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Recibido: 19-12-2018 | Acep ado: 13-02-2019
ÁMBITOS. REVISTA INTERNACIONAL DE COMUNICACIÓN
N0. 44 (2019) | © Uni e sidad de Se illa
ISSN: 1139-1979 | E-ISSN: 1988-5733
Nº DOI: h p://dx.doi.o g/10.12795/Ambi os
Fo ma de ci a :
Modes o, Y. & De Mello, E. (2019). As na a i as jo nalís icas em o ma o de s o ies no Ins ag am e Snapcha . Ámbi os. Re is a
In e nacional de Comunicación, 44, 73-92. doi: 10.12795/Ambi os.2019.i44.05
As na a i as jo nalís icas em o ma o de s o ies no Ins ag am e
Snapcha
The jou nalis ic na a i es in s o ies o ma on Ins ag am and
Snapcha
Yago Modes o Al es, Uni e sidad Fede al do Tocan is, B asil
[email p o ec ed] | h p://o cid.o g/0000-0001-5562-9891
Quad a 109 No e, A . NS15, ALCNO -14 Plano Di e o No e - TO, B asil
D a. Edna de Mello Sil a, Uni e sidad Fede al do São Paulo, B asil
[email p o ec ed] | h p://o cid.o g/0000-0003-1312-9041
Rua Sena Madu ei a - 1500 4 anda (UAB) Vila Clemen ino, São Paulo - SP B asil
Resumo
A p esen e pesquisa em como emá ica a ap op iação pelo jo nalismo nas mídias sociais que em
como base a publicação de mensagens em o ma o de imagens ins an âneas, especi icamen e
o Snapcha e o Ins ag am S o ies. O es udo se jus i ica pela ascensão do uso das mídias sociais
no jo nalismo, po con a do público que ende cada ez mais a consumi in o mação nes e ipo
de espaço. Sabendo que eículos jo nalís icos, nacionais e in e nacionais, o iginá ios de mídias
adicionais ou da in e ne , êm pe is a i os nessas mídias, su ge a pesquisa aqui ap esen ada,
que obje i a p opo e ca ac e iza as ipologias de na a i as jo nalís icas em o ma o de S o ies.
Em sua pa e eó ica, o a igo disse a sob e o con ex o ge al de ap op iação das mídias sociais
pelo jo nalismo; as ca ac e ís icas e pa icula idades dos aplica i os Snapcha e Ins ag am
e as p incipais o mas de ap op iação das mídias sociais pelo jo nalismo. Pa a cump i o
obje i o, são u ilizadas écnicas especí icas da análise de con eúdo, a pa i dos p ocedimen os
me odológicos p opos os po Ba din (2009); e da análise desc i i a, segundo as p oposições
de Lopes (2003). Po meio da obse ação e ca ego ização, iden i ica e ca ac e iza no e ipos
de na a i as jo nalís icas em o ma o de S o ies: Na a i a Tex ual; Tex ual Hipe midiá ica;
Chamada Hipe midiá ica; Con i e; Con i e Hipe midiá ica; Jo nalis a Sel ie; No a; En e is a; e
Múl iplos Fo ma os. A pa i das análises e desc ições, apon a que essas na a i as são uma
adap ação das na a i as jo nalís icas adicionais às po encialidades e limi ações do Ins ag am
e Snapcha , com elemen os da epo agem, da no ícia, lead, en e is a, no a, chamada, den e
ou os.
Modes o, Y. & De Mello, E. As na a i as jo nalís icas em o ma o de s o ies no Ins ag am e Snapcha
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Abs ac :
The p esen esea ch has as i s heme he app op ia ion by jou nalism in social media ha is based
on he publica ion o messages in o ma o ins an images, speci ically Snapcha and Ins ag am
S o ies. The s udy is jus i ied by he ise o he use o social media in jou nalism, because o
he public ha ends mo e and mo e o consume in o ma ion in his ype o space. Knowing ha
jou nalis ic medias, na ional and in e na ional, o igina ing in adi ional media o he In e ne , ha e
p o iles ac i e in hese media, he esea ch p esen ed he e aims o p opose and cha ac e ize he
ypologies o jou nalis ic na a i es in S o ies o ma . In i s heo e ical pa , he a icle discusses he
gene al con ex o app op ia ion o social media by jou nalism; he cha ac e is ics and pa icula i ies
o he Snapcha and Ins ag am applica ions and he main o ms o app op ia ion o social media by
jou nalism. To ul ill he objec i e, speci ic echniques o con en analysis a e used, based on he
me hodological p ocedu es p oposed by Ba din (2009); and desc ip i e analysis, acco ding o he
p oposi ions o Lopes (2003). Th ough obse a ion and ca ego iza ion, i iden i ies and cha ac e izes
nine ypes o jou nalis ic na a i es in S o ies o ma : Tex ual Na a i e; Tex ual Hype media;
Hype media call; In i a ion; Hype midi ic In i a ion; Jou nalis Sel ie; No e; In e iew; and Mul iple
Fo ma s. F om he analysis and desc ip ions, he a icle poin s ou ha hese na a i es a e an
adap a ion o he adi ional jou nalis ic na a i es o he po en iali ies and limi a ions o Ins ag am
and Snapcha , wi h elemen s o epo ing, news, lead, in e iew, no e, call, among o he s.
Pala as cha e: Mídias Sociais, Snapcha , Ins ag am S o ies.
Keywo ds: social Media, Snapcha ; Ins ag am S o ies.
1. INTRODUÇÃO
Se as mídias sociais êm ans o mado a ida social das pessoas, não se ia di e en e que
in e isse ambém no lado p o issional dos jo nalis as, que se i am dian e de no os ecu sos
in o ma i os pa a a cons ução das no ícias, p incipalmen e po con a de uma linguagem p óp ia
e p op iedades comunica i as e de con eúdo que di e e essas mídias dos meios adicionais
(He e o-Cu iel, 2012; Mendéz, 2012).
To nando-se cada ez mais comum as pessoas es a em conec adas em uma mídia social, o
jo nalis a começa a es a mais a en o às endências e mo imen os p esen es ou o iginados
nesse ambien e. É o que em acon ecendo com um ipo de aplica i o que eme giu ao público
nos úl imos dois anos, e que em como base a publicação de mensagens em o ma o de imagens
ins an âneas, que “desapa ecem” na ela após poucos segundos de isualização. O Snapcha oi
o pionei o das chamadas mídias sociais de imagens ins an âneas, ambém concei uadas como
mídias sociais e ême as (Baye e al, 2015).
C iado po E an Spiegel, Bobby Mu phy e Reggie B own, o Snapcha em como p incipal
ca ac e ís ica a possibilidade de i a o os, g a a ídeos, adiciona ex os ou desenhos à imagem
e, po im, escolhe o empo que ela ica á disponí el na ela de um amigo de sua lis a. O empo
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máximo pa a cada snap, como são chamadas as publicações nessa mídia, são de 10 segundos.
Com seu c escimen o, ou os aplica i os, já consolidados em suas p opos as de pos agem de
con eúdo, passa am a disponibiliza uncionalidades baseadas nesse mesmo o ma o de con eúdo.
O mais popula é o Ins ag am, mídia social ol ada, p imei amen e, ao compa ilhamen o de o os e
ídeos en e seus usuá ios em uma linha do empo. Desde agos o de 2016, passou a disponibiliza
a uncionalidade Ins ag am S o ies, com as mesmas ca ac e ís icas do Snapcha .
A p esen e pesquisa em como emá ica a ap op iação pelo jo nalismo nesses dois aplica i os. O
obje i o é p opo e ca ac e iza no e ipologias de na a i as jo nalís icas em o ma o de S o ies,
que é o espaço disponibilizado nas duas e amen as pa a a publicação de mensagens em
imagens ins an âneas. An es disso, ap esen a o con ex o de elação do jo nalismo com as mídias
sociais, as p incipais o mas de ap op iação, bem como as pa icula idades e ca ac e ís icas das
S o ies no Ins ag am e Snapcha . Pos e io men e, disco e os p ocedimen os me odológicos
u ilizados na pesquisa e, po im, p opõe no e ipologias de na a i as, suas ca ac e ís icas e
classi icações.
O es udo se jus i ica pela ascensão do uso das mídias sociais no jo nalismo, já que o público ende
cada ez mais a consumi in o mação nes e ipo de espaço i ual. Ou o a o é a necessidade
de pesquisas que en endam o que esses ambien es êm a o e ece pa a o me cado jo nalís ico,
an o nas o mas de consumo quan o de p odução da no ícia.
2. JORNALISMO E MÍDIAS SOCIAIS
Como a i mam Kaplan e Haenlein (2009), as mídias sociais ep esen am uma no a endência de
in e esse às o ganizações que ope am no ambien e on-line. No caso especí ico do jo nalismo, os
eículos que já es a am p esen es nos si es de no ícias, passam a c ia pe is nas edes sociais
pa a compa ilha no ícia pa a os usuá ios do meio. Pa a Ga cía de To es e al (2011), esses
espaços se o nam imp escindí eis pa a o jo nalis a consegui in o mação, dissemina no ícias,
chega aos lei o es localizados em egiões dis an es e alcança os jo ens ou aqueles que não
consumem jo nalismo no o ma o adicional. Assim, ino a acaba sendo essencial pa a se adap a
a es e cená io.
Veículos de mídias adicionais já consolidados no me cado jo nalís ico se eem dian e de
ans o mações que êm p o ocado mudanças ambém em suas es u u as o ganizacionais. Com
o obje i o de a ende a no a demanda, as emp esas passam a chega ao público de manei a
mais dinâmica, com in o mação local, ubíqua, po á il e em empo eal. As mídias sociais se
o nam o ambien e p opício pa a alcança esses obje i os, po p omo e a acilidade na c iação
de con eúdo, da á ias possibilidades pa a o p odu o in e agi com o público, e p incipalmen e,
in eg a às mensagens no as na a i as com es u u as que podem conquis a ainda mais os
usuá ios (Flo es-Vi a , 2012).
Essas na a i as ão além do ex o e imagens. Pa a Flo es-Vi a (2012), a g ande no idade
es á na mudança e eme são de códigos comunica i os, que e oluem na medida em que se
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desen ol em as ecnologias e aplica i os digi ais. Os jo nalis as p ecisam en ende os o ma os e
aplicabilidades digi ais como e amen as que pe mi em a po encialização do con eúdo no icioso,
pa a, pos e io men e, ganha econhecimen o na ede e alcança o in e esse do público. O no o
pe il desses p o issionais acaba sendo o de con ado de his ó ias em no os o ma os.
Pode-se, po an o, des aca que a elação que o jo nalismo em man ido com as mídias sociais
é de mú uo en iquecimen o, p incipalmen e no que diz espei o à p odução e compa ilhamen o
de con eúdo. Algumas ca ac e ís icas do webjo nalismo, p esen es nos si es de no ícias, são
po encializadas no momen o em que os eículos passam a p oduzi ou disponibiliza con eúdo
pa a e amen as de mídias sociais. Den e as po encialidades, Pacheco (2014) des aca:
Fe amen as mul imídias: ali, os jo nalis as podem disponibiliza con eúdos audio isuais, como
o os e ídeos na p óp ia e amen a do ambien e, simpli icando a es u u a da in o mação, já que
é desnecessá io ab i-los em ou o si e;
Hipe ex ualidade: conjun amen e à p odução de um con eúdo no o, bem como na ansposição
da no ícia, é possí el a disponibilização de hipe links que inculem aquele con eúdo com o
publicado no si e do eículo;
In e ação: es abelecida p incipalmen e a a és dos comen á ios dos seguido es/público;
Dinamismo no con eúdo: O con as e en e a on e e o undo u ilizado na concepção de edes
sociais pe mi e uma melho isualização pa a o usuá io, acili ando a lei u a das in o mações
p opagadas po essas pla a o mas.
Capacidade de a ualização con ínua: o con eúdo pode se disponibilizado e a ualizado segundos
após o acon ecimen o do a o.
Os espaços de S o ies das mídias sociais Snapcha e Ins ag am p opo cionam aos jo nalis as a
p odução de con eúdo que a endem as po encialidades des acadas pelos au o es ci ados acima.
Mas, em con a pa ida, ap esen a alguns desa ios de ido a ca ac e ís icas p óp ias elacionadas,
p incipalmen e, a e eme idade e al a de memó ia, como é expos o no ópico a segui .
3. PARTICULARIDADES DAS MÍDIAS SOCIAIS DE IMAGENS INSTANTÂNEAS
Há uma sé ie de ca ac e ís icas que azem as mídias sociais de imagens ins an âneas aguça em
a a enção dos eículos de mídia pa a a p odução de con eúdo. B adshaw e Maseda (2016)
ap esen am dicas pa a o uso jo nalís ico do Snapcha , que podem se ampliadas ao S o ies do
Ins ag am po con a de ca ac e ís icas semelhan es en e os dois aplica i os. Pa a eles, na g ande
lis a de desa ios que os jo nalis as êm en en ado com o desen ol imen o das no as ecnologias,
as S o ies seja a mais us an e de odas. Ao mesmo empo em que p ome em al os ní eis de
audiência e inc í eis índices de p omoção de con eúdo, há di iculdades que são en en adas.
Den e elas, des acam-se:
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A na u eza e ême a da e amen a: A e eme idade é algo ine en e à no ícia jo nalís ica, po ém, nos
aplica i os como Snapcha e Ins ag am S o ies, ela é po encializada a um ní el que anscende
a o ma de consumo de con eúdo dos ou os meios de comunicação. Tal con ex o se in ensi ica
quando somado à al a de memó ia do con eúdo publicado no aplica i o.
In e ace desses aplica i os: A in e a i idade no consumo do con eúdo se dá exclusi amen e
a a és do oque na ela. Caso a imagem não seja in e essan e, bas a um oque pa a pula de
cena, ou desliza a ela pa a pula de pe il.
O amado ismo do con eúdo que é p oduzido pa a essas pla a o mas: As imagens p oduzidas
nesses aplica i os podem da um ca á e de amado ismo ao p odu o , po con a da ipog a ia das
on es de ex o bem como os pinceis de desenho.
Dian e desses pon os, pa a os au o es, pode pa ece di ícil pensa que as ca ac e ís icas do
Snapcha e Ins ag am S o ies possam en usiasma aqueles que p e endem dedica a con a
his ó ias de o ma p o issional nesses ambien es. Mas a po encialidade de audiência desses
aplica i os az com que os desa ios sejam en en ados e que os jo nalis as comecem a pensa
essas mídias sociais como pode osas e amen as na a i as, não o e ecidas, a é en ão, po
nenhuma ou a pla a o ma de mídia.
Jungblu (2017) ê as di iculdades apon adas po B adshaw e Maseda (2016) como pon os
o es pa a p odução de con eúdo nas S o ies. Pa a ela, os apps de mídias sociais de imagens
ins an âneas se popula iza am po con a de suas pa icula idades: imagens que somem depois
de um empo, amado ismo de seu con eúdo e a possibilidade de cons ui o os e ídeos de uma
o ma mais au ên ica. Tais singula idades acaba am po in oduzi um ício de compa ilhamen o
en e as pessoas. Den e os mo i os pa a apos a em con eúdo nas S o ies, Jungblu (2017)
des aca:
C iação passi a de con eúdo: Pa a c ia uma s o y bas a se c ia i o, não p ecisa de mui a
p odução nem imagens bem abalhadas ou edi adas.
Labo a ó io de ideias: Como o con eúdo não ica expos o po mui o empo na ede, o usuá io pode
aze es es a é encon a a melho o ma de cons ui na a i as in e essan es ou pa a conquis a
um no o público. Assim, caso aquela en a i a seja bem acolhida pelo público, o p odu o do
con eúdo pode publica aquele o ma o na a i o ou as ezes.
Va iedade de ecu sos: É possí el desenha , cola adesi os (s icke s), il os, localização, ma ca
usuá ios, e c.
Re e be ação do con eúdo: A possibilidade de adiciona links às pos agens az com que as S o ies
sejam um espaço pa a que o usuá io a egue os si es de no ícias¹.
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Comp eendido as ca ac e ís icas desses aplica i os, pa em-se ago a as o mas ge ais de
ap op iação pelo jo nalismo das mídias sociais. Como se á is o a segui , o en oque da di usão
se á ú il pa a iden i ica e ca ac e iza as ipologias de na a i as p opos as nes a pesquisa.
4. FORMAS DE APROPRIAÇÃO DAS MÍDIAS SOCIAIS PELO JORNALISMO
Es udos buscam explo a as o mas de ap op iações e possibilidades que as mídias sociais
êm p opo cionado às p á icas jo nalís icas, incluindo a p odução, cons ução e p incipalmen e
a dis ibuição e consumo da no ícia. Os ipos de elações das mídias e edes sociais com o
jo nalismo, p opos as po Ros (2012), po exemplo, se con e gem em alguns pon os com as
ideias de Recue o (2012) e He mida (2012). O quad o 1 az a con e gência das ideias dos ês
au o es, e, em seguida, são explo adas cada uma delas.
Quad o 1 - En oque do uso jo nalís ico nas mídias sociais
Ros (2012) He mida (2012) Recue o (2012)
Recepção Cole a ou consegui in o -
mações Fon es p odu o as de in o mação
Di usão
Repo a no ícias
Recomenda as no ícias
Fil o de in o mações
Espaço de e e be ação das
in o mações.
In e ação
Fon e: Elabo ado pelos au o es
No p imei o caso, é possí el enxe ga as mídias sociais desde o aspec o da ecepção. O con eúdo
p oduzido pelos usuá ios de um si e de ede social pode se i de on e ou pau a pa a os jo nais.
Como a in e ne az pa e da o ina p odu i a dos jo nalis as, esse espaço é ap o ei ado pa a
encon a his ó ias, ideias e on es, ealidade que em se in ensi icado com o uso das mídias
sociais. Um eículo pode u iliza de con e sas, ídeos, o os, pos agens ou depoimen os dos
usuá ios sob e um assun o que es á sendo pau ado pela imp ensa, acima de udo, em si uações
em que o jo nalis a não es á p esen e (Ros , 2012; He mida, 2012).
O segundo en oque busca analisa o pode de di usão de con eúdos que as mídias sociais êm
como meio de comunicação, e é a pa i dele que se pode en ende as na a i as jo nalís icas
em o ma o de S o ies. He mida (2012) subdi ide as o mas de di usão em: epo a as no ícias
e ecomenda as no ícias. Recue o (2012) não a a especi icamen e o uso das mídias sociais
pa a epo a no ícias, mas no caso da ecomendação, a au o a a ê como il o e e e be ação
de in o mações.
Assim como os jo nalis as p oduzem con eúdos pa a se em publicados no jo nal, na e is a,
ádio, ele isão ou si es de no ícias, eles ambém passam a c ia con eúdo exclusi amen e pa a
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as mídias sociais. Eles podem ap op ia -se desses espaços an o pa a amplia a epo agem
de um acon ecimen o já di ulgado em ou o meio, como ambém pa a p oduzi con eúdo de
assun os inédi os e especí icos pa a cada si e ou aplica i o. Es e ipo de ap op iação ainda é
ecen e, uma ez que, quando as mídias sociais se popula iza am, e a comum apenas a il agem
de in o mação, pos agem de links de no ícias publicadas dos si es jo nalís icos. Mas, com as
po encialidades desses espaços, que c escem a cada no a a ualização, o jo nalismo começa a
encon a mais um ambien e pa a epo a a no ícia (He mida, 2012).
Ou a manei a de se u iliza as mídias sociais pa a di usão é a ecomendação de in o mações, que
consis e na publicação de links de ma é ias di ulgadas na ín eg a no si e de no ícias do eículo.
Segundo Recue o (2012), a a uação das edes sociais na il agem de in o mações é o caso mais
comum obse ado na elação RSI com o jo nalismo, em e mos de di usão de in o mações. Os
links das no ícias publicadas nos si es jo nalís icos são compa ilhados an o pelos p óp ios pe is
ou páginas o iciais dos eículos quan o do público. Pa a He mida (2012), esse ipo de ap op iação
é ú il pa a p omo e con eúdo, aumen a o alcance do público e acessos no si e de no ícias, além
de po encializa o nome do eículo de comunicação.
Po im, Ros (2012) az a in e ação como ou o en oque do uso jo nalís ico das mídias sociais.
Nes e caso, elas são is as como um ambien e de comunicação en e os eículos e imp ensa,
lei o es, on es e ou os jo nalis as.
5. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
O g ande desa io de pesquisa as ap op iações pelo jo nalismo nas mídias sociais de imagens
ins ãn aneas é que seu con eudo não ica disponí el no meio, ou seja, não há memo ia nesses
espaços. A pe enidade ou capacidade de memó ia é uma das g andes ca ac e ís icas do jo nalismo
na web, que o po encializa ainda mais em elação aos ou os meios de comunicação. Isso po que,
na in e ne , o ma e ial jo nalís ico pode se gua dado inde inidamen e, em g ande quan idade e
em pouco espaço, com um cus o ela i amen e ba a o em elação aos ou os meios. Nas mídias
sociais adicionais, como Facebook e Twi e , a memó ia ca ac e ís ica da in e ne ainda es á
e icazmen e p esen e, pois seu con eúdo ica disponibilizado na linha do empo do usuá io.
A si uação é dis in a quando se a a das mídias explo adas nessa pesquisa. O con eúdo do
Snapcha e do Ins ag am S o ies só es á disponí el no aplica i o du an e 24 ho as, di icul ando
o p ocesso de cole a e análise do que é ali compa ilhado.
Me odologicamen e, essa pesquisa se ca ac e iza po um es udo de ca á e desc i i o-analí ico,
com abo dagem quali a i a. Os p ocedimen os me odológicos o am di ididos, pa a ins
esquemá icos, nas qua o ases me odológicas das pesquisas em comunicação p opos as po
Lopes (2003), são elas: 1) De inição do obje o; 2) Obse ação; 3) Desc ição; 4) In e p e ação.
Essas ases con e gi am com os polos c onológicos de o ganização da análise de con eúdo
segundo Ba din (2009), são eles: 1) P é-análise; 2) Explo ação do ma e ial e 3) T a amen o dos
esul ados, in e ência e in e p e ação. Segundo Ba din (2009), a análise de con eúdo con empla
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um conjun o de p ocedimen os de análise das comunicações, u ilizando écnicas sis emá icas e
obje i as de desc ição do con eúdo da mensagem.
P imei amen e, oi c iado um pe il nos dois aplica i os, Snapcha e Ins ag am, pa a a cole a do
ma e ial analisado. Depois, o am elencados os p incipais eículos jo nalís icos de Tele isão,
Imp esso (Re is a e Jo nal) e In e ne , do B asil, Es ados Unidos, países da Eu opa, Ásia e Amé ica
La ina, le ando em con a, p incipalmen e, a audiência desses eículos². Pos e io men e, oi
ealizada a p ocu a do pe il desses eículos na mídia social Ins ag am. A a és da uncionalidade
Suges ões³, o am ei as buscas po ou os pe is jo nalís icos no aplica i o. Em seguida, ealizou-
se a busca no Snapcha pelos pe is dos eículos an e io men e localizados no Ins ag am S o ies.
A cole a deu-se du an e os 31 dias do mês de Ou ub o de 2017, em se e pe is jo nalís icos que
publica am no Snapcha e 32 que ize am pos agens no Ins ag am S o ies. Como, na época em
que oi ei a, o con eúdo publicado nessas mídias sociais não e a disponibilizado em algum ipo
de memó ia no p óp io aplica i o, oi ealizada uma cole a, en e às 23h e 1h do dia seguin e. No
Ins ag am S o ies, oi u ilizado o aplica i o S o ySa e , que, inculado a uma con a do Ins ag am,
disponibiliza odas as o os e ídeos publicados na S o ies dos pe is que a pessoa segue. Po
con a de o Snapcha impossibili a o sal amen o de ídeos pos ados na ede, oi u ilizado o
aplica i o AZ Sc een Reco d. Es e pe mi e a cap u a de ela em ídeo do celula enquan o os
snaps são ep oduzidos. No im da g a ação, é disponibilizado um ídeo da ep odução da ela.
Le ando em con a o núme o de dias em que o am ei as as pos agens e as pa icula idades no
ipo de con eúdo publicado pelo eículo, o am seleccionados 12 pe is jo nalís icos pa a a e apa
pos e io .
O passo seguin e oi a ca ego ização a pa i de uma obse ação e desc ição do con eúdo
do ma e ial cole ado. A desc ição é uma ope ação desen ol ida a a és da análise desc i i a,
e segundo Lopes (2003, p.149) é ei a em dois passos: O p imei o é a o ganização, c í ica e
classi icação dos dados cole ados. O segundo ab ange “p ocedimen os p op iamen e analí icos,
que isam à cons ução de obje os empí icos e a ep odução do enômeno nas condições de
sua p odução”.
Um quad o oi c iado pa a inse i a desc ição de cada dia de pos agem nos pe is selecionados.
Fo am indicados os ipos de na a i as p esen es na sequência de pos agem daquele dia; a
desc ição de como ela es á sendo ap esen ada; os ecu sos jo nalís icos; os ecu sos das mídias
sociais u ilizados pelos eículos; e ou as obse ações ele an es. A sis ema ização da desc ição
de cada dia de pos agem, em odos os dias em que hou e publicações dos pe is nas espec i as
mídias sociais, oi ú il pa a iden i ica pa icula idades e gene alidades nas pos agens dos pe is
jo nalís icos.
Após desc i as, odas as pos agens diá ias dos pe is selecionados o am ag upadas segundo as
semelhanças do ipo de mídia u ilizado no con eúdo. Foi obse ada a sequência de pos agens
de cada um dos dias em que o ma e ial oi cole ado, iden i icando cinco ipos de ca ego ias: 1)
Sequência de pos agens apenas com ídeos (V); 2) Sequência de pos agens apenas com o os
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(F); 3) Sequência de pos agens com ídeos e o os (VF); 4) Sequência de pos agens em que os
ídeos mos am o jo nalis a na cena (VJ); 5) Sequência de pos agens com o os e ídeos com o
jo nalis a p esen e em cena (VFJ).
As pos agens que ap esen a am as mesmas ca ego ias o am ag upadas no amen e, pa indo
da hipó ese de que os elemen os da publicação es a iam elacionados com o ipo de na a i a
u ilizada, p oposição essa que oi con i mada pos e io men e. No g upo de pos agens de cada
uma dessas ca ego ias, o am obse ados, ainda, ou os elemen os ca ac e ís icos das pos agens,
como: uso de hipe links, ca ac e ís icas p óp ias do ex o na a i o e elemen os do jo nalismo,
como a en e is a, no a e epo agem. O quad o 2 ilus a como as ca ego ias e as ca ac e ís icas
o am u ilizadas pa a iden i ica as na a i as.
Quad o 2 – Ca ego ias p esen es em cada Na a i a
Tipo de Na a i a Ca ego ias Ou as Ca ac e ís icas
Na a i a Tex ual F; V; VF Tex o das legendas em o ma o de no ícia.
Na a i a Tex ual Hipe midiá ica F; V; VF Tex o das legendas em o ma o de no ícia e
hipe link.
Na a i a de Chamada Hipe midiá ica F; V; VF Tí ulos das no ícias e hipe link
Na a i a Con i e VJ Jo nalis a em cena con idando o publico
pa a e /assis i a no ícia/p og ama.
Na a i a Con i e Hipe midiá ica VJ Jo nalis a em cena con idando o publico
pa a e /assis i a no ícia/p og ama e hipe -
link.
Na a i a Jo nalis a Sel ie VFJ Elemen os da epo agem jo nalís ica.
Na a i a de No a VJ Jo nalis a apa ece azendo uma in o mação
no es ilo no a seca.
Na a i a de En e is a VJ; VFJ Jo nalis a e on e: Pe gun a e espos a.
Na a i a de Múl iplos Fo ma os VFJ Elemen os de á ias na a i as acima, com
mais de um jo nalis a ap esen ando, em uma
espécie de quad o especí ico.
Fon e: Elabo ado pelos au o es
Depois de iden i icadas, as na a i as o am ca ac e izadas de aco do com os elemen os da
na a i a digi al p esen es em sua composição (Paul, 2007), além de sua inalidade enquan o
ap op iação pelo jo nalismo nas mídias sociais (Ros , 2012).
Como o ma de a alia e classi ica as na a i as p esen es em ambien es digi as, pa a de e mina
seu e ei o nos consumido es de no ícias em ambien e on-line, Paul (2007) p opõe a axonomia das
na a i as digi ais. Um dos elemen os analisados é o con ex o, que, nes a pesquisa, se iu pa a
di e encia e classi ica dois g upos de na a i as. No que se e e em ao con ex o, as na a i as
digi ais podem se au oexplica i as ou hipe midiá icas.
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6.8. Na a i a de En e is a
Como o p óp io nome diz, a Na a i a de En e is a em como essência a en e is a jo nalís ica.
Assim como na en e is a pa a ele isão, o eículo jo nalís ico u iliza as mídias sociais em o ma o
de imagens ins an âneas pa a cons ui uma na a i a o mada po pe gun as e espos as en e
o jo nalis a e a on e. A di e ença é que, nes e ipo de mídia social, a on e es á limi ada a um
empo de 15 segundos pa a esponde aos ques ionamen os. Pode se cons uída de duas o mas:
ídeos cu os que in e calam a pe gun a do jo nalis a com a espos a do en e is ado, ou ídeos
compos os apenas com a espos a do en e is ado. Nes e úl imo caso, pode-se u iliza a e amen a
de ex o pa a inse i as pe gun as nas pos agens das epos as em ídeo. A igu a 8 az o eco e
dessa na a i a no pe il @cbsnews, no Ins ag am S o ies:
Assim como as Na a i as de No a e Jo nalismo Sel ie, o con eúdo da Na a i a de En e is a
ende a se pos ado logo após a g a ação dos ídeos. Es e ca á e ins an âneo da elação
Figu a 8. Na a i a de En e is a
Fon e: Cap u a de ela
Figu a 7. Na a i a De No a
Fon e: Cap u a de ela
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g a ação e publicação das pos agens az com que não haja a necessidade de links hipe midiá icos
que di ecionem os usuá ios à in o mação comple a.
6.9. Na a i a de Múl iplos Fo ma os
A Na a i a de Múl iplos Fo ma os é o mada pela hib idização de á ias ca ac e ís icas das ou as
na a i as ci adas an e io men e. Nos eículos em que oi possí el iden i icá-la, é ap esen ada
como um quad o ixo do pe il na mídia social com nome, pe iodicidade, e o ma o pad onizado.
A igu a 9 az o eco e dessa na a i a no pe il @es adao, com o #Es adãoD ops, no Ins ag am
S o ies:
Os eículos u ilizam a Na a i a de Múl iplos Fo ma os como uma o ma mais dinâmica de di undi
as no ícias nos aplica i os de imagens ins an âneas. A p esença de á ios jo nalis as em cena, que
se in e calam en e uma pos agem e ou a pa a ecomenda ou epo a no ícias, é seu p incipal
di e encial em elação aos ou os ipos de na a i as. O jo nalis a pode apa ece pa a aze um
con i e, uma chamada ou a é mesmo no as com in o mações do a o em pau a naquele dia. Seu
pon o mais o e é a pad onização do o ma o e a pe iodicidade, o que se assemelha mui o ao
jo nalismo p oduzido nos ou os meios de comunicação.
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O p esen e es udo não e e como obje i o es uda a audiência dessas mídias sociais. Desse
modo, não se pode apon a conside ações a espei o de qual ipo de na a i a é a ideal ou mais
acei á el pelo público. O que se pode in e i é quais êm maio po encial in e a i o e mul imidiá ico,
que são pon os o es pa a cons ui engajamen o com o público. A Na a i a de Múl iplos
Fo ma os, po ag ega ou os ipos de na a i as em sua es u u a, p incipalmen e de ido a igu a
do jo nalis a em cena, que in e age com a mesma linguagem do público das mídias sociais, se ia
uma o e possibilidade de ap op iação dos eículos jo nalís icos nesses espaços. A Na a i a
Figu a 9. Na a i a de Múl iplos Fo ma os
Fon e: Cap u a de ela
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Jo nalis a Sel ie ambém é po encial po ap esen a a es u u a da epo agem, e aze pa a o
público a cobe u a de um acon ecimen o di e amen e do local do a o.
Pode-se conclui que, de o ma ge al, cada uma das no e na a i as ca ega aspec os e
ca ac e ís icas das no ícias p oduzidas nos meios adicionais, sob e udo da ele isão. Elas são,
po an o, uma adap ação das na a i as jo nalís icas, com elemen os da epo agem, da no ícia,
lead, en e is a, no a, chamada, den e ou os, às po encialidades e limi ações das mídias sociais
de imagens ins an âneas: du ação de empo de cada pos agem, imagens na e ical, empo em
que ica disponí el pa a isualização (24 ho as).
A Na a i a Jo nalis a Sel ie é uma adap ação da epo agem da ele isão. A Na a i a de No a é
cons uída sob a mesma ó mula da no a pelada do elejo nalismo, assim como a en e is a. O
ex o da Na a i a Tex ual e Tex ual Hipe midiá ica é cons uído sob a base do lead jo nalís ico.
Já as Na a i as de Chamada Hipe midiá ica e Con i e Hipe midiá ica ca egam a unção de
ecomendação do jo nalismo ei o em ou as mídias sociais, como Twi e e Facebook.
A mais di e enciada é Na a i a de Múl iplos Fo ma os, que é essencialmen e o mada a pa i
de po encialidades o e ecidas po esse ipo de mídia social. O p odu o cons ói uma espécie de
jo nal mul imídia, ei o an o pa a di undi quan o pa a ecomenda no ícias no meio digi al, e seu
pon o o e é a p esença de á ios jo nalis as da edação, que in e agem en e si. Isso e o ça
o po encial jo nalís ico e na a i o desses espaços pa a a cons ução de con eúdo in o ma i o
pa a o público.
Se a a i idade p o issional dos jo nalis as diz espei o à p odução de na a i as, u iliza as S o ies
pa a no icia in o mações não se ia algo imp o á el. Ao con á io, aplica i os de mídias sociais
de imagens ins an âneas são po enciais e amen as pa a o jo nalismo cons ui na a i as
di e si icadas. O público da in e ne es á cada ez mais p esen e nesses espaços, ajudando a
legi ima no as endências no me cado. Nes e sen ido, é a pa i da di e si icação e expe imen ação
de o ma os ino ado es que o jo nalismo pode á chega a é seus públicos, cada ez mais dispe so
no ambien e on-line.
É necessá io deixa cla o que a discu são explo ada nes a pesquisa ep esen a apenas uma pa e
das possibilidades de es udos en ol endo as ap op iações do jo nalismo pelas mídias sociais
de imagens ins an âneas. Ao longo do desen ol imen o, pude am se iden i icadas algumas
possibilidades de melho ia e de con inuação a pa i de u u as pesquisas, as quais incluem:
es udo dos assun os que são comumen e pau ados nas na a i as em o ma o de S o ies, es udo
de ecepção, iden i icando quais na a i as despe am mais o in e esse do público em con inua
assis indo o ídeo ou não; es udo o ganizacional, a im de in es iga como a ap op iação pelo
jo nalismo po esse ipo especí ico de mídia social em ans o mado os modos de p odução da
no ícia nas edações jo nalís icas, den e ou os.
Dian e dessas conside ações, espe a-se que esse es udo seja ú il não só pa a comunidade
acadêmica, como on e de es udo ou impulso pa a p odução de no as in es igações e pa a a lo a
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discu sões sob e a emá ica nos cu sos de comunicação, mas ambém ao me cado jo nalís ico.
A expec a i a é de que os eículos de comunicação e os jo nalis as, que po algum mo i o não
u ilizam essas e amen as, possam pensa na possibilidade de ap op ia -se da di e sidade de
na a i as aqui ap esen adas.
NOTAS
¹ A é o inal des a pesquisa, só e a possí el adiciona links às pos agens naqueles pe is com mais de dez
mil seguido es.
² Pa a os eículos do jo nalismo imp esso, oi conside ado o núme o de i agem diá ia dos jo nais; no caso
da ele isão, dados de audiência dos eículos de comunicação, e os na i os online, o núme o de acessos
po ano
³ A a és de algo i mos do p óp io aplica i o, a uncionalidade suges ões indica pa a o usuá io, logo após
que ele segue um pe il, ou os pe is que azem pa e da mesma ca ego ia. Nesse caso, quando se segue
o pe il de um eículo jo nalís ico, são suge idos ou os pe is jo nalís icos pa a segui
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