A igo de Re isão
Os Top 10 A igos O iginais Publicados nos A qui os B asilei os de
Ca diologia e na Re is a Po uguesa de Ca diologia em 2019
The Top 10 O iginal A icles Published in he A qui os B asilei os de Ca diologia and in he Re is a Po uguesa
de Ca diologia in 2019
Gláucia Ma ia Mo aes de Oli ei a ,1,2 Rica do Fon es-Ca alho,3,4 Lino Gonçal es,5,6 Nuno Ca dim,7,8 Ca los
Edua do Rochi e9,10
Faculdade de Medicina – Uni e sidade Fede al do Rio de Janei o,1 Rio de Janei o, RJ – B asil
Ins i u o do Co ação Edson Saad – Uni e sidade Fede al do Rio de Janei o,2 Rio de Janei o, RJ – B asil
Depa amen o de Ca diologia – Cen o Hospi ala de Vila No a de Gaia,3 Vila No a de Gaia – Po ugal
Depa amen o de Ci u gia e Fisiologia – Faculdade de Medicina – Uni e sidade do Po o,4 Po o – Po ugal
Depa amen o de Ca diologia – Cen o Hospi ala e Uni e si á io de Coimb a,5 Coimb a – Po ugal
Faculdade de Medicina – Uni e sidade de Coimb a,6 Coimb a – Po ugal
Depa amen o de Ca diologia do Hospi al da Luz,7 Lisboa - Po ugal
Faculdade de Ciências Médicas da Uni e sidade No a de Lisboa,8 Lisboa - Po ugal
Ins i u o do Co ação (InCo ) – Faculdade de Medicina da Uni e sidade de São Paulo,9 São Paulo, SP – B asil
Hospi al do Co ação (HCOR),10 São Paulo, SP – B asil
In odução
Há á ios séculos Po ugal e B asil êm uma longa
adição de coope ação. Na Medicina, sob e udo na á ea de
Ca diologia, exis e um longo his ó ico de colabo ação en e
as duas sociedades cien í icas – a Sociedade B asilei a de
Ca diologia e a Sociedade Po uguesa de Ca diologia – que
se es ende aos espe i os pe iódicos.
Os A qui os B asilei os de Ca diologia (A q B as Ca diol),
publicação cien í ica o icial da Sociedade B asilei a de
Ca diologia, com a o de impac o de 1,679 em 2018 (JCR),
é a e is a de maio epe cussão em Ca diologia no B asil e da
Amé ica La ina. Esse a o pode se exempli icado pelo núme o
c escen e de a igos subme idos aos A q B as Ca diol (650 em
2017, 771 em 2018 e 734 em 2019) e pelo índice h5 de 31
e mediana h5 de 39, com axa de acei ação in e io a 20%.
A Re is a Po uguesa de Ca diologia (Re Po Ca diol) em
uma publicação inin e up a desde 1982, sendo o eículo
o icial da Sociedade Po uguesa de Ca diologia, memb o
ins i ucional da Sociedade Eu opeia de Ca diologia. É um
pe iódico de impac o global, indexado em PubMed, Else ie ,
Science Di ec e SCOPUS, com a o de impac o de 0.79 no
ano de 2018.
Naquele ano, pela p imei a ez, as duas e is as a ua am
em conjun o pa a publica um esumo com os abalhos
o iginais mais ele an es eiculados po elas em 2018.1 Face
ao g ande sucesso dessa inicia i a, os co pos edi o iais dos dois
pe iódicos decidi am coope a no amen e pa a seleciona
as melho es publicações de 2019. Os abalhos dos A q B as
Ca diol lis ados nes e a igo o am os selecionados pa a o
P êmio de Publicações da Sociedade B asilei a de Ca diologia.
Cabe essal a que, em 2019, i emos a p esença de Nuno
Ca dim, au o do melho es udo da Re Po Ca diol em 2019,
nas p emiações do 74º Cong esso B asilei o de Ca diologia,
em Po o Aleg e. P e endemos assim e o ça os laços cul u ais
das p incipais e is as de Ca diologia em língua po uguesa,
que ep esen am o que há de melho nas publicações ol adas
pa a uma população c escen e de ce ca de 250 milhões de
pessoas no mundo.
Dada a qualidade ge al dos a igos publicados, es a seleção
oi uma a e a di ícil, possi elmen e impe ei a, mas pe mi e
des aca á ios abalhos de g ande mé i o na Ca diologia.
Nas Tabelas 1 e 2 es ão esumidos os dez melho es a igos
publicados em cada e is a em 2019.
P e enção ca dio ascula
A doença ca dio ascula (DCV) con inua a se a p incipal
causa de mo alidade a ní el mundial. Apesa de a ualmen e
dispo mos de á ias es a égias de a amen o da DCV,
no “mundo eal” o g au de con ole dos a o es de isco
ca dio ascula (RCV) é in e io ao desejá el. O es udo DISGEN-
LIPID,2 obse acional e ealizado em 24 cen os em Po ugal,
e e po obje i o a alia o g au de con ole da dislipidemia,
um dos p incipais a o es de RCV pa a o desen ol imen o de
doença a e ial co oná ia (DAC). Nesse es udo, obse ou-se
que, apesa de a maio ia dos doen es se de al o ou mui o
al o RCV, mais de 50% daqueles em uso de hipolipemian es
não a ingi am os alo es-al o ecomendados de c-LDL, e
que g andes po cen agens de doen es u iliza am es a inas de
baixa in ensidade ou em doses baixas. Cu iosamen e, ou o
es udo, analisando os dados do es udo DISGEN-LIPID, ela ou
uma dispa idade signi ica i a en e gêne os, com alo es de
pe il lipídico signi ica i amen e maio es nas mulhe es do
que nos homens.3 Aquele es udo é ele an e po que mos a
Pala as-cha e
Doenças Ca dio ascula es; Re is as como Assun o; Po ais
de Acesso à Re is as Cien í icas; Fa o de Impac o de Re is as;
Publicações Cien í icas e Técnicas; Publicação Pe iódica;
Sis emas de A aliação das Publicações.
Co espondência: Gláucia Ma ia Mo aes de Oli ei a •
Uni e sidade Fede al do Rio de Janei o – R. P o . Rodolpho P. Rocco, 255 –
8°. Anda – Sala 6, UFRJ. CEP 21941-913, Cidade Uni e si á ia, RJ – B asil
E-mail: [email p o ec ed], [email p o ec ed]
A igo ecebido em 03/03/2020, e isado em 09/03/2020, acei o em
09/03/2020
DOI: h ps://doi.o g/10.36660/abc.20200176
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Oli ei a
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a necessidade de se desenha em polí icas de saúde pública
que possam ul apassa as ba ei as a ualmen e exis en es
na implemen ação dos guidelines na p á ica clínica e ainda
ul apassa os p oblemas de subdosagem de es a ina, a iné cia
e apêu ica e a al a de adesão do doen e ao a amen o.
Em 2019, a Re Po Ca diol publicou ou o impo an e
es udo que ajuda a comp eende o con ole dos a o es de
RCV na população po uguesa. O es udo PRECISE,4 oi um
es udo epidemiológico, ans e sal, que a aliou a p e alência
dos á ios a o es de RCV em 2848 doen es hipe ensos
seguidos nos cuidados p imá ios de saúde. Os in es igado es
obse a am que apenas 56% dos hipe ensos inham um
bom con ole da p essão a e ial e que mais de 80% deles
inham ês ou mais a o es de RCV. Esses dados mos am
a impo ância de se aze uma a aliação global do RCV
no hipe enso e, mais uma ez, a necessidade u gen e de
implemen a es a égias de p e enção que pe mi am melho a
o con ole dos a o es de RCV em Po ugal.
Ambos os es udos i e am como p imei o au o o nosso
colega Ped o Ma ques da Sil a, médico ímpa , que deixa uma
ma ca indelé el na Medicina Ca dio ascula . É com g ande
pesa que assis imos ao seu desapa ecimen o no início de
2020. Ficou mais pob e a Ca diologia em Po ugal.
Em c ianças e adolescen es ambém se obse ou
di iculdade no con ole dos a o es RCV. Em um es udo com
1254 c ianças e adolescen es do sul do B asil, 55% do sexo
eminino, com idades en e 7 e 17 anos, o am analisadas
as elações en e dislipidemia, a o es cul u ais e ap idão
ca dio espi a ó ia (ACR). Os a o es cul u ais o am a aliados
a a és de ques ioná io au o e e ido pelo escola e os ní eis
de ACR, pelo es e de co ida/caminhada de 12 minu os, que
consis iu em pe co e a maio dis ância possí el em uma
pis a p e iamen e dema cada du an e 12 minu os. Os au o es
obse a am p e alência de ce ca de 42% de dislipidemia,
que oi associada com o sexo eminino e baixos ní eis de
ACR. Na análise mul i a iada, dislipidemia oi associada
com c ianças e não com adolescen es, e com sob epeso e
obesidade. O deslocamen o seden á io pa a a escola, g ande
empo de pe manência assis indo ele isão, sexo eminino
e p esença de sob epeso/obesidade ambém se associa am
com os componen es isolados do pe il lipídico. Os au o es
essal a am a necessidade de in e enções p ecoces que
p omo am hábi os de ida saudá eis nas c ianças.5
O es udo ELSA-B asil,6 com 15.105 uncioná ios
públicos, de 35 a 74 anos, inculados a seis ins i uições
de ensino e pesquisa das egiões sul, sudes e e no des e
do B asil, a aliou a magni ude da associação en e a
adiposidade abdominal, segundo di e en es indicado es
diagnós icos [ci cun e ência da cin u a (CC), azão
cin u a quad il (RCQ), índice de conicidade, p odu o da
acumulação lipídica (LAP), índice de adiposidade isce al
(IAV)], e a espessu a médio-in imal da ca ó ida (EMIc),
ma cado de a e oscle ose subclínica e p edi o de in a o
do miocá dio e aciden e ascula ce eb al (AVC). Os au o es
ela a am, emp egando eg essão logís ica múl ipla, que a
adiposidade abdominal diagnos icada pela CC, mos ou
impo an e associação com a EMIc em ambos os sexos
(homens: OR = 1,47; IC95%: 1,22-1,77; mulhe es:
Tabela 1 – Lis a com a seleção dos dez melho es a igos publicados nos A qui os B asilei os de Ca diologia em 2019
Au o Tí ulo e link
Fa ia AP e al.7
P opos a de um Esco e In lama ó io de Ci ocinas e Adipocinas Plasmá icas
Associado à Hipe ensão Resis en e, mas Dependen e dos Pa âme os de Obesidade
h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0066-782X2019000400383&lng=p &n m=iso& lng=p
Dippe J . e al.18 Es udo de Pe usão Miocá dica em Obesos sem Doença Ca díaca Isquêmica Conhecida
h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0066-782X2019000200121&lng=en&n m=iso& lng=p
Reu e CP e al.5Relação en e Dislipidemia, Fa o es Cul u ais e Ap idão Ca dio espi a ó ia em Escola es
h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0066-782X2019000600729&lng=en&n m=iso& lng=p
Villela PTM e al.9A P e e ência ao Sal es á Relacionada à Hipe ensão e não ao En elhecimen o
h p://www.scielo.b /scielo.php?pid=S0066-782X2019005015104&sc ip =sci_a ex & lng=p
Ba os MVL e al.27
Al e ação Con á il Segmen a Ven icula Esque da é P edi o Independen e de
Ca dio oxicidade em Pacien es com Cânce de Mama em T a amen o Quimio e ápico
h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0066-782X2019000100050&lng=p &n m=iso& lng=p
Kiyose AT e al.28
Compa ação de P ó eses Biológicas e Mecânicas pa a Ci u gia de Vál ula Ca díaca:
Re isão Sis emá ica de Es udos Con olados Randomizados
h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0066-782X2019000300292&lng=en&n m=iso& lng=p
Eickembe g M e al.6
Indicado es de Adiposidade Abdominal e Espessu a Médio-In imal de Ca ó idas:
Resul ados do Es udo Longi udinal de Saúde do Adul o - ELSA-B asil
h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0066-782X2019000300220&lng=en&n m=iso& lng=p
E ing PS e al.8
Exe cício Resis ido Modula Pa âme os de Es esse Oxida i o e Con eúdo de
TNF-α no Co ação de Camundongos com Obesidade Induzida po Die a
h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0066-782X2019000500545&lng=es&n m=iso& lng=p
A ila WS e al.29 G a idez em po ado as de ca diopa ias congêni as complexas. Um cons an e desa io
h p://www.scielo.b /scielo.php?pid=S0066-782X2019005019101&sc ip =sci_a ex & lng=p
Ba bosa JE e al.17 Pe il da Exp essão do mRNA do N 2, NF-κB e PPARβ/δ em Pacien es com Doença A e ial Co ona iana
h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0066-782X2019005001205&lng=en&n m=iso& lng=p
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OR = 1,38; IC95%: 1,17-1,64). A adiposidade abdominal
iden i icada pelos indicado es CC, RCQ, LAP e IAV en e
as mulhe es mos ou e ei o de 0,02 mm sob e a EMIc
(CC: 0,025, IC95%: 0,016-0,035; RCQ: 0,026, IC95%:
0,016-0,035; LAP: 0,024, IC95%: 0,014-0,034; IAV:
0,020, IC95%: 0,010-0,031). Os esul ados obse ados
e o çam a impo ância da adiposidade abdominal,
ep esen ada pela CC, especialmen e nos homens, como
ma cado simples da adiposidade abdominal associada
com a a e oscle ose subclínica.
A a e oscle ose subclínica pa ece es a ambém associada
com a in lamação sis êmica nos po ado es de hipe ensão
a e ial esis en e (HAR). P ocu ou-se es abelece um esco e
in lama ó io (EI) em uma amos a de con eniência de 224
hipe ensos, me ade com HAR, emp egando-se ci ocinas e
adipocinas plasmá icas p ó-in lama ó ias e an i-in lama ó ias,
TNF-al a, in e leucinas (IL)-6, -8, -10, lep ina e adiponec ina.
O EI co elacionou-se posi i amen e com índice de massa
co po al ( = 0,40; p < 0,001), CC ( = 0,30; p < 0,001)
e massa go da a aliada po bioimpedância ( = 0,31;
p < 0,001) em odos os indi íduos hipe ensos. Pode á
o nece in o mação complemen a na es a i icação de RCV
nos obesos com HAR. No en an o, p ecisa á se alidado
em ou as populações pa a que seja ecomendado pa a uso
clínico, que ainda ica á limi ado pelo al o cus o da dosagem
das ci ocinas e da adiponec ina.7
A obesidade, que oi associada com in lamação, ambém
es á associada com p odução excessi a de espécies ea i as
de oxigênio. Com o obje i o de e i ica os e ei os de oi o
semanas de einamen o esis ido sob e os pa âme os de
es esse oxida i o e in lama ó ios em 24 camundongos
Swiss com obesidade induzida po 26 semanas de die a
hipe lipídica, oi ealizado es e de ole ância à insulina,
moni o amen o do peso co po al e ma cado es de pa âme os
de es esse oxida i o e in lamação no ecido ca díaco. Os
esul ados do es udo demons a am con ole do peso co po al
apesa da inges a excessi a de calo ias, e e endo o dano
em lipídios e a p odução de espécies ea i as de oxigênio,
assim como modulando posi i amen e as p incipais ci ocinas
esponsá eis pela a i ação do p ocesso in lama ó io. Dessa
o ma, o exe cício esis ido pode auxilia no a amen o da
obesidade, necessi ando-se escla ece como ele p omo e
esses e ei os no ecido ca díaco.8
Pa a 118 indi íduos, 77 hipe ensos, o am o e adas
amos as alea ó ias de pães com ês concen ações de
sal no empo inicial e, após duas semanas, eles p o a am
os mesmos pães ac escidos de o égano, sendo a e ida a
p essão a e ial e a exc eção u ina ia de sódio e po ássio
de 24 ho as. Os idosos e jo ens hipe ensos p e e i am
e consumi am mais sal do que os no mo ensos, endo o
pão adicionado de empe o diminuído a p e e ência pelo
sal nos jo ens e nos idosos hipe ensos. As a iá eis que
in luencia am signi ica i amen e a p e e ência po amos as
de pão mais salgado o am: a p esença de hipe ensão, o
sexo masculino e o consumo de álcool. Polí icas públicas
pa a diminuição da quan idade de sódio nos alimen os,
como as ealizadas em Po ugal, possi elmen e se
associa ão com melho con ole da hipe ensão a e ial e
dos des echos com ela elacionados, como o AVC, doença
enal c ônica e DAC.9
Tabela 2 – Lis a com a seleção dos dez melho es a igos publicados na Re is a Po uguesa de Ca diologia em 2019
Au o es e Re e encias Tí ulo do a igo
P Ma ques Sil a e al.2
Al e ações pe sis en es do pe il lipídico na p á ica clínica nos doen es adul os po ugueses
com dislipidemia em a amen o com an idislipidémicos. Dados do es udo DISGEN-LIPID
h ps://www. e po ca diol.o g/p -subop imal-lipid-le els-in-clinical-a iculo-S0870255119304998
P Ma ques Sil a e al.4
P e alência de a o es de isco ca dio ascula e ou as como bilidades em doen es com
hipe ensão a e ial assis idos nos Cuidados de Saúde P imá ios: es udo PRECISE
h ps://www. e po ca diol.o g/p -p e alencia- a o es- isco-ca dio ascula -e-a iculo-S0870255118302762
R Calé e al.12 Tempo pa a a epe usão num subg upo de doen es de al o isco com en a e agudo do miocá dio subme idos a angioplas ia p imá ia
h ps://www. e po ca diol.o g/p - ime- epe usion-in-high- isk-pa ien s-a iculo-S087025511930527X
J Pin o Mon ei o e al.13 KAsH: Uma no a e amen a pa a p e isão de mo alidade hospi ala em doen es com En a e Agudo do Miocá dio
h ps://www. e po ca diol.o g/p -kash-a-new- ool-p edic -a iculo-S0870255119305785
D Ben o e al.16 P ognós ico a cu o e médio p azo da sínd ome de Tako subo numa população po uguesa
h ps://www. e po ca diol.o g/p -sho -medium- e m-p ognosis- ako subo-synd ome-a iculo-S0870255118300933
D Bonho s e al.20
Implan ação de disposi i os de essinc onização e/ou des ib ilhação em
doen es com insu iciência ca díaca: dados da ida eal – o Es udo Sínc one
h ps://www. e po ca diol.o g/p -implan acao-disposi i os- essinc onizacao-e-ou-des ib ilhacao-a iculo-S0870255117306893
L Fe nandes e al.19 Aciden e ascula ce eb al isquémico em doen es p e iamen e an icoagulados po ib ilhação au icula não al ula : po que acon ece?
h ps://www. e po ca diol.o g/p -aciden e- ascula -ce eb al-isquemico-em-a iculo-S0870255118300155
C Rui o e al.25 The SHIFT model combines clinical, elec oca diog aphic and echoca diog aphic
pa ame e s o p edic Sudden Ca diac Dea h in Hype ophic Ca diomyopa hy
A Sousa e al.23 Ca ac e ização molecula dos doen es po ugueses com mioca diopa ia dila ada
h ps://www. e po ca diol.o g/p -molecula -cha ac e iza ion-po uguese-pa ien s-wi h-a iculo-S0870255118302269
C Rui o e al.22 Myoca dial de o ma ion measu es by ca diac magne ic esonance issue
acking in myoca di is: ela ionship wi h sys olic unc ion and myoca dial lesion
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Oli ei a
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Doença co ona iana c ônica e sínd omes co ona ianas agudas
A in odução da angioplas ia p imá ia e da ia e de
co ona iana pe mi iu uma edução ma cada da mo alidade
po sínd ome co ona iana aguda (SCA).10 Con udo, é
necessá io con inua a melho a a o ganização do sis ema de
angioplas ia p imá ia de o ma a eduzi os empos de a aso
que são dependen es do sis ema. A esse p opósi o, a Re Po
Ca diol publicou dois es udos ele an es. No p imei o,11 o am
a aliados 1222 doen es com in a o agudo do miocá dio com
ele ação do segmen o ST (IAMcEST), mos ando-se que, em
compa ação com a o ien ação di e a pa a o labo a ó io de
hemodinâmica, a ans e ência in e -hospi ala dos doen es
com IAMcEST aumen ou de o ma signi ica i a o in e alo de
empo a é a ealização da angioplas ia. No segundo es udo,12
que az pa e da inicia i a S en o Li e, o am analisados
os dados de 1340 doen es com IAMcEST admi idos em 18
hospi ais po ugueses com o obje i o de a alia os indicado es
de pe o mance na população de al o isco, nomeadamen e
idosos, diabé icos e mulhe es. Os in es igado es mos a am
que os idosos êm empos de “a aso de doen e” e de “a aso
de sis ema” mui o maio es, independen emen e do gêne o
e da p esença de diabe es, demons ando que esse g upo de
doen es de e se um al o p io i á io de no as es a égias de
sensibilização da população.
No doen e com in a o do miocá dio, exis em á ios
esco es pa a es a i icação de isco, mas mui os deles são de
di ícil aplicabilidade no mundo eal. Na edição de ou ub o da
Re Po Ca diol, Mon ei o Pin o e al.,13 p opõem um no o
esco e de isco de ácil u ilização clínica, in i ulado esco e
KAsH. Esse esco e é calculado a a és de uma ó mula simples
= (classe Killip x idade x equência ca díaca) / p essão a e ial
sis ólica. Num g upo de 1504 doen es consecu i os com
in a o do miocá dio, esse no o esco e mos ou e melho
alo p edi i o que os a ualmen e exis en es, em especial o
esco e de GRACE. Sendo mui o p omisso , é ago a necessá ia
sua maio alidação em ou as coo es de doen es pa a sua
pos e io implemen ação na p á ica clínica.14
A sínd ome de Tako subo é um dos diagnós icos di e enciais
no doen e com suspei a de SCA, sendo uma pa ologia que em
cap ado uma a enção c escen e.15 Es e ano, o am publicados
na Re Po Ca diol os esul ados de um es udo mul icên ico
po uguês, que a aliou as ca ac e ís icas de 234 doen es com
esse diagnós ico.16 Nesse a igo, mos ou-se que, em ge al, essa
sínd ome em um bom p ognós ico a cu o e a médio p azo
(mo alidade in a-hospi ala de 2,2%), mas que a axa de
complicações in a-hospi ala es (nomeadamen e insu iciência
ca díaca, ib ilação a ial, a i mias en icula es e AVC) ainda
é ele ada (33%).
Com o obje i o de a alia a exp essão dos a o es
ansc icionais NF-κB e N 2 e o PPARβ/δ em pacien es
com sínd ome co ona iana c ônica (SCC), 35 pacien es
com DAC (17 homens, com 62,4 ± 7,55 anos) e 12 sem
DAC (5 homens, 63,50 ± 11,46 anos) o am es udados. As
células mononuclea es do sangue pe i é ico (PBMCs) o am
isoladas e p ocessadas pa a a exp essão de mRNA do N 2,
NF-κB, NADPH: quinona oxido edu ase 1 (NQO1) e mRNAs
do PPARβ/δ po meio de eação em cadeia da polime ase
quan i a i a em empo eal. Os au o es obse a am que o
PPARβ/δ ap esen ou maio exp essão nas PBMCs de pacien es
com DAC compa ados ao g upo con ole, ao passo que não
o am obse adas di e enças nas exp essões de mRNA do N 2
ou do NF-κB. Tais achados podem indica possí eis e apias-
al o pa a pesquisas u u as na SCC.17
Ainda em elação à SCC, o am es udados 5.526 pacien es
obesos sem DAC conhecida, encaminhados pa a a aliação
po CPM-SPECT en e janei o de 2011 e dezemb o de 2016.
Os a o es associados à pe usão miocá dica ano mal em
pacien es obesos sem doença ca díaca isquêmica conhecida,
após ajus e pa a as a iá eis ele an es (análise mul i a iada),
o am: idade (2% de aumen o no isco pa a cada ano a mais
de idade), diabe es melli us (57% de aumen o no isco em
pacien es po ado es dessa doença), angina ípica (245% de
aumen o no isco em pacien es com angina ípica quando
compa ados aos assin omá icos), u ilização de es esse
a macológico du an e o exame (61% de aumen o no isco
quando compa ado ao es esse ísico po meio de es e de
es o ço), meno in ensidade do es o ço ísico a aliado em
equi alen e me abólico (MET: 10% de edução no isco pa a
cada MET adicional ealizado du an e o es e de es o ço) e
ação de ejeção en icula esque da (FEVE) após es esse
(1% de edução no isco pa a cada 1% a mais na FEVE). Esses
dados co obo am a associação de obesidade e SCC.18
A i mias ca díacas e disposi i os
A associação en e a ib ilação a ial e o isco de AVC
é complexa e mul i a o ial. Ainda mais desa ian e é a
comp eensão dos mecanismos en ol idos na oco ência
de AVC em doen es subme idos a hipocoagulação. Num
es udo mui o in e essan e publicado po Fe nandes e al.,
19 os in es igado es es uda am 60 doen es consecu i os
com ib ilação a ial não al ula , medicados c onicamen e
com an icoagulação o al e que, apesa disso, so e am
um AVC isquêmico. Na g ande maio ia desses doen es, a
oco ência do AVC pa ece se explicada po subdosagem,
má adesão e apêu ica ou e iologia não ca dioembólica e
não po ine icácia desses á macos, já que, em ce ca de
90% dos doen es em uso de an agonis as da i amina K,
o INR na admissão e a < 2 e, 43% daqueles a ados com
an icoagulan es di e os es a am omando subdosagem.
A implan ação de ca diodes ib ilado es implan á eis
(CDI) e de disposi i os de essinc onização en icula (CRT)
pe mi e a edução do isco de mo e e hospi alização e uma
melho ia da qualidade de ida nos doen es com insu iciência
ca díaca com FEVE eduzida. Bonho s e al. publica am na
Re Po Ca diol os esul ados do es udo Sínc one,20 que é um
egis o obse acional, mul icên ico e p ospe i o ealizado
em 16 cen os po ugueses e que incluiu 486 doen es com
diagnós ico de insu iciência ca díaca, FEVE < 35% e indicação
pa a implan ação de CDI ou CRT. Nesse es udo, a maio ia dos
doen es a ados com disposi i os inha uma ecomendação
de classe I dos guidelines, sendo as axas de mo alidade
com 1 ano baixas (apenas 3,6%), assim como o núme o de
ein e nações (11%). Esse es udo ajuda a comp eende a
ealidade do a amen o com disposi i os pa a insu iciência
ca díaca em Po ugal, mos ando ainda a necessidade de se
melho a o a amen o a macológico desses doen es já que
as axas de u ilização de medicação o am sub-ó imas (76%
inibido da enzima con e so a de angio ensina/an agonis a
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A igo de Re isão
Oli ei a
Os Top 10 A igos O iginais Publicados nos ABC Ca diol e RPC em 2019
A q B as Ca diol. 2020; 114(3):564-570
do ecep o de aldos e ona; 77% bloqueado es be a-
ad ené gicos; 34% an agonis a da aldos e ona).
Insu iciência ca díaca e mioca diopa ias
Nos doen es com mioca diopa ia hipe ó ica (MH), as
di e izes eu opeias ecomendam a a aliação do isco de
mo e súbi a de aco do com o esco e ESC-SCD.21 Con udo,
êm su gido á ias c í icas a esse esco e, sendo necessá io
c ia no as o mas de es a i icação do isco nesses doen es.
Rui o C e al.,22 publica am na Re Po Ca diol um es udo
in e essan e baseado nos dados do egis o nacional de
MH, que inclui 1022 doen es com essa pa ologia. Após
iden i icação dos p incipais de e minan es de isco de mo e
súbi a, os in es igado es cons uí am um no o modelo de isco
designado esco e SHIFT, que inclui qua o a iá eis: síncope
inexplicada, sinais de insu iciência ca díaca, espessu a do
sep o ≥ 19 mm e p esença de complexo QRS agmen ado.
Nessa população de doen es, o esco e SHIFT, que in eg a
pa âme os clínicos, ele oca diog á icos e ecoca diog á icos
ela i amen e simples de se a alia , e e melho alo p edi i o
(C-index 0.81) que o esco e ESC-SCD. Po isso, no u u o,
esse no o esco e pode á desempenha um papel impo an e
pa a ajuda a seleciona os doen es com MH e indicação pa a
implan ação de CDI em p e enção p imá ia.
Na á ea da mioca diopa ia dila ada, a Re Po Ca diol
publicou em 2019 um es udo mul icên ico que p e endeu
aze uma ca ac e ização molecula e gené ica de 107 doen es
com ca diomiopa ia dila ada.23 Os in es igado es obse a am
uma g ande complexidade e di e sidade gené ica nesses
doen es com iden i icação de 31 a ian es gené icas a as
em oi o genes di e en es, que en ol em sob e udo genes
sa comé icos (MYBPC3, TNNT2 e LMNA). Esse es udo
e o ça a impo ância das no as écnicas de análise genômica,
sob e udo po écnicas de nex -gene a ion sequencing, pa a
ajuda a comp eende a e iologia dessa doença.
Nos úl imos anos, a essonância ca díaca em desempenhado
um papel c escen e na a aliação dos doen es com mioca di e,
sendo a ualmen e o exame não in asi o de eleição pa a o
diagnós ico dessa pa ologia.24 Num es udo publicado na Re
Po Ca diol em 2019,25 os in es igado es a alia am o papel
da quan i icação da de o mação miocá dica po issue acking
como uma medida obje i a de quan i icação de unção em
78 doen es com mioca di e, endo encon ado co elações
signi ica i as de odos os pa âme os de de o mação (s ain,
s ain a e, elocidade e deslocamen o) com a FEVE, com as
al e ações segmen a es e a quan idade de ealce a dio. Ago a o
desa io se á comp eende de que o ma esses esul ados podem
in luencia a abo dagem clínica dos doen es com mioca di e.26
A a aliação do isco de ca dio oxicidade dos quimio e ápicos
da classe das an aciclinas e dos an ico pos monoclonais
humanizados é um desa io clínico, que es imula a busca
po p edi o es de al e ação con á il segmen a en icula
esque da (ACSVE) que sejam de ácil ealização e que
pe mi am ea aliações ao longo do a amen o. Ba os e al.,27
es udando 112 pacien es, média de idade de 51,3 ± 12,9
anos, com cânce de mama e a amen o com doxo ubicina
e/ou as uzumabe, ealiza am es udo ecoca diog á ico pa a
a alia ca dio oxicidade, que oi de inida po dec éscimo de
10% na FEVE. A p esença de ca dio oxicidade oi obse ada
em 18 (16,1%) pacien es. Na análise mul i a iada, ACSVE (OR
= 6,25 [IC 95%: 1,03; 37,95], p < 0,05), diâme o sis ólico
do en ículo esque do (OR = 1,34 [IC 95%: 1,01; 1,79],
p < 0,05) e s ain longi udinal global pela écnica de speckle
acking (OR = 1,48 [IC 95%: 1,02; 2,12], p < 0,05) o am
p edi o es signi ica i os e independen es de ca dio oxicidade.
Os au o es concluí am que a ACSVE é p edi o independen e
de ca dio oxicidade e pode á se ú il pa a de ecção p ecoce
da dis unção miocá dica.27
Ci u gia Ca díaca
Em me a-análise de qua o es udos con olados e
andomizados que busca a de e mina os des echos clínicos
de 1528 pacien es po ado es de p ó eses al a es mecânicas
e biológicas, an igas e con empo âneas, seguidos en e 2 e
20 anos, não o am obse adas di e enças pa a os des echos
mo e ( isco ela i o, RR = 1,07; IC95%: 0,99-1,15), embolia
a e ial sis êmica (RR = 0,93; IC95%: 0,66-1,31) e endoca di e
in ecciosa (RR = 1,21; IC95%: 0,78-1,88) en e os po ado es
de p ó eses mecânicas e biológicas. Po ou o lado, o isco
de sang amen o oi um e ço meno (RR = 0,64; IC95%:
0,52-0,78) e o núme o de eope ações (RR = 3,60; IC95%:
2,44-5,32) oi ês ezes maio nos pacien es com p ó eses
biológicas. T ês es udos incluí am p ó eses de an iga ge ação,
que ap esen a am esul ados simila es às de no a ge ação.
Os au o es salien am a ausência de es udos com as no as
ge ações de p ó eses, exo ando a ealização de es udos que
compa em p ó eses biológicas e mecânicas con empo âneas.28
Ca diopa ias congêni as
A g a idez em po ado as de ca diopa ia congêni a
complexa (CCC) o nou-se uma ealidade e o manejo ma e no-
e al é um desa io clínico a ual. A ila e al.,29 es uda am 435
ges an es po ado as de CCC, po um pe íodo de 10 anos, que
o am incluídas no Regis o do Ins i u o do Co ação (Regis o-
InCo ). Seleciona am 42 ges ações em 40 mulhe es com CCC
(24,5 ± 3,4 anos) que o am desaconselhadas a eng a ida .
As CCC lis adas o am ansposição das g andes a é ias,
a esia pulmona , a esia icúspide, en ículo único, dupla
ia de saída de en ículo di ei o, dupla ia de en ada de
en ículo esque do, que o am a adas com ci u gias Ras elli,
Fon an, Ja ene, Senning, Mus a d e ou os p ocedimen os
combinados, como unelização, Blalock Taussig e Glenn.
Das 40 mulhe es com CCC, 8 não o am subme idas a
ci u gia e ce ca de 48% ap esen a am hipoxemia. Apesa
do acompanhamen o indi idualizado e equen e, com
hospi alização a pa i de 28 semanas, a maio pa e das
ges ações, ce ca de 60%, ap esen ou complicações ma e nas
ou e ais. Fo am ela adas complicações ma e nas em 31%
das ges ações, incluindo 2 mo es causadas po hemo agia
pós-pa o e p é-eclâmpsia g a e, e 7 pe das e ais, 17 bebês
p ema u os e 2 ecém-nascidos com ca diopa ia congêni a.
Os au o es e o ça am as o ien ações igen es de que, apesa
da melho ia no p ognós ico das CCC e da necessidade
de se espei a a au onomia da in enção à concepção, as
complicações ma e nas e e ais desaconselham a g a idez,
especialmen e nas pacien es que ap esen am hipoxemia.
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A igo de Re isão
Oli ei a
Os Top 10 A igos O iginais Publicados nos ABC Ca diol e RPC em 2019
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Re e ências
Conclusões Finais
Es a e isão dos melho es do ano, sob o pon o de is a dos
edi o es dos A q B as Ca diol e da Re Po Ca diol, é uma
pequena amos a de udo que essas publicações cien í icas
êm a o e ece em e mos de a ualização e di ulgação de
ino ações pa a os seus lei o es. Ela coloca em e idência a
ele ância da ciência em língua po uguesa. P ocu amos aze
pa a os lei o es a melho in o mação no melho o ma o,
sucin o, p eciso e e icien e.
A ciência só p og ide quando o conhecimen o é
compa ilhado. O papel dos A q B as Ca diol e da Re Po
Ca diol é publica , ci cula e di ulga cada ez mais a ciência
po elas eiculada e con ibui pa a o p og esso cien í ico
global. E po que não o aze ambém de o ma elegan e e
e icien e na nossa amada língua-mãe, com o so aque que
mais lhe ag ada ? Espe amos que odos enham ap eciado
esse esumo do melho do ano de 2019 e os agua damos
ano que em com o melho de 2020. Con idamos ambém
os nossos lei o es, associados das nossas sociedades de
Ca diologia, ca diologis as, médicos e cien is as em ge al a
se man e em conec ados com nossas publicações cien í icas
de o ma cons an e, pelas ias digi ais adicionais (webpage),
edes sociais (Facebook, Twi e e LinkedIn) e aplica i os de
sma phones. Boa lei u a a odos!
Con ibuição dos au o es
Concepção e desenho da pesquisa, ob enção de dados,
análise e in e p e ação dos dados, análise es a ís ica, edação
do manusc i o e e isão c í ica do manusc i o quan o ao
con eúdo in elec ual impo an e: Oli ei a GMM, Fon es-
Ca alho R, Gonçal es L, Ca dim N, Rochi e CE
Po encial con li o de in e esses
Decla o não ha e con li o de in e esses pe inen es.
Fon es de inanciamen o
O p esen e es udo não e e on es de inanciamen o
ex e nas.
Vinculação acadêmica
Não há inculação des e es udo a p og amas de pós-
g aduação.
Ap o ação é ica e consen imen o in o mado
Es e a igo não con ém es udos com humanos ou animais
ealizados po nenhum dos au o es.
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A igo de Re isão
Oli ei a
Os Top 10 A igos O iginais Publicados nos ABC Ca diol e RPC em 2019
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