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As faces culturais da saúde/doença no quotidiano luandense (Livro de Resumos, p. 38)

Author: Bandeira, Vivaz
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17546666
Source: https://zenodo.org/records/17546666/files/LivrodeResumos6CNCT_2019_final.pdf
1
Li o de esumos
Abs ac book
6ª Con e ência Nacional sob e Ciência, Tecnologia e Ino ação
6TH Na ional Con e ence on Science, Technology and Ino a ion
2
Elabo ação
A aliação e selecção de ex os
Elabo ação e Ficha Técnica
Edição
An ónio Alcoche e P odução
DNACIC/MINCT
Ficha Técnica
Tí ulo/Ti le
Li o de Resumos / Abs ac Book
Capa
RCBEG - Angola e DNACIC
Paginação, G a ismo e T a amen o de Imagem
RCBEG - Angola
Imp essão
Dame SA
Luanda - República de Angola
Ti agem
1500 exempla es, 64 páginas
Depósi o legal
9151/2019
P op iedade
Minis é io do Ensino Supe io , Ciência, Tecnologia e Ino ação
Da a publicação
No emb o de 2019.
© MESCTI
P o . D . Ped o Magalhães, Rei o ia-UAN
P o . D . Adé i o Cunha, CNIC-MESCTI
P o . D . Aníbal Simões, FSC-UAN
P o . D . An ónio de Alcoche e, FC-UAN
P o . D . Emanuel Ca umbela, FM-UAN
D a. Filomena Vaz, INIPM
P o . D . Gab iel Miguel, FC-UAN
P o . D . Massuquini Inês, FC-UAN
P o . D . Rica do Quei ós, FE-UAN
P o . D . Reden o Maia, FECUAN
3
B e e Indice
NOTA CONCEPTUAL 4
INFORMAÇÕES GERAIS 5
RESUMOS: 7
- PAINEL I – Poli ícas e Ins umen os de Ino ação e Emp eendedo ismo
de Base Tecnológica 9
- PAINEL II – Ciências Sociais, Humanidades, Sociedade e Economia 11
- PAINEL III – A Ino ação Tecnológica, a P odução de Alimen os e a Subs-
i uição de Impo ações 20
- PAINEL IV – A Ciência, a Ges ão dos Recu sos Na u ais e das U banizações 32
- PAINEL V – A In es igação Ope acional, a Ino ação Tecnológica e os
Se iços de Saúde 37
- PAINEL VI – As Tecnologias Digi ais no Apoio ao Ensino e à Economia 40
- PAINEL VII – As Redes de In es igação Cien í ica 41
POSTERS “TITULOS APRESENTADOS” 45
MESA REDONDA 53
EVENTOS PARALELOS 55
COMISSÂO ORGANIZADORA 57
INDÍCE DE AUTORES 61
4
No a concep ual
A Con e ência Nacional sob e Ciência e Tecnologia (CNCT) é um e en o
cien í ico bianual, que p i ilegia a ap esen ação e discussão de esul ados
de in es igação cien í ica de abalhos, em de imen o da análise da biblio-
g a ia e ambém da desc ição de casos, oco ências ou enómenos. Em
casos pa icula es, a O ganização ese a-se ao di ei o de con ida pe so-
nalidades pa a ap esen a em emas encomendados pela O ganização.
A p imei a CNCT oi ealizada em 2009, sob a égide do Minis é io da Ciên-
cia e Tecnologia. A CNCT em-se a i mado como um espaço de excelência,
essencialmen e ocacionado a abo da abalhos e a abso e expe iências
passí eis de se em aplicadas na p ocu a de soluções dos p oblemas de
Angola.
Nas cinco edições ealizadas (2009, 2011, 2013, 2015 e 2017), a CNCT
con ou com ce ca de 2000 in es igado es cien í icos, den e os quais ce ca
de 100 pa icipan es es angei os, de países como Á ica do Sul, Bo swa-
na, B asil, Canadá, Cuba, Espanha, E.U.A., F ança, Macau/China, Moçam-
bique, Po ugal e Zimbabué e o am ap esen adas no o al ce ca de 300
comunicações (em o ma de comunicação o al e de pos e s). Cada CNCT
em ido, em média, ce ca de 400 pa icipan es.
A 6ª Con e ência Nacional sob e Ciência e Tecnologia ealiza-se, em
Luanda, de 12 a 14 de No emb o de 2019 e es á anunciada desde 2018,
no Calendá io Anual de E en os Cien í icos do nosso país. A a aliação e se-
lecção dos esumos subme idos, com um máximo de 250 pala as, é um
momen o-cha e, is o que cons i ui um p ecei o de boas p á icas a que se
de e subme e a o ganização de e en os cien í icos e pe mi e es abelece
os “ abalhos não acei es” e os “ abalhos acei es” pa a se em ap esen a-
dos em o ma de “comunicação o al” ou em o ma de “pos e . Os au o es
de “ abalhos acei es” são no i icados pa a p epa a em a igos cien í icos
que se ão ap esen ados numa das sessões de abalho que compo am
es e e en o.
A Comissão O ganizado a em um ca ác e independen e e é essencial-
men e cons i uída po dis in os memb os da comunidade cien í ica con i-
dados pa a o e ei o, em ep esen ação de Ins i uições de Ensino Supe io e
de Ins i uições de In es igação Cien í ica e Desen ol imen o.
A Comissão O ganizado a

5
In o mações Ge ais
Objec i os
A CNCT em como objec i os “ap esen a e discu i esul ados de in es igação
cien í ica e oca expe iências sob e a con ibuição da ciência na melho ia da qua-
lidade do ensino, no apoio à economia ena esolução dos p oblemas sociais.
Resul ados espe ados
• Di ulgação de esul ados de in es igação cien í ica e oca de expe iências;
• Recolha de con ibu os, isando a sus en abilidade do P og ama Nacional de Au-
men o da P odução de Alimen os e de Subs i uição das Impo ações (PRODESI);
• Con ibuição pa a a ges ão sus en á el dos ecu sos na u ais, dos p oblemas
ambien ais e da ges ão das cidades;
• Sis ema ização e alo ização da cul u a nacional e do conhecimen o endógeno;
• Aplicação da ino ação ecnológica no e o ço do emp eendedo ismo, na melho-
ia da qualidade do ensino e dos cuidados de saúde.
Público-al o
Comunidade cien í ica, especialis as, p o issionais e es udan es com in e esse em
emas, segundo os ópicos abaixo e e idos.
Tópicos/Painéis
PAINEL I – Poli ícas e Ins umen os de Ino ação e Emp eendedo ismo de Base
Tecnológica (Medidas de Polí ica e inanciamen o e a implemen ação da
Ino ação e do emp eendedo ismo de base ecnológica);
PAINEL II
– Ciências Sociais, Humanidades, Sociedade e Economia (A ciência,
os hábi os e cos umes e os p oblemas sociais);
PAINEL III
– A Ino ação Tecnológica, a P odução de Alimen os e a Subs i uição
de Impo ações (A ciência, a p odução de alimen os, a o e a de no-
os p odu os, a segu ança alimen a e nu icional);
PAINEL IV
– A Ciência, a Ges ão dos Recu sos Na u ais e das U banizações (A apli-
cação do conhecimen o das ecnologias geoespaciais e de senso iamen-
o emo o na ges ão dos ecu sos na u ais do meio e das cidades na e a
das al e ações climá icas);
PAINEL V
– A In es igação Ope acional, a Ino ação Tecnológica e os Se iços de
Saúde (a qualidade dos se iços de saúde, a igilãncia epidemiológica,
a p e enção e o comba e ás endemias;
PAINEL VI
– As Tecnologias Digi ais no Apoio ao Ensino e à Economia (Redes di-
gi ais, digi alização da educação e da economia);
In . Ge ais
6
PAINEL VII
– As Redes de In es igação Cien í ica (A coope ação bila e al e mul-
ila e al em in es igação cien í ica)
Mesa edonda
• A con ibuição da ciência, ecnologia e ino ação no apoio ao desen ol imen o
sus en á el do país;
E en os pa alelos
• “Seminá io sob e as ecnologias e o desen ol imen o sus en á el”
• “Seminá io sob e o emp eendedo ismo e as opo unidades de negócio”
• “Seminá io sob e o es abelecimen o de um Consó cio en e o Sis ema Nacional
de Ciência, Tecnologia e Ino ação e In es igado es Cien í icos Angolanos adica-
dos na diáspo a”.
• “Seminá io sob e a coope ação em ecossis emas de ino ação”.
• “Fei a de Ideias, In enções, Ino ação e Emp eendedo ismo de Base Tecnoló-
gica” (De ecção de alen os, ap esen ação de ideias, p o ó ipos e esul ados de
ino ação e emp eendedo ismo de base ecnológica).
Sessão de pos e s
• Resenha sob e os pos e s ap esen ados
O ado es
• Especialis as nacionais e es angei os.
In o mações Ge ais
In . Ge ais
7
No a de Abe u a
Resumos
Abs ac s
B e e in odução dos ap esen ado es
In oduc ion o p esen e s
8
Ciência, Tecnologia e Ino ação
ao Se iço da Sociedade
15
PAINEL II - “CIÊNCIAS SOCIAIS, HUMANIDADES, SOCIEDADE E ECONOMIA
Painel II
Nome: Gisel Bissaya Chimpolo Gil
G au Académico/Fo mação: Mes e
Tí ulo P o essional:
Ins i uição: Uni e si y o Sunde land, Business school
Função/ocupação:
Cidade/País: New Cas le UPON Tyne, Reino Unido
Email: [email p o ec ed]
In e na ional Financial Repo ing S anda ds: Rea-
sons o adop ion and ini ial e ec s, an Angolan
pe spec i e
Gisel Bissaya Chimpolo Gil e Julia Noba i
Uni e si y o Sunde land, Business school; Email: [email p o ec ed]
Keywo ds: Angola, economic s abili y, IFRS, FMI, ROE.
Abs ac
The In e na ional Financial Repo ing S anda d (IFRS) is a single se o s an-
da ds ha is globally accep ed as he inancial epo ing s anda ds based
on clea p inciples. This pape a gues ha he implemen a ion o IFRS can
help coun ies ha a e expe iencing economic ins abili y, and one o such is
Angola. To esol e he coun y’s economic insecu i y, in e na ional o gani-
sa ions such as he Wo ld Bank and he IMF has p essu ed Angola o adop
he IFRS o gain access o capi al. The aim o his pape was h ee- old: o
de e mine he eason o he ini ial adop ion o IFRS in Angola, o explo e
how IFRS can con ibu e o Angola’s economic s abili y, and o illus a e he
ini ial e ec s o IFRS in Angolan banking pe o mance using Re u n on Equi-
y (ROE). Th ough bo h p ima y and seconda y esea ch –in e iews wi h
go e nmen o icials, as well as analysing da a on h ee Angolan banks,
p e- and pos -IFRS. I was ound ha he adop ion o IFRS in Angola was
a esul o an amalgama ion o issues cen ed a ound he c edibili y o he
inancial sys em. In conclusion, his pape aligh ed he ac ha (1) Angolan
comme cial banks a e acing es ic ion in acqui ing ha d cu ency mainly
due o weake banking compliance, (2) he adop ion o he IFRS was in en-
ded o es o e he coun y banking sys em and (3) IFRS has had a posi i e
ini ial e ec on he Angolan banks by he inc ease o Re u n on Equi y (ROE),
a key inancial a io, ou classing he p e ious inancial epo ing s anda d.

16
Painel II
PAINEL II - “CIÊNCIAS SOCIAIS, HUMANIDADES, SOCIEDADE E ECONOMIA
Nome: Má io Mun o Ndala
G au Académico/Fo mação: Mes e
Tí ulo P o essional: Docen e
Ins i uição: FECUAN
Função/ocupação: Assis en e
Cidade/País: Luanda, Angola
Email: [email p o ec ed]
Compe ências p o issionais p edominan es eque idas aos
o mados nas Ins i uições de Ensino Secundá io Técnico P o-
issional na pe spec i a dos emp egado es em Angola
Má io Mun o Ndala
FECUAN – Faculdade de Economia da Uni e sidade Agos inho Ne o, A . 4 de Fe e ei o 77,
Luanda; Email: [email p o ec ed]
Pala as-Cha e: Compe ências, Ensino Técnico P o issional, Emp egado es,
Me cado de T abalho.
Resumo
A p oblemá ica sob e compe ências écnicas p o issionais em sido pon-
o de e e ência nos sis emas de ensino de á ios países do mundo, dos
quais, Angola é pa e in eg an e. Com is a a e i a demanda do me cado
quan o as di as compe ências, p ocu ou-se desen ol e um es udo explo-
a ó io que e e como objec i o conhece as compe ências p o issionais
p edominan es na pe spec i a das emp esas angolanas que os ing essa-
dos das Ins i uições de Ensino Secundá io Técnico P o issional de em pos-
sui pa a o bom desempenho nos locais de abalho. Pa a a ma e ialização
do p opósi o da pesquisa, ez-se ecu so a um concu so de á ios mé odos
dos quais des aca-se, os mé odos monog á ico, análise bibliog á ica e do-
cumen al, es udo de caso e o es a ís ico median e o uso da moda, pois,
com base nes e modelo oi possí el de e mina as a iá eis de máximas
equências na o denação das p e e ências da amos a analisada compos-
a po 272 esponden es. Os esul ados da pesquisa demons a am como
p edominan es as compe ências: Gene alização de conhecimen o com 196
“sco es”, Relacionamen o in e pessoal com 190 “sco es” e Conhecimen o
écnico sólido com 185 “sco es”, enquad ados nas ca ego ias de Com-
pe ências écnicas/p á icas, Compe ências compo amen ais e Compe ên-
cias écnicas/ eó icas, espe i amen e. A pa i dos esul ados da pesquisa,
ab e-se um espaço pa a e lexão em o no da necessidade de e o mas na
implemen ação do cu ículo do Subsis ema de Ensino Secundá io Técnico
P o issional, p ocu ando da en ase às compe ências iden i icadas idas
como as mais impo an es pelo me cado de abalho.
17
Nome: Loliana Mand iz
G au Académico/Fo mação: Licenciada
Tí ulo P o essional: In es igado a cien í ica
Ins i uição: Academia de Pescas e Ciências do Ma do Namibe
Função/ocupação: In es igado a Es agiá ia
Cidade/País: Fa ol de No onha / Moçâmedes/ Namibe, Angola
Email: [email p o ec ed] / [email p o ec ed]
PAINEL II - “CIÊNCIAS SOCIAIS, HUMANIDADES, SOCIEDADE E ECONOMIA
A Responsabilidade Social das Emp esas na Ci-
dade de Moçâmedes
Dulce Quia uhanga, Ilunga Robe o e Loliana Mand iz.
Fa ol de No onha, Moçâmedes, Namibe, apcmnadges @gmail.com / lolianasi [email protected]
Pala as-cha e: esponsabilidade social, emp esa, ambien e, comunidade, sus-
en abilidade
Resumo
As emp esas são indispensá eis ao desen ol imen o de um país, azão
pela qual se de em p eocupa an o com o êxi o e o c escimen o do negó-
cio, quan o com a comunidade em que es ão inse idas e é a ec ada pela
sua ac i idade. Segundo Teixei a (2013), pa ece incon es á el que a emp e-
sa que sis ema icamen e não c ia qualque alo pa a sociedade acaba á,
mais cedo ou mais a de, po deixa de ob e p o ei os e e de abandona
o me cado. Pode se conside a a esponsabilidade social como sendo o
modo como as emp esas de em in eg a as p eocupações económicas,
sociais, ambien ais e ou as da comunidade em que ac uam, den o do seu
paco e de ope ações. O p esen e es udo isa comp eende a é que pon o, a
ní el da cidade de Moçâmedes, as emp esas es ão comp ome idas com a
ques ão da esponsabilidade social e como se em e lec ido na sua ges ão.
T a a-se de um es udo explo a ó io com abo dagem quali a i a cuja me o-
dologia esumiu-se em le an amen o bibliog á ico, documen al, es udo de
campo e inqué i os. Cons a ou-se que g ande pa e das emp esas con-
unde as acções ilan ópicas ocasionais com a esponsabilidade social.
Obse ou-se igualmen e que a ques ão da esponsabilidade social ainda
é um assun o desconhecido po mui as emp esas e não az pa e de suas
es a égias de negócio. O es udo oi o ien ado pa a sensibiliza as emp e-
sas a de ini em acções conc e as de esponsabilidade social que incluam a
p o ecção do ambien e, o desen ol imen o sus en á el das comunidades,
a o e a de p odu os em condições óp imas de u ilização e com p eços
jus os, de modos a que possam e mais apoio dos seus s akeholde s e
sob e i e no me cado.
Painel II
18
Painel II
PAINEL II - “CIÊNCIAS SOCIAIS, HUMANIDADES, SOCIEDADE E ECONOMIA
Nome: G aciela Nápoles Quiñone
G au Académico/Fo mação: PhD
Tí ulo P o essional: P o esso a Ti ula
Ins i uição: Ins i u o Supe io Poli écnico de Malanje
Função/ocupação: Docen e do ensino Supe io
Cidade/País: Malanje, Angola
Email: [email p o ec ed]
A escola e a amília na comunidade: uma ealida-
de sócio-educa i a de hoje
G aciela Nápoles Quiñones e Rosa Amelia Ga cía Díaz
Depa amen o de Ciências e Tecnologias da Saúde (Cu so de Ciências de En e magem) -
Ins i u o Supe io Poli écnico de Malanje, Email: [email p o ec ed]
Pala as-cha es: amília, comunidade, qualidade, educação
Resumo
A a enção aos p oblemas e e en es à ele ação da qualidade da educação
ocupa um luga impo an e nos di e en es países, no conjun o de medidas
e planos que se p opõem em bene ício de seus habi an es, pois “a p o a
de ini i a de um sis ema econômico.... apoia-se em seu p odu o e minado,
a classe de homem ou mulhe que engend a e a o dem, beleza e higiene
de suas comunidades”, o que eque da acção a escola, da amília e da
comunidade. A a e a de o ma as no as ge ações eque da in e acção
da escola, da amília e, jun o a ela, de ou os agen es sociais no abalho a
p epa ação de cidadãos in eg ais. Nes e sen ido, de e -se-á e em con a
o papel que de em joga os meios de comunicação, as escolas, as o ga-
nizações sociais, os o ganismos, a comunidade, en e ou os, pa a aze
ealidade a ese de que “educação é a e a de odos”. Tais ins i uições da
ida social, polí ica e económica de Cuba assumem a o mação das no as
ge ações não como subs i uição, mas sim como pa icipan es ac i os em
nossa sociedade, con inuado es segu os dos alo es e a ob a da Re olução.
19
Nome: Juana Vi gen Sánchez Mo ales
G au Académico/Fo mação: Dou o a
Tí ulo P o essional:P o esso a Ti ula
Ins i uição: Escola Supe io Pedagógica de Namibe (ESPdN)
Função/ocupação: P o esso a e Assesso a
Cidade/País: Namibe, Angola
Email: [email p o ec ed]
PAINEL II - “CIÊNCIAS SOCIAIS, HUMANIDADES, SOCIEDADE E ECONOMIA
O a amen o dos p oblemas socias: ía pa a desen-
ol e a p omoção da saúde nas escolas p imá ias
Juana Vi gen Sánchez Mo ales1, Ma i za Jiménez Rus an2 e Llilian Figue edo
Sánchez3
1P o . do Dep. de In áncia e Asseso a do Decano, Email: [email p o ec ed]
2P o . do Dep. de In áncia, Email: jimenez [email p o ec ed]
1 e 2Escola Supe io Pedagógica de Namibe (ESPdN)
3 P o . Ins uc o a de la Filial Uni e si a ia Municipal Ba aguá. dailyn@ba aguá.cu
Pala as-cha e: p oblemas sociais, p omoção da saúde, con eúdos da educação.
Resumo
Necessi a-se que as escolas p imá ias con ex ualizem os p oblemas sociais du an-
e o p ocesso educa i o, pa a desen ol e a p omoção da saúde, já que cons i uem
ba ei as que obs aculizam o desen ol imen o in eg al da pe sonalidade dos edu-
candos, que de em se assumidos como con eúdos da educação e se a ados na
concepção da escola p imá ia. En e an o, es a é uma p oblemá ica que se ap e-
sen a, já que os p o esso es des as escolas não es ão su icien emen e p epa ados
pa a es a p o ocação, de e minando como obje i o implemen a um p og ama de
supe ação pa a con ex ualiza os p oblemas sociais no p ocesso educa i o das
escolas p imá ias e assim desen ol e a p omoção da saúde, nas a i idades que
ealizam. Nes e abalho aplica am-se di e en es mé odos do ní el eó ico que pos-
sibili a am undamen a o obje o e campo da in es igação e do ní el empí ico que
possibili a am diagnos ica a p epa ação que possuem os p o esso es das escolas
p imá ias do Namibe, no município de Moçâmedes pa a con ex ualiza os p oble-
mas sociais e desen ol e a p omoção da saúde. A p opos a oi alo izada po
especialis as de econhecida capacidade, oi aplicada na p á ica pedagógica com
99 p o esso es p imá ios, com mui o boa assis ência, pon ualidade e pa icipação,
onde ealiza am p opos as, as quais es a am con ex ualizadas, e idenciando mu-
danças e ans o mações em cada uma das escolas, além disso êm publicações
e ese de mes ado. Como esul ado, e idencia-se que a qualidade do desempenho
p o issional dos cu sis as em seus pos os de abalho oi ele ada.
Painel II
20 PAINEL III - “A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS
E A SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES”
Painel III
Nome: Jan W. Low
G au Académico/Fo mação: PhD
Tí ulo P o essional: Ag icul u al economis
Ins i uição:In e na ional Po a o Cen e (CIP), Regional O ice o
A ica, ILRI Campus, Old Nai asha Road, Nai obi, Kenya
Função/ocupação: P incipal Scien is & co-Leade o he Swee-
po a o o P o i and Heal h Ini ia i e
Cidade/País: Nai obi, Kenya
Email: j.low@cgia .o g
O ange-Fleshed Swee po a o Pu ee: The Po en ial B eak-
h ough P oduc o Baking Indus y in Sub Saha an A ica
Tawanda Muzhingi 1,2, An onio Maghaghi 2, Simon Heck1 and Jan Low 1
1 In e na ional Po a o Cen e (CIP), Regional O ice o A ica, ILRI Campus, Old Nai asha
Road, Nai obi, Kenya; 2 Roo s, Tube s and Banana (RTB) P og am o he CGIAR, In e na-
ional Po a o Cen e , La Molina, Lima Pe u; 3 Eu oing edien s Limi ed (EIL), O Sou he n
Bypass, Thogo ho, Kikuyu, Kiambu Coun y, Kenya
Keywo ds: nu i ional, swee po a o, new jobs
Abs ac
A ican coun ies impo whea o bake y indus ies and a e looking o
whea lou subs i u es in o de o lowe he impo bill and imp o e he
nu i ional con en . CIP pilo ed and success ully comme cialized he use o
o ange leshed swee po a o (OFSP) pu ee as a pa ial subs i u e o whea
lou in baked and ied p oduc s. Conside able expe ience was gained by
CIP in eas and sou he n A ica in he manu ac u ing and ma ke ing o bake y
p oduc s in which 20-45% o whea lou in baked p oduc s was eplaced
by OFSP pu ée. The goal was o de elop a public-p i a e sec o pa ne ship
wi h a leas one majo ag o-p ocesso o p oduce an economically- iable
p ocessed p oduc wi h OFSP pu ee as a majo ing edien . In Kenya, CIP
iden i ied he key p oduc (OFSP pu ee b ead) and p i a e sec o pa ne s
(O gani L d based in a majo swee po a o g owing a ea and Tusk’s supe -
ma ke s o making and ma ke ing he b ead). The use o OFSP in pu ee
o m is economically ad an ageous. Baked and ied p oduc s made using
OFSP pu ee a e highly accep able o consume s. Ru al a me s inc eased
income h ough hei inc eased OFSP p oduc ion and supplied he pu ee
p ocesso . The pu ee p ocesso s c ea ed new jobs o women and you hs.
Tusk’s supe ma ke s sold o e 5,000 loa es o OFSP b ead pe day in 18
s o es. OFSP pu ée b ead is a good sou ce o i amin A p o iding 50 Re inol
Ac i i y Equi alen s (RAE) pe 30g slice, wo sandwiches a day p o iding
abou 25% o a child’s Vi amin A daily needs. The nex s eps a e o mo e
cold chain o shel -s o able OFSP pu ée.

21
PAINEL III - “A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS
E A SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES”
Painel III
Nome: Celso Manuel C is ó ão Mandume
G au Académico/Fo mação: Mes e
Tí ulo P o essional: Ges o de con olo de qualidade
Ins i uição: Academia de Pescas e Ciências do Ma do Namibe
Função/ocupação: Docen e do ensino Supe io
Cidade/País: Namibe, Angola
Email: [email p o ec ed]
Composição química, alo nu icional e segu ança de
êmeas de Chaceon ma i ae cozidas do Namibe (Angola)
Celso Manuel C is ó ão Mandume1,2,3,4, Ma ia Paula Dua e3, Na cisa M. Ban-
da a4, Joana Raimundo4, Helena Ma ia Lou enço4, Susana Gonçal es4, Ma a
Ven u a6, Inês Delgado6, And eia Rego6, Ca la Mo a6, Isabel Cas anhei a6 and
Ma ia Leono Nunes5
1 APCMN - Academia de Pescas e Ciências do Ma do Namibe; 2 ESP N - Escola
Supe io Poli écnica do Namibe (UMN) 3 ME RICs/DCTB - Faculdade de Ciências e
Tecnologia, Uni e sidade No a de Lisboa, 4 IPMA - Ins i u o Po uguês do Ma e da
A mos e a, 5 CIIMAR, Uni e sidade do Po o; 6 INSA - Ins i u o Nacional de Saúde
Dou o Rica do Jo ge, Email: [email p o ec ed]
Pala as-cha e: Chaceon ma i ae, analise da composição química e qualidade
nu icional.
Resumo
Apesa de mui o ap eciado e consumido, o alo nu icional do Chaceon ma i ae
(Manning & Hol huis, 1981) nunca ha ia sido es udado. No p esen e abalho o-
am analisados ecidos comes í eis cozidos (músculo, o á io e hepa opânc eas)
de Chaceon ma i ae. Es a espécie oi cap u ada na cos a do Namibe, em duas
épocas dis in as, e analisadas em e mos de composição química (go du a, cin-
zas, p o eínas e humidade), pe is de ácidos go dos e aminoácidos, coles e ol,
mine ais essenciais (mac o e aço) e elemen os óxicos. Os esul ados mos a am
que, em ambas as es ações, o músculo de C. ma i ae e a uma on e aliosa de
p o eína, aminoácidos essenciais, ácidos g axos polinsa u ados e elemen os es-
senciais, especialmen e zinco, selênio, iodo e cob e. Os o á ios e hepa opânc eas
ambém são boas on es de p o eína, mas e am mais icas em go du a, pa icula -
men e quando cap u ados em Ou ub o. A go du a o a iana é ica em ácidos g axos
go dos polinsa u ados e a do hepa opânc eas ap esen a maio es alo es de ácidos
g axos monoinsa u ados e sa u ados. Os Hepa opânc eas e o á ios ambém são
boas on es de cob e e, especialmen e os o á ios, de zinco. Além disso, em ambas
as es ações, odos os ecidos comes í eis de C. ma i ae analisados ap esen a am
eo es mui o baixos de elemen os óxicos (me cú io, cádmio, chumbo e a sênio).
22 PAINEL III - “A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS
E A SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES”
Painel III
Nome: Sand a Domingos João A onso
G au Académico/Fo mação: PhD, Fi o ecnia
Tí ulo P o essional: PhD
Ins i uição: Ins i u o Supe io Poli écnico do Cuanza Sul
Função/ocupação: Coo denado a do cu so de Ag onomia
Cidade/País: Cuanza Sul, Angola
Email: [email p o ec ed]
Selecção de genó ipos de mandioca em Angola a pa i
de ca ac e es mo o-ag onômicos
Sand a Domingos João A onso
Ins i u o Supe io Poli écnico do Kwanza Sul, Rua 12 de No emb o, Cen o, Cuan-
za Sul, Email: [email p o ec ed]
Pala as-cha e: Maniho esculen a, Índice mul iplica i o, Índice soma de classi i-
cação, Índice dis ância genó ipo-ideó ipo, Va iabilidade
Resumo
A mandioca (Maniho esculen a C an z), emp egada na alimen ação huma-
na e animal, é uma cul u a de al a us icidade, baixas exigências e pe mi e
seu cul i o em á eas ad e sas. O objec i o des e abalho oi selecciona
genó ipos de mandioca supe io es a pa i de ca ac e es mo o-ag onômi-
cos, u ilizando ês índices não pa amé icos e co elacioná-los pa a e i i-
ca o g au de conco dância en e eles. Os genó ipos o am a aliados com
base nas ca ac e ís icas: núme o de has es, al u a das plan as, diâme o
do caule, dis ância do en enó, al u a da p imei a ami icação, núme o de
aízes, diâme o das aízes, comp imen o das aízes, p odução da pa e
aé ea e p odução de aízes, em expe imen o ealizado na Fazenda Expe i-
men al da Companhia de Alimen os de Malanje, localizada na P o íncia de
Malanje. Os dados a e idos o am subme idos à análise de a iância e ao
es e de ag upamen o de Sco & Kno e as médias aos índices mul iplica-
i o, de soma de classi icação e dis ância genó ipo-ideó ipo. A ca ac e iza-
ção ag onómica dos genó ipos a aliados indica a exis ência de genó ipos
p omisso es que podem se u ilizados na di e si icação da plan ação de
mandioca em Angola. O índice dis ância genó ipo-ideó ipo não ap esen ou
co elação en e os índices mul iplica i os e soma de classi icação. Os ín-
dices mul iplica i os e soma de classi icação ap esen a am ele ado g au
de co espondência, com co elações de Spea man acima de 80%. Assim,
os genó ipos Tio Jojo, Ngana Yuculu, Kimbanda, Ve mu e, Jaca Ve melha,
Jaca B anca, ap esen am po encial pa a inco po ação no plan io de man-
dioca em Angola.
23
PAINEL III - “A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS
E A SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES”
Painel III
Nome: Domingos Bongue
G au Académico/Fo mação: PhD
Tí ulo P o essional: Pa ologis a Vege al
Ins i uição: Cen o Nacional de In es igação Cien í ica - MESCTI
Função/ocupação: In es igado Auxilia
Cidade/País: Luanda, Angola
Email: [email p o ec ed]
A aliação da e ilidade do solo e alí ico ama elo median e
as classes de e ilidade
Domingos Bongue1, João Ca los Fe ei a1 e Má cia da G aça de Sousa Gaspa 2
1 Cen o Nacional de In es igação Cien í ica do Minis é io da Ciência, Tecnologia
e Ino ação; 2 Labo a ó io Cen al, Di ecção Nacional de Ag icul u a e Pecuá ia do
Minis é io da Ag icul u a e Flo es as; E-mail: [email p o ec ed]
Pala as-cha e: Sequele, solos e alí ico ama elo, análises químicas, classes de
e ilidade.
Resumo
Os solos e alí icos (ama elo e e melho) são os solos de maio impo -
ância ag ícola em Angola, cob indo ce ca de 22,64% do e i ó io nacional.
Es e abalho oi ealizado com o objec i o de a alia a e ilidade do solo
e alí ico ama elo, median e as classes de e ilidade. As in es igações
deco e am en e os meses de Se emb o a Dezemb o de 2015, na pa ce-
la ag ícola da localidade do Sequele, município de Cacuaco. As amos as
pa a a análise da e ilidade o am e i adas nas p o undidades de 0 a 20
e de 20 a 40 cm, espec i amen e. Nas amos as de e minou-se a ma é-
ia o gânica, as bases ocá eis: cálcio (Ca2+), magnésio (Mg2+), po ássio
(K+) e sódio (Na+); além do ós o o (P), alumínio (Al3+), acidez ac i a (pH
em CaCl2) e acidez po encial (H+ + Al3+). Com base nos esul ados das
análises químicas, calculou-se a soma de bases (SB = Ca2+ + Mg2+ +
K+ + Na+), capacidade de oca ca iónica e ec i a (CTCE = SB + Al3+),
capacidade de oca ca iónica a pH7 (CTC7 = SB + H+ + Al3+), sa u ação
de bases (V = 100 x SB/CTC7) e a sa u ação po alumínio (m = 100 x Al/
CTCE). Pa a a in e p e ação dos pa âme os analisados, o am u ilizados
cinco classes de e ilidade designadas de “Mui o baixa”, Baixa”, “Média”,
“Al a” e “Mui o al a”, onde as ês p imei as co espondem a alo es en e
ze o e o eo c í ico e as duas úl imas a alo es supe io es do eo c í ico.
Os esul ados ob idos e ela am que, com excepção da acidez po encial e
da capacidade de oca ca iónica a pH7 em que os alo es médios o am
classi icados de “Al a” a “Média” em ambas p o undidades, a maio ia dos
a ibu os químicos es udados, co espondem a classe de e ilidade “Mui o
baixa”. As classes de e ilidade do solo, podem se u ilizadas nas nossas
condições, pa a diagnos ica o g au de su iciência ou de iciência de nu-
ien es p esen es na solução do solo.
24 PAINEL III - “A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS
E A SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES”
Nome: Lau indo Ladei a
G au Académico/Fo mação: Mes e
Tí ulo P o essional: Ag ónomo
Ins i uição: Ins i u o Supe io Poli écnico do Cuanza Sul
Função/ocupação: Docen e do ensino supe io
Cidade/País: Cuanza Sul, Angola
Email: [email p o ec ed]
Painel III
E iciência de uso do azo o de e ilizan es en iquecidos
com mic o ganismos ixado es de azo o
Lau indo Ladei a1, Ma ga ida A obas2,3, M. Ângelo Rod igues2,4
1 Ins i u o Supe io Poli écnico do Cuanza Sul, Angola, [email p o ec ed];
2 Cen o de In es igação de Mon anha – Ins i u o Poli écnico de B agança, Po u-
gal 3 [email p o ec ed] 4 [email p o ec ed]
Pala as-cha e: al ace, nabiça, bio e ilizan es; ixação biológica de azo o; ixa-
do es li es.
Resumo
No me cado, êm su gido e ilizan es o gânicos en iquecidos com mic o -
ganismos ixado es li es de azo o. Com es es e ilizan es p ocu a-se in-
c emen a a disponibilidade de azo o pa a as plan as, na medida em que
es es mic o ganismos sendo he e o ó icos podem melho a a sua capa-
cidade de ixação de azo o quando colocados jun o ao subs a o alimen a .
Nes e abalho epo am-se esul ados de ensaios que deco e am, du an e
2 anos, em campo e em asos. Fo am usados dois e ilizan es o gânicos
en iquecidos com mic o ganismos (Bio 1 e Bio 2), um e ilizan e o gânico
não en iquecido (O gan), um e ilizan e mine al em dose de azo o equi a-
len e à dos e ilizan es o gânicos (Min1) e dupla (Min2) e uma modalidade
es emunha, sem e ilização azo ada. As doses dos ou os mac onu ien-
es ós o o e po ássio o am ajus adas com adubos elemen a es simples.
A expe iência en ol eu uma sequência de ês cul u as po ano (al ace-na-
biça) e ce ada no inal pa a a alia o e ei o esidual dos a amen os e i-
lizan es. Os esul ados mos a am um e ei o signi ica i o dos a amen os
e ilizan es sob e a p odução de ma é ia seca e a expo ação de azo o. O
a amen o es emunha ap esen ou no ge al meno p odução de biomas-
sa e expo ação de nu ien es. O azo o apa en emen e ecupe ado e e os
alo es mais ele ados com a dose única do adubo mine al ao im de dois
anos de aplicação, ao passo que o co ec i o o gânico não en iquecido oi
o que ap esen ou a meno e iciência de uso do azo o. O adubo mine al em
dose dupla e os co ec i os o gânicos en iquecidos com mic o ganismos
ap esen a am um e ei o esidual mais ele ado em alação aos demais a-
amen os sob e o cul i o de ce ada num ciclo cul u al seguin e.
31
PAINEL III - “A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS
E A SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES”
Nome: Sil ia Ca a ino
G au Académico/Fo mação: Mes e
Tí ulo P o essional: Ges ão Ambien al
Ins i uição: Ins i u o Supe io de Ag onomia da Uni . de Lisboa
Função/ocupação: Dou o ando em Biologia
Cidade/País: Luanda, Angola
Email: [email p o ec ed]
Painel III
Biodi e si y alue o medicinal Leguminosae plan s
om Angola
Sil ia Ca a ino1,2, Ma ia C is ina Dua e3, Espe ança Cos a4, Paula Ga cia Ca -
e o3 e Ma ia M. Romei as1,3
1 Linking Landscape, En i onmen , Ag icul u e and Food (LEAF), Ins i u o Supe io de Ag o-
nomia (ISA), Uni . de Lisboa, Po ugal; 2 Fo es Resea ch Cen e (CEF), Ins i u o Supe io de
Ag onomia (ISA), Uni . de Lisboa, Lisboa, Po ugal; 3 Cen e o Ecology, E olu ion and En i-
onmen al Changes (cE3c), Faculdade de Ciências, Uni e sidade de Lisboa, Po ugal; 4 Cen-
o de Bo ânica da Uni . Agos inho Ne o, Luanda, Angola([email p o ec ed])
Keywo ds: Conse a ion; E hnobo any; Fabaceae; Sub-Saha an A ica; Timbe
species; T adi ional Medicine
Abs ac
Leguminosae is an economically impo an amily ha con ains a la ge
numbe o medicinal plan s, many o which a e widely used in A ican adi-
ional medicine. Angola is he la ges coun y in sou he n A ica, and holds
a ich lo is ic di e si y, wi h ca. 900 na i e Leguminosae species. Se e al
o hese species a e widely used in adi ional medicine, which is s ill he
backbone o heal h ca e in u al a eas o his coun y. This s udy is he i s
o assess he medicinal uses o he legumes in Angola and p o ides new
da a o p omo e he conse a ion and he sus ainable use o hese unique
esou ces. We documen he e hnobo anical knowledge by e iewing he
mos impo an he ba ium collec ions and li e a u e, complemen ed by e-
cen ield su eys. Ou esul s e ealed ha 127 na i e plan s a e used as
medicinal and 65% o hem ha e o he impo an uses by local popula ions.
The species wi h mo e medicinal applica ions a e E y h ina abyssinica,
Bauhinia honningii and P e oca pus angolensis, and he mos ep esen a i-
e heal h condi ions ea ed a e he skin in ec ions, in es inal p oblems and
espi a o y diseases. The ich lo a occu ing in Angola sugges s eno mous
po en ial o disco e y o new d ugs wi h he apeu ic alue. Howe e , he
o e exploi a ion and he indisc imina e collec ion o legumes o mul iple
uses such as medicine, o age, ood, and imbe , inc eases he h ea s on
he na i e ege a ion. E o s o assess he conse a ion s a us o hese
species a e u gen ly needed, and u u e ac ions mus p omo e he sus ai-
nable use o medicinal plan s in Angola oge he wi h he implemen a ion o
in-si u and ex-si u conse a ion s a egies.

32 PAINEL IV - “A CIÊNCIA, A GESTÃO DOS RECURSOS NATURAIS
E DAS URBANIZAÇÕES”
Nome: Nailoke Pauline Kadhila
G au Académico/Fo mação: PhD
Tí ulo P o essional: PhD Applied Biology
Ins i uição: Mul idisciplina y Resea ch Cen e: Ze o Emission Re-
sea ch Ini ia i e, Uni e si y o Namibia
Função/ocupação: Senio Lec u e
Cidade/País: Windhoek, Namibia
Email: [email p o ec ed]
Painel IV
Mush oom esea ch, de elopmen and inno a ion o
he sou he n A ican socio-economic ans o ma ion
Nailoke Pauline Kadhila
Mul idisciplina y Resea ch Cen e: Ze o Emission Resea ch Ini ia i e, Uni e si y o Namibia;
Email: [email p o ec ed]
Keywo ds: mush ooms, heal h, nu i ion, sou he n A ica
Abs ac
Mush ooms ha e been conside ed as ing edien o gou me cuisine ac oss
he globe due hei unique la o . They a e a good sou ce o i amins wi h
high le els o ibo la in, niacin, and i amins C, B1, B12, D and E. In A ica,
he u iliza ion o wild mush ooms as ood and medicine is e y common
and hey also bene i s o people as a sou ce o income. I is e y common
o see people selling mush ooms such as he Te mi omyces species by
he oadside jus a e he s a o he ainy season. Mush ooms ep esen
as one o he wo ld’s g ea es un apped esou ces o nu i ion and medici-
ne o he u u e. Some mush ooms p omo e good heal h and i ali y and
ha e been ied wi h some success in he he apy o cance , i al disea-
ses, diabe es, hype choles e olemia and hype ension. The awa eness on
wild mush ooms and hei impo ance as nu i ional ood and medicine o
people in Sou he n A ica is gene ally poo , and many o he collec ions
done a e o pe sonal use. Fo ins ance, he e an inc easing e idence ha
mush ooms ha e a wide ange o medicinally impo an compounds ha
ha e an icance and an i i al ac i i y; o e ing g ea hope o he de elop-
men o d ugs o ailmen s like HIV/AIDS, A ian in luenza and many cance s
ha a lic humani y oday. The e is need o adequa ely s udy and docu-
men ed impo ance o indigenous mush ooms in Sou he n A ica. This will
lead o esea ch and de elopmen wi h alue added p oduc s o imp o ed
li elihood and socio-economic ans o ma ion o he u al and expanding
pe i-u ban communi ies.
33
Painel IV
PAINEL IV - “A CIÊNCIA, A GESTÃO DOS RECURSOS NATURAIS
E DAS URBANIZAÇÕES”
Nome: Edson de Jesus Delgado Manguei a
G au Académico/Fo mação:
Tí ulo P o essional:
Ins i uição: Academia de Pescas e Ciências do Ma do Namibe
Função/ocupação:
Cidade/País:Namibe/Moçâmedes, Angola
Email: [email p o ec ed]
Ca ac e ização da comunidade zooplânc ónica na
zona Sul da cos a Angolana em 2015
Edson de Jesus Delgado Manguei a
APCMN; Academia de Pescas e Ciências do Ma do Namibe, Fa ol de No onha, CP.274,
Moçâmedes, Angola; E-mail: [email p o ec ed] , +244924031482.
Pala as-cha e: Zooplânc on, linha de moni o ização, p o undidade, es a o, cos-
a de Angola
Resumo
A comunidade planc ónica engloba um as o g upo de o ganismos que
i e lu uando na coluna de água, pois não possuem mo imen os p óp ios
su icien emen e o es pa a ence as co en es (Ré, 2005). Com a ina-
lidade de con ibui pa a a aliação da dinâmica zooplanc ónica da cos a
Angolana nos meses de Agos o e Se emb o de 2015 (época ia), ealizou-
-se o p esen e es udo, isando pa icula men e ca ac e iza a comunidade
zooplanc ónica na zona sul da cos a Angolana. Pa a al, analisou-se 73
amos as esul an es de 38 es ações, sendo 18 na Foz do Rio Cunene, 9 no
Namibe e 11 em Benguela. As amos as o am colec adas a pa i de dois
(2) apa elhos, que ap esen a am a mesma malha 180 μm, um luxóme o
pa a o cálculo do olume de água il ada, isando es udos quan i a i os
do plânc on, mas di e en es em e mos a as os (WP2 e Mul ine ). A pa i
WP2 as amos as o am colec adas em a as os e icais de 0-200 m, en-
quan o amos as colec adas a pa i de a as os ho izon ais com a Mul ine
em di e en es es a os 0-25 m, 25-50 m, 50-75m, 75-100 m e de 100-200
m de p o undidade. Regis ou-se na zona sul da cos a de Angola 15 g upos
p incipais, sendo os Copépodes os dominan es, undamen almen e, os do
géne o Calanus no Lobi o (27%) e no Namibe (30%), enquan o no Cunene
(20%), oi o Eucalanus (Giesb ech , 1888).
34 PAINEL IV - “A CIÊNCIA, A GESTÃO DOS RECURSOS NATURAIS
E DAS URBANIZAÇÕES”
Painel IV
Nome: Gi ão Vi gílio Cauanga
G au Académico/Fo mação: Liceciado, Engenhei o Químico
Tí ulo P o essional: Engenhei o Químico
Ins i uição: Lab. de Eng. Sub a i a, Reacção e Ambien e e Fac. de
de Engenha ia da UAN
Função/ocupação:
Cidade/País: Luanda, Angola
Email: [email p o ec ed]
Uso de despe dícios ag ícolas no a amen o de
e luen es da indús ia êx il
Gi ão Vi gílio Cauanga1,2; Anabela Lei ão1,2 e Rosalina Se ão1,2
1 Labo a ó io de Engenha ia Sub a i a, Reacção e Ambien e; 2 Faculdade de Enge-
nha ia da UAN)
Pala as-cha e: indús ia êx il; a amen o de águas esiduais; adso ção de co-
an es; azul-de-me ileno; adso en es de baixo cus o
Resumo
A indús ia êx il u iliza g andes olumes de água no seu p ocessamen o.
Pa a p oduzi uma onelada de p odu o êx il consomem-se 200 a 270 o-
neladas de água. O e luen e ge ado anspo a consigo uma al a ca ga po-
luido a ca ecendo de a amen o adequado. O Azul de Me ileno (A.M) é um
co an e la gamen e usado nes a indús ia e a sua emoção po adso ção
em ca ão ac i ado é e icien e. Con udo, de ido ao ele ado cus o do ca -
ão ac i ado, em ha ido uma p ocu a cons an e po adso en es de baixo
cus o. Es e abalho objec i ou in es iga a emoção do A.M usando como
adso en es olhas gas as de Chá de Caxinde (C.C), Ca olo de Milho (C.M)
e Cascas de Limão (C.L), sendo despe dícios ag ícolas com abundância
comp o ada em Angola. Pa a o e ei o, in es igou-se o equilíb io e ciné ica
de adso ção, a a és de expe iências em modo ba ch, usando di e en es
massas de adso en e em soluções aquosas do co an e, a empe a u a
cons an e. Mediu-se a concen ação do co an e na solução aquosa po
espec o o ome ia de ul a iole a isí el. Fo am ajus ados modelos ma e-
má icos pa a ep esen a o equilíb io e ciné ica da adso ção. Os esul ados
indica am que o C.M possui alo es de pe cen agem de emoção de A.M
mui o p óximos de 100% seguido de C.C com quase 90% e inalmen e de
C.L abaixo de 70%. Po an o, es e abalho em uma g ande aplicação na
Engenha ia do Ambien e e no a amen o de águas esiduais, e idenciando
sob e udo o ac o de ma e iais idos como esíduos ag ícolas pode em se
usados pa a ins que bene iciem a qualidade dos cu sos de água, o meio
ambien e e, po conseguin e, a saúde dos se es i os.
35
PAINEL IV - “A CIÊNCIA, A GESTÃO DOS RECURSOS NATURAIS
E DAS URBANIZAÇÕES”
Painel IV
Nome: Emília J. F. Viei a
G au Académico/Fo mação: Mes e em Ciências e SIG
Tí ulo P o essional: Bióloga Ambien al
Ins i uição: Cen o Tecnológico Nacional - MESCTI
Função/ocupação: In es igado a
Cidade/País: Luanda, Angola
Email: [email p o ec ed]
Impac o das al e ações da cobe u a do solo no a -
mazenamen o do ca bono em Angola (2005 e 2009)
Viei a, Emília J.F.1 e Cab al, Ped o C. B.2
1 Biologa Ambien al e Mes e em Ciências e SIG do Cen o Tecnológico Nacional;
2 Phd da NOVA In o ma ion Managemen School; Email: [email p o ec ed];
Pala as-cha e: Angola, A cGIS, a mazenamen o de ca bono, GlobCo e , InVEST
Resumo
Dados da cobe u a do solo são impo an es en adas pa a moni o ização
da saúde dos ecossis emas, al e ações climá icas, e c. (De ies e al., 2002,
Pe ei a e al., 2010). A Agência Espacial Eu opeia (ESA) disponibilizou dois
mapas de cobe u a do solo, o denominado GlobCo e 2005 e 2009 e
mais ecen emen e, em Ou ub o de 2017, lançou um p o ó ipo de mapa
Land Co e . Em Dezemb o de 2017, a O ganização das Nações Unidas pa a
Ag icul u a e Alimen ação (FAO) ap esen ou um mapa sob e as ese as de
ca bono nos solos, Global Soil O ganic Ca bon Map. A ausência de dados
sob e o a mazenamen o de ca bono em Angola, le ou a ealização des e
abalho, onde se a aliou o se iço de ecossis ema de egulação do clima.
Is o pe mi iu quan i ica e mapea o ca bono a mazenado no solo, com
base nas al e ações obse adas na cobe u a do solo en e 2005 e 2009,
pa indo da hipó ese de que o uso do solo pode causa impac os na egu-
lação do clima e es e pode se es udado a pa i da quan i icação do ca bo-
no a mazenado. Pa a quan i ica , mapea e alo iza o a mazenamen o de
ca bono no solo, u ilizou-se a e amen a de modelação ambien al InVEST
– In eg a ed Valua ion o Ecossys em Se ices and T adeo s, mais conc e-
amen e o módulo Ca bon s o age and seques a ion. A análise oi ealizada
ao ní el das p o íncias sendo o necidas es ima i as económicas pa a os
alo es des e impo an e se iço. Os esul ados suge em que hou e um au-
men o de ce ca de 5% em odo e i ó io em 2009. Es es esul ados podem
se i de base pa a: mapea os se iços de ecossis emas; c ia mapas de
sensibilidades; iden i ica ac o es de mudanças, e c.
36 PAINEL IV - “A CIÊNCIA, A GESTÃO DOS RECURSOS NATURAIS
E DAS URBANIZAÇÕES”
Painel IV
Nome: Edua do Kiala Mbala
G au Académico/Fo mação:
Tí ulo P o essional: Engenhei o Geóg a o
Ins i uição: Faculdade de Ciências da Uni e sidade Agos inho Ne o
Função/ocupação: Engenhei o Geóg a o/Assis en e
Cidade/País: Luanda, Angola
Email: [email p o ec ed]
Ca ac e ização e análise da dis ibuição das ins alações despo -
i as no município de luanda u ilizando in o mação geoespacial
Edua do Kiala Mbala1; Simão Pangu2; Ca los And ade Ne o3
1,2,3 Faculdade de Ciências da Uni e sidade Agos inho Ne o,A . 4 de Fe e ei o
nº.71, Luanda; 1 [email p o ec ed]; 2 [email p o ec ed]; 3 ca losan-
[email p o ec ed]
Pala as-cha e: Despo o; Ins alações Despo i as; Manu enção; Dis ibuição;
In o mação Geoespacial.
Resumo
A localização das ins alações despo i as, seu es ado e a dis ibuição de e
cons i ui -se na maio p eocupação dos ges o es despo i os e dos polí i-
cos. Pa a a ges ão das ins alações despo i as são necessá ios indicado-
es que classi iquem de o ma ge al e de alhada o ní el de o e a. O Sis ema
de In o mação Geog á ica (SIG) disponibiliza in o mação imp escindí el ao
planeamen o, eabili ação ou cons ução e o desen ol imen o de p og a-
mas e p ojec os de in aes uc u as despo i as a se em u ilizadas pela
população. No p essen e abalho az-se uma a aliação dos espaços exis-
en es pa a a p ác ica de despo o no município de Luanda, sua dis ibuição
u ilizando os SIG e e amen as de análise espacial. Os esul ados e elam
que são ainda incipien es os in es imen os na á ea ealizados pelo sec o
p i ado, pois, 81% das ins alações despo i as são públicas e 19% são p i-
adas. Ve i ica-se que 53% são pequenos campos, 34% g andes campos e
13% complexos despo i os, exis indo apenas 1 piscina. De ido a al a de
Legislação Angolana, no p esen e es udo oi u ilizado o Índice de Á ea Des-
po i a Ú il po Habi an e (m²/hab) que é o indicado u ilizado na Eu opa. O
município de Luanda ap esen a um índice de 0,23 m²/hab, com o Dis i o
do Rangel ap esen ando a maio média 0,82, os meno es índices são 0,11
pa a Samba e 0,05 pa a Ngola Kiluange. Em odos casos ap esen a-se uma
quali icação mui o baixa pois o Conselho da Eu opa ecomenda um índice
de 4 m²/hab. Conside ando que 23% de in aes uc u as ap esen am de i-
ciências capazes de condiciona a sua u ilização é necessá io co igi essa
si uação e cons ui mais in aes uc u as com p io idade pa a os dis i os
com índices mais baixos.

37
PAINEL V
– A INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL, A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
E OS SERVIÇOS DE SAÚDE
Nome: Ne ille A. Sweijd
G au Académico/Fo mação: Dou o (PhD)
Tí ulo P o essional: D .(PhD)
Ins i uição: Alliance o Collabo a ion on Clima e and Ea h Sys-
ems Science, CSIR
Função/ocupação: Di ec o
Cidade/País: Sou h A ica
Email: [email p o ec ed]
Painel V
In ec ious Diseases Ea ly Wa ning Sys em
Sweijd, Ne ille. A.1; Minakawa, N.2 & Behe a, S.K.3
1 Alliance o Collabo a ion on Clima e and Ea h Sys ems Science, CSIR, Sou h A ica; 2
School o T opical Medicine & Global Heal h, Uni e si y o Nagasaki, Japan
3 Applica ion Labo a o y, Japan Agency o Ma ine-Ea h Science and Technology Japan;
[email p o ec ed], +27-21-6583992
Keywo ds: In ec ious diseases, clima e, p edic ion, public heal h
Abs ac
The In ec ious Diseases Ea ly Wa ning Sys em (iDEWS) p og amme is a
co- unded p ojec by JICA, AMED and he Sou h A ican Depa men o
Science and Technology. The collabo a ion among he Japanese esea ch
ins i u ions and a Sou h A ican conso ium, led by he ACCESS p og am-
me, has ecen ly comple ed a esea ch p ojec ocussed on he Limpopo
P o ince in Sou h A ica o de elop a clima e-based iDEWS. The aim o
iDEWS is o apply clima e models and disease incidence da a in combi-
ned in ec ious disease p edic ion models a ime scales ha will enable
p oac i e in e en ions o supp ess o a oid p edic ed disease ou b eaks.
The p ojec has ocussed on h ee diseases, namely mala ia (endemic in
Limpopo, su ounding no he n p o inces and neighbou ing s a es), dia -
hoeal diseases and pneumonia (which a e leading causes o mo ali y and
mo bidi y among child en and he elde ly). These diseases’ incidence a-
ies seasonally and in e -annually and a e sensi i e o a iabili y inhe en
in egional clima e. Using global models and downscaled model p oduc s,
seasonal scale clima e p edic ion is used o d i e da a assimila ing models
ha a e used o p edic he likelihood o an ou b eak o hese diseases a
ime anges o mon hs o weeks ahead. Th ee di e en models o mala ia
a e ope a ionally eady o applica ion and p edic ions o dia heal disease
incidence se e i y can be es ima ed. The p ojec has p oduced se e al
no el p oduc s and plans a e cu en ly unde way o es ablish an IDEWS
Bu eau which will be manda ed o use he p ojec ou pu s o p oduce iDEWS
Ou look Repo s and conduc u he esea ch on o he clima e-sensi i e
diseases and in o he egions in sou he n A ica.
38 PAINEL V
– A INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL, A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
E OS SERVIÇOS DE SAÚDE
Painel V
Nome: Vi az Bandei a
G au Académico/Fo mação:
Tí ulo P o essional:
Ins i uição: Ins i u o Supe io de Ciências da Saúde da UAN
Função/ocupação:
Cidade/País: Luanda, Angola
Email: [email p o ec ed]
As aces cul u ais da saúde/doença no quo idiano
luandense
Vi az Bandei a
Ins i u o Supe io de Ciências da Saúde da Uni e sidade Agos inho Ne o, Email: i azb86@
ho mail.com
Pala as-cha e: doença; saúde; cul u a sabe es; leigos.
Resumo
Em Angola, coexis em o “discu so o icial” sob e saúde e doença, o emen-
e in luenciado pelo modelo biomédico e sus en ado pelos “sabe es pe i-
ciais”, e o discu so p oduzido pelas massas popula es, ambém chamado
de “discu so leigo” sob e saúde e doença. Es es úl imos, no malmen e,
aduzem as i ências e expe iências da ges ão da doença pelas pessoas,
bem como as es a égias po elas adop adas pa a o comba e à doença e o
es abelecimen o da saúde. Pa indo do p essupos o que é a pa i dessas
i ências e expe iências da ges ão dos enómenos saúde/doença, assen es
na cul u a dos po os, que se cons oem os “sabe es”, es e abalho e e
como objec i o des enda , a a és do discu so popula , os aspec os cul u-
ais ligados à saúde/doença. Com base no mé odo quali a i o, o am ea-
lizadas 10 en e is as a cidadãos nacionais de di e en es es a os sociais,
sendo 5 do sexo masculino e 5 do sexo eminino. Os esul ados apon am
pa a uma a iedade de noções de saúde e de doença, bem como de hábi os
e cos umes a inen es ao a amen o das doenças e p ese ação da saúde.
39
PAINEL V
– A INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL, A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
E OS SERVIÇOS DE SAÚDE
Painel V
Nome: Zo aima Ne o
G au Académico/Fo mação: PhD
Tí ulo P o essional: In es igado a
Ins i uição: Ins i u o Nacional de In es igação em Saúde (INIS)
Função/ocupação: Che e do Labo a ó io de Biologia Molecula
Cidade/País: Luanda, Angola
Email: [email p o ec ed]
Ci culação do í us da Dengue (sub ipo 2) em Angola
du an e o ano de 2018.
Zo aima Ne o1, Domingos Jandondo1, Ped o A. Ma inez1, Sa ah Hill4, Julien
Thézé4, Ma inela Mi andela1, Joilson Xa ie 2, C uz dos San os Sebas ião1, Ana
Luísa Micolo Cândido1, Joana Paula Paixão1, Filipa Vaz1, Gisel Reyes Cas o1,
Rena o San ana Aguia 3, Jocelyne Vasconcelos1, Nuno Rod igues Fa ia4 e Joana
de Mo ais1.
1 Ins i u o Nacional de In es igação em Saúde (INIS),Luanda, Angola; 2 Fioc uz, Rio
de Janei o, B asil; 3 Uni e sidade Fede al do Rio de Janei o, B asil; 4 Depa men o
de zoologia, Uni e sidade de Ox o d, UK. E-mail: [email p o ec ed]
Pala as cha es: Dengue, sub ipos, ci culação, epidemiologia, Angola.
Resumo
O í us da dengue cons i ui uma ameaça pa a a saúde pública an o a ní el
nacional como in e nacional. Exis e pouco conhecimen o sob e os pad ões
de ci culação do í us da dengue em Angola. Nes e abalho ap esen a-
mos os aspec os clínicos, epidemiológicos e genómicos ob idos a a és
da igilância labo a o ial das a bo i oses em 2018. Fo am no i icados ao
Ins i u o Nacional de In es igação em Saúde (INIS), 351 casos suspei os
de Dengue. Fez-se a ex acção do RNA do í us a pa i do so o dos casos
suspei os seguido do PCR em empo eal (RT-PCR) pelo mé odo de ioplex
e pelo mé odo de sub ipagem pa a dengue 1-4 seguido do sequenciamen o
das amos as pela écnica de MiniION. Dos 351 casos no i icados, o am
con i mados 70 casos (19.9%) de dengue do ipo 2 e hou e ambém um
caso de dengue do ipo 1 (1.4%). O sequenciamen o e ela possí el in o-
dução do í us da dengue em Angola a pa i do es e de Á ica. Os sin omas
p edominan es o am eb e (95%), ce aleia (81%), mialgia (68%) a maio ia
dos casos epo ados são p o enien es da p o íncia de Luanda (87.1%)
p incipalmen e das zonas u banas (p= 0,0000; OR 7,9 CI: 2,77- 22,8)
sendo a aixa e á ia abaixo dos 18 anos (51.4%) a mais a ec ada e indi í-
duos do géne o masculino (58.6%). Os esul ados indicam ci culação do
í us da dengue du an e o ano odo, com inc emen o du an e os meses de
Ab il e Ou ub o de 2018. Es es dados comp o am a ci culação do í us da
dengue em Angola e e lec e a impo ância da igilância epidemiológica e
do diagnós ico di e encial das sínd omes eb is.
40 PAINEL VI “AS TECNOLOGIAS DIGITAIS NO APOIO AO ENSINO
E À ECONOMIA”
Painel VI
Nome: Rosa Ma ía Ren e Lab ada
G au Académico/Fo mação: Engenhei a
Tí ulo P o essional: Engenhei a de In o má ica
Ins i uição: Uni . Mandume Ya Ndemu ayo - ISP da Huíla.
Função/ocupação: Docen e do ensino supe io
Cidade/País: Luanda, Angola
Email: [email p o ec ed]
A aliação a a és de um modelo linguís ico compu acio-
nal do impac o ambien al no Design de p odu os.
Rosa Ma ía Ren e Lab ada, A iane Valdi ia Mesa, Manuel Vega Almague e
Albe o Raimundo W. Wapo a
Pala as Cha es: Compu ação com pala as, 2 uplas-linguís icas, impac o am-
bien al, p ocesso de desenho
Resumo
Tendo em con a os obje i os do calendá io 2030 e as al e ações climá i-
cas é p eciso concebe p odu os de baixo impac o ambien al nega i o. O
“design”, cuja ac i idade p á ica pe segue o objec i o de concebe os p o-
du os, pa a que es es cump am e icien emen e sua inalidade ú il e possam
se p oduzidos ga an indo sua ci culação e consumo que não es á isen o à
ge ação de impac os nega i os ao meio ambien e e po an o, eque uma
sis ema ização a ní el de p ojecção que pe mi a a melho ia con ínua e a
ansição pa a melho es ní eis de sus en abilidade. Es e elemen o mo i a
a necessidade de ealiza a a aliação du an e o p ocesso de “design” dos
c i é ios ambien ais, u ilizando o pa adigma de compu ação com pala as
e especi icamen e o modelo de 2- uplas linguís icas, que espaldam o a
ges ão da linguagem na u al, o c i é io de á ios expe ien es, a amen o de
in o mações he e ogêneas em con ex os complexos na omada de decisão.
Pa a alida a p opos a, o mé odo oi aplicado aos abalhos de im de cu so
dos es udan es do cu so de “Design” de Comunicação Visual do Ins i u o
Supe io Poli écnico de Huíla. Os esul ados mos am que as ac i idades
subs an i as do Ins i u o Supe io Poli écnico de Huíla, pe mi em um maio
desen ol imen o da sus en abilidade in luindo na ges ão de “design” nas
ins i uições e emp esas, con ibuem na omada de decisões e à ansição
de uma cul u a ma e ial sus en á el, a o ece à elação sociedade e meio
ambien e com uma isão p e en i a, eduz o impac o ambien al nega i o
dos p odu os e da ac i idade humana, a o ece a conside ação da dimen-
são ambien al ao longo do p ocesso de design e do ciclo de ida do p odu o.
47
POSTERS “TITULOS APRESENTADOS”
PAINEL III – A Ino ação Tecnológica, a P odução de Alimen os
e a Subs i uição de Impo ações
E nobo ânica de plan as alimen ícias não con encional (PANC) sil es e na lo-
calidade da Cumbi a II, Município da Conda, P o íncia do Cuanza-Sul.
A onso Pin o Fançony
Docen e de Bo anica e Sil icul u a do ISP do Kwanza-Sul, Tel. 913878128
Po encialidades da plan a de Mu uko pa a a p odução de óleo alimen a , cos-
mé icos, biodiesel e epo oamen o lo es al de zonas á idas
Albano Manuel Kanga1,2, Ped o Guilhe me João1,2 e Kabongo Mu obola Celes ino3
1Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade Agos inho Ne o, Angola1; 2Labo a ó io de
Ca álise, Química Fina e Ene gias Reno á eis LACAFINER; 3Escola Supe io Poli écnica
do Moxico/Uni e sidade José Edua do dos San os. Email: [email p o ec ed]
A aliação da qualidade da água de i igação. Es udo de caso: lagoas do Mazo-
zo, Quiminha e Kilunda
Miguel Bambi1, Domingos Bongue2 e João Ca los Fe ei a2
1Uni e sidade Independen e de Angola; 2Cen o Nacional de In es igação Cien í ica do
Minis é io da Ciência, Tecnologia e Ino ação, E-mail: [email p o ec ed]
Di e sidade gené ica em a iedades de mandioca (Maniho esculen a C an z)
nas condições ag o-ecológicas de Malanje
Sand a Domingos João A onso e Te esa Jo ge Da Cos a Al edo
Ins i u o Supe io Poli écnico do Kwanza Sul, Rua 12 de No emb o, Cen o, Cuanza Sul.
Email: [email p o ec ed] ; [email p o ec ed]
O desempenho p odu i o de O eoch omis nilo icus no Cen o de La icul u a de
Massangano, Cuanza No e
Espe anza Jus iz Sil a1 e Domingos da Sil a Ne o2
1Minis é io das Pescas e do Ma , Clássicos do Tala ona, Rua do Ma , Edi ício n. 4,
Tala ona, Luanda, 2Faculdade de Ciências da Uni e sidade Agos inho Ne o
E-mails: [email p o ec ed]; [email p o ec ed]
Desen ol imen o de a iedades híb idas de Milho (Zea Mays L.) ole an es aos
solos ácidos pa a Angola
Dibanzilua Nginamau1, Cosmos Mago okosho2, Ma yke Labuschagne3, Kamu ando
Caspe Nya adzai4, João Ga cia1, Osca Mo ais1, Raul A onso Malungo1, Vu u Kwa
Nzambi1 e Adão Gonçal es Pinhei o1
1Ins i u o de In es igação Ag onómica (IIA), 2Cen o In e nacional de Mejo amen o
de Milho y T igo (CIMMYT), 3 Uni e si y o he F ee S a e (UFS) e 4Uni e si y o
Zimbabwe (UZ). Email: [email p o ec ed]

48
Fo alecimen o de capacidades pa a a ino ação dos sis emas de p odução do
A oz (O yza sa i a)
Ma ia de Fá ima do Nascimen o¹ e Madalena Teles²
¹Ins i u o de In es igação Ag onómica, IIA. Caixa Pos al nº 2104, Chianga Huambo/
FAO Rep esen ação de Angola. La go An ónio Jacin o P édio do Minag i . 5º Anda ,
C.P: 1335: ²Ins i u o Supe io de Ag onomia, ISA. Uni e sidade de Lisboa. Tapada
da Ajuda. 1349-017 Lisboa. Po ugal. Email: [email p o ec ed]
PAINEL IV – A Ciência, a Ges ão dos Recu sos Na u ais e das U banizações
A aliação dos pa âme os ísico-químicos da qualidade do gasóleo come cia-
lizado em Benguela
Moisés Vicen e
G aduado em Engenha ia de Re inação de Pe óleos pelo ISP Jean Piage Benguela;
Docen e e In es igado Cien i ico do Depa amen o de Ciências e Tecnologias do
ISP Jean Piage Benguela, Bai o da G aça, Benguela,
Email: [email p o ec ed], Tel. 931 43 21 93.
E ei os de mis u as de poluen es ambien ais em la as de Tilapia
Madalena Ba os Inácio
Academia de Pescas e Ciências do Ma do Namibe, Fa ol de No onha, CP.274,
Moçâmedes, Angola
Email: [email p o ec ed], Tele one: +244923849483
Composição iso ópica p elimina das águas na egião en e os ios Bengo e
Li une
João Ped o1, Gab iel Miguel2, Agna Ca alho2, Kabey Rodol e3, Samba And é2
1Ins i u o Supe io Poli écnico Me opoli ana de Angola, 2Uni e sidade Agos inho
Ne o; 3Cen o Tecnológico Nacional, Emails:[email p o ec ed]; gab ielc -
[email p o ec ed]; [email p o ec ed]; [email p o ec ed] ; clo il-
[email p o ec ed]
Impac o das al e ações da cobe u a do solo no a mazenamen o do ca bono em
ANGOLA (2005 e 2009)
Viei a, Emília J.F.1 e Cab al, Ped o C. B.2;
1 Cen o Tecnológico Nacional –MESCTI; 2 NOVA In o ma ion Managemen School;
Email: [email p o ec ed];
POSTERS “TITULOS APRESENTADOS”
49
Po encial e nobo ânico do Pa que Nacional de Cangandala
Domingos F ancisco1 ; Dalila do Espí i o San o2 e Espe ança da Cos a1
1Cen o de Bo ânica, Uni e sidade Agos inho Ne o, A enida Ho Chi Minh, p édio do
CNIC, Luanda, Angola.
2 Cen o de In es igação em Ag onomia, Alimen os, Ambien e e Paisagem, Ins i u o
Supe io de Ag onomia, Uni e sidade de Lisboa; Emails: [email p o ec ed];
[email p o ec ed]; [email p o ec ed]
Dis ibuição do po encial mine al de cob e e ou o no Dis i o de Ca aculo (Na-
mibe) a a és do uso de de eção emo a
Gilbe o Soba e Fá ima Gonga
CESSAF da Uni e sidade Agos inho Ne o;
A enida 4 de Fe e ei o,71, Luanda, Angola
Emails:gilbe [email p o ec ed] / [email p o ec ed]
P opos a de um modelo de dis ibuição g anulomé ica do depósi o de caulino
da Quihi a e seu emp ego na a aliação pa ame izada das ese as
Emidio Sil a1 e Giuseppe Raspa2
1CESSAF – UAN A . 4 de Fe e ei o nº 71, 2° anda , E-mail: emidio.sil a@uan.
co.ao ou [email p o ec ed]; 2Uni . de Roma “La Sapienza”, Via Eudossiana
18 - 00186 ROMA (I aly), [email p o ec ed]
A aliação Ecológica da Baía de Luanda: Uma abo dagem pa a eduzi os iscos
ambien ais e aumen a a sua qualidade de ida – “LuandaWa e on ”. Rela ó-
io de P og esso 2018-2019 do P ojec o do FCT/AKAN
Ma ia Alexand a Teodósio1, Filomena Vaz Velho2 e Sil ana Fa ia2
1Uni . do Alga e, Cen o de Ciências do Ma , Campus Gambelas, 8005-327 Fa o, Po -
ugal; 2INIPM. A . Mo ala Mohamed – Ilha de Luanda, CP 2601 Luanda, Angola; Email:
[email p o ec ed]
Tecnologia geoespacial aplicada na elabo ação de um cadas o écnico pa a o
Dis i o U bano da Cidade Uni e si á ia
Odeu N inda And é Mbengui1; Luis Joelson Rosá io Tomás2; Adelino Daniel Filipe
Dala3 e Ca los And ade Ne o4
Fac. de Ciências da UAN, A enida 4 de Fe e ei o nº. 71, Luanda-Angola; 1And e in-
[email p o ec ed]; 2[email p o ec ed]; [email p o ec ed]; 4ca losand-
[email p o ec ed]
POSTERS “TITULOS APRESENTADOS”
50
Desen ol imen o u al in eg ado e sus en á el de Angola: As Coope a i as
como elo undamen al e decisi o na cadeia de alo do comé cio u al.
J. Viei a Jo dão
Depa amen o de Ges ão, Faculdade de Economia, UAN, Luanda, ANGOLA. E-mail:
[email p o ec ed]; Tele : (+244) 924 405 415.
A in eg ação de c i é ios ambien ais no p ocesso de “design”. Expe iência de
aplicação na o mação do “designe s” de Comunicação Visual no Ins i u o Su-
pe io Poli écnico de Huíla na Uni e sidade Mandume Ya Ndemu ayo.
A iane Valdi ia Mesa; Rosa Ma ía Ren e Lab ada; Manuel Vega Almague e Albe o
Raimundo W. Wapo a;
Ins i u o Supe io Poli écnico de Huíla na Uni e sidade Mandume Ya Ndemu ayo.
Email: [email p o ec ed]; +244 936282522
PAINEL V – A In es igação Ope acional, a Ino ação Tecnológica
e os Se iços de Saúde
Educação com ecu so à p á ica simulada: ganhos na execução de um p ocedimen o
Ma a Assunção1, Susana Pin o2 e Manuel Filipe Dias dos San os3
1Dou o ando em En e magem no Ins i u o de Ciências da Saúde, Uni e sidade Ca-
ólica Po uguesa.; 2 En e mei o Especialis a, Dou o ando em En e magem no Ins-
i u o de Ciências da Saúde, Uni e sidade Ca ólica Po uguesa.; 3 Especialis a em
Neu oci u gia. P o esso na Uni e sidade Agos inho Ne o.
Cândidiase ul o aginal em mulhe es esiden es na p o incia de Luanda-Angola,
2019.
And ia Calengue, Gisel Reyes Cas o, Lino Fe ei a, Joana Paula Paixão, Jocelyne
Ne o de Vasconcelos e Joana de Mo ais A onso.
Ins i u o Nacional de In es igação em Saúde (INIS), Maianga, Luanda, Angola.
Au o co esponden e: Gisel Reyes Cas o, Email [email p o ec ed]
Vigilância labo a o ial do í us In luenza ( í us da g ipe) em Angola, 2019.
Domingos Jandondo, Ped o A. Ma ínez, Zo aima Ne o, Felix Zage, Ma inela Mi an-
dela, Joana Paula Paixão, Jocelyne Vasconcelos e Joana de Mo ais.
Ins i u o Nacional de In es igação em Saúde (INIS), Maianga, Luanda, Angola. Au o
co esponden e: Domingos Jandondo; Email: [email p o ec ed]
POSTERS “TITULOS APRESENTADOS”
51
Ca ac e ização de doen es asmá icos em Luanda, Angola
Ma ga e e A ais1,2, F ancisca Qui ica1, O élia Sachicola1, Jo ge Gama3, Miguel B i-
o2,4 e Luis Tabo da-Ba a a 5,6
1Depa men o de Pneumologia, Hospi al Mili a P incipal / Ins i u o Supe io , Luan-
da, Angola – ma a [email p o ec ed]; 2CISA – Cen o de In es igação em Saúde
de Angola, Caxi o, Bengo, Angola; 3Dep. de Ma emá ica, Fac. de Ciências, Uni .
da Bei a In e io , Co ilhã, Po ugal; 4Cen o de In es igação e Tecnologia da Saúde
(H&TRC), Escola Supe io de Tecnologia da Saúde de Lisboa, IPL, Po ugal; 5Dep.
de Ale gia & Imunologia Clínica, Hosp. Uni . Co a da Bei a, Co ilhã, Po ugal; 6Cen-
o de In es igação em Ciências da Saúde, Uni . da Bei a In e io , Co ilhã, Po ugal
Le an amen o e no- a macológico das p incipais espécies de plan as emp e-
gues pela população do município de Malanje
Ba oso, Agos inho1, Saucedo, Yanelis1,2, Ekundi-Valen im, Edua do1
1Depa amen o de Ciências e Tecnologias da Saúde, Ins i u o Supe io Poli écnico
de Malanje (Cu so de Ciências Fa macêu icas), Angola; 3Uni e sidad Cen al de
Las Villas, Cuba; Email: [email p o ec ed]
Fa mácias comuni á ias do município sede de Malanje “um olha sob e o seu
uncionamen o”
Chimbuco, Be na do Nicodemo Gomes e Ekundi-Valen im, Edua do
Depa amen o de Ciências e Tecnologias da Saúde (Cu so de Ciências Fa macêu i-
cas), Ins i u o Supe io Poli écnico de Malanje; Email: [email p o ec ed]
In luências me abólicas da nico ina e da Dexame asona no pe il isiológico do
músculo ca díaco
Ondina Ped o João, Olga C is ina de Fá ima Chocola e, Luciano Júlio Chingui
Uni e sidade Me odis a de Angola; Email: [email p o ec ed]
Es u u a da população, die a e elação ó ica da Sa dinela made ensis e Sa -
dinela au i a ao longo da cos a de Angola.
Sónia Sil a, Ma celina Fe nandes, Djamila Mau ício & Ge aldina José
Ins i u o Nacional de In es igação Pesquei a, CP 2601, Luanda, Angola,
E-mail: [email p o ec ed]
POSTERS “TITULOS APRESENTADOS”
52
PAINEL VI – As Tecnologias Digi ais no Apoio ao Ensino e à Economia
O uso das ecnologias de in o mação e comunicação nas escolas do ensino
médio da ede municipal do Lobi o (Angola)
Acácio Albe o Ca alho Sesa
Fundação Ibe o Ame icano, B asil- Uni e sidad Eu opea del A lan ic
Email; acasesa.p o [email p o ec ed]
CTN - inclusão digi al com con eúdos educacionais
Simão, E. M. S1; Ba os, L. J1; Miguel, G. L2; Chinguengue, E1; Panzo, E1, Delgado, C 1.
1 Cen o Tecnológico Nacional - MESCTI; 2 Faculdade de Ciências- Uni e sidade
Agos inho Ne o; E-mail: [email p o ec ed]
Sis ema de Ges ão In o ma izada dos Se iços Municipalizados
Es udo de Caso: Bloco Me cados e Recin os Fei ais)
Zinga, A.S e Panzu, A.
Cen o Tecnológico Nacional – Labo a ó io das TIC’s – MESCTI – Luanda / Angola
Email: [email p o ec ed]
Reposi ó io digi al in eg ado de publicações cien í icas (REPUCI)
Bambi, P. T; Zinga A.S; Panzu .A; Emmanuel. A.; T indade, O.; Zeleme, T.
Cen o Tecnológico Nacional (CTN), A . Ho Chi Minh, Luanda - Angola
E-mail: [email p o ec ed]
Ge moplasma de Milho Angolano: O Complexo da Huila
Teixei a Bige
Ph.D. – Cen o Nacional de In es igação Cien í ica (CNIC / MESCTI)
CNIC - A enida Ho Chi Minh nº 201, Maianga, CP 34 / Luanda - Angola
E-mail: bige eixei a@ho mail,com
POSTERS “TITULOS APRESENTADOS”

53
MESA REDONDA
Mesa edonda
Round able
“A CONTRIBUIÇÃO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NO APOIO AO DE-
SENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO PAÍS”
(E en o de al o ní el sob e e lexões da con ibuição da ciência, ecnologia e ino-
ação no apoio ao desen ol imen o sus en á el do país com base em expe iências
de países A icanos e Eu opeus)
• Minis a do Ensino Supe io , Ciência, Tecnologia e Ino ação da República de Angola
• Minis o do Ensino Supe io , Ciência e Tecnologia da República da Á ica do Sul
• Minis a do Ensino Supe io , Fo mação P o issional e Ino ação da República da Namíbia
• Minis o da Ciência, Tecnologia e Ensino Supe io da República Po uguesa
• Minis a do Ensino Supe io da República da Zâmbia
54
55
E en os pa alelos
Side e en s
1. “SEMINÁRIO SOBRE AS TECNOLOGIAS E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL”
(D . Jean Pie e Calis e e S a. Ana Paula)
2. “SEMINÁRIO SOBRE O EMPREENDEDORISMO E AS OPORTUNIDADES DE NE-
GÓCIO”
(D . Jone Hei o e D . Hein Hels sema)
3. “SEMINÁRIO SOBRE O ESTABELECIMENTO DE UM CONSÓRCIO ENTRE O SIS-
TEMA NACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO E INVESTIGADORES
CIENTÍFICOS ANGOLANOS RADICADOS NA DIÁSPORA”
(D . Ma eus Webba da Sil a)
4. “SEMINÁRIO SOBRE A COOPERAÇÃO EM ECOSSISTEMAS DE INOVAÇÃO”
5. “FEIRA DE IDEIAS, INVENÇÕES, INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO DE BASE
TECNOLÓGICA”
(DETECÇÃO DE TALENTOS, APRESENTAÇÃO DE IDEIAS, PROTÓTIPOS E RESUL-
TADOS DE INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICA.)
EVENTOS PARALELOS
56
Ciência, Tecnologia e Ino ação
e amen as undamen ais
pa a o desen ol imen o sus en á el
63
Indice de ap esen açôes em Pos e
Sil a, Espe anza Jus iz ................................................45
A onso, Sand a Domingos João ................................................45
A ais, Ma ga e e ................................................49
Assunção, Ma a ................................................48
Bambi, Miguel ................................................45
Bambi, P. T. ................................................51
Ba oso, Agos inho ................................................49
Bige, Teixei a ................................................51
Bo ges, C.M.P ................................................44
Calemba, Hélde Celes ino Chagas ................................................45
Calengue, And ia ................................................49
Chimbuco, Be na do Nicodemo Gomes ................................................50
Elias, Ana Paula ................................................44
Fançony, A onso Pin o ................................................45
F ancisco, Domingos ................................................47
Hei o , Jone ................................................44
Humbula, An ónio Se ódio Damasceno ................................................44
Inácio, Madalena Ba os ................................................46
João, Ondina Ped o ................................................50
Jondongo, Domingos ................................................49
Jo dão, J. Viei a ................................................48
José, Agos inho ................................................44
Kanga, Albano Manuel ................................................45
Mbengui, Odeu N inda And é ................................................48
Mesa, A iane Valdi ia ................................................48
Nascimen o, Ma ia de Fá ima do ................................................46
Nguinamau, Dibanzilua ................................................46
Ped o, João ................................................47
Sesa, Acácio Albe o Ca alho ................................................50
Sil a, Emidio ................................................47
Sil a, Sónia ................................................50
Simão, E. M. S ................................................50
Soba, Gilbe o ................................................47
Teodósio, Ma ia Alexand a ................................................48
Vicen e, Moisés ................................................46
Viei a, Emília J.F. ................................................47
Zinga, A.S. ................................................50
ÍNDÍCE DE AUTORES

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