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DESFECHOS NEONATAIS ASSOCIADOS A DIABETES MELLITUS PRÉ-GESTACIONAL E GESTACIONAL EM GESTANTES

Author: Editora Saúde Vital
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17521576
Source: https://zenodo.org/records/17521576/files/11.pdf
11.
DESFECHOS NEONATAIS
DIABETES MELLITUS PRÉ
NEONATAL OUTCOMES ASSOCIATED WITH PRE
GESTATIONAL DIABETES MELLITUS IN PREGNANT WOMEN
EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL.
Dou o anda do P og ama de Pós-
G aduação em En e magem da Uni e sidade Fede al de San a Ma ia
Dou o a pelo P og ama de Pós-
G aduação em En e magem da Uni e sidade Fede al
RESUMO
In odução:
A hipe glicemia ma e na é a al e ação me abólica mais p e alen e du an e a
ges ação, podendo se mani es a como diabe es melli us p é
ges acional (DMG), e ambas es ão associadas a des echos neona ais ad e sos.
A alia as com
plicações neona ais elacionadas ao DMPG e ao DMG.
ealizada
uma e isão bibliog á ica desc i i a explo a ó ia com abo dagem quali a i a,
conduzida en e agos o e se emb o de 2025, po meio de busca nas bases Medline ia PubMed
e Lilacs, ab angendo
p oduções cien í icas
il o de ex os comple os disponí eis em inglês ou po uguês. Após a
selecionados onze a
igos que a ende am aos c i é ios de inclusão. A análise oi ea
segundo a me odologia de Ba din (2011), con emplando as e apas de p é
do ma e ial e in e p e ação dos esul ados.
demons a am que o DMPG, de ido à exposição e al p olongada à hipe glicemia, es
associado a maio isco de mal o mações congêni as, pa o p ema u o, p é
mo bimo alidade pe ina al ele ada. Po ou o lado, o DMG, embo a equen emen e menos
g a e, ambém aca e a iscos signi ica i os, incluindo mac ossomia, hipoglicemia
dis ú bios espi a ó ios e aumen o da p obabilidade de obesidade e sínd ome me abólica na
in ância.
Conside ações inais:
é a o de e minan e pa a eduzi des echos ad e sos e e idencia
acompanhamen o p é-
na al igo oso e es a égias de manejo indi idualizadas. Como
limi ações, des aca-
se que a e isão conside ou apenas
ele ônicas, e a he e ogeneidade me odológica dos es udos pode es
121
DESFECHOS NEONATAIS
ASSOCIADOS A
DIABETES MELLITUS PRÉ
-
GESTACIONAL E GESTACIONAL
NEONATAL OUTCOMES ASSOCIATED WITH PRE
-
GESTATIONAL AND
GESTATIONAL DIABETES MELLITUS IN PREGNANT WOMEN
EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL.
Luísa Ce e a Salim Tes a
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade F anciscana
Gab iela Ce e a Salim Tes a
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade Ca ólica de Pel
G aduação em En e magem da Uni e sidade Fede al de San a Ma ia
–
Medicina e En e magem da Uni e sidade F anciscana
Na ália Lançano a d
G aduan
da em Medicina pela Uni e sidade F anciscana
G aciela Du a Sehnem
G aduação em En e magem da Uni e sidade Fede al
do Rio G ande do Sul
-
g aduação e pós-
g aduação em En e magem da Uni e sidade Fede al de San a Ma ia
A hipe glicemia ma e na é a al e ação me abólica mais p e alen e du an e a
ges ação, podendo se mani es a como diabe es melli us p é
-
ges acional (DMPG) ou
ges acional (DMG), e ambas es ão associadas a des echos neona ais ad e sos.
plicações neona ais elacionadas ao DMPG e ao DMG.
uma e isão bibliog á ica desc i i a explo a ó ia com abo dagem quali a i a,
conduzida en e agos o e se emb o de 2025, po meio de busca nas bases Medline ia PubMed
p oduções cien í icas
publicada
s nos úl imos dez anos, aplicando
il o de ex os comple os disponí eis em inglês ou po uguês. Após a
busca p elimina
igos que a ende am aos c i é ios de inclusão. A análise oi ea
segundo a me odologia de Ba din (2011), con emplando as e apas de p é
do ma e ial e in e p e ação dos esul ados.
Resul ados e discussão:
demons a am que o DMPG, de ido à exposição e al p olongada à hipe glicemia, es
associado a maio isco de mal o mações congêni as, pa o p ema u o, p é
mo bimo alidade pe ina al ele ada. Po ou o lado, o DMG, embo a equen emen e menos
g a e, ambém aca e a iscos signi ica i os, incluindo mac ossomia, hipoglicemia
dis ú bios espi a ó ios e aumen o da p obabilidade de obesidade e sínd ome me abólica na
Conside ações inais:
Esses esul ados e o çam que o con ole glicêmico ma e no
é a o de e minan e pa a eduzi des echos ad e sos e e idencia
na al igo oso e es a égias de manejo indi idualizadas. Como
se que a e isão conside ou apenas
a
li e a u a disponí el em bases
ele ônicas, e a he e ogeneidade me odológica dos es udos pode es
ingi a gene alização dos
ASSOCIADOS A
GESTACIONAL E GESTACIONAL
EM GESTANTES
GESTATIONAL AND
GESTATIONAL DIABETES MELLITUS IN PREGNANT WOMEN
EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL.
Luísa Ce e a Salim Tes a
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade F anciscana
– UFN
Gab iela Ce e a Salim Tes a
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade Ca ólica de Pel
o as - UCPEL
Janine Vasconcelos
UFSM e docen e dos cu sos de
Medicina e En e magem da Uni e sidade F anciscana
– UFN
Na ália Lançano a d
a Sil ei a Zanini
da em Medicina pela Uni e sidade F anciscana
- UFN
G aciela Du a Sehnem
-
UFRGS e docen e do cu so de
g aduação em En e magem da Uni e sidade Fede al de San a Ma ia
-UFSM
A hipe glicemia ma e na é a al e ação me abólica mais p e alen e du an e a
ges acional (DMPG) ou
ges acional (DMG), e ambas es ão associadas a des echos neona ais ad e sos.
Obje i o:
plicações neona ais elacionadas ao DMPG e ao DMG.
Me odologia: Foi
uma e isão bibliog á ica desc i i a explo a ó ia com abo dagem quali a i a,
conduzida en e agos o e se emb o de 2025, po meio de busca nas bases Medline ia PubMed
s nos úl imos dez anos, aplicando
-se
busca p elimina
, o am
igos que a ende am aos c i é ios de inclusão. A análise oi ea
lizada
segundo a me odologia de Ba din (2011), con emplando as e apas de p é
-análise, explo ação
Resul ados e discussão:
Os achados
demons a am que o DMPG, de ido à exposição e al p olongada à hipe glicemia, es
á
associado a maio isco de mal o mações congêni as, pa o p ema u o, p é
-eclâmpsia e
mo bimo alidade pe ina al ele ada. Po ou o lado, o DMG, embo a equen emen e menos
g a e, ambém aca e a iscos signi ica i os, incluindo mac ossomia, hipoglicemia
neona al,
dis ú bios espi a ó ios e aumen o da p obabilidade de obesidade e sínd ome me abólica na
Esses esul ados e o çam que o con ole glicêmico ma e no
é a o de e minan e pa a eduzi des echos ad e sos e e idencia
m a necessidade de
na al igo oso e es a égias de manejo indi idualizadas. Como
li e a u a disponí el em bases
ingi a gene alização dos
achados. Assim, u u as pesquisas são essenciais pa a ap imo a p o ocolos de as eio,
manejo clínico e es a égias p e en i as, a im de minimiza iscos neona ais e p omo e
melho es des echos pa a mães e ecém
Pala as-Cha e:
diabe es ges acional; doenças do ecém
nascido.
ABSTRACT
In oduc ion:
Ma e nal hype glycemia is he mos p e alen me abolic al e a ion du ing
p egnancy, mani es ing as p eges a ional diabe es melli us (PGDM) o ges a ional diabe es
melli us (GDM), bo h associa ed wi h ad e se neona al ou comes.
neona
al complica ions ela ed o PGDM and GDM.
li e a u e e iew wi h a quali a i e app oach was conduc ed be ween Augus and Sep embe
2025, h ough sea ches in he Medline ia PubMed and Lilacs da abases, including scie
publica ions om he las en yea s, applying il e s o ull
o Po uguese. A e he p elimina y sea ch, ele en a icles me he inclusion c i e ia. Da a
analysis was ca ied ou ollowing Ba din’s (2011) me ho
ma e ial explo a ion, and in e p e a ion o esul s.
ha PGDM, due o p olonged e al exposu e o hype glycemia, is associa ed wi h highe isks
o congeni al mal o ma ions, p e e m
and mo ali y. On he o he hand, GDM, al hough o en less se e e, also ca ies signi ican
isks, including mac osomia, neona al hypoglycemia, espi a o y diso de s, and a highe
p obabili y o obesi
y and me abolic synd ome in childhood.
esul s ein o ce ha ma e nal glycemic con ol is a key de e minan in educing ad e se
ou comes and highligh he need o igo ous p ena al ollow
managemen s a
egies. As limi a ions, he e iew included only li e a u e a ailable in
elec onic da abases, and he me hodological he e ogenei y o he s udies may es ic
gene alizabili y o he indings. The e o e, u he esea ch is essen ial o imp o e sc eening
p
o ocols, clinical managemen , and p e en i e s a egies o minimize neona al isks and
p omo e be e ou comes o mo he s and newbo ns.
Keywo ds:
ges a ional diabe es; newbo n diseases; p egnancy; childbi h; newbo n.
INTRODUÇÃO
A hipe glicemia ma e na
du an e a ges ação, ep esen ando um p oblema de saúde pública global. De aco do com a
In e na ional Diabe es Fede a ion (2025), a p e alência mundial de diabe es ges acional
(DMG) a ia en e 5% e 18% d
a o es gené icos, es ilo de ida e acesso a se iços de saúde. No B asil, es ima i as ecen es
122
achados. Assim, u u as pesquisas são essenciais pa a ap imo a p o ocolos de as eio,
manejo clínico e es a égias p e en i as, a im de minimiza iscos neona ais e p omo e
melho es des echos pa a mães e ecém
-nascidos
diabe es ges acional; doenças do ecém
-
nascido; g a idez; pa o; ecém
Ma e nal hype glycemia is he mos p e alen me abolic al e a ion du ing
p egnancy, mani es ing as p eges a ional diabe es melli us (PGDM) o ges a ional diabe es
melli us (GDM), bo h associa ed wi h ad e se neona al ou comes.
Objec i e:
al complica ions ela ed o PGDM and GDM.
Me hodology:
A desc ip i e explo a o y
li e a u e e iew wi h a quali a i e app oach was conduc ed be ween Augus and Sep embe
2025, h ough sea ches in he Medline ia PubMed and Lilacs da abases, including scie
publica ions om he las en yea s, applying il e s o ull
-
ex a icles a ailable in English
o Po uguese. A e he p elimina y sea ch, ele en a icles me he inclusion c i e ia. Da a
analysis was ca ied ou ollowing Ba din’s (2011) me ho
dology, comp ising p e
ma e ial explo a ion, and in e p e a ion o esul s.
Resul s and discussion:
ha PGDM, due o p olonged e al exposu e o hype glycemia, is associa ed wi h highe isks
o congeni al mal o ma ions, p e e m
bi h, p eeclampsia, and inc eased pe ina al mo bidi y
and mo ali y. On he o he hand, GDM, al hough o en less se e e, also ca ies signi ican
isks, including mac osomia, neona al hypoglycemia, espi a o y diso de s, and a highe
y and me abolic synd ome in childhood.
Final conside a ions:
esul s ein o ce ha ma e nal glycemic con ol is a key de e minan in educing ad e se
ou comes and highligh he need o igo ous p ena al ollow
-
up and indi idualized
egies. As limi a ions, he e iew included only li e a u e a ailable in
elec onic da abases, and he me hodological he e ogenei y o he s udies may es ic
gene alizabili y o he indings. The e o e, u he esea ch is essen ial o imp o e sc eening
o ocols, clinical managemen , and p e en i e s a egies o minimize neona al isks and
p omo e be e ou comes o mo he s and newbo ns.
ges a ional diabe es; newbo n diseases; p egnancy; childbi h; newbo n.
A hipe glicemia ma e na
é econhecida como a al e ação me abólica mais comum
du an e a ges ação, ep esen ando um p oblema de saúde pública global. De aco do com a
In e na ional Diabe es Fede a ion (2025), a p e alência mundial de diabe es ges acional
(DMG) a ia en e 5% e 18% d
as ges ações, com di e enças ma can es en e egiões de ido a
a o es gené icos, es ilo de ida e acesso a se iços de saúde. No B asil, es ima i as ecen es
achados. Assim, u u as pesquisas são essenciais pa a ap imo a p o ocolos de as eio,
manejo clínico e es a égias p e en i as, a im de minimiza iscos neona ais e p omo e
nascido; g a idez; pa o; ecém
-
Ma e nal hype glycemia is he mos p e alen me abolic al e a ion du ing
p egnancy, mani es ing as p eges a ional diabe es melli us (PGDM) o ges a ional diabe es
Objec i e:
To e alua e
A desc ip i e explo a o y
li e a u e e iew wi h a quali a i e app oach was conduc ed be ween Augus and Sep embe
2025, h ough sea ches in he Medline ia PubMed and Lilacs da abases, including scie
n i ic
ex a icles a ailable in English
o Po uguese. A e he p elimina y sea ch, ele en a icles me he inclusion c i e ia. Da a
dology, comp ising p e
-analysis,
Resul s and discussion:
Findings showed
ha PGDM, due o p olonged e al exposu e o hype glycemia, is associa ed wi h highe isks
bi h, p eeclampsia, and inc eased pe ina al mo bidi y
and mo ali y. On he o he hand, GDM, al hough o en less se e e, also ca ies signi ican
isks, including mac osomia, neona al hypoglycemia, espi a o y diso de s, and a highe
Final conside a ions:
These
esul s ein o ce ha ma e nal glycemic con ol is a key de e minan in educing ad e se
up and indi idualized
egies. As limi a ions, he e iew included only li e a u e a ailable in
elec onic da abases, and he me hodological he e ogenei y o he s udies may es ic
gene alizabili y o he indings. The e o e, u he esea ch is essen ial o imp o e sc eening
o ocols, clinical managemen , and p e en i e s a egies o minimize neona al isks and
ges a ional diabe es; newbo n diseases; p egnancy; childbi h; newbo n.
é econhecida como a al e ação me abólica mais comum
du an e a ges ação, ep esen ando um p oblema de saúde pública global. De aco do com a
In e na ional Diabe es Fede a ion (2025), a p e alência mundial de diabe es ges acional
as ges ações, com di e enças ma can es en e egiões de ido a
a o es gené icos, es ilo de ida e acesso a se iços de saúde. No B asil, es ima i as ecen es
apon am que ap oximadamen e 7% a 10% das ges an es ap esen am DMG, enquan o o
diabe es p é-ges aci
onal (DMPG) a e a ce ca de 1% a 3% das mulhe es em idade ep odu i a,
com maio incidência em egiões u banas e em mulhe es com obesidade ou idade ma e na
a ançada.
A hipe glicemia de e se a aliada desde a p imei a consul a de p é
uma o
po unidade de as eio de diabe es melli us da mulhe na ase adul a. A 9° Fede ação
In e nacional de Diabe es (2019) conside a que o es ado hipe glicêmico de ec ado pela
p imei a ez na ges ação de e se classi icado em uma das duas ca ego ias: diabe es
p é-
ges acional (DMPG) ou diabe es melli us ges acional (DMG) de aco do com os alo es
dos exames, como obse a
-
Tabela 01:
C i é io diagnós ico de hipe glicemia na ges ação
Diagnós ico
Diabe es Melli us P é
Diabe es Melli us Ges acional
Fon e:
Au o ia p óp ia, 2025.
O diabe es melli us ges acional es á associado a consequ
de ido ao aumen o das complicações e ais.
neona ais e sua in ensidade es ão elacionados com o momen o de início e a manu enção da
in ole ância à glicose du an e a ges ação e ao con ole glicêmico ma e no.
Nessa pe spec i a, a hipe glicemia ma e na
p e alência global, ep esen a uma ameaça signi ica i a an o pa a a saúde da ges an e quan o
pa a os des echos neona ais. A exposição do e o a esses es ados me abólicos al e ados pode
le a a uma sé ie de complicações g
imedia amen e ou se es ende po oda a ida. Segundo um es udo de coo e publicado po
Plagemann e al
. (2018), a hipe glicemia no ambien e in au e ino pode a e a o
neu odesen ol imen o do e o, aumen ando o is
compo amen ais na in ância. A pesquisa suge e que o descon ole glicêmico ma e no pode
123
apon am que ap oximadamen e 7% a 10% das ges an es ap esen am DMG, enquan o o
onal (DMPG) a e a ce ca de 1% a 3% das mulhe es em idade ep odu i a,
com maio incidência em egiões u banas e em mulhe es com obesidade ou idade ma e na
A hipe glicemia de e se a aliada desde a p imei a consul a de p é
po unidade de as eio de diabe es melli us da mulhe na ase adul a. A 9° Fede ação
In e nacional de Diabe es (2019) conside a que o es ado hipe glicêmico de ec ado pela
p imei a ez na ges ação de e se classi icado em uma das duas ca ego ias: diabe es
ges acional (DMPG) ou diabe es melli us ges acional (DMG) de aco do com os alo es
-
se a segui , na Tabela 01:
C i é io diagnós ico de hipe glicemia na ges ação
.
Diagnós ico
Glicemia de Jejum
Diabe es Melli us P é
-Ges acional
≥126 mg/dL
Diabe es Melli us Ges acional
92-
125 mg/dL
Au o ia p óp ia, 2025.
O diabe es melli us ges acional es á associado a consequ
ências de cu o e longo p azo
de ido ao aumen o das complicações e ais.
De aco do com Riskin
e al.
neona ais e sua in ensidade es ão elacionados com o momen o de início e a manu enção da
in ole ância à glicose du an e a ges ação e ao con ole glicêmico ma e no.
Nessa pe spec i a, a hipe glicemia ma e na
, um cená io clínico de c escen e
p e alência global, ep esen a uma ameaça signi ica i a an o pa a a saúde da ges an e quan o
pa a os des echos neona ais. A exposição do e o a esses es ados me abólicos al e ados pode
le a a uma sé ie de complicações g
a es, com e ei os que podem se mani es a
imedia amen e ou se es ende po oda a ida. Segundo um es udo de coo e publicado po
. (2018), a hipe glicemia no ambien e in au e ino pode a e a o
neu odesen ol imen o do e o, aumen ando o is
co de de iciências cogni i as e
compo amen ais na in ância. A pesquisa suge e que o descon ole glicêmico ma e no pode
apon am que ap oximadamen e 7% a 10% das ges an es ap esen am DMG, enquan o o
onal (DMPG) a e a ce ca de 1% a 3% das mulhe es em idade ep odu i a,
com maio incidência em egiões u banas e em mulhe es com obesidade ou idade ma e na
A hipe glicemia de e se a aliada desde a p imei a consul a de p é
-na al, is o que é
po unidade de as eio de diabe es melli us da mulhe na ase adul a. A 9° Fede ação
In e nacional de Diabe es (2019) conside a que o es ado hipe glicêmico de ec ado pela
p imei a ez na ges ação de e se classi icado em uma das duas ca ego ias: diabe es
melli us
ges acional (DMPG) ou diabe es melli us ges acional (DMG) de aco do com os alo es
Glicemia de Jejum
≥126 mg/dL
125 mg/dL
ências de cu o e longo p azo
e al.
(2020), os des echos
neona ais e sua in ensidade es ão elacionados com o momen o de início e a manu enção da
in ole ância à glicose du an e a ges ação e ao con ole glicêmico ma e no.
, um cená io clínico de c escen e
p e alência global, ep esen a uma ameaça signi ica i a an o pa a a saúde da ges an e quan o
pa a os des echos neona ais. A exposição do e o a esses es ados me abólicos al e ados pode
a es, com e ei os que podem se mani es a
imedia amen e ou se es ende po oda a ida. Segundo um es udo de coo e publicado po
. (2018), a hipe glicemia no ambien e in au e ino pode a e a o
co de de iciências cogni i as e
compo amen ais na in ância. A pesquisa suge e que o descon ole glicêmico ma e no pode
causa al e ações es u u ais e uncionais no cé eb o e al, impac ando a o mação de
neu ônios e a sinalização ho monal.
Co obo ando e
sses achados em um cená io clínico mais especí ico, Ba a bee
(2020) demons a am em um es udo de coo e e ospec i a que neona os de mães com
diagnós ico de diabe es melli us p é
mo bimo alidade elacionad
diabe es melli us ges acional. Toda ia, esse mesmo es udo (Ba a bee
que os bebês nascidos de mães com diabe es melli us ges acional que não eque em insulina,
o isco de complicaç
ões neona ais é signi ica i amen e aumen ado quando analisado com a
população em ge al que não ap esen a essa doença.
Dian e desse con ex o, o
des echos neona ais
ocasionados pelo diabe es m
ges an es.
METODOLOGIA
O p esen e es udo a a
desc i i a explo a ó ia com abo dagem quali a i a
undamen almen e, de análise
imp essos e/ou ele ônicos na in e p e ação e análise c í ica pessoal do
na a i as podem con ibui no deba e de de e minadas emá icas, le an ando ques ões e
colabo ando na ob
enção e a ualização do conhecimen o em cu o espaço de empo (R
2007).
A cole a de dados oi ealizada no pe íodo de agos o a se emb o de 2025, nas bases
de dados Medline ia Pubmed e Lilacs de aco do com o ema, a pa i da o mulação da
seguin e q
ues ão no eado a: “Quais são os des echos neona ais ocasionados pelo diabe es
melli us p é-
ges acional e ges acional em
cha e:“
ges a ional diabe es” e “newbo n diseases
e com e
co e empo al dos úl imos
124
causa al e ações es u u ais e uncionais no cé eb o e al, impac ando a o mação de
neu ônios e a sinalização ho monal.
sses achados em um cená io clínico mais especí ico, Ba a bee
(2020) demons a am em um es udo de coo e e ospec i a que neona os de mães com
diagnós ico de diabe es melli us p é
-
ges acional ap esen am um isco maio de
mo bimo alidade elacionad
a ao diabe es quando compa ados com bebês de mães com
diabe es melli us ges acional. Toda ia, esse mesmo es udo (Ba a bee
que os bebês nascidos de mães com diabe es melli us ges acional que não eque em insulina,
ões neona ais é signi ica i amen e aumen ado quando analisado com a
população em ge al que não ap esen a essa doença.
Dian e desse con ex o, o
es udo em po obje i o
iden i ica na li e a u a cien í ica os
ocasionados pelo diabe es m
elli us p é-
ges acional e ges acional
O p esen e es udo a a
-se de uma Re isão Na a i a de L
i e a u a
desc i i a explo a ó ia com abo dagem quali a i a
.
A e isão na a i a
undamen almen e, de análise
da li e a u a publicada em li os, a igos de pe iódicos
imp essos e/ou ele ônicos na in e p e ação e análise c í ica pessoal do
na a i as podem con ibui no deba e de de e minadas emá icas, le an ando ques ões e
enção e a ualização do conhecimen o em cu o espaço de empo (R
A cole a de dados oi ealizada no pe íodo de agos o a se emb o de 2025, nas bases
de dados Medline ia Pubmed e Lilacs de aco do com o ema, a pa i da o mulação da
ues ão no eado a: “Quais são os des echos neona ais ocasionados pelo diabe es
ges acional e ges acional em
ges an es?”, com
as
ges a ional diabe es” e “newbo n diseases
”, sepa ados pelo ope ado booleano AND
co e empo al dos úl imos
dez anos, isando
po uma maio ab angência de es udos.
causa al e ações es u u ais e uncionais no cé eb o e al, impac ando a o mação de
sses achados em um cená io clínico mais especí ico, Ba a bee
e al.
(2020) demons a am em um es udo de coo e e ospec i a que neona os de mães com
ges acional ap esen am um isco maio de
a ao diabe es quando compa ados com bebês de mães com
diabe es melli us ges acional. Toda ia, esse mesmo es udo (Ba a bee
e al., 2020) conclui
que os bebês nascidos de mães com diabe es melli us ges acional que não eque em insulina,
ões neona ais é signi ica i amen e aumen ado quando analisado com a
iden i ica na li e a u a cien í ica os
ges acional e ges acional
em
i e a u a
(RNL) do ipo
A e isão na a i a
cons i ui,
da li e a u a publicada em li os, a igos de pe iódicos
imp essos e/ou ele ônicos na in e p e ação e análise c í ica pessoal do
s au o es. As e isões
na a i as podem con ibui no deba e de de e minadas emá icas, le an ando ques ões e
enção e a ualização do conhecimen o em cu o espaço de empo (R
o he ,
A cole a de dados oi ealizada no pe íodo de agos o a se emb o de 2025, nas bases
de dados Medline ia Pubmed e Lilacs de aco do com o ema, a pa i da o mulação da
ues ão no eado a: “Quais são os des echos neona ais ocasionados pelo diabe es
as
seguin es pala as-
”, sepa ados pelo ope ado booleano AND
po uma maio ab angência de es udos.
U ilizou-se
como c i é ios de inclusão
po uguês
, g a ui os e comple os
eses, capí ulos de li os, anais de cong essos ou con e ências e ela ó ios écnicos
Após uma busca p elimina o am encon adas quinze p oduções nas bases de dados,
odos os esumos dos a igos selecionados o am lidos na ín eg a e o am excluídos
que não sa is aziam os c i é ios de inclusão e e idos ou que a a am de obje i os não
elacionados ao es udo. Assim, somen e onze a igos con empla am a p esen e p opos a pa a
essa e isão na a i a,
con emplando ambém a
seguindo as e apas de p é-
análise, explo ação do ma e ial e in e p e ação dos esul ados. Po
se a a de uma pesquisa bibliog á ica na a i a baseada em publicações exis en es já
disponí eis em meios ele ônicos, não se az necessá ia a
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise dos dados da li e a u a e ela di e enças signi ica i as nos des echos
neona ais e a longo p azo, dependendo do ipo de hipe glicemia ma e na. Enquan o o diabe es
melli us p é-ges acional
(DMPG) es á associado a iscos mais se e os e p ecoces de ido à
exposição e al p olongada à hipe glicemia, o diabe es melli us ges acional (DMG), apesa de
equen emen e e um manejo mais simpli icado, ambém impõe iscos subs anciais que
exigem a enção
igo osa. A segui , se ão de alhados os mecanismos e as consequências de
cada condição, demons ando a ele ância do con ole glicêmico na edução de iscos du an e
o pe íodo pe ina al.
O diabe es melli us p é
p olongada à hipe glicemia, impõe um isco subs ancialmen e maio ao desen ol imen o
e al. Con o me apon ado po Cyganek
p imei as semanas da ges ação es á in imamen e ligada ao aumen o de mal
congêni as, p é-
eclâmpsia e pa os p ema u os. Den e as ano malidades congêni as,
Mi anchez e al
. (2015) des aca a exis ência de uma p e alência maio em ecém
ges an es diabé icas em uso de insulino e apia, sendo que 2/3 das anomali
elacionados ao sis ema ca dio ascula e sis ema ne oso cen al do neona o.
Além disso, a hipe glicemia c ônica ma e na comp ome e a o ganogênese e o
desen ol imen o e al, esul ando em uma mo bimo alidade pe ina al signi ica i amen e
125
como c i é ios de inclusão
:
a igos o iginais publicados em inglês e
, g a ui os e comple os
e como c i é ios de exclusão:
eses, disse ações, capí ul
eses, capí ulos de li os, anais de cong essos ou con e ências e ela ó ios écnicos
Após uma busca p elimina o am encon adas quinze p oduções nas bases de dados,
odos os esumos dos a igos selecionados o am lidos na ín eg a e o am excluídos
que não sa is aziam os c i é ios de inclusão e e idos ou que a a am de obje i os não
elacionados ao es udo. Assim, somen e onze a igos con empla am a p esen e p opos a pa a
con emplando ambém a
análise de con eúdo
análise, explo ação do ma e ial e in e p e ação dos esul ados. Po
se a a de uma pesquisa bibliog á ica na a i a baseada em publicações exis en es já
disponí eis em meios ele ônicos, não se az necessá ia a
ap o ação do Comi ê de É ica.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise dos dados da li e a u a e ela di e enças signi ica i as nos des echos
neona ais e a longo p azo, dependendo do ipo de hipe glicemia ma e na. Enquan o o diabe es
(DMPG) es á associado a iscos mais se e os e p ecoces de ido à
exposição e al p olongada à hipe glicemia, o diabe es melli us ges acional (DMG), apesa de
equen emen e e um manejo mais simpli icado, ambém impõe iscos subs anciais que
igo osa. A segui , se ão de alhados os mecanismos e as consequências de
cada condição, demons ando a ele ância do con ole glicêmico na edução de iscos du an e
O diabe es melli us p é
-
ges acional (DMPG), po sua na u eza de expos
p olongada à hipe glicemia, impõe um isco subs ancialmen e maio ao desen ol imen o
e al. Con o me apon ado po Cyganek
e al
. (2022), a al a de con ole glicêmico an es e nas
p imei as semanas da ges ação es á in imamen e ligada ao aumen o de mal
eclâmpsia e pa os p ema u os. Den e as ano malidades congêni as,
. (2015) des aca a exis ência de uma p e alência maio em ecém
ges an es diabé icas em uso de insulino e apia, sendo que 2/3 das anomali
elacionados ao sis ema ca dio ascula e sis ema ne oso cen al do neona o.
Além disso, a hipe glicemia c ônica ma e na comp ome e a o ganogênese e o
desen ol imen o e al, esul ando em uma mo bimo alidade pe ina al signi ica i amen e
a igos o iginais publicados em inglês e
eses, disse ações, capí ul
os de
eses, capí ulos de li os, anais de cong essos ou con e ências e ela ó ios écnicos
.
Após uma busca p elimina o am encon adas quinze p oduções nas bases de dados,
odos os esumos dos a igos selecionados o am lidos na ín eg a e o am excluídos
os a igos
que não sa is aziam os c i é ios de inclusão e e idos ou que a a am de obje i os não
elacionados ao es udo. Assim, somen e onze a igos con empla am a p esen e p opos a pa a
análise de con eúdo
de Ba din (2011),
análise, explo ação do ma e ial e in e p e ação dos esul ados. Po
se a a de uma pesquisa bibliog á ica na a i a baseada em publicações exis en es já
ap o ação do Comi ê de É ica.
A análise dos dados da li e a u a e ela di e enças signi ica i as nos des echos
neona ais e a longo p azo, dependendo do ipo de hipe glicemia ma e na. Enquan o o diabe es
(DMPG) es á associado a iscos mais se e os e p ecoces de ido à
exposição e al p olongada à hipe glicemia, o diabe es melli us ges acional (DMG), apesa de
equen emen e e um manejo mais simpli icado, ambém impõe iscos subs anciais que
igo osa. A segui , se ão de alhados os mecanismos e as consequências de
cada condição, demons ando a ele ância do con ole glicêmico na edução de iscos du an e
ges acional (DMPG), po sua na u eza de expos
ição
p olongada à hipe glicemia, impõe um isco subs ancialmen e maio ao desen ol imen o
. (2022), a al a de con ole glicêmico an es e nas
p imei as semanas da ges ação es á in imamen e ligada ao aumen o de mal
o mações
eclâmpsia e pa os p ema u os. Den e as ano malidades congêni as,
. (2015) des aca a exis ência de uma p e alência maio em ecém
-nascidos de
ges an es diabé icas em uso de insulino e apia, sendo que 2/3 das anomali
as es ão
elacionados ao sis ema ca dio ascula e sis ema ne oso cen al do neona o.
Além disso, a hipe glicemia c ônica ma e na comp ome e a o ganogênese e o
desen ol imen o e al, esul ando em uma mo bimo alidade pe ina al signi ica i amen e

ele ada.
Desse modo, e idencia
de me ade das causas dos óbi os neona ais e esses des echos são causados po mecanismos
como o es esse oxida i o, a in lamação e a al e ação gené ica, que são consequências d
desequilíb io me abólico ma e no. (Ba a bee
En e an o, o diabe es melli us ges acional (DMG), embo a mui as ezes conside ado
menos g a e que o DMPG, ambém aca e a iscos subs anciais pa a o neona o, o que e o ça
a necessidade de um a
companhamen o p é
mac ossomia e al, a hipoglicemia neona al e os dis ú bios espi a ó ios são comuns em
ecém-
nascidos de mães com DMG. O p incipal mecanismo po ás desses des echos é a
hipe insulinemia
e al, uma espos a do pânc eas do e o ao excesso de glicose ma e na. Esse
excesso de insulina, a uando como um po en e a o de c escimen o, causa a mac ossomia e,
consequen emen e, ele a o isco de dis ocia de omb o e aumas du an e o pa o. Além diss
a hipe insulinemia pode inibi a p odução de su ac an e nos pulmões, aumen ando a
incidência da Sínd ome do Descon o o Respi a ó io (SDR).
A mac ossomia e al ou neona o g ande pa a a idade ges acional (GIG) é uma das
complicações mais comuns em ges a
po cen agem de bebês GIG de mães diabé icas é de a é 45%, sendo bebês que desde o
nascimen o possuem um índice ponde al aumen ado, acúmulo adiposo excessi o nas egiões
abdominal e escapula e, dessa o ma
hipe bili ubinemia, hipoglicemia e acidose me abólica
De aco do com Mi anchez
nesses neona os são a hipoglicemia, hipocalcemia e hipomagnesemia
hipoglicemia é a mais espe ada, is o que oco e em ap oximadamen e 50% dos ecém
nascidos de mães com DMPG e DMG. Essa condição é causada pela hipe insulinemia
pe sis en e no ecém-
nascido após a in e upção do sup imen o in au e ino de
mãe, dessa o ma é imp escindí el um con ole igo oso pós
necessidade de uso de glicose po ia en e al ou pa en
Ademais, a hipocalcemia ap esen a meno incidência nos neona os de mães com
DMPG e DMG logo, não é
do neona o es ão mui o baixos podem oco e des echos g a es como le a gia, apneia,
aquipneia ou con ulsões, e nos ecém
(Yu e al.
, 2021). Enquan o a hipomagnesemia es á elacionada com a hipomagnesemia
126
Desse modo, e idencia
-
se que as mal o mações congêni as es ão associadas a ce ca
de me ade das causas dos óbi os neona ais e esses des echos são causados po mecanismos
como o es esse oxida i o, a in lamação e a al e ação gené ica, que são consequências d
desequilíb io me abólico ma e no. (Ba a bee
e al., 2020).
En e an o, o diabe es melli us ges acional (DMG), embo a mui as ezes conside ado
menos g a e que o DMPG, ambém aca e a iscos subs anciais pa a o neona o, o que e o ça
companhamen o p é
-na al igo oso. Rocha e al
. (2024) des acam que a
mac ossomia e al, a hipoglicemia neona al e os dis ú bios espi a ó ios são comuns em
nascidos de mães com DMG. O p incipal mecanismo po ás desses des echos é a
e al, uma espos a do pânc eas do e o ao excesso de glicose ma e na. Esse
excesso de insulina, a uando como um po en e a o de c escimen o, causa a mac ossomia e,
consequen emen e, ele a o isco de dis ocia de omb o e aumas du an e o pa o. Além diss
a hipe insulinemia pode inibi a p odução de su ac an e nos pulmões, aumen ando a
incidência da Sínd ome do Descon o o Respi a ó io (SDR).
A mac ossomia e al ou neona o g ande pa a a idade ges acional (GIG) é uma das
complicações mais comuns em ges a
ções diabé icas. Con o me Rickman
po cen agem de bebês GIG de mães diabé icas é de a é 45%, sendo bebês que desde o
nascimen o possuem um índice ponde al aumen ado, acúmulo adiposo excessi o nas egiões
abdominal e escapula e, dessa o ma
, ap esen am maio isco de desen ol e quad os de
hipe bili ubinemia, hipoglicemia e acidose me abólica
.
De aco do com Mi anchez
e al
. (2015), as complicações me abólicas mais p e alen es
nesses neona os são a hipoglicemia, hipocalcemia e hipomagnesemia
hipoglicemia é a mais espe ada, is o que oco e em ap oximadamen e 50% dos ecém
nascidos de mães com DMPG e DMG. Essa condição é causada pela hipe insulinemia
nascido após a in e upção do sup imen o in au e ino de
mãe, dessa o ma é imp escindí el um con ole igo oso pós
-
pa o pa a a aliação da
necessidade de uso de glicose po ia en e al ou pa en
e al.
Ademais, a hipocalcemia ap esen a meno incidência nos neona os de mães com
DMPG e DMG logo, não é
ei a a iagem de cálcio de o ina, mas quando os ní eis sé icos
do neona o es ão mui o baixos podem oco e des echos g a es como le a gia, apneia,
aquipneia ou con ulsões, e nos ecém
-
nascidos p ema u os, as ixia e di iculdade espi a ó ia.
, 2021). Enquan o a hipomagnesemia es á elacionada com a hipomagnesemia
se que as mal o mações congêni as es ão associadas a ce ca
de me ade das causas dos óbi os neona ais e esses des echos são causados po mecanismos
como o es esse oxida i o, a in lamação e a al e ação gené ica, que são consequências d
o
En e an o, o diabe es melli us ges acional (DMG), embo a mui as ezes conside ado
menos g a e que o DMPG, ambém aca e a iscos subs anciais pa a o neona o, o que e o ça
. (2024) des acam que a
mac ossomia e al, a hipoglicemia neona al e os dis ú bios espi a ó ios são comuns em
nascidos de mães com DMG. O p incipal mecanismo po ás desses des echos é a
e al, uma espos a do pânc eas do e o ao excesso de glicose ma e na. Esse
excesso de insulina, a uando como um po en e a o de c escimen o, causa a mac ossomia e,
consequen emen e, ele a o isco de dis ocia de omb o e aumas du an e o pa o. Além diss
o,
a hipe insulinemia pode inibi a p odução de su ac an e nos pulmões, aumen ando a
A mac ossomia e al ou neona o g ande pa a a idade ges acional (GIG) é uma das
ções diabé icas. Con o me Rickman
e al. (2025), a
po cen agem de bebês GIG de mães diabé icas é de a é 45%, sendo bebês que desde o
nascimen o possuem um índice ponde al aumen ado, acúmulo adiposo excessi o nas egiões
, ap esen am maio isco de desen ol e quad os de
. (2015), as complicações me abólicas mais p e alen es
nesses neona os são a hipoglicemia, hipocalcemia e hipomagnesemia
. Den e essas, a
hipoglicemia é a mais espe ada, is o que oco e em ap oximadamen e 50% dos ecém
-
nascidos de mães com DMPG e DMG. Essa condição é causada pela hipe insulinemia
nascido após a in e upção do sup imen o in au e ino de
glicose pela
pa o pa a a aliação da
Ademais, a hipocalcemia ap esen a meno incidência nos neona os de mães com
ei a a iagem de cálcio de o ina, mas quando os ní eis sé icos
do neona o es ão mui o baixos podem oco e des echos g a es como le a gia, apneia,
nascidos p ema u os, as ixia e di iculdade espi a ó ia.
, 2021). Enquan o a hipomagnesemia es á elacionada com a hipomagnesemia
ma e na de ido ao aumen o da pe da de magnésio pela ia u iná ia da mãe com diabe es. Essa
condição ge almen e não necessi a de in e enção e apêu ica, is o que é assin omá ica e
au
olimi ada, po ém, pode cu sa com edução da sec eção do ho mônio da pa a i eoide
(PTH). (Vianna e al.
, 2023)
Sendo assim, a pa i dos a igos e isados, emos que os p incipais des echos
neona ais do DMPG e DMG
Tabela 02:
F equência de des echos neona ais de DMPG e DMG
Doença
Mo alidade pe ina al
P ema u idade
As ixia pe ina al
Ano malidades congêni as
Mac ossomia
Res ição de c escimen o
Hipoglicemia
Hipocalcemia
Polici emia
Hipe bili ubinemia
127
ma e na de ido ao aumen o da pe da de magnésio pela ia u iná ia da mãe com diabe es. Essa
condição ge almen e não necessi a de in e enção e apêu ica, is o que é assin omá ica e
olimi ada, po ém, pode cu sa com edução da sec eção do ho mônio da pa a i eoide
, 2023)
Sendo assim, a pa i dos a igos e isados, emos que os p incipais des echos
neona ais do DMPG e DMG
de aco do com a Tabela 02, abaixo.
F equência de des echos neona ais de DMPG e DMG
F equência
Mo alidade pe ina al
0,5
–
P ema u idade
8 –
30%
As ixia pe ina al
1 –
Ano malidades congêni as
5 –
Mac ossomia
15 –
Res ição de c escimen o
in au e ino 2 –
Hipoglicemia
25 –
Hipocalcemia
5 –
30%
Polici emia
5 –
10%
Hipe bili ubinemia
10 –
ma e na de ido ao aumen o da pe da de magnésio pela ia u iná ia da mãe com diabe es. Essa
condição ge almen e não necessi a de in e enção e apêu ica, is o que é assin omá ica e
olimi ada, po ém, pode cu sa com edução da sec eção do ho mônio da pa a i eoide
Sendo assim, a pa i dos a igos e isados, emos que os p incipais des echos
F equência
–
2%
30%
3%
6%
45%
8%
50%
30%
10%
30%
Hipe o ia en icula
Sínd ome do descon o o espi a ó io
Fon e: UpToDa e, 2025.
É undamen al essal a que os e ei os do DMG não se limi am ao pe íodo neona al
imedia o. A exposição in au e ina à hipe glicemia em a capacidade de molda o pe il
me abólico do e o, aumen ando o isco de des echos na in ância, como obesidade, sínd om
me abólica e o desen ol imen o de diabe es melli us ipo 2 (Philipps
in luência me abólica p ecoce des aca a impo ância de um cuidado ab angen e que se es enda
pa a além do pe íodo neona al, isando a p e enção de complicações que podem su gi já nos
p imei os anos de ida.
Ou o aspec o ele an e iden i ic
do diabe es melli us ges acional (DMG). T adicionalmen e, o as eio é ealizado en e 24 e
28 semanas de ges ação, en e an o, e idências ecen es suge em que a an ecipação desse
diagnós ico pa a an es
das 14 semanas pode impac a posi i amen e os des echos ma e no
e ais. O as eio p ecoce possibili a di e encia casos de diabe es p é
DMG, pe mi indo uma abo dagem e apêu ica mais adequada pa a cada pe il. Além disso,
essa iden
i icação an ecipada o e ece a opo unidade de implemen a mudanças no es ilo de
ida e moni o amen o glicêmico igo oso desde o início da ges ação, o que pode eduzi a
p og essão da in ole ância à glicose e a necessidade de e apia a macológica em ases
a ançadas (Vianna e al
., 2023).
Nesse sen ido, um es udo mul icên ico publicado em 2024 demons ou que mulhe es
subme idas a as eio p ecoce ap esen a am meno isco de desen ol e hipe ensão
ges acional e edução signi ica i a na incidência de pa
que ealiza am o as eamen o no pe íodo con encional (Simmons
achados, ambém oi obse ada uma endência à diminuição da mac ossomia e al e da
necessidade de in e nação em unidades de e api
p o e o adicional sob e os des echos pe ina ais.
Ou o pon o impo an e é que o as eio an ecipado a o ece a es a i icação de isco
obs é ico, pe mi indo iden i ica ges an es com maio p obabilidade de desen
128
Hipe o ia en icula
10 –
Sínd ome do descon o o espi a ó io
5 –
15%
É undamen al essal a que os e ei os do DMG não se limi am ao pe íodo neona al
imedia o. A exposição in au e ina à hipe glicemia em a capacidade de molda o pe il
me abólico do e o, aumen ando o isco de des echos na in ância, como obesidade, sínd om
me abólica e o desen ol imen o de diabe es melli us ipo 2 (Philipps
in luência me abólica p ecoce des aca a impo ância de um cuidado ab angen e que se es enda
pa a além do pe íodo neona al, isando a p e enção de complicações que podem su gi já nos
Ou o aspec o ele an e iden i ic
ado na li e a u a é a impo ância da de ecção p ecoce
do diabe es melli us ges acional (DMG). T adicionalmen e, o as eio é ealizado en e 24 e
28 semanas de ges ação, en e an o, e idências ecen es suge em que a an ecipação desse
das 14 semanas pode impac a posi i amen e os des echos ma e no
e ais. O as eio p ecoce possibili a di e encia casos de diabe es p é
-
DMG, pe mi indo uma abo dagem e apêu ica mais adequada pa a cada pe il. Além disso,
i icação an ecipada o e ece a opo unidade de implemen a mudanças no es ilo de
ida e moni o amen o glicêmico igo oso desde o início da ges ação, o que pode eduzi a
p og essão da in ole ância à glicose e a necessidade de e apia a macológica em ases
., 2023).
Nesse sen ido, um es udo mul icên ico publicado em 2024 demons ou que mulhe es
subme idas a as eio p ecoce ap esen a am meno isco de desen ol e hipe ensão
ges acional e edução signi ica i a na incidência de pa
os cesá eos, quando compa adas às
que ealiza am o as eamen o no pe íodo con encional (Simmons
e al.
achados, ambém oi obse ada uma endência à diminuição da mac ossomia e al e da
necessidade de in e nação em unidades de e api
a in ensi a neona al, suge indo um e ei o
p o e o adicional sob e os des echos pe ina ais.
Ou o pon o impo an e é que o as eio an ecipado a o ece a es a i icação de isco
obs é ico, pe mi indo iden i ica ges an es com maio p obabilidade de desen
15%
15%
É undamen al essal a que os e ei os do DMG não se limi am ao pe íodo neona al
imedia o. A exposição in au e ina à hipe glicemia em a capacidade de molda o pe il
me abólico do e o, aumen ando o isco de des echos na in ância, como obesidade, sínd om
e
me abólica e o desen ol imen o de diabe es melli us ipo 2 (Philipps
e al., 2019). Essa
in luência me abólica p ecoce des aca a impo ância de um cuidado ab angen e que se es enda
pa a além do pe íodo neona al, isando a p e enção de complicações que podem su gi já nos
ado na li e a u a é a impo ância da de ecção p ecoce
do diabe es melli us ges acional (DMG). T adicionalmen e, o as eio é ealizado en e 24 e
28 semanas de ges ação, en e an o, e idências ecen es suge em que a an ecipação desse
das 14 semanas pode impac a posi i amen e os des echos ma e no
-
-
exis en e daqueles de
DMG, pe mi indo uma abo dagem e apêu ica mais adequada pa a cada pe il. Além disso,
i icação an ecipada o e ece a opo unidade de implemen a mudanças no es ilo de
ida e moni o amen o glicêmico igo oso desde o início da ges ação, o que pode eduzi a
p og essão da in ole ância à glicose e a necessidade de e apia a macológica em ases
mais
Nesse sen ido, um es udo mul icên ico publicado em 2024 demons ou que mulhe es
subme idas a as eio p ecoce ap esen a am meno isco de desen ol e hipe ensão
os cesá eos, quando compa adas às
e al.
, 2024). Além desses
achados, ambém oi obse ada uma endência à diminuição da mac ossomia e al e da
a in ensi a neona al, suge indo um e ei o
Ou o pon o impo an e é que o as eio an ecipado a o ece a es a i icação de isco
obs é ico, pe mi indo iden i ica ges an es com maio p obabilidade de desen
ol e
complicações como p é-
eclâmpsia, pa o p ema u o e es ição de c escimen o in au e ino.
Dessa o ma, o na-
se possí el indi idualiza o acompanhamen o clínico, com consul as mais
equen es, o ien ações nu icionais especí icas e, em casos selecion
p ecoce de e apias a macológicas ou a é mesmo medidas p e en i as adicionais, como o uso
de aspi ina p o ilá ica em pacien es de al o isco (Vianna
Esses achados e o çam a necessidade de e isão dos p o ocolos clínicos
inco po ando es a égias de as eio p ecoce p incipalmen e em ges an es com a o es de
isco, como idade ma e na a ançada, obesidade, his ó ico amilia de diabe es e an eceden es
obs é icos des a o á eis, de modo a possibili a in e enções mais
e i ando des echos neona ais ágicos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A p esen e e isão pe mi iu iden i ica que an o o diabe es melli us p é
(DMPG) quan o o ges acional (DMG) cons i uem impo an es a o es de isco pa a
compli
cações neona ais, embo a ap esen em di e enças na g a idade e nos mecanismos
en ol idos. Enquan o o DMPG se elaciona mais o emen e a mal o mações congêni as e
maio mo bimo alidade pe ina al, em i ude da exposição p ecoce e p olongada à
hipe glicemia
, o DMG mos a associação ele an e com mac ossomia, hipoglicemia neona al
e dis ú bios espi a ó ios, epe cu indo ambém em maio p edisposição a doenças
me abólicas na in ância.
Esses achados e o çam a impo ância do diagnós ico opo uno e da adoção de
p o ocolos de as eamen o mais sensí eis, especialmen e em populações de isco, além de
cuidados mul ip o issionais indi idualizados. Ademais, es a égias que en ol em educação
em saúde, in e enção nu icional p ecoce e con ole igo oso da glicemia são
pa a eduzi complicações imedia as e mi iga epe cussões u u as.
Como limi ação, es a e isão se baseou apenas em li e a u a disponí el em bases
ele ônicas, o que pode e excluído es udos ele an es publicados em ou os meios. Além
disso
, a di e sidade me odológica dos a igos analisados limi a a gene alização dos achados.
Esses a o es indicam a necessidade de pesquisas u u as que in es iguem p o ocolos de
as eio, manejo clínico ap imo ado e es a égias p e en i as mais e icazes, com
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eclâmpsia, pa o p ema u o e es ição de c escimen o in au e ino.
se possí el indi idualiza o acompanhamen o clínico, com consul as mais
equen es, o ien ações nu icionais especí icas e, em casos selecion
p ecoce de e apias a macológicas ou a é mesmo medidas p e en i as adicionais, como o uso
de aspi ina p o ilá ica em pacien es de al o isco (Vianna
e al., 2023).
Esses achados e o çam a necessidade de e isão dos p o ocolos clínicos
inco po ando es a égias de as eio p ecoce p incipalmen e em ges an es com a o es de
isco, como idade ma e na a ançada, obesidade, his ó ico amilia de diabe es e an eceden es
obs é icos des a o á eis, de modo a possibili a in e enções mais
e i ando des echos neona ais ágicos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A p esen e e isão pe mi iu iden i ica que an o o diabe es melli us p é
(DMPG) quan o o ges acional (DMG) cons i uem impo an es a o es de isco pa a
cações neona ais, embo a ap esen em di e enças na g a idade e nos mecanismos
en ol idos. Enquan o o DMPG se elaciona mais o emen e a mal o mações congêni as e
maio mo bimo alidade pe ina al, em i ude da exposição p ecoce e p olongada à
, o DMG mos a associação ele an e com mac ossomia, hipoglicemia neona al
e dis ú bios espi a ó ios, epe cu indo ambém em maio p edisposição a doenças
Esses achados e o çam a impo ância do diagnós ico opo uno e da adoção de
p o ocolos de as eamen o mais sensí eis, especialmen e em populações de isco, além de
cuidados mul ip o issionais indi idualizados. Ademais, es a égias que en ol em educação
em saúde, in e enção nu icional p ecoce e con ole igo oso da glicemia são
pa a eduzi complicações imedia as e mi iga epe cussões u u as.
Como limi ação, es a e isão se baseou apenas em li e a u a disponí el em bases
ele ônicas, o que pode e excluído es udos ele an es publicados em ou os meios. Além
, a di e sidade me odológica dos a igos analisados limi a a gene alização dos achados.
Esses a o es indicam a necessidade de pesquisas u u as que in es iguem p o ocolos de
as eio, manejo clínico ap imo ado e es a égias p e en i as mais e icazes, com
eclâmpsia, pa o p ema u o e es ição de c escimen o in au e ino.
se possí el indi idualiza o acompanhamen o clínico, com consul as mais
equen es, o ien ações nu icionais especí icas e, em casos selecion
ados, a in odução
p ecoce de e apias a macológicas ou a é mesmo medidas p e en i as adicionais, como o uso
Esses achados e o çam a necessidade de e isão dos p o ocolos clínicos
a uais,
inco po ando es a égias de as eio p ecoce p incipalmen e em ges an es com a o es de
isco, como idade ma e na a ançada, obesidade, his ó ico amilia de diabe es e an eceden es
e icazes e opo unas,
A p esen e e isão pe mi iu iden i ica que an o o diabe es melli us p é
-ges acional
(DMPG) quan o o ges acional (DMG) cons i uem impo an es a o es de isco pa a
cações neona ais, embo a ap esen em di e enças na g a idade e nos mecanismos
en ol idos. Enquan o o DMPG se elaciona mais o emen e a mal o mações congêni as e
maio mo bimo alidade pe ina al, em i ude da exposição p ecoce e p olongada à
, o DMG mos a associação ele an e com mac ossomia, hipoglicemia neona al
e dis ú bios espi a ó ios, epe cu indo ambém em maio p edisposição a doenças
Esses achados e o çam a impo ância do diagnós ico opo uno e da adoção de
p o ocolos de as eamen o mais sensí eis, especialmen e em populações de isco, além de
cuidados mul ip o issionais indi idualizados. Ademais, es a égias que en ol em educação
em saúde, in e enção nu icional p ecoce e con ole igo oso da glicemia são
undamen ais
Como limi ação, es a e isão se baseou apenas em li e a u a disponí el em bases
ele ônicas, o que pode e excluído es udos ele an es publicados em ou os meios. Além
, a di e sidade me odológica dos a igos analisados limi a a gene alização dos achados.
Esses a o es indicam a necessidade de pesquisas u u as que in es iguem p o ocolos de
as eio, manejo clínico ap imo ado e es a égias p e en i as mais e icazes, com
o obje i o de