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Sermam que prègou na Dominica in albis no Collegio de Evora da Companhia de Jesus o R.P. Mestre Luis Cardeyra da mesma Companhia..

Cardeyra, Luis, (S.I.)

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s ERMAM QVE PRÈGOV . N A DOMINICA IN ALBIS ' K ’° COLLEGIO DE EVORA DA COMPANHIA de JESVS. °% mes e l is da me ma Companhia Len e de E c i u a ^ _ da Fhiye idade. EM COIMBRA - ^ Com as licençAS necej a ias. * O licina de Tbome Ca alho, Imp dlb da Vni e íídade. Anno 1669, MuHa de Io e h Fe a a me cãdo de liy o . !&' , ; 0 X ui .. " .' - : ; ' - * > 1.3- 7 ?: ) 8 n J A M I A D I M I !A C AÍHKMMOÒ ACI  iO/n : ' ' :b . liY» ihl S ^ ■ )) > /: iu c?-. . w S. i M inMJC '1 MH * ^‘- i >.n ?«<•'-» 0|T: ..í •>!> *n' ; n l 'Sb blhsYÍ lY b loíiii j nl O lí YlO ; ^i nnA AW c A TjVmVw 7 ,V:T1:A ,:>Q , mV’.**** Foi. i. THEM A. yi áé dixi Thomá in e digi um mm buc > © yidc manas meas ? © a e manum mm y © mi ein (a as meUm , © w/i ey è inc édulas ed jide- /w. Rejpondi Thpmas y © dixi Do¬ minas meusj © Deus meus. Joan. cap. 20. EM mo a hoje Ch i o np cj as a e i* mação que e de e aze dc hü ogei o, em quem d ale o he g ande,&o p e i- mo pe a mui o. Coníide ou o a i Sám Ioão Ch i o omo ne e luga . Çoíide a Vomnd o is cleme iam^&p o n* ani - ^ ma o enài e ip m ulne a hden e, , s * cce dí u l e unum . O con ide ai o que as Ch i o,q í) ?P 0 a P o íal a hum, o que dan es es po al a odos. • í^ ç e a ll nie mo com chagas pello emédio de hum Tho- d 0 5 0< l u e na C us e deu com chagas pella aude do mun- íc ç 0 l 0 ' Con ide a, O a ponde os a con ide a de aga , *a ° n ^ de ai bemni o, que em i lb mui o qúe coníide- ^ i ° íc Thome o po quem an o e az. Que i c íe ^ 0 ! ° / an 0 P o J°^°5 qiic o não negou, an es o acompa- 3 mo e: ou po Ped o, que po o al ou na Fe, nao V I? na ob ina ^ ão » bem mc ci a a? Maspo Thqmc? noüie, quò depois dc e i li à e dade nega i o , & A deixou deixou ica obí inado. ? # Po Thome q de endo c e nò p 1 ** mei o dia, c i l io oi o in cí os > Po Thome as Cb i o 0 que as; 5c e empenha an o cõ ellc. ? Si, 5c as ezoes do e n* penho e ão a ma é ia da p ègação. Naõ digo a ezão, íênao as ezoens 5 poi q as q Ch i o e e pe a e a e cõ Thome» como eou e, não o áo hüa, enam mui as: odasellas » c undão cm duas pala as do noííb Thema. Domims 7 ncU$- Senho meu. Po ê po q e as ezoês a^am melho , di icu ' alashemos p imei o , undando as di iculdades odas na* mais pala as do hema, 5c eípondendo com as e ocí 15 dei as duas as di hculdades das ou as* lMayía. M A ndanosS, JoaõCh i oí imo conííde a o Deos as po Thome. Con ide â demcn U*# min a o is , Jj- p o nx animo, o endi e ip um ul# e ^ hen em , & accedi , ah num. E a Con ide açaõ & dá amiq con ide a . Mais ezCh i osòpo Thome nc» d a, doque inha ei o oi o dias an es po odbs os.»*** Apoí olos. Aosmais mo oulhesas mâos, 5c o lado: OJ di is ma,?ius , & U us , po em Thome náosò io as glo io as, enão que me eo a mão no lado abe o: ^ nanum U ãm in U us n um , os mais i ão, 5c quando & ^ o oca ão, palpa e, & ' ide e: Thome pa lbu a dian e iò io as chagas de e a, enaõ que examinou de aga ^ pa l a a den o ncllas. In e digi um uum huc: í Hsm, & mi einU us meum. Po Thome e as ^ Ch iào he Senho , Dominus meus j 5c Thome chama c ^ dimo: Th o nas quidici u Vidimus , Thome que íec * Didimo. E Didimo que que dize ? Didinn s» hoc.cj g JMs y d is Alcuino. Didimc que dize homem, que ^ c .^n o ! ,5chun^ h omem de la o e, que alpo *» u l * j; c & >o, açn l c líuii o po cllc. Mais nos ap o ei ou (dis • G cgo io ) Thome du idando, que os mais c endo: a in- ^Jlidadc de hum íó Thome, que a è dos ou os odos, Hs n °í is in idellUs Tbom aa idem , qukm ides c eden- ^ iYn Ei cipulo ump o ui ; po que cduzi cellc, oy con- nia nionos nòsj abju a ua inc edulidade, oy con i ma * o a c- epuix dum ille ad idem palpando cduci u , noci a J 1 ç s olidi u . A è dos mais ne le cazo oi mais pe a elles, ^Ue pe a nos: a e de Thome aqui oi mais pe a nòs,que pe- 3çll q : p l us nobisp o ui . Foy pe aellcj í; mas pe a òs mui 0 niai ^ p lus nobis. Ehum homem de an o p c imo pe a o mú, como c e: homem que nâo ó ciè, mas as c e : q ao íó c è, como de e, mas con i ma ou os naTè de eu c dadd o Senho : homem como c e de an o p cí imo, ^penhe Te eu Senho mais com ellc, & açalhemayo es ^ o es* Ch i o ob a comoSenho , Dcminus meus ez que he bem que e aça: p e i a o Senho no a o , quem a en njanozelo; 5c mais zeíocomo e e. de c ^ a ad e ência a S. Ped o pouco an es 0*7; P 3 Xam: Slmon ' Simon ecce Sa anas expe m os^u <i Z C UU n icum: e ê° au em ogayi p o e , u non deÇ ua ‘ ^ l)C * i2 - ^ 'd o ad i o o dan emam, que ^anas os ha de en a a odos, & e e ospòde pe d c : Po C ní ^ í 'í' > 5 l ,e cu ^ s o a< ? a o pa icula men c po ò*, Çu .!/ °^ a ^ na0 P c c ^ 3 * ^ ol i o a o pa icula , que o/ za ^ a n i Ped o, dis Sam Joam Ch iíò omo, San- Po n? 0 ^ ou os > o a pa icula men c po cllc. Pois 1C az CH R ISTO c e a o pa icula men c a Sam ^n, 0maisq lca aIglini ou o Apo iolo? CHR1STO Sc- P ° odos cusDi c ipuIos o ou pedindo a ícii UÍ a Pày 05 cm P a aí *, * de ende le. Ego p o eis oço 4 os m nom ne no. Joan. 17 . Pois e po odos o ou A * po po e nedio," po que ha de pa icula iza cm Ped o a o a- ção po a o ; Ego au em ogx ip o e ; po odo^> o ei, mas po òs em pa icula ,p o e. A ezlo deíla du ida dm 0 nic mo CHRISTO nas pala as, que ajun ou logo. E ^F qu/indo con e as con i me, a es uos. E os depois kn l' b ai os de con i ma na è os mais D çipqlos meus, & I i mãos o ib'j queaíli expliçãoe le luga os Expoíi o cS CO- mummen c. De manei a que qs mais Apoílolos nãoe auj pe a Ped o, Ped o e a pe a os mais Apoílolos: osmais e aO pe a i, Ped o e a pe a odos, pe a i* im, mas pe a os a u ' os mui o mais. Á è dc Ioaõ naõ cõ i ma a a è de Ped ^i mas a è de Ped o con i ma a a de Ioáo: & hum hom^ 1 de a o/ cej hum homem que mais he pe a nòs, que pe a i J j eja oSei jio mais pe a elle, que pe a nò:>: homem q u c na0 q c è, mas con i ma, que não íó em mám cm ua ç enç 3 » mas con i ma noíía Fè, que nam oelle he iel, mas as q u ^ nòs q íejamos; a endo e de a en eja alguem, cja e e e de odos. Se o Senho ha de po os olhos ponhaos ne p imei o. p c<i •Quando Ch i o chamou pe a o Apo loladp a 5. ^ d o, & San o And e eu I mão, dis Sam Ma cos, q ü< j P mei o o Senho pos os olhos em S. Ped o, Sc depois O . ^ pe a And e: Fida Simonem , & And e e. a em ej # .^ 0 en es e ix inme e. Ma c. i. Depois indo a an e a- io a Ioáo, & a Diogo; pos ambém os olhos nclles, ^ mouos: E p og e i es inde pu ilum idi Iuoban , dei , c íaannem. Ém qua o Apoílolos pos Ch iílo aq ^ olhos; mas o p imei o em quem os pos oy Fcd o^ ^ d**o que a ia de oma as a mas po meu e iço? endelo no ho o con a a u ia de eus inimig os • quando o mundo du ida de Gh iílo quem o c, cl c ^ quem c a: Ti* es Ch iHus ilius Dei i i. Ped o q u c 1 ‘ z / / 5 3Via dc c iel, * non dc icia ides ua, mas a ia con i ma du ido os, con i wa a es uos. Ped o, que com os di a¬ is de u a p udência, & c icacia de eu zelo, a ia de e * di ei o a Mona quia de Ch i o: nc e poem Ch i o p i¬ mei o os olhos. N,am os poem p imei o cm Ioam, & mais a ia dc c o mais amado: nam em Diogo,& mais oca aihc P° pa en eíco: nam em And e com e o mais elho dc Q dos$ sò cm Ped o os poem p imei o? E a ezaõ di io qual He q GHR1STO c a Senho , & P incepc íobe ano, .^que ia unda po mcyodelles a Mona quia de íua Ig e- jj* E ainda que os mais e ão ogei os de mui o po e, Pe- a ia de e de mais p e iimo. Todos ellcs a iam dc abalha mui o 5 como a alha aõ po ugei a o mundo Q do ao impé io de eu Senho : mas po o nenhum al ou a ° abalho, Ped o e a mais impo an e â Mona quia. Os ^ais a dila a ão, mas Ped o a u en ou, & u en a à a è o m do mundo po mcyo dc eus Succe ib es. Pois a endo PSenho olha p imei o pe a alguém , eja pe a Ped o. ponha p imei o os olhos nos mayo es annos de An- Q e > enam no mayo p e imo de Simaó. Vidi Sh oncm , & ^nd eam. Ma h. 3 . Nam cm Ioão po o eja o mais que- ido dc eu amo ; cm Ped o i, que hc o mais impo an e a ^ i ço. Nam em Diogo po chegado no pa cn e/co, nam cm Ped o po a en ejado no p e iimo 5 que aos a Ds de hum P incepc nem os ha de guia a inclinaçaõ do (n* n n a cz l n h a n ç a do angue* enam o p e iimo do ^ al °. Nam ha de po os olhos p imei o naquclle aqnem ] ç ais ama, cnaln naquclle que melho e e. E e lhe ha de í n a ^ n C ^ a ^ n iCnlC 0S0 ^ 10S5 na n 0 <3 U C ag ada ao 0 > enam o que mais e e â Mona quia, * ° i íb CHRISTO naquella occazião pos os olhos * hcula .cmc cm Ped o, Vidi Simoncm , & hojeospoe . . cm cm Thome. V inde dixi Thoma po que hum, & ou o ogei oe am íògci osde p eí imo. Mas quando, 3c cm que empo es CHRISTO cíle a o a Thome? Aiada nam epa ei na cí cun ància do empo. O empo do a o oi, quando Thome e a a mais e i ado, çodo as pç> as e¬ chadas ao mundo. Veni l E SVSjxnuis cUi is. Quando mais e i ado, 3c mais de eado, po e caido da g aça. B po quee pcca oScBho c as ci cun ancias de empo pe a po os olhos nellc, 3c o a o ece . Vomin is meus, & Vcus meus, dis Thome. Po que he Senho , 3c he Deosj he hum Senho dado do Ceo. Em nenhuma couza moí a mais hum P incepe le P incepe dado po Deo? , que nci¬ as duas cou as ; cm po os olhos neíhs duas o es de ho¬ mens, nos que cílam e i ados, 3c nos qandaõ caidos,quan- doaíTihunSjComo ou os podem p eda pe a mui o. Começemos pellos mais e i ados. Achou FelipP* Na hanael, 3cdi elhc como inha achado a CHRIS1 » que c o e com elle, 3c abe ia melho c a e dade. Bc aílim Na hanael oi com Felippe & endoo ^ i , poíTe a dize dellelou o es. Fescn amNa hanae * pe gun a a CHRISTO: Vndc menojli. Joan. i. E ° s ^ elJ deme conhece es pe a que os ponhais a dize c l u C ou ? A e a pe gun a acodio CHRISTO com c a c^ ^ P iu qu m e Philippus oc e , cume ícs ub ic Na hanael, dis CHRISTO, abeis, que an es de^ os chama pus eu os olhos cm òs, 3c oi i oquan eis mais e i ado que nunca, em os pa l a pel a nação ou cíTc de e aí i. Quando e a eis mais c » ^j- ninguem punha cm òs os olho*, en ão olos c ^p y e ico dia amen e: C m e( es ub icu idi e. -A 1 ^ ca c c luga o Dou iíTimo Maldonado de i- n c * 0 ò i Sana Cy illo, San o Ago inho, 3c Eu imco. A. o ^mi ado Na ea iàél, ompco neí as pala as dicas de ! Ve dadei a Fè, & con iança. Rabbi, u es ilius R yíu HRcx jp4c/. Mc e, & Senho Ve dadei a me e qüè òs ois " j^o de Déós <: c dadci a ien e que òsc òi Rey de Íí-l ^d.':>i>©i s J eía háuáel ^iie mudança hc e a am dpèó ina í S&a è'ago a Vos nam podicis (U uadi T i i o de ç h COuza boa, ágò a po que }à c edes o me mo, quc lii ^Qi pouco impugná eis > j iò ide in e i es e a e da&d * C GHRISTO o e dadei ò A eíTias, S Rey p ome ido 5 ^ ael In e io (di^Nachanací) de- Ve quce ie Senho ^^«ioqQandb-m gúe me (blíiá a^: : iqüe q i iá;ndo eu J’ ^ a jai$ e i ado, eh am me bu eou dle còm os olhos, ^ íe dignou deos po em mi: ^uU dix T ibi iidi e ub i- *i dis ; . & homem como e iè, quequãndo é-u me e i- °> clíe me olha, que quahdb ningiiem mc pOe n bs olhó^ C ^ am pòem elleps olhos cm mi ! 1 H òmcmq ! que I áb P po 0s olhos nos 1 que c iam mais e i ados, & de quéni o ^ndo enam lemb ae ie Homem íiaoíhe oHomem$ c ambém homem Rc^-; 4 nam dado pcllos homdns , ícy Rey niandado po Dcos. Tu s âilius DH> u es'Rcx { *ch Dá p op iedade da ácça í ;‘in é loa caleza db íah- .^ Ue 5 medindo pellae c a dos olhos, à g andeza da Aja- j^ ade. E a dií c ença em o olha dos Rcys , & o o- a d os mais homens, que ò olha dos mais homens em k° « e a da 1 i ia ce a dí a i ia de luga 1 ; o olhs dos ^ c y s em po es e a dos Olhos a la gueza do^mundo o* 0 olham ao pe o, & maisaolònge : ao pe o olham a os qúc andam chegados ; ao longe olham , pe a os c nam-ouzam chega ; ou po que a o una os náni „ou po que a dc g aça os eli óii ; Aí im olham, ou . mi ' he 1 b mque olhem os Rcys, pe a quehuns, & ou- • en endam que em olhos ob e i, que olham, 6c abem £ olha , i’V d a i cs: nàm da i es quãdo CHRISTO lhe di l e i iblhc ,' ícham e am qüando lhe cha idü Ma ia. Dà a ezaõS.G^' gó io a e is p óp ia denò i) i i en oque pòde e . P * è ihT i-Xii CT eÁÀ Bominus Ibmmuni ocábulo àppelU i e * ' c Àgbi í s^oH àTiyVoca cx noMnk. Vendo CH^^" XO que n Mddalèna o nam co ihecco quando' llie cha i°u nioihc ,cUambua po eu nome, & oy ado ado delia, ih e ?o qu í ocà ü ex nomine , ecoanoíci nu ho e » 1 . nHo , que allla jomeâ á,ÇiVaquellcMe e íeu, a que b 1 1 * ca a, & em quem de ia c e . C eo nelle dahi po dian e,# oi iel FéV a ua, azehdooquce a a ob igada a am í° - be a ià g án< c za. Pois molhe , e de p imei o nam c os> comd agc a e elolVes? Senâm oiba an e dan es p c a i . j aze ab aça a e dade de que d è ali du ida as a eloq l 1c1 ^ Üa dc doas Anjos, comoba ou agò a pe a o meímoa ^ pe içam dc hum nome? Ma iaPç nam acaba as de c e q u a do c deziaõ, molhe : Mulie quidpio as ? Comoc es l acilmen e quando e ou es chanVa peUo nome dc ^ a l 1 ^ (_A ilU con é d e ei; Rabboni. Sabeis po que? ^ 0 . ^ a ; o nome dc iolhe naní e a nome p op io da Mada ' . Èam Vominus com/nuni ocábulo appelU i . O om^ ' . Ma ia, e le im; p op io e a, & e dadei o nome e ü > °. *x nomine . O nome de molhe c a nome cõmum, ô “ e ia 'pa icula . C lama llie molhe bem 0 pbdia azd ,^^ quem lhe igno aíTc a pcíToa; po em dizcla Ma ia; & JP ^ aze i o, quem lhe oúbdle o nomc 5 nam o nome c° qiie inha, ena i o pa icula àc quem c a. Po i lb á ^V e 3 le ia endo echama po Ma ia, é eo que o Senho , 4 ^ chamou, e aoji) e moa quem bn ca a,& a quem ^ eV ^ ^ > i , como e io póo ualmcn e . Como a Madalena ^ uC «Wj ip ie Pa i in ^ua eba . E Mâi Í4 endo e nomeai o oi nÔnVc, -méb po CbnClü am in alÜ el que ‘o^e- h le Tabia5 o nome, 5c qnc chama aõ po ella: Ma ia: ô- bcdecco logo a íeu Sc nbo , 5c ez o que lhe manda a ce a 0 <la a diligencia po li el. O Senho mandou, 5c a Madale¬ na obedecco: Vade ad á es meos , (^ dic eis , eisahiaa CHllISTO mandando: Veni OH a is CUagdalena nn- Kun ixns Di cipuUs , eis aqui a Madalena obedecendo. •Mas quando ez a Madalena o que c a ob igada , quando ^Dcdeceopon uaimcn e? quando ou io qlhe abiaõono- ^: q lhe abiaó o nome, 5c q e Iêb ayaõ delia: Mmi e go yU ocA u ex nomine. Ma ia po q e ou io chama po Í<J U nome, po i lb cs o que de ia aze , 5c. ibu ou iclmê- c 3 euSenho odooco açam, 5c on ade. As c icacias jk .a eíoiuçam o aõ c ei os daquella lemb ança. Sabe - onome oiganha lheoco açaõ, disían o Agodinho: ** ius çon e jA co po e quod non e x pu A i , nunc con- co de, quode a signo i . Tan o mon a como ido e Cn cndido o iubdi o que eu Senho lhe abe o nome, 5c q ^ l nda he lemb ado: lemb a e dellehúa es, hc ganhàlo pe- ? emp cj lemb a monos de quem he, he ob igalo a e oq £Ve. Ninguém jamais e e e am a e o , que ou indo ^naa po íi, nam ol a le. E mais e chamais po elle qua- 0 menos o eípe a a, ol a logo,5c ol a de co açam: ç^e a co de: como íecon ide a lemb ado, logo ol a c- lh l u o > e a ando o mal que azia, po que è a hon a, que azeis. Ha modo mais acilde conquida co açocns 5 c ô ^ pala a de lemb ança íc az udo i o*. Vixi ci IESVS * U . Con e x ilU dixi ei. Com ido icou a Madale- ocada, 5c o Senho conhecido. In e ioa Madalena a ^and C 2a do Senho de e e conhecida dc nome: Aía u ^ quia oca i ex nomine ecogno i aa ho em * que am pa e dc Senho abe o nome âquellcs, que Deos * 0s « e baxode eu impé io. Adim alen ou CHRISTOa C Fc 1 6 ' - Fò da Madalena, Sc a c ença deThomej icou Thome ale a- do, & o Senho conhecido, Dominus meus , c Deus meus. Como CHRISTO allou com Thome, mo oulhe as maõs, & lado abe o. Videmanus meas, & * c manuns mm, é mi einh us me um. Thome, dis CHEUSTO, co- id- ai e as maõs, Sc me ei a maõ ne e lado abe o po o - oam.o Ae as pala pas acodio Thome com e ap o c a - çam: Dominus meus, & Deus meus. P o e o Senho q í° lS meuDeos, p o e o que ois meu Senho . Donde undou Thome a e dade do impé io de CHEUSTO ne e cazo? De lhe e o lado.abe o: 's e manum mm , & in U us meu n. E adi -çença ha do Senho ao aíTallo, d c quem má da a quem obedece: que quem obedece ba a â “* ze o co açaõ echado no pei o, quem mãda de e de o i- ze pa en e no lado, am e iden e, Sc am cla o, q l ,e a “ l.* quando o mais.Ie encub a, ó o co açam íenam eche. ▼ 1 ^ Iíaias a Deos em ono de mage ade, & io que dous Se * ins o encub iaõ: cada hum dos Se a ins inha eis azas: c 0 duasencub iaõ-a D os quan o ai do lado a èos P bus claban pedes ejus.Sc com ou as duas o o na aõ * e cub i , quan o, dis.da Cabeça a èolado: Duabus y^ A ^ cApu cjus: po c a ad e io que (ó o lado nani c a a & ^ b; oj po que ab indo os ; S e a ins as azas dos lados, «c* lado d Deos pa en e, Sc mani e o : d duabus I ai.6. Pois e, Dcos encob e os pés, e nam de cob ea c ^ ça, po que, e ela o Iado> Po que echa o lado pa ec^ ^ con a .a mage ade. Quando o P o e a io a Deos, V| con ide aççêh dq Senho , id Dominum j &: ccba ® w ^ quem he Senho nam as i o: nam echa o lado, e e e elado o lado, po que ique pa en e o co açaõ. ^ oU çam he hum Sinho : em p op iedade de lusj oui as ^ as de e cq A Ju* em c a p op iedade, que aonde d ^ 17 pode c a cncube a: aldeVe de e o lado, ehe lado de Penho , am e iden e como a lus: nam ha dc a e e as q o occul em, po quem ha de e lus dc i mc mo. Jàomundo c a àém e asj &àse cu as: Te eb á- Jkn upe nhe am e am-, quando hum Toldado cô lança ab io o lado a CHRISTO que c a a p egado n 3 C us Cõ ando S. Joaó e e ucceí odis, que elle ioi o c ° n eus olhos, que clle io o lado abe o, & ai delle ían- £ u c , & agoa: E qui idi , e moni im pe hibui , & e um èJHmonium ejus. Pouca Fílo o ià he necceüa io íabe , P^ a abe que hü obje&o Vi i el nam íe pòde e ícm lus. {padas condiçoens necc a ias pe a e da i a no? olhos a e lus no obje&o, pois Te já udo e àõ e as, como po- S. Ioaõ e cõ e idência ò q não e pòde e sê cla idade, c °mo pòde e õ lado abe o em lus, q o dc cub iííe? Po- le i o po e lado de Rcy aquelle lado. IESVS Naza- ****** Rex Iudao um , dezia o i ulo da C us. Elle he IE- Vs de Naza é Rey de e po o. E pè a que o lado do Rey ^de i enam he necèííá ia ou a lus,pò qiie elíè he lus de 1 hieímo: nani he nece ia ia lus e ahha que o e ele* elle a lcni de íi que o iiani eí aj ainda quando udo o mais Te oc- Cu l a, ó elle e nam encob e: nam o cegaõ e eu idad: s,po ^eonam comp ehendçm è as; podendo nòs dize do pode CHRISTO, o que dome ho CHRISTO dis S. °3õ: E eneb * enm non comp eh nde un . Joan. i. Como p lado de Rcy naÕ podia ica âs e eu as: e hc lado eal, pode nam Te e iden e. ^ po que ezam ( m o alizcmos a dou ina ) po q e- o de e e am cVidên c e e lado > A ezam hc hiui o im- ^ ^n e, a i o a p a icada. De cíc am e iden e, & am ^ a °> po que quando olha mos pe a cllc nos políamos e ^ 0s * O ladodo Senho de e Te hGa ep eíen açam dos c 2 a l al- i8 a lallos j a im nos dc c aze a odos e a ados em Tei co açaõ, que nos políamos e nelle, quando lhe puze mos os olhos. Naõ emos menos abonado iado de a e dade, qOc o íup çmoMona cha Deos. Paliando am }oaõ no ca- pi ulo p imei o de eu E angelho do luga ,, que o Di ino Ve bo em em eu E e no Pay, disque o emo Pay em eü kdo: Vnigeni us, qu e in en i P A is : Vnigeni o quecí- à no eyo do Pay. Nam dis i o o E angeli a da pe ioa do E pi i o San o, enão da pe iba do Di ino Vc boj & çnais o Eípi i o San o he e ieneialme i eamo po e ad o dc on¬ ade eCFencialmen e. E o Ve bo po i lb me mo que he Vd- boheado do en endimen o. Pois po que nam dis queoâ- mo occupa q lado, enam que o e bo e à no eyo?D çam nam he cen o do amo ? im he: pois po que nana m oE angeliíb, que o E e no Paydào lado ao E pi i o^^ o, que hc a ído da on ade, enam ao Di ino Ve .bPj*!^ he ado do en endimen o A e a Theologia de a’ n1 J° a am e dadei a a emos ía is aze coni ou a nam. m e n ce a da íabedo iapo Salamam. Falia Salamam d° '^ Di ino à le a, egundoacxpo içam com ma dos D° u ^ çs an o Ago inho, S. Amb o io, Ly a, & os mais, & c malhecípelho em macula, & imagem p opia de^ u ^ CanAo £ pe?úm lucisç c iA , & puulum oí W 1 inajç ip iSy ^ximago.lp nU is ilU . Sapien . 7- ^ c ° n í n Ve bq he imagem* como hc c pelho* como hc |mag ep1 ’ que Deos Te é, comohe dpelho em que nòs nos ep d^ amos, em no o up emo Mona cha Deos c p Teu lado ^ (ó po que .hq ^dppaçcha, enam ambqop, : pçiqV e hc cha Pay: ín? A is h i Mona cha, que he com o ha dc e cípelho uoJado, em que os ubdi os c d a A s pados: a nps Deos ep e en ados no lado, po que n p c0 s cíUmpados nó co a am: al dc c e o lado dc quem ^ x 9 |°y e ido aze Senho : há de c lado em q odos os a làl- *°^ s e po laõ e , po que ha de c lado, cm que odos an- jj * Po i lo Thome e dadei amen e endo em CHRIJS-^ PO o lado abe o, da e idencia do lado, in e io a obe ania . damage ade po q olhado pe a 3quelle di ino lado cohhe- c coíe den o nelle, & concluio e a Senho eu po e dade Suen o azia no co açaô po amo , Dominus meus, &c. • Po em nam o Fe cccoíio CHRISTO a Thome ola- nam que ambém eílendeoas mãos, Sc lhas mo ou abe as: Vi omanus meas. E ende CHRISTOambas as ^àos, oi ab i ambos os b aços, mo i ando bem ni o o Se¬ nho , que de co açam o bu ca a,pois o buíca a com os b a- ǰs abe os: a an a piedade e endeo logo Thome, <5e c olun a iamen e po écido, Dominus meus, c- Deus ****** Rende íccom an a acilidade o co açamdeTho- ^e> oy i o ia do lado de CHRISTO 5 & que menos po- ia uccedc e ia Thome a eu Senho , que o e pe a acõ l a Ç ° s abe os,que ab ia os b aços, Sc o q-ecia o co açam: ha co açam an o de ped a, que a e a iolência ua e, en am enda acilmen e. . Mui o abalha a o Senho nc c mundo po aze y os homensj jàos dou ina a, já os ep ehendia, já os cõ- Tpcig çom .ezõcs, & admi a a com milag es, Sc - endo çj ^Çaba a de lhes ganíia as on ades, nem conquiíia 3 i l 0 íl ^ e s, nem com a e dade de uas czoens,ncm com • i u C,a de ^ CUS P 0 í %i 0 S- c cíol co que o meyo pe a os , jc n ; a a ia dc c e c: íubi â C us, & po e nella: E ego i Po x us uc o * c ^ A^mniã xham ad me ip m:Íc eu mc C em hua C us, dis CHRISTO , logo a ei os homens ’’ P° mais que ellcs ago a c i am,& nam acabem de c ' oj 5 que aíTim explica ían o Ago inho em íen ido li e- > k mais p op io aqucllc emnl dc CHRISTO, ide QW . 2 ° nes hominesd im,mas c nada acabam com os homens as e* p chenções deTeus icios; e pòde pouco com clles ací ica- cia das^ezões, ôc e dade di dou ina : enam acabam de c ende a alen ia dos milag es: e enam endem-a Ch il' bmilag oío, como e ham dc ende a Ch i o C uci ica' do? Que mais em Ch i o na C us que o a delia pe a obn* ga aos homens? T es couzas acho e e Ch i o na C us, q mui o nos ob iga am : Ch i o na C us inclinou a cabeça* inclina o capi e: E endeo os b aços, o a die expandi man^ meas : E ab io o lado, nus mili am lance a la as ejas e ~ ui , Toan. 19 . Inclina Ch i o a cabeça, dis HugoCa dca, oio c cce pe dam aos peccado es,& chamalos: ca o es , qaibas cniam ndulgeba . E que quando nòs u ?*' nqs, elle nos chama, que quando nòs ugimos delle, ell c incline pe a nòs, que qnando a mamos con a elle as i á° s > elle e enda pe a nòs os b aços, que ainda quando lhe neg^ mos os co ações, die nos o c eça olado,hc hum gcnc o ^ iolência e e am ua , quenam ha quem lhe cí a: V o i lbos me mos homens que impugna ão a íêu Senho lag o o, ende an elhe c uci icado: como i ão que os c ^ ma a com o lado , & b aços abe os ogei a aolhe os ações endidos, e e ebã u pe ca ien espeC o a u* end.T Ch i o na C us os b aços, inclina a cabeça, o lado udo o aõ ígni ícaçÕes g andes de eu amo : ^ os milag es que azia ainda que ambém c ão e ei o ^ ua cha idade, mais pa ecião com udo dcmõ açocn eu pode . E com os b aços do Senho na C us ç a e l ^ bili ados, ògei a ao ch es ho as dc C iis, o que na ^ c la nhão ogci adoem in a & es annos de ida : po u ^ ida ob a ão a mados com o pode de eus nulag cS C us ob a ão a mados com a alen ia de eu amo : na ^ ob a ão, na C us ab i ãíc; To .i die expandi manas ^ 21 «dpopulum con adicen em mihi, Que mul o pois enceíTe 0 Senho as con adições do po o, e chegou a ab i os b a- ǰ s : que mui o acaba em ago a os b aços, oquedã esnão P c uadião ezoens; & que mui o ibu a le Thome am a- ^ icn e oco açam a eu Senho ; e o Senho c pe a aa Thome com lado, & b aços abe os, ide manus meas.mi - e mxnum unm in U us meum pe a hum ubdi o Te ende e a he a ezão mais o ço a; que mui o enda o ubdi o o ^° açam, e o Senho abe ab i os b aços, Dominus meus , ^ Deus meus. Dc e modo e ou e Ch i o com an o Thomcquan- :° o quis eduzi , ecebeo com o lado, & b aços abe os on amen e. Po em nam leo que Thome oca lcos Pès de j^ i ojcomo íze ãoos mais Apo olos, quando Ch i o nes appa ecco ha oi o dias, nam c ãdo Thome com ellcs, ^ con a am Lucas, Palpa e , & ide e : & cum kac dixij e * *ndi cis mams , & pedes. Pois Thome po que nam oca ombem os pès do Senho , como os ou os ize aõ, Thome P° que nam oca, & o Senho po que o nam manda? Domi- ***** meus , & Deus meus , e ponde Thome,po que he Deos QlCü s & Senho meu 5 & po e Senho meu de o e que ^ oenda o peceado, nolie íe inc edulus , que mo e nam y aba e a pe loa. No ai o como: e Ch i o manda a a nome oca íe eus pès ag àdos, pe a Thome oca os pès e Ch i o a ia le de aba e Thome aos pès de Ch i o; i c il ha dc oca os pès hc o ça aba e e p imei o.Pois que ç n ^ 0 ^ en h o nam o manda oca , pcllonam mada aba e : no lado,mas nam c aba a aos pès. Dc e modo cm mè- h/ °dcli< o, mas c i a eha oaba imê o. Di ina dou- ^ n a c 3) con hcce o ubdi o que a am de o cmmenda , k í ^ c l Uc o nam que em aba e : ubdi o que anda aos pès a- não he ubdi o cmmcndado; de a ío eo ubdi o pe - 22 pe dcíle, & o delido nao ecmmenda. Nam ez mais o P íncipe da Ig eja am Ped o, quan¬ do quis i a a ida a Sa i a; con a íaõ Lucas cíle ucceíío nos ados dos Apoí olos, & disque negado Sa i a huma culpa po que o P incepe da Ig eja lhe pe gun a a, & clla. mh* come ido, caio de epen e aos pès do P incepe dos ApoP olos, & acabou: Con e im cecidi xdpedes ejus, (j expi íl ' < i . Ado ; 5 . O cm que aqui epa o p iucipalmê e nam h c ã o no acaba , enam no modo, com que acabou. Nam ^ lS o H angeliíla acabou, & en ão cayo aos pès do P incepe da Ig eja, o que dis he, que po que Sa i a ie io aos pès* p 0 ^ i lb acabou de epen e, cecidi xd pedes ejus , & exp#^' c e íegundo acaba , expi a i , oy coolequencia daqnd p imei ocaí , cecidi xd pedes, po que Sa i a ie ioaba ida» icou mo a. Dcmanei a queq a doo P incepe da Ig ^ quis acaba com c e íogei o, não es mais que da lhe mam, & po alo a eus pè% cecidi xd pedis*, aba e a oi acaba o (ògei o. Quando o me mo íam Pcdoqui * a a Tabi h i e uíci ada po elle, deulhe a mam, & ^ oua: Vxns xu emillimxnum , e ex exm.AClo . 9- .. c oua, he e dade, dxns xu em illi me num , mas oi dnn ^ amam; po iílb o E angcli a cõ mi e ioad e io n a ^ o dxns enam que ajun ou ambém o xu em como e a, mas po iílo Tabi ha e le an ou, po que cVe < ^- il0 s? C gucííc. Quem naõcon ide aadi e idadede cs iog ^ hum c gueí e, ou o acaba; mas po i l oTabi ha íc ^^ 3 , po que íam Ped o lhe deu a mam, & po i ib Sa i * 3 po que e è de í imada, azida a baxodos pès, cCCi . pedes. E maishe bem ad i amos, que com acaba aq ^ íogei o, nam lemos o a ependimen o de ua culpa hM mosque acabou, mas nam lemos que e a epen^u ogei o ccõ ide a aba ido, & q o azeaospes L ' # ^acabou e: o ogci o acabou,& da emmenda nam c abcj’ ^ emédio pois pe a ganha o íogei o? O emedio he u- C A o qqe Ch i o as, & hgbê, que nòs açamos, não o • oa e * e gueloj naõ o aze aos pès,le alo nos b aços De- ic niod^p.íubdi o eode e^Ã; Senho he obedecido co- de e es êí eco nhecido po quemjic, Domnus a us. ’ Que o ^aba^çon ide ando hüa-p a ienía idade, q ie o °n o E angcli a. Ad e iò am João que an es de Ch i - 0 elJa com an o. Thome, pa ou en e eus Di cipulos, no ^eyo de odos ellcs, Veni 1ESVS , & e i in medio. Pa ou ^ uieyo de odos elles indi e c emen e. E po que ena n %ga o Senho mais pe a Thome peilo menos, e a Tho- íj^p incipalmen cbu cahoje} Po que nam inclina mais a ^nia pa e, que a ou a, enam que e poem igualmen e in¬ an e de oda a ci cun e ência Nam es i o, po que e - $$cnho não he íó Senho , hc ambém Deos , Vmims & Deus meus, dis S. Thome. E a diye ídade ha cn- enho es da e a, & en e o Sepho de odos elles* da ^. Í í íj & mais do Ceo,quebe Deos, que os mais am óíe- 3o cs, 5c Deos he Senho ,& he Pay. O pa e no, & o impe- udo e acha cm Deos: heSenho j im: mas Pay jun a- ^n c 5 $ apnde i o e acha jun o: quem abe ni c cs ex- j?^ O S PoS ç em h ia indi c éça al, que e poem nomeyo nam inclina mais pe a hum, que pe a ou o P o c l u c hc dc oda a pa e, po i o c nam chega mais qnc pe a aqudlc ogci o : po que he pe a odos C nic .n cíem cxceiçam de pc lbas. I o im; i o he e > que hc Pay. Huaquc áop opos a Sama i anaa 1 °> & oi c a: Pa es noíin in mon e hoc ado /i e un í 0a y ° s dici is , cjuU . le o olymis e l ybi ado e opo e ; Íq m 4> Senho cíol cimc c a que am: no ibs mayo csa- a ãoa,Dçosnx; emon Cj & ososHcb eos dizeis, que D Iw