12.
SEPSE MATERNA: ASPECTOS CLÍNICOS, TERAPÊUTICOS E
MATERNAL SEPSIS: CLINICAL, THERAPEUTIC AND PREVENTIVE ASPECTS
EIXO TEMÁTICO: URGÊNCIAS, EMERGÊNCIAS E CUIDADOS NO PÓS
RESUMO
In odução:
A sepse ma e na é de inida pela O ganização Mundial da Saúde (OMS) como
dis unção o gânica deco en e de in ecção du an e a ges ação, pa o, pós
após o pa o. Cons i ui uma d
di e amen e a saúde e al. A ele ância cien í ica e p á ica do ema es á elacionada à
necessidade de eduzi mo es e i á eis, ap imo a p o ocolos clínicos e o alece a a enção
obs é ica humanizada.
Obje i o:
ma e na, abo dando concei os, epidemiologia, a o es de isco, diagnós ico, a amen o e
p e enção, com oco em in o mações aplicá eis à p á ica clínica e es a égias que con ibuam
pa a
a edução de des echos ad e sos, além de iden i ica lacunas no manejo da sepse
ma e na. Me odologia:
Realizou
u ilizando os desc i o es “
incluindo a igos nacionais e in e nacionais publicados en e 2008 e 2025. Fo am
conside ados e isões sis emá icas, di e izes e sé ies de casos, selecionadas po sua
ele ância cien í ica e aplicabilidade clínica.
ma e na é desa iado de ido às al e ações isiológicas da ges ação, como aquica dia,
leucoci ose disc e a e hipo ensão le e, que podem masca a sinais clínicos, a asando a
132
SEPSE MATERNA: ASPECTOS CLÍNICOS, TERAPÊUTICOS E
PREVENTIVOS
MATERNAL SEPSIS: CLINICAL, THERAPEUTIC AND PREVENTIVE ASPECTS
EIXO TEMÁTICO: URGÊNCIAS, EMERGÊNCIAS E CUIDADOS NO PÓS
OPERATÓRIO OBSTÉTRICO
Ca ha ina Fujiwa a Souza
G aduando em
Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Camila Ma ia Souza Fe nandes
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Bá ba a G adella Sales
G aduando em
Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Paula Fonseca De Mo aes
G aduando em Medicina pela
Faculdade de Medicina de Jundiaí
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Ana Gab iela Sá Essound y
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Ped o A anci Fon enele
Tí ulo de Especialis a em
Ginecologia e Obs e ícia pela FEBRASCO
A sepse ma e na é de inida pela O ganização Mundial da Saúde (OMS) como
dis unção o gânica deco en e de in ecção du an e a ges ação, pa o, pós
após o pa o. Cons i ui uma d
as p incipais causas de mo alidade ma e na e impac a
di e amen e a saúde e al. A ele ância cien í ica e p á ica do ema es á elacionada à
necessidade de eduzi mo es e i á eis, ap imo a p o ocolos clínicos e o alece a a enção
Obje i o:
Re isa a li e a u a cien í ica mais ecen e sob e sepse
ma e na, abo dando concei os, epidemiologia, a o es de isco, diagnós ico, a amen o e
p e enção, com oco em in o mações aplicá eis à p á ica clínica e es a égias que con ibuam
a edução de des echos ad e sos, além de iden i ica lacunas no manejo da sepse
Realizou
-
se uma e isão na a i a da li e a u a na base PubMed,
u ilizando os desc i o es “
Pue pe al In ec ion” e “
P egnancy Complica ions, In ec ious
incluindo a igos nacionais e in e nacionais publicados en e 2008 e 2025. Fo am
conside ados e isões sis emá icas, di e izes e sé ies de casos, selecionadas po sua
ele ância cien í ica e aplicabilidade clínica.
Resul ados e Discussão:
O diagnós ico da
ma e na é desa iado de ido às al e ações isiológicas da ges ação, como aquica dia,
leucoci ose disc e a e hipo ensão le e, que podem masca a sinais clínicos, a asando a
SEPSE MATERNA: ASPECTOS CLÍNICOS, TERAPÊUTICOS E
MATERNAL SEPSIS: CLINICAL, THERAPEUTIC AND PREVENTIVE ASPECTS
EIXO TEMÁTICO: URGÊNCIAS, EMERGÊNCIAS E CUIDADOS NO PÓS
-
Ca ha ina Fujiwa a Souza
Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Camila Ma ia Souza Fe nandes
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Júlia Ped isa A a elli
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Bá ba a G adella Sales
Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Helena P ado Ma cos
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Julia Pa ani To yi
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Paula Fonseca De Mo aes
Faculdade de Medicina de Jundiaí
Laís Yamada Do e o
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Ana Gab iela Sá Essound y
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Ped o A anci Fon enele
Ginecologia e Obs e ícia pela FEBRASCO
A sepse ma e na é de inida pela O ganização Mundial da Saúde (OMS) como
dis unção o gânica deco en e de in ecção du an e a ges ação, pa o, pós
-abo o ou a é 42 dias
as p incipais causas de mo alidade ma e na e impac a
di e amen e a saúde e al. A ele ância cien í ica e p á ica do ema es á elacionada à
necessidade de eduzi mo es e i á eis, ap imo a p o ocolos clínicos e o alece a a enção
Re isa a li e a u a cien í ica mais ecen e sob e sepse
ma e na, abo dando concei os, epidemiologia, a o es de isco, diagnós ico, a amen o e
p e enção, com oco em in o mações aplicá eis à p á ica clínica e es a égias que con ibuam
a edução de des echos ad e sos, além de iden i ica lacunas no manejo da sepse
se uma e isão na a i a da li e a u a na base PubMed,
P egnancy Complica ions, In ec ious
”,
incluindo a igos nacionais e in e nacionais publicados en e 2008 e 2025. Fo am
conside ados e isões sis emá icas, di e izes e sé ies de casos, selecionadas po sua
O diagnós ico da
sepse
ma e na é desa iado de ido às al e ações isiológicas da ges ação, como aquica dia,
leucoci ose disc e a e hipo ensão le e, que podem masca a sinais clínicos, a asando a
in e enção. O a aso no início da an ibio ico e apia es á associado a maio
sép ico, alência de múl iplos ó gãos e mo alidade ma e na. Além disso, a sepse in luencia
des echos neona ais, incluindo p ema u idade e so imen o e al. A li e a u a e idencia
lacunas impo an es, como a he e ogeneidade me odológica e
andomizados em ges an es, e o çando a necessidade de p o ocolos pad onizados e
capaci ação p o issional
. Conside ações inais:
p ecoce da sepse ma e na, aliado a p o ocolos adap ados
ap imo a a assis ência ma e na e neona al, eduzi medicalização desnecessá ia e p omo e
expe iências de pa o segu as e humanizadas.
Pala as-Cha es:
Choque sép ico; Diagnós ico obs é ico;
Sepse ma e na.
ABSTRACT
In oduc ion:
Ma e nal sepsis is de ined by he Wo ld Heal h O ganiza ion (WHO) as o gan
dys unc ion esul ing om in ec ion du ing p egnancy, childbi h, pos
days a e deli e y. I is one o he leading c
e al heal h. The scien i ic and p ac ical ele ance o his opic lies in he need o educe
p e en able dea hs, imp o e clinical p o ocols, and s eng hen humanized obs e ic ca e.
Objec i e:
To e iew he
concep s, epidemiology, isk ac o s, diagnosis, ea men , and p e en ion, wi h a ocus on
in o ma ion applicable o clinical p ac ice and s a egies ha con ibu e o educing ad e se
ou
comes, as well as iden i ying gaps in he managemen o ma e nal sepsis.
na a i e li e a u e e iew was conduc ed using he PubMed da abase, wi h he desc ip o s
“Pue pe al In ec ion” e “
P egnancy Complica ions, In ec ious
and in e na ional a icles published be ween 2008 and 2025. Sys ema ic e iews, guidelines,
and case se ies we e conside ed, selec ed o hei scien i ic ele ance and clinical
applicabili y.
Resul s and Discussion:
physiological changes o p egnancy, such as achyca dia, mild leukocy osis, and sligh
hypo ension, which can mask clinical signs and delay in e en ion. A delay in ini ia ing
an ibio ic he apy is associa ed wi h a highe
ma e nal mo ali y. Mo eo e , sepsis a ec s neona al ou comes, including p ema u i y and
e al dis ess. The li e a u e highligh s signi ican gaps, such as me hodological he e ogenei y
and he lack o and
omized clinical ials in ol ing p egnan women, unde sco ing he need
o s anda dized p o ocols and p o essional aining.
emphasizes ha ea ly ecogni ion o ma e nal sepsis, combined wi h p o ocols adap ed o he
phys
iology o p egnancy, can imp o e ma e nal and neona al ca e, educe unnecessa y
medical in e en ions, and p omo e sa e and humanized bi h expe iences.
Keywo ds:
Ma e nal mo ali y; Ma e nal sepsis; Obs e ic diagnosis; P egnancy; Sep ic
shock.
INTRODUÇÃO
A sepse ma e na, segundo a O ganização Mundial da Saúde (OMS), ca ac e iza
133
in e enção. O a aso no início da an ibio ico e apia es á associado a maio
sép ico, alência de múl iplos ó gãos e mo alidade ma e na. Além disso, a sepse in luencia
des echos neona ais, incluindo p ema u idade e so imen o e al. A li e a u a e idencia
lacunas impo an es, como a he e ogeneidade me odológica e
a escassez de ensaios clínicos
andomizados em ges an es, e o çando a necessidade de p o ocolos pad onizados e
. Conside ações inais:
Esse ex o des aca que o econhecimen o
p ecoce da sepse ma e na, aliado a p o ocolos adap ados
à isiologia da ges ação, podem
ap imo a a assis ência ma e na e neona al, eduzi medicalização desnecessá ia e p omo e
expe iências de pa o segu as e humanizadas.
Choque sép ico; Diagnós ico obs é ico;
Ges ação; Mo alidade ma e na;
Ma e nal sepsis is de ined by he Wo ld Heal h O ganiza ion (WHO) as o gan
dys unc ion esul ing om in ec ion du ing p egnancy, childbi h, pos
days a e deli e y. I is one o he leading c
auses o ma e nal mo ali y and di ec ly impac s
e al heal h. The scien i ic and p ac ical ele ance o his opic lies in he need o educe
p e en able dea hs, imp o e clinical p o ocols, and s eng hen humanized obs e ic ca e.
To e iew he
mos ecen scien i ic li e a u e on ma e nal sepsis, add essing
concep s, epidemiology, isk ac o s, diagnosis, ea men , and p e en ion, wi h a ocus on
in o ma ion applicable o clinical p ac ice and s a egies ha con ibu e o educing ad e se
comes, as well as iden i ying gaps in he managemen o ma e nal sepsis.
na a i e li e a u e e iew was conduc ed using he PubMed da abase, wi h he desc ip o s
P egnancy Complica ions, In ec ious
”. The e iew
and in e na ional a icles published be ween 2008 and 2025. Sys ema ic e iews, guidelines,
and case se ies we e conside ed, selec ed o hei scien i ic ele ance and clinical
Resul s and Discussion:
Diagnosing ma e nal s
epsis is challenging due o he
physiological changes o p egnancy, such as achyca dia, mild leukocy osis, and sligh
hypo ension, which can mask clinical signs and delay in e en ion. A delay in ini ia ing
an ibio ic he apy is associa ed wi h a highe
isk o sep ic shock, mul iple o gan ailu e, and
ma e nal mo ali y. Mo eo e , sepsis a ec s neona al ou comes, including p ema u i y and
e al dis ess. The li e a u e highligh s signi ican gaps, such as me hodological he e ogenei y
omized clinical ials in ol ing p egnan women, unde sco ing he need
o s anda dized p o ocols and p o essional aining.
Final Conside a ions:
emphasizes ha ea ly ecogni ion o ma e nal sepsis, combined wi h p o ocols adap ed o he
iology o p egnancy, can imp o e ma e nal and neona al ca e, educe unnecessa y
medical in e en ions, and p omo e sa e and humanized bi h expe iences.
Ma e nal mo ali y; Ma e nal sepsis; Obs e ic diagnosis; P egnancy; Sep ic
A sepse ma e na, segundo a O ganização Mundial da Saúde (OMS), ca ac e iza
in e enção. O a aso no início da an ibio ico e apia es á associado a maio
isco de choque
sép ico, alência de múl iplos ó gãos e mo alidade ma e na. Além disso, a sepse in luencia
des echos neona ais, incluindo p ema u idade e so imen o e al. A li e a u a e idencia
a escassez de ensaios clínicos
andomizados em ges an es, e o çando a necessidade de p o ocolos pad onizados e
Esse ex o des aca que o econhecimen o
à isiologia da ges ação, podem
ap imo a a assis ência ma e na e neona al, eduzi medicalização desnecessá ia e p omo e
Ges ação; Mo alidade ma e na;
Ma e nal sepsis is de ined by he Wo ld Heal h O ganiza ion (WHO) as o gan
dys unc ion esul ing om in ec ion du ing p egnancy, childbi h, pos
-abo ion, o up o 42
auses o ma e nal mo ali y and di ec ly impac s
e al heal h. The scien i ic and p ac ical ele ance o his opic lies in he need o educe
p e en able dea hs, imp o e clinical p o ocols, and s eng hen humanized obs e ic ca e.
mos ecen scien i ic li e a u e on ma e nal sepsis, add essing
concep s, epidemiology, isk ac o s, diagnosis, ea men , and p e en ion, wi h a ocus on
in o ma ion applicable o clinical p ac ice and s a egies ha con ibu e o educing ad e se
comes, as well as iden i ying gaps in he managemen o ma e nal sepsis.
Me hodology: A
na a i e li e a u e e iew was conduc ed using he PubMed da abase, wi h he desc ip o s
”. The e iew
included na ional
and in e na ional a icles published be ween 2008 and 2025. Sys ema ic e iews, guidelines,
and case se ies we e conside ed, selec ed o hei scien i ic ele ance and clinical
epsis is challenging due o he
physiological changes o p egnancy, such as achyca dia, mild leukocy osis, and sligh
hypo ension, which can mask clinical signs and delay in e en ion. A delay in ini ia ing
isk o sep ic shock, mul iple o gan ailu e, and
ma e nal mo ali y. Mo eo e , sepsis a ec s neona al ou comes, including p ema u i y and
e al dis ess. The li e a u e highligh s signi ican gaps, such as me hodological he e ogenei y
omized clinical ials in ol ing p egnan women, unde sco ing he need
Final Conside a ions:
This e iew
emphasizes ha ea ly ecogni ion o ma e nal sepsis, combined wi h p o ocols adap ed o he
iology o p egnancy, can imp o e ma e nal and neona al ca e, educe unnecessa y
medical in e en ions, and p omo e sa e and humanized bi h expe iences.
Ma e nal mo ali y; Ma e nal sepsis; Obs e ic diagnosis; P egnancy; Sep ic
A sepse ma e na, segundo a O ganização Mundial da Saúde (OMS), ca ac e iza
-se po
dis unção o gânica desencadeada po in ecção du an e a ges ação, pa o, pós
dias após o é mino da g a idez, ep esen ando um p oblema ele an e de saúde pú
T a a-
se de uma das p incipais causas de mo bidade e mo alidade ma e na, igu ando de
o ma consis en e en e as ês maio es causas de mo e na ges ação, ao lado da p é
e da hemo agia pós-
pa o (Shields
O p incipal en a
isiológicas da g a idez, como aquica dia, leucoci ose e disc e a edução da p essão a e ial,
podem se con undi com sinais de sepse, di icul ando o diagnós ico p ecoce e o início do
a amen o ade
quado (Cas o; Bo olo o; Zugaib, 2008; Yahya
sob eposição e a da a condu a, ele ando o isco de p og essão pa a choque sép ico e alência
de múl iplos ó gãos (Bowye
Nesse con ex o, discu e
especi icidades ma e nas, aliados ao início ápido da an ibio ico e apia e à essusci ação
olêmica guiada po me as, pode ia eduzi de o ma exp essi a os des echos des a o á eis
(Co dioli e al
., 2013; Shields
A jus i ica i a pa a o p esen e es udo apoia
a sepse ma e na é conside ada po encialmen e e i á el: a é 63% dos óbi os pode iam se
p e enidos com econhecimen o p ecoce e início imedia o de an ibió icos (Shields;
Halsco , 2021). Além disso, as epe cussões ul apassam o âmbi o ma e no, associando
p ema u idade, so imen o e al agudo e mo alidade neona al, com epe cussões sociais e
sob eca ga aos sis emas de saúde (Shields
inexis ência de c i é ios diagnós icos uni e salmen e acei os pa a ges an es e a sub
ep esen ação dessa população em ensaios clínicos, con igu ando lacunas impo an es na
p á ica clínica (G ee e al
., 2019; Plan e; Pacheco; L
A ele ância cien í ica e social é e iden e. Além de euni e idências a ualizadas sob e
o ema, es e es udo busca o e ece supo e p á ico à a uação de p o issionais da obs e ícia e
da medicina in ensi a, subsidiando a omada de decisão. Do
de polí icas públicas ol adas à edução da mo alidade ma e na, ainda e lexo das
desigualdades sociais e do acesso desigual à saúde. Assim, comp eende e quali ica o manejo
da sepse ma e na é comp omisso não apenas cien í
di e o na saúde ma e no-
in an il em ní el global.
Po an o, a p oblema ização cen al des e es udo des aca a g a idade da sepse ma e na
134
dis unção o gânica desencadeada po in ecção du an e a ges ação, pa o, pós
dias após o é mino da g a idez, ep esen ando um p oblema ele an e de saúde pú
se de uma das p incipais causas de mo bidade e mo alidade ma e na, igu ando de
o ma consis en e en e as ês maio es causas de mo e na ges ação, ao lado da p é
pa o (Shields
e al., 2021).
O p incipal en a
e es á elacionado ao econhecimen o clínico. Al e ações
isiológicas da g a idez, como aquica dia, leucoci ose e disc e a edução da p essão a e ial,
podem se con undi com sinais de sepse, di icul ando o diagnós ico p ecoce e o início do
quado (Cas o; Bo olo o; Zugaib, 2008; Yahya
sob eposição e a da a condu a, ele ando o isco de p og essão pa a choque sép ico e alência
de múl iplos ó gãos (Bowye
e al., 2017).
Nesse con ex o, discu e
-se que a c iação de p o ocol
os diagnós icos adap ados às
especi icidades ma e nas, aliados ao início ápido da an ibio ico e apia e à essusci ação
olêmica guiada po me as, pode ia eduzi de o ma exp essi a os des echos des a o á eis
., 2013; Shields
e al., 2023).
A jus i ica i a pa a o p esen e es udo apoia
-
se em di e en es aspec os. P imei amen e,
a sepse ma e na é conside ada po encialmen e e i á el: a é 63% dos óbi os pode iam se
p e enidos com econhecimen o p ecoce e início imedia o de an ibió icos (Shields;
Halsco , 2021). Além disso, as epe cussões ul apassam o âmbi o ma e no, associando
p ema u idade, so imen o e al agudo e mo alidade neona al, com epe cussões sociais e
sob eca ga aos sis emas de saúde (Shields
e al., 2023; G ee e al
., 2019). Soma
inexis ência de c i é ios diagnós icos uni e salmen e acei os pa a ges an es e a sub
ep esen ação dessa população em ensaios clínicos, con igu ando lacunas impo an es na
., 2019; Plan e; Pacheco; L
ouis, 2019).
A ele ância cien í ica e social é e iden e. Além de euni e idências a ualizadas sob e
o ema, es e es udo busca o e ece supo e p á ico à a uação de p o issionais da obs e ícia e
da medicina in ensi a, subsidiando a omada de decisão. Do
mesmo modo, essal a a u gência
de polí icas públicas ol adas à edução da mo alidade ma e na, ainda e lexo das
desigualdades sociais e do acesso desigual à saúde. Assim, comp eende e quali ica o manejo
da sepse ma e na é comp omisso não apenas cien í
ico, mas ambém social, com impac o
in an il em ní el global.
Po an o, a p oblema ização cen al des e es udo des aca a g a idade da sepse ma e na
dis unção o gânica desencadeada po in ecção du an e a ges ação, pa o, pós
-abo o ou a é 42
dias após o é mino da g a idez, ep esen ando um p oblema ele an e de saúde pú
blica.
se de uma das p incipais causas de mo bidade e mo alidade ma e na, igu ando de
o ma consis en e en e as ês maio es causas de mo e na ges ação, ao lado da p é
-eclâmpsia
e es á elacionado ao econhecimen o clínico. Al e ações
isiológicas da g a idez, como aquica dia, leucoci ose e disc e a edução da p essão a e ial,
podem se con undi com sinais de sepse, di icul ando o diagnós ico p ecoce e o início do
quado (Cas o; Bo olo o; Zugaib, 2008; Yahya
e al., 2025). Essa
sob eposição e a da a condu a, ele ando o isco de p og essão pa a choque sép ico e alência
os diagnós icos adap ados às
especi icidades ma e nas, aliados ao início ápido da an ibio ico e apia e à essusci ação
olêmica guiada po me as, pode ia eduzi de o ma exp essi a os des echos des a o á eis
se em di e en es aspec os. P imei amen e,
a sepse ma e na é conside ada po encialmen e e i á el: a é 63% dos óbi os pode iam se
p e enidos com econhecimen o p ecoce e início imedia o de an ibió icos (Shields;
De Assis;
Halsco , 2021). Além disso, as epe cussões ul apassam o âmbi o ma e no, associando
-se a
p ema u idade, so imen o e al agudo e mo alidade neona al, com epe cussões sociais e
., 2019). Soma
-se a isso a
inexis ência de c i é ios diagnós icos uni e salmen e acei os pa a ges an es e a sub
-
ep esen ação dessa população em ensaios clínicos, con igu ando lacunas impo an es na
A ele ância cien í ica e social é e iden e. Além de euni e idências a ualizadas sob e
o ema, es e es udo busca o e ece supo e p á ico à a uação de p o issionais da obs e ícia e
mesmo modo, essal a a u gência
de polí icas públicas ol adas à edução da mo alidade ma e na, ainda e lexo das
desigualdades sociais e do acesso desigual à saúde. Assim, comp eende e quali ica o manejo
ico, mas ambém social, com impac o
Po an o, a p oblema ização cen al des e es udo des aca a g a idade da sepse ma e na
e as lacunas exis en es no diagnós ico e a amen o, especialmen e pela ausência de
uni e sais ajus ados à isiologia da ges an e e pela exclusão equen e desse g upo em
pesquisas clínicas. A impo ância do ema se jus i ica pelo po encial de p e enção, pela
in luência di e a sob e a saúde ma e na e neona al e pelo impac o no
Nesse sen ido em como obje i o analisa c i icamen e a li e a u a mais ecen e sob e sepse
ma e na, abo dando concei os, epidemiologia, diagnós ico, a amen o e p e enção, com oco
nas especi icidades obs é icas e na cons ução de p
METODOLOGIA
Es e es udo consis e em uma e isão na a i a de li e a u a ealizada em agos o de
2025, po meio de buscas na base de dados PubMed (
Re ie al Sys em Online
) e SciELO (
a igos publicados en e dezemb o de 2008 e julho de 2025, u ilizando os seguin es
desc i o es: “
Pue pe al In ec ion
iden i icados 3.435 a igos, os quais o am
seleção.
Os c i é ios de inclusão o am: a igos no idioma inglês e po uguês; publicados no
pe íodo de dezemb o de 2008 a julho de 2025; que abo dassem di e amen e a emá ica da
sepse ma e na; es udos do ipo e
Os c i é ios de exclusão o am: a igos duplicados; es udos que abo da am a sepse de
o ma indi e a ou que a a am apenas de sepse em ge al, sem oco na sepse ma e na; es udos
do ipo ela o de caso; além
Após a aplicação dos c i é ios de seleção, es a am 14 a igos, os quais o am
subme idos à lei u a minuciosa pa a a cole a de dados. Os esul ados o am ap esen ados de
o ma desc i i a, o ganiza
epidemiológicos, o diagnós ico e suas di iculdades, mani es ações clínicas, complicações e
impac os, além do a amen o e da p e enção da sepse ma e na.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Epidemiologia:
135
e as lacunas exis en es no diagnós ico e a amen o, especialmen e pela ausência de
uni e sais ajus ados à isiologia da ges an e e pela exclusão equen e desse g upo em
pesquisas clínicas. A impo ância do ema se jus i ica pelo po encial de p e enção, pela
in luência di e a sob e a saúde ma e na e neona al e pelo impac o no
Nesse sen ido em como obje i o analisa c i icamen e a li e a u a mais ecen e sob e sepse
ma e na, abo dando concei os, epidemiologia, diagnós ico, a amen o e p e enção, com oco
nas especi icidades obs é icas e na cons ução de p
o ocolos adap ados.
Es e es udo consis e em uma e isão na a i a de li e a u a ealizada em agos o de
2025, po meio de buscas na base de dados PubMed (
Publish Medical Li e a u e Analysis and
) e SciELO (
Scien i ic Ele
c onic Lib a y Online
a igos publicados en e dezemb o de 2008 e julho de 2025, u ilizando os seguin es
Pue pe al In ec ion
” e “
P egnancy Complica ions, In ec ious
iden i icados 3.435 a igos, os quais o am
pos e io men e subme idos aos c i é ios de
Os c i é ios de inclusão o am: a igos no idioma inglês e po uguês; publicados no
pe íodo de dezemb o de 2008 a julho de 2025; que abo dassem di e amen e a emá ica da
sepse ma e na; es udos do ipo e
isões sis emá icas, di e izes e sé ies de casos.
Os c i é ios de exclusão o am: a igos duplicados; es udos que abo da am a sepse de
o ma indi e a ou que a a am apenas de sepse em ge al, sem oco na sepse ma e na; es udos
do ipo ela o de caso; além
daqueles que não a endiam aos demais c i é ios de inclusão.
Após a aplicação dos c i é ios de seleção, es a am 14 a igos, os quais o am
subme idos à lei u a minuciosa pa a a cole a de dados. Os esul ados o am ap esen ados de
o ma desc i i a, o ganiza
dos em ca ego ias emá icas que abo dam os aspec os
epidemiológicos, o diagnós ico e suas di iculdades, mani es ações clínicas, complicações e
impac os, além do a amen o e da p e enção da sepse ma e na.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
e as lacunas exis en es no diagnós ico e a amen o, especialmen e pela ausência de
p o ocolos
uni e sais ajus ados à isiologia da ges an e e pela exclusão equen e desse g upo em
pesquisas clínicas. A impo ância do ema se jus i ica pelo po encial de p e enção, pela
in luência di e a sob e a saúde ma e na e neona al e pelo impac o no
s sis emas de saúde.
Nesse sen ido em como obje i o analisa c i icamen e a li e a u a mais ecen e sob e sepse
ma e na, abo dando concei os, epidemiologia, diagnós ico, a amen o e p e enção, com oco
o ocolos adap ados.
Es e es udo consis e em uma e isão na a i a de li e a u a ealizada em agos o de
Publish Medical Li e a u e Analysis and
c onic Lib a y Online
) . Fo am incluídos
a igos publicados en e dezemb o de 2008 e julho de 2025, u ilizando os seguin es
P egnancy Complica ions, In ec ious
”. Fo am
pos e io men e subme idos aos c i é ios de
Os c i é ios de inclusão o am: a igos no idioma inglês e po uguês; publicados no
pe íodo de dezemb o de 2008 a julho de 2025; que abo dassem di e amen e a emá ica da
isões sis emá icas, di e izes e sé ies de casos.
Os c i é ios de exclusão o am: a igos duplicados; es udos que abo da am a sepse de
o ma indi e a ou que a a am apenas de sepse em ge al, sem oco na sepse ma e na; es udos
daqueles que não a endiam aos demais c i é ios de inclusão.
Após a aplicação dos c i é ios de seleção, es a am 14 a igos, os quais o am
subme idos à lei u a minuciosa pa a a cole a de dados. Os esul ados o am ap esen ados de
dos em ca ego ias emá icas que abo dam os aspec os
epidemiológicos, o diagnós ico e suas di iculdades, mani es ações clínicas, complicações e
A sepse é e
conhecida como uma das p incipais causas de mo bimo alidade ma e na no
mundo. No B asil, essa condição se encon a en e as ês p incipais causas de mo e ma e na,
com axas a iando de aco do com a egião, e le indo as desigualdades socioeconômicas e a
di iculdades de acesso à saúde (Cas o; Bo olo o; Zugaib, 2008). En e an o, mesmo com
uma al a p e alência, ainda há uma escassez de dados nacionais sob e as incidências egionais
da sepse ma e na no país.
Es ima-
se que a sepse seja esponsá el po
a incidência seja meno na população obs é ica do que na população ge al, uma ez que a
maio ia das ges an es é jo em e sem como bidades, sua le alidade ainda se mos a
conside á el. Ademais, o choque sép ico, apes
ges an es após o pa o), cons i ui uma das p incipais causas de in e nação em unidades de
e apia in ensi a obs é ica (Co dioli
Além do impac o na mo alidade ma e na, os des echos pe ina ais ambé
signi ica i os. Es ima-
se que, pa a cada mo e ma e na po sepse, exis am ce ca de 50
mulhe es em isco de mo e, o que e idencia a g a idade dessa condição (Ha is
Além disso, o isco ainda se es ende ao e o, is o que a mo alidade
ma e na é ela ada en e 10% a 12% (Shields; De Assis; Halsco , 2021).
Essas es a ís icas e idenciam que, apesa de di e enças egionais e econômicas, a sepse
ma e na é uma sé ia ques ão de saúde e se mos a como um desa io pa a os
ao edo do mundo.
Diagnós ico e sua di iculdade:
O diagnós ico da sepse na ges ação é um desa io, uma ez que al e ações isiológicas
p óp ias da g a idez, como aquica dia, leucoci ose, queda disc e a da p essão a e ial e
ele ação de
ma cado es in lama ó ios, podem masca a ou con undi os sinais da sínd ome
(Cas o; Bo olo o; Zugaib, 2008; Yahya
múl iplos e a iados sin omas, como le a gia, cala ios, mal
pele, do no anda in e io do abdomem ou do pél ica, con ações, co imen o aginal
ano mal, hipo e mia, aquica dia, hipo ensão, ensão u e ina, pa os p é
ní el de consciência e dis unção de múl iplos ó gãos (Shields
Apesa de não ha e um c i é io diagnós ico p é
ma e na, al e ações nos sinais i ais são um indicado p ecoce de in ecção, como hipo ensão
136
conhecida como uma das p incipais causas de mo bimo alidade ma e na no
mundo. No B asil, essa condição se encon a en e as ês p incipais causas de mo e ma e na,
com axas a iando de aco do com a egião, e le indo as desigualdades socioeconômicas e a
di iculdades de acesso à saúde (Cas o; Bo olo o; Zugaib, 2008). En e an o, mesmo com
uma al a p e alência, ainda há uma escassez de dados nacionais sob e as incidências egionais
se que a sepse seja esponsá el po
2,1% a 11,6% das mo es ma e nas. Embo a
a incidência seja meno na população obs é ica do que na população ge al, uma ez que a
maio ia das ges an es é jo em e sem como bidades, sua le alidade ainda se mos a
conside á el. Ademais, o choque sép ico, apes
a de a o (p esen e em 0,002% a 0,01% das
ges an es após o pa o), cons i ui uma das p incipais causas de in e nação em unidades de
e apia in ensi a obs é ica (Co dioli
e al., 2013).
Além do impac o na mo alidade ma e na, os des echos pe ina ais ambé
se que, pa a cada mo e ma e na po sepse, exis am ce ca de 50
mulhe es em isco de mo e, o que e idencia a g a idade dessa condição (Ha is
Além disso, o isco ainda se es ende ao e o, is o que a mo alidade
e al em casos de sepse
ma e na é ela ada en e 10% a 12% (Shields; De Assis; Halsco , 2021).
Essas es a ís icas e idenciam que, apesa de di e enças egionais e econômicas, a sepse
ma e na é uma sé ia ques ão de saúde e se mos a como um desa io pa a os
Diagnós ico e sua di iculdade:
O diagnós ico da sepse na ges ação é um desa io, uma ez que al e ações isiológicas
p óp ias da g a idez, como aquica dia, leucoci ose, queda disc e a da p essão a e ial e
ma cado es in lama ó ios, podem masca a ou con undi os sinais da sínd ome
(Cas o; Bo olo o; Zugaib, 2008; Yahya
e al.
, 2025). A sepse ma e na pode ap esen a
múl iplos e a iados sin omas, como le a gia, cala ios, mal
-
es a ge al, e upções/i i açõ
pele, do no anda in e io do abdomem ou do pél ica, con ações, co imen o aginal
ano mal, hipo e mia, aquica dia, hipo ensão, ensão u e ina, pa os p é
ní el de consciência e dis unção de múl iplos ó gãos (Shields
e al., 2
023).
Apesa de não ha e um c i é io diagnós ico p é
-
es abelecido pa a diagnos ica sepse
ma e na, al e ações nos sinais i ais são um indicado p ecoce de in ecção, como hipo ensão
conhecida como uma das p incipais causas de mo bimo alidade ma e na no
mundo. No B asil, essa condição se encon a en e as ês p incipais causas de mo e ma e na,
com axas a iando de aco do com a egião, e le indo as desigualdades socioeconômicas e a
s
di iculdades de acesso à saúde (Cas o; Bo olo o; Zugaib, 2008). En e an o, mesmo com
uma al a p e alência, ainda há uma escassez de dados nacionais sob e as incidências egionais
2,1% a 11,6% das mo es ma e nas. Embo a
a incidência seja meno na população obs é ica do que na população ge al, uma ez que a
maio ia das ges an es é jo em e sem como bidades, sua le alidade ainda se mos a
a de a o (p esen e em 0,002% a 0,01% das
ges an es após o pa o), cons i ui uma das p incipais causas de in e nação em unidades de
Além do impac o na mo alidade ma e na, os des echos pe ina ais ambé
m são
se que, pa a cada mo e ma e na po sepse, exis am ce ca de 50
mulhe es em isco de mo e, o que e idencia a g a idade dessa condição (Ha is
e al., 2023).
e al em casos de sepse
ma e na é ela ada en e 10% a 12% (Shields; De Assis; Halsco , 2021).
Essas es a ís icas e idenciam que, apesa de di e enças egionais e econômicas, a sepse
ma e na é uma sé ia ques ão de saúde e se mos a como um desa io pa a os
sis emas de saúde
O diagnós ico da sepse na ges ação é um desa io, uma ez que al e ações isiológicas
p óp ias da g a idez, como aquica dia, leucoci ose, queda disc e a da p essão a e ial e
ma cado es in lama ó ios, podem masca a ou con undi os sinais da sínd ome
, 2025). A sepse ma e na pode ap esen a
es a ge al, e upções/i i açõ
es de
pele, do no anda in e io do abdomem ou do pél ica, con ações, co imen o aginal
ano mal, hipo e mia, aquica dia, hipo ensão, ensão u e ina, pa os p é
- e mo, al e ação do
023).
es abelecido pa a diagnos ica sepse
ma e na, al e ações nos sinais i ais são um indicado p ecoce de in ecção, como hipo ensão
a e ial sis ólica, aquipnéia, al e ações no es ado men al e eb e, apes
úl ima não se ob iga ó ia (Shields; De Assis; Halsco , 2021).
Pa a o as eio de casos suspei os de sepse, u iliza
qSOFA (
Quick Sequen ial O gan Failu e Assessmen
pa icula i
dades isiológicas da ges ação, oi c iado o omqSOFA (
uma e amen a baseada apenas em c i é ios clínicos que pe mi e iden i ica pacien es com
suspei a de in ecção e de pio p ognós ico, ap esen ando alidade p edi i a pa a mo
in a-hospi ala
(Napoli ano, 2018). Es e de e se aplicado du an e oda a ges aç
dias após o pa o; após esse pe íodo, e oma
2017). Clinicamen e, uma pon uação igual ou supe io a 2 indi
com os dados das abelas 1 e 2
Tabela 1 -
Esco e de qSOFA
Tabela 2 -
Esco e de omqSOFA
Apesa da exis ência desses sco es pa a a de ecção p ecoce da sepse ma e na, ainda
não há consenso sob e seu uso. Um es udo indicou que o omqSOFA deixou mais da me ade
dos casos de sepse ma e na passa (Yahya
137
a e ial sis ólica, aquipnéia, al e ações no es ado men al e eb e, apes
úl ima não se ob iga ó ia (Shields; De Assis; Halsco , 2021).
Pa a o as eio de casos suspei os de sepse, u iliza
-
se um esco e clínico denominado
Quick Sequen ial O gan Failu e Assessmen
). Po ém, conside ando as
dades isiológicas da ges ação, oi c iado o omqSOFA (
obs e ic modi ied
uma e amen a baseada apenas em c i é ios clínicos que pe mi e iden i ica pacien es com
suspei a de in ecção e de pio p ognós ico, ap esen ando alidade p edi i a pa a mo
(Napoli ano, 2018). Es e de e se aplicado du an e oda a ges aç
dias após o pa o; após esse pe íodo, e oma
-
se o uso do qSOFA con encional (Bowney
2017). Clinicamen e, uma pon uação igual ou supe io a 2 indi
ca suspei a de sepse, de aco do
com os dados das abelas 1 e 2
(
Ame ican Academy o Family Physicians
Esco e de qSOFA
Esco e de omqSOFA
Apesa da exis ência desses sco es pa a a de ecção p ecoce da sepse ma e na, ainda
não há consenso sob e seu uso. Um es udo indicou que o omqSOFA deixou mais da me ade
dos casos de sepse ma e na passa (Yahya
e al, 2023).
a e ial sis ólica, aquipnéia, al e ações no es ado men al e eb e, apes
a da p esença des a
se um esco e clínico denominado
). Po ém, conside ando as
obs e ic modi ied
qSOFA),
uma e amen a baseada apenas em c i é ios clínicos que pe mi e iden i ica pacien es com
suspei a de in ecção e de pio p ognós ico, ap esen ando alidade p edi i a pa a mo
alidade
(Napoli ano, 2018). Es e de e se aplicado du an e oda a ges aç
ão e a é se e
se o uso do qSOFA con encional (Bowney
e al.,
ca suspei a de sepse, de aco do
Ame ican Academy o Family Physicians
, 2015).
Apesa da exis ência desses sco es pa a a de ecção p ecoce da sepse ma e na, ainda
não há consenso sob e seu uso. Um es udo indicou que o omqSOFA deixou mais da me ade
As al e ações isiológicas da g
sepse. O aumen o do débi o ca díaco, associado à asodila ação, pode ag a a quad os de
choque. No sis ema espi a ó io, a ges an e ap esen a hipe en ilação isiológica e
modi icações no equilíb io ácido
isco de in ecção (Cas o; Bo olo o; Zugaib, 2008; Yahya
Já no pue pé io, a leucoci ose pode se isiológica, o nando
especí ico. O econhecimen o p ecoce da
c i é ios obs é icos con iá eis, exigindo co elação clínica cuidadosa e baixos limia es pa a
in es igação labo a o ial e de imagem (B idwell
sinais suges i os, co
mo eb e pe sis en emen e (>38°C), aquica dia inexplicá el, aquipneia,
hipo ensão ou al e ações neu ológicas, de em le a à in es igação de oco in eccioso.
Quad o clínico, complicações e impac os:
A sepse pode se ap esen a de o ma insidiosa ou ulmin
sis êmico, pode inicia com a chamada “ ase quen e”, ca ac e izada po eb e, aquica dia,
aquidispneia, hipo ensão, ansiedade e con usão men al, podendo e olui pa a a “ ase ia”,
ma cada po hipope usão, acidose lác ica e ex e
Bo olo o; Zugaib, 2008). A sin oma ologia pode inclui ainda ash cu âneo, oligú ia,
al e ações do ní el de consciência, dis unção ca dio ascula com insu iciência miocá dica e
sinais espi a ó ios g a es. (Plan e; Pac
O econhecimen o p ecoce desses sinais é essencial, is o que p o ocolos
in e nacionais, como o
Sepsis
Campaign
adap adas pa a a ges ação (Bowye
iagem imedia a, a e ição de lac a o, hemocul u as, início ápido de an ibio ico e apia de
amplo espec o e eposição olêmica guiada. Além disso, de ido ao isco de e olução pa a
choque sép ico, ecomenda
moni o ização em unidade de e apia in ensi a, medidas que eduzem mo alidade ma e na e
e al (Co dioli e al
., 2013; Shields
P o ocolos clínicos ecomendam que a i alidade e al seja moni
manejo ma e no, e que a in e upção da ges ação seja conside ada em si uações de
de e io ação hemodinâmica ma e na ou in iabilidade e al (Ame ican Academy o Family
Physicians, 2015; Bowye
e al
138
As al e ações isiológicas da g
a idez desempenham papel impo an e no con ex o da
sepse. O aumen o do débi o ca díaco, associado à asodila ação, pode ag a a quad os de
choque. No sis ema espi a ó io, a ges an e ap esen a hipe en ilação isiológica e
modi icações no equilíb io ácido
-
base. Já no a o u iná io, a comp essão u e e al aumen a o
isco de in ecção (Cas o; Bo olo o; Zugaib, 2008; Yahya
e al.
, 2025).
Já no pue pé io, a leucoci ose pode se isiológica, o nando
-
se um ma cado pouco
especí ico. O econhecimen o p ecoce da
sepse pue pe al é desa iado pela ausência de
c i é ios obs é icos con iá eis, exigindo co elação clínica cuidadosa e baixos limia es pa a
in es igação labo a o ial e de imagem (B idwell
e al.,
2019). Em e mos p á icos, quaisque
mo eb e pe sis en emen e (>38°C), aquica dia inexplicá el, aquipneia,
hipo ensão ou al e ações neu ológicas, de em le a à in es igação de oco in eccioso.
Quad o clínico, complicações e impac os:
A sepse pode se ap esen a de o ma insidiosa ou ulmin
an e. Do pon o de is a
sis êmico, pode inicia com a chamada “ ase quen e”, ca ac e izada po eb e, aquica dia,
aquidispneia, hipo ensão, ansiedade e con usão men al, podendo e olui pa a a “ ase ia”,
ma cada po hipope usão, acidose lác ica e ex e
midades ias e cianó icas (Cas o;
Bo olo o; Zugaib, 2008). A sin oma ologia pode inclui ainda ash cu âneo, oligú ia,
al e ações do ní el de consciência, dis unção ca dio ascula com insu iciência miocá dica e
sinais espi a ó ios g a es. (Plan e; Pac
heco; Louis, 2019; Shields e al
., 2023).
O econhecimen o p ecoce desses sinais é essencial, is o que p o ocolos
Sepsis
-3
(Napoli ano, 2018) e as di e izes da
adap adas pa a a ges ação (Bowye
e al., 2017; B idwell
e al
iagem imedia a, a e ição de lac a o, hemocul u as, início ápido de an ibio ico e apia de
amplo espec o e eposição olêmica guiada. Além disso, de ido ao isco de e olução pa a
choque sép ico, ecomenda
-se a aliaç
ão p ecoce da necessidade de supo e asop esso e
moni o ização em unidade de e apia in ensi a, medidas que eduzem mo alidade ma e na e
., 2013; Shields
e al., 2021).
P o ocolos clínicos ecomendam que a i alidade e al seja moni
manejo ma e no, e que a in e upção da ges ação seja conside ada em si uações de
de e io ação hemodinâmica ma e na ou in iabilidade e al (Ame ican Academy o Family
e al
., 2017).
a idez desempenham papel impo an e no con ex o da
sepse. O aumen o do débi o ca díaco, associado à asodila ação, pode ag a a quad os de
choque. No sis ema espi a ó io, a ges an e ap esen a hipe en ilação isiológica e
base. Já no a o u iná io, a comp essão u e e al aumen a o
, 2025).
se um ma cado pouco
sepse pue pe al é desa iado pela ausência de
c i é ios obs é icos con iá eis, exigindo co elação clínica cuidadosa e baixos limia es pa a
2019). Em e mos p á icos, quaisque
mo eb e pe sis en emen e (>38°C), aquica dia inexplicá el, aquipneia,
hipo ensão ou al e ações neu ológicas, de em le a à in es igação de oco in eccioso.
an e. Do pon o de is a
sis êmico, pode inicia com a chamada “ ase quen e”, ca ac e izada po eb e, aquica dia,
aquidispneia, hipo ensão, ansiedade e con usão men al, podendo e olui pa a a “ ase ia”,
midades ias e cianó icas (Cas o;
Bo olo o; Zugaib, 2008). A sin oma ologia pode inclui ainda ash cu âneo, oligú ia,
al e ações do ní el de consciência, dis unção ca dio ascula com insu iciência miocá dica e
., 2023).
O econhecimen o p ecoce desses sinais é essencial, is o que p o ocolos
(Napoli ano, 2018) e as di e izes da
Su i ing Sepsis
e al
., 2019), en a izam a
iagem imedia a, a e ição de lac a o, hemocul u as, início ápido de an ibio ico e apia de
amplo espec o e eposição olêmica guiada. Além disso, de ido ao isco de e olução pa a
ão p ecoce da necessidade de supo e asop esso e
moni o ização em unidade de e apia in ensi a, medidas que eduzem mo alidade ma e na e
P o ocolos clínicos ecomendam que a i alidade e al seja moni
o ada em pa alelo ao
manejo ma e no, e que a in e upção da ges ação seja conside ada em si uações de
de e io ação hemodinâmica ma e na ou in iabilidade e al (Ame ican Academy o Family
Do pon o de is a ma e no, a
du adou as, como dep essão, ansiedade, insônia, do c ônica, declínio cogni i o e a é
in e ilidade (po in ecção pél ica ou his e ec omia) (Shields
Mesmo após a esoluçã
o do quad o agudo, é possí el o desen ol imen o da sínd ome pós
sepse (PSS), ma cada po comp ome imen os uncionais e maio isco de ein e nação (Yahya
e al
., 2025). Di e izes ecen es e o çam a impo ância de um seguimen o mul ip o issional
após a al
a, além do manejo p ecoce e p o ocola , pa a eduzi a mo bimo alidade ma e na e
e al (Gal ão e al
., 2016; G ee
T a amen o:
Todos os a igos e isados en a izam a necessidade de ins au a e apia o mais p ecoce
possí el: isso inclui a o
b enção ápida de cul u as an es do início da an ibio ico e apia de
amplo espec o, que idealmen e de e oco e na p imei a ho a após a suspei a clínica. A
an ibio ico e apia, uma ez iniciada, de e se e inada con o me a iden i icação do
mic o ganismo e
do oco in eccioso.
Na sepse du an e o ciclo g a ídico
polimic obiana, com an ibió icos como gen amicina (aminoglicosídeo), clindamicina
(lincosamida) e, dependendo da g a idade, ce alospo inas de e cei a ge ação. Além
essencial a essusci ação olêmica imedia a com c is aloides pa a no maliza a p essão a e ial
média, o débi o u iná io e eduzi a lac a emia. Se a p essão a e ial não esponde à eposição
de líquidos, d ogas asoa i as de em se adminis adas
moni o ização igo osa dos sinais i ais, dos pa âme os de pe usão e dos exames
labo a o iais (lac a o, ele óli os, hemog ama) é igualmen e undamen al, assim como o
supo e nu icional, de ido às demandas ene gé ic
al
., 2013; Plan e; Pacheco; Louis, 2019; Shields
Du an e odo o manejo, é c ucial moni o a a i alidade e al. No supo e in ensi o, a
en ilação p o e o a de e se ajus ada pa a man e a sa u ação
p ese a o e o, enquan o ans usões são ealizadas con o me necessá io, man endo os ní eis
de hemoglobina en e 7-
9 g/dL. Ou as medidas incluem con ole glicêmico mode ado,
p o ilaxia pa a ombose enosa p o unda, p e en
p ecoce, com o uso de co icoides ese ado pa a choque e a á io.
O a amen o segue o "paco e de 1 ho a" (
Campaign
, com a cole a de hemocul u as, adminis ação de an ibió
139
Do pon o de is a ma e no, a
sepse pode deixa sequelas ísicas e psicológicas
du adou as, como dep essão, ansiedade, insônia, do c ônica, declínio cogni i o e a é
in e ilidade (po in ecção pél ica ou his e ec omia) (Shields
e al
., 2023; Yahya
o do quad o agudo, é possí el o desen ol imen o da sínd ome pós
sepse (PSS), ma cada po comp ome imen os uncionais e maio isco de ein e nação (Yahya
., 2025). Di e izes ecen es e o çam a impo ância de um seguimen o mul ip o issional
a, além do manejo p ecoce e p o ocola , pa a eduzi a mo bimo alidade ma e na e
., 2016; G ee
e al., 2019).
Todos os a igos e isados en a izam a necessidade de ins au a e apia o mais p ecoce
b enção ápida de cul u as an es do início da an ibio ico e apia de
amplo espec o, que idealmen e de e oco e na p imei a ho a após a suspei a clínica. A
an ibio ico e apia, uma ez iniciada, de e se e inada con o me a iden i icação do
do oco in eccioso.
Na sepse du an e o ciclo g a ídico
-
pue pe al, é comum que a causa seja
polimic obiana, com an ibió icos como gen amicina (aminoglicosídeo), clindamicina
(lincosamida) e, dependendo da g a idade, ce alospo inas de e cei a ge ação. Além
essencial a essusci ação olêmica imedia a com c is aloides pa a no maliza a p essão a e ial
média, o débi o u iná io e eduzi a lac a emia. Se a p essão a e ial não esponde à eposição
de líquidos, d ogas asoa i as de em se adminis adas
pa a ga an i a pe usão ecidual. A
moni o ização igo osa dos sinais i ais, dos pa âme os de pe usão e dos exames
labo a o iais (lac a o, ele óli os, hemog ama) é igualmen e undamen al, assim como o
supo e nu icional, de ido às demandas ene gé ic
as aumen adas pela ges ação (Co dioli
., 2013; Plan e; Pacheco; Louis, 2019; Shields
e al., 2023).
Du an e odo o manejo, é c ucial moni o a a i alidade e al. No supo e in ensi o, a
en ilação p o e o a de e se ajus ada pa a man e a sa u ação
ma e na maio ou igual a 95% e
p ese a o e o, enquan o ans usões são ealizadas con o me necessá io, man endo os ní eis
9 g/dL. Ou as medidas incluem con ole glicêmico mode ado,
p o ilaxia pa a ombose enosa p o unda, p e en
ção de úlce as de es esse e nu ição en e al
p ecoce, com o uso de co icoides ese ado pa a choque e a á io.
O a amen o segue o "paco e de 1 ho a" (
Hou -1 Bundle
) da
, com a cole a de hemocul u as, adminis ação de an ibió
sepse pode deixa sequelas ísicas e psicológicas
du adou as, como dep essão, ansiedade, insônia, do c ônica, declínio cogni i o e a é
., 2023; Yahya
e al., 2025).
o do quad o agudo, é possí el o desen ol imen o da sínd ome pós
-
sepse (PSS), ma cada po comp ome imen os uncionais e maio isco de ein e nação (Yahya
., 2025). Di e izes ecen es e o çam a impo ância de um seguimen o mul ip o issional
a, além do manejo p ecoce e p o ocola , pa a eduzi a mo bimo alidade ma e na e
Todos os a igos e isados en a izam a necessidade de ins au a e apia o mais p ecoce
b enção ápida de cul u as an es do início da an ibio ico e apia de
amplo espec o, que idealmen e de e oco e na p imei a ho a após a suspei a clínica. A
an ibio ico e apia, uma ez iniciada, de e se e inada con o me a iden i icação do
pue pe al, é comum que a causa seja
polimic obiana, com an ibió icos como gen amicina (aminoglicosídeo), clindamicina
(lincosamida) e, dependendo da g a idade, ce alospo inas de e cei a ge ação. Além
disso, é
essencial a essusci ação olêmica imedia a com c is aloides pa a no maliza a p essão a e ial
média, o débi o u iná io e eduzi a lac a emia. Se a p essão a e ial não esponde à eposição
pa a ga an i a pe usão ecidual. A
moni o ização igo osa dos sinais i ais, dos pa âme os de pe usão e dos exames
labo a o iais (lac a o, ele óli os, hemog ama) é igualmen e undamen al, assim como o
as aumen adas pela ges ação (Co dioli
e
Du an e odo o manejo, é c ucial moni o a a i alidade e al. No supo e in ensi o, a
ma e na maio ou igual a 95% e
p ese a o e o, enquan o ans usões são ealizadas con o me necessá io, man endo os ní eis
9 g/dL. Ou as medidas incluem con ole glicêmico mode ado,
ção de úlce as de es esse e nu ição en e al
) da
Su i ing Sepsis
, com a cole a de hemocul u as, adminis ação de an ibió
icos e eanimação
olêmica em caso de hipo ensão ou lac a o ele ado (E ans
aplicação desses p o ocolos na ges an e exige adap ações, pois as al e ações isiológicas da
g a idez podem masca a os sinais iniciais de sepse. Po is
College o Obs e icians and Gynecologis s
Gynaecologis s
(RCOG) ecomendam sis emas de ale a p ecoce ajus ados pa a a ges ação
(
Ma e nal Ea ly Wa ning Sys ems
Além disso, o a amen o obs é ico eque adap ações especí icas: du an e a ges ação,
ecomenda-
se o decúbi o la e al esque do pa a eduzi a comp essão ao oca a. No pós
pode se necessá ia d enagem de absc
his e ec omia, caso o con ole in eccioso seja e a á io. Em suma, o manejo e icaz exige uma
abo dagem mul idisciplina , combinando p o ocolos consag ados com ajus es especí icos pa a
a isiologia e as complica
ções obs é icas.
P e enção:
Em elação à p e enção da sepse ma e na e pue pe al, os a igos en a izam
p incipalmen e o econhecimen o p ecoce da condição e a necessidade de implemen ação
imedia a de medidas e apêu icas, e i ando um cená io mais g a e (Ya
Con udo, é essencial conside a que a p e enção ab ange um conjun o amplo de ações, que
ão desde ecomendações de saneamen o básico e higiene pessoal (incluindo a higienização
adequada das mãos) a é cuidados p é
de in ecções.
A iden i icação dos a o es de isco é um componen e essencial pa a o ien a medidas
de in e enção p ecoce e manejo adequado das ges an es. Esses a o es podem se
classi icados em obs é icos e não obs é ic
ou impac o sob e os des echos ma e nos e neona ais. En e os a o es obs é icos com maio
ele ância clínica, des acam
his ó ico de in ecção po es
amniocen ese e a ce clagem ce ical, de ido à sua o e associação com complicações
in ecciosas. No g upo dos a o es não obs é icos, a obesidade e o diabe es melli us (ou
in ole ância à glicose)
igu am en e os mais p e alen es e impac an es, con ibuindo
signi ica i amen e pa a o aumen o do isco de in ecções e complicações no pe íodo
ges acional e pue pe al (Gal ão
140
olêmica em caso de hipo ensão ou lac a o ele ado (E ans
e al
., 2021). No en an o, a
aplicação desses p o ocolos na ges an e exige adap ações, pois as al e ações isiológicas da
g a idez podem masca a os sinais iniciais de sepse. Po is
so, o ganizações como o
College o Obs e icians and Gynecologis s
(ACOG) e o
Royal College o Obs e icians and
(RCOG) ecomendam sis emas de ale a p ecoce ajus ados pa a a ges ação
Ma e nal Ea ly Wa ning Sys ems
-
MEWS) (Plan e; Pacheco; Louis, 2019).
Além disso, o a amen o obs é ico eque adap ações especí icas: du an e a ges ação,
se o decúbi o la e al esque do pa a eduzi a comp essão ao oca a. No pós
pode se necessá ia d enagem de absc
essos, cu e agem de es os in ec ados ou a é
his e ec omia, caso o con ole in eccioso seja e a á io. Em suma, o manejo e icaz exige uma
abo dagem mul idisciplina , combinando p o ocolos consag ados com ajus es especí icos pa a
ções obs é icas.
Em elação à p e enção da sepse ma e na e pue pe al, os a igos en a izam
p incipalmen e o econhecimen o p ecoce da condição e a necessidade de implemen ação
imedia a de medidas e apêu icas, e i ando um cená io mais g a e (Ya
Con udo, é essencial conside a que a p e enção ab ange um conjun o amplo de ações, que
ão desde ecomendações de saneamen o básico e higiene pessoal (incluindo a higienização
adequada das mãos) a é cuidados p é
-na ais e hospi ala es, c
om oco na edução e no con ole
A iden i icação dos a o es de isco é um componen e essencial pa a o ien a medidas
de in e enção p ecoce e manejo adequado das ges an es. Esses a o es podem se
classi icados em obs é icos e não obs é ic
os, sendo que alguns ap esen am maio p e alência
ou impac o sob e os des echos ma e nos e neona ais. En e os a o es obs é icos com maio
ele ância clínica, des acam
-
se a up u a p olongada das memb anas o ula es (RPMO), o
his ó ico de in ecção po es
ep ococo do g upo B e os p ocedimen os in asi os, como a
amniocen ese e a ce clagem ce ical, de ido à sua o e associação com complicações
in ecciosas. No g upo dos a o es não obs é icos, a obesidade e o diabe es melli us (ou
igu am en e os mais p e alen es e impac an es, con ibuindo
signi ica i amen e pa a o aumen o do isco de in ecções e complicações no pe íodo
ges acional e pue pe al (Gal ão
e al., 2016).
., 2021). No en an o, a
aplicação desses p o ocolos na ges an e exige adap ações, pois as al e ações isiológicas da
so, o ganizações como o
Ame ican
Royal College o Obs e icians and
(RCOG) ecomendam sis emas de ale a p ecoce ajus ados pa a a ges ação
MEWS) (Plan e; Pacheco; Louis, 2019).
Além disso, o a amen o obs é ico eque adap ações especí icas: du an e a ges ação,
se o decúbi o la e al esque do pa a eduzi a comp essão ao oca a. No pós
-pa o,
essos, cu e agem de es os in ec ados ou a é
his e ec omia, caso o con ole in eccioso seja e a á io. Em suma, o manejo e icaz exige uma
abo dagem mul idisciplina , combinando p o ocolos consag ados com ajus es especí icos pa a
Em elação à p e enção da sepse ma e na e pue pe al, os a igos en a izam
p incipalmen e o econhecimen o p ecoce da condição e a necessidade de implemen ação
imedia a de medidas e apêu icas, e i ando um cená io mais g a e (Ya
hya e al., 2025).
Con udo, é essencial conside a que a p e enção ab ange um conjun o amplo de ações, que
ão desde ecomendações de saneamen o básico e higiene pessoal (incluindo a higienização
om oco na edução e no con ole
A iden i icação dos a o es de isco é um componen e essencial pa a o ien a medidas
de in e enção p ecoce e manejo adequado das ges an es. Esses a o es podem se
os, sendo que alguns ap esen am maio p e alência
ou impac o sob e os des echos ma e nos e neona ais. En e os a o es obs é icos com maio
se a up u a p olongada das memb anas o ula es (RPMO), o
ep ococo do g upo B e os p ocedimen os in asi os, como a
amniocen ese e a ce clagem ce ical, de ido à sua o e associação com complicações
in ecciosas. No g upo dos a o es não obs é icos, a obesidade e o diabe es melli us (ou
igu am en e os mais p e alen es e impac an es, con ibuindo
signi ica i amen e pa a o aumen o do isco de in ecções e complicações no pe íodo