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38. DIABETES GESTACIONAL: INTERVENÇÕES PRECOCES
GESTATIONAL DIABETES: EARLY INTERVENTIONS
EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL
Lí ia Ma ia de Jesus Macedo
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade de Pe nambuco - Campus Pe olina
Vi ó ia Wagne Yi
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io B asilei o- UNIBRA, Reci e, PE
Suzi Dias Soa es
G aduando em En e magem pela Cen o Uni e si á io Leona do da Vinci - B usque-Sc
Leand o da Sil a Fe ei a
G aduando pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau-UNINASSAU, Fo aleza - CE
Lau a Ma ia de Jesus Macedo
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade de Pe nambuco - Campus Pe olina
Ma ia F ancisca de A agão Mendes
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Es adual da Pa aíba – UEPB,Campina G ande-PB
Ana Ka oline Dos San os Be na do
G aduanda em Biomedicina pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau -Uninassau, Maceió- AL
And éa Laué Passos San os
Bacha el em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau, Esp. em Saúde Pública em Ên ase em
A enção Básica pela
UNINASSAU , Pós- g aduanda em Docência do Ensino Supe io pela UNINASSAU , Pós-g aduanda em
Sexologia e Sexualidade Humana
pela UNINASSAU
RESUMO
In odução: Diabe es Melli us Ges acional (DMG) é uma al e ação me abólica ca ac e izada
pela in ole ância à glicose diagnos icada du an e a ges ação, ep esen ando um impo an e
p oblema de saúde pública de ido às epe cussões ma e nas e pe ina ais. Obje i o: Es e
es udo e e como obje i o analisa e idências cien í icas sob e a o es de isco, diagnós ico,
complicações e es a égias de a amen o do DMG, des acando a impo ância do diagnós ico
p ecoce e das in e enções adequadas. Me odologia: T a a-se de uma e isão in eg a i a da
li e a u a, ealizada en e junho e agos o de 2025, nas bases SciELO, LILACS, PubMed e
Google Acadêmico. Fo am iden i icados 78 a igos, dos quais 10 o am selecionados após
c i é ios de inclusão e exclusão. Resul ados e Discussão: Os esul ados apon a am que o
DMG aumen a o isco de p é-eclâmpsia, hipe ensão ges acional, pa o p ema u o, cesa iana,
além de complicações neona ais como hipoglicemia, mac ossomia e descon o o espi a ó io.
Quan o ao diagnós ico, des acam-se os mé odos de uma e duas e apas, ambos baseados no
Tes e O al de Tole ância à Glicose. As es a égias de a amen o incluem mudanças no es ilo
de ida, com oco em alimen ação equilib ada, p á ica de a i idade ísica e moni o amen o
glicêmico, sendo a insulino e apia indicada nos casos em que não há con ole adequado da
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glicemia. Conclusão: Conclui-se que a iden i icação p ecoce e a adoção de in e enções
nu icionais, compo amen ais e a macológicas con ibuem pa a a edução da
mo bimo alidade ma e no- e al. Con udo, a he e ogeneidade dos c i é ios diagnós icos e a
escassez de es udos de longo p azo e o çam a necessidade de no as pesquisas que subsidiem
p o ocolos clínicos mais consis en es.
Pala as-Cha e: Complicações na G a idez; Cuidado P é-Na al; Diabe es Ges acional;
G a idez.
ABSTRACT
In oduc ion: Ges a ional Diabe es Melli us (GDM) is a me abolic diso de cha ac e ized by
glucose in ole ance diagnosed du ing p egnancy, ep esen ing a majo public heal h p oblem
due o ma e nal and pe ina al epe cussions. Objec i e: This s udy aimed o ga he and
analyze scien i ic e idence on isk ac o s, diagnosis, complica ions, and ea men s a egies
o GDM, highligh ing he impo ance o ea ly diagnosis and app op ia e in e en ions.
Me hodology: This is an in eg a i e li e a u e e iew ca ied ou be ween June and Augus
2025 in he SciELO, LILACS, PubMed, and Google Schola da abases. A o al o 78 a icles
we e iden i ied, o which 10 we e selec ed a e mee ing inclusion and exclusion c i e ia.
Resul s and Discussion: The esul s indica ed ha GDM inc eases he isk o p eeclampsia,
ges a ional hype ension, p e e m bi h, cesa ean sec ion, as well as neona al complica ions
such as hypoglycemia, mac osomia, and espi a o y dis ess. Rega ding diagnosis, he mos
common me hods a e one-s ep and wo-s ep me hods, bo h based on he O al Glucose
Tole ance Tes . T ea men s a egies include li es yle changes, ocusing on a balanced die ,
physical ac i i y, and blood glucose moni o ing. Insulin he apy is indica ed in cases whe e
blood glucose le els a e no adequa ely con olled. Conclusion: Ea ly iden i ica ion and he
adop ion o nu i ional, beha io al, and pha macological in e en ions con ibu e o educing
ma e nal and e al mo bidi y and mo ali y. Howe e , he he e ogenei y o diagnos ic c i e ia
and he sca ci y o long- e m s udies ein o ce he need o u he esea ch o suppo mo e
consis en clinical p o ocols.
Keywo ds: Ges a ional Diabe es Melli us; P egnancy; P egnancy Complica ions; P ena al
Ca e.
INTRODUÇÃO
O diabe es ges acional (DG) é uma condição ca ac e izada po ní eis ele ados de
glicose no sangue que su gem ou são iden i icados pela p imei a ez du an e a g a idez, em
mulhe es que não ap esen a am a condição p e iamen e. Esse quad o me abólico é ine en e à
ges ação, esul ado da esis ência à insulina causada po ho mônios placen á ios. Du an e a
g a idez, a placen a p oduz ho mônios como p oges e ona, es ogênio e soma omamo opina
co iônica humana, que a uam como an agonis as da insulina, ele ando a glicemia pa a
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ga an i a nu ição do e o. O DG compa ilha semelhanças com o diabe es ipo 2, e seu
diagnós ico é um impo an e indica i o de isco u u o pa a a mãe, que em maio
p obabilidade de desen ol e a doença pós-pa o (MENICATTI; FREGONESI, 2006).
Po se um a o de isco signi ica i o pa a a mo bimo alidade ma e no-in an il, o
diabe es ges acional é conside ado um g a e p oblema de saúde pública. O diagnós ico e o
a amen o p ecoces são c uciais, pois mulhe es com DG ap esen am um isco maio de
desen ol e complicações como p é-eclâmpsia, hipe ensão ges acional e doenças
ca dio ascula es, além de aumen a em a chance de pa o cesá eo (ZHANG e al., 2021).
A p e alência do DG a ia globalmen e, de 1% a 14%, de ido aos di e en es c i é ios
de diagnós ico u ilizados. Es ima-se que, em média, 7% das ges ações são a e adas,
o alizando mais de 200 mil casos anualmen e (BATISTA e al., 2021). Di e sos a o es de
isco es ão associados ao seu desen ol imen o, incluindo his ó ico amilia de diabe es, idade
ma e na a ançada, obesidade, ganho de peso excessi o na ges ação e sínd ome do o á io
policís ico.
Fa o es é nicos e socioeconômicos, como seden a ismo e acesso limi ado à saúde,
ambém con ibuem pa a a maio incidência em populações a o-ame icanas, asiá icas e
hispânicas (GODINHO e al., 2023). Os des echos pe ina ais ad e sos ci ado no es udo de
ZHU e al. (2022), ão desde pa o p ema u o, mac ossomia, polid âmnio, hemo agia pós-
pa o, in ecção, hipoglicemia neona al, hipe coles e olemia neona al, sínd ome do descon o o
espi a ó io neona al, den e ou os.
Os obje i os do a amen o são a diminuição da mo bimo alidade pe ina al e da
mo bidade ma e na a cu o e longo p azo. O con ole e icaz da glicemia aumen a
signi ica i amen e a possibilidade de um ecém-nascido i o, com idade ges acional a e mo,
c escimen o p opo cional e sem dis ú bios espi a ó ios e me abólicos As e idências
cien í icas mais ecen es indicam que a e apia nu icional, a a i idade ísica e a
moni o ização da glicemia capila desempenham um papel c ucial no a amen o do DG
(BRASIL, 2016), sendo a p imei a linha de in e enção.
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Dian e da ele ância do ema e das di e sas abo dagens de manejo, es e es udo em
como obje i o analisa a impo ância do diagnós ico p ecoce do diabe es ges acional e das
in e enções imedia as pa a a saúde ma e no- e al. Pa a isso, o abalho discu i á os p incipais
c i é ios diagnós icos, as es a égias de in e enção ecomendadas e as e idências cien í icas
que co obo am a e icácia de uma abo dagem p oa i a, isando a melho es des echos pa a a
mãe e o bebê. As melho es e idências cien í icas demons am que du an e a ges ação, a
e apia nu icional, a a i idade ísica e a moni o ização da glicemia capila assumem
impo an e papel no a amen o do Diabe es Melli us Ges acional (BRASIL, 2016).
Es e capí ulo busca discu i a elação en e o diagnós ico de diabe es ges acional e a
impo ância das in e enções p ecoces pa a a saúde ma e no- e al, des acando os p incipais
aspec os elacionados à iden i icação p ecoce do diabe es ges acional, os c i é ios
diagnós icos, as es a égias de in e enção ecomendadas, bem como as e idências cien í icas
que sus en am a e icácia dessas abo dagens. O obje i o é o e ece uma isão ab angen e sob e
como a a uação p ecoce pode in luencia posi i amen e a e olução da ges ação e p omo e
melho es esul ados em saúde an o pa a a mãe quan o pa a o bebê.
METODOLOGIA
Es e es udo é uma e isão in eg a i a da li e a u a, com abo dagem desc i i a e
explo a ó ia. Seu obje i o oi sin e iza e analisa as p incipais e idências cien í icas sob e o
Diabe es Melli us Ges acional (DMG), ab angendo seus aspec os de diagnós ico, a o es de
isco, complicações e es a égias e apêu icas. O es udo oi desen ol ido en e junho e
se emb o de 2025, seguindo o igo me odológico p opos o po Souza, Sil a e Ca alho
(2010), que de ine a e isão in eg a i a como uma abo dagem adequada pa a a sín ese do
conhecimen o já exis en e. A busca bibliog á ica oi conduzida nas bases de dados SciELO,
LILACS, PubMed e Google Acadêmico.
A es a égia de busca u ilizou uma combinação dos desc i o es "diabe es ges acional",
"g a idez", " a o es de isco", " a amen o" e "complicações pe ina ais", com a aplicação de
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ope ado es booleanos. A seleção dos es udos seguiu c i é ios igo osos de inclusão e
exclusão. Fo am incluídos a igos comple os, publicados en e 2010 e 2023, nos idiomas
po uguês, inglês ou espanhol, que abo dassem di e amen e o ema do DMG.
Fo am excluídos abalhos duplicados, a igos de opinião, edi o iais, e isões sem
me odologia explíci a e publicações sob e diabe es p é-exis en e à ges ação. Inicialmen e, 78
a igos o am iden i icados, e após a iagem po í ulos e esumos, 15 o am conside ados
elegí eis. Os 15 a igos elegí eis o am lidos na ín eg a e analisados c i icamen e em elação
ao seu delineamen o, população, obje i os, in e enções, esul ados e conclusões. Ao inal, 10
a igos o am selecionados pa a compo a e isão, po ap esen a em maio igo me odológico
e a ende em de o ma mais di e a ao obje i o do es udo.
Po se uma pesquisa baseada exclusi amen e em on es secundá ias, sem o
en ol imen o di e o de se es humanos ou animais, o es udo não necessi ou de ap o ação de
um Comi ê de É ica em Pesquisa, con o me a Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional
de Saúde.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O Diabe es Melli us Ges acional (DMG), uma dis unção me abólica comum na
g a idez, ep esen a um p oblema de saúde pública em c escimen o, o nando-se o
diagnós ico p ecoce uma medida ele an e pa a minimiza iscos ma e no-in an is e
iden i ica ges an es com maio p opensão ao desen ol imen o de diabe es ipo 2. Con udo, a
ausência de pad onização esul a em á ias abo dagens pa a o as eamen o e diagnós ico do
DMG. As es a égias diagnós icas p imá ias incluem a glicemia de jejum, ecomendada na
p imei a consul a de p é-na al pa a g upos de isco como ges an es com obesidade, his ó ico
de DMG ou bebês mac ossômicos, hemoglobina glicada, his ó ico amilia de diabe es ou
sínd ome dos o á ios policís icos. Apesa da ele ância, a glicemia de jejum e o as eamen o
de a o es de isco podem não se su icien es pa a de ec a odos os casos de diabe es na
g a idez (WEINERT e al., 2011).
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Segundo o es udo Godinho e al. (2023) o Tes e O al de Tole ância à Glicose (TOTG)
é o mé odo mais equen emen e u ilizado pa a con inua o as eamen o de DMG em
pacien es com glicemia de jejum inicial sa is a ó ia, sendo ealizado en e a 24ª e 28ª semanas
de idade ges acional. A pa i disso, o diagnós ico de diabe es na g a idez exige c i é ios
ligei amen e dis in os dos alo es glicêmicos não-g a ídicos, de ido às adap ações
isiológicas da ges ação. As complicações deco en es do DMG descompensado são
signi ica i as an o pa a a mãe quan o pa a o e o. Pa a a ges an e, incluem maio isco de p é-
eclâmpsia e hipe ensão ges acional, aumen o da axa de pa o p ema u o e cesa iana, e uma
p edisposição aumen ada ao desen ol imen o de diabe es ipo 2 e doenças ca dio ascula es
pós-pa o (MENICATTI; FREGONESI, 2006).
Os es udos analisados e idenciam que a g a idez associada à diabe es ipo 2 em se
o nado comum, especialmen e de ido ao aumen o do peso co po al en e mulhe es em idade
é il. Nesse con ex o, o con ole glicêmico adequado du an e a ges ação é essencial pa a
eduzi complicações na saúde ma e na e e al. Vale des aca que a al a de diagnós ico de
diabe es, que é equen emen e não de ec ado em adul os, ambém não é a a en e ges an es,
mas exis em poucos dados sob e o impac o desse quad o na ges ação (WEINERT e al.,
2011).
Além disso, a de ecção p ecoce do diabe es ges acional pode se ealizada de o ma
ela i amen e simples, a a és de es es de glicose no sangue e da a aliação dos a o es de
isco da ges an e. Isso o na o diagnós ico p ecoce uma es a égia acessí el e e icaz pa a a
p omoção da saúde ma e no- e al. A de ecção p ecoce é uma medida simples e e icaz que
de e se amplamen e p omo ida e ado ada na p á ica clínica pa a ga an i uma g a idez
saudá el e um u u o p omisso pa a mãe e ilho (MENDONÇA e al., 2024).
Os a o es de isco pa a o desen ol imen o de diabe es melli us ges acional (DMG)
es ão in imamen e ligados a uma sé ie de ca ac e ís icas ma e nas e compo amen ais. A
hipe glicemia ansicional, que oco e du an e a g a idez e é ag a ada pelo DMG, esul a na
incapacidade uncional das células β-panc eá icas ma e nas em a ende às c escen es
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necessidades de insulina pa a o desen ol imen o e al adequado. A ualmen e, as p incipais
abo dagens diagnós icas incluem o mé odo de uma e apa e o mé odo de duas e apas
(MENDONÇA e al., 2024).
O mé odo de duas e apas em sido adicionalmen e u ilizado e en ol e inicialmen e
um es e de p o ocação com 50 g de glicose (GCT) ealizado em jejum ou sem necessidade
de jejum, seguido po um es e de ole ância o al à glicose (OGTT) de 100 g e 3 ho as, se o
esul ado inicial do GCT o ele ado. Es e mé odo oi in oduzido po O'Sulli an e Mahan em
1964 e so eu modi icações po Ca pen e e Cous an, que ajus a am os alo es de co e
diagnós icos com base em mé odos de medição enzimá icos mais p ecisos (CASTRO e al.,
2020).
O mé odo de uma e apa, ecomendado pelo In e na ional Associa ion o Diabe es and
P egnancy S udy G oup (IADPSG) após o es udo Hype glycemia and Ad e se P egnancy
Ou come (HAPO) em 2010, u iliza um único OGTT de 75 g e 2 ho as pa a diagnos ica o
DMG. Es e mé odo mais que dob ou a incidência de DMG, le ando a deba es sob e sua
e icácia clínica na edução de esul ados ad e sos da g a idez e apas (OLIVEIRA e al.,
2020).
In e enções no es ilo de ida, incluindo ajus es na die a e aumen o da a i idade
ísica, são es a égias e icazes pa a a p e enção e manejo do DMG. A implemen ação de
p og amas educacionais em clínicas, que o necem in o mações sob e nu ição adequada,
con ole de peso e mé odos de au omoni o amen o da glicemia, em mos ado se um modelo
e icaz de ges ão dessa condição (CASTRO e al., 2020).
Mudanças nos pad ões alimen a es, ca ac e izadas po um aumen o no consumo de
alimen os al amen e caló icos e p ocessados, e a adoção de um es ilo de ida mais seden á io
ambém con ibuem pa a o aumen o da p e alência de DMG. O his ó ico amilia de diabe es
em pa en es de p imei o g au es á associado a um isco ele ado de desen ol imen o da
condição, e o çando a impo ância da iagem e do moni o amen o p ecoce. O a amen o da
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diabe es ges acional é iniciado com e apia nu icional, a i idade ísica e con ole de peso e
de e e a aliação c i e iosa da glicemia da ges an e pa a e i a o desequilíb io glicêmico.
Caso a mudança no es ilo de ida não seja su icien e pa a o con ole glicêmico, é indicado a
insulino e apia como p imei a escolha no a amen o a macológico pa a o con ole da
hipe glicemia ges acional. Após o pa o, a moni o ização glicêmica de e se mais equen e e
o uso de medicamen os, mais cuidadoso, p incipalmen e a insulina (SHIRATORI e al.,
2021).
No pe íodo ges acional, é de suma impo ância o acompanhamen o nu icional e uma
igilância minuciosa da alimen ação, conside ando os a o es de isco p é-ges acionais, o
his ó ico pessoal e amilia da ges an e e a e olução da g a idez. Todas as ges an es com
diabe es ges acional, com hipe glicemia diá ia ou com diabe es p é-ges acional de em e
uma alimen ação adequada e balanceada, p io izando a a iedade e os gos os da ges an e
(MENICATTI; FREGONESI, 2006).
O obje i o cen al do manejo da diabe es ges acional é man e as axas ma e nas
no moglicémicas. Os ca boid a os são os p incipais de e minan es dos ní eis ma e nos de
glicose pós-p andial e é necessá io um en oque e apêu ico na alimen ação da ges an e, endo
um con ole c i e ioso dos ní eis de açúca es inge idos pela ges an e. É impo an e obse a o
papel c ucial da glicose no c escimen o e al e no desen ol imen o do cé eb o. Po isso, é
necessá io que a die a ma e na enha ní eis equilib ados de ca boid a os, pois se essa
alimen ação o pob e em ca boid a os, o g adien e de glicose ma e no- e al pode se
comp ome ido (SWEETING e al., 2022).
A p á ica de a i idades ísicas é, de mesmo modo, undamen al pa a a e olução da
ges an e, endo como bene ício o aumen o da sensibilidade à insulina, po exemplo. Esse
e ei o é ex emamen e impo an e no a amen o da diabe es ges acional, diabe es ipo I e II,
ca ac e izadas po al os ní eis de glicose no sangue. No en an o, é necessá io o
acompanhamen o médico, pois a ealização das a i idades ísicas ge am um es o ço que de e
se a aliado pa a que não haja male ícios à mãe e ao e o (GODINHO e al., 2023).
433
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A pa i da e isão da li e a u a, conclui-se que o diagnós ico p ecoce do Diabe es
Melli us Ges acional (DMG) é uma es a égia undamen al pa a a edução da
mo bimo alidade ma e no- e al. As e idências demons am que o DMG es á associado a
sé ias complicações pa a a mãe e o bebê, que ão desde ganho de peso excessi o a é
mal o mações e isco aumen ado de como bidades u u as.
Assim, a aplicação de um plano e apêu ico adequado, que inclui o con ole
nu icional, a moni o ização da glicemia capila e o uso de insulino e apia ou an idiabé icos
o ais, é c ucial pa a p omo e uma melho qualidade de ida e um des echo ges acional mais
segu o. O p esen e es udo e idenciou que a de ecção p ecoce do DMG é uma es a égia
e icaz, especialmen e quando associada a in e enções no es ilo de ida e ao moni o amen o
igo oso.
Con udo, é impo an e econhece as limi ações des a e isão, que se baseou em on es
secundá ias, o que es inge a análise c í ica da e e i idade p á ica das es a égias
iden i icadas. Além disso, a he e ogeneidade dos mé odos diagnós icos e a escassez de
es udos de longo p azo di icul am a de inição de p o ocolos clínicos pad onizados. Dian e
disso, são necessá ios no os es udos, com amos as maio es e pad onização me odológica,
pa a a alia o impac o das di e en es abo dagens diagnós icas e e apêu icas e, assim,
es abelece di e izes mais consis en es pa a in e enções p ecoces no diabe es ges acional.
REFERÊNCIAS
BATISTA, R. F. e al. P e alência do diabe es ges acional no B asil: e isão de li e a u a.
Re is a B asilei a de Saúde Ma e no In an il, . 21, n. 4, p. 1011–1020, 2021.
BRASIL. Minis é io da Saúde. Cade nos de A enção Básica: Diabe es Melli us. B asília:
Minis é io da Saúde, 2016.