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Rotura do Ligamento Cruzado Cranial

Carla Sofia Sampaio Marques

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Rela ó io Final de Es ágio Mes ado In eg ado em Medicina Ve e iná ia INSPEÇÃO SANITÁRIA ABATE ESPECIAL DE EMERGÊNCIA FORA DO MATADOURO Fá ima A minda Pe ei a da Rocha O ien ado a Edua da Ma ia F ei as Gomes da Sil a Ne es Co-O ien ado a Vi gínia Ma ia Pinhei o de Oli ei a Capêlo Po o 2013 Rela ó io Final de Es ágio Mes ado In eg ado em Medicina Ve e iná ia INSPEÇÃO SANITÁRIA ABATE ESPECIAL DE EMERGÊNCIA FORA DO MATADOURO Fá ima A minda Pe ei a da Rocha O ien ado a Edua da Ma ia F ei as Gomes da Sil a Ne es Co-O ien ado a Vi gínia Ma ia Pinhei o de Oli ei a Capêlo Po o 2013 i Resumo O p esen e ela ó io e e e-se ao es ágio cu icula do Mes ado In eg ado em Medicina Ve e iná ia do Ins i u o de Ciências Biomédicas de Abel Salaza da Uni e sidade do Po o, com du ação de 16 semanas na á ea da Higiene Pública Ve e iná ia - Inspeção Sani á ia. Es e es ágio e e como obje i os pedagógicos o ap o undamen o dos undamen os cien í icos, écnicos- legais da inspeção sani á ia, o desen ol imen o da capacidade de obse ação e in eg ação de conhecimen os p e iamen e adqui idos no pe cu so académico e o acompanhamen o do exe cício de unções do Médico Ve e iná io O icial nas suas di e sas e en es. As unções e e idas são desc i as ao longo do ela ó io, nomeadamen e as en ol idas com as á eas de in e enção no ma adou o e audi o ias, bem como é ap esen ada a casuís ica obse ada du an e o pe íodo de es ágio. A ealização de aba e de eme gência o a do ma adou o, apesa de es a p e is a na legislação, não e a um p ocedimen o equen emen e ado ado. Con udo, du an e o pe íodo de es ágio e i icou-se uma al e ação des a ealidade com a ealização de se e aba es de eme gência o a do ma adou o, endo ido a opo unidade de pa icipa em qua o. A ealização des es aba es eque a e i icação da exis ência de alguns a o es que de e minam se um animal es a á ap o ou não a se subme ido a es e ipo de aba e. Além des es a o es, é necessá ia a colabo ação de uma Unidade de Aba e que se localize pe o do local onde es á o animal que disponibiliza á um uncioná io habili ado a insensibiliza e sang a o animal na explo ação. Pos e io men e a ca caça é encaminhada pa a as espe i as ins alações onde deco e á a inspeção pos mo em. Es e assun o ge a mui a con o é sia ha endo médicos e e iná ios, assis en es ou o iciais, que ques ionam a e e i a segu ança da ca ne ob ida des es animais. Es e ela ó io ap esen a as condições necessá ias pa a ealização des es aba es, bem como as con ingências e con o é sias associadas e ainda algumas p opos as pa a agiliza a ealização dos mesmos. ii Ag adecimen os Es e abalho ep esen a o im de mais uma e apa da minha ida, uma e apa que exigiu mui o de mim, du an e a qual mui os desa ios o am en en ados, e encidos. Mui a sede de ap ende , mui a on ade de ence e alguma co agem ouxe am-me a é aqui. Mas nada dis o se ia possí el sem o apoio de algumas pessoas, pessoas an ás icas que semp e me odea am e nunca du ida am de mim. Po isso es e abalho é dedicado a odas es as pessoas, espe o que elas saibam que o am undamen ais e que lhes de o mui o. De o en ão um especial ag adecimen o: À minha amília, pela o mação que me deu, pelos p incípios que me o am ansmi idos e po aze em de mim a pessoa que hoje sou. Sem dú ida, a amília é um pila na minha ida. Ao meu namo ado que semp e me apoiou, me incen i ou a es uda e a a ingi odos os meus obje i os. Nunca deixou es a p esen e com o seu amo , mas ambém soube es a ausen e, quando assim inha de se , sem queixas e com mui a comp eensão. Ao S . Manuel Jo ge, que desde que me admi iu na sua emp esa, semp e me concedeu o al lexibilidade, pe mi indo assim concilia da melho o ma o abalho com a o mação académica. Sem o seu apoio, al ez a conclusão des e cu so não osse possí el em empo ão eduzido. A odos os meus amigos que o na am a minha ida mui o mais p eenchida e di e ida, azendo-me esquece das di iculdades e mesmo do cansaço que esul a a de uma o ina ão cheia de ocupações. Aos TS’s, à Con a ia, às MC’s, aos colegas de cu so, aos lousadenses… odos o am, são e se ão semp e pa e da minha ida. À Ângela, amiga e colega de casa du an e g ande pa e do cu so. Ob igada pela amizade, e já ago a, pelas bolachas e chocola e do bom du an e as épocas de exames, mas só du an e es as épocas! À Ca la que semp e ac edi ou em mim, que semp e me apoiou, an o ao ní el p o issional como pessoal. Uma g ande g ande mulhe que mui o admi o e que me p i ilegia com a sua amizade. Nem enho pala as pa a i Ca la Cos a, sin o-me mesmo uma p i ilegiada. À Elsa pelo apoio e amizade que são mui o impo an es pa a mim, e cla o, pela ansmissão de conhecimen os p á icos do dia-a-dia em quase odas as con e sas es abelecidas. iii À P o esso a Dou o a Edua da Gomes Ne es po se e disponibilizado a se minha o ien ado a, ainda an es da minha decisão inal, endo-me elucidado e p epa ado pa a os desa ios des a p o issão. À D a. Vi gínia Capêlo po e acei e se minha o ien ado a, pela ansmissão de conhecimen os, apoio, simpa ia, pa ilha e dedicação ao longo de odo o pe íodo de es ágio. Aos es an es Médicos Ve e iná ios O iciais com quem i e opo unidade de ap ende no deco e do es ágio, mos ando-me no as écnicas e ensinando pequenos uques que acili am o abalho na linha de aba e. A odos um Mui o Ob igada! i Lis a de ab e ia u as: UA - Unidades de Aba e MVO - Médicos Ve e iná ios O iciais DRAVRN - Di eção de Se iços de Alimen ação e Ve e iná ia da Região No e DGAV - Di eção Ge al de Alimen ação e Ve e iná ia MIMV - Mes ado In eg ado em Medicina Ve e iná ia DAV - Di isão de Alimen ação e Ve e iná ia IRCA - In o mação Rela i a à Cadeia Alimen a BEA - Bem-es a Animal MRE - Ma é ias de Risco Especí ico EET - Ence alopa ias Espongi o mes T ansmissí eis OIE - O ganização In e nacional de Epizoo ias EEB - Ence alopa ia Espongi o me Bo ina EM - Es ados-Memb os DDO - Doença de Decla ação Ob iga ó ia PNCR - Plano Nacional de Con olo de Resíduos PACE - Plano de Ap o ação e Con olo dos Es abelecimen os BSE – Bo ine Spongi o m Encephalopa hy TSE – T ansmissible Spongi o m Encephalopa hy GBP - Guia de Boas P á icas Índice Ge al RESUMO………………………………………………………………………………………………………………i AGRADECIMENTOS……………………………………………………………………………………………….ii LISTA DE ABREVIATURAS………………………………………………………………………………………iii 1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................................................. 1 2. ÁREAS DE INTERVENÇÃO DO MÉDICO VETERINÁRIO OFICIAL NO MATADOURO ................ 2 2.1 PROCEDIMENTOS NA RECEÇÃO DE ANIMAIS ..................................................................................................... 2 2.1.1 Receção de Animais e Con olo Documen al ........................................................................................ 2 2.1.2 Bem-Es a Animal .................................................................................................................................. 3 2.1.3 Inspeção an e mo em ............................................................................................................................ 4 2.2 PROCEDIMENTOS DE ABATE ............................................................................................................................. 5 2.2.1 Imobilização e Insensibilização ............................................................................................................. 5 2.2.2 Sang ia .................................................................................................................................................. 5 2.2.3 Es ola e Excisão de ex emidades podais nos bo inos e solípedes ........................................................ 6 2.2.4 Es ola dos pequenos uminan es ........................................................................................................... 6 2.2.5 Escaldão, depilação e chamusco nos suínos: ........................................................................................ 6 2.2.6 E isce ação ........................................................................................................................................... 7 2.2.7 Co e longi udinal .................................................................................................................................. 7 2.2.8 Subp odu os ........................................................................................................................................... 9 2.3 INSPEÇÃO POST MORTEM .................................................................................................................................. 9 2.3.1 Tes es labo a o iais ............................................................................................................................. 10 2.4 DECISÃO SANITÁRIA ...................................................................................................................................... 11 2.5 MARCA DE SALUBRIDADE .............................................................................................................................. 11 3. CASUÍSTICA OBSERVADA ......................................................................................................................... 12 3.1 CARNES LANDEIRO S.A. ................................................................................................................................ 12 3.2 CENTRAL CARNES - MATADOURO CENTRAL DE ENTRE DOURO E MINHO, LDA. ........................................... 15 3.3 AVELINO DOS SANTOS & ROSA BRAGA, LDA. ............................................................................................... 17 4. AUDITORIAS .................................................................................................................................................. 19 5. ABATE DE EMERGÊNCIA FORA DO MATADOURO ........................................................................... 20 5.1 ANIMAL NÃO APTO PARA O TRANSPORTE. O QUE FAZER? .............................................................................. 21 5.1.1 P ocedimen o do aba e de eme gência o a do ma adou o ................................................................. 22 5.1.2 Ocisão e eliminação do animal ........................................................................................................... 24 5.2 CONTINGÊNCIAS DOS ABATES DE EMERGÊNCIA FORA DO MATADOURO ......................................................... 24 5.3 CONTROVÉRSIAS RELACIONADAS COM O ABATE DE EMERGÊNCIA FORA DO MATADOURO ............................. 25 5.4 OCORRÊNCIAS DE ABATES DE EMERGÊNCIA FORA DO MATADOURO ............................................................... 27 i 6. DISCUSSÃO ..................................................................................................................................................... 27 7. CONCLUSÃO .................................................................................................................................................. 30 8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................................... 30 ANEXO I - PASSAPORTE INDIVIDUAL DE BOVINOS………………………………………………….……II ANEXO II - METODOLOGIA DA INSPEÇÃO POST MORTEM OBRIGATÓRIA…………………………III ANEXO III - IMAGENS DAS LESÕES MAIS OBSERVADAS E OUTROS ACHADOS……………………IV ANEXO IV - DECLARAÇÃO VETERINÁRIA DO MÉDICO VETERINÁRIO ASSISTENTE…………...VI ANEXO V - DECLARAÇÃO VETERINÁRIA PARAANEXAR À IRCA……….………………………...…VII ANEXO VI - GUIA PARA O EXAME EM VIDA NA EXPLORAÇÃO ……….……………………………VIII Índice de Tabelas TABELA 1 - LISTA DE MRE, DE ACORDO COM O ESTIPULADO NO RESPETIVO REGULAMENTO. ....................................... 9 TABELA 2 - RESUMO DA CARACTERIZAÇÃO DAS SUBPOPULAÇÕES DE BOVINOS PARA REALIZAÇÃO DE TESTES RÁPIDOS………………………………………………………………………………………………………... 10 TABELA 3 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE/REJEIÇÕES DE BOVINOS EM SETEMBRO DE 2012. ..................................... 12 TABELA 4- RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE/REJEIÇÕES DE BOVINOS EM NOVEMBRO DE 2012. ..................................... 12 TABELA 5 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE/REJEIÇÕES DE BOVINOS ATÉ 10 DE JANEIRO DE 2013. .............................. 13 TABELA 6 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE/REJEIÇÕES DE SUÍNOS EM SETEMBRO DE 2012. ........................................ 13 TABELA 7 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE/REJEIÇÕES DE SUÍNOS EM NOVEMBRO DE 2012. ....................................... 13 TABELA 8 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE/REJEIÇÕES DE SUÍNOS ATÉ 10 DE JANEIRO DE 2013. ................................ 13 TABELA 9 - TOTAL DE REJEIÇÕES E RESPETIVOS MOTIVOS RELATIVOS AO MÊS DE SETEMBRO DE 2012. ....................... 13 TABELA 10 - TOTAL DE REJEIÇÕES E RESPETIVOS MOTIVOS RELATIVOS AO MÊS DE NOVEMBRO DE 2012. ................... 14 TABELA 11 - TOTAL DE REJEIÇÕES E RESPETIVOS MOTIVOS RELATIVOS AO MÊS DE JANEIRO DE 2013 (ATÉ O DIA 10). 15 TABELA 12 - RESUMO DO NÚMERO DE ANIMAIS DE CADA ESPÉCIE ABATIDA EM OUTUBRO DE 2012. ........................... 15 TABELA 13 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE/REJEIÇÕES DE BOVINOS EM OUTUBRO DE 2012. ..................................... 15 TABELA 14 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE/REJEIÇÕES DE SUÍNOS EM OUTUBRO DE 2012. ....................................... 15 TABELA 15 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE/REJEIÇÕES DE PEQUENOS RUMINANTES EM OUTUBRO DE 2012. NÃO HOUVE ABATE DE CAPRINOS. .............................................................................................................................. 15 TABELA 16 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE/REJEIÇÕES DE SOLÍPEDES EM OUTUBRO DE 2012. .................................. 15 TABELA 17 - TOTAL DE REJEIÇÕES E RESPETIVOS MOTIVOS RELATIVOS AO MÊS DE OUTUBRO DE 2012. ...................... 17 TABELA 18 - RESUMO DO NÚMERO DE ANIMAIS DE CADA ESPÉCIE ABATIDA EM DEZEMBRO DE 2012. ......................... 17 TABELA 19 - RESUMO DO ABATE/REJEIÇÕES DE BOVINOS NO MÊS DE DEZEMBRO DE 2012. ......................................... 17 TABELA 20 - RESUMO DO ABATE/REJEIÇÕES DE SUÍNOS ADULTOS EM DEZEMBRO DE 2012. ......................................... 17 TABELA 21 - RESUMO DO ABATE/REJEIÇÕES DE SUÍNOS LEITÕES EM DEZEMBRO DE 2012. ........................................... 17 ii TABELA 22 - RESUMO DO ABATE/REJEIÇÕES DE PEQUENOS RUMINANTES EM DEZEMBRO DE 2012. ............................. 18 TABELA 23- RESUMO DE ABATE/REJEIÇÕES DE SOLÍPEDES EM DEZEMBRO DE 2012. .................................................... 18 TABELA 24 - TOTAL DE REJEIÇÕES E RESPETIVOS MOTIVOS RELATIVOS AO MÊS DE DEZEMBRO DE 2012. .................... 19 TABELA 25 – ESTABELECIMENTOS VISITADOS NO ÂMBITO DO PACE. ......................................................................... 19 Índice de G á icos GRÁFICO 1- RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE DE BOVINOS EM SETEMBRO DE 2012. ...................................................... 12 GRÁFICO 2 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE DE BOVINOS EM NOVEMBRO DE 2012. .................................................... 12 GRÁFICO 3 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE DE BOVINOS ATÉ 10 DE JANEIRO DE 2013. .............................................. 13 GRÁFICO 4- RESUMO DO NÚMERO DE ANIMAIS DE CADA ESPÉCIE ABATIDA EM OUTUBRO DE 2012. ............................. 15 GRÁFICO 5 - RESUMO DOS TOTAIS DE ABATE DE BOVINOS EM OUTUBRO DE 2012. ....................................................... 15 GRÁFICO 6 - RESUMO DO NÚMERO DE ANIMAIS DE CADA ESPÉCIE ABATIDA EM DEZEMBRO DE 2012. .......................... 17 GRÁFICO 7 - RESUMO DO ABATE DE BOVINOS NO MÊS DE DEZEMBRO DE 2012. ........................................................... 17 GRÁFICO 8 - RESUMO DO ABATE DE PEQUENOS RUMINANTES EM DEZEMBRO DE 2012. ................................................ 18 7 são ob iga o iamen e ejei ados pa a consumo, sendo ca ego izados como M2, de aco do com Regulamen o (CE) n.º 1774/2002 do Pa lamen o Eu opeu e do Conselho de 3 de Ou ub o (5) de 2002 e suas al e ações. Após a saída de escaldão, as ca caças passam numa depilado a o a i a com aspado es que emo em as ce das, a emoção das unhas é ei a de o ma manual. Pos e io men e, podem passa no chamusco, com maça icos a gás pa a comple a a emoção de ce das e es a o có neo da pele, ou en ão, como acon ece na UA A elino dos San os & Rosa B aga, Lda., são queimados e aspados manualmen e pa a comple a a emoção de ce das e es a o có neo da pele. No caso dos lei ões, o escaldão e emoção das ce das é e e uada simul aneamen e numa máquina onde ambém oco e a emoção das unhas. Após es a ope ação são colocados num anque com água ia pa a a e ecimen o e em seguida é e minada a p epa ação da ca caça de o ma manual com emoção das ce das dos locais onde a máquina não a uou, bem como das unhas não emo idas. 2.2.6 A e isce ação é e e uada em á ias ases. Inicia-se pela ca idade abdominal com emoção das ísce as b ancas compos as pelos compa imen os gás icos, in es inos, baço e ó gãos do apa elho geni o-u iná io, exce o o im. Na ase seguin e, emo em-se as ísce as e melhas, compos as po língua, esó ago, aqueia, co ação, pulmões, dia agma, ígado e im. E isce ação Na UA Cen al Ca nes - Ma adou o Cen al de En e Dou o e Minho, Lda, os ins são inspecionados jun o com as ísce as e melhas e ainda com a go du a pe i enal, a a és da incisão da mesma, ao con á io do A elino dos San os & Rosa B aga, Lda., que são inspecionados sem a go du a pe i enal. Na UA Ca nes Landei o, SA os ins pe manecem na ca caça, sendo emo idos pos e io men e e a inspeção ealizada po lo es já sem go du a pe i enal. 2.2.7 Todas as ca caças são seccionadas longi udinalmen e de o ma a pe mi i o a o de inspe i o e emoção ob iga ó ia das Ma é ias de Risco Especí ico (MRE) segundo a legislação igen e, nomeadamen e, a espinal medula em animais com mais de 12 meses, coluna e eb al e gânglios das aízes do sais dos animais com mais de 30 meses. Apesa da emoção da medula espinhal dos bo inos se ob iga ó ia apenas pa a animais com idade supe io a 12 meses, nos ma adou os onde deco eu o es ágio, es a e a um p ocedimen o sis emá ico, independen emen e da idade. Co e longi udinal 8 O Regulamen o (CE) N.º 854/2004 de 29 de Ab il (1) p e ê a possibilidade da au o idade compe en e au o iza a come cialização de ca caças de solípedes domés icos, de bo inos com mais de 6 meses de idade e de suínos domés icos com mais de qua o semanas não seccionadas sagi almen e. Du an e o pe íodo de es ágio apenas cons a ei es a pe missão po pa e da DSAVRN pa a a saída de ca caças de suínos e po ques ões sociocul u ais egionais. Figu a 1 – Imagens ep esen a i as de alguns passos ealizados na linha de aba e. A - Repouso de lei ões com acesso a água po á el. B – Encaminhamen o de suínos. C – Pa que de insensibilização e içamen o de animal insensibilizado. D - Caixa de es ição pa a insensibilização de bo inos e solípedes. E – Sang ia de suínos. F – Sang ia de solípedes. G – emoção das ex emidades podais de solípedes. H – Es ola de bo ino. I – Escaldão ho izon al de suínos. J – Suíno a en a na depilado a o a i a au omá ica. L – Suíno no chamusco. M – E isce ação de suínos. N – co e longi udinal de ca caça de bo ino. A B C D E F G H I J L M N 9 2.2.8 De aco do com o Regulamen o (CE) N.º 722/2007 de 25 de junho de 2007 (6), as MRE são as seguin es: Subp odu os Espécie Idade Ó gãos / Tecidos Bo ina Supe io a 12 meses C ânio (excluindo a mandíbula), incluindo o cé eb o e os olhos, e espinal medula Supe io a 30 meses a Coluna e eb al e gânglios das aízes do sais b Qualque idade Amígdalas, in es inos, desde o duodeno a é ao e o, e mesen é io O ina / Cap ina Supe io a 12 meses c C ânio, incluindo o cé eb o e os olhos, as amígdalas e a espinal medula Qualque idade Baço e íleo de animais de qualque idade. a) O Regulamen o (CE) N.º 357/2008 de 22 de ab il de 2008 (7) al e a a idade p e is a no Regulamen o sup aci ado. b) E xcluindo as é eb as do abo, as apó ises espinhosas e ans e sas das é eb as ce icais, o ácicas e lomba es, a c is a mediana e as asas do sac o c) Ou um incisi o pe manen e que enha pe u ado a gengi a Tabela 1 - Lis a de MRE, de aco do com o es ipulado no Regulamen o (CE) N.º 722/2007 de 25 de junho de 2007 (6). O MVO e i ica se a emoção, sepa ação, acondicionamen o e des ino das MRE e ou os subp odu os animais é ei a de aco do com o p e is o no Regulamen o (CE) N.º 1774/2002 de 3 de ou ub o (5) e suas al e ações. De e ainda se assegu ado que o ope ado ome as medidas necessá ias pa a e i a a con aminação da ca ne com MRE du an e o aba e. 2.3 Inspeção pos mo em A inspeção pos mo em é ob iga ó ia, imedia amen e após o aba e. Es e a o inspe i o consis e na a aliação senso ial e mac oscópica da ca caça, eco endo-se semp e que necessá io à palpação e/ou incisão de es u u as, que das ca caças que das ísce as, ou mesmo a es es labo a o iais. Os p ocedimen os de inspeção pos mo em são e e uados de aco do com o Regulamen o (CE) N.º 854/2004 de 29 de Ab il (1), espei ando a ecomendação legal da manipulação mínima, de o ma a e i a con aminações c uzadas. Nes a ase, é dada especial impo ância à de eção de doenças zoonó icas e doenças lis adas na O ganização In e nacional de Epizoo ias (OIE). 10 A me odologia es á esumida na abela em anexo (anexo II). 2.3.1 O MVO de e assegu a a ecolha, iden i icação, a amen o e en io de amos as pa a o labo a ó io. De aco do com o plano igilância e con olo de zoonoses são ealizados es es ápidos pa a as EET, ao ab igo do Regulamen o (CE) N.º 999/2001 de 22 de Maio (8) e Regulamen o (CE) N.º 722/2007 de 25 de junho de 2007 (6). Das UA em ap eço, apenas o Ma adou o A elino dos San os & Rosa B aga, Lda. es á ce i icado pa a execu a es es es es. Tes es labo a o iais A Decisão n.º2011/358/EU (9) al e a o Plano de Vigilância e Con olo da Ence alopa ia Espongi o me Bo ina (EEB), com aplicação apenas aos bo inos nascidos nos Es ados-Memb os (EM) no anexo do di o documen o. As al e ações es ão lis adas na abela abaixo. Ca ac e ização da subpopulação de bo inos a es a Idade dos nascidos nos EM e e idos Idade dos nascidos nou os EM ou países e cei os Aba e no mal pa a consumo ou campanha de e adicação de doença, sem sinais clínicos da mesma Igual ou supe io a 72 meses Igual ou supe io a 30 meses Aba e especial de eme gência Igual ou supe io a 48 meses Igual ou supe io a 24 meses Aba e no mal pa a consumo ou campanha de e adicação de doença, com sinais clínicos da mesma (Aba e da di e i a) Igual ou supe io a 48 meses Igual ou supe io a 24 meses Mo os na explo ação/ anspo e/abegoa ia Igual ou supe io a 48 meses Igual ou supe io a 24 meses Tabela 2 - Resumo da ca ac e ização das subpopulações de bo inos pa a ealização de es es ápidos. No caso dos pequenos uminan es, o Regulamen o (CE) n.º 727/2007 de 26 de Junho (10) p e ê a colhei a de onco ce eb al em animais com mais de 18 meses ou com mais de dois incisi os pe manen es que enham pe u ado a gengi a. As colhei as são e e uadas a é se ob e a dimensão mínima p e is a no egulamen o sup aci ado. São ainda ealizados es es pa a geno ipagem em pelo menos 600 animais po que Po ugal é um Es ado-Memb o com uma população de o inos supe io a 750.000 animais e ainda em odos os animais o iundos de explo ações com casos posi i os de EET epo ados e seus coabi an es. De aco do com o Regulamen o (CE) N.º 2075/2005 de 5 de Dezemb o (11), de e-se ainda p ocede a pesquisa de iquina em músculo de suínos, no âmbi o da de eção de doenças que cons am da lis a da O ganização In e nacional de Epizoo ias (OIE). 11 Qualque suspei a de Doença de Decla ação Ob iga ó ia (DDO) no exame pos mo em esul a no p eenchimen o de modelo de comunicação de suspei a de DDO com en io à DSAVRN. Semp e que a DDO mo i e colhei a de ma e ial é p eenchida a espe i a equisição de análise ao Ins i u o Nacional de Recu sos Biológicos, I.P. / Labo a ó io Nacional de In es igação Ve e iná ia. Du an e o pe íodo de es ágio pude acompanha as colhei as de ma e ial pa a a p ossecução do Plano Nacional de Con olo de Resíduos (PNCR), cump indo o es ipulado no Dec e o-Lei n.º 148/99 de 4 de Maio (12) e no Dec e o-Lei n.º 185/05 de 4 de No emb o (13), execu adas pelo MVO de aco do com o planeado pa a cada UA. 2.4 Decisão Sani á ia A decisão do a o inspe i o é baseada nos achados na inspeção pos mo em e de aco do com o Regulamen o (CE) N.º 854/2004 de 29 de Ab il (1) podendo se : - Rep o ação o al das ca caças – quando ap esen am pe igo pa a manipulado es, consumido es ou eúnam ca ac e ís icas mac oscópicas indesejá eis. Ma cação das ca caças com a le a “R”; - Rep o ação pa cial – lesões localizadas e bem delimi adas. Ma cação do ma e ial com a le a “R”; - Obse ação – a agua da esul ados de análises ou em casos de suspei as. Ma cação das ca caças com a le a “O”; - Ap o ação condicionada (indus ialização, a amen os é micos ou com dis ibuição limi ada a zonas es i as). Nes es casos, o MVO pode exigi a aposição de uma ma ca especial de salub idade, como a ma ca edonda do aba e especial o a do ma adou o; - Ap o ação pa a consumo – aposição de ma ca de salub idade. 2.5 Ma ca de salub idade A ma ca de salub idade é ei a apenas nas ca caças e espe i as ísce as ap o adas pa a consumo humano, apos a na supe ície ex e io da ca caça a in a ou a ogo, de o ma a que, se as ca caças o em desmanchadas em meias ca caças ou em qua os, ou se as meias ca caças o em desmanchadas em ês peças, cada peça os en e uma ma ca de salub idade. A ma ca de salub idade obedece ao es a uído no Regulamen o (CE) N.º 854/2004 de 29 de Ab il (1) ( o ma o al). No caso de animais aba idos o a do ma adou o, a ma ca de salub idade de e se de o ma edonda, podendo ambém es e ipo de ma ca se aplicada em ca caças/p odu os sujei os a 12 ap o ação condicionada. O MVO de e e i ica a aposição da ma ca de salub idade, bem como o ipo de ma ca a u iliza de aco do com o a ás expos o. 3. Casuís ica obse ada No deco e do es ágio oi e i icada uma g ande di e ença no ipo de pa ologias ap esen adas nas di e sas UA, o que oi bas an e posi i o pa a a consolidação de conhecimen os e p á icas de o ina dos MVO nas UA. Assim, é ap esen ada a casuís ica obse ada no pe íodo de es ágio de aco do com cada UA. No anexo III ap esen am-se imagens das lesões encon adas com mais equência e ou os achados nas di e sas UA. 3.1 Ca nes Landei o S.A. Como se pode e i ica nas abelas e g á icos abaixo, a quan idade de ejeições nes a UA é mui o baixa, não se e i icando a iação signi ica i a que no núme o de animais aba idos em cada mês que deco eu o es ágio nes a UA que no núme o ou nos mo i os de ejeições. As azões que le a am às ejeições obse adas nes es pe íodos encon am-se lis adas nas abelas 9, 10 e 11. Como nes a UA não exis e um g ande olume de ejeições, oi possí el ap ende e p a ica com calma odas as a e as associadas à in e enção do MVO nas UA, nomeadamen e, comp eende a lógica sani á ia do ipo de con olo documen al e e uado pelo MVO e execu a odos os p ocedimen os de o ma co e a de aco do com o es a uído no Regulamen o (CE) N.º 854/2004 de 29 de Ab il (1). BOVINOS Sem es e BSE 1287 94% Com es e BSE 75 6% Di e i a 0 0% TOTAL 1362 Rejeições 3 0% Mo os anspo e/abegoa ia 2 0% Tabela 3 - Resumo dos o ais de aba e/ ejeições de bo inos em se emb o de 2012. G á ico 1- Resumo dos o ais de aba e de bo inos em se emb o de 2012. BOVINOS Sem es e BSE 1272 94% Com es e BSE 73 5% Di e i a 3 0% TOTAL 1348 Rejeições 4 0% Mo os 1 0% Tabela 4- Resumo dos o ais de aba e/ ejeições de bo inos em no emb o de 2012. G á ico 2 - Resumo dos o ais de aba e de bo inos em no emb o de 2012. Aba e de Bo inos Sem es e BSE Com es e BSE Di e i a Aba e de Bo inos Sem es e BSE Com es e BSE Di e i a 13 BOVINOS Sem es e BSE 353 96% Com es e BSE 16 4% Di e i a 0 0% TOTAL 369 Rejeições 0 0% Mo os 0 0% Tabela 5 - Resumo dos o ais de aba e/ ejeições de bo inos a é 10 de janei o de 2013. G á ico 3 - Resumo dos o ais de aba e de bo inos a é 10 de janei o de 2013. SUÍNOS Nº animais aba idos 8990 Rejeições pos mo em 14 0 % Mo os anspo e/abegoa ia 20 0 % Tabela 6 - Resumo dos o ais de aba e/ ejeições de suínos em se emb o de 2012. SUÍNOS Nº animais 9417 Rejeições pos 19 0 Mo os anspo e/abego a ia 9 0 % Tabela 7 - Resumo dos o ais de aba e/ ejeições de suínos em no emb o de 2012. SUÍNOS Nº animais aba idos 2925 Rejeições 14 0 % Mo os anspo e/abegoa ia 4 0 % Tabela 8 - Resumo dos o ais de aba e/ ejeições de suínos a é 10 de janei o de 2013. REJEIÇÕES Mo i o Bo inos Suínos An e-mo em Mo os no anspo e/abego ia 2 20 Pos -mo em Al e ações ge ais Ca nes sang en as 1 Caquexia, Hid oémia 1 Pioémia, Sep icémia 1 Al e ações localizadas Pleu a, Pulmão, B ônquios Abcessos pulmona es múl iplos 1 Pleu isia ib inosa/di usa ou se o ib inosa supu a i a 1 B oncopneumonia pu ulen a 1 Pneumonia pu ulen a 1 Pe i oneu Pe i oni e ib inopu ulen a 1 Osso e a iculação, endão Os eí e pu ulen a 2 Os eomieli e 3 A i e aguda ( ib inosa/pu ulen a) 3 Músculo Miosi e nec ó ica 1 To al de ejeições 5 34 Tabela 9 - To al de ejeições e espe i os mo i os ela i os ao mês de se emb o de 2012. Aba e de bo inos Sem es e BSE Com es e BSE Di e i a 14 REJEIÇÕES Mo i o Bo inos Suínos An e-mo em Mo os no anspo e/abego ia 1 9 Pos -mo em Al e ações localizadas Pe icá dio, Co ação, Vasos Pe ica di e nec opu ulen a 1 0 Pleu a, Pulmão, B ônquios B oncopneumonia pu ulen a 0 1 Pleu isia ib inosa / di usa ou se o ib inosa supu a i a 0 1 Pneumonia pu ulen a 0 1 Pleu opneumonia ib inopu ulen a 0 1 Abcessos pleu ais múl iplos 0 2 Pe i oneu Pe i oni e di usa, aguda ou ex ensi a 0 1 Rim, Bexiga, U e a Ne i e pu ulen a 0 1 Ú e o, Vagina Tumo u e ino 1 0 Osso e a iculação, endão F a u as com complicações 1 0 Os eí e pu ulen a 1 6 Os eomieli e 0 3 A i e aguda ( ib inosa/pu ulen a) 0 1 Polia i e 0 1 To al de ejeições 5 28 Tabela 10 - To al de ejeições e espe i os mo i os ela i os ao mês de no emb o de 2012. REJEIÇÕES Mo i o Bo inos Suínos An e-mo em Mo os no anspo e/abego ia 4 Pos -mo em Al e ações ge ais Lin adeni e gene alizada 1 Al e ações localizadas Pleu a, Pulmão, B ônquios Pleu isia ib inosa/di usa ou se o ib inosa supu a i a 1 B oncopneumonia pu ulen a 2 Pneumonia pu ulen a 1 Pe icá dio, Co ação, Vasos Pe ica di e nec opu ulen a 1 Osso e a iculação, endão Os eí e pu ulen a 4 15 Os eomieli e 2 A i e aguda ( ib inosa/pu ulen a) 2 To al de ejeições 0 18 Tabela 11 - To al de ejeições e espe i os mo i os ela i os ao mês de janei o de 2013 (a é o dia 10). 3.2 Cen al Ca nes - Ma adou o Cen al de En e Dou o e Minho, Lda. O pe íodo de es ágio nes a UA oi mui o impo an e pela di e sidade de pa ologias obse adas. Ao con á io da UA a ás ci ada, nes a UA já oi possí el obse a uma quan idade signi ica a de ejeições com ele ada a iação nos mo i os, es ando es es lis ados na abela 17. Es e ac o oi mui o a o á el à ap endizagem, podendo obse a as ca ac e ís icas das lesões de cada pa ologia, nomeadamen e ex u a, chei o e localização mais equen e. ESPÉCIES ABATIDAS Bo inos 3424 10% Suínos 30672 90% Solípedes 93 0% Pequenos uminan es 9 0% TOTAL 34198 100% Tabela 12 - Resumo do núme o de animais de cada espécie aba ida em ou ub o de 2012. G á ico 4- Resumo do núme o de animais de cada espécie aba ida em ou ub o de 2012. BOVINOS Sem es e BSE 2404 70% Com es e BSE 986 29% Di e i a 34 1% TOTAL 3424 Rejeições 87 3% Mo os anspo e/abegoa ia 10 0% Tabela 13 - Resumo dos o ais de aba e/ ejeições de bo inos em ou ub o de 2012. G á ico 5 - Resumo dos o ais de aba e de bo inos em ou ub o de 2012. SUÍNOS Nº animais aba idos 30672 Rejeições pos mo em 48 0% Mo os anspo e/abegoa ia 41 0% Tabela 14 - Resumo dos o ais de aba e/ ejeições de suínos em PEQUENOS RUMINANTES Nº o inos aba idos O inos sem es e TSE 8 O inos com es e TSE 1 Rejeições 0 Mo os 0 Tabela 15 - Resumo dos o ais de aba e/ ejeições de pequenos uminan es em ou ub o de 2012. Não hou e aba e de cap inos. SOLÍPEDES Nº animais aba idos 93 Rejeições 0 0% Mo os anspo e/abegoa ia 0 0% Tabela 16 - Resumo dos o ais de aba e/ ejeições de solípedes em ou ub o de 2012 Espécies aba idas Bo inos Suínos Solípedes Aba e de Bo inos Sem es e BSE Com es e BSE Di e i a 16 REJEIÇÕES Mo i o Bo inos Suínos An e-mo em Mo os no anspo e/abego ia 10 43 Hipo e mia 1 Mau es ado ge al / Caquexia 1 Pos -mo em Al e ações ge ais Ca nes óxicas 1 Ca nes auma izadas 4 Ca nes conspu cadas 1 Caquexia, Hid oémia 7 1 Abcessos múl iplos 5 2 On alo lebi e aguda com in eção gene alizada 1 Suspei a de adminis ação medicamen osa 4 Al e ações localizadas Pe icá dio, Co ação, Vasos Pe ica di e ib inopu ulen a 1 Pe ica di e nec opu ulen a 2 Pleu a, Pulmão, B ônquios B oncopneumonia pu ulen a 3 Abcessos pulmona es múl iplos 1 Pleu isia ib inosa / di usa ou se o ib inosa supu a i a 1 B oncopneumonia ib inopu ulen a 1 1 Pneumonia pu ulen a 4 Pleu opneumonia ib inopu ulen a 1 Es ômago e in es inos En e i e hemo ágica 1 Pe i oneu Pe i oni e di usa, aguda ou ex ensi a 3 1 Pe i oni e ib iopu ulen a 7 Rim, Bexiga, U e a Ne i e pu ulen a 1 Ú e o, Vagina Me i e aguda 1 Tumo u e ino 1 Me i e nec opu ulen a 1 Úbe e Mami e associada a ou as lesões pa ológicas 1 Mami e nec opu ulen a 2 Mami e pu ulen a 1 Osso e a iculação, endão Os eí e pu ulen a 14 17 Os eomieli e 4 12 23 III. Decla ação e e iná ia emi ida pelo médico e e iná io assis en e, de idamen e p eenchida, decla ando qual o mo i o do aba e especial de eme gência o a do ma adou o (anexo IV); IV. IRCA e decla ação e e iná ia emi ida po médico e e iná io assis en e (opcional) (anexo V) V. P eenchimen o da decla ação e e iná ia, emi ida pelo p óp io MVO que ealizou a inspeção an e mo em, indicando o esul ado a o á el da mesma, indicando ainda a da a e ho a e a azão do aba e de eme gência e ainda a na u eza de qualque a amen o adminis ado pelo e e iná io do animal (anexo VI) Após a ealização da inspeção an e mo em pelo MVO, o animal de e se insensibilizado em con o midade com as eg as p e is as no Dec e o-Lei n.º 28/96, de 2 de ab il (3), ela i o à p o eção dos animais no aba e e ocisão. O mé odo mais equen e é o uso da pis ola de êmbolo e á il. Impo a e e i que exis em pis olas de êmbolo e á il em odos os se iços egionais da DGAV que podem se equisi adas pelos e e iná ios assis en es das explo ações. A sang ia de e inicia -se imedia amen e, no máximo após 20 segundos após a insensibilização. De em se usadas acas limpas, desin e adas e bem a iadas. De aco do com o GBP, a sang ia é e icaz mesmo com o animal dei ado e de e demo a pelo menos 6 minu os. O sangue de e se ecolhido e en iado jun o com o animal pa a a UA pa a se eliminado com subp odu o. De aco do com o Regulamen o (CE) N.º 853/2004, de 29 de ab il (16), a e isce ação pode se e e uada no local, sob supe isão do e e iná io. No en an o, pode (e de e) se e i ada desde que a du ação do anspo e do animal aba ido a é ao ma adou o não exceda 1 ho a e se a empe a u a ambien e não o ele ada. No p imei o caso, as ísce as êm ob iga o iamen e de acompanha a ca caça a é à UA. Se deco e em mais de 2 ho as en e o aba e e a chegada à UA, o anspo e em que se e ige ado, exce o se as condições clima é icas pe mi i em o a e ecimen o sem e ige ação a i a. Tal como já e e ido no p esen e documen o, no caso de ap o ação des as ca nes pa a consumo, de aco do com o Regulamen o (CE) N.º 853/2004, de 29 de ab il (16), a ma ca de salub idade em que se especial, o ma edonda, de modo a que não possa se con undida com a ma ca de salub idade e a ma ca de iden i icação p e is as nos Regulamen os (CE) N.º 853/2004 (16) e N.º 854/2004 (1) de aba e no mal, e só pode ão se come cializadas a ní el nacional. 24 Rela i amen e ao anspo e, além do que já oi e e ido ace ca da du ação e condições de e ige ação, semp e que o animal i e sido e isce ado, são necessá ias p ecauções especiais ela i as à higiene do eículo, de o ma a minimiza a con aminação do in e io da ca idade abdominal, es ando a caixa do eículo bem limpa e sem ma e ial de cama. Es e pon o ca ece de ins uções mais de alhadas no GBP (17), já que não são e e idas quais as condições mínimas de higiene ela i as que aos anspo es que aos con en o es usados pa a anspo a as ísce as, dado que se a am de ecidos edí eis a se anspo ados em meios de anspo es usados pa a anspo e animais i os. Também os e e idos con en o es não são de idamen e ca ac e izados, sendo apenas e e ido que de em e i a o con ac o das ísce as com a ca caça. 5.1.2 Em al e na i a, pe an e um animal que não es á ap o a se anspo ado e não ap o pa a aba e pa a consumo humano a decisão de e á se a ocisão com a eliminação do animal. Es a é uma opção que deco e de uma decisão do médico e e iná io assis en e com o consen imen o do de en o . No caso de não ha e consen imen o do de en o , o médico e e iná io assis en e de e consul a os se iços e e iná ios da egião. Um animal sujei o a ocisão não pode se des inado nem ao consumo humano nem animal e o seu cadá e de e á se eliminado pelo SIRCA. Os mé odos de ocisão au o izados es ão e is os no Dec e o-Lei n.º 28/96 de 2 de ab il (3), ela i o à p o eção dos animais no aba e e ocisão. Os mé odos mais equen emen e usados em bo inos são: Ocisão e eliminação do animal • Pis ola de êmbolo e á il – é um mé odo de insensibilização, apenas é au o izado como mé odo de ocisão se o seguido de sang ia; • A ma de p ojé il li e; • Injeção le al com medicamen os au o izados – anes ésicos que p o oquem pe da imedia a dos sen idos, seguida de mo e, nas doses e o mas de u ilização ap op iadas. 5.2 Con ingências dos aba es de eme gência o a do ma adou o O de en o em que encon a uma UA, pe o da sua localização, que acei e o animal nas condições em que se encon a, e que pe mi a a deslocação de um uncioná io à explo ação pa a insensibiliza e sang a o animal, dado que es e p ocesso em que se ealizado po uma pessoa compe en e e com eino. A p imei a di iculdade su ge aqui, os ma adou os podem não es a ece i os à saída de um uncioná io do seu pos o na UA ou no caso de a si uação oco e o a do ho á io de labo ação, podem não es a dispos os a inicia em-na apenas po um animal, com odas as implicações ine en es: des aca uncioná ios, es an es ope ações de p epa ação da 25 ca caça e limpeza e desin eção do es abelecimen o pos e io a es as ope ações. Não exis e ob iga o iedade das UA (es abelecimen os p i ados) colabo a em com es e ipo de aba es po que o Es ado não pode ob iga nenhuma UA a acei a es as condições, uma ez que, não em qualque pode na sua ges ão dado a a -se de en idades p i adas. Ao Es ado apenas é de ida a disponibilização do MVO. Na possibilidade da UA acei a a ealização des es aba es o a do pe íodo de labo ação, se á necessá io ambém a icula com os se iços o iciais pa a nomeação de um MVO pa a a ealização da inspeção do animal em causa den o do empo p e is o no Regulamen o (CE) n.º 853/2004, de 29 de ab il (16). Além da di iculdade apon ada, ou a pode á se a de assegu a a capacidade e disponibilização de equipamen os que pe mi am, após insensibilização, apidamen e iça ou desloca o animal pa a um local ap op iado pa a a sang ia, is o é, um local limpo e que pe mi a a ecolha do sangue pa a anspo a pa a a UA com o animal. Após a sang ia, é ainda necessá io, al como já e e ido, ca ega a ca caça pa a um meio de anspo e que o le a á à UA. 5.3 Con o é sias elacionadas com o aba e de eme gência o a do ma adou o A ques ão do aba e de eme gência o a do ma adou o é con o e sa, não exis indo consenso nem mesmo acei ação des e p ocedimen o po algumas UA, médicos e e iná ios assis en es e MVO. Sendo a p o eção do BEA um p incípio undamen al na p odução animal é impe a i o sensibiliza pa a a ealização de aba e de eme gência o a do ma adou o semp e que a si uação o jus i ique. Simul aneamen e, pode impedi -se a des uição de um núme o signi ica i o de ca caças ap as pa a o consumo de endendo assim os in e esses económicos dos p odu o es. Na ealidade diá ia, oi e i icado que os de en o es op am na maio ia dos casos po a isca e anspo a animais que so e am aciden es e que po an o são conside ados não ap os ao anspo e, co endo o isco de so e em p ocesso con ao denacional e aplicada coima pelas espe i as in ações. Ac esce ainda que a manipulação des es animais em so imen o em epe cussões ambém na qualidade inal da ca ne, aumen ando a p obabilidade das ejeições que das zonas auma izadas que da ca caça po eação o gânica ge al. A eação o gânica ge al pode á mui as ezes se induzida mais pelo s ess da manipulação do que pelo so imen o induzido pelo aciden e que condicionou si uação Po ou o lado, exis em iscos associados a um aba e o a do ma adou o que não são conside ados quando o animal é aba ido no ma adou o, onde a manipulação do animal é mínima após o aba e e onde a e isce ação é ei a em pouco empo e de o ma higiénica. 26 Alguns MVO e e em o isco ele ado de mig ações bac e ianas que se iniciam logo após o aba e que podem condiciona a segu ança da ca ne, dado que, pode á ha e um aumen o exponencial des as mig ações pelo ac o do animal es a a se manipulado e anspo ado, ainda que den o do pe íodo de empo p e is o na legislação. Além disso, de e se conside ado que no malmen e os manipulado es não usam lu as e exis e um isco maio de oco ência de con aminações c uzadas en e manipulado es e ca caças. As condições de higiene que algumas explo ações podem o e ece são mui as ezes de ici á ias pa a a ealização des es aba es de o ma higiénica e segu a, po enciando o isco associado a es es aba es. Além dis o, se não o em explo ações que iquem de ac o nas imediações dos ma adou os, o anspo e pode se demo ado (mais que 1 ho a) e no caso de ha e necessidade de e isce ação, o isco de con aminações aumen a mui o, mesmo com as medidas adicionais de higiene nos ca os, como ecomendado no GBP (17), embo a não haja especi icação exp essa de quais se ão essas medidas. Impo a conside a que apenas a manipulação pa a in oduzi um animal e isce ado num meio de anspo e le a á ce amen e a conspu cações ine i á eis que condiciona ão a segu ança des a ca ne. Conside ando es es aspe os, apesa de se uma si uação p e is a na legislação e no GBP (17), não exis e uma acei ação e conco dância des a medida po pa e de alguns MVO. Uma ez que es as si uações le an am ques ões de segu ança e de saúde pública, deba e-se se se á an ajoso p omo e an o o BEA e co e o isco de p ejudica a segu ança alimen a . Alguns médicos e e iná ios assis en es e o iciais conside am mesmo que as no mas écnicas que de inem o que ep esen am animais ap os ou não ap os pa a anspo e de e iam se e is as pois são demasiado zelosas. Conside am que, dependo da g a idade da pa ologia, mui as ezes os animais não so em assim an o com o anspo e, con ando que o anspo e já ap esen a ca ac e ís icas que os p o egem de lesões e so imen os adicionais. De endem que em ez de se p omo e em mecanismos pa a aba e animais nas explo ações, de iam se o imizados os meios de anspo e e ape echá-los com mecanismos que p o ejam os animais, como supe ícies acolchoadas que p e inam auma ismos e descon o o dos animais, ou mesmo mecanismos pa a iça ou supo a os animais du an e o anspo e, e i ando o so imen o associado ao es o ço do equilíb io. Des a o ma, e i a am-se aba es em condições inadequadas e p omo iam-se os aba es no ma adou o, ao mesmo empo que se a o ecia o BEA, sem p ejuízo dos de en o es ou anspo ado es. 27 5.4 Oco ências de aba es de eme gência o a do ma adou o Du an e o pe íodo de es ágio o am ealizados na DSAVRN se e aba es de eme gência o a do ma adou o dos quais p esenciei qua o. - Ca nes Landei o, SA • 14 de no emb o - animais conside ados não ap os pa a anspo e na ei a de gado Leica , onde oco e am os aba es. Es es ês animais ap esen a am mo i os di e en es pa a não es a em ap os a se em anspo ados, a sabe : o Tume ação e claudicação do memb o pos e io di ei o; o Claudicação do memb o pos e io esque do com suspei a de luxação da anca; o Co imen o ul a se o sanguinolen o e posição an iálgica, com elu ância ao mo imen o. • 9 de janei o - animal que so eu um aciden e e a u ou a coluna e eb al ao ní el L3-L4, ap esen ando po isso uma pa apa ésia. No caso dos animais aba idos na Leica , os animais o am sang ados dei ados, com a cabeça penden e no cais de ca ga e desca ga dos animais ( endo sido deslocados po a as amen o após a insensibilização) e no caso do animal aba ido na explo ação, o animal oi içado com auxílio de um a o do de en o pa a pos e io sang ia. Em odos os casos, as ope ações oco e am de o ma ápida, cump indo assim o dispos o no GBP (17). O anspo e oi p on amen e ealizado, apenas passando ce ca 30 minu os desde o aba e a é à chegada à UA. 6. Discussão A possibilidade de con ac a com di e en es UA no deco e do es ágio oi um aspe o bas an e posi i o a assinala . Em cada UA oi possí el ob e expe iências di e en es e ape eiçoa di e en es compe ências, consoan e as espécies aba idas e a casuís ica obse ada. Conside o que o p incipal bene ício deco ido da passagem pela Ca nes Landei o, S.A oi a possibilidade de assis i e pa icipa na inspeção de animais aba idos o a do ma adou o, p ocedimen os que apenas ago a começa am a se aplicados. A passagem pelo Cen al Ca nes - Ma adou o Cen al de En e Dou o e Minho, Lda. oi ambém mui o impo an e, em nenhuma das ou as UA hou e opo unidade de obse a uma ão g ande di e sidade de quad os lesionais, já que, além das que mo i a am ejeições o ais, su gi am igualmen e mui as lesões localizadas. A UA A elino dos San os & Rosa B aga, Lda. po sua ez, oi essencial pa a ape eiçoa a me odologia de inspeção pos mo em em pequenos uminan es e lei ões. 28 Ou a g ande di e ença en e UA que in e essa e e i é que apenas no Cen al Ca nes - Ma adou o Cen al de En e Dou o e Minho, Lda. os suínos são sujei os a escaldão e ical, le ando a uma p odução de subp odu os da ca ego ia M2 p opo cionalmen e in e io à das ou as UA, uma ez que nessas, odos os pulmões são ejei ados e eliminados como subp odu os da ca ego ia M2, de ido ao escaldão ho izon al. Rela i amen e ao aba e de eme gência o a do ma adou o, oi e i icado que es a começa a se uma solução p ocu ada pelos de en o es e anspo ado es de animais, uma ez que p e endem e i a que a pe da de animais com consequen e p ejuízo económico, que p ocessos con ao denacionais esul an es do en io de animais não ap os a se anspo ados. De ac o, no deco e do es ágio, e i icou-se que a al e na i a à ealização do aba e de eme gência o a do ma adou o em sido a ealização do anspo e de animais não ap os ao anspo e, já que nem semp e es as si uações esul am nos ais p ocessos con ao denacionais. Na maio ia dos casos, os de en o es p e e em a isca po que mesmo no caso de e em que paga uma coima, pode se economicamen e mais an ajoso do que simplesmen e pe de o animal. Ou seja, pa a de en o es e anspo ado es, a ques ão económica acaba semp e po se sob epo à do BEA. Pos o is o, a melho o ma de p o ege o BEA é agiliza e p omo e a ealização des e ipo de aba e de eme gência, e i ando assim o so imen o dos animais associado à manipulação necessá ia pa a coloca num meio de anspo e um animal que não se consegue locomo e de o ma independen e. Com en ol imen o dos anspo ado es, que no malmen e são ambém negocian es, se á possí el aumen a o núme o des es aba es, po que ge almen e êm boas elações come ciais com as UA, e assim, consegui ão maio acei ação po pa e des as na p es ação do se iço em causa. As UA pode ão ambém consegui um no o ipo de negócio, pois pode es abelece p eços especiais aos de en o es des es animais, ganhando mais com es es aba es (com a jus i icação de cus os adicionais associados à saída do uncioná io). Além dis o, ao disponibiliza um no o se iço, pode ão assim ob e no os clien es que acaba ão po manda não só os animais que necessi am de aba es de eme gência o a do ma adou o mas ambém os seus es an es animais. Com is a ao aumen o da oco ência des e ipo de aba e, alguns anspo ado es ponde am a é a aquisição de eículos e equipamen os ap op iados pa a dedica em ao aba e e anspo e de animais aba idos o a do ma adou o, p omo endo as condições de higiene que as explo ações pode ão p opo ciona no aba e na explo ação. Podem se adqui idos sis emas pa a iça o animal na explo ação pa a a sang ia, com o auxílio dos a o es dos de en o es, possibili ando assim uma sang ia em condições de higiene sa is a ó ias e com ácil ecolha do sangue a anspo a pa a a 29 UA. Além disso, o ac o de ha e um eículo dedicado a es es anspo es aumen a á a disponibilidade do anspo ado e e ua es e se iço, e pode á diminui o empo de anspo e do animal pa a a UA. Ha endo disponibilidade de eículos e equipamen os adequados, os anspo ado es podem p es a um se iço aos de en o es ao mesmo empo que se p omo em as condições de higiene no aba e o a do ma adou o. Como e e ido an e io men e, segundo o GBP, apenas os animais que so e am um aciden e de e ão se subme idos a aba e de eme gência o a do ma adou o, e não qualque ou o animal que não es eja ap o a anspo e. No en an o, se ia mui o an ajoso aos donos das explo ações pode em eco e a es e ipo de aba e pa a qualque animal que não possa se conside ado ap o pa a anspo e po ou os mo i os que não um aciden e. Como exemplo des as si uações podem se e e idos os animais com p oblemas podais, u u as muscula es, e idas abe as, animais com impanismo, p olapsos u e inos, ou ou as si uações localizadas que não p o oquem al e ação do es ado ge al do animal. Des a o ma, o BEA se ia ce amen e mais espei ado, sendo e i ado o ecu so a anspo e de animais não ap os. Além disso, se es a al e ação osse acei e, o p o á el aumen o conside á el do núme o de aba es de eme gência o a do ma adou o, incen i a ia a c iação de mecanismos po o ma a acili a es e p ocesso. Es es mecanismos pode iam passa pela c iação de uma elação con a ual en e de en o es e as UA ou en e os negocian es e UA, le ando-as a assumi o comp omisso de acei a es es animais, e assim, possibili ando o ecu so ao aba e de eme gência na explo ação semp e que um animal não es eja ap o a se anspo ado, independen emen e do mo i o pa a a sua condição. Es e p ocesso ainda não acon ece com mui a equência po não ha e uma ácil acei ação po pa e das UA, con udo, de e iam se e e uadas ações de sensibilização, a a és da ealização deba es e sessões de escla ecimen os di ecionadas aos médicos e e iná ios assis en es e de en o es. Podiam ainda se de inidas elações con a uais que bene iciassem as UA, de o ma a incen i a a acei ação des es aba es, já que, ha endo possibilidade de e i a anspo a animais não ap os, não de e ia ha e mais azões pa a o aze . Apesa do desc i o no GBP (17), e i icou-se a acei ação des a condição po pa e da DSAVRN, pois au o izou a ealização do aba e de eme gência o a do ma adou o de animais que não o am í imas de aciden e, no caso dos animais da Leica . Le an a-se assim a ques ão se pode á es a em is a uma al e ação des as no mas ou ecomendações, de o ma ala ga a possibilidade de ecu so a es e ipo de aba e semp e que um animal não es eja ap o a se anspo ado. A ualmen e exis em mui os médicos e e iná ios assis en es das explo ações a p ocu a mais in o mações ace ca das condições pa a ealização des es aba es pa a melho in o ma e 30 aconselha os de en o es. Es as in o mações podem se ob idas nos espe i os se iços egionais e no po al da DGAV. Qualque médico e e iná io em po obje i o apoia a explo ação e maximiza o luc o da mesma, e es a é uma o ma de e i a a pe da de animais que são clinicamen e i ecupe á eis, mas ap os a se aba idos pa a consumo humano, e não podem se en iados pa a o ma adou o. 7. Conclusão A ealização des e es ágio possibili ou o con ac o com as di e sas a e as desempenhadas pelos MVO, desde as suas á eas de in e enção no ma adou o às audi o ias de es abelecimen os, sendo po isso uma expe iência mui o posi i a e en iquecedo a. Es e pe íodo pe mi iu o desen ol imen o das compe ências necessá ias ao exe cício da p o issão, consolidando os undamen os eó icos adqui idos du an e o pe cu so académico. Pela expe iência deco ida conclui-se que exis e uma endência pa a a ealização de aba es de eme gência o a do ma adou o, o que me mo i ou a ap o unda e ap esen a nes e abalho quais condições que podem esul a nes e aba es, bem como os p ocedimen os que de em se seguidos. 8. Re e ências bibliog á icas 1- Regulamen o (CE) N.º 854/2004 do Pa lamen o Eu opeu e do Conselho de 29 de Ab il de 2004. 2- Regulamen o (CE) N.º 1/2005 do Conselho de 22 de Dezemb o de 2004. 3 -Diá io da República (1996). I, sé ie A, N.º 79. Dec e o-Lei nº 28/96 de 2 de Ab il de 1996. 4- Regulamen o (CE) N.º 1099/2009 do Conselho de 24 de Se emb o de 2009. 5- Regulamen o (CE) N.º 1774/2002 do Pa lamen o Eu opeu e do Conselho de 3 de Ou ub o de 2002. 6- Regulamen o (CE) N.º 722/2007 da Comissão de 25 de junho de 2007. 7- Regulamen o (CE) N.º 357/2008 da Comissão de 22 de ab il de 2008. 8- Regulamen o (CE) N.º 999/2001 do Pa lamen o Eu opeu e do Conselho de 22 de Maio de 2001. 9- Commission Implemen ing Decision o 17 June 2011 (2011/358/EU) 10- Regulamen o (CE) n.º 727/2007 da Comissão de 26 de Junho. 11- Regulamen o (CE) N.º 2075/2005 da Comissão de 5 de Dezemb o de 2005. 12- Diá io da República (1999). I, sé ie A, N.º 103. Dec e o-Lei n.º 148/99 de 4 de Maio de 1999. 13- Diá io da República (2005). I, sé ie A, N.º 212. Dec e o-Lei n.º 185/05 de 4 de No emb o de 2005. 14- Di e i a 86/609/CEE do Conselho de 24 de No emb o de 1986. 15- Diá io da República (2007). 1ª sé ie, N.º 141. Dec e o-Lei 265/07, de 24 de julho de 2007. 16- Regulamen o (CE) n.º 853/2004 do Pa lamen o Eu opeu e do Conselho de 29 de ab il de 2004. 17- DGAV. Guia de Boas P á icas - Ap idão pa a o anspo e e aba e de eme gência. Agos o de 2012. 18- Diá io da República (2003). II Sé ie, N.º 107. Despacho n.º 9137/2003 (2.ª sé ie) de 9 de maio de 2003. I ANEXOS II Anexo I – Passapo e indi idual de bo inos Figu a 3 - Modelo 241-B/DGV do passapo e indi idual de bo inos - modelo an igo. Adap ado de: DGAV. Manual de p ocedimen os. A e bamen os sani á ios em passapo es de bo inos. Figu a 4 - Modelo 241-B/DGV do passapo e indi idual de bo inos - modelo no o. Adap ado de: DGAV. Manual de p ocedimen os. A e bamen os sani á ios em passapo es de bo inos.