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25. AMBIÊNCIA HUMANIZADA: O IMPACTO FÍSICO E
EMOCIONAL DO AMBIENTE NO MOMENTO DO PARTO
HUMANIZED ENVIRONMENT: THE PHYSICAL AND EMOTIONAL IMPACT OF
THE ENVIRONMENT AT THE TIME OF BIRTH
EIXO TEMÁTICO: HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PARTO E NASCIMENTO
Ka en Ca alho de Ma os
G aduanda em En e magem pelo Cen o Uni e si á io do Planal o Cen al Appa ecido dos San os
Jhenni e Reis dos San os
En e mei a pós-g aduada em Te apia In ensi a Pediá ica e Neona al pela Faculdade Unyleya
Ana Ca oline Gomes Pin o
Fisio e apeu a pós g aduada em Fisio e apia U oginecologica pela Faculdade CERTRO
Vi ó ia Vic o Menezes
En e mei a pela Uni e sidade Fede al de Campina G ande
Geo ana Ca alcan e Viei a
:G aduanda em En e magem pelo Cen o Uni e si á io do Planal o Cen al Appa ecido dos San os
Ma ia F ancisca de A agão Mendes
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Es adual da Pa aíba-UEPB,Campina G ande-PB
Flá ia Noguei a
G aduada em En e magem pela Faculdade de São Lou enço - MG, Consul o a em Amamen ação Pós-Pa o pela Comad e - Cia Limi ada
Pode do Pa eja - SP.
Ra ael Bi encou F ied ichp
G aduando em Medicina pela Uni e sidade de San a C uz do Sul - RS.
Lí ia Ma ia de Jesus Macedo
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade de Pe nambuco - Campus Pe olina
Milena San os Pe ei a
G aduada em En e magem pela Uni e sidade Fede al de Se gipe - Campus Laga o- SE
RESUMO
In odução: A ambiência do pa o ai além na es u u a que en ende-se como ísica, ela
en ol e elemen os senso iais que in luenciam o es ado da pa u ien e e do lac en e. Es udos
demons am que a ambiência do local de pa lá o exe ce impac o di e o sob e os des echos
ma e nos e neona ais. Nesse con ex o, o na-se imp escindí el e le i sob e como os
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ambien es hospi ala es e os p o issionais es ão p epa ados pa a ga an i uma ambiência
e dadei amen e humanizada. Obje i o: Analisa de que o ma a ambien ação ísica e os
elemen os de humanização in luenciam a expe iência emocional e o bem-es a ísico da
pa u ien e. Me odologia: O es udo a a-se de uma e isão de li e a u a sis emá ica com
abo dagem quali a i a. A pesquisa en ol eu uma seleção c i e iosa de a igos o iginais,
publicados nos úl imos 5 anos (2020 – 2025), em que ao odo o am cole ados 16 a igos
o iginais, com exclusão de 2, o alizando 14 a igos. Resul ados e discussão: A análise dos
qua o ze a igos selecionados e idenciou que a humanização do pa o e a a uação da
en e magem obs é ica con igu am-se como eixos cen ais pa a a quali icação da assis ência
ma e no-in an il no B asil. Os es udos apon am, de o ma con e gen e, que a p esença do
en e mei o obs e a p omo e p á icas segu as, o alece o p o agonismo da mulhe e a o ece
a adoção de condu as não in e encionis as. Em sín ese, os esul ados demons am que a
humanização do pa o é sus en ada po ês pila es p incipais: a a uação quali icada da
en e magem obs é ica, a adequação da ambiência ísica e elacional dos se iços, e o espei o
à au onomia da mulhe . Conside ações inais: Conclui-se que o o alecimen o das polí icas
públicas ol adas ao pa o humanizado, somado ao engajamen o das equipes de saúde, é
undamen al pa a a consolidação de uma assis ência cen ada na mulhe , pau ada no espei o à
au onomia, na alo ização da isiologia do pa o e na p omoção de ínculos a e i os
saudá eis en e mãe e ilho.
Pala as-Cha es: ambiência; humanização; pa o.
ABSTRACT
In oduc ion: The bi hing en i onmen goes beyond he physical s uc u e; i in ol es
senso y elemen s ha in luence he s a e o he mo he and in an . S udies show ha he
bi hing en i onmen has a di ec impac on ma e nal and neona al ou comes. In his con ex ,
i is essen ial o e lec on how hospi al en i onmen s and p o essionals a e p epa ed o ensu e
a uly humanized en i onmen . Objec i e: To analyze how he physical en i onmen and
elemen s o humaniza ion in luence he emo ional expe ience and physical well-being o he
pa u ien . Me hodology: The s udy is a sys ema ic li e a u e e iew wi h a quali a i e
app oach. The esea ch in ol ed a ca e ul selec ion o o iginal a icles published in he las 5
yea s (2020–2025), in which a o al o 16 o iginal a icles we e collec ed, wi h he exclusion
o 2, o aling 14 a icles. Resul s and discussion: The analysis o he ou een selec ed
a icles showed ha he humaniza ion o childbi h and he ole o obs e ic nu sing a e cen al
axes o he quali ica ion o ma e nal and child ca e in B azil. The s udies con e gen ly poin
ou ha he p esence o obs e ic nu ses p omo es sa e p ac ices, s eng hens women's
p o agonism, and a o s he adop ion o non-in e en ionis beha io s. In summa y, he
esul s demons a e ha he humaniza ion o childbi h is suppo ed by h ee main pilla s: he
quali ied pe o mance o nu ses. S udies consis en ly show ha he p esence o obs e ic
nu ses p omo es sa e p ac ices, s eng hens women's agency, and encou ages he adop ion o
non-in e en ionis app oaches. In summa y, he esul s demons a e ha he humaniza ion o
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childbi h is suppo ed by h ee main pilla s: he skilled wo k o obs e ic nu ses, he
adequacy o he physical and ela ional en i onmen o he se ices, and espec o women's
au onomy. Final conside a ions: I is concluded ha he s eng hening o public policies
aimed a humanized childbi h, coupled wi h he engagemen o heal h eams, is undamen al
o he consolida ion o woman-cen e ed ca e, based on espec o au onomy, app ecia ion o
he physiology o childbi h, and he p omo ion o heal hy emo ional bonds be ween mo he
and child.
Keywo ds: en i onmen ; humaniza ion; childbi h.
INTRODUÇÃO
Ao longo da his ó ia, o pa o e a comp eendido como um e en o isiológico e na u al,
conduzido po mulhe es pa a mulhe es, ge almen e ealizado no ambien e domicilia , o que,
inclusi e, eduz os iscos de exposição a pa ógenos p esen es em ambien es hospi ala es.
Nesses con ex os, as pa u ien es assumi am posições isiológicas – como de cóco as ou
sen adas – con o me suas necessidades e ins in os, podendo deambula e e um p ocesso mais
espei oso e libe ado , assim sendo a o ecido o p ocesso de nascimen o de o ma mais
au ônoma e espei osa. (S a k e al., 2023).
Esse cená io começou a muda no século XVII, quando o ei ancês Luís XIV, mo ido pelo
desejo de assis i ao nascimen o de seus ilhos, incen i ou a adoção da posição ginecológica –
em que a mulhe pe manece dei ada com as pe nas ele adas – pa a melho isualização da
ul a po e cei os. Essa in e e ência, apa en emen e banal, ma cou o início de um p ocesso
de medicalização do pa o e de dominação écnica cien í ica sob e o co po eminino, que
pe du a a é os dias a uais. (Desseau e e al., 2023).
A ambiência do pa o ai além na es u u a que en ende-se como ísica, ela en ol e elemen os
senso iais que in luenciam o es ado da pa u ien e e do lac en e. Quando o ambien e é
mon ado de o ma humanizada, o pa o pode se ans o mado em uma expe iência
acolhedo a, segu a e espei osa. (Oli ei a, F ei as e Souza, 2023).
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Es udos demons am que a ambiência do local de pa o exe ce impac o di e o sob e os
des echos ma e nos e neona ais, in luenciando não apenas o empo do abalho de pa o, mas
ambém os ní eis de ansiedade, do e bem-es a da mulhe (B asil, 2019; Rezende; Pin o,
2020).
Um ambien e acolhedo , com iluminação sua e, empe a u a adequada, p i acidade e
possibilidade de p esença de acompanhan e con ibui pa a a libe ação de oci ocina, ho mônio
undamen al pa a a p og essão do pa o e pa a o ínculo mãe-bebê (ODENT, 2014).
A Polí ica Nacional de Humanização (PNH), implemen ada pelo Minis é io da Saúde,
e o ça a impo ância da ambiência como um dos disposi i os essenciais pa a o cuidado
in eg al e humanizado, des acando que o espaço ísico de e a o ece o p o agonismo da
mulhe e o espei o às suas escolhas (BRASIL, 2010).
Além do ambien e ísico, os aspec os emocionais e subje i os ambém compõem a
ambiência humanizada, sendo undamen al que a equipe mul ip o issional p omo a escu a
a i a, acolhimen o e supo e emocional du an e odo o p ocesso. O cuidado cen ado na
mulhe e o econhecimen o de sua singula idade são pila es pa a uma assis ência espei osa e
segu a (LEAL e al., 2021).
Nesse con ex o, o na-se imp escindí el e le i sob e como os ambien es hospi ala es
e os p o issionais es ão p epa ados pa a ga an i uma ambiência e dadei amen e humanizada,
que espei e os di ei os ep odu i os, o empo isiológico do pa o e a expe iência emocional
da mulhe .
OBJETIVO
Analisa de que o ma a ambien ação ísica e os elemen os de humanização in luenciam a
expe iência emocional e o bem-es a ísico da pa u ien e, p omo endo segu ança, con o o e
p o agonismo du an e o abalho de pa o e pa o.
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METODOLOGIA
O es udo a a-se de uma e isão de li e a u a sis emá ica com abo dagem quali a i a
que p ocedeu-se a uma pesquisa bibliog á ica a im de seleciona e sin e iza in o mações
ele an es ace ca da impo ância da ambiência humanizada e os impac os do ambien e no
momen o do pa o. A pesquisa en ol eu uma seleção c i e iosa de a igos o iginais,
publicados nos úl imos 5 anos (2020 – 2025), p o enien es de pe iódicos cien í icos de
econhecida qualidade e indexados em bases de dados bibliog á icos de e e ência, ais como
SciELO, Biblio eca Vi ual em Saúde (BVS), Li e a u a La ino-ame icana e do Ca ibe em
Ciências da Saúde (LILACS) e Google Acadêmico.
As bases de dados de e e ência u ilizadas isam assegu a a alidade, con iabilidade e
p ecisão das in o mações ap esen adas, em consonância com os p incípios da pesquisa
cien í ica. A busca bibliog á ica oi conduzida median e a u ilização dos seguin es desc i o es
em saúde (DECS) e pala as-cha e: “Assis ência ao pa o”, "Pa o humanizado",
"Humanização" e "Ambien e".
Ao odo o am cole ados 16 a igos o iginais, com abo dagem quali a i a e
quan i a i a, conside ados ele an es ao ema, que es i essem disponí eis na ín eg a, nos
idiomas po uguês e inglês, e publicados nos úl imos 5 anos, a im de ga an i a a ualidade das
in o mações em um con ex o mais mode no. Como c i é ios de exclusão, 2 dos 16 a igos
selecionados o am excluídos de ido à duplicidade des es em bases de dados, po es a em
incomple os e po uga ao ema.
A seleção c i e iosa dos es udos oi ealizada em ês e apas, consis indo a p imei a na
lei u a dinâmica dos í ulos e esumos pa a a alia a adequação ao ema; em seguida, o am
analisados os a igos p é-selecionados na ín eg a, pa a que en im pudessem se cole ados e
o ganizados pa a exposição dian e dos esul ados encon ados. A análise dos dados seguiu
uma abo dagem quali a i a e desc i i a, buscando apon a os impac os do ambien e na saúde
ma e no-in an il no momen o do pa o e, pos e io men e, a in luência da adoção de um
ambien e mais humanizado.
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Em suma, a me odologia ado ada nes e es udo se ca ac e iza pela sua igo osidade e
sis ema icidade, buscando ga an i a qualidade e ele ância das in o mações ap esen adas.
Essa abo dagem me odológica con ibui pa a o a anço do conhecimen o cien í ico na á ea da
saúde, a a és de in es igação e análise de dados, com o obje i o de p omo e uma
assis ência mais segu a e de qualidade ao binômio mãe- ilho du an e o pa o.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise dos qua o ze a igos selecionados e idenciou que a humanização do pa o e
a a uação da en e magem obs é ica con igu am-se como eixos cen ais pa a a quali icação da
assis ência ma e no-in an il no B asil. Os es udos apon am, de o ma con e gen e, que a
p esença do en e mei o obs e a p omo e p á icas segu as, o alece o p o agonismo da
mulhe e a o ece a adoção de condu as não in e encionis as. A li e a u a mos a que a
assis ência de en e magem humanizada con ibui pa a a edução de p ocedimen os
desnecessá ios, como episio omia e cesa ianas sem indicação clínica, além de incen i a
mé odos não a macológicos de alí io da do , a exemplo de massagens, banhos mo nos,
écnicas espi a ó ias e libe dade de posição du an e o abalho de pa o (P a a e al., 2022;
Kosloske e al., 2024). Tais es a égias co obo am as di e izes da O ganização Mundial da
Saúde (OMS) e do Minis é io da Saúde, que de endem o pa o isiológico como p ocesso
na u al, de endo se espei ado em seus aspec os biopsicossociais.
Ou o pon o eco en e nos a igos analisados oi a alo ização da ambiência
hospi ala como elemen o undamen al pa a a e e i ação de boas p á icas. Ambien es
adequados, com iluminação sua e, p esença de acompanhan e, p i acidade assegu ada e
disponibilidade de qua os PPP (p é-pa o, pa o e pue pé io) mos a am-se de e minan es
pa a a sa is ação ma e na e pa a a p omoção de um cuidado mais acolhedo (Pasche e al.,
2021). Nesse sen ido, es udos ealizados em ma e nidades da Rede Cegonha apon am que a
adequação a qui e ônica e o ganizacional epe cu e posi i amen e na expe iência das
mulhe es e na adesão dos p o issionais às condu as humanizadas (Kosloske e al., 2024;
Disse ação UNIRIO, 2024). Tais achados e o çam que a ambiência, p e is a como di e iz
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da Polí ica Nacional de Humanização, não é apenas componen e es u u al, mas ambém
simbólico, pois essigni ica o espaço hospi ala e con ibui pa a a cons ução de ínculos.
As e idências ambém des aca am a cen alidade do espei o à au onomia da
pa u ien e. O pa o humanizado é desc i o como p ocesso que con empla os di ei os da
mulhe , pe mi indo escolhas sob e acompanhan e, mé odos de alí io da do e local de pa o
(Jacob e al., 2022; Duque e al., 2021). A au onomia eminina su ge como p incípio é ico e
clínico, con as ando com p á icas de iolência obs é ica ainda eco en es em di e sos
se iços. Es udos quali a i os e ela am que a pe cepção das mulhe es sob e o cuidado
ecebido es á di e amen e ligada à pos u a da equipe, ao acolhimen o e à comunicação e e i a
(Picão e al., 2020). Assim, a p esença do en e mei o obs e a é alo izada não apenas pelo
domínio écnico, mas pelo papel de mediado en e a pa u ien e e o sis ema de saúde,
p omo endo um cuidado cen ado na mulhe .
O con a o pele a pele imedia o e o es ímulo ao alei amen o ma e no na p imei a meia
ho a pós-pa o o am iden i icados como p á icas essenciais, ainda que nem semp e
e e i amen e implemen adas. En e os a o es que a o ecem sua ealização es ão a
assis ência humanizada, a ausência de complicações clínicas e o apoio ins i ucional, enquan o
cesa ianas ele i as, ausência de acompanhan e e al a de p epa o da equipe con igu am-se
como ba ei as (Sil a e al., 2020). Esses esul ados indicam que o modelo de a enção igen e
in luencia di e amen e na adoção de condu as ecomendadas pela Inicia i a Hospi al Amigo
da C iança, e idenciando que o alei amen o p ecoce é não apenas p á ica clínica, mas e lexo
de polí icas ins i ucionais.
A discussão sob e modelos al e na i os, como o pa o domicilia planejado, ambém
eme giu en e os es udos. Embo a ainda es i o a g upos com maio pode aquisi i o, o pa o
domicilia em c escendo nos g andes cen os u banos e é apon ado como opção segu a
quando ealizado po p o issionais quali icados, sendo associado à au onomia da mulhe e ao
al o g au de sa is ação ma e na (Cu sino; Benincasa, 2020). Toda ia, a al a de acesso pelo
Sis ema Único de Saúde limi a sua ampliação, o nando-o p á ica excluden e. Es e dado
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e o ça a necessidade de polí icas públicas que ampliem o leque de escolhas das mulhe es
den o de pa âme os de segu ança.
Em sín ese, os esul ados demons am que a humanização do pa o é sus en ada po
ês pila es p incipais: a a uação quali icada da en e magem obs é ica, a adequação da
ambiência ísica e elacional dos se iços, e o espei o à au onomia da mulhe . A in eg ação
dessas dimensões epe cu e em bene ícios clínicos e subje i os, como meno núme o de
in e enções desnecessá ias, maio sa is ação das pa u ien es e o alecimen o do ínculo
ma e no-in an il. Con udo, os es udos ambém apon am desa ios pe sis en es, como a
esis ência ins i ucional às mudanças de modelo, a insu iciência de in es imen os em
in aes u u a e a manu enção de p á icas que con igu am iolência obs é ica. Dessa o ma, a
consolidação da ambiência humanizada no B asil exige an o o o alecimen o de polí icas
públicas quan o o engajamen o das equipes mul ip o issionais, com a en e magem obs é ica
em papel de p o agonismo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A análise desen ol ida e idenciou que a ambiência exe ce papel de e minan e na
expe iência do pa o, in luenciando di e amen e não apenas os des echos clínicos, mas
ambém os aspec os emocionais e subje i os da pa u ien e. A c iação de espaços acolhedo es,
aliados a p á icas humanizadas conduzidas po equipes mul ip o issionais, especialmen e pela
en e magem obs é ica, o alece o p o agonismo da mulhe e a o ece uma assis ência mais
segu a, é ica e espei osa.
Cons a a-se, en e an o, que ainda exis em ba ei as es u u ais, cul u ais e ins i ucionais
que di icul am a consolidação desse modelo de cuidado, como a insu iciência de
in es imen os em in aes u u a, a esis ência de p o issionais a mudanças de pa adigma e a
pe sis ência de p á icas ca ac e izadas como iolência obs é ica.
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Es e es udo, po se a a de uma e isão de li e a u a, ap esen a como limi ação a
dependência de dados secundá ios, o que es inge a análise à p odução cien í ica já exis en e.
Assim, az-se necessá io o desen ol imen o de no as pesquisas empí icas, especialmen e
es udos mul icên icos e de abo dagem quali a i a, capazes de explo a a pe cepção de
mulhe es e p o issionais ace ca da ambiência humanizada e de suas epe cussões no p ocesso
de nascimen o.
Conclui-se que o o alecimen o das polí icas públicas ol adas ao pa o humanizado,
somado ao engajamen o das equipes de saúde, é undamen al pa a a consolidação de uma
assis ência cen ada na mulhe , pau ada no espei o à au onomia, na alo ização da isiologia
do pa o e na p omoção de ínculos a e i os saudá eis en e mãe e ilho.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Minis é io da Saúde. A enção ao pa o e nascimen o: guia pa a ges o es e
p o issionais de saúde. B asília: MS, 2019.
BRASIL. Minis é io da Saúde. Cade nos HumanizaSUS: Ambiência. B asília: Minis é io
da Saúde, 2010.
GONÇALVES, R; ALMEIDA, C. Impac o das polí icas públicas na p omoção da saúde
cole i a. Re is a de Polí icas em Saúde Pública, . 10, n. 1, p. 78-84, 2020.
LEAL, M. e al. Pa o e nascimen o no B asil: pesquisa Nasce no B asil. Re is a de Saúde
Pública, . 55, 2021.
LIMA, M. P á icas de en e magem na a enção p imá ia à saúde. 3. ed. Rio de Janei o:
Edi o a Saúde, 2023.