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Sermam do apostolo S. Pedro na dedicaçam da sua nova igreja

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Sermam do apostolo S. Pedro na dedicaçam da sua nova igreja

Author: Baptista, João, (O.S.A.)
Publisher: Lisboa : na officina de Pascoal da Sylva, 1716
Source: https://idus.us.es/bitstreams/c2d88488-ab13-4d12-9509-3471bde0c4aa/download
SER
M
A
M
DO
APOSTOLO
S.
PEDRO-
HA
dedicaçam
da
sua
no a
ig eja,
P
R
E*
G
A
D
O
PELO
M.
R.
P.
M.
F .
JOAM
BAUTISTA,
Len e
de
Filo o ia,
&
Theologia
na
ua
Cong e¬
gação
dos
Agoílinhos
de calços
,
Examinado
em
Concilio
Synodal
de e
A cebi pado
,CommiiTa-
io
ge al
dos
Miííiona ios
de
ua
Cong egação,
8c
P e i
den e
do
Ho picio
da
Palma.
'Dado
à
ejlampapo
hum
eu
co deal
LIS
B
O
aS”
UaO icina
de
PASCOAL
DA
SYLVA
I op e o
de
Sua
Mage ade.
M.
DCCXVI.
Com
odas
as
licenças
necej a ias.
W
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M
J|
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1
/
1
_
__
__
^
Pâgij
CONSURGTJE,
ET
jEDIFICATE
anBua ium
Domino
Deo>
u
in oduca u
sí ca adc is.
i.
Pa alip.n. .19.
|
OUS
edi ícios
le an ou
Salamaõ,
que
admi-
à aõ
o
mundo.
Nop imey o
edi icou
pa-
l
a
íi
hum
Palacio
:
Dec e i
Salomon
xdi ica.
i.
Paul.z,
epala ium
bi.
No
cgundo
edi icou
pa a
,I>
|
Deos
hum
Tcmp o:^£diJica i
domum
nomi
.
Ib
;
!
ni
Domini
:
&
comple o
hum
,
&
ou o
edi i.
cio
:
Comple i que
Salomon
domum
Domini,
&
ib.7.11.
omnia,
cju c ece a
in
domo ua
:
con ocou
os
mayo es
de
Ií ael;
Tunc
cong ega i
un
omnes
maio es
na u
I ael
:
os
p incipes
das
3.Rcg.
9
.
8
c
T ibus:
Cump incipibusT ib um:os
Le i as
ag ados:
Cumcjue
7
*
*
in enij en
Le i .
os
Sace do es:
Omnes
enim
ace do es
,
quipo~
Ib
e an
in eni c
&
acompanhado
o
g ande
Salamaõ
de
oda
e a
ag ada
nul idaõ
l aeli ica:
Rex
au em
Salomon
,
&
omnis
muU
2
.
Pa al
.
s
.
ú
i udO)
cjHA
con ene
a
ad
cum
:
o denou
a
mais
lu
oia
^a oais^
1
1
,
lolemne,
&
de o a
p oci laõ,
que
jà
mais
e
io
em
Ií ael:
Fe-
’*p
C
g
,
8,s
-
ci ejue
Salomon
olemni a em
empo e
illo.
3
i
'Jl
No
mon e
Siaõ,
Cidade
de
Da id
,'onde
e a a
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an i lima
'
A ca
de
Deos
e e
p,
mc.pio
e a
g ande
ole nnidade:
Feci .
i.R g.....
1
“'
SalomonJolen n
a éns,
Sahia
de
Siaõ
aquelle
ag ado
acom-
'
A a:
£<
c
«‘“<
!
'“‘
m e
A cais
i.Pa il.j. ,
aleg e
nos
júbilos,
nos
cân icos:
Igi u cmàispan e ,
&
ubis,
&*
■
»
.
& ,c,b«s
na
melodia,
&
con onancia
de
in umcn os
mu i>
COS
.
Cjmbalss,&
o ganis,
*
di e
gen is
mujico am
concinems.
«
T
-
.
1-
C0m
^
ni
J
o
os
Sace do es
lob e
os
eus
honib os
a
A ca
òanu uma:
T sk n
Sace do es
A cam-.ss
le a aó
olemnemen-
.
.
Ai
c
4
Se ma i
e
ao
Templo
no amen e
edi icado
,
pa a
dedica lheo
Tem-
ícj.iie
j!V.8*.
P
l
o
:
^
d-
e
^
ca e u
T
emplum
&
a
collocá aó
no
melho
luga
Glo .ia
huik
4
emplo
,
conclue
o
ex o
:
In ule un
Sace do es
A cam
ad
Ipcam.
locam
uum
id
e i
,
ad
o aculum
Templi.
De
maney a
que
a
col-
locaçaõda
A ca:
In ule un
Sace do es
A cam
:
&
a
dedicaçao
do
I
emplo
:
u
dedica e u
Templum
:
aziaõ
g ande
aquella
g ande
olemnidade
o denada
po
Salamaõ
:
Feci que
Salomon
olemni a em.
2»?a al.j.j.
I .
ibid.
a.Slcg.S.H.
Be cho .
in
©ií ioaa .
He
con ian e
no
íen i
do
ex o,
que
odos
aquelles
dias
de -
e
mes
e i oo:
Indie
olemni
men is
ep imi
;
e aó
dias
de
e â
en e
os
Heb eos:
To us
iile
men is
,
diz
a
en elinha
a
pud
He-
b aos
e a
olemnis
;
&
que
os
mais
olemnes
,
oble a
a
meima
en elinha,
o aõ
c es
es
dias.
O
p imey o;
po que
nelle
e
anspunha,&
le a a
íolemnemen e
a
A ca
ao
Templo:
P imo
de ibi u
A ca
depo ado.
O
egundo;
po que
no
íegundo
dia
1
he
epe i ão
lou o es,
con inuà aõ
hymnos
com
aleg es
ju»
bilos
os
Sace do es
,
&
Le i as
:
Secundo
Sace do um
,
&Le*
i a um
jubila io
:
&
o
e cey o;
po que
le
ag adou
an o
Deos
das
ene açoens
à
ua
A ca
ne ie
e cey odia
,
que óne e
e cey o
dia
ez
publica
acey açaó
de as
e ias:
Te no
di ina
accep a ionis
mani eíía io.
E
po que
le
ag ada
Deos
an o
de e
e cey o
dia
,
que
íó
nelle
az
publica
a
lua
di ina
acey açaó
:
Tc io
di ina
accep a ionis
mani e a io}
Po que
íó
nc e
e cey¬
o
dia
,diz
o
ex o
,
è
Deos
comple as
as
luas
glo ias:
Imple*
e a
enim
glo ia
Domini
domum
Domini.
Vè
ja
edi icado
,
&
dedicado
o
eu
Templo
à
ua
A ca
:
V
dedica e u
Templum)
&
ene ada
a
ua
A ca
no
melho
luga
do
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In ule un
Sace do es
A cam.
Tudooquea è-qui
emos
di o
,
&
nos
diza ag ada
E c i-
u a
daquelles
dias
lolemnes
de
Salamaõ,
c à
dizendo
o
no io
hema
na
lolemnidade
de es
es
dias.
Mandou
Deos
a
Sala-
mao
pelo
P o e a
Da id
lhe
edi ica le
hum
Templo,
ou
Sa
n
-
ua io
pa a
colloca
nelle
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A cado
e amen o:
Con u gi e
,
&
adípca e
anch a mm
Domino
Deo
,
u
in oduca u
A ca
cedei
s)
&
imi ando
ao
P o e a
Da id
o
Illu i i iimo
Senho
D.Sebaí-
.ao
Mon ey o
daV.dc,
Illull i imo
P o edo
delia
Cala.o -
denou
aos
Muy o
Re e endos
da
mela,
a
edi icação.dei e
1
emplo,
ou
San uá io,
Cm me
:
com
odos
alia
,
ad e e
Be cho io
:
Ide i
imul u i e
.
Le an ay os
i®i
a
d°
es
de
ba«
1
lamaõ,
do
ApoBolo
S.
Ped o
•
lumâõ,
com nen a
Scoba :
Con u gi e,
id
e i^ u gen em èquimi.
scob.i.Pa al.
ii
Salomonem
:
6c
e o o os
nas
diligencias
:
cum e en idili
-
zz
’
I
i
'*
gen ia
:
ei icazes
na
pe manência
:
cum labili
pe manen id
:
6c
Be cho . up.
R.e e endos
companhey os
nella
illui i íima
p e idencia:
eum
nobilip a iden iâ
:
azey,
e igi
,
edi icay
eilc
Templo
,
ou
San uá io*.
cÃEdi ica c
an ua ium,
id
cíl Templum,
commen a
a
gloía.
E
pa a
que
?
V
in oduca u
A ca
:
pa a
colloca
a
a-
g ada
Imagem
de
N.
P.
S.
Ped o
,
igu ada
na
A cado
e a-
men o:
V
in oduca u
A ca.
A
A ca
an iíFima
do
e amemo,
diz
Be cho io,
igni ica
hum
Va aõ
pe ey o,
lummo
,
6c
máximo
P elado
da
Ig eja
de
Deos
:
A ca gni ica
i umpe eüum,
&
maxime
P ala um>
Be cho .
in
OTemplo
que
Salamaõ
ez
pa a
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A ca,ad e e
a
glo a, igni i-
Dia
*
e b
*
caacadey ade
S.
Ped o,
i o
he
,
oda
a
Ig eja
uni e al:
Do-^
^
d
-
mas
,
ejuam
adi ica i
Salomon,
ignijica
uni e alem
EccleCiam
.
2
.
pà ai.clz.
Pe gun o:
E
quem
heeíle
Va aõ
pe ey o,
igu ado
na
A ca:
A ca
igni ica
i umpe eüum
dummo
,
6c
máximo
P elado:
&
maxime
P &la um
j
6í
collocado
no
Templo
de
oda
a
Ig e¬
ja
uni e al:
Domus
,
cjuam
adi ica i
Salomonjigni ica
uni e
-
alem
Eccle iam
?
Quem
ha
de
íe
?
O
Vigá io
de
Ch i o
,
o
P íncipe
do
Apo olado,
o
Apo olo
dos
Apoílolos
,
N.
P.
S.
Ped o,
lummo,
máximo
,
6c
pe ey o
P elado,
conclue
Be ¬
cho io:
Pe
Pe um
in elligi u
i
pe e us*
Bí cho . c b.
Cuja
glo ioia
Imagem
com
o
olemne
acompanhamen o
de
Fc
?
s
*
P íncipes:
Cump incipibus
:
de
mayo es,
&
illuíl es
Cidadaõs
j.
R
C
g.*.
de e
po o:
Omnes
maio es
na u
:
de
Sace do es:
Omnes
enim
Sa
-
íbid.
ce do
es
^
6c
com
ge al
applau o
do
Cle o
con ocado
pelo
zelo
de
lua
llluílii lima,
oy
glo ioíamen e
azida
deldea
Siaõ
da
Ca hed al
pa a
e a
lua
p óp ia
Ig eja,
qual
a
A cado
e a-
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pa aoTemplo
de
Salamaõ
,
como
imos
no eup i.
mey
o
dia
olemne:
P imo
de e ibi u
A c
£
depo a io
:
6c
ene¬
ada
a
co os
de
Sace do es
com
júbilos,
6c
aleg es
hymnos,
o
quele .oHo
egundo
dia
:
Secundb
Sac do nm,
&L i a «m
Hoje,
ne e
c cey o
dia,em
que
a
Mage ade
de
Dcos
e
ja
ne e
Templo
comple as
as
uas
glo ias:
Impl mu
enim
gU u
Domim
domum
Domm
:
mani e a,
&
publica
o
me mo
COS
a
/í
aCe
^
a
^
ao
»
u
e
dia:
Te ib
di ina
accep a ionis
mani e ia iQ.
L
po que?
Po queló
ne e
dia
è
Deos
edi ica-
da,
Cc
comple amen e
dedicada
e a
Ig ejaa
S.
Ped o:
V
dedi
■
ca e u :

6
S maÕ
ca e u :
&
a
ag ada
Imagem
de
S.
Ped o,
igu ada
na
A ca
do
e amen o,
collocada
pelos
Sace do es
ne a
ua
Ig eja,
ÔC
Glo .
mai.
no
me
]
h
o
luga
da
Ig eja:
In ule un
Sace do es
A cam
in
lo.
cum
,
id
e i
,
ad
O aculum
Templi.
Em
ma é ias
de
Ig eja
na
°
podia
alha
o
meu
g ande
Ago inho.
Sabem
,
diz
o
meu
San o
Ago inho,
o
que
ob ou
Salamaó
Augu .apud
na
edi icação
do
íeu
Templo:
In
eoquodSalomonTemplum
ad *
Faial
'
ica i
P o e izou
huma
lag ada
Imagem
de
u u o
:
Fa a
o i
imago
ei
u u a
&
que
lmagem.de
u u o
em
a
e
e a
naó
exii eme
no
Templo
de
Salamaó,
ou
que
Salamaó
p o e izou
no
Tem
pio
:
In
eo
qucd
Salomon
Templum
adi ica i
?
N
o
em¬
plo
de
Salamaó
exi ia
ealmen e
de
p e en e
a
A ca:
Salamaó
p o e izou
no
Templo
,
&
na
A ea
huma
Imagem
:
Faílae
imago
:
pois
que
Imagem
p o e izou
?
E á
di o
,
a
Imagem
de
S.
Ped o
igu ada
na
A ca
do
e amen o
,
&
collocada
no
Templo.
O
Templo
ligni ica
a
Ig eja
de
Deos
uni e al:
Do*
mns
cjuam
xdi ica i
Salomon,/ gm ica
uni e alem
Eccleham:
a
A ca
o
uni e lal
P elado
delia
Ig eja:
&
maxime
P ala ü'.
pois
eis-ahi
o
que
p o e izou
na
edi icaçaó
do
íeu
Templo
:
In
o
<juod
Salomon
Templum
xdi ica i
:
huma
Imagem
u u a
de
S*
Ped o
:
Falia
e i
imago
:
igu ada
na
A ca
do
e amen o
,
&
collocada
pelos
Sace do es
ne c
eu
Templo:
In ule un
Sa*
ce do es
A cam.
Mas
po que
ha
de
a
A ca
do
e amen o
igu¬
a
a
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de
S.
Ped o:
Falia
e i
imago
?
Ou
po que
azaó
o
Apo olo
S.
Ped o
ha
de
e
igu ado
na
A ca
do
e amen o
?
Po que
udo
quan o
occul a,
&:
ence a
a
an i ima
A ca,
aõ
excellençias
ían i imas
deS.
Ped o.
a aÍu& id.
^a
^
ca
cn i iima
do
e amen o,
diz
a
Glo a
o dinann,
8
c
2
.Paul.$
e aõoccul os
odos
os
he ou os
da
Di indade
:
In
A ca
[un
omnes
be au iab condi i.T
odos
e es
he ou os
Di inos,
oble -
Aug.
in
glo ,
°
meu
S.
Ago inho,
aó
íeg edos
occ íl i
m
o
s
de
Deos:
adHcbi.y.
ca
de/ g
na
jec e a
Dei,
Mas
com
licença
do
meu
g ande
Agoí mho,
ne e
dia
eí i al
de
S.
Ped o
,
em
que
o
melmo
Deos
laz
acey açaõ
de e
c cey o
dia:
Te io
di ina
accep a io
-
n s
mam ejla io:
:
hey
de
ab i
a
A ca
com
S.
Paulo
,
delcobn
a
Di indade
deli
es
he ou os,
&
publica
os
occulci limos e-
g edos
de
Deos.
Diz
S.
Paulo
que
es
coulas
e aó
na
A ca,
huma
a a
>
o
Heb .9-4-
mannà
,
óí
as
aboas:
huma
a a
,
que
loiecè a:
V* ga
Aa on
*
^
quj;
do
Apo ôlo
S.
Ped o.
7
(j *.
ondue a io
mannà
em
huma
u na
de
ou
o V u
au ea
ha
.
bens
manna:
ôc
as
aboas
da
ley:
E
abuU
legis
Sc
que
naõ
con¬
inha
mais
a
A ca
que
e as
escou as,
ad e e
Mendonça:
Mend.i. .
Hxc
ia
e an in
A ca.
Pois
e es
aõ
os
occul ií imos
cg edos
Rcg
-
c,l0,Z5
de
Deos,
que
ence a
a
an i ima
A ca
:
De gna
ec e a
Dei
?
Lau c
.
Ouíóeíles
iaóosíeus
Di inos
he ou os,
a a,
mannà,
Sc
a¬
boas:
InA ca un
omnes
he au i
?
Sim;
ÔC
po que?
Di ie-ooll-
o ag. .z.
lu ií imo
Januen e
;
po que
es
aõ
os
helou os
de
Deos:
JjJ?
11*
&
Deus
habe
iplicem
he au um
:
o
p imey
o,
o
he ou o
da
Om¬
nipo ência
:
The au umpo en ia.
;
o
egundo,
o
he ou o
da
a-
bedo ia
:
The au um
cien U
j
Sc
o
e cey o
,
o
he ou o
da
mi¬
e ico dia:
The au um
mi e ico dU.
O
da
Omnipo ência,
diz
o
Augu Upud
meu
g ande
Agoí inho,
ep e en ado
na
a a:
Fi gapo e as.
gio^Paai.
O
da
íabedo ia,
diz
Be cho io,
ep e en ado
no
mznnhManna
BcVcho .
in
igni ica
cien iam
i
Sc
oda
mi e ico dia
,
dizO igcnes
,
ep e-
Di^ion. e -
en ado
na
ley,
5c
eus
p ecey os:
E
abuU
legis
,
id
c l,p <cccp a
^°.
aanna
-
De
maney a
que
aboas,
mannà,
&
a a;
i o
he,
miie ico dia'
glT oíT
ciencia,
Sc
pode
j
aõ
os
es
he ou os
da
di indade
na
A ca
echados
lOmnia
enim
(conclue
o
Januen e)
in
he au is
di ina
po en ia
,
cien U,
&
mi e ico dU
econdun u
»
Sc
e aõos
me -
mos
he ou os
Di inos,
que
e emos
em
S.
Ped o
pa en es.
•
O
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Omnipo ên¬
cia:
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na
en ega
das
cha es
que
ez
Gh i o
a
S.
Ped o
Tibi
dabocla es
:
o
do
mannà
:
Manna
Ma h.is.
hns ca
cien iam:
que
he
o
he ou o
da
abedo ia
:
The au um
cien ia,
:
e emos
na
e elaçaô
dos
my e ios,
que
a
S.
Ped o
e elou
o
me mo
Deos:
Pa e
meus
e elabi
ibi:
Sc
odaley
Sc
E .i
7
.
eus
p ecey os:
E
abula
legis
,
id
e i,p <ccep a
:
que
aõ
os
he¬
lou os
da
mi e ico dia:
The au um
mi e ico dia:
e emos
na
e-
commendaçaõ
que
ezCh i o
a
S.
Ped o
ob e
os
I maons
de
S.
Ped o:
E
u
acuando
con e us
con i ma
a es
uos.
Luc.zz.,*.
Em
im
emos
hoje
o
Apo olo
S.
Ped o
hü
he ou o
de
o-
da
n
,
?mn 1
’
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^
W
D
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P° que
C
L
.
T
0
,
0mnipMCncia
de
Deos
no
pode
cha es.
T b dabo
ela ni:
ep e en ado
na
a a:
n
L
po e las.
O
he ou o
da
c.encia
D ina
na
e elaçaô
dos
my e ios:
T
/
,e
meus
.
e el
“
" :
e
p elen ados
no
mannà:
ica c en iAm.
E
o
he ou o
da
mi e ico dia
Di ina
na
p o i-
dencia
dos
I maons.
Con i ma
a es
uos
:
ep e en ada
na
ley,
&
Vo ag.dcD,
Pc io.
Aag. .io. .'
Z67.
Vo ag.
£
D*
Pcui.
8
Se maõ
&
eus
p ecey os:
E
abula
legis
,
id
e l-^p acep a,
E iaõ
pa en#
es,
6c
delcube os
em
S.
Ped o
os
heíou os
da
A ca.
Vamos
aop imey o.
§.
I.
S.
Ped o
he ou o
da
Omnipo ência:
The au umpo e . U
:
no
pode
das
cha es:
Tibi
dabo
cla es:
cp e en ado
na
a a:
Ti ga
po e
(las,
O
P
imey o
he ou o
da
A ca
do
e amen o
he
o
da
Om
*
nipo encia
:
The au um
po en ia
:
ep eíen ado
na
a a
:
Vi gapo e ias
ou
he
o
he ou o
da
a a
ep eíen a i o
da
Om¬
nipo ência.
De a
a a
da
A ca
do
eíiamen o
duas
couías
diz
o
ex o,
que
he
a a
de
A aõ,
6c
que
he
a a
de
Deos
:
â g*
Aa on
, i ga
Dei
;em
quan o
a a
de
A aò
íummo
Sace doic
ep e ema
o
ummo
Pon í ice:
Vi ga
Aa on
;em
quan o
a a
de
Deos
he
Di ina,
he
Omnipo en e
a
a a:
Vi ga
Dei>&
e e
pode
Omnipo en e
,
ou
heíou o
da
Omnipo ência
,diz
o
Jâ
-
■
nueníe,
depo i ou
o
E e no
Pay
e a
S.
Ped o
:
The au us
F*
0
.
isc l
Pe us
,
cui
Pa e
commi
he au umpo en ia,
Mas
quando
depo i ou
o
E e no
Pay
cm
S.
Ped o
e e
he¬
ou o:
Cui
Pa e
commi
he au umpo en ia
?
Quando
cu
Um*
geni o
Filho
lhe
ez
en ega
das
cha es:
Tibi
dabo
cla es.
Pois
lócn aõ,
quando
lhe
ez
en ega
das
cha es?
Sim,*
6c
po que?
O
meu
g ande
Ago inho
;
po que
na
en ega
das
cha es
lh®
deu
Ch i o
odos
osíeus
pode es:
Cla em
po en ia
Pe us
d
Ch i o
accepi .
Os
pode es
de
Ch i o,
ou
as
cha es
de
edos
os
eus
pode es,
que
en egou
a
S.Ped o,
diz
o
illuí ií ime,
con-
i e
em
hum
ló
echa ,
ou
em
hum
ab i :
Magnum
he aa a »
po en ia
Pe us
accepi ,
quandop ome ui
po eíia em
claudenài,&
upe iendi.
Demaney a
que
e n
hum
ló
ab i
,
ou
echai
eas
cha es
Omnipo en es
de
Gh il ocon i e
o
up emo
domínio
deS
Ped o:
Claudendi,&ape iendi,
E
po que?
Di le
o
o
dou-
o
A
Lapid
e
.
po que
as
cha es
Omnipo en es
de
S.
Ped o
naõ
10
ligao,
ou
diílol em
peccados:
naó
ló
ligaó
,
ou
diílol en*
o os:
nao óligaõ,
Q
u
diílol em
ju amen os
•,
ma;
echaò,6C
abi
em
os
Ceos:
echaõ.ôc
ab em
o
Pu ga ó io;
6c
ainda
a
Te ¬
a,
a è
ao
p op io
In e no
le
cílende o
os
eus
pode es.
Em
qua o
pa es,
diz
o
dou o
Jacobo
,
e idea
Mage iade
de
Deos,
no
Ceo,
na
Te a,
no
Pu ga ó io,
ô
In e no
:
D
e l
0
emm
do
sipò lole
S.
Ped õ.
9
enim
h
abe qua m domus;
&c
década
hu aade as
mo adas,
ad¬
e e
o
Pad e,
em
ua
p óp ia
cha e
:
Qualibe
ha um
domuun
habe uam
cla em[pedalem.
A
do
Ceo
em
a
cha e
da
mi e i-
co dia:
P ima
ejl
cla is
mi e ico di
*
:
a
da
e a
em
a
cha e
da
peni encia:
Secunda
e icla ispaeni en icc:
a
do
Pu ga ó io
a
cha¬
e
da
indulgência
:
Te ia
e i
cla is
indulgen ia:
&
a
do
In e no
a
cha e
da
mo e^
e e na
:
Qua a
e l
cla is
mo is
< e na
dez
quem
en egou
Ch i oe ascha es?
AS.
Ped o,6c
íó
a
S.Pe¬
d o
di le
o
neímo
Ch ií o:
Tibi
dabo
cla es
;
Sc
pa a
que
?
Pa a
que
com
as
cha es
omnipo en es
de
Ch i o
,
dizo
meu
g àn
de
Ago mho
,
e a
que
ie
è
S.
Ped o
Omnipo en e
,
íe a
nas
e oluçoens
clemcmiüimo
:
V
in
cla ibus[delis
ani o
in
en
en iis
ej e
clemen ij imus.
E aS.
Ped o
po
na u eza
albe o
e o,
du o,
ad e e
o
meu
San o
Ago mho:
E a
eni
m
e i
íbid.
a
Pe uspaulo
duno
,
d je e us
;
Sc
pa a
que
oda
a
íua
a pe e
za
íe
con c e le
em
b andu a,
en egou-lhe
Chn o
as
chal
es,
pa a
que
o e
dcmenuííimo:^
i
ncla ibus idelis ani o ..'
jje
clemen ij imus.
A
do
Ceo
pa a
echa
os
mo ado es
da
Glo ia,
Sc
ab i
aos
que
aó
ao
Ceo
>
Sc
eis-ahi
a
cha e
da
mi e ico dia
.*
P ima
e(l
cla is
mi e ico di*
j
a
da
e a
pa a
echa
apo a
aos
imneni
en es,Sc
ab i
as
po as
aos
a epcndidos;5c
eis-ahi
a
cha e
da
peni encia;
Secunda
e l
cla ispasni en i*
;
a
do
Pu ea n ío
,,--
ae
deS.
Ped o
,conclue
o
A
Lapide
,
In e no
;
Po e ias
Pe i
e iam
e
ex endi
ad
'-uj
uouiinio
iob e
o
eos
>qui iM[ub
e a
in
in e no.
A
Lapid.
in
ila k.ií.
J-uc.
5
-
4
-
Bona .hic.
Amb íí
aüi
apud
Syl .
Vo ag.í.
de
le .&Paul.
Ca iod.lib.
16
Se mão
elleó i a
,
oda
a
Di indade
e lencial,
&
a ibu al
de
Deos,
a
íiliaçaõ
empo al,
8c
e e nal
de
Ch ií o,
8c
ambas
as
na u ezas
humana,
8c
Di ina
po
huma
uniaó
abíolu a
unidas,
8c
po
huma
ó
ub i encia
ela i a
e minadas,
udo
conheceo,
8c
exp e lou
Ped o
em
Ch ií o
Filho
de
Deos
i o
:
Tu
esCh i-
(lus
Filius
Dei
i i.
Mas
lc
Gh i o
pe gun a
quem
he
omen e
em
quan o
ho-
mem
:
Quem
dicun
homines
ej[e
Filium
hominis
?
quem
me e
a
Ped o
de ini
a
Ch ií o
em
quan o
Deos
:
Tu
es
Cb ijius
Filia
Dei
pa a
explica
aquelles
my e ics
de
Ch ií o,
quenaô
co-
nheciaõ
os
mais?
Ch ií o
em
quan o
homem
:
Quem
dicun
ho»
mines
e e
Filium
hominis]
e a
conhecido,
8c
no ono
a
odos:
em
quan o
ao e
Di ino
íó
Ped o
conheceo
os
myl e ios
da
Di
indade
de
Ch ií o
;
po
iílo
íó
elponde
pelos
my e ios:
Tu
es
Ch i ius
Filius
Dei
i i.
Dou i limamen c
o
A
Lapide
:
Pc»
us
cla e
,
di linüe
,
ac
ub ih e
illumina us
agno i
quod
Ch i
»
ias
e le
Filius
Dei,
idçoque
illi
con ub an ialis
,
e as
,
&
a e nus
Deus.
Conheceo
Ped o
em
Ch ií o,
diz
o
A
Lapide,
cla a,
êi
di in amen e
a
Filiaçaó
Di ina,
a
coníub ancialidade
com
o
Pay,
a
Di indade
,
8c
e e nidade
de
Deos:
dceque
illiconjub
-
(lan ialis
,
e us,
&
a e nas
Deus.
Pois
íó
Ped o
ha
de
conhece ,
ôc
pene a
e es
my e ios
da
Di indade?
Sim
;
po que
ió
Pe-
d o
pela
e elaçaõ
Di ina
he
o
que
alcança
,
8c
que
pene a
os
mais
p o undos
my e ios.
Mandou
Ch ií o
a
Ped o
na ega
pa a
o
ma
al o:
Ducin
al um.
Po
eí e
ma
al o
en ende
S.
Boa en u a
o
mais
p o¬
undo
do
ma :
Id
ejl,inp o undam
ma e.
E
íe
examina mos
em
os
San os
Pad es
e e
ma
p o undo,
ou
al o,
pa a
onde
ma i
dou
Ch ií o
na ega
a
Ped o
,
dizS.
Amb olio,
que
o
mais
p o undo
do
ma
e a
o
me mo
Ch ií o
noalcode
ua
Di in¬
dade
:
Duc
in
al um
,
hoc
ejl
in
Ch i um,
ejui
al as
ejl
m aa
Diyi
-
ni a e
•
ou
que
o
mais
al o
po
onde
na ega
S*
Ped o,
o aõ
as
pi
o undi inias
di pu as
da
ge açaõ
Di ina:
In
al um
,
id
ejl,
in
p o wdum
di pu ionKM
gene a ionis
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odou i íimo
Ja-
cobo
diz
que
e
en ende
po
e e
mai^al o
os
Sac amen os
da
jê
e
J
a
>
&
íeus
al ií imos
my e ios:
In
al um,
ideíl,
inp o un
-
da
my
(le ia.
inalmen e
Ca liodo o
diz
que
e e
al o
,
ou
p o¬
undo
ma ,
ao
as
in elligencias
p o undií imas
das
ag adas
Eíc i u as:
In
ul um, ciliec
in
p o undam
in elligen ix
Sc ip u a»

do
A o iolo
S.
Ped o.
17
um.
Pois
íó
Ped o
ha
de
na ega
pelo
p o undo
das
E c i u-
as:
Inp o ndum
in clligen ia
Sc ip u a m
;
pelos
al os
myí e-
liosdos
Sac amen os:
Jn
p o unda
my e ia;
pelas
in elligencias
da
<*e açaõ
Di ina:
In
p o ndumgene a ion s
Di ina-,
pelo
al o
da
Di indade
de
Ch il o
:
D cin
al um
,
hoce
,in
Ch i lum
?
Sim
;
Sc
po que
?
E à
di o
;
po que
ló
Ped o
,
Sc
naõ
ou o,
diz
o
ex o,
pene a
os
my e ios
dei e
ma
p o undo,
ou
al.
o
ma :
Duc
i .
al um
,
hoc
e ,in
p o
undum
ma e
.
E
po que
íò
Ped o,
Sc
nao
ou o
ha
de
p o unda ,
&
pene¬
a
eí es
my e ios
?
Po que
he
Ped o.
Sabem
quem
he
Pe¬
d o
?
Vejaõ
o
que
di le
Ch il o
a
Ped o.
Quando
Ped o
con-
e lou
a
Di indade
de
Ch il o
,
o
que
Ped o
di le
a
Ch il o
oy
:Tu
es
Ch i us:
Vós
Íbis
Ch il o;&
a
co eipondencia
que
e e
Ch il o
com
Ped o, oy
dize :
Tu
es
Pe us:
Tu
es
Ped o.
En a
o
meu
S,
Agoí inho
a
examina
e es
ex os
,&
diz
quê
o a,
como
ledi le a
Ch il o:
Pò q
u
Ped o
di le eq
eu
íou
Ch il o,eu
e
digo
a
i
q
u
cs
Ped o:
lana am[ àice e iOuia^^'^
u
dixi ii,
lues
C
h i lus,ego ibidicc. ua
Po ém
le
Ped o aii
"
U
°
0
a
~
dizendo
a
Ch il o
que
he
Ch il o,
mani eí a
odas
as
excellen.
cias
da
ua
Di indade;
qexcellencias
mani eí a
Ch il o
de
Pe
d oem
dize
a
Ped o
que
he
Ped o?
Ped o,
diz
Ch i ô.a im
como
meu
E e no
Pay
emani e ou
a
i
minha
Di indade
quando
me
con e laí es
po
Ch i o:
Tu
c,
Ch ijius:
a lim
eú
„
*S?
V
’
1°
0d8S
5
Ua!
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“
c
.
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e
d,Te ?
es
Ped o
.
S cu
Pa e
mius bi
mani eSía i
di im a em
u-,eam
de
%°
i cnm amexcelUn iam uam.
E
em
q
mani e m,
clZ'
l o
oda
a
excellencia
de
Ped o
?
Em
lhe
dize
oue
he
pS
o
po que
em
dize
Ch i o
a
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T
«
c
,<íz
C
h
ò
quan o
e
pode
dize
de
S.
Ped o.
Vamos
aos
San os
Pad es
Ã^
dlZ
S
J
0ao
Ch y o omo,
que
dize
o
Di ino
Meí
hon ados
Apedíobs
(
pZZ"
M
a
^
e
-
C edi o,
&
Ch y o .
in
Thcologos
m
T‘
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'
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lei e:
Pe us
mensc le lis
•
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^ ’
^ ^PCiace-
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&
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C
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o
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abe náculo:
Ch Tdí
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T
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“>cul
um
.
A è-aqui
Saõ
Joaá
cn ylol omo.
Ped o,
diz
S
D nmdn
a
•
a-
omnwapuci
compendio
,
ou
a
umma
das
Th??i
A
e
T
g
l
“^
d,ze
A
^
m
íiimm
P.H.-
a
™
1
“
,s
ihccilogias
:
Pe usThe loio umua.
umma.
Ped o,
du
S.
Albe o
Magno,
que
dize
oág ado
Alb
'“^
A a
b .
Vo ag. .z.ii
dic
Pà ch.
Be na d. .
2;
in
Can ic.
Be cho
lib.
2.mo al,
in
Exoíi.c.28.
Se mão
in e p e e
das
Eíc icu as:
Pe us
a cano um>in e pyes,
Final*
men e
S.
Amb o io
di ínindpa
Ped o,
diz
que
Ped o
he
a
ine ma
abedo ia,ou
hum
na u al
conhecimen o:
Pe us
,
ide *
*gno cens.'l
udo
il o
di ini i ameme
he
Ped o^po
i io
Ch ií-
o
quando
quizexplica
íuasg andes
excellencias:
Egolibi a-
n
Ci0
W iW
excellen iaw
uam
:
ló
lhe
diz
:
Tu
es
Pe jus
j
po que
em
dizei
q
he
Pedi
o
,
diz
odas
as
exceliencias
que
lepódem
dize
de
S.
Ped o:
Tu
es
Pe us
.
Naõ
epa o
em
odos
os
elogios,
que
exp ime
a
di iniçaô
de
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»
ó
epa o
di ini
S.
Amb o io
a
Ped o
pelo
conhe¬
cimen o
,
ou
pela
abedo ia
i
id
c
,
agnojeens,
E
po que
ha
dç
e di inido
pelaíabedo ia
,ou
conhecimen o
?
Po que
o
ieyo
do
E e no
Pay
,
diz
S.
Be na do
,
he
o
ac a io
4e
Ped o,
lu¬
ga
p op io
da
Di ina
abedo ia:
Pe us
in wu
Pq is:Ík
ee ià
*
Ped o
no
luga
da
abedo ia
Di ina:
Pe us
in imi
Pa ns
como
naõ
ha
de
íe
di inido
pelo
conhecimen o,
ou
pela
me ma
a¬
bedo ia:
Pe us,id
eíl,
agnojeens
?
;
Den o
da
A ca
do
eí ameo o,
diz
S.
Paulo,
pila a
o
man-
naem
huma
u na
de
ou o
:
'O na
au ea
habens
ma ina.
Pelo
manná,
commum
men e
os
San os
Pad es
en endem
o
Sanu -
imo
Sac amen o.
Pela
A ca
en ende
Be cho ioaCh iílo:
A ca
e i
Ch i lus
:
pois
a
melma
A ca,
que
con em
o
mannâ
i¬
gu a
do
Sac amen o,
ep e en aa
Ch iílo,
&
ep eíen a
a
Pe-,
d p?
Sim
po qpe?
Po que
eis-ahi
o
que
he
Ped o,
hum
pu¬
o
conhecimeq o
dos
my e ios
deCh i o
,
ôc.dos
myÇ e ios,
do
Sac amen o:
Pe us,ide i
3
agnc cens.
Finalmen e
pa a
e
col-
loca e a
A ca
igu a
de
Ped o,
edi icou
Salamaõ
o
íeu
$a i^
ua io:
Co u gi e.,
&
adi ca e
§an ua ium
&
a
ag ^da
I man¬
dade
de
S.Ped o
imi ado a
do,
di ino
Salamaõ
:
Con u gi
gen em
[equin?ii i
Su c pancu?
:
e ji íÇOU
e c
Templq,
9
C
“
C
cqllqca
a
ua
ag ada
Imagem
igu ada
np
A ca
do
çíUmçn*
0:
V.
in oduca u
Á ea.
S.
Ped o
he ou o
da
mi e ico dia:
TheJaH u n
wi e ico di^:
^^piehdenciadas
l maons
:
Con i ma
W
uçs
;
ep. ç-
ien ados
na
ley^&
e
US
p ecey
os:
E
abula
legis
,
O
T
e cey o
lidau ocí
À c dCíc a acnio
he
p
he ou »
da
mile icp dií :
The aumm
mi e ico dia:
ep esen ado
na
ley
do
Apo olo
S.
Ped o.
19
ley
de
Deos
,
Si
eus
p ecéy os
:
E
ábulalèg s
,
id
e i
,p <£cep a.
Da
ley
de
Deos,
Sc
eus
Di inos
p ecey os
ep e cn a i os
da
di ina
miíe ico dia,
ad e e
o
meu
g ande
Ago inho
que
em
o
eu
undamen o
na
cha ídade
:
Lex
Dei
e i
cha i as.
E
as
ob-
e ancias
dà
cha idade,
ou
leys
da
miíe ico dia
,
ecomendou
pi i
‘
u
’
o
me mo
Ch i o
a*S.
Ped o
lob e
a
p o idencia
dos
I maons:
E
u
ali juando
con e us
con i ma
a es
os.
A
i
ó
Ped o,
diíle
Ch i o
a
S.
Ped o
na
expo içaõ
de
Salmey aõ:
A
i,
Sc
de
i
me mo
ap ende
a
íe
mi e ico diò o:
E
u
aliquando
con-
e us.
O
Salmey aõ
:
Tu
e go
ex
e
di ee
al os
mi e a i.
Pois
de
íi
me mo
ha
de
ap ende
o
Apo olo
S,
Ped o
,
Sc
em
íi
,a
e
compa i o
,
Bc
mile ico dio o
:
Ex
e
di ee
alios
mi e a ií
Simj
&
po que
?
A
gloía
:
po que
o
ha ia
Ch i o
do ado,
Sc
en i¬
quecido
com
o
he ou o
da
miíe ico dia:
Con i ma
a es
uos,
cio .inLuc*
(commen a
agloía)
nam
cjui
p o ecu i un
donum
mi e ico dia
,
22
‘
deben
quan um
po iun
co obo a e
ca e os.
E
pa a
que?
Paia
o
go e no,
p o idencia,
ou
con i maçaõ
dos
I maons:
Con i ma
a es.
I maons
de
S.
Ped o
o aõ
os
íàg ados
Apo olos;
Sc
ad e -
e
o
dou i limo
Salmey aõ
queel a
ag ada
I mandade
Apoí-
olica
in i uhio
,
Sc
conlli uhio
o
me mo
Ch i o
:
Con i ma
a es
uos:
Hac
ox
e i
ox
Ch iíiiin ii uen is
o icium
,
clma i
-
a<a
-+
5
-
i a um
con i mandi a es.
Demaney a
que
le an ou
Ch i o
a
I mandade
de
S.
Ped o;
Sc
c eou,
Sc
in i uhio
o
aagi ado
ou
o icio
da
P o edo ia
pa a
go e no
da
I mandade
:
E i
ox
Cb U
n h uen is
o icium,
elmagi a um.
E
a
quem
enca e-
gou
Ch i o
e e
o icio,
ou
magu ado
?
Di ey
com
Co nelió
A
Lapide:
Em
quan o
Ch i o
i o,
Ch i o
oy
o
P o edo
daquelles
I maons,-
po que
Ch i o
os
con i mou
em
ua
ida*
Quoscgojam i us
oce
mea
con i mo
;
mas
depois
de
Ch i o
a
-
nono,
&
elu cuado,
diz
ome mo
Pad e
.en egou
o
maj !
Uc
ado
,
ou
go e no
da
P o edo ia
a
S.
Ped o:
Tu, ço
ali ian-
ení na
Z.°o
qUe
ha endo
C
h
>
c
on i mado
os
Apo olos
,
n'
e
i°
l
‘
i a
i m
con i mo:
mande
que
depois
da
.
,
'
c
^‘°
°s
econ i me
:
7
n
e
oo
o
Pe e
i c iim
con-
O
meu
epa o
e a,
que
endo
Ch i o
c eado
a
S.Ped o
pa a
1
elado
da
ua
Ig eja,
naõ
mande
a
Ped o
que
con me
C
os
Lapid.
i y
S u . up.<
dc idc.
aím. up.'
in a.
lo
SemaS
os
Apoí olos,
como
eus
ubdi os;
mas
que
os
con i me
como
l maons
eus
'
.Con i ma a es
s.os
Apo iclos.
Pe gun o;Naõe a
S.
Ped o
o
P elado
de
oda
a
Ig eja
de
Deos
?
He
de
é:
Pa ce
o es
meas:
&
naõ
e aõ
os
Apol olos
ealmen e
ubdi os
dc
S.
Ped o?
He
ce i imo;
po que
S.
Ped o
inha
ju isdição
di e-
ó a
lob eos
Apoí olos:
u sdiclio
Pe ie iam
e
ex endeba
ad
pe
onas
Apo i
olo um
di eíle
;
po e a
enim
iliisp &cipc c
,a cjuc
h ic
9
Ha
ll ç
mi e e,
Pois
po que
naõ
manda
Ch ií o
a
S.
Ped o
que
con i me
os
Apoí olos
,
como
íeus
íubdi os
:
Con i ma
ubdi os
uos
?
E
ó
manda
que
con i me
os
Apoí olos,
como
l maons
íèus:
Con i -
ma a es uos
Apo iolos
?
Di ey:
po que
a
azaó
de
ubdi os
e -
pey aa
P elado
;
&
a azaõ
de
I naons
e pey a
a
P o edo :
S.
Ped o
em
quan o
P elado
em
ubdi os
pa a
mandai
;
em
quan o
P o edo
em
ló
l maons
pa a
p o e ,
ou
con i ma .
Ê
po que
?
Po que
el e
he
o
o icio
,
ou
magií ado
de
S.
Pe-
&
d o
,diz
o
Salmey aõ:
o
o icio
de
P o edo :
E ienimo iciun
Pc i,
oj icium
capi is:
cuja
ob igaçaõ,
ay
dizendo
o
Pad e,
hc
p o e
os
que
íêndo-lhe
in e io es,
naõ
haõ
de
le
po
ubdi¬
os
epu ados,
ó
haõ
de
íe
po
l maons
econhecidos:
E i
enim
oj icium
Pe i
,
oj icium
capi is,
cujas
e i
alios
con i ma
e
,
noa
çjuos
ul
habe i
u
ubdi os,
jed
habe i
u a es.
Equal
e á
a azaõ
po que
a
I mandade
Apoí olica
,ou
a
I mandade
dos
P esby e os
,il o
he,
os
l maons
de
S.
Ped o,
haõ
de
e
p eci amen e
e pey ados
como
l maons,
5
i
naõ
co¬
mo
ubdi os
:
j
Quos
non
ul
habe i
u
ubdi os
,
ed
habe i
u a
-
es}
Di ey
:
po que
em
quan o
ubdi os
em
ó
P elado
pa a
o
go e no
e pi i ual,ou
pa a
as
di ecçoens
doe pi i o:
em
quan¬
o
I mãos
em
P o edo
naõ
ó
pa a
as
di ecções
do
e p>
l
l c
y
pa a
as
AÍlií encias
da
en e midade
do
co po.
£
P
ol
3
u
.
e
*
Po que
ex
i
do
o icio
da
P o idencia
,
diz
o
Salmey
aõ,
in¬
cumbe
a
S.
Ped o
a
p o idenciada
I mandade,
naõ
ó
no
que
oca
a
Alma,
mas
no
que
con ém
à
en e midade
do
co po:
Ex
ojpc o
njunSlo oli
P
e o
.
.
.
anauam ummo
Doclo i
,
a ejue
anima
-
um
medico
incumbis.
Demaney a
que
a
I mandade
ag^ada
dos
Apoí olos,
ou
l maons
Sace do es
de
S.
Ped o,
de em
e
p o idos
na
mole u
,
de em
e
con i mados
na
i ude;
naó
onas
di ecçoens
do
eípi i o,
mas
na
doença,
na
pob eza
,
SC
nece idade
dos
l maons
,
que
ií o
he
o
que
o dena
o
comp o;*
do
A ioHolo
S.
Ped o*
'i%
miíTo
da
I mandade
,
8c
o
que
Ch i o
mandou
a
S.
Ped o
,
quando
o
mandou
p o e ,
ou
con i ma
os
I maons
:
Con i ma
A es
:
conclue
o
Pad e
:
Tde i i ma io es
eddein
Fide
Coapo
-
ííolos,&
a esin i mos.
E
eis-ahi
o
im
do
o icio
da
P o edo¬
ia,
que
incumbe
a
S.
Ped o
em
quan o
P o edo
ex
i
do
ieu
o icio:
Ex
o icio
injunBo
oli
Pe o
incumbi
.
Ao
Bi po
de
Sa dis,
aquelle
g ande
P elado,
de
que
Falia
o
Apocalyp e,
c c e eo
Deos
huma
ca a
pelo
Euangeli la
S.
Joaõ
,
ad e indo-lhe
eíli e ie
p omp o,
8c
igilan e
com
o
emedio
pa a
os
que
eí a aó
pe ecendo:
E io
igiUns
,
&
con i -
a
P
oc.
}
.
2
.
maquA
mo i u ae an .
En a
Be cho io
acom nen a
eíle
ex-
B cc
^
in.
o,
8c
diz
que
ella
igilância
do
P elado
o a
huma
umma
cie-
JÍ?
b
i0n
*
meneia
:
B ia
e l
emm
clemen ia
maxima.
E
em
que
e e e
a
i-
mnè.F.
*
gilancia
deíle
g ande
P elado,
ou
maxima
clemencia?
O
meí-
mo
Be cho io:
Em
que
endo
ob igaçoens
de
P elado
a
que
acodi ,
i eíle
e pi i o,
8c
igilância
nas
en e ma ias
pa a
e-
medi
i
:
Qh£
mo i u a
e am
,
cilice
mo
i
n
is
,
mi e isac
debili
-
b s
ab eni e
.
Se
P eiado,
8c
íe
P o edo !
acodi
às
ob igaçoens
de
caía,
&
ao
deípacho
dos
lubdi os,
em
al a
às
igilâncias
da
P o¬
edo ia
,
a
ho pi alidade
dos
I maõs,
achou c
em
hú
ió
Biípo
de
Sa dis
po
hum
a ilb
do
Geo:
E io
igiUns:
achou e
em
hu
m
S.
Ped o
pela
azaõ
do
eu
o icio:
Ex
o icio
injun o:
Sc
íó
o
e¬
mos
em
y.Illuíl i ima
pela
ua
g ande
igilância,
8c
maxima
clemencia;
E io
igiUns:i ia
e
nim
e l
clemen ia
maxima
•
que
íà-
is azendo
àsobngaçoeàsda
p elazia
comacon olaçaõ
que
expe imen amos,
a endeo
an o
pelo
augmenco
de la
I man¬
dade,
que
no
b e e
eípaço
de
cinco
annos
lhe
le an ou
eíle
no o
Templo:
ez,
8c
(ag ou
a
(ag ada
Imagem
de
S
Ped o
8c
a
collocou
naquelle
eu
h ono
•,
SC
le an ou
no
md
m
o
emno
o
(ag ado
de ias
en e ma ias
,
de ido
udo
ao
(eu
zelo
,
eípi i.
Fex ó
ni lo
V.lllull i ima
oqueP
’7
a,
■
j
que
Sala
o
aõ
(ex.
Salamaõ
ex
hum
Te^plopa a
jica i
domum
nonnm
hum
Palacio
pa a
i
■
.Acc i
V°ZVÍ
i
T
P
1
a
'T
i
0
hc
o
que
ex
Salamaõ.
E
Vo la
llu nlhma
ex
hu n
Palac o
pa a
eias
luccello es.hum
Templo
pa a
Deos,
8í
hum
Ho pi al
pa a
en e mos
j
po
i io

B ecli.
in
di iona .
Be ch.
in
diíiioiia .-
Ly ..
2.
Pa-
xalip.2..
M
Se mão
com
an o
zélo
,
p e iã,
6c
diligencia,
diz
Bé cho io:
Con u »
gúe,
id
eJl^con eJHm u gi e:
edi icou
no
mel
mó
empo
V.
Mu
í .
e a
Ig eja,
edi icou
eílas
no as
en e ma ias:
ss£di ica e:
com-
men a
Bé cho io,
qua i
<edes aci e
:
naõ
pa a
íeu
bem
pa icu¬
la ,
como
Salamaõ
pa a
i:
Pala ium ibi
mas
pa a
o
bem
com*
mum
da
I mandade,
que
il o
que
dize
o
ades aci e:
aze
caías
pa a
o
bem
commum;
< di ica c^
q a i
ades aci e.
E a
em
a
e
a
azaõ,
po que
allando
o
meu
g ande
Ago *
inho
do
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de
Salamaõ
,
diz
que
o a
o
mais
glo io »
daquelle
empo;
mas
cila
caía
deDeos,
igu ada
naquelle
Templo,
he
muy o
mais
glo io a
que
o
Templo
de
Salamaõ'
Templum
Salomonisglo io us
ui
empo e
u
o
y
ed
do nus
Dei
glo-
io io
e i
y
igni ica a
pe
illud.
E
po que
he
maisglo ioíà
dia
Ca a
deDeos,
que
o
Templo
de
Salamaõ?
Po que
lá
e a
ó
Templo
6
c
eíla
Ca a
de
Deos
,
he
Templo
pa a
Deos
,
6c
he
caía
pa a
en e mos:
o
Templo
de
Salamaõ,
ay
dizendo
o
meu
g ande
Agoílinho
,
e a
huma
omb a
naquelle
empo
do
que
ha iamos
e
neíla
e a
:
Templum,
Salomonis
umb a
e a
,
in
cquc
demo.n i aba u
qucd
en u ü
e a
:
6c
como
neíle
ag ado
Tem
-
pio
emos
Templo
,
6c
Hoípi al
con íguo
ao
Templo;
o
que
è
naõ
ia
no
ou o
Templo;
po
i lo
diz
o
meu
g ande
Ago*
í inho
,
que
eíle
Templo
he
mais
glo io o
queo
Templo
dc
Salamaõ:
Sed
s
domus
Deigíono io
ejl
gni ca a
pe
illud.
Em
escouías,
diz
o
ex o
com
a
Gloía
na
en elinha
,
íc
noíl a
a
g andeza,
&
e pi i o
de
Salamaõ
na
edi icação
do
íeu
1
em
pio
:
a
p imey a
na
diligencia,
ÔC
p epa ação
do
edi ício:
P imo
de c ibi u
adi ica ionisp apa a io
:
a
egunda
na
c icacia,
execução
da
ob a:
Secunda
ope isp o ecu io:
a
e cey a
na
de
*
dicaçaõ
do
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edi icado,
que
dedicou
Salamaõ
à
ua
A ¬
ca.-
Te io
empli
adi ca i
dedica io.
E
odas
eílas
azocns
,
con*
clue
a
en elinha,
moíl aõ
o
zelo,
g andeza,
8c
de oçaõ
de
Sa*
^
C
^* è
*bi #
de o io
Salomonis
in
adi icaúoneTempli-
Mas
mdho
que
na
g andeza
de
Salamaõ,
emos
em
V.
II*
iul i.
e as
axoens;
po que
p epa ou,
íag ou,8c
lançou
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p i*
mey a
ped a
deíU
lg
e
jl
V
.
]lli .
eis-ahí
o
spa à h:
P i*l
dc cn .w
.
Le an ou
e e
Templo
la»
g ado.elle
Ho pual
glo iolo.
io
,
&
e iamos
cndoaexecu-
çno
de
oda
a
ob a
eií-ahi
o
p o ecu io
:
Secundo
cpe isp eck^
io,
malmen e
emíey oV.
Illuíl.
nei e
nduo
a
dedicaçao
d lle
do
Apo lolo
S»
Ped o.
2
j
dei e
Templo
edi icado;
Te ib
Templi
xcU ica idedica io
:
c
eis-ahi
inalmen e
a
dedicaçao.
Relia
dize
ago a
V.
llluí .
a
S.
Ped o
pa a
e e na
memó¬
ia,
o
que
dizem
as
E c i u as
di
I e a
Salamão
à
íua
A ca
i¬
gu a
de
S.
Ped o;
zAZdi icíWs
adi icA i
dom m
inhabi íiculuM
UMi i ni limum olium u m
in empi e nam.
Amen
.
Üinnia
ub
co ecHone
J’.
iSAd.
Eccle ue
‘Rpman*e.
LAUS
D
E
O.
j.Rcg.
.xj.