Sermam da cinza : pregado na corte de Londres, na capella da ... rainha de Gran Bretanha, em oito de fevreiro da 1665
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M tM ü $ ® S ® «i jfe $ ® $ i>. m m p, & & ?/'• $’« & m &, ®. ^ ^6i«ii6>jÍMM^èài^MiséSiEÃjélE)itàí^íiailo§i^íOài&i;: àj'6S&$;£i;í I j£ iífclfcL’ %? ~Ü SERM DA CINZA. PREGADO NA CORTE “DE LONDRES, NA CAFELLA DA REAL magestade da SERENÍSSIMA RAINHA DA GRAN BRETANHA, 0 em oito de fevereiro yj D E 166 f , ——- ■ POR FREI SALVADOR DO SPÍRITO SANCTO PREGAdor de suas magestades, caPUCHO ARR ABIDO, E PRELADO DOS RELIGIOSOS DA SUA PRO¬ VI N CI A capellaens da MESMARAISHA, E SE SHO¬ RA HOSSA. m L* 5 fes m r* *» P5 Wa m 'm i» fei I afWWmgprgp; y, EM COIMBRA, Com todas as licenças necejfarias . 1§ **» OfScina de RODRIGO DE CARVALHO COUTINHO, Irapreflbr da .Univeííidade, Amo 1675.' siü Acufla de Ioao Antunes mercador de Ih rot. Sa m m
I gfiütâii ■ m: v ■ ■ c ' ■ 1 • i,:-. . ■ t i moj à tw-i . ■ .? ;l ’ • i - . * i ' -• ' ■ ‘ ' -• v - ‘ 17’- - " ;• -j • .. ... . _ .; , • " ■ .3 1 i - - ;. -• 3 / - - •' • •••* 1 i -í ; ò’;.v :b . : ' /: ;. ( / . •- • • { ■ ' ; ■ ■ • ; * J. ■ •• . i. - i <L r . - <f. : ,, . . I : V:*i: *- V^V.'-: '• ' ; * • ; W .• -1 . . -i.l 17 > ■ • j* . • . jV: "* . a «vV‘>
Memento Homo qtiia p&yis es 9 & wpulverem reyerteris. Eitos, & desfeitos: compoftos, & refolutos: Mormados, & arruinados, nos obriga Dtos hoi je a coníiderarn os, o que íomos. Muito aha, jôc muito poderoía Raynha, & Íenh«r4 n©J]a.j I Qmémeruio dà cru za, que De os nos ias ,'com | todp$ jgualimntc fida, &igualnacnte a todos aviía. Os Princepes, & ©s Vaífalos fesnos Deos nas plidades rr.ui differentes ^ mas nas 0 cinzas (Snrã) a todos nos fes mui parecidos; ear ** 3 S MageftadesReaes íobreas cabeças as cinzas,no mefmolu8 >em quç c ntturoaõ.pôr.as-coroas, he obrigalas Deos a que fekmdaô k ^ Ue tan jk erri as coroas íap cinzas. As cinzas, quefe hoje man* 2e a 1 “ çab . eça > das palrou que em dia de Ramos benigreja: avizando nefta ceremonia aos fieis, advirtaõ bem , que do uL^ UC ° rnun< ^°» P or cftitnaçaõ tras nas paltnas,por reíoiuçaô tucoibl m a P 1 ara r n astm2as > pedindo aos Monarchas confiderctt^qtm u e - f ei ^ s: í " [ olmos * formados, & arrui-, de S2Í í nga DeOS ? 0JC 3 detaittios o que feros. Feitos ikitosempo*^ compcftos pcila maode Dtos,_tefojUnados enn, erd ^ ri pf ^ 5 • n ” dbS)Com g ra i»dc perPeiç^, amitV ifianifolv n0taV ® fc " t,nientó Ç > pérfoiçamicornemer Deosrôçbde* ^ a 't v,ow ®deto dós ho fentida) nenhúa outra ^ maiç «* ^ i 3 3 ^ terra, ncnhúcutToter içu P®** que P* .. tu , d ? Q 9“® ^ CI « nos nào humais* qiK citi 2 T u ™ ^uaimente^ ^ftájnms. , c fidmentoio d^aLlnctia ? u Whi - ,^ 0 ^P^ c cq°c:duvidoíaío»'cremos; Mwtntv Uoiko 'M/tcr uVl .«síiiitíl ob«u ; © ■ : : A A Mas
rfal. 10 J Pfal. x. 1 » Cbronica. j. p a Sermaõ ^ Mas para que quer, fieis, a Igreja Catholica j que nos CÇPÍfQ mos feitos , & desfeitos di terra, desfeitos em pò , & cr» & 1 Semduv.d» confqrme à noíla falvaçam, efte deve fer o (eu »Hg to : q içrque nos conheçamos feitos de terra , Memento ^ fulnscs: per.i que a vaidade da vida nos naõ desfaça em ar j TO| quç -nof conheçamos desfeitos em pò, «? ra que o esquecimento da morte nos naõ faça em fogo. Em q ü 3 iS mifios bem fei q ie fomos compôftòs. dds'quatrO ;Blemcntos • ® ' cm quanto fieis ,fe naõ confiderarmos, que fomos terra , farno 5 * 1 . os enganos do mundo todos aereos'; 8c de Yiôs naõ conhecef^ desfeitos em pò > abrazamos-hao fogò dõdhferno, como d 3 nado^r pois lembremotios todos do que fomos, fe naõquei^^ vir todos a fer o que ouvimos, nem nodnferno abrazados nem j 1 . . mundo aereos: Memento Hmo , flama combuf itpeccatores, d is D*VL* mp'j tanqatm ptlvis quem projicit rentus dfxcfeuiY*. , fj jA Neíledia, Chnfiaõs, os ddcütíoipera>a : í aív»çáo mais fatios, faõ os mementos propios ; os ouvintes fe haô depr c ê a , hoje a fi rnefmos, fazendo à vifta de íuas cinzas, grandes fer de doutrina a fuas confciencias. Chamadt*nofib Padrcl Saõ ciíco em dia femélban t e pera pregar a^cinzaôem;jSaatat * A fíl /< r- * 1 .wL« . <•» rln *% Z' /\ m m a*.. T 1 U® Aífis', junb toda a communidade , eraõ grandes» ds-dezejQ* ouvir hum SpiritoSeraphiço, hum PregadorlEvaniielico Pr/»rro(»i' n ! Ho fleo . flllí rrwrn ._:i . ■ < r hui» Pregoei o!do Ceo, que animava com raros racemplõTdeWJ.Í’ os bradrs com que todos chamava à penitencia . Notai o-»^ com na nu * ■ • r » .. ,-- u faaiaÉf) ibhèdkt&ft* Igre a femdizernuts palavra - ficou o auditorio todo íiiípei^. 1 & raí ^ s memencos.das cinzas, que tmhaõdimtedos julgarao arefaluçao da íantq por. divina, porjfer^cftadúf^^JÍamaispropia. <Nao percamosefiadifpofíção j ja qiic^amim ^v/ ; la òfpinto pera podee feguir eftc eíjiio, í.nljníj Ij/úon i , Memento tíomo, !Náo.fei realiwcntc fi<jpe heatnaybíiííid^ i, «o noífo difeuifo, fenão hutn ignqrar manifefto ) náo fei fC ^ ? cntc com que eftilo explique cite memento, pera perfuadir* 1 * aos, oí.q Ue me ouvem:, ..que da Mageftadc mais Suarem*,- criatura maií ínfima,exceptaialmáracionrfyttpdo^ite tem: ~ e Pi i tudo heciuza. Nome&iaeftiiodalgtejaiiílà a p^y
-^ wa^orperpíexidade d í zerncs a fgfejabçtr*ffcttim pòy^Memcwo imw <]utapulvis es , he falar corâaiôfc Vos *«T<J|fcííftôs -'nu® nos^aVçrnos de tonv e r fer etwpò he teisrttmv^cíeacomo mor-tb^ • m & v e ^& foiíp c cm defu'n^'j\<5ut rt* dbeíalaar tftrç o a ittôjtos poí 1 ínemenK)i..'5 Semí> metiftjtóertfidccâjitewf Ca me nâa livro do cea^barsçcoi' cquera Jg&^a mcenra^e/k’ «(&]£- d^íaiar -He-l«isibrambs'a«orter, ;&r s v r tíffra^mdn&ièky gníj ci?eorrewjos pel^citlpa} a vi^a, «qué rçluíçiíamò^^íbpçnimirk s po_ rcift p oeu ooijfjdfíio os b om eris vi vofcp , c ofe os: t ngaitt^ èam ü fti o, acho-os divertidos; 6c os divertidos cotn *ííiDundjOíp‘náo f d'l|iVemô^itnenrõsbeíW^SeosTan^^ r ti ,S ;^ omo í«,ha dsieaiendari quem por mono *ftà iqcapas de j ni - iuo heo.que ÍJÒto, ver cs niortcs pòrfeus pèícados lenVlènlímeotb db fMas l c olpas|j& : v eros wos'^ feu^divertimrntos efcuè^. tówaHvf* defuas^tóas. Poçme livrar defte^enlèotfegurreiô . ®^'°-d«ües e xtre m os y .pera q^nrad osmowosy&QBe oti^õ osí Víver K Tata0 ^ kfcr^ombfeníferttios ;n ect ífrrado s ,réc d t ar lheh é fph r a vic b f ? *&báo morrejrmalibm.asídoDfiiiwrs ôs‘fc medio*} naõtejn " u ^ .egerara íalwaçaôj quem não pmeftara necxetfidade. ; :. x _ ; toemenmMwo.jnU ptilvtúsv íiPat^^phr^d^oíltasíiCOftfciferíi l(^ r erefti;:mehiémo } f ejs efteio . priroai po;'a mè. 'Pâíà peemos at °dtó os a n nc>s d > I t E$uoccdcs^osrKÜJS^íodOS’tye ffiato i» tirí^ r,el i C,a ^ cwrçnd ? hlí5ç ^ a õ pèl!r%Kta\> b t^e^er *mfe mos he terra i como podcmo^ duvidar ,'qtie ha cinza, ^èíecfcfr lob Dicslazer>o Sanas¬ te hus * el k a, a ’ t e bpj-a rfjegKfMtmznM^Sl m r d e sfôge* lob. !r a ^ ? OT ^ t ^ í * ewreftlít - v ' e,re:;tba ® rTcia »- , i s ò?v-«iciawi^ao^tAuê tórn*m lob naõ pè., JP l lareS5 & n, dh a r es decorpos morrosy(que aohsmOs íe* «ooi, tr**® 0 * ipet»^B*òs íwJdelltógrao rôWnWti* ' pejLl-J }ntc ,® menittnttirí O^u^íé^ófràYipfsflaõt .fieis$>fk f*a qu^L s dadfgfceja. Sabeis pofque n amdeiç a r* trr íe pefi f , *ò terra »o ' ■ ,na ° P 0 ^ 6 10 ^^^ de YCf j he, porqne iermos pò ,«6i ^fíàfrn^ lv ° 5> *owímorros ãmporta ?'^touco >; conhecermok^ com &eos ^Cetnoivfíra rfnd d : eái*noíft$r$c ço^ü s *> ^ iftéf-ihc Vàí a 5 H 1 lt °) & a nòs mais 5 a nòs impoitanosia^J^ç-stt) v»> Dcfci aBgmcn-^
Geaef, 6, 4 Sermão augmentos grandes accidencaes de fu a gloria : porque fazernq* Deos po.r fná.maõ, redimimos com feuíanlguc,:& vemos par.fd-. ta de conhecimento perder por nofTa culpa , ate ao:»mefmp 0^ dà grande pena. fcenttet mr. fotjfe hmmvb quando t)e«s iVÍP 0 homem peliactilpa perdido* por.ferieitura fua, pç*oulhe de fuapetdijçam* viaino homem pellos peccados a íalvaçam arrife cada y chegoulhe o fcntimento ao Coraçam da íua perda: Taãus flr iare cordis intrinfecut ^dclcto , snqutt , hminem quem cr em afacte t(V 6 * Rois conheÇaraonos peüo qqe íbmos, ja x *que por nos nam conh* r ' cermos,nqs|jetdemo^iOJ o’, v A y>.i::b : .. Lafticnado Dayid âe ver peHo: peccado dfc Adaní arruinado mundo, pêrsfdefcrevQrüelmeace tamfat<d ruína, furamariamenwj pfal. 4 8. acapictiíou em húa fó palavra: Momo, cum wbonoreeffet , nonimcH 1 * xit; jcriou Deos o homem pera MonafiOha do mundo, dis DaV^ ^iqumdodewia êibtíit^oijio agerde.çido prlocedeo ingrato & aíQ tftdííc^ço; obttout como qúem nata ffpfendiai y vm intjett todas Jabemofc que. dos procedimentos ide Adam rdultou a do/nundo, masque íoiiíilo, que Adam namentendeu >. & j cauza por onde ornando íaaM.uinoa ? Foà, dizem íetenca, & du^ XeíUmanhas*toda5 com «ttes, nam conhece^ Adam* qu« «r* í eí ' «jrflio querer ^ivêrtjnqíie.traipò g > naõ <eooíiderar brmiquC çinzíH?&Mk-difeat:mfnèn&.i.&^ Gümdn bM* ■ ejftlvm titelíexk, qmdfJfctpiÍPis:, Pois fe càõ grandtôsftr ago pro cS ] dekda feita di bd axernenco própria, repUanos a Igreja os men^jj: pe^at^ofeat-dhjr nl'peràgosjo.bcigueíios omites vtízesa^qq^ <| .t M $09&rçró«i fteílWqwe «4 najvldaiitodas i vemos .m 0 » f i j subfondareaí > fâ - 9 soque stàs Jembre toos< cofqo^Qntens, .01 M cdMígu^^^apUa*. o, colorado ná*s>,tíbf^ dltewíosvcomo entendidos *,oI^T4utar{?eoferoôfltos como di»^ Ws*comanoí-dts , logo quepomio ©s penfemcncas.na terras 1* ^^«í^iáohai^oswiaoirosip^nniroeotoíijremftp^tfemônfos^ iqyAfíídímífaôo^a^isaiiítrfctosf iSapmi^àmmfbuu^Afmy h«> a V^) mq e^fíartríôenasYenôradõviqtií antigo* ; troai h<,aqa« domina como!juizo as cíUcJtos: quem dominaas UscóoieMttizo tras os pelamentos ao Gso* ôtDeos obrigat^^í ^qiwiponíjimtjsos p^amfnrosttanTerraa matn t «B nqppWÃ} fcjaõ)ic»(perilamentbs r $ opi :áa« •. i: r . a 26.1» & $ Spt.tbi.
da Cwça. $ ~ s * R«v<c e8 ^ n<3e i O M yfltctío defte avizo > ;cn t e n d aõno ..fieimeo te o.$ / ; oc reálraente emendamolo tòdos. Para ftrecn os j>ç.nfar . m ntos jantados, b:fta 9 vquaíubaô às eftreHas; mas* para iem penUmentos «almente peifeiíos, & tídmei»re;rcaes 3 depois fl b % âS CftreI,aS * faa5 de dcf€€r à Un »> c on ^ Deosrqu.1. , Por íamos, cc entendidos faõ no mundo venerados os Sántòs Revs alumiado* p°r htiã cftrella, deixadas fuas patrias, & reinados/vieDecUr a Bethlem ac,an > ar > & feçonhccerofiSbode D e o s. os R?v?íl 0 teX r t0 ^ uaes fora5 05 ■ ' p cníamentospera actéditar \ \ Utms P* llm e J us » dj f mdles > &fmitkmes Matb. 2. blicanf^r, Í Í W ” , ^ d Í s > Sao Msthcos: Nou* oMytterio. Pu- * uenram.^ Vlfa5 aeí * reBa de*Deos, nioíharaõ que levantàraõ os STSSrr** ““ P r0 ‘ trari0S na ' a P a d eBethlem aos r.fc osn.» KO>t , Vertl()t q“ e F uzcra “ 05 pençatnemos t>a tetra: tamenS 8 !? r t 0S e?antado!Íàs efttell3S > fota6 pençamentos polirá fetem lfCrM “ ! »* s abatid<K 05 **»S““mos à terra, fobre Perfeit!, f iÇameDt ?‘ Rea “ > P or humildes, foraõ pençatnentas kmúhZL* tum , á is a interlineal, sigmtm Glojf. lncftreli < * ?W * f me t** ’ iu m ,lre "^ nAt ' quanto levantàíaó fó à» tal. men l? ^P^S^^tos, eraõíó Reatsy matnaõeram penca. nh e cim!nw /^ a S eftre as “ & poftos na terra do proprio copetCr^ ‘ e n d .° P e n Ç ame ntos terrenos , foraõ Reaes, foraõ e ft^ n^ n^ 0 r fi?S / e r Ç a D e m 0 Í ; COm ? Í ui *> dominando as «enaf ™ lr P ^ r a ° de <« Rfy» «^mOndo: abatido o juiaoá ffimZ ? f ervos d ®D«or,&chegaraóa f« Reys doCeos. ürwr- * d ' 3 a interlineal. Se «tf ^ Cin * a °oW t ^i an J r n n Cm0S , 9 hrií,il5s > , B Íe 1505 pareça que Tendo a Porq tK tl ’"°* t ^ penUmentos, he dtfcredito do noffp juiao: fomente o!k l dade evanta 0 P^hiBientti-dobre.as tfttelbs quero ltíd «Movf» aC j " fideMI ,S fu “ <ÍB2 “- «andava Deos na ^WanÍTc’ ^ d íta W,quefe lhe offeie ceifem noholocauf. * ln *»n Cerc otc ss P c nnas no lunar, onde Te relervavaõas ju 9#» SKtHlcsfrtpe lútÂtt /tdmnrdtmpIjgjK mie- *• ™ J Êho,f e 'filetiti Pellas pennat, dis SaôCíegorio '"rendem os pen^amentos leTamadosao Ceo t Quid ft r st. Greg. penriAS ifcch.i.
Rmd, 4 * -ul G/s/, cri iit. .3 é Semcú 1 péwiis nijí volatasexprimitar; Pella Ave, que-fe oíFerecía no holocaufloas almis, quefeTacrincaó a Deos : voltarem as aves a cabeç 3 fobre o pefcoííb Retorto ad Colluni Capite, fòt eníinarnos Deoi, qüC para ferenrper feitos noflbs holóCauÔos , confiderando o que l& moí , avemosde «olear fobreiuòs com .os.pençamentos5;, 5 iip?r 3 fahirem noílasalmas Phenis renovadas,' as conhdcraçoens do G# haô dc Te unir com as noüas cinzas, & ficarão levantadas fobre eftrellas. Qwdper pennas ntfi volatus txprwútur 3 plumas projiciet Saífl', dos i» Uio> M quocttteresojfunditfblent. "> v c o m >syj -n v Paca^filcíàlvenio^ Kpysabatçndo os penfamentot à tetW apliquem o jufzo a cíle exemplo, portbaõòs olhbs com atonfid^ raçaõ nefte-exemplar. De todas as Mageffodes CathoIicas(& ainda de muitas ^ que o nam faõ) he fabida a ruína, que teve N** buchodoaofor porambicioío \ tirouihe Deos o ftynado por ceP; tô csrapoy.convetrto de ír.-ciònalbn ■ - bruto , ( x jue eíkagos n 3<? çaufcra axambiçaõ! qiier.djmnas naõ motivará a vaidade ! ) .are qu* fstisfazendo com a penitencia os exceílbsdafua culpa, o hioDeos a feu eft ido, tornando a go vernat-o Teu império. Ora no* tem os Reys .bem. as pala vias , quéudiííivcBê Rey: Jgitur pojl fn$ diewntegiXabúMonòfirocitftoWço?Uymy No fim dos.dí^ de: nyriba penitencia ,pc( 3 lpoi$ qfiè F D«os pòs t-rmo»aós annoí ^ meo degredo , íó encaô levíntai os olhos ào Ceo. Wyfteriofo zer!; que nas queriíya Nabuchodónofor dizer'niíío/ Se me n^ engano para nos darefta doutrina, falou Nabuchodonofor ? oí crnifsq í w n tíiai i c tigia»\> dizer’ôfte Rey depois dkpenicente r <T (o encam Jov&ntoufos olhos àoCeoj fordetnobílrarnov cocnevic^ ctô quj tddososireteannosd vpanitertciimuncaòs Itvancou dat^ ra. Ordinariamente, 4 C hciftaõs ,: ; o j penfamentos íegiiem osoltyj & os olhos levaõíempre atras de fí os pençamencos: cuidamo 5 Kt qtiè vemos* &.no quedemos h* q queTetnpre mais cuidamos?*^ p disjra glolHí expbcandbieíèd Ipvantardoiolhòs: Ocuios meosd^ itvnJmfX^dklos oicntif\ K & arpwti j fttrtprc; ; os cuidados, dira180 J jj gveru aí aplicaçoeíh .da^vitta. .Nabuçho'donofor ; p .e<fcador cuioibas fco.ircomos pensamentos na vaidade do Mnodo: ' cli pdouoíox pjmtfince.traziq os olhos na terra, confidcrando . ^ terreno » &ííW.ajii’biftio^^ guando («ítòpliderpq co^imçaeo, w» of fvppnvm qs f&*i p
ítóGírçl f, ^euliie aainbi^aõ. rootoVos aó feu darnnoy coto sA confidèfaçocns p quç cta concilioulhe a penitencia oíeu repaio; íó depois de pe-; lc «nte.dKíe» qtieJe conhecia, ígo Kahuccdawfar * pateta dis Hugo Uugx. il\. ara, quad de fe Joquatur, porque no.terppo que vivcc* coem yáidade, todos deu a entender, que le ignora va: Para xá ar graças a Drostea \\j wh Vi antou os °lh 05 ao Geb pelJoconhecimento-queJi^dea. de-íi me{- .- . 4 -, t \ m ° *2 nd ° os penfamcntoícna terra h i rofi finm<dÍ£tm m<nUí}i mios, Icvavtt& Alttfwno bentdtxi. Imitem cJhtcfoiuçám os pettendem lograr efta felicidade. Ãa (r 1 *** 0 H°m° . Governada a Igreja Catholica pello Spirito San- ^ > 1 corno nos poem a cinza na cabeça, com o memento que nos em * C °*J V oca ° }uizo,.& a memoriaj todo o Í4U intento he, para Maj endartnos n °flas Faltas, que conheçamos bem as.nofias cinzasj avia de convocar os olhos, & nãoojuizo: Mayar tnand°? am ° S as evidencias queàs inrelecçcens j porque nos nam. ein 3 a brir °s olhos, &fe contenta com que conheçamos as t j 2as Cot p a razaõ? Memento Homo j Direi o que entendo mftj n\aa * Naõ (é iiaa Igreja de noíTosolhos, confia mais do noífo juizo; P or( }ue o mundo ocultanos as cinzas para nos enganar: o juÍ2o defooren°sa cinza pera nos conhecer: & pera ceflàrem os enganos. ««Mc (cobre oju.zo, que os olhos. ,, . , . •'Klolnçaô dc.muitos fabida ( O quanto importa fer hoje de tna í bím c , oníiderída ! ) que na Regiaõde Gomorra, & SodoCad ®P 0,S 9 a < p*€Ufcfatal jnccndio, duepor feas cícandalofos pecVor? S e » ^ C OS a bus habitadores > florecetn^na primavera as artUo? S * ^ rc vcftindo(e dc folhar, cftaõ offerecendo aos olhos ferbelc> S ’ & «PMÍvdafniiw, affeiçoados os que os vem de fua <*os dl‘ chc & âOÍIcàs arvores para os colher por fua maõ, colhinas PaJm r V j r eS ^ehafie-a -vifLa enganada , por.quepoftosCredito «sr** tu ^° 0 S u e neM.es ifc acha, hejcinza $ demos Autor çj^n ew y ^P. 0,rece ^ n ^ o bem efta doutrina, pois elle he a ? 9 »J4 cerritJ, ** açao : <Ü*tadbuc incêndio terra , & ft que, illic «rbmm - n*oculütcnus y rceterum contaftecincreftunt. Sem tiramos * «eSJvn cinzas ’ va,üobl cr P a ^ n do pello mundo com a coní Crra V1 *?^ e 116 0 ® nmndocíHma » f &.veoer.a ¥ i f cn á o ■ ‘ Nasappaxeflcias d^ .vifta acha, ,o»mundo, gr^do " 1 > ° que 0 * 5 ®*P e x i cnc > a s < Ia Fazaô, tudo o que o nHindo dà* he cinVem tudo he engano: «qcõojujzodemoníbáo B as cxpcri-
i jç ' ‘ j SairiaS nha à cabeça quex>spès, porque dànos pb, & naõ na cabeça! > Ení huá palavra fuitanciai digo tudo. Aterra, dc que confiamos, & em que nos avemos de rcYoiver,» de tudo, o que no mundo ha dc • çilinwçamy heafiiftancia j osaumeotos das foi tunas, faõaccidsfl' tes; a eífencia dos accidentes he o poderdnfeapartar, fenyfe perdef C om.Pbila ^ u ^ anc,a * Pcjfunt *bejje, & adâfe fine fubieãi corruptmc , dizem ° s Philofophos. A propriedade,oúeirenciada fullanciaj heo perro 3 ' necer&exiílir: baila logo, que a pedra faça o tiro à terra, & natf as fortunas j porque viílo , que fó a futlancia f ica, conhecerão to* dos, dis Santo Antonio, que íó ? a terra tém exiflencia* & qtis tO' da agloria j 8c fortuna do mundo fe acaba : Mundana glorta eft fopltff' St.Ant. m tica-j habctàmn appmntiim, &non exiHentiam: Com muita raziõ no { quod Sem. manda Ls>goa igreja pòr por obje<3tode noriaá coníideraçoens as ciO de Caco. zas, que fomos na vida, Sc avemos de fer na morte- & nam as forciP nas,qne não permanecendo namoice, nos enganaõ na vida: M0* dam gloria ejhfophiíhca, Memento timo,&c. . o >‘ i i £t in pulvaem revntèm ; Temos .chegado à ulfima clauíuia do Hiernentov lNaõ ié nos aVifa hoje Deos pdlzJgrejáCatholica, qV e fomos nas íàayores pompas da vidarodos, terra : Memento Uomo, (pó* fUltostfy Mas declaranosj que fomoTambem terra nas: riíoluçoC , ,í damorte; Etinpulveremreverteris. E ntrgor da Pmlofopbia nat-tf* 1 parece fuperflua eíla repitiç3nr,do ifue Jjmos na.morte. Oço&' poftoi,'osactefaáboa, &30fsmiílos ttatutalmeme ferèfaivemito^ 5 ' no qittíaõ , fera qufcoatontradiga a razunpq demoTifka a exp5 f ‘* cnriajtj.shomensjqud unidos faaemhurb^xercira,desfeito o cX^' cito ficaS homens feparados ^ a alma, & ot corpo, &C a união», ^ compoemo homem perdic|aa uaiaõ, fita ocorpryôc a almad^ 1 ' didos ; .Baftavà logoq dizcro$s>De©s y. o que fornos na vida iP cí r entendermos que ilfomolmo Sqardaiosiia morce.il Naõ era ,ncC^' fario dizemos, qiieifo m o s terra deptoisirie mortos : porque pofO ^ entendermos'afii, b'aíta íabsnnos todos-, que tlão fomos majs *? 1 ^ terra quando vivos ?*0 entendamos bem a Deos , que he riofoofeadizeri! difnos Deos que fomos cerra vivos, & ferefl 1 tom mortos V f3Mqucicj*cend3movque,4S Ímpccfeiçoçns dc & reooj,- fçoTwAfciõezrfçndumos, .nos dlsixaràç namiofte arraia ^ 0 ,, ' r . * v '. , ' Í M R *J V ^* •’» oi i > . u;»,tnoj . i 0 latvrouiOeosofemfwiwdoifativeiroyie Pharao, caminha^ ja para a tetra de protndFió, tornou-o o tiLcyÁ píríTegliir, doo c °
da Gn^ã. 15 *»«***m grande exercito, para o desbaratar: Reílftio Deos j° ‘t ,n açaõtaô maligna ;&íemefcapar,hum íó Egipcio com vi3 a ‘ Ogando no mar vermelho a todos, para lua condenaçaõ, lhe o a morte*. Operuit aqua tribulantes eos, dis David, unus txasmnre - p/^/, jo ç , «ufa-. Levanta Moyfes as maõs a Deos; & dando!he as graças pela vitoria, disaífi: Extendtjli tnanum tuatn, & âevoravit eos terra , Lu- , Vantaltesrcnhora maõ contra os Epipcios;&guando intentávaõa ExC ' 1 1 * a ° ç ^ tIrari i 0 sa vida, cftendeftes contra elle amáo, & tiagoucs «lue *‘ ccn $ a P ara ^ a * a r ne ^ a exten ç ão da mão de Deos; por p ort e ^°y^ es P or ella lhe deu as graças, os que nos prezamos de der r^ 2 65 > r a z aõ he, que lhas demos também. Pharaó, por poflh °» avançou o braço para deftruir o povo de Deo, Deos em pedoem defender oTeu povo , eftendeo a maõ para reprimira qu C j Cia ‘ ^ ouc o importa , que o mayor poder levante o braço, tend °°P°^ e r d e Deos cftende a maõ, a primeira ves, que aela r e ° n O Egipto, foi pera livraro íeu povo; em Portugal eftendeo Q ves pera defender o feu Reyno, empenhado em deftruir tQ ^inimig* Dizemnos por aqui, que conduíem contra Portugal ° ô flandes; que fe efpçraõ de Alemanha grandes locorros; & que Q a a ' a I ll ^ °P cm P re fidi°s Iralia,íedefp o v ° 2, contra os Portuguezes, ç on \ 3 * ^ ,evantetnos as ni á o ? a Deos, & demoslhe os Portuguezes ao? 1 M ° y í c . sas g ra Ç as >pois c m ter a mão eftendida, pronofticando "Vito^ 11 ^ 31 ^* 05 ^ uas ru * n a s » ni oftra, 9 U C correm por fua maõ as nolías q Uç í las > Zxtendilü manum tudm, & devorava eos terra. Naõ duvido, t Cr rouitos-fe esforcem os côtrarios a parecer leoens noarreme %?!, eXpttóeDtandoori S orJíffiâodeDeo! ’ k algom eícapar ço eft Vlda * f icarà ovelila P a r a ,a nao wrnar; como a proximos lhe fa- ^ c ^ í P arce de Deos lhe dou efte memento: Lembremterra do cano r c«m amáo de Deos feito o íeu furni- <y«nd ^* xtewi ifo wmmi tuatn,&dtvoravu eos terra, & no Guadiana *nar Vera ?. 0 s "O®* ™ * jordaô,) à eufta do íeu íangue he o feu : OmttU a nua .triLidítitct rtn. tnuit »v »it vnn rSMiãfífft' kttios h : °P nm «qua tribulantes eos, unus ex eis nonremanfu: 3 ? ° s Portuguezes grande mercc quem der conta aosH.f- £0 S de f te memento. ^Oi r ^ m o s a 6 ora 0 Myfterio, com que falou Moy fes. O t eftender a maõ lontra r roxo afogados. Hc exprefla vfiK; r O w THViau j ° S %^ci! CSCIn ^ V or dófcu pÒVO* * oi ’: 105 > & dcixalos no mcyo do mar C
1 6 Strmão preífa eíh verdade no Texto: Fugientibus Egyptijs > occurmunt aqM Fxod, 14. &tnvAvucos Dqmnuiin mcdqi fluãibus . (Bem Ce podem lembrar os Hifpanhpes > que lempre nas fuas fugidas, ou afogãdos no rio» ° ü mortos na rerrativèrão asfuas perdas,) pois ,fe o mar afogou aoS E^ipcios, como d is Moyfes,que os tragou a todos a terra , & d*~ vouvit tos terra ? Advertioa gloflfa interlineal o myílerio; & paW rtr til nos falvarmos todos, he hum qota vela vifo: Devoraviteos terra à is* Gloj.mi. e ji íetYem voluptas, &morsadmifsêfcelcris , não falava UoV fes da terra material do Egipto: falava dos apetites terrcnosj &p^ ■ rá moftrar que deites procedera a ruína, diíle, que os tragara a terrtf devoravit eos terra: asdefordens da vidafaõas quccaufaõ as ruina* na morte, Para evitarmos eífa desgraça, que caufaõ os goftos da vi<fo íirvanos hum notável fymbolo de efpelho. Entre os fymbolos 0* Academia Altorfina, he efte mui celebrado, Pintavalfe hum» CerèaroJeada de oflfos de finados , provocando a hum manccbty que aflféiçoado de íüa belefa foíTe para fua companhia j não fe dei' xou o mancebo enganar dos olhos, pera fe não perder , valeoíp da razaõ j & com huã difereta repofta evitou huãtam infalível rui' na: Hxcme vejliguterrent. Como quereis, diíle o mancebo à belf' Ix Ltb. 23j q Ue v j a # conio quereis, que caminhe por cftes paíTos,, le v®r S Ji Ac * no fim delles tantas perdiçoens, como faõ os oílos dos defunto^ de. Altorf. ven j 0 tan tos por voffb refpeito perdidos 9 . nem me conyero fiai* 3 ® fij. T om. i dosolhos, nem caminhar por eftes paflfos 5 para evitar humaf aII J notável ruina bafta ver o fim, em que vem andar os godos da te & fazendo pè atras para os não feguir, refolveoílê 0 mancebo cotfj? difereto, por fe não perder: htt me vetttgia terrent . Que íaõ os tos da vida, dis Santo Agoftinho, fe não logrados huma infeh c * j dade grande, appeticidos, huã defgraça mayor: pois porb^ 0 1 delicia rranficoria, motivãoa todos, que os pretendem huã c° n ' St ê n denaçaõ eterna: Infeltx emm voíuptxs , tnfeliáor cupiditas > qmper sêr*« 'V fi torum dulcedinem pupxratu fempiumxm amútudwem . Goníid*^ Ttmp. mos bem, que fe vivermos como terrenos entregues às dtlíciaj mundo, fem reparar em ofFeníàs de Deos , a terra nos ha de d» T uin3, na morte fe ha de experimentar íem nenhum remedio» c l dtfgraça: B tu pulverem reverter is. ■ Concluamos com cftaconfideraçaõ eftemememo*; Para tfP^ racmoi o» damnos, que referimos, para nos livrarmos dos pcfig^
da Cm^a. ij ' b-$~ ^ oe t a P° nt an)05,.cntrcn°s o memento da cinza pella interior da ai-* ^j a * Aflitn opedeotempOjScarafaõ . Naõíe comenta Dcosnefte dcl| COni ? orm ? s a dnza no exterior da cabeça, mandanos lembrar a j a Z 10 i n ccr ior da alma, Memento Homo j Huma das potências da Se vi* 51 ^ Crn ° r,a 3 Saibamos o pera que, que nos importa muito. advertimos bem notempor, emqueeltamos,omeímo tempo dà a c* C l ara ° ^ U C ^ e0S e *P era n ° s: aífim -tomo fe nos DeÔ, C,íl 2 a,ícnoSencomen d a a penitenciar Filia populi wei, d is & «r rHÍCtemias » í a,andoahuá a ^ raa ) aciugeveáltciOy licio ^ er ^ ere : c ^ tere • o dia que puzeres a cinza na cabeça tomaoci* lidad a "? 0 r ^ Ca Ç a õ > porque confideraçoeqs dacinza, fem penaxãoa S f a v ^ a > netn reparáaosdannosásconfciencias., nemdcitenc’ 5 3 ^ a P r °veitadas 3 pois fe na cinza fere preze ma a pentteri í a * encrc o memento delia pella alma, porque náofendo incorrer C3Cter * o r na ^ cra a P c n i t encia vetdsdeira^ ha 5 de conCont r ? 8 5 ,[>0ít *^ ca Ç ocns docorpocom os fentimentos da alma j a ta po ^ a ° Esculpas com o exercício das virtudes: porque imporp c ^ ^ c ° parecer o exterior reformado, femeftar ointeriorarre- ^ ^ Cí e v e Hieremias os defeitos dos peccadores efeandalefos; . ? w i<*l/ Ü a . ma y or eonfuíaõ abomina a fua penitencia : C onfufi funt y ^ erem '^* *hQ^° mmatm!m f e£eTmt : quin potius confufme non funt confufi, As fu n ( jj l . na ǰens das c Mlp as d cftes peccadores, dis o Propbcta,os conA' ífvrfjHfM VA» m/u ) ivuuuo iam ^titT t0rÍ0Sj ^ contradição tão oppofta, que naô ha razaõ que a com a a ' fecompadeíTem , dis Hugo Cardeal, eftes extremos Hfci^jytenci 8 ^ por iííb o Propheta os arguia: Sc taes penitendefç^^ftes abominava $ no t jeterior tudo eraô confufoens de CcíhfqmJ? c ^°S porem no irttetior* riem fe arrependiaõ, nem íe *tgu)a *oai feuserros: & para que enimendaflem efta falta* os *}tctis conf O S ^ e ^ a culpa: Debet emm } dis o eminente Padre, YereptHug.C.ih a . í wterm > & exterius: ut operiatur ficut diploide confufme 0 $ fenrirtiemosjunindo a contrição *j ti *<&* ^ 3 í‘pdniwwcitódatida*lerà a penicentia fingida:: poi> ^ k P^^rao imetoóT, ha penitencia verdade:ra : prin)eino ^tosocoraçaõ Contrito, & arrependido, doquet>s hoC 2 mens
tféd.iQi. IjrÀnghs St. Aug.in GVtd. Web .»/;. 18 Semao mens vejaõ o exterior mortificado : ■ por iílb a Igrejupxrnierio nof fcfs a memento à alma, que nos ponha a cinzana cabeça: porqu 5 clh he a penitencia verdadeira , arrependería de luas culpas * alnia, monificarfccom pennalidades a vida: Memento bomo qui* pulvis es. A hum documento taõ fiel naõ nos falte hum exemplo Re 3 ' ; Eícanibfizado David dè íc feus mefmos defeitos, para, doutrinad¬ os peccadores, quiscomíeu exemplo encaminhar os penitente# Eíhndoem leu palacio comendo, todos os que lhe aíliíliaõ à menza, viáoyque com o fuílento, que toma va, comia cinza, & que ca* hiodolhe, por muitas, as lagrimas no copo, que tinha na máo> era® a fua bebidaj & vendo iílo, todos viaõquaí era a fua penitencia; Ci¬ nerem unqum pjtnem manduubam, dis o mefmo Rey, & potum metítH cum fletii wifccbAm, explica Lyra, Cineres erant admixtA cum pctncjacbr)' tna cadebant in cipbo: Pois naõ bailava chorar David à villa de todo* fendo Reynaõ bailava comer, tendo cinza diante dos olhos, paf 3 que os que fe tinhaoefcandalifadode fuas culpas, feedificaílenrd* publica penitencia, que fazia por ellas ? para que come hum R e / taõ poderofo diante de feus Valfalos cinza, & bebe lagrimas; Cint' rem tanquam pancmmanducabam y & potum rneum cum fleiu mifcebam? OV çanios o Spirito dc Sandio Agoílinho, que elie nos dà clarament® a razaõj per cinerem >& fleturn, dis o San&o, p Anuentes nacin2a,& nas lagrimas fe conhecem os penitentes: pois beba D** vid lagrimas, & Coma cinzas, porque ló entranhando erofiascin^ zas, & mais as lagrimas, veraõ todos, que he interioc ofeu fen^" mento, & queencorporandoo no coraçaõ, & radicandoo na a he David penitente verdadeiro; pouco importara para David íãtisfazer a D.*os, ver acinza diante de l?,& chorar à yilla de todos tnUf* tas lagrimas,fe o coraçaõ não eíliveilejde ter oíFendidoa JDeos/nU* - to laílimadoroda a proveitaraa David veremno.os homens no*** terior muito feotido, Eílc.fentir de David, foi o .fcitrrodoi ver<| 3 * deiros penitentes, & fielmemeaílim devem fentír os Rey$ grand* peccadoresjvendoDeos, quefaõ eftes feus fentimentos, fobre perdoar fuas culpas, eílimalosha por penitentes verdadeiros. ,* Quantos faõ no mundo os peccados, porque fe naôtntranp*^ o» fentimentos das culpas no coraÇaô. La lamentaya Micharaí^* dcfgraçajfentindq ver o que os pcccadows Lziaô na yida. puíveremfuHt Serpentes; Xocaõ os peccadores, dis o Própheta, o Pj
chiy£m^à. *9 Ôca cinb cá.mtííígb^ábnas peroa rièaAtgaõ^nefq aáe«if£’iap í3Ta baixo vcomo feifeja QavitLiPoHiilò íxca ó tí in e I ha itfe&iloM/ ad&Ku go ^rdeal, Serpentes venenofas corodetudas parax»inrimiaoftm ihc a P r oveitarern;js penitencias no mundo: Si ütmaftvimkrGnt afpicientes fcduatcm , dmnoftotemyCr fequcmem j>cudt{Mt&>tUiic{entiier.t, jPM m ás éi:fpj wer g t r j e (p4un fum in repra&umfenfttmj .Gtarrçboutóiqcro a íngoa tocaô.o^pò * faõ» o$ peccndores que yefrdo^^uá rodoi no ^undobetbrra, conl:e{IaÕ Gotpa.b6l:aiqtipcrambcfli'cU!esi y & ; íuas ^rtunasíjQ c j n z a . maS C omo paraõia.qaiicomo.difciríjoVfonio i °l tr3 S a ô a einza: com a cónfídeiaçaõ, c bmo a ná kyaõ v à° interior Ih a f m - , n ctl1 vem a torpeza de fcus vieios,, nem os da timos, que def ,ara0 ^ CUs Pecados, nem os tormentos que íè fegmraô, a íeu$ , . e ,t0s : n ad^lhedefcontenta em fí, náo procuiiaõ;defazcr<Yerda- •J , r a P en > t encia f c & defta faltalhe rcfolta a co.ndenaçaõ tterna: 8i jja^x.ibh St Ch ! ,,0 ^erenty bene fenúrent, ftd tUttÇunt in nprobum fenfum : Fieis, * ítios ri ^ aos > não nos fique a cinza na cabeça, náo nos contenteia n C0111 3 pòr na lingoa, entranhemoia.com no/co, r eponhamo0 foraçáo para que motive por nefias cuIpasfièiitíoicAtos .vem. ' j^ c Clr °s a noífas almas; náo fiquemos gínpentes vcncnotespaftio c o CÍJl0,1 ' o : Daíifumnreprobum ftnfuft), Sejamos pofarrepènditocnr hrYu^ 0 ^avid ovelhas,pacificas para Debs : [intan fouttPi* qu <ç suo >( 1 u * re favi.m mm, qm mnddta tua nonfm oblitus. WmntQ Ho* pf á / u8 ?£* p xlPise,;, .. . . , b loTloóíob ' ^«de Cnh ° í,íc rtbsrfnwncnt 03 fi* 3 ncfJHoinzas a|irovaS!»£dòIid*- tos » .mandandbàospbatw^ a teria pspcnfáiRcpap|*i^ ara Sl Uc «os náo percamos. iporiámbtciofqs^Se iquer«s t f > que cendQ 11105 0 jnizo antes de aplicai mos oiolhos, paraqpe jccmheparç n c as rea bdades nas cinzas) nos não engane o mundo com as ap- °bti las > & d ofprezandDÍblías0ivindad{^ fitgfaçacnoà elTenciais' *\> . - c in 2 a j ^ Cns oSeno« nâo o>amiaès4«ijhror dasofominas fenáo das ^entos a ^ Uc poímanccentJoTÍèáftetradcíapttreice com fenssug- ^concejj^^na^nçgairdolhc^Uempoaduraçáo, porqueíóater- ^ (( j e r c, nzas c j es 3 permanência^ 7crr*tuiepnntunrum 8*t. Se unis ' Q .^ c iV4HjO iIWilO» V Ml— V. Vtt *11- ^ Í ÇC ° n h cc ° j , Rrc í a nos P o cm 3 C5nza no exterior da cabeça, para Cí ídonos pçccadorcs faibamosfçr penitétes verdadeiros, confor-
5 o Sfinuio eonformatidí^ás prenaIid.ídeVdaA'id 3 i os fen ti mentos da alma. $< eftes (aõoScMyfteriosos avifos dó vbiíó fnebenfò ijiife eítasfaóa* forças do voíio memorial, todos nos damos por avliados para o guardar* proceftanda a obrigaçaõ que temos, para o fazer. Se p ot refoluçaõ nós mandais, que nos lembremos do que íorr.os, para querprocedamôs, como de vemos. , a melmaLey , Senhor,» vos obf*' gaa nos favorecer 5 o mefmo memento vos empenha a nos emp 3 ' rar: pois dándonos vosytneuOeos,oíerque temos: Martus tusD*' mine fçccruntrue y em quanto peccadores labeis de quanto neceflh*' lob. io. mos, pcllo que fomos. Fazei por voílà mizericordia que os aí*' fos, que hoje nos dais, fendo motivos para noíla emmenda, não f fi ' jaõartigos para hoíTa condenação; Affirniares, que vieítes abr*' M*tb. io. zaro mundo, & provocar as almas fieis à batalha-: New venipdí^ lnc. it. tolttere , fedgUdium : igtient verti núttere tn tenarn , foi eníinuarno^ que para nollas almas, abrazadas nos incêndios de voíTò amor Ü' hirem de fuasxinzas Phenis renallidas, importa ferem com a Pife tom i d* penitencia cortadas : GUdiam , & igtiem, fitlifcet chatitatcm, & f*' in ciclop ) d»hum moderno Spiritual. Se tuite Santo tem da *' refma nosapparecemna Igreja Cnholica com os golpes da Cant z. ca ? aõ unida as flores da graça: T/orer appAruerunr in tmx noftr/t , terftr putatiom tdvemt: Como podemos duvidar eftais propicio, vend tf as felicidades defte pronoftico . Fazei, Senhor , que emmcn^' dos noííos defeitos, contritos noflós coiaçoens, reparados os da* 11 ' flós dbifiaíBsconfcienciai , pera confuíió de nbiiós enimigos, r - pcaàenqesy floreçaoem perfeiçosns nodas almasyÔCfe ft«s pr°" TnetdspeiloPropheM Ifãias que commutareis as cinza da mo r . utificaçpõem coroas de glona: Ddo coronm pro cinere , ideftr 1x.di.6t. : '«lisxgloffir èternam Beutitudtnem j ponde os olhos em Glof OrtL eiàbnóH hoã Mageft i4c húmilmence derín 2 a$ coroada, ‘ esboànalr damdolb® no 7 Cemè®*eoro*,difpôodotios mo itodpscom voflàtgro^r, para lograr-: : :q, i« 5 j^ Y •%..,* .**>2,:. .•'i M .-'râailirnefma^Benihvòmuráça. ^ ' ii íii Mil .\i.\ > i . , . S%unt vnhiy&vobis. i • • libiOit t sÍ3a»JÍ:^qTJb|'' ;Q -!e cb ib ; í 3 3rito’J .ííLiií JLa^X^lbibJn .•uq^dsn s bioiieijf 3 on *snn r maoq ?.on cjn >-ijViinjq itü iomfidikl ♦ rtóír^joqto jelno*
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