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EFEITO DA AROMATERAPIA DURANTE O TRABALHO DE PARTO

Author: Editora Saúde Vital
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17536678
Source: https://zenodo.org/records/17536678/files/34.pdf
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34. EFEITO DA AROMATERAPIA DURANTE O TRABALHO DE
PARTO
EFFECT OF AROMATHERAPY DURING LABOR
EIXO TEMÁTICO: Te apias Complemen a es E In eg a i as Em Saúde
Camila Ma ia Souza Fe nandes
G aduanda em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí- FMJ
Isabela Medei os Siquei a
G aduanda em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí-FMJ
Vi ó ia Wagne Yi
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io B asilei o- UNIBRA
Raquel Gomes Cab al
G aduanda em En e magem pela a Uni e sidade Paulis a- Unip
So ia de Paula Pe es
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade de Rio Ve de - UniRV
Vi ó ia Ve as Reda
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí -FMJ
Gus a o Hen ique Oli ei a Cos a
G aduando em Fisio e apia pelo cen o uni es á io UNIFATECIE
Claudenice Lou enço Da Sil a
G aduada em en e magem pela Una Con agem
Ma ia F ancisca de A agão Mendes
G aduada em en e magem pela Uni e sidade Es adual da Pa aíba-UEPB
And éa Laué Passos San os
Bacha el em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau, Esp. em Saúde Pública em Ên ase em
A enção Básica pela
UNINASSAU , Pós- g aduanda em Docência do Ensino Supe io pela UNINASSAU , Pós-g aduanda em
Sexologia e Sexualidade Humana
pela UNINASSAU
RESUMO
In odução: O abalho de pa o é um p ocesso equen emen e acompanhado po do ,
ansiedade e descon o o, o nando-se essencial o uso de es a égias segu as e e icazes pa a
melho a a expe iência ma e na. En e os mé odos não a macológicos, des aca-se a
a oma e apia, p á ica baseada no uso de óleos essenciais capazes de es imula o sis ema
límbico, modula a pe cepção da do e eduzi a ansiedade po meio da libe ação de
se o onina e endo inas. Obje i o: Analisa os e ei os da a oma e apia du an e o abalho de
pa o, iden i icando e idências de e icácia, os óleos mais u ilizados, mé odos de aplicação e a
pe cepção das ges an es em elação à p á ica. Me odologia: O es udo oi desen ol ido como
uma e isão bibliog á ica in eg a i a, incluindo a igos publicados en e 2015 e 2025, nos
idiomas po uguês e inglês. Fo am p io izados ensaios clínicos andomizados, e isões
sis emá icas e es udos obse acionais, enquan o a igos de opinião, edi o iais, esumos de
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e en os e abalhos não publicados o am excluídos. As buscas o am ealizadas em bases
econhecidas como PubMed/MEDLINE, Scopus, Web o Science, SciELO e LILACS,
u ilizando desc i o es con olados e ope ado es booleanos. A análise dos dados oi quali a i a
e desc i i a. Resul ados: Os es udos analisados demons a am bene ícios da a oma e apia no
alí io da do du an e a ase de dila ação e na edução da ansiedade, além de melho a de
sin omas como náuseas e ômi os, o que p opo cionou maio con o o e segu ança pa a a
pa u ien e. Óleos como la anda, osa, sál ia, ge ânio, camomila, olíbano e c a o o am os
mais u ilizados, ge almen e po inalação ou massagem, com e ei os posi i os signi ica i os.
Discussão: A a oma e apia se con igu a como um ecu so não in asi o, acessí el e de baixo
cus o, com po encial pa a humaniza a assis ência obs é ica e a o ece uma expe iência de
pa o mais posi i a e sa is a ó ia. Con udo, a he e ogeneidade me odológica dos es udos e a
ausência de p o ocolos pad onizados limi am a gene alização dos esul ados, o nando
necessá ia a ealização de ensaios clínicos mais obus os que consolidam sua e icácia e
segu ança em di e en es con ex os assis enciais.
Pala as-cha e: Ansiedade; A oma e apia; Do ; Saúde obs é ica; T abalho de pa o.
ABSTRACT
In oduc ion: Labo is o en accompanied by pain, anxie y, and discom o , making i
essen ial o adop sa e and e ec i e s a egies o imp o e ma e nal expe ience. Among non-
pha macological me hods, a oma he apy s ands ou as a p ac ice based on he use o essen ial
oils capable o s imula ing he limbic sys em, modula ing pain pe cep ion, and educing
anxie y h ough he elease o se o onin and endo phins. Objec i e: To analyze he e ec s o
a oma he apy du ing labo , iden i ying e idence o e ec i eness, he mos commonly used
essen ial oils, me hods o applica ion, and women’s pe cep ions ega ding he p ac ice.
Me hodology: This s udy was de eloped as an in eg a i e li e a u e e iew, including a icles
published be ween 2015 and 2025, in Po uguese and English. Randomized clinical ials,
sys ema ic e iews, and obse a ional s udies we e p io i ized, while opinion a icles,
edi o ials, con e ence abs ac s, and unpublished wo ks we e excluded. The sea ch was
ca ied ou in ecognized da abases such as PubMed/MEDLINE, Scopus, Web o Science,
SciELO, and LILACS, using con olled desc ip o s and Boolean ope a o s. Da a analysis was
pe o med quali a i ely and desc ip i ely. Resul s: The e iewed s udies demons a ed
bene i s o a oma he apy in elie ing pain du ing he dila ion phase and educing anxie y, as
well as imp o ing symp oms such as nausea and omi ing, hus p o iding g ea e com o and
sa e y o pa u ien s. Essen ial oils such as la ende , ose, cla y sage, ge anium, chamomile,
ankincense, and clo e we e he mos equen ly used, gene ally h ough inhala ion o
massage, wi h signi ican posi i e ou comes. Discussion: A oma he apy eme ges as a non-
in asi e, low-cos , and accessible esou ce wi h he po en ial o humanize obs e ic ca e and
p omo e a mo e posi i e and sa is ac o y childbi h expe ience. Howe e , he me hodological
he e ogenei y o he s udies and he absence o s anda dized p o ocols limi he gene aliza ion
o indings, highligh ing he need o mo e obus clinical ials o consolida e i s e ec i eness
and sa e y ac oss di e en ca e se ings.
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Keywo ds: Anxie y; A oma he apy; Labo ; Obs e ic heal h; Pain.
INTRODUÇÃO
O abalho de pa o é um e en o complexo que en ol e dimensões ísicas, emocionais
e sociais, sendo a do conside ada um dos aspec os mais ma can es dessa expe iência. T a a-
se de uma das do es mais in ensas i enciadas pela mulhe , in luenciada não apenas pela
in ensidade das con ações u e inas, mas ambém po a o es psicológicos, cul u ais e
indi iduais (Wo ld Heal h O ganiza ion, 2018). Quando não manejados de o ma adequada, o
es esse e a ansiedade associados ao p ocesso podem p ejudica a e olução isiológica do
pa o, aumen ando a pe cepção dolo osa e a e ando o bem-es a ma e no e e al (Lehugeu , e
al.,2017).
Dian e desse cená io, c esce a busca po es a égias de cuidado que associem e icácia
clínica à alo ização do p o agonismo da mulhe . Os mé odos não a macológicos êm se
des acado po o e ece alí io da do sem os iscos de e ei os ad e sos elacionados à analgesia
medicamen osa, além de a o ece em um pa o mais humanizado. En e as p á icas
ecomendadas em p o ocolos assis enciais encon am-se écnicas como deambulação, uso da
bola suíça, banho mo no, massagem, exe cícios espi a ó ios e a oma e apia (Wo ld Heal h
O ganiza ion, 2018).
A a oma e apia, em especial, con igu a-se como uma in e enção in eg a i a que
u iliza óleos essenciais com p op iedades e apêu icas ol adas ao equilíb io ísico, emocional
e men al (Ka asek e al., 2022). Sua aplicação na obs e ícia ganhou maio isibilidade a pa i
da década de 2000, quando es udos pionei os, como o de Bu ns e al. (2000), iden i ica am
e ei os posi i os no con ole da do e no aumen o da sa is ação ma e na. Desde en ão,
e idências cien í icas êm apon ando que o uso adequado de óleos essenciais pode con ibui
pa a o elaxamen o, edução da ansiedade e melho a da expe iência de pa o, o nando-se uma
p á ica complemen a segu a, acessí el e de baixo cus o (Vakilian e al., 2015; Passos e al.,
2022). Ainda que o uso e apêu ico de a omas não seja ecen e es ando p esen e em di e sas
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cul u as como a egípcia, chinesa, g ega e indiana, sua inse ção nos se iços de saúde
con empo âneos es á alinhada ao modelo de a enção humanizada ao pa o, que busca esga a
a au onomia da mulhe e p omo e cuidado in eg al (Fa a e Fa a , 2020). Nesse sen ido, a
a oma e apia ep esen a uma al e na i a que, além de auxilia no manejo da do , pode
con ibui pa a a c iação de um ambien e acolhedo , a o ecendo uma i ência mais posi i a
do nascimen o.
Conside ando a ele ância da do e da ansiedade como a o es que impac am a
e olução do abalho de pa o e a expe iência da pa u ien e, o na-se pe inen e in es iga
p á icas complemen a es que ag eguem bene ícios clínicos e emocionais. Assim, es e es udo
em como obje i o analisa os e ei os da a oma e apia du an e o abalho de pa o, com ên ase
na edução da do , da ansiedade e do descon o o ma e no, con ibuindo pa a a consolidação
de cuidados obs é icos mais segu os, humanizados e baseados em e idências.
METODOLOGIA
O p esen e es udo se con igu a como uma e isão bibliog á ica, com o obje i o de
sin e iza o conhecimen o cien í ico sob e os e ei os da a oma e apia no alí io da do e da
ansiedade em mulhe es du an e o abalho de pa o. A pesquisa busca iden i ica as p incipais
e idências, os mé odos de aplicação mais comuns e as lacunas exis en es na li e a u a. Pa a a
seleção dos es udos, o am es abelecidos c i é ios de inclusão e exclusão igo osos. Se ão
incluídos abalhos cien í icos publicados nos idiomas po uguês e inglês, que abo dem a
aplicação da a oma e apia em ges an es du an e o abalho de pa o, com oco em ensaios
clínicos andomizados, e isões sis emá icas e es udos obse acionais publicados nos úl imos
10 anos (2015-2025).
Se ão excluídos da análise a igos de opinião, edi o iais, esumos de anais de
cong essos, eses e disse ações não publicadas em pe iódicos, bem como es udos que não se
elacionem di e amen e com o ema. A es a égia de busca se á ealizada em bases de dados
ele ônicas econhecidas na á ea da saúde, como PubMed/MEDLINE, Scopus, Web o
Science, SciELO e LILACS. Pa a ga an i a ab angência da pesquisa, se ão u ilizados
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desc i o es con olados ( e mos MeSH/DeCS) e pala as-cha e combinadas com ope ado es
booleanos, como: (A oma he apy OR "Essen ial Oils") AND ("Labo Pain" OR "Childbi h"
OR "Labo Obs e ic"); e (A oma e apia) AND ("T abalho de Pa o") AND (Do OR
Ansiedade).
A busca ambém se á complemen ada pela análise das e e ências bibliog á icas dos
a igos selecionados. A análise e sín ese dos dados se ão ei as de o ma desc i i a e
quali a i a. Após a busca, os a igos se ão selecionados po í ulo e esumo e, em seguida,
lidos na ín eg a pa a uma análise mais ap o undada.
Os dados de cada es udo (como í ulo, au o es, ano, me odologia, p incipais esul ados
e conclusões) se ão ex aídos e o ganizados em uma abela, pe mi indo a iden i icação de
pad ões, endências e con o é sias na li e a u a. A discussão se concen a á em ap esen a as
e idências de e icácia, os óleos essenciais mais u ilizados, a o ma de aplicação e a pe cepção
das ges an es sob e a in e enção.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise dos es udos incluídos nes a e isão e idencia que a a oma e apia é uma
p á ica complemen a com e ei os posi i os no manejo da do e da ansiedade du an e o
abalho de pa o. A maio ia das pesquisas ela ou edução signi ica i a da pe cepção dolo osa
e melho a do con o o emocional, e o çando a e icácia dessa in e enção não a macológica
(Ka asek e al., 2022; Vakilian e al., 2015).
A consis ência dos esul ados em di e en es con ex os é no á el, com es udos de
di e sos países con e gindo ao demons a que o uso de óleos essenciais como la anda, osa,
sál ia e camomila es á associado à diminuição da ansiedade e a uma expe iência de pa o
mais posi i a (Bu ns e al., 2000; Ghiasi e al., 2019). Apesa das a iações nas o mas de
aplicação (inalação, massagem a omá ica ou di uso es ambien ais), a endência dos achados
indica bene ícios an o isiológicos quan o psicológicos, o que amplia a aplicabilidade clínica

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da p á ica. O mecanismo de ação mais discu ido na li e a u a en ol e a es imulação do
sis ema límbico po meio da inalação dos a omas, o que modula a libe ação de
neu o ansmisso es e ho mônios elacionados ao es esse e ao p aze , como co isol, endo ina
e se o onina (Fayazi e al., 2011). Esse p ocesso con ibui pa a o elaxamen o, eduz a
pe cepção da do e queb a o ciclo de medo– ensão–ansiedade desc i o em mulhe es em
abalho de pa o (Hall e al., 2009).
Embo a esse modelo seja amplamen e acei o, ainda são necessá ios es udos que
ap o undem os aspec os neu o isiológicos en ol idos. Do pon o de is a clínico, a
a oma e apia des aca-se po se um ecu so de baixo cus o, segu o, não in asi o e acilmen e
aplicá el na o ina obs é ica. Sua u ilização con ibui pa a p á icas mais humanizadas, ao
a o ece a au onomia da pa u ien e e possibili a um ambien e mais acolhedo . Além disso,
a in e enção pode eduzi a necessidade de á macos analgésicos, um aspec o ele an e em
con ex os com ecu sos limi ados ou pa a ges an es que desejam e i a analgesia
medicamen osa (Melo e al., 2021).
En e an o, algumas limi ações de em se conside adas. Mui os dos es udos analisados
ap esen am amos as eduzidas, me odologias he e ogêneas e ausência de pad onização na
concen ação e modo de aplicação dos óleos essenciais. Tais a o es di icul am a compa ação
di e a en e os esul ados e limi am a gene alização dos achados. A escassez de ensaios
clínicos andomizados de g ande po e ambém é uma lacuna na li e a u a, impedindo o
o necimen o de e idências mais obus as pa a subsidia p o ocolos assis enciais.
Dian e disso, é imp escindí el que u u as pesquisas in is am em delineamen os
me odológicos mais igo osos, com maio núme o de pa icipan es, pad onização das
in e enções e a aliação de possí eis e ei os ad e sos. Também se az necessá io in es iga o
impac o da a oma e apia em des echos obs é icos obje i os, como o empo de abalho de
pa o e a axa de cesa ianas. Em sín ese, a a oma e apia se mos a uma in e enção
p omisso a e coe en e com os p incípios da a enção humanizada ao pa o. Seu uso adequado,
aliado ao p epa o p o issional, pode con ibui signi ica i amen e pa a o alí io da do e da
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ansiedade, p omo endo o bem-es a ma e no e a o ecendo uma i ência mais posi i a do
nascimen o. Apesa das limi ações a uais, os esul ados disponí eis já o e ecem espaldo
su icien e pa a a inco po ação g adual dessa p á ica em se iços obs é icos, desde que
aplicada de o ma é ica, segu a e baseada em e idências cien í icas.
Dian e disso, o na-se imp escindí el que u u as pesquisas in is am em
delineamen os me odológicos mais igo osos, com maio núme o de pa icipan es,
pad onização das in e enções e a aliação de possí eis e ei os ad e sos. Também se az
necessá io in es iga o impac o da a oma e apia em des echos obs é icos obje i os, como
empo de abalho de pa o, axa de cesa iana e necessidade de analgesia a macológica.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A e isão da li e a u a e idencia que a a oma e apia se con igu a como uma p á ica
complemen a p omisso a no con ex o obs é ico. T a a-se de um ecu so não in asi o, de
baixo cus o e acilmen e acessí el, com po encial pa a p omo e o alí io da do , da ansiedade
e do descon o o du an e o abalho de pa o (Lehugeu e al., 2017; Ka asek e al., 2022;
Passos e al., 2022). Essa in e enção pe mi e uma abo dagem mais cen ada na mulhe ,
p omo endo seu p o agonismo, o alecendo a au ocon iança e ampliando a pe cepção de
con ole sob e o p ocesso de nascimen o. Tais a o es são econhecidamen e associados a
expe iências de pa o mais sa is a ó ias e humanizadas (Fa a & Fa a , 2020; Wo ld Heal h
O ganiza ion, 2018).
Apesa dos bene ícios, cons a a-se que as pesquisas disponí eis ap esen am
he e ogeneidade me odológica signi ica i a. Di e enças na du ação e equência da aplicação,
nos ipos de óleos essenciais u ilizados, nas o mas de aplicação e nas medidas de a aliação
da do e da ansiedade comp ome em a consis ência das e idências e limi am a gene alização
dos achados pa a di e en es con ex os assis enciais (Smi h e al., 2018; Bu ns e al., 2000).
Soma-se a isso a escassez de ensaios clínicos andomizados de maio igo me odológico,
capazes de a alia não apenas os e ei os imedia os da a oma e apia, mas ambém des echos
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ma e nos e neona ais em longo p azo, como a edução na necessidade de analgesia
a macológica e os e ei os na adap ação neona al (Vakilian e al., 2015). Dian e desse cená io,
essal a-se a necessidade de desen ol imen o de es udos u u os que busquem pad oniza
p o ocolos de aplicação, ipos e dosagens de óleos essenciais, du ação da exposição e c i é ios
de a aliação dos esul ados.
Além disso, é ecomendá el a in es igação de possí eis e ei os ad e sos,
ole abilidade e acei ação das ges an es, de modo a consolida a a oma e apia como p á ica
segu a, é ica e cien i icamen e espaldada. A Em sín ese, a consolidação dessa p á ica
in eg a i a pode á p omo e bene ícios consis en es à saúde ma e na, ampliando a qualidade
da assis ência ao pa o e con ibuindo pa a expe iências mais humanizadas e acolhedo as. A
a oma e apia despon a não apenas como uma e amen a e apêu ica complemen a , mas
como uma es a égia capaz de in eg a os cuidados obs é icos ao bem-es a ísico, emocional
e psicológico da mulhe , o alecendo p á icas cen adas na humanização do pa o e na
p omoção da saúde in eg al.
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