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TERAPIAS INTEGRATIVAS COMO SUPORTE À MULHER NO PROCESSO DE PARTO

Author: Editora Saúde Vital
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17521264
Source: https://zenodo.org/records/17521264/files/10.pdf
10.
TERAPIAS INTEGRATIVAS COMO SUPORTE À MULHER NO
EIXO TEMÁTICO: HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PARTO E
G aduando em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau
G aduanda em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau
RESUMO
In odução
: O pa o é um e en o isiológico, emocional e social, que mui as ezes ainda é
conduzid
o de o ma desumanizada, limi ando a au onomia da mulhe . As P á icas In eg a i as
e Complemen a es (PICs) su gem como al e na i as capazes de p opo ciona acolhimen o,
eduzi a ansiedade e esga a o p o agonismo eminino.
e isão na a i a, a con ibuição das PICs no p ocesso de humanização do abalho de pa o.
Me odologia
: Foi ealizada uma e isão na a i a de li e a u a, com abo dagem quali a i a e
ca á e desc i i o, a pa i de publicações dos
que a assem do uso das PICs no con ex o obs é ico.
se que e apias como a oma e apia, massagem, écnicas de espi ação, acup essão,
hid o e apia e uso da bola suíça ap esen
edução da do , con ole da ansiedade, meno necessidade de in e enções a macológicas e
o alecimen o do ínculo en e a ges an e, sua amília e a equipe de saúde. Obse ou
ainda, que a Polí ica
Nacional de P á icas In eg a i as e Complemen a es (PNPIC) e sua
expansão no âmbi o do Sis ema Único de Saúde (SUS) con ibuí am pa a a
ins i ucionalização dessas p á icas, e o çando um modelo de cuidado in eg al e humanizado.
No en an o, desa ios pe sis
biomédicas e limi ações es u u ais.
es a égias de baixo cus o, segu as e e icazes, capazes de p omo e maio au onomia da
mulhe e expe iências
posi i as de pa o. A ampliação do in es imen o em capaci ação e a
consolidação de polí icas públicas são essenciais pa a ga an i equidade no acesso e o alece
109
TERAPIAS INTEGRATIVAS COMO SUPORTE À MULHER NO
PROCESSO DE PARTO
EIXO TEMÁTICO: HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PARTO E
NASCIMENTO
La issa da C uz Soa es
G aduando em En e magem pelo Cen o Uni e si á io do No e
Claudenice Lou enço da Sil a
G aduando em En e magem pela Una Con agem
Denise Ma ins de lima
G aduada em En e magem pelo Cen o Uni e si á io UDF B
Leand o da Sil a Fe ei a
G aduando em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau
Ma ia F ancisca de A agão Mendes
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Es adual de Pa aíba
Ma ia Gab iela To a dos San os Coelho
G aduanda em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau
Valeska A aújo San os
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Ti aden es
G aduanda e
m Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io B asilei o
Ana Ca oline Gomes Pin o
G aduada em Fisio e apia pela Una Con agem
: O pa o é um e en o isiológico, emocional e social, que mui as ezes ainda é
o de o ma desumanizada, limi ando a au onomia da mulhe . As P á icas In eg a i as
e Complemen a es (PICs) su gem como al e na i as capazes de p opo ciona acolhimen o,
eduzi a ansiedade e esga a o p o agonismo eminino.
Obje i o
: Analisa , po meio de
e isão na a i a, a con ibuição das PICs no p ocesso de humanização do abalho de pa o.
: Foi ealizada uma e isão na a i a de li e a u a, com abo dagem quali a i a e
ca á e desc i i o, a pa i de publicações dos
úl imos cinco anos, disponí eis em po uguês,
que a assem do uso das PICs no con ex o obs é ico.
Resul ados e Discussão:
se que e apias como a oma e apia, massagem, écnicas de espi ação, acup essão,
hid o e apia e uso da bola suíça ap esen
am bene ícios clínicos e subje i os ele an es, como
edução da do , con ole da ansiedade, meno necessidade de in e enções a macológicas e
o alecimen o do ínculo en e a ges an e, sua amília e a equipe de saúde. Obse ou
Nacional de P á icas In eg a i as e Complemen a es (PNPIC) e sua
expansão no âmbi o do Sis ema Único de Saúde (SUS) con ibuí am pa a a
ins i ucionalização dessas p á icas, e o çando um modelo de cuidado in eg al e humanizado.
No en an o, desa ios pe sis
em, como a escassez de capaci ação p o issional, esis ências
biomédicas e limi ações es u u ais.
Conside ações Finais:
As PICs con igu am
es a égias de baixo cus o, segu as e e icazes, capazes de p omo e maio au onomia da
posi i as de pa o. A ampliação do in es imen o em capaci ação e a
consolidação de polí icas públicas são essenciais pa a ga an i equidade no acesso e o alece
TERAPIAS INTEGRATIVAS COMO SUPORTE À MULHER NO
EIXO TEMÁTICO: HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PARTO E
La issa da C uz Soa es
G aduando em En e magem pelo Cen o Uni e si á io do No e
-Unino e, Manaus-Am
Claudenice Lou enço da Sil a
G aduando em En e magem pela Una Con agem
- MG
Denise Ma ins de lima
G aduada em En e magem pelo Cen o Uni e si á io UDF B
asília-DF
Leand o da Sil a Fe ei a
G aduando em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau
-UNINASSAU, Fo aleza - CE
Ma ia F ancisca de A agão Mendes
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Es adual de Pa aíba
- UEPB, Campina G ande-PB
Ma ia Gab iela To a dos San os Coelho
G aduanda em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau
-UNINASSAU, Pe olina - PE
Valeska A aújo San os
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Ti aden es
-UNIT, A acaju-SE
Vi ó ia Wagne Yi
m Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io B asilei o
- UNIBRA, Reci e-PE
Ana Ca oline Gomes Pin o
G aduada em Fisio e apia pela Una Con agem
- MG
: O pa o é um e en o isiológico, emocional e social, que mui as ezes ainda é
o de o ma desumanizada, limi ando a au onomia da mulhe . As P á icas In eg a i as
e Complemen a es (PICs) su gem como al e na i as capazes de p opo ciona acolhimen o,
: Analisa , po meio de
e isão na a i a, a con ibuição das PICs no p ocesso de humanização do abalho de pa o.
: Foi ealizada uma e isão na a i a de li e a u a, com abo dagem quali a i a e
úl imos cinco anos, disponí eis em po uguês,
Resul ados e Discussão:
E idenciou-
se que e apias como a oma e apia, massagem, écnicas de espi ação, acup essão,
am bene ícios clínicos e subje i os ele an es, como
edução da do , con ole da ansiedade, meno necessidade de in e enções a macológicas e
o alecimen o do ínculo en e a ges an e, sua amília e a equipe de saúde. Obse ou
-se,
Nacional de P á icas In eg a i as e Complemen a es (PNPIC) e sua
expansão no âmbi o do Sis ema Único de Saúde (SUS) con ibuí am pa a a
ins i ucionalização dessas p á icas, e o çando um modelo de cuidado in eg al e humanizado.
em, como a escassez de capaci ação p o issional, esis ências
As PICs con igu am
-se como
es a égias de baixo cus o, segu as e e icazes, capazes de p omo e maio au onomia da
posi i as de pa o. A ampliação do in es imen o em capaci ação e a
consolidação de polí icas públicas são essenciais pa a ga an i equidade no acesso e o alece
a humanização da assis ência obs é ica.
Pala as-Cha es:
pa o; p á icas in eg a i as; comp
p o agonismo eminino; Sis ema Único de Saúde.
ABSTRACT
In oduc ion
: Childbi h is a physiological, emo ional, and social e en , which is o en s ill
conduc ed in a dehumanized way, limi ing women’s au onomy. In eg a i
Complemen a y P ac ices (ICPs) eme ge as al e na i es capable o p o iding com o ,
educing anxie y, and es o ing emale p o agonism.
na a i e e iew, he con ibu ion o ICPs o he humaniza ion o labo .
na a i e li e a u e e iew was conduc ed, wi h a quali a i e and desc ip i e app oach, based
on s udies published in he las i e yea s, in Po uguese, add essing he use o ICPs in he
obs e ic con ex .
Resul s and Discussion
a oma he apy, massage, b ea hing echniques, acup essu e, hyd o he apy, and he use o he
bi hing ball b ing ele an clinical and subjec i e bene i s, including pain elie , anxie y
con ol, educed need o pha macological in
be ween he woman, he amily, and he heal hca e eam. Fu he mo e, he Na ional Policy on
In eg a i e and Complemen a y P ac ices (PNPIC) and i s expansion wi hin he Uni ied
Heal h Sys em (SUS) con ibu ed o h
comp ehensi e and humanized model o ca e. Howe e , challenges emain, such as lack o
p o essional aining, biomedical esis ance, and s uc u al limi a ions.
ICPs a e low-cos
, sa e, and e ec i e s a egies ha p omo e women’s au onomy and posi i e
childbi h expe iences. Expanding in es men s in aining and consolida ing public policies
a e essen ial o ensu e equi able access and s eng hen he humaniza ion o obs e ic c
Keywo ds:
childbi h; in eg a i e and complemen a y p ac ices; humaniza ion o childbi h;
emale p o agonism; Uni ied Heal h Sys em.
INTRODUÇÃO
O momen o do pa o é uma i ência in ensa e única, ma cada po a o es isiológicos,
emocionais e
sociais. No en an o, mui os modelos de a enção ao pa o ainda seguem p á icas
desumanizadas, que não pe mi em à mulhe usu ui dos seus di ei os na ho a do nascimen o
do seu bebê. As e apias in eg a i as e complemen a es (PICs) êm se des acado como
ecu
sos capazes de p omo e con o o, au onomia, eduzi a ansiedade e esga a o
p o agonismo eminino du an e o p ocesso de pa i . Elas ep esen am al e na i as que
complemen am a assis ência con encional, sem subs i ui os ecu sos médicos (B asil, 2023).
Em 2006, oi c iada a Polí ica Nacional de P á icas In eg a i as e Complemen a es
(PNPIC) (B asil, 2006). O Sis ema Único de Saúde (SUS), passou a incen i a o uso de
110
a humanização da assis ência obs é ica.
pa o; p á icas in eg a i as; comp
lemen a es; humanização do pa o;
p o agonismo eminino; Sis ema Único de Saúde.
: Childbi h is a physiological, emo ional, and social e en , which is o en s ill
conduc ed in a dehumanized way, limi ing women’s au onomy. In eg a i
Complemen a y P ac ices (ICPs) eme ge as al e na i es capable o p o iding com o ,
educing anxie y, and es o ing emale p o agonism.
Objec i e
: To analyze, h ough a
na a i e e iew, he con ibu ion o ICPs o he humaniza ion o labo .
na a i e li e a u e e iew was conduc ed, wi h a quali a i e and desc ip i e app oach, based
on s udies published in he las i e yea s, in Po uguese, add essing he use o ICPs in he
Resul s and Discussion
: The indings show
ed ha he apies such as
a oma he apy, massage, b ea hing echniques, acup essu e, hyd o he apy, and he use o he
bi hing ball b ing ele an clinical and subjec i e bene i s, including pain elie , anxie y
con ol, educed need o pha macological in
e en ions, and s eng hening o he bond
be ween he woman, he amily, and he heal hca e eam. Fu he mo e, he Na ional Policy on
In eg a i e and Complemen a y P ac ices (PNPIC) and i s expansion wi hin he Uni ied
Heal h Sys em (SUS) con ibu ed o h
e ins i u ionaliza ion o hese p ac ices, ein o cing a
comp ehensi e and humanized model o ca e. Howe e , challenges emain, such as lack o
p o essional aining, biomedical esis ance, and s uc u al limi a ions.
Final Conside a ions
, sa e, and e ec i e s a egies ha p omo e women’s au onomy and posi i e
childbi h expe iences. Expanding in es men s in aining and consolida ing public policies
a e essen ial o ensu e equi able access and s eng hen he humaniza ion o obs e ic c
childbi h; in eg a i e and complemen a y p ac ices; humaniza ion o childbi h;
emale p o agonism; Uni ied Heal h Sys em.
O momen o do pa o é uma i ência in ensa e única, ma cada po a o es isiológicos,
sociais. No en an o, mui os modelos de a enção ao pa o ainda seguem p á icas
desumanizadas, que não pe mi em à mulhe usu ui dos seus di ei os na ho a do nascimen o
do seu bebê. As e apias in eg a i as e complemen a es (PICs) êm se des acado como
sos capazes de p omo e con o o, au onomia, eduzi a ansiedade e esga a o
p o agonismo eminino du an e o p ocesso de pa i . Elas ep esen am al e na i as que
complemen am a assis ência con encional, sem subs i ui os ecu sos médicos (B asil, 2023).
Em 2006, oi c iada a Polí ica Nacional de P á icas In eg a i as e Complemen a es
(PNPIC) (B asil, 2006). O Sis ema Único de Saúde (SUS), passou a incen i a o uso de
lemen a es; humanização do pa o;
: Childbi h is a physiological, emo ional, and social e en , which is o en s ill
conduc ed in a dehumanized way, limi ing women’s au onomy. In eg a i
e and
Complemen a y P ac ices (ICPs) eme ge as al e na i es capable o p o iding com o ,
: To analyze, h ough a
na a i e e iew, he con ibu ion o ICPs o he humaniza ion o labo .
Me hodology: A
na a i e li e a u e e iew was conduc ed, wi h a quali a i e and desc ip i e app oach, based
on s udies published in he las i e yea s, in Po uguese, add essing he use o ICPs in he
ed ha he apies such as
a oma he apy, massage, b ea hing echniques, acup essu e, hyd o he apy, and he use o he
bi hing ball b ing ele an clinical and subjec i e bene i s, including pain elie , anxie y
e en ions, and s eng hening o he bond
be ween he woman, he amily, and he heal hca e eam. Fu he mo e, he Na ional Policy on
In eg a i e and Complemen a y P ac ices (PNPIC) and i s expansion wi hin he Uni ied
e ins i u ionaliza ion o hese p ac ices, ein o cing a
comp ehensi e and humanized model o ca e. Howe e , challenges emain, such as lack o
Final Conside a ions
:
, sa e, and e ec i e s a egies ha p omo e women’s au onomy and posi i e
childbi h expe iences. Expanding in es men s in aining and consolida ing public policies
a e essen ial o ensu e equi able access and s eng hen he humaniza ion o obs e ic c
a e.
childbi h; in eg a i e and complemen a y p ac ices; humaniza ion o childbi h;
O momen o do pa o é uma i ência in ensa e única, ma cada po a o es isiológicos,
sociais. No en an o, mui os modelos de a enção ao pa o ainda seguem p á icas
desumanizadas, que não pe mi em à mulhe usu ui dos seus di ei os na ho a do nascimen o
do seu bebê. As e apias in eg a i as e complemen a es (PICs) êm se des acado como
sos capazes de p omo e con o o, au onomia, eduzi a ansiedade e esga a o
p o agonismo eminino du an e o p ocesso de pa i . Elas ep esen am al e na i as que
complemen am a assis ência con encional, sem subs i ui os ecu sos médicos (B asil, 2023).
Em 2006, oi c iada a Polí ica Nacional de P á icas In eg a i as e Complemen a es
(PNPIC) (B asil, 2006). O Sis ema Único de Saúde (SUS), passou a incen i a o uso de
e apias al e na i as no cuidado à saúde u ilizando de p á icas que podem se aplicadas
pe íodo do abalho de pa o com e iden es bene ícios clínicos e emocionais. A oma e apia,
massagem, uso da bola suíça e écnicas de espi ação, auxiliam na edução da do , da ensão e
da ansiedade du an e o p ocesso. Elas ambém con ibuem pa a o na
acolhedo e ampliam o olha da equipe sob e o cuidado, o alecendo o ínculo en e a mãe e
os p o issionais (Volpa o
e al.
A Recomendação nº 070, que oi ap o ada em 2020, p opôs a inse ção ob iga ó ia da
PNPIC nos planos de saú
de e o çamen os do SUS, econhecendo seu papel es a égico pa a a
p omoção da saúde in eg al (B asil, 2020). Desde en ão, os dados apon am um aumen o de
70% na adesão das p á icas in eg a i as nos municípios b asilei os, que passa am a o e ece
pelo menos
uma dessas p á icas no ano de 2024, esul ando em mais de 9 milhões de
a endimen os ealizados (B asil, 2025).
No B asil, é no ó io, na assis ência à pa u ien e, os al os índices de in e enções. Em
2013, o país oi conside ado um dos líde es mundiais em
ano de 2013. G ande pa e das ma e nidades e dos hospi ais não o e ece e nem es imula um
ambien e pa a a p á ica di ecionada às necessidades das ges an es, com a jus i ica i a de agi
genuinamen e em nome da ciência. Esse
do modelo humanis a po p omo e um g ande núme o de in e enções (Sil a
As PICs são al e na i as de baixo cus o e podem a ua como a amen o complemen a
ou como e apia p incipal em alguns casos. Um exemplo é a a oma e apia que u iliza óleos
essenciais pa a eno a o bem
men al. Essa PIC é um dos p incipais mé odos não a macológicos pa a o alí io da do
du an e o abalho de pa o. No en an o, embo a os óleos essenciais enham esse e ei o
bené ico na pa u ien e, eles podem ap esen a esul ados p ejudiciais ocasiona
inadequado e abusi o (Ve as
Ou o mé odo sem cus o é a u ilização de ambien es com luzes sua es, músicas e
oques e apêu icos que c iam um local acolhedo e sem es esse, bene iciando o binômio mãe
e bebê. O ínculo inicial é
auxiliando pa a uma expe iência de pa o mais posi i a, p omo endo in e ação a e i a
p ecoce, maio con iança ma e na e es ímulo à amamen ação inicial (San os
111
e apias al e na i as no cuidado à saúde u ilizando de p á icas que podem se aplicadas
pe íodo do abalho de pa o com e iden es bene ícios clínicos e emocionais. A oma e apia,
massagem, uso da bola suíça e écnicas de espi ação, auxiliam na edução da do , da ensão e
da ansiedade du an e o p ocesso. Elas ambém con ibuem pa a o na
acolhedo e ampliam o olha da equipe sob e o cuidado, o alecendo o ínculo en e a mãe e
e al.
, 2022).
A Recomendação nº 070, que oi ap o ada em 2020, p opôs a inse ção ob iga ó ia da
de e o çamen os do SUS, econhecendo seu papel es a égico pa a a
p omoção da saúde in eg al (B asil, 2020). Desde en ão, os dados apon am um aumen o de
70% na adesão das p á icas in eg a i as nos municípios b asilei os, que passa am a o e ece
uma dessas p á icas no ano de 2024, esul ando em mais de 9 milhões de
a endimen os ealizados (B asil, 2025).
No B asil, é no ó io, na assis ência à pa u ien e, os al os índices de in e enções. Em
2013, o país oi conside ado um dos líde es mundiais em
cesa iana, com uma axa de 52% no
ano de 2013. G ande pa e das ma e nidades e dos hospi ais não o e ece e nem es imula um
ambien e pa a a p á ica di ecionada às necessidades das ges an es, com a jus i ica i a de agi
genuinamen e em nome da ciência. Esse
modelo biomédico na assis ência ao pa o se a as a
do modelo humanis a po p omo e um g ande núme o de in e enções (Sil a
As PICs são al e na i as de baixo cus o e podem a ua como a amen o complemen a
ou como e apia p incipal em alguns casos. Um exemplo é a a oma e apia que u iliza óleos
essenciais pa a eno a o bem
-
es a do o ganismo e p omo e a saúde nas es e as ísi
men al. Essa PIC é um dos p incipais mé odos não a macológicos pa a o alí io da do
du an e o abalho de pa o. No en an o, embo a os óleos essenciais enham esse e ei o
bené ico na pa u ien e, eles podem ap esen a esul ados p ejudiciais ocasiona
inadequado e abusi o (Ve as
e al., 2024).
Ou o mé odo sem cus o é a u ilização de ambien es com luzes sua es, músicas e
oques e apêu icos que c iam um local acolhedo e sem es esse, bene iciando o binômio mãe
o alecido com a ajuda dessas écnicas desde o p imei o con a o,
auxiliando pa a uma expe iência de pa o mais posi i a, p omo endo in e ação a e i a
p ecoce, maio con iança ma e na e es ímulo à amamen ação inicial (San os
e apias al e na i as no cuidado à saúde u ilizando de p á icas que podem se aplicadas
no
pe íodo do abalho de pa o com e iden es bene ícios clínicos e emocionais. A oma e apia,
massagem, uso da bola suíça e écnicas de espi ação, auxiliam na edução da do , da ensão e
da ansiedade du an e o p ocesso. Elas ambém con ibuem pa a o na
o ambien e mais
acolhedo e ampliam o olha da equipe sob e o cuidado, o alecendo o ínculo en e a mãe e
A Recomendação nº 070, que oi ap o ada em 2020, p opôs a inse ção ob iga ó ia da
de e o çamen os do SUS, econhecendo seu papel es a égico pa a a
p omoção da saúde in eg al (B asil, 2020). Desde en ão, os dados apon am um aumen o de
70% na adesão das p á icas in eg a i as nos municípios b asilei os, que passa am a o e ece
uma dessas p á icas no ano de 2024, esul ando em mais de 9 milhões de
No B asil, é no ó io, na assis ência à pa u ien e, os al os índices de in e enções. Em
cesa iana, com uma axa de 52% no
ano de 2013. G ande pa e das ma e nidades e dos hospi ais não o e ece e nem es imula um
ambien e pa a a p á ica di ecionada às necessidades das ges an es, com a jus i ica i a de agi
modelo biomédico na assis ência ao pa o se a as a
do modelo humanis a po p omo e um g ande núme o de in e enções (Sil a
e al., 2016).
As PICs são al e na i as de baixo cus o e podem a ua como a amen o complemen a
ou como e apia p incipal em alguns casos. Um exemplo é a a oma e apia que u iliza óleos
es a do o ganismo e p omo e a saúde nas es e as ísi
ca e
men al. Essa PIC é um dos p incipais mé odos não a macológicos pa a o alí io da do
du an e o abalho de pa o. No en an o, embo a os óleos essenciais enham esse e ei o
bené ico na pa u ien e, eles podem ap esen a esul ados p ejudiciais ocasiona
dos pelo uso
Ou o mé odo sem cus o é a u ilização de ambien es com luzes sua es, músicas e
oques e apêu icos que c iam um local acolhedo e sem es esse, bene iciando o binômio mãe
o alecido com a ajuda dessas écnicas desde o p imei o con a o,
auxiliando pa a uma expe iência de pa o mais posi i a, p omo endo in e ação a e i a
p ecoce, maio con iança ma e na e es ímulo à amamen ação inicial (San os
e al., 2021).
A inco po ação
das PICs no con ex o do pa o con ibui pa a eduzi in e enções
obs é icas desnecessá ias, como analgesia a macológica p ecoce e episio omia o inei a.
Es udos ecen es des acam que mulhe es que u ilizam esses mé odos ap esen am maio
ole ância à do
, meno empo de abalho de pa o e índices eduzidos de cesa iana. Dessa
o ma, essas p á icas e o çam o pa adigma de cuidado cen ado na mulhe e no espei o ao
seu p o agonismo no p ocesso de pa i (Rod igues; Almeida; Souza, 2021).
Nesse cená io, a
capaci ação da equipe mul ip o issional é undamen al pa a que as
PICs sejam aplicadas com segu ança e e icácia. P o issionais de idamen e einados
conseguem o ien a a pa u ien e sob e os bene ícios de cada p á ica, p omo endo um cuidado
indi idualizado
e baseado em e idências. A o mação ol ada pa a o uso das PICs o alece a
humanização da assis ência ao pa o e amplia a in eg alidade da a enção no SUS, ga an indo à
mulhe escolhas e acolhimen o du an e odo o p ocesso (B asil, 2023). Dessa o ma, es
capí ulo e e como obje i o analisa o papel das e apias in eg a i as e complemen a es como
supo e humanizado à mulhe du an e o abalho de pa o, des acando seus bene ícios ísicos,
emocionais e psicossociais.
METODOLOGIA
Es e capí ulo oi elabo ad
abo dagem quali a i a e ca á e desc i i o, isando euni e analisa e idências sob e o uso de
P á icas In eg a i as e Complemen a es (PICs) como supo e à mulhe du an e o abalho de
pa o.
E apas da pesquisa
1.
De inição do escopo
Foco nas e apias in eg a i as u ilizadas no abalho de pa o, como a oma e apia,
musico e apia, écnicas de espi ação, massagem, acup essão, hid o e apia e ou os mé odos
que p omo am con o o ísico e emocional à
2.
Fon es de dados
Le an amen o bibliog á ico ealizado nas bases de dados GOV e Biblio eca Vi ual
em Saúde (BVS).
3.
Es a égia de busca
112
das PICs no con ex o do pa o con ibui pa a eduzi in e enções
obs é icas desnecessá ias, como analgesia a macológica p ecoce e episio omia o inei a.
Es udos ecen es des acam que mulhe es que u ilizam esses mé odos ap esen am maio
, meno empo de abalho de pa o e índices eduzidos de cesa iana. Dessa
o ma, essas p á icas e o çam o pa adigma de cuidado cen ado na mulhe e no espei o ao
seu p o agonismo no p ocesso de pa i (Rod igues; Almeida; Souza, 2021).
capaci ação da equipe mul ip o issional é undamen al pa a que as
PICs sejam aplicadas com segu ança e e icácia. P o issionais de idamen e einados
conseguem o ien a a pa u ien e sob e os bene ícios de cada p á ica, p omo endo um cuidado
e baseado em e idências. A o mação ol ada pa a o uso das PICs o alece a
humanização da assis ência ao pa o e amplia a in eg alidade da a enção no SUS, ga an indo à
mulhe escolhas e acolhimen o du an e odo o p ocesso (B asil, 2023). Dessa o ma, es
capí ulo e e como obje i o analisa o papel das e apias in eg a i as e complemen a es como
supo e humanizado à mulhe du an e o abalho de pa o, des acando seus bene ícios ísicos,
emocionais e psicossociais.
Es e capí ulo oi elabo ad
o po meio de uma e isão na a i a da li e a u a, com
abo dagem quali a i a e ca á e desc i i o, isando euni e analisa e idências sob e o uso de
P á icas In eg a i as e Complemen a es (PICs) como supo e à mulhe du an e o abalho de
De inição do escopo
Foco nas e apias in eg a i as u ilizadas no abalho de pa o, como a oma e apia,
musico e apia, écnicas de espi ação, massagem, acup essão, hid o e apia e ou os mé odos
que p omo am con o o ísico e emocional à
pa u ien e.
Fon es de dados
Le an amen o bibliog á ico ealizado nas bases de dados GOV e Biblio eca Vi ual
Es a égia de busca
das PICs no con ex o do pa o con ibui pa a eduzi in e enções
obs é icas desnecessá ias, como analgesia a macológica p ecoce e episio omia o inei a.
Es udos ecen es des acam que mulhe es que u ilizam esses mé odos ap esen am maio
, meno empo de abalho de pa o e índices eduzidos de cesa iana. Dessa
o ma, essas p á icas e o çam o pa adigma de cuidado cen ado na mulhe e no espei o ao
seu p o agonismo no p ocesso de pa i (Rod igues; Almeida; Souza, 2021).
capaci ação da equipe mul ip o issional é undamen al pa a que as
PICs sejam aplicadas com segu ança e e icácia. P o issionais de idamen e einados
conseguem o ien a a pa u ien e sob e os bene ícios de cada p á ica, p omo endo um cuidado
e baseado em e idências. A o mação ol ada pa a o uso das PICs o alece a
humanização da assis ência ao pa o e amplia a in eg alidade da a enção no SUS, ga an indo à
mulhe escolhas e acolhimen o du an e odo o p ocesso (B asil, 2023). Dessa o ma, es
e
capí ulo e e como obje i o analisa o papel das e apias in eg a i as e complemen a es como
supo e humanizado à mulhe du an e o abalho de pa o, des acando seus bene ícios ísicos,
o po meio de uma e isão na a i a da li e a u a, com
abo dagem quali a i a e ca á e desc i i o, isando euni e analisa e idências sob e o uso de
P á icas In eg a i as e Complemen a es (PICs) como supo e à mulhe du an e o abalho de
Foco nas e apias in eg a i as u ilizadas no abalho de pa o, como a oma e apia,
musico e apia, écnicas de espi ação, massagem, acup essão, hid o e apia e ou os mé odos
Le an amen o bibliog á ico ealizado nas bases de dados GOV e Biblio eca Vi ual
U ilização de ope ado es booleanos do ipo AND pa a combina desc i o es.
Desc i o es u ilizados: “PICs”
4.
C i é ios de inclusão
•A igos publicados nos úl imos 5 anos;
•
Idioma: po uguês;
•
Es udos que abo dem e apias in eg a i as aplicadas no abalho de
pa o.
5.
C i é ios de exclusão
•
Es udos que não a assem do con ex
•
Publicações em ou os idiomas.
6.
Análise e o ganização dos dados
•
Lei u a explo a ó ia dos í ulos e esumos;
•
Seleção dos es udos que a endessem aos c i é ios es abelecidos;
•
Lei u a na ín eg a dos a igos selecionados pa a
in o mações ele an es, como ipo de e apia, aplicação, bene ícios, mecanismos de ação e
esul ados obse ados.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
As e apias in eg a i as ep esen am um a anço signi ica i o no cuidado obs é ico
con empo âneo, sob e ud
o po sua con ibuição no supo e ísico e emocional à mulhe
du an e o abalho de pa o. Mé odos como a oma e apia, massagem, écnicas de espi ação e
uso da bola suíça ap esen am e ei os posi i os comp o ados na edução da do , no con ole da
ansiedade
e na p omoção do elaxamen o muscula . Esse conjun o de bene ícios e o ça a
comp eensão de que o pa o pode se i enciado como e en o isiológico e emocional, e não
apenas como um p ocedimen o biomédico. Assim, as e apias in eg a i as se ap esen am
como
ecu sos complemen a es à assis ência con encional, ga an indo maio p o agonismo
eminino e expe iências mais sa is a ó ias pa a as pa u ien es (Volpa o, 2022).
A Polí ica Nacional de P á icas In eg a i as e Complemen a es (PNPIC), c iada em
2006, con
s i ui um ma co essencial pa a a ins i ucionalização dessas p á icas no Sis ema
Único de Saúde (SUS). O econhecimen o o icial buscou amplia o acesso a e apias segu as,
acessí eis e cul u almen e acei as pela população. No campo obs é ico, a PNPIC a o
o alecimen o de ações humanizadas, ampliando a possibilidade de uso de abo dagens
113
U ilização de ope ado es booleanos do ipo AND pa a combina desc i o es.
Desc i o es u ilizados: “PICs”
e “ e apias in eg a i as”.
C i é ios de inclusão
•A igos publicados nos úl imos 5 anos;
Idioma: po uguês;
Es udos que abo dem e apias in eg a i as aplicadas no abalho de
C i é ios de exclusão
Es udos que não a assem do con ex
o do pa o humano;
Publicações em ou os idiomas.
Análise e o ganização dos dados
Lei u a explo a ó ia dos í ulos e esumos;
Seleção dos es udos que a endessem aos c i é ios es abelecidos;
Lei u a na ín eg a dos a igos selecionados pa a
in o mações ele an es, como ipo de e apia, aplicação, bene ícios, mecanismos de ação e
RESULTADOS E DISCUSSÃO
As e apias in eg a i as ep esen am um a anço signi ica i o no cuidado obs é ico
o po sua con ibuição no supo e ísico e emocional à mulhe
du an e o abalho de pa o. Mé odos como a oma e apia, massagem, écnicas de espi ação e
uso da bola suíça ap esen am e ei os posi i os comp o ados na edução da do , no con ole da
e na p omoção do elaxamen o muscula . Esse conjun o de bene ícios e o ça a
comp eensão de que o pa o pode se i enciado como e en o isiológico e emocional, e não
apenas como um p ocedimen o biomédico. Assim, as e apias in eg a i as se ap esen am
ecu sos complemen a es à assis ência con encional, ga an indo maio p o agonismo
eminino e expe iências mais sa is a ó ias pa a as pa u ien es (Volpa o, 2022).
A Polí ica Nacional de P á icas In eg a i as e Complemen a es (PNPIC), c iada em
s i ui um ma co essencial pa a a ins i ucionalização dessas p á icas no Sis ema
Único de Saúde (SUS). O econhecimen o o icial buscou amplia o acesso a e apias segu as,
acessí eis e cul u almen e acei as pela população. No campo obs é ico, a PNPIC a o
o alecimen o de ações humanizadas, ampliando a possibilidade de uso de abo dagens
U ilização de ope ado es booleanos do ipo AND pa a combina desc i o es.
Es udos que abo dem e apias in eg a i as aplicadas no abalho de
o do pa o humano;
Seleção dos es udos que a endessem aos c i é ios es abelecidos;
Lei u a na ín eg a dos a igos selecionados pa a
ex ação das
in o mações ele an es, como ipo de e apia, aplicação, bene ícios, mecanismos de ação e
As e apias in eg a i as ep esen am um a anço signi ica i o no cuidado obs é ico
o po sua con ibuição no supo e ísico e emocional à mulhe
du an e o abalho de pa o. Mé odos como a oma e apia, massagem, écnicas de espi ação e
uso da bola suíça ap esen am e ei os posi i os comp o ados na edução da do , no con ole da
e na p omoção do elaxamen o muscula . Esse conjun o de bene ícios e o ça a
comp eensão de que o pa o pode se i enciado como e en o isiológico e emocional, e não
apenas como um p ocedimen o biomédico. Assim, as e apias in eg a i as se ap esen am
ecu sos complemen a es à assis ência con encional, ga an indo maio p o agonismo
eminino e expe iências mais sa is a ó ias pa a as pa u ien es (Volpa o, 2022).
A Polí ica Nacional de P á icas In eg a i as e Complemen a es (PNPIC), c iada em
s i ui um ma co essencial pa a a ins i ucionalização dessas p á icas no Sis ema
Único de Saúde (SUS). O econhecimen o o icial buscou amplia o acesso a e apias segu as,
acessí eis e cul u almen e acei as pela população. No campo obs é ico, a PNPIC a o
eceu o
o alecimen o de ações humanizadas, ampliando a possibilidade de uso de abo dagens

al e na i as du an e o pa o. Tal inicia i a ep esen ou um impo an e passo pa a consolida a
in eg alidade da a enção em saúde e e o ça o cuidado cen ado na pes
Em 2020, a Recomendação nº 070 e o çou a ele ância das PICs ao p opo sua
inclusão ob iga ó ia nos planos de saúde e o çamen os do SUS. Essa medida esul ou na
ampliação do acesso, e le ida nos mais de 9 milhões de a endimen os egi
2024. O c escimen o exp essi o demons a an o a consolidação das PICs quan o a
ecep i idade da população, que passou a demanda mais essas p á icas. No con ex o
obs é ico, esse a anço ampliou o acesso das mulhe es a ecu sos de con
p o agonismo du an e o pa o (B asil, 2020; B asil, 2025).
Do pon o de is a clínico, es udos indicam que o uso das e apias in eg a i as es á
associado a bene ícios ele an es. En e eles, des acam
abalho de pa o, a edução no uso de á macos analgésicos e a é mesmo a queda nas axas de
cesa ianas desnecessá ias. Além disso, a c iação de um ambien e mais acolhedo o alece o
ínculo en e equipe de saúde, ges an e e amília. Esses esul ados e o
como e amen as de supo e que a o ecem uma expe iência de pa o mais na u al e segu a
(Volpa o, 2022).
Apesa de seus bene ícios, a implemen ação das e apias in eg a i as en en a desa ios
pe sis en es. A ausência de capaci ação
inculados ao modelo biomédico e as di iculdades es u u ais em mui as ma e nidades
limi am sua adoção plena. Em alguns casos, ainda p e alece a isão educionis a de que ais
p á icas êm pouca ele ân
en a es, o na-
se undamen al in es i em o mação con inuada, em p o ocolos clínicos
undamen ados em e idências e em polí icas públicas que assegu em equidade de acesso
(B asil, 2023).
Ou
o aspec o de g ande impo ância é o impac o subje i o das e apias in eg a i as na
expe iência do pa o. Pesquisas demons am que mulhe es que eco em a écnicas como
massagem e espi ação con olada ap esen am maio sensação de au ocon ole, meno medo e
o alecimen o da con iança em seu co po. Esses e ei os subje i os ompem com p á icas
desumanizadas que, po mui o empo, limi a am o p o agonismo eminino no pa o. Assim, as
PICs se con igu am como ins umen os de empode amen o e de de esa dos di ei os
ep odu i os (Volpa o, 2022).
114
al e na i as du an e o pa o. Tal inicia i a ep esen ou um impo an e passo pa a consolida a
in eg alidade da a enção em saúde e e o ça o cuidado cen ado na pes
soa (B asil, 2006).
Em 2020, a Recomendação nº 070 e o çou a ele ância das PICs ao p opo sua
inclusão ob iga ó ia nos planos de saúde e o çamen os do SUS. Essa medida esul ou na
ampliação do acesso, e le ida nos mais de 9 milhões de a endimen os egi
2024. O c escimen o exp essi o demons a an o a consolidação das PICs quan o a
ecep i idade da população, que passou a demanda mais essas p á icas. No con ex o
obs é ico, esse a anço ampliou o acesso das mulhe es a ecu sos de con
p o agonismo du an e o pa o (B asil, 2020; B asil, 2025).
Do pon o de is a clínico, es udos indicam que o uso das e apias in eg a i as es á
associado a bene ícios ele an es. En e eles, des acam
-
se a diminuição da du ação do
abalho de pa o, a edução no uso de á macos analgésicos e a é mesmo a queda nas axas de
cesa ianas desnecessá ias. Além disso, a c iação de um ambien e mais acolhedo o alece o
ínculo en e equipe de saúde, ges an e e amília. Esses esul ados e o
çam o papel das PICs
como e amen as de supo e que a o ecem uma expe iência de pa o mais na u al e segu a
Apesa de seus bene ícios, a implemen ação das e apias in eg a i as en en a desa ios
pe sis en es. A ausência de capaci ação
p o issional adequada, a esis ência de se o es ainda
inculados ao modelo biomédico e as di iculdades es u u ais em mui as ma e nidades
limi am sua adoção plena. Em alguns casos, ainda p e alece a isão educionis a de que ais
p á icas êm pouca ele ân
cia clínica, o que comp ome e sua expansão. Pa a supe a esses
se undamen al in es i em o mação con inuada, em p o ocolos clínicos
undamen ados em e idências e em polí icas públicas que assegu em equidade de acesso
o aspec o de g ande impo ância é o impac o subje i o das e apias in eg a i as na
expe iência do pa o. Pesquisas demons am que mulhe es que eco em a écnicas como
massagem e espi ação con olada ap esen am maio sensação de au ocon ole, meno medo e
o alecimen o da con iança em seu co po. Esses e ei os subje i os ompem com p á icas
desumanizadas que, po mui o empo, limi a am o p o agonismo eminino no pa o. Assim, as
PICs se con igu am como ins umen os de empode amen o e de de esa dos di ei os
ep odu i os (Volpa o, 2022).
al e na i as du an e o pa o. Tal inicia i a ep esen ou um impo an e passo pa a consolida a
soa (B asil, 2006).
Em 2020, a Recomendação nº 070 e o çou a ele ância das PICs ao p opo sua
inclusão ob iga ó ia nos planos de saúde e o çamen os do SUS. Essa medida esul ou na
ampliação do acesso, e le ida nos mais de 9 milhões de a endimen os egi
s ados en e 2020 e
2024. O c escimen o exp essi o demons a an o a consolidação das PICs quan o a
ecep i idade da população, que passou a demanda mais essas p á icas. No con ex o
obs é ico, esse a anço ampliou o acesso das mulhe es a ecu sos de con
o o, acolhimen o e
Do pon o de is a clínico, es udos indicam que o uso das e apias in eg a i as es á
se a diminuição da du ação do
abalho de pa o, a edução no uso de á macos analgésicos e a é mesmo a queda nas axas de
cesa ianas desnecessá ias. Além disso, a c iação de um ambien e mais acolhedo o alece o
çam o papel das PICs
como e amen as de supo e que a o ecem uma expe iência de pa o mais na u al e segu a
Apesa de seus bene ícios, a implemen ação das e apias in eg a i as en en a desa ios
p o issional adequada, a esis ência de se o es ainda
inculados ao modelo biomédico e as di iculdades es u u ais em mui as ma e nidades
limi am sua adoção plena. Em alguns casos, ainda p e alece a isão educionis a de que ais
cia clínica, o que comp ome e sua expansão. Pa a supe a esses
se undamen al in es i em o mação con inuada, em p o ocolos clínicos
undamen ados em e idências e em polí icas públicas que assegu em equidade de acesso
o aspec o de g ande impo ância é o impac o subje i o das e apias in eg a i as na
expe iência do pa o. Pesquisas demons am que mulhe es que eco em a écnicas como
massagem e espi ação con olada ap esen am maio sensação de au ocon ole, meno medo e
o alecimen o da con iança em seu co po. Esses e ei os subje i os ompem com p á icas
desumanizadas que, po mui o empo, limi a am o p o agonismo eminino no pa o. Assim, as
PICs se con igu am como ins umen os de empode amen o e de de esa dos di ei os
O o alecimen o das PICs dialoga di e amen e com os p incípios no eado es do SUS,
sob e udo a in eg alidade e a humanização da a enção. Ao con empla não apenas aspec os
ísicos, mas ambém emocionais e sociais, essas p á
Nesse sen ido, deixam de se is as apenas como écnicas de supo e pa a se consolida em
como pa e de um no o pa adigma cul u al. Ao ans o ma a condução do nascimen o,
e o çam um modelo inclusi o, pa icipa i o
2025).
Ainda assim, é impo an e des aca que o conhecimen o cien í ico sob e as PICs em
obs e ícia ap esen a lacunas. Fal am es udos mul icên icos e pesquisas longi udinais que
a aliem seus impac os em di e e
elabo ação de p o ocolos uni e sais e comp ome e a consolidação de sua legi imidade
cien í ica. Dessa o ma, o na
pe il sociodemog á ico, cond
e apia. A ampliação da p odução cien í ica o alece á a base de e idências que sus en a a
p á ica (B asil, 2023; Volpa o, 2022).
Conclui-
se que as e apias in eg a i as o e ecem con ibuiç
cuidado obs é ico, an o em aspec os clínicos quan o emocionais. Essas p á icas a o ecem o
p o agonismo eminino, p omo em maio humanização do pa o e e o çam a in eg alidade
do cuidado em saúde. Con udo, pa a que seu po encial se
necessá io supe a desa ios elacionados à o mação p o issional, es u u a ins i ucional e
esis ência cul u al. A ampliação de pesquisas cien í icas se á essencial pa a legi ima ainda
mais sua e icácia e ga an i sua inco po
2020; B asil, 2025).
A o mação p o issional cons i ui um dos pon os cen ais pa a a expansão das PICs no
campo obs é ico. Sem capaci ação adequada, há isco de aplicação inadequada das écnicas, o
que comp ome e sua e icácia e segu ança. Nesse sen ido, a educação pe manen e das equipes
mul ip o issionais é indispensá el pa a o alece a qualidade da assis ência. Cu sos de
a ualização, o icinas p á icas e inse ção do ema nas g ades cu icula es da
saúde são es a égias p omisso as. Essa quali icação con ibui não apenas pa a a p á ica
clínica, mas ambém pa a diminui esis ências cul u ais ainda p esen es (B asil, 2023).
115
O o alecimen o das PICs dialoga di e amen e com os p incípios no eado es do SUS,
sob e udo a in eg alidade e a humanização da a enção. Ao con empla não apenas aspec os
ísicos, mas ambém emocionais e sociais, essas p á
icas ampliam a comp eensão do cuidado.
Nesse sen ido, deixam de se is as apenas como écnicas de supo e pa a se consolida em
como pa e de um no o pa adigma cul u al. Ao ans o ma a condução do nascimen o,
e o çam um modelo inclusi o, pa icipa i o
e cen ado na pessoa (B asil, 2006; B asil,
Ainda assim, é impo an e des aca que o conhecimen o cien í ico sob e as PICs em
obs e ícia ap esen a lacunas. Fal am es udos mul icên icos e pesquisas longi udinais que
a aliem seus impac os em di e e
n es con ex os e populações. Essa ca ência di icul a a
elabo ação de p o ocolos uni e sais e comp ome e a consolidação de sua legi imidade
cien í ica. Dessa o ma, o na
-
se u gen e omen a pesquisas que incluam a iá eis como
pe il sociodemog á ico, cond
ições clínicas das ges an es e compa ações en e modalidades de
e apia. A ampliação da p odução cien í ica o alece á a base de e idências que sus en a a
p á ica (B asil, 2023; Volpa o, 2022).
se que as e apias in eg a i as o e ecem con ibuiç
cuidado obs é ico, an o em aspec os clínicos quan o emocionais. Essas p á icas a o ecem o
p o agonismo eminino, p omo em maio humanização do pa o e e o çam a in eg alidade
do cuidado em saúde. Con udo, pa a que seu po encial se
ja plenamen e consolidado, é
necessá io supe a desa ios elacionados à o mação p o issional, es u u a ins i ucional e
esis ência cul u al. A ampliação de pesquisas cien í icas se á essencial pa a legi ima ainda
mais sua e icácia e ga an i sua inco po
ação de ini i a às polí icas públicas de saúde (B asil,
A o mação p o issional cons i ui um dos pon os cen ais pa a a expansão das PICs no
campo obs é ico. Sem capaci ação adequada, há isco de aplicação inadequada das écnicas, o
que comp ome e sua e icácia e segu ança. Nesse sen ido, a educação pe manen e das equipes
mul ip o issionais é indispensá el pa a o alece a qualidade da assis ência. Cu sos de
a ualização, o icinas p á icas e inse ção do ema nas g ades cu icula es da
saúde são es a égias p omisso as. Essa quali icação con ibui não apenas pa a a p á ica
clínica, mas ambém pa a diminui esis ências cul u ais ainda p esen es (B asil, 2023).
O o alecimen o das PICs dialoga di e amen e com os p incípios no eado es do SUS,
sob e udo a in eg alidade e a humanização da a enção. Ao con empla não apenas aspec os
icas ampliam a comp eensão do cuidado.
Nesse sen ido, deixam de se is as apenas como écnicas de supo e pa a se consolida em
como pa e de um no o pa adigma cul u al. Ao ans o ma a condução do nascimen o,
e cen ado na pessoa (B asil, 2006; B asil,
Ainda assim, é impo an e des aca que o conhecimen o cien í ico sob e as PICs em
obs e ícia ap esen a lacunas. Fal am es udos mul icên icos e pesquisas longi udinais que
n es con ex os e populações. Essa ca ência di icul a a
elabo ação de p o ocolos uni e sais e comp ome e a consolidação de sua legi imidade
se u gen e omen a pesquisas que incluam a iá eis como
ições clínicas das ges an es e compa ações en e modalidades de
e apia. A ampliação da p odução cien í ica o alece á a base de e idências que sus en a a
se que as e apias in eg a i as o e ecem con ibuiç
ões signi ica i as ao
cuidado obs é ico, an o em aspec os clínicos quan o emocionais. Essas p á icas a o ecem o
p o agonismo eminino, p omo em maio humanização do pa o e e o çam a in eg alidade
ja plenamen e consolidado, é
necessá io supe a desa ios elacionados à o mação p o issional, es u u a ins i ucional e
esis ência cul u al. A ampliação de pesquisas cien í icas se á essencial pa a legi ima ainda
ação de ini i a às polí icas públicas de saúde (B asil,
A o mação p o issional cons i ui um dos pon os cen ais pa a a expansão das PICs no
campo obs é ico. Sem capaci ação adequada, há isco de aplicação inadequada das écnicas, o
que comp ome e sua e icácia e segu ança. Nesse sen ido, a educação pe manen e das equipes
mul ip o issionais é indispensá el pa a o alece a qualidade da assis ência. Cu sos de
a ualização, o icinas p á icas e inse ção do ema nas g ades cu icula es da
g aduação em
saúde são es a égias p omisso as. Essa quali icação con ibui não apenas pa a a p á ica
clínica, mas ambém pa a diminui esis ências cul u ais ainda p esen es (B asil, 2023).
Os impac os sociais das e apias in eg a i as ambém me ecem de
às mulhe es a possibilidade de p o agoniza seu p ocesso de pa o, ais p á icas p omo em
inclusão, espei o e dignidade. A ampliação do acesso no SUS e o ça a equidade, pois
ga an e que mulhe es de di e en es classes sociais e egiões
bene ícios. Além disso, ao o alece a au onomia, con ibuem pa a a cons ução de elações
mais ho izon ais en e equipe de saúde e ges an e. Dessa o ma, as PICs se consolidam como
e amen as de cidadania e de p omoção da jus
No cená io in e nacional, obse a
inco po a am as e apias in eg a i as em suas polí icas de saúde ma e na. A O ganização
Mundial da Saúde (OMS) ambém ecomenda a adoção de
p e e ências das ges an es e alo izem p á icas não a macológicas pa a o alí io da do . Essa
expe iência in e nacional e o ça que o B asil es á alinhado a endências globais ao in es i
em polí icas de PICs. Con udo, ambém in
aplicação e in eg ação nos se iços obs é icos (Volpa o, 2022).
Ou o pon o de in e ace ele an e é a elação en e as PICs e os di ei os sexuais e
ep odu i os. Ao de ol e à mulhe o p o agonismo, essas
decidi sob e seu co po e seu pa o. Essa pe spec i a con as a com o modelo adicional,
mui as ezes ma cado po in e enções desnecessá ias e pela desconside ação das escolhas
emininas. Dessa o ma, o uso das PICs o
obs é ico e pela ga an ia de expe iências mais humanizadas (B asil, 2025).
A en e magem desempenha papel es a égico na di usão e implemen ação das e apias
in eg a i as. P o issionais de en e magem são
ges an e e acompanham-
na ao longo de odo o abalho de pa o. Assim, sua capaci ação em
PICs amplia a capacidade de o e ece cuidados humanizados e pe sonalizados. Es udos
apon am que a a uação da en e magem no uso
sa is ação ma e na e pa a a qualidade do pa o (Volpa o, 2022).
Do pon o de is a econômico, as PICs ep esen am p á icas de baixo cus o quando
compa adas a in e enções a macológicas e p ocedimen os in asi o
con ibui pa a a acionalização dos ecu sos no SUS, eduzindo gas os com medicamen os e
116
Os impac os sociais das e apias in eg a i as ambém me ecem de
às mulhe es a possibilidade de p o agoniza seu p ocesso de pa o, ais p á icas p omo em
inclusão, espei o e dignidade. A ampliação do acesso no SUS e o ça a equidade, pois
ga an e que mulhe es de di e en es classes sociais e egiões
possam usu ui dos mesmos
bene ícios. Além disso, ao o alece a au onomia, con ibuem pa a a cons ução de elações
mais ho izon ais en e equipe de saúde e ges an e. Dessa o ma, as PICs se consolidam como
e amen as de cidadania e de p omoção da jus
iça social (B asil, 2006).
No cená io in e nacional, obse a
-
se que países como Ingla e a, Canadá e Aus ália já
inco po a am as e apias in eg a i as em suas polí icas de saúde ma e na. A O ganização
Mundial da Saúde (OMS) ambém ecomenda a adoção de
abo dagens que espei em as
p e e ências das ges an es e alo izem p á icas não a macológicas pa a o alí io da do . Essa
expe iência in e nacional e o ça que o B asil es á alinhado a endências globais ao in es i
em polí icas de PICs. Con udo, ambém in
dica que há espaço pa a expandi ainda mais sua
aplicação e in eg ação nos se iços obs é icos (Volpa o, 2022).
Ou o pon o de in e ace ele an e é a elação en e as PICs e os di ei os sexuais e
ep odu i os. Ao de ol e à mulhe o p o agonismo, essas
p á icas ea i mam seu di ei o de
decidi sob e seu co po e seu pa o. Essa pe spec i a con as a com o modelo adicional,
mui as ezes ma cado po in e enções desnecessá ias e pela desconside ação das escolhas
emininas. Dessa o ma, o uso das PICs o
alece a lu a pelo espei o às mulhe es no cená io
obs é ico e pela ga an ia de expe iências mais humanizadas (B asil, 2025).
A en e magem desempenha papel es a égico na di usão e implemen ação das e apias
in eg a i as. P o issionais de en e magem são
equen emen e os p imei os a acolhe a
na ao longo de odo o abalho de pa o. Assim, sua capaci ação em
PICs amplia a capacidade de o e ece cuidados humanizados e pe sonalizados. Es udos
apon am que a a uação da en e magem no uso
dessas p á icas con ibui di e amen e pa a a
sa is ação ma e na e pa a a qualidade do pa o (Volpa o, 2022).
Do pon o de is a econômico, as PICs ep esen am p á icas de baixo cus o quando
compa adas a in e enções a macológicas e p ocedimen os in asi o
s. Sua u ilização pode
con ibui pa a a acionalização dos ecu sos no SUS, eduzindo gas os com medicamen os e
Os impac os sociais das e apias in eg a i as ambém me ecem de
s aque. Ao o e ece
às mulhe es a possibilidade de p o agoniza seu p ocesso de pa o, ais p á icas p omo em
inclusão, espei o e dignidade. A ampliação do acesso no SUS e o ça a equidade, pois
possam usu ui dos mesmos
bene ícios. Além disso, ao o alece a au onomia, con ibuem pa a a cons ução de elações
mais ho izon ais en e equipe de saúde e ges an e. Dessa o ma, as PICs se consolidam como
iça social (B asil, 2006).
se que países como Ingla e a, Canadá e Aus ália já
inco po a am as e apias in eg a i as em suas polí icas de saúde ma e na. A O ganização
abo dagens que espei em as
p e e ências das ges an es e alo izem p á icas não a macológicas pa a o alí io da do . Essa
expe iência in e nacional e o ça que o B asil es á alinhado a endências globais ao in es i
dica que há espaço pa a expandi ainda mais sua
Ou o pon o de in e ace ele an e é a elação en e as PICs e os di ei os sexuais e
p á icas ea i mam seu di ei o de
decidi sob e seu co po e seu pa o. Essa pe spec i a con as a com o modelo adicional,
mui as ezes ma cado po in e enções desnecessá ias e pela desconside ação das escolhas
alece a lu a pelo espei o às mulhe es no cená io
obs é ico e pela ga an ia de expe iências mais humanizadas (B asil, 2025).
A en e magem desempenha papel es a égico na di usão e implemen ação das e apias
equen emen e os p imei os a acolhe a
na ao longo de odo o abalho de pa o. Assim, sua capaci ação em
PICs amplia a capacidade de o e ece cuidados humanizados e pe sonalizados. Es udos
dessas p á icas con ibui di e amen e pa a a
Do pon o de is a econômico, as PICs ep esen am p á icas de baixo cus o quando
s. Sua u ilização pode
con ibui pa a a acionalização dos ecu sos no SUS, eduzindo gas os com medicamen os e
in e nações p olongadas. Essa elação cus o
ges o es de saúde que buscam soluções sus en á eis. Além d
medicalizados, con ibuem pa a diminui complicações e, consequen emen e, cus os
associados ao cuidado ma e no
Po im, ao olha pa a o u u o, islumb a
consolida como pa e es u u an e da a enção obs é ica no B asil. Pa a an o, se á essencial
o alece pesquisas, ga an i o mação p o issional e amplia polí icas públicas de incen i o.
A con inuidade dessa agenda pe mi i á que as PICs sejam econheci
complemen o, mas como pa e undamen al de um modelo de saúde in eg al, humanizado e
cen ado na mulhe . Assim, cada ges an e pode á i encia o pa o de o ma digna, espei osa
e segu a (B asil, 2025).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As
P á icas In eg a i as e Complemen a es (PICs) êm ganhado des aque no cuidado
obs é ico, p incipalmen e no p ocesso de humanização do pa o. Sua aplicação o e ece
bene ícios clínicos e emocionais, como o alí io da do , a diminuição da ansiedade e a c iaçã
de um ambien e mais acolhedo pa a a ges an e. Ao alo iza a singula idade da mulhe ,
o nam o pa o uma expe iência menos medicalizada e mais espei osa. Além de acessí eis e
de baixo cus o, o alecem o p o agonismo eminino e ampliam a con iança na c
pa i . Nesse sen ido, uncionam como ins umen os que ap oximam ciência, adição e
cuidado in eg al.
Apesa do po encial, ainda exis em ba ei as que di icul am a plena consolidação
dessas p á icas. En e os p incipais desa ios, des acam
capaci ados, a esis ência de se o es apegados ao modelo biomédico e a ca ência es u u al de
mui os se iços de saúde. Em di e sas ma e nidades, al am espaços adequados ou ecu sos
básicos pa a a implemen ação das PICs. Essas
an o cul u ais quan o o ganizacionais, exigindo mudanças no modo como a assis ência é
planejada. Assim, o na-
se necessá io in es i em o mação p o issional, p o ocolos clínicos
embasados e polí icas públicas de
117
in e nações p olongadas. Essa elação cus o
-
bene ício é um a gumen o impo an e pa a
ges o es de saúde que buscam soluções sus en á eis. Além d
isso, ao a o ece pa os menos
medicalizados, con ibuem pa a diminui complicações e, consequen emen e, cus os
associados ao cuidado ma e no
-in an il (B asil, 2023).
Po im, ao olha pa a o u u o, islumb a
-
se que as e apias in eg a i as endem a se
consolida como pa e es u u an e da a enção obs é ica no B asil. Pa a an o, se á essencial
o alece pesquisas, ga an i o mação p o issional e amplia polí icas públicas de incen i o.
A con inuidade dessa agenda pe mi i á que as PICs sejam econheci
complemen o, mas como pa e undamen al de um modelo de saúde in eg al, humanizado e
cen ado na mulhe . Assim, cada ges an e pode á i encia o pa o de o ma digna, espei osa
CONSIDERAÇÕES FINAIS
P á icas In eg a i as e Complemen a es (PICs) êm ganhado des aque no cuidado
obs é ico, p incipalmen e no p ocesso de humanização do pa o. Sua aplicação o e ece
bene ícios clínicos e emocionais, como o alí io da do , a diminuição da ansiedade e a c iaçã
de um ambien e mais acolhedo pa a a ges an e. Ao alo iza a singula idade da mulhe ,
o nam o pa o uma expe iência menos medicalizada e mais espei osa. Além de acessí eis e
de baixo cus o, o alecem o p o agonismo eminino e ampliam a con iança na c
pa i . Nesse sen ido, uncionam como ins umen os que ap oximam ciência, adição e
Apesa do po encial, ainda exis em ba ei as que di icul am a plena consolidação
dessas p á icas. En e os p incipais desa ios, des acam
-se
a escassez de p o issionais
capaci ados, a esis ência de se o es apegados ao modelo biomédico e a ca ência es u u al de
mui os se iços de saúde. Em di e sas ma e nidades, al am espaços adequados ou ecu sos
básicos pa a a implemen ação das PICs. Essas
limi ações mos am que as di iculdades são
an o cul u ais quan o o ganizacionais, exigindo mudanças no modo como a assis ência é
se necessá io in es i em o mação p o issional, p o ocolos clínicos
embasados e polí icas públicas de
maio alcance.
bene ício é um a gumen o impo an e pa a
isso, ao a o ece pa os menos
medicalizados, con ibuem pa a diminui complicações e, consequen emen e, cus os
se que as e apias in eg a i as endem a se
consolida como pa e es u u an e da a enção obs é ica no B asil. Pa a an o, se á essencial
o alece pesquisas, ga an i o mação p o issional e amplia polí icas públicas de incen i o.
A con inuidade dessa agenda pe mi i á que as PICs sejam econheci
das não apenas como
complemen o, mas como pa e undamen al de um modelo de saúde in eg al, humanizado e
cen ado na mulhe . Assim, cada ges an e pode á i encia o pa o de o ma digna, espei osa
P á icas In eg a i as e Complemen a es (PICs) êm ganhado des aque no cuidado
obs é ico, p incipalmen e no p ocesso de humanização do pa o. Sua aplicação o e ece
bene ícios clínicos e emocionais, como o alí io da do , a diminuição da ansiedade e a c iaçã
o
de um ambien e mais acolhedo pa a a ges an e. Ao alo iza a singula idade da mulhe ,
o nam o pa o uma expe iência menos medicalizada e mais espei osa. Além de acessí eis e
de baixo cus o, o alecem o p o agonismo eminino e ampliam a con iança na c
apacidade de
pa i . Nesse sen ido, uncionam como ins umen os que ap oximam ciência, adição e
Apesa do po encial, ainda exis em ba ei as que di icul am a plena consolidação
a escassez de p o issionais
capaci ados, a esis ência de se o es apegados ao modelo biomédico e a ca ência es u u al de
mui os se iços de saúde. Em di e sas ma e nidades, al am espaços adequados ou ecu sos
limi ações mos am que as di iculdades são
an o cul u ais quan o o ganizacionais, exigindo mudanças no modo como a assis ência é
se necessá io in es i em o mação p o issional, p o ocolos clínicos