Rela ó io
de Es ágio na Edi o a Clube do Au o
Ana Ma alda An unes Ca alho
Fe e ei o , 2017
Rela ó io
de Es ágio de Mes ado em Edição de Tex o
Rela ó io
de Es ágio na Edi o a Clube do Au o
Ana Ma alda An unes Ca alho
Rela ó io
de Es ágio de Mes ado em Edição de Tex o
Fe e ei o , 2017
Rela ó io de Es ágio ap esen ado pa a cump imen o dos equisi os necessá ios à
ob enção do g au de Mes e em Edição de Tex o ealizado sob a o ien ação cien í ica
do P o esso Rui Zink.
Rela ó io de Es ágio na Edi o a Clube do Au o
Ana Ma alda An unes Ca alho
RESUMO
Es e ela ó io desc e e o es ágio cu icula ealizado na edi o a Clube do Au o . São
ap esen adas ês g andes pa es nes e ela ó io que desc e em o que en ol e a
edição de um li o, o abalho que oi ealizado du an e es e pe íodo enquan o
es agiá ia, e algumas e lexões inais.
Nes e ela ó io são ainda abo dados emas como a e isão, a adução, ex os de capa,
lei u as de o iginais, udo p ocessos en ol idos na edição de um li o, e desc i os os
p oblemas que pode ão e su gido du an e a sua ealização.
PALAVRAS-CHAVE: edição; Clube do Au o ; es ágio.
Rela ó io de Es ágio na Edi o a Clube do Au o
Ana Ma alda An unes Ca alho
ABSTRACT
This epo ’s goal is o desc ibe he in e nship held a he publishe Clube do Au o .
Th ee majo sec ions a e p esen ed in his epo : wha in ol es edi ing a book, wo k
ha I ca ied ou du ing his pe iod as a ainee and, inally, some inal hough s on he
publishe ’s wo k.
In his epo a e also add essed opics such as p oo eading, ansla ion, he book
co e ex s, eading o iginal wo ks, all impo an pa s o publishing a book, and a e
desc ibed some o he p oblems ha may ha e a isen du ing i s execu ion.
KEYWORDS: publishing; Clube do Au o ; in e nship.
Índice
In odução .......................................................................................................................... 1
I - A Edi o a Clube do Au o (Obje i os Ge ais e O ganização) ............................................... 3
1.1. Ca álogo ............................................................................................................................. 3
1.2. A P odução de um Li o na Edi o a .................................................................................... 4
1.2.1. P ospeção .................................................................................................................... 5
1.2.2. Planeamen o Edi o ial ................................................................................................. 6
1.2.3. P odução Edi o ial ....................................................................................................... 7
1.2.4. P omoção do Li o ...................................................................................................... 8
1.3. Reuniões ........................................................................................................................... 10
1.4. P ocesso de Edição de Um Li o ...................................................................................... 11
II- T abalho P á ico ............................................................................................................ 13
2.1. Capas e Tex os de Capa .................................................................................................... 13
2.2. Re isões, Co ejos e T aduções ......................................................................................... 15
2.3. In e ação com agen es li e á ios...................................................................................... 19
2.4. P ocu a de manusc i os ................................................................................................... 20
2.5. Lei u a de O iginais .......................................................................................................... 21
2.6. Edição de Manusc i os/O iginais ..................................................................................... 22
2.7. Ou as Ta e as .................................................................................................................. 23
III- Re lexões Finais ............................................................................................................ 25
Conclusão .......................................................................................................................... 27
Bibliog a ia ........................................................................................................................ 29
Anexos .............................................................................................................................. 30
Anexo 1 – Lis a de ob as abalhadas ..................................................................................... 30
Anexo 2 – Plano Edi o ial ........................................................................................................ 33
Anexo 3 – Plano de Reuniões .................................................................................................. 34
Anexo 4 – Mudança de ex o pa a o No o Aco do O og á ico ............................................. 35
Anexo 5 – Pa ece da lei u a do li o C ooked Sixpence, de Jenni e Bell .............................. 36
1
In odução
Es e ela ó io oi ei o no âmbi o do Mes ado em Edição de Tex o. O es ágio oi
ealizado en e julho e ou ub o de 2016, na edi o a Clube do Au o , de modo a
comple a a componen e não-le i a des e mes ado na Faculdade de Ciências Sociais e
Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa.
O Clube do Au o é uma edi o a de média dimensão mas com um g ande peso
no me cado edi o ial de Po ugal. O ac o de não se em uma edi o a com um as o
núme o de uncioná ios e com g andes ins alações p opo cionou-me um
acompanhamen o mais pessoal e bas an e comple o.
Foi inicialmen e de inido com a minha o ien ado a, a coo denado a edi o ial
Te esa Ma os, que o meu es ágio se ia assen e na p epa ação pa a um ca go eal, a de
assis en e edi o ial, pa a que pudesse pa icipa em odos os p ocessos que en ol em
a edição de um li o. Pa a isso, ao longo das p imei as semanas as a e as a
desempenha o am de inidas, das quais des aco:
Apoio ao esc i ó io;
Redação de ex os de capa;
Re isões iniciais de algumas aduções de ob as;
Co ejos de p o as;
In e mediá ia en e e iso es e paginado es;
P ocu a de í ulos pa a publicação em Po ugal;
Lei u a de manusc i os
1
;
Pesquisa de in o mação e e en e a ob as de in e esse.
Es e ela ó io em como p incipal obje i o desc e e as a i idades edi o iais na
publicação de um li o e o uncionamen o de uma edi o a. Pa a isso, decidi di idi o
meu ela ó io, essencialmen e, em ês g andes pa es.
Em p imei o luga , ap esen o uma pa e mais eó ica do ela ó io onde e li o
sob e o que é o p ocesso de p odução edi o ial. Os capí ulos in eg ados nes a p imei a
1
Na edi o a, o e mo «manusc i o» e a usado pa a de ini ob as es angei as que já inham sido
publicadas nou os países. As ob as que e am en iadas à edi o a pa a se em publicadas pela p imei a
ez em Po ugal e as ob as que es a am a se ainda esc i as pelos au o es e am denominadas de
«o iginais». É es a e minologia que i ei usa ao longo do ela ó io.
2
pa e o am edigidos endo em con a oda a eo ia que ap endi ao longo do es ágio
cu icula , mas ambém com as cadei as de mes ado e algumas lei u as
complemen a es que e e uei.
Em segundo luga , desc e o uma pa e mais p á ica, em que ou desen ol e
as a i idades que iz e as quais pude acompanha de pe o. I ei ala de aspe os como a
e isão, adução, ex os de capa, ozalides e co ejos, desc e endo o que cada um
implica, os p oblemas que podem ad i ao abalha em cada um des es p ocessos
edi o iais e qual o meu en ol imen o nes as a i idades.
Po im, dedico uma e cei a pa e des e ela ó io a uma pequena e lexão em
que dou a minha opinião sob e o uncionamen o da edi o a e do meu empo passado
como es agiá ia.
3
I - A Edi o a Clube do Au o (Obje i os Ge ais e O ganização)
O Clube do Au o é uma edi o a e dis ibuido a gene alis a que oi undada em 2010
po á ios p o issionais p o enien es da es e a da edição de li os. Publica icção e
não- icção mas, acima de udo, é uma edi o a que publica li os pa a se em lidos. Po
is o en ende-se que o obje i o máximo é a c iação de li os que a maio ia das pessoas
leiam, de in e esse, e que agam algo de no o ao lei o . A edi o a em pouco mais de
dez uncioná ios, cada um com a sua unção especí ica e que con ibuem pa a o bom
uncionamen o da emp esa. A sua polí ica é encon a um equilíb io (sendo
«equilíb io» a pala a-cha e) en e as publicações a longo p azo e as a cu o p azo.
Nes as p imei as inse em-se ob as que podem se classi icadas como ob as de
enome, que deem um ce o peso no ca álogo da edi o a. As ob as inse idas nas
publicações de cu o p azo são li os de enda ápida que pe mi em à edi o a a
c iação de ecei as que ajudem nas despesas da emp esa.
No que oca aos au o es escolhidos, p ocu am an o au o es po ugueses como
au o es es angei os. Na es e a po uguesa p e endem esc i o es que deem
con inuidade li e á ia e edi o ial, ou seja, que con inuem com a c iação de ob as sem
nunca, no en an o, es as se em exigidas pela edi o a. Que o com is o dize que os
edi o es não p essionam um au o a esc e e uma ob a e de modo algum o çam o seu
p ocesso c ia i o. Na es e a es angei a p ocu am au o es de peso no seu país de
o igem, já com um his o ial de li os publicados, ou en ão, com algum ipo de p émio
li e á io associado. Uma pa e des es li os es angei os êm os seus di ei os
negociados em leilão pelos seus agen es li e á ios.
1.1. Ca álogo
O ca álogo do Clube do Au o é, como e e i an e io men e, uma usão equilib ada
en e au o es lusó onos e au o es es angei os. Além disso, es á di idido em
ca ego ias como: his ó ia, a ualidades, in an oju enil, icção-lusó ona, icção
in e nacional, ciência, economia e ges ão, sociedade, es emunhos e culiná ia. O
10
Como al, o g osso do abalho ia-se condensa a pa i de ins de agos o, inícios
de se emb o, com a p epa ação dos no os lançamen os e com a chegada da época
na alícia.
1.3. Reuniões
Todas as e apas an e io men e mencionadas são semp e acompanhadas po euniões.
Cada uma delas em o seu p opósi o e se e como um complemen o pa a cada ase
edi o ial.
As euniões que acon ecem no Clube do Au o são ma cadas p e iamen e (c .
Anexo 3) e as da as são en iadas pa a odos os uncioná ios da edi o a. As euniões
são di ididas em á ias secções, acompanhando as e apas de que alei: as euniões
come ciais, as euniões edi o iais e as euniões de comunicação. As euniões edi o iais
en ol em apenas os edi o es, em que é ei a a pa e da p ospeção mas ambém a
discussão de ex os de capa, em que se ealizam ace os no plano edi o ial e se az um
pon o de si uação sob e o andamen o dos li os que es ão em p ocesso de se em
edi ados.
As p imei as euniões em que es i e p esen e o am as edi o iais mas com um
oco maio na p ospeção ( euniões em que se discu e o esul ado da pesquisa de
í ulos pa a publicação u u a), onde oi possí el começa a e uma ideia mais
conc e a sob e como aze es a e apa e que ipos de li os/concei os pode iam, ou
não, in e essa à edi o a. Es as euniões o am um ab i de olhos pois nem imagina a a
quan idade de pesquisa ei a po um edi o pa a encon a li os pa a publicação. É de
ac o ei a uma ex ensa p ocu a po di e sos meios e que pode chega a du a á ias
ho as.
As euniões come ciais (no Anexo 3 como euniões de ma ke ing e endas) e as
de comunicação são ei as com os edi o es, com o di e o come cial e com a
esponsá el de ma ke ing e comunicação. Nes as euniões discu em-se algumas ideias
sob e como o plano edi o ial pode se modi icado, no sen ido em que se en a
pe cebe se um li o é de ácil enda numa al u a especí ica ou se só unciona no
me cado u u amen e, é dada uma sinopse dos li os que ão se publicados ao di e o
11
come cial e são is as quais as mon as e a dis ibuição que de e se ei a pa a cada
li o. Es as euniões só acon ecem de ido ao ac o de es a edi o a se ambém
dis ibuido a. As euniões come ciais es u u am-se em ês pa es:
Discussão da dis ibuição an e io e das no idades que o am publicadas;
Ap esen ação do plano edi o ial pa a o u u o e p óximas no idades a se em
lançadas;
Discussão de o mas de di ulgação dos no os lançamen os.
Pa a a p imei a pa e da eunião são e is as as es a ís icas p o idenciadas pelo
GFK (que mencionei an e io men e), uma base de dados de es a ís icas e sondagens
alemã, c iada desde o inal de 2006. Es a emp esa comp a as bases de dados de
endas das li a ias e, com base nesses alo es, o nece à edi o a ce ca de 80% dos
dados dos li os comp ados semanalmen e. É ainda nes as euniões que se decidem as
i agens de um li o e o seu p eço.
Rela i amen e ao p eço de um li o, es e é decidido de á ias manei as e
me ece se mencionado. P imei o que udo, o p eço do li o em de se su icien e pa a
paga os cus os da sua p odução. A ualmen e os li os não podem e o mesmo alo
de an igamen e, is o po que a conco ência aumen ou imenso nos úl imos anos e os
li os deixa am de ica an o empo nas li a ias. Hoje em dia, os li os êm de se
a a i os mas ambém acessí eis pa a o lei o , caso con á io é mui o di ícil endê-los.
Toda ia, em de se e semp e em con a que o p eço em de supo a os cus os da
p odução. O p eço é ainda decidido com base no núme o de páginas e, se o caso
disso, con o me os ou os li os da coleção. Se no p imei o e no segundo li o de uma
sé ie o p eço i e sido de dezasse e eu os, po exemplo, en ão o P.V.P. de um e cei o
li o i á ambém onda esse alo .
1.4. P ocesso de Edição de Um Li o
Pa a aze um esumo do que é o p ocesso de edição de um li o, segue o seguin e
esquema (Ilus ação 3). Num li o es angei o, o p ocesso de edição em á ias ases.
Numa p imei a ase, é necessá io aze a adução do mesmo e, após o adu o a e
comple ado, o ex o é encaminhado a um e iso e pos e io men e pa a paginação. A
12
pa i des e momen o o que acon ece é uma cons an e oca de ma e ial e in o mação
en e a edi o a, o e iso e o paginado . Após as p imei as p o as, es as são en iadas
pa a um paginado pelo edi o , onde são ei as as emendas no PDF que se á usado
pa a aze a imp essão das i agens. Es e p ocesso é epe ido á ias ezes a é se
possí el aze o co ejo das p o as pa a se em en iadas pa a ozalides. Numa ase inal
es es são ap o ados e o li o pode começa a se imp esso. Num li o po uguês o
p ocesso é exa amen e o mesmo, e i ando apenas a ase da adução. Ti e a
opo unidade de pa icipa de alguma manei a em odas es as ases ao longo do meu
es ágio e que i ei demons a de o ma mais exaus i a na segunda pa e des e
ela ó io.
Ilus ação 3 – G á ico ge al do p ocesso de edição de uma ob a es angei a.
No início de se emb o a minha o ien ado a, Te esa Ma os, oi de é ias e, como
ínhamos alguns li os p es es a publica , icou à minha esponsabilidade os li os em
cu so de publicação enquan o ela es a a o a do esc i ó io. Foi nes e empo que
comp eendi ainda melho o p ocesso de p odução de um li o, pois ui eu que i e de
ala com os e iso es e com as g á icas, de modo a consegui e as p o as e pode
aze os co ejos e ap o a ozalides pa a imp essão. Es a al u a mos ou se um pouco
di ícil pa a mim, uma ez que i e de passa es as ases odas sem a o ien ação que
es a a habi uada a e mas, oi uma ó ima manei a de in e agi com odos os
en ol idos no p ocesso e de me amilia iza ainda mais com a edição de um li o.
Manusc i o T adu o 1ª Paginação
(P o as) 1ª Re isão
Au o /Re iso
2ª Paginação
(Com
Emendas)
2ª Re isão
3ª Paginação
(Emendas
Finais)
Co ejo Ozalides da
G á ica P o as Finais Imp essão
13
II- T abalho P á ico
Desde o início do es ágio o am-me pedidas pa a aze algumas a e as que me
p epa assem e dessem a conhece o abalho da edi o a. Comecei po edigi alguns
ex os de capas de alguns li os que ossem sai pa a o público (c . Anexo 1), pa a que
a minha o ien ado a os isse e me osse explicando os meus e os. Pesquisei
conjun amen e alguns li os em e is as edi o iais es angei as e escolhi alguns í ulos
que me chama am à a enção e que ap esen ei à minha o ien ado a, que me explicou
po que é que esses í ulos podiam, ou não, unciona no me cado po uguês. Assim ui
aos poucos sendo in oduzida nas unções de um edi o .
Nos p óximos pon os des e ela ó io ou ala de cada um dos p ocessos
exis en es na publicação de um li o, en ando explica o melho possí el o que cada
um implica e como me en ol i neles. Passa ei assim pa a uma explicação mais
especí ica do abalho que ealizei na edi o a du an e o meu es ágio.
2.1. Capas e Tex os de Capa
Embo a não enha es ado mui o p esen e na decisão das capas e na sua cons ução,
em algumas si uações pude da a minha opinião pa a se decidi quais das opções já
p epa adas se de e ia escolhe pa a capa inal. Es as êm de se ei as conside ando
que uma capa passa po ês p ocessos isuais no lei o a é conside a a comp a do
li o. Esses p ocessos são:
1) O lei o chega à li a ia e ai-se ap oxima daquele li o que em uma capa que
mais se des aca das ou as;
2) O lei o lê os ex os de capa e analisa-os;
3) O lei o in e essa-se e i a o li o pa a le a con acapa, le as badanas e olhea
o li o (onde ão se «a aliadas» a mancha g á ica, a paginação e a mudança de
capí ulos).
A mudança pos e io da capa de um li o pode se uma o e aliada numa no a
edição de uma ob a que não enha endido ão bem no passado. O li o em ques ão
14
pode se elançado no me cado, com uma capa no a ou mais a a i a, ou seja, com
uma ecapagem. Em alguns casos, quando é elançado um li o, é usada ambém a
es a égia de ob e um no o ISBN pa a a ob a.
Rela i amen e aos ex os de capa, comecei a abalha nos mesmos ao aze
ex os de base pa a os li os que i iam se publicados no segundo semes e edi o ial.
Tal consis ia na p ocu a de in o mação que saiu na imp ensa sob e o li o, caso
es i esse publicado nou o país ou edi o a, p ocu a a biog a ia do au o e ou as
in o mações que me pa ecessem ele an es sob e o li o. Após as minhas pesquisas,
c ia a um ichei o com oda a in o mação e só depois começa a a edação dos ex os
pa a a capa, con acapa, p imei a badana e segunda badana. Inicialmen e, a minha
o ien ado a e ia os ex os e e a ei a uma eunião pa a se em discu idos os mesmos e
aze as al e ações necessá ias a é se em u ilizadas no li o em si. Toda ia,
apidamen e deixou de se euni comigo pa a e mos de que manei a pode ia
melho a os ex os que edigi. Apesa disso, sen i um g ande c escimen o nes a á ea
ao longo do meu es ágio pois após os li os se em publicados ia compa a os ex os de
capa inais com os meus o iginais, pe cebendo quais as á eas que inha de melho a .
Reg a ge al, no Clube do Au o são colocadas na capa algumas ases cu as e
explica i as do li o, na con acapa ap esen am-se ases da imp ensa que exal em a
ob a, a p imei a badana é dedicada à sinopse e a segunda badana à biog a ia do au o .
Alguns li os podem não segui exa amen e es e caminho, mas na maio pa e das
ezes é de ac o es e modelo que se segue na edi o a.
Foi bas an e in e essan e pa a mim e o meu p og esso na edação dos ex os
de capa. O que começou po se um abalho de du ação de quase um dia in ei o pa a
se comple ado passou a se ei o em uma ho a e meia, duas ho as, sem con a com a
ase de pesquisa. Além disso, endo as minhas edações de ex os de capa iniciais e
endo as úl imas que ealizei, é bas an e isí el o meu p og esso ao longo des es ês
meses.
Os ex os de capa êm de se ei os com bas an e cuidado e com a enção ao
de alhe. Todas as pala as que são colocadas ão se lidas e julgadas pelo lei o . Ou
seja, udo o que é pos o em de se ei o de manei a a deslumb a o possí el
consumido e não a as á-lo. É necessá io e cuidado com as epe ições, as ases
demasiado longas e o es ilo ado ado. Um li o que enha um ca ác e mais li e á io
15
e á de e ex os de capa que ansmi am essa mensagem ao lei o . Um li o que seja
mais écnico já e á de e uma linguagem di e en e, mais di e a e explica i a dos
emas do li o. Tudo is o em de se pos o em causa quando se es á a esc e e um
ex o pa a a capa. Uma das di iculdades com que me depa ei e que depois consegui
ul apassa quase na o alidade o am as minhas epe ições e ases longas. O uso de
pouca in o mação na sinopse ambém oi um dos obs áculos que i e de ul apassa .
2.2. Re isões, Co ejos e T aduções
O Clube do Au o az uso de e iso es e adu o es ex e nos à edi o a. No en an o,
após uma e isão e adução, é necessá io que o edi o acei e, ou não, as mudanças
que o am ei as. As e isões passam po á ias ases a é se em comple adas. Numa
p imei a e apa, o e iso az as suas co eções e/ou suges ões. Es as al e ações podem
se bas an e eduzidas ou bas an e ex ensas, dependendo do quão in e en i o ele é.
De seguida, o edi o ê e acei a as co eções, dando ao paginado as mesmas, pa a que
es e possa inse i-las num PDF e aze a paginação co e a com as emendas já incluídas.
Após e adqui ido mais expe iência comecei a se quem ia as co eções do e iso e
as acei a a ou ejei a a. Pos e io men e, o paginado de ol e o PDF com odas as
al e ações e com a anslineação ei a co e amen e e, nes a e apa, é p eciso aze o
co ejo, o qual i ei menciona ainda nes e pon o do ela ó io. Podem exis i a é qua o,
cinco, ou a é mais p o as, dependendo das mudanças de úl ima ho a ei as e
dependendo da acei ação das mudanças do e iso . Pode ambém sucede que o
e iso , após en ega as p o as, enha is o algumas pa es do li o que ainda quei a
e i ica , en iando ao edi o as al e ações pa a que possam se co igidas no PDF.
5
Sen i que as e isões i e am um papel de e as impo an e na minha
ap endizagem. Não me e i o apenas às e isões o ais que iz de passagem pa a o
No o Aco do O og á ico mas, ambém, as e isões iniciais e e as al e ações que
e am azidas do e iso . Não exis e melho manei a de ap ende do que e es es
5
Pa a as e isões ale am-me os cu sos de e isão numa en idade o mado a, a Esc e e Esc e e , que
me ensinou a sinalé ica da e isão, e as aulas de mes ado do p o esso Rui Zink, em que oi abo dada
essa sinalé ica e os p oblemas que podem su gi du an e o p ocesso. Ambas ajuda am-me a aze a
minha p imei a e isão já com alguma p epa ação an e io .
16
e os e emendas que chega am à edi o a. O ac o de me e em pe mi ido aze a
mudança da ob a A Li a ia (The Bookshop), de Penelope Fi zge ald, e da Te a
Abençoada (The Good Ea h), de Pea l S. Buck, pa a o No o Aco do O og á ico oi uma
mais- alia pa a o meu conhecimen o do mesmo. Uma ez que já inha is o algumas
p o as com a no a o og a ia, oi mais ácil pa a mim de e a que pala as de e iam
se modi icadas. Faze isso em duas ob as comple as deu-me uma sensibilidade mui o
maio pa a de e a esses e os e amilia iza -me com a no a o og a ia, uma ez que
nunca a inha ado ado no meu dia a dia.
Ou as e isões que me chega am pe mi i am-me ambém ica mais a en a a
ce as coisas que an es des e es ágio e an es do cu so de e isão que iz, me passa am
ao lado. Re e um ex o, quando não se é um p o issional, pode le a a dois caminhos:
ou acha que es á udo co e o e não al e a nada, ou mexe em g ande pa e do
ex o, endo a endência de quase nos apode a mos dele. Eu inse ia-me na p imei a
ca ego ia e, embo a ainda es eja mui o longe de se uma p o issional da á ea, e as
emendas e suges ões dos e iso es pe mi iu-me e uma men alidade comple amen e
di e en e quando abo do um ex o. Pequenas emendas que passa am «ao lado» do
e iso são ago a mais áceis de de e a e o nei-me mais c í ica nas minhas lei u as.
Apesa das e isões de mudança do Aco do O og á ico, posso segu amen e
dize que a mais comple a que iz oi da adução que chegou da ob a F ozen Hea , de
Richa d Cas le. O ex o ainda i ia se encaminhado pa a um e iso (uma ez que ainda
não es á decidida a sua da a de publicação) mas oi-me pedida que osse endo a
adução em aços ge ais, como acon eceu com ou as que e i o no Anexo 1. Es a
e isão oi signi ica i amen e di e en e das es an es que iz pois implicou bas an e
abalho da minha pa e, uma ez que o adu o não ez uma e isão pos e io da sua
adução. Es e li o es a a p e is o se publicado no início do segundo semes e
edi o ial e o p azo de en ega da adução e a mui o ape ado. O adu o ap essou-se
na adução mas icou decidido que publica o li o na da a p e is a não e a uma boa
apos a pa a a edi o a. Assim, i e de es a cons an emen e a «sal a » do ex o o iginal
pa a o ex o aduzido pa a consegui aze a e isão. As al e ações incluíam muda as
alas de pe sonagens que o am ocadas pelo adu o , modi ica ases mal
cons uídas e a é mesmo e e aduções de ases comple as.
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Uma ou a e isão que ealizei oi a da ob a Win e is Coming (O Inimigo que
Veio do F io), de Ga y Kaspa o com Mig G eenga d. Embo a o ex o já es i esse nas
suas quin as p o as, li a ob a na ín eg a an es de se en iada pa a a g á ica e e i iquei
que ainda ha ia mui os e os de conco dância de géne o/núme o e singula /plu al que
inham escapado ao e iso . Além disso, o índice emissi o ap esen a a á ios e os
que demo a am alguns dias a é se em comple amen e emendados. Es es e os e am
mínimos mas o am acilmen e de e ados po alguém que es a a mais a as ado do
ex o. Es e e iso já inha elido an as ezes es a ob a que p o a elmen e ele p óp io
já não os conseguia iden i ica .
Rela i amen e aos co ejos, é uma a e a que, dependendo da in e enção do
e iso , é ápida de aze . Con udo, é um abalho que em de se execu ado com uma
ce a calma e mui a concen ação. Não bas a e i ica se odos os e os es ão inse idos
no PDF inal, mas ambém con i ma se es á udo co e o no ex o. Isso en ol e:
epe ições, conco dâncias empo/ e bo e pessoa/núme o, anslineação, i álicos,
p eposições, se é consis en e com o aco do o og á ico escolhido, e c. Ou seja, o
co ejo é essencialmen e e i ica se odas as mudanças no ex o o am e e i amen e
passadas pa a o PDF, onde o paginado abalha o ex o pa a se en iado pa a a g á ica
numa ase inal. É p eciso ica a en o ainda ao es o do ex o pa a e i ica se exis e
alguma al e ação que de e ia e sido ei a mas que não oi.
As emendas que al am inse i são digi alizadas e no amen e en iadas ao
paginado pa a que es e possa in oduzi udo no PDF e pagina o ex o. A paginação é
especialmen e impo an e na edição de um li o es angei o. A mudança de um ex o
de inglês pa a po uguês aumen a-o em ce ca de 20% po isso, al e ações que se
encon am na e isão que en ol am uma má adução, ou ou o a o , podem implica
um aumen o do ex o, o que ai le a a uma des o ma ação do documen o e às ezes
a um ac escen o de páginas indesejado. Nes es casos pode chega a se necessá io
p ocu a pala as que possam se co adas do ex o pa a não se ac escen a ou e i a
linhas que possam mexe com a paginação.
É igualmen e necessá io co eja os ozalides do li o. Os ozalides são a p o a
inal da ob a em que se p ocede à mon agem das páginas pa a se em imp essas e
dob adas. Os ozalides são na sua essência a úl ima p o a de um li o an es de se em
p oduzidas as chapas pa a a imp essão inal. A ualmen e es as p o as podem se
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digi ais ou analógicas. Nos ozalides e i ica-se se a paginação e a nume ação das
páginas es á co e a, se o ex o lui de uma página pa a a seguin e, se os í ulos de
cabeça de página co espondem ao p e endido e e i ica-se o núme o de cade nos. Os
e os mais equen es com que me depa ei o am a al a de nume ação nas páginas e
duplos espaçamen os que inham de se e i ados.
Como exis em os ozalides, que ia e e i que exis em ambém as p o as de co
pa a as capas, que são en iadas pa a que a edi o a possa e o aspe o inal da capa,
nomeadamen e se as co es es ão co e as ou p ecisam de e i icação. Mui as ezes
es as p o as êm de se al e adas a é se em ap o adas como a e inal. Es e
p ocedimen o é ei o en e a designe g á ica do Clube do Au o e o di e o , po isso,
embo a enha is o algumas p o as não pa icipei nas decisões de ap o ação. Es as
p o as podem se pedidas em qualque ase do p ocesso de edição e, al como os
ozalides, podem se analógicas ou digi ais.
Os co ejos o am equen es no meu es ágio. Fiz ca o ze co ejos (c . Anexo 1),
sendo que uns demons a am se mesmo mui o ex ensos de ido à in e enção do
e iso . Po ém, um co ejo é quase como uma pequena e isão, no sen ido em que
pe mi e a quem o es á a aze e as co eções suge idas e e um olha c í ico sob e
as mesmas: «se á que es a é a solução mais co e a?», «e se usa es a pala a em ez
da escolhida pelo e iso ?». Assim, é como se quem az o co ejo es eja a aze uma
e isão à p óp ia e isão, o que é mui o in e essan e de ealiza .
No que diz espei o às aduções, es as são ei as po p o issionais ex e nos e
po isso as aduções que i e de aze o am mínimas. A g ande pa e das que ealizei
consis iam na mudança de c í icas li e á ias de língua inglesa pa a po uguês que ia
encon ando e que coloca a na con acapa das ob as.
No en an o, oi-me pedida uma adução inicialmen e mais comple a, que oi a
adução da capa e da con acapa de um li o esc i o em ancês, Doc eu , je eux ê e
la plus belle! (Dou o , que o se a mais bela!), do Dou o Oli ie Cou in-Cla ins. Es e
li o oi um caso especial pois oi um li o «encomendado» à edi o a. Ou seja, uma
en idade ex e na pagou as despesas odas de p odução do li o (g á ica, adução,
paginação, e isão, e c.), pa a que o possam dis ibui o a da edi o a e o a do
me cado. Depois do Clube do Au o e concluído a edição des e li o oi decidido que
es e se ia uma ó ima apos a de publicação. Além de in e essan e e ele an e em
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qualque al u a do semes e edi o ial, e a bas an e apela i o isualmen e pa a o lei o
e po isso a edi o a en ou em negociações. Em se emb o o li o oi publicado.
A adução oi bas an e cu a (sinopse e biog a ia do au o ), con udo, oi
possí el pe cebe de imedia o alguns p oblemas com que nos podemos depa a numa
adução. P imei o que udo, é impo an e pe cebe se ce as ases e es u u as na
adução icam, ou não, co e as segundo os pa âme os da língua po uguesa. Em
alguns casos, o ex o o iginal em de se ligei amen e al e ado. Re i o-me aqui
essencialmen e a es u u as de ase ou sequências de ex o que uncionam melho de
manei a di e en e da do o iginal.
Em segundo luga , nem semp e a ideia ansmi ida na língua de o igem
consegue se ansmi ida na língua da adução. Mais uma ez, é p eciso muda a
es u u a e al ez algumas ideias pa a o ex o unciona na nossa língua ma e na. A
adução é em si um g ande abalho de edição e não nos podemos esquece de que a
língua de o igem e a língua pa a a qual é aduzido o ex o são di e en es e uma
adução li e al do ex o nem semp e unciona.
2.3. In e ação com agen es li e á ios
A minha o ien ado a deu-me a opo unidade de lida di e amen e com o pedido de
alguns li os es angei os aos seus agen es ou edi o as. Embo a alguns deles enham
acabado po não esponde , ou os ize am-no e acul a am in o mação básica, como
se os di ei os ainda es a am disponí eis em Po ugal e qual a eceção que o li o e e
em ou os países. Após uma maio análise da ob a comple a que os agen es li e á ios
en ia am ao edi o , podia-se p ocede à o e a pa a a comp a do li o. Caso isso
acon ecesse e a pedido um exempla pa a se e na edi o a e pa a en ia ao adu o
pa a pode aze a sua adução. Caso con á io, e a en iado um PDF da ob a in eg al
pa a o pode mos abalha .
Uma ez es abelecido o con ac o com um agen e li e á io, es e é adicionado à
mailing lis da edi o a, e ice- e sa, e des a manei a ão-se ecebendo ca álogos,
p opos as de í ulos pa a análise e as no ícias que e e i sob e a eceção do público aos
li os que a edi o a mos ou in e esse.
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(ago a denominado de new adul s) e apos a em sé ies que deem con inuidade a es e
géne o li e á io. Hoje em dia, apos a nes a a iedade é impo an íssimo, de o ma a
ab ange o maio núme o de lei o es possí el, sendo es e um me cado em expansão.
Po ém, ao longo do meu es ágio e i iquei que algumas ezes são publicados li os em
que a edi o a não ac edi a que sejam bons nem ac edi a que sejam endidos. Embo a
a minha isão ainda seja um pouco inocen e no que oca ao mundo inancei o, não me
pa ece que seja o mais co e o apos a em li os em que não se ac edi a. Como e e i
no p imei o capí ulo, a edi o a publica li os que são pa a se lidos mas que podem
não se os mais li e á ios, ou mais complexos, mas que endam e que ge am ecei as.
Toda ia, não pe cebo po que são publicados li os que se sabe que não ão ende ,
que não ão da p es ígio ao ca álogo e que ambém não são de au o es conhecidos
ou eng andecidos pela imp ensa ou pelo seu abalho.
Em úl imo luga que ia apenas e e i que es as e lexões não se a am de
c í icas mas sim de e lexões inais que me su gi am depois de e mina o es ágio.
Con inuo a se da opinião de que o Clube do Au o az um excelen e abalho na sua
publicação de li os e que demons a um g ande igo no ex o e na imagem de uma
ob a, o que pude e i ica ao longo des es meses.
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Conclusão
Em ge al, i e uma expe iência mui o posi i a no Clube do Au o . Como demons ei ao
longo do ela ó io, es e es ágio oi imp escindí el pa a comp eende o que signi ica a
edição. Penso que ealiza es a componen e não-le i a oi um complemen o essencial
às cadei as do mes ado em Edição de Tex o, onde pude pô em p á ica a componen e
eó ica que adqui i ao longo dos semes es num con ex o eal.
Ainda me é impossí el de ini exa amen e o que é um abalho numa edi o a
mas sin o que es e es ágio de iniu qual o p ocesso de c iação de um li o e odas as
e apas que são p eciso se comple adas a é uma ob a chega às li a ias. Ap endi que
es e é um p ocesso que pode demo a mui o ou pouco empo, que pode co e sem
pe calços ou cheio de obs áculos. Ti e a so e de es a odeada de pessoas que se
mos a am dispos as a ajuda -me e a ensina -me es e o ício, sendo que poucas o am
as ezes em que sen i que p ecisa a de mais explicações e i e de aze pe gun as pa a
ecebe as in o mações que al a am.
Adqui i sabe es que p o a elmen e não consegui ia adqui i sem um con ac o
ão ín imo com a edi o a: quais os li os que podem esul a melho em Po ugal,
como se decidem que ob as são publicadas na edi o a e quando, como é quase
impossí el p e e quais as ob as que se ão o na bes selle s ou que ão esul a
melho no me cado, e c. Tudo is o são conhecimen os que se ap endem melho com a
expe iência do que com a eo ia. Sin o que pa a se um edi o é undamen al e
expe iência p o issional no amo do que aze apenas uso dos conhecimen os eó icos.
Cons a ei que hou e um c escimen o da minha pa e enquan o es agiei no
Clube do Au o . As a e as que inicialmen e e am mo osas o na am-se mui o mais
ápidas de aze e a minha sensibilidade pa a a e isão e pa a a p ocu a de
manusc i os aumen ou. Ganhei uma imagem mais ealis a do que é o mundo de
abalho, is o que a minha expe iência an e io inha sido mui o eduzida, e ap endi a
lida com esponsabilidades e com odos os que azem pa e des e p ocesso.
Inicialmen e inha a ideia de que i ia abalha mais a ó ica da adução e da e isão
mas não oi esse o caso, is o que a edi o a usa p o issionais ex e nos. Po ém, es i e
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en ol ida o máximo possí el nes es p oje os, não sen indo que enham icado em al a
nes e es ágio.
Em suma, es e es ágio oi uma pa e mui o impo an e na minha o mação
académica e um complemen o necessá io, dando-me as e amen as pa a in eg a
nes e amo u u amen e. Tudo is o oi possí el com a ajuda dos meus p o esso es da
aculdade mas ambém com as pessoas do Clube do Au o que an o me apoia am e
me ajuda am com odas as dú idas que me iam su gindo e me auxilia am a ul apassa
odas as di iculdades com que me depa ei.
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Bibliog a ia
BARBOA, Conceição, Manual P á ico de P odução G á ica, Cascais, P incípia Edi o a,
2012.
LIPPINCOT, J. Be am, The Annals o he Ame ican Academy o Poli ical and Social
Science, Vol. 28, Business P o essions, pp. 1-15, Sage Publica ions, Inc., 1906.
PINTO, José M. de Cas o, No o P on uá io O og á ico, Lisboa, Plá ano Edi o a, 2011.
BAILEY, H.S., The A and Science o Book Publishing, Cincinna i, Ohio Uni e si y P ess,
1990.
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Anexos
Anexo 1 – Lis a de ob as abalhadas
6
Tex o de Capas:
1. Madame Bo a y – Gus a e Flaube
2. F ozen Hea – Richa d Cas le
3. 50 G andes Enigmas de la P ehis o ia – José Luis Ca de o López
4. Win e is Coming – Ga y Kaspa o
5. Thi d Wa e – S e e Case
6. 1-2-3 Magic – E ec i e Discipline o Child en – Thomas Phelan
7. Behold he Man – Bodie e B ock Thoene
8. The Road o I haca – Ben Pas o
9. The Moo ’s Accoun – Laila Lalami
10. As No e Magní icas – Helena Sacadu a Cab al
11. A B ie S op On The Road F om Auschwi z – Gö an Rosenbe g
12. Do Lead – Les Mckeown
13. The Po uguese Empi e - A. J. R. Russell-Wood
14. A B ie His o y o Sec e Socie ies – Da id V. Ba e
Co ejos:
1. The Gi l Wi h he Red Coa – Ka e Hame
2. Madame Bo a y – Gus a e Flaube
3. The Good Ea h – Pea l S. Buck
4. The Road o I haca- Ben Pas o
5. The Bookshop – Penelope Fi zge ald
6. The Thi d Wa e – S e e Case
7. Doc eu , je eux ê e la plus belle! – Dou o Oli ie Cou in-Cla ins
8. The Thi d Wa e – S e e Case
9. Win e is Coming – Ga y Kaspa o com Mig G eenga d
6
Todos os í ulos das ob as são os o iginais, uma ez que mui os deles so e am al e ações do í ulo
po uguês a é ao úl imo momen o. Assim, po uma ques ão de coe ência, coloquei odos os li os da
lis a com o í ulo o iginal da língua a que me chegou o manusc i o, ou à edi o a.
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10. 50 G andes Enigmas de la P ehis o ia – José Luis Ca de o López
11. Os Descenden es de Me lin – A Lenda do Conde D ácula – Ri a Vilela
12. 1-2-3 Magic – E ec i e Discipline o Child en – Thomas Phelan
13. Behold he Man – Bodie e B ock Thoene
14. As No e Magní icas – Helena Sacadu a Cab al
T aduções:
1. Doc eu , je eux ê e la plus belle! – Dou o Oli ie Cou in-Cla ins ( adução da
capa e con acapa)
Lei u a de Manusc i os:
1. Gene a ion Nex – Oli Whi e
2. D agon’s G een – Sca le Thomas
3. C ooked Sixpence – Jenni e Bell
4. The House a he Edge o Nigh – Ca he ine Banne
5. Il Lad o di Neblia – La inia Pe i
6. Romeo and Julie : Shakespea e S o ies o Child en – And ew Ma hews
7. Jessica’s Ghos – And ew No iss
8. Tell me Th ee Things – Julie Buxbaum
9. The Call – Peada O’Guilin
10. One – Sa ah C ossan
11. Dia y o an Oxygen Thie – Anonymous
12. Me hod 15/33 – Shannon Ki k
13. Pax: The Ni hing Pole – Åsa La sson, Ingela Ko sell e Hen ik Jonsson
14. The Boy in he Wine Cella – Ka he ine Ma sh
15. Eileen – O essa Mosh egh
16. Milk and Honey – Rupi Kau
17. The House o Sec e s – B ad Mel ze
18. Si acusa – Delia Eph on
19. So Say he Fallen – S ua Ne ille
20. The Acciden – Ch is Pa one
21. The Fall – John Lesc oa
22. The P omise – Robe C ais
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23. The A o Wa – S ephen Coon s
24. We Own he Sky – Luke Allnu
25. The Woman in he Window – A. J. Finn
26. Beau i ul Things – Gin Phillips
Re isões
7
1. F ozen Hea – Richa d Cas le
2. Thi d Wa e – S e e Case
3. Behold he Man – Bodie e B ock Thoene
4. Do Lead – Les McKeown
5. The Good Ea h – Pea l S. Buck (mudança pa a o No o Aco do O og á ico)
6. The Bookshop – Penelope Fi zge ald (mudança pa a o No o Aco do
O og á ico)
7. Win e is Coming – Ga y Kaspa o com Mig G eenga d
7
Como e e ido an e io men e no abalho, a edi o a usa e iso es ex e nos pa a e e as suas ob as.
Con udo, uma p imei a e isão após ecebe a adução e a no malmen e ei a.
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Anexo 2 – Plano Edi o ial
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Anexo 3 – Plano de Reuniões
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Anexo 4 – Mudança de ex o pa a o No o Aco do O og á ico