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Cross-cultural adaptation and validation for European Portuguese of the Clance Impostor Phenomenon Scale

Abstract

Trabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina

Read accessible full text

Cross-cultural adaptation and validation for European Portuguese of the Clance Impostor Phenomenon Scale

Author: Ruivo, Micaela Seabra
Year: 2022
Source: https://estudogeral.uc.pt/bitstream/10316/102511/1/Trabalho-Final-MIM-Micaela-Seabra-Ruivo.pdf
MASTER´S DEGREE IN MEDICINE – MASTER´S THESIS
MICAELA SEABRA RUIVO
C oss-cul u al adap a ion and alida ion o Eu opean
Po uguese o he Clance Impos o Phenomenon Scale
ORIGINAL SCIENTIFIC ARTICLE
SCIENTIFIC AREA OF GENERAL PRACTICE/FAMILY MEDICINE
Mas e `s Thesis supe ised by:
LUIZ MIGUEL SANTIAGO, MD, PhD
NOVEMBER/2021
C oss-cul u al adap a ion and alida ion o Eu opean Po uguese o he Clance
Impos o Phenomenon Scale
Micaela Seab a Rui o
6 h yea s uden o he mas e ’s deg ee in Medicine a he Facul y o Medicine o he
Uni e si y o Coimb a
Ad iso
Luiz Miguel San iago
Associa e P o esso wi h Agg ega ion a he Facul y o Medicine o he Uni e si y o
Coimb a; Gene al P ac ice/Family P ac ice Clinic o he Facul y o Medicine o Uni e si y
o Coimb a; Consul an , Senio Assis an in Gene al P ac ice. ORCID: 0000-0002-9343-
2827
Facul y o Medicine, Uni e si y o Coimb a, Po ugal
Azinhaga de San a Comba, Celas
3000-548 Coimb a
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INDEX
LIST OF ABBREVIATIONS AND ACRONYMS ........................................................... 4
ABSTRACT .................................................................................................................. 5
RESUMO ...................................................................................................................... 7
BACKGROUND ........................................................................................................... 9
METHODS .................................................................................................................. 11
1s Phase: c oss-cul u al adap a ion o Po uguese Eu opean spoken o he Clance
Impos o Phenomenon Scale (CIPS) ....................................................................... 11
2nd Phase: Valida ion o he CIPS and de e mina ion o Impos o Phenomenon´s
p e alence .............................................................................................................. 12
S udy design and sample ..................................................................................... 12
Da a collec ion and s a is ical analysis ................................................................. 12
Tools .................................................................................................................... 13
RESULTS ................................................................................................................... 15
1s Phase ................................................................................................................. 15
2nd Phase ................................................................................................................ 20
Sample´s cha ac e is ics ...................................................................................... 20
Valida ion o he CIPS .......................................................................................... 21
PHQ-4 scale and CIPS desc ip i e s a is ics based on gende . ........................... 24
PHQ-4 scale and CIPS desc ip i e s a is ics based on yea o medical school
a endance. .......................................................................................................... 26
PHQ-4 scale and CIPS desc ip i e s a is ics based on sa is ac ion wi h he
cu iculum a e age nume ical g ade. ................................................................... 29
Co ela ion be ween he CIPS and PHQ-4 ........................................................... 31
Co ela ion be ween he PHQ-4 and each o he 4 ac o s: Discoun , Luck, Fake and
Fea . .................................................................................................................... 32
Co ela ion be ween he CIPS and each o he 4 ac o s: Discoun , Luck, Fake and
Fea . .................................................................................................................... 33
DISCUSSION ............................................................................................................. 34
1s Phase ................................................................................................................. 34
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2nd Phase ................................................................................................................ 34
Sample´s cha ac e is ics and size ........................................................................ 34
Valida ion o he CIPS .......................................................................................... 35
IP´s p e alence as a unc ion o gende , yea o medical school a endance and
sa is ac ion wi h he cu iculum a e age .............................................................. 36
S udy ´s limi a ions .................................................................................................. 37
Impos o Phenomenon and he u u e ..................................................................... 37
CONCLUSIONS ......................................................................................................... 39
ACKNOWLEDGEMENTS........................................................................................... 40
REFERENCES ........................................................................................................... 41
ANNEXES .................................................................................................................. 44
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LIST OF ABBREVIATIONS AND ACRONYMS
Abb e ia ion
Explana ion
CIPS
Clance Impos o Phenomenon Scale
FMUC
Facul y o Medicine o he Uni e si y o Coimb a
GAD-2
Gene alized Anxie y Diso de -2
IP
Impos o Phenomenon
KMO
Kaise -Meye -Olkin es
PCA
P incipal componen s analysis
PHQ-2
Pa ien Heal h Ques ionnai e-2
PHQ-4
Pa ien Heal h Ques ionnai e o Dep ession and Anxie y
SPSS
S a is ical Package o he Social Sciences

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ABSTRACT
Backg ound: The Impos o Phenomenon (IP) occu s in indi iduals who, despi e
conc e e e idence o hei academic and/o p o essional success, a e unable o
in e nalize i . IP has ha m ul consequences o men al heal h and is mo e p e alen in
women, medical s uden s, and heal h p o essionals.
Aim: De e mine he p e alence o he IP in Po uguese Medical S uden s o he Facul y
o Medicine o he Uni e si y o Coimb a (FMUC), om he 1s o he 6 h yea , in he
academic yea 2020/2021. I was in ended o e i y i i s p e alence was di e en due o
gende and he yea o medical school a endance as well as whe he he e was a
ela ionship be ween dis ess in s uden s and he IP and be ween his and sa is ac ion
wi h he cu iculum a e age.
Me hods: C oss-cul u al adap a ion o Eu opean Po uguese o he Clance IP Scale
(CIPS) by ansla ion, linguis ic e i ica ion, and back ansla ion. I s in e nal consis ency
and eliabili y we e e alua ed. The IP´s p e alence was de e mined h ough he CIPS,
and i s esul s we e co ela ed wi h he Pa ien Heal h Ques ionnai e o Dep ession and
Anxie y (PHQ-4) scale. The da a collec ion ins umen was sen / eplied h ough each
yea ’s social ne wo k. Desc ip i e and in e en ial s a is ical analysis o he da a was
pe o med.
Resul s: CIPS demons a ed good in e nal consis ency wi h a C onbach´s Al a o 0.755.
When applying Mann-Whi ney U es , no signi ican di e ences we e ound be ween he
wo esponse imes and be ween gende s. F om he 277 pa icipan s en olled in he
alida ion phase, 11.6% expe ienced ew, 29.6% mode a e, 42.2% equen and 16.6%
in ense impos o eelings. Women had he highes p e alence o he IP (p=0.030) and
no signi ican di e ences we e ound be ween he se e al yea s o a endance (p=0.362).
CIPS showed a mode a e and signi ican co ela ion wi h he PHQ-4 scale (ρ=0.565;
p<0.01). Impos o eelings we e ela ed o a lowe sa is ac ion wi h he cu iculum
a e age (p<0.001).
Discussion: Recognize and manage IP is undamen al. Fu he esea ches a e needed
o e alua e i s impac in men al heal h, especially ega ding Bu nou . I will also be wo h
expanding he CIPS´s applica ion o o he Po uguese uni e si y s uden s as well as o
heal h p o essionals.
Conclusion: The CIPS was success ully c oss-cul u ally adap ed and alida ed o he
Eu opean Po uguese. A p e alence o 83,4% o mo e han mode a e Impos o eelings,
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highe in women bu no di e en h oughou he clinical yea s was ound. IP showed o
be ela ed o a lowe sa is ac ion wi h he a e age cu iculum ma k, as well as wi h a
g ea e dis ess.
Keywo ds: Impos o Phenomenon; CIPS; Medical S uden s; Dis ess; PHQ-4; Men al
Heal h
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RESUMO
In odução: O Fenómeno do Impos o (FI) oco e em indi íduos que, apesa das
e idências conc e as do seu sucesso académico e/ou p o issional, são incapazes de o
in e io iza . Tem consequências ne as as pa a a saúde men al, sendo mais p e alen e
em mulhe es, es udan es de medicina e p o issionais de saúde.
Obje i os: De e mina a p e alência do FI em Es udan es de Medicina Po ugueses da
Faculdade de Medicina da Uni e sidade de Coimb a (FMUC), do 1º ao 6º ano, no ano
le i o 2020/2021. Em pa icula , p e endeu-se pe cebe se essa p e alência e a
di e en e em unção do sexo e dos anos de equência bem como se ha ia elação en e
o dis ess nos alunos e o FI e en e es e e a sa is ação com a média cu icula .
Mé odos: Adap ação cul u al da Clance IP scale (CIPS) ealizando a adução,
e i icação linguís ica e e o adução da escala pa a Po uguês Eu opeu. Consis ência
in e na e con iabilidade o am a aliadas. De e minou-se a p e alência do FI, a a és da
CIPS e os esul ados o am co elacionados com a escala Pa ien Heal h Ques ionnai e
o Dep ession and Anxie y (PHQ-4). O ins umen o de colhei a de dados oi
en iado/ espondido a a és da ede social de cada ano. Foi ealizada es a ís ica
desc i i a e in e encial dos dados.
Resul ados: A CIPS ap esen ou um C onbach´s Al a de 0.755, demons ando boa
consis ência in e na. Quando aplicado o es e U de Mann-Whi ney, não o am
encon adas di e enças signi ica i as en e os dois empos de espos a e en e os sexos.
Dos 277 pa icipan es en ol idos na ase de alidação, 11.6% expe iencia am poucos,
29.6% mode ados, 42.2% equen es e 16.6% in ensos sen imen os de impos o . As
mulhe es i e am a maio p e alência de FI (p=0.030) e não o am encon adas
di e enças signi ica i as en e os á ios anos de equência (p=0.362). A CIPS e a escala
PHQ-4 ap esen a am uma co elação mode ada e signi ica i a (ρ=0.565; p<0.01).
Sen imen os de impos o o am elacionados com uma meno sa is ação com a média
cu icula (p<0.001).
Discussão: É undamen al econhece e con ola o FI. Mais es udos se ão necessá ios
pa a a alia o seu impac o na saúde men al, especialmen e ela i amen e ao Bu nou .
De e á expandi -se a aplicação da CIPS a ou os es udan es uni e si á ios bem como
a p o issionais de saúde.
Conclusões: Foi ealizada a adap ação cul u al pa a Po uguês Eu opeu da CIPS bem
como a sua alidação. Ve i icou-se uma p e alência de sen imen os de impos o
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mode ados a in ensos de 83,4%, sendo es a maio em mulhe es, mas não di e indo ao
longo dos anos clínicos. O FI mos ou es a elacionado com uma meno sa is ação com
a média cu icula , bem como com um maio dis ess psicológico.
Pala as-Cha e: Fenómeno do Impos o ; CIPS; Es udan es de Medicina; Dis ess
psicológico; PHQ-4; Saúde Men al
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RESULTS
1s Phase
A e he p ima y p ocess, he inal ansla ed e sion o he “Clance Impos o
Phenomenon Scale” (CIPS), consis ing o 20 i ems, was ob ained (Annex IV).
A sample o 24 medical s uden s o he Facul y o Medicine o he Uni e si y o Coimb a
was ob ained. This se o s uden s consis ed o 3 emale and 1 male s uden s om each
o he six yea s o medical school a endance.
The 1s applica ion o he CIPS led o a C onbach's alpha o 0.755. The C onbach's alpha
in case each i em o he scale is excluded anged om 0.738 (i em 15) o 0.751 (i em 1
and i em 8). The F- es has showed a signi icance (p alue) < 0.001 meaning ha he
C onbach's alpha is an exac alue. These da a a e de ailed in Table I.
Table 1 Assessmen o he alue o each CIPS i em i he i em is excluded- 1s ime
A e age
Scale
a iance
Co ec ed
I em-To al
Co ela ion
C onbach’s
alpha
1s Time
CIPS I ems
0.755
1. Mui as ezes, i e sucesso
num es e ou a e a apesa de e
medo de não se capaz de o(a) aze
bem an es da sua ealização.
121.5417
783.389
0.413
0.751
2. Consigo da a imp essão de
que sou mais compe en e do que
ealmen e sou.
122.3333
776.145
0.446
0.749
3. E i o a aliações se possí el e
enho medo de se a aliado po
ou os.
122.2917
759.868
0.489
0.744

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4. Quando alguém me elogia pelos
meus sucessos, ico com medo de
não consegui a ingi as expec a i as
que e ão de mim no u u o.
121.8750
758.201
0.723
0.742
5. Às ezes, penso que só consegui
a ingi a minha posição ou os meus
sucessos a uais po que i e a so e
de es a no luga ce o no empo ce o
ou po que conheci as pessoas ce as.
122.2917
761.955
0.574
0.744
6. Tenho medo de que as pessoas
que me são chegadas possam
descob i que não sou ão capaz
como pensam que sou.
122.3750
751.375
0.769
0.740
7. Tenho endência a lemb a -me
mais dos momen os em que não iz o
meu melho mais do que dos
momen os em que o iz.
121.9583
763.259
0.617
0.744
8. Eu a amen e aço um p oje o ou
a e a ão bem como gos a ia.
122.0833
779.819
0.334
0.751
9. Às ezes, sin o ou ac edi o que o
sucesso na minha ida ou abalho é
o esul ado de algum ipo de e o.
123.4583
766.433
0.627
0.745
10. É-me di ícil acei a lou o es ou
elogios sob e a minha in eligência ou
sucessos.
122.5000
766.261
0.549
0.746
11. Po ezes sin o que o meu
sucesso se de e a so e.
122.3333
764.841
0.733
0.744
12. Po ezes, sin o-me desiludido
com os meus sucessos a uais e
penso que de ia e conseguido mais.
121.8333
766.145
0.537
0.746
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13. Po ezes, enho medo de que
ou os descub am quan os
conhecimen os ou habilidades me
al am na ealidade.
122.1667
747.710
0.741
0.739
14. Mui as ezes, enho medo de
pode alha numa a e a ou p oje o
no o apesa do ac o de que
ge almen e as coisas que aço me
co em bem.
121.5417
765.042
0.799
0.744
15. Quando enho sucesso em algo e
sou econhecido po aquilo que
consegui, ico na dú ida sob e se
consigo con inua a ob e o mesmo
sucesso.
121.8750
746.288
0.838
0.738
16. Se ecebe mui os elogios e
lou o es po algum sucesso, enho a
endência a negligencia a
impo ância daquilo que iz.
122.1667
763.188
0.632
0.744
17. Mui as ezes, compa o as minhas
habilidades com a habilidade das
pessoas à minha ol a e ico a pensa
que eles são mais in eligen es do que
eu.
121.5000
748.522
0.790
0.739
18. Mui as ezes, p eocupo-me po
não e sucesso nalgum p oje o ou
a aliação, apesa das pessoas à
minha ol a e em mui a con iança em
que ou consegui .
121.7083
756.216
0.753
0.741
19. Se ou ecebe uma p omoção ou
econhecimen o de algum ipo, hesi o
121.8333
752.058
0.677
0.740
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em dize a ou as pessoas, a é e a
ce eza do ac o.
20. Sin o me mui o mal e desanimado
se não sen i que sou “o melho ” ou
pelo menos “mui o especial” em
si uações que en ol em sucesso.
122.7083
772.911
0.427
0.748
Using he Mann-Whi ney U es o compa e he answe s be ween he wo imepoin s,
i s one w i en and he second one o al, o all i ems indi idually and o he o e all
esponse o CIPS, a signi icance le el g ea e han 0.05 was ob ained, as shown in Table
2.
Table 2 Mann-Whi ney U es used o compa e he answe s be ween he wo imepoin s.
P alue
P alue
I em o al e sus I em w i en
I em o al e sus I em w i en
I em 1 o al- I em 1 w i en
1.000
I em 11 o al- I em 11 w i en
0.632
I em 2 o al- I em 2 w i en
0.657
I em 12 o al- I em 12 w i en
1.000
I em 3 o al- I em 3 w i en
0.975
I em 13 o al- I em 13 w i en
0.848
I em 4 o al-I em 4 w i en
0.611
I em 14 o al-I em 14 w i en
0.902
I em 5 o al- I em 5 w i en
0.838
I em 15 o al- I em 15 w i en
0.693
I em 6 o al- I em 6 w i en
0.788
I em 16 o al- I em 16 w i en
0.594
I em 7 o al- I em 7 w i en
0.661
I em 17 o al- I em 17 w i en
0.797
I em 8 o al- I em 8 w i en
0.724
I em 18 o al- I em 18 w i en
0.923
Page 19 o 56
I em 9 o al-I em 9 w i en
0.201
I em 19 o al-I em 19 w i en
0.916
I em 10 o al-I em 10 w i en
0.346
I em 20 o al-I em 20 w i en
0.466
CIPS o al o al-CIPS o al w i en
0.877
To unde s and i he e we e di e en esponses be ween gende s, he Kolmogo o -
Smi no es wi h Lillie o s signi icance co ec ion was i s applied o know i he
nume ical a iable had a no mal dis ibu ion. Wi h a Kolmogo o -Smi no es alue o
0.106 and a bila e al simp o ic signi icance wi h Lillie o s es alue o 0.200, i was
concluded ha he dis ibu ion was no no mal. Nonpa ame ic es s as Mann-Whi ney U
es showed ha he e a e no di e ences in esponses be ween gende s. These da a
a e de ailed in Table 3.
Table 3 Mann-Whi ney U es used o compa e he answe s be ween gende s.
P alue
P alue
I em women e sus I em men
I em women e sus I em men
I em 1 women- I em 1 men
0.743
I em 11 women- I em 11 men
0.229
I em 2 women- I em 2 men
0.034
I em 12 women- I em 12 men
0.677
I em 3 women- I em 3 men
0.585
I em 13 women- I em 13 men
0.560
I em 4 women-I em 4 men
0.861
I em 14 women-I em 14 men
0.485
I em 5 women- I em 5 men
0.357
I em 15 women- I em 15 men
0.490
I em 6 women- I em 6 men
0.653
I em 16 women- I em 16 men
0.776
I em 7 women- I em 7 men
0.112
I em 17 women- I em 17 men
0.532
Page 20 o 56
I em 8 women- I em 8 men
0.581
I em 18 women- I em 18 men
0.604
I em 9 women-I em 9 men
0.169
I em 19 women-I em 19 men
0.945
I em 10 women-I em 10 men
0.972
I em 20 women-I em 20 men
0.102
CIPS o al women-CIPS o al men
0.815
2nd Phase
Sample´s cha ac e is ics
A con enience size ep esen a i e sample o 277 medical s uden s was en olled o be
s udied. The sample’s size calcula ion was o n=242 minimum size.
F om he popula ion, 22.7% (n=63) we e male, 17.7% (n=49) we e in he 1s yea , 12.3%
(n=34) in he 2nd, 13.7% (n=38) in he 3 d, 17.3% (n=48) in he 4 h, 21.3% (n=59) in he
5 h and 17.7% (n=49) in he 6 h yea .
In his sample, 43% (n=119) we e sa is ied wi h he cu iculum a e age nume ical g ade
and he majo i y o hese we e women (n=90; 32.5%). O he 158 medical s uden s who
we e no sa is ied wi h he cu iculum a e age, 124 (44.8%) we e women.
The e we e no s a is ical di e ences o gende in ela ion o he yea o medical school
a endance (p=0.501) o o sa is ac ion wi h he cu iculum a e age nume ical g ade
(p=0.338), as shown in Table 4.
Table 4 Cha ac e isa ion o he sample
Gende , n (%)
Sample To al
n (%)
n=277 (100.0)
P alue
Cha ac e is ics
Male
n=63 (22.7)
Female
n=214
(77.3)
Yea o medical school
a endance, n (%) (*)
0.501

Page 21 o 56
1s
10 (3.6)
39 (14.1)
49 (17.7)
2nd
6 (2.2)
28 (10.1)
34 (12.3)
3 d
8 (2.9)
30 (10.8)
38 (13.7)
4 h
10 (3.6)
38 (13.7)
48 (17.3)
5 h
21 (7.6)
38 (13.7)
59 (21.3)
6 h
8 (2.9)
41 (14.8)
49 (17.7)
Sa is ac ion wi h he
cu iculum a e age
nume ical g ade, n (%)
(**)
0.338
Yes
29 (10.5)
90 (32.5)
119 (43.0)
No
34 (12.2)
124 (44.8)
158 (57.0)
(*) Mann-Whi ney U; (**) χ2
Valida ion o he CIPS
The ool´s ac o s uc u e was examined based on p incipal componen s analysis (PCA).
The Kaise -Meye -Olkin (KMO) es and Ba le ´s es o sphe ici y we e used o
gua an ee ha he sample size and he da a we e su icien o pe o ming ac o
analysis.
The KMO index o sampling adequacy in he p esen sample was 0.951 and he Ba le ´s
es o sphe ici y was signi ican , χ2 (190) =3508.583, p<0.001. These esul s e ealed
ha he da a we e obus enough o be s udied.
A p incipal componen s ex ac ion me hod wi h a imax ac o o a ion wi h Kaise
no maliza ion was employed. I yielded ou ac o s o he 20-i ems o CIPS, accoun ing
o 66.61% o he model’s a iance, meaning 2 3
⁄ o in o ma ion`s a iance. Fac o 1
(Discoun ) accoun ed o 50,64%, Fac o 2 (Luck) o 6,35%, Fac o 3 (Fake) o 4,92%
and Fac o 4 (Fea ) o 4,71% o he In o ma ion. I ems loading on each ac o exceed
he 0.4 h eshold c i e ion,15 as shown in Table 5, wi h Po uguese ansla ion.
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Table 5 Fac o loadings wi h a imax o a ion wi h Kaise no maliza ion o CIPS i ems (N=277)
CIPS i ems
Fac o 1
(Discoun )
Fac o 2
(Luck)
Fac o 3
(Fake)
Fac o 4
(Fea )
10. É-me di ícil acei a lou o es ou elogios sob e a minha in eligência ou sucessos.
0.723
19. Se ou ecebe uma p omoção ou econhecimen o de algum ipo, hesi o em dize a ou as pessoas, a é
e a ce eza do ac o.
0.699
4. Quando alguém me elogia pelos meus sucessos, ico com medo de não consegui a ingi as expec a i as
que e ão de mim no u u o.
0.689
16. Se ecebe mui os elogios e lou o es po algum sucesso, enho a endência a negligencia a impo ância
daquilo que iz.
0.659
15. Quando enho sucesso em algo e sou econhecido po aquilo que consegui, ico na dú ida sob e se consigo
con inua a ob e o mesmo sucesso.
0.644
7. Tenho endência a lemb a -me mais dos momen os em que não iz o meu melho mais do que dos momen os
em que o iz.
0.534
12. Po ezes, sin o-me desiludido com os meus sucessos a uais e penso que de ia e conseguido mais.
0.521
8. Eu a amen e aço um p oje o ou a e a ão bem como gos a ia.
0.486
5. Às ezes, penso que só consegui a ingi a minha posição ou os meus sucessos a uais po que i e a so e
de es a no luga ce o no empo ce o ou po que conheci as pessoas ce as.
0.831
11. Po ezes sin o que o meu sucesso se de e a so e.
0.804
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9. Às ezes, sin o ou ac edi o que o sucesso na minha ida ou abalho é o esul ado de algum ipo de e o.
0.743
2. Consigo da a imp essão de que sou mais compe en e do que ealmen e sou.
0.739
13. Po ezes, enho medo de que ou os descub am quan os conhecimen os ou habilidades me al am na
ealidade.
0.595
20. Sin o me mui o mal e desanimado se não sen i que sou “o melho ” ou pelo menos “mui o especial” em
si uações que en ol em sucesso.
0.561
6. Tenho medo de que as pessoas que me são chegadas possam descob i que não sou ão capaz como
pensam que sou.
0.507
3. E i o a aliações se possí el e enho medo de se a aliado po ou os.
0.470
1. Mui as ezes, i e sucesso num es e ou a e a apesa de e medo de não se capaz de o(a) aze bem
an es da sua ealização.
0.856
18. Mui as ezes, p eocupo-me po não e sucesso nalgum p oje o ou a aliação, apesa das pessoas à minha
ol a e em mui a con iança em que ou consegui .
0.582
14. Mui as ezes, enho medo de pode alha numa a e a ou p oje o no o apesa do ac o de que ge almen e
as coisas que aço me co em bem.
0.564
17. Mui as ezes, compa o as minhas habilidades com a habilidade das pessoas à minha ol a e ico a pensa
que eles são mais in eligen es do que eu.
0.434
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PHQ-4 scale and CIPS desc ip i e s a is ics based on gende .
Acco ding o Table 6:
Based on he esponses o he PHQ-4 scale, 60.6% (n=168) o medical s uden s we e
no a ec ed by anxie y. O he 109 medical s uden s who had a posi i e sc eening o
anxie y (39.4%), n=89; 7.2% we e women. Fo dep ession, 33.6% (n=93) o esponden s
had a posi i e sc eening, no s a is ically signi ican o gende (p=0.160 and p=0.797,
espec i ely).
Fo dis ess, 31.8% (n=88) o pa icipan s we e no a ec ed. Fo 31% (n=86) mild
dis ess was e ealed he majo i y being women (n=72; 26.0%). Fo 22.7% (n=63) and
o 14.4% (n=40) o esponden s mode a e and se e e dis ess, was ound. These
esul s e ealed signi ican gende di e ences (p=0.015), meaning ha emales we e
mo e a ec ed by his p oblem han males.
F om he applica ion o he CIPS, n=117; 42.2%, had F equen Impos o Feelings while
29.6% (n=82), 16.6% (n=46) and 11.6% (n=32) e ealed Mode a e, In ense and Few
Impos o Cha ac e is ics, espec i ely. In all ca ego ies women we e he ones who had
he highes p e alence o he IP cha ac e is ics. Signi ican di e ences (p=0.030) we e
ound o gende s, acco ding o Table 6.
Table 6 PHQ-4 scale and CIPS desc ip i e s a is ics based on gende .
Gende , n (%)
Sample To al,
n (%)
n=277 (100.0)
P
alue
C i e ion
Male
n=63 (22.7)
Female
n=214 (77.3)
PHQ-4 Scale
Anxie y (*)
Sum o i ems 1
and 2 sco es
0.160
No
0 o 2 poin s
43 (15.5)
125 (45.1)
168 (60.6)
Yes
≥3 poin s
20 (32.1)
89 (7.2)
109 (39.4)
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(*) χ2; (**) Mann-Whi ney U
Conside ing he 4 ac o s, an analysis was pe o med o Discoun , Luck, Fake and Fea .
The - wo- ailed es shown ha he s uden s who e ealed a lowe sa is ac ion wi h he
cu iculum a e age we e hose who had a majo inabili y o ecognize a good
pe o mance (Discoun ), hose who hough hey we e lucky ins ead o able (Luck), hose
who had mo e conce ns abou hei own in elligence (Fake) and g ea e Fea o ailu e.
Fo all he ac o s, he p- alue was < 0.001.
Co ela ion be ween he CIPS and PHQ-4
The Spea man co ela ion be ween he CIPS and he Dis ess classes and he Pea son’s
one o CIPS and PHQ-4 sco es was de e mined. Acco ding o Table 9, bo h co ela ions
we e mode a e and signi ican (p<0.01).
Table 9 Spea man co ela ion o CIPS and dis ess classes and Pea son’s co ela ion o o al
CIPS and PHQ-4 sco es.
The g aphs below (g aph 1 and 2) show a co ela ion be ween he o al sco es ob ained
by PHQ-4 scale and CIPS and a co ela ion be ween he Dis ess classes and CIPS
classes, espec i ely. As Dis ess inc eases by bo h, class and nume ical alue, he
expe ience o he Impos o Phenomenon also inc eases ei he by class o nume ical
alue and is mo e o en signi ican in women, as shown in Table 6.
Tool
n
Dis ess classes
To al Sco e
PHQ-4/Dis ess
CIPS classes
277
ρ =0.514; p<0.01
-------
To al Sco e CIPS
277
--------
ρ =0.565; p<0.01

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Co ela ion be ween he PHQ-4 and each o he 4 ac o s: Discoun , Luck, Fake
and Fea .
G aph 1. Co ela ion be ween he o al PHQ-4 and CIPS sco es.
G aph 2. Co ela ion be ween he Dis ess Classes and CIPS Classes.
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The Pea son co ela ion be ween he To al PHQ-4 sco es/Dis ess and each o he ou
ac o s was de e mined. All he co ela ions we e mode a e ρ [0.40 and 0.69] and
signi ican (p<0.001). The esul s a e he ollowing: ρ =0.526 o Fac o 1 (Discoun ); ρ
=0.441 o Fac o 2 (Luck); ρ =0.493 o Fac o 3 (Fake) and ρ =0.449 o Fac o 4 (Fea ).
As Dis ess inc eases, he inabili y o ecognize a good pe o mance (Discoun ), he idea
o Luck ins ead o abili y, sel -doub s abou one´s in elligence (Fake) and he Fea o
ailu e also inc eases.
Co ela ion be ween he CIPS and each o he 4 ac o s: Discoun , Luck, Fake and
Fea .
The Pea son co ela ion was also pe o med be ween he o al CIPS sco es and each o
he ou ac o s. All he co ela ions we e signi ican (p<0.001) and s ong (0.70>ρ<0.89)
excep wo ha we e e y s ong (0.90>ρ<1.00). These a e he esul s: ρ =0.950 o
Fac o 1 (Discoun ); ρ =0.787 o Fac o 2 (Luck); ρ =0.903 o Fac o 3 (Fake) and ρ
=0.864 o Fac o 4 (Fea ). Th ough hese esul s i was pe cei ed ha as he expe ience
o he Impos o Phenomenon inc eases, he idea o Luck and e o ins ead o abili y,
conce ns abou one´s abili y (Fake), Fea o ailu e and he inabili y o ecognize a good
pe o mance (Discoun ) also inc eases.
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DISCUSSION
This s udy’s pu pose was o de e mine he p e alence o he IP in Po uguese Medical
S uden s. I was in ended o e i y i i s p e alence was di e en due o gende and he
yea o medical school a endance as well as whe he he e was a ela ionship be ween
dis ess in s uden s and he IP and be ween his and sa is ac ion wi h he cu iculum
a e age.
1s Phase
A his s age o he s udy, he goal was o c oss-cul u ally adap and hen alida e he
CIPS´s o Eu opean spoken Po uguese language e i ying i s in e nal consis ency. To
his end, he calcula ion o he C onbach’s Al a was pe o med, and i was sa is ac o y,
α=0.755. Howe e , i was lowe han ha epo ed in he p e ious esea ch (α=0.96).3
The de e mina ion o C onbach's alpha in case each i em o he scale is excluded
con i med he in e nal consis ency.
The Mann-Whi ney U es showed no signi ican di e ences be ween he wo imepoin s’
answe s o all i ems indi idually and o he o e all esponse o CIPS, p o ing i s
eliabili y. I also e ealed no signi ican di e ences in esponses be ween gende s.
2nd Phase
Sample´s cha ac e is ics and size
Al hough he s udy was conduc ed wi h Po uguese medical s uden s, om he 1s o 6 h
yea , en olled in a single Po uguese medical school, in his case, he FMUC, i s
cha ac e is ics do no seem o di e ega ding gende ´s p opo ion om medical s uden s
om o he colleges in he coun y.16 Thus, he esul s ob ained can e lec he Po uguese
popula ion o medical s uden s and no only in FMUC’s ones. Rega ding he sample size,
a o al o 277 pa icipan s was s udied, a numbe highe han he equi ed minimum
ma hema ically calcula ed (n=242).
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Valida ion o he CIPS
This s udy´s esul s a e consis en wi h hose o h ee- ac o 5 and ou - ac o 7 models
p e iously desc ibed. In his analysis, al hough, a ou - ac o solu ion appea ed o be
mo e a ou able han he h ee- ac o model which is he CIPS mos common ac o ial
model.5 Compa ing he h ee i s consecu i e ac o s iden i ied in he p esen s udy wi h
hose ound in he h ee- ac o solu ion, hey a e di e en somewha in size, o de and
a iance explained by he ac o .5 A decision o name hem Discoun , Luck and Fake,
espec i ely, acco ding o hei o iginal de ini ion was made.
The e o e, he i s ac o , Discoun , ela ed o he inabili y o ecognize a good
pe o mance accoun ed o 50.64% o he a iance explained by he model. The second
ac o , Luck, associa ed o hough s o chance, e o and luck ins ead o abili y o achie e
success accoun ed o 6.35% o he explained a iance. Fake, he hi d ac o , was
ela ed o i ems o sel -doub and conce ns abou one´s in elligence and abili y and
accoun ed o 4.92% o he a iance. A mo e de ailed analysis, pe cei ed ha he h ee
i s consecu i e ac o ´s o de in he cu en model (Discoun , Luck, Fake) was p ecisely
he in e se o he one desc ibed in he s anda dized h ee- ac o solu ion (Fake, Luck,
Discoun ).
Rega ding he ou h ac o , i is consis en wi h he p e iously one iden i ied in he ou -
ac o model mos ecen ly desc ibed in he li e a u e.7 In ac , he 4 i ems o bo h ac o s
a e he same (i ems 1, 14 and 18), excep o one i em ha di e s (i em 18 in his s udy
and i em 12 in he o he ). Consequen ly, i was labelled wi h he same name: Fea . I s
i ems a e also associa ed wi h ea o ailu e, and i accoun s o 4.71% o he explained
a iance. Once again, making a mo e de ailed analysis, i is pe cei ed ha hese i ems
belonged o he i s ac o , “Fake” ac o , in he s anda dized h ee- ac o model.7
The cu en ou - ac o model wi h all CIPS´s i ems, 20 i ems in o al, di e s om he
s anda d h ee- ac o model, a pa simonious one, wi h only 18 i ems. Fo ac o s ‘size, i
anges om 3 o 8 i ems, while in he h ee- ac o model, i anges om 3 o 11 i ems.
Conce ning he a iance explained by he ac o s, in he ou - ac o model he e
desc ibed, i anges om 4.71% o 50.64%, in con as o he h ee- ac o model, ha
anges om 6.1% o 45.2%.
Fu he mo e, he CIPS showed a mode a e and signi ican co ela ion wi h he PHQ-4
scale (ρ=0.565; p<0.01), p o ing o be a alid scale. CIPS classes and Dis ess classes
e ealed a mode a e and signi ican co ela ion (ρ=0.514; p<0.01). These co ela ions
occu in he expec ed di ec ion: as Dis ess in Po uguese medical s uden s inc eases by
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class and nume ical alue, he expe ience o he IP also inc eases ei he by class o
nume ical alue. These ou comes suppo he success ul alida ion o he CIPS.
IP´s p e alence as a unc ion o gende , yea o medical school a endance and
sa is ac ion wi h he cu iculum a e age
F om he 277 pa icipan s, 11.6% expe ienced ew, 29.6% mode a e, 42.2% equen
and 16.6% in ense impos o eelings, which indica es a high p e alence o IP. 88.4% o
esponden s had mode a e o in ense impos o expe iences, wi h mo e han 50% o he
sample, expe iencing equen o in ense IP. The majo i y o s uden s ha e equen
impos o eelings, di e ing om o he s udies´ pa icipan s who mos ly had mode a e
impos o eelings.11,17 This e eal a g ea e se e i y o IP in Po uguese medical s uden s.
In all ca ego ies, women had he highes p e alence o he IP (p=0.030), which is in line
wi h published li e a u e.2,9 In addi ion, hese esul s indica e ha women ha e a g ea e
inabili y o ecognize a good pe o mance (Discoun ) and mo e ea o ailu e han men,
which may explain he highe p e alence o IP, possibly ep esen ing a s ess ul i em.
The yea o medical school a endance leas a ec ed by IP is he 1s , once mos medical
s uden s ha e ew Impos o cha ac e is ics, while he mos se iously a ec ed one is he
4 h wi h a high p e alence o in ense IP expe iences. The 6 h and he 5 h yea s
demons a e a highe p e alence o mode a e IP expe iences and equen Impos o
eelings, espec i ely.
The p e alence o IP is highe in s uden s a ending he clinical yea s and, pa icula ly in
he 4 h yea , as desc ibed in p e ious s udies.2,9 Con a y o wha is desc ibed,2,9 his
wo k´s esul s showed no s a is ically signi ican di e ences o he Yea o medical
school a endance in ela ion o CIPS classes (p=0.362).
Impos o eelings we e ela ed o a lowe sa is ac ion wi h he cu iculum a e age
(p<0.001), he expec ed supposi ion. In ac , s uden s wi h equen and in ense IP
expe iences (highe o al CIPS sco es) we e mo e dissa is ied wi h hei cu iculum
a e age han pa icipan s who had ew and mode a e IP expe iences (lowe o al CIPS
sco es). This can be explained by he ac ha esponden s who had a lowe sa is ac ion
wi h he cu iculum a e age had he ollowing ai s: inabili y o ecognize a good
pe o mance (Discoun ), ea o ailu e, conce ns abou one´s in elligence (Fake) and he
a ibu ion o achie emen s o luck ins ead o abili y (Luck).

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S udy ´s limi a ions
The esul s ob ained and i s wide accep abili y, should be ca e ully ead o in spi e o no
di e ences be ween gende ´s p opo ion o medical s uden s om o he colleges in he
coun y, i ´s no known i he same is ue o social, cul u al, and psychological indi idual
cha ac e is ics.
Impos o Phenomenon and he u u e
Impos o Phenomenon a ec s se iously medical s uden s‘ wellbeing once i co ela es
wi h Dis ess, limi ing hem om achie ing hei maximum po en ial. Thus, h ee
undamen al ac ions mus be done: ecognize, inc ease awa eness, and manage IP.
Fi s ly, di ec o s and p o esso s o Po uguese Facul ies o Medicine, especially om
FMUC, should no ice hei s uden s e en he mos high-achie ing ones, a e s uggling
wi h impos o eelings despi e conc e e e idence o hei abili ies.
Secondly, educa ional p og ams, online aining modules and g oup se ing ha help
unde g adua es o iden i y IP, i s consequences, and how o handle wi h i , mus be
c ea ed. These s a egies aid hem o ealize hey a e no alone and le hem o exp ess
eelings o libe a ion and empowe men which a e s ongly needed.18 Recen s udies
epo ed ha an online module abou IP helped s uden s o cope wi h s ess and eelings
o inadequacy as well as o dec ease he in ense impos o expe iences.19
Mo eo e , i is impe a i e o modi y eaching s yles. A suppo i e and encou aging
lea ning en i onmen disinhibi s s uden s wi h impos o eelings and assis s hem o shi
om a ixed mindse o a g ow h one.2 Se backs and s uggle should be p esen ed as an
oppo uni y o s imula e in ellec ual capaci ies and no as a eason o shame and
emba assmen . This could op imize s uden s ‘academic pe o mance and ha e a
posi i e impac on hei well-being.
Rega ding mindse in e en ions, coaching p o ed o be e ec i e as i educes IP sco es,
he endency o co e up e o s and he ea o nega i e e alua ion.20 Replacing nega i e
hough s wi h posi i e ones and no wai ing un il an idea is pe ec be o e p esen ing i
a e use ul me hods no only o gene a e a mo e unc i ical iew o one´s abili y bu also
o push one ou side i s com o zone, s imula ing g ow h.2 Psycho he apy3 and homewo k
assignmen s like keeping a eco d o posi i e eedback abou one´s compe ence1 and
Page 38 o 56
lis ing one´s achie emen s and he skills used o conc e ize hem can con ibu e o ocus
shi om weakness o s eng hs.2
Fu he esea ches a e needed o assess he impac o hese in e en ions on educing
he impos o eelings. Addi ionally, o he s udies a e essen ial o unde s and he eason
why IP is mo e se e e in Po uguese medical s uden s and o e alua e i s impac in hei
men al heal h, especially ega ding Bu nou .21 I will also be wo h expanding he CIPS´s
applica ion o o he Po uguese uni e si y s uden s as well as o heal h p o essionals o
de e mine he IP´s p e alence.
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CONCLUSIONS
The Clance Impos o Phenomenon Scale was success ully c oss-cul u ally adap ed and
alida ed o Eu opean Po uguese. A p e alence o 83,4% g ea e han mode a e
Impos o Phenomenon eelings in his Po uguese medical s uden s’ sample, highe in
women bu no di e en h oughou he academic yea s o college a endance was ound.
The impos o eelings we e ela ed o a lowe sa is ac ion wi h he a e age cu iculum
ma k, as well as wi h g ea e psychological dis ess.
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ACKNOWLEDGEMENTS
I hank o all hose who collabo a ed wi h me du ing he cons uc ion o his wo k wi hou
who his would no be possible.
Pa icula ly, I hank o D . Pauline Rose Clance o allowing me o use he scale, Clance
Impos o Phenomenon Scale (CIPS), o his s udy.
I also hank o Sean Michael Leung Siy angco-Johnson and Sab ina Nicole Pe ei a
Ma ques o he p ecious help hey ha e gi en o he ansla ion o CIPS in o Eu opean
Po uguese.
Page 47 o 56
ANNEX III – Clance Impos o Phenomenon Scale (CIPS) in English (o iginal
e sion)

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ANNEX IV – 1s Phase Ques ionnai e including he Eu opean Po uguese e sion
o CIPS
Adap ação cul u al e Validação da escala CIPS pa a Po uguês Eu opeu e P e alência do Fenómeno do Impos o
em Es udan es de Medicina Po ugueses
Ca o (a) colega e aluno:
P e ende-se, com es e ques ioná io, e i ica a consis ência in e na da CIPS (Clance Impos o Phenomenon Scale). A
CIPS oi desen ol ida pa a ajuda indi íduos a de e mina se êm ca ac e ís icas de “Fenómeno do Impos o ” e, se sim,
a é que pon o eles es ão a so e .
O Fenómeno do Impos o oco e em indi íduos que, apesa das e idências conc e as do seu sucesso académico e/ou
p o issional, são incapazes de o in e io iza , a ibuindo-o à so e, ao abalho á duo e sac i ício pessoal e não à sua
capacidade in elec ual. Es e enómeno em consequências ne as as pa a a saúde men al, is o que ge a dis ess,
ansiedade e dep essão, al a de au ocon iança, us ação e, pode, no limi e, conduzi ao bu nou .
Es e ques ioná io des ina-se à ealização de um es udo no âmbi o da Tese de Mes ado da Faculdade de Medicina da
Uni e sidade de Coimb a e os pa icipan es i ão despende , em média, 10 minu os no seu p eenchimen o.
Solici o a sua colabo ação, ga an indo uma pa icipação anónima, con idencial e sigilosa, pelo que pode in e ompe a
ealização do inqué i o a qualque momen o, sem que com isso saia p ejudicado(a). Os dados se i ão exclusi amen e
pa a ins de in es igação cien í ica. Ao subme e a sua espos a es á a au o iza a ecolha e a amen o de dados pa a
os ins isados po es a in es igação.
Caso su ja alguma ques ão no p eenchimen o do ques ioná io ou necessi e de escla ecimen os adicionais, não hesi e
em con ac a mica ui o@ho mail.com .
Ag adeço desde já a sua colabo ação,
Micaela Rui o.
Consen imen o in o mado:
Conco do com a a i mação: li e acei o pa icipa de o ma olun á ia, endo sido in o mado(a) ace ca dos
obje i os e p essupos os do es udo, pe mi indo o uso das minhas espos as pa a os ins e e idos.
Sim • Não •
CIPS (Escala IP de Clance)
Pa a cada alínea, po a o me a um cí culo à
ol a do núme o que melho indica quan o é que
a ase se aplica a si. É melho coloca a
p imei a escolha que lhe em à cabeça em ez
de ica concen ado numa só alínea.
1-Não
se
aplica
de odo
2-
Ra amen e
3- Às
ezes
4-
F equen emen e
5- Aplica-
se quase
semp e
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1. Mui as ezes, i e sucesso num es e ou
a e a apesa de e medo de não se capaz de o(a)
aze bem an es da sua ealização.
2. Consigo da a imp essão de que sou
mais compe en e do que ealmen e sou.
3. E i o a aliações se possí el e enho
medo de se a aliado po ou os.
4. Quando alguém me elogia pelos meus
sucessos, ico com medo de não consegui a ingi
as expec a i as que e ão de mim no u u o.
5. Às ezes, penso que só consegui a ingi
a minha posição ou os meus sucessos a uais
po que i e a so e de es a no luga ce o no empo
ce o ou po que conheci as pessoas ce as.
6. Tenho medo de que as pessoas que me
são chegadas possam descob i que não sou ão
capaz como pensam que sou.
7. Tenho endência a lemb a -me mais dos
momen os em que não iz o meu melho mais do
que dos momen os em que o iz.
8. Eu a amen e aço um p oje o ou a e a
ão bem como gos a ia.
9. Às ezes, sin o ou ac edi o que o
sucesso na minha ida ou abalho é o esul ado de
algum ipo de e o.
10. É-me di ícil acei a lou o es ou elogios
sob e a minha in eligência ou sucessos.
11. Po ezes sin o que o meu sucesso se
de e a so e.
12. Po ezes, sin o-me desiludido com os
meus sucessos a uais e penso que de ia e
conseguido mais.
13. Po ezes, enho medo de que ou os
descub am quan os conhecimen os ou habilidades
me al am na ealidade.
14. Mui as ezes, enho medo de pode
alha numa a e a ou p oje o no o apesa do ac o
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de que ge almen e as coisas que aço me co em
bem.
15. Quando enho sucesso em algo e sou
econhecido po aquilo que consegui, ico na dú ida
sob e se consigo con inua a ob e o mesmo
sucesso.
16. Se ecebe mui os elogios e lou o es po
algum sucesso, enho a endência a negligencia a
impo ância daquilo que iz.
17. Mui as ezes, compa o as minhas
habilidades com a habilidade das pessoas à minha
ol a e ico a pensa que eles são mais in eligen es
do que eu.
18. Mui as ezes, p eocupo-me po não e
sucesso nalgum p oje o ou a aliação, apesa das
pessoas à minha ol a e em mui a con iança em
que ou consegui .
19. Se ou ecebe uma p omoção ou
econhecimen o de algum ipo, hesi o em dize a
ou as pessoas, a é e a ce eza do ac o.
20. Sin o me mui o mal e desanimado se não
sen i que sou “o melho ” ou pelo menos “mui o
especial” em si uações que en ol em sucesso.
No a: Re i ado de The Impos o Phenomenon: When Sucess Makes You Feel Like A Fake (pp 20-22), de P.R. CLANCE,
1985, To on o: Ban am Books. Copy igh 1985 de Pauline Rose Clance. Ph. D., ABPP. Reimp esso sob pe missão. Não
ep oduzi sem a pe missão de Pauline Rose Clance, d pauline ose@comcas .ne , www.pauline oseclance.com.

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ANNEX V – 2nd Phase Ques ionnai e
Adap ação cul u al e Validação da escala CIPS pa a Po uguês Eu opeu e P e alência do Fenómeno do Impos o
em Es udan es de Medicina Po ugueses
Ca o (a) colega e aluno:
P e ende-se, com es e ques ioná io, de e mina a p e alência do Fenómeno do Impos o em es udan es de Medicina
Po ugueses da Faculdade de Medicina da Uni e sidade de Coimb a, do 1º ao 6º ano, no ano le i o 2020/2021. Em
pa icula , p e ende-se pe cebe se essa p e alência é di e en e em unção do sexo e dos anos de equência bem como
se há elação en e o dis ess nos alunos e o Fenómeno do Impos o e en e es e e a sa is ação com a média cu icula .
O Fenómeno do Impos o oco e em indi íduos que, apesa das e idências conc e as do seu sucesso académico e/ou
p o issional, são incapazes de o in e io iza , a ibuindo-o à so e, ao abalho á duo e sac i ício pessoal e não à sua
capacidade in elec ual. Es e enómeno em consequências ne as as pa a a saúde men al, is o que ge a dis ess,
ansiedade e dep essão, al a de au ocon iança, us ação e, pode, no limi e, conduzi ao bu nou .
Es e ques ioná io des ina-se à ealização de um es udo no âmbi o da Tese de Mes ado da Faculdade de Medicina da
Uni e sidade de Coimb a e os pa icipan es i ão despende , em média, 10 minu os no seu p eenchimen o.
Solici amos a sua colabo ação, ga an indo uma pa icipação anónima, con idencial e sigilosa, pelo que pode in e ompe
a ealização do inqué i o a qualque momen o, sem que com isso saia p ejudicado(a). Os dados ob idos se ão obje o de
uma análise es a ís ica conjun a, após e em sido colocados em base de dados, sem que haja conhecimen o de quem
espondeu ou de como espondeu pelo que ambém lhe solici amos al au o ização. Os dados se i ão exclusi amen e
pa a ins de in es igação cien í ica. Ao subme e a sua espos a es á a au o iza a ecolha e a amen o de dados pa a
os ins isados po es a in es igação.
Caso su ja alguma ques ão no p eenchimen o do ques ioná io ou necessi e de escla ecimen os adicionais, não hesi e
em con ac a mica ui o@ho mail.com.
Ag adecemos a sua pa icipação,
Micaela Seab a Rui o (In es igado a)
Luiz Miguel San iago (In es igado e o ien ado )
Consen imen o in o mado:
Conco do com a a i mação: li e acei o pa icipa de o ma olun á ia, endo sido in o mado(a) ace ca dos
obje i os e p essupos os do es udo, pe mi indo o uso das minhas espos as pa a os ins e e idos.
Sim • Não •
Dados Biog á icos
Sexo: Feminino • Masculino •
Ano de equência: 1º ano • 2º ano • 3º ano • 4º ano • 5º ano • 6º ano •
Es á sa is ei o com a sua média cu icula ? Sim • Não •
Insi a os 3 úl imos dígi os do núme o de elemó el____
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PHQ-4
Du an e as duas úl imas semanas, com que equência em sen ido
os seguin es p oblemas?
Assinale a sua espos a com um X.
0-
Não, de
odo
1-
Vá ios
dias
2-
Mais de
me ade
dos dias
3-
Quase odos
os dias
Es a ne oso/a, ansioso/a ou "no limi e"
Não se capaz de pa a ou con ola a p eocupação
Te pouco in e esse ou p aze em aze coisas
Es a em baixo, dep imido/a, ou sem espe ança
CIPS (Escala IP de Clance)
Pa a cada alínea, po a o me a um cí culo à
ol a do núme o que melho indica quan o é que
a ase se aplica a si. É melho coloca a
p imei a escolha que lhe em à cabeça em ez
de ica concen ado numa só alínea.
1-Não
se
aplica
de odo
2-
Ra amen e
3- Às
ezes
4-
F equen emen e
5- Aplica-
se quase
semp e
1. Mui as ezes, i e sucesso num es e ou
a e a apesa de e medo de não se capaz de o(a)
aze bem an es da sua ealização.
2. Consigo da a imp essão de que sou
mais compe en e do que ealmen e sou.
3. E i o a aliações se possí el e enho
medo de se a aliado po ou os.
4. Quando alguém me elogia pelos meus
sucessos, ico com medo de não consegui a ingi
as expec a i as que e ão de mim no u u o.
5. Às ezes, penso que só consegui a ingi
a minha posição ou os meus sucessos a uais
po que i e a so e de es a no luga ce o no empo
ce o ou po que conheci as pessoas ce as.
6. Tenho medo de que as pessoas que me
são chegadas possam descob i que não sou ão
capaz como pensam que sou.
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7. Tenho endência a lemb a -me mais dos
momen os em que não iz o meu melho mais do
que dos momen os em que o iz.
8. Eu a amen e aço um p oje o ou a e a
ão bem como gos a ia.
9. Às ezes, sin o ou ac edi o que o
sucesso na minha ida ou abalho é o esul ado de
algum ipo de e o.
10. É-me di ícil acei a lou o es ou elogios
sob e a minha in eligência ou sucessos.
11. Po ezes sin o que o meu sucesso se
de e a so e.
12. Po ezes, sin o-me desiludido com os
meus sucessos a uais e penso que de ia e
conseguido mais.
13. Po ezes, enho medo de que ou os
descub am quan os conhecimen os ou habilidades
me al am na ealidade.
14. Mui as ezes, enho medo de pode
alha numa a e a ou p oje o no o apesa do ac o
de que ge almen e as coisas que aço me co em
bem.
15. Quando enho sucesso em algo e sou
econhecido po aquilo que consegui, ico na dú ida
sob e se consigo con inua a ob e o mesmo
sucesso.
16. Se ecebe mui os elogios e lou o es po
algum sucesso, enho a endência a negligencia a
impo ância daquilo que iz.
17. Mui as ezes, compa o as minhas
habilidades com a habilidade das pessoas à minha
ol a e ico a pensa que eles são mais in eligen es
do que eu.
18. Mui as ezes, p eocupo-me po não e
sucesso nalgum p oje o ou a aliação, apesa das
pessoas à minha ol a e em mui a con iança em
que ou consegui .
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19. Se ou ecebe uma p omoção ou
econhecimen o de algum ipo, hesi o em dize a
ou as pessoas, a é e a ce eza do ac o.
20. Sin o me mui o mal e desanimado se não
sen i que sou “o melho ” ou pelo menos “mui o
especial” em si uações que en ol em sucesso.
No a: Re i ado de The Impos o Phenomenon: When Sucess Makes You Feel Like A Fake (pp 20-22), de P.R. CLANCE,
1985, To on o: Ban am Books. Copy igh 1985 de Pauline Rose Clance. Ph. D., ABPP. Reimp esso sob pe missão. Não
ep oduzi sem a pe missão de Pauline Rose Clance, d pauline ose@comcas .ne , www.pauline oseclance.com.