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MANEJO DA HEMORRAGIA PÓS-PARTO: PROTOCOLOS E INTERVENÇÕES DE URGÊNCIA

Editora Saúde Vital

Abstract

Autores Gabrielle Lima e Silva Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Afonso Guilherme Monteiro de Carvalho Graduando em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Ana Clara Martins Mota Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina ZARNS – Itumbiara/GO Anne Caroline Bernardes Antunes Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Christian Oliveira Moraes Graduando em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Gabriela Gonçalves Magalhães Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Mariana Sayuri Asai Goulart Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Luiza Tristão Vinhal Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina ZARNS – Itumbiara/GO Sarah Kelly Bueno de Queiroz Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Erci Maria Silva Alves Ginecologista Obstetra- Docente na Faculdade de Medicina ZARNS – Itumbiara/GO

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9. MANEJO DA HEMORRAGIA PÓS MANAGEMENT OF POSTPARTUM HEMORRHAGE: PROTOCOLS AND Eixo Temático: Urgências, Emergências E Cuidados No Pós RESUMO Introdução: A hemorragia pós mundo, especialmente em países de baixa e média renda, apesar de ser diagnóstico precoce e intervenções oportunas. de manejo e os protocolos de intervenção de urgência, destacando inovações e diretrizes atualizadas até 2024. Metodologia narrativa de literatura científica, com busca em bases como PubMed, Scielo e BVS, realizada entre junho e julho de 2025, utilizando descritores específicos em português e inglês. Dos 31 artigos encontrados, dez foram qualidade metodológica , e foram excluídos aqueles artigos que não possuíam relevância com o tema e que não apresentavam o objetivo desta pesquisa. revelaram que a HPP é responsáv atonia uterina a principal etiologia. O manejo inicial baseia 95 MANEJO DA HEMORRAGIA PÓS - PARTO: PROTOCOLOS E INTERVENÇÕES DE URGÊNCIA. MANAGEMENT OF POSTPARTUM HEMORRHAGE: PROTOCOLS AND URGENCY INTERVENTIONS. Urgências, Emergências E Cuidados No Pós - Operatório Obstétrico. Gabrielle Lima e Silva Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde Afonso Guilherme Monteiro de Carvalho Graduando em Medicina pela Universidade de Rio Verde Ana Clara Martins Mota Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina ZARNS Anne Caroline Bernardes Antunes Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde Christian Oliveira Moraes Graduando e m Medicina pela Universidade de Rio Verde Gabriela Gonçalves Magalhães Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde Mariana Sayuri Asai Goulart Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina ZARNS Sarah Kelly Bueno de Queiroz Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde Erci Maria Silva Alves Ginecologista ObstetraDocente na Faculdade de Medicina ZARNS A hemorragia pós - parto (HPP) é a principal causa de mortalidade materna no mundo, especialmente em países de baixa e média renda, apesar de ser evitável mediante diagnóstico precoce e intervenções oportunas. Objetivos: Revisar criticamente as estratégias de manejo e os protocolos de intervenção de urgência, destacando inovações e diretrizes Metodologia : A metodologia consistiu em uma revisão narrativa de literatura científica, com busca em bases como PubMed, Scielo e BVS, realizada entre junho e julho de 2025, utilizando descritores específicos em português e inglês. Dos 31 artigos encontrados, dez foram incluídos conforme critérios de relevância, atualidade e , e foram excluídos aqueles artigos que não possuíam relevância com o tema e que não apresentavam o objetivo desta pesquisa. Resultados e discussão: revelaram que a HPP é responsáv el por cerca de 24% das mortes maternas no Brasil, sendo a atonia uterina a principal etiologia. O manejo inicial baseia - se no uso de ocitocina e PARTO: PROTOCOLOS E INTERVENÇÕES DE URGÊNCIA. MANAGEMENT OF POSTPARTUM HEMORRHAGE: PROTOCOLS AND Operatório Obstétrico. Gabrielle Lima e Silva Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Afonso Guilherme Monteiro de Carvalho Graduando em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Ana Clara Martins Mota Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina ZARNS – Itumbiara/GO Anne Caroline Bernardes Antunes Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Christian Oliveira Moraes m Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Gabriela Gonçalves Magalhães Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Mariana Sayuri Asai Goulart Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Luiza Tristão Vinhal Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina ZARNS – Itumbiara/GO Sarah Kelly Bueno de Queiroz Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde – Campus Goiânia/GO Erci Maria Silva Alves Faculdade de Medicina ZARNS – Itumbiara/GO parto (HPP) é a principal causa de mortalidade materna no evitável mediante Revisar criticamente as estratégias de manejo e os protocolos de intervenção de urgência, destacando inovações e diretrizes revisão de natureza narrativa de literatura científica, com busca em bases como PubMed, Scielo e BVS, realizada entre junho e julho de 2025, utilizando descritores específicos em português e inglês. Dos 31 conforme critérios de relevância, atualidade e , e foram excluídos aqueles artigos que não possuíam relevância com Resultados e discussão: Dados el por cerca de 24% das mortes maternas no Brasil, sendo a se no uso de ocitocina e compressão uterina, seguido de agentes como metilergometrina, misoprostol e ácido tranexâmico. Em casos refrat procedimentos cirúrgicos e, mais recentemente, o sistema Jada®, que atua por vácuo, com taxas de sucesso superiores a 90% em estudos internacionais. Estratégias complementares, como o traje anti choque não pneumático e protocolos estruturados em estágios de gravidade, têm mostrado redução da morbidade e do uso de hemoderivados. A discussão evidencia que o diagnóstico precoce, com ferramentas como índice de choque e avaliação de fibrinogênio, e a a tuação coordenada da equipe multiprofissional são decisivos para o desfecho clínico. Considerações finais: contínuo, a incorporação de tecnologias inovadoras como o Jada® preventivas no prénatal são fundamentais para reduzir a morbimortalidade materna associada à HPP, promovendo um cuidado obstétrico mais seguro e humanizado. Palavras-Chaves: Hemorragia pós ABSTRACT Introduction: Postpartum hemorrhage (PPH) is the leading cause of maternal mortality worldwide, especially in low through early diagnosis and timely interventions. man agement strategies and emergency intervention protocols, highlighting innovations and updated guidelines up to 2024. review of scientific literature, with searches conducted in databases such as PubMed, and BVS, between June and July 2025, using specific descriptors in Portuguese and English. Of the 31 articles found, ten were selected according to relevance, timeliness, and methodological quality. Results: maternal deaths in Brazil, with uterine atony being the main etiology. Initial management is based on the use of oxytocin and uterine compression, followed by agents such as methylergometrine, misoprostol, and tranexamic acid. In refracto tamponade devices, surgical procedures, and, more recently, the Jada® system through vacuum suction, stand out, with success rates above 90% in international studies. Complementary strategies, such as the non structured protocols, have shown reductions in morbidity and blood product use. The discussion highlights that early diagnosis, using tools such as the shock index and fibrinogen assessment, along with coordinated action by clinical outcomes. Final considerations: continuous training, incorporation of innovative technologies such as Jada®, and adoption of preventive strategies duri ng prenatal care are essential to reduce maternal morbidity and mortality associated with PPH, promoting safer and more humanized obstetric Keywords: Maternal health; obstetric delivery; postpartum hemorrhage. INTRODUÇÃO 96 compressão uterina, seguido de agentes como metilergometrina, misoprostol e ácido tranexâmico. Em casos refrat ários, destacamse dispositivos de tamponamento intrauterino, procedimentos cirúrgicos e, mais recentemente, o sistema Jada®, que atua por vácuo, com taxas de sucesso superiores a 90% em estudos internacionais. Estratégias complementares, choque não pneumático e protocolos estruturados em estágios de gravidade, têm mostrado redução da morbidade e do uso de hemoderivados. A discussão evidencia que o diagnóstico precoce, com ferramentas como índice de choque e avaliação de fibrinogênio, e a tuação coordenada da equipe multiprofissional são decisivos para o desfecho Considerações finais: Concluise que a padronização de condutas, o treinamento contínuo, a incorporação de tecnologias inovadoras como o Jada® e a adoção de estratégias natal são fundamentais para reduzir a morbimortalidade materna associada à HPP, promovendo um cuidado obstétrico mais seguro e humanizado. Hemorragia pós - parto; parto obstétrico; saúde materna. Postpartum hemorrhage (PPH) is the leading cause of maternal mortality worldwide, especially in low - and middleincome countries, despite being preventable through early diagnosis and timely interventions. Objectives: To critically review agement strategies and emergency intervention protocols, highlighting innovations and updated guidelines up to 2024. Methodology: The methodology consisted of a narrative review of scientific literature, with searches conducted in databases such as PubMed, and BVS, between June and July 2025, using specific descriptors in Portuguese and English. Of the 31 articles found, ten were selected according to relevance, timeliness, and Results: Data revealed that PPH accounts for app maternal deaths in Brazil, with uterine atony being the main etiology. Initial management is based on the use of oxytocin and uterine compression, followed by agents such as methylergometrine, misoprostol, and tranexamic acid. In refracto ry cases, intrauterine tamponade devices, surgical procedures, and, more recently, the Jada® system stand out, with success rates above 90% in international studies. Complementary strategies, such as the non -pneumatic a ntishock garment and stage structured protocols, have shown reductions in morbidity and blood product use. The discussion highlights that early diagnosis, using tools such as the shock index and fibrinogen assessment, along with coordinated action by the multidisciplinary team, is decisive for Final considerations: It is concluded that standardization of protocols, continuous training, incorporation of innovative technologies such as Jada®, and adoption of ng prenatal care are essential to reduce maternal morbidity and mortality associated with PPH, promoting safer and more humanized obstetric Maternal health; obstetric delivery; postpartum hemorrhage. compressão uterina, seguido de agentes como metilergometrina, misoprostol e ácido se dispositivos de tamponamento intrauterino, procedimentos cirúrgicos e, mais recentemente, o sistema Jada®, que atua por vácuo, com taxas de sucesso superiores a 90% em estudos internacionais. Estratégias complementares, choque não pneumático e protocolos estruturados em estágios de gravidade, têm mostrado redução da morbidade e do uso de hemoderivados. A discussão evidencia que o diagnóstico precoce, com ferramentas como índice de choque e avaliação de fibrinogênio, e a tuação coordenada da equipe multiprofissional são decisivos para o desfecho se que a padronização de condutas, o treinamento e a adoção de estratégias natal são fundamentais para reduzir a morbimortalidade materna associada parto; parto obstétrico; saúde materna. Postpartum hemorrhage (PPH) is the leading cause of maternal mortality income countries, despite being preventable To critically review agement strategies and emergency intervention protocols, highlighting innovations and The methodology consisted of a narrative review of scientific literature, with searches conducted in databases such as PubMed, Scielo, and BVS, between June and July 2025, using specific descriptors in Portuguese and English. Of the 31 articles found, ten were selected according to relevance, timeliness, and Data revealed that PPH accounts for app roximately 24% of maternal deaths in Brazil, with uterine atony being the main etiology. Initial management is based on the use of oxytocin and uterine compression, followed by agents such as ry cases, intrauterine tamponade devices, surgical procedures, and, more recently, the Jada® system , which works stand out, with success rates above 90% in international studies. ntishock garment and stage -based structured protocols, have shown reductions in morbidity and blood product use. The discussion highlights that early diagnosis, using tools such as the shock index and fibrinogen the multidisciplinary team, is decisive for It is concluded that standardization of protocols, continuous training, incorporation of innovative technologies such as Jada®, and adoption of ng prenatal care are essential to reduce maternal morbidity and mortality associated with PPH, promoting safer and more humanized obstetric care. Maternal health; obstetric delivery; postpartum hemorrhage. A hemorragia pós - materna em todo o mundo, apesar de ser amplamente evitável por meio de diagnóstico precoce e intervenções eficazes (Günaydın, 2022). Estima rend a, aproximadamente uma em cada quatro mortes maternas esteja relacionada a essa complicação obstétrica (Silva de protocolos internacionais tenham contribuído para a redução das taxas de mortali últimas décadas, ainda persistem desafios clínicos de grande magnitude e lacunas no conhecimento disseminado no que tange a HPP, exigindo resposta rápida, coordenada e tecnicamente embasada. A definição clássica da HPP considera a perda sanguínea ou qualquer perda acompanhada de sinais de hipovolemia nas primeiras 24 horas após o parto, independentemente da via de nascimento (Günaydın, 2022). As causas mais frequentes estão sintetizadas na abordagem dos "4 Ts": tônus (a placentária) e trombina (coagulopatias) (Silva é a mais comum, representando cerca de 70% dos casos. O manejo efetivo da HPP demanda uma abordagem multidisciplinar, en obstetras, anestesiologistas, hematologistas, radiologistas intervencionistas e equipes de terapia intensiva (Günaydın, 2022; D’alton uso de uterotônicos, tamponamento intrauterino com balão, su embolização arterial, histerectomia e protocolos de transfusão massiva guiados por testes laboratoriais e point-ofcare, como a tromboelastometria (rotem®) (D’alton Günaydın, 2022). O ácido tranexâmico (txa), por sua vez, na mortalidade quando administrado nas primeiras três horas após o início do sangramento, conforme evidenciado no ensaio woman (Günaydın, 2022; Silva Mais recentemente, novas tecnologias como o dispositivo Jada®, que realiza controle uterino por vácuo, têm revolucionado o cuidado emergencial ao oferecer uma alternativa rápida e eficaz para o controle da hemorragia sem necessidade imediata de procediment invasivos (D’alton et al. , 2021). Além disso, o monitoramento precoce dos níveis de fibrinogênio tem sido identificado como preditor da progressão para HPP grave, reforçando a relevância do manejo hemostático individualizado (Günaydın, 2022). Apesar des ses avanços, a realidade em países como o Brasil ainda é marcada por altas taxas de mortalidade materna associadas à HPP, refletindo não apenas dificuldades 97 - parto (HPP) permanece como a principal causa de mortalidade materna em todo o mundo, apesar de ser amplamente evitável por meio de diagnóstico precoce e intervenções eficazes (Günaydın, 2022). Estima - se que, em países de baixa e média a, aproximadamente uma em cada quatro mortes maternas esteja relacionada a essa complicação obstétrica (Silva et al ., 2024). Ainda que o avanço tecnológico e a disseminação de protocolos internacionais tenham contribuído para a redução das taxas de mortali últimas décadas, ainda persistem desafios clínicos de grande magnitude e lacunas no conhecimento disseminado no que tange a HPP, exigindo resposta rápida, coordenada e A definição clássica da HPP considera a perda sanguínea igual ou superior a 1000 mL ou qualquer perda acompanhada de sinais de hipovolemia nas primeiras 24 horas após o parto, independentemente da via de nascimento (Günaydın, 2022). As causas mais frequentes estão sintetizadas na abordagem dos "4 Ts": tônus (a tonia uterina), trauma, tecido (retenção placentária) e trombina (coagulopatias) (Silva et al. , 2024; Gunaydın, 2022). A atonia uterina é a mais comum, representando cerca de 70% dos casos. O manejo efetivo da HPP demanda uma abordagem multidisciplinar, en obstetras, anestesiologistas, hematologistas, radiologistas intervencionistas e equipes de terapia intensiva (Günaydın, 2022; D’alton et al. , 2021). Entre as estratégias adotadas estão o uso de uterotônicos, tamponamento intrauterino com balão, su embolização arterial, histerectomia e protocolos de transfusão massiva guiados por testes care, como a tromboelastometria (rotem®) (D’alton Günaydın, 2022). O ácido tranexâmico (txa), por sua vez, demonstrou redução significativa na mortalidade quando administrado nas primeiras três horas após o início do sangramento, conforme evidenciado no ensaio woman (Günaydın, 2022; Silva et al ., 2024). Mais recentemente, novas tecnologias como o dispositivo Jada®, que realiza controle uterino por vácuo, têm revolucionado o cuidado emergencial ao oferecer uma alternativa rápida e eficaz para o controle da hemorragia sem necessidade imediata de procediment , 2021). Além disso, o monitoramento precoce dos níveis de fibrinogênio tem sido identificado como preditor da progressão para HPP grave, reforçando a relevância do manejo hemostático individualizado (Günaydın, 2022). ses avanços, a realidade em países como o Brasil ainda é marcada por altas taxas de mortalidade materna associadas à HPP, refletindo não apenas dificuldades parto (HPP) permanece como a principal causa de mortalidade materna em todo o mundo, apesar de ser amplamente evitável por meio de diagnóstico se que, em países de baixa e média a, aproximadamente uma em cada quatro mortes maternas esteja relacionada a essa ., 2024). Ainda que o avanço tecnológico e a disseminação de protocolos internacionais tenham contribuído para a redução das taxas de mortali dade nas últimas décadas, ainda persistem desafios clínicos de grande magnitude e lacunas no conhecimento disseminado no que tange a HPP, exigindo resposta rápida, coordenada e igual ou superior a 1000 mL ou qualquer perda acompanhada de sinais de hipovolemia nas primeiras 24 horas após o parto, independentemente da via de nascimento (Günaydın, 2022). As causas mais frequentes estão tonia uterina), trauma, tecido (retenção , 2024; Gunaydın, 2022). A atonia uterina O manejo efetivo da HPP demanda uma abordagem multidisciplinar, en volvendo obstetras, anestesiologistas, hematologistas, radiologistas intervencionistas e equipes de , 2021). Entre as estratégias adotadas estão o uso de uterotônicos, tamponamento intrauterino com balão, su turas compressivas, embolização arterial, histerectomia e protocolos de transfusão massiva guiados por testes care, como a tromboelastometria (rotem®) (D’alton et al., 2021; demonstrou redução significativa na mortalidade quando administrado nas primeiras três horas após o início do sangramento, ., 2024). Mais recentemente, novas tecnologias como o dispositivo Jada®, que realiza controle uterino por vácuo, têm revolucionado o cuidado emergencial ao oferecer uma alternativa rápida e eficaz para o controle da hemorragia sem necessidade imediata de procediment os , 2021). Além disso, o monitoramento precoce dos níveis de fibrinogênio tem sido identificado como preditor da progressão para HPP grave, reforçando a ses avanços, a realidade em países como o Brasil ainda é marcada por altas taxas de mortalidade materna associadas à HPP, refletindo não apenas dificuldades estruturais, mas também falhas na implementação de protocolos clínicos, deficiências no treinamento das equipes e barreiras no reconhecimento precoce dos sinais de alerta (Fiocruz, 2023; Federspiel et al., 2022). Estima sejam afetadas pela HPP, responsável por aproximadamente 25% das mortes maternas glob ais, o que revela a urgência de práticas clínicas eficazes e bem estruturadas para o seu manejo (Günaydın, 2022). Frente a essa realidade, este capítulo tem como objetivo apresentar uma revisão crítica e sistematizada das principais estratégias e protocol da hemorragia pósparto. Busca adoção de condutas baseadas em evidências científicas que possam salvar vidas. Parte hipótese de que a padronização do aten como o sistema Jada de controle por vácuo, pode reduzir de forma significativa a morbimortalidade materna associada a essa condição (D’alton O foco deste estudo está nas diretrizes atualiz realidade brasileira, mas também considerando protocolos internacionais consolidados, como os do american college of obstetricians and gynecologists (acog) e da federação internacional de ginecologia e obstetrícia (fig da literatura, priorizando artigos científicos, consensos técnicos e recomendações de instituições reconhecidas, entre elas a federação brasileira das associações de ginecologia e obstetrícia (Feb rasgo, 2024). A elaboração deste capítulo é justificada pela necessidade de suprir a lacuna existente entre o conhecimento técnico em que o tempo e a eficiência no atendimento são determinan Além disso, destacase a importância do preparo da equipe multiprofissional, da simulação realística e da cultura de segurança como ferramentas fundamentais para garantir respostas rápidas, coordenadas e eficazes durante os ep (Federspiel et al ., 2022; Fiocruz, 2023). METODOLOGIA Este estudo trata de uma revisão bibliográfica de literatura científica, conduzida com o objetivo de investigar as principais estratégias de manejo da hemorragi 98 estruturais, mas também falhas na implementação de protocolos clínicos, deficiências no das equipes e barreiras no reconhecimento precoce dos sinais de alerta (Fiocruz, 2023; Federspiel et al., 2022). Estima - se que até 10% das mulheres que passam pelo parto sejam afetadas pela HPP, responsável por aproximadamente 25% das mortes maternas ais, o que revela a urgência de práticas clínicas eficazes e bem estruturadas para o seu Frente a essa realidade, este capítulo tem como objetivo apresentar uma revisão crítica e sistematizada das principais estratégias e protocol os de intervenção de urgência no manejo parto. Busca - se, assim, promover a prevenção, o diagnóstico ágil e a adoção de condutas baseadas em evidências científicas que possam salvar vidas. Parte hipótese de que a padronização do aten dimento, aliada à incorporação de novas tecnologias, de controle por vácuo, pode reduzir de forma significativa a morbimortalidade materna associada a essa condição (D’alton et al. , 2021). O foco deste estudo está nas diretrizes atualiz adas até o ano de 2024, com ênfase na realidade brasileira, mas também considerando protocolos internacionais consolidados, como os do american college of obstetricians and gynecologists (acog) e da federação internacional de ginecologia e obstetrícia (fig o). A metodologia adotada consiste em uma revisão narrativa da literatura, priorizando artigos científicos, consensos técnicos e recomendações de instituições reconhecidas, entre elas a federação brasileira das associações de ginecologia e rasgo, 2024). A elaboração deste capítulo é justificada pela necessidade de suprir a lacuna existente entre o conhecimento técnico - científico e a prática clínica diária, especialmente em contextos em que o tempo e a eficiência no atendimento são determinan tes para a vida das mulheres. se a importância do preparo da equipe multiprofissional, da simulação realística e da cultura de segurança como ferramentas fundamentais para garantir respostas rápidas, coordenadas e eficazes durante os ep isódios críticos de hemorragia pós ., 2022; Fiocruz, 2023). Este estudo trata de uma revisão bibliográfica de literatura científica, conduzida com o objetivo de investigar as principais estratégias de manejo da hemorragi a pós estruturais, mas também falhas na implementação de protocolos clínicos, deficiências no das equipes e barreiras no reconhecimento precoce dos sinais de alerta (Fiocruz, se que até 10% das mulheres que passam pelo parto sejam afetadas pela HPP, responsável por aproximadamente 25% das mortes maternas ais, o que revela a urgência de práticas clínicas eficazes e bem estruturadas para o seu Frente a essa realidade, este capítulo tem como objetivo apresentar uma revisão crítica os de intervenção de urgência no manejo se, assim, promover a prevenção, o diagnóstico ágil e a adoção de condutas baseadas em evidências científicas que possam salvar vidas. Parte -se da dimento, aliada à incorporação de novas tecnologias, de controle por vácuo, pode reduzir de forma significativa a , 2021). adas até o ano de 2024, com ênfase na realidade brasileira, mas também considerando protocolos internacionais consolidados, como os do american college of obstetricians and gynecologists (acog) e da federação internacional o). A metodologia adotada consiste em uma revisão narrativa da literatura, priorizando artigos científicos, consensos técnicos e recomendações de instituições reconhecidas, entre elas a federação brasileira das associações de ginecologia e A elaboração deste capítulo é justificada pela necessidade de suprir a lacuna existente científico e a prática clínica diária, especialmente em contextos tes para a vida das mulheres. se a importância do preparo da equipe multiprofissional, da simulação realística e da cultura de segurança como ferramentas fundamentais para garantir respostas isódios críticos de hemorragia pós -parto Este estudo trata de uma revisão bibliográfica de literatura científica, conduzida com o a pós -parto, destacando protocolos e intervenções de urgência eficazes. A pesquisa foi realizada entre junho e julho de 2025, utilizando bases de dados científicas reconhecidas, como PubMed, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). A busca bibliográfica descritores específicos em português e inglês, tais como “Sangramento uterino”, “Conduta no tratamento medicamentoso” e “Diretrizes para intervenção”, integrados pelos operadores booleanos “AND” e “ OR científicos. Foram encontrados 31 artigos inicialmente, e a seleção foi realizada a partir de critérios previamente definidos. Consideraram temática, priorizando estudos em contexto de urgência e emergência, a atualidade, restringindo 2025 para contemplar evidências recentes, e a qualidade metodológica, dando preferência a artigos disponívei s na íntegra, com clareza na descrição dos métodos e aplicabilidade prática, além de publicações em português, inglês ou espanhol. Foram excluídos os artigos duplicados, os não disponíveis na íntegra, aqueles que abordavam contextos distintos, como hemorra gias de outras etiologias ou fora do ambiente de urgência, e os que não apresentavam alinhamento com o objetivo central desta revisão. Após aplicação desses critérios, foram selecionados 10 artigos para análise. A extração dos dados foi realizada de forma posterior confronto dos resultados para garantir maior rigor metodológico e reduzir vieses de interpretação. A análise dos dados buscou identificar tanto estratégias bem limitações e falhas nas interven comparado qualitativamente, utilizando o método de análise comparativa. Reconhece por se tratar de uma revisão narrativa, podem ocorrer vieses de seleção e interpretação, uma vez que a es colha dos artigos e a síntese dos resultados dependem da análise crítica dos pesquisadores. Ainda assim, foram adotados cuidados metodológicos, como critérios explícitos, dupla leitura e categorização sistemática, para minimizar tais limitações. Por fim, ressaltase que este estudo não envolveu interação direta com seres humanos, não sendo necessária aprovação em Comitê de Ética. Todos os materiais utilizados foram devidamente referenciados, respeitando os princípios éticos da pesquisa científica. 99 protocolos e intervenções de urgência eficazes. A pesquisa foi realizada entre junho e julho de 2025, utilizando bases de dados científicas reconhecidas, como PubMed, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). A busca bibliográfica foi conduzida mediante a utilização de descritores específicos em português e inglês, tais como “Sangramento uterino”, “Conduta no tratamento medicamentoso” e “Diretrizes para intervenção”, integrados pelos operadores OR ”, a fim de ampl iar a abrangência da análise dos conteúdos Foram encontrados 31 artigos inicialmente, e a seleção foi realizada a partir de critérios previamente definidos. Consideraram - se como critérios de inclusão a relevância temática, priorizando estudos diretamente relacionados ao manejo da hemorragia pós em contexto de urgência e emergência, a atualidade, restringindo - se ao período de 2019 a 2025 para contemplar evidências recentes, e a qualidade metodológica, dando preferência a s na íntegra, com clareza na descrição dos métodos e aplicabilidade prática, além de publicações em português, inglês ou espanhol. Foram excluídos os artigos duplicados, os não disponíveis na íntegra, aqueles que abordavam contextos distintos, como gias de outras etiologias ou fora do ambiente de urgência, e os que não apresentavam alinhamento com o objetivo central desta revisão. Após aplicação desses critérios, foram selecionados 10 artigos para análise. A extração dos dados foi realizada de forma independente por dois revisores, com posterior confronto dos resultados para garantir maior rigor metodológico e reduzir vieses de interpretação. A análise dos dados buscou identificar tanto estratégias bem limitações e falhas nas interven ções. O material foi organizado por categorização temática e comparado qualitativamente, utilizando o método de análise comparativa. Reconhece por se tratar de uma revisão narrativa, podem ocorrer vieses de seleção e interpretação, uma colha dos artigos e a síntese dos resultados dependem da análise crítica dos pesquisadores. Ainda assim, foram adotados cuidados metodológicos, como critérios explícitos, dupla leitura e categorização sistemática, para minimizar tais limitações. se que este estudo não envolveu interação direta com seres humanos, não sendo necessária aprovação em Comitê de Ética. Todos os materiais utilizados foram devidamente referenciados, respeitando os princípios éticos da pesquisa científica. protocolos e intervenções de urgência eficazes. A pesquisa foi realizada entre junho e julho de 2025, utilizando bases de dados científicas reconhecidas, como PubMed, SciELO e Biblioteca foi conduzida mediante a utilização de descritores específicos em português e inglês, tais como “Sangramento uterino”, “Conduta no tratamento medicamentoso” e “Diretrizes para intervenção”, integrados pelos operadores iar a abrangência da análise dos conteúdos Foram encontrados 31 artigos inicialmente, e a seleção foi realizada a partir de se como critérios de inclusão a relevância diretamente relacionados ao manejo da hemorragia pós -parto se ao período de 2019 a 2025 para contemplar evidências recentes, e a qualidade metodológica, dando preferência a s na íntegra, com clareza na descrição dos métodos e aplicabilidade prática, além de publicações em português, inglês ou espanhol. Foram excluídos os artigos duplicados, os não disponíveis na íntegra, aqueles que abordavam contextos distintos, como gias de outras etiologias ou fora do ambiente de urgência, e os que não apresentavam alinhamento com o objetivo central desta revisão. Após aplicação desses critérios, foram independente por dois revisores, com posterior confronto dos resultados para garantir maior rigor metodológico e reduzir vieses de interpretação. A análise dos dados buscou identificar tanto estratégias bem -sucedidas quanto ções. O material foi organizado por categorização temática e comparado qualitativamente, utilizando o método de análise comparativa. Reconhece -se que, por se tratar de uma revisão narrativa, podem ocorrer vieses de seleção e interpretação, uma colha dos artigos e a síntese dos resultados dependem da análise crítica dos pesquisadores. Ainda assim, foram adotados cuidados metodológicos, como critérios explícitos, dupla leitura e categorização sistemática, para minimizar tais limitações. se que este estudo não envolveu interação direta com seres humanos, não sendo necessária aprovação em Comitê de Ética. Todos os materiais utilizados foram devidamente referenciados, respeitando os princípios éticos da pesquisa científica. RESULTAD OS E DISCUSSÃO A análise dos dez identificar os principais avanços e desafios relacionados ao manejo da hemorragia pós (HPP), no Brasil representa 24% das mortes maternas ( trabalhos selecionados nesse período, elaborou da produção científica Tabela 1 : Produção científica sobre o Manejo da hemorragia pós Autor(es) Título Portal de Boas Práticas em Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Principais Questões sobre Manejo da Hemorragia no Pós-Parto ALVES, Álvaro Luiz Lage; FRANCISC Hemorragia pósparto: prevenção, diagnóstico e 100 OS E DISCUSSÃO dez artigos selecionados, publicados entre 2019 e 2024, permitiu identificar os principais avanços e desafios relacionados ao manejo da hemorragia pós (HPP), no Brasil representa 24% das mortes maternas ( Silva et al., 2023) trabalhos selecionados nesse período, elaborou - se a tabela abaixo com informações relevantes : Produção científica sobre o Manejo da hemorragia pós -parto Ano Tipo de estudo Objetivo do estudo Principais achados Questões sobre Hemorragia no 2019 Documento de boas práticas / guia técnico nacional Orientar práticas sobre HPP Define HPP e enfatiza avaliação do impacto hemodinâ mico; recomend ações práticas para medidas iniciais e alternativa s em recursos limitados. Hemorragia parto: prevenção, diagnóstico e 2024 Position Statement Revisar prevençã o, diagnósti Algoritmo escalonad o para manejo artigos selecionados, publicados entre 2019 e 2024, permitiu identificar os principais avanços e desafios relacionados ao manejo da hemorragia pós -parto 2023) . Para analisar os se a tabela abaixo com informações relevantes Principais achados Relevân cia para o manejo da HPP Define HPP e enfatiza avaliação do impacto hemodinâ mico; recomend ações práticas para medidas iniciais e alternativa s em recursos limitados. Base nacional para fluxos e protocolo s; orienta práticas em realidade brasileira . Algoritmo escalonad o para manejo Forma normativ a no Brasil O, Adriana Amorim; OSANAN, Gabriel Costa; VIEIRA, Laíses Braga manejo não cirúrgico GÜNAYDIN , Berrin Management of postpartum haemorrhage FEDERSPI EL, Jerome J.; EKE,Ahizec hukwu C.; EPPES, Catherine S. Postpartum hemorrhage protocols and benchmarks: improving care through standardizatio n 101 manejo não co e manejo nãocirúrgico não cirúrgico, hierarquia de uterotônic os e condutas iniciais Management of postpartum haemorrhage 2022 Revisão de literatura científica Revisar manejo clínico da HPP Reforça uso de ocitocina, papel precoce do TXA e importânci a de avaliação hemostáti ca e otimização volêmica Postpartum hemorrhage protocols and benchmarks: care through standardizatio 2023 Artigo de revisão Analisar protocolo s e benchma rks Implement ação de bundles reduz atrasos e, em séries relatadas, associou se a diminuição da morbidad e uso de hemoderiv ados não cirúrgico, hierarquia de uterotônic os e condutas iniciais para condutas nãocirúrgica s Reforça uso de ocitocina, papel precoce do TXA e importânci a de avaliação hemostáti ca e otimização volêmica Suporte clínico para uso precoce de TXA e monitoriz ação hemostát ica Implement ação de bundles reduz atrasos e, em séries relatadas, associou - se a diminuição da morbidad e e uso de hemoderiv ados Evidênci a prática de que a padroniz ação, auditoria e treiname nto melhora m o desfecho D’ALTON, Mary; ROOD, Kara; SIMHAN, Hyagriv; et al. Profile of Jada System: the vacuuminduced hemorrhage control device for treating abnormal postpartum uterine bleeding and postpartum hemorrhage MOTA, Camila Ribeiro; MOTA, Paula Ribeiro; LACERDA, Júlia Botelho; ALVES, Álvaro Luiz Lage; LOPES, Andrezza Vilaça Belo Especificidad es técnicas no tamponament o uterino com balões e algumas dificuldades técnicas D’ALTON, Mary; ROOD, Kara M; SMID, Marcela C; et al. Intrauterine VacuumInduced Hemorrhage Control Device for Rapid Treatment of Postpartum 102 Profile of Jada System: the hemorrhage control device for treating postpartum bleeding and postpartum hemorrhage 2021 Revisão de perfil técnico e clínico com análise de estudos prévios, incluindo ensaios clínicos Descreve r mecanis mo, seguranç a e evidência do Jada Síntese dos dados clínicos e experiênci a de uso, relatórios de eficácia rápida e facilidade de uso Especificidad es técnicas no tamponament o uterino com dificuldades 2023 Artigo técnico/des critivo Descreve r especifici dades técnicas do tampona mento com balões Detalha orientaçõe s técnicas para melhorar a efetividad e do balão intrauterin o Intrauterine Hemorrhage - Device for Treatment of Postpartum 2020 Estudo observacio nal, prospectivo , multicêntric o e de braço único Avaliar eficácia do dispositiv o Jada Relatos de alta taxa de controle de sangrame nto Síntese dos dados clínicos e experiênci a de uso, relatórios de eficácia rápida e facilidade de uso Contextu aliza o Jada no algoritmo terapêuti co Detalha orientaçõe s técnicas para melhorar a efetividad e do balão intrauterin Ajuda a reduzir falhas técnicas no tampona mento Relatos de alta taxa de controle de sangrame nto Evidênci as clínicas iniciais para uso do Jada como alternativ a ao Hemorrhage BRIONES GARDUÑO , Jesús Carlos Progresos en el control de la hemorragia posparto: una revisión semisistemáti ca SILVA, Andrea Rosane Sousa; OLIVEIRA, Mirlleny Barbosa Da Silva; LIMA, Carlos Kelwin Brito; et al Hemorragia Pós-Parto RATTMAN N,Y.D.et al Uso do misoprostol no tratamento da hemorragia pósparto: uma abordagem farmacoepide miológica 103 Hemorrhage Progresos en el control de la hemorragia posparto: una semisistemáti 2025 Revisão semisistem atizada Revisar avanços no controle da HPP Inovações e lacunas de evidência Hemorragia 2024 Revisão narrativa Revisar aspectos clínicos e manejo Epidemiol ogia e recomend ações clínicas, reforça atonia como principal causa e papel de TXA/uterot ônicos misoprostol no tratamento hemorragia parto: abordagem farmacoepide 2019 Estudo farmacoepi demiológic o Analisar uso do misopros tol no tratament o da HPP Descreve o de uso e o papel do misoprost ol como alternativa em cenários com acesso limitados a uterotônic balão Inovações e lacunas de evidência Mapeia áreas para pesquisa e destaca inovaçõe s a serem avaliada s Epidemiol ogia e recomend ações clínicas, reforça atonia como principal causa e papel de TXA/uterot ônicos Contextu aliza magnitud e no Brasil e reforça medidas preventiv as e diagnósti co precoce Descreve o padrão de uso e o papel do misoprost ol como alternativa em cenários com acesso limitados a uterotônic Sustenta o uso de misopros tol em contexto de recursos restritos