim, a missão é a decla ação do p opósi o da emp esa, sua azão de exis i , sua
con ibuição pa a a sociedade e seus clien es. A missão de e se cla a, concisa e inspi ado a,
comunicando aos s akeholde s qual é a unção da o ganização e seu papel no me cado.
Pensando no concei o, a missão da S a. Mo o s é: “O e ece se iços au omo i os de al a
qualidade com um a endimen o acolhedo , especializado e anspa en e, c iando um ambien e
segu o, onde mulhe es se sin am espei adas e empode adas”.
299 | S a. Mo o s
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4.3.1.2 Visão
A isão é uma pe spec i a que a o ganização de e e ao de ini seus obje i os u u os, con o me
des acado po Ta a es (2005). Essa isão engloba as opo unidades que a o ganização busca
o ien ando seus es o ços nessa di eção.
Pa a Oli ei a (2009), a isão es abelece a ligação en e a si uação a ual da emp esa e os obje i os
de longo p azo, delineando os esul ados desejados e as ações necessá ias pa a alcançá-los. Isso
implica em de ini como os ecu sos se ão u ilizados pa a segui um caminho especí ico.
Dessa o ma, a isão da S a. Mo o s é: “Se e e ência na Baixada San is a em a endimen o
au omo i o ol ado pa a o público eminino, capaci ando e inspi ando mulhe es a ing essa no
se o au omo i o e p omo endo igualdade de opo unidades”.
4.3.1.3 Valo es
Segundo Tamayo e Bo ges (2001), alo es são e amen as u ilizadas pelas o ganizações pa a c ia ,
desen ol e e man e sua imagem, p omo endo assim a au oes ima dos colabo ado es den o da
emp esa.
Pa a Chia ena o e Sapi o (2009), os alo es são o conjun o de concei os, iloso ias e c enças ge ais
que a o ganização espei a e p á ica, e es ão acima das p á icas co idianas pa a busca de ganhos
em cu o p azo.
Con o me o concei o, os alo es da S a. Mo o s são:
• Respei o e empa ia;
• T anspa ência e hones idade;
• Igualdade de gêne o;
• Qualidade e excelência no se iço;
• Capaci ação e desen ol imen o pessoal.
4.3.2 Se o es de a i idades
A S a. Mo o s a ua em di e sos se o es pa a p opo ciona aos seus clien es uma expe iência única
e con iá el. Os p incipais se o es de a i idade incluem: O p imei o se o é a manu enção e
epa ação de au omó eis, cuja unção é p es a se iços de ele ada qualidade pa a que os
au omó eis es ejam semp e nas melho es condições. A S a. Mo o s se des aca pela p es ação de
um se iço pe sonalizado onde cada clien e pode exp essa as suas necessidades e ecebe
ins uções cla as ela i amen e ao se iço a ealiza .
Ou o se o impo an e é o a endimen o ao clien e, cujo obje i o é c ia um ambien e amigá el e
segu o, especialmen e pa a as mo o is as do sexo eminino, que podem se sen i segu as nas
o icinas adicionais. A equipe eminina é einada pa a da supo e e i a dú idas, p omo endo
uma expe iência di e ida e con iá el.
306 | S a. Mo o s
Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 275-360 - 2025
G á ico 6: Pesquisa de Me cado - O icina compos a po mulhe es.
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Na ques ão sob e o con o o em uma o icina mecânica com equipe majo i a iamen e
eminina, 63,4% dos esponden es disse am que se sen i iam mais con o á eis, enquan o 27,6%
indica am que se sen i iam con o á eis algumas ezes. Apenas 8,9% exp essa am ince eza,
espondendo " al ez". Isso demons a uma p e e ência conside á el po esse ipo de ambien e.
G á ico 7: Pesquisa de Me cado - Wo kshops
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Na ques ão sob e o in e esse em pa icipa de wo kshops ou aulas de mecânica básica
o e ecidos po uma o icina, 71,5% dos esponden es demons a am in e esse, 7,3% mos a am
307 | S a. Mo o s
Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 275-360 - 2025
in e esse ocasional, e 21,1% a i ma am que pa icipa iam dependendo do con eúdo o e ecido. Isso
indica uma demanda signi ica i a po esse ipo de se iço educacional no se o au omo i o.
G á ico 8: Pesquisa de Me cado - Valo ização
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Na pe gun a sob e os se iços mais alo izados em uma o icina mecânica, 61,8% dos
esponden es des aca am o diagnós ico de alhado e o a endimen o ápido e e icaz como os mais
impo an es. Já 33,3% p io izam a manu enção e e isão p e en i a, enquan o 4,9% menciona am
ou os ipos de se iços. Isso e ela a o e p e e ência po se iços que combinem e iciência e
p ecisão.
G á ico 9: Pesquisa de Me cado - Wo kshops ou Aulas?
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
308 | S a. Mo o s
Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 275-360 - 2025
Na pe gun a sob e os emas de mecânica básica que os esponden es gos a iam de
ap ende em wo kshops ou aulas, 50,4% demons a am in e esse em diagnós ico de p oblemas
comuns, seguido po 23,6% que desejam ap ende sob e en endimen o básico do mo o . Além
disso, 17,9% es ão in e essados em ap ende a oca pneus, e 8,1% menciona am e i icação e
oca de óleo. Isso indica uma o e demanda po conhecimen o p á ico que ajude os clien es a
iden i ica em e esol e p oblemas em seus eículos.
G á ico 10: Pesquisa de Me cado - P incipal Bene ício
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Na pe gun a sob e qual se ia o p incipal bene ício de uma o icina que o e ece aulas de
mecânica básica aos clien es, 40,7% dos esponden es indica am que a maio con iança no se iço
se ia o p incipal bene ício. Em seguida, 29,3% menciona am a melho comp eensão dos epa os,
enquan o 26,8% ac edi am que e iam a capacidade de ealiza manu enções simples. Apenas 3,3%
seleciona am "ou os" como espos a. Esses esul ados mos am que a o e a de aulas pode
aumen a a con iança dos clien es nos se iços p es ados e ap imo a sua comp eensão sob e os
epa os, con ibuindo pa a uma elação mais anspa en e en e clien es e o icinas.
Os dados ob idos nes a pesquisa e idenciam a necessidade de uma abo dagem ino ado a
no me cado de o icinas mecânicas, des acando a impo ância de o e ece se iços educa i os que
a endam às demandas dos clien es. A al a po cen agem de esponden es que ac edi am na
ele ância de uma o icina ocada em a ende mulhe es e a p e e ência po um ambien e
p edominan emen e eminino e le em uma busca po con o o e segu ança. Além disso, o
in e esse po wo kshops de mecânica básica e a alo ização de diagnós icos de alhados e
a endimen o ápido suge em que os clien es es ão á idos po adqui i conhecimen os e
expe iências que os empode em. Ao en ende essas p e e ências e necessidades, as o icinas podem
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ap imo a suas o e as e se posiciona de manei a mais e icaz no me cado, cons uindo elações
mais sólidas e con iá eis com seus clien es.
4.4.2 Es udo dos clien es
Segundo Ko le e Kelle (2006, p.138 ci ado po ZENONE 2010, p. 3), as emp esas não
pode iam exis i sem seus clien es, pois eles são a on e p incipal de luc o. Po an o, é c ucial que
as emp esas coloquem os clien es como sua p io idade máxima, buscando semp e a ende odas
as suas expec a i as.
Zenone (2010, p.11) des aca a impo ância das emp esas conhece em seus clien es pa a
desen ol e p odu os e se iços que es ejam alinhados com suas expec a i as, isando aumen a
sua pa icipação nas comp as e conquis á-los como clien es luc a i os e leais.
Ao analisa p o undamen e o pe il do clien e ideal da S a Mo o s, su gi am pe cepções
essenciais pa a ap imo a os se iços e a expe iência o e ecida pela o icina. O público-al o
p incipal é compos o po mulhe es mo o is as que alo izam um a endimen o anspa en e,
acolhedo e p á ico. Essas clien es buscam uma o icina onde se sin am segu as e comp eendidas,
p e e indo um ambien e onde possam aze pe gun as sem se em julgadas e ecebe explicações
cla as sob e os epa os necessá ios. A p esença de uma equipe eminina é um di e encial
impo an e, pois aumen a a con iança e a sensação de pe encimen o. Essas consumido as
demons am in e esse a i o po se iços que espei em seu empo e o e eçam con o o, an o no
a endimen o quan o na execução dos epa os, buscando soluções que ga an am anquilidade e
con iança. Esse en endimen o de alhado do público-al o da S a. Mo o s p opo ciona um
di ecionamen o es a égico cla o pa a alinha os se iços da emp esa às expec a i as e
necessidades dessas mulhe es mo o is as, consolidando a o icina como uma escolha con iá el e
di e enciada no me cado au omo i o.
4.4.2.1 Mapa de empa ia
A igu a 07 demons a o Mapa da Empa ia que é uma e amen a concebida pela consul o ia
de Design Thinking Xplane. Essa e amen a es imula e lexões sob e as pe spec i as do clien e,
incluindo suas ações, pensamen os, sen imen os e o que eles ou em, isando auxilia no
desen ol imen o do modelo de negócio de uma emp esa.
Pe ei a (2017) des aca que a XPlane c iou o Mapa da Empa ia como pa e de um conjun o
de e amen as cen adas no se humano, denominado Games o ming. O p opósi o undamen al
dessa e amen a é acili a equipes a adqui i uma comp eensão p o unda, compa ilhada e
empá ica dos clien es.
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O Mapa da Empa ia consis e em qua o quad an es que abo dam ques ões especí icas:
1. Quais são os pensamen os e sen imen os?
2. Quais in o mações es ão sendo ou idas?
3. Quais são as ações e pala as u ilizadas?
4. O que es á sendo obse ado?
Sendo assim, é uma écnica que auxilia na c iação de uma pe sona que ep esen a seus clien es.
O oco es á em comp eende p o undamen e o clien e pa a es abelece empa ia com ele. O nome
"Mapa de Empa ia" suge e exa amen e isso: coloca -se no luga do clien e e en ende sua
pe spec i a (Quaise , 2017).
Figu a 7 - Mapa de empa ia
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Sob a ó ica da pesquisa de me cado e os dados pe inen es ao mapa de empa ia, elabo amos
uma pe sona pa a ilus a os consumido es da nossa ma ca: Cecília, uma mulhe independen e de
35 anos, é o clien e ípico da S a. Mo o s. Ela é engenhei a ci il e possui uma o ina agi ada, di idida
en e p oje os e demandas in ensas no abalho. Cecília ado a p a icidade e p eza po se iços que
espei em seu empo e o e eçam soluções e icien es. Como mui as mulhe es, ela já se sen iu
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descon o á el em ambien es adicionalmen e masculinos, como o icinas mecânicas, mas alo iza
p o undamen e a con iança e a anspa ência nos se iços que con a a.
A S a Mo o s se des aca como a o icina ideal pa a Cecília, p opo cionando um ambien e
acolhedo e di e enciado, com uma equipe compos a o almen e po mulhe es, o que az
segu ança e anquilidade pa a clien es como ela. Além disso, a o icina o e ece um a endimen o
pe sonalizado, com ídeos explica i os sob e os epa os necessá ios e as consequências de não
ealiza as manu enções, algo que Cecília ap ecia mui o, pois gos a de en ende exa amen e o que
es á sendo ei o em seu eículo.
No mapa de empa ia, oi possí el des aca os pon os mais impo an es pa a a comp eensão
do público-al o, como a o es psicog á icos, compo amen ais e de in e ação, como:
a) O que pensa e sen e: Cecília sen e que o ambien e das o icinas au omo i as con encionais
é descon o á el e mui as ezes não acolhe bem as mulhe es. Ela alo iza um a endimen o
espei oso, cla o e empá ico, que a aça sen i segu ança e con iança ao deixa seu eículo.
Sua p incipal p eocupação é ga an i a qualidade dos se iços e e i a se enganada ou
p essionada a acei a se iços ou p odu os desnecessá ios. Cecília busca se a ada com
se iedade e deseja que os p o issionais en endam suas necessidades, espei ando o a o de
que ela é uma clien e in o mada e exigen e, em busca de soluções ápidas e e icazes.
b) O que ou e: Cecília equen emen e escu a his ó ias de amigas que i e am expe iências
nega i as em o icinas mecânicas, como a al a de cla eza na explicação dos p oblemas e
p eços ele ados sem jus i ica i a. Ela pe cebe que mui as mulhe es ao seu edo
compa ilham o mesmo eceio ao le a o ca o pa a conse a , sen indo-se insegu as e mal
a endidas. Po ou o lado, ambém ou e ecomendações sob e o icinas que espei am as
clien es e o e ecem um a endimen o di e enciado pa a mulhe es, o que despe a sua
cu iosidade e a az pensa em busca esses luga es que pa ecem mais alinhados com suas
expec a i as.
c) O que ê: Cecília obse a que a maio ia das o icinas mecânicas possui um ambien e
majo i a iamen e masculino, que equen emen e não se mos a acolhedo pa a mulhe es.
Ela pe cebe a al a de cla eza nas explicações sob e os se iços e sen e-se descon o á el
com a p edominância de homens an o no a endimen o quan o na execução dos epa os.
No en an o, ela ambém no a que algumas o icinas es ão ado ando p á icas di e enciadas,
como ambien es mais o ganizados, a endimen o pe sonalizado e uma comunicação mais
cla a e anspa en e, o que despe a sua cu iosidade e a on ade de expe imen a algo mais
inclusi o e ol ado pa a suas necessidades.
d) O que ala e az: Cecília equen emen e comen a com suas amigas sob e a di iculdade de
encon a uma o icina de con iança, onde seu empo e suas necessidades sejam
espei ados. Ela exp essa o desejo de um ambien e acolhedo , onde possa aze pe gun as
li emen e, sem sen i que es á sendo julgada ou subes imada. Quando inalmen e
encon a um se iço que a ende a essas expec a i as, Cecília az ques ão de ecomendá-lo
a i amen e pa a seu cí culo de amigas e amilia es, compa ilhando sua expe iência
posi i a e des acando o quan o se sen iu comp eendida e bem a endida.
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e) Quais são as do es: Sua maio do é a sensação de insegu ança e al a de cla eza ao busca
se iços au omo i os. Cecília eme se subes imada ou ecebe diagnós icos e o çamen os
que não co espondem ao e dadei o p oblema do seu eículo. Além disso, a ausência de
mulhe es en e os p o issionais a az sen i uma desconexão com o ambien e, como se não
osse um espaço ei o pa a ela, e o çando o descon o o e a ideia de que aquele luga não
acolhe suas necessidades.
) Quais são as necessidades: Cecília p ecisa de um a endimen o acolhedo , onde a
comunicação seja cla a e di e a sob e os p oblemas do seu eículo, sem o uso excessi o de
ja gões écnicos e com o al anspa ência nos o çamen os. Ela alo iza um ambien e que
espei e seu empo e o e eça con o o enquan o agua da, seja po meio de um espaço bem
cuidado ou á eas dedicadas pa a elaxamen o. A p esença de mulhe es no a endimen o e
na execução dos se iços é um di e encial impo an e, que aumen a sua con iança e az
com que ela se sin a mais segu a e comp eendida.
4.4.3 Es udo dos conco en es
A conco ência az com que as emp esas p ocu a em semp e melho a seus se iços e
p odu os em elação a ou as emp esas, p ocu ando o e ece algo único e de qualidade pa a a ai
mais clien es e se des aca no me cado. Isso só ajuda os clien es, que êm melho es escolhas e
p odu os. Mas ambém ajuda a es imula a ino ação e o p og esso no sec o . P omo e o
desen ol imen o econômico e a compe i i idade global (Seb ae, 2023).
A ualmen e, na Baixada San is a, não há uma o icina especializada exclusi amen e no
a endimen o eminino, ei a po mulhe es pa a mulhe es. Isso ep esen a uma g ande
opo unidade pa a S a. Mo o s ao ab i um negócio pionei o na egião. Com o oco em cidades
como P aia G ande e as izinhas, a o icina se des aca ia po o e ece um ambien e segu o,
acolhedo e com a endimen o especializado, algo inexis en e na á ea. Em uma busca oi possí el
encon a apenas 02 (duas) emp esas nesse amo como demons ado nas igu as 08 e 09, são elas:
1. Au o Mecânica Gab iel: A Au o Mecânica Gab iel é uma o icina mul ima cas localizada no
bai o Tupi y, em P aia G ande, SP, especializada em conse o e manu enção de eículos
nacionais e impo ados. Com se iços que incluem manu enção p e en i a, diagnós icos
ele ônicos e mecânica ge al, a o icina se des aca pelo a endimen o de qualidade,
o çamen os anspa en es e p omoções sazonais, buscando o e ece soluções acessí eis e
con idenciais pa a seus clien es.
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Figu a 8 - Conco en e 01
Fon e: Au o Mecânica Gab iel, 2024
2. Au o Mecânica JD: A Au o Mecânica JD é uma o icina mul ima cas localizada no bai o
Ja dim Real, em P aia G ande, SP, especializada em conse o e manu enção de eículos
nacionais e impo ados. A o icina o e ece se iços de mecânica ge al, diagnós icos
ele ônicos e manu enção p e en i a, p io izando a endimen o con iá el e o çamen os
cla os. Com p esença digi al e p omoções pa a se iços ocasionais, a Au o Mecânica JD
busca se uma e e ência local em qualidade e anspa ência.
Figu a 9 - Conco en e 02
Fon e: Au o Mecânica JD, 2024
4.4.4 As 5 o ças de Po e
Pa a Chia ena o (2009), o modelo das Cinco Fo ças de Po e é uma e amen a pa a
en ende o que é alo izado em um se o , isando cons ui uma an agem compe i i a
sus en á el. Essas o ças incluem a ameaça de no os conco en es, a ameaça de p odu os ou
se iços subs i u os, o pode de negociação dos comp ado es, o pode de negociação dos
o necedo es e a in ensidade da i alidade en e os conco en es.
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De aco do com Po e (2004), o modelo das cinco o ças (Figu a 10) isa ajuda as emp esas
a analisa em o ambien e em que ope am, pe mi indo-lhes c ia es a égias e icazes pa a
impulsiona seu c escimen o. A análise das Cinco Fo ças de Po e e ela a dinâmica compe i i a
da S a. Mo o s no se o de o icina mecânica, iden i icando á eas es a égicas e desa ios a se em
conside ados:
Figu a 10 - Cinco Fo ças de Po e
Fon e: Adap ado pelas Au o as segundo Eges o , 2023
a) Pode de Negociação dos Fo necedo es (Mode ado): Na o icina mecânica especializada, os
o necedo es de peças au omo i as e equipamen os são essenciais. Embo a o se o
au omo i o seja eple o de o necedo es, a o icina pode en en a desa ios com o p eço e
a disponibilidade de peças especí icas, especialmen e ao p io iza o necedo es que
o e eçam p odu os de al a qualidade e que possuam uma polí ica de sus en abilidade, um
alo ele an e pa a o público eminino. Pa a mi iga o pode de negociação dos
o necedo es, a o icina de e di e si ica suas opções de o necimen o, busca pa ce ias
es a égicas e oca em negociações que ga an am es abilidade e bons p eços. A lealdade
a o necedo es que compa ilhem alo es de qualidade e anspa ência ambém se á um
pon o de des aque.
b) Pode de Negociação dos Comp ado es (Mode ado a Al o): Os clien es emininos da
o icina, como Cecília, êm um ní el de exigência ele ado em elação ao a endimen o e à
cla eza no se iço. O público-al o alo iza um se iço anspa en e e com qualidade, mas
ambém em pode de escolha dian e de ou as opções no me cado. Pa a eduzi o pode
de negociação dos comp ado es, a o icina pode in es i em di e enciação, como um
a endimen o pe sonalizado, ambien e con o á el, p esença de mulhe es nas unções
écnicas, e comunicação cla a. A idelização dos clien es a a és de um se iço con iá el e
espei oso pode minimiza a in luência nega i a de po enciais conco en es que compe em
po p eço.
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c) Ameaça de P odu os ou Se iços Subs i u os (Mode ado): A o icina en en a uma ameaça
mode ada de subs i u os, como se iços mecânicos adicionais que podem o e ece
p eços mais baixos, ou mesmo al e na i as de manu enção p e en i a em casa (como
comp as de peças online com ins uções pa a ins alação). No en an o, o di e encial de
o e ece um ambien e acolhedo e especializado pa a o público eminino, com oco na
con iança e a endimen o humanizado, c ia uma expe iência di ícil de se eplicada. Pa a
lida com essa ameaça, a o icina de e con inua ino ando no a endimen o ao clien e e
ga an i que o se iço o e ecido se des aque em e mos de con iança, segu ança e
qualidade.
d) Ameaça de No os En an es (Baixa a Mode ada): Ab i uma o icina especializada em
a endimen o eminino pode eque e al os in es imen os iniciais em in aes u u a,
einamen o especializado e cons ução de uma ma ca que ge e con iança. Essas ba ei as
de en ada ajudam a eduzi a ameaça de no os conco en es. No en an o, a o icina de e
es a cien e de que, com o empo, ou as emp esas podem en a eplica o modelo de
negócio. A cons ução de uma ma ca sólida, ocada em um nicho especí ico e com um
se iço di e enciado, pode se uma ba ei a adicional pa a no os en an es, ao di icul a a
conquis a da con iança do público eminino.
e) Ri alidade en e Conco en es Exis en es (Al a): O me cado de o icinas mecânicas é
al amen e compe i i o, especialmen e em g andes cen os u banos como a Baixada
San is a. Embo a a o icina enha o di e encial de se especializada no a endimen o
eminino, conco en es podem ado a es a égias ag essi as de p eços ou busca melho a
seus se iços pa a a ai o mesmo público. A i alidade pode se al a, especialmen e com
conco en es que o e ecem um a endimen o gené ico e mais ba a o. A o icina de e se
concen a em es a égias de di e enciação con ínua, como p og amas de idelidade,
pa ce ias com ou os se iços ol ados ao público eminino, e um ambien e que p omo a
con iança e segu ança pa a suas clien es, man endo-se à en e da conco ência.
Essa análise das Cinco Fo ças de Po e o nece uma isão ab angen e da posição
compe i i a da emp esa, des acando opo unidades pa a o alece sua posição e desa ios a se em
en en ados no dinâmico me cado de aluguel de p aia.
4.4.5 Análise PESTEL
A análise PESTEL é uma e amen a que se baseia em a o es mac oambien ais. Ela pa e
do p incípio de que en ende e es uda adequadamen e o sucesso de uma o ganização eque a
cole a, análise e comp eensão de odas as in o mações elacionadas ao se o em que a emp esa
ope a e ao ambien e ex e no de negócios (Guo Chao e Nunes, 2007). O obje i o p incipal da análise
PESTEL é auxilia a emp esa a esponde às mudanças em seu ambien e ex e no.
A igu a 11 demos a a análise PESTEL da emp esa S a. Mo o s.
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4.5 PLANO DE MARKETING
O planejamen o de ma ke ing em como unção o ien a odas as a i idades da emp esa,
sendo um p ocesso con ínuo que não de e se con undido com o Plano de Ma ke ing. Es e úl imo
é um documen o que o maliza as ações planejadas pa a se em ompidas.
Segundo Ko le e Kelle (2006, p. 41), o plano de ma ke ing é undamen al pa a guia e
coo dena os es o ços de ma ke ing, ope ando em dois ní eis: es a égico e á ico. O planejamen o
es a égico de ine os me cados-al o e a p opos a de alo , enquan o o plano á ico de alha
aspec os como ca ac e ís icas do p odu o, p omoção, dis ibuição, p eços, canais de dis ibuição
e se iços.
Esse plano é uma e amen a essencial pa a a omada de decisões, especialmen e em um
me cado em cons an e mudança. Ele es abelece di e izes que acili am a execução do
planejamen o, sendo essenciais no p ocesso de ma ke ing.
Con o me Ko le e Kelle (2006, p. 58), “um plano de ma ke ing é um documen o esc i o
que sin e iza o conhecimen o do p o issional sob e o me cado e desc e e como a emp esa
p e ende alcança seus obje i os”. A pa i desse plano, o p o issional de ma ke ing pode analisa
a ealidade do me cado e iden i ica opo unidades pa a o lançamen o de no os p odu os,
baseando-se em dados ob idos no ambien e em que a emp esa es á inse ida.
4.5.1 Desc ição dos p incipais p odu os e se iços
No ma ke ing, o p odu o pode se não apenas angí el, mas ambém um se iço p es ado
aos clien es pa a sa is aze suas necessidades e desejos, ep esen ando os p odu os
come cializados pela emp esa. Todos os negócios são baseados em um p odu o ou se iço, mas
podem a ia dependendo da a iedade. De um lado exis e um p odu o e do ou o um p odu o
com g ande di e ença ísica (KOTLER, 1999).
Boone e Ku z (1998) ambém a i ma am que um p odu o consis e em uma combinação de
a ibu os ísicos, de ma ca e de se iço, que são p oje ados pa a aumen a a sa is ação.
4.5.2 P eço e p eci icação
Segundo Ko le e A ms ong (1999, p. 31), “p eço é a quan idade de dinhei o que os clien es
de em desembolsa pa a adqui i um p odu o”. Boone e Ku z (1998, p. 19) essal am que “uma das
á eas mais desa iado as pa a as decisões de ma ke ing é uma es a égia de p eço, que en ol e uma
de inição de mé odos pa a es abelece p eços que sejam an o luc a i os quan o jus i icá eis”.
Exis em á ias o mas de p eci ica um p odu o ou se iço, como p eci icação compe i i a,
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eemium, skimming, p eço de cus o ac escido, p eci icação baseada em alo , p eço de
pene ação e p eci icação baseada em psicologia.
Dessa o ma, a es a égia de p eço desempenha um papel c ucial no sucesso de um
p odu o. No con ex o me cadológico, o p eço de e se equilib ado, a endendo an o aos in e esses
de quem ende quan o a quem comp a. Caso o consumido pe ceba uma disc epância no alo
cob ado, é p o á el que ele op e pela conco ência, o que pode ge a pe das signi ica i as pa a a
emp esa, mui as ezes di íceis de e e e .
A S a. Mo o s ado a á uma es a égia de p eci icação compe i i a, undamen ada em uma
análise de alhada dos p eços p a icados pelas o icinas locais.
4.5.3 Es a égias P omocionais
Chu chill e Pe e (2000) des acam que a es a égia de p omoção desen ol ida pelo
Depa amen o de Ma ke ing de uma emp esa pode impac a os consumido es em odas as ases
do p ocesso de comp a. A p omoção, como pa e essencial do mix de ma ke ing, em como
p incipal obje i o in luencia o público.
Além disso, ela de e in o ma , pe suadi e lemb a os consumido es sob e os bene ícios do
p odu o e da emp esa que o o e ece, buscando molda os sen imen os, c enças ou
compo amen os do público (Mckinley-Floyd; Sh es ha, 2008).
A es a égia p omocional da S a. Mo o s se á ealizada po meio de di ulgação nas edes sociais,
como Facebook e Ins ag am, além de pa ce ias es a égicas com emp esas locais.
4.5.4 Es u u a de Come cialização e Logís ica de dis ibuição
A es u u a come cial da S a. Mo o s é p oje ada pa a o imiza a expe iência de a endimen o ao
clien e e o luxo de abalho dos p o issionais do esc i ó io. Essa o ganização ab ange as á eas de
a endimen o ao clien e, ma ke ing, se iços mecânicos e ges ão de es oque, com o obje i o de
maximiza a e iciência e ga an i a sa is ação dos clien es.
Es u u a mínima suge ida:
a) Á ea de a endimen o ao clien e: Um espaço acolhedo , com so ás e deco ação em ons
oxos, onde os clien es podem agua da con o a elmen e enquan o o se iço é ealizado.
Esse ambien e inclui um balcão de a endimen o e espaço pa a in e ação com as mecânicas.
b) O icina mecânica: O co ação da S a. Mo o s, equipados com e amen as mode nas e
ecnologia de diagnós ico de úl ima ge ação. O esc i ó io con a com ele ado es, bancadas
de abalho e espaço pa a a é qua o ca os, ga an indo agilidade no a endimen o.
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c) Mini cozinha: Um espaço uncional pa a uso das uncioná ias, onde podem p epa a
e eições ápidas e lanches du an e o expedien e. A cozinha é compac a, mas equipada com
ele odomés icos básicos como geladei a, mic o-ondas e uma mesa de apoio.
d) Banhei o: Pequeno, mas con o á el pa a ga an i a p i acidade e a ende às necessidades
an o das uncioná ias.
A deco ação da S a. Mo o s é mode na e uncional, e le indo o comp omisso da o icina
com o a endimen o di e enciado e a qualidade do se iço. A iluminação adequada e a clima ização
p opo cionam con o o an o pa a a equipe quan o pa a os clien es, c iando um ambien e
ag adá el e e icien e.
4.6 PLANO OPERACIONAL
De aco do com Oli ei a (2010), o planejamen o ope acional é uma e amen a essencial
pa a o maliza o p ocesso de desen ol imen o e ga an i a implemen ação e icaz dos esul ados
espe ados nas p incipais á eas da o ganização. Esse ipo de planejamen o de e se minucioso e
de alhado, con emplando aspec os undamen ais como: os ecu sos humanos, ma e iais e
inancei os necessá ios pa a sua execução, os mé odos e p ocedimen os que se ão u ilizados, os
p azos de inidos pa a cada e apa, os esponsá eis pela implemen ação e moni o amen o, além dos
indicado es de desempenho que se ão usados pa a a alia o p og esso e a e icácia das ações. Além
disso, um bom planejamen o ope acional ambém p e ê possí eis iscos e es a égias de mi igação,
ga an indo uma execução mais e icien e e alinhada aos obje i os es a égicos da o ganização.
Segundo Maximiano (2011), o planejamen o ope acional en ol e a iden i icação e análise de
iscos que p ecisam se conside ados pa a ga an i que o plano de ação minimize sua oco ência
e eduza o impac o de suas consequências. Esse planejamen o segue um ciclo con ínuo de meios
e ins, ou seja, cada e apa é ol ada pa a a conc e ização dos esul ados desejados. É undamen al
que, além de p e e os iscos, o planejamen o inclua es a égias p oa i as pa a mi igá-los e ga an i
uma execução mais segu a e e icien e. Dessa o ma, o p ocesso se o na dinâmico, pe mi indo
ajus es con o me no os desa ios ou opo unidades eme gen es, semp e com oco na ob enção dos
esul ados.
O planejamen o pa a a c iação da S a. Mo o s se á sepa ado da seguin e o ma:
a) Iden i ica a do : A ideia da S a. Mo o s su giu da necessidade de c ia um ambien e
au omo i o em que as mulhe es se sin am con o á eis e con ian es, en en ando a
insegu ança e o descon o o mui as ezes i enciados em o icinas adicionais.
b) Recu sos: De ini os ecu sos essenciais pa a o uncionamen o da o icina, incluindo
e amen as mecânicas, espaço ísico adequado, equipe quali icada compos a
majo i a iamen e po mulhe es, e ecnologia de diagnós ico pa a se iços de manu enção
e epa o au omo i o.
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c) Design: C ia o design da o icina, com ons oxos e um ambien e acolhedo , que ansmi a
con iança e p o issionalismo. Esse design inclui an o a á ea de a endimen o ao clien e
quan o à o icina, equilib ando es é ica e uncionalidade.
d) Desen ol imen o: Con igu a o espaço de aco do com o ema p opos o, c iando uma
a mos e a onde o oco é o a endimen o pe sonalizado e a anspa ência nos se iços
p es ados. Equipa a o icina com as e amen as e o layou uncional pa a maximiza a
e iciência e o a endimen o.
e) Lançamen o: Inaugu a a S a. Mo o s den o do c onog ama, p omo endo e en os pa a
a ai o público-al o, especialmen e mulhe es mo o is as, e ap esen a a o icina como uma
solução segu a e con iá el pa a se iços au omo i os.
) Pós-lançamen o: Cole a eedback dos clien es sob e o a endimen o e os se iços
p es ados, u ilizando essas suges ões pa a o imiza o ambien e e ap imo a con inuamen e
a expe iência na o icina.
4.6.1 Localização do negócio
A S a. Mo o s es á si uada na Baixada San is a, em um pon o es a égico que oi
cuidadosamen e escolhido pa a a ende an o os u is as quan o os mo ado es locais. Localizada
em: R. Ma ilia, 250 - Boquei ão, P aia G ande - SP, 11701-150, con o me a igu a 13:
Figu a 13 - Localização S a. Mo o s.
Fon e: Google Maps, 2024
4.6.2 Layou ou a anjo ísico
O desen ol imen o de um a anjo ísico ou layou en ol e máquinas, equipamen os e
ma e iais en ol idos no p ocesso de p odução. Es a decisão de e le a em conside ação á ios
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a o es impo an es, como anspo e in e no, anspo e de ma e iais, capacidade de p odução,
empo necessá io pa a cada ope ação e ní eis de es oque de ma é ias-p imas e p odu os acabados
(Slack; Chambe s; Johns on, 2002). Além disso, Co êa e Co êa (2012) a i ma am que o layou ísico
é a o ma de o ganiza isicamen e os ecu sos da edi icação, o que é mui o impo an e pa a
o imiza os luxos de abalho, eduzi cus os ope acionais e aumen a a e iciência.
A Figu a 14 e a a o layou planejado pa a a S a. Mo o es, um espaço uncional e acolhedo ,
p oje ado pa a o e ece p a icidade e con o o aos seus clien es. Cada de alhe oi pensado
es a egicamen e pa a ga an i uma expe iência e icien e e ag adá el, alinhando design e
o ganização.
Figu a 14 - Layou 3D S a Mo o s
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
A Figu a 15 ap esen a uma ep esen ação idimensional de alhada e en ol en e,
pe mi indo uma isualização cla a e ime si a do ambien e planejado pa a a S a. Mo o s, acili ando
a comp eensão de seu layou e uncionalidade.
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Figu a 15 - Layou 3D S a Mo o s
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Em esumo, o layou ap esen ado na imagem da S a. Mo o s combina pe ei amen e beleza
es é ica, uncionalidade e con o o. O espaço oi p oje ado pa a p opo ciona aos clien es uma
expe iência única, onde podem usu ui de um a endimen o especializado, se iços au omo i os
de qualidade e um ambien e acolhedo que ansmi e con iança e p o issionalismo.
4.6.3 Capacidade p odu i a, come cial e de p es ação de se iços.
Slack, Chambe s e Johns on (2002) abo da o concei o de capacidade den o de uma
o ganização, des acando suas di e en es dimensões. A capacidade p odu i a e e e-se ao olume
máximo de p odu os que uma emp esa pode ab ica em um pe íodo especí ico, enquan o a
capacidade come cial es á elacionada à quan idade máxima de p odu os que uma emp esa
consegue ende . Além disso, há uma capacidade de p es ação de se iços, que co esponde à
quan idade máxima de se iços que a o ganização pode o nece em um de e minado in e alo de
empo. Esses ês ipos de capacidade são essenciais pa a que uma emp esa consiga equilib a sua
p odução, endas e p es ação de se iços, ga an indo uma ope ação e icien e e alinhada com a
demanda do me cado.
A S a. Mo o s se posiciona de manei a es a égica em elação à capacidade p odu i a,
come cial e de p es ação de se iços, a im de p opo ciona uma expe iência di e enciada e
acolhedo a pa a seus clien es, especialmen e mulhe es mo o is as, com oco em a endimen o
anspa en e, pe sonalizado e e icien e.
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4.6.4 P ocessos ope acionais
Um dos p incipais aspec os a se conside ado na S a. Mo o s são a qualidade e
anspa ência nos se iços o e ecidos. Como uma o icina mecânica ol ada pa a o público
eminino, é possí el c ia paco es de manu enção com nomes e se iços inspi ados em emá icas
que e o cem a p opos a da o icina, como a "Mecânica Segu a" (manu enção p e en i a comple a
com diagnós ico de alhado e explicações simpli icadas) ou o "Check-up Con iança" ( e isão ápida
com e i icação de segu ança). Além disso, é c ucial ga an i que odos os se iços sigam as no mas
écnicas, de segu ança e de anspa ência no a endimen o ao clien e.
4.6.5 Necessidades de pessoal
O planejamen o de ecu sos humanos é uma e apa undamen al pa a ga an i que a o ça
de abalho seja adequada pa a a ingi os obje i os da S a. Mo o s. Con o me Almeida (2015),
planeja os ecu sos humanos signi ica an ecipa o ipo de alen o necessá io pa a alcança as
me as o ganizacionais den o de um pe íodo de e minado. Nesse con ex o, é essencial iden i ica
as unções-cha e e as pessoas que desempenha ão essas a i idades
Na S a. Mo o s, as sócias c iado as do negócio assumi ão unções ge enciais, o que o imiza
cus os e p omo e uma ges ão mais di e a e es a égica. Dessa o ma, não ha e á con a ação di e a
de ge en e adminis a i o, inancei o, de ma ke ing e ope acional, já que essas esponsabilidades
se ão di ididas en e as undado as, con o me o quad o 5:
Quad o 5 - Ca gos e Funções.
Quem?
Ca go/Função
Ações Desen ol idas
Amanda
Ges o a Ope acional
Responsá el pelos se o es de comp as e a endimen o,
coo denando os p ocessos in e nos de ope ação.
B enda
Ges o a de Ma ke ing e Líde
de O icina
Ge encia as es a égias de ma ke ing e p opaganda, além
de lide a a equipe de manu enção e o icina.
Taís
Ges o a Adminis a i a
Cuida do ecu sos humanos, inanças e ges ão
adminis a i a da o icina.
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
En e an o, pa a a ope ação diá ia da o icina, se á necessá ia a con a ação de p o issionais
especializados, como mecânicas e assis en es pa a auxilia nas a i idades. As unções e
esponsabilidades desses ca gos são de alhadas no quad o 6:
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Quad o 6 - Ca gos e Funções Ope acionais.
Ca go/Função
Ações Desen ol idas
2 Mecânicas
Realização de epa os e manu enções ge ais em eículos.
1 Ajudan e
Supo e nas a i idades da o icina, ajudando as mecânicas nos
epa os e manu enções.
1 Mecânica de Diagnós ico
Especialis a em diagnós ico e pa e elé ica, esponsá el po
a aliações écnicas de alhadas.
1 A enden e
Realização de a endimen o e o çamen o aos clien es.
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
A dis ibuição das unções ga an e que a ope ação da S a. Mo o s uncione de manei a
e icien e, a endendo às necessidades dos clien es com agilidade e qualidade, além de p omo e
um ambien e de abalho o ganizado, com unções bem de inidas e desempenhadas po
p o issionais capaci ados.
4.7 PLANO FINANCEIRO
De aco do com Do nelas (2001), mui os emp eendedo es conside am o plano inancei o a
pa e mais desa iado a do plano de negócios. Essa seção de e es a em con o midade com as
decisões e in o mações desc i as nas ou as pa es do plano, como despesas com ma ke ing,
endas, olha de pagamen o, cus os ixos e a iá eis, p ojeções de endas e análises de
en abilidade. O au o ainda essal a a impo ância de não ajus a o es an e do plano com base
nos dados inancei os, uma ez que o plano inancei o de e se uma consequência das me as,
es a égias e obje i os de inidos, e le indo ambém as p e isões de endas.
Gi man (2010) explica que o planejamen o inancei o é undamen al nas ope ações
emp esa iais, pois o e ece uma o ien ação es a égica, auxiliando na coo denação e con ole das
e apas que a emp esa segui á pa a a ingi seus obje i os.
4.7.1 Es ima i a dos in es imen os ixos
Con o me F o a (2016, p. 111):
Os in es imen os ixos são des inados ao início de um p oje o, seja pa a
implan ação, expansão, elocação, mode nização ou eposição de
ma e iais, como máquinas, equipamen os, mó eis, u ensílios, eículos,
en e ou os. Esses in es imen os cos umam ep esen a um comp omisso
de longo p azo, sendo bens essenciais pa a iabiliza o uncionamen o de
uma o ganização ou p oje o.
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A segui na abela 2 é ap esen ada a es ima i a dos in es imen os ixos da S a. Mo o s,
conside ando os alo es a se em in es idos em a i os ixos angí eis, como adequações ci is,
ins alações elé icas e hid áulicas, sis emas de clima ização, en e ou os ecu sos essenciais pa a
o es abelecimen o e ope ação da o icina.
Tabela 2 - In es imen os Fixos
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Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
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Tabela 14 - Es ima i a do cus o uni á io Ins alação de Senso es de Es acionamen o
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 15 - Es ima i a do cus o uni á io Manu enção de F eios
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 16 - Es ima i a do cus o uni á io Paco e Básico
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 17 - Es ima i a do cus o uni á io Paco e Comple o
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 18 - Es ima i a do cus o uni á io Repa o de Pa ab isa
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
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Tabela 19 - Es ima i a do cus o uni á io Repa o de Suspensão
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 20 - Es ima i a do cus o uni á io Repa o e T oca de Emb eagem
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 21 - Es ima i a do cus o uni á io Re isão de Viagem
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 22 - Es ima i a do cus o uni á io Re isão P e en i a
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 23 - Es ima i a do cus o uni á io T oca de Ba e ia e Al e nado
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
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Tabela 24 - Es ima i a do cus o uni á io T oca de Co eia Den ada
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 25 - Es ima i a do cus o uni á io T oca de Lâmpada de a ol
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 26 - Es ima i a do cus o uni á io T oca de óleo e il os
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 27 - Es ima i a do cus o uni á io T oca de Pneu
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 28 - Es ima i a do cus o uni á io T oca de Velas e Cabos de ignição
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
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4.7.7 Es ima i a dos cus os de come cialização
Os cus os de come cialização es ão elacionados às endas e ep esen am as despesas com
impos os e ou os gas os necessá ios pa a iabiliza a come cialização de p odu os e se iços.
Obse a-se que essas despesas são ex emamen e lexí eis a cada clien e e en ol em
a o es, ais como: es u u ação da emp esa, necessidade de anspo e, hospedagem,
comunicação en e endedo e comp ado (in é p e e) e assimilação das adições cul u ais.
(Oli ei a; Jesus; Oli ei a, 2004, p.8).
Tabela 29 - Cus os de Taxas de Ca ões
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Tabela 30 - Cus os de Come cialização
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
Como uma emp esa de esponsabilidade limi ada, o alo mensal de impos os a se pago
a ia con o me a ecei a b u a, as despesas egis adas e as alíquo as aplicá eis. Po isso, o
pe cen ual e o alo o al dos impos os podem lu ua ao longo do empo.
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Tabela 31 - P ojeção de cus os a iá eis pa a os 12 meses
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
A es ima i a de cus os nos p imei os 12 meses de ope ação da emp esa se á di e amen e
p opo cional ao a u amen o mensal, ou seja, a axa de cus os se á cons an e em elação ao ní el
de a u amen o alcançado.
Tabela 32 - Cus os o ais anuais
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
De aco do com a mesma lógica ap esen ada na Tabela 32, o cus o es imado pa a o p imei o
ano de ope ação da emp esa é de R$ 151.175,86. Pa a o segundo ano, o cus o p oje ado é de R$
157.222,89, enquan o pa a o e cei o ano, espe a-se um cus o a iá el de R$ 231.643,57. Vale
essal a que esses alo es podem so e ajus es à medida que a emp esa se desen ol e e alcança
luc os supe io es aos inicialmen e p e is os.
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4.7.8 Apu ação do cus o dos ma e iais di e os e/ou me cado ias endidas
A apu ação do cus o dos ma e iais di e os e/ou me cado ias endidas en ol e o cálculo
dos gas os associados à aquisição ou p odução dos p odu os come cializados em um pe íodo
especí ico. Essa e apa é undamen al pa a de e mina com p ecisão o cus o dos p odu os endidos
e, assim, calcula o luc o b u o das endas.
Con o me o SEBRAE (2013), nesse p ocesso são calculados os cus os com ma e iais di e os
(pa a o se o indus ial) ou o cus o das me cado ias endidas (pa a o se o come cial), ambos
classi icados como cus os a iá eis, que a iam de aco do com o olume de p odução ou endas.
Du a (2003) de ine o cus o di e o como aquele que pode se a ibuído di e amen e a cada ipo de
p odu o ou unidade no momen o em que oco e, es ando elacionado a cada ipo de bem ou unção
de cus o.
Tabela 33 - Cus o de Me cado ia Vendida pa a os 12 meses
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
4.7.9 Es ima i a dos cus os com mão de ob a
Ronei (2017) de ine "os cus os de mão de ob a como os pagamen os de idos àqueles que
con ibuem pa a a emp esa, incluindo salá ios, é ias, ho as ex as e INSS”.
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Tabela 34 - Es ima i a dos cus os com mão de ob a
Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
4.7.10 Es ima i a do cus o com dep eciação
De aco do com Reis (2018), a dep eciação isa a ibui um cus o a um a i o angí el du an e
sua ida ú il, conside ando o desgas e na u al que oco e ao longo do empo. Isso esul a na
necessidade de subs i uições u u as, que ajuda a de e mina o luc o líquido adequado, a posição
inancei a e o luxo de caixa de uma emp esa.
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Tabela 35 - Es ima i a do cus o com dep eciação
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Fon e: Elabo ado pelas Au o as, 2024
4.7.11 Es ima i a dos cus os ixos ope acionais mensais
Ho ng en, Kimmel e Weygand (2015) des acam a impo ância de comp eende e con ola
os cus os ixos como pa e essencial da ges ão o ganizacional, pois isso acili a a omada de
decisões impo an es.
Bloche (2012) ambém apon a que a ges ão de cus os é undamen al an o pa a o
planejamen o quan o pa a a omada de decisões, seja na c iação de um no o p odu o, na expansão
de ins alações ou em ou as escolhas es a égicas. Pa a isso, é necessá io con a com es ima i as
p ecisas de cus os no p ocesso de planejamen o.
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Tabela 36 - Es ima i a dos cus os ixos ope acionais mensais
Fon e: Elabo ado pelas Au o as 2024
Con o me ap esen ado na Tabela 36, a emp esa assumi á os cus os elacionados ao aluguel
de um espaço pa a esc i ó io, bem como as despesas com água e ene gia elé ica, com o in ui o de
p opo ciona um ambien e de abalho adequado e li e de p eocupações. Além disso, se ão
p e is as despesas adicionais com limpeza e segu o, a im de ga an i a du abilidade e a e iciência
do local.
4.7.12 Demons a i o de esul ados
O Demons a i o de Resul ados, conhecido como DRE, é um ela ó io inancei o essencial
que mos a o desempenho de uma emp esa em um pe íodo especí ico, esumindo suas despesas,
o luc o líquido ou o p ejuízo esul an e das ope ações.
Segundo Lins (2011), a DRE é um documen o con ábil que e idencia o desempenho
inancei o da emp esa, o necendo uma isão cla a sob e o luc o ou p ejuízo ob ido ao longo do
ano iscal, de janei o a dezemb o. Esse demons a i o é c ucial pa a a alia a saúde inancei a da
emp esa, o e ecendo insigh s sob e sua e iciência ope acional e sua capacidade de ge a luc o no
pe íodo.
354 | S a. Mo o s
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