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Relatório estágio profissional

Abstract

Relatório final do estágio profissionalizante do 6.º ano

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Relatório estágio profissional

Author: Duarte, Sofia Antunes
Year: 2017
Source: https://run.unl.pt/bitstream/10362/22761/1/SOFIA%20ANTUNES%20DUARTE_2011404.pdf
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UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA
NOVA MEDICAL SCHOOL | FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS
RELATÓRIO FINAL
MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINAM
N
SOFIA ANTUNES DUARTE | 2011404
6º ANO MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA
ANO LETIVO 2016/2017
2
ÍNDICE
I. In odução 3
II. Obje i os 3
III. Desc ição das A i idades Desen ol idas 4
a) Es ágio de Ci u gia 4
b) Es ágio de Medicina In e na 5
c) Es ágio de Saúde Men al 5
d) Es ágio de Medicina Ge al e Familia 6
e) Es ágio de Pedia ia 6
) Es ágio de Ginecologia e Obs e ícia 7
IV. Re lexão C í ica 8
V. Anexos 11
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I – INTRODUÇÃO
O Mes ado In eg ado em Medicina (MIM) da No a Medical School| Faculdade de
Ciências Médicas (NMS|FCM) em a du ação de 6 anos e di ide-se em dois ciclos de
es udos. O p imei o, a Licencia u a em Ciências Básicas da Saúde, p ocu a da ao aluno
uma p epa ação cien í ica sólida; o segundo ciclo, o Mes ado em Medicina, p opo ciona
uma maio o ien ação pa a a p á ica clínica e in eg ação de conhecimen os. O seu úl imo
ano, o sex o, é conside ado um ano p o issionalizan e, compos o po seis es ágios
clínicos que ab angem as p incipais á eas médicas e ci ú gicas, um es ágio opcional e
uma unidade cu icula eó ica (P epa ação pa a a P á ica Clínica).
O p esen e ela ó io é cons i uído po uma in odução, onde se ap esen a o io condu o
do mesmo e se de inem os obje i os ge ais des e ano cu icula ; um co po de exposição
das a i idades desen ol idas nos á ios es ágios pa cela es, aqui ap esen ados pela
sua o dem c onológica (Ci u gia, Medicina In e na, Saúde Men al, Medicina Ge al e
Familia , Pedia ia, e Ginecologia e Obs e ícia); e uma e lexão c í ica inal sob e o
desempenho ace aos obje i os p opos os, uma au o-a aliação do abalho desen ol ido
e uma conside ação ge al sob e a globalidade do ano le i o e do MIM. É ainda pa e
in eg an e des e ela ó io uma secção inal de anexos, na qual se incluem uma
c onog ama do ano le i o 2016/2017, os abalhos ealizados no âmbi o do es ágio
p o issionalizan e e as a i idades ex acu icula es desen ol idas.
A educação médica p é-g aduada em como inalidade não só do a o es udan e com
uma base de conhecimen os sólida, mas ambém p omo e a aquisição de ap idões
clínicas, écnicas e in e pessoais, undamen ais à p o issão médica.1 Pa indo des a
p emissa, es abeleci como obje i os ge ais des e sex o ano: 1) Assegu a compe ências
na colhei a da anamnese, es u u ação de aciocínio clínico e omada de decisões
diagnós icas e e apêu icas; 2) Adqui i au onomia p og essi a, a a és da in eg ação na
4
dinâmica diá ia dos se iços médicos e ci ú gicos; 3) Desen ol e a abo dagem
biopsicossocial na a aliação e a amen o dos doen es; 4) P omo e o espei o, o
conhecimen o e a in eg ação dos p incípios é icos na p á ica clínica.
1 O Licenciado Médico em Po ugal – Faculdade de Medicina de Lisboa, 2005
III – DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
a. Es ágio de Ci u gia (09/09/2016 – 04/11/2016)
Iniciei es e ano le i o com um pe íodo de E asmus na Semmelweiss Uni e si y
(Budapes e, Hung ia), onde ealizei o es ágio pa cela de Ci u gia, com a du ação de 8
semanas. Po conside a uma especialidade na qual a p á ica é ulc al, op ei po um
es ágio mais comple o e in ensi o, endo pe ei o um o al de 280 ho as de es ágio,
con emplando assim as ho as incluídas no cu iculum como Es ágio Opcional. O es ágio
deco eu no Depa amen o de T ansplan ação e Ci u gia do Hospi al Uni e si á io,
o ien ado pelo D . Gabas Telkes. De ini como obje i os pessoais: comp eende os
p ocedimen os ci ú gicos mais comuns e a dinâmica de equipa no bloco ope a ó io,
in eg ando a equipa como ajudan e; e p a ica p ocedimen os écnicos simples.
Na En e ma ia, ui pa e a i a da isi a médica diá ia de a aliação dos doen es e das
euniões de Se iço. Realizei p ocedimen os écnicos na Sala de a amen os, como
limpeza de e idas e d enagem de abcessos, e na Pequena Ci u gia, onde su u ei de
o ma au ónoma. No Bloco Ope a ó io, es i e p esen e num o al de 76 ci u gias,
pa icipando como p imei a ajudan e em 35, consolidando compe ências ine en es ao
p ocesso de desin eção e à écnica ci ú gica. A maio ia das ci u gias o am de pa ologia
da pa ede abdominal e do a o gas o-in es inal, com des aque pa a a pa icipação num
ansplan e hepá ico e num ansplan e enal. Assis i ainda a seminá ios eó ico-p á icos
de Ci u gia Ge al des inados aos alunos do 4º ano da Uni e sidade.
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b. Es ágio de Medicina In e na (07/11/2016 – 13/01/2017)
O es ágio de Medicina In e na, com a du ação de 8 semanas, deco eu no Se iço de
Medicina 2.3. do Hospi al de San o An ónio dos Capuchos, sob a u o ia do D . Augus o
Ribei inho. Assumi como p io idade pa a es e es ágio a in eg ação e icaz na equipa
clínica no sen ido de desen ol e compe ências nos domínios de diagnós ico e
e apêu ica das pa ologias mais equen es do adul o e, assim, adqui i maio au onomia
e esponsabilidade.
O in e namen o cons i uiu a p incipal componen e do es ágio, onde inse ida na equipa
da En e ma ia, ui esponsá el pelo seguimen o diá io de 1 a 2 doen es com á ias
unções: lei u a e a ualização do p ocesso clínico, colhei a de anamnese, ealização do
exame obje i o comple o, discussão diagnós ica e o imização e apêu ica, ealização de
écnicas (punções enosas, gasime ias a e iais, e c.), acompanhamen o de
p ocedimen os de en e magem, ap esen ação da si uação clínica dos doen es nas isi as
do se iço e con ac o com os amilia es. Pa alelamen e ao acompanhamen o médico
hospi ala , onde ambém se incluiu a equência semanal do se iço de u gência (SU) do
Hospi al de São José (HSJ), o es ágio comp eendeu ainda uma componen e eó ico-
p á ica, compos a po seminá ios p opo cionados pela NMS|FCM, incidindo sob e emas
ge ais, e ap esen ações o ais dos alunos do 6º ano de Medicina. Nesse con ex o, ealizei
uma exposição alusi a ao ema “An icoagulação O al”.
c. Es ágio de Saúde Men al (23/01/2017 – 17/02/2017)
O es ágio de Saúde Men al, com a du ação de 4 semanas, deco eu no Cen o Hospi ala
Psiquiá ico de Lisboa (CHPL), sob a o ien ação da D ª Ana Ma inho. O obje i o p incipal
des e es ágio incidiu na comp eensão da doença men al, nas suas di e sas abo dagens
diagnós icas e e apêu icas, es a égias de inse ção social e apoio na comunidade.
O es ágio desen olou-se sob e udo no in e namen o, du an e as p imei as 3 semanas no
Se iço de “Pe u bações A e i as e Pe u bações Obsessi o-Compulsi as” e na úl ima

6
semana no Se iço de “Esquizo enia”, onde i e opo unidade de acompanha a
e olução de á ios doen es. F equen ei ambém a Consul a Ex e na de Psiquia ia e o
SU do HSJ. Des aco ainda a componen e eó ica do es ágio, a qual, a a és de di e sas
sessões eó icas na NMS|FCM e sessões de in e na o médico no CHPL, pe mi iu
complemen a a componen e p á ica. Em e mos o ma i os, ealizei uma his ó ia clínica
sob e um episódio maníaco num con ex o de Pe u bação A e i a Bipola do ipo I.
d. Es ágio de Medicina Ge al e Familia (20/02/2017 – 17/03/2017)
O Es ágio de Medicina Ge al e Familia (MGF), com a du ação de 4 semanas, deco eu
na Unidade de Saúde Familia de Alma Má e , sob a u o ia da D ª Ma ia João A aújo.
Como obje i os pessoais, p ocu ei a comp eensão global da MGF como base pa a a
saúde de uma população, o con ac o com um elenco ala gado de pa ologias, a
capacidade de a aliação biopsicossocial do doen e, bem como o ape eiçoamen o da
elação médico-doen e.
Du an e o es ágio, acompanhei na in eg a a a i idade assis encial desen ol ida pela
minha u o a, incluindo consul as de saúde do adul o, consul as de diabe es e de
hipe ensão, consul as de doença aguda, saúde in an il/ju enil, saúde ma e na e
planeamen o amilia . Pude di igi consul as au onomamen e, com a de ida supe isão,
e ealiza p ocedimen os écnicos, nomeadamen e, colpoci ologia e colocação de
implan e ho monal subcu âneo. Acompanhei egula men e a a i idade da en e magem e
pa icipei numa isi a domiciliá ia.
e. Es ágio de Pedia ia (20/03/2017 – 21/04/2017)
O es ágio de Pedia ia, com a du ação de 4 semanas, oi ealizado no se iço de Pedia ia
5.1 do Hospi al de Dona Es e ânia, o ien ado pelo D . Luís Ribei o da Sil a. Os p incipais
obje i os des e es ágio p ende am-se com a comp eensão da Pedia ia como uma
Medicina in eg al de um g upo e á io especí ico que ai desde a conceção a é à
adolescência, ap o undando o con ac o com as pa ologias pediá icas mais equen es,
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o mé odo de colhei a de anamnese em pedia ia e a comunicação com o doen e
pediá ico e amilia es.
Acompanhei a i amen e as a i idades da En e ma ia, da Consul a Ex e na de Pedia ia
Médica e Imunoale gologia, bem como do SU, o que pe mi iu uma isão ab angen e do
doen e pediá ico em di e en es si uações hospi ala es. Assis i a euniões de Se iço,
euniões clínicas e sessões eó icas semanais. Como pa e in eg an e da minha
a aliação, ealizei uma his ó ia clínica de um caso de Sínd ome Feb il Inde e minado e
ap esen ei um seminá io sob e “Anemia Fe opénica”, jun amen e com duas colegas.
. Es ágio de Ginecologia e Obs e ícia (24/04/ 2017 – 19/05/201)
O Es ágio de Ginecologia e Obs e ícia, com a du ação de 4 semanas, deco eu na
Ma e nidade Al edo da Cos a (MAC), sob a u o ia da D ª. Ana Ma ujo (Obs e ícia) e da
D ª. Ma ia João Campos (Ginecologia). A í ulo pessoal, p opus-me a consolida a
abo dagem, diagnós ico e e apêu ica das pa ologias ginecológicas e obs é icas mais
p e alen es; sedimen a o plano de seguimen o de uma g a idez de baixo isco; e
desen ol e e ape eiçoa compe ências na ealização do exame ginecológico.
A a i idade clínica oi di idida em 2 semanas de Obs e ícia e 2 semanas de Ginecologia,
o que pe mi iu um con ac o com as di e en es alências des as á eas, nomeadamen e a
consul a de ginecologia, obs e ícia e sub-especialidades, en e ma ia de medicina
ma e no- e al e pue pé io, o bloco ope a ó io e bloco de pa os, o SU e os meios
complemen a es de diagnós ico (e.g. ecog a ias ginecológicas e obs é icas,
his e oscopias e colposcopias). Ti e, assim, a opo unidade de execu a com equência
os exames ginecológico e obs é ico, sob e udo no que diz espei o à inspeção do colo
u e ino com ecu so ao espéculo, oque aginal, palpação bimanual e colhei a de
colpoci ologia. Como obje o de a aliação ealizei jun amen e com dois colegas um
abalho de g upo sob e “Lúpus e G a idez”.
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III – REFLEXÃO CRÍTICA
O es ágio p o issionalizan e do 6º ano do MIM, como elo de ligação en e a o mação
p é-g aduada e o exe cício da p o issão médica, p e ende uma in eg ação dos
conhecimen os eó icos adqui idos na ealidade do abalho médico. Globalmen e,
conside o e conc e izado es e obje i o la o ao longo do ano, bem como os obje i os
pessoais es abelecidos pa a cada es ágio pa cela , adqui indo e amen as
undamen ais pa a os desa ios que se pe spe i am no p óximo ano.
O es ágio de Ci u gia, ealizado na Semmelweiss Uni e si y, supe ou la gamen e as
minhas expec a i as, ao pe mi i -me uma as a expe iência ci ú gica. A pa do
desen ol imen o das minhas compe ências clínica, diagnós ica e e apêu ica, o pon o de
maio ele o des e es ágio oi a e olução em p ocedimen os p á icos e écnicos,
essenciais a qualque médico, p opo cionada essencialmen e pela pa icipação como
p imei o ajudan e num ele ado núme o de ci u gias.
O es ágio de Medicina In e na ep esen ou o e dadei o pa adigma de um es ágio
p o issionalizan e. A in eg ação na equipa médica e o es ímulo da esponsabilidade a i a
a a és da a ibuição diá ia de doen es e ela am-se elemen os impo an es de
ap endizagem, ab indo espaço à consciencialização das ques ões é icas, sociais e
inancei as que condicionam a p á ica clínica. A aplicação eal de conhecimen os
pe mi iu-me econhece insegu anças e desen ol e es a égias de esolução de
p oblemas o ien adas pa a uma p á ica u u a mais segu a.
Rela i amen e ao es ágio de Saúde Men al, des aco como p incipal pon o posi i o a
desmis i icação e eliminação dos es igmas ela i os à pa ologia psiquiá ica. Es e es ágio
e idenciou a impo ância da empa ia e con iança na elação médico-doen e, po ezes
negligenciada nou as especialidades médicas.
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O es ágio de MGF oi o p incipal con ibuin e pa a o desen ol imen o de comunicação e
abo dagem biopsicossocial do doen e, undamen ais na condução da consul a de MGF.
A ealização de consul as de o ma p a icamen e au ónoma, algo que an o ambiciona a,
e elou-se um momen o e olu i o em e mos de consolidação de écnicas de anamnese
e exame obje i o, elabo ação de um plano e apêu ico e es abelecimen o de p ognós ico.
Foi ambém um momen o essencial pa a ap eciação da impo ância do con ex o
sociocul u al dos doen es e da medicina e ainda do seu ca iz p e en i o, com a
implemen ação dos p og amas de as eio de inidos pelo SNS.
No Es ágio de Pedia ia o nou-se cla o o papel undamen al do Pedia a na educação
da c iança e da amília na p omoção da saúde e p e enção da doença, onde os pais se
a igu am como um elemen o de in e enção, po ezes, mais impo an e do que o p óp io
doen e. No en an o, des aco um pa ece nega i o: oi um es ágio de ca ác e
essencialmen e obse acional. Penso que a al a de au onomia p opo cionada se de eu
ao ac o de alguns pais ap esen a em insegu anças ela i as à pa icipação de alunos,
menos expe ien es, na a aliação dos seus ilhos.
Finalmen e, no es ágio de Ginecologia e Obs e ícia, ape eiçoei o p ocesso de
aciocínio clínico no que espei a à pa ologia da mulhe , iden i icando o diagnós ico mais
p o á el a condu a e medidas e apêu icas mais adequadas a cada caso. Pelo ac o da
MAC se assumi como uma ins i uição de e e ência nacional e pelo sis ema o a i o
en e as á ias alências, pude cons ui uma ideia mais global e conscien e da
especialidade.
Como aspe os nega i os des e ano, apon o a g ande disc epância no acompanhamen o
p o idenciado ao aluno, na ca ga ho á ia e nos mé odos de a aliação, en e os di e sos
locais de es ágio. No en an o, conside o que as mais- alias e i adas de cada es ágio
dependem sob e udo da inicia i a e do empenho de cada um, e, como al, o meu abalho
ao longo des e ano oi o mais dedicado possí el. Em odos os es ágios, en ei semp e
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Anexo B: Ce i icado de pa icipação no Simpósio “Hipe ensão A e ial e Insu iciência
Ca díaca – Es ado da A e em 2017”

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Anexo C: Ce i icado de pa icipação no 7º Simpósio do Se iço de Psiquia ia do Hospi al
P o esso Dou o Fe nando Fonseca
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Anexo D: Ce i icado de pa icipação no “Wo kshop de Eme gências Pediá icas”
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Anexo E: Ce i icado de pa icipação no Cong esso “Leaping Fo wa d Oncology”
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Anexo F: “T ansc ip o Reco ds” do pe íodo de E asmus na Uni e sidade de Es asb ugo
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Anexo G: Ce i icado de memb o da Associação De Es udan es Da Faculdade De Ciências
Médicas De Lisboa (AEFCML)

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Anexo H: Ce i icado de pa icipação no P oje o de olun a iado “Ma ca Mundos”