In odução: A ini ude humana é uma ealidade ine i á el que
despe a e lexões p o undas sob e o sen ido da ida, o so imen o e o
modo como cada indi íduo en en a o p ocesso de mo e . No campo
da saúde, a bioé ica su ge como um ins umen o essencial pa a
o ien a decisões que en ol em o im da ida, equilib ando p incípios
como dignidade, au onomia e cuidado. O a anço das ecnologias
médicas pe mi iu p olonga a exis ência, mas ambém ouxe dilemas
é icos sob e a é que pon o é legí imo in e i dian e da mo e. Assim,
pensa a ini ude sob a ó ica da bioé ica signi ica econhece o mo e
como pa e da condição humana e de ende o di ei o a uma mo e
digna e espei osa. Obje i o: Re le i sob e a elação en e bioé ica e
ini ude humana, analisando como os p incípios do cuidado, da
dignidade e da au onomia podem guia a p á ica p o issional e as
decisões é icas dian e do mo e . Me odologia: A e isão bibliog á ica
de ca á e quali a i o e e lexi o, com le an amen o de li os, a igos
cien í icos e Capi ulos de li os, eses, disse ações en e 2010 e 2024,
disponí eis em bases como SciELO, LILACS e Google Acadêmico. Fo am
selecionadas ob as que abo dam emas como bioé ica, cuidados
palia i os, au onomia do pacien e e humanização do cuidado no im
da ida. Resul ados e Discussões: No con ex o da ini ude, a bioé ica
busca p omo e o equilíb io en e a manu enção da ida e o espei o
à on ade do pacien e. O p incípio da au onomia ga an e ao indi íduo
o di ei o de decidi sob e seus a amen os e limi es de in e enção,
e i ando o p olongamen o desnecessá io do so imen o. Já o p incípio
da dignidade humana o ien a o cuidado de o ma compassi a,
econhecendo o alo in ínseco de cada pessoa, independen emen e
de sua condição ísica ou p ognós ico. Nesse sen ido, os cuidados
palia i os ep esen am uma exp essão conc e a desses alo es, pois
p io izam o con o o, o alí io da do e o acolhimen o emocional e
espi i ual do pacien e e de sua amília. As discussões é icas se
in ensi icam dian e de emas como a eu anásia, a o o anásia e a
obs inação e apêu ica, que exigem sensibilidade, empa ia e espei o
às c enças e alo es indi iduais. Obse a-se que ainda há desa ios na
o mação dos p o issionais de saúde, que mui as ezes não são
p epa ados pa a lida com a mo e de o ma humanizada e e lexi a.
Conclusão: A bioé ica, ao dialoga com a ini ude humana, o e ece
Bioé ica e ini ude humana: e lexões sob e o
cuidado, a dignidade e a au onomia dian e do
mo e
Uni e sidade Fede al do Rio G ande do Sul,
UFRGS,
[email protected]
Bioe hics and human ini ude: e lec ions on ca e, digni y, and au onomy in he
ace o dea h.
Alexand e Maslinkiewicz
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Resumo Simples
Vol. 02 / 2025
h ps://doi// 10.5281/zenodo.17547791
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undamen os pa a uma p á ica pau ada no espei o, na escu a e na
alo ização da au onomia do pacien e. Reconhece a mo e como
pa e do ciclo da ida é um a o de sabedo ia e humanidade. Cuida
do se que mo e signi ica acolhe sua do , espei a suas escolhas e
assegu a que sua pa ida oco a com dignidade e compaixão. Assim,
a bioé ica o na-se um caminho de e lexão e sensibilidade dian e do
mis é io da exis ência e do im ine i á el da ida.
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