scieee Science in your language
[pt] (orig)

Actividade pecuária, algumas especificidades com reflexo na contabilidade

Abstract

This paper focuses on the importance of Accounting for decision making, regarding an industry with quite special characteristics. The biological nature of the major assets, the need of efficient markets, so that fair values do exist, are some of the subjects addressed. Yet, the greater concern is based on the problem of valuing livestock, income recognition and information disclosure.

Read accessible full text

Actividade pecuária, algumas especificidades com reflexo na contabilidade

Author: Alves, Maria Teresa Venâncio Dores; Teixeira, Ana Bela de Sousa Delicado
Publisher: Universidad de Sevilla
Year: 2005
Source: https://idus.us.es/bitstreams/47790292-3c16-4e9e-aff9-6914d08d3194/download
65
ACTIVIDADE PECUÁRIA, ALGUMAS ESPECIFICIDADES COM REFLEXO NA
CONTABILIDADE
Ma ia Te esa Venâncio Do es Al es
Ana Bela de Sousa DelicadoTeixei a
ABSTRACT
This pape ocuses on he impo ance o Accoun ing o decision making, ega ding an
indus y wi h qui e special cha ac e is ics. The biological na u e o he majo asse s, he need o
e icien ma ke s, so ha ai alues do exis , a e some o he subjec s add essed. Ye , he g ea e
conce n is based on he p oblem o aluing li es ock, income ecogni ion and in o ma ion disclosu e.
KEY WORDS: biological asse s, inancial epo ing.
1. INTRODUÇÃO
A pecuá ia cons i ui uma das ac i idades económicas com des aque no nosso país. Po ém, po di e sas azões,
os emp esá ios que se dedicam a es a ac i idade não êm pe cepcionado a Con abilidade como ge ado a de um
manancial de in o mação undamen al pa a a omada de decisões acionais e, dessa o ma, eículo pa a uma
melho ia do desempenho o ganizacional.
Tendo po base o no ma i o aplicá el à Con abilidade Ag o-pecuá ia, p ocu amos iden i ica as especi icidades
ela i as a es a ac i idade, com e lexo na Con abilidade. Salien amos algumas hipó eses de econhecimen o dos
ac i os biológicos e p odu os ag ícolas, a a és da c iação de con as ap op iadas pa a o e ei o e espec i a
a iculação.
No pon o dois, salien amos o papel da Con abilidade na a ges ão das emp esas pecuá ias, no pon o ês,
e e imos as especi icidades e di iculdades elacionadas com a ac i idade. No pon o qua o, abo damos a
emá ica da alo ização dos ac i os biológicos e p odu os ag ícolas e espec i o econhecimen o con abilís ico.
Po im, ap esen amos algumas conclusões.
2. O PAPEL DA CONTABILIDADE NO DESENVOLVIMENTO DA ACTIVIDADE PECUÁRIA
A Con abilidade como sis ema de in o mação pode p opo ciona ao ges o in o mação undamen al pa a a
omada de decisão. A gilés e Slo 17 (2001), conside am que a Con abilidade pode con ibui pa a a melho a ia do
desempenho da explo ação.
De aco do com Mendoza (1997), a écnica con abilís ica é ão an iga como a necessidade de dispo de
in o mação pa a quan i ica os esul ados da ealização de qualque da ac i idade económica, não se alheando
es a do egis o e a ec ação da écnica e e ida. A ciência con abilís ica eúne um as o leque de conhecimen os,
pelo que cons i ui um sis ema adap ado pa a classi ica os ac os económicos que oco em nas o ganizações.
Dessa o ma, con e e-se no eixo cen al do p ocesso que conduz à ob enção da máxima endibilidade.
17 Ci ando Luening, (1989) e Allen (1994).
CITIES IN COMPETITION
66
Po ém, as eg as con abilís icas e elam di iculdade de adap ação à ealidade que cons i ui a ac i idade pecuá ia.
Essa di iculdade esul a, segundo A gilés e Slo (2001:1-3), das pa icula idades que a ac i idade ap esen a. Es a
si uação só eio a se econhecida em 1994, quando o IASB inclui o ema como objec o de uma No ma
(Cas illo La a e Ma cos Na ei a, 2000).
A gilés (2002:18) conside a que o ní el de u ilização da Con abilidade no sec o p ende-se com a al a de
conhecimen os ou a c ença po pa e dos emp esá ios de que a Con abilidade não em u ilidade, ou não se adequa
aos p oblemas sen idos. A gilés e Slo (2001:1-3), salien am a di iculdade ine en e à implemen ação da
Con abilidade e os ecu sos en ol idos, como ac o es edu o es da u ilização da écnica con abilís ica.
O po encial da Con abilidade como pon o de pa ida pa a ob e a in o mação iá el sob e o p ocesso da
p odução, po in odução de mecanismos de con olo e eunindo uma in o mação adequada que pe mi a a
omada de decisões, é econhecido po Wanadoo (2004:1-2). O au o de ende que o sec o de e usa a
Con abilidade, independen emen e da impo ância que a explo ação possa e . De ac o, a in o mação
con abilís ica pe mi e uma melho comp eensão do esul ado económico e um conhecimen o mais p o undo pa a
decidi se de e con inua a p oduzi as mesmas espécies, se de e di e si ica ou abdica da explo ação. O
emp esá io necessi a e in o mação co ec a e opo una da o ma coma a ac i idade es á a se desen ol ida, pa a
lhe pe mi i decidi en e espécies al e na i as a p oduzi , p ocessos de p odução, calenda ização da p odução e,
assim, p ojec a a p odução e os espec i os cus os. Wanadoo ap esen a os seguin es exemplos da u ilidade da
Con abilidade pa a o sec o : ob e in o mação necessá ia e co ec a pa a pe mi i o cump imen o dos equisi os
do pagamen o do impos o sob e o endimen o; ajuda o emp esá io a planea e a melho a a in a es u u a da sua
explo ação, o que lhe p opo ciona á um maio conhecimen o sob e a ges ão emp esa ial e a endibilidade do
negócio de aco do com os luc os ob idos na explo ação. Assim ob ém a in o mação necessá ia pa a aze
compa ações en e pe íodos e de e mina se hou e e os que no u u o possam se co igidos de aco do coma as
expe iências i idas. E, ainda, ecolhe a in o mação necessá ia pa a euni os equisi os solici ados pelas
en idades inancei as pa a ob enção de c édi os.
3. ESPECIFICIDADES E DIFICULDADES RELACIONADAS COM A APLICAÇÃO DA
CONTABILIDADE À ACTIVIDADE PECUÁRIA
A pecuá ia é uma ac i idade económica que em e oluído signi ica i amen e nos úl imos empos. Cas illo La a
e Ma cos Na ei a (2000) conside am que a especialização e di isão do abalho, as al e ações ecnológicas, o
su gimen o de me cados ac i os, bem como os no os in es imen os e, po conseguin e, no as on es de
inanciamen o, em p o ocado a p ocu a de no as o mas socie á ias e a ans o mação dos negócios adicionais
em sis emas o ganizacionais mais complexos. Es e ac éscimo de complexidade o na mais impe a i o o uso da
Con abilidade. Mendoza (1997:5) salien a que um sis ema con abilís ico des inado a apoia a ges ão des e ipo de
emp esas, de e comp eende e adap a -se às ca ac e ís icas pa icula es que a ac i idade possui e que a
di e encia das emp esas come ciais e ou indus iais, que na sua pe spec i a, são as seguin es:
- A exis ência de uma caixa única pa a a emp esa e pa a a amília;
- A o ma social do abalho;
- O abalho com sis emas biológicos. Es e ipo de sis emas ca ac e izam-se pela sé ie de enómenos biológicos
que se sucedem uma e ou a ez a é à ob enção do p odu o inal e cuja du ação e desen ol imen o é de inido
pela gené ica dos di e en es animais.
ACCOUNTING TRENDS
67
O sec o pecuá io ap esen a um conjun o de ca ac e ís icas di e enciadas que jus i icam abo dagens especiais da
Con abilidade de ido aos p ocessos de p odução du a em á ios anos e a o ação das exis ências se mui o baixa.
Es a ci cuns ância ge a p oblemá icas especiais que a ec am, po exemplo, a alo ização dos cus os das
exis ências que podem se conside adas como ac i os imobilizados; as amo izações do gado; e c. (O iol Ama ,
1999:42).
A gilés e Slo (2001:15), de endem que os p incípios con abilís icos ac uais, em ge al não espondem
adequadamen e às ca ac e ís icas pa icula es das emp esas do sec o e às necessidades de in o mação dos
emp esá ios e dos seus accionis as. En e as azões subjacen es a es a si uação, enunciam as seguin es:
- o ní el ge almen e eduzido de so is icação da ges ão e a ausência de meios económicos no sec o ;
- a limi ada adequação dos p incípios con abilís icos ge ais que em le ado a uma si uação na qual os
emp esá ios se êm man ido mais elu an es em p epa a ela ó ios con abilís icos e usa es e ipo de in o mação
do que os agen es nou os sec o es económicos.
- a eduzida dimensão e a o ma legal de mui as emp esas pecuá ias não as ob igam a publica in o mação
inancei a18.
A ac i idade pecuá ia ap esen a algumas ca ac e ís icas que po enciam um conjun o de di iculdades especí icas
na aplicação dos p incípios con abilís icos como po exemplo (Wanadoo, 2004:1):
- O c escimen o no mal dos animais o que implica al e ações de alo , além de que de e conside a -se o des ino
p e is o pa a os mesmos. De aco do com o des ino, podem se conside ados como ac o es de p odução ou como
p odu os19.
- Di iculdade pa a dis ingui os cus os e p o ei os amilia es dos cus os e p o ei os a ec os à emp esa.
- A ac i idade depende de ce os ac o es de di ícil con olo pelo homem, en e eles, os climá icos.
- A alo ização do cus o de p odução das cul u as na e a ou em p ocesso, depende da e apa do
desen ol imen o das mesmas.
- O consumo di ec o do p odu o e a não emune ação mone á ia do abalho diá io.
- A combinação da ag icul u a e da pecuá ia que di icul a a de e minação do cus o das ac i idades.
- Exis ência de mão-de-ob a amilia .
En e as di iculdades de implemen ação da Con abilidade nas emp esas pecuá ias, es á o ac o de nes as
emp esas g ande pa e dos cus os, se p oduzi em ao longo do ano, enquan o que os p o ei os oco em de o ma
quase ins an ânea no momen o do en io dos animais pa a aba e. No caso da in o mação inancei a p oduzida se
apenas anual, não ha e ia g ande p oblema, mas se p oduzi in o mação mensal as pe das ap esen adas ao longo
do ano se ão cada ez maio es du an e odo o ano, pa a desapa ece de epen e numa só ope ação. Tais
demons ações inancei as não e lec i iam a imagem iel da si uação económico - inancei a da emp esa ao
longo do ano (Mi ó e al, 1999:2).
Es as emp esas abalham com ac i os biológicos o que implica um des asamen o empo al en e o ence amen o
das Con as e o im do ciclo p odu i o. Es e não é in luenciado pela da a de ence amen o do exe cício
económico nem pela da a da in o mação in e cala que se p epa e, pois são di e sas as ases do ciclo em que o
ac i o biológico se pode encon a no momen o da quan i icação, eque endo écnicas especiais de medição.
18 A gilés e Slo (2001) ci ando di e sos au o es (K oll,1987; And é, 1987; e Saba é e Enciso, 1997) a i mam que alguns emp esá ios quando
u ilizam as demons ações inancei as o azem apenas pa a es a em em con o midade com os equisi os iscais e os subsídios.
19 Uma aca des inada à p odução de ca ne, é um p odu o, se se con e e em aca lei ei a, é um ac o de p odução. Mas ambém pode
muda de des ino em unção do seu c escimen o, po exemplo, depois de uma ida ú il como aca lei ei a, pode con e e -se num p odu o
como animal de esíduo ou de e ugo.
CITIES IN COMPETITION
68
Assim, a p odução é o aumen o de alo po aumen o do olume ísico e ou qualidade nos bens com c escimen o
ege a i o conside ado a alo es co en es do momen o da sua oco ência e ou medição. Se o momen o que se
conside a o o da sua oco ência, alo iza -se-á, no inal do ciclo p odu i o. Se o ence amen o do pe íodo
con abilís ico se p oduzi an e io men e à culminação do e e i o p ocesso, conside a -se-á a p odução
p opo cional oco ida à da a e e ida. Se o momen o que se conside a o o da sua medição, alo iza -se-á es e
inc emen o ao alo de ence amen o. (Mendoza 1997, cap 5:5).
4. VALORIZAÇÃO E REGISTO DOS ACTIVOS BIOLÓGICOS
A inalidade da Con abilidade pa a o sec o e á de se semp e, segundo Mendoza (1997, cap 2:4), a de con ola
na sua o alidade, odos os elemen os de gas os, cus os e ob igações que cada uma das ac i idades desen ol idas
na emp esa pecuá ia possam o igina com o objec i o de c ia , man e , e conse a no melho es ado de saúde e
desen ol imen o o gado, o qual pode á i a se endido ou dedicado à p odução. O au o chama, assim, a
a enção pa a uma das p oblemá icas que são objec o da Con abilidade pa a o sec o pecuá io.
P ocu amos em seguida e lec i sob e o dispos o no no ma i o con abilís ico a es e p opósi o.
O Plano O icial de Con abilidade (POC), como documen o de ca ác e ge al que é, não ap esen a qualque
capí ulo exclusi amen e dedicado a es e ema. No en an o, em alguns pon os e e e ques ões undamen ais que
cons i uem linhas o ien ado as pa a a elabo ação da Con abilidade das emp esas pecuá ias.
Rela i amen e à alo ime ia, o POC p e ê uma mul iplicidade de c i é ios, não es ando en e eles o jus o alo ,
ou pelo menos não sendo iden i icado como al. Como e emos adian e, o jus o alo oi o c i é io adop ado pela
IAS 41 – Ag icul u a.
A eg a ge al pa a a alo ização inicial do ac i o imobilizado é, de aco do com o POC (pon o 5.4.1), o cus o de
aquisição ou o cus o de p odução20. Quan o à alo ização subsequen e, o POC (pon o 5.4.1) dispõe que “Quando
os espec i os elemen os i e em uma ida ú il limi ada, icam sujei os a uma amo ização sis emá ica du an e
esse pe íodo” e, ainda que, independen emen e dos elemen os do ac i o imobilizado co pó eo e inco pó eo e em
ou não uma ida ú il limi ada (pon o 5.4.4) “ Quando à da a do balanço i e em um alo in e io ao egis ado na
Con abilidade, de em se objec o de amo ização co esponden e à di e ença, se o de p e e que a edução
desse alo seja pe manen e. Aquela amo ização ex ao diná ia não de e se man ida se deixa em de exis i os
mo i os que a o igina am”.
Pa icula men e, quan o à Con abilidade pa a as emp esa pecuá ias, o POC (
pon o 5.3.13) dispõe que “Quando nas explo ações ag ícolas, pecuá ias e sil ícolas a de e minação do cus o de
p odução aca e a enca gos excessi os, o c i é io a adop a pa a a alo ização das exis ências p oduzidas se á o
do alo ealizá el liquido deduzido da ma gem no mal de luc o. O mesmo c i é io na al a de ou o mais
adequado21 se á ambém aplicá el aos bens adqui idos sujei os a c escimen o na u al. Tal c i é io não é aplicá el
aos bens comp ados que se man enham no seu es ado o iginal”.
Tendo em con a a Di ec iz Con abilís ica 18 e a insu iciência do POC quan o à Con abilidade pa a a pecuá ia e,
ainda, a ausência de qualque Di ec iz a espei o, de emos aplica , semp e que seja caso disso, a IAS 41 -
Ag icul u a. A necessidade de ha monização con abilís ica22, em sido econhecida ao ní el in e nacional, daí o
20 Em con o midade com o POC (pon o 5.4.2) “o cus o de aquisição e o cus o de p odução dos elemen os do ac i o imobilizado de em se
de e minados de aco do com as de inições adop adas pa a as exis ências”.
21 O POC não e e e que ou o c i é io pode á se mais adequado.
22 Segundo Wee man (1996), a ha monização é um p ocesso de ap oximação que isa a edução das di e enças en e as p á icas
con abilís icas à escala in e nacional, de o ma a encon a uma linguagem comum.
ACCOUNTING TRENDS
69
su gimen o des a No ma. O Objec i o da IAS 41 (p o. 5) é o es abelecimen o de no mas pa a a con abilização da
ac i idade ag o-pecuá ia, en endida como a ges ão da ans o mação biológica dos animais e plan as i os, ou
seja, dos ac i os biológicos em p odu os ag ícolas23.
A IAS 41, enuncia algumas de inições undamen ais pa a o en endimen o da No ma, p ecei ua a o ma de
econhecimen o e medição dos elemen os con abilís icos, desc e e a o ma de impu ação de ganhos e pe das e,
po im, p esc e e a o ma de ap esen ação da in o mação e a di ulgação que de e se e ec uada24.
Assim, além das de inições de ac i idade ag ícola e de ac i o biológico a ás e e idas, c emos se em de des aca
os concei os de p odu o ag ícola, de ans o mação biológica, de colhei a e de cus os no pon o de enda. Es as
de inições são enunciadas da seguin e o ma:
- o p odu o ag ícola é o p odu o colhido de ac i os biológicos (p o. 5).
- a ans o mação biológica inclui os p ocessos de c escimen o na u al, degene ação, p odução e p oc iação que
ocasionem no ac i o biológico al e ações de ca ác e quan i a i o e quali a i o (p o. 5).
- a colhei a é o ac o de sepa a o p odu o do ac i o biológico que lhe deu o igem ou o im dos p ocessos de ida
do ac i o biológico (p o. 5).
- os cus os no pon o de enda incluem as comissões a b oke s e deale s, as axas impos as pelas agências
egulado as e pelas bolsas de me cado ias, assim como as axas de ans e ência. Es es cus os não incluem os
anspo es e ou os cus os necessá ios pa a que os ac i os cheguem ao me cado (p o. 14).
Mas, an es do su gimen o da IAS 41, já o ganismos con abilís icos como o Ame ican Ins i u e o Ce i ied Public
Accoun an s (AICPA, 1996) e o Canadian Ins i u e o Cha e ed Accoun an s (CICA, 1986) p opo ciona am
guias pa a a Con abilidade ag ícola, a a és do o necimen o de de inições in e essan es e ecomendações pa a a
alo ização dos ac i os ag ícolas. Também o “Plan Comp able Gene al Ag icole” (PCGA) de 1986 es abeleceu
no mas pa a de e minados ac i os ag ícolas e deu linhas de o ien ação de alhadas pa a a con abilização das
ansacções ag ícolas e a ap esen ação das Demons ações Financei as (A gilés e Slo , 2001:4).
Quan o ao momen o em que de e se econhecido o ac i o biológico, a No ma impõe (p o. 10) o mesmo ipo de
condições p ecei uadas pa a qualque ac i o, em con o midade com a Es u u a Concep ual do IASB (p o. 49).
Ou seja, o ac i o só pode se econhecido se, cumula i amen e, o con olado pela emp esa em esul ado de
acon ecimen os passados e associado a ele se espe a que luam pa a a emp esa bene ícios económicos u u os.
Te á, igualmen e, de o seu jus o alo se mensu á el com iabilidade.
O econhecimen o inicial e a alo ização subsequen e do ac i o biológico de e ão se e ec uados ao jus o alo
deduzido dos cus os es imados no pon o de enda, endo como base o p essupos o de que o jus o alo é
mensu á el com iabilidade (p o. 12). Pa e-se do p incípio de que es e p oblema se pode á coloca apenas no
momen o do econhecimen o inicial do ac i o biológico e caso coincidam as seguin es ci cuns âncias (p o. 30):
23 A gilés e Slo (2001:25) lemb am que a IAS 41 não se e e e explici amen e a ou os elemen os que não aqueles que são especí icos das
ac i idades ag o-pecuá ias, mas em como é e iden e, de se lida no con ex o das ou as no mas do IASB, que al como a 4ª Di ec i a
eque em uma ap esen ação comple a e mui o mais de alhada dos Ac i os, Passi os e Capi al P óp io, no Balanço.
24 De aco do com A gilés e Slo (2001:4-6), a IAS 41 in oduz melho ias impo an es, sendo a p imei a elacionada com a de inição,
alo ização e ap esen ação dos ac i os biológicos e dos p odu os ag o-pecuá ios, sendo ambos de g ande impo ância pa a as capacidades
ans o mado as das emp esas ag o-pecuá ias e a ge ação de esul ados. A simplicidade é a ou a melho ia in oduzida pela IAS 41, a qual
de ine alo izações cla as e simples pa a os ac i os ag ícolas. Os p ocedimen os pa a as a iações do alo con abilís ico des es ac i os são
ambém áceis de implemen a .

CITIES IN COMPETITION
70
não exis i um p eço ou um alo de e minado num me cado ac i o25 e não se em iá eis as es ima i as
al e na i as do jus o alo . Quando es as ci cuns âncias coincidi em o ac i o de e á se medido ao cus o
deduzido da dep eciação acumulada e das pe das po impa idade. No en an o, se a si uação se al e a e o jus o
alo passa a se mensu á el com iabilidade, é ob iga ó ia a modi icação imedia a pa a o jus o alo menos os
cus os no pon o de enda (p o. 30).
O p odu o ag ícola, po que é uma me cado ia negociá el, não ap esen a qualque excepção ela i amen e à
iabilidade do seu jus o alo (p o. 32). De e, en ão, se econhecido ao jus o alo menos os cus os es imados
no pon o de enda, no momen o da colhei a (p o.13).
De aco do com a p esen e No ma (p o. 8), o jus o alo é a quan ia pela qual um ac i o pode se ocado, ou um
passi o liquidado, en e pa es conhecedo as e dispos as a isso, numa ansacção em que não exis e qualque
elacionamen o en e elas. Exis indo um me cado ac i o pa a o ac i o biológico ou pa a o p odu o ag ícola, o
p eço nele co ado cons i ui a base mais iá el pa a a de e minação do jus o alo desse ac i o (p o. 17). Po ém,
nem semp e esse me cado exis e, po isso a No ma desc e e a o ma de encon a ou a base de medida.
De e emos, des e modo a ende ao p esc i o pela No ma: op a po um p eço o mado no me cado, como o
p eço de me cado mais ecen e pa a esse ipo de ac i o, ou p eços de me cado pa a ac i os semelhan es ou
elacionados (p o.s 18-19); caso não es ejam disponí eis p eços iá eis baseados no me cado, usa o alo ac ual
dos cash lows líquidos espe ados do ac i o, descon ados a uma axa de ju o ecen e, an es de impos o,
de e minada no me cado (p o. 20); o cus o pode cons i ui um indicado do jus o alo : quando oco eu uma
eduzida ans o mação biológica ou não se espe a que o impac o dessa ans o mação sob e o p eço seja
ma e ial (p o. 24); e o jus o alo do ac i o biológico é baseado em co ações de me cado ac uais e não é ajus ado
pa a e lec i o p eço eal num con a o de enda pa a en ega numa da a u u a (p o. 16)
Rela i amen e às di ulgações a IAS 41 eque : ap esen ação sepa ada, no Balanço, do alo con abilís ico dos
ac i os biológicos (p o. 39); desc ição na a i a ou quan i icada dos ac i os biológicos da emp esa, po g upo de
ac i os biológicos (p o. 41-42), en endendo-se po al, a ag egação de animais ou de plan as i os semelhan es
(p o. 5); al e ação no jus o alo dos ac i os biológicos, du an e o pe íodo (p o. 40); mé odos e p essupos os
signi ica i os u ilizados na de e minação do jus o alo (p o. 47); jus o alo do p odu o ag ícola colhido du an e
o pe íodo (p o. 48); desc ição da na u eza das ac i idades da emp esa que en ol am cada g upo de ac i os
biológicos e medidas ou es ima i as não inancei as das quan idades ísicas de ou pu du an e o pe íodo e de
cada g upo de ac i os de idos pela emp esa no inal do pe íodo (p o. 46); in o mação sob e ac i os biológicos
cuja posse seja es i a ou que es ejam penho ados como ga an ia de passi os (p o. 49); comp omissos
elacionados com o desen ol imen o ou aquisição de ac i os biológicos (p o. 49); es a égias de ges ão do isco
inancei o elacionadas com a ac i idade ag ícola (p o. 49); econciliação das al e ações no alo con abilís ico
dos ac i os biológicos en e o início e o im do pe íodo, mos ando sepa adamen e al e ações no jus o alo ,
de ido a comp as, a endas, a colhei as, a concen ações de ac i idades emp esa iais, a di e enças cambiais e
ou as (p o. 50).
Quando o jus o alo não o mensu á el com iabilidade, são eque idas as seguin es di ulgações adicionais
(p o. 54-55): a desc ição dos ac i os biológicos; uma explicação das ci cuns âncias que le am a que o jus o alo
25 Es a No ma (p o. 8), al como já o azia a IAS 38, de ine me cado ac i o como aquele em que os elemen os nele ansaccionados são
homogéneos, em qualque momen o é possí el encon a endedo es e comp ado es in e essados e os p eços es ão disponí eis ao público.
ACCOUNTING TRENDS
71
não possa se mensu á el com iabilidade; se possí el, o in e alo den o do qual é p o á el que o jus o alo
caia; os ganhos ou as pe das econhecidos na alienação dos ac i os biológicos26; o mé odo de dep eciação usado;
as idas ú eis ou as axas de dep eciação usadas; o alo con abilís ico b u o e amo ização acumulada, no início
e no inal do pe íodo.
Se o jus o alo de ac i os biológicos an e io men e medidos ao cus o se o na disponí el, são eque idas as
seguin es di ulgações adicionais (p o. 56): desc ição dos ac i os biológicos, explicação da azão pela qual o
jus o alo se o nou mensu á el com iabilidade e o e ei o da al e ação.
As di ulgações elacionadas com subsídios go e namen ais incluem a na u eza e ex ensão dos subsídios, as
condições não cump idas e os dec éscimos signi ica i os espe ados no ní el dos subsídios go e namen ais (p o.
57).
Rela i amen e aos ac i os biológicos que es ão ligados aos e enos, a No ma (p o. 25) de e mina que sejam
mensu ados como ac i os biológicos sepa ados dos e enos.
A No ma enco aja, mas não impõe, a di ulgação de uma disc ição quan i icada de cada g upo de ac i os
biológicos, dis inguindo en e ac i os biológicos consumí eis27 e de p odução ou en e ac i os madu os ou
adul os e ima u os ou ju enis (p o. 43).
A alo ização dos ac i os biológicos pode se e ec uada de duas o mas se a en a mos nas hipó eses de endidas
po o ganismos con abilís icos e na li e a u a.
Enquan o o IASB conside a o c i é io do jus o alo como eg a ge al28, o AICPA e o CICA conside am
p e e í el a u ilização do cus o his ó ico, sendo apenas em de e minadas condições, possí el o uso do jus o
alo 29.
Po ou o lado, au o es como Cas illo La a e Ma cos Na ei a (2000) e A gilés e Slo (2001), salien am a
di iculdade do cus o his ó ico pa a alo iza os ac i os biológicos e a p odução ag ícola, en endendo que o jus o
alo pode cons i ui o c i é io mais adequado. Mi ó e al (1999) p ocu am encon a uma solução pa a iabiliza
a aplicação do c i é io do cus o his ó ico na alo ização dos ac i os em análise.
Embo a Cas illo La a e Ma cos Na ei a (2000) conside em a u ilização de uma base de medida di e en e do
cus o his ó ico como neu al pa a a es u u a concep ual do IASB, econhecem que essa base al e a a
dis ibuição pe iódica dos esul ados ainda que os p o ei os ao longo da ida ú il, sejam os mesmos. No en an o,
o IASB, como imos an e io men e, adop a como modelo pa a a alo ização dos ac i os biológicos, o c i é io do
jus o alo .
A gilés e Slo (2001:6-7) conside am que o p eço de me cado é um indicado do jus o alo quando exis em
me cados ac i os, sendo mais objec i o do que impu ações a cus o his ó ico. De endem ambém que pa a a
26 Nes e caso, há que e ec ua a econciliação p esc i a no p o. 50 (já e e ida), sepa ando as quan ias elacionadas com esses ac i os
biológicos. Além de que, a econciliação de e inclui in o mação quan i a i a ela i a a esses ac i os, sob e pe das de impa idade, e e sões
de pe das de impa idade e dep eciação (p o. 55).
27 São aqueles ac i os que es ão pa a se colhidos como p odu o ag ícola, ou endidos, como ac i os biológicos (p o. 44).
28 Como a i mam A gilés e Slo (2001:6), a IAS 41, queb a com a adição do p incípio do cus o his ó ico e o na o jus o alo na eg a em
ez da excepção. Es es au o es (Slo e A gilés, 1998:5), e e em o ac o de o S ee ing Commi ee o Ag icul u e do IIASB salien a que
exis em me cados e icien es pa a a maio pa e dos ac i os ag ícolas.
29 As condições são as p ecei uadas pelo SOP85-3 adian e explici adas.
CITIES IN COMPETITION
72
maio pa e des e ipo de ac i os, exis em me cados ela i amen e e icien es e po isso, o jus o alo pode se
ob ido de o ma ela i amen e ácil. Salien am, ainda que na essência a IAS 41 pa ece es a de aco do com a IV
Di ec i a. No en an o, no con ex o eu opeu, é p o á el que su jam p oblemas de con li os en e es a no ma e o
no ma i o con abilís ico nacional dos di e en es Es ados memb os da União Eu opeia. Po exemplo, a
alo ização dos ac i os com base no alo ac ual não é con adi ó ia com a qua a Di ec i a, a qual no a igo 33
explici amen e e e e a possibilidade de alo iza os ac i os ixos e as exis ências ao seu alo de eposição, e
ambém pe mi e ajus amen os à in lação dos dados ao cus o his ó ico.
“A abo dagem do jus o alo pa a a a aliação dos ac i os biológicos, p e is a na IAS 41, e o consequen e
econhecimen o dos ganhos não ealizados na Demons ação dos Resul ados, é incompa í el que com o
equisi o nº1, subalínea aa) da alínea c), do a igo 31º da Qua a Di ec i a, de que somen e os luc os ealizados à
da a de ence amen o do balanço podem nele se insc i os, que com o p incípio básico do a igo 33º da mesma
Di ec i a de que alo izações do ac i o imobilizado apenas podem igu a na Demons ação dos Resul ados, na
medida em que enham sido e ec i amen e ealizadas”30.
Segundo Kaplan e Fende (2000) o Accoun ing S anda ds Execu i e Commi ee (AcSEC) do AICPA, disco da
que odos os ac i os biológicos, de am se medidos e econhecidos ao jus o alo pois na maio pa e dos casos,
o modelo do cus o his ó ico é mais ap op iado pa a esses ac i os. As azões que le am a AcSEC a conclui que o
modelo do jus o alo não é o modelo adequado pa a odos os ac i os biológicos, são os seguin es:
1 – A p obabilidade da não exis ência de me cados ac i os pa a mui os ac i os biológicos, a ia la gamen e e
pode não ha e me cados ac i os pa a mui os elemen os sob e udo pa a os ac i os biológicos ima u os. As
es ima i as dos jus os alo es pa a esses ac i os a iam amplamen e, le an ando ques ões sob e a iabilidade
desses jus os alo es. Mui os ac i os biológicos êm ciclos de ida mui o longos e podem se enca ados mais
como ac i os de longo p azo, pa a os quais a mensu ação ao jus o alo pa ece inconsis en e com a mensu ação
de ou os ac i os ixos. Pa a os ac i os biológicos com ciclos de ida cu os, as medidas baseadas no cus o são
de ácil ob enção, mais iá eis e signi ica i os,31.
2 – Os mé odos de de e minação do jus o alo , na ausência de p eços de me cado e os mé odos pa a de e mina
as al e ações ísicas dos ac i os biológicos, são bas an e di e sos e pe mi em juízos signi ica i os. A g ande
a iedade de modelos em uso e a subjec i idade ine en e a esses modelos p oduz quan ias que não são
compa á eis en e en idades32 e da qual podem esul a ambém a iações nos esul ados, de al o ma, que a
ges ão pode ia manipula , se assim o desejasse, as quan ias ela adas. O Comi é não ac edi a na possibilidade po
pa e das emp esas de de e mina com iabilidade os jus os alo es de odos os seus ac i os biológico e com a
consis ência su icien e pa a jus i ica o econhecimen o nas demons ações inancei as básicas.
3 – Es ima o jus o alo só pa a os ac i os biológicos é di ícil e as quan ias encon adas não se ão iá eis nem
compa á eis den o da p óp ia emp esa e en e di e en es en idades.
4 – A eduzida dimensão e o ca ác e amilia de mui as en idades pode aze com que a p epa ação da
in o mação ao jus o alo , enha a cons i ui um cus o e não um bene ício pa a esses ipos de en idades. A
in o mação ao cus o pa a os ac i os biológicos al como aplicado na p á ica hoje pelas pequenas emp esas
amilia es es á acilmen e disponí el e é ú il.
30 DIRECÇÃO-GERAL MARKT (2001)
31 A menos que sejam eunidos os c i é ios desc i os no SOP85-3. Es e documen o pe mi e que os animais disponí eis e de idos pa a enda e
os ce eais colhidos sejam con abilizados que : a) ao cus o ou ao p eço de me cado, dos dois o mais baixo, ou b) de aco do com a p á ica
es abelecida no sec o ao p eço de enda, menos os cus os es imados no pon o de enda, quando se e i ica am cumula i amen e as
seguin es condições: há p eços de me cado iá eis, acilmen e de e miná eis e ealizá eis; os cus os no pon o de enda são ela i amen e
insigni ican es e p e isí eis; os ac i os es ão disponí eis pa a en ega imedia a.
32 Po exemplo, um mé odo ao alo ealizá el líquido pode se adequado pa a alo iza gado madu o, mas ou os modelos podiam se
usados pa a es ima os alo es dos ac i os ima u os.
ACCOUNTING TRENDS
73
5 – O equisi o de di ulgação de uma quan idade signi ica i a de in o mação, sem o co esponden e bene ício
pa a os lei o es das demons ações inancei as.
6 – O modelo a jus o alo não e lec e nos esul ados de cada pe íodo, as al e ações no alo dos ac i os
biológicos que são de idos ou se espe a i a de e po um pe íodo ala gado. O esul ado do p ocesso não es a á
comple o em ases in e médias do c escimen o biológico.
Pa a es es au o es, o ela o inancei o pode á se melho ado di ulgando in o mação selec i a ao jus o alo , pa a
alguns ac i os biológicos, nas no as de odapé das demons ações inancei as.
Enquan o o PCGA ancês, po exemplo, ade e es i amen e ao p incípio do cus o his ó ico, o AICPA (1996) e o
CICA (1986) ecomenda am o p incípio do cus o his ó ico como a e e ência p incipal pa a a alo ização dos
ac i os, embo a es as ins i uições ambém econhecessem que podem ha e si uações excepcionais nas quais o
alo ealizá el podia se conside ado como uma al e na i a (Angilés e Slo , 2001:6).
Cas illo La a e Ma cos Na ei a (2000) conside am que a aplicação da alo ização ao cus o his ó ico à
ans o mação de ac i os biológicos e à p odução ag ícola, esul a inadequada de ido à sua escassa ele ância.
A gilés e Slo (2001:5) de endem que a na u eza da ac i idade o na di ícil a alo ização dos ac i os biológicos
ao cus o his ó ico, e consequen emen e ambém da p odução ag ícola, po que o es ado ísico des es ac i os
ge almen e a ia ao longo do empo, is o é, o nam-se mais o es, amadu ecem, engo dam, e c. Além disso, as
suas quan idades não dependem só das ac i idades de comp a e enda, são ambém de e minadas po p ocessos
como a p oc iação, c escimen o, e mo e.
Tendo em con a as ca ac e ís icas da ac i idade ag ícola, Mi ó, e al (1999) p ocu am adequa o c i é io do cus o
his ó ico33 à sazonalidade ine en e à mesma ac i idade. Assim, em i ude des e c i é io, p ocede-se à ac i ação
de odos os cus os ealizados nas cul u as anuais e no gado de engo da, pa a isso, p opõem a u ilização das
con as do Balanço co esponden es à con a 35 – P odu os e T abalhos em Cu so34, do POC, como con as
de edo as e a con a 81 – Resul ados Ope acionais35, como con a c edo a.
A di e ença em elação ao no ma i o nacional, consis e em que, em ez des e econhecimen o se e ec uado no
inal do exe cício, se a ia du an e o exe cício, à medida em que a inco po ação dos cus os da p odução em
cu so, osse oco endo.
A p opósi o da adopção do c i é io do jus o alo ou do p incípio do cus o his ó ico, em sido desen ol ido
mui o deba e e su gido alguma con o é sia. De ac o, econhecemos que a aplicação do jus o alo en ol e em
si iscos, nomeadamen e ao ní el da compa abilidade da in o mação, e ou os nem semp e áceis de p e e . A
in o mação ao cus o his ó ico, é ge almen e, mais objec i a e iá el, nes e sen ido ci amos Rogé io Fe nandes
Fe ei a (Quad o nº 1).
33 Tal como dispos o no POC no pon o 5.3.1 que e e e que “ as exis ências se ão alo izadas ao cus o de aquisição ou ao cus o de p odução
sem p ejuízo das excepções adian e conside adas”
34 Cuja mo imen ação, segundo o POC, é idên ica à Con a 33 e que po sua ez, quan o ap esen ada no POC a noção des a con a, inclui en e
ou os, os cus os de campanhas em cu so, ac escen ando San iago: 2003, que as campanhas em cu so exis em no malmen e nas ac i idades
ag o-pecuá ias e ag o-indus iais.
35 É e iden e que es e a amen o implica ia a necessidade de uma Con abilidade Analí ica.