4.
CONDIÇÕES DERMATOLÓGICAS NA GESTAÇÃO
DERMATOLOGICAL CONDITIONS IN PREGNANCY
EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL
RESUMOS
A pso íase é uma doenç
a in lama ó ia c ônica de ca á e au oimune que equen emen e
acome e mulhe es em idade é il, podendo ap esen a cu so clínico a iá el du an e a
ges ação, com melho a, es abilidade ou ag a amen o dos sin omas, especialmen e no pe íodo
pós-pa o. Es e c
ená io ep esen a um desa io e apêu ico, is o que di e sas d ogas u ilizadas
pa a o a amen o da pso íase, como me o exa o e e inóides, são con aindicados pela
comp o ada e a ogenicidade, es ingindo as opções segu as de baixo isco às e apias
óp
icas e à o o e apia UVB. Com isso, o p esen e es udo e e como obje i o analisa as
e idências disponí eis sob e a e olução clínica, complicações obs é icas e es a égias
e apêu icas da pso íase na ges ação, com ên ase no uso de imunobiológicos. T a a
e isão in eg a i a da li e a u a, de ca á e desc i i o e explo a ó io, conduzida em agos o de
2025, nas bases de dados SciELO, LILACS e PubMed, u ilizando os desc i o es “pso íase”,
“g a idez”, “doenças de ma ológicas” e “ a amen o”, combinado
AND e OR. Fo am incluídos a igos publicados en e os anos de 2015 e 2025, disponí eis na
ín eg a, em po uguês, inglês e espanhol, no qual abo dassem di e amen e a pso íase na
ges ação, e excluídas e isões sem igo me odológi
esul ados e idenciam que a g a idade da doença se associa a des echos obs é icos ad e sos,
como p ema u idade, baixo peso ao nasce , es ição de c escimen o in au e ino, maio axa
de cesa ianas, além de maio in
g a idez. O manejo mais segu o oi iden i icado com co icos e oides ópicos de baixa e
mode ada po ência, emolien es e o o e apia UVB. Conclui
37
CONDIÇÕES DERMATOLÓGICAS NA GESTAÇÃO
DERMATOLOGICAL CONDITIONS IN PREGNANCY
-
EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL
Yasmin Da a Mendes da Sil a
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade
Cidade de São Paulo
Bea iz de Oli ei a San os
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Ti aden es
E ika Al es dos San os
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Ti aden es
Lí ia Ma ina de Ol
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade Cidade de São Paulo, UNICIDSão Paulo
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io B asilei o
Yasmim Ca he ine Bal haza da Cunha
G aduanda em Medicina pela
Faculdade de Ciências Médicas de São José dos Campos
Gio ana Mon ei o de Ca alho Se ano
G aduada em Medicina pela Uni e sidade No e de Julho
Ka ina Ma ia de Mo ais P andini
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade Municipal de
Ma iana Menezes de Mau o
G aduada em Medicina pela Uni e sidade São F ancisco, B agança Paulis a
Ma ia Edua da Oli a e
G aduada em medicina pela Uni e sidade Municipal de São Cae ano do Sul
a in lama ó ia c ônica de ca á e au oimune que equen emen e
acome e mulhe es em idade é il, podendo ap esen a cu so clínico a iá el du an e a
ges ação, com melho a, es abilidade ou ag a amen o dos sin omas, especialmen e no pe íodo
ená io ep esen a um desa io e apêu ico, is o que di e sas d ogas u ilizadas
pa a o a amen o da pso íase, como me o exa o e e inóides, são con aindicados pela
comp o ada e a ogenicidade, es ingindo as opções segu as de baixo isco às e apias
icas e à o o e apia UVB. Com isso, o p esen e es udo e e como obje i o analisa as
e idências disponí eis sob e a e olução clínica, complicações obs é icas e es a égias
e apêu icas da pso íase na ges ação, com ên ase no uso de imunobiológicos. T a a
e isão in eg a i a da li e a u a, de ca á e desc i i o e explo a ó io, conduzida em agos o de
2025, nas bases de dados SciELO, LILACS e PubMed, u ilizando os desc i o es “pso íase”,
“g a idez”, “doenças de ma ológicas” e “ a amen o”, combinado
s com ope ado es booleanos
AND e OR. Fo am incluídos a igos publicados en e os anos de 2015 e 2025, disponí eis na
ín eg a, em po uguês, inglês e espanhol, no qual abo dassem di e amen e a pso íase na
ges ação, e excluídas e isões sem igo me odológi
co, a igos de opinião e duplicados. Os
esul ados e idenciam que a g a idade da doença se associa a des echos obs é icos ad e sos,
como p ema u idade, baixo peso ao nasce , es ição de c escimen o in au e ino, maio axa
de cesa ianas, além de maio in
cidência de diabe es ges acional e hipe ensão induzida pela
g a idez. O manejo mais segu o oi iden i icado com co icos e oides ópicos de baixa e
mode ada po ência, emolien es e o o e apia UVB. Conclui
-
se que a pso íase na ges ação
CONDIÇÕES DERMATOLÓGICAS NA GESTAÇÃO
– PSORÍASE
PSORIASIS
EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL
Yasmin Da a Mendes da Sil a
Cidade de São Paulo
- UNICID, São Paulo- SP
Bea iz de Oli ei a San os
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Ti aden es
- UNIT, A acaju- SE
E ika Al es dos San os
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Ti aden es
- UNIT, A acaju- SE
Lí ia Ma ina de Ol
i ei a
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade Cidade de São Paulo, UNICIDSão Paulo
- SP
Vi ó ia Wagne Yi
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io B asilei o
- UNIBRA Reci e- PE
Yasmim Ca he ine Bal haza da Cunha
Faculdade de Ciências Médicas de São José dos Campos
Gio ana Mon ei o de Ca alho Se ano
G aduada em Medicina pela Uni e sidade No e de Julho
- UNINOVE, São Paulo- SP
Ka ina Ma ia de Mo ais P andini
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade Municipal de
São Cae ano do Sul- USCS
Ma iana Menezes de Mau o
G aduada em Medicina pela Uni e sidade São F ancisco, B agança Paulis a
- SP
Ma ia Edua da Oli a e
G aduada em medicina pela Uni e sidade Municipal de São Cae ano do Sul
- USCS
a in lama ó ia c ônica de ca á e au oimune que equen emen e
acome e mulhe es em idade é il, podendo ap esen a cu so clínico a iá el du an e a
ges ação, com melho a, es abilidade ou ag a amen o dos sin omas, especialmen e no pe íodo
ená io ep esen a um desa io e apêu ico, is o que di e sas d ogas u ilizadas
pa a o a amen o da pso íase, como me o exa o e e inóides, são con aindicados pela
comp o ada e a ogenicidade, es ingindo as opções segu as de baixo isco às e apias
icas e à o o e apia UVB. Com isso, o p esen e es udo e e como obje i o analisa as
e idências disponí eis sob e a e olução clínica, complicações obs é icas e es a égias
e apêu icas da pso íase na ges ação, com ên ase no uso de imunobiológicos. T a a
-se de uma
e isão in eg a i a da li e a u a, de ca á e desc i i o e explo a ó io, conduzida em agos o de
2025, nas bases de dados SciELO, LILACS e PubMed, u ilizando os desc i o es “pso íase”,
s com ope ado es booleanos
AND e OR. Fo am incluídos a igos publicados en e os anos de 2015 e 2025, disponí eis na
ín eg a, em po uguês, inglês e espanhol, no qual abo dassem di e amen e a pso íase na
co, a igos de opinião e duplicados. Os
esul ados e idenciam que a g a idade da doença se associa a des echos obs é icos ad e sos,
como p ema u idade, baixo peso ao nasce , es ição de c escimen o in au e ino, maio axa
cidência de diabe es ges acional e hipe ensão induzida pela
g a idez. O manejo mais segu o oi iden i icado com co icos e oides ópicos de baixa e
se que a pso íase na ges ação
de e se a ada de
o ma indi idualizada, conside ando iscos e bene ícios das opções
e apêu icas, assim con emplando a segu ança ma e no
p ospec i os pa a consolida a segu ança das e apias a ançadas nesse g upo populacional.
Pala as-Cha es:
ges ação; pso íase; e apia biológica.
ABSTRACT
Pso iasis is a ch onic in lamma o y au oimmune disease ha o en a ec s women o
childbea ing age. I s clinical cou se du ing p egnancy can be a iable, wi h symp oms
imp o ing, s abilizing, o
p esen s a he apeu ic challenge, as se e al d ugs used o ea pso iasis, such as
me ho exa e and e inoids, a e con aindica ed due o p o en e a ogenici y. This es ic s
sa e, low- isk o
p ions o opical he apies and UVB pho o he apy. The e o e, he p esen
s udy aimed o analyze he a ailable e idence on he clinical e olu ion, obs e ic
complica ions, and he apeu ic s a egies o pso iasis in p egnancy, wi h an emphasis on he
use o
immunobiologics. This is an in eg a i e li e a u e e iew, desc ip i e and explo a o y
in na u e, conduc ed in Augus 2025 using he SciELO, LILACS, and PubMed da abases.
The sea ch e ms we e "pso iasis," "p egnancy," "de ma ological diseases," and " ea
combined wi h he Boolean ope a o s AND and OR. The inclusion c i e ia we e ull
a icles published be ween 2015 and 2025 in Po uguese, English, and Spanish ha di ec ly
add essed pso iasis in p egnancy. A icles we e excluded i hey we e
me hodological igo , opinion pieces, o duplica es. The esul s show ha disease se e i y is
associa ed wi h ad e se obs e ic ou comes, such as p ema u i y, low bi h weigh ,
in au e ine g ow h es ic ion, a highe a e o C
ges a ional diabe es and p egnancy
iden i ied wi h low-
and mode a e
pho o he apy. I is concluded ha pso iasis in p egnancy sh
indi idualized basis, conside ing he isks and bene i s o he apeu ic op ions o ensu e
ma e nal-
e al sa e y. Mo e p ospec i e s udies a e needed o consolida e he sa e y o
ad anced he apies in his popula ion g oup.
Keywo ds: p
egnancy; pso iasis; biological he apy.
INTRODUÇÃO
A pso íase é uma doença in lama ó ia c ônica de ca á e au oimune que
equen emen e se mani es a em idade é il, a ingindo um núme o conside á el de mulhe es
em idade ep odu i a (Chambe s
e olução clínica da doença é a iá el: pa e das pacien es expe imen a melho a dos sin omas,
enquan o ou as man êm quad o es á el ou a é ap esen am pio a, sob e udo no pe íodo pós
38
o ma indi idualizada, conside ando iscos e bene ícios das opções
e apêu icas, assim con emplando a segu ança ma e no
-
e al, são necessá ios mais es udos
p ospec i os pa a consolida a segu ança das e apias a ançadas nesse g upo populacional.
ges ação; pso íase; e apia biológica.
Pso iasis is a ch onic in lamma o y au oimmune disease ha o en a ec s women o
childbea ing age. I s clinical cou se du ing p egnancy can be a iable, wi h symp oms
wo sening, especially in he pos pa um pe iod. This scena io
p esen s a he apeu ic challenge, as se e al d ugs used o ea pso iasis, such as
me ho exa e and e inoids, a e con aindica ed due o p o en e a ogenici y. This es ic s
p ions o opical he apies and UVB pho o he apy. The e o e, he p esen
s udy aimed o analyze he a ailable e idence on he clinical e olu ion, obs e ic
complica ions, and he apeu ic s a egies o pso iasis in p egnancy, wi h an emphasis on he
immunobiologics. This is an in eg a i e li e a u e e iew, desc ip i e and explo a o y
in na u e, conduc ed in Augus 2025 using he SciELO, LILACS, and PubMed da abases.
The sea ch e ms we e "pso iasis," "p egnancy," "de ma ological diseases," and " ea
combined wi h he Boolean ope a o s AND and OR. The inclusion c i e ia we e ull
a icles published be ween 2015 and 2025 in Po uguese, English, and Spanish ha di ec ly
add essed pso iasis in p egnancy. A icles we e excluded i hey we e
me hodological igo , opinion pieces, o duplica es. The esul s show ha disease se e i y is
associa ed wi h ad e se obs e ic ou comes, such as p ema u i y, low bi h weigh ,
in au e ine g ow h es ic ion, a highe a e o C
-sec ions, a
nd a g ea e incidence o
ges a ional diabe es and p egnancy
-
induced hype ension. The sa es managemen was
and mode a e
-
po ency opical co icos e oids, emollien s, and UVB
pho o he apy. I is concluded ha pso iasis in p egnancy sh
ould be ea ed on an
indi idualized basis, conside ing he isks and bene i s o he apeu ic op ions o ensu e
e al sa e y. Mo e p ospec i e s udies a e needed o consolida e he sa e y o
ad anced he apies in his popula ion g oup.
egnancy; pso iasis; biological he apy.
A pso íase é uma doença in lama ó ia c ônica de ca á e au oimune que
equen emen e se mani es a em idade é il, a ingindo um núme o conside á el de mulhe es
em idade ep odu i a (Chambe s
e al., 2019; Egebe g e al
., 2021). Du an e a ges ação, a
e olução clínica da doença é a iá el: pa e das pacien es expe imen a melho a dos sin omas,
enquan o ou as man êm quad o es á el ou a é ap esen am pio a, sob e udo no pe íodo pós
o ma indi idualizada, conside ando iscos e bene ícios das opções
e al, são necessá ios mais es udos
p ospec i os pa a consolida a segu ança das e apias a ançadas nesse g upo populacional.
Pso iasis is a ch onic in lamma o y au oimmune disease ha o en a ec s women o
childbea ing age. I s clinical cou se du ing p egnancy can be a iable, wi h symp oms
wo sening, especially in he pos pa um pe iod. This scena io
p esen s a he apeu ic challenge, as se e al d ugs used o ea pso iasis, such as
me ho exa e and e inoids, a e con aindica ed due o p o en e a ogenici y. This es ic s
p ions o opical he apies and UVB pho o he apy. The e o e, he p esen
s udy aimed o analyze he a ailable e idence on he clinical e olu ion, obs e ic
complica ions, and he apeu ic s a egies o pso iasis in p egnancy, wi h an emphasis on he
immunobiologics. This is an in eg a i e li e a u e e iew, desc ip i e and explo a o y
in na u e, conduc ed in Augus 2025 using he SciELO, LILACS, and PubMed da abases.
The sea ch e ms we e "pso iasis," "p egnancy," "de ma ological diseases," and " ea
men ,"
combined wi h he Boolean ope a o s AND and OR. The inclusion c i e ia we e ull
- ex
a icles published be ween 2015 and 2025 in Po uguese, English, and Spanish ha di ec ly
add essed pso iasis in p egnancy. A icles we e excluded i hey we e
e iews wi hou
me hodological igo , opinion pieces, o duplica es. The esul s show ha disease se e i y is
associa ed wi h ad e se obs e ic ou comes, such as p ema u i y, low bi h weigh ,
nd a g ea e incidence o
induced hype ension. The sa es managemen was
po ency opical co icos e oids, emollien s, and UVB
ould be ea ed on an
indi idualized basis, conside ing he isks and bene i s o he apeu ic op ions o ensu e
e al sa e y. Mo e p ospec i e s udies a e needed o consolida e he sa e y o
A pso íase é uma doença in lama ó ia c ônica de ca á e au oimune que
equen emen e se mani es a em idade é il, a ingindo um núme o conside á el de mulhe es
., 2021). Du an e a ges ação, a
e olução clínica da doença é a iá el: pa e das pacien es expe imen a melho a dos sin omas,
enquan o ou as man êm quad o es á el ou a é ap esen am pio a, sob e udo no pe íodo pós
-
pa o. Em si uações esp
ecí icas, como na pso íase pus ulosa da g a idez, o quad o pode se
o na g a e e exigi condu a imedia a de ido ao isco ma e no
Ca man e al.,2017).
O manejo e apêu ico da pso íase nesse con ex o ap esen a desa ios impo an
que di e sas opções consag adas pa a o a amen o da doença es ão con aindicadas na
ges ação. Medicamen os como me o exa o e e inoides ap esen am isco comp o ado de
e a ogenicidade, enquan o imunossup esso es sis êmicos ambém êm uso bas an e
Dessa o ma, ecomenda-
se p io iza e apias ópicas de baixo isco ou o o e apia com UVB,
que demons am boa segu ança em ges an es, embo a nem semp e sejam su icien es pa a o
con ole de o mas g a es (Sko pen
Nos úl imos anos,
as e apias biológicas êm ganhado des aque no manejo da pso íase
mode ada a g a e, mas sua u ilização em ges an es ainda le an a dú idas quan o à segu ança
ma e na e e al. Os agen es an i
olume de
e idência, suge indo baixo isco de complicações ges acionais e mínima passagem
ansplacen á ia (Chambe s
inibido es de IL-
12/23 e IL
p esc ição e acompanhamen o igo oso (Sko pen
Dian e das es ições impos as pelas opções e apêu icas adicionais e da necessidade
de con ole adequado da doença du an e a ges ação, su ge a seguin e pe gun a de pesquisa:
qual é a e idência
disponí el sob e o uso de biológicos no manejo da pso íase em ges an es?
Essa ques ão busca euni e a alia c i icamen e os es udos ecen es que explo am a segu ança
e a e icácia dessas d ogas nesse g upo especí ico de pacien es (Ma ie e
e al., 2021).
A p e alência da pso íase na população ge al a ia de 2 a 3%, e ce ca de me ade dos
pacien es diagnos icados são mulhe es, mui as delas em idade é il. Pa a além das
mani es ações cu âneas, a doença pode es a associada a a i e pso
me abólicas, a o es que aumen am a complexidade do manejo du an e a g a idez. Além
disso, o impac o psicossocial é signi ica i o: es igma ização, ansiedade e dep essão podem se
exace bados no pe íodo ges acional, momen o em que o
pa a a saúde e al (Egebe g
39
ecí icas, como na pso íase pus ulosa da g a idez, o quad o pode se
o na g a e e exigi condu a imedia a de ido ao isco ma e no
-
e al (Sko pen
O manejo e apêu ico da pso íase nesse con ex o ap esen a desa ios impo an
que di e sas opções consag adas pa a o a amen o da doença es ão con aindicadas na
ges ação. Medicamen os como me o exa o e e inoides ap esen am isco comp o ado de
e a ogenicidade, enquan o imunossup esso es sis êmicos ambém êm uso bas an e
se p io iza e apias ópicas de baixo isco ou o o e apia com UVB,
que demons am boa segu ança em ges an es, embo a nem semp e sejam su icien es pa a o
con ole de o mas g a es (Sko pen
e al., 2016).
as e apias biológicas êm ganhado des aque no manejo da pso íase
mode ada a g a e, mas sua u ilização em ges an es ainda le an a dú idas quan o à segu ança
ma e na e e al. Os agen es an i
-
TNF, em especial o ce olizumabe pegol, ap esen am maio
e idência, suge indo baixo isco de complicações ges acionais e mínima passagem
ansplacen á ia (Chambe s
e al., 2019; Egebe g e al
., 2021).Ou os biológicos, como os
12/23 e IL
-
17, possuem dados mais limi ados, o que exige cau ela na
p esc ição e acompanhamen o igo oso (Sko pen
e al., 2016).
Dian e das es ições impos as pelas opções e apêu icas adicionais e da necessidade
de con ole adequado da doença du an e a ges ação, su ge a seguin e pe gun a de pesquisa:
disponí el sob e o uso de biológicos no manejo da pso íase em ges an es?
Essa ques ão busca euni e a alia c i icamen e os es udos ecen es que explo am a segu ança
e a e icácia dessas d ogas nesse g upo especí ico de pacien es (Ma ie e
A p e alência da pso íase na população ge al a ia de 2 a 3%, e ce ca de me ade dos
pacien es diagnos icados são mulhe es, mui as delas em idade é il. Pa a além das
mani es ações cu âneas, a doença pode es a associada a a i e pso
iásica e a como bidades
me abólicas, a o es que aumen am a complexidade do manejo du an e a g a idez. Além
disso, o impac o psicossocial é signi ica i o: es igma ização, ansiedade e dep essão podem se
exace bados no pe íodo ges acional, momen o em que o
bem-
es a ma e no é de e minan e
pa a a saúde e al (Egebe g
e al., 2021; Ca man e al.,2017).
ecí icas, como na pso íase pus ulosa da g a idez, o quad o pode se
e al (Sko pen
e al., 2016;
O manejo e apêu ico da pso íase nesse con ex o ap esen a desa ios impo an
es, já
que di e sas opções consag adas pa a o a amen o da doença es ão con aindicadas na
ges ação. Medicamen os como me o exa o e e inoides ap esen am isco comp o ado de
e a ogenicidade, enquan o imunossup esso es sis êmicos ambém êm uso bas an e
es i o.
se p io iza e apias ópicas de baixo isco ou o o e apia com UVB,
que demons am boa segu ança em ges an es, embo a nem semp e sejam su icien es pa a o
as e apias biológicas êm ganhado des aque no manejo da pso íase
mode ada a g a e, mas sua u ilização em ges an es ainda le an a dú idas quan o à segu ança
TNF, em especial o ce olizumabe pegol, ap esen am maio
e idência, suge indo baixo isco de complicações ges acionais e mínima passagem
., 2021).Ou os biológicos, como os
17, possuem dados mais limi ados, o que exige cau ela na
Dian e das es ições impos as pelas opções e apêu icas adicionais e da necessidade
de con ole adequado da doença du an e a ges ação, su ge a seguin e pe gun a de pesquisa:
disponí el sob e o uso de biológicos no manejo da pso íase em ges an es?
Essa ques ão busca euni e a alia c i icamen e os es udos ecen es que explo am a segu ança
e a e icácia dessas d ogas nesse g upo especí ico de pacien es (Ma ie e
e al., 2018; Egebe g
A p e alência da pso íase na população ge al a ia de 2 a 3%, e ce ca de me ade dos
pacien es diagnos icados são mulhe es, mui as delas em idade é il. Pa a além das
iásica e a como bidades
me abólicas, a o es que aumen am a complexidade do manejo du an e a g a idez. Além
disso, o impac o psicossocial é signi ica i o: es igma ização, ansiedade e dep essão podem se
es a ma e no é de e minan e
As al e ações imunológicas p óp ias da ges ação ambém in luenciam o cu so da
pso íase. Du an e esse pe íodo, obse a
de imen o da espos a Th1/Th17, o que pode explica a melho a clínica em pa e das
pacien es. No en an o, esse equilíb io é ansi ó io e, após o pa o, o e o no ao pe il
imunológico basal equen emen e le a à ea i ação ou pio a do quad o. Es
e o ça a necessidade de es a égias e apêu icas indi idualizadas e adap adas à dinâmica
isiológica da ges ação (Sko pen
Apesa do c escen e uso de biológicos em mulhe es com pso íase mode ada a g a e,
os dados de segu ança em
ges an es ainda são limi ados. A maio ia das e idências disponí eis
p o ém de es udos obse acionais, ela os de caso e egis os de a maco igilância, com
poucos ensaios clínicos con olados. Essa escassez de dados di icul a a o mulação de
di e izes sól
idas e uni o mes, esul ando em condu as he e ogêneas en e di e en es cen os e
especialis as. Assim, e isões c í icas da li e a u a são essenciais pa a o ien a decisões
clínicas baseadas nas melho es e idências disponí eis e pa a iden i ica lacunas qu
in es igação u u a (Chambe s
METODOLOGIA
T a a-
se de uma e isão in eg a i a da li e a u a, de ca á e desc i i o e explo a ó io,
cujo obje i o oi euni e analisa as p incipais e idências disponí eis sob e “Condições de
pso íase na ges ação”, ab angendo diagnós ico, a o es de isco, complicaç
e apêu icas.
A elabo ação do es udo oco eu no mês de agos o, seguindo os c i é ios me odológicos
desc i os po Souza, Sil a e Ca alho (2010), que de inem a e isão in eg a i a como uma
abo dagem ap op iada pa a a sín ese do conhecimen
dados bibliog á icos oi ealizada nas bases SciELO, LILACS e PubMed po meio do uso dos
desc i o es: “Pso íase”, “g a idez”, “Doenças de ma ológicas” e “T a amen o”, combinados
com os ope ado es booleanos AND e OR
conside ados como c i é ios de inclusão os a igos publicados en e 2015 e 2025, disponí eis
na ín eg a, em po uguês, inglês e espanhol, que abo dassem di e amen e o ema da Pso íase
na ges ação.
40
As al e ações imunológicas p óp ias da ges ação ambém in luenciam o cu so da
pso íase. Du an e esse pe íodo, obse a
-
se um p edomínio da espos a imune do ip
de imen o da espos a Th1/Th17, o que pode explica a melho a clínica em pa e das
pacien es. No en an o, esse equilíb io é ansi ó io e, após o pa o, o e o no ao pe il
imunológico basal equen emen e le a à ea i ação ou pio a do quad o. Es
e o ça a necessidade de es a égias e apêu icas indi idualizadas e adap adas à dinâmica
isiológica da ges ação (Sko pen
e al., 2016).
Apesa do c escen e uso de biológicos em mulhe es com pso íase mode ada a g a e,
ges an es ainda são limi ados. A maio ia das e idências disponí eis
p o ém de es udos obse acionais, ela os de caso e egis os de a maco igilância, com
poucos ensaios clínicos con olados. Essa escassez de dados di icul a a o mulação de
idas e uni o mes, esul ando em condu as he e ogêneas en e di e en es cen os e
especialis as. Assim, e isões c í icas da li e a u a são essenciais pa a o ien a decisões
clínicas baseadas nas melho es e idências disponí eis e pa a iden i ica lacunas qu
in es igação u u a (Chambe s
e al., 2019; Egebe g e al., 2021).
se de uma e isão in eg a i a da li e a u a, de ca á e desc i i o e explo a ó io,
cujo obje i o oi euni e analisa as p incipais e idências disponí eis sob e “Condições de
pso íase na ges ação”, ab angendo diagnós ico, a o es de isco, complicaç
A elabo ação do es udo oco eu no mês de agos o, seguindo os c i é ios me odológicos
desc i os po Souza, Sil a e Ca alho (2010), que de inem a e isão in eg a i a como uma
abo dagem ap op iada pa a a sín ese do conhecimen
o cien í ico já p oduzido. A cole a dos
dados bibliog á icos oi ealizada nas bases SciELO, LILACS e PubMed po meio do uso dos
desc i o es: “Pso íase”, “g a idez”, “Doenças de ma ológicas” e “T a amen o”, combinados
com os ope ado es booleanos AND e OR
pa a amplia a ab angência da busca. Fo am
conside ados como c i é ios de inclusão os a igos publicados en e 2015 e 2025, disponí eis
na ín eg a, em po uguês, inglês e espanhol, que abo dassem di e amen e o ema da Pso íase
As al e ações imunológicas p óp ias da ges ação ambém in luenciam o cu so da
se um p edomínio da espos a imune do ip
o Th2 em
de imen o da espos a Th1/Th17, o que pode explica a melho a clínica em pa e das
pacien es. No en an o, esse equilíb io é ansi ó io e, após o pa o, o e o no ao pe il
imunológico basal equen emen e le a à ea i ação ou pio a do quad o. Es
se enômeno
e o ça a necessidade de es a égias e apêu icas indi idualizadas e adap adas à dinâmica
Apesa do c escen e uso de biológicos em mulhe es com pso íase mode ada a g a e,
ges an es ainda são limi ados. A maio ia das e idências disponí eis
p o ém de es udos obse acionais, ela os de caso e egis os de a maco igilância, com
poucos ensaios clínicos con olados. Essa escassez de dados di icul a a o mulação de
idas e uni o mes, esul ando em condu as he e ogêneas en e di e en es cen os e
especialis as. Assim, e isões c í icas da li e a u a são essenciais pa a o ien a decisões
clínicas baseadas nas melho es e idências disponí eis e pa a iden i ica lacunas qu
e me ecem
se de uma e isão in eg a i a da li e a u a, de ca á e desc i i o e explo a ó io,
cujo obje i o oi euni e analisa as p incipais e idências disponí eis sob e “Condições de
pso íase na ges ação”, ab angendo diagnós ico, a o es de isco, complicaç
ões e es a égias
A elabo ação do es udo oco eu no mês de agos o, seguindo os c i é ios me odológicos
desc i os po Souza, Sil a e Ca alho (2010), que de inem a e isão in eg a i a como uma
o cien í ico já p oduzido. A cole a dos
dados bibliog á icos oi ealizada nas bases SciELO, LILACS e PubMed po meio do uso dos
desc i o es: “Pso íase”, “g a idez”, “Doenças de ma ológicas” e “T a amen o”, combinados
pa a amplia a ab angência da busca. Fo am
conside ados como c i é ios de inclusão os a igos publicados en e 2015 e 2025, disponí eis
na ín eg a, em po uguês, inglês e espanhol, que abo dassem di e amen e o ema da Pso íase
Fo am excluídos
os abalhos duplicados en e as bases, a igos de opinião, edi o iais
e e isões sem igo me odológico, além de publicações que a assem do diabe es melli us
p é io à ges ação. A seleção dos es udos oco eu em duas e apas: p imei amen e, o am lidos
os
í ulos e esumos a im de e i ica a adequação aos c i é ios es abelecidos e,
pos e io men e, os a igos elegí eis o am lidos na ín eg a e analisados c i icamen e quan o ao
delineamen o, população, obje i os, in e enções, esul ados e conclusões.
RE
SULTADOS E DISCUSSÃO
A li e a u a demons a que a pso íase du an e a ges ação ap esen a e olução
he e ogênea, podendo an o melho a quan o ag a a , especialmen e no pe íodo pós
Essa a iabilidade es á di e amen e associada às modi icações imunológ
podem a enua ou exace ba a a i idade in lama ó ia da doença. Nos casos g a es, como a
pso íase pus ulosa da g a idez, obse a
incluindo pa o p ema u o, so imen o e al e a é óbi o in
2014).
Do pon o de is a isiopa ológico, a ges ação induz al e ações ho monais e
imunológicas que modulam a espos a in lama ó ia cu ânea. O p edomínio da espos a Th2 e
a ele ação de es ogênios e p oges e ona endem a
jus i icando a melho a clínica em pa e das ges an es (Fe ei a
des egulação desse equilíb io, sob e udo no e cei o imes e e no pós
desencadea su os impo an es, co ob
(Ruiz; Manubens; Puig, 2014).
Clinicamen e, obse a
e upções e i ema osas com pús ulas pe i é icas associadas a sin omas sis êmicos como eb e,
dia eia
, as enia e desequilíb io hid oele olí ico, impondo isco ele ado an o pa a a mãe
quan o pa a o e o. Es udos apon am ainda que a in lamação sis êmica em pacien es com
pso íase mode ada a g a e pode es a associada a des echos obs é icos des a o á eis,
baixo peso ao nasce , p ema u idade e maio axa de cesa ianas (Ruiz; Manubens; Puig,
41
os abalhos duplicados en e as bases, a igos de opinião, edi o iais
e e isões sem igo me odológico, além de publicações que a assem do diabe es melli us
p é io à ges ação. A seleção dos es udos oco eu em duas e apas: p imei amen e, o am lidos
í ulos e esumos a im de e i ica a adequação aos c i é ios es abelecidos e,
pos e io men e, os a igos elegí eis o am lidos na ín eg a e analisados c i icamen e quan o ao
delineamen o, população, obje i os, in e enções, esul ados e conclusões.
SULTADOS E DISCUSSÃO
A li e a u a demons a que a pso íase du an e a ges ação ap esen a e olução
he e ogênea, podendo an o melho a quan o ag a a , especialmen e no pe íodo pós
Essa a iabilidade es á di e amen e associada às modi icações imunológ
podem a enua ou exace ba a a i idade in lama ó ia da doença. Nos casos g a es, como a
pso íase pus ulosa da g a idez, obse a
-
se isco aumen ado de complicações ma e no
incluindo pa o p ema u o, so imen o e al e a é óbi o in
au e ino (Ruiz; Manubens; Puig,
Do pon o de is a isiopa ológico, a ges ação induz al e ações ho monais e
imunológicas que modulam a espos a in lama ó ia cu ânea. O p edomínio da espos a Th2 e
a ele ação de es ogênios e p oges e ona endem a
eduzi ias p ó-
in lama ó ias Th1/Th17,
jus i icando a melho a clínica em pa e das ges an es (Fe ei a
e al
., 2020). En e an o, a
des egulação desse equilíb io, sob e udo no e cei o imes e e no pós
desencadea su os impo an es, co ob
o ando a necessidade de moni o amen o con ínuo
(Ruiz; Manubens; Puig, 2014).
Clinicamen e, obse a
-
se que a pso íase pus ulosa da g a idez se mani es a po
e upções e i ema osas com pús ulas pe i é icas associadas a sin omas sis êmicos como eb e,
, as enia e desequilíb io hid oele olí ico, impondo isco ele ado an o pa a a mãe
quan o pa a o e o. Es udos apon am ainda que a in lamação sis êmica em pacien es com
pso íase mode ada a g a e pode es a associada a des echos obs é icos des a o á eis,
baixo peso ao nasce , p ema u idade e maio axa de cesa ianas (Ruiz; Manubens; Puig,
os abalhos duplicados en e as bases, a igos de opinião, edi o iais
e e isões sem igo me odológico, além de publicações que a assem do diabe es melli us
p é io à ges ação. A seleção dos es udos oco eu em duas e apas: p imei amen e, o am lidos
í ulos e esumos a im de e i ica a adequação aos c i é ios es abelecidos e,
pos e io men e, os a igos elegí eis o am lidos na ín eg a e analisados c i icamen e quan o ao
delineamen o, população, obje i os, in e enções, esul ados e conclusões.
A li e a u a demons a que a pso íase du an e a ges ação ap esen a e olução
he e ogênea, podendo an o melho a quan o ag a a , especialmen e no pe íodo pós
-pa o.
Essa a iabilidade es á di e amen e associada às modi icações imunológ
icas ma e nas, que
podem a enua ou exace ba a a i idade in lama ó ia da doença. Nos casos g a es, como a
se isco aumen ado de complicações ma e no
- e ais,
au e ino (Ruiz; Manubens; Puig,
Do pon o de is a isiopa ológico, a ges ação induz al e ações ho monais e
imunológicas que modulam a espos a in lama ó ia cu ânea. O p edomínio da espos a Th2 e
in lama ó ias Th1/Th17,
., 2020). En e an o, a
des egulação desse equilíb io, sob e udo no e cei o imes e e no pós
-pa o, pode
o ando a necessidade de moni o amen o con ínuo
se que a pso íase pus ulosa da g a idez se mani es a po
e upções e i ema osas com pús ulas pe i é icas associadas a sin omas sis êmicos como eb e,
, as enia e desequilíb io hid oele olí ico, impondo isco ele ado an o pa a a mãe
quan o pa a o e o. Es udos apon am ainda que a in lamação sis êmica em pacien es com
pso íase mode ada a g a e pode es a associada a des echos obs é icos des a o á eis,
como
baixo peso ao nasce , p ema u idade e maio axa de cesa ianas (Ruiz; Manubens; Puig,
2014). Esses achados e o çam que a g a idade da doença, mais do que o simples diagnós ico,
é o p incipal de e minan e p ognós ico (Fe ei a
Ainda, iden i icou-
se que a g a idade clínica da pso íase in luenciou di e amen e nos
des echos obs é icos. Mulhe es com o mas mode adas a g a es ap esen a am maio
equência de p ema u idade, es ição de c escimen o in au e ino e baixo peso ao nasce , em
comp
a ação às ges an es com o mas le es ou sem doença de ma ológica (Cohen
2011; Lima e al
., 2012). Esses achados e o çam que a in ensidade da in lamação sis êmica é
de e minan e pa a complicações ma e no
pso íase g a e como a o de isco independen e pa a esul ados obs é icos ad e sos (Seege
e al., 2007; Bandoli e al.
, 2010).
A p esença de in lamação sis êmica es e e associada a axas mais ele adas de diabe es
ges acional e hipe ensão
induzida pela g a idez (Bandoli
explicado pelo papel da pso íase como condição in lama ó ia c ônica, que a o ece esis ência
insulínica, dis unção endo elial e a i ação imunológica aumen ada, p ocessos elacionados a
des
echos me abólicos e ca dio ascula es na ges ação.
Quan o ao manejo e apêu ico, co icos e oides ópicos de baixa a mode ada po ência
o am os ecu sos mais u ilizados, seguidos de emolien es e o o e apia UVB, conside ados
segu os du an e a ges ação. Nos casos que demanda am e apias sis êmicas, os
imuno
biológicos apa ece am como al e na i as em si uações especí icas. O ce olizumabe
pegol oi o á maco com maio espaldo cien í ico, de ido à sua mínima ans e ência
ansplacen á ia e ausência de aumen o signi ica i o de mal o mações congêni as (Fe ei a
al., 2020). Ou os an i-
TNF, como adalimumabe e e ane cep e, embo a disponham de
e idências mais limi adas, ambém não demons a am aumen o exp essi o de iscos
ges acionais. Já os inibido es de IL
jus i
ica cau ela em seu uso (Lam; Poli ka; Dohil, 2008; Fe ei a
Esses achados es ão esumidos e o ganizados no
a e olução clínica, complicações, opções e apêu icas e conclusões dos es udos analisados.
A igo
Ca ego ia
42
2014). Esses achados e o çam que a g a idade da doença, mais do que o simples diagnós ico,
é o p incipal de e minan e p ognós ico (Fe ei a
e al., 2020).
se que a g a idade clínica da pso íase in luenciou di e amen e nos
des echos obs é icos. Mulhe es com o mas mode adas a g a es ap esen a am maio
equência de p ema u idade, es ição de c escimen o in au e ino e baixo peso ao nasce , em
a ação às ges an es com o mas le es ou sem doença de ma ológica (Cohen
., 2012). Esses achados e o çam que a in ensidade da in lamação sis êmica é
de e minan e pa a complicações ma e no
-
e ais, o que coincide com a li e a u
pso íase g a e como a o de isco independen e pa a esul ados obs é icos ad e sos (Seege
, 2010).
A p esença de in lamação sis êmica es e e associada a axas mais ele adas de diabe es
induzida pela g a idez (Bandoli
e al
., 2010). Esse dado pode se
explicado pelo papel da pso íase como condição in lama ó ia c ônica, que a o ece esis ência
insulínica, dis unção endo elial e a i ação imunológica aumen ada, p ocessos elacionados a
echos me abólicos e ca dio ascula es na ges ação.
Quan o ao manejo e apêu ico, co icos e oides ópicos de baixa a mode ada po ência
o am os ecu sos mais u ilizados, seguidos de emolien es e o o e apia UVB, conside ados
segu os du an e a ges ação. Nos casos que demanda am e apias sis êmicas, os
biológicos apa ece am como al e na i as em si uações especí icas. O ce olizumabe
pegol oi o á maco com maio espaldo cien í ico, de ido à sua mínima ans e ência
ansplacen á ia e ausência de aumen o signi ica i o de mal o mações congêni as (Fe ei a
TNF, como adalimumabe e e ane cep e, embo a disponham de
e idências mais limi adas, ambém não demons a am aumen o exp essi o de iscos
ges acionais. Já os inibido es de IL
-12/23 e IL-
17 pe manecem pouco es udados, o que
ica cau ela em seu uso (Lam; Poli ka; Dohil, 2008; Fe ei a
e al
., 2020).
Esses achados es ão esumidos e o ganizados no
Quad o 1
, que ap esen a de o ma in eg ada
a e olução clínica, complicações, opções e apêu icas e conclusões dos es udos analisados.
Ca ego ia
Achados
2014). Esses achados e o çam que a g a idade da doença, mais do que o simples diagnós ico,
se que a g a idade clínica da pso íase in luenciou di e amen e nos
des echos obs é icos. Mulhe es com o mas mode adas a g a es ap esen a am maio
equência de p ema u idade, es ição de c escimen o in au e ino e baixo peso ao nasce , em
a ação às ges an es com o mas le es ou sem doença de ma ológica (Cohen
-Ba ak e al.,
., 2012). Esses achados e o çam que a in ensidade da in lamação sis êmica é
e ais, o que coincide com a li e a u
a que apon a a
pso íase g a e como a o de isco independen e pa a esul ados obs é icos ad e sos (Seege
A p esença de in lamação sis êmica es e e associada a axas mais ele adas de diabe es
., 2010). Esse dado pode se
explicado pelo papel da pso íase como condição in lama ó ia c ônica, que a o ece esis ência
insulínica, dis unção endo elial e a i ação imunológica aumen ada, p ocessos elacionados a
Quan o ao manejo e apêu ico, co icos e oides ópicos de baixa a mode ada po ência
o am os ecu sos mais u ilizados, seguidos de emolien es e o o e apia UVB, conside ados
segu os du an e a ges ação. Nos casos que demanda am e apias sis êmicas, os
biológicos apa ece am como al e na i as em si uações especí icas. O ce olizumabe
pegol oi o á maco com maio espaldo cien í ico, de ido à sua mínima ans e ência
ansplacen á ia e ausência de aumen o signi ica i o de mal o mações congêni as (Fe ei a
e
TNF, como adalimumabe e e ane cep e, embo a disponham de
e idências mais limi adas, ambém não demons a am aumen o exp essi o de iscos
17 pe manecem pouco es udados, o que
., 2020).
, que ap esen a de o ma in eg ada
a e olução clínica, complicações, opções e apêu icas e conclusões dos es udos analisados.
Conclusão
Ruiz; Manubens;
Puig, 2014
E olução clínica
Fe ei a e al.,
2020
Mecanismos
isiopa ológicos
Cohen-Ba ak e
al., 2011; Lima
e al., 2012;
Seege e al.,
2007
Complicações
obs é icas
Bandoli e al.,
2010
Complicações
me abólicas
Ruiz; Manubens;
Puig, 2014
Pso íase pus ulosa da
g a idez
Fe ei a e al.,
2020; Lam;
Poli ka; Dohil,
2008
Te apias –
biológicos
43
E olução clínica
Cu so a iá el: melho a em algumas
ges an es, es abilidade em ou as e pio a no
pós-pa o. Pso íase pus ulosa da g a idez
como o ma mais g a e, com isco
ma e no- e al ele ado.
A e olução clínica é he e ogênea
e exige acompanhamen o
con ínuo, sob e udo no pós
pa o.
isiopa ológicos
P edomínio da espos a Th2 e aumen o de
es ogênio/p oges e ona eduzem ias
in lama ó ias (Th1/Th17), a o ecendo
melho a clínica em pa e das pacien es.
Al e ações imunológicas e
ho monais explicam a melho a
de algumas ges an es, mas o
desequilíb io no 3º imes e/pós
pa o pode ag a a a doença.
G a idade da pso íase associada a
p ema u idade, baixo peso ao nasce ,
es ição de c escimen o in au e ino e
maio axa de cesa iana.
A g a idade da doença, mais do
que o diagnós ico isolado, é
de e minan e pa a des echos
a
d e sos na ges ação.
Pso íase mode ada a g a e associada a
maio incidência de diabe es ges acional e
hipe ensão induzida pela g a idez.
O es ado in lama ó io c ônico da
pso íase con ibui pa a des echos
me abólicos e ca dio ascula es
nega i os.
Pso íase pus ulosa da
E upções e i ema osas com pús ulas
pe i é icas, eb e, dia eia, as enia e
dis ú bios hid oele olí icos.
T a a
eque in e enção im
de ido ao isco ele ado ma e no
e al.
biológicos
Ce olizumabe pegol: maio segu ança
(mínima ans e ência placen á ia, ausência
de aumen o de mal o mações).
Adalimumabe e e ane cep e: dados
limi ados, mas sem isco ele ado.
Inibido es de IL-12/23 e IL-17: e idência
ainda insu icien e.
O a amen o de e se
indi idualizado, p io izando
opções segu as. Ce olizumabe
pegol se des aca en e os
biológicos, mas al am es udos
obus os pa a co
segu ança das demais classes.
A e olução clínica é he e ogênea
e exige acompanhamen o
con ínuo, sob e udo no pós
-
pa o.
Al e ações imunológicas e
ho monais explicam a melho a
de algumas ges an es, mas o
desequilíb io no 3º imes e/pós
-
pa o pode ag a a a doença.
A g a idade da doença, mais do
que o diagnós ico isolado, é
de e minan e pa a des echos
d e sos na ges ação.
O es ado in lama ó io c ônico da
pso íase con ibui pa a des echos
me abólicos e ca dio ascula es
nega i os.
T a a
-se de o ma g a e que
eque in e enção im
edia a
de ido ao isco ele ado ma e no
-
e al.
O a amen o de e se
indi idualizado, p io izando
opções segu as. Ce olizumabe
pegol se des aca en e os
biológicos, mas al am es udos
obus os pa a co
nsolida a
segu ança das demais classes.
Fe ei a e al.,
2020
Te apias ópicas e
o o e apia
Quad o 1 –
E idências sob e pso íase na ges ação: e olução clínica, complicações, e apias e
conclusões dos es udos analisados.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A pso íase na ges ação
imp e isibilidade de sua e olução quan o pelas limi ações impos as ao manejo e apêu ico
nesse pe íodo. A li e a u a e idencia que a in ensidade da doença exe ce papel de e minan e
nos des echos obs é ico
s, associando
nasce , maio axa de cesa ianas e in e co ências me abólicas, a exemplo do diabe es
ges acional e da hipe ensão induzida pela g a idez. Esses achados e o çam que a pso íase
não de e se
enca ada apenas como uma a ecção cu ânea isolada, mas como uma condição
sis êmica capaz de impac a signi ica i amen e a saúde ma e na e e al.
Do pon o de is a isiopa ológico, os mecanismos ho monais e imunológicos da
ges ação podem a o ece a melho a
desse equilíb io, sob e udo no e cei o imes e e no pue pé io, con ibui pa a o isco de
ag a amen o e e o ça a necessidade de moni o amen o con ínuo. Nesse con ex o, a o ma
pus ulosa da g a idez s
e des aca como uma en idade de al o isco, que exige condu a imedia a
dian e de sua g a idade.
Quan o ao manejo, há consenso sob e a p io idade po abo dagens segu as, como
co icos e oides ópicos, emolien es e o o e apia UVB. No en an o, dian e da insu
dessas es a égias em casos g a es, os imunobiológicos assumem ele ância c escen e. O
ce olizumabe pegol, em pa icula , ap esen a o maio co po de e idências quan o à segu ança
44
Te apias ópicas e
Co icos e oides ópicos de baixa a
mode ada po ência e emolien es
conside ados segu os. Fo o e apia UVB
e icaz e com boa segu ança em ges an es.
P imei a linha
podendo se associada a ou as
es a égias em casos e a á ios.
E idências sob e pso íase na ges ação: e olução clínica, complicações, e apias e
conclusões dos es udos analisados.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A pso íase na ges ação
cons i ui um desa io clínico ele an e, an o pela
imp e isibilidade de sua e olução quan o pelas limi ações impos as ao manejo e apêu ico
nesse pe íodo. A li e a u a e idencia que a in ensidade da doença exe ce papel de e minan e
s, associando
-
se a complicações como p ema u idade, baixo peso ao
nasce , maio axa de cesa ianas e in e co ências me abólicas, a exemplo do diabe es
ges acional e da hipe ensão induzida pela g a idez. Esses achados e o çam que a pso íase
enca ada apenas como uma a ecção cu ânea isolada, mas como uma condição
sis êmica capaz de impac a signi ica i amen e a saúde ma e na e e al.
Do pon o de is a isiopa ológico, os mecanismos ho monais e imunológicos da
ges ação podem a o ece a melho a
clínica em pa e das ges an es; con udo, o desajus e
desse equilíb io, sob e udo no e cei o imes e e no pue pé io, con ibui pa a o isco de
ag a amen o e e o ça a necessidade de moni o amen o con ínuo. Nesse con ex o, a o ma
e des aca como uma en idade de al o isco, que exige condu a imedia a
Quan o ao manejo, há consenso sob e a p io idade po abo dagens segu as, como
co icos e oides ópicos, emolien es e o o e apia UVB. No en an o, dian e da insu
dessas es a égias em casos g a es, os imunobiológicos assumem ele ância c escen e. O
ce olizumabe pegol, em pa icula , ap esen a o maio co po de e idências quan o à segu ança
P imei a linha
de manejo,
podendo se associada a ou as
es a égias em casos e a á ios.
E idências sob e pso íase na ges ação: e olução clínica, complicações, e apias e
cons i ui um desa io clínico ele an e, an o pela
imp e isibilidade de sua e olução quan o pelas limi ações impos as ao manejo e apêu ico
nesse pe íodo. A li e a u a e idencia que a in ensidade da doença exe ce papel de e minan e
se a complicações como p ema u idade, baixo peso ao
nasce , maio axa de cesa ianas e in e co ências me abólicas, a exemplo do diabe es
ges acional e da hipe ensão induzida pela g a idez. Esses achados e o çam que a pso íase
enca ada apenas como uma a ecção cu ânea isolada, mas como uma condição
Do pon o de is a isiopa ológico, os mecanismos ho monais e imunológicos da
clínica em pa e das ges an es; con udo, o desajus e
desse equilíb io, sob e udo no e cei o imes e e no pue pé io, con ibui pa a o isco de
ag a amen o e e o ça a necessidade de moni o amen o con ínuo. Nesse con ex o, a o ma
e des aca como uma en idade de al o isco, que exige condu a imedia a
Quan o ao manejo, há consenso sob e a p io idade po abo dagens segu as, como
co icos e oides ópicos, emolien es e o o e apia UVB. No en an o, dian e da insu
iciência
dessas es a égias em casos g a es, os imunobiológicos assumem ele ância c escen e. O
ce olizumabe pegol, em pa icula , ap esen a o maio co po de e idências quan o à segu ança
du an e a ges ação, des acando
a escassez de dados sob e ou os agen es biológicos, como os inibido es de IL
impõe cau ela e essal a a necessidade de p udência clínica.
Em sín ese, o a amen o da pso íase em ges an es de e se indi idualizado,
conside ando não apenas o con ole da doença, mas ambém a p o eção ma e no
Pe sis em lacunas cien í icas impo an es, especialmen e no que diz espei o ao uso de
e apias a ançadas. In es imen os em es udos p ospec i os e de maio obus ez me odoló
são essenciais pa a amplia a segu ança e apêu ica e o e ece subsídios mais consis en es à
omada de decisão médica.
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du an e a ges ação, des acando
-se como opção iá el em si uações s
elecionadas. Ainda assim,
a escassez de dados sob e ou os agen es biológicos, como os inibido es de IL
impõe cau ela e essal a a necessidade de p udência clínica.
Em sín ese, o a amen o da pso íase em ges an es de e se indi idualizado,
conside ando não apenas o con ole da doença, mas ambém a p o eção ma e no
Pe sis em lacunas cien í icas impo an es, especialmen e no que diz espei o ao uso de
e apias a ançadas. In es imen os em es udos p ospec i os e de maio obus ez me odoló
são essenciais pa a amplia a segu ança e apêu ica e o e ece subsídios mais consis en es à
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conside ando não apenas o con ole da doença, mas ambém a p o eção ma e no
- e al.
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