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Oraçam funebre

Bluteau, Raphael, 1638-1734

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ORACAM ÍVNEBRE Que dijle O R. P. D. Ra ael Bl ea Clé igo Regula Thea ino da Diuina P ouidencia, no eu Con-» ucnco em o i.dia de Ou o dei e anno de 1670. Nas exequias Do Excell mo S o B a à 6 deBa e ill e Embai¬ xado ex ao diná io d' El-Rey de Caí ella ao P incepe No lb Senho . Emp e ença. DOS TRES ESTADOS DA CORTE, PR i¬ lados^ Conué uaesdas Rei ig ioés. OFFERECI D A Ao Excell m o S o M a q y ezdeMa ial a, dos Con elhos d’E ado,& Gue a,&c. o R Ped o L pina eu Sec e a io, Bene iciado em Sacauem, Ad* mini ado ge al da Co e, Fo alezas da Ba aíCa caes, / P eniche, & P ouincia da E a oadu a. EM LISBOA. Na O icina delo am da Cos a." " M. DC~LXX Cm ed*s as Umç*i wiJ c i/Vi .ilüí ' ■ ■ ' - - V-i. 0 / J . i ] S > ; Ai . • ■ ' . o;,;- . A O £ X C E L L E N TIS SI M O SENHOR. D ANTONIOLVIS DE MENEZE S, ma q ez dema ia l a, SEN HO R do Mo gado de SaoSilue e, das Villas de Gau- anhede,Auellans, Alua o,A ei, Mondim,Ce ua, Medello, Heimcllo^Liomil, Pouôa Penella, Vai- longo, Villa de Fe ei os,Bilhó,& Mel es: Caual o P oíeíTo da O dem dè noíTo S o Iês s Ch i o, Comendado dá Comenda de S a Ma ia de'Almon- da da me ma O dem: dos Con elhos dè E ado,& Gue a do P inccpe no l o S 0 1 : Veedo de ua Fa- zenda:Goue nado dás a mas de Ca eaes^da-C o e, P ouincia daÈ cmadu a, ô^Gapicao Gene al do. Exe cico, &P oumcia de Alem-Tejq, HEGQV a meu pode a O apam cjue o V, 2>om Ra ãel ‘Blu eau es nasexeqmas do Exceüèn jim; Se¬ nho Ba ao de Ba eis U .digna-de maio ejiéma am pella eMellenàu do O ado ^ ?j elo* eloquência no di e , & elegancia no o a como he na cida em Lijboa , po en u a que a emulaçam e opu ej e, e lhe al a e o ampa¬ o que V.E. lhe concede com eu excellen i mo nome p ois nam he meno o pe igo na boa,que na mâ ama, como dijje Táci o: mas como V. E. he co lumado a e iliza J cep os , ambemo a à a plan as.Se nas exequias ome a di a de e em oO ado .no ahi ao ea o niue al a o a ao, endo To uguez.a, nam caminha ia egu a. e de V. E. nam oj e ampa ada ,• pa a a ama a conhece , e a con equencia in alliuel, que V. E. a deuiag adua .pois de mui os amos a e d pa e nam de uia eu emp ego das acçoens de de V.E. nemadmi e ou o, com que de hoje em d an epode oa igu a, pçi s em Excellen i mo Senho a VE.quelhecommunica alen os g andes. T ocu o que e e iampe e le papel, po que aj i como Tonugal amou o Ba am em quan o uo, na ua au encia e emunhem os e ei os,dos a eãos doamo -, en do ao a áo digna de an o Ba ao, o Ba aÕ digno de al O ado ^ampque em e quecimen o ejla Po u- gueZA ucçam>qu,epa a yV quali ica , Exc llen~, ij mo Senho , pede lhe déF. Excellencia nom e , e com ua a i iencia. Na e dade digno de en< ueja na ida, ç na mo e oi o B a am de Ba - euille, na ida, po ie me eceoo que con ie guio mo o, na mo e po acha a Dom Ra ael pa a econ a o que me ecia i i o, que a as ezjes iiccede aue e dade de pida da a ieipam 5 £5* mais que udo, oma V. Excellencia po i a con: a que 0 nome deV. Excellencia en egue d a¬ ma 0 de ie g ande Mini i o, pa a que e e e ni- z>e, concedendolhe a mo e a ca o a maio en¬ u a : po que as elicidades nam am g andes pelo e em, mas pelas ci cm iancias com que uccedem. Nem he mui oJe V . Excellencia n- i umen o de ias em ambas as E panhas, pois no mundo odo com ozes iuas e con inuam a V ,, Excellencia louuo es pelo que me ece, que de nouo e dm mais a inadas, quando a p o ecção de V.Excellencia canon a as acçoens de ua pa ia, que como mais empenhado oi 0 A lan e que as u ien ou em odo 0 empo ; & na e da¬ de e nam o a a du e com que a a os ilhos, pode á em cambio de bene icws{ em que chega - eapa ece l ònja)cbama a V.Excellencia A- *no , £ 5 * Delicias da Pa ia, como di e Sue onio anquiliOi de Ti o Ve pa iano. Pe doeme P . Ex- Excellencia u/pende À p enna,que me bj a á po pena,nam di&e o que dez>ejaua em occa iaô an o do c edi o de le Reyno, mas o e pei o que a VExcellencia deao, me he ene en e ob aculo â minha obngaçam, e namhe que me e pe a me¬ lho empo, pa a que de V. Excellencia publique § que lhe he deuido. JDeos ISl. Senho gua de a Excellen i lima pej oa de V. Excellencia dila¬ ados amos como lhe peço, pa a que os que al¬ am en e,os mo aes achem o ampa o de Fo a Excellencia que os mmo ali e , & os Quen es pa a e emi a uas acçoens, Lijboa 14. de Ou- isb o de 1670» E X Ç E L L I N T I SS m o $EN H 0 c T>eV' Excellencia en e eus CapdU , O meno * & mais ob igado, Que beija as maos deV. Excellencia; j i ; *,-• ." ' H ■ JPed Ro L p i n a i ! P":. # ' $h i & íS 1 A $*' : &&'^ ' ■ A. $5 ? ^ 4& $g$ ■ && **# &* *** *** i?&i *** .»* «& «» ■ *** -s**-*** Siccine epa a ama a monl i.R eg.15.3z O m as me mas palau as, com que a-; quelle o a ei o de Pe íia e pondeo em Roma a huma pe gun a , que lhe ez o Empe ado Con an ino, me eja hojelici o a mim e angei o em Po ¬ ugal da p incipio a e a úneb e O açao. Pe gun¬ ou o Empe ado Con an ino a Ho mi da nob e Pe iano,qual de odos os p odígios , que Roma o- en aualhe pa ecia mais digno deeípan o.E a Ro¬ ma naquelle empo Rainha do Mundo, & A bi a do Vniue o, Tan os e aó os que de odas as pa es conco iao a ene a amage ade da íua g andeza* que p odigio amen eíe iaó nidososco açoéspa a o endimen o, dos que na diue idade daslingoas* & coílumes inhao a cau a das uas di co dias;Via- e ao ump uo a nos Templos, que chegou a dize hum Gemio mo mo auao os Deoíes com maio magcOade no Ceo, do que habi auaò em Roma ; com a magni icência dos e pe&aculos pa ecia a a- a as qua o pa es do Mundo a adas ao ca o dos eus iun os ; as uas on es mais e ao manan- ciaes de ma auilhas quede agoas; os ja dins peníx- les p ime o íuípendiao o juizo do que ag adaü m A aos aze em nas uas ; nas Co es andou èmp e nas palmas dos Reysj nos exc ci os, nas dosíoldados, & nosgouue nosque eue, nas dos pouosjnem eu me admi o de que odos o ouxeíTem nas Palmas, quando elle azia a odos no co açao.;aos Reys pel- ia idelidade com que os e uia, aos Toldados peila b andu a com que os a aua, & aos pouos pelloa- mo com que os goue naua-, o que me e pan a he, que azendoo os (eus na q aes nas palmas, nao hou- ue e a e anha a que chegaíTe em que nao deTej a * (em odos de o po na cabeça. Aquellas i udes He oicas he dadas do iilu e angue dos Teus Auòs, & augmen adas cada dia com Tuas ob as , auuelle íabe iun a de leus emulos com a uauidade da cle¬ mência, mais que com o igo da ingança , aílLn lhe o ao encadeando as en u as, que e dadei a¬ men e pa ecia buíca emno as dignidades mais pa a e ac edi a em a i, que pa ã o hon a em a elle , & e o amo o Ia on bu eou apTo ao dou o po ma¬ es nunca dan es nauegados , eio o Xoíao dou o de Ca ella a bu ea em Poí ugal ao no o iilu e Ba ao , como e e a hon a , que pa a os maio es P incepes he g a ça, oí e pa a elle ibu o. Finalmen e oi Éll ella en endida pois mode ando comope odaconíide açao o oo dosmais al os pe¬ iam en os eguio em p e os di&ames da mais apu ada polí ica, nas euoluçoens de Nápoles com D. 1o- aò de Auíl ia,nas negociaçoens de Bo dèos com o Piincepe P incepe de Conde naP ouincia de Guipu coâ que goue nou com o i ulo de Capi ão Gene al, nas co- e encias de D. Luis deHa o com o Ca deal Ma- za ino, nas F on ei as de F ança, çom ElRey Ch i- liani imo pa a a conclu ao da paz, & pa a a exe¬ cução do ca amen o,& l imamen e na Embaixada de Ingla e a, aonde coníli uio o eu Palacio ampa¬ o dos Fieis, & azilo dos Ca holicos, conhecendo que a Fé hea columnados Impé ios, & a piedade o íu len o das Mona chias. Mas cedao odas eílas p e oga iuas ao íbbe ano i ulo de Eíl ella Real, poisilluíl ando com o eu alen o, &con e uando com o eu zelo as pazes en¬ e Po ugal, &í Caílella , in luio g andes p o pe i- dades a huma, ôc ou a Co oa, á de Po ugal aami zade de Caílella , á de Caílella as co e pondencias de Po ugal. Logo com mui a azão poílo dize que ealçauaeíla Eíl ella no maio auge do eulu- zímen o, pois p e idia à niãò de duas das maio es Co oas do Mundo. P ouo ago a que o Eclipíedcíle Aíl o oi con equenciada al u a em que e achaua ; não pe camos de iíla a Eíl ella dos Magos, pois íendo Reys iue ão po en u a de a egui . G ande queíláo ha en e osExpoíi o es íob e de¬ ini o luga em que c puzeíTe a Eíl ella depois de e apa a de Bclem , po que como a i ma Eu hi- mio não o na ão os Magos pa a a ua pa ia guia¬ dos da Eíl ella, enão acompanhados de hú Anjo : B An-. inSiluc * pa am d ién , jlèlla iumúm is ii ie s w %,hb. p iíjUc m miem xnâe un ^ Angdm . Logo em oue eia 37^171. a P^ a e e A o^e n qiU e eíolueo e e Plane- »*»5$• a • A i ma S.G egoíioTu onen e, allegado no p i¬ mei o omo das ob as ce Ba adas, que e a âo glo* io a E ella, logo que e apa ou do p e epio , íe oi epul a em hum poço que e aua em Belem : Gseg.T i , C eidi in q i ndam j?u m Be blebem : pois po que não omu ^ coloca en e as E ellas do Fi mamen o? & í.19^ 391 po que não êleuan ou à Es e a do Sol, emula da Ml.i.n, 39 ia glo ia, & compe ido a dos (eus lu2Ía;é os?Oh não íe deuia po com a plebe das E ellas, quem e inha ja i o ob e ob e a cabeça dos Mona chas 9 & não nece i aua de mendiga luzesdo Sol, quem inha ja eommunicado u as luzes a esSoes-, a a¬ zão do epen ino eclip e de ão lu ido Plane a, he e a; huma E ella que inha in luído na econci¬ liação de es Mage ades coma Diuindade huma¬ nada , não podia a pi a a maio al u a , & a i oi ob igada a occul a eus e plando es, pois e achauâ em e pe ança de aumen a ias g andezas. E a em duuida oi a azão pela qual o noí o íncli o He oe não o nou pa a a Co e de Ca ellá. g angea applauíos, & íbllici a ecompen as, mas an es caminhou pa a o eu occa o, pois endo p eíi- dido com ão en u o o ucceí o ãs elicidades de áous ao oppo os Impé ios, Po ugal, & Ca ella* econciliados deípois de *8. an los de gue a, não. podia alcança g andeza maio , & a li e aconus-; aien e que acabaíTe a ida, ja que não podia ac eíV cen a mais a glo ia: Sc e a he a p imei a de culpa quedáamo e do eu alecimen o, de culpa que íe unda na azão na u al, pois he ley da na u eza, que em chegando as couías aò maio auge do íèu augmen o, íe p ecipi em logo nas omb as do íeu occca o. II. PARTE. Siccine cpam ama a mo s l E S a undada a ícgunda de culpa da mo e na poli ica, pois lendo ley en e os polí icos o dillimula pa a eina : Regna ene ci cjuine ci di si «• ? nuU e^ azão e a que onoííoMc oe diílimula le hu agg auo pa a con egui hum iun o. O agg auo c deixa a ida quando a deuia pe pe ua , o iun o oi ica na lemb ança , que a lemb ança he o i¬ un o da mo e , aííi como a mo e hc o iun o da ida ; iuia o illu e Ba am pa a os applaulos; mas iue ago a pa a os en imen os, Sc e a egunda i¬ da he íüpe io áp imei a, po que mui o mais he e cho ado, que e applaudido , pois os applauíos al ez podem e iiíonja,o que ja emia o O ado Ro- mano,quando diííe que não que ia louua po não pa ece que adulaua : Noloejje landa ome idea a- duU o , õc emp e as lag imas o ão demo ado as B ij de J y c . inep . Gh Ly àz hu inee o en i ,&dehu en imen o ince o,ds nais do que as lag imas (ao pé olas que não cem p e* Ço>& os encomios íao palau as que e o mão do a , & que no a mo em>& e o Sol o a capaz de azão mui o mais e lmà a oso aalhos da noice que pa e* cé lag imas de amadas na ua au encia,do que a ua- uea moniadas.aues que e ejão o eu na ci aen ó* Ap ouaS. Ge onimo na epill. z, a opinião de En» mo,q en ina e os íubdi os ob eos P incepes e a en ajem, que nasde g açis podéos íubdi os de a- oga a uadd com aus açao, & não podé os P in¬ cepes demo a em indecência o ea en i men o : lÀce Ucb ima e plebi âgi bon le noy ,li c e .Mase a ío g ade pe da podem j en i os R y.s em,de dou o da Mage ade pois ; ejo que Deos não di i aiula os en' imen Qsyquándo ao íamen aueisos uccce lasi J , $kmao Li anoqueos Se a ios ep esé auão a c uz nas azas que eí endiao, mas epa ai, que e as azas a i o nb auaò ao o o diuino no me mo ecnpo em que mo auao a igu a da c uz-, Dnabus y daban , p o - que a Deos me ino nao e podia ep esé a a omb a da mo e do eu Filho (em algüa omb a de i eza: Dudbus Velabdn , & quando eu con ide o que e as a mas do no ío He oe aó azas, ejo hue ei o cme- Ihan e a e e das azasdosSe aphins.Voauao os Se a¬ ins com duas azas ^ D u abus^oUban ^ com duasou- as encob ião o o o a Deos, & dnabus Vclaban ; VoouoBa áodeBa euilie com duas azas pa a a ou¬ a ida > oUba a com duas ou as icou na Co -, A SF *5 Co e de Po ugal, & de Ca ella aíTomb ando aos Reys,& encub indocom o eo da ii ezaas Mage- ades .d iiabus Velabd , com duas azas mo ou q e a aí alo da mo e,pois lhe obedeceo oando, duabus olaba ,& com ou as duas oílen aíe em ce o modo ope io aos Reys,pois chega a lhes da penas, & a lhes ©cea iona en imen os: & duabus " elaba . I o que he ob iga aos Reys a demoli açoens de do > enho pa a mim hea maio glo ia que poílaal¬ cança hü homem ne a ida,pois Ch i o a quis lo¬ g a naíua mo e, o que p ouo b euemen e com hu epa o de S.Ci illo le oíolimi anò Na doença de E- zequias e o cede o o Sol,& na Paixao de Ch iílo, o Sol e eíeu eceo^ual de es doiis po en os e imais o maio ,o o na i az^ou o e >lu a e?di ei o o na a az do Sol oi que e eu i a a moleí ia da do qu£ lhe podiacau a a mo ede Ezechias,maso enlu a e e a da mo as de íen iméco que lhe occa iònauá a mo e de Ch i o , &a i muj b maio ineza oi enlu a íeo Rey dos Plane as na mo e do Redep Oi do ludo,do que e ocede na doença de huhome, ouçamos a S.CinlioiPw/^ E^cbum Sol ene us ejh, p o^ e C h ü e o Sol ob c u a usejl^non e océdèns ei de icies.Sã o os Reys os Soes dos ímpe iòs ) & ' cíles SoeS na mo e dos eus aí 3 aIos,maís <c!lmen è e ocede com indií e ençajdo que e ci eçao co endméco 5 2 c a i pa a os mab aí alos íào o s Rey s, S o es éc o gado s; mas pa a o Ba ão de Ba euill: io os maio es P lQí &- pes-da Eu opa,Soes enlu ados; S ul b cu a wc l no h é- cedes Scd dcjiciens ; S j V ois S.Cj iK H c il. C* hec. j. *4 Pois e os Soes icao eclipíados, em que eí ado ica ão as E ellas, & e os Reys e mo ão e i i- dos, que en imen o não mo a à a Nob eza ,& % ■ Fidalguia ? dob ado íen imen o hão de e osTidah gos, po que quando padçce o SoUdqb a c o pade¬ ce das E ellas.; o p ouo; Nas u u as exequias. da Mundo , diz Su M.a heus.que o Sol íe elçu ece ã^ Sol ob cu abi u , immedia amen e deípoisa i ma, que as E ellas e deíençaixa ão do i mamen o, & cahi ào delmaiadas em e a , S elU caclcn de Calo:,, queconnexâo em o cai das E ellas com o e cu-, íece do Sol } o e cu ece do Sol cauía eccIíp çs,nãQ occaíiona de maios, logo e e eícu cce o Sol, e- jao e as E ellaseclypíadasno Ceo, Sc naoíe mo* em delmaiadas na e a ; ah P ejo a azão, no eclip e do eu Mona ca em as, .E ellas dob ado o íen imen o, amo alhãp e emiomb as, & des ale¬ cem em acciden es; pa icipao a.s e cu idades do e< clip e, & en ão nas an us do de maio; S elU caden de Calo. Sucçede hoje ne as úneb es memó ias o que ba de acon ece nas exequias do Mundo-, nasexequias do Mundo enlu a eha o Sol, & cahi ão as E el¬ las po delmaiadas, con e ua à po em o Sol aMa- ge ade do T ono en e as omb as do en imen o, mas o exceíTuio da do a ã com que as E ellas ca- hiãoda ua es e a amo ecidas.; al p odígio emos hoje nas exequias que celeb amos ; os Soes de Po - <í ugâlj & Caíleíla mo ao e quando mui o íen idos íem que pe dão o deco o da obe ania , & as E el* las de Po ugal, & de Ca ella anco edeixá ao le- ua do en imen o, que as emos mais que emidas, p o adas dian e daquelle Mau oleo , S elu cadem de Ccelüy &: com azao, po que e aos Reys al ou hu Miniíl o leal, pe deoa nob eza hum leal amigo, Se neíle amigo hum he ou o, que aos amigos dàoE - pi i u San o o i ulo de be ou os, imeni ilíüM ^ inueni he au um , logo e he e dade que o co açaò e á aonde em o eu he ou o, eíla ào e iu duuida odos os co açoens da Nob eza íepul ados, pois eí á epul ado õ eu he oy o;/ Mas nao e limi a e a do çn e os con ins da Lü- íi ania, e ende e a odas as maio es P ouinciás , & Reinos dc Eu opa, a Bo gonha em que em a iüu* e, & an iga o igem dos eus Aubs, a I alia aonde na ceo, a Akmanha que co eo , a Flandes aónde mili ou, ao Piemon e aonde iun ou, a Ingla e a aonde e plandeçeo, & ob e odos a Ca elláa que íe uioj&a Po ugal em que mo eoj eílende e i' nalmen ee e en imen o a odas as P ouinciás,pe« ne a odos os E ados,communica e a odas as Mo¬ na quias, que o occa o de hum Sol, nao me ece menos que as lag imas de hum mundo i & aíTi nao pa ece mal undada c a ícgunda de culpa damo - e, pois e a neceíTado que õ noí o Va ao diíTimu- laíle a em azao, que lhe azia a na u eza em lhe nao Senec. in lib.de b e- 16 íao dila a a ida,pa acon egui o iun o, que lhe o ma a noííalemb an ça, & e e niza a noíTa do . III. P ARTE. Siccine epa as ama a mo s ? C O m duas di culpas em a ís ei o a mo e h duas pe gun as, que lhe izemos, a e cei a, &: í ima que da a ne a e cei a pa e, e a undada Ho mo al, po que e o mo al ob iga a odos à ob* e uançia das Icys, heley niue al pa a pode o os igualmen e que pa a humildes o mo e ; S a u um e l ommbus homimhus emel mo i. Po ondea i mou o Seneca com g ande ace o*que a moi c emen* daua os e os da o una, poíque íe a o una de - guala os homens na a ia o e, com qae na cem , a mo e os iguala a odos na igualdade com que mo em : E o es o una mo s ineui abdis e o ma , Aquella amo a e a ua que e ep e en ouaNabu- codono o .,e a hüae a ua ab icada da o una,pois nella e diui auão cla amen e di indos os á ios e adosdos homens, na cabeça de ou o os Reys, nos b aços de p a a os Ricos,nas en anhas de b o* ze os oldidos, & no ba o dos pès ospouos, mas a ju içada mo e emendou as de igualdades da o ¬ una, po que ao imp oui o golpe de huma ped a e des ez a ella ua, & com o ba o e con undi ão o ou o, p a a, & b onze ; não dc ou a o ce emos» e eduzem ao me mo im osRcys, & os ubdi os, os *7 os P incepes, Sc os pouos, os g andes, Sc os peque¬ nos, náo icando do ou o da Magc ade, da p a a da Fidalguia, Sc da alen ia do b onze mais que hu pequeno de pô,& humas poucas cinzas: Con i a Danhl i; un pa i e e um , e la } as , a gen Hm > O* àu um , &* edaóia un in auillam, E a meíma e dade eníiná ão os An igos,quan- Nauiis donos Templos que ab icauáo à mo e, nao con- íli uiáo Mini os, nem Sace do es/abendo que el- / ^ c.ij. Ja a odos ac i ica, Sc que ob e o anguinolen o pb idodos eus Al a es odos aó id cimas, Sc ho- íòcau os. E e pode que Deos communiçaà mo ¬ e ão he o pa a mo a a igualdade dos homens, íènáo ambém pa a emenda o dep auado dosco-» umes,po que naò ha e cola maio pa a o de en- gano da no la aidade, que hum epulch o,& náo ha deípe ado da noíTa ceguei a mais e icaz,que hum mo o. E c eue Leona do no liu o dasleys, que Adão não acabou de e en ega a huma e da- dei a peni encia, enão quando io a eu ilho Abel^^j^ ‘ de un o ; concebeo Adam húíàn o ho o daquel- poe»i < le une o e pedaculo, Sc icou ao mudado, Sc áo a ependido, que con o me e e euem Me hodio,& <*- u /e h. Io èph, cho ou con inuamcn c pelo eípaçodecem c C * * ** annõs, a e que io no ma de íuas lag imas o nau- m aU* agiodos íeus peccados. L*b* *?i ' No auel en ença he e a do Ca deal Sam Ped o Damiáo, os homens náo mo em pa a im,mo em C pa a c ■ •V* 1 + <* ■ h . ■ -V A l' z / 1 0 ' 4 4 y Á %