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A TV deles: Fãs b asilei os assis indo à
p og amação no e-ame icana
Ped o P. Cu i
Uni e sidade Fede al Fluminense
ped ocu [email protected]
Resumo: P og amas de TV no e-ame icanos podem se assis idos de qualque
luga do plane a enquan o são ansmi idos ou baixados pela in e ne poucas ho as
depois. Jo ens espec ado es azem isso usando di e en es e amen as e edes
sociais, discu indo o que i am. En e esses espec ado es há um g upo mais
especí ico: os ãs.
No B asil, não é di e en e. No en an o, esse me cado global não pa ece ão
inclusi o. Alguns dos p og amas possuem uma sé ie de pa a ex os, p odu os
conexos ou lógicas in e a i as que ãs es angei os não conseguem alcança .
Sen indo que es ão pe dendo pa e da his ó ia, ãs b asilei os en am c ia no as
o mas de in e agi com esses uni e sos e com ou os ãs.
Es e abalho p ocu a mos a como os espec ado es b asilei os in e agem com
p odu os globais ansmidiá icos e en e eles em um consumo global, com elemen os
locais.
Pala as cha e: ãs, ele isão, con e gência midiá ica
Resumen: P og amas de TV de Es ados Unidos pueden se is os de cualquie
luga del mundo mien as son ansmi idos o desca gados pocas o as después.
Jó enes espec ado es lo hacen u ilizando dis in as he amien as y edes sociales,
discu iendo lo que han is o. En e esos espec ado es es án los ans.
En B asil, los ans hacen lo mismo, pe o un me cado que les pa ece global no es an
inclusi o. Algunos de los p og amas ienen di e sos pa a ex os, p oduc os conexos
o lógicas in e ac i as que ans ex anje os no pueden alcanza . Sin iendo que es án
pe diendo pa e de la his o ia, los ans b asileños in en an c ea nue as mane as
de in e acción con los uni e sos de los p og amas y con o os ans.
Es e abajo p ocu a mos a como los ans in e accionan con p oduc os globales
con e gen es y en e ellos en un consumo colec i o global, con elemen os locales.
Palab as cla e: ans, ele isión, con e gencia mediá ica
Abs ac : Ame ican TV shows can be wa ched wo ldwide while hey a e being
b oadcas o downloaded a ew hou s a e ha . Young audiences use download
ools and social ne wo ks o do i and discuss hem la e wi h o he people. Inside
heses audiences he e is one speci ic g oup: he ans, who de elop ways o in e ac
wi h hese p oduc s and o he ans, de eloping speci ic pa icipa o y p ac ices.
B azilian ans also download hei a ou i e Ame ican TV Shows o wa ch hem
online, bu some imes his global ma ke doesn' seem so inclusi e. Some o hese
shows ha e a lo o pa a ex s, ela ed p oduc s o in e ac i e logics ha o eign ans
can' each. Feeling ha hey a e losing pa s o he s o y, B azilian ans y o c ea e
new ways o in e ac wi h hose uni e ses and wi h o he ans.
This pape aims o show how young audiences om B azil in e ac wi h
ansmedia ic global ex s and how hey in e ac be ween hemsel es in a global
g oup consump ion wi h local accen s.
Keywo ds: ans, ele ision, con e gence
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1. In odução
Todos os dias, jo ens b asilei os – e de ou as pa e do mundo - consomem p odu os
audio isuais no e-ame icanos pela ele isão, nas salas e cinema ou a a és da
in e ne . Conec ados, discu em esses p og amas com ou os jo ens de di e en es
nacionalidades, o mando comunidades globais de espec ado es.
Den o dessas comunidades, um g upo especí ico, di e amen e ligado à cul u a
popula ganha des aque: os ãs. O ã é um consumido ca ac e izado pelo excesso e
possui modos p óp ios de consumi cul u a e de se elaciona com ou os
espec ado es. O consumo do ã se baseia nesse excesso e na idelidade a ex os e
uni e sos na a i os.
Com os ápidos a anços nas ecnologias de dis ibuição, alguns pesquisado es que
concen am seus es udos na cul u a dos ãs deixam de pensa em alguns p odu os
como impo ados e passam a ca ac e izá-los como globais, com públicos
in e nacionalmen e dispe sos (Ha ing on e Bielby, 2007 : 180). Aos poucos, de
aco do com essa ideia, os es udos de ecepção ocados nessa mídia global se
ap oximam de ques ões como cul u a, pode e ideologia, e buscam cons i ui um
es udo global sob e as p á icas globais de ãs.
No en an o, ao a a o consumo midiá ico como “ al ez o meio mais imedia o,
consis en e e di undido pelo qual a ‘globalidade’ é expe imen ada” (Mu phy e K aidy
apud Ha ing on e Bielby, 2007 : 179), em-se a ideia equi ocada de que é possí el
consumi um p odu o di o global em sua o alidade de qualque luga do mundo.
Mui os jo ens b asilei os azem download de sé ies de ele isão e ilmes. C iam canais
e sis ema de ocas de a qui o e legendagem de p odu os audio isuais pa a o
po uguês. O ganizam encon os e g upos de discussão sob e esses p odu os, mas
di icilmen e e ão acesso a odo o uni e so daquele ex os, a odos seus pa a ex os ou
odas as in e aces c iadas com o obje i o de c ia a in e ação com o público.
Es e abalho se deb uça sob e os espec ado es b asilei os que assis em p og amas
a ualmen e eiculados na ele isão no e-ame icana, in e agindo en e si e
desen ol endo es a égias pa a alcança udo que conseguem desses p odu os. Um
enômeno con empo âneo que não e a possí el an es da in e ne e que, ago a, pode
indica no as elações en e ãs e com os p óp ios ex os.
Pa a isso, além de lança um olha sob e algumas das p á icas pa icipa i as c iadas
pelos ãs b asilei os e sob e a o ma como se o ganizam pa a acessa o máximo que
conseguem dos p og amas de que gos am - e as es a égias que desen ol em pa a isso
-, o p esen e a igo ap oxima esse olha de dois p odu os em o no dos quais mui os
ãs b asilei os se o ganiza am: Ame ican Idol e He oes.
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2. Jo ens e en e enimen o
2.1. O luga dos jo ens
Sunaina Mai a e Elisabe h Soep (2005) localizam os jo ens no cen o da globalização,
ca ac e izando-os como o p incipal al o da indús ia do en e enimen o. Baseando-se
mais em uma posição social es u u ada po pode es de consumo, c ia i idade e
cidadania do que na idade biológica, ap esen am a ju en ude como um luga de
con li o ideológico que e oca ques ões elacionadas ao pode em con ex os locais,
nacionais e globais. Nesse sen ido, a cul u a jo em e ia mui o a ensina sob e a
p odução de cen os e ma gens da cul u a e ajuda iam comp eende como os jo ens
es ão inse idos em um espaço ambíguo en e me cados globais e p á icas locais.
Ge almen e, quando se ala de globalização, a ju en ude en a na discussão pa a se
ala apenas de consumido es em um me cado global, mas ela es á ajudando a
cons ui e dis ibui p odu os enquan o negocia sua ci culação em sis emas e
comunidades complexas (idem : x -xxx ).
A indús ia do audio isual é uma das indus ias mais popula es do en e enimen o.
A ualmen e, p odu os concebidos em odo o mundo podem se consumidos de
qualque pa e do plane a. O en e enimen o se desen ol eu em uma con igu ação na
qual ex os globais são p oduzidos pa a audiências globais – e os jo ens são seu
p incipal al o.
2.2. P odu os di e enciados pa a um público di e enciado
Ce amen e, a cul u a jo em já se ca ac e iza a pela associação de di e en es ex os, de
núme os musicais de a is as consag ados que e am ele isionados e depois
in eg a am ilhas sono as a é pe sonalidades a ídolos ju enis que apa eciam em
di e en es p odu os desde a década de 50. No en an o, no im dos anos 90, os p odu os
ol ados pa a o público jo em e am uma mis u a complexa de di e en es mídias,
incluindo ilmes, p og amas de ele isão e clipes musicais. A p á ica de eicula um
p odu o de en e enimen o a a és de múl iplas mídias, pa a explo a melho
di e en es me cados, des aca uma es a égia impo an e pa a a indús ia cul u al
no e-ame icana no im do século XX: a sine gia (Da is e Dickinson, 2004 : 88-90).
Em Cul u a da Con e gência (2008), Hen y Jenkins ap esen a a sine gia como a
opo unidade econômica ep esen ada pela capacidade de possui e con ola
mani es ações de um con eúdo po di e en es sis emas de dis ibuição. Jun o à
ex ensão – en a i as de expandi me cados po enciais pelo mo imen o de con eúdos
po esses sis emas – e à anquia – “empenho coo denado em imp imi uma ma ca e
um me cado a con eúdos iccionais, sob essas condições” -, a sine gia se ia uma peça
undamen al à cul u a da con e gência (idem : 2008).
Jona han G ay, em seu ecen e li o Show sold sepa a ey: p omos spoile s and o he
media pa a ex s (2010), de ende a ideia de que ilmes e p og amas de ele isão são
apenas uma pequena pa e da p esença massi a e es endida de ex os ílmicos e
ele isi os nos ambien es em que i emos e é impossí el analisa esses ex os ou seus
impac os cul u ais sem le a em con a suas mais di e sas p oli e ações (idem : 2).
G ey ambém usa o e mo sine gia pa a ala sob e os ma e iais pe i é icos que se
cons oem e ci culam em o no de um ex o midiá ico. Esses ma e iais êm como
obje i o p omo e esses ex os e c iam um uni e so em o no deles. São os aile s, os
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ídeos p omocionais, as in o mações de bas ido es que “ azam” pa a o público ou são
descobe as po eles, assim como b inquedos, li os, jogos de ideogame e a é no os
ex os desen ol idos po consumido es. Se ap op iando dos e mos de Ge a d
Genne e, ele op a po chamá-los de pa a ex os (ibidem : 6-7).
Ainda que enham acesso aos ex os em si, os ãs b asilei os não conseguem chega ão
acilmen e a alguns pa a ex os. Alguns deles a é podem se eiculados pela in e ne ,
mas alguns p odu os elacionados a ex os no e-ame icanos não es ão disponí eis
pa a enda na in e ne ou são o e ecidos po p eços p oibi i os. Des a o ma,
espec ado es b asilei os, ao con á io do que mui os pensam, não em acesso a odo o
uni e so dos p odu os que consomem. Além disso, mui as ezes, não êm en ada ácil
em comunidades in e nacionais e não pa icipam de lógicas c iadas pela indús ia
pa a consumido es no e-ame icanos.
Se a con e gência de di e en es mídias se o na uma es a égia das g andes
co po ações, isso acon ece po que os consumido es ap ende am no as o mas de
in e agi com o con eúdo que encon am. De aco do com Jenkins (2008 : 44), a
con e gência é “ an o um p ocesso co po a i o, de cima pa a baixo, quan o um
p ocesso de consumido , de baixo pa a cima”. Pa a ele, “a con e gência co po a i a
coexis e com a con e gência al e na i a”. As e amen as ecnológicas a e am não
apenas a disseminação e a ecepção, mas ambém a p odução e a in e ação en e os
usuá ios. A ecnologia é cúmplice na ge ação de p odu os ei os po ãs (Hellekson e
Busse, 2006 : 13). As mesmas ecnologias que possibili a am a pa icipação dos
consumido es no con eúdo midiá ico ambém al e a am os pad ões de consumo,
pe mi indo a o mação dessa cul u a pa icipa i a, que sus en a essa con e gência
midiá ica e c ia demandas que alguns es údios ainda não es ão ap os a sa is aze .
3. Um público que pa icipa
3.1. Fãs b asilei os e a ele isão
Jo ens cos umam se is os apenas como consumido es em um me cado global, mas
eles ambém es ão ajudando a p oduzi e dis ibui p odu os, assim como negociam e
acili am a i amen e sua ci culação. A ualmen e, jo ens de qualque luga do mundo
consomem os mesmos p odu os quase simul aneamen e: blockbus e s são lançados no
mesmo im de semana em di e en es con inen es pa a e i a a pi a a ia. Álbuns
musicais podem se baixados po milha es de usuá ios po odo o mundo. P og amas
de TV no e-ame icanos podem se is os na in e ne enquan o são ansmi idos ou
baixados – al ez, com legendas – poucas ho as depois de saí em do a nos Es ados
Unidos.
Esse público jo em se o ganiza em g upos, assis e aos p og amas e discu em en e
eles, usando uma se ie de e amen as. Pa a da acesso a ou os ãs, c iam legendas no
idioma local e colocam disponí eis pa a download. A ualmen e os ãs em acesso a
quase odos os p odu os disponí eis no mundo, mas, como ãs, eles que em mais.
A ele isão no e-ame icana – p incipalmen e sé ies de e desenhos animados –
azem pa e da p og amação b asilei a há décadas. No en an o, mui a coisa mudou
desde que a TV po assina u a chegou ao país no inicio da década de 90. Com canais
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mais segmen ados, as pessoas pude am assis i sé ies no e-ame icanas du an e odo
o dia, com som o iginal – algo que os ãs b asilei os ap eciam – e legendas.
A pa i daí, com a TV po assina u a, a lacuna en e a exibição nos Es ados Unidos e
no B asil oi diminuindo, ainda que a negociação en e os canais b asilei os e os
dis ibuido es no e-ame icanos ainda es i essem le ando mui o empo.
Isso não se ia um p oblema se os espec ado es não começassem, anos mais a de, a
usa a in e ne pa a p ocu a in o mações sob e os p og amas e a ala com
espec ado es no e-ame icanos e de ou as pa es do mundo. Eles i am que es a am
a asados e isso e a e gonhoso.
Com o ápido desen ol imen o da in e ne , um dia ocê es á consegue descob i o que
acon eceu no im de um episódio do seu p og ama a o i o enquan o ele es á sendo
licenciado e legendado pelos canais de ele isão e no dia seguin e pode aze o
download e e po ocê mesmo. Não ha ia mais mo i o pa a sen i e gonha.
Des a o ma, ãs pude am começa a baixa seus p og amas a o i os, assis i a eles
com legendas – ei as po ou os ãs – e discu i o que acon eceu com qualque um,
quando quisessem. Do FTP ao o en , a p á ica do download se ans o mou em algo
bas an e o ganizado.
3.2. Fãs b asilei os e a in e ne
A imagem abaixo mos a um dos mui os si es de download exis en es no B asil.
Baixa TV.com é especializado em se ies de TV e eali y shows e em ce ca de
qua ocen os í ulos disponí eis, en e se ies canceladas e que ainda es ão no a .
Todos os dias, no os episódios são disponibilizados pa a download e colocados na
página p incipal com um link que le a à á ea dedicada àquela sé ie, onde há mais de
uma opção de si es de compa ilhamen o de dados e ambém in o mações sob e os
p og amas. No Baixa TV.com, odos os episódios são con e idos pa a um o ma o de
ídeo RMVB - mais le e que AVI, o que o na o download mais ápido – e já em
legendas em po uguês. Tudo isso c iado po ãs pa a ag ada ou os ãs e o na a
ida deles mais ácil.
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Na imagem à di ei a, podemos e o menu com alguns u o iais, como o e mo de uso
do si e; como assis i a um episódio ou ilme com legendas que êm em a qui o
sepa ado do ídeo; como ab i um a qui o no o ma o RMVB; ins uções de como
usa cada si e de compa ilhamen o de a qui os; e ambém um guia com o passo-a-
passo pa a muda seu ende eço IP pa a baixa mais de um episódio po ez sem e de
aze uma assina u a paga do si e pa a isso.
Tudo isso, odas essas ins uções ga an em que os ãs e ão acesso ao p og amas a que
que em assis i e udo mais que desejam, ce o? E ado.
Em janei o des e ano, com o anúncio nos Es ados Unidos de dois p oje os de lei pa a
comba e a pi a a ia na in e ne , SOPA (S op Online Pi acy Ac ) e PIPA (P o ec IP
Ac ), alguns si es de compa ilhamen o de a qui os o am echados, como o
Megaupload, que dizia e 50 milhões de usuá ios. En e eles es a am os ãs
b asilei os, que pe de am um dos meios de acessa seus p og amas a o i os, mas que,
ainda assim não se de am po encidos.
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Alguns si es ei os po ãs, como o p óp io Baixa TV.com, que di eciona am pa a
aqueles que ha iam sido echados, p ocu a am no as al e na i as e ol a am a
hospeda os episódios, pedindo paciência aos ou os ãs, como na imagem acima.
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Ou os, como o The Music Dude (acima), ambém mui o popula , lança am pedidos
pa a que os ãs passassem a con ibui com dinhei o pa a que o si e pudesse con inua
no a . No comunicado que pode se lido na imagem acima, é des acado o es o ço ei o
pa a man e o si e uncionando e a mo i ação pa a azê-lo: os p óp ios ãs.
Se ãs b asilei os já consegui am uma sé ie de conquis as nessa ba alha po acesso, a
gue a es á longe de acaba . Com p odu os con e gen es e uni e sos que es ão icando
cada ez mais e mais complexos – e com as es a égias da indús ia pa a p o ege suas
p op iedades, além de um pequeno p oblema geog á ico – ainda exis em mui os
luga es aos quais os ãs não conseguem chega . Mas eles en am de qualque jei o.
Sen indo que es ão pe dendo pa e da his ó ia, os ãs b asilei os en am c ia no as
o mas de in e agi com esses uni e sos e com ou os ãs.
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4. Dois exemplos
Gos a ia ago a de chama a a enção pa a dois p odu os di e en es.
4.1. Ame ican Idol
O p imei o deles é Ame ican Idol, um eali y show musical baseado na in e a i idade
e na o ação popula que escolhe um no o ídolo pa a os Es ados Unidos.
Mui o popula no B asil – o que ge ou a é a c iação da e são nacional Ídolos –
Ame ican Idol é exibido na TV b asilei a no canal po assina u a Sony En e ainmen
Tele ision com legendas em po uguês e edi ado pa a i a as pa es em que o
ap esen ado , Ryan Seac es , diz os núme os u ilizados pa a a o ação e az ou as
in e enções “ao i o”. Todo esse p ocesso le a empo e o in e alo en e a exibição
nos Es ados Unidos e no B asil deixa a alguns ãs impacien es. No caso de Ame ican
Idol, que em de se edi ado pa a a exibição local, os ãs b asilei os ealmen e não
conseguem e acesso ao p og ama in ei o. E o pio : como o p og ama é mui o
popula , alguns si es de no ícia no B asil, po dois anos seguidos, di ulga am o
campeão em suas capas, deixando loucos alguns ãs que não gos am de spoile s.
Ten ando e i a a e ol a dos ãs e a mig ação comple a dos espec ado es pa a a
in e ne , a Sony En e ainmen diminuiu o in e alo en e a exibição no e-ame icana
e a b asilei a de duas pa a uma semana, em 2010, e pa a ês dias em 2011. Além
disso, exibiu a inal ao i o pa a os espec ado es b asilei os.
Os ãs de Ame ican Idol não usam a in e ne apenas pa a assis i ao p og ama.
Exis em si es especializados ei os po ãs e comunidades em edes sociais como o
O ku , nos quais é possí el encon a os episódios pa a download, a qui os das
músicas, in o mações sob e pa icipan es, ju ados e bas ido es, além de um espaço
pa a que possam con e sa sob e aquilo a que assis em.