Filipe Daniel Fe ei a Macedo
NATO Edu-Me a e se:
Gami icação de ou s i uais educa i os
maio de 2025
NATO Edu-Me a e se: Gami icação de ou s i uais educa i os
Filipe Daniel Fe ei a Macedo
UMinho|2025
Uni e sidade do Minho
Escola de Le as, A es e Ciências Humanas
Filipe Daniel Fe ei a Macedo
NATO Edu-Me a e se:
Gami icação de ou s i uais educa i os
maio de 2025
Rela ó io de P oje o
Mes ado em Humanidades Digi ais
T abalho e e uado sob a o ien ação da
P o esso a Dou o a Síl ia Lima Gonçal es A aújo
e do
P o esso Dou o B uno Reynaud de Sousa
Uni e sidade do Minho
Escola de Le as, A es e Ciências Humanas
ii
DIREITOS DE AUTOR E CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO TRABALHO POR TERCEIROS
Es e é um abalho académico que pode se u ilizado po e cei os desde que espei adas as eg as e
boas p á icas in e nacionalmen e acei es, no que conce ne aos di ei os de au o e di ei os conexos.
Assim, o p esen e abalho pode se u ilizado nos e mos p e is os na licença abaixo indicada. Caso o
u ilizado necessi e de pe missão pa a pode aze um uso do abalho em condições não p e is as no
licenciamen o indicado, de e á con ac a o au o , a a és do Reposi ó iUM da Uni e sidade do Minho.
Licença concedida aos u ilizado es des e abalho
A ibuição
CC BY
h ps://c ea i ecommons.o g/licenses/by/4
iii
AGRADECIMENTOS
P imei amen e, gos a ia de ag adece aos meus pais po odo o apoio dado du an e minha jo nada
académica. Também desejo exp essa meus since os ag adecimen os e ap eço aos meus o ien ado es,
Dou o a Síl ia A aújo e Dou o B uno Reynaud de Sousa, pela opo unidade de pa icipa des e p oje o
e po oda a ajuda e eedback o necidos ao longo do desen ol imen o.
i
DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE
Decla o e a uado com in eg idade na elabo ação do p esen e abalho académico e con i mo que não
eco i à p á ica de plágio nem a qualque o ma de u ilização inde ida ou alsi icação de in o mações
ou esul ados em nenhuma das e apas conducen es à sua elabo ação. Mais decla o que conheço e
que espei ei o Código de Condu a É ica da Uni e sidade do Minho
NATO Edu-Me a e se: Gami icação de ou s i uais educa i os
RESUMO
A ino ação ecnológica em so wa e de ealidade i ual em indo a esponde à c escen e
necessidade de di e sas á eas se ap esen a em ao me cado de o ma mode na e a a i a. Na
a ualidade, ma cada po uma sob eca ga de es ímulos online e um público cada ez mais exigen e,
o na-se undamen al des aca -se a a és de uma exposição di e enciada e impac an e. O p oje o
NATO
Edu-Me a e se
, aqui ap esen ado, inse e-se numa inicia i a mais ampla compos a po dois p oje os de
di ulgação e ensino sob e a o ganização, sob o nome
NATO4Schools
, que isa ap oxima o público
jo em dos alo es e da missão da OTAN.
Es e p oje o p opõe o desen ol imen o de um ou i ual ime si o, baseado no p og ama da
O ganização do T a ado do A lân ico No e (OTAN), com o obje i o de con ex ualiza a sua missão,
p omo e o conhecimen o sob e a sua a uação no cená io in e nacional, e ansmi i os seus alo es e
a sua his ó ia de o ma in e a i a e acessí el. A expe iência cen a-se na gami icação, inco po ando
elemen os de
escape oom
, com desa ios e enigmas que incen i am a pa icipação a i a,
p opo cionando uma jo nada i ual que não seja apenas educa i a, mas ambém en ol en e e
dinâmica. As in o mações essenciais sob e a ins i uição es ão in eg adas nas
ques s
do jogo, o que
acili a a aquisição da mensagem de o ma lúdica e e icaz, man endo o u ilizado en ol ido enquan o
ap ende.
Além disso, o
NATO Edu-Me a e se
p omo e uma no a o ma de ensino e di ulgação,
ap o ei ando as mais ecen es ino ações ecnológicas pa a c ia uma pon e en e a educação
adicional e os no os o ma os digi ais in e a i os, adap ados às p e e ências e hábi os do público
con empo âneo.
Pala as-cha e
Educação; escape oom; gami icação; me a e so; ou i ual.
i
NATO Edu-Me a e se: Gami ica ion o educa i e i ual ou s
ABSTRACT
Technological inno a ion in i ual eali y so wa e has been add essing he g owing need o
a ious ields o p esen hemsel es o he ma ke in a mode n and a ac i e way. In oday's wo ld,
ma ked by an o e load o online s imuli and an inc easingly demanding audience, i is essen ial o
s and ou h ough di e en ia ed and impac ul exposu e. The NATO Edu-Me a e se p ojec , p esen ed
he e, is pa o a b oade ini ia i e comp ising wo ou each and educa ion p ojec s abou he
o ganiza ion, unde he name NATO4Schools, aimed a b inging he younge audience close o NATO's
alues and mission.
This p ojec p oposes he de elopmen o an imme si e i ual ou , based on NATO’s p og am,
wi h he goal o con ex ualizing i s mission, p omo ing knowledge abou i s ole on he in e na ional
s age, and con eying i s alues and his o y in an in e ac i e and accessible way. The expe ience ocuses
on gami ica ion, inco po a ing escape oom elemen s, wi h challenges and puzzles ha encou age
ac i e pa icipa ion, p o iding a i ual jou ney ha is no only educa ional bu also engaging and
dynamic. Essen ial in o ma ion abou he ins i u ion is in eg a ed in o he game's ques s, acili a ing he
acquisi ion o he message in a play ul and e ec i e manne , keeping he use engaged while lea ning.
Fu he mo e, he NATO Edu-Me a e se p omo es a new o m o eaching and ou each,
le e aging he la es echnological inno a ions o b idge he gap be ween adi ional educa ion and new
in e ac i e digi al o ma s, adap ed o he p e e ences and habi s o he con empo a y audience.
Keywo ds
Educa ion; escape oom; Gami ica ion; me a e se; i ual ou .
ii
ÍNDICE
DIREITOS DE AUTOR E CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO TRABALHO POR TERCEIROS .............. ii
AGRADECIMENTOS ................................................................................................................ iii
DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE............................................................................................. i
RESUMO .................................................................................................................................
ABSTRACT .............................................................................................................................. i
ÍNDICE DE FIGURAS ............................................................................................................... ix
ÍNDICE DE GRÁFICOS ............................................................................................................. x
In odução .............................................................................................................................. 1
1.1. Con ex ualização ..................................................................................................... 1
1.2. NATO4Schools ........................................................................................................ 1
1.3. Obje i os e con ibu o expec á el ............................................................................ 2
1.4. O ganização do ela ó io .......................................................................................... 2
2. Enquad amen o Teó ico ................................................................................................... 3
2.1. O que são ou s i uais e pla a o mas in e a i as? ................................................... 3
2.2. O que é a gami icação e qual o seu papel na educação? ........................................... 4
3. Desen ol imen o do P oje o ............................................................................................. 6
3.1. Fe amen as e So wa e ............................................................................................... 6
3.1.1. Spa ial ................................................................................................................. 6
3.1.2. Spa ial SDK .......................................................................................................... 7
3.1.3. Uni y .................................................................................................................... 7
3.1.4. In eg ação en e o Uni y e o Spa ial ....................................................................... 7
3.2. Con eúdos do p oje o .................................................................................................. 8
3.2.1. Recolha e escolha da in o mação ......................................................................... 9
3.2.2. Temas ................................................................................................................. 9
3.2.3. Vídeos ............................................................................................................... 10
3.2.4. Imagens e In og á icos ....................................................................................... 10
3.3. C iação do espaço i ual .......................................................................................... 11
3.3.1. Es u u a do edi ício p incipal ............................................................................. 11
3.3.2. De alhes e ex u as ............................................................................................ 13
3.3.3. Ex e io .............................................................................................................. 17
3.3.4. In e io ............................................................................................................... 20
3.3.5. Disposição da in o mação .................................................................................. 22
3.4. Ques s ...................................................................................................................... 24
3.4.1. Desen ol imen o das Ques s ............................................................................. 24
4
i uais são pa icula men e e icazes em con ex os educacionais, pois pe mi em a explo ação de locais
inacessí eis isicamen e, aumen ando o engajamen o dos alunos.
Es as expe iências êm uma as a gama de possibilidades e aplicações em á ios sec o es. Os museus,
as ins i uições de ensino e os locais his ó icos podem u iliza as isi as i uais pa a o nece acesso
emo o às suas exposições e coleções, (Sylaiou e al., 2017). Ka anagh e al. (2017) analisa am o
impac o de ou s i uais em museus, concluindo que es es aumen am a e enção de conhecimen o e
a mo i ação pa a ap endizagem. De um modo ge al, o po encial das isi as i uais eside na sua
capacidade de aze a pon e en e as expe iências ísicas e digi ais, o e ecendo uma o ma dinâmica e
in e a i a de os u ilizado es explo a em e in e agi em com di e sos ambien es (Jensen & Kon adsen,
2018).
2.2. O que é a gami icação e qual o seu papel na educação?
A gami icação na educação en ol e a inco po ação de elemen os de jogos em con ex os não lúdicos
pa a aumen a a in e a i idade e o en ol imen o na ap endizagem. Inspi ada nos escape
ooms
, es a
abo dagem isa cul i a as compe ências de esolução de p oblemas e a pa icipação a i a dos alunos.
A in es igação de De e ding e al. (2011) e S einkuehle & Duncan (2008) apoia o po encial da
gami icação em con ex os educa i os. Es udiosos como Dede (2009) e Ke (2016) descob i am que as
abo dagens gami icadas p omo em uma maio mo i ação dos alunos e um in e esse sus en ado no
con eúdo.
Ao in oduzi elemen os de compe ição, ealização e ecompensas, os educado es podem c ia um
ambien e de ap endizagem dinâmico, melho ando po encialmen e a e enção de in o mação e o
desempenho académico ge al (Eisenlaue , 2020). A gami icação o e ece um meio e sá il de
adap ação a di e sos es ilos de ap endizagem, o nando os con eúdos educa i os mais acessí eis e
ag adá eis (Chang e al., 2024). Em esumo, a gami icação é p omisso a pa a e oluciona a
expe iência educa i a, p opo cionando um ambien e de ap endizagem mais pa icipa i o e ime si o (Di
Mi i e al., 2024).
A me odologia ado ada no p oje o en ol e uma e isão inicial de li e a u a, a escolha de e amen as
baseadas em abalhos como o de Sla e & Sanchez-Vi es (2016) e o desen ol imen o i e a i o da ou
i ual. Inspi ado em conclusões de es udos an e io es, o p oje o busca en ol e os jo ens de o ma
au ónoma e mo i an e.
5
Es a análise des aca a ele ância e in e conexão en e a RV, gami icação e ou s i uais na educação.
Ao c ia uma na a i a gami icada da OTAN, o p oje o p opos o isa a ala anca essas endências pa a
p omo e a comp eensão e en ol imen o dos jo ens, o e ecendo uma abo dagem ino ado a e ime si a
pa a a ap endizagem. A c iação de um
escape oom
de RV ac escen a a possibilidade de ime são e
inse ção dos jo ens nas abo dagens da OTAN, p omo endo mo i ação, au onomia e pensamen o
c í ico.
6
3. Desen ol imen o do P oje o
3.1. Fe amen as e So wa e
O desen ol imen o da ou i ual num espaço 3D ime si o oi ealizado com duas e amen as
p incipais:
Spa ial.io
1
e
Uni y
2
. O
Spa ial.io
é uma pla a o ma que possibili a a c iação de expe iências
in e a i as onde os u ilizado es podem in e agi em empo eal em espaços i uais. Es a pla a o ma é
especialmen e e icaz na c iação de ambien es ime si os, com in eg ação de a a a es e obje os
in e a i os. A pla a o ma é acessí el a a és de na egado es web, disposi i os mó eis e equipamen os
de RV.
Po sua ez, o
Uni y
oi u ilizado como mo o de jogo, essencial pa a a c iação e p og amação do
ambien e i ual e das uncionalidades do ou . Conhecido pela sua e sa ilidade no desen ol imen o
de jogos e aplicações 3D, o
Uni y
o e ece e amen as obus as pa a modelação, ísica, iluminação e
animação. Es a lexibilidade pe mi iu a c iação do espaço i ual, a implemen ação de mecânicas
in e a i as e a o ganização das
ques s
que man êm os u ilizado es en ol idos.
A combinação en e o
Uni y
e o
Spa ial.io
oi undamen al pa a o sucesso do p oje o, pe mi indo que o
ou i ual osse simul aneamen e apela i o e in e a i o, enquan o pe manecia acessí el em á ias
pla a o mas. O
Uni y
p opo cionou a c iação de alhada do ambien e, enquan o o
Spa ial.io
assegu ou a
sua publicação e acessibilidade, o nando a expe iência in ui i a e en ol en e pa a um público
ala gado.
3.1.1. Spa ial
O a o p incipal que le ou à escolha da pla a o ma Spa ial.io pa a es e p oje o oi a sua acessibilidade.
O
Spa ial
pe mi e c ia e di ulga jogos, espaços, expe iências sociais ime si as pa a web, mobile e
RV
.
Des e modo qualque compu ado e elemó el com acesso a in e ne pode u iliza es e ecu so.
Adicionalmen e o e ece a possibilidade de expandi pa a RV. A pla a o ma p opo ciona uma
componen e social, com a possibilidade de mul ijogado desde 10 a é 100 u ilizado es di e en es a
pa ilha o mesmo espaço a comunica a a és de cha esc i o ou po oz.
1
uni y.com
2
h ps://www.spa ial.io
7
3.1.2. Spa ial SDK
SDK do Spa ial.io, in eg ado com o Uni y, o e ece e amen as e APIs que pe mi em c ia
uncionalidades pe sonalizadas e adiciona in e a i idade a mundos 3D. A in eg ação com o Uni y
acili a a impo ação de modelos 3D e
asse s
, além de o imiza o desen ol imen o pa a web, mobile e
RV
. O que possibili a a c iação de expe iências ime si as e adap á eis, ga an indo in e ações luídas e
consis en es em di e en es pla a o mas.
3.1.3. Uni y
O
Uni y
é um mo o de jogo amplamen e u ilizado pa a o desen ol imen o de ambien es i uais
in e a i os, incluindo espaços e ou s i uais. A sua a qui e u a lexí el e o supo e pa a g á icos 3D
pe mi em a c iação de ambien es digi ais de alhados, que podem se u ilizados pa a ins educacionais,
u ís icos ou cul u ais.
No desen ol imen o de ou s i uais, o
Uni y
acili a a cons ução de espaços na egá eis, onde os
u ilizado es podem explo a e in e agi com o ambien e, o e ecendo uma simulação ealis a de locais
ísicos. A pla a o ma pe mi e, ambém, a in eg ação de con eúdos mul imédia e in e a i idade, como
pon os de in o mação e áudio desc i i o, que en iquecem a expe iência do u ilizado . Além disso, a
compa ibilidade do
Uni y
com di e en es pla a o mas, endo como exemplo web, mobile e RV possibili a
a implemen ação dos ou s em di e sos con ex os, p omo endo uma expe iência ime si a e acessí el.
3.1.4. In eg ação en e o Uni y e o Spa ial
Es a ligação é es abelecida pelo Spa ial SDK, que con e e os p oje os c iados no Uni y pa a o ma os
compa í eis com o Spa ial. O SDK man ém a es u u a o iginal e adap a os elemen os écnicos às
limi ações da pla a o ma. O sis ema o imiza os modelos 3D, simpli ica os sis emas de ísica e
iluminação, e p ese a a uncionalidade dos sc ip s.
No âmbi o do NATO Edu-Me a e se, es a in eg ação pe mi iu ans e i odo o abalho desen ol ido no
Uni y, incluindo a cons ução do edi ício i ual e o desen ol imen o das in e ações, pa a o Spa ial sem
comp ome e uncionalidades. A pla a o ma inco po ou ainda componen es sociais essenciais,
nomeadamen e supo e pa a múl iplos u ilizado es em simul âneo, sis emas de comunicação
8
in eg ados e opções de pe sonalização de a a a es, elemen os que ie am en iquece
signi ica i amen e a expe iência educa i a.
A associação des as ecnologias o e ece uma solução ab angen e em que o Uni y disponibiliza
e amen as p o issionais de desen ol imen o, enquan o o Spa ial assegu a a acessibilidade do p oje o
a uma audiência ala gada. Es a me odologia e ela-se pa icula men e e icaz na c iação de
expe iências i uais ime si as, as quais p ese am a qualidade écnica e in e a i a p opo cionada pelo
Uni y e simul aneamen e bene iciam da acilidade de dis ibuição e das uncionalidades sociais
ca ac e ís icas do Spa ial.
3.2. Con eúdos do p oje o
O desen ol imen o des e p oje o inicia-se pela de inição de obje i os cla os que se em como guia pa a
a escolha e c iação de con eúdo e uncionalidades do ambien e i ual. Es a ase é c ucial pa a ga an i
que o p oje o cump e o seu p opósi o de p opo ciona uma expe iência in o má ica e in ui i a, em que
os elemen os in e a i os são dispos os es a egicamen e pa a e e a a enção dos u ilizado es.
A Figu a abaixo ilus a es e p ocesso, com ep esen ação das e apas en ol idas na de inição dos
con eúdos do p oje o.
Figu a 1: Wo k low do p oje o
9
Fon e: Elabo ação p óp ia
C ia um espaço dinâmico e e icaz eque um equilíb io cuidadoso en e a quan idade de in o mação e
a o ma como ela é ap esen ada, e i ando sob eca gas que possam di icul a a explo ação e
comp eensão dos emas. A o ganização dos con eúdos de e se es u u ada de manei a p og essi a e
in ui i a, acili ando o luxo de ap endizagem.
Além disso, o ambien e de e se concebido pa a ga an i inclusão e acessibilidade, compa í el com
di e sos ipos de disposi i os, ampliando o alcance e a acilidade de acesso pa a di e en es pe is de
u ilizado es.
3.2.1. Recolha e escolha da in o mação
A ecolha e seleção é essencial pa a iden i ica e ca ego iza os con eúdos de o ma a assegu a que a
expe iência consiga ansmi i os obje i os e alo es da OTAN de o ma coesa.
A in o mação ecolhida pa a es e p oje o baseou-se em on es o iciais nomeadamen e websi es e
canais da OTAN, es es o e ecem con eúdos c edí eis e a ualizados sob e a o ganização. Ao u iliza
in o mações p o enien es des as pla a o mas o iciais é possí el ga an i que os con eúdos
ap esen ados e le em os alo es da OTAN de o ma au ên ica.
Es e p ocesso inclui a e isão de publicações digi ais, bem como a seleção de á ios ipos de media,
como g á icos, in og á icos e ídeos. Assim é possí el c ia um espaço i ual in o ma i o e acessí el,
onde os u ilizado es são guiados po um pe cu so coe en e.
3.2.2. Temas
Fo am mapeadas zonas pa a os di e en es emas abo dados sob e a OTAN. Es a o ganização emá ica
segue o p incípio de o e ece uma expe iência luida e di ecionada.
•
No h A lan ic T ea y e NATO's Values
•
Enla gemen s
•
NATO's Missions e Co e Values
•
Collec i e De ense
•
C isis Managemen
10
•
Coope a i e Secu i y
•
A icle 5
•
S a egic Concep ; NATO in he 21s Cen u y; Uk aine
•
NATO 75 h Anni e sa y
3.2.3. Vídeos
Pa a en iquece o con eúdo do espaço i ual e di e si ica os meios de comunicação, o am in eg ados
ídeos p oduzidos pela OTAN, p o enien es dos seus canais o iciais de YouTube e ou as pla a o mas
de alojamen o de ídeo. Es es ídeos o am selecionados com o obje i o de aze dinamismo e
p omo e a a iedade de o ma os na ap esen ação da in o mação. Assim, es e ecu so audio isual
complemen a o con eúdo ex ual e isual, o que isa a p omo e uma expe iência ime si a e a
simpli ica a e enção de conhecimen os de o ma mais in e a i a.
3.2.4. Imagens e In og á icos
Pa a complemen a a in o mação ex ual, o am u ilizadas an o imagens como in og á icos,
dis ibuídos es a egicamen e pelo espaço i ual. Es es elemen os isuais se em pa a e o ça
concei os e acili a a comp eensão de dados complexos, ap esen ando-os de o ma simpli icada e
acessí el. A u ilização de in og á icos, em pa icula , pe mi e condensa g andes olumes de
in o mação num o ma o isual cla o, p omo endo uma ap endizagem mais ápida e e icaz.
11
3.3. C iação do espaço i ual
A c iação de um espaço i ual en ol e não só a ec iação isual de um ambien e ísico eal, como
ambém a adap ação de elemen os in e a i os que o imizem a expe iência dos u ilizado es. A a és do
Uni y
como e amen a p incipal, i ando pa ido da sua e sa ilidade oi cons uído um ambien e
inspi ado na sede da OTAN. Um dos p incipais desa ios oi equilib a a ec iação de alhada do edi ício
com a necessidade de man e uma na egação luida e in ui i a den o do espaço digi al.
Uma das e amen as, que az pa e do leque de uncionalidades do Uni y, mais ú eis nes e p ocesso
oi
P oBuilde ,
uma e amen a de obje os 3D, que pe mi iu a c iação e modi icação di e a de modelos
3D den o do
Uni y
. Des a o ma, a modelagem do edi ício oi ealizada com ecu so ao
P oBuilde
pa a
ajus a e o imiza a es u u a de aco do com as necessidades do ambien e i ual.
Ao con á io do edi ício ísico, no qual a es u u a do p oje o é baseada, a escala e e de se adap ada
pa a ga an i que os u ilizado es pudessem na ega de o ma e icien e, sem se pe de em em g andes
á eas que, no mundo eal, são admi á eis, mas no i ual o na iam a expe iência imp og essi a.
Além dis o, o design dos espaços in e a i os den o do ambien e i ual oi cuidadosamen e planeado.
Fo am colocados pon os de in e esse ao longo da es u u a pa a acili a a o ien ação dos u ilizado es e
man ê-los en ol idos com o con eúdo. Com o obje i o de uma na egação ainda mais p á ica, o am
implemen adas pla a o mas de anspo e ins an âneo, que pe mi em a deslocação ápida en e zonas
dis an es, ga an indo uma expe iência con ínua e luida. Es a in eg ação oi ealizada a a és de sc ip s
pe sonalizados, pe mi indo que os u ilizado es se mo imen em sem in e upções.
Po an o, na c iação des e espaço i ual oi ponde ada a ques ão de es é ica com a uncionalidade.
Com o uso das e amen as do
Uni y
, a adap ação da escala e a implemen ação de mecanismos de
na egação esul a am num ambien e ime si o que equilib a o ealismo a qui e ónico com a
acessibilidade e a e iciência de na egação digi al.
3.3.1. Es u u a do edi ício p incipal
A es u u a do edi ício p incipal no ambien e i ual oi di idida em no e espaços, cada um dedicado a
um ema dis in o elacionado com a OTAN, que po sua ez, co esponde às secções la e ais isí eis do
edi ício eal. O espaço cen al se e como uma ligação en e es es espaços, p omo endo uma
na egação in ui i a.
12
U ilizando o P oBuilde , cada pa ede, id o e e o oi modelado indi idualmen e, assegu ando a
coe ência es é ica e uncional de cada ambien e. Após a modelação de cada componen e, es es
elemen os o am ag upados pa a acili a a duplicação e icien e da es u u a base, esul ando em um
layou consis en e. Es a abo dagem oi undamen al pa a ga an i que a es u u a não apenas osse
isualmen e a a i a, mas ambém p á ica em e mos de na egação e uso de ecu sos, endo em
conside ação as limi ações da pla a o ma.
Figu a 2: Menu da e amen a p obuilde
Fon e: Menu de uncionalidades da e amen a P oBuilde ; Uni y
A disposição es a égica dos espaços pe mi e que os u ilizado es explo em acilmen e os di e sos
ópicos ele an es à OTAN. Ademais oi incluída, uma secção inal dedicada ao 75º ani e sá io,
p opo cionando uma conclusão signi ica i a e comemo a i a à expe iência i ual. Assim, a es u u a do
edi ício p incipal oi p oje ada com uma lógica modula que equilib a es é ica, uncionalidade e cla eza
o ganizacional, en iquecendo o en ol imen o dos u ilizado es com o con eúdo ap esen ado.
13
3.3.2. De alhes e ex u as
Os de alhes desempenham um papel c ucial na c iação de um espaço i ual ime si o e con incen e,
con ibuindo pa a a sensação de ealismo e habi abilidade do ambien e. Exemplos de de alhes que
podem se implemen ados incluem elemen os deco a i os, ex u as a iadas e componen es uncionais
que en iquecem a in e ação dos u ilizado es com o espaço.
Nes e p oje o, uma skybox oi adicionada ao cená io, p opo cionando a ilusão de um céu e uma
a mos e a. A skybox unciona como cubo que en ol e oda a cena, em ex u as aplicadas a odas as
aces in e nas, que ep esen am, nes e caso, o céu. Ao olha em qualque di eção, os u ilizado es
eem es as imagens combinadas de o ma con ínua, o que dá a ilusão ealis a dum ho izon e mais
dis an e sem exigi p ocessamen o ex a do mo o de jogo.
Figu a 3: Skybox ma e ial
20
implemen ação, dado que as ex u as e é ices p esen es nos modelos e na epe ição necessá ia
des es pa a p eenche oda a zona excedem em g andes núme os a limi ações das salas do Spa ial.
3.3.4. In e io
No in e io do edi ício, a escolha de á eas mais simples e abe as oi in encional, e isa cap u a a
a enção dos u ilizado es pa a a in o mação expos a. As á eas amplas ap esen am um chão com ex u a
amadei ada, que não apenas con ibui pa a a es é ica do ambien e, mas ambém c ia, no amen e,
uma sensação de acolhimen o e amilia idade.
As pa edes do espaço o am u ilizadas, de o ma es a égica, como elas pa a exibi imagens e ídeos,
en iquecendo a expe iência in o ma i a. Além disso, o am ac escen ados painéis na pa e cen al das
salas, semelhan es aos encon ados em museus e exposições, aumen ando assim as á eas disponí eis
pa a a ap esen ação de in o mações e p omo endo uma in e ação dinâmica.
Figu a 13: Exposi o es de Videos e Imagens
Fon e: Sc eensho no ambien e i ual; Spa ial
Os po ões mencionados an e io men e sepa am os oi o espaços em pa es, esul ando em qua o
sepa ações dis in as. Embo a os espaços ap esen am uma es é ica idên ica, as di e enças nos emas
abo dados nos painéis in o ma i os p opo cionam di e sidade e man êm o in e esse dos u ilizado es.
No conec o cen al, que liga as di e en es á eas do edi ício, es ão alocados os elemen os in e a i os
necessá ios pa a a conclusão das ques s, acili ando a in e a i idade e a pa icipação ime si a dos
u ilizado es. Além disso, a inclusão de pla a o mas de ele anspo e pe mi e uma mo imen ação
ins an ânea en e as di e sas zonas do edi ício, que melho a a acessibilidade e a luidez da na egação.
21
Figu a 14: Tele anspo ado
Figu a 15: Game Objec , Tele anspo ado
Fon e: Figu a 11, Sc eensho do Tele anspo ado ; Spa ial / Figu a 12, Game Objec do Tele anspo ado ; Spa ial
Es a abo dagem ao design in e io o imiza a ap esen ação da in o mação e ambém en iquece a
expe iência do u ilizado , pe mi indo uma explo ação signi ica i a e in e a i a do espaço i ual.
22
3.3.5. Disposição da in o mação
A o ganização e disposição da in o mação nas di e en es di isões do espaço i ual o am concebidas
pa a ga an i uma ap esen ação coe en e e con ínua dos ópicos elacionados à OTAN. O p imei o
espaço, in i ulado
No h A lan ic T ea y
e
NATO's Values
, se e como uma in odução undamen al à
OTAN, ap esen ando as p incipais noções e p incípios que o ien am a o ganização.
O segundo, designado
Enla gemen s
, o nece um his ó ico ab angen e dos memb os que se jun a am à
OTAN desde a sua undação, culminando com a inclusão do mais ecen e memb o em 2024. Es a
seção con ex ualiza a e olução da aliança e os desa ios en en ados ao longo dos anos.
Figu a 16: Nomes dados a cada sala nas pa edes
Fon e: Sc eensho do ambien e i ual; Spa ial
O e cei o espaço, "
NATO's Missions
e
Co e Values
", ap esen a os alo es e as missões cen ais da
OTAN, o e ecendo uma isão ge al das p io idades da o ganização. Os espaços subsequen es, qua o,
quin o e sex o, de alham as ês p incipais missões da OTAN, com cada um dedicado a uma missão
especí ica. Es a abo dagem pe mi e uma explo ação mais ap o undada de cada missão, des acando a
ele ância e a complexidade das ope ações da aliança.
O sé imo espaço cen a-se exclusi amen e no A igo 5, sublinhando a sua impo ância pa a a OTAN, ao
explica o seu signi icado e as suas implicações pa a a segu ança cole i a. Po im, o oi a o espaço
abo da os acon ecimen os a uais elacionados com a OTAN, bem como os planos e desa ios u u os da
o ganização no con ex o global.
Adicionalmen e, o a da es u u a p incipal, oi c iada uma á ea especial dedicada à comemo ação do
75.º ani e sá io da OTAN. Es a secção p opo ciona um espaço pa a e le i sob e a his ó ia da
o ganização e celeb a as suas conquis as e con ibuições ao longo das décadas.
Figu a 17: Sala Comemo a i a do 75º Ani e sá io da OTAN
23
Fon e: Sc eensho do ambien e i ual; Spa ial
Des a o ma, a disposição da in o mação nos di e en es qua os oi cuidadosamen e planeada pa a
in o ma , mas ambém en ol e os u ilizado es, pe mi indo uma comp eensão mais p o unda da OTAN
e do seu papel no mundo con empo âneo.
24
3.4. Ques s
As
ques s
no espaço i ual o am concebidas com o p opósi o de acili a a aquisição de in o mação e
alida os conhecimen os adqui idos pelos u ilizado es. Ao in oduzi es a mecânica in e a i a,
p e ende-se ansmi i con eúdos sob e a OTAN e p olonga o en ol imen o dos u ilizado es, man endo
a sua a enção po mais empo.
As
ques s
con e em um sen ido de obje i o e p og essão ao ambien e i ual, incen i ando a explo ação
dos espaços e p omo endo a cu iosidade e a mo i ação dos pa icipan es. A cada e apa, os u ilizado es
depa am-se com no os desa ios que despe am o in e esse in ínseco pela descobe a, apelando an o
ao sen ido de a en u a como ao desejo de ap o unda os emas abo dados. Es a abo dagem
ans o ma a ap endizagem eó ica numa expe iência a i a e ecompensado a.
Em e mos de es u u a, cada
ques
oi desenhada pa a guia os u ilizado es no ap o undamen o dos
con eúdos dos espaços, o e ecendo eedback imedia o que os ajuda a consolida a in o mação
adqui ida. Es a in e a i idade não só e o ça o en endimen o, como ambém pe mi e que os
u ilizado es se en ol am de o ma dinâmica e ime si a no ambien e, o nando o p ocesso de
ap endizagem numa expe iência lúdica e signi ica i a.
3.4.1. Desen ol imen o das
Ques s
O desen ol imen o de
ques s
no
Uni y
, u ilizando o
Spa ial
SDK
Toolki
, en ol e uma in eg ação luida
en e o mo o de jogo
Uni y
e a pla a o ma
Spa ial
, pe mi indo a c iação de uma in e ação complexa
em ambien es i uais. As
ques s
são implemen adas a a és de sc ip s pe sonalizados no
Uni y
,
combinados com os sc ip s o necidos pelo SDK do Spa ial.io. Es e
Toolki
acili a a comunicação e a
execução de a e as en e os obje os no
Uni y
e o ambien e da pla a o ma Spa ial
Pa a inicia o desen ol imen o de uma ques , é necessá io c ia um game objec que uncione como
base pa a a ques . A es e obje o são a ibuídos pa âme os essenciais como o nome, uma desc ição,
um núme o de iden i icação (ID) e os obje i os ( asks) que o u ilizado de e á comple a . Es es
obje i os no malmen e en ol em in e ações di e as com elemen os do cená io, como bo ões ou po as.
25
Figu a 18: Sc ip de Ques s
Fon e: In e ace de edição da
Ques
; Uni y
A c iação de in e ação nas ques s é ei a a a és de um sc ip chamado in e ac able, disponibilizado
pelo SDK do Spa ial.io. Es e sc ip é aplicado aos obje os den o do Uni y, o nando-os capazes de
eagi à in e ação do jogado . Pa a que a in e ação oco a co e amen e, os obje os in e agí eis de em
possui um box collide , um componen e que delimi a a á ea de in e ação. Es e collide de ine o espaço
em que o jogado pode in e agi com o obje o, seja a a és de um clique ou de ou o ipo de ação no
ambien e i ual.
26
Figu a 19: Obje o in e ági el
Fon e: Sc eensho do ambien e i ual; Spa ial
Após a con igu ação do obje o como in e ac able, é possí el associá-lo à lógica da
ques
u ilizando o
sc ip p óp io da ques . Is o pe mi e que o obje o in e a i o se o ne pa e de um p ocesso maio , em
que a in e ação bem-sucedida com o obje o desencadeia uma espos a, como a abe u a de uma po a
ou a i a uma no a ques . Assim, a es u u a de ques s no Uni y com o SDK do Spa ial.io é c iada de
o ma modula , pe mi indo adiciona acilmen e obje i os e in e ações pe sonalizadas ao longo do
desen ol imen o do ambien e i ual.
27
Figu a 20: Sc ip do Game Objec In e ac able
Fon e: In e ace de edição do
game objec ;
Uni y
A p imei a
ques
no ambien e i ual a ua como uma in odução às mecânicas de in e ação que os
u ilizado es i ão encon a ao longo da expe iência. Es a ques inicial consis e na a e a de in e agi
com um painel de con olo, cuja ação esul a na abe u a do p imei o po ão, pe mi indo assim a
en ada no edi ício p incipal e da início à segunda ques .
Figu a 21: Exibido do Obje i o da Ques
Fon e: Sc eensho da in e ace na pla a o ma Spa ial
Uma ca ac e ís ica comum a odas as
ques s
é que, ao se em comple adas, acionam a abe u a do
po ão seguin e. Es a dinâmica é ge ida a a és de um sc ip que es abelece a ligação en e o
game
objec
da
ques
e o
game objec
co esponden e ao po ão. Quando uma
ques
é concluída, o obje o do
po ão o na-se ina i o, desapa ecendo do cená io de o ma a pe mi i que o jogado possa p ossegui
com a explo ação do espaço.
28
Adicionalmen e, pa a sinaliza o inal de uma ques comple ada, um áudio é emi ido, in o mando que o
po ão oi abe o. Es a expe iência audi i a é cen al na mecânica do jogo, pois o u ilizado ou e o som
e obse a a po a a desapa ece , um pad ão que se epe e ao longo da expe iência.
Figu a 22: Audios
Fon e: In e ace de associação de ações a pon os da
Ques
; Uni y
Na segunda ques , os jogado es são desa iados a iden i ica os países undado es da OTAN. Pa a
comple a es a a e a com êxi o, o jogado de e desloca -se pa a o ex e io e in e agi com as bandei as
dos países undado es.
Figu a 23: Exibido de obje i os de Ques
Fon e: In e ace da pla a o ma Spa ial
A es an es
ques s
seguem uma me odologia consis en e. Uma das pa edes dos qua os ap esen a
uma in e ace in e a i a, onde são o e ecidas ês opções, das quais apenas uma é co e a. Es as
29
opções são semp e ele an es em elação à in o mação exibida nos espaços. Quando o u ilizado
in e age com o ex o co e o, a po a co esponden e ab e, pe mi indo-lhe a ança pa a a p óxima sala.
Figu a 24: Tex o in e a i o
Fon e: Sc eensho do ambien e i ual; Spa ial
3.4.2. Obje i os das
Ques s
Cada
ques
oi desen ol ida pa a cump i um obje i o duplo: guia o u ilizado a a és das á ias zonas
e con eúdos in o ma i os e incen i a a ap endizagem a i a e o e o ço dos conhecimen os adqui idos.
O p incipal obje i o pedagógico das
ques s
é ga an i que os u ilizado es comp eendam os con eúdos
essenciais sob e a OTAN. Ao es u u a cada a e a com base em con eúdos exibidos nas salas
emá icas, as ques s e o çam a ap endizagem inc emen al, o que pe mi e que os u ilizado es
cons uam conhecimen o à medida que a ançam de uma sala pa a ou a.
Além disso, as
ques s
c iam uma sensação de p og essão cla a, de o ma a p opo ciona aos
u ilizado es me as conc e as que p ecisam se a ingidos pa a a ança no ou . Es a es u u a p omo e
a explo ação do ambien e, mo i ando os u ilizado es a in es iga di e en es á eas e a in e agi com
elemen os-cha e pa a desbloquea no as zonas. Ao associa ecompensas di e as (como a abe u a de
po ões e o acesso a no as in o mações) à conclusão das a e as, o sis ema de
ques s
con ibui pa a
um en ol imen o con ínuo, man endo o in e esse dos u ilizado es ao longo da expe iência.
36
• Q4: Wha is he mos impo an A icle o he Washing on T ea y?
• Q5 Wha a e NATO’s co e alues?
• Q6: Wha a e NATO’s co e asks?
Os g upos ap esen a am desempenhos ge almen e compa á eis nas seis ques ões, com di e enças
no á eis nas Ques ões 4 e 6:
• Na Ques ão 1, o G upo B ob e e pon uação pe ei a (100%), enquan o o G upo A ambém e e
um desempenho mui o bom, com 95% de espos as co e as.
• Na Ques ão 2, ambos os g upos alcança am esul ados idên icos, com 62% de espos as
co e as
• Na Ques ão 3, o G upo A e e um desempenho ligei amen e supe io ao do G upo B, ob endo
72% con a 64%.
• A di e ença mais signi ica i a oi obse ada na Ques ão 4, onde o G upo B supe ou o G upo A,
alcançando 70% de espos as co e as em compa ação com 51%.
• Na Ques ão 6, o G upo A e e um desempenho melho , com 66% de espos as co e as, em
compa ação aos 51% do G upo B.
Es es esul ados suge em que o
NATO Edu-Me a e se
ap esen a um desempenho semelhan e ao si e
o icial da OTAN na ansmissão de in o mações, com algumas di e enças em ques ões
especí icas.
G á ico 1: Resul ados po g upo
37
A análise compa a i a en e os g upos A e B e elou a iações pon uais no desempenho,
especialmen e em emas ac uais e his ó icos elacionados à OTAN. O G upo A ap esen ou maio
amilia idade com con eúdos undamen ais, como a da a de undação da OTAN, os memb os
undado es e o con ex o his ó ico de sua c iação, des acando-se em ques ões básicas. Em
con apa ida, o G upo B demons ou um desempenho consis en e, mas ligei amen e in e io em
alguns ópicos, com des aque pa a os alo es cen ais da OTAN e o p ocesso de adesão.
Es es esul ados suge em que ambos os g upos possuem ní eis de comp eensão simila es, mas com
pon os o es em á eas dis in as. Enquan o o G upo A demons a um bom domínio de emas ac uais e
his ó icos, o G upo B pode se bene icia de maio a enção a con eúdos undamen ais e p ocessos
in e nos. Es es esul ados o e ecem uma base impo an e pa a melho a es a égias de ensino no
NATO Edu-Me a e se
e no si e o icial da OTAN, con ibuindo pa a eduzi lacunas e o alece o
conhecimen o sob e a o ganização.
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Q1 Q2 Q3 Q4 Q5 Q6
Resul ados po g upo
G upo A G upo B
38
5. Conclusão
Inicialmen e, o desen ol imen o do p oje o e elou-se desa ian e, dado que e a o meu p imei o
con ac o com o Uni y e o Spa ial. Cada no a uncionalidade que p e endia implemen a exigia um
cons an e p ocesso de es udo e pesquisa, de modo que as ideias pudessem se aduzidas e icazmen e
pa a o ambien e i ual. A pla a o ma Spa ial, em pa icula , impôs algumas es ições écnicas, como
limi es na capacidade de é ices e nas ex u as aplicá eis. Além dis o, oi necessá io comp eende a
lógica de implemen ação das
ques s
e a in eg ação de elemen os sono os.
Ou o desa io signi ica i o oi a modelagem dos elemen os ex e io es e in e io es do edi ício i ual.
Inspi ado na es u u a da OTAN, a c iação do elhado cu o oi especialmen e exigen e, pois a
complexidade da cu a u a e dos ângulos exigia um ní el ele ado de de alhe. Pa a a animação das
bandei as, uma a e a qual não inha amilia idade e mais complexa do que os modelos es á icos,
u ilizei um modelo de demons ação disponibilizado pelo Spa ial, que se iu como base inicial, mas que
oi ajus ado pa a alcança o e ei o de ealismo desejado.
A de inição do con eúdo in o ma i o sob e a OTAN ep esen ou ambém um desa io impo an e. Hou e
uma ase de seleção pa a dis ingui a in o mação essencial, adap ando-a pa a uma ap esen ação cla a
e e icaz no ambien e i ual. Es e p ocesso oi al o de ace os com a adesão ecen e de no os
memb os à OTAN, ob igando a a ualizações e e isões cons an es da es u u a in o ma i a. No que diz
espei o ao design do espaço, a escala inicial do edi ício e a uma éplica da escala eal, mas, após
es es, pe cebi que es e amanho o na a a na egação cansa i a e pouco p á ica. O
edimensionamen o do edi ício ouxe no as pe spe i as pa a p eenche os espaços in e nos, que
con inua am a pa ece azios, mesmo com a adição de mobília.
Pa a esol e es a ques ão, in oduzi painéis cen ais nas salas in e io es, que desempenham uma
dupla unção: expandi a á ea de exposição de con eúdos e c ia di isões isuais, o nando o ambien e
mais dinâmico e isualmen e p eenchido.
Em suma, o p oje o
NATO Edu-Me a e se
ep esen a uma abo dagem ino ado a ao ensino e à
di ulgação da OTAN, demons ando o po encial da gami icação e da RV na ap endizagem in e a i a. A
c iação de um ou i ual educa i o e ime si o pe mi iu p opo ciona aos u ilizado es uma expe iência
dinâmica e en ol en e.
Os es es ealizados e idenciam que a pla a o ma desen ol ida pode se ão e icaz quan o os si es
o iciais da OTAN na ansmissão de in o mação. A inclusão de
ques s
e elemen os in e a i os con ibuiu
39
de o ma posi i a pa a o en ol imen o dos u ilizado es. Apesa dos desa ios en en ados du an e o
desen ol imen o, como as limi ações écnicas e a necessidade de adap ação dos con eúdos
in o ma i os, o p oje o conseguiu supe a es es obs áculos, o que esul ou num ambien e i ual
uncional e acessí el.
O
NATO Edu-Me a e se
não só exempli ica como a ecnologia pode mode niza a educação, mas
ambém des aca o po encial da RV como e amen a pa a ap oxima os jo ens de emas geopolí icos e
his ó icos de o ma ino ado a. Assim, es e p oje o ab e caminho pa a u u as inicia i as no campo da
educação digi al, demons ando a iabilidade de abo dagens gami icadas e in e a i as na ansmissão
de conhecimen o.
40
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Anexos
Anexo 1, Ques ioná io NATO4Schools
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43
44
45