scieee Science in your language
[po] (orig)

Tendências de consumo de alimentos biológicos : estudo do cliente do El Corte Inglês

Abstract

O presente relatório foi elaborado no âmbito do mestrado em Estatística e Gestão de Informação com especialização em Marketing Research e CRM e tem como objetivo apresentar o trabalho desenvolvido ao longo do estágio realizado no El Corte Inglés, Grandes Armazéns S.A, em Lisboa. O consumo de produtos biológicos tem vindo a aumentar em Portugal ao longo dos anos. A crescente procura por produtos de origem biológica criou oportunidades na área da agricultura biológica e, por conseguinte, intensificou a concorrência entre as cadeias do retalho alimentar biológico que estão focadas no mesmo nicho de consumidores de produtos biológicos. Deste modo, o relatório tem como objetivo principal identificar as tendências de consumo de alimentos biológicos dos clientes do El Corte Inglés. Foram definidas quatro etapas para atingir o objetivo principal e específicos, sendo que na primeira etapa foram analisadas as vendas da loja física e online do Supermercado El Corte Inglés de Lisboa e posteriormente foram analisadas as principais lojas concorrentes como Bio Mercado, Puro Bio, Miosótis, Go Natural, Amor Bio e Celeiro. Nas etapas seguintes foram realizados dois estudos de campo. Primeiramente foi realizado um estudo qualitativo por observação durante o mês de outubro de 2017 no espaço de produtos biológicos, Bio & Natural, do El Corte Inglés. Por fim, com os resultados obtidos no estudo por observação, foi realizado um estudo conclusivo através de entrevistas no qual foram utilizadas entrevistas presenciais no El Corte Inglés e um questionário online partilhado no Facebook na página oficial do Bio & Natural. Para analisar os resultados do estudo foram aplicadas técnicas descritivas, sendo que para criar o modelo preditivo foi utilizada a metodologia PLS-SEM. Os resultados do estudo demonstram que os clientes de produtos biológicos compram produtos biológicos sobretudo devido aos motivos relacionados com a saúde, pelo que um grande número das tendências identificadas está relacionado com a saúde e estilos de vida saudáveis. Todavia, também foram identificadas tendências relacionadas com as características do produto e hábitos de compra e de consumo. Foi desenvolvido um modelo preditivo com o objetivo de prever as “características valorizadas num produto biológico” uma vez que os atributos de um produto influenciam a decisão de compra. Nos resultados obtidos, verificou-se que apenas as razões de compra/consumo “têm mais qualidade”, “não contêm aditivos químicos” e “ajuda a prevenir doenças” são estatisticamente significativas, pelo que têm influência sobre a variável dependente e consequentemente sobre a decisão de compra.

Read accessible full text

Tendências de consumo de alimentos biológicos : estudo do cliente do El Corte Inglês

Author: Marian, Oxana
Year: 2018
Source: https://run.unl.pt/bitstream/10362/57724/1/TEGI0421.pdf
i
Tendências de Consumo de Alimen os Biológicos
Oxana Ma ian
Es udo do Clien e do El Co e Inglés
Rela ó io de Es ágio ap esen ado como equisi o pa cial pa a
ob enção do g au de Mes e em Es a ís ica e Ges ão de
In o mação
i
Tendências de Consumo de Alimen os Biológicos
Es udo do Clien e do El Co e Inglés
Oxana Ma ian
MEGI
2018
MGI
i
ii
NOVA In o ma ion Managemen School
Ins i u o Supe io de Es a ís ica e Ges ão de In o mação
Uni e sidade No a de Lisboa
TENDÊNCIAS DE CONSUMO DE ALIMENTOS BIOLÓGICOS:
ESTUDO DO CLIENTE DO EL CORTE INGLÉS
po
Oxana Ma ian
Rela ó io de Es ágio ap esen ado como equisi o pa cial pa a a ob enção do g au de Mes e em
Es a ís ica e Ges ão de In o mação, Especialização em Ma ke ing Resea ch e CRM
O ien ado : Diego Cos a Pin o
Coo ien ado : Susana Pe ei a Es e es
Tu o : José An ónio San os Ba bosa
Se emb o 2018
iii
RESUMO
O p esen e ela ó io oi elabo ado no âmbi o do mes ado em Es a ís ica e Ges ão de In o mação com
especialização em Ma ke ing Resea ch e CRM e em como obje i o ap esen a o abalho desen ol ido
ao longo do es ágio ealizado no El Co e Inglés, G andes A mazéns S.A, em Lisboa.
O consumo de p odu os biológicos em indo a aumen a em Po ugal ao longo dos anos. A c escen e
p ocu a po p odu os de o igem biológica c iou opo unidades na á ea da ag icul u a biológica e, po
conseguin e, in ensi icou a conco ência en e as cadeias do e alho alimen a biológico que es ão
ocadas no mesmo nicho de consumido es de p odu os biológicos.
Des e modo, o ela ó io em como obje i o p incipal iden i ica as endências de consumo de
alimen os biológicos dos clien es do El Co e Inglés. Fo am de inidas qua o e apas pa a a ingi o
obje i o p incipal e especí icos, sendo que na p imei a e apa o am analisadas as endas da loja ísica
e online do Supe me cado El Co e Inglés de Lisboa e pos e io men e o am analisadas as p incipais
lojas conco en es como Bio Me cado, Pu o Bio, Miosó is, Go Na u al, Amo Bio e Celei o. Nas e apas
seguin es o am ealizados dois es udos de campo. P imei amen e oi ealizado um es udo quali a i o
po obse ação du an e o mês de ou ub o de 2017 no espaço de p odu os biológicos, Bio & Na u al,
do El Co e Inglés. Po im, com os esul ados ob idos no es udo po obse ação, oi ealizado um
es udo conclusi o a a és de en e is as no qual o am u ilizadas en e is as p esenciais no El Co e
Inglés e um ques ioná io online pa ilhado no Facebook na página o icial do Bio & Na u al. Pa a analisa
os esul ados do es udo o am aplicadas écnicas desc i i as, sendo que pa a c ia o modelo p edi i o
oi u ilizada a me odologia PLS-SEM.
Os esul ados do es udo demons am que os clien es de p odu os biológicos comp am p odu os
biológicos sob e udo de ido aos mo i os elacionados com a saúde, pelo que um g ande núme o das
endências iden i icadas es á elacionado com a saúde e es ilos de ida saudá eis. Toda ia, ambém
o am iden i icadas endências elacionadas com as ca ac e ís icas do p odu o e hábi os de comp a e
de consumo. Foi desen ol ido um modelo p edi i o com o obje i o de p e e as “ca ac e ís icas
alo izadas num p odu o biológico” uma ez que os a ibu os de um p odu o in luenciam a decisão de
comp a. Nos esul ados ob idos, e i icou-se que apenas as azões de comp a/consumo “ êm mais
qualidade”, “não con êm adi i os químicos” e “ajuda a p e eni doenças” são es a is icamen e
signi ica i as, pelo que êm in luência sob e a a iá el dependen e e consequen emen e sob e a
decisão de comp a.
PALAVRAS-CHAVE
Alimen os Biológicos, Re alho Alimen a Biológico, El Co e Inglés, Tendências de Consumo,
Compo amen o do Clien e.

i
ABSTRACT
This in e nship epo was elabo a ed unde he scope o he mas e ’s p og am in S a is ics and
In o ma ion Managemen wi h specializa ion in Ma ke ing Resea ch and CRM and aims o p esen he
wo k de eloped du ing he in e nship a El Co e Inglés, G andes A mazéns S.A, in Lisbon.
O ganic ood consump ion has been inc easing in Po ugal o e he yea s. G owing consume demand
o o ganic p oduc s has c ea ed oppo uni ies in o ganic a ming and has he e o e in ensi ied
compe i ion be ween o ganic ood e aile s ha a e ocused on he same niche o o ganic ood
consume s.
Thus, he main pu pose o he epo is o iden i y ends in o ganic ood consump ion o he El Co e
Inglés cus ome s. To achie e he gene al and speci ic objec i es o he s udy ou s eps we e de ined.
In he i s s ep we e analyzed he physical s o e sales and he online sales o El Co e Inglés in Lisbon
and a e wa ds we e analyzed he main compe i o ’s s o es such as Bio Me cado, Pu o Bio, Miosó is,
Go Na u al, Amo Bio and Celei o. In he ollowing s eps, wo ield s udies we e ca ied ou . Fi s ly, a
quali a i e obse a ion s udy was ca ied ou du ing Oc obe 2017 in he o ganic p oduc a ea, Bio &
Na u al, o El Co e Inglés. Finally, wi h he esul s ob ained in he s udy by obse a ion, was conduc ed
a conclusi e s udy h ough in e iews in which we e used ace o ace in e iews in El Co e Inglés and
an online ques ionnai e sha ed on Facebook on he o icial page o Bio & Na u al. To analyze he esul s
o his s udy, desc ip i e echniques we e applied, as well as he PLS-SEM me hodology o c ea e a
p edic i e model.
The s udy’s esul s show ha o ganic cus ome s buy o ganic p oduc s mainly due o heal h easons,
hence many iden i ied ends a e ela ed o heal h and heal hy li es yles. Howe e , he e we e also
iden i ied ends in ela ion o p oduc cha ac e is ics and pu chasing and consump ion habi s. The
p edic i e model was c ea ed o p edic he " alued cha ac e is ics in an o ganic p oduc " since he
a ibu es o a p oduc in luence he pu chase decision. In he esul s ob ained, i was e i ied ha
only he ollowing pu chase/consump ion easons: "ha e be e quali y", "do no con ain chemical
addi i es" and "help p e en diseases" a e s a is ically signi ican and he e o e in luence he
dependen a iable and consequen ly he pu chase decision.
KEYWORDS
O ganic Food, O ganic Food Re ail, El Co e Inglés, Consump ion T ends, Cus ome Beha iou .
ÍNDICE
1. In odução ................................................................................................................................ 1
1.1 Con ex ualização e De inição do P oblema ...................................................................... 2
1.2 Obje i os do Es udo ......................................................................................................... 2
1.3 Impo ância e Rele ância do Es udo ................................................................................ 3
1.4 A emp esa: El Co e Inglés ................................................................................................ 3
1.4.1 His ó ia da Emp esa .................................................................................................. 3
1.4.2 P incípios da Emp esa e Comp omissos com os Clien es ......................................... 5
2. Re isão de Li e a u a ............................................................................................................... 6
2.1 Ag icul u a Biológica ......................................................................................................... 6
2.2 P odu os Biológicos .......................................................................................................... 7
2.3 Ce i icação e Logó ipo dos P odu os Biológicos ............................................................. 8
2.4 Consumido Biológico ....................................................................................................... 9
2.5 Fa o es que In luenciam o Consumo de Alimen os Biológicos ...................................... 10
3. Con ex ualização do me cado ................................................................................................ 11
3.1 Análise do Me cado ........................................................................................................ 11
3.2 Re alho Alimen a Biológico ........................................................................................... 12
3.3 Tendências de Consumo Alimen a em Po ugal e no Mundo ...................................... 13
3.4 Análise PESTAL ................................................................................................................ 16
4. Me odologia ........................................................................................................................... 18
4.1 Análise Desc i i a das Vendas do Supe me cado El Co e Inglés de Lisboa .................. 18
4.1.1 Obje i o da Análise de Vendas ............................................................................... 18
4.1.2 In o mação U ilizada ............................................................................................... 18
4.2 Análise da Conco ência ................................................................................................. 19
4.2.1 Obje i o da Análise da Conco ência ...................................................................... 19
4.2.2 Recolha de In o mação ........................................................................................... 20
4.3 Es udo Quali a i o a a és da Obse ação .................................................................... 20
4.3.1 População-al o do Es udo po Obse ação ............................................................. 20
4.3.2 Seleção da Amos a do Es udo po Obse ação ..................................................... 21
4.3.3 Es u u a do Guião .................................................................................................. 21
4.3.4 Análise dos Resul ados do Es udo po Obse ação ................................................ 22
4.4 Es udo Conclusi o a a és de En e is as ...................................................................... 23
4.4.1 População-al o do Es udo Conclusi o a a és de En e is as ................................ 23
4.4.2 Seleção da Amos a do Es udo Conclusi o a a és de En e is as ........................ 23
4.4.3 Tipo de En e is a ................................................................................................... 24
4.4.4 Es u u a do Ques ioná io ...................................................................................... 24
i
4.4.5 Técnicas de Análise de Dados ................................................................................. 26
5. Análise dos Resul ados ........................................................................................................... 31
5.1 Análise Desc i i a das Vendas do El Co e Inglés de Lisboa ........................................... 31
5.1.1 Vendas To ais em Valo do Supe me cado El Co e Inglés de Lisboa .................... 31
5.1.2 Vendas To ais em Volume e Valo de P odu os Biológicos .................................... 31
5.1.3 Vendas em Valo do Supe me cado El Co e Inglés Online .................................... 34
5.1.4 Vendas em Valo de P odu os Biológicos do Supe me cado Online ...................... 34
5.2 Análise da Conco ência ................................................................................................. 35
5.3 Es udo Quali a i o a a és da Obse ação .................................................................... 37
5.3.1 Ca ac e ização ge al do Es udo po Obse ação .................................................... 37
5.3.2 Compa ação da obse ação ealizada du an e a manhã e a a de ........................ 43
5.3.3 Compa ação da obse ação ealizada du an e e após a al e ação do Bio & Na u al46
5.3.4 Conclusão do Es udo po Obse ação .................................................................... 47
5.4 Es udo Conclusi o a a és de En e is as ...................................................................... 49
5.4.1 Pe il da Amos a .................................................................................................... 49
5.4.2 Análise dos Resul ados ........................................................................................... 51
5.4.3 Análise dos Resul ados do Modelo de Equações Es u u ais ................................. 59
5.5 Tendências de Consumo de Alimen os Biológicos ......................................................... 62
5.6 Análise SWOT.................................................................................................................. 65
6. Discussão dos Resul ados e P incipais Conclusões ................................................................ 66
6.1 Discussão dos Resul ados ............................................................................................... 66
6.2 P incipais Conclusões ..................................................................................................... 66
7. Limi ações do Es udo ............................................................................................................. 69
8. Recomendações pa a T abalhos Fu u os ............................................................................... 70
9. Bibliog a ia ............................................................................................................................. 71
Anexos ......................................................................................................................................... 78
Anexo I - Vendas do Supe me cado El Co e Inglés de Lisboa .......................................... 78
Anexo II - Ma iz u ilizada na Análise da Conco ência ..................................................... 81
Anexo III - Guião do Es udo po Obse ação .................................................................... 82
Anexo IV - Ques ioná ios u ilizados no Es udo Conclusi o ............................................... 83
ii
ÍNDICE DE FIGURAS
Figu a 1. His ó ia do G upo El Co e Inglés S.A (Fon e: Websi e O icial do El Co e Inglés) ................... 4
Figu a 2. Eu o olha (Fon e: Comissão do Pa lamen o Eu opeu sob e Ag icul u a e Desen ol imen o
Ru al) .............................................................................................................................................. 8
Figu a 3. Mapa dos supe me cados de p odu os biológicos localizados pe o do El Co e Inglés (Fon e:
Google Maps) ............................................................................................................................... 13
Figu a 4. Modelo es u u al .................................................................................................................. 29
Figu a 5. Vendas em alo do Supe me cado El Co e Inglés de Lisboa (Fon e: Nielsen) ..................... 31
Figu a 6. Vendas em olume de p odu os biológicos do Supe me cado El Co e Inglés de Lisboa (Fon e:
El Co e Inglés) .............................................................................................................................. 32
Figu a 7. Vendas em alo de p odu os biológicos do Supe me cado El Co e Inglés de Lisboa (Fon e:
El Co e Inglés) .............................................................................................................................. 33
Figu a 8. Vendas, em alo , de p odu os biológicos no o al das endas do Supe me cado El Co e Inglés
de Lisboa ....................................................................................................................................... 33
Figu a 9. Vendas em alo do Supe me cado El Co e Inglés Online (Fon e: El Co e Inglés) .............. 34
Figu a 10. Vendas em alo de p odu os biológicos do Supe me cado El Co e Inglés Online (Fon e: El
Co e Inglés) .................................................................................................................................. 35
Figu a 11. Quan idade de p odu os adqui idos .................................................................................... 39
Figu a 12. Tempo gas o no Bio & Na u al pelos clien es obse ados ................................................... 39
Figu a 13. Idade e géne o dos clien es que comp a am menos de 7 p odu os ................................... 40
Figu a 14. Idade e géne o dos clien es que comp a am en e 8 e 17 p odu os ................................... 40
Figu a 15. Idade e géne o dos clien es que comp a am mais de 18 p odu os ..................................... 41
Figu a 16. Idade e géne o dos clien es que não ize am comp as ........................................................ 41
Figu a 17. P odu os is os pelos clien es obse ados ........................................................................... 42
Figu a 18. P odu os adqui idos ............................................................................................................. 42
Figu a 19. Idade e géne o dos clien es obse ados du an e a manhã e a a de .................................. 44
Figu a 20. Quan idade média de p odu os comp ados pelos clien es obse ados du an e a manhã e a
a de ............................................................................................................................................. 44
Figu a 21. P odu os is os pelos clien es obse ados du an e a manhã e a a de ............................... 45
Figu a 22. P odu os adqui idos pelos clien es obse ados du an e a manhã e a a de ....................... 45
Figu a 23. Idade e géne o dos clien es obse ados an es e depois da al e ação da á ea Bio & Na u al
...................................................................................................................................................... 46
Figu a 24. Quan idade média de p odu os comp ados an es e depois da al e ação da á ea Bio & Na u al
...................................................................................................................................................... 47
Figu a 25. Razões de não consumo/comp a de p odu os biológicos ................................................... 50
Figu a 26. Idade dos esponden es ....................................................................................................... 50
Figu a 27. Rendimen o dos Responden es ........................................................................................... 51
4
Figu a 1. His ó ia do G upo El Co e Inglés S.A (Fon e: Websi e O icial do El Co e Inglés)
O g upo El Co e Inglés de Po ugal con a com 20 agências de iagens, 7 lojas S e a, 6 supe me cados
Supe co , 3 lojas B ico , 2 lojas de depa amen o, 2 lojas Óp ica 2000 e 2 cen os de segu os.
El Co e Inglés, G andes A mazéns S.A, é a p incipal linha de negócio do g upo e segue o modelo de
g andes a mazéns que come cializam odo o ipo de p odu os e se iços. A sua o e a inclui uma
g ande a iedade de p odu os alimen a es, deco ação, ele ónica, joalha ia, mobiliá io, a igos de
laze e cul u a, b inquedos e de moda eminina, masculina e in an il. Pa a melho a o a endimen o ao
clien e e sa is aze as necessidades do mesmo, o El Co e Inglés o e ece se iços de a endimen o
pe sonalizado, p ocu a de me cado ia, ca a de comp as, ca ão p esen e, ca ão u is a, se iço de
en ega de comp as e os se iços de Click&Exp ess, Click&Collec e Click&Ca .
Em 1969 oi cons i uída, em Espanha, a agência de Viagens El Co e
Inglés S.A. Em Po ugal oi inaugu ada em 1994.
Em 1976 oi cons i uída a Óp ica 2000, especializada em p odu os e
se iços elacionados com a isão e a audição.
Em 1979 oi inaugu ado o hipe me cado Hipe co com seções de êx il,
baza , me cea ia, p odu os escos e es au ação.
Em 1982 oi c iado o Cen o de Segu os e Se iços El Co e Inglés.
Em 1988 oi c iada a emp esa In o má ica El Co e Inglés.
Em 2000 oi inaugu ada a cadeia de supe me cados Supe co .
Em 2002 oi lançada a ma ca S e a especializada em moda e
complemen os.
Em 2006 oi inaugu ada a p imei a loja da B ico especializada em
b icolage e deco ação.
Em 2015 oi c iado o se iço Click&Exp ess que pe mi e ealiza comp as
online e ecebe o pedido no domicílio.
Em 2017 oi lançada, em Po ugal, a loja de moda online El Co e Inglés.
Em 2017 oi inaugu ado no El Co e Inglés de Lisboa o Gou me
Expe ience.

5
1.4.2 P incípios da Emp esa e Comp omissos com os Clien es
Os p incípios do El Co e Inglés baseiam-se na ino ação, adap ação cons an e às no as endências e
necessidades do me cado, a iedade de so ido, especialização, qualidade, a endimen o
pe sonalizado, di e enciação, se iço e boa elação qualidade-p eço, que possibili am a máxima
sa is ação do clien e. O El Co e Inglés ege-se pelos seguin es p incípios:
▪ É ica e esponsabilidade. A emp esa em um compo amen o é ico e esponsá el em odos os
âmbi os de a uação do g upo com o im de c ia con iança e consolida a epu ação.
▪ Ga an ia e se iço de qualidade com uma o e a come cial ampla, di e enciada e ino ado a que
pe mi e man e o c escimen o emp esa ial do modelo de negócio.
▪ Relacionamen o e ínculo com a comunidade onde desen ol e a i idades a a és de um
elacionamen o cons an e e luido com os clien es, uncioná ios, o necedo es, acionis as,
conco ência, o ganizações sociais, ins i uições públicas e p i adas e a sociedade em ge al.
▪ Amizade pa a com o ambien e. O comp omisso ambien al epe cu ido nos di e en es âmbi os da
a i idade emp esa ial.
El Co e Inglés é uma emp esa o ien ada pa a o clien e. Desde a sua génese que man ém uma polí ica
de se iço ao clien e e um cons an e in e esse em adap a -se aos gos os e as necessidades do
me cado. A a és do comp omisso com o clien e, a emp esa conseguiu con e e -se em líde eu opeu
de g andes a mazéns e numa emp esa de e e ência na dis ibuição espanhola. Os comp omissos com
os clien es são os seguin es:
▪ Qualidade em odos os âmbi os de ação na alimen ação, moda, laze , ele ónica, la , despo o,
se iços, edi ícios e ins alações.
▪ Especialização em odas as á eas de a i idade a a és da p epa ação dos uncioná ios e de uma
g ande a iedade de p odu os que az com que sejam especialis as em odas as á eas em que
a uam. São especialis as em moda, pe uma ia, deco ação, iagens, cul u a e laze , alimen ação,
segu os e in o má ica.
▪ G ande so ido em odos os p odu os o e ecidos. A emp esa con a com uma ampla, a iada e
ino ado a o e a em odos os ipos de p odu os. Ap esen a uma g ande a iedade de ma cas,
p odu os e modelos adequados a odas as necessidades, gos os e possibilidades económicas.
▪ Se iços de excelen e qualidade. A emp esa di e encia-se pelo a endimen o pe sonalizado ao
clien e e ocação pa a a p es ação de se iços. Es á a en a às suges ões dos clien es pa a melho
esponde às suas necessidades e coloca à sua disposição os p odu os que desejam.
▪ Ga an ia absolu a dos p odu os e dos se iços que o e ece. Es e comp omisso engloba odos os
comp omissos an e io es po que des e modo ga an e o se iço e o p odu o que o e ece nas suas
lojas. É a cha e da elação de con iança que man ém com os seus clien es.
6
2. REVISÃO DE LITERATURA
2.1 AGRICULTURA BIOLÓGICA
A Comissão Codex Alimen a ius (1999) es abelecida em 1963 pela O ganização das Nações Unidas pa a
a Alimen ação e Ag icul u a de ine a ag icul u a biológica como “um sis ema de p odução holís ico,
que p omo e e melho a a saúde do ecossis ema ag ícola, ao omen a a biodi e sidade, os ciclos
biológicos e a a i idade biológica do solo. P i ilegia o uso de boas p á icas de ges ão da explo ação
ag ícola, em luga do ecu so a a o es de p odução ex e nos, endo em con a que os sis emas de
p odução de em se adap ados às condições egionais”.
A ag icul u a biológica es á legalmen e egulamen ada pela União Eu opeia desde que o Regulamen o
(CEE) nº 2092/91, ela i o ao modo de p odução biológico de p odu os ag ícolas e à sua indicação nos
p odu os ag ícolas e nos géne os alimen ícios, en ou em igo em 1992. Desde a en ada em igo
des e egulamen o, a UE passou a egulamen a a ag icul u a biológica, as eg as pa a o ulagem, a
ans o mação, a inspeção e o comé cio dos p odu os biológicos no in e io da União Eu opeia. O
egulamen o oi al e ado e de ogado di e sas ezes, sendo que a ualmen e a p odução biológica na
União Eu opeia é egulada pelo Regulamen o (CEE) nº 834/2007 e o Regulamen o (CEE) nº 889/2008
que es abelece no mas de execução do egulamen o an e io . O Regulamen o (CEE) nº 834/2007
e ogou e subs i uiu o egulamen o 2092/91 e e e e-se à p odução biológica e à o ulagem dos
p odu os biológicos, endo como inalidade a de inição mais explíci a dos obje i os, os p incípios e as
eg as aplicadas ao modo de p odução biológico pa a aumen a a con iança dos consumido es e
con ibui pa a uma pe ceção ha monizada do concei o de ag icul u a biológica.
Segundo a Comunidade Económica Eu opeia (2007) a p odução biológica é um “sis ema global de
ges ão das explo ações ag ícolas e de p odução de géne os alimen ícios que combina as melho es
p á icas ambien ais, um ele ado ní el de biodi e sidade, a p ese ação dos ecu sos na u ais, a
aplicação de no mas exigen es em ma é ia de bem-es a dos animais e mé odo de p odução em
sin onia com a p e e ência de ce os consumido es po p odu os ob idos u ilizando subs âncias e
p ocessos na u ais”. Desse modo, a ag icul u a biológica desempenha um papel ele an e, uma ez
que esponde à p ocu a po p odu os biológicos po pa e dos consumido es e con ibui pa a o bem-
es a dos animais, pa a a p o eção do ambien e e pa a o desen ol imen o u al.
Con o me o Regulamen o (CEE) nº 834/2007 a p odução biológica em como inalidade con ibui pa a
um ele ado ní el de di e sidade biológica, u iliza com esponsabilidade os ecu sos na u ais (a água,
os solos, as ma é ias o gânicas e o a ), espei a as no mas de bem-es a dos animais, espei a os
sis emas e ciclos da na u eza, man e e e o ça a saúde dos solos, da água, das plan as e dos animais,
ob e p odu os de ele ada qualidade e, po im, p oduzi g ande a iedade de alimen os biológicos
que se adequam à p ocu a po pa e dos consumido es, p oduzidos a a és de p ocessos que não
sejam p ejudiciais pa a o ambien e, a saúde humana e a saúde e o bem-es a dos animais.
7
2.2 PRODUTOS BIOLÓGICOS
Os alimen os biológicos são ob idos ou ab icados de aco do com os equisi os da ag icul u a biológica
(Hoppe e al., 2013). Pa a Dias e al. (2015) os alimen os biológicos, mais p op iamen e chamados de
alimen os p oduzidos segundo o modo de p odução biológico, esul am de um sis ema de p odução,
p ocessamen o e embalamen o de alimen os que exclui p odu os sin é icos e adi i os químicos em
odas as e apas de p odução. Pa a W igh (1997) os alimen os biológicos podem se de inidos como
p odu os p oduzidos po um sis ema ag ícola que e i a o uso de e ilizan es, pes icidas, egulado es
de c escimen o e adi i os pa a alimen ação animal.
O P og ama O gânico Nacional do Depa amen o de Ag icul u a dos Es ados Unidos (2007) de ine os
alimen os biológicos como sendo p oduzidos po ag icul o es que alo izam a u ilização de ecu sos
eno á eis, a conse ação do solo e da água pa a melho a a qualidade ambien al e p omo e um
desen ol imen o sus en á el pa a as u u as ge ações. Des a o ma, a ca ne, as a es, os o os e os
p odu os lác eos de i am de animais que são c iados ao a li e, não ecebem an ibió icos ou
ho monas de c escimen o e, po an o, odos os alimen os biológicos são p oduzidos sem a u ilização
de ag o óxicos con encionais.
No me cado de alimen os biológicos nem odos os p odu os são p oduzidos com 100% ing edien es
biológicos, es es p odu os são designados po alimen os biológicos ans o mados. Na União Eu opeia
as emp esas de ans o mação de p odu os alimen a es que p e endem come cializa os seus
p odu os com a o ulagem e o logó ipo da UE de em cump i os p incípios especí icos es abelecidos
nos egulamen os sob e o modo de p odução biológico. De aco do com o a igo 19 do Regulamen o
nº 834/2007 as emp esas de em u iliza ing edien es biológicos, exce o quando es es não es ão
disponí eis. Sendo que nes a si uação a u ilização de ing edien es não biológicos é limi ada, os
p odu os alimen a es de em con e pelo menos 95% de ing edien es p o enien es de ag icul u a
biológica. Quando os p odu os biológicos êm menos de 95 % de ing edien es biológicos não podem
se o ulados como al, con udo o ab ican e pode menciona os ing edien es biológicos na lis a de
ing edien es e indica no ó ulo a pe cen agem o al de ing edien es biológicos.
Po an o, os alimen os cons i uídos po 100% ing edien es biológicos de em cump i as seguin es
eg as:
▪ As semen es de em se de o igem biológica.
▪ É p oibida a u ilização de o ganismos gene icamen e modi icados, de adiações ionizan es e de
subs âncias químicas ou a i iciais como e ilizan es e pes icidas.
▪ Apenas é pe mi ido u iliza e ilizan es ou es umes na u ais p o enien es de ag icul u a
biológica.
▪ O solo de cul i o de e pe manece no mínimo ês anos sem a u ilização de p odu os que não são
pe mi idos na p odução biológica.
▪ Os animais de em e nascido e se c iados em explo ações biológicas, alimen ados com alimen os
biológicos e não podem se u ilizados p omo o es de c escimen o e aminoácidos sin é icos.
8
2.3 CERTIFICAÇÃO E LOGÓTIPO DOS PRODUTOS BIOLÓGICOS
Como já oi e e ido, na União Eu opeia a ag icul u a biológica é egulada pelo Regulamen o CEE nº
834/2007 ela i o à p odução biológica e à o ulagem dos p odu os biológicos, que es abelece no mas
de alhadas cujo cump imen o é con olado e ce i icado po o ganismos ac edi ados. Es e
egulamen o enume a as condições que os p odu os biológicos de em cump i em odas as ases de
p odução pa a ob e em a ce i icação da p odução biológica (AGROBIO- Associação Po uguesa de
Ag icul u a Biológica, 2011). De aco do com AGROBIO (2011) a ce i icação de p odu os biológicos “é
um sis ema de con olo, com um egulamen o especí ico eu opeu e uma no ma po uguesa, que
o ien a as p á icas dos in e enien es da cadeia de p odução, ans o mação, dis ibuição,
a mazenamen o, impo ação e expo ação dos p odu os biológicos”. Pa a a Fede ação In e nacional
dos Mo imen os de Ag icul u a Biológica (2017) os p odu os biológicos ce i icados são os p odu os
que são p oduzidos, a mazenados, p ocessados e come cializados de aco do com as especi icações
écnicas p ecisas e são ce i icados como biológicos po um o ganismo de ce i icação.
Pa a melho a o econhecimen o e a iden i icação de alimen os biológicos pelos consumido es, oi
in oduzido o logó ipo biológico da União Eu opeia, a Eu o olha ( igu a 2), em 1 de julho de 2010,
sendo que a u ilização do logó ipo en ou em igo a pa i de 1 de julho de 2012. Os p odu os p é-
embalados p oduzidos em qualque um dos Es ados Memb os são ob igados a u iliza o logó ipo da
União Eu opeia, no en an o o logó ipo ambém pode se u ilizado po p odu os impo ados de países
e cei os e p odu os não p é-embalados p oduzidos na União Eu opeia. Ao lado do logó ipo é exibida
a in o mação que indica o local onde os ing edien es ag ícolas o am p oduzidos, bem como o código
de au o idade de con olo. Além disso, o logó ipo biológico pode se u ilizado simul aneamen e com
os logó ipos nacionais ou p i ados (Comissão do Pa lamen o Eu opeu sob e Ag icul u a e
Desen ol imen o Ru al, 2010). A Eu o olha ga an e que:
▪ A p odução biológica espei a a na u eza e os p odu os são p oduzidos de o ma sus en á el.
▪ Os animais são c iados ao a li e de aco do com as condições que p omo em o seu bem-es a .
▪ É in e di a a u ilização de o ganismos gene icamen e modi icados (OGM) na ag icul u a biológica.
▪ Os ope ado es da p odução biológica são con olados uma ez po ano po o ganismos de con olo
ou au o idades compe en es pa a ga an i que espei am as eg as do modo de p odução
biológico, bem como as eg as de saúde e p o eção do consumido .
▪ Exis em limi ações es i as pa a o uso de pes icidas químicos, e ilizan es e an ibió icos nos
alimen os biológicos.
Figu a 2. Eu o olha (Fon e: Comissão do Pa lamen o Eu opeu sob e Ag icul u a e Desen ol imen o Ru al)
9
2.4 CONSUMIDOR BIOLÓGICO
A a és da e isão de li e a u a de á ios a igos, nomeadamen e in e nacionais, que es uda am os
consumido es de alimen os biológicos é possí el aze uma ca ac e ização dos consumido es e
conhece o seu pe il. A maio ia dos es udos ocam-se em a iá eis demog á icas como o géne o, a
idade, o endimen o, a escola idade e o ag egado amilia pa a es uda e segmen a os consumido es
biológicos (Guido, 2009). No en an o, alguns es udos u ilizam uma segmen ação múl ipla
ac escen ado a iá eis psicog á icas e compo amen ais como a a i ude, consciência e equência de
comp a (Pea son, 2010).
De aco do com o es udo do Pea son (2010) odos os segmen os demog á icos comp am p odu os
biológicos, oda ia exis e uma endência e iden e. São sob e udo as mulhe es, com ilhos pequenos,
com maio pode de comp a e ele ado ní el de ins ução que endem a comp a p odu os biológicos
(Pea son, 2010; Gan, 2014). Os ilhos são uma das p incipais azões pa a consumi alimen os biológicos
(Thompson e Kidwell, 1998; Sangkumchaliang e Huang, 2012; Wa d e al., 2012; Gan, 2014), sendo que
as amílias com ilhos meno es êm maio in enção de comp a de p odu os biológicos (Thompson e
Kidwell, 1998). No ge al, as mulhe es êm maio p obabilidade de adqui i p odu os biológicos, uma
ez que na maio ia das ezes são elas quem az as comp as e es ão p eocupadas com a saúde e
ques ões ambien ais (McEache n e McClean, 2002; U ena e al., 2008; Zande e al., 2015). Pos o is o,
as mulhe es êm maio consciência e mais conhecimen os sob e os iscos alimen a es. (McIn osh e
al., 1994; To jusen e al., 2001; S obbelaa e al., 2007).
Os consumido es mais equen es de alimen os biológicos êm o ensino supe io , maio pode de
comp a e pe encem às classes sociais mais al as (Padel e Fos e , 2005; S obbelaa e al., 2007, Kesse-
Guyo , 2013). Pa a além disso, os consumido es com ní eis de escola idade mais al os êm maio
conhecimen o sob e p odu os biológicos e endimen os mais ele ados que possibili am paga p eços
p emium, po isso, es es consumido es são mais p opensos à comp a de p odu os biológicos. (Zepeda
e Li, 2007; Thøge sen e Zhou, 2012). O consumo de alimen os biológicos es á elacionado com o
endimen o, dado que os p odu os biológicos são mais ca os que os p odu os con encionais. Toda ia,
os consumido es podem es a dispos os a paga p eços p emium po p odu os biológicos se
ac edi a em que es es p odu os possuem as qualidades desejá eis que os p odu os con encionais não
de êm (Gan e al., 2014). Po sua ez, os indi íduos que conside am os p odu os biológicos mais ca os
êm endimen os e ní eis de escola idade mais baixos (Kesse-Guyo e al., 2013).
A maio ia dos au o es ambém es udou a idade dos consumido es de alimen os biológicos, con udo
os esul ados são con adi ó ios. O es udo de Onyongo e al. (2007) conclui que são os consumido es
mais jo ens que e elam mais in e esse em p odu os biológicos. Toda ia, os esul ados dos es udos
de S olz e al. (2011) e Kesse-Guyo e al. (2013) demons am que a idade média dos consumido es de
alimen os biológicos si ua-se na aixa e á ia dos 40 anos. Johansen e al. (2011) a i ma que os jo ens
quando compa ados com os consumido es mais adul os êm menos conhecimen os sob e a saúde e
expec a i as em elação à alimen ação saudá el.
Pa a alguns au o es o consumo de alimen os biológicos es á elacionado com o es ilo de ida.
Schi e s ein e Ophuis (1998) a i mam que a comp a de p odu os biológicos az pa e da adoção de um
es ilo de ida mais amplo, de i ado de um de e minado sis ema de alo es que in luenciam a
pe sonalidade, as a i udes e o compo amen o do consumido . Pa a Cicia e al. (2002) o consumo de

10
alimen os biológicos es á mui as ezes elacionado com ou as al e na i as de es ilos de ida como o
ambien alismo, ege a ianismo e/ou al e na i a à medicina.
2.5 FATORES QUE INFLUENCIAM O CONSUMO DE ALIMENTOS BIOLÓGICOS
De ido à c escen e p ocu a po alimen os biológicos, a comp eensão dos a o es que in luenciam o
compo amen o de comp a o na-se essencial pa a os p odu o es de alimen os biológicos,
o necedo es, es au ação biológica e p o issionais de ma ke ing no desen ol imen o e
implemen ação de es a égias de sucesso (Teng e al., 2015).
Po ou o lado, as decisões elacionadas com a alimen ação ambém são impo an es, uma ez que o
seu impac o global cons i ui um dos a o es que con ibui pa a as al e ações climá icas, em e mos de
água, consumo de ene gia e u ilização do solo. Essas escolhas le an am ques ões ace ca dos seus
de e minan es, bem como se são acionais ou ins in i as (Ka sa o a, 2015). O es udo da União
Eu opeia, “Ajuda os consumido es da União Eu opeia a oma decisões in o madas” desen ol ido em
2015, iden i icou de e minan es económicos (como o cus o, o endimen o e a disponibilidade), ísicos
(como a escola idade, a acessibilidade e as habilidades), sociais (como a cul u a e a amília),
psicológicos (como o humo , o s esse e a culpa) e, po im, pessoais (como as a i udes, as c enças e o
conhecimen o sob e alimen os).
De aco do com Da ol (2001) e Lomba di e al. (2007) os p incipais mo i os de consumo de p odu os
biológicos são a amília, a saúde, a p eocupação ambien al, a segu ança alimen a e o sabo dos
alimen os. Sha ie e Rennie (2012) iden i ica am como mo i os p incipais a saúde, o ambien e e o bem-
es a dos animais. Lockie e al. (2004) e Voon e al. (2011) des aca am o a o ambien al, pois
conside am que os consumido es que se p eocupam com o ambien e e es ão en ol idos em p á icas
sus en á eis são mais p opensos a comp a em p odu os biológicos. Assim sendo, as p incipais azões
pa a a comp a de p odu os biológicos são: a saúde, o melho sabo dos alimen os, o impac o posi i o
no ambien e e o bem-es a dos animais (Sha ie e Rennie, 2012).
Es udos ecen es apon am que os consumido es alo izam a qualidade dos p odu os biológicos e es ão
dispos os a paga p eços p emium po p odu os com qualidade supe io e a ce i icação de p odução
biológica (Chen e Lobo, 2012). Ozgu en (2012) ac escen a que o p eço e a saúde são os p edi o es de
comp a de p odu os biológicos. Pa a Teng e al. (2015) as pessoas impo an es pa a o consumido
in luenciam o consumo de alimen os biológicos, pois caso es as conside em que es es p odu os são
bons/maus, po conseguin e o consumido e á mais/menos in enção de comp a de p odu os
biológicos. Kaya (2016) a i ma que os a o es elacionados com a saúde são ão impo an es como os
a o es não elacionados com a saúde.
11
3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO MERCADO
3.1 ANÁLISE DO MERCADO
Em Po ugal não exis em es a ís icas de alhadas e e en es ao me cado de p odu os biológicos e,
po an o, não é conhecido o alo do me cado da alimen ação biológica, nem a pa e da p odução
nacional des inada ao me cado in e no ou à expo ação (Fe ei a, 2016). As es a ís icas disponí eis em
Po ugal são ela i as ao modo de p odução biológico (MPB). Es as es a ís icas incluem dados sob e o
núme o de ope ado es do MPB, a á ea de cul i o po ipo de cul u a e po egião e as espécies animais
p oduzidas segundo o MPB. Os dados di ulgados pela Di eção Ge al de Ag icul u a e Desen ol imen o
Ru al indicam que no inal de 2016 a supe ície ag ícola u ilizada co espondia no o al a uma á ea de
245.052 hec a es, dos quais 171.743 e am de ag icul u a biológica e 73.308 es a am em con e são.
Segundo os dados do Gabine e de Es a ís icas da União Eu opeia (Eu os a , 2017), em Po ugal a á ea
de cul i o biológico aumen ou 44.219 mil hec a es en e 2012 e 2016, e i icando-se um c escimen o
de 22% em qua o anos. Em 2016 a ag icul u a biológica ep esen a a 6,7% do o al da á ea ag ícola
do país, sendo que o ácio es á na média da União Eu opeia com 6,69% da á ea de cul i o biológico no
o al da ag icul u a da UE. Os dados do Eu os a mos am que no inal de 2016 a UE de inha 12 milhões
de hec a es cul i ados segundo os equisi os da ag icul u a biológica. Os Es ados Memb os com maio
á ea de cul i o dedicada à ag icul u a biológica são a Áus ia com 571 mil hec a es, seguindo-se a
Suécia com 553 mil hec a es e Es ónia com 181 mil hec a es.
Em elação ao consumo de alimen os biológicos e i ica-se que es á concen ado em duas egiões,
Es ados Unidos da Amé ica e Eu opa, uma ez que em 2015 ep esen a am 90% das endas de
p odu os biológicos no me cado global (Wille e Le noud, 2017). Segundo a mesma on e, na Eu opa
em 2015 o consumo médio pe capi a de p odu os biológicos e a de 36,4 eu os e 53,7 eu os nos
Es ados Memb os, sendo que Po ugal e a um dos países que menos consumia po pessoa alimen os
biológicos, dado que o consumo pe capi a e a de 2 eu os. Con o me os dados da abela 1, adap ados
do li o O Mundo da Ag icul u a Biológica, ap esen ado po Wille e Le noud em 2017, os países
eu opeus que mais consomem pe capi a são a Suíça, Suécia, Luxembu go e Áus ia.
Quan o ao olume de negócios, em 2015 o maio me cado de alimen os biológicos oi o dos Es ados
Unidos da Amé ica com 35.8 biliões de eu os (ap oximadamen e 47% do me cado global), seguindo-
se a Eu opa com 27,1 biliões de eu os (35% do me cado global) e a China com 4,7 biliões de eu os (6%
do me cado global). Os países eu opeus com endas mais ele adas em e alho biológico em 2015
o am a Alemanha com 8,6 biliões de eu os, a F ança com 5,5 biliões de eu os e o Reino Unido que
a u ou 2,6 biliões de eu os. Con udo, em Po ugal as endas no e alho biológico o am mui o
in e io es às endas de ou os países eu opeus, o país a u ou 21 milhões de eu os que co espondem
a 0,2% da quo a de me cado em alimen os biológicos (Wille e Le noud, 2017).
12
País
Vendas do
e alho
Consumo
pe capi a
em €
Taxa de
c escimen o
2014-2015
Quo a de me cado
em alimen os
biológicos
Alemanha
8.62 biliões
105.9
11,1
4,8
F ança
5.534 biliões
83.3
14,6
2,9
Reino Unido
2.604 biliões
40.2
4,9
1,4
Suíça
2.175 biliões
262.2
5,2
7,7
Suécia
1.726 biliões
177.1
20,2
7,3
Dinama ca
1.079 biliões
190.7
12
8,4
Luxembu go
94 milhões
170
4
7,5
Po ugal
21 milhões
2
0,2
União Eu opeia
27.107 biliões
53.7
12,6
Eu opa
29.781 biliões
36.4
13
Tabela 1. Vendas do e alho, consumo pe capi a em eu os, axa de c escimen o e quo a de me cado em alimen os
biológicos dos países eu opeus em 2015 (Fon e: O Mundo da Ag icul u a Biológica, Wille e Le noud, 2017)
Em ou ub o de 2017 oi publicado no Diá io da República o Despacho n.º 9093/2017 no âmbi o da
Es a égia Nacional pa a Ag icul u a Biológica (ENAB) e o Plano de Ação pa a a P odução e P omoção
de P odu os Ag ícolas e Géne os Alimen ícios Biológicos (Plano de Ação). Foi c iado o Obse a ó io
Nacional da P odução Biológica que em como obje i o ecolhe , a a e di ulga os dados, online
a a és de um po al, sob e a p odução, ans o mação, come cialização e consumo de alimen os
biológicos. Os dados ainda não es ão disponí eis e não exis em mui os es udos e e en es ao consumo
de alimen os biológicos em Po ugal, po isso não é possí el quan i ica os consumido es biológicos e
ca ac e iza os seus hábi os de comp a e de consumo. Po ém, o am ei os alguns es udos de me cado
po emp esas especializadas. Segundo o es udo ealizado pelo T age G oup Index da Ma k es em
2016, no qual o am inqui idos 8.564 indi íduos com mais de 15 anos esiden es em Po ugal
Con inen al, exis em mais de 4 milhões de consumido es de p odu os biológicos, ep esen ando 47,7%
do o al do uni e so em es udo. As mulhe es com mais de 45 anos, pe encen es à classe social média
e média al a e que esidem na egião Sul, são as p incipais consumido as de p odu os biológicos. Os
p odu os mais p ocu ados são: animais c iados ao a li e (50,5%), p odu os de
ag icul o es/p odu o es (47,8%), u as e legumes (47,2%), p odu os à enda em pequenos me cados
(35,8%) e p odu os com bene ícios pa a a saúde (35,6%).
3.2 RETALHO ALIMENTAR BIOLÓGICO
A ag icul u a biológica ou o a um nicho de me cado, passou pa a a g ande dis ibuição (Sil a, 2012).
De ido à c escen e p ocu a po alimen os biológicos as cadeias de g ande dis ibuição in es i am na
p odução e come cialização de alimen os biológicos po o ma a da espos a às necessidades do
me cado. As g andes cadeias de dis ibuição es ão a en as às no as endências de consumo, pelo que
come cializam uma g ande a iedade de p odu os biológicos que de ma ca p óp ia, que de ma ca
do ab ican e. O g upo Sonae con a com se e supe me cados de p odu os biológicos Go Na u al e in e
e um es au an es com a mesma insígnia na á ea me opoli ana de Lisboa, além disso, ambém
come cializa p odu os biológicos nas lojas Con inen e na á ea especializada Á ea Vi a. O Pingo Doce
desde que lançou a sua ma ca p óp ia de p odu os biológicos, em 2007, em indo a ala ga a sua
o e a e o g upo Auchan con a a, em 2016, com qua o espaços BIO no Jumbo de Almada, Sin a,
Se úbal e Maia e com uma o e a de mais de 450 p odu os biológicos.
13
Há cada ez mais espaços dedicados à come cialização de alimen os biológicos, uma ez que
a ualmen e exis em supe me cados, pada ias, es au an es, me cados e ei as dedicadas a es e ipo
de p odu os. Exis em lojas especializadas po odo o país, con udo g ande pa e es á concen ada no
conselho de Lisboa. Na egião da G ande Lisboa exis em mui os supe me cados e me cados de
p odu os biológicos, mui os dos quais es ão localizados pe o do El Co e Inglés ( igu a 3). Pa a os
esponsá eis da Villabio (2017) a exis ência de mais lojas aumen a a o e a, c iando des a o ma
economias de escala. Consequen emen e, os p eços so em al e ações o nando es es p odu os mais
acessí eis pa a os consumido es. Toda ia, a concen ação das lojas na mesma á ea pode á se
p ejudicial, pois as lojas conco em pelos mesmos clien es o que pode á desencadea gue as de
p eços, mais p omoções e es a égias de ma ke ing mais ag essi as.
Figu a 3. Mapa dos supe me cados de p odu os biológicos localizados pe o do El Co e Inglés (Fon e: Google Maps)
3.3 TENDÊNCIAS DE CONSUMO ALIMENTAR EM PORTUGAL E NO MUNDO
Em Po ugal não exis em es udos disponí eis sob e as endências de consumo de alimen os biológicos.
No en an o, alguns es udos sob e endências de consumo o am concedidos pelas emp esas que os
elabo a am. Em ab il de 2017, a emp esa Deloi e Po ugal ap esen ou o es udo “Já conheceu o no o
consumido ?” que analisou as endências de consumo em Po ugal. As p incipais conclusões do es udo
são as seguin es:
▪ Sma -shopping. De ido ao ápido acesso a uma eno me quan idade de in o mação, o consumido
de hoje é mais exigen e, in o mado e mais sensí el ao p eço e, po conseguin e, az comp as
planeadas pa a eduzi as comp as po impulso, pelo que oma decisões mais conscien es,
sus en á eis e esponsá eis.
▪ Saúde e bem-es a . Os consumido es êm consciência da impo ância da alimen ação saudá el,
po isso, en am inclui nas suas o inas, hábi os mais saudá eis que pe mi am e uma melho
qualidade de ida. Es a endência di ide-se em ês ca ego ias: alimen os biológicos (conside ados
20
4.2.2 Recolha de In o mação
Pa a ecolhe in o mação sob e a conco ência o am u ilizados dois mé odos. O p imei o mé odo
consis iu na análise online dos websi es, das lojas online, das edes sociais como Facebook, Ins ag am
e da página no Zoma o. A análise dos websi es e das edes sociais pe mi iu ecolhe in o mações sob e
os se iços o e ecidos, os e en os, a no o iedade das lojas, a classi icação das páginas no Zoma o e,
a a és das lojas online dos supe me cados que in es i am no e-comme ce, oi possí el compila
in o mações mais de alhadas sob e as ma cas e os p odu os endidos. O segundo mé odo consis iu na
isi a a lojas conco en es pa a ecolhe in o mações sob e as ca ego ias, a a iedade de p odu os, as
ma cas come cializadas e as p omoções p a icadas.
Du an e o pe íodo da ecolha de dados, as in o mações o am egis adas numa ma iz de con eúdo e,
pos e io men e, oi ei a uma análise quali a i a dos esul ados. A ma iz de con eúdo é compos a
pelas seguin es a iá eis: localização das lojas, ca ego ias de p odu os, ma cas, a iedade de p odu os,
p omoções, se iços, websi e e no o iedade.
4.3 ESTUDO QUALITATIVO ATRAVÉS DA OBSERVAÇÃO
4.3.1 População-al o do Es udo po Obse ação
De ido à inexis ência de in o mação sob e o pe il dos clien es que comp am/consomem p odu os
biológicos do El Co e Inglés de Lisboa e o seu compo amen o de comp a, oi ealizado um es udo po
obse ação não pa icipan e du an e o mês de ou ub o de 2017. O es udo inha como inalidade
ca ac e iza o compo amen o de comp a e o pe il demog á ico dos clien es que comp am p odu os
biológicos no El Co e Inglés de Lisboa.
A população-al o do es udo é cons i uída po odos os indi íduos, do géne o eminino e masculino, de
odas as aixas e á ias que es i e am p esen es na á ea de p odu os biológicos do El Co e Inglés de
Lisboa du an e o mês de ou ub o. Desse modo, a população-al o ambém inclui indi íduos que não
ealiza am comp as e que apenas i am os p odu os, is o que ambém é ele an e de ini o seu pe il
e ca ac e iza o seu compo amen o na loja, uma ez que pode ão se po enciais clien es e a
in o mação ecolhida pode á se ú il pa a iden i ica as azões pelas quais não e e i a am a comp a.
Pa a além disso, essa in o mação oi u ilizada pa a compa a com o compo amen o dos clien es que
comp a am pelo menos um p odu o biológico.
Quan o às ca ac e ís icas demog á icas dos clien es obse ados, não oi de inida a idade e o géne o
is o que não exis e in o mação sob e essas ca ac e ís icas e, como já oi e e ido na e isão de
li e a u a, an o os jo ens como os adul os comp am e consomem p odu os biológicos. Rela i amen e
ao géne o, a maio ia dos au o es dos es udos que o am mencionados na e isão de li e a u a concluiu
que são, maio i a iamen e, as mulhe es que comp am p odu os biológicos. Toda ia, no p esen e
es udo é ele an e obse a o compo amen o de ambos os géne os com o im de ecolhe in o mação
pa a de ini o pe il demog á ico dos clien es e iden i ica as endências de consumo de p odu os
biológicos.

21
4.3.2 Seleção da Amos a do Es udo po Obse ação
No es udo po obse ação o am idos em con a p a icamen e odos os indi íduos que en a am no
espaço de p odu os biológicos, uma ez que não exis e uma base de sondagem dos clien es de
p odu os biológicos e, ambém, po que o obje i o e a obse a compo amen os espon âneos e
na u ais.
O es udo po obse ação oi ealizado du an e o mês de ou ub o e du an e os dias ú eis. Pa a ob e
maio di e sidade nos esul ados o am obse ados clien es de segunda- ei a à sex a- ei a e em
ho á ios di e en es (du an e a manhã e a a de). Ao obse a os clien es em dias e ho á ios di e en es
oi possí el e i ica se exis em di e enças en e o compo amen o de comp a obse ado. Pa a além
disso, du an e o mês de ou ub o o espaço de p odu os biológicos oi al e ado, pelo que o am
obse ados clien es an es e depois da al e ação do espaço com a in enção de e i ica a di e ença no
compo amen o de comp a dos clien es.
4.3.3 Es u u a do Guião
O guião do es udo po obse ação é compos o po dez a iá eis que o am u ilizadas pa a ca ac e iza
o compo amen o de comp a e o pe il do clien e. An es de inicia a obse ação de cada clien e, o am
ecolhidas in o mações como o dia, ho a e o núme o de clien e com o p opósi o de iden i ica o clien e
e ca ac e iza as obse ações ealizadas. Po an o, o am obse adas as seguin es a iá eis pa a
ca ac e iza o compo amen o de comp a dos clien es de p odu os biológicos (anexo III):
▪ Faixa e á ia e géne o pa a de ini o pe il demog á ico dos clien es que comp am alimen os
biológicos. É ele an e conhece o pe il dos clien es com o im de descob i quem são os
comp ado es e pa a compa a o compo amen o de comp a dos á ios segmen os de clien es de
p odu os biológicos. Po ém, a in o mação sob e a aixa e á ia pode es a en iesada, pois os dados
o am ecolhidos sem ques ioná io e con a o di e o com os clien es e oi iden i icada com base na
minha pe ceção;
▪ Núme o de p odu os adqui idos pa a pe cebe se é um clien e que em o hábi o de comp a
p odu os biológicos, comp a em g ande quan idade ou, po ou o lado, se é um clien e que comp a
pouco;
▪ P odu os ou ca ego ias is as ou p ocu adas pa a iden i ica os p odu os e ca ego ias mais
p ocu adas pelos clien es;
▪ P odu os comp ados pa a iden i ica os p odu os mais e menos adqui idos;
▪ Compa ou p odu os/ma cas semelhan es pa a pe cebe se o clien e é iel a um p odu o/ma ca
ou escolhe median e ca ac e ís icas como p eço e/ou a iedade;
▪ Compa ou p eços pa a pe cebe se o clien e é sensí el ao p eço e compa a os p eços dos p odu os
ou pelo con á io se o a o p eço não é ele an e pa a o clien e;
▪ Leu o ó ulo dos p odu os, ou seja, se é um clien e que se p eocupa com a sua alimen ação e lê a
in o mação nu icional an es de adqui i um p odu o;
▪ Pediu apoio ao endedo de modo a e i ica se o clien e necessi a de um uncioná io no espaço
de p odu os biológicos pa a o ajuda a encon a os p odu os biológicos desejados e/ou ajuda
comp eende a in o mação nu icional dos p odu os;
22
▪ Tempo médio que demo ou a aze uma comp a ou a e p odu os biológicos pa a pe cebe se
as comp as são ápidas e/ou planeadas ou, pelo con á io, são mais demo adas ou se clien e não
conhece o Bio & Na u al e demo a mais empo a e e escolhe p odu os.
Após obse a cada clien e oi ei a uma obse ação, po exemplo, de quais os p odu os que inha no
ces o de comp as, se inha uma lis a de comp as, se comp ou em p omoção e se inha ou não p odu os
no ces o de comp as. Essa in o mação ambém oi u ilizada pa a iden i ica os segmen os de clien es
de p odu os biológicos e ca ac e iza o compo amen o desses clien es.
Na abela 2, es ão ep esen adas as a iá eis u ilizadas no guião com as espe i as opções de espos a.
Va iá eis
Na u eza das
a iá eis
Opções de egis o
Dia da semana
Ho as
Núme o do clien e
ID
Géne o
Quali a i a
F ou M
Faixa E á ia
Quan i a i a
20, 30, 40, 50, 60, 70, 80
Núme o de p odu os comp ados
Quan i a i a
P odu os comp ados
Quali a i a
P odu os is os
Quali a i a
Compa ou ma cas e/ou p odu os
Quali a i a
Sim ou Não
Compa ou p eços
Quali a i a
Sim ou Não
Leu o ó ulo
Quali a i a
Sim ou Não
Pediu apoio ao endedo
Quali a i a
Sim ou Não
Tempo médio
Quan i a i a
≤1 - menos de 1 minu o
≤5 - en e 2 e 5 minu os
≤10 - en e 6 e 10 minu os
≤15 - en e 11 e 15 minu os
≤20 - en e 16 e 20 minu os
≤25 - en e 21 e 25 minu os
≤30 - en e 26 e 30 minu os
Obse ação
Quali a i a
Tabela 2. Va iá eis es udadas no es udo po obse ação
4.3.4 Análise dos Resul ados do Es udo po Obse ação
Os esul ados do es udo es ão incluídos no mesmo capí ulo, uma ez que oi ei a uma análise ge al
do es udo que ambém inclui a ca ac e ização demog á ica da amos a. Esse capí ulo é cons i uído po
ês secções, pois, p imei amen e oi ealizada uma análise desc i i a de odos os clien es obse ados
du an e os di e en es dias da semana, pe íodos do dia e an es e depois da al e ação do espaço de
p odu os biológicos. Pos e io men e, o am compa ados os esul ados da obse ação en e os
di e en es pe íodos do dia, manhã e a de, e os esul ados da obse ação ealizada an es e depois da
23
al e ação do Bio & Na u al. Isso, com o in ui o de e i ica se exis e di e ença en e o compo amen o
dos clien es que azem comp as de manhã e à a de e se hou e al e ações no compo amen o dos
clien es após a al e ação do espaço Bio & Na u al.
Os esul ados o am egis ados numa ma iz de con eúdo no Mic oso Excel compos a pelas a iá eis
u ilizadas no es udo. Pa a análise dos esul ados o am u ilizadas as unções do Mic oso Excel como
a média e a equência. Pa a analisa as a iá eis quan i a i as o am analisadas a média e a equência
das espos as e pa a as a iá eis quali a i as oi analisada a equência das espos as.
4.4 ESTUDO CONCLUSIVO ATRAVÉS DE ENTREVISTAS
4.4.1 População-al o do Es udo Conclusi o a a és de En e is as
A população-al o do es udo conclusi o, ealizado em janei o de 2018, é cons i uída po odos os
indi íduos esiden es em Po ugal que comp am/consomem p odu os biológicos do El Co e Inglés
e/ou de ou os locais onde são come cializados es es p odu os.
No es udo po obse ação concluiu-se que são sob e udo as mulhe es nas aixas e á ias dos 30 e 40
anos que mais comp am p odu os biológicos, po ém oi de inida a população-al o sem e em
conside ação a idade e o géne o. Sendo o obje i o p incipal do es udo iden i ica as endências de
consumo de p odu os biológicos o na-se pe inen e es uda os consumido es de p odu os biológicos
de odas as aixas e á ias e de ambos os géne os. Tan o homens como mulhe es, de odas as aixas
e á ias comp am/consomem p odu os biológicos e êm hábi os e azões de consumo di e en es, pelo
que é impo an e conhece os seus mo i os, hábi os de comp a e de consumo com a inalidade de
iden i ica as endências de consumo. Rela i amen e ao local de esidência, não oi de inida uma
localidade, is o que a página o icial do Facebook do Bio & Na u al onde oi pa ilhado o ques ioná io
é pública e, po conseguin e, odos os habi an es de Po ugal êm acesso à página do Bio & Na u al e
ao ques ioná io.
4.4.2 Seleção da Amos a do Es udo Conclusi o a a és de En e is as
A amos a es á dis ibuída em dois g upos uma ez que o am u ilizados dois ipos de en e is as. Foi
aplicado um ques ioná io online na página o icial do Bio & Na u al no Facebook e o am ambém
ealizadas en e is as p esenciais no Supe me cado El Co e Inglés de Lisboa na á ea de p odu os
biológicos Bio & Na u al.
A amos a dos indi íduos que esponde am ao ques ioná io online é cons i uída po indi íduos do
géne o eminino e masculino, de odas as aixas e á ias, que seguem a página Bio & Na u al no
Facebook e que comp am ou não p odu os biológicos no El Co e Inglés de Lisboa.
Po sua ez, a amos a dos indi íduos en e is ados ace-a- ace é compos a po clien es do
Supe me cado El Co e Inglés de Lisboa que comp am/consomem p odu os biológicos. A amos a oi
selecionada a a és da amos agem po quo as com base em c i é ios demog á icos como a idade e o
géne o. Fo am es abelecidas oi o quo as que pe azem um o al de cinquen a en e is as, epa idas
de o ma desigual dado que no es udo po obse ação concluiu-se que os clien es mais equen es de
24
p odu os biológicos são mulhe es, nomeadamen e, nas aixas e á ias dos 30 e 40 anos. Des e modo,
apenas as quo as cons i uídas po clien es de géne o eminino si uados nas aixas e á ias dos 30 e 40
anos con êm mais elemen os, sendo que as es an es quo as o am epa idas de o ma igual.
Géne o
Faixa E á ia
20
30
40
+ 50
F
5
10
10
5
M
5
5
5
5
Tabela 3. Dis ibuição da amos a de aco do com o géne o e a aixa e á ia
4.4.3 Tipo de En e is a
Con o me já e e ido an e io men e, o am aplicados dois ipos de en e is as. De ido à inexis ência
de uma base de sondagem dos clien es que comp am p odu os biológicos, op ou-se po c ia um
ques ioná io online a a és do Google Fo ms que oi pa ilhado na página o icial do Bio & Na u al no
Facebook en e o dia 17 de janei o de 2018 e 2 de e e ei o de 2018. Sendo o Facebook uma das edes
sociais mais u ilizadas em Po ugal e o Bio & Na u al uma página de p odu os biológicos com ele ada
no o iedade, dado que possui mais de 190.000 seguido es, op ou-se po coloca o ques ioná io no
Facebook de ido ao seu ní el de u ilização e à no o iedade do Bio & Na u al. Con udo, odos os
u ilizado es da ede social i e am acesso ao ques ioná io, pelo que a en e is a ia web não ga an e
que odos os esponden es já comp a am ou êm o hábi o de comp a p odu os biológicos no
Supe me cado El Co e Inglés de Lisboa e, além disso, não pe mi e con ola as ca ac e ís icas
demog á icas dos esponden es.
Sendo assim, o am ealizadas en e is as ace-a- ace no Supe me cado El Co e Inglés com o im de
complemen a as in o mações ecolhidas com o ques ioná io online, con ola as ca ac e ís icas da
amos a e conhece a opinião dos clien es. Pa a além disso, as en e is as p esenciais pe mi i am ob e
maio di e sidade nas espos as is o que os en e is ados o am selecionados median e as quo as
de inidas. As en e is as o am ealizadas en e os dias 22 e 27 de janei o de 2018, em di e en es
ho á ios (de manhã, à a de e à noi e) com o p opósi o de ob e di e sidade nas espos as e en e is a
os clien es de aco do com os c i é ios de inidos.
4.4.4 Es u u a do Ques ioná io
No p esen e es udo oi u ilizado o mesmo ques ioná io pa a as en e is as ace-a- ace e online, po ém
os ques ioná ios di e em apenas no p imei o e no quin o g upo (anexo IV). O ques ioná io u ilizado
es á o ganizado em seis g upos, sendo que o p imei o g upo co esponde às pe gun as de quali icação.
Assim sendo, no ques ioná io que oi aplicado online oi pe gun ado aos esponden es se já
comp a am/consumi am p odu os biológicos do El Co e Inglés. Independen emen e da espos a,
odos os esponden es esponde am ao ques ioná io. Tan o no ques ioná io ia online como no
ques ioná io p esencial oi pe gun ado aos esponden es se consomem e/ou comp am p odu os
biológicos, no en an o, os esponden es que escolhe am a opção “não” esponde am apenas à
25
pe gun a sob e as azões pelas quais não comp am/consomem es es p odu os e às pe gun as do
úl imo g upo sob e a idade, géne o, escola idade e endimen o.
O segundo g upo em como obje i o conhece os hábi os alimen a es no ge al dos esponden es.
Nesse g upo, oi pe gun ado como a aliam o seu conhecimen o sob e os bene ícios e os male ícios
dos ing edien es dos alimen os, se p ocu am nu ien es especí icos nos alimen os, se e i am
ing edien es nos alimen os e se seguem um plano alimen a especí ico. Pa a essas pe gun as o am
dadas opções de espos a e ambém a opção “ou os” pa a que os esponden es dessem a sua
espos a quando não se iden i ica am com as opções ap esen adas. As pe gun as do segundo g upo
êm o p opósi o de pe cebe se os inqui idos êm a endência de segui de e minadas die as, p ocu a
ing edien es e alimen os especí icos e se p ocu am in o mações sob e os p odu os que consomem.
O e cei o g upo é sob e os hábi os de comp a de p odu os biológicos. Nesse g upo p e endeu-se
conhece os locais de comp a de p odu os biológicos, equência de comp a e se a comp a de p odu os
biológicos é pa a o consumo p óp io.
O qua o g upo em como obje i o ca ac e iza os hábi os de comp a e de consumo de p odu os
biológicos. Pa a al, oi ques ionado aos esponden es as azões mais impo an es pa a comp a em/
consumi em p odu os biológicos. Pa a isso, o am ap esen adas oi o azões pa a as quais os inqui idos
inham de a alia numa escala de 1 (nada impo an e) a 7 (ex emamen e impo an e) cada azão. Em
elação à comp a/consumo de p odu os biológicos, oi ques ionado aos inqui idos quais são os
p odu os biológicos que êm o hábi o de adqui i , bem como se em 2018 êm a in enção de
comp a /consumi ou os p odu os biológicos que não cos umam comp a /consumi . Pa a essas
pe gun as oi ap esen ada a mesma lis a com as ca ego ias de p odu os e ambém a opção “ou os”
pa a os esponden es que não comp am/consomem os p odu os ap esen ados nas opções. Po úl imo,
com o im de sabe se os esponden es êm a in enção de aumen a o comp a/consumo de alimen os
biológicos, oi ap esen ada uma escala de 1 (não aumen a ei de ce eza) a 7 (aumen a ei de ce eza).
Sendo que os inqui idos que escolhe am um alo in e io a 4, esponde am à pe gun a sob e as azões
pelas quais não p e ende aumen a a comp a/consumo de p odu os biológicos.
No quin o g upo as pe gun as são e e en es ao Bio & Na u al. No ques ioná io online oi pe gun ado
aos pa icipan es se conhecem o Bio & Na u al, po conseguin e, os esponden es que não conhecem
não esponde am às pe gun as sob e o Bio & Na u al. Pa a sabe qual a opinião dos inqui idos sob e
o Bio & Na u al o am ap esen adas qua o a i mações pa a as quais os inqui idos inham de esponde
numa escala de 1 (disco do o almen e) a 7 (conco do o almen e). As a i mações dizem espei o à
a iedade de p odu os biológicos, lealdade ao Bio & Na u al, a in luência das edes sociais do Bio &
Na u al na comp a/consumo de p odu os biológicos e se conco dam que o Bio & Na u al em um
especialis a na loja pa a da ecomendações e suges ões.
Po im, o úl imo g upo p e ende ecolhe in o mação sob e os dados do inqui ido com o in ui o de
ca ac e iza o pe il da amos a de aco do com as a iá eis géne o, aixa e á ia, escola idade e
endimen o.
No ques ioná io o am u ilizadas ês pe gun as pa a medi a i udes e opiniões a a és da escala de
Like , de 1 a 7, u ilizando opções de espos a que a iam de um ex emo pa a ou o. Foi u ilizada es a
escala, uma ez que Mille (1956) e Viswana han e al. (2004) concluí am que se e pon os é o limi e
da capacidade humana pa a dis ingui e aze julgamen os, além disso poucas opções de espos a não

26
pe mi e disc imina a opinião dos esponden es. Coelho e Es e es (2007) conco dam com a a i mação
an e io , a i mando que poucas opções de espos a não o necem boa disc iminação das mesmas o
que o na mais di ícil encon a di e enças signi ica i as en e segmen os e limi a o mé odo de análise
de dados. Po ou o lado, um maio núme o de opções en iquece a análise dos dados e o cálculo en e
a co a iância das a iá eis, que é u ilizado na maio ia das écnicas de análise mul i a iada.
4.4.5 Técnicas de Análise de Dados
Pa a analisa os esul ados do es udo conclusi o o am aplicadas duas écnicas de análise de dados.
Numa p imei a ase oi ei a uma análise desc i i a a a és do so wa e es a ís ico IBM SPSS S a is ics
23 e, pos e io men e, oi c iado um modelo p edi i o a a és do modelo de equações es u u ais
supo ado pelo SMART PLS 3.
4.4.5.1 Modelo de Equações Es u u ais
O Modelo de Equações Es u u ais (SEM - S uc u al Equa ion Modelling) é uma écnica es a ís ica
mul i a iada de segunda ge ação de écnicas de análise de dados, ca ac e izada pela exis ência de
múl iplas elações en e a iá eis exógenas e endógenas. Es es modelos são conhecidos como
modelação causal, modelação de equações es u u ais com a iá eis la en es ou modelação de
equações es u u ais (Vila es & Coelho, 2011).
Segundo Klem (1995) a me odologia SEM é uma ex ensão da eg essão linea múl ipla. Enquan o que
na eg essão linea o in es igado es á in e essado em p e e uma a iá el dependen e, no modelo
de equações es u u ais há mais de uma a iá el dependen e. Na eg essão linea X in luencia Y e na
me odologia SEM X in luencia Y e Y in luencia Z. Desse modo, o modelo de equações es u u ais
pe mi e calcula odas as elações en e os a o es associados a um de e minado enómeno.
Codes (2005) a i ma que a me odologia SEM é uma écnica adequada no es udo de enómenos
complexos que en ol em múl iplas a iá eis. Es a écnica é ca ac e izada pela sua capacidade de
especi ica , es ima e es a elações hipo é icas en e um conjun o de a iá eis.
De aco do com Hai e al. (2014) as equações es u u ais combinam écnicas de análise a o ial e de
eg essão linea pa a es ima simul aneamen e as elações en e as a iá eis obse á eis e as a iá eis
la en es e, ambém, en e a iá eis la en es.
O modelo de equações es u u ais inclui dois ipos de a iá eis: não obse á eis di e amen e,
designadas po a iá eis la en es (que são medidas po meio de ou as a iá eis di e amen e
obse á eis) e as a iá eis de medida (que, po sua ez, são os indicado es u ilizados pa a medi
indi e amen e as a iá eis la en es) (Vila es & Coelho, 2011). No en an o, as a iá eis la en es e de
medida podem di idi -se em dois g upos de a iá eis, a iá eis endógenas e exógenas. As a iá eis
exógenas ou independen es, são as a iá eis explica i as do modelo que p ocu am explica uma ou
mais a iá eis endógenas (Rubens & San os, 2000). Po ou o lado, as a iá eis endógenas ou
dependen es são explicadas pelo modelo (Vila es & Coelho, 2011).
27
A me odologia SEM u iliza dois ipos de modelos, modelo es u u al e de medida. O modelo es u u al
de ine as elações en e as a iá eis la en es exógenas e endógenas. O modelo de medida é o mado
pelas equações que elacionam as a iá eis la en es com as a iá eis de medida (Vila es & Coelho,
2011). Segundo By ne (2010) o modelo de medida especi ica os indicado es de cada a iá el la en e e
pe mi e a alia a con iabilidade de cada cons u o ao es ima as elações causais que nelas oco em.
Exis em ês ipos de modelos de medida: modelo e le i o, modelo o ma i o e modelo mis o. No
modelo e le i o admi e-se que os indicado es obse ados cons i uem um e lexo das a iá eis
la en es não obse adas, ou seja, as a iá eis la en es são a “causa” das a iá eis obse adas. Po
ou o lado, no modelo o ma i o os alo es das a iá eis la en es são o mados a a és das
combinações de indicado es associados (Vila es & Coelho, 2011), o signi ica que as a iá eis la en es
são o “e ei o” esul an e das a iá eis obse adas. Po im, o modelo mis o esul a de uma combinação
do modelo e le i o com o modelo o ma i o.
O modelo de equações es u u ais eque de e minados c i é ios de alidação do modelo pa a es a
a adequabilidade do modelo p opos o. Caso não se e i iquem os c i é ios especí icos do modelo, o
modelo o mulado pode á en iesa os esul ados e, consequen emen e, as conclusões do es udo. A
me odologia PLS (mé odos baseados nas a iâncias das a iá eis dependen es) u iliza um conjun o de
c i é ios não pa amé icos pa a a alia o modelo. P imei amen e, são analisados os c i é ios do
modelo de medida e pos e io men e analisam-se os esul ados do modelo es u u al.
O modelo de medida é a aliado consoan e os c i é ios do modelo u ilizado, e le i o ou o ma i o. No
caso do modelo e le i o são usados qua o c i é ios: con iabilidade compos a (composi e eliabili y),
alidade con e gen e (con e gen alidi y), con iabilidade do indicado (indica o eliabili y) e alidade
disc iminan e (disc iminan alidi y). No modelo o ma i o são u ilizados ês c i é ios: alidade
con e gen e (con e gen alidi y), colinea idade en e indicado es (collinea i y) e a signi icância e
ele ância dos indicado es. A qualidade dos esul ados do modelo es u u al a alia-se de aco do com
os seguin es c i é ios: colinea idade en e as a iá eis la en es, signi icância dos coe icien es de
caminho, coe icien e de de e minação (R2), ele ância p edi i a (Q2) e amanho do e ei o ( 2) (q2) (Hai
e . al, 2014).
4.4.5.2 Modelo de Equações Es u u ais P opos o
No modelo p opos o a a iá el endógena ou dependen e é "ca ac e ís icas alo izadas num p odu o
biológico", dado que os a ibu os de um p odu o in luenciam e de e minam a decisão de comp a. As
ca ac e ís icas de um p odu o dizem espei o aos a ibu os que es ão na men e do consumido e que
são impo an es pa a o mesmo, desse modo o consumido i á escolhe o p odu o que sa is aça os
a ibu os que alo iza. De aco do com P asad (2012) num ambien e compe i i o a comp eensão e
p e isão da sa is ação dos clien es e dos a ibu os de comp a é cada ez mais impo an e. Conside ou-
se que as ca ac e ís icas alo izadas num p odu o biológico são a ibu os que os clien es u ilizam no
momen o de comp a pa a escolhe o p odu o, pelo que p e e esses a ibu os pe mi i á iden i ica os
a o es que in luenciam a decisão de comp a de p odu os biológicos.
O modelo es u u al ado ado nes e es udo é compos o po se e a iá eis la en es, sendo seis a iá eis
exógenas e uma a iá el endógena. No en an o, duas das seis a iá eis exógenas são e ei os
28
mode ado es. O p imei o mode ado é cons i uído pelas a iá eis a aliação do conhecimen o sob e
os ing edien es dos alimen os e azões de comp a/consumo de p odu os biológicos e o segundo
mode ado esul ou das a iá eis endimen o e equência de consumo.
O modelo p edi i o su giu de um conjun o de a iá eis que se conside ou que e iam maio impac o
e in luência sob e as ca ac e ís icas alo izadas num p odu o biológico. Nes e con ex o, o am
u ilizadas como a iá eis exógenas: o endimen o, a equência de consumo, a a aliação do
conhecimen o sob e os ing edien es dos alimen os e as azões de comp a/consumo de p odu os
biológicos. Em p imei o luga , op ou-se po escolhe o endimen o de ido ao ac o de se conside ado
um dos a o es de e minan es na comp a de um p odu o biológico, de aco do com a e isão de
li e a u a o p eço ele ado dos p odu os limi a a comp a e o consumo desses p odu os. Po
conseguin e, os consumido es com di e en es ní eis de endimen o pode ão alo iza ca ac e ís icas
di e en es, pelo que se conside ou que o endimen o pode á in luencia a a iá el endógena. Em
segundo luga , conside ou-se que a equência de consumo in luencia as ca ac e ís icas alo izadas.
Ac edi a-se que quan o maio a equência de consumo maio se á a impo ância a ibuída às
ca ac e ís icas de um p odu o biológico e, desse modo, a equência de consumo pode á in luencia
as ca ac e ís icas que o clien e alo iza num p odu o. Em e cei o luga , a a aliação do conhecimen o
sob e os ing edien es dos alimen os pode á in luencia as ca ac e ís icas alo izadas, pois ac edi a-se
que o conhecimen o que os indi íduos êm sob e os p odu os al e a a opinião dos consumido es ace
às ca ac e ís icas dos p odu os e, po an o, pode ão alo iza ca ac e ís icas consoan e o g au de
conhecimen o. Po im, as azões de comp a/consumo pode ão e in luência sob e as ca ac e ís icas
alo izadas, dado que o clien e comp a um p odu o quando su ge uma necessidade e pa a sa is aze
essa necessidade escolhe o p odu o que co esponde às ca ac e ís icas que alo iza e conside a
impo an es.
Como já oi mencionado, o am c iados dois e ei os mode ado es com o obje i o de e i ica a
in luência das a iá eis combinadas na a iá el dependen e. Po an o, o am u ilizadas as a iá eis
que se conside ou que e iam maio impac o nas ca ac e ís icas alo izadas. No p imei o mode ado
o am u ilizadas as a iá eis " azões de comp a/consumo de p odu os biológicos" e "a aliação do
conhecimen o sob e os ing edien es dos alimen os", is o que os pa icipan es no es udo conclusi o
êm no ge al bom conhecimen o sob e os ing edien es dos alimen os que comp am/consomem o que,
po sua ez, es e in luencia a comp a/consumo de p odu os biológicos. Po isso, conside ou-se que
quan o maio é o conhecimen o dos comp ado es e consumido es de p odu os biológicos sob e os
alimen os que comp am/consomem maio se á o impac o sob e as azões de comp a/consumo de
p odu os biológicos e consequen emen e sob e as ca ac e ís icas alo izadas num p odu o biológico.
No segundo mode ado o am u ilizadas as a iá eis endimen o e equência de consumo, is o que
o p eço in luencia a equência de consumo. Na e isão de li e a u a e nos es udos ealizados e i icou-
se que quan o mais al o é o endimen o, maio é a equência de consumo e, po an o, a impo ância
a ibuída às ca ac e ís icas do p odu o pode á se in luenciada e al e ada de aco do com a equência
e o endimen o do clien e.
29
Figu a 4. Modelo es u u al
O modelo de medida associa cada a iá el la en e a um conjun o de indicado es empí icos ob idos
a a és do ques ioná io. O modelo de medida do modelo p opos o é e le i o, is o signi ica que os
indicado es obse ados cons i uem um e lexo das a iá eis la en es não obse adas (Vila es &
Coelho, 2011). Na abela 4 são ap esen adas as desc ições das a iá eis de medida u ilizadas pa a
a alia as a iá eis la en es.
36
Em elação às ma cas endidas nos supe me cados biológicos, obse ou-se que a maio ia das ma cas
são es angei as, nomeadamen e ancesas e alemãs. No en an o, odos os supe me cados
come cializam as mesmas ma cas de alimen ação in an il (Babybio e Holle), p odu os pa a o la
(Eco e , L' A b e Ve e Sodasan) e p odu os de beleza (D . O ganic). Ve i icou-se, ainda, que odos os
supe me cados dispõem de um g ande núme o de ma cas em mui as ca ego ias de p odu os.
Compa a i amen e ao Bio & Na u al e à es an e conco ência, as lojas Miosó is, Bio Me cado, Pu o
Bio e Go Na u al possuem uma as a o e a de ma cas de chocola e, sob emesas, ca é, bolachas e
biscoi os.
Quan o à a iedade de p odu os, odos os supe me cados o e ecem g ande a iedade de p odu os
em á ias ca ego ias. A loja Amo Bio con a com mui a a iedade de queijos como emen al, b ie, e a,
moza ela, oque o , masca pone, pa mesão e alado. Além disso, o e ece á ias a iedades de
condimen os (canela, ca il, pimen a osa, p e a e doce, ca il indiano e cu cuma), de óleos (gi assol,
limão, cânhamo, semen es de linhaça, a gão e camelina) e de massas (sem glú en, in eg al, de len ilha
e melha, de eijão mungo, de milho, de a eia e com be e aba).
Celei o em á ias a iedades de mel (manuka, u ze, osmaninho, omilho, eucalip o e mul i lo al), de
açúca (deme a a, baunilhado, de cana em pó, em cubos e masca ado), de adoçan es (edulco an e,
xa ope de lo e u ose) e e eições como hambú gue es ege ais, iso o, canelone, kebab, mexilhão
e cama ão.
Miosó is possui uma as a o e a de sob emesas como c oissan s, madalenas, napoli anas, bolachas,
biscoi os, chocola es e gelados, de g anel e de p odu os de beleza e higiene. Além disso, é o único
supe me cado que em de e gen es a g anel.
Go Na u al é o supe me cado com mais opções de e eições p epa adas que inclui sushi e ou as
e eições ake away saudá eis p epa adas com ing edien es biológicos, além disso em mui os
p odu os pa a despo is as e suplemen os alimen a es.
Bio Me cado é o único supe me cado que come cializa a ma ca de cosmé ica Bio Logona e á ios
p odu os cosmé icos como lápis pa a olhos, base líquida e em pó, somb as, ba ons e e niz. Pa a além
disso, possui a iedades de lei e como lei e de o elha, de cab a e de égua.
Po úl imo, o supe me cado Pu o Bio possui uma g ande o e a de ba as de ce eais, muesli, g anola,
ce eais e chocola es. Também con a com mui a a iedade de queijos como oque o , emen al, b ie,
e a e a iado e p odu os pa a p epa a sob emesas como gela ina, c eme b ulee, pudim, co an es
alimen a es e a inhas.
De menciona que a conco ência além de o e ece uma g ande a iedade de p odu os biológicos,
ambém possui es au an es com opções de e eições pa a o pequeno-almoço, lanche e almoço nas
suas p óp ias lojas. Con udo, as classi icações no Zoma o, numa escala de um a cinco, são in e io es a
qua o es elas. Ao analisa os se iços o e ecidos, e i icou-se que odas as lojas o ganizam e en os
como degus ações, demos ações culiná ias e wo kshops de cozinha egan e ege a iana, doces,
alimen ação saudá el, cosmé ica na u al, pequenos-almoços, sopas, snacks, mamãs e bebés.
Con o me a abela 6, ambém são o e ecidos se iços como ca ão clien e e o e a, loja online e
p omoções a é 50% e a p omoção “le e 2 p odu os e pague 1”.

37
Se iços
Celei o
Miosó is
Bio
Me cado
Go
Na u al
Pu o
Bio
Amo
Bio
Bio &
Na u al Lisboa
Res au an e
✓
✓
✓
✓
✓
✓
Ca ão Clien e
✓
✓
✓
Ca ão o e a
✓
Loja online
✓
✓
✓
P omoções
5-50%
10%
a é 50%
10-50%
a é 50%

a é 50%
Wo kshop
✓
✓
✓
✓
✓
✓
Demons ação culiná ia
✓
✓
Degus ações
✓
✓
✓
✓
✓
Tabela 6. Análise dos se iços o e ecidos pela conco ência
Rela i amen e ao con eúdo dos websi es, odos os supe me cados, exce o o Pu o Bio (que não em
um websi e o icial), publicam ecei as, azões pa a consumi p odu os saudá eis e biológicos, a igos
sob e a saúde, no ícias, newsle e s, emen as dos es au an es e pe gun as equen es e e en es aos
p odu os biológicos.
Com a análise das edes sociais, ealizada em ou ub o de 2017, conclui-se que odas as lojas biológicas
es ão p esen es nas edes sociais. Todas êm uma página no Facebook e Zoma o embo a apenas
Celei o, Go Na u al e Bio Me cado enham uma con a no Ins ag am. No Facebook as lojas com maio
no o iedade são, po o dem dec escen e, Go Na u al, Celei o, Miosó is, Bio Me cado, Amo Bio e, po
úl imo, Pu o Bio. No Ins ag am, as lojas com mais seguido es são Go Na u al, Celei o e Bio Me cado.
5.3 ESTUDO QUALITATIVO ATRAVÉS DA OBSERVAÇÃO
5.3.1 Ca ac e ização ge al do Es udo po Obse ação
O es udo po obse ação começou no dia 3 de ou ub o e acabou a 31 de ou ub o de 2017. Con o me
a abela 7, du an e oi o dias o am ei as obse ações no pe íodo da manhã e du an e no e dias
du an e a a de. Conside a-se o pe íodo da manhã en e as 10 e 13 ho as e o pe íodo da a de en e
as 14 e 17 ho as. Fo am obse ados 560 clien es, sendo que no o al o am obse adas 648 pessoas
(43 casais, 24 amílias e 20 g upos de amigos). Os casais, as amílias e os g upos de amigos(as) o am
conside ados apenas como um clien e, dado que ize am as comp as em conjun o e, mui as das ezes,
pa ilha am o mesmo ces o de comp as. Além disso, qua o clien es epe i am a comp a, o clien e 23
(57, 113, 200 e 520), o clien e 247 (345), o clien e 197 (259) e o clien e 356 (419) e o am egis ados
mais de uma ez como clien es, no en an o na soma o al de pessoas obse adas o am conside ados
apenas uma ez.
38
Dia
Ho as
Nº clien es
obse ados
Géne o
Feminino
Masculino
3
10:00 – 13:00
25
18
9
4
10:00 – 13:00
20
16
5
6
14:00 – 16:40
39
33
18
9
14:00 – 16:20
32
23
11
10
14:00 – 16:00
31
26
8
11
14:00 – 16:00
36
37
9
13
14:00 – 16:00
39
37
12
17
10:00 – 13:00
35
34
8
18
10:30 – 13:00
40
30
18
19
10:30 – 12:30
31
31
5
20
11:00 – 12:30
30
24
10
23
14:00 – 16:00
34
31
6
24
14:00 – 16:00
32
28
7
25
14:00 – 15:30
33
30
9
27
11:00 – 13:00
38
36
11
30
14:00 – 15:30
37
36
9
31
11:00 – 12:30
28
24
8
Tabela 7. Núme o de clien es obse ados po dia e ho as
A g ande maio ia dos clien es obse ados pe ence ao géne o eminino (75,2%). As aixas e á ias
a iam en e os 20 e os 80 anos, sendo que a maio ia das pessoas em mais de 40 anos (67,6%) e
apenas 32,4% es ão nas aixas e á ias dos 20 e 30 anos. A aixa e á ia mais equen e, nos clien es de
géne o eminino é a dos 40 anos (18,9%), seguindo-se a aixa e á ia dos 30 anos (14,9%) e a dos 60
anos (14,3%). Po ou o lado, nos clien es do géne o masculino, as aixas e á ias mais equen es são
a dos 60 anos (7,2%), 50 anos (5%) e a aixa dos 40 anos (4,1%). Dos 43 casais obse ados, 41,9% es ão
na aixa e á ia dos 60 anos e dos 20 g upos de amigos(as), a maio ia (70%) em menos de 40 anos.
Faixa e á ia
Pessoas
obse adas
Géne o
Casais
Amigos
F
M
Meno de idade
1
0
1
0
0
20
92
71
21
7
3
30
120
98
22
6
4
40
151
124
27
5
7
50
112
79
33
5
2
60
141
94
47
18
2
70
33
23
10
2
2
80
7
5
2
0
0
To al
657
494
163
43
20
Tabela 8. Faixa e á ia dos clien es obse ados
No ge al, a g ande maio ia dos clien es obse ados compa ou p odu os semelhan es (68,2%) e p eços
(54,3%). Além disso, a maio ia dos clien es leu os ó ulos dos p odu os (52,7%), sendo que 1,4% des es
clien es leu os ó ulos de odos os p odu os que iu. No que diz espei o à quan idade de p odu os
comp ados, no mínimo oi comp ado um p odu o e no máximo 35 p odu os, sendo que em média
39
o am comp ados 3 p odu os. Pos o is o, dos 76,4% de clien es que comp a am pelo menos um
p odu o, 93% comp a am menos de 7 p odu os, 6,1% en e 8 e 17 p odu os e apenas 0,9% comp a am
mais de 22 p odu os.
Figu a 11. Quan idade de p odu os adqui idos
En e an o, os clien es ica am, em média, 6,69 minu os na á ea Bio & Na u al a comp a ou a e
p odu os. Toda ia, a maio ia (91,8%) icou menos de 10 minu os na loja, dos quais 52,5% demo ou
en e 1 e 5 minu os.
Figu a 12. Tempo gas o no Bio & Na u al pelos clien es obse ados
Mais de me ade dos clien es que comp a am menos de 7 p odu os encon a-se nas aixas e á ias dos
20, 30 e 40 anos (53,3%), sendo que a maio ia pe ence ao géne o eminino (70,6%). No en an o,
ap oximadamen e odas as amílias obse adas (95%) e a maio ia dos casais (62,8%) comp a am
menos de 7 p odu os. Con udo, em média o am comp ados 2,29 p odu os. Pos o is o, 61,8% dos
0
5
10
15
20
25
30
35
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 14 16 17 22 24 30 35
%
Núme o de p odu os
Quan idade de p odu os adqui idos
010 20 30 40 50 60
≤ 1 min.
≤ 5 min.
≤ 10 min.
≤15 min.
≤ 20 min.
≤ 25 min.
≤ 30 min.
%
Tempo gas o no Bio & Na u al
40
clien es compa a am p odu os, 47,5% compa a am os p eços dos p odu os e 45,7% le am os ó ulos
dos p odu os. No ge al as comp as o am ápidas, is o que 16,3% dos clien es demo a am menos de
1 minu o, 75,6% demo a am en e 2 e 10 minu os e apenas 8% demo a am en e 11 e 30 minu os.
Figu a 13. Idade e géne o dos clien es que comp a am menos de 7 p odu os
Dos clien es que comp a am en e 8 e 17 p odu os, a maio ia são mulhe es (69,2%) e
ap oximadamen e me ade es á na aixa e á ia dos 40 anos (46,2%), seguindo-se as aixas e á ias dos
30 anos (19,2%) e dos 50 anos (15,4%). Além disso, 73,1% compa a am p odu os e 34,6% compa a am
p eços. Em elação ao empo que demo a am a e e ua a comp a, obse ou-se que 53,1% demo a am
en e 6 e 10 minu os e 23,1% dos clien es demo a am en e 11 e 30 minu os.
Figu a 14. Idade e géne o dos clien es que comp a am en e 8 e 17 p odu os
Dos clien es que comp a am mais de 22 p odu os a maio ia é do géne o eminino (75%) e odos êm
mais de 30 anos. Todos os clien es compa a am p odu os semelhan es e le am os ó ulos dos p odu os
an es de comp a , no en an o 50% dos clien es compa a am p eços. Além disso, es es clien es
0
10
20
30
40
50
20 30 40 50 60 70
%
Faixa E á ia
Idade e géne o dos clien es que comp a am
menos de 7 p odu os
Feminino Masculino Casais
0
10
20
30
40
50
60
70
20 30 40 50 60
%
Faixa E á ia
Idade e géne o dos clien es que comp a am
en e 8 e 17 p odu os
Feminino Masculino Casais
41
demo a am mais empo pa a aze a comp a, dado que odos os clien es demo a am mais de 20
minu os.
Figu a 15. Idade e géne o dos clien es que comp a am mais de 18 p odu os
Dos 23,6% clien es que não comp a am p odu os, a maio ia (54%) encon a-se nas aixas e á ias dos
50, 60 e 70 anos. A g ande maio ia dos clien es compa ou p odu os semelhan es (78%) e p eços (79%).
Além disso, 48% le am os ó ulos e 8% pedi am apoio ao endedo . Rela i amen e ao empo dedicado
a e p odu os biológicos, e i icou-se que a maio ia (79,5%) icou menos de 5 minu os e 20,5% icou
en e 6 e 15 minu os.
Figu a 16. Idade e géne o dos clien es que não ize am comp as
Rela i amen e aos p odu os e às ca ego ias de p odu os mais is os, os legumes, as bebidas ege ais,
a u a, os chás, as bolachas, o iogu e, a cosmé ica e os ce eais são as ca ego ias mais p ocu adas e
is as pelos clien es. As ca ego ias menos p ocu adas são o muesli, as o ilhas, o a oz, o lei e de coco
e o açúca de coco.
0
20
40
60
80
100
30 50
%
Faixa E á ia
Idade e géne o dos clien es que comp a am mais
de 18 p odu os
Feminino Masculino
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
20 30 40 50 60 70
%
Faixa E á ia
Idade e géne o dos clien es que não ize am comp as
Feminino Masculino Casais

42
Figu a 17. P odu os is os pelos clien es obse ados
No en an o, os p odu os mais comp ados são os legumes, a u a, as bebidas ege ais, os o os, o pão,
os chás e os sumos. De no a que os legumes mais comp ados são as saladas, o oma e, a cebola e a
ba a a e as u as mais comp adas são a banana e o mi ilo. Os p odu os menos comp ados são os
caldos, o a oz, o pa ê, o couscous, as o ilhas, os hambú gue es, o mel e o ke i .
Figu a 18. P odu os adqui idos
Dos 9,1% de clien es que pedi am ajuda ao endedo , a maio ia pediu pa a localiza p odu os ou
ca ego ias de p odu os e apenas ês clien es (421, 424 e 509) pe gun a am sob e a di e ença en e
p odu os, como se cozinha a quinoa, qual é o p odu o que em mais nu ien es e qual é o melho
iogu e. Onze clien es es a am à p ocu a de p odu os, mas não encon a am, p ocu a am:
▪ Azei e u ado
▪ Mini cakes bio, ouxe a embalagem, mas não ha ia na loja
▪ E ilhas sem sal pa a bebé
0
20
40
60
80
100
120
140
F equência
P odu os is os
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
Legumes
Bebidas ege ais
Pão
Sumos
Conse as
G anola
Bolachas
Cosmé ica
Quinoa
To ilhas
Molhos
Pequeno-almoço…
Álcool
Tos as
Massas
Açúca
Vinag e
Empadas
Lasanha
Tempe os
Mel
Ke i
Caldos
To i as
Pa ê
F equência
P odu os adqui idos
43
▪ Ing edien es ame icanos com bene ícios pa a o co ação, que iu num li o de ecei as
ame icano. P ocu ou os ing edien es no Celei o, lojas ame icanas e b asilei as, po ém não
encon ou. Também p ocu a embalagens pequenas e áceis de anspo a
▪ Molhos pa a salada
▪ Semen es de gi assol pa a salada
▪ Cu cuma
▪ Espa gue e biológico sem glú en
▪ Muesli com u os e melhos, sem açúca e em embalagens maio es
▪ G anola sem açúca e canela
▪ Caldo da ma ca Special Line em embalagens pequenas
Em elação à obse ação que oi ei a no inal, obse ou-se que 20,7% dos clien es não inham
p odu os no ces o de comp as e que os p odu os mais equen es no ces o de comp as dos clien es
o am: u a, legumes, iogu es, água, sumos, ca ne, pão, bolachas e lei e. Além disso, 8% dos clien es
inham uma lis a de comp as, sendo que a maio ia em menos de 50 anos (55,6%) e é do géne o
eminino (60%). Des es clien es, 68,9% ize am comp as, po ém a média de p odu os comp ados pelos
clien es do géne o masculino (9,5 p odu os) é supe io à média das mulhe es (3,58 p odu os). No ge al,
as comp as o am mais ápidas, dado que 60% clien es ize am as comp as em menos de 10 minu os
e apenas 24,4% demo a am en e 11 e 30 minu os. Po úl imo, 6,4% dos clien es comp a am p odu os
em p omoção, dos quais 22,2% inham o olhe o com os p odu os assinalados. Em média comp a am
1,57 p odu os, nunca excedendo os 3 p odu os. As aixas e á ias, dos clien es que inham o olhe o,
a iam en e os 30 e os 60 anos, sendo que 62,5% dos clien es es ão na aixa dos 60 anos, 25% na aixa
dos 40 anos e 12,5% na aixa dos 30 anos.
5.3.2 Compa ação da obse ação ealizada du an e a manhã e a a de
Foi ei a uma compa ação en e o compo amen o de comp a obse ado du an e a manhã e a a de,
sendo a manhã o pe íodo conside ado en e as 10 e as 13 ho as e a a de o pe íodo en e as 14 e 16
ho as. Du an e a a de o am obse ados mais clien es (55,9%), e i icando-se uma di e ença de 11,8
pon os pe cen uais en e o pe íodo da manhã e da a de. Toda ia, em ambos os pe íodos o am
egis ados mais clien es do géne o eminino, 68% de manhã e 70,6% a a de. A maio ia das amílias e
dos casais o am obse ados du an e a a de, 58,3% e 55,8%, espe i amen e.
No que diz espei o à idade dos clien es, e i icou-se que du an e a manhã as aixas e á ias mais
equen es são a dos 60 anos (23,9%), 40 anos (19,8%) e 30 anos (18,6%). Po ou o lado, du an e a
a de, as aixas e á ias mais equen es são as dos 40 anos (24,3%), 70 anos (22,4%) e 30 anos (19,2%).
44
Figu a 19. Idade e géne o dos clien es obse ados du an e a manhã e a a de
Quan o à quan idade de p odu os comp ados, o núme o não di e e mui o nos dois pe íodos, is o que
de manhã e à a de, no mínimo, oi comp ado um p odu o e no máximo o am adqui idos 30 p odu os
de manhã e 35 p odu os à a de. Pos o is o, em ambos os pe íodos hou e clien es que não ize am
comp as, 24,9% dos clien es à a de e 21,9% dos clien es de manhã. Em média, de manhã o am
comp ados mais p odu os (3,22) compa a i amen e ao pe íodo da a de (2,93). Ve i icou-se que os
casais e os homens comp am em maio quan idade du an e a a de, is o que em média comp a am
3,07 e 3,82 p odu os, espe i amen e. Pelo con á io, as amílias e as mulhe es comp am em maio
quan idade de manhã, uma ez que em média comp a am 3,42 e 3,32 p odu os, espe i amen e.
Figu a 20. Quan idade média de p odu os comp ados pelos clien es obse ados du an e a manhã e a a de
Em elação aos p odu os p ocu ados e is os pelos clien es, de manhã os legumes, as bebidas ege ais,
a u a, os ce eais, os chás, as bolachas e o pão o am os p odu os mais p ocu ados e os p odu os
menos p ocu ados o am o lei e de coco, as ba as de ce eais, o o u e os hambú gue es. Du an e a
a de os p odu os mais p ocu ados o am a cosmé ica, os legumes, os chás, as bolachas, os iogu es,
0
5
10
15
20
25
Géne o
Feminino
Géne o
Masculino
Casais Géne o
Feminino
Géne o
Masculino
Casais
manhã a de
%
Faixa e á ia
Idade e géne o dos clien es obse ados du an e a
manhã e a a de
20 30 40 50 60 70 80
0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5
Média
Famílias
Casais
Homens
Mulhe es
Quan idade média de p odu os comp ados du an e a
manhã e a a de
Manhã Ta de
45
as bebidas ege ais e a u a e os p odu os menos p ocu ados o am as o ilhas o lei e de coco, os
hambú gue es, o inag e e o óleo de coco.
Figu a 21. P odu os is os pelos clien es obse ados du an e a manhã e a a de
Du an e a manhã os p odu os mais comp ados o am os legumes ( oma e, salada, cogumelos, ba a a),
u a (mi ilo e maça), bebidas ege ais, o os, sumos, bolachas e os p odu os menos comp ados o am
o lei e, hambú gue es, açúca de coco e ba as de ce eais. Con a iamen e, du an e a a de os
p odu os mais comp ados o am os legumes (salada, oma e, ba a a), u a (banana e mo ango),
iogu es, bebidas ege ais e pão.
Figu a 22. P odu os adqui idos pelos clien es obse ados du an e a manhã e a a de
0
10
20
30
40
50
60
70
legumes
bebidas ege ais
u a
ce eais
chá
bolachas
pão
iogu e
molhos
chcocola e
sumo
cosmé ica
a inha
conse as
azei e
g anola
alimen açao in an il
o os
inag e
semen es
u os secos
o ilhas
óleo de coco
lei e
ca ne
os as
de e gen es
o i as
lei e de coco
ba as de ce eais
o u
hambu gue es
F equência
P odu os is os du an e a manhã e a a de
Manhã Ta de
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
legumes
u a
bebidas ege ais
o os
sumos
bolachas
iogu e
pão
conse as
g anola
de e gen e
a inha
ca ne
chocola e
semen es
cosmé ica
molhos
ce eais
o ilhas
óleo de coco
inag e
lei e de coco
u os secos
u os secos
os as
ca é
ba as de ce eais
açúca coco
lei e
hambu gue es
F equência
P odu os adqui idos du an e a manhã e a a de
Manhã Ta de
52
Foi ques ionado aos esponden es se es es seguem um plano alimen a especí ico, pelo que mais de
me ade esponde am nega i amen e. Dos 40,9% que seguem um plano alimen a especí ico, 30,2%
seguem o semi- ege a ianismo, 27% o plano alimen a sem glú en e 22,2% o ege a ianismo. Po
oposição, os planos alimen a es com menos adep os são o paleo (11,1%) e o eganismo (9,5%). Na
opção “ou o plano alimen a ” os esponden es menciona am die as como pesce a iana, an icanc o,
medi e ânica, sem lac ose, sem soja, sem cacau, biológica, sem de e minados ipos de a inhas e
mac obió ica. Po im, ap oximadamen e odos os inqui idos (96,7%) p e endem con inua a segui o
plano alimen a em 2018.
Figu a 29. Plano alimen a seguido pelos esponden es
Quan o aos nu ien es mais p ocu ados pelos esponden es, e i icou-se que apenas 12,3% dos
inqui idos não p ocu am nu ien es especí icos nos alimen os. Po an o, os nu ien es mais
p ocu ados são as i aminas (29,4%), a p o eína (23,5%) e o cálcio (21%). Na opção “ou os nu ien es”
o am mencionados nu ien es como an ioxidan es, an i i al, imunoes imulan e, an i umo al e
magnésio.
Figu a 30. Nu ien es p ocu ados pelos esponden es
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40%
Vegan
Paleo
Flexi a ianismo
Vege a ianismo
Sem glú en
Plano Alimen a
To al En e is a P esencial En e is a Online
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35%
P o eína
Cálcio
Vi aminas
Po ássio
Fe o
Nu ien es
To al En e is a P esencial En e is a Online

53
A g ande maio ia dos esponden es (81,2%) e i a ing edien es nos alimen os que comp a/consome,
sendo os ing edien es mais e i ados o açúca (21,3%), os co an es alimen a es (16,9%) e os
a oma izan es a i iciais (16,2%). No en an o, os ing edien es que os inqui idos menos e i am são a
go du a (15%), os edulco an es (13,6%), o sal (10,3%) e o sódio (6,3%). Na opção “ou os ing edien es”
o am mencionados ing edien es como o óleo, soja, adi i os alimen a es como o E621, lac ose,
u ose, glú en, lei e, man eiga e hid a os de ca bono.
Figu a 31. Ing edien es e i ados pelos esponden es
Os locais p e e idos pa a e e ua em as comp as são, p incipalmen e, os hipe me cados e os
supe me cados (44,8%), seguindo-se as lojas especializadas em p odu os biológicos e os me cados
com 30,7% e 17%, espe i amen e. Apenas 3,1% comp am p odu os biológicos em lojas online, sendo
que nenhum dos en e is ados p esencialmen e a i mou comp a p odu os biológicos online.
Figu a 32. Locais de comp a de p odu os biológicos
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30%
Açúca
Edulco an es
Sal
Sódio
A oma izan es a i iciais
Co an es Alimen a es
Go du a
Ing edien es e i ados
To al En e is a P esencial En e is a Online
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70%
En e is a Online
En e is a P esencial
To al
Locais de comp a de p odu os biológicos
Fei as Lojas online
Me cados Lojas especializadas em p odu os biológicos
Hipe me cados/supe me cados
54
Analisando a equência de comp a e de consumo de p odu os biológicos, e i icou-se que a amos a
comp a e consome equen emen e p odu os biológicos, uma ez que a esmagado a maio ia comp a
(77,2%) e consome (90,6%) es es p odu os mais de uma ez po semana. Além disso,
ap oximadamen e odos os esponden es comp am p odu os biológicos pa a consumo p óp io, sendo
que apenas um inqui ido espondeu que comp a p odu os biológicos pa a a amília.
Figu a 33. F equência de comp a de p odu os biológicos
Foi ap esen ada uma lis a de azões de comp a/consumo de p odu os biológicos pa a os inqui idos
classi ica em a impo ância, numa escala de 1 (nada impo an e) a 7 (ex emamen e impo an e), cada
azão ap esen ada. As azões de comp a/consumo de p odu os biológicos que a amos a conside a
impo an es são “não con êm adi i os químicos”, “são mais saudá eis” e “ êm mais qualidade” com
89,9%, 87,9% e 84,6%, espe i amen e, uma ez que escolheu as opções de espos a 6 e 7. Ou as
azões conside adas impo an es são “ajuda a p e eni á ias doenças” (67,8%), “p eocupação com o
meio ambien e” (61,7%) e “p eocupação com o bem-es a dos animais” (55,5%).
Po ou o lado, a azão “ ecomendações do médico, amigos e/ou amilia es” é conside ada pouco
impo an e, dado que 34,2% da amos a espondeu 1 e 2. Além disso 40,3% dos esponden es op a am
pelas opções de espos a en e 3 e 5, o que signi ica que são indi e en es às ecomendações dadas po
ou as pessoas. Po im, em elação ao mo i o “p oblemas de saúde”, 21,5% conside am que é pouco
impo an e e 43,6% conside am como azão impo an e pa a comp a /consumi p odu os biológicos.
0% 10% 20% 30% 40% 50%
Menos de 1 ez po mês
1 ez po mês
2 a 3 ezes po mês
1 ez po semana
2 a 3 ezes po semana
Mais de 3 ezes po semana
F equência de comp a de p odu os biológicos
To al En e is a P esencial En e is a Online
55
Figu a 34. Razões de comp a/consumo de p odu os biológicos (escala de 1 a 7, em que 1 é nada impo an e e 7 é mui o
impo an e)
Em elação aos p odu os adqui idos, e i icou-se que as ca ego ias de p odu os mais comp adas são
as u as e/ou ege ais (33%), as bebidas não alcoólicas (19%), os ce eais, muesli e/ou g anola (18,7%)
e a pada ia e pas ela ia (13,2%). Pelo con á io, os lac icínios, os p odu os congelados e as conse as
são as ca ego ias menos comp adas com 9%, 4,5% e 2%, espe i amen e. Os 39 esponden es que
a i ma am comp a “ou os p odu os biológicos” menciona am p odu os como o azei e, a oz, massas,
quinoa, couscous, semen es, e as, o u, doces, compo as, ca ne, peixe, a inhas, supe alimen os,
empeh, leguminosas e e men o.
Figu a 35. P odu os que os esponden es comp am/consomem
Quando ques ionados sob e se p e endem comp a e/ou consumi ou os p odu os biológicos que
não êm o hábi o de comp a /consumi , 27,9% esponde am que não o encionam aze . Des es
esponden es, 35,4% esponde am ao ques ioná io online e 56% o am en e is ados no
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Têm mais qualidade
Não con êm adi i os químicos
P eocupação com o meio ambien e
P eocupação com o bem-es a dos animais
Ajuda a p e eni á ias doenças
Recomendações do médico, amigos e/ou amilia es
P oblemas de saúde
São mais saudá eis
Razões de comp a/consumo de p odu os biológicos
1234567
0%
10%
20%
30%
40%
En e is a Online En e is a P esencial To al
P odu os que os esponden es comp am/consomem
F u as e/ou ege ais Bebidas não alcoólicas
P odu os congelados Ce eais, muesli e/ou g anola
Lac icínios Pada ia e pas ela ia
Conse as
56
Supe me cado El Co e Inglés. En e an o, alguns dos esponden es jus i ica am a i mando que os
p eços são ele ados, que já comp am mui os p odu os biológicos ou que apenas comp am alguns
p odu os biológicos.
Dos inqui idos que encionam comp a /consumi ou os p odu os biológicos que não azem pa e da
sua o ina de comp a/consumo, 18,4% encionam comp a p odu os congelados, 17,2% conse as,
16,6% p odu os da pada ia e pas ela ia e, po úl imo, 14,7% esponde am que p e endem comp a
ce eais, muesli e/ou g anola. As ca ego ias que o am mencionadas com menos equência são as
u as e/ou ege ais (13,5%), as bebidas não alcoólicas (11,7%) e os lac icínios (8%). No en an o, apenas
qua o esponden es esponde am “ou os p odu os” e e e i am p odu os como azei e, álcool,
condimen os, massas e ca ne e peixe se eduzi em o p eço.
Figu a 36. P odu os que os esponden es encionam comp a /consumi
A g ande maio ia dos inqui idos (75,2%) em o hábi o de expe imen a ou os sabo es e a iedade de
p odu os biológicos que em po hábi o comp a /consumi . Es es indi íduos esponde am que
expe imen am, nomeadamen e, ou os sabo es e a iedades de u as e/ou ege ais (28,8%), bebidas
não alcoólicas e ce eais, muesli e/ou g anola ambas com 16,5% e, po úl imo, pada ia e pas ela ia
(14,6%). Na opção “ou os p odu os” esponde am que expe imen am ou as a iedades e sabo es de
doces, chocola es, quinoa, chá, a inhas, massas, semen es, olhados, leguminosas, peixe e ca ne.
0%
5%
10%
15%
20%
25%
En e is a Online En e is a P esencial To al
P odu os que os esponden es encionam
comp a /consumi
F u as e/ou ege ais Bebidas não alcoólicas
P odu os congelados Ce eais, muesli e/ou g anola
Lac icínios Pada ia e pas ela ia
Conse as
57
Figu a 37. P odu os que a amos a em o hábi o de expe imen a ou as a iedades e sabo es
Com a inalidade de sabe se os esponden es êm in enção de aumen a a comp a/consumo de
p odu os biológicos, pediu-se pa a esponde em numa escala de 1 (não aumen a ei de ce eza) a 7
(aumen a ei de ce eza). Os esponden es demons a am a in enção de aumen a a comp a/consumo
de p odu os biológicos, dado que a espos a média é 5,4. De no a que 77,9% esponde am que
p e endem aumen a a comp a/consumo de p odu os biológicos, dos quais 26,2% a i ma am que i ão
“aumen a de ce eza”.
Figu a 38. In enção de aumen a a comp a/consumo de p odu os biológicos (escala de 1 a 7, em que 1 é não aumen a ei de
ce eza e 7 é aumen a ei de ce eza)
Ainda assim, 22,1% dos inqui idos não p e endem aumen a a comp a/consumo de p odu os
biológicos. A jus i icação “são ca os” é a mais apon ada po es es indi íduos (66,7%), seguem-se azões
como “consumo poucos p odu os biológicos” (23,1%) e “não exis e mui a a iedade de p odu os
0%
5%
10%
15%
20%
25%
30%
35%
En e is a Online En e is a P esencial To al
P odu os que a amos a em o hábi o de expe imen a
ou as a iedades e sabo es
F u as e/ou ege ais Bebidas não alcoólicas
P odu os congelados Ce eais, muesli e/ou g anola
Lac icínios Pada ia e pas ela ia
Conse as
0%
5%
10%
15%
20%
25%
30%
35%
40%
1 2 3 4 5 6 7
In enção de aumen a a comp a/consumo de p odu os
biológicos
En e is a Online En e is a P esencial To al

58
biológicos” (10,3%). Na opção “ou as azões”, ês inqui idos esponde am que comp am/consomem
quase odos os p odu os biológicos, po que já comp am mui o e p e endem con inua , mas não
aumen a a comp a.
Pa a iden i ica as ca ac e ís icas mais alo izadas num p odu o biológico oi ap esen ada uma lis a de
ca ac e ís icas pa a os esponden es classi ica em numa escala de 1 ( alo izo pouco) a 7 ( alo izo
mui o) cada uma das ca ac e ís icas ap esen adas. Concluiu-se que a ca ac e ís ica mais alo izada é
a “ce i icação biológica”, dado que 81,2% escolhe am as opções 6 e 7. As es an es ca ego ias
alo izadas são “ a iedade disponí el” (69,1%), “o igem po uguesa” (65,1%), “embalagem
sus en á el” (63,1%) e “p eço baixo” (51%). No en an o, 65,8% da amos a é indi e en e em elação à
ca ac e ís ica “p eço ele ado”, is o que op ou po escolhe um alo en e 3 e 5. Além disso, 52,3% e
44,3% dos esponden es são indi e en es ela i amen e às ca ac e ís icas “embalagem amilia ” e
“embalagem indi idual”, oda ia, nas en e is as p esenciais alguns en e is ados esponde am que
depende do p odu o e do consumido inal. Se o p odu o é des inado apenas a uma ou duas pessoas
é p e e í el uma embalagem mais pequena, já se o pa a a amília dá-se p e e ência a uma
embalagem maio .
Figu a 39. Ca ac e ís icas de p odu os biológicos alo izadas (escala de 1 a 7, em que 1 é alo izo pouco e 7 é alo izo
mui o)
Apenas os esponden es do es udo online o am ques ionados sob e se já comp a am/consumi am
p odu os biológicos do Supe me cado El Co e Inglés e se conhecem a á ea de p odu os biológicos Bio
& Na u al. A maio ia já comp ou/consumiu p odu os biológicos do Supe me cado El Co e Inglés
(56,6%) e conhece o Bio & Na u al (61,6%). Po conseguin e, apenas os esponden es que conhecem
o Bio & Na u al esponde am às pe gun as sob e o Bio & Na u al, uma ez que o p e endido e a
conhece a opinião sob e o Bio & Na u al e apenas os indi íduos que o conhecem podem con ibui
pa a al.
Des e modo, pa a sabe a opinião dos esponden es sob e o Bio & Na u al o am ap esen adas qua o
a i mações pa a às quais os inqui idos inham de a ibui um alo numa escala de 1 (disco do
o almen e) a 7 (conco do o almen e). A maio ia da amos a (66,7%) conco da com a a i mação
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
O igem Po uguesa
Ce i icação Biológica
P eço ele ado
Embalagem sus en á el
Embalagem amilia
Embalagem indi idual
P eço baixo
Va iedade disponí el
Ca ac e ís icas de p odu os biológicos alo izadas
1234567
59
“Quando não encon o os p odu os que que o, ou comp a a ou a loja de p odu os biológicos”,
sendo que alguns dos en e is ados a i ma am que ambém comp am p odu os biológicos no Celei o,
Miosó is, Al azema, Pu o Bio ou Go Na u al e 62,2% conco da com a a i mação “Bio & Na u al em
mui a a iedade de p odu os biológicos”. No en an o, 45,9% dos esponden es são indi e en es à
a i mação “As edes sociais do Bio & Na u al in luenciam as minhas comp as/consumo”, is o que
a ibuí am um alo en e 3 e 5, e 37,8% dos esponden es disco dam da a i mação. Po úl imo, a
maio ia dos inqui idos (56,8%) é indi e en e à a i mação “Bio & Na u al em um especialis a na loja
pa a da ecomendações e suges ões” e 27% dos inqui idos disco dam da a i mação, dado que
a ibuí am um alo igual ou in e io à 2.
Figu a 40. Opinião da amos a ace às a i mações sob e Bio & Na u al (escala de 1 a 7, em que 1 é disco do o almen e e 7 é
conco do o almen e)
5.4.3 Análise dos Resul ados do Modelo de Equações Es u u ais
5.4.3.1 A aliação do Modelo de Medida
O modelo e le i o oi a aliado de aco do com os c i é ios de qualidade: consis ência in e na,
con iabilidade do indicado , alidade con e gen e e alidade disc iminan e.
Pa a e i ica a consis ência in e na, o alo de con iabilidade compos a e c onbach alpha de cada
a iá el la en e em de se supe io a 0.708. Con o me demons ado na abela 9, odas as a iá eis
la en es êm os alo es de con iabilidade compos a e de c onbach alpha supe io es a 0.708, o que
signi ica que as a iá eis são con iá eis.
Segundo o c i é io con iabilidade do indicado , odas as a iá eis de medida de em e loadings
supe io es a 0.708. No en an o, os loadings com alo es en e 0,4 e 0,7 de em se eliminados se
aumen a em a a iância média ex aída (AVE) e a con iabilidade compos a. Po isso, as a iá eis de
medida Razão 3, 4, 6 e 8 e as a iá eis de medida Ca ac e ís ica 3, 4, 5 e 6 o am emo idas. Esse
c i é io de qualidade con i ma-se, is o que o alo mais baixo dos loadings é 0,732, desse modo odas
as a iá eis la en es explicam mais de 70% da a iância dos seus indicado es.
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40%
Bio & Na u al em mui a a iedade de p odu os
biológicos
Quando não encon o os p odu os que que o, ou
comp a a ou a loja de p odu os biológicos
Bio & Na u al em um especialis a na loja pa a da
ecomendações e suges ões
As edes sociais do Bio & Na u al in luenciam as minhas
comp as/consumo
Opinião ace às a i mações sob e Bio & Na u al
1 2 3 4 5 6 7
60
A a iância média ex aída (AVE) é u ilizada pa a e i ica a alidade con e gen e. É ecomendado que
o AVE seja pelo menos igual a 0.5 pa a que mais de 50% da a iância das a iá eis de medida seja
explicada pela a iá el la en e (Vila es e Coelho, 2011). Todas as a iá eis la en es êm o AVE supe io
a 0.5, sendo que os alo es se si uam en e 0,683 e 1. Esse c i é io indica que as a iá eis la en es
explicam mais de 68% da a iância das a iá eis associadas.
Po úl imo, pa a con i ma o c i é io alidade disc iminan e o am u ilizados os c i é ios Fo nell-La cke
e c oss-loadings. Con i ma-se o c i é io Fo nell-La cke ( abela 10), dado que a aiz quad ada do AVE
de cada a iá el la en e é supe io à co elação da a iá el la en e com ou os pa es de a iá eis. Os
c oss-loadings das a iá eis de medida são supe io es aos loadings do seu g upo, po an o con i ma-
se o segundo c i é io de alidade disc iminan e.
A aliação do
conhecimen o
Ca ac e ís icas
alo izadas
F equência
de
consumo
E ei o
mode ado
1
Razões
de
consumo
Rendimen o
E ei o
mode ado
2
A aliação do conhecimen o
1
Ca ac e ís icas alo izadas
0,204
0,799
F equência de consumo
-0,011
-0,063
1
E ei o mode ado 1
-0,117
-0,308
0,041
1
Razões de consumo
0,225
0,646
-0,037
-0,401
0,886
Rendimen o
0,007
0,003
-0,119
-0,026
0,024
1
E ei o mode ado 2
0,035
-0,032
0,986
0
0
-0,058
1
5.4.3.2 A aliação do Modelo Es u u al
Con i mam-se odos os c i é ios de qualidade do modelo de medida, po an o as a iá eis la en es
podem se u ilizadas pa a es ima o modelo es u u al. Pa a a alia o modelo es u u al o am
u ilizados qua o c i é ios: e i icação de colinea idade en e as a iá eis, signi icância dos coe icien es
dos caminhos, coe icien e de de e minação (R2) e ele ância p edi i a (Q2).
Va iá el La en e
Va iá eis de medida
AVE
Con iabilidade
Compos a
C onbach
Alpha
Loadings
Razões de Consumo
Têm mais qualidade
0,786
0,916
0,863
0,910
Não con êm adi i os químicos
0,927
Ajuda a p e eni á ias doenças
0,819
Ca ac e ís icas
alo izadas num
p odu o biológico
O igem po uguesa
0,683
0,875
0,812
0,771
Ce i icação biológica
0,860
Embalagem sus en á el
0,827
Va iedade disponí el
0,732
Rendimen o
1
1
1
1
F equência de
consumo
1
1
1
1
A aliação do
conhecimen o
1
1
1
1
E ei o mode ado 1
1
1
1
1,23
E ei o mode ado 2
1
1
1
1,24
Tabela 9. C i é ios de qualidade do modelo de medida
Tabela 10. C i é io Fo nell-La cke
61
Pa a a alia o modelo es u u al, p imei o e i ica-se a colinea idade en e as a iá eis. Os esul ados
indicam que as a iá eis não es ão co elacionadas, is o que o Fa o de In lação de Va iância (VIF) é
in e io a 5, sendo que os alo es es ão en e 1 e 3,056. De seguida e i ica-se a signi icância dos
coe icien es que elacionam as a iá eis la en es a a és do Boo s apping. Fo am analisados seis
caminhos. Após a análise do Valo -p e Es a ís ica e i icou-se que apenas um caminho é
es a is icamen e signi ican e a um ní el de signi icância de 95%. Os es an es caminhos não são
es a is icamen e signi ica i os (Tabela 11), logo esses caminhos não são, do pon o de is a es a ís ico,
signi ica i os e não con ibuem pa a a explicação da a iá el elacionada.
Coe icien e
Es a ís ica
Signi icância
Valo -p
In e alo de
Con iança
A aliação do conhecimen o ->
Ca ac e ís icas alo izadas
0,052
0,703
NS
0,482
-0,090
0,196
F equência de consumo ->
Ca ac e ís icas alo izadas
-0,257
0,601
NS
0,548
-1,139
0,636
E ei o mode ado 1 -> Ca ac e ís icas
alo izadas
-0,040
0,652
NS
0,515
-0,119
0,119
Razões de consumo -> Ca ac e ís icas
alo izadas
0,606
7,328
P< 0,01
0,000
0,424
0,747
Rendimen o -> Ca ac e ís icas
alo izadas
-0,031
0,428
NS
0,669
-0,152
0,122
E ei o mode ado 2 -> Ca ac e ís icas
alo izadas
0,176
0,535
NS
0,593
-0,594
0,824
Tabela 11. Signi icância dos coe icien es dos caminhos
Po im, após a análise da signi icância dos coe icien es dos caminhos a alia-se o coe icien e de
de e minação (R2) e a ele ância p edi i a (Q2). O modelo explica 42,6% das ca ac e ís icas alo izadas
num p odu o biológico, desse modo o coe icien e de de e minação é conside ado mode ado. A
ele ância p edi i a (Q2) das a iá eis exógenas sob e a a iá el endógena é 0,238, pelo que é
conside ada média.
No p esen e modelo não exis em e ei os indi e os, uma ez que odas as a iá eis exógenas
in luenciam di e amen e a a iá el endógena, pelo que os e ei os são di e os e o ais. Ao analisa a
abela 12 que o nece os e ei os di e os e o ais es imados sob e as “ca ac e ís icas alo izadas num
p odu o biológico” po cada a iá el, e i icou-se que apenas ês a iá eis ap esen am alo es
posi i os, das quais apenas “ azões de comp a/consumo” é es a is icamen e signi ican e. Po an o, o
impac o di e o mais signi ican e que explica as “ca ac e ís icas alo izadas num p odu o biológico”
em de “ azões” (𝛽 = 0.606, p< 0.01). Po sua ez, as es an es a iá eis que in luenciam de o ma
posi i a as ca ac e ís icas alo izadas são o mode ado 2 que esul ou do “ endimen o e equência de
consumo” (𝛽 = 0,176) e “a aliação do conhecimen o” (𝛽 = 0,052). Po im, o e ei o o al que as
a iá eis u ilizadas no modelo êm sob e as ca ac e ís icas alo izadas é 0,505.
Va iá eis
E ei o o al
A aliação do conhecimen o
0,052
F equência de consumo
-0,257
E ei o mode ado 1
-0,040
Razões de comp a/consumo
0,606
Rendimen o
-0,031
E ei o mode ado 2
0,176
Tabela 12. E ei o o al
68
A í ulo de conclusão, é undamen al conhece o clien e de p odu os biológicos e as endências de
consumo, de modo a desen ol e es a égias pa a melho a a sua sa is ação. Nes e sen ido, oi
elabo ada uma análise SWOT com os pon os o es que podem se u ilizados pa a melho a os pon os
acos e comba e as ameaças. Além disso, ambém o am iden i icadas opo unidades que pode ão
se ap o ei adas e ameaças que podem cons i ui uma ba ei a pa a bene icia dessas opo unidades.
Des e modo, o am c uzados os pon os acos e o es com as opo unidades e ameaças que
esul a am num conjun o de ações que pode ão se u ilizadas pa a man e a sa is ação dos clien es
a uais de p odu os biológicos e, ambém, pa a a ai no os clien es.
Da análise SWOT esul a am as possí eis ações: (1) pa icipação do Bio & Na u al em p og amas e
e en os que p omo em hábi os de alimen ação saudá eis; (2) ap o ei a a no o iedade do Bio &
Na u al nas edes sociais pa a p omo e hábi os saudá eis e p og amas e/ou e en os; (3) pa a aze
ace à conco ência e segui as endências do me cado, pode ão se o ganizados e en os como
degus ações, demons ações culiná ias e wo kshops pa a p omo e os p odu os biológicos do Bio &
Na u al, da a conhece no as ecei as, ajuda a comp eende e in e p e a melho a composição
nu icional dos p odu os e o e ece uma consul a com nu icionis a pa a da ecomendações e
conselhos alimen a es; (4) de ido à p e e ência dos consumido es po p odu os nacionais e à poluição
ambien al causada pelo anspo e de p odu os biológicos es angei os, Bio & Na u al pode á
aumen a a o e a de p odu os nacionais e comunica a impo ância de adqui i-los, pois o aumen o do
olume de p odução e de endas de p odu os nacionais pe mi e c ia emp ego, eduzi os p eços
ele ados dos p odu os biológicos e a poluição ambien al; (5) come cializa e eições ake away com
ing edien es biológicos pa a o e ece con eniência aos clien es; (6) de ido à concen ação de
supe me cados biológicos na G ande Lisboa, a maio ia dos supe me cados azem com equência
eduções de p eço, pelo que o clien e de p odu os biológicos pode á habi ua -se às p omoções.
Pode ão se u ilizados ou os ipos de p omoções como cupões e ales de descon o, b indes, amos as,
coleção de p o as de comp a que dão di ei o a um p émio e banded pack (o e a de ou o p odu o)
pa a neu aliza as p omoções da conco ência; (7) c ia ca ão clien e Bio & Na u al com bene ícios
pa a o clien e e p og amas de idelização pa a man e a sua sa is ação e idelizá-lo; (8) Da o mação
aos uncioná ios, que es ão no Bio & Na u al, sob e os p odu os biológicos, ing edien es cons i uin es,
p odu os ee- om, bene ícios dos p odu os biológicos e como podem se p epa ados ing edien es
biológicos mais desconhecidos. O obje i o se ia o de ajuda os clien es que p ocu am ou e i am um
de e minado ing edien e ou que êm dú idas sob e os p odu os biológicos.

69
7. LIMITAÇÕES DO ESTUDO
As p incipais limi ações do es udo e i ica am-se na ecolha de dados, no es udo po obse ação e no
es udo conclusi o.
Em elação ao es udo po obse ação, não o am obse ados indi íduos à noi e e du an e o im-de-
semana. Dessa o ma, não o am obse ados os clien es que êm po hábi o aze comp as à noi e ou
aos ins-de-semana. Apenas o am obse ados clien es que azem comp as du an e o dia e em dias
ú eis, pelo que os esul ados do es udo po obse ação apenas são ep esen a i os pa a essa
população-al o. Além disso, não oi possí el obse a e quan i ica odos os p odu os que os clien es
i am ou comp a am, dado que mui as ezes os clien es comp a am em g ande quan idade o que
impossibili ou quan i ica odos os p odu os adqui idos.
Rela i amen e ao es udo conclusi o, os dados o am ecolhidos du an e o mês de janei o de 2018,
ac o que cons i ui uma limi ação ao es udo, uma ez que os clien es de p odu os biológicos pode ão
e compo amen os de comp a di e en es consoan e a época do ano.
Pa a além disso, no es udo quan i a i o o ques ioná io que oi pa ilhado no Facebook da página Bio
& Na u al ob e e apenas se en a espos as, pelo que o ques ioná io oi en iado a pessoas que “não
gos am” da página Bio & Na u al no Facebook, mas que comp am e consomem p odu os biológicos
do El Co e Inglés e, ambém, de ou os supe me cados biológicos.
Po úl imo, a amos a dos clien es en e is ados p esencialmen e oi dis ibuída po quo as, oda ia
não o am en e is ados os clien es com as ca ac e ís icas de inidas de ido à indisponibilidade dos
clien es pa a esponde em ao ques ioná io e à p esença de mais clien es de géne o eminino com mais
de 50 anos na á ea Bio & Na u al du an e os dias em que o am ei as as en e is as no El Co e Inglés
de Lisboa.
Géne o
Amos a planeada
Amos a en e is ada
20
30
40
+50
20
30
40
+50
F
5
10
10
5
4
7
10
17
M
5
5
5
5
4
3
4
1
Tabela 14. Compa ação amos a planeada e amos a en e is ada
70
8. RECOMENDAÇÕES PARA TRABALHOS FUTUROS
O p esen e ela ó io se e de base pa a u u os es udos de endências de consumo de alimen os
biológicos, uma ez que podem se u ilizadas as in o mações sob e a amos a, as a iá eis em es udo,
o ques ioná io e os esul ados ob idos. No en an o, pa a es udos u u os é ecomendado ealiza
p imei o um es udo quali a i o e, de seguida, um es udo quan i a i o. Recomenda-se:
▪ Es udo quali a i o pa a descob i as expec a i as, as azões e as mo i ações de comp a e de
consumo de p odu os biológicos, e pos e io men e, a u ilização dos esul ados pa a elabo a o
ques ioná io pa a o es udo quan i a i o. Pode ão se ealizadas en e is as de g upo ou
indi iduais.
En e is as indi iduais com os clien es que comp am p odu os biológicos. A amos a pode á se
cons i uída po clien es do géne o eminino e masculino e com idade comp eendida en e os 30 e
os 60 anos, is o que os clien es mais equen es pe encem a essas aixas e á ias.
En e is as de g upo com á ios g upos de clien es que possuem ca ac e ís icas semelhan es, po
exemplo, g upos epa idos po aixa e á ia ou segmen os de clien es iden i icados no es udo po
obse ação.
▪ Es udo quan i a i o de maio dimensão pa a gene aliza os esul ados pa a a população-al o.
A amos a de um es udo depende semp e do(s) obje i o(s) do mesmo, con udo pa a es udos
u u os é suge ida uma amos a cons i uída po indi íduos que comp am e/ou consomem
p odu os biológicos do Supe me cado El Co e Inglés. O obje i o é ob e uma amos a di e si icada
que inclui odas as aixas e á ias e ambos os géne os com a inalidade de ob e opiniões e
suges ões mais di e si icadas.
Pa a ecolhe os dados, pode ão se u ilizados os mesmos ipos de en e is as, p esenciais no
Supe me cado El Co e Inglés e o ques ioná io online pa ilhado nas edes sociais do Bio & Na u al.
Po im, pa a ob e mais espos as e esul ados com mais qualidade, pode se o e ecido um
incen i o pa a os inqui idos como, po exemplo:
▪ So eio pa a ganha um cabaz de p odu os biológicos à escolha, no alo de 50 eu os;
▪ So eio pa a ganha um ale de 50 eu os pa a gas a em qualque loja do El Co e Inglés;
▪ Di ulgação dos esul ados.
71
9. BIBLIOGRAFIA
ACEPI. (31 de Janei o de 2017). As lojas adicionais p ecisam de um “ eboo ” e o eComme ce az
pa e da solução. Ob ido de Associação da Economia Digi al:
h p://www.acepi.p /a igoDe alhe.php?idA igo=91967
ACEPI. (30 de Ou ub o de 2017). eComme ce es á a c esce em Po ugal mas emp esas con inuam a
apos a pouco na in e ne . Ob ido de Associação da Economia Digi al:
h p://www.acepi.p /a igoDe alhe.php?idA igo=92066
ACEPI. (21 de No emb o de 2017). Quase 80% das amílias po uguesas êm in e ne e um e ço az
comp as online. Ob ido de Associação da Economia Digi al:
h p://www.acepi.p /a igoDe alhe.php?idA igo=92071
ACEPI. (2 de No emb o de 2017). Um em cada qua o u ilizado es de edes sociais az comp as online
nes as pla a o mas. Ob ido de Associação da Economia Digi al:
h p://www.acepi.p /a igoDe alhe.php?idA igo=92067
AGROBIO. (2011). Ce i icação em AB. Ob ido de Associação Po uguesa de Ag icul u a Biológica:
h p://www.ag obio.p /p /ce i icacao-em-ab.T1263.php
AGROBIO. (22 de No emb o de 2017). P opos a de Regulamen o Eu opeu pa a AB em p ocesso de
a aliação. Ob ido de Associação Po uguesa de Ag icul u a Biológica:
h p://www.ag obio.p /p /p opos a-de- egulamen o-eu opeu-pa a-ab-em-p ocesso-de-
a aliacao.T1465.php
Ande son, A. & CO (1994). Cus ome Sa is ac ion S a egies and Tac ics. Chicago: A hu Ande son.
ASAE. (Ab il de 2017). Ro ulagem de Géne os Alimen ícios. Ob ido de ASAE:
h p://www.asae.go .p /pagina.aspx? =1&lws=1&mcna=0&lnc=7010AAAAAAAAAAAAAAAAA
AAA&pa cei oid=0&codigoms=0&codigono=57997230AAAAAAAAAAAAAAAA
A ei o, I. (16 de No emb o de 2017). Á ea de ag icul u a biológica em Po ugal c esce 22% em
qua o anos. Ob ido de Publico:
h ps://www.publico.p /2017/11/16/economia/no icia/a ea-de-ag icul u a-biologica-em-
po ugal-c esce-22-em-qua o-anos-1792784
By ne, B. M. (2010). S uc u al Equa ion Modeling wi h AMOS: Basic Concep s, Applica ions, and
P og amming. S uc u al Equa ion Modeling. No a Io que: Rou ledge Taylo & F ancis G oup.
h ps://doi.o g/10.4324/9781410600219
Chen, J., & Lobo, A. (2012). O ganic ood p oduc s in China: de e minan s o consume s’ pu chase
in en ions. In e na ional Re iew o Re ail, Dis ibu ion and Consume Resea ch, 22(3), 293–
314. h ps://doi.o g/10.1080/09593969.2012.682596
Cicia, G., Giudice, T. D., & Sca pa, R. (2002). Consume s’ pe cep ion o quali y in o ganic ood: A
andom u ili y model unde p e e ence he e ogenei y and choice co ela ion om ank-
o de ings. B i ish Food Jou nal, 104(3/4/5), 200–213.
h ps://doi.o g/10.1108/00070700210425660
Codes, A. L. (2005). Modelagem de Equações Es u u ais: um mé odo pa a a análise de enômenos
complexos. Cade no CRH, 18(45), 471–484. h ps://doi.o g/10.5216/bgg.V31i2.16843
72
Codex Alimen a ius Commission. (1999). Wha is o ganic ag icul u e? Ob ido de Food and Ag icul u e
O ganiza ion o he Uni ed Na ions : h p://www. ao.o g/o ganicag/oa- aq/oa- aq1/en/
Coelho, P. S., & Es e es, S. P. (2007). The choice be ween a i e-poin and a en-poin scale in he
amewo k o cus ome sa is ac ion measu emen . In e na ional Jou nal o Ma ke Resea ch,
49(3), 313-339.
Cos a, A. R. (13 de Ou ub o de 2015). Consumido es dispos os a paga mais po p odu os socialmen e
esponsá eis. Ob ido de Dis ibuição Hoje:
h p://www.dis ibuicaohoje.com/insigh s/insigh s- endencias/consumido es-dispos os-a-
paga -mais-po -p odu os-socialmen e- esponsa eis/
Da ol , M. R. (2001). O papel do consumido no me cado de p odu os o gânicos. Ag oecologia Hoje,
8-9.
Despacho n.º144/2017 de 27 de Julho, do Gabine e do Rep esen an e da República pa a a Região
Au ónoma da Madei a. Diá io da República, 1.ª sé ie - N.º 144.
Despacho n.º 9093/2017 de 16 de Ou ub o, do Gabine e do Minis o da Ag icul u a, Flo es as e
Desen ol imen o Ru al. Diá io da República, 2.ª sé ie - N.º 199.
DGADR. (2016). Dados es a ís icos: Modo de p odução biológico (MPB) em Po ugal (Con inen e e
Regiões Au ónomas). Ob ido de Di eção-Ge al de Ag icul u a e Desen ol imen o Ru al:
h p://www.dgad .go .p /images/docs/ al/mpb/2015/MPB_Dados_Es a is icos_Po ugal_Ilh
as_2016-1.pd
Dias, V. da V., Schul z, G., Schus e , M. da S., Talamini, E., & Ré illion, J. P. (2015). The o ganic ood
ma ke : a quan i a i e and quali a i e o e iew o in e na ional publica ions. Ambien e &
Sociedade, 18(1), 155–174. h ps://doi.o g/10.1590/1809-4422ASOC841V1812015en
Dino. (15 de Dezemb o de 2017). Inicia i as sus en á eis alo izam emp esas em a é 4%. Ob ido de
Exame: h ps://exame.ab il.com.b /negocios/dino/inicia i as-sus en a eis- alo izam-
emp esas-em-a e-4/
Dis ibuição Hoje. (15 de Ou ub o de 2015). Responsabilidade Social: Consumido es dispos os a paga
mais. Ob ido de Tecno Alimen a : h p://www. ecnoalimen a .p /no icias/ esponsabilidade-
social-consumido es-dispos os-a-paga -mais/
Economia online. (9 de Maio de 2017). Pa a onde ão os consumdio es? Pa a as p omoções. Ob ido
de Sapo: h ps://www.sapo.p /no icias/economia/pa a-onde- ao-os-consumido es-pa a-
as_5911 292a 3b68ce72e 8263
El Co e Ingles S.A. (2017). Ap esen ação. Ob ido de El Co e Inglés:
h ps://www.elco eingles.es/in o macionco po a i a/p /quem-somos/b e e-sin ese-do-el-
co e-ingles/ap esen acao/
El Co e Ingles S.A. (2017). Comp omissos com os clien es. Ob ido de El Co e Inglés:
h ps://www.elco eingles.es/in o macionco po a i a/p /quem-somos/b e e-sin ese-do-el-
co e-ingles/comp omissos-com-os-clien es/
El Co e Ingles S.A. (2017). El Co e Inglés mais de 75 anos de his ó ia. Ob ido de El Co e Inglés:
h ps://www.elco eingles.es/in o macionco po a i a/p /quem-somos/his o ia-do-
g upo/um-passeio-pelo- empo/
73
El Co e Ingles S.A. (2017). Os nossos p incípios. Ob ido de El Co e Inglés:
h ps://www.elco eingles.es/in o macionco po a i a/p /quem-somos/os-nossos-p incipios/
Eu opean Comission. (2010). Logo. Ob ido de Eu opean Comission o Ag icul u e and Ru al
De elopmen : h ps://ec.eu opa.eu/ag icul u e/o ganic/downloads/logo_en
Eu opean Comission. (2010). The O ganic Logo Gua an ees. Ob ido de Eu opean Commission o
Ag icul u e and Ru al De elopmen : h ps://ec.eu opa.eu/ag icul u e/o ganic/consume -
us /ce i ica ion-and-con idence/ he-o ganic-logo-gua an ees_en
Eu os a . (16 de No emb o de 2017). O ganic c op a ea con inues o ise in he EU. Ob ido de
Eu os a : h p://ec.eu opa.eu/eu os a /web/p oduc s-eu os a -news/-/DDN-20171116-1
Fe ei a, J. (2016). Pe spe i as da ag icul u a biológica em Po ugal e na União Eu opeia. Associação
Po uguesa de Ho icul u a.
Gan, C., Zhiyou, C., T an, M. C., Cohen, D. A., & Xiangxiang, W. (2014). Consume a i udes owa ds
he pu chase o o ganic p oduc s in China. Facul y o Ag ibusiness and Comme ce.
Gomes, N. P. (2013). In odução aos es udos de endências: concei os e modelos. T ends Resea ch
Cen e .
G aça, A. P., Camolas, J., G egó io, M. J., Sousa, S., And ade, C., & San os, G. (Julho de 2017).
P og ama nacional pa a a p omoção da alimen ação saudá el. Ob ido de Di eção-Ge al da
Saúde: h ps://www.alimen acaosauda el.dgs.p /ac i eapp/wp-
con en / iles_m /1507564169PNPAS_DGS2017.pd
Guido, G. (2009). Behind e hical consump ion: Pu chasing mo i es and ma ke ing s a egies o
o ganic ood p oduc s, non-GMOs, bio- uels. Be n : Pe e Lang AG, In e na ional Academic
Publishe s.
Hai J , J. F., Hul , G. T. M., Ringle, C., & Sa s ed , M. (2014). A P ime on Pa ial Leas Squa es
S uc u al Equa ion Modeling (PLS-SEM). Lond es: Sage Publica ions.
Hombu g, C. (2005). Cus ome s’ Reac ions o P ice Inc eases: Do Cus ome Sa is ac ion and
Pe cei ed Mo i e Fai ness Ma e ? Jou nal o he Academy o Ma ke ing Science, 33(1), 36–
49. h ps://doi.o g/10.1177/0092070304269953
Hoppe, A., Viei a, L. M. & Ba celkos, M. D. D (2013). Consume beha iou owa ds o ganic ood in
po o aleg e: an applica ion o he heo y o planned beha iou . Re is a de Economia e
Sociologia Ru al, 51(1), 69–90. h ps://doi.o g/10.1590/S0103-20032013000100004
INFOAM. (2017). Wha a e ce i ied o ganic p oduc s? Ob ido de INFOAM O ganics In e na ional :
h ps://www.i oam.bio/en/ou -lib a y/o ganic-basics
Johansen, S. B., Næs, T., & He sle h, M. (2011). Mo i a ion o choice and heal hiness pe cep ion o
calo ie- educed dai y p oduc s. A c oss-cul u al s udy. Appe i e, 56(1), 15–24.
h ps://doi.o g/10.1016/j.appe .2010.11.137
Ka sa o a, I. (19 de Maio de 2015). O ganic ood: Helping EU consume s make an in o med choice.
Ob ido de Eu opean Pa limen :
h p://www.eu opa l.eu opa.eu/ hink ank/en/documen .h ml? e e ence=EPRS_BRI%282015
%29557009

74
Kaya, I. H. (2016). Mo i a ion Fac o s o Consume s ’ Food Choice. Food and Nu i ion Sciences, 7,
149–154.
Ke y P op ie a y Consume Resea ch. (23 de Ou ub o de 2017). Beyond he Label: The Clean Food
Re olu ion. Ob ido de Dai y Foods: h ps://www.dai y oods.com/a icles/92523-beyond- he-
label- he-clean- ood- e olu ion
Kesse-Guyo , E., Péneau, S., Méjean, C., Szabo de Edelenyi, F., Galan, P., He cbe g, S., & Lai on, D.
(2013). P o iles o O ganic Food Consume s in a La ge Sample o F ench Adul s: Resul s om
he. PLoS ONE, 8(10). h ps://doi.o g/10.1371/jou nal.pone.0076998
Klem, L. (1995). Pa h Analysis. Em L. G. G imm & P. R. Ya nold, Reading and Unde s anding
Mul i a ia e S a is ics (pp. 65-97). Washing on, DC: Ame ican Psychological Associa ion.
Lei n.º 114/2017 de 29 de dezemb o – Lei do O çamen o do Es ado pa a 2018. Diá io da República,
1.ª sé ie - N.º 249.
Lockie, S., Lyons, K., Law ence, G., & G ice, J. (2004). Choosing o ganics: A pa h analysis o ac o s
unde lying he selec ion o o ganic ood among Aus alian consume s. Appe i e, 43(2), 135–
146. h ps://doi.o g/10.1016/j.appe .2004.02.004
Lomba di, S., Fabiano, M., Pe osa, B. B., Pe osa, J. M., Buso, D., & Nascimen o, F. (2007). Consume
beha iou o o ganic p oduc s in Bo uca u - SP. VI In e na ional PENSA Con e ence. Ribei ão
P e o - São Paulo : Ribei ão P e o.
Lusa. (6 de Se emb o de 2016). Po ugueses alo izam mais o ambien e e muda am de hábi os
de ido à c ise. Ob ido de Jo nal de Negócios:
h p://www.jo naldenegocios.p /economia/ambien e/de alhe/po ugueses_ alo izam_mais
_ambien e_e_muda am_de_habi os_de ido_a_c ise
Lusa. (20 de Fe e ei o de 2017). Sec o da ag icul u a biológica c esce "cla amen e puxado pelo
consumido ". Ob ido de Publico:
h ps://www.publico.p /2017/02/20/economia/no icia/sec o -da-ag icul u a-biologica-
c esce-cla amen e-puxado-pelo-consumido -1762642
Lusa. (15 de Ou ub o de 2017). No o impos o sob e o eo de sal pode subi os p eços a é 65%.
Ob ido de Obse ado : h p://obse ado .p /2017/10/15/no o-impos o-sob e-o- eo -de-sal-
pode-subi -p ecos-a e-65
Ma ke ee . (20 de Junho de 2017). Po ugueses p ocu am mais alimen os saudá eis. Ob ido de
Ma ke ee : h p://ma ke ee .p /2017/06/20/po ugueses-p ocu am-mais-alimen os-
sauda eis/
Ma ins, R. (30 de Ou ub o de 2017). Desemp ego cai pa a 8,6% em Se emb o. Ob ido de Publico:
h ps://www.publico.p /2017/10/30/economia/no icia/desemp ego-cai-pa a-86-em-
se emb o-1790757
McEache n, M.G., & McClean, P. (2002). O ganic Pu chasing Mo i a ions and A i udes: A e They
E hical? In e na ional Jou nal o Consume S udies, 26, 85-92.
h p://dx.doi.o g/10.1046/j.1470-6431.2002.00199.x
Mcin osh, W. A., Acu , G. R., Ch is ensen, L. B., & Hale, D. (1994). Public pe cep ions o ood sa e y.
The Social Science Jou nal, 31(3), 285–292. h ps://doi.o g/10.1016/0362-3319(94)90024-8
75
Mille , G. A. (1956). he Magical Numbe 7, Plus o Minus 2 - Some Limi s on Ou Capaci y o
P ocessing In o ma ion. Psychological Re iew, 63(2), 81–97.
h ps://doi.o g/10.1037/h0043158
Mi al, V., & Kamaku a, W. A. (2001). Sa is ac ion, Repu chase In en , and Repu chase Beha io :
In es iga ing he Mode a ing E ec o Cus ome Cha ac e is ics. Jou nal o Ma ke ing
Resea ch, 38(1), 131–142. h ps://doi.o g/10.1509/jmk .38.1.131.18832
Mon ei o, A. C. (13 de Ou ub o de 2016). Senio es po ugueses são na Eu opa os mais p eocupados
na ho a de comp a . Ob ido de Hipe supe : h p://www.hipe supe .p /2016/10/13/senio es-
po ugueses-sao-na-eu opa-os-mais-p eocupados-com-ambien e-na-ho a-de-comp a /
Na ional O ganic P og am (2007). Wha is o ganic p oduc ion? Ob ido de Uni ed S a es Depa men
o Ag icul u e : h ps://www.nal.usda.go /a sic/o ganic-p oduc iono ganic- ood-
in o ma ion-access- ools
Ne onha, N. (5 de Julho de 2017). Po ugueses es ão a i e mais, mas pio e com mais doenças
c ónicas. Ob ido de Sapo Li es yle: h ps://li es yle.sapo.p /saude/no icias-
saude/a igos/po ugueses-es ao-a- i e -mais-mas-pio -e-com-mais-doencas-c onicas
Nielsen. (30 de Agos o de 2016). Wha ´s in ou ood and ou minds - Ing edien and dinning-ou
ends a ound he wo ld. Ob ido de Nielsen:
h p://www.nielsen.com/eu/en/insigh s/ epo s/2016/wha s-in-ou - ood-and-on-ou -
minds.h ml
Nunes, C. &. (2016 de Fe e ei o de 2016). Os negócios da comida saudá el. Ob ido de Visão:
h p://exp esso.sapo.p /economia/exame/2016-02-03-Os-negocios-da-comida-sauda el
Onyango, B. M., Hallman, W. K., & Bellows, A. C. (2007). Pu chasing o ganic ood in US ood sys ems:
A s udy o a i udes and p ac ice. B i ish Food Jou nal, 109, 399–411.
h ps://doi.o g/10.1108/00070700710746803
Ozgu en, N. (2012). O ganic Foods Mo i a ions Fac o s o Consume s. P ocedia - Social and
Beha io al Sciences, 62, 661–665. h ps://doi.o g/10.1016/j.sbsp o.2012.09.110
Padel, S., & Fos e , C. (2005). Explo ing he gap be ween a i udes and beha iou Unde s anding why
consume s buy o do no buy o ganic ood. B i ish Food Jou nal, 107(8), 606–625.
h ps://doi.o g/10.1108/00070700510611002
Pea son, D., Hen yks, J., & Jones, H. (2010). O ganic ood: Wha we know (and do no know) abou
consume s. Renewable Ag icul u e and Food Sys em, 26(2), 171–177.
h ps://doi.o g/10.1017/S1742170510000499
Pe ei a, R. C., & Lusa. (27 de Se emb o de 2017). Espe ança média de ida dos po ugueses
aumen ou nos úl imos 6 anos. Ob ido de TSF:
h ps://www. s .p /sociedade/in e io /espe anca-de- ida-a-nascenca-melho ou-em- odas-
as- egioes-nos-ul imos-seis-anos---ine-8801662.h ml
Pin o, C. (31 de Maio de 2017). Biológicos: le a o consumo a odos. Ob ido de Dis ibuição Hoje:
h p://www.dis ibuicaohoje.com/insigh s/biologicos-le a -o-consumo-a- odos/
P asad, Y. J. (2012). A s udy on a ibu es in luencing he pu chasing beha iou o appa el consume s
in o ganized ou le s. A ican Jou nal o Business Managemen , 6(45), 11294-11303. DOI:
10.5897/AJBM12.547
76
Regulamen o (CE) n.º 2092/91 do Conselho de 24 de Junho de 1991 ela i o ao modo de p odução
biológico de p odu os ag ícolas e à sua indicação nos p odu os ag ícolas e nos géne os alimen ícios.
Regulamen o (CE) n.º 834/2007 do Conselho, de 28 de Junho de 2007, ela i o à p odução biológica
e à o ulagem dos p odu os biológicos e que e oga o Regulamen o (CEE) n.º 2092/91
Rubens, F., & San os, C. (2000). Re is a de Adminis ação Con empo ânea. Re is a de Adminis ação
Con empo ânea, 107–132. h ps://doi.o g/10.1590/S1415-65552000000300007
Sangkumchaliang, P., & Huang, W. (2012). Consume s’ Pe cep ions and A i udes o O ganic Food
P oduc s in No he n Thailand. In e na ional Food and Ag ibusiness Managemen Re iew,
15(1), 87–102.
Sa i a. (s.d.). Regulamen ação e Legislação Aplicá el. Ob ido de Sa i a:
h p://www.sa i a.p /canais/channel.asp?id=217&lang=1
Schi e s ein, H. N. J., & Oude Ophuis, P. A. M. (1998). Heal h- ela ed de e minan s o o ganic ood
consump ion in he Ne he lands. Food Quali y and P e e ence, 9(3), 119–133.
h ps://doi.o g/10.1016/S0950-3293(97)00044-X
Sha ie, F. A., & Rennie, D. (2012). Consume Pe cep ions Towa ds O ganic Food. P ocedia - Social
and Beha io al Sciences, 49, 360–367. h ps://doi.o g/10.1016/j.sbsp o.2012.07.034
Shyamala, D & Ra ilochanan (2011). Consume Buying Beha io in O ganized Re ail Business wi h
e e ence o FMCG Sec o . In e na ional Resea ch Con e ence and Colloquium Con empo a y
Resea ch Issues and Challenges in Eme ging Economies. Kuala Lumpu , Malaysia:
ePROCEEDINGS.
Sil a, A. R. (7 de Ou ub o de 2012). Ag icul u a biológica aumen ou 20 ezes a á ea em apenas
década e meia. Ob ido de Publico:
h ps://www.publico.p /2012/10/07/economia/no icia/ag icul u a-biologica-aumen ou-20-
ezes-a-a ea-em-apenas-decada-e-meia-1566195
Sil a, P. M. (Ab il de 2017). Ha e you me he new consume ? Análise das endências de consumo
alimen a . Ob ido de Deloi e Po ugal: h ps://www2.deloi e.com/p /p /pages/consume -
indus ial-p oduc s/a icles/consumo-2017.h ml
S ank, T. P. (1999). E ec o se ice supplie pe o mance on sa is ac ion and loyal y o s o e
manage s in he as ood indus y. Jou nal o Ope a ions Managemen , 17(4), 429–447.
h ps://doi.o g/10.1016/S0272-6963(98)00052-7
S obbelaa , D. J., Casimi , G., Bo ghuis, J., Ma ks, I., Meije , L., & Zebeda, S. (2007). Adolescen s?
a i udes owa ds o ganic ood: a su ey o 15- o 16-yea old school child en. In e na ional
Jou nal o Consume S udies, 31(4), 349–356. h ps://doi.o g/10.1111/j.1470-
6431.2006.00560.x
S olz, H., S olze, M., Hamm, U., Janssen, M., & Ru o, E. (2011). Consume a i udes owa ds o ganic
e sus con en ional ood wi h speci ic quali y a ibu es. NJAS - Wageningen Jou nal o Li e
Sciences, 58(3–4), 67–72. h ps://doi.o g/10.1016/j.njas.2010.10.002
Teng, C. C., & Wang, Y.-M. (2015). Decisional ac o s d i ing o ganic ood consump ion Gene a ion o
consume pu chase in en ions. B i ish Food Jou nal, Vol. 117(No. 3), 1066–1081.
h ps://doi.o g/10.1108/BFJ-12-2013-0361
77
Thøge sen, J., & Zhou, Y. (2012). Chinese consume s’ adop ion o a ‘g een’ inno a ion – The case o
o ganic ood. Jou nal o Ma ke ing Managemen , 28(3–4), 313–333.
h ps://doi.o g/10.1080/0267257X.2012.658834
Thompson, G. D., & Kidwell, J. (1998). Explaining he Choice o O ganic P oduce: Cosme ic De ec s,
P ices, and Consume P e e ences. Ame ican Jou nal o Ag icul u al Economics, 80(2).
h ps://doi.o g/10.2307/1244500
To jusen, H., Lieblein, G., Wandel, M., & F ancis, C. A. (2001). Food sys em o ien a ion and quali y
pe cep ion among consume s and p oduce s o o ganic ood in Hedma k Coun y, No way.
Food Quali y and P e e ence, 12(3), 207–216. h ps://doi.o g/10.1016/S0950-
3293(00)00047-1
U ena, F., Be nabeu, R., & Olmeda, M. (2008). Women, men and o ganic ood: di e ences in hei
a i udes and willingness o pay. A Spanish case s udy. In e na ional Jou nal o Consume
S udies, 32(1), 18–26. h ps://doi.o g/10.1111/j.1470-6431.2007.00637.x
Ve hoe , P. C. (2003). Unde s anding he E ec o Cus ome Rela ionship Managemen E o s on
Cus ome Re en ion and Cus ome Sha e De elopmen . Jou nal o Ma ke ing, 67(4), 30–45.
h ps://doi.o g/10.1509/jmkg.67.4.30.18685
Vila es, M. & Coelho, P. (2011). Sa is ação e lealdade do clien e: me odologias de ges ão, a aliação e
análise. Lisboa: Escola .
Viswana han, M., Sudman, S., & Johnson, M. (2004). Maximum e sus meaning ul disc imina ion in
scale esponse: implica ions o alidi y o measu emen o consume pe cep ion abou
p oduc s. Jou nal o Business Resea ch, 57(2), 108-124. h p://dx.doi.o g/10.1016/S0148-
2963(01)00296-X
Voon, J. P., Sing, K., & Ag awal, A. (2011). De e minan s o Willingness o Pu chase O ganic Food: An
Explo a o y S udy Using S uc u al Equa ion Modeling. In e na ional Food and Ag ibusiness
Managemen Re iew, 14(2), 103–120.
Wa d, P. R. (2012). The Social De e minan s o Food Pu chasing P ac ices: Who Chooses P ice-be o e-
Heal h, Tas e-be o e-P ice o O ganic Foods in Aus alia? . Food and Nu i ion Sciences,
03(04), 461–470. h ps://doi.o g/10.4236/ ns.2012.34066
Wille , H. &. (2017). The Wo ld o O ganic Ag icul u e 2017: Summa y. The Wo ld o o ganic
ag icul u e. S a is ics and Eme ging T ends. The Wo ld o O ganic Ag icul u e 2017. S a is ics
& Eme ging T ends 2017 (FiBL). h ps://doi.o g/10.4324/9781849775991
W igh , S. (1997). Eu ope Goes O ganic. Food Ing edien s Eu ope, 3 , 39-43.
Zande , K., Padel, S., & Zanoli, R. (2015). EU o ganic logo and i s pe cep ion by consume s. B i ish
Food Jou nal, 117(5), 1506–1526. h ps://doi.o g/10.1108/BFJ-08-2014-0298
Zepeda, L., & Li, J. (2007). Cha ac e is ics o o ganic ood shoppe s. Jou nal o Ag icul u al and
Applied Economics, 39(1), 17–28. h ps://doi.o g/10.1017/S1074070800022720
84
5. Que nu ien es mais p ocu a nos alimen os?
 P o eína
 Cálcio
 Po ássio
 Fe o
 Vi aminas
 Ou os______________
 Não p ocu o nu ien es especí icos nos alimen os
6. Segue um plano alimen a especí ico?
 Sim
 Não (passa pa a a pe gun a 9)
7. Qual dos seguin es planos alimen a es es á a segui ?
 Paleo (alimen ação à base de plan as sel agens, ca ne, peixe e o os)
 Vegan
 Vege a ianismo
 Sem Glú en
 Flexi a ianismo ou semi- ege a ianismo (consumo ocasional de ca ne e peixe)
 Ou a_____________________________
8. P e ende con inua a segui esse plano alimen a em 2018?
 Sim
 Não
9. Tem o hábi o de le a composição nu icional dos p odu os alimen a es que comp a e/ou
consome? ( alo ene gé ico, glú en, p o eínas, açúca , hid a os de ca bono, go du as, sal)
 Sim
 Não
10. Ten a e i a ing edien es nos alimen os que comp a e/ou consome?
 Sim
 Não (passa pa a o g upo 3)
11. Quais dos seguin es ing edien es e i a?
 Açúca
 Edulco an es (subs i u os do açúca )
 Sal
 Go du a
 Sódio
 Glú en
 A oma izan es a i iciais
 Co an es alimen a es
 Ou o_________________________

85
G upo 3 - Hábi o de Comp a de P odu os Biológicos
Desc ição: As pe gun as que se seguem são sob e os p odu os biológicos.
12. Em que locais comp a p odu os biológicos?
 Hipe me cados/Supe me cados
 Lojas especializadas em p odu os biológicos
 Lojas online
 Fei as
 Me cados
13. Comp a p odu os biológicos pa a consumo p óp io?
 Sim
 Não, comp o pa a o(s) meu(s) ilho(s)
 Não, comp o pa a o companhei o(a)
 Não, comp o pa a a amília
 Não, comp o pa a ou a(s) pessoa(s)
No a: Se esponde que não comp a pa a consumo p óp io, não esponde à pe gun a sob e a
equência de consumo de p odu os biológicos.
14. Em média com que equência comp a p odu os biológicos?
 Mais de 3 ezes po semana
 2 a 3 ezes po semana
 1 ez po semana
 2 a 3 ezes po mês
 1 ez po mês
 Menos de uma ez po mês
G upo 4 - Hábi o de Comp a e Consumo de P odu os Biológicos
15. Pa a si, quais são as azões mais impo an es pa a consumi /comp a p odu os biológicos?
U ilize uma escala de 1 a 7, em que 1 é Nada impo an e e 7 é Ex emamen e impo an e.
1
2
3
4
5
6
7
São mais saudá eis
Têm mais qualidade
Não con êm adi i os químicos
P eocupação com o ambien e
P eocupação com o bem-es a dos animais
Ajuda a p e eni á ias doenças
P oblemas de saúde
Recomendações do médico, amilia es e/ou amigos
86
16. Em média com que equência consome p odu os biológicos?
 Mais de 3 ezes po semana
 2 a 3 ezes po semana
 1 ez po semana
 2 a 3 ezes po mês
 1 ez po mês
 Menos de uma ez po mês
17. Dos seguin es alimen os biológicos, po a o indique os que cos uma comp a e/ou consumi ?
 Lac icínios
 F u as e/ou ege ais
 P odu os congelados
 Bebidas não alcoólicas (sumos, chás e bebidas ege ais)
 Conse as
 Pada ia e pas ela ia
 Ce eais, muesli e/ou g anola
 Ou os________________________________
18. Dos p odu os biológicos que não cos uma comp a /consumi quais enciona comp a /consumi
no p óximo ano? Indique no máximo ês p odu os.
 Lac icínios
 F u as e/ou ege ais
 P odu os congelados
 Bebidas não alcoólicas (sumos, chás e bebidas ege ais)
 Conse as
 Pada ia e pas ela ia
 Ce eais, muesli e/ou g anola
 Ou os________________________________
 Não enciono comp a /consumi ou os p odu os biológicos
19. Tem o hábi o de expe imen a ou os sabo es e a iedades de p odu os biológicos que cos uma
consumi /comp a ?
 Sim
 Não (passa pa a a pe gun a 21)
20. Dos seguin es p odu os quais são os que cos uma expe imen a ou as a iedades e sabo es?
Indique no máximo ês p odu os.
 Lac icínios
 F u as e/ou ege ais
 P odu os congelados
 Bebidas não alcoólicas (sumos, chás e bebidas ege ais)
 Conse as
 Pada ia e pas ela ia
 Ce eais, muesli e/ou g anola
 Ou os________________________________
87
21. P e ende aumen a o consumo/comp a de alimen os biológicos? U ilize, po a o , uma escala de
1 a 7, em que 1 é não aumen a ei de ce eza e 7 é aumen a ei de ce eza.
1_2_3_4_5_6_7
No a: A pe gun a 22 é pa a os esponden es que escolhe am um alo in e io a 4 na pe gun a 21.
22. Indique po que azões não p e ende aumen a o consumo/comp a de alimen os biológicos?
 São ca os
 Consumo poucos p odu os biológicos
 Não exis e mui a a iedade de p odu os biológicos
 Não con io nos p odu os biológicos
 São iguais aos p odu os con encionais
 Ou o____________________
23. Em que medida alo iza cada ca ac e ís ica de um p odu o biológico? U ilize uma escala de 1 a 7,
em que 1 é alo izo pouco e 7 é alo izo mui o.
1
2
3
4
5
6
7
O igem po uguesa
Ce i icação biológica
P eço baixo
P eço ele ado
Embalagem indi idual
Embalagem amilia
Embalagem sus en á el
Va iedade disponí el
G upo 5 - Bio & Na u al
Desc ição: A pe gun a seguin e é sob e a á ea de p odu os biológicos do Supe me cado El Co e Inglés.
24. Conhece a á ea Bio &Na u al do El Co e Inglés?
 Sim
 Não (passa pa a o g upo 6)
25. Em que medida conco da ou disco da as seguin es a i mações? U ilize uma escala de 1 a 7, em
que 1 é Disco do o almen e e 7 é Conco do o almen e.
1
2
3
4
5
6
7
Bio & Na u al em mui a a iedade de p odu os biológicos
Quando não encon o os p odu os que que o, ou comp a a
ou a loja de p odu os biológicos
As edes sociais do Bio & Na u al in luenciam as minhas
comp as/consumo
Bio & Na u al em um especialis a na loja pa a da
ecomendações e suges ões
88
G upo 6 - Dados do Inqui ido
26. Géne o
 F
 M
27. Idade
 > 19 anos
 20 – 29
 30 – 39
 40 – 49
 50 – 59
 + 60
28. Ní el de Escola idade
 Ensino Básico
 Ensino Secundá io
 Licencia u a
 Mes ado
 Pós-g aduação
 Dou o amen o
29. Rendimen o
 0-499€
 500-999€
 1000-1499€
 1500-1999€
 + 2000€
 P e i o não esponde
89
Ques ioná io u ilizado nas En e is as P esencias
Consumo de alimen os biológicos
O p esen e es udo é sob e o consumo de alimen os biológicos. Gos a íamos que espondesse ao
ques ioná io dado que as suas espos as e a sua opinião são mui o impo an es pa a o es udo. Todas
as espos as se ão a adas de o ma anónima e con idencial. O ques ioná io demo a 5-7 minu os a
esponde .
G upo 1 - Pe gun a de quali icação
1. Consome e/ou comp a p odu os biológicos?
 Sim
 Não (passa pa a a pe gun a 2)
No a: Se espondeu não na p imei a pe gun a, esponde apenas a segunda pe gun a do ques ioná io
e às pe gun as sob e a idade, géne o, escola idade e endimen o. Depois acaba o ques ioná io com a
mensagem: ob igada pela sua disponibilidade, con udo o seu pe il não co esponde ao pe il
p e endido pa a o p esen e es udo sob e o consumo de p odu os biológicos. Con inuação de um bom
dia.
2. Indique as azões pelas quais não comp a nem consome p odu os biológicos?
 São ca os
 Não exis e mui a a iedade de p odu os biológicos
 Não es ão disponí eis nas lojas onde aço as minhas comp as
 Não con io nos p odu os biológicos
 São iguais aos p odu os con encionais
G upo 2 - Hábi os alimen a es no ge al
Desc ição: As pe gun as que se seguem são sob e os p odu os alimen a es no ge al.
3. Como a alia o seu conhecimen o sob e os bene ícios e male ícios dos ing edien es dos alimen os.
U ilize, po a o , uma escala de 1 a 7, em que 1 é nenhum conhecimen o e 7 é excelen e
conhecimen o.
1_2_3_4_5_6_7
4. Que nu ien es mais p ocu a nos alimen os?
 P o eína
 Cálcio
 Po ássio
 Fe o
 Vi aminas

90
 Ou os______________
 Não p ocu o nu ien es especí icos nos alimen os
5. Segue um plano alimen a especí ico?
 Sim
 Não (passa pa a a pe gun a 8)
6. Qual dos seguin es planos alimen a es es á a segui ?
 Paleo (alimen ação à base de plan as sel agens, ca ne, peixe e o os)
 Vegan
 Vege a ianismo
 Sem Glú en
 Flexi a ianismo ou semi- ege a ianismo (consumo ocasional de ca ne e peixe)
 Ou a_____________________________
7. P e ende con inua a segui esse plano alimen a em 2018?
 Sim
 Não
8. Tem o hábi o de le a composição nu icional dos p odu os alimen a es que comp a e/ou
consome? ( alo ene gé ico, glú en, p o eínas, açúca , hid a os de ca bono, go du as, sal)
 Sim
 Não
9. Ten a e i a ing edien es nos alimen os que comp a e/ou consome?
 Sim
 Não (passa pa a o g upo 3)
10. Quais dos seguin es ing edien es e i a?
 Açúca
 Edulco an es (subs i u os do açúca )
 Sal
 Go du a
 Sódio
 Glú en
 A oma izan es a i iciais
 Co an es alimen a es
 Ou o_________________________
91
G upo 3 - Hábi o de comp a de p odu os biológicos
Desc ição: As pe gun as que se seguem são sob e os p odu os biológicos.
11. Em que locais comp a p odu os biológicos?
 Hipe me cados/Supe me cados
 Lojas especializadas em p odu os biológicos
 Lojas online
 Fei as
 Me cados
12. Comp a p odu os biológicos pa a consumo p óp io?
 Sim
 Não, comp o pa a o(s) meu(s) ilho(s)
 Não, comp o pa a o companhei o(a)
 Não, comp o pa a a amília
 Não, comp o pa a ou a(s) pessoa(s)
No a: Se esponde que não comp a pa a consumo p óp io, não esponde à pe gun a sob e a
equência de consumo de p odu os biológicos.
13. Em média com que equência comp a p odu os biológicos?
 Mais de 3 ezes po semana
 2 a 3 ezes po semana
 1 ez po semana
 2 a 3 ezes po mês
 1 ez po mês
 Menos de uma ez po mês
G upo 4 - Hábi o de comp a e consumo de p odu os biológicos
14. Pa a si, quais são as azões mais impo an es pa a consumi /comp a p odu os biológicos?
U ilize uma escala de 1 a 7, em que 1 é Nada impo an e e 7 é Ex emamen e impo an e.
1
2
3
4
5
6
7
São mais saudá eis
Têm mais qualidade
Não con êm adi i os químicos
P eocupação com o ambien e
P eocupação com o bem-es a dos animais
Ajuda a p e eni á ias doenças
P oblemas de saúde
Recomendações do médico, amilia es e/ou amigos
92
15. Em média com que equência consome p odu os biológicos?
 Mais de 3 ezes po semana
 2 a 3 ezes po semana
 1 ez po semana
 2 a 3 ezes po mês
 1 ez po mês
 Menos de uma ez po mês
16. Dos seguin es alimen os biológicos, po a o indique os que cos uma comp a e/ou consumi ?
 Lac icínios
 F u as e/ou ege ais
 P odu os congelados
 Bebidas não alcoólicas (sumos, chás e bebidas ege ais)
 Conse as
 Pada ia e pas ela ia
 Ce eais, muesli e/ou g anola
 Ou os________________________________
17. Dos p odu os biológicos que não cos uma comp a /consumi quais enciona comp a /consumi
no p óximo ano? Indique no máximo ês p odu os.
 Lac icínios
 F u as e/ou ege ais
 P odu os congelados
 Bebidas não alcoólicas (sumos, chás e bebidas ege ais)
 Conse as
 Pada ia e pas ela ia
 Ce eais, muesli e/ou g anola
 Ou os________________________________
 Não enciono comp a /consumi ou os p odu os biológicos
18. Tem o hábi o de expe imen a ou os sabo es e a iedades de p odu os biológicos que cos uma
consumi /comp a ?
 Sim
 Não (passa pa a a pe gun a 20)
19. Dos seguin es p odu os quais são os que cos uma expe imen a ou as a iedades e sabo es?
Indique no máximo ês p odu os.
 Lac icínios
 F u as e/ou ege ais
 P odu os congelados
 Bebidas não alcoólicas (sumos, chás e bebidas ege ais)
 Conse as
 Pada ia e pas ela ia
 Ce eais, muesli e/ou g anola
 Ou os________________________________
93
20. P e ende aumen a o consumo/comp a de alimen os biológicos? U ilize, po a o , uma escala de
1 a 7, em que 1 é não aumen a ei de ce eza e 7 é aumen a ei de ce eza.
1_2_3_4_5_6_7
No a: A pe gun a 21 é pa a os esponden es que escolhe am um alo in e io a 4 na pe gun a 20.
21. Indique po que azões não p e ende aumen a o consumo/comp a de alimen os biológicos?
 São ca os
 Consumo poucos p odu os biológicos
 Não exis e mui a a iedade de p odu os biológicos
 Não con io nos p odu os biológicos
 São iguais aos p odu os con encionais
 Ou o____________________
22. Em que medida alo iza cada ca ac e ís ica de um p odu o biológico? U ilize uma escala de 1 a 7,
em que 1 é alo izo pouco e 7 é alo izo mui o.
1
2
3
4
5
6
7
O igem po uguesa
Ce i icação biológica
P eço baixo
P eço ele ado
Embalagem indi idual
Embalagem amilia
Embalagem sus en á el
Va iedade disponí el
G upo 5 - Bio & Na u al
Desc ição: A pe gun a seguin e é sob e a á ea de p odu os biológicos do Supe me cado El Co e Inglés.
23. Em que medida conco da ou disco da as seguin es a i mações? U ilize uma escala de 1 a 7, em
que 1 é Disco do o almen e e 7 é Conco do o almen e.
1
2
3
4
5
6
7
Bio & Na u al em mui a a iedade de p odu os biológicos
Quando não encon o os p odu os que que o, ou comp a a ou a
loja de p odu os biológicos
As edes sociais do Bio & Na u al in luenciam as minhas
comp as/consumo
Bio & Na u al em um especialis a na loja pa a da ecomendações
e suges ões