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35. ATENÇÃO HUMANIZADA COMO ESTRATÉGIA CONTRA
VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA.
HUMANIZED CARE AS A STRATEGY AGAINST OBSTETRIC VIOLENCE.
EIXO TEMÁTICO: Polí icas Públicas, Ges ão e O ganização dos Se iços de Saúde
Juliana Ba bosa da Sil a
G aduanda em En e magem pela Faculdade de Ciências de Timbaúba - FACET, Timbaúba - PE
Ana Ka oline dos San os Be na do
G aduanda em Biomedicina pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau -Uninassau, Maceió - AL
Leand o da Sil a Fe ei a
G aduando em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau - UNINASSAU, Fo aleza - CE
Josiane Könzgen Schneid
G aduanda em Fa mácia pela Uni e sidade Fede al de Pelo as - UFPel, Pelo as - RS
Vi ó ia Wagne Yi
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io B asilei o - UNIBRA, Reci e - PE
F ancisca Tami es Fe ei a de And ade
G aduanda em Fa mácia pela Uni e sidade Fede al do Piauí - UFPI
Ana Te esa Nassua o Dias
G aduanda em En e magem pela Faculdade Ma echal Rondon - FMR, São Manuel - SP
Tais Rod igues Noguei a
G aduanda em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Nil on Lins - Manaus – AM
RESUMO
In odução: A iolência obs é ica con igu a-se como p á ica ins i ucional que a inge
ges an es, pa u ien es e pué pe as po meio de in e enções desnecessá ias, omissão de
cuidados, comen á ios o ensi os e des espei o à au onomia, impac ando a saúde ísica,
psicológica e social. Obje i o: Analisa a a enção humanizada como es a égia cen al no
en en amen o da iolência obs é ica, des acando sua impo ância na p omoção de di ei os e
na melho ia da saúde ma e no-in an il. Me odologia: T a a-se de uma e isão bibliog á ica
ealizada nas bases LILACS, SciELO e PubMed, com uso dos desc i o es “ iolência
obs é ica”, “humanização” e “p omoção da saúde”, conside ando publicações de 2016 a
2025. Após aplicação dos c i é ios de inclusão, 16 a igos o am selecionados pa a análise.
Resul ados e Discussão: A li e a u a e isada e idenciou que a iolência obs é ica se
exp essa em in e enções sem consen imen o, cesa ianas desnecessá ias, episio omias
o inei as, ausência de analgesia, negligência e a i udes des espei osas, comp ome endo a
au onomia das mulhe es. Fo am obse ados impac os ísicos, como complicações pue pe ais
e ecupe ação p olongada, além de consequências psicológicas, incluindo aumas
emocionais, dep essão pós-pa o e ans o no de es esse pós- aumá ico. As p á icas de
a enção humanizada, como espei o ao plano de pa o, p esença de acompanhan e, escu a
a i a e uso de mé odos não a macológicos pa a alí io da do , mos a am-se e icazes na
edução de in e enções desnecessá ias e no aumen o da sa is ação ma e na. Con udo, a
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consolidação desse modelo ainda en en a desa ios, como esis ência de p o issionais,
p e alência de p á icas in e encionis as, alhas na o mação acadêmica, limi ações es u u ais
e ausência de iscalização e e i a. Conside ações inais: As e idências apon am que a
iolência obs é ica não se es inge ao momen o do pa o, mas ambém oco e no p é-na al e
no pue pé io, mani es ando-se p incipalmen e em o mas e bais e ísicas. A supe ação desse
cená io exige conscien ização das ges an es e de seus acompanhan es, além da a ualização
cons an e e capaci ação dos p o issionais de saúde. Dessa o ma, o na-se possí el p omo e
uma assis ência humanizada, undamen ada em e idências cien í icas, que alo ize o
p o agonismo da mulhe e con ibua pa a a edução da mo alidade ma e na e neona al.
Pala as-cha e: humanização; p omoção da saúde; iolência obs é ica.
ABSTRACT
Obs e ic iolence is con igu ed as an ins i u ional p ac ice ha a ec s p egnan women,
pa u ien s, and pue pe al women h ough unnecessa y in e en ions, omission o ca e,
o ensi e commen s, and dis espec o au onomy, impac ing physical, psychological, and
social heal h. This s udy aimed o analyze humanized ca e as a cen al s a egy in con on ing
obs e ic iolence, highligh ing i s impo ance in p omo ing igh s and imp o ing ma e nal
and child heal h. This bibliog aphic e iew was ca ied ou in he LILACS, SciELO, and
PubMed da abases, using he desc ip o s "obs e ic iolence," "humaniza ion," and "heal h
p omo ion," conside ing publica ions om 2020 o 2025. The e iewed li e a u e showed ha
obs e ic iolence is exp essed in in e en ions wi hou consen , unnecessa y cesa ean
sec ions, ou ine episio omies, absence o analgesia, neglec , and dis espec ul a i udes,
comp omising women's au onomy. Physical impac s we e obse ed, such as pue pe al
complica ions and p olonged eco e y, in addi ion o psychological consequences, including
emo ional aumas, pos pa um dep ession, and pos - auma ic s ess diso de . E idence
indica es ha obs e ic iolence is no es ic ed o he ime o deli e y bu also occu s in
p ena al ca e and he pue pe ium, mani es ing i sel mainly in e bal and physical o ms.
Keywo ds: humaniza ion; heal h p omo ion; obs e ic iolence.
INTRODUÇÃO
A iolência obs é ica (VO) é uma o ma de iolência ins i ucional que oco e du an e
o p é-na al, pa o, pós-pa o e abo amen o, ca ac e izada po ações ou omissões que causam
so imen o ísico, psicológico ou mo al às ges an es, pa u ien es e pué pe as. Ela pode se
mani es a de di e sas o mas, como comen á ios humilhan es, negação de acompanhan e,
in e enções desnecessá ias ou sem consen imen o, al a de analgesia, en e ou as p á icas
des espei osas (CONCEIÇÃO, 2024).
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As al as axas de iolência obs é ica no B asil susci am a discussão ace ca de medidas
de p e enção e comba e às p á icas abusi as e deg adan es no a endimen o à pessoa ges an e
no país. A O ganização Mundial da Saúde (OMS) es ima que 25% das mulhe es b asilei as já
so e am iolência obs é ica. Essa iolência é conside ada uma iolação dos di ei os
humanos undamen ais e pode e consequências g a es pa a a saúde ísica e men al da
mulhe e do bebê (AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR, 2008).
A a enção humanizada, cen ada no espei o à mulhe e suas escolhas, é uma es a égia
undamen al pa a comba e a iolência obs é ica. Essa abo dagem busca ga an i um pa o
espei oso, segu o e li e de in e enções desnecessá ias, p io izando o p o agonismo da
pa u ien e e seu bem-es a emocional e ísico (GIACOMINI, 2020).
A implemen ação da a enção humanizada eque a capaci ação dos p o issionais de
saúde pa a que eles possam o e ece um a endimen o de qualidade, espei ando os di ei os da
mulhe e u ilizando as melho es p á icas baseadas em e idências cien í icas. É undamen al
que os p o issionais de saúde comp eendam a iolência obs é ica em oda a sua
complexidade, pa a que possam iden i ica e e i a suas causas e consequências (LEITE,
2022).
No deco e des e capí ulo, se ão examinados a a enção humanizada à ges ação, pa o
e pós-pa o como uma es a égia undamen al no en en amen o da iolência obs é ica. Pa e-
se do econhecimen o de que p á icas desumanizadas no con ex o obs é ico, como
in e enções desnecessá ias, negligência, condu as au o i á ias e des espei o à au onomia da
ges an e, con igu am o mas de iolência ins i ucional e de gêne o.
Ao abo da a a enção humanizada, buscamos en a iza a cen alidade do cuidado
espei oso, da escu a a i a e da alo ização do p o agonismo da mulhe no p ocesso de pa o.
O capí ulo ambém des aca di e izes de polí icas públicas, como a Polí ica Nacional de
Humanização (PNH) e a Rede Cegonha, que p omo em modelos de assis ência baseados em
e idências cien í icas, acolhimen o e espei o às escolhas da ges an e. Po im, são necessá ias
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mudanças es u u ais e cul u ais nas ins i uições, isando ga an i um pa o segu o, digno e
li e de iolência.
Além disso, es udos ecen es apon am que a in eg ação de p á icas humanizadas es á
associada à diminuição de cesa ianas desnecessá ias, maio sa is ação ma e na e edução de
aumas obs é icos. Como essal am Lei e e al. (2022), “a qualidade da a enção ao pa o
de e se medida não apenas po indicado es biomédicos, mas ambém pela expe iência da
mulhe e pelo espei o aos seus di ei os”. Essa pe spec i a e o ça que o cuidado in eg al e
humanizado em impac o di e o nos esul ados de saúde ma e no-in an il.
Ou o pon o ele an e é o o alecimen o da pa icipação social no p ocesso de
o mulação de polí icas públicas. Segundo Giacomini e al. (2020), a iolência obs é ica de e
se comp eendida ambém como um p oblema de saúde cole i a, que demanda mobilização
social e ins i ucional pa a a cons ução de modelos de a enção mais inclusi os, equi a i os e
pau ados na jus iça ep odu i a. Assim, a lu a con a a iolência obs é ica ex apola o âmbi o
clínico, alcançando dimensões sociais, cul u ais e polí icas.
Dian e do expos o, es e capí ulo em como obje i o ge al analisa a a enção
humanizada como es a égia cen al con a a iolência obs é ica, discu indo sua ele ância
pa a a p omoção de di ei os, suas bases eó icas e os desa ios en en ados pa a sua
implemen ação no con ex o da saúde ma e na, de modo a ga an i um pa o segu o, espei oso
e li e de iolências.
METODOLOGIA
T a a-se de uma e isão bibliog á ica que e e como obje i o ap esen a medidas de
comba e à iolência obs é ica e às in e enções desnecessá ias, des acando a humanização e
a au onomia da mulhe no pe íodo ges acional, no pa o e no pue pé io. A elabo ação do
es udo pe mi iu a análise de a igos com di e en es abo dagens me odológicas, p omo endo
um en endimen o ab angen e e a o ecendo a p á ica baseada em e idências.
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A busca dos a igos oi ealizada de o ma minuciosa nas bases de dados LILACS
(Li e a u a La ino-Ame icana e do Ca ibe em Ciências da Saúde), SciELO (Scien i ic
Elec onic Lib a y Online) e PubMed. Fo am u ilizados como Desc i o es em Ciências da
Saúde (DeCS) e Medical Subjec Headings (MeSH) os e mos “ iolência obs é ica”,
“humanização” e “p omoção da saúde”, combinados com os ope ado es booleanos AND e
OR.
Como c i é ios de inclusão, o am conside ados es udos publicados en e os anos de
2016 e 2025, disponí eis na ín eg a, nos idiomas po uguês e inglês, que abo dassem causas e
consequências da iolência obs é ica, bem como es a égias pa a comba ê-la. Fo am
excluídos a igos duplicados, e isões sem acesso ao ex o comple o e publicações que não
espondiam ao obje i o p opos o.
Inicialmen e, o am iden i icados 41 a igos. Após a aplicação dos c i é ios de
elegibilidade e a exclusão dos que não a endiam aos equisi os, es a am 16 a igos que
compuse am a amos a inal. Esses es udos ap esen a am disponibilidade in eg al do ex o,
di e sidade emá ica e ele ância pa a esponde ao obje i o da pesquisa.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise dos 16 a igos selecionados pe mi iu iden i ica qua o eixos p incipais
elacionados à a enção humanizada como es a égia cen al no en en amen o da iolência
obs é ica: (1) o mas de mani es ação da iolência obs é ica, (2) impac os ísicos,
psicológicos e sociais, (3) es a égias de humanização no cuidado obs é ico e (4) desa ios e
pe spec i as pa a a implemen ação das polí icas públicas.
1. Fo mas de mani es ação da iolência obs é ica
Os es udos e isados apon am que a iolência obs é ica se mani es a an o po ações di e as
(in e enções sem consen imen o, episio omias o inei as, cesa ianas desnecessá ias, negação
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de analgesia) quan o po omissão de cuidado (negligência, al a de acolhimen o, ausência de
acompanhan e). Comen á ios o ensi os e a i udes au o i á ias ambém o am ci ados como
p á icas eco en es em ins i uições de saúde b asilei as (LEITE e al., 2022; SILVA, 2016).
Essas p á icas e elam o ca á e ins i ucional e de gêne o da iolência, e o çando
desigualdades e limi ando a au onomia das mulhe es du an e a ges ação e o pa o.
2. Impac os ísicos, psicológicos e sociais
Os a igos analisados e idenciam que a iolência obs é ica pode ge a consequências
imedia as e a dias pa a mãe e bebê. En e os e ei os ísicos, des acam-se maio es índices de
in ecções pue pe ais, complicações obs é icas e p olongamen o da ecupe ação pós-pa o
(NASCIMENTO, 2024). No campo psicológico, os ela os desc e em aumas emocionais,
sin omas de dep essão pós-pa o e ans o no de es esse pós- aumá ico (TEPT), que
comp ome em a expe iência ma e na e o ínculo inicial com o bebê (AZEVEDO, 2024;
SILVA, 2016). Socialmen e, a iolência obs é ica agiliza a con iança no sis ema de saúde,
a as ando mulhe es de u u as buscas po assis ência p é-na al e hospi ala .
3. Es a égias de humanização no cuidado obs é ico
Os es udos e isados e o çam que a a enção humanizada ep esen a um eixo cen al de
en en amen o da iolência obs é ica. P á icas como a p esença do acompanhan e, a escu a
a i a, a o e a de mé odos não a macológicos de alí io da do , o espei o ao plano de pa o e
a ga an ia da au onomia da mulhe nas decisões clínicas mos a am-se e icazes pa a eduzi
in e enções desnecessá ias e aumen a a sa is ação ma e na (AZEVEDO, 2024; SILVA,
2016). Modelos de cuidado cen ados na mulhe , como os p opos os pela Rede Cegonha e
pela Polí ica Nacional de Humanização (PNH), demons a am impac o posi i o na diminuição
de cesa ianas desnecessá ias e no o alecimen o da saúde ma e no-in an il.
4. Desa ios e pe spec i as pa a implemen ação
400
Apesa dos a anços, a li e a u a apon a ba ei as es u u ais e cul u ais pa a a consolidação de
uma assis ência humanizada. En e elas, des acam-se:
Resis ência de pa e dos p o issionais em ado a p á icas baseadas em e idências e Respei a a
au onomia da ges an e;
De iciências na o mação acadêmica, que ainda p io iza modelos in e encionis as;
Limi ações de in aes u u a hospi ala , que di icul am a p i acidade e o acolhimen o;
Fal a de iscalização e esponsabilização ins i ucional, pe pe uando p á icas abusi as.
Es udos ecen es suge em que a supe ação dessas ba ei as exige capaci ação con ínua dos
p o issionais, mobilização social e o alecimen o de polí icas públicas que assegu em o
espei o aos di ei os sexuais e ep odu i os das mulhe es (TRAJANO, 2021).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A iolência obs é ica de e se econhecida como um p oblema es u u al e de gêne o, que
comp ome e a au onomia e a saúde das mulhe es em di e en es ases da ges ação, pa o e
pue pé io. A humanização do cuidado, baseada em e idências cien í icas, cons i ui a p incipal
es a égia pa a en en a essa ealidade, p omo endo espei o, p o agonismo eminino e
melho es esul ados em saúde ma e na e neona al. Pa a o na essa comp eensão execu á el, é
indispensá el a capaci ação con ínua dos p o issionais de saúde e o o alecimen o das
polí icas públicas, assegu ando p á icas segu as, é icas e cen adas na mulhe .
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