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Relatório de estágio curricular: visão integradora da carreira no ambiente corporativo

Abstract

O estágio curricular representa, sem dúvida, um marco significativo para qualquer estudante. O presente relatório ambiciona descrever o percurso realizado no estágio, assim como todas as aprendizagens, dificuldades e dilemas enfrentados neste primeiro contacto com a prática profissional. Primeiramente, é apresentado um enquadramento da organização, englobando uma descrição da mesma, focando-se na sua visão, missão e valores. Todas as tarefas foram realizadas no Departamento Corporativo de Recursos Humanos, especificamente na área de Gestão de Carreira do Colaborador. Durante este percurso, tive a oportunidade de conhecer e aprender grande parte das tarefas realizadas nesta área, abraçando, na maioria do meu tempo, tarefas relacionadas com a Análise e Descrição de Funções e com a saúde e bem-estar dos colaboradores. Ao longo deste relatório, são abordadas as minhas inseguranças iniciais, relacionadas com a ansiedade de absorver o máximo de informação possível e o medo de não estar preparada para as tarefas que me atribuíam. As aprendizagens que adquiri ao longo do caminho, nomeadamente, sobre as possíveis evoluções na carreira, a importância do reconhecimento do mérito dos colaboradores, a satisfação organizacional, o bem-estar de todos os colaboradores, a importância do detalhe, entre outros. Este relatório culmina com uma reflexão crítica sobre a própria experiência ao longo do estágio. Foi um período intenso, cheio de grandes desafios e valiosas aprendizagens, como é apresentado neste relatório, onde a experiência prática, o ritmo acelerado e o esforço dedicado foram fundamentais para revelar uma nova realidade no mundo do trabalho.

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Relatório de estágio curricular: visão integradora da carreira no ambiente corporativo

Author: Ribeiro, Ana Francisca Oliveira
Year: 2024
Source: https://repositorium.uminho.pt/bitstreams/db6da50a-e3f9-4d39-abad-70be15f75e19/download
Uni e sidade
do
Minho
Escola
de
Psicologia
Ana F ancisca Oli ei a Ribei o
Rela ó io de Es ágio Cu icula : Visão in eg ado a da
Ca ei a no ambien e co po a i o.
junho
de
2024
Rela ó io de Es ágio Cu icula : Visão In eg ado a da
Ca ei a no ambien e co po a i o
Ana F ancisca Oli ei a Ribei o
UMinho | 2024
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
iii
Ana F ancisca Oli ei a Ribei o
Rela ó io de Es ágio Cu icula : Visão
in eg ado a da Ca ei a no ambien e
co po a i o.
Rela ó io de Es ágio
Mes ado em Psicologia do T abalho e das O ganizações
T abalho e e uado sob a o ien ação da
P o esso a Dou o a Isabel Ma ia Soa es Sil a
junho
de 2024
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
i
DIREITOS DE AUTOR E CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO TRABALHO POR TERCEIROS
Es e é um abalho académico que pode se u ilizado po e cei os desde que espei adas as eg as
e boas p á icas in e nacionalmen e acei es, no que conce ne aos di ei os de au o e di ei os
conexos.
Assim, o p esen e abalho pode se u ilizado nos e mos p e is os na licença abaixo indicada.
Caso o u ilizado necessi e de pe missão pa a pode aze um uso do abalho em condições não
p e is as no licenciamen o indicado, de e á con ac a o au o , a a és do Reposi ó iUM da
Uni e sidade do Minho.
A ibuição-SemDe i ações
CC BY-ND
h ps://c ea i ecommons.o g/licenses/by-nd/4.0/
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
Ag adecimen os
Dedico es a secção a odas as pessoas que desempenha am um papel undamen al nes e capí ulo
da minha ida.
P imei amen e, ag adeço à minha o ien ado a, P o esso a Dou o a Isabel Sil a, pela sua paciência
e pelo conhecimen o compa ilhado. Ag adeço ambém a odas as colegas do G upo de
In es igação de Psicologia do T abalho e das O ganizações pelo apoio e colabo ação.
Aos meus pais e ao meu i mão, que semp e es i e am ao meu lado quando p ecisei, que nunca
deixa am de ac edi a em mim e me de am semp e mais o ça pa a con inua , aze mais e
melho .
À minha melho amiga, que, mesmo es ando longe, es e e semp e p esen e pa a me ajuda a
esol e os meno es p oblemas e me lemb a que udo é possí el quando ealmen e que emos.
Ao Leona do, que oi essencial em odo o meu pe cu so, que segu ou a minha mão nos bons e
nos maus momen os e nunca me deixou desis i .
Ag adeço à Ca dona, pelos momen os de amizade, desaba o e companhei ismo que pa ilhamos
ao longo des a jo nada.
À " amelga", pela amizade genuína que cons uímos e po ans o ma em odos os momen os de
indecisão e ansiedade em so isos e ga galhadas.
Ag adeço à Inês, So aia, Flá ia e Ana po me acompanha em du an e odo o meu pe cu so num
mundo no o e pelas pala as de enco ajamen o nos momen os mais di íceis.
À minha a ó, que oi uma peça undamen al na minha ida, que me acompanhou desde o início
do meu pe cu so e, de uma pe spe i a di e en e, aplaudiu com o gulho o inal.
A odos os pa icipan es que pe mi i am a ealização des e es udo es ágio??, o meu since o
ob igada.

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
i
DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE
Decla o e a uado com in eg idade na elabo ação do p esen e abalho académico e con i mo que
não eco i à p á ica de plágio nem a qualque o ma de u ilização inde ida ou alsi icação de
in o mações ou esul ados em nenhuma das e apas conducen e à sua elabo ação.
Mais decla o que conheço e que espei ei o Código de Condu a É ica da Uni e sidade do Minho.
Uni e sidade do Minho, 21 de junho de 2024
(Ana F ancisca Oli ei a Ribei o)
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
ii
Rela ó io de Es ágio Cu icula : Visão in eg ado a da Ca ei a no ambien e co po a i o.
Resumo
O es ágio cu icula ep esen a, sem dú ida, um ma co signi ica i o pa a qualque es udan e. O
p esen e ela ó io ambiciona desc e e o pe cu so ealizado no es ágio, assim como odas as
ap endizagens, di iculdades e dilemas en en ados nes e p imei o con ac o com a p á ica
p o issional. P imei amen e, é ap esen ado um enquad amen o da o ganização, englobando uma
desc ição da mesma, ocando-se na sua isão, missão e alo es. Todas as a e as o am ealizadas
no Depa amen o Co po a i o de Recu sos Humanos, especi icamen e na á ea de Ges ão de
Ca ei a do Colabo ado . Du an e es e pe cu so, i e a opo unidade de conhece e ap ende
g ande pa e das a e as ealizadas nes a á ea, ab açando, na maio ia do meu empo, a e as
elacionadas com a Análise e Desc ição de Funções e com a saúde e bem-es a dos colabo ado es.
Ao longo des e ela ó io, são abo dadas as minhas insegu anças iniciais, elacionadas com a
ansiedade de abso e o máximo de in o mação possí el e o medo de não es a p epa ada pa a
as a e as que me a ibuíam. As ap endizagens que adqui i ao longo do caminho, nomeadamen e,
sob e as possí eis e oluções na ca ei a, a impo ância do econhecimen o do mé i o dos
colabo ado es, a sa is ação o ganizacional, o bem-es a de odos os colabo ado es, a impo ância
do de alhe, en e ou os. Es e ela ó io culmina com uma e lexão c í ica sob e a p óp ia
expe iência ao longo do es ágio. Foi um pe íodo in enso, cheio de g andes desa ios e aliosas
ap endizagens, como é ap esen ado nes e ela ó io, onde a expe iência p á ica, o i mo acele ado
e o es o ço dedicado o am undamen ais pa a e ela uma no a ealidade no mundo do abalho.
Pala as-cha e
: Psicologia, O ganizações, Ca ei a, Funções.
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
iii
Cu icula In e nship Repo : Ca ee in eg a ion in he co po a e en i onmen .
Abs ac
The cu icula in e nship is undoub edly a signi ican miles one o any s uden . The aim o his
epo is o desc ibe he cou se aken du ing he in e nship, as well as all he lessons lea ned,
di icul ies and dilemmas aced du ing his i s con ac wi h p o essional p ac ice. Fi s ly, a
amewo k o he o ganiza ion is p esen ed, including a desc ip ion o i , ocusing on i s ision,
mission and alues. All he asks we e ca ied ou in he Co po a e Human Resou ces Depa men ,
speci ically in he a ea o Employee Ca ee Managemen . Du ing his jou ney, I had he oppo uni y
o ge o know and lea n a la ge pa o he asks ca ied ou in his a ea, mos o my ime being
spen on asks ela ed o he Job Analysis and Desc ip ion and wi h heal h and well-being.
Th oughou his epo , I add ess my ini ial insecu i ies, ela ed o he anxie y o abso bing as much
in o ma ion as possible and he ea o no being p epa ed o he asks I was gi en. The lessons I
lea ned along he way, namely abou possible ca ee de elopmen , he impo ance o ecognizing
employees' me i , o ganiza ional sa is ac ion, he well-being o all employees, he impo ance o
de ail, among o he s. This epo culmina es wi h a c i ical e lec ion on my own expe ience du ing
he in e nship. I was an in ense pe iod, ull o g ea challenges and aluable lea ning, as p esen ed
in his epo , whe e he p ac ical expe ience, he as pace and he dedica ed e o we e
undamen al in e ealing a new eali y in he wo ld o wo k.
Key wo ds
: Psychology, O ganiza ions, Ca ee , Roles.
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
ix
Índice
In odução .............................................................................................................................. 10
Enquad amen o o ganizacional do es ágio............................................................................... 11
Desc ição da O ganização ....................................................................................................... 11
Depa amen o Co po a i o de Recu sos Humanos ................................................................... 12
Cen o de Ges ão de Ca ei a do Colabo ado ......................................................................... 14
Desc ição dos P oje os de Es ágio ........................................................................................... 14
O início da A en u a ................................................................................................................ 15
A a en u a nas á eas do CGCC ............................................................................................... 16
1. P og ama de Saúde e Bem-Es a ................................................................................. 16
1.1 Algumas a i idades ealizadas nes e âmbi o ......................................................... 18
2. Bene ícios e Incen i os ................................................................................................ 20
2.1. P og ama de Reconhecimen o e Mé i o O ganizacional ........................................ 20
3. Análise e desc ição de Funções ................................................................................... 21
3.1. Modelo de Família de Funções (MFF) ................................................................... 22
Re lexão sob e a p esen e expe iência de es ágio .................................................................... 28
Bibliog a ia ............................................................................................................................. 31
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
16
sozinha, nunca desis iu de me ensina . Acima de udo, ajuda am-me a c esce , a ap ende e a
desen ol e as minhas capacidades, nes e amo p o issional e como pessoa. Depois dos p imei os
empos de a en u a e, sem eu da con a, já es a a a ealiza p ocessos e a e ce a au onomia no local
de es ágio. Já não me sen ia “ o a de cena” e com o sen imen o de que es a a a con ibui , a i amen e,
pa a o abalho.
A a en u a nas á eas do CGCC
Quando p imei o conheci o Cen o de Ges ão de Ca ei a do Colabo ado (CGCC), a equipa ealizou
uma analogia in e essan e: compa a am o CGCC com um pol o. No início, con esso que não comp eendi
aquilo que a equipa p e endia ansmi i com es a mensagem. Con udo, após e em-me ap esen ado a
Figu a 1
a o ma de um pol o com os seus á ios en áculos é e iden e e, hoje, pe cebo aquilo que a
equipa me in oduziu, de início. Assim, em baixo, es ão ap esen adas as á eas englobadas pelo CGCC,
incluindo algumas das quais eu i e opo unidade de en a em con ac o.
Figu a 1: Á eas Englobadas pelo CGCC.
E assim, a minha a en u a inicia com a descobe a des a pa e especí ica do mundo de abalho. Das
di e sas a e as e a i idades que ealizei, des aco, de seguida, algumas que me de am um g ande p aze
em execu a e que con ibuí am pa a o meu desen ol imen o.
1. P og ama de Saúde e Bem-Es a
O P og ama de Saúde e Bem-Es a , den o de uma o ganização, de ém um papel ele an e pa a
eduzi o isco ocupacional de
bu nou
e p omo e o bem-es a en e colabo ado es (Shana el e all.,
2019). As o ganizações de em abalha , a i amen e, pa a p omo e a saúde e o bem-es a dos seus
abalhado es. Es as de em p io iza a sua mudança ao in és de en a muda os abalhado es (Rynes
e al., 2005). A li e a u a e idencia que as o ganizações que abalham a i amen e pa a melho a ,
p o ege e man e o bem-es a dos abalhado es ap esen am uma maio p obabilidade de alcança
esul ados posi i os (Fo d e al., 2011).

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
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De ac o, A noux-Nicolas e colegas, demons am a impo ância das O ganizações Saudá eis, que se
p eocupam com o seu sucesso inancei o, mas ambém com a saúde e segu ança dos seus
abalhado es. Nas o ganizações saudá eis, o clima, a cul u a e as boas p á icas são capazes de c ia
um ambien e p omo o de saúde e segu ança dos seus colabo ado es, assim como a e icácia
o ganizacional (LOWE, 2010). Da mesma o ma, es a ca ac e iza-se como p opícia a negócios bem-
sucedidos, eme endo a uma ligação en e a en abilidade o ganizacional e o bem-es a dos
abalhado es (A noux-Nicolas e al., 2016).
Com o p incipal obje i o de p omo e o Bem-Es a de odos os colabo ado es pe encen es à
o ganização, oi c iado um p og ama de saúde e bem-es a que se di ide em qua o á eas com ocos
dis in os. Em p imei o luga , a á ea dedicada à saúde ísica dos colabo ado es, que ambiciona a
p omoção da mesma a a és de ações como massagens no local de abalho ou aulas g a adas de
pila es, yoga, en e ou os. Além disso, odos os colabo ado es da o ganização podem e acesso a um
Apoio Psicológico, consul as em Psicologia, po ideochamada, ou a aulas g a adas de
Mind ulness
, na
á ea dedicada à Saúde Men al. A e cei a á ea dob a-se sob e a nu ição, que disponibiliza a odos os
colabo ado es, a i idades subo dinadas ao ema da nu ição e alimen ação saudá el. Po im, a úl ima
á ea elaciona-se com a Família, que engloba as a i idades ela i as aos emas associados ao laze e à
amília, no âmbi o do qual se ealizam
webina s
e
wo kshops
nes e sen ido.
Além disso, a o ganização disponibiliza algumas egalias aos seus colabo ado es, que se denominam
de Bene ícios. Den o dos á ios bene ícios exis en es des acam-se as consul as de medicina ge al e de
en e magem, disponí eis a a és de ma cação p é ia (p esencialmen e ou em o ma o
online
). Além
disso, o Modelo Híb ido de abalho, que combina o abalho p esencial e o ele abalho ambém se
ca ac e iza como uma egalia disponibilizada. E, po im, o Se iço de Apoio que exis e com o obje i o
de analisa si uações ele an es pa a o colabo ado po pa e de uma equipa écnica de Recu sos
Humanos, Financei o e Ju ídico. Adicionalmen e, a emp esa disponibiliza a odos os seus colabo ado es
um conjun o de pa ce ias celeb adas com en idades ex e nas. Es es p o ocolos pe mi em a odos os
colabo ado es o acesso a uma as a gama de p odu os e se iços, a p eços mais an ajosos.
Es e p og ama consis iu em algo que eu es i e en ol ida du an e odos os dias do meu es ágio, an o
em e mos de p ocu a de no os p o ocolos com is a à o e a de bene ícios aos colabo ado es da
o ganização, como a a és do es abelecimen o de pa ce ia com ou as en idades. Rela i amen e à
p ocu a de no os p o ocolos, e am analisadas as espos as de sa is ação dos colabo ado es
ela i amen e aos p o ocolos exis en es e, a pa i daí, en a a-se pe cebe qual a necessidade dos
mesmos. Is o é, os colabo ado es pode iam coloca no
o ms
de sa is ação, aquilo que gos a am de e
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
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como no os p o ocolos ou aquilo que gos a am que osse a ualizado nos p o ocolos exis en es. Ao
ealiza es a p ocu a, eu en a a pe cebe aquilo que ambém pode ia se bené ico pa a os abalhado es
da o ganização, ais como, pa ce ias com ou as emp esas de elecomunicações, li a ias, ginásios, en e
ou os. Es e p ocesso consis ia em con ac a es as emp esas a a és do e-mail e en a p ocu a uma
pa ce ia que osse bené ica pa a ambas as pa es. Após a pa ce ia es a conc e izada, e a ealizada uma
página nas edes in e nas da o ganização, pa a qualque colabo ado e conhecimen o da pa ce ia e
acesso a odos os bene ícios a ela associados.
Além disso, ambém a ualizei á ias páginas in o ma i as das edes in e nas, que, po um lado,
su giam consoan e uma necessidade de a ualização de in o mações obsole as ( ais como, p o ocolos
que não eno a am con a o) ou, po ou o, pela di ulgação de no as pa ce ias, ou de no os bene ícios
que os colabo ado es pode iam dis u a . Pa a além de a ualiza , c iei duas páginas in o ma i as nas
edes in e nas que su gi am de uma necessidade in e na de di ulgação de dois emas impo an es, a
saúde men al e a campanha de acinação con a a g ipe.
Po im, ambém con ibui pa a a newsle e mensal que ha ia na o ganização, onde odos os meses
e am abo dados di e en es emas, mas impo an es pa a o quo idiano. Ou seja, nes e p ocesso, os emas
da newsle e já es a am p e iamen e de inidos e aquilo que eu ealiza a consis ia numa ecolha de
in o mação de á ias on es, pa a que, no im, conseguisse mon a uns b e es pa ág a os in o ma i os.
Es e p og ama oi algo que semp e gos ei de con ibui desde a mínima coisa que izesse, po que ab aça
a e as que êm como inalidade o bem-es a e a saúde do colabo ado .
1.1 Algumas a i idades ealizadas nes e âmbi o
1. Heal hy Wo kplaces – Locais de T abalho Saudá eis
No deco e do es ágio, i e a opo unidade de con ibui pa a a ealização da candida u a ao p émio
de “
Heal hy Wo kplaces
– Locais de T abalho Saudá eis”, o ganizada pela O dem de Psicólogos
Po ugueses (OPP). Es a inicia i a consis e num con ibu o da OPP pa a o incen i o e di ulgação das
melho es p á icas e o ien ações que se desen ol em em Po ugal, ela i amen e à segu ança, saúde e
ao bem-es a ocupacional. Nes e sen ido, es i e em con ac o com a
Checklis
de insc ição, a qual,
consis e numa lis a de e i icação e um ins umen o o ien ado das boas p á icas e da p omoção de
Locais de T abalho Saudá eis. Is o é, ecolhi a in o mação necessá ia pa a a ealização da candida u a
e pa ilhei com as minhas colegas de equipa pa a que elas conc e izassem o p eenchimen o e submissão
da mesma. Po im, a emp esa ambém é econhecida pela OPP como um
Heal hy Wo kplace
.
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
19
2.
Well Being Awa ds
No meu es ágio, apoiei ambém no p ocesso de ealização da candida u a aos
Well Being Awa ds
,
que consis e numa inicia i a que dis ingue o ganizações com polí icas
people i s
. Is o é, isa alo iza
as o ganizações com boas p á icas, polí icas e p og amas de Saúde, Bem-es a e Felicidade pa a os
colabo ado es. A decisão é ealizada po um painel de jú is impa cial e que se baseiam em e idências
cien í icas e em p ocessos de qualidade. Nes e sen ido, ecolhi as e apas necessá ias pa a a candida u a,
assim como ealizei uma sín ese de alhada de udo o que e a necessá io pa a a submissão da mesma.
Dando algumas ideias de espos a pa a alguns i ens p esen es na checklis que, pos e io men e, o am
analisadas pelas minhas colegas de abalho, no p ocesso de ealização da candida u a. A mesma oi
subme ida pa a análise e, a é à da a, agua da ap eciação.
3.
G ea Place To Wo k
Po im, apoiei na análise das espos as dos colabo ado es ao ques ioná io do
G ea Place o Wo k
,
de o ma a pe cebe que aspe os a o ganização podia melho a pa a co esponde às suas expec a i as.
Ou seja, após ob e mos a espos a de g ande pa e dos colabo ado es, ob idas a pa i do google
o ms
,
expo ei um ichei o excel que con inha odas as espos as. Como o ques ioná io con inha algumas
espos as abe as, oi necessá io ado a uma es a égia pa a que osse possí el chega a um esul ado.
Assim, ag upei em clus e s aquelas espos as que inham o mesmo signi icado ou se e e iam ao mesmo
aspe o. Des a o ma oi possí el chega a dois ipos de esul ados, po um lado, aquilo que os
colabo ado es mais alo izam na emp esa e que de e pe manece . E, po ou o, aquilo que gos a am
que mudasse ou que osse melho ado. Após ob e es es esul ados, compilei odos numa página, de
o ma a se mais ácil ealiza a compa ação en e aquilo que é alo izado e aquilo que gos a am que
osse melho ado. Po im, passei es es dados ao es o da equipa de o ma a, numa ase pos e io , se
possí el analisa com mais calma e a anja soluções pa a os p oblemas. Es e p og ama consis e numa
au o idade global pa a a cons ução, sus en ação e econhecimen o de cul u as dos luga es de abalho
de al a con iança e ele ado desempenho. A ibuem o selo “
Ce i ied®
” que alida, mundialmen e, a
pe ceção posi i a dos colabo ado es sob e a o ganização. Is o é, econhecem as emp esas como “
Bes
Wo kplaces™”
com base na opinião dos colabo ado es em Po ugal e ao edo do mundo.
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
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2. Bene ícios e Incen i os
Os Bene ícios e os Incen i os podem se ca ac e izados como um conjun o de acilidades, an agens
e se iços que as emp esas o e ecem aos seus colabo ado es (A aújo & Ga cia, 2009). Segundo Cama a
(2012), há e idência de uma mudança es a égica na Ges ão de Recu sos Humanos, o sen ido de
alo iza a isão de que uma boa ges ão das compe ências es á di e amen e ligada a uma boa ges ão de
ecompensas. Nesse sen ido, os sis emas de ecompensas são hoje um elemen o es a égico
undamen al pa a as o ganizações na p ossecução dos seus obje i os (Cama a, 2012).
2.1. P og ama de Reconhecimen o e Mé i o O ganizacional
Den o da O ganização, exis e o P og ama de Reconhecimen o e Mé i o O ganizacional que pe mi e
p emia os colabo ado es que se des acam an o pelo seu desempenho, como pelos seus con ibu os.
Os colabo ado es são p emiados a a és de ês p og amas que oco em em pe íodos di e en es, is o é,
anual ou mensalmen e. Es es econhecimen os emanam de um egulamen o em igo , podendo se
a ibuídos po um colabo ado ou po uma che ia. Além de e o obje i o de econhece um colabo ado ,
as inicia i as ambicionam, ambém, econhece o es o ço de uma equipa ou o es o ço escola dos
educandos dos colabo ado es da O ganização.
Assim, os p émios em ques ão, são a ibuídos, e alidados, pelo Depa amen o de Recu sos Humanos
e, pos e io men e, analisados pela Adminis ação da O ganização. Is o é, a mesma ai decidi endo em
conside ação a dimensão e qualidade do impac o causado pelo colabo ado na equipa, no depa amen o,
na emp esa ou na o ganização. O p émio consis e na a ibuição de um ouche , que pode, ou não, se
en egue du an e uma ce imónia de p emiação, consoan e a inicia i a em ques ão.
Du an e o pe íodo de es ágio, o am en egues á ios p émios, das mais di e sas inicia i as. As
minhas a e as, nes a á ea, basea am-se em ecebe a lis a de colabo ado es p emiados e qual o alo
dos p émios a ibuídos. Em seguida, ealiza a o pedido dos ouche s às de idas en idades e espe a a
ap o ação po pa e das mesmas. Quando os ouche s chega am à emp esa, sepa a a os mesmos,
endo em a enção o alo ou o ipo de p emiação. Po im, e a en iado um e-mail aos colabo ado es pa a
conhecimen o das chegadas des e ouche e pedido pa a os i em ecolhe . Assim, con ibuía pa a es a
ges ão e ajuda a no en io dos ouche s pa a aqueles colabo ado es que se encon a am a abalha
nou as pa es do país. Apesa des a p á ica se des ia , um pouco, do
co e
do meu es ágio, penso que
oi essencial pa a me ajuda a adap a ao meu local de abalho e me ajuda a conhece as pessoas e
as ins alações.
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: VISÃO INTEGRADORA DA CARREIRA NO AMBIENTE CORPORATIVO.
21
3. Análise e desc ição de Funções
A pa i do con ex o económico e de ges ão do século XX, o concei o de unção ganha especial
des aque, po es a elacionado com a e a indus ial e com os modelos de ges ão Taylo is a e Fo dis a,
sendo que as p incipais me as des e pe íodo consis iam no aumen o da p odu i idade, mi igação de
cus os e na p odução em sé ie (Heloani, 2023). A Análise e Desc ição de unções ob ém pa icula
en oque pois o na-se a base pa a a ope acionalização de ou os p ocessos ( ais como, o ec u amen o
e seleção) (Hamel & P ahalad, 1990). Nos dias de hoje, Figuei edo e Pai a (2018), de inem como boas
p á icas o conjun o de odas as no mas e polí icas de Ges ão de Recu sos Humanos que conduzem a
uma melho pe o mance o ganizacional. Das mais di e sas p á icas des aca-se a Análise e Desc ição
de unções que alo iza as compe ências, habilidades e o conhecimen o dos colabo ado es (Chia ena o,
2014).
A Análise e Desc ição de Funções pode se ca ac e izada, al como o nome indica, como um p ocesso
a a és do qual se ob ém in o mação ela i a às unções. Segundo Bihim (2016), es a p á ica p omo e
não só a e olução de unções, a e as, pos os de abalho e p o issões como pe mi e uma melho
de inição po pa e da emp esa em elação ao ipo de pessoas de que necessi a pa a sup i as suas
necessidades. De aco do com o au o ci ado, os passos subjacen es a es e p ocesso ca ac e izam-se:
1. Pela ecolha de in o mação sob e a unção;
2. A aliação da in o mação ecolhida;
3. Desc ição da unção baseada na in o mação ecolhida;
4. De e minação das capacidades, habilidades e conhecimen os necessá ios pa a a
ealização da unção;
5. A ualização cons an e da in o mação.
Em sín ese, como e e e Ca doso (2008), es e p ocesso engloba as a e as cons i uin es e dis in i as de
uma unção, o que lhe a ibui um ca ác e explica i o e classi ica i o. Apesa de não exis i um o ma o
uni e sal es e p ocesso oca-se em aspe os in ínsecos, ap esen ando i ens como a designação da
unção, a sua posição no o ganog ama, elações hie á quicas e uncionais es abelecidas, obje i o global,
de e es e esponsabilidades associados, bene ícios e egalias e egime con a ual (Ma as, 2017).
Du an e a ealização do es ágio, es i e p o undamen e en ol ida nes a p á ica especí ica, que se
des acou como a mais signi ica i a, de odas as a e as que me o am a ibuídas. Essencialmen e,
ealizei, sob o ien ação, uma sé ie de p ocessos de c iação, a ualização e
eb anding
de unções,
undamen ados no Modelo de Família de Funções, o qual, i ei de alha de seguida.

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3.1. Modelo de Família de Funções (MFF)
O Modelo de Família de Funções consis e numa me odologia que ag upa as unções em amílias, em
que, o conjun o de a i idades ou ipo de abalho a ealiza , pelas mesmas, é simila . Des a o ma,
possibili a uma di e enciação po ní eis de complexidade e p opo ciona uma maio cla eza em elação à
e olução de ca ei a. Es a me odologia pe mi e, en ão, sis ema iza as unções e compe ências
necessá ias, no p esen e e no u u o, pa a o possí el desen ol imen o do negócio. Adicionalmen e,
p opo ciona o econhecimen o de di e en es ní eis de senio idade, den o de uma dada unção e pe mi e
mapea a cadeia de alo da o ganização e as espe i as amílias uncionais. Além disso, possibili a a
c iação de uma es u u a de g upos uncionais que es eja alinhada com as necessidades da o ganização
e as endências de me cado. A me odologia em ques ão engloba seis ipos de p ocessos,
nomeadamen e, a c iação de unções, a a ualização de unções, a de inição e a ualização de
mic ocompe ências écnicas, o
eb anding
de unções, o modelo de bandas sala iais e a missão po pe il
de unção. De seguida, es á p esen e a explicação des es p ocessos assim como a minha ajuda na
ealização dos mesmos.
i. C iação e A ualização de Funções
O c escimen o da o ganização nos di e sos me cados, implica a cons an e necessidade de c ia e
a ualiza unções. Além disso, é c ucial comp eende que odas as unções são dinâmicas, es ando
sujei as a mudanças ao longo do empo e dian e de di e en es ci cuns âncias. Des a o ma, es e p ocesso
ca ac e iza-se como essencial pa a ga an i a sa is ação das necessidades eme gen es, ela i as a no as
unções ou a unções desa ualizadas, p omo endo, assim, a compe i i idade da o ganização no me cado.
De uma o ma sucin a, o p ocesso de
C iação de Funções
, consis e na c iação de uma no a unção,
que não exis e na o ganização, e su ge da necessidade ap esen ada pelo p óp io DRH ou pelos Clien es
In e nos. De o ma a se mais ácil a explicação des e p ocesso, elabo ei a
Figu a 2
, que con ém odos
os passos necessá ios pa a se possí el pe cebe como se ealiza, de o ma sucin a, a c iação de uma
unção.
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Figu a 2: P ocesso de C iação de Funções
No ealiza do es ágio, i e a opo unidade de c ia , com ce a au onomia, ês unções do g upo
uncional écnico. Tal como es á p esen e na igu a acima, duas das unções que c iei su gi am da
necessidade sen ida po um clien e in e no de uma emp esa de ou o me cado e a e cei a oi elabo ada
pa a esponde uma necessidade de uma das equipas do depa amen o de Recu sos Humanos. Após
ap o ação des a necessidade, uma colega da equipa ecolheu os equisi os écnicos da unção a a és
de uma eunião com o clien e, que ia
on-line
, que p esencial. Pos e io men e, ealizei uma p opos a
endo em base as unções que já exis iam e que se encon a am elacionadas com a no a unção. Po
im, depois de deba e a minha p opos a com ou a colega da equipa, oi ealizada uma p imei a p opos a
pa a se alidada pelo clien e. As ês p opos as que ealizei o am ap o adas, com algumas al e ações
ealizadas pela minha colega, e, a ualmen e, já exis em colabo ado es a desempenha es as unções.
Es e abalho oi bas an e desa ian e pois p o ou que sou capaz de pensa o a de caixa e consegui
coloca -me no papel de ou o abalhado . A pa e impo an e des e p oje o e elou-se em comp eende
qual e am as p incipais a e as e esponsabilidades das unções, pa a que osse possí el c ia um pe il
que ealmen e co esponde-se ao p e endido. Na ealização das a e as, nunca me sepa ei do p incipal
oco, que e a o p óp io colabo ado pe cebe a sua unção enquan o a desempenha! Es a oi, sem dú ida,
uma das a e as que mais me en iqueceu e que con ibuiu pa a uma maio con iança no meu abalho.
A A ualização de Funções ca ac e iza-se como um p ocesso semelhan e à C iação de Funções. De
ac o, a p incipal di e ença cen a-se na al e ação de uma unção que já exis e, na emp esa, e que se
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encon a desa ualizada ou desajus ada às a e as da unção. De o ma a se mais ácil a sua
comp eensão, ealizei, ambém, uma igu a que demons a os passos ine en es a es e p ocesso.
Figu a 3: P ocesso de A ualização de Funções
Du an e o meu pe cu so, apenas ealizei a úl ima pa e des e p ocesso, ou seja, ealizei a a ualização
nas edes e sis emas in e nos. Pa a isso, ecebia, po pa e de uma colega da equipa, a p opos a de
a ualização da unção alidada pelo clien e in e no. Seguidamen e, ab ia os sis emas in e nos da
o ganização e compa a a a unção an iga com a unção exis en e. Após iden i ica as di e enças, al e a a
o con eúdo desa ualizado, an o pa a a língua po uguesa como pa a o inglês e pa a o ancês, com
auxílio de algumas e amen as exis en es na in e ne .
ii. Mic ocompe ências
O p ocesso de mic ocompe ências oi c iado com o obje i o de ga an i um pe il uncional mais
de alhado e especí ico. Pa a o le an amen o des a in o mação pode iam se u ilizadas di e sas écnicas
pa a ecolha de dados, ais como, a obse ação, os ques ioná ios e as en e is as (Rego e al., 2015).
Nes e caso, u ilizou-se a en e is a, pois em a an agem de se mais di e a, pessoal e lexí el,
compa a i amen e com os ques ioná ios. Além disso, p opo ciona uma possibilidade de explica ao
en e is ado de que o ma as in o mações ob idas na mesma podem se u ilizadas. A en e is a consis e
numa das écnicas mais comuns pa a es e con ex o de Análise de Funções (Rego e al., 2015).
De o ma a comp eende melho o p ocesso de mic ocompe ências, ealizei uma desc ição das
e apas ealizadas, pa a o le an amen o des e p ocesso:
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1. Iden i icação de um pe il uncional que não ap esen a mic ocompe ências mapeadas ou as
mesmas se encon am desa ualizadas;
2. Agendamen o de uma eunião com um colabo ado e/ou che ia que desempenha a unção ou
que ep esen a a che ia di e a dessa unção;
3. Realização da eunião g a ada com o clien e, ga an indo a con idencialidade dos dados ob idos
e u ilização dos mesmos pa a es es ins.
4. T ansc ição da eunião g a ada, de o ma a elabo a uma p opos a de pe il dessa unção;
5. Elabo ação de uma p opos a de mic ocompe ências da unção em ques ão, endo po base a
in o mação ecolhida;
6. P ocesso de e isão da en e is a a pa es, jun amen e com o écnico esponsá el e/ou
coo denado a da equipa e alidação da p opos a;
7. En io da p opos a de mic ocompe ências ao clien e in e no, no qual ealiza uma segunda
alidação da p opos a;
8. Após es e p ocedimen o, as mic ocompe ências de uma unção não são di ulgadas com odos
os colabo ado es, pe manecendo no DRH.
Du an e o meu pe cu so de es ágio, es i e en ol ida em odas as azes des e p ocesso, con udo, não
e a eu que iden i ica a o p imei o pon o, mas uma colega com expe iência. Além disso, odos os dias do
meu es ágio eu ealiza a um dos pon os acima iden i icados, ou seja, as mic ocompe ências ize am
pa e dos meus dias de abalho. Tal como iden i icado acima, após se encon ada uma necessidade,
eu ealiza a o agendamen o de uma eunião de abalho, consoan e a disponibilidade dos pa icipan es.
De seguida, uma colega ealiza a a en e is a e, es ando g a ada, eu ealiza a a ansc ição da mesma
e a p imei a p opos a de mic ocompe ências. Com supe isão, ealizei dez p ocessos de
mic ocompe ências pe encen es a di e en es amílias e di e en es g upos uncionais. Todos os p ocessos
de mic ocompe ências que ealizei o am alidados pelos supe io es e, a ualmen e, as unções, em
ques ão, encon am-se com es e p ocesso a ualizado.
Ob i e, ambém, a opo unidade de guia , com supe isão, uma en e is a de ecolha de
mic ocompe ências pa a a unção de Coo denado de P odução. Após a en e is a, ealizei as e apas
seguin es, que se encon am em cima, deba endo semp e ideias com uma colega mais expe ien e, de
o ma a ob e á ios pon os de is a. Es a en e is a, ca ac e izou-se como sendo a a e a mais desa ian e
em odo o pe cu so do es ágio. Pa a além de coloca à p o a as minhas capacidades como
en e is ado a, aca e a a uma g ande esponsabilidade. Toda ia, ambém se ca ac e izou como sendo
o p ocesso mais g a i ican e, pois, no inal, sen i que es a a p on a pa a me desa ia , ainda mais, e que
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Figuei edo, E., & Pai a, T. (2018). O papel da ges ão de ecu sos humanos na ges ão do conhecimen o
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