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Poderão as percepções éticas dos consumidores influenciar a sua atitude de compra?

Abstract

Se é certo que uma crescente preocupação em torno das questões éticas no domínio do Marketing tem emergido nas últimas décadas (Singhapakdi et al., 1999), também não é menos verdade que há necessidade de uma maior compreensão acerca de quais as percepções e comportamentos dos consumidores em torno desta problemática (Muncy and Vitell, 1992). O objectivo deste estudo é, pois, contribuir para a compreensão acerca de quais as percepções dos consumidores acerca de determinados dilemas de ética e, mais do que isso, compreender de que forma os julgamentos éticos feitos pelos consumidores podem influenciar a sua intenção de compra. Para dar resposta a este objectivo foi desenvolvida uma pesquisa cujos resultados tendem a indicar que os indivíduos dão importância à dimensão ética nas suas decisões de consumo e, logo, esta deve ser considerada quando se discute a atitude de compra do consumidor.

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Poderão as percepções éticas dos consumidores influenciar a sua atitude de compra?

Author: Malheiro, Maria Alexandra Pereira da Silva; Farhangmehr, Minoo
Publisher: Universidad de Sevilla
Year: 2005
Source: https://idus.us.es/bitstreams/c3abed0e-90a3-4187-806e-85205cf0e873/download
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PODERÃO AS PERCEPÇÕES ÉTICAS DOS CONSUMIDORES INFLUENCIAR A
SUA ATITUDE DE COMPRA?
Ma ia Alexand a Pe ei a da Sil a Malhei o
Minoo Fa hangmeh
RESUMO
Se é ce o que uma c escen e p eocupação em o no das ques ões é icas no domínio do Ma ke ing em
eme gido nas úl imas décadas (Singhapakdi e al., 1999), ambém não é menos e dade que há
necessidade de uma maio comp eensão ace ca de quais as pe cepções e compo amen os dos
consumido es em o no des a p oblemá ica (Muncy and Vi ell, 1992).
O objec i o des e es udo é, pois, con ibui pa a a comp eensão ace ca de quais as pe cepções dos
consumido es ace ca de de e minados dilemas de é ica e, mais do que isso, comp eende de que o ma
os julgamen os é icos ei os pelos consumido es podem in luencia a sua in enção de comp a.
Pa a da espos a a es e objec i o oi desen ol ida uma pesquisa cujos esul ados endem a indica que
os indi íduos dão impo ância à dimensão é ica nas suas decisões de consumo e, logo, es a de e se
conside ada quando se discu e a a i ude de comp a do consumido .
PALAVRAS-CHAVE: consciência é ica, pe cepções, in enção de comp a
ABSTRACT
Al hough conce ns o e hical p oblems in Ma ke ing ha e been inc easing o e he pas decades
(Singhapakdi e al., 1999), he comp ehension o consume s’ pe cep ions abou he opic calls o
u he a en ion (Muncy and Vi ell, 1992).
The pu pose o his s udy is o con ibu e o he unde s anding o consume s’ pe cep ions and a i udes
owa ds e hical dilemmas and, mo eo e , see o wha ex en e hical judgmen s made by consume s
in luence hei pu chase in en ion.
Resea ch has been de eloped in o de o ill in his pu pose. Resul s end o indica e ha indi iduals
a e awa e o e hical ques ions in consump ion decisions and ha mus be conside ed when analyzing
hei pu chase in en ions.
KEYWORDS: e hical awa eness, consume s’ pe cep ions, pu chase in en ion
INTRODUÇÃO
A discussão em o no da p oblemá ica da é ica nas elações negociais das emp esas não cons i ui ópico
ino ado . Não obs an e, das á ias á eas uncionais da emp esa, o Ma ke ing em sido apon ado po mui os
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au o es como aquela onde as p á icas não é icas se desen ol em po excelência (Baumha , 1961; B enne e
Molande , 1977; Mu phy e Laczniak, 1981, Lund, 2000).
Na úl ima década, em eme gido a “auscul ação” das p á icas de Ma ke ing numa pe spec i a é ica, o que
demons a cla amen e uma p eocupação que de académicos, que de p o issionais de Ma ke ing, em a a es a
ques ão. Consequen emen e, as o ganizações começa am a econhece , cada ez mais, a impo ância de c ia em
um ambien e é ico em o no da emp esa de o ma a enco aja compo amen os é icos e a desenco aja p á icas
não é icas (Rallapalli, Vi el e Szeinbach, 2000).
Se é ce o que a c escen e p eocupação com uma consciência é ica e uma maio esponsabilidade social das
emp esas êm, e ec i amen e, impulsionado os es udos cien í icos nes a ma é ia ao ní el in e nacional, ambém
não é menos e dade que, no caso po uguês, são ainda em núme o mui o eduzido os es udos exis en es, sendo
que o ópico da É ica, associado ao Ma ke ing, se e es e aqui de um ca iz o emen e ino ado .
Po ou o lado, da as a li e a u a exis en e no âmbi o da emá ica da É ica no Ma ke ing, a sua g ande pa e
espei a ao lado da emp esa, cen ando-se numa análise do compo amen o do endedo /emp esá io. Poucos
es udos se deb uçam sob e o lado do comp ado /consumido , o que esul a numa comp eensão incomple a do
p oblema, já que, po um lado, o consumido é um pa icipan e c ucial do p ocesso de Ma ke ing e, po ou o,
uma boa comp eensão das pe cepções dos consumido es ace ca de algumas ques ões é icas no ambien e de
Ma ke ing é essencial pa a uma ges ão de Ma ke ing e ec i a (Muncy e Vi ell, 1992). Tudo is o nos le a a
ac edi a que a discussão em o no des a emá ica não se esgo a, de o ma alguma, nas pesquisas e ec uadas a é à
da a, pelo que nos pa ece pe inen e, a abo dagem a es a ques ão que nos p opomos a a a .
Nes a pesquisa a e lexão p ende-se, undamen almen e, com o es udo das pe cepções e expec a i as dos
consumido es ela i amen e ao compo amen o é ico das emp esas.
Assim, p ocu a á sa is aze os seguin es objec i os:
1. Comp eende a é que pon o exis e uma consciência é ica po pa e dos consumido es.
2. Comp eende quais são as expec a i as dos consumido es no que espei a à dimensão é ica do
compo amen o das emp esas.
3. Comp eende a é que pon o a dimensão é ica do compo amen o das emp esas é impo an e pa a os
consumido es.
4. Comp eende a é que pon o a in o mação ela i a ao compo amen o é ico ou não é ico po pa e das
emp esas pode á in luencia o compo amen o dos indi íduos enquan o consumido es:
a. comp eende a é que pon o os consumido es es ão dispos os a ecompensa uma emp esa com
compo amen o é ico, a a és da sua a i ude de comp a;
b. comp eende a é que pon o os consumido es es ão dispos os a puni uma emp esa com
compo amen o não é ico, a a és da sua a i ude de comp a;
5. Comp eende a é que pon o os consumido es pe cebem de o ma di e en e o dilema de é ica consoan e
o seu in e enien e seja o comp ado ou o endedo .
6. Comp eende a é que pon o a expe iência passada dos indi íduos se elaciona com o seu julgamen o
é ico.
O abalho seguidamen e ap esen ado se á compos o po duas pa es dis in as: numa p imei a pa e se á ei a
uma e isão da li e a u a exis en e no âmbi o des a emá ica, p ocu ando da consis ência eó ica ao ema
ap esen ado e ealçando os con ibu os dos es udos que a é à da a êm indo a se desen ol idos.
Numa segunda pa e se á ap esen ado um es udo empí ico e lexi o des a emá ica, que p ocu a á da um
con ibu o ac escido à sua comp eensão, no sen ido de i de encon o aos objec i os de pesquisa p e iamen e
de inidos. Nes e sen ido, começa emos po ap esen a o es udo explo a ó io de na u eza quali a i a que
ealizámos com o in ui o de aumen a o nosso domínio de conhecimen o sob e o ema p opos o e os p incipais
concei os nele explo ados: impo ância do compo amen o é ico, consciência é ica dos consumido es, pe cepções
e expec a i as dos consumido es. Es a pesquisa quali a i a e lec iu-se na ealização de dois g upos de oco e
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duas en e is as em p o undidade. Finalmen e, e ainda no que espei a à na u eza empí ica des e abalho,
ap esen a emos os p incipais esul ados de um es udo de na u eza quan i a i a esul an es do desen ol imen o de
um inqué i o po ques ioná io, ealizado jun o de uma amos a de 356 es udan es do ensino supe io .
REVISÃO DA LITERATURA
Impo ância de um compo amen o é ico
As in es igações empí icas ace ca da é ica e da esponsabilidade social em ambien e de Ma ke ing êm sido
ex ensi as, sendo demons ado um cla o in e esse não só po pa e de académicos como das p óp ias
o ganizações nes as ques ões. É isso que em le ado a que algumas o ganizações enham iniciado um conjun o
de acções que enco ajem os seus memb os a inclui a é ica como uma pa e o mal do seu p ocesso de omada de
decisão (C eye e Ross, 1997), sendo al ez os códigos de é ica a ace mais isí el des e ipo de medidas. Assim,
pa ece se espe ado po pa e das emp esas que a conside ação de pad ões é icos na omada de decisão seja ú il
na diminuição e p e enção da equência com que de e minados compo amen os não é icos oco em. Ainda,
possui uma polí ica de é ica emp esa ial pa ece ambém acili a o p ocesso de ecupe ação após um escândalo
de índole é ica.
Smi h (1995) pos ula que as p óximas décadas se ão cada ez as da “e a da é ica” pelo que as es a égias de
Ma ke ing das emp esas e ão necessa iamen e de e lec i es a endência, ac uando de aco do com ele ados
pad ões de condu a que não só ão de encon o às expec a i as dos consumido es como a é, e en ualmen e, os
supe em.
Assim, pa ecem exis i um sem núme o de azões pa a que os deciso es de uma o ganização conside em a
dimensão é ica dos seus compo amen os nas suas linhas de acção e decisão no sen ido em que a pe cepção que
os indi íduos êm de de e minados compo amen os o ganizacionais pode se decisi a na o ma como eles
in e agem com a emp esa.
As expec a i as dos consumido es
A con iança dos públicos na ac i idade da emp esa esul a, em g ande pa e, da in o mação ecebida. Na
e dade, os consumido es são expos os a uma mul iplicidade de in o mação, alguma da qual é con olá el po
pa e das emp esas e alguma da qual não o é. Enquan o que pa e da in o mação em po objec i o c ia uma
imp essão posi i a ace ca de de e minada emp esa, ou as on es de in o mação êm p ecisamen e objec i os
opos os e podem o nece à sociedade exemplos de má condu a o ganizacional. Assim, os consumido es êm,
simul aneamen e, capacidade e inúme as opo unidades pa a o ma expec a i as. E se assim é, ambém êm es a
mesma capacidade e opo unidade de o ma expec a i as ace ca da é ica subjacen e ao compo amen o das
emp esas. A iden i icação das expec a i as dos consumido es pa a com o compo amen o é ico das emp esas
pe mi e-nos uma melho comp eensão de como eles esponde ão, simul aneamen e, à si uação de i de encon o
a essas expec a i as ou ao de auda dessas expec a i as.
As expec a i as são c enças pe an e aquilo que é espe ado ou an ecipado e êm indo a se acei es como endo
um impo an e papel num núme o signi ica i o de decisões (C eye e Ross, 1997). Os consumido es, em
pa icula , o mam um sem núme o de di e en es expec a i as e a o ma pela qual elas são a ingidas, ou não, é o
ac o c ucial na de e minação do seu ní el de sa is ação ou insa is ação. O modelo desc i i o do p ocesso de
decisão sob isco conside ado na eo ia p ospec i a de Kahneman e T e sky (1979) em sido u ilizado com
sucesso pa a p e e compo amen os em si uações de Ma ke ing. C eye e Ross (1997) sus en am que, a análise
desc i i a da amília de modelos baseados no alo espe ado pode se bas an e ú il pa a o ipo de pesquisa que
aqui p e endemos e ec ua .
As consequências des as e idências pa a a nossa pesquisa pa ecem se as de que, se os consumido es espe am
que as emp esas se compo em de o ma é ica, en ão, o compo amen o é ico é, pa a eles, o seu pon o de
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e e ência, ace ao qual o compo amen o pe cebido das emp esas i á se julgado (C eye e Ross, 1997). Um
pon o de e e ência des e ipo o e ece p e isões bas an e explíci as ace ca da alo ação de compo amen os
é icos e não é icos. Os compo amen os é icos não de e ão se al amen e alo izados po pa e dos
consumido es, se eles apenas ão de encon o ao seu pon o de e e ência, à sua expec a i a. Não obs an e,
compo amen os excepcionalmen e posi i os po pa e das emp esas (apon am os au o es a í ulo de exemplo o
caso de um p op ie á io de uma emp esa con inua a paga salá ios e egalias aos seus abalhado es mesmo após
a p oli e ação de um incêndio que des uiu o almen e a emp esa), podem se is os como ganhos, se excede em
as expec a i as das pessoas. Po ou o lado, se o compo amen o é ico é o pon o de e e ência ace ao qual o
compo amen o de uma o ganização é a aliado, o compo amen o não é ico de e se is o como uma alha pa a
o alcance do pon o de e e ência e, como al, is o como uma pe da. O a gumen o eó ico acima desc i o é
baseado na assunção que os consumido es espe am que as emp esas se compo em de o ma é ica e de que es a
expec a i a se e de pon o de e e ência pa a decisões de julgamen o e a aliação.
Pa a Wilson (2000), o consumido ac ual espe a já um compo amen o é ico po pa e das emp esas com as quais
man ém um elacionamen o, pelo que as emp esas e ão de i de encon o a es as expec a i as se não quise em
de auda os seus consumido es. As expec a i as dos consumido es quan o a es e compo amen o es endem-se a
odos os ní eis ope acionais da emp esa. Is o po que, só se a emp esa consegui ele a o ní el de desempenho
é ico em odas es as ope ações, ela consegui á cons ui con iança, que é a base da c iação de um elacionamen o
sólido com odos os seus s akeholde s. O au o ai mais longe quando a i ma que as expec a i as dos
consumido es pa a com o compo amen o é ico das emp esas não se esumem a expec a i as que se esgo am no
compo amen o da emp esa quando se elaciona di ec amen e com os clien es. Os g andes desa ios, po ele
designados como as no as eg as do jogo emp esa ial, passam pela legi imidade do seu p opósi o social, a
igualdade de di ei os en e odos, a mo alidade das suas acções, a p eocupação ambien al, a condu a é ica pa a
com odos os abalhado es e o enco ajamen o de um clima é ico e o cump imen o de odas as ob igações pa a
com o Es ado.
É pois a o ma como os consumido es ão in eg a es a in o mação di e gen e ace ca do
compo amen o é ico das emp esas e a comp eensão daquelas que são as suas expec a i as
pe an e a é ica subjacen e à condu a das emp esas que se á pa e do objec o da pesquisa
empí ica po nós emp eendida no âmbi o des e abalho.
A In enção de Comp a Enquan o Medida de Recompensa ou Punição pa a com o Compo amen o das
Emp esas
É ido como ce o que o compo amen o dos me cados é, em mui o, o e lexo daquelas que são as assumpções e
pe cepções das pessoas ace ca de de e minados enómenos. As pe u bações de ca ác e económico, polí ico e
a é mesmo social, não a as ezes encon am eco na espos a dada pelo me cado a es es enómenos.
Mas a elação en e a o ganização e o seu me cado não pode se is a de um modo unidi eccional. Se é ce o que
o me cado eage de uma o ma posi i a ou nega i a aos inpu s que ecebe da emp esa ou ace ca dela, ambém
não é menos e dade que a p óp ia o ganização, enquan o sis ema abe o que é, é passí el de se in luenciada
pelo mesmo me cado. A p óp ia noção de me cado enquan o conjun o de públicos suscep í eis de in luencia a
enda de de e minado p odu o ou as ac i idades da o ganização en a iza a p opensão de odos aqueles agen es
que de êm algum in e esse na ac i idade de uma o ganização pa a in luencia a sua condu a.
Se acei a mos como ce o, de aco do com a discussão emp eendida a é ao momen o, que, de ac o, exis em
de e minadas expec a i as po pa e dos consumido es pa a com o compo amen o é ico das emp esas,
pode emos, depois de iden i icadas essas expec a i as, se i -nos de uma análise pano âmica da eo ia exis en e
pa a melho comp eende a é que pon o elas se aduzem numa in luência e ec i a sob e o compo amen o do
consumido . Apesa disso, a ausência de in o mação ace ca da é ica e da esponsabilidade social das emp esas
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con inua a se um dos ópicos mais suge idos pelos consumido es que ão sendo al o dos di e en es es udos
(Ca igan e A alla, 2001). Alguns dos inqui idos suge em que se lhes osse comunicada in o mação ace ca de
de e minados compo amen os es a iam dispos os a puni ou ecompensa esses mesmos compo amen os, não
obs an e, não es ando a in o mação disponí el, não es ão dispos os a aze um es o ço suplemen a de p ocu a de
in o mação.
Ti us e B ad o d (1996) jus i icam que, apesa de o consumido ac ual e uma maio acilidade de acesso à
in o mação, ele em ambém menos empo disponí el pa a a p ocu a , pelo que se ela não lhe o o necida pelos
meios de comunicação social, ele ende a não aze um es o ço adicional de p ocu a. Os media são,
e ec i amen e, a on e p i ilegiada de acesso à in o mação po pa e dos consumido es pelo que os ma ke e s
de em e essa consciência de sabe onde de em di ulga a in o mação que que em passa aos consumido es.
Des a o ma, e acei ando como dado inequí oco que a in o mação ecebida pelos consumido es ace ca das
emp esas os ajuda a c ia pe cepções ace ca das mesmas, podemos melho comp eende a in o mação ace ca dos
compo amen os das emp esas como a iá el ele an e no seu p ocesso de omada de decisão. Segundo
McCullough (2000) es a in o mação só se o na ele an e se a é ica o uma a iá el impo an e pa a o p óp io
consumido . Assim, e e e o au o que o g ande desa io das emp esas é que os p óp ios consumido es pa ecem
es a a despe a pa a uma no a o ma de en ende os alo es e a sociedade. Pa ecem, eles p óp ios, es a
imbuídos de uma no a men alidade que os az alo iza cada ez mais os alo es da é ica e da esponsabilidade
social. Des a o ma, o nam-se sensí eis à in o mação a que acedem ace ca des as ques ões, eagindo de o ma
mais ou menos di ec a a es es inpu s.
Os es udos desen ol idos po Gun ho pe(1997) p ocu a am a ança um pouco nes a en a i a de comp eende
de que o ma a dimensão é ica do compo amen o das emp esas se aduz ou não numa an agem compensado a,
se de um compo amen o é ico es i e mos a ala , bem como numa punição, se de compo amen os não é icos se
a a , udo is o aduzido em e mos inancei os. Ao cen a -se apenas nes a úl ima pa e da ques ão, conclui a
au o a que os me cados inancei os endem, de ac o, a penaliza as emp esas po alegadas p á icas não é icas. A
di ulgação pública des e ipo de compo amen os pode le a a pe das ela i as de me cado que ão de 1,3% a
2,3%, o que, segundo Gun ho pe (1997) pe mi e conclui que exis em, além de udo, azões de na u eza
económica pa a que uma emp esa se p eocupe em incen i a uma cul u a é ica no seio da o ganização. Assim, se
o compo amen o é ico das emp esas é, na e dade, is o como uma o ma de man e o s a us quo, ao mesmo
empo que o compo amen o não é ico é is o como uma pe da, en ão es a sus en ação é passí el de in luencia o
compo amen o de comp a dos indi íduos (C eye e Ross, 1997), no sen ido de ecompensa compo amen os
é icos e puni compo amen os não é icos.
De um pon o de is a acional pa ece ia mui o simples ipi ica o compo amen o dos indi íduos des a o ma
linea : o ganizações “bem compo adas” endem a a ai os consumido es, enquan o emp esas não é icas endem
a se boico adas pelos mesmos. Na e dade, a ques ão não se e ela de ão ácil solução e Ca igan e A alla
(2001) a gumen am que pa ecem ha e azões pa a ac edi a que é mui o énue a ecompensa come cial em
e mos de consumo pa a com as emp esas que se compo am de o ma é ica. C eye e Ross (1997) ha iam já
apon ado pa a o ac o de que, sendo o compo amen o é ico aquele que é espe ado po pa e dos consumido es -
o seu pon o de e e ência - eles pode ão não es a dispos os a ecompensa es e ipo de compo amen o: ele é
apenas aquilo que se espe a da emp esa. Não obs an e, o con á io, não sendo um compo amen o espe ado, é
passí el de punição. Os mesmos au o es ha iam em es udos an e io es (1996) analisado o p oblema numa ipla
pe spec i a: numa p imei a ase, p ocu a am comp eende o impac o dos compo amen os é icos e não é icos das
emp esas no alo pe cebido dos seus p odu os (ope acionalizado em e mos do p eço que os consumido es es ão
dispos os a paga pelo mesmo). Numa segunda ase, oi es udado de que o ma podem as emp esas melho a a
imagem do alo dos seus p odu os depois de p á icas não é icas e em sido come idas. Finalmen e, os au o es
p ocu a am es a a alidade das descobe as an e io es, p ocu ando a a és de um p ocesso de escolhas
con i ma que as escolhas do me cado são de ac o in luenciadas pelos julgamen os é icos e ec uados pelos

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consumido es. Os esul ados dos es udos de C eye e Ross (1996) con i mam a elação posi i a en e a imagem
pe cebida da o ganização e o seu compo amen o numa pe spec i a é ica, não obs an e, e elam ambém que, se
bem que os consumido es es ejam dispos os a puni uma emp esa pelo seu compo amen o não é ico, eles não
es ão dispos os a ecompensa emp esas é icas pagando mais pelos seus p odu os, uma ez que es e é o
compo amen o espe ado po pa e das emp esas e, compo a em-se de uma o ma é ica mais não é que i de
encon o às expec a i as dos consumido es. A segunda pa e do es udo emp eendido suge e que acções
ilan ópicas le adas a cabo pela emp esa, bem como ac i idades de Ma ke ing de causas são duas o mas
e icazes de as emp esas con ibuí em pa a a melho ia da sua imagem depois de p á icas não é icas e em sido
come idas. Finalmen e, o es udo con i ma que as escolhas que o me cado az ace ca de um conjun o de emp esas
es á em mui o associado à o ma como eles pe cebem essas emp esas em e mos da dimensão é ica do seu
compo amen o.
Es e compo amen o, que à p imei a is a pode suge i alguma incong uência, é na e dade melho
comp eendido se a en a mos no ac o de que, g ande pa e da pesquisa e ec uada no âmbi o do compo amen o
do consumido , suge e que as suas a i udes são mais acilmen e in luenciadas pela in o mação nega i a que pela
posi i a (Ca igan e A alla, 2001). Des a o ma, pode-se espe a que um consumido a en o à in o mação
p oduzida ace ca das emp esas enda a boico a p odu os de uma emp esa não é ica mas, isso não signi ica,
necessa iamen e, que ele á, do mesmo modo, sen i -se pe suadido a adqui i p odu os de uma emp esa
e icamen e compo ada. Os au o es suge em, a í ulo de exemplo, que o ac o de os consumido es ac edi a em
que uma emp esa em o de e de não causa p ejuízos ( .g. não usa abalho in an il) não signi ica
necessa iamen e que conside em que a emp esa em a ob igação de ajuda os ou os.
Pesquisas an e io men e e ec uadas apon am, p ecisamen e, nes e sen ido. Os es udos desen ol idos po Mason
(2000) suge em que a g ande pa e dos consumido es do Reino Unido es ão se iamen e p eocupados com as
ques ões é icas e que no ano an e io ce ca de me ade dos indi íduos inqui idos no seu es udo ha iam comp ado
um p odu o ou ecomendado uma emp esa po mo i os ligados à condu a é ica. Es a cons a ação ai de encon o
à de C eye e Ross (1997) que concluem que o ní el de compo amen o é ico de uma emp esa é uma
conside ação ele an e du an e o p ocesso de decisão de comp a e que, nos EUA, os consumido es endem a
espe a compo amen os é icos po pa e das emp esas, es ando dispos os a paga p eços mais ele ados pa a
ecompensa esses compo amen os. O mesmo es udo conclui que os consumido es es a iam dispos os a adqui i
p odu os de emp esas di as não é icas, desde que a p eços mais baixos – o cus o da al a de é ica pa a as
emp esas.
Mas se, de en e as pesquisas acima mencionadas, odas são unânimes em ealça a elação exis en e en e a é ica
do compo amen o emp esa ial e a in enção de comp a, ou os há que concluem p ecisamen e o con á io dando
o igem a um gap na li e a u a que suge e a necessidade de mais discussão (Ca igan e A alla, 2001). Com e ei o,
os es udos desen ol idos pelos au o es suge em que, embo a pa eça eme gi po pa e dos consumido es um
desejo exp esso de e ec ua as suas opções de comp a na base de c i é ios de é ica, a e dade é que es a a iá el
con inua a não se o mais ele an e c i é io de decisão de comp a. Roge s (1998) conclui que exis e uma g ande
dispa idade en e o núme o de indi íduos que se mani es am a o á eis a apoia uma acção de lu a con a um
de e minado p ocedimen o não é ico ( .g, u ilização de mão-de-ob a in an il) e aqueles que a iam de o ma
p oac i a algo pa a o comba e .
Da mesma o ma, as pesquisas le adas a cabo po Simon (1995) concluem que os consumido es se in e essam
mais com as ques ões de é ica que, de algum modo, lhes es ejam mais p óximas, lhes causem um impac o mais
di ec o. Ainda, conclui que os consumido es endem a se mais disc imina ó ios se lhes o o necida mais
in o mação ace ca dos compo amen os das emp esas associados a ques ões de é ica e esponsabilidade social.
Finalmen e, o es udo apon a no sen ido de que os consumido es demons am in e esse no p oblema e que,
con a iamen e ao que oi suge ido na li e a u a a que an e io men e izemos e e ência, es ão mais dispos os a
apoia acções posi i as das o ganizações do que a puni acções não é icas.
NEW TRENDS IN MARKETING MANAGEMENT
739
O es udo quali a i o desen ol ido po Ca igan e A alla (2001) ai de encon o a es a linha de pensamen o
quando conclui que, ao con á io do que é suge ido pela g ande pa e da li e a u a, os consumido es não são ão
sensí eis como espe ado ela i amen e a in o mações nega i as ace ca do compo amen o é ico das emp esas,
uma ez que quando con on ados com essa mesma in o mação os consumido es a i mam con inua es a
dispos os a adqui i uma de e minada ma ca, se ela lhe ouxe o melho cus o-bene ício (medido em e mos de
p eço e imagem de ma ca). O mesmo es udo apon a no sen ido de que os consumido es só dão p e e ência à
aquisição de p odu os o iundos de emp esas e icamen e bem compo adas se isso não lhes ouxe qualque cus o
adicional, i.e., se não i e em de paga mais po esse p odu o nem de pe co e maio es dis âncias pa a o
adqui i .
São es as cons a ações que nos le am a le an a oda uma sé ie de ques ões que es a ão na base da pesquisa a
e ec ua . Assim, é ques ionado a é que pon o os consumido es ac edi am es a dispos os a ecompensa os
compo amen os é icos das emp esas a a és da in enção de comp a e a puni compo amen os não é icos a a és
des a mesma ia.
O Gap Exis en e no Julgamen o É ico de Di e en es In e enien es
É suge ido po alguma li e a u a ( .g., Wilkes, 1978; Da is, 1979; DePaulo, 1987; Vi ell e al., 1991; Muncy e
Vi ell, 1992) que os consumido es endem a aze di e en es julgamen os de condu a, de aco do com aquele que
é o in e enien e no dilema de consumo, i.e., o consumido /comp ado ou o endedo /emp esa.
Na linha de in es igação que, de aco do com Al-Kha ib, Vi ell e Rawwas (1997) cen a a sua a enção numa
en a i a de comp eende , empi icamen e, a o mação de decisão é ica po pa e dos consumido es, encon am-se
os es udos desen ol idos po Da is (1979). Ao analisa a é que pon o as pessoas es ão dispos as a assumi
esponsabilidades co esponden es aos seus di ei os enquan o consumido es, conclui a au o a que os
consumido es es ão mais dispos os a insis i nos seus di ei os enquan o consumido es do que a acei a os
co esponden es de e es.
Num es udo simila , DePaulo (1987) in es igou as pe cepções dos es udan es ace ca do quão e ados eles
conside a am de e minados compo amen os. Algumas das si uações ap esen adas diziam espei o a
compo amen o dos endedo es e ou as, simé icas às an e io es mas ela i as ao compo amen o dos
comp ado es. Os esul ados do es udo apon am pa a o ac o de os consumido es ende em a se mais c í icos
ela i amen e a compo amen os po encialmen e não é icos po pa e dos endedo es do que os mesmos mas do
lado dos comp ado es.
Wilkes (1978) desen ol eu uma in es igação ela i a aos julgamen os dos consumido es ace ca do quão e adas
de em se conside adas ce as p á icas e ac i idades. Os esul ados do es udo mos am que, embo a algumas
p á icas audulen as ossem mais desap o adas do que ou as, a maio pa e das ac i idades ap esen adas e am
pe cebidas como e icamen e inco ec as. Cu iosamen e o am encon adas algumas ac i idades pe cebidas pelos
consumido es como ole á eis, ac i idades onde a emp esa, mais do que o consumido , es a a em al a.
Um es udo simila desen ol ido po Muncy e Vi ell (1992) in es igou a pe cepção dos consumido es ace ca de
27 dilemas é icos de consumo, examinando algumas a iá eis demog á icas ela i as a es as pe cepções.
P ocu a am assim comp eende quais os julgamen os ei os pelos consumido es ela i amen e a esse conjun o de
si uações mas, mais do que isso, e i ica a é que pon o exis em algumas di e enças de a i ude po pa e dos
consumido es ela i amen e aos julgamen os que azem, nomeadamen e, se exis em di e enças de a i ude quando
um mesmo ac o po encialmen e não é ico é p a icado pelo consumido ou pelo endedo .
Os es udos e ec uados no âmbi o des a discussão não se êm e elado conclusi os e oi essa cons a ação que
se iu de mo i ação à inclusão des a linha de in es igação no p esen e abalho, a qual i á ambém encon a
e lexo na abo dagem empí ica a que damos início nes a ase do nosso abalho.
HIPÓTESES DE PESQUISA
CITIES IN COMPETITION
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De aco do com a li e a u a ap esen ada, o am o muladas as seguin es hipó eses:
Hipó ese 1 - Os consumido es endem a e ela um ele ado g au de consciência é ica.
Hipó ese 2 - Os consumido es endem a espe a um compo amen o é ico po pa e das emp esas.
Hipó ese 3 - A dimensão é ica do compo amen o das emp esas é uma a iá el impo an e no compo amen o de
comp a dos consumido es.
Hipó ese 4 - Os consumido es es ão dispos os a ecompensa o compo amen o é ico das emp esas.
Hipó ese 5 - Os consumido es es ão dispos os a puni o compo amen o não é ico das emp esas.
Hipó ese 6 - Os consumido es endem a e ela -se mais ole an es pe an e compo amen os de consumo em que
quem come e a al a é o comp ado do que pe an e si uações em que quem come e a al a é o endedo .
Tal como e e imos, de o ma a con ibui pa a uma melho comp eensão do p oblema acima desc i o, es a
in es igação oi conduzida seguindo duas di e en es abo dagens: quali a i a e quan i a i a. Dada a na u eza
sensí el e delicada da emá ica em discussão, o am ealizadas duas en e is as em p o undidade e dois g upos
de oco.
Com base na pesquisa quali a i a emp eendida, uma ou a hipó ese eme giu:
Hipó ese 7– Os indi íduos que já o am al o de uma condu a não é ica po pa e de uma emp esa endem a
e ela expec a i as mais des a o á eis ela i amen e ao compo amen o das emp esas que aqueles indi íduos
que nunca o am al o de uma condu a não é ica po pa e de uma emp esa.
METODOLOGIA DE PESQUISA
Tal como e e ido an e io men e, a me odologia des a pesquisa con emplou dois ipos de abo dagem:
quan i a i a e quali a i a. A pesquisa quali a i a aduziu-se na ealização de dois g upos de oco e duas
en e is as em p o undidade, ealizados jun o de consumido es de di e en es idades e ac i idades p o issionais.
Es e oi um es udo de na u eza explo a ó ia cujas conclusões pe mi i am não só cla i ica os concei os em
análise e aze in e p e ações comp eensi as ace ca dos compo amen os como dela ambém eme giu a hipó ese
7 da nosa pesquisa, baseada na equência e exp essi idade com que os pa icipan es e e i am a ques ão de a sua
expe iência passada se elaciona signi ica i amen e com o modo como o mam expec a i as.
De o ma a es a as hipó eses o muladas, o am desen ol idos dois ques ioná ios: A e B. Os ques ioná ios,
compos os po seis pa es dis in as, e am em udo idên icos en e si, excep o no que espei a à Pa e V. Nes a
pa e, cujo objec i o e a a e i a é que pon o os consumido es e am mais ole an es ao julga compo amen os
dos consumido es que das emp esas, o Ques ioná io A con on a a os esponden es com odo um conjun o de
si uações (num o al de 15) en ol endo po enciais dilemas de é ica espei an es a compo amen os de enda. O
Ques ioná io B ap esen a a aos esponden es as si uações e e idas no ques ioná io A mas aduzidas pa a um
compo amen o de comp a ( .g, ende p odu os noci os ao meio ambien e s comp a p odu os noci os ao
meio ambien e). Os ques ioná ios o am aplicados em sala de aula a uma amos a de 356 es udan es do ensino
supe io , dos quais 175 esponde am ao ques ioná io A e 181 ao ques ioná io B.
PRINCIPAIS RESULTADOS
Ao p ocede à análise dos dados, oi e ec uada uma análise ac o ial de ca ác e con i ma ó io, de modo a limi a
a análise aos 4 ac o es iden i icados po (C eye and Ross, 1997) e pe cebe se e am de ac o as mesmas
dimensões que es a am em causa nas a iá eis em análise. De um conjun o de 27 ques ões, após o ação
Va imax, os qua o cons u os p esen es na abela 1 o am iden i icados. A Tabela 1 ap esen a que os ac o es
em análise que o esul ado ponde ado das suas médias.
NEW TRENDS IN MARKETING MANAGEMENT
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Tabela 1: Resul ados da Análise Fac o ial e média dos ac o es
Fac o 1:
Impo ância do
compo amen o
é ico
Fac o 2: Disposição
pa a puni
compo amen os não
é icos
Fac o 3:
Disposição pa a
ecompensa
compo amen os
é icos
Fac o 4:
Expec a i as dos
consumido es
Mean 3,90 3,35 3,91 3,68
No a: Média de uma escala de Like de 5 ac o es de 1= disco do o almen e a 5= conco do
o almen e
P osseguindo na análise, oi u ilizado um es e de o ma a es a as hipó eses o muladas. Os
esul ados que se seguem são in e p e ados pa a um ní el de signi icância de 5%.
Pa a a e i a exis ência de um ele ado índice de consciência é ica, oi cons uído o “índice de consciência é ica
do consumido ”. De aco do com o in e alo dos alo es ob idos, oi admi ido o alo de 64, como o alo a
pa i do qual se conside a ia exis i um ele ado índice de consciência é ica. Os esul ados es a ís icos do es e
emp eendido não pe mi i am con i ma es a hipó ese. Os esul ados são ap esen ados na abela 2 que se segue.
Tabela 2: Tes e da Hipó ese 1
Valo de
es e
n Média Valo de Ní el de
signi icância
Di e ença en e
médias
64 356 56,79 -17,225 0,000 7,21
Seguidamen e, e ec uamos um es e pa a es á amos as di e en es dimensões em análise esul an es da análise
ac o ial emp eendida. As hipó eses nulas ela i as ao ac o de o alo se in e io ou igual a 3 ( alo médio da
escala, logo, alo a pa i do qual conside á amos exis i su icien e “in ensidade de dimensão é ica”) o am
odas ejei adas pe mi indo-nos conclui que exis e e idência es a ís ica su icien e pa a acei a que a dimensão
é ica do compo amen o das emp esas é impo an e pa a os consumido es, que es es êm expec a i as a o á eis
ela i amen e ao compo amen o das emp esas, que es ão dispos os a puni o compo amen o não é ico das
emp esas e a ecompensa o compo amen o é ico das mesmas. Os esul ados ap esen am-se na abela 3.
Tabela 3: Tes e de H2, H3, H4 e H5
Média Valo de Ní el de
signi icância
Di e ença en e
médias
Fac o 1
(H3)
3,86 30,896 0,000 0,86