scieee Open visual document viewer

Relatório de Estágio

Daniela Sofia Soares Pereira

Full text

Daniela So ia Soa es Pe ei a Rela ó io de es ágio Disse ação ealizada no âmbi o do Mes ado em T adução e Se iços Linguís icos, o ien ada pelo(a) P o esso (a) Dou o (a) Thomas Juan Ca los Hüsgen Faculdade de Le as da Uni e sidade do Po o Se emb o de 2015 Rela ó io de es ágio Daniela So ia Soa es Pe ei a Disse ação ealizada no âmbi o do Mes ado em T adução e Se iços Linguís icos, o ien ada pelo(a) P o esso (a) Dou o (a) Thomas Juan Ca los Hüsgen Memb os do Jú i P o esso Dou o Rogélio José Ponce de León Romeo Faculdade de Le as - Uni e sidade do Po o P o esso Dou o Thomas Juan Ca los Hüsgen Faculdade de Le as - Uni e sidade do Po o P o esso a Dou o a Ma ia Joana de Sousa Pin o Guima ães de Cas o Mendonça Faculdade de Le as – Uni e sidade do Po o Classi icação ob ida: 16 alo es “The ansla o has o do consciously wha he au ho did ins inc i ely. And ye i mus be ins inc i e.” - Richa d Pe ea ÍNDICE Ag adecimen os ................................................................................................................. i Resumo ............................................................................................................................. ii Abs ac ............................................................................................................................ iii Índice de igu as .............................................................................................................. i Índice de siglas e ab e ia u as .......................................................................................... In odução ......................................................................................................................... 1 Pa e I – Ap esen ação da emp esa e do es ágio ............................................................... 2 1. Ap esen ação da emp esa .......................................................................................... 2 1.1 Equipa de abalho ................................................................................................. 2 1.2 O ganização e ges ão do abalho .......................................................................... 4 2. Desc ição do es ágio.................................................................................................. 7 2.1 Desc ição das a e as ealizadas ............................................................................ 8 2.2 Fe amen as de apoio à adução ......................................................................... 14 2.3 P incipais ecu sos u ilizados .............................................................................. 18 2.4 Ap eciação global do es ágio ............................................................................... 19 Pa e II – T adução: Análise de casos p á icos ............................................................... 20 1. Análise de casos p á icos......................................................................................... 20 1.1 A impo ância da imagem no p ocesso de adução ................................................. 21 1.2 Ques ões e minológicas ........................................................................................... 27 1.3 A ambiguidade lexical .............................................................................................. 33 1.4 Re e ências cul u ais................................................................................................. 38 1.5 P oblemas écnicos ................................................................................................... 41 1.6 O Po uguês do B asil ............................................................................................... 43 1.6.1 Léxico e e minologia ............................................................................................ 44 1.6.2 G a ia ..................................................................................................................... 48 1.6.3 Tempos e bais ...................................................................................................... 51 1.6.4 A igos ................................................................................................................... 52 1.6.5 P eposições ............................................................................................................ 53 1.6.6 Conside ações inais .............................................................................................. 54 Conclusão ....................................................................................................................... 56 Re e ências bibliog á icas .............................................................................................. 58 Anexos ............................................................................................................................ 60 Anexo I – Lis a das aduções ealizadas ao longo do es ágio ....................................... 61 Anexo II – Exemplos de adução .................................................................................. 63 Anexo III – Plano de es ágio .......................................................................................... 70 Anexo IV – A aliação do es ágio cu icula po pa e da o ien ado a ........................... 72 i AGRADECIMENTOS Ao dou o Thomas Hüsgen, po odos os conselhos e ecomendações ansmi idos du an e a elabo ação des e ela ó io. Ag adeço igualmen e a odo o co po docen e do Mes ado em T adução e Se iços Linguís icos, coo denado ago a pelo P o .º Thomas Hüsgen, que me auxiliou a desen ol e as minhas capacidades e ap idões na á ea da adução e em pa icula , à P o .ª And ea Iglesias pela cons an e pe sis ência e con iança nas minhas capacidades, especialmen e nos momen os em que me sen ia mais insegu a. Os meus since os ag adecimen os às dou o as Joana Pin o e Mónica Sil a po me concede em a opo unidade de ealiza um es ágio na K aliTex , assim como a odos os colabo ado es e colegas de abalho, em especial à minha o ien ado a Ca a ina Ramos pela paciência, dedicação e disponibilidade que semp e e elou pa a auxilia -me a melho a o meu pe cu so ao longo des es ês meses. Finalmen e, aos meus pais po semp e ac edi a em em mim, apoia em a minha o mação académica de o ma incondicional e e em in es ido no meu u u o, à minha i mã pelo apoio cons an e e ao Ped o, pelo ca inho e companhei ismo. ii RESUMO O p esen e ela ó io cons i ui uma análise e e lexão do es ágio cu icula ealizado na emp esa K aliTex - Se iços de adução, Lda., no pe íodo comp eendido en e 2 de e e ei o de 2015 e 30 de ab il de 2015 no âmbi o do Mes ado em T adução e Se iços Linguís icos da Faculdade de Le as da Uni e sidade do Po o. Tem como p incipal obje i o analisa e e le i sob e o p ocesso adu i o le ado a cabo, analisando alguns exemplos ilus a i os. P imei amen e, se á abo dada a es u u a e a o ma de uncionamen o da emp esa e, de seguida, se á e e uada uma desc ição dos p incipais abalhos ealizados e dos ecu sos u ilizados. Numa segunda pa e, p ocede-se a uma análise de exemplos de algumas di iculdades sen idas du an e o p ocesso de adução, das soluções encon adas pa a supe a as di iculdades, elacionando-as, em á ios casos, com as eo ias de adução. Po im, ambém se ão abo dadas algumas das p incipais di e enças de e adas en e o Po uguês eu opeu e o Po uguês do B asil. Pala as-cha e: es ágio cu icula , adução, emp esa de adução, di iculdades adu i as 4 g ande pa e dos ex os aduzidos, em especial du an e o segundo e e cei o mês de es ágio, não e am de ca ác e ge al. Pelo con á io, o g au de especi icidade e a bas an e ele ado, e elando-se ex os pa a um adu o com uma unção supe io à de adu o assis en e. Po úl imo, é ambém ele an e menciona os eelance s, cuja unção pode oscila em i ude da sua e sa ilidade. Con udo, na K aliTex oi possí el in e i que e am esponsá eis, ge almen e, pela adução do seu p óp io abalho, pela e isão de p oje os ealizados pelos adu o es da equipa in e na ou a é pela simples ealização de QA (Quali y Assu ance) de um p oje o, cujo e iso es a a indisponí el de ido à ca ga de abalho exis en e. Obse ou-se igualmen e que cos uma am pa icipa na adução de ex os de ele ada dimensão, su gindo semp e que e a necessá io uma ajuda ex ao diná ia. Um dos equisi os da no ma eu opeia 15038:2006 p ende-se com a o mação dos elemen os que cons i uem os ecu sos humanos. Segundo a no ma, os adu o es de e ão ap esen a compe ências na á ea, is o é, a a és de o mação supe io o icial em adução, ou alguns anos de expe iência documen ada em adução. 1 Foi possí el cons a a a aplicação des e equisi o, uma ez que odos os colabo ado es da K aliTex êm o mação o icial em adução. Além disso, a sua o mação é con ínua uma ez que a emp esa o ganiza equen es o mações na á ea da adução, eunindo odos os seus colabo ado es. Ao longo da ealização do es ágio, o am ealizadas á ias o mações e euniões pa a discussão de p ocedimen os de melho ia da qualidade do abalho. Finalmen e e ainda em elação à composição da emp esa, é de e e i que o depa amen o adminis a i o é cons i uído pela D a. Joana Pin o e a D a. Mónica Sil a e o depa amen o ecnológico pelo IT Manage , esponsá el po soluciona as ques ões p oblemá icas ap esen adas pela equipa ela i amen e ao so wa e, ao ha dwa e, e ao so wa e in e no da ges ão de p oje os (PO). 1.2 ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO TRABALHO 1 Consul a : www.idiomaglobal.p /documen os/paginas/en15038_p .pd 5 A ges ão de odas as a e as elacionadas com os p oje os de adução é le ada a cabo a a és de uma pla a o ma in o má ica desen ol ida pela emp esa e designada P ojec -Open (PO). Pa a pode acede a es a pla a o ma a pa i de cada compu ado indi idual, cada colabo ado possui c edenciais, cons i uídas po um nome de u ilizado (são cons i uídas ge almen e pelas iniciais do nome do uncioná io) e uma pala a- passe. Após a in odução das espe i as c edenciais, cada memb o em acesso à sua página pessoal, onde pode á isualiza os p oje os em cu so que lhe o am a ibuídos. É no PO que as ges o as de p oje os c iam os p oje os, in oduzem odos os dados necessá ios e ele an es e dis ibuem as a e as de adução e e isão pelos colabo ado es en ol idos no p ocesso. Assim que essa a e a o c iada na pla a o ma, as pa es en ol idas ecebem um e-mail a a és do seu co eio ele ónico in e no com uma hipe ligação di e a pa a o p oje o ao qual oi associado (conside ado mui as ezes uma mais alia em e mos de poupança de empo). A a és do PO, o adu o em acesso a odos os elemen os necessá ios pa a a ealização da a e a em causa, como po exemplo, os ichei os o iginais, as ins uções, os ma e iais de e e ência ou e en uais glossá ios en iados pelo clien e. Além disso, o PO ambém inclui in o mações ge ais sob e o p oje o, como o nome e o código in e no do p oje o, a da a de eceção e de en ega, as línguas de pa ida e de chegada, o núme o de pala as do documen o e o núme o de pala as a se em aduzidas, o o ma o em que o documen o de e á se en egue, en e ou os. A pla a o ma es á di idida in e namen e em á ios sepa ado es, sendo que o sepa ado P ojec s é o mais ele an e. Es e sepa ado es á di idido em 4 subsepa ado es: Summa y, Files, T ans Tasks e Assignmen s, al como é possí el obse a na igu a 1. Figu a 1 - Sepa ado es na secção P ojec s do PO No sepa ado “Summa y” é possí el isualiza as in o mações ge ais do p oje o, p eenchidas pelas PMs, en e elas as da as de eceção e en ega, pa es de línguas, 6 o ma o de en ega do documen o inal e a é o ende eço pa a a memó ia de adução que de e á se u ilizada, en e ou os aspe os já mencionados acima. No sepa ado “Files” é possí el encon a ge almen e qua o pas as, en e elas, a pas a “Sou ce”, na qual se encon a o ichei o o iginal a aduzi , a pas a “T ans” que cons i ui a pas a na qual o adu o de e á semp e ca ega o ichei o aduzido. Mesmo que esse documen o enha sido aduzido a a és do se ido de um clien e numa CAT ool como o MemoQ é necessá io e e ua semp e uma cópia pa a se colocada nes a pas a pa a egis o in e no. Além disso, no caso de p oje os de g ande dimensão que en ol em á ios ba ches (sé ies e/ou paco es) é nes a pas a que o adu o de e c ia subpas as com a designação do ba ch e a da a de en ega da adução co esponden e. Em seguida, obse a-se a pas a “Edi ”, onde é colocada a e são do p oje o já e is a e p on a pa a se en iada ao clien e. Finalmen e, encon a-se a pas a “Deli e ed”, que como o p óp io nome indica, é a pas a pa a a qual as ges o as de p oje os ca egam o documen o ou a pas a inal que oi en egue ao clien e. As es an es pas as ins uções, ma e iais de e e ência ou glossá ios o necidos pelo clien e. O sepa ado “T ans Tasks” cons i ui um dos sepa ado es que mais con ibui pa a a luidez e a o ganização den o da equipa, uma ez que cabe ao colabo ado in o ma as es an es pa es en ol idas da ase em que se encon a o p ocesso, is o é, se o documen o já es á p on o pa a se aduzido (opção “Fo T ans”), se já es á em ase de adução (“T ans-ing”), se es á p on o pa a se e is o (“Fo Edi ”), se já es á a se e is o (“Edi ing”) se es á p on o pa a se en egue ou se já oi en egue ao clien e. A a ualização cons an e e adequada des e sepa ado é uma das a e as mais impo an es que os adu o es de em le a a cabo, já que sem a sua a ualização a es an e equipa não es a á a pa da ase a ual do p oje o e a sua não execução pode mesmo p ejudica e a asa os p azos de en ega e a alocação de no os p oje os. Po im, o sepa ado “Assignmen s” é o local onde se encon a a in o mação sob e a unção de cada colabo ado no p oje o. No caso de p oje os de g ande dimensão, es e sepa ado é undamen al pa a uma excelen e o ganização den o da equipa, já que no malmen e es es p oje os são cons i uídos po di e sos ichei os com di e en es da as de en ega e a sua ealização é a ibuída a á ios adu o es e e iso es da emp esa, e mui as ezes, a eelance s. No PO, ambém é possí el inse i o núme o de ho as dispensadas pa a cada p oje o, no sepa ado Timeshee . O Timeshee é p eenchido dia iamen e po cada colabo ado , no inal de cada p oje o execu ado, cons i uindo um excelen e mecanismo pa a con ola 7 o empo u ilizado po cada adu o pa a cada p oje o, em especial, p oje os de g ande dimensão. No ambien e de abalho de cada compu ado indi idual, ambém é possí el encon a uma pas a designada “O ganização”, onde o am colocadas inúme as subpas as com á ios ipos de in o mações sob e a emp esa. En e elas, os p ocedimen os in e nos de qualidade, ichei os sob e algumas das di e enças en e o Po uguês eu opeu e o Po uguês do B asil ou a é mesmo, in o mações mais supé luas como as da as de ani e sá ios dos memb os da equipa, en e ou os. Além dis o, no ambien e de abalho cons a ambém uma pas a com as memó ias de adução da emp esa, designada “TMs”. Po im, é de menciona que a emp esa possui o seu p óp io cha in e no, denominado Spa k, a a és do qual odos os elemen os da emp esa podem comunica en e si, algo que se e elou ex emamen e ú il ao longo do es ágio. 2. DESCRIÇÃO DO ESTÁGIO O es ágio cu icula ealizado na K aliTex e e a du ação de ês meses em egime de ull- ime. A única a e a a ibuída ao longo des es ês meses oi a de adução de ex os. Con udo, no p imei o dia de es ágio oi incumbida apenas da lei u a de di e sos ma e iais po pa e da o ien ado a. En e esses ma e iais encon am-se os p ocedimen os in e nos de qualidade, cuja lei u a cons i uiu uma mais- alia ao longo da ealização dos p oje os alocados, pois o am abso idas in o mações undamen ais sob e os p incipais p ocedimen os e os mecanismos in e nos. Es as in o mações e am ela i as não só à es u u a e o ganização do abalho, mas ambém à e minologia e ao es ilo. Algumas des as in o mações e am, po exemplo, e os comuns a se em e i ados e guias de es ilo in e nos, que incluíam as eg as a segui ela i amen e às unidades de medida ou à pon uação. O p incipal obje i o que a emp esa de acolhimen o p e endia que osse a ingido ao longo do es ágio e a a consolidação dos conhecimen os adqui idos du an e a o mação académica e das compe ências écnicas no âmbi o da adução. Apesa des es obje i os e em sido a ingidos, ao ní el pessoal, e am ambicionadas ou as me as: es a a capacidade de adap ação ao abalho diá io de um adu o num ambien e com 8 adu o es in-house numa emp esa de adução, con i e com adu o es senio es, com mui a expe iência na á ea, e abalha com di e en es e amen as e ecu sos de adução. Todos es es obje i os o am alcançados ao longo da ealização do es ágio cu icula , an o as me as p opos as pela emp esa, como as indi iduais, a i mando po isso, que o es ágio p opo cionou expe iências únicas a á ios ní eis. 2.1 DESCRIÇÃO DAS TAREFAS REALIZADAS Tal como já oi mencionado an e io men e, ao longo do es ágio, a única unção le ada a cabo oi a adução de documen os, a a és das mais a iadas e amen as de apoio à adução. Du an e os ês meses de es ágio cu icula , o am ealizados 36 p oje os e aduzidas ce ca de 120 000 pala as. Pa a ap esen a o exa o luxo de abalho, é possí el obse a na igu a 2 a dis ibuição do núme o de p oje os e do núme o de pala as ealizados ao longo des es ês meses. Como demons a o g á ico da igu a acima, hou e uma conside á el oscilação no luxo de abalho ao longo do pe íodo de es ágio. Du an e o p imei o mês o am aduzidas ce ca de 34 000 pala as, um alo ela i amen e baixo que é possí el jus i ica pelo ac o de ainda se a a de uma ase inicial do es ágio, is o é, a adu o a Figu a 2 - N.º de p oje os e n.º de pala as ap oximados po mês 9 ainda se encon a a numa ase de adap ação à me odologia e ao uncionamen o da emp esa. No en an o, no mês seguin e, o am aduzidas menos 10 000 pala as, uma edução conside á el, endo em conside ação que os núme os de e iam, na eo ia, se c escen es. Es e ac o pode se explicado não só pelo p óp io luxo de abalho da emp esa acolhedo a, mas ambém po uma elação en e os p oje os e as pala as aduzidas. Is o é, no mês de ma ço o am ealizados um ele ado núme o de p oje os, o que p ejudicou subs ancialmen e o núme o de pala as aduzidas uma ez que cada ez que um colabo ado al e na de p oje o é necessá io le a a cabo um complexo p ocesso a é ao p oje o chega às mãos do e iso . Es e p ocesso inclui di e sos passos, como a e isão do p óp io abalho, a ealização da e i icação o og á ica do ex o no Wo d, um p ocedimen o de melho ia da qualidade, a a és da ealização de Quali y Assu ance po meio de uma e amen a p óp ia, o ca egamen o de á ias pas as pa a o PO, o p eenchimen o de uma checklis (o p eenchimen o da lis a de e i icação é um passo undamen al e ob iga ó io após a conclusão de um p oje o, pois in o ma o e iso dos passos que o am ou não ealizados du an e o p oje o) e o p eenchimen o do Timeshee , en e ou as a e as de meno dimensão. Assim, é possí el a i ma que o mês de ab il oi o mês mais p odu i o, pa cialmen e de ido a es e mo i o. Como se pode obse a , nes e mês o am aduzidas ce ca de 62 000 pala as e apenas o am ealizados 9 p oje os ao longo de odo o mês. Uma ez que o núme o de p oje os oi eduzido, o núme o de pala as aumen ou conside a elmen e, já que o am aduzidos os mesmos p oje os ao longo de á ios dias, auxiliando assim à p odu i idade diá ia indi idual. Nes e sen ido e em e mos da p odu i idade diá ia, é possí el a i ma que na sequência dos dados ap esen ados acima, os núme os ilus ados no g á ico abaixo ( igu a 3) não cons i uem uma su p esa. 10 Figu a 3 - N.º ap oximado de pala as diá ias aduzidas po mês Tendo como pon o de pa ida, o núme o de pala as aduzidas em cada mês e di idindo-o po uma média de 20 dias de abalho em e e ei o e 22 dias em ma ço e ab il, é possí el ob e a média ap esen ada no g á ico. Es es núme os es ão em con o midade com os obje i os indi iduais e os obje i os es ipulados pela en idade, pois e i ica-se um isí el c escimen o e uma p og essão do i mo de abalho, apesa do mês de ma ço e sido in luenciado pelo luxo de abalho na emp esa e pelo p ocesso já mencionado an e io men e. Quan o às línguas de abalho, é de e e i que o am obse ados alguns pad ões. O pa Inglês-Po uguês Eu opeu oi o mais equen e e o pa Espanhol-Po uguês Eu opeu ambém su gia com bas an e equência. Além disso, su gi am ex os que inham como língua de pa ida an o o Inglês como o Espanhol e o Po uguês do B asil como língua de chegada. Nes e sen ido, a igu a 4 ep esen a a pe cen agem e o núme o de p oje os ealizados endo em conside ação a sua língua de pa ida. 11 72% (26) 28% (10) Inglês Espanhol 72% (26) 28% (10) Po uguês eu opeu Po uguês do B asil Figu a 4 - Pe cen agem e n.º de p oje os po idioma de pa ida Po ou o lado, ela i amen e à língua de chegada, odas as aduções ealizadas inham como idioma o Po uguês, apesa de oscila equen emen e en e o Po uguês eu opeu e o Po uguês do B asil ao longo de odas as a e as. O g á ico seguin e ap esen a os dados (pe cen agem e núme o) dos p oje os ealizados, analisando o idioma de chegada dos di e sos ex os aduzidos e azendo uma dis inção en e as a ian es. Figu a 5 - Pe cen agem e n.º de p oje os po idioma de pa ida Tal como é possí el obse a a a és dos g á icos, o Inglês dominou como língua dos documen os de pa ida, ep esen ando 72% dos p oje os ealizados, algo que já e a espe ado an es do início do es ágio dada a impo ância des e idioma a ní el global. No en an o, o Espanhol ambém ob e e 28%, ep esen ando 10 dos 36 p oje os ealizados, o que pode se jus i icado pela p oximidade geog á ica en e os dois países e 12 pela consequen e expansão inicial de de e minados negócios espanhóis. Po ugal cons i ui equen emen e um dos p imei os me cados in e nacionais pa a os quais um negócio Espanhol ende a expandi . Ge almen e, quando se aduzia um ex o endo como língua de pa ida o Espanhol, mui o p o a elmen e e ia como idioma de chegada o Po uguês eu opeu e não o b asilei o. No e-se que nunca se aduziu um p oje o cuja língua de pa ida osse uma a ian e sul-ame icana da língua Espanhola. Nes e sen ido e ela i amen e às línguas de chegada, é possí el conclui a a és do g á ico na igu a 5, que o Po uguês eu opeu ep esen ou o idioma de chegada p e e encial, ep esen ando 72%, is o é, 26 dos p oje os le ados a cabo, o que não cons i uiu qualque su p esa. Po ém, os es an es 26% (10 p oje os) o am aduções pa a a a ian e b asilei a da língua po uguesa, o que cons i uiu e e i amen e um ac o inespe ado, apesa da eme gência da a ian e b asilei a nos úl imos anos e da sua c escen e impo ância no me cado de abalho e ao ní el mundial. Quan o ao ipo de adução, os abalhos ealizados o am, maio i a iamen e, de adução especializada, apesa da adução de ex os de ca iz ge al ambém se equen e. Segundo Gouadec (2007), a adução ge al e e e-se à adução de documen os e ma e iais que não pe encem a um ipo ou domínio especí ico. “ ha do no belong o any speci ic ype o domain a ea (...)” Já a adução especializada e e e-se à adução de ex os de um domínio ou campo al amen e especializado, como a adução legal, inancei a, écnica, no domínio das elecomunicações, ecnologias da in o mação e do ma ke ing, en e ou as. O g á ico da igu a 6 ap esen a os dados ela i os aos ipos de aduções le adas a cabo ao longo do es ágio em pe cen agens e núme o de p oje os co esponden es. 13 Figu a 6 - Pe cen agem e n.º de p oje os segundo o ipo de adução Tal como é possí el obse a na Figu a 6, a adução especializada oi p edominan e, ep esen ando 78% da o alidade dos p oje os ealizados, ace aos 22% da adução de ca ác e ge al. A adução écnica oi o p incipal ipo de adução ealizada, ep esen ando 28% das aduções na o alidade. Nes e domínio, o am aduzidos p incipalmen e manuais de ins uções e pequenas ichas desc i i as de p odu os, cujos ex os e am ge almen e de pequena ou média dimensão, apesa de e pa icipado num ex o écnico com ce ca de 150 000 pala as. Após a adução écnica, a adução de ex os de ma ke ing ambém oi uma a e a equen e, ep esen ando 20% dos ex os ealizados. Aqui, p edomina a a adução de bole ins in o ma i os, ap esen ações de no os p odu os, sendo ge almen e p oje os com menos de 1000 ou 2000 pala as, apesa de ha e exceções. No en an o, a dimensão des es ex os de ma ke ing, em nada e le ia a di iculdade do seu p ocesso de adução, uma ez que a unção apela i a des e ipo de ex os ob iga a a uma e lexão e exigia o iginalidade po pa e do adu o esponsá el, de modo a cump i com o p opósi o undamen al do ex o o iginal: apela e ca i a o lei o . A localização de websi es (cons i uindo 19% dos p oje os) ambém não oi simples e acessí el, já que en ol ia uma e minologia especializada, exigindo assim uma g ande pesquisa e consequen e empo dispensado pa a le a a cabo essa pesquisa, o que no malmen e encu a a o empo pa a desen ol e a adução, di icul ando o cump imen o dos p azos de en ega. Um exemplo dis o oi a adução de um websi e sob e ecei as de sob emesas, que exigia bas an e pesquisa. Além disso, de ido à 20 con ibuí am pa a um p og esso das compe ências e, cla o, uma maio con i ência en e os memb os da equipa. Finalmen e, é de e e i o excelen e a amen o dos es agiá ios. Como es agiá ia a equen a um es ágio cu icula num ambien e p o issional e em cons an e in e ação com p o issionais da á ea da adução é possí el a i ma que não oi sen ida qualque di e ença na o ma de a amen o, em compa ação com os adu o es in e nos. Ao longo do es ágio, os p oje os alocados e am idên icos aos dos adu o es in-house, apesa de, no início do es ágio, se no ó ia uma endência pa a a ibui p oje os de ca ác e mais ge al pa a pe mi i uma adap ação g adual do adu o . Além disso, as opiniões das es agiá ias cu icula es e am idas em con a e es as e am ques ionadas sob e algumas das soluções encon adas po pa e dos e iso es. O es ágio pe mi iu expe iencia o mundo eal no qual es á inse ido um adu o p o issional, endo sido po isso uma expe iência única e es imulado a que con ibuiu em mui o pa a o conhecimen o e i ência pessoal nes a á ea. PARTE II – TRADUÇÃO: ANÁLISE DE CASOS PRÁTICOS 1. ANÁLISE DE CASOS PRÁTICOS Nes a secção, se á ealizada uma exposição e análise de alguns exemplos que cons i uí am p oblemas adu i os, desc e endo as soluções le adas a cabo pa a en en a esses desa ios e es abelecendo, semp e que possí el, uma elação en e as soluções encon adas e os modelos de adução que as undamen am. Semp e que o conside ado adequado e pe inen e, ealiza -se-á, a a és de uma abela, uma compa ação en e as soluções encon adas po pa e do adu o e do e iso . Quan o ao c i é io de seleção dos exemplos, es e oi ealizado com base em e os, dú idas ou casos pe inen es de e e i que su gi am ao longo do es ágio – e os 21 de i ados da ambiguidade lexical, p oblemas e minológicos, e os de g a ia, p eposições e léxico p o enien es da adap ação ao Po uguês do B asil, en e ou os. 1.1 A IMPORTÂNCIA DA IMAGEM NO PROCESSO DE TRADUÇÃO No domínio da adução, as imagens são conside adas excelen es ma e iais de e e ência, cons i uindo, em mui os casos, um elemen o indispensá el pa a que a adução cump a o seu p opósi o e seja adequada no ex o de chegada (TC). Con udo, a ques ão do não o necimen o de imagens po pa e de mui os clien es é uma p oblemá ica que a e a um ele ado núme o de p oje os e que, in elizmen e, az pa e do dia-a-dia de mui os adu o es, que eelance s, que adu o es in-house. A polissemia de á ias pala as, aliada à al a de imagens, pode esul a em aduções inco e as e e dadei amen e inadequadas. Um bom exemplo dis o oi a adução de um manual de ins uções de um no o ele ado , como é possí el e de o ma mais de alhada abaixo. Caso n.º 1 N.º de pala as: 10 000 Línguas de abalho: ES > PE Fe amen a de adução: SDL T ados S udio 2011 Função do ex o: e e encial 3 Géne o ex ual: manual de ins uções Con ex o: T adução de um manual de ins uções de uma gama de ele ado es, ab icada pelo p óp io clien e. O p oje o consis ia na adução de um ex o écnico, que abo da uma no a gama de ele ado es, c iada pelo clien e, o que p essupõe desde logo alguns p oblemas. Po um lado, calcula-se que su gi á e minologia p óp ia ela i a às unções, peças e ma e iais do p odu o, mui as ezes exclusi os daquele clien e e dos seus p odu os. Ou 3 A e minologia u ilizada pa a desc e e as unções de cada ex o é baseada em No d (2005). 22 seja, su gi á a necessidade de ma e ial de e e ência ú il pa a se possí el comp eende essa mesma e minologia. Po no ma, os p oje os que implicam a adução dos manuais de ins uções, cos umam i acompanhados pelo manual no seu idioma o iginal (nes e caso se ia em Espanhol) em o ma o pd ou Wo d. No en an o, esse não oi o caso do exemplo que se segue. Uma ez que o manual p e endia ins ui o lei o ace ca do uncionamen o de um no o ele ado e de odas as suas peças e uncionalidades, e a de espe a que o ma e ial de e e ência o necido incluísse algumas imagens ilus a i as. Con udo, apenas oi o necido um ichei o Excel po pa e do clien e, cujas e e ências incluíam unicamen e o ex o a se aduzido e os seus espe i os segmen os no SDL T ados S udio. Aquando da adução de uma lis a de ma e iais que aziam pa e do ele ado , su giu o seguin e p oblema: Tex o O iginal T adução Re isão “MR0126-GRUPO PLACA ACUDES MANIOBRA UP-900” “MR0126-GRUPO PLACA SINAL DE CHAMADA COMANDO UP-900” “MR0126-GRUPO PLACA SINAL CHAMADA COMANDO UP-900” Nes e exemplo, a exp essão “Placa Acudes” mos ou-se um caso complicado de adução. Desconhecendo o signi icado e sem qualque imagem alusi a ao ma e ial p ocedeu-se a uma pesquisa no Linguee pa a pode ob e o seu signi icado em con ex o. A busca nes e mo o de pesquisa e elou-se in u í e a, pois não o am ap esen ados esul ados nos quais a exp essão apa ecesse em conjun o (“placa acudes”), apa ecendo apenas o subs an i o “placa” ou o ocábulo “acudes”. Em seguida, oi ealizada uma pesquisa no dicioná io monolingue RAE (Real Academia española) po “Acudes”. O esul ado ob ido oi apenas o signi icado do e bo “acudi ”. O p imei o signi icado desse e bo, con udo, e elou-se um an o ou quan o ú il: (RAE) 4 1. in . Dicho de una pe sona: I al si io adonde le con iene o es llamada. 4 Fon e: h p://lema. ae.es/d ae/? al=acudes – úl ima consul a a: 6 de se emb o de 2015 23 Des e modo, e i ou-se a ideia de que al ez se a asse de uma placa com a qual o indi íduo den o do ele ado pudesse chama alguém que se encon asse no ex e io , como um bo ão de eme gência. Foi ealizada uma pesquisa in ensi a em websi es espanhóis a a és do mo o de pesquisa Yahoo.es e o am encon adas apenas duas e e ências a “placa acudes” na á ea dos ma e iais em oda a web. Ainda assim, o con ex o des as e e ências não e a su icien e e e a necessá io oma uma decisão. Em seguida, op ou-se ques iona o clien e sob e es a e e ência. A espos a ob ida oi de que se a a a de um sinal luminoso que indica a num anda que o ele ado i ia a esse anda assim que osse possí el. Além dis o, o clien e ambém p opo cionou a adução desse ma e ial em Inglês. Apesa da adução em Inglês e eliminado po comple o a exp essão “placa acudes” e não se e e e ido a qualque sinal luminoso op ou-se po aduzi como “sinal de chamada”, com base na b e e explicação dada pelo clien e, apesa de es a não e sido, do pon o de is a da adu o a, sa is a ó ia. Conclui-se es a desc ição com a no a de que oda es a si uação pode ia e sido e i ada se o clien e i esse o necido imagens ou o manual o iginal, is o é, o manual p opo cionado aos u ilizado es que ce amen e inclui ia imagens ilus a i as das á ias unções e ma e iais do ele ado e não p opo ciona apenas uma colagem do ex o o iginal num ichei o Excel, pois e ia acili ado o p ocesso de adução. Como se não bas asse, o empo pe dido pa a a pesquisa des e ma e ial e de ou os ma e iais p esen es na lis a omou p opo ções monumen ais, algo que pode ia e sido e i ado se a p o issão e as a e as do adu o ossem mais comp eendidas po pa e do clien e. Caso n.º 2 N.º de pala as: 17 671 Línguas de abalho: ES > PE Fe amen a de adução: SDL T ados S udio 2011 Função do ex o: e e encial – in o ma o lei o ace ca dos passos que de e á le a a cabo pa a a ealização de uma sob emesa. Domínio: culiná ia Géne o ex ual: ecei a culiná ia 24 Con ex o: Localização de um websi e dedicado exclusi amen e à exposição de ecei as pa a a elabo ação de sob emesas, di ecionado pa a o público ge al. A a e a a ibuída à es agiá ia consis ia na adução de odas as ecei as que compunham o websi e ap esen ado acima. Após es a expe iência, é possí el a i ma que o p ocesso de adução de ecei as culiná ias necessi a ob iga o iamen e de imagens de e e ência pa a pe mi i que o adu o enha uma ideia da sob emesa em causa e consiga aduzi adequadamen e o nome das sob emesas pa a o seu público de chegada. Con udo, isso não sucedeu. O clien e des e p oje o não p opo cionou quaisque imagens ou qualque espécie de e e ência. Face a es a si uação, a adução p ome ia se complicada, de ido igualmen e ao desconhecimen o da adu o a ela i amen e à ma é ia em causa. Felizmen e, oi possí el deduzi o nome do websi e a a és de e e ências em alguns segmen os. Não cons i uiu qualque su p esa o ac o de es e e sido u ilizado como e e ência ao longo de oda a adução do ex o, pois exis ia semp e uma imagem alusi a à sob emesa no cabeçalho da página da sob emesa selecionada. Apesa de is o e pa ecido uma “ i ó ia” no momen o em que oco eu, oi possí el comp eende , pouco empo depois, que nem odas as sob emesas e iam imagens ú eis pa a a iden i icação inequí oca do ipo de sob emesa p e endida, do e ei o deco a i o ou da o ma que oma am algumas sob emesas mais ex emas ou in ulga es. Apesa de a designação da sob emesa cons a no ex o a se aduzido, is o não e a su icien e uma ez que, mui as ezes, as sob emesas e am adicionais de Espanha ou da Amé ica Cen al e/ou do Sul, ou a é mesmo adicionais de de e minadas épocas ou de celeb ações p óp ias des es locais. E am necessá ias imagens pa a pode adap a o nome da sob emesa à cul u a po uguesa ou, pelo menos, aduzi de uma o ma que pe mi isse ao lei o comp eende de que sob emesa se a a a quando lesse o í ulo, sem necessi a de ab i a página Web. Consis ência, exa idão e p ecisão aziam pa e do obje i o de adução. 25 A seguin e imagem é um exemplo de uma imagem ilus a i a de uma sob emesa no websi e. Figu a 8 - A imagem ep esen a i a da sob emesa “Pas eli os de Moka” no websi e A isualização des a imagem con i ma o que já oi e e ido. Nem odas as espe i as imagens das sob emesas no Si e e am exa as da sob emesa, o que di icul ou a adução e a adap ação do nome da sob emesa. Especialmen e desde um pon o de is a de um adu o , nes a imagem al a essencialmen e uma alusão ní ida ao “pas eli o” (bolo) em si e não só uma pob e ilus ação, que apenas se concen a no e ei o deco a i o que é possí el ealiza (com o ób io in ui o de o na a sob emesa apela i a ao lei o pela sua boni a deco ação). Po im, é de e e i aquelas sob emesas cujas imagens no websi e e am ní idas e ú eis pois sem elas e -se-ia pe dido empo p ecioso em pesquisas in ensi as. Tome-se como exemplo, o seguin e caso: Apenas oi possí el aduzi o nome da sob emesa “bolas de na idad” de modo adequado pa a o público Po uguês de ido à imagem alusi a no cabeçalho da página no Si e. Tex o O iginal T adução “Bolas de na idad” “B igadei o de coco” 26 Sem es a imagem, a adu o a e ia de p ocede a uma complexa pesquisa em websi es espanhóis, já que quando se pesquisa o nome da sob emesa ou quando se ealiza uma pesquisa jun amen e com e mos mais especí icos da á ea da culiná ia na secção de imagens da Yahoo.es apenas su gem imagens de bolas de na al e de alguns en ei es ca ac e ís icos da época e em nada elacionados com a sob emesa em causa. De ac o, há a ideia u ópica de que o adu o consegue ealiza aduções adequadas sem qualque ipo de ma e ial de e e ência. A “adequação” numa adução, segundo Reiss e Ve mee (1984) co esponde ao cump imen o do skopos delineado pelo ansla ion b ie , is o é, o TC se á adequado de modo uncional e comunica i o se cump i com o p opósi o que lhe oi a ibuído. A adequação das soluções encon adas oi um c i é io u ilizado ao longo do p ocesso adu i o. Como icou aqui p o ado, apesa de eco e mos equen emen e a especialis as, ao clien e ou a ma e iais que possamos encon a pa a o escla ecimen o de dú idas, es es ge almen e não são su icien es. Es a noção é consolidada nas pala as de Douglas Robinson. “How do you know wha he sou ce ex means, o how i is supposed o wo k? You ely on you skill in he language; you check dic iona ies and o he e e ence books; (…) you con ac he agency and/o clien (…). Bu he esul s o his esea ch a e o en inconclusi e o unsa is ac o y;(…). (…) you p e end o be a compe en sou ce- language eade . (…) Bu you know ha he e a e p oblems wi h you unde s anding o his pa icula ex ; you know ha you don' know qui e enough; so you do you bes , Figu a 9 - A imagem ep esen a i a da sob emesa “bolas de na idad” no websi e 27 making educa ed guesses (abduc ions) ega ding wo ds o ph ases ha no one has been able o help you wi h, and p esen you ansla ion as a inished, compe en , success ul ansla ion.” (Robinson 2003: 164-165) 1.2 QUESTÕES TERMINOLÓGICAS Caso n.º 1 N. º de pala as: 5141 Línguas de abalho: EN > PT-BR Fe amen a de adução: SDL T ados S udio 2011 Função do ex o: e e encial e apela i a – da a conhece a di e sos che es de cozinha as ca ac e ís icas do p odu o e apela à sua comp a. Domínio: alimen ação Géne o ex ual: b ochu a Con ex o: Tex o sob e o p odu o exclusi o do clien e, designadamen e ba a as i as. A in o mação es a a dis ibuída po 10 ichei os con o me o ópico em ques ão (po exemplo, in o mações sob e a emp esa, o p ocesso in e no de seleção das ba a as, e c.) e o público-al o, que nes e caso, se a a a de che es de cozinha ao ní el mundial, ab angendo di e sos ipos de es au an es, como es au an es localizados em ho éis ou de as ood. O exemplo a segui é um exce o e i ado do ichei o que abo da a o p ocesso de seleção das ba a as e os p ocedimen os in e nos aos quais as ba a as e am subme idas a é es a em p on as pa a se em dis ibuídas. Tex o O iginal T adução Re isão “A e washing and peeling, he po a oes a e “Após a limpeza e o descascamen o, as ba a as “Após a limpeza e o descascamen o, as ba a as 28 O p incipal p oblema encon ado nes e exemplo p ende-se com a al a de equi alen es em Po uguês da exp essão “wa e kni es”. No con ex o em que se inse e e sem e e ua qualque ipo de pesquisa, é possí el in e i que se a a de um sis ema que en ol e acas numa a mos e a de água. No en an o, após uma in ensa pesquisa a a és dos mais a iados ecu sos online não oi possí el chega a qualque conclusão (incluindo a pesquisa po imagens). Apesa de as imagens ap esen adas du an e a pesquisa se em ela i amen e semelhan es, p opo cionando uma pe ceção isual do obje o em causa, não o neciam qualque con ex o e á ias a é apa eciam na pesquisa, mas inham uma designação di e en e no websi e em que es a am inco po adas. De ac o, ao con á io de ou os casos que se ão abo dados mais à en e, uma pesquisa comple a e in ensi a nem semp e o igina os esul ados espe ados. Foi necessá ia, po isso, ou a abo dagem, eco endo-se a uma explicação do sis ema em si. E e i amen e, apesa de não e sido possí el descob i um equi alen e di e o, a pesquisa e elou algumas pequenas e e ências ao p ocesso de co e e a a és da pla a o ma You ube oi possí el e uma ideia do ipo de máquina na qual as ba a as e am colocadas e o p ocesso ao qual se iam sujei as. Assim sendo, eco i a uma pequena na ação dos elemen os en ol idos no p ocesso. No en an o, apesa de o e iso e ealizado poucas al e ações e e man ido o concei o de que o co e das ba a as é ealizado a a és de ja os de água de al a p essão, é cu . A special sys em o kni es makes i possible o cu he po a oes in he desi ed shape and size. The po a oes a e cu wi h wa e kni es, which gua an ees egula shape o he ies wi h minimal s a ch losses.” são co adas. Um sis ema especial de acas o na possí el co a as ba a as na o ma e amanho desejados. As ba a as são co adas com ja os de água a al a p essão, com acas que ga an em uma o ma egula das ba a as i as e pe das mínimas da écula.” são co adas. Um sis ema especial de co es o na possí el co a as ba a as na o ma e amanhos desejados. As ba a as são co adas com ja os de água de al a p essão, o que ga an e uma o ma egula das ba a as i as e pe das mínimas de écula.” 29 possí el obse a na abela “Re isão” que o e iso e i ou as duas e e ências ao co e a a és do uso de “ acas” que es a am p esen es na adução. Es e oi o único p oje o ealizado ao longo de odo o pe íodo de es ágio, cujo e iso e a um eelance e com o qual não i e a opo unidade de con ac a . Con udo, é possí el in e i o mo i o pelo qual e e uou a di a al e ação. Ao longo da in ensa pesquisa e e uada, incluindo a isualização de di e sos clips no You ube nunca oi o necida uma e e ência di e a e explíci a ao uso de acas nes e p ocesso. Apesa de os esul ados alcançados não e em sido mui o cla os em elação aos elemen os e ao seu papel exa o no p ocesso de co e, oi um e o e conje u ado que o co e en ol e ia acas unicamen e de ido ao ex o de pa ida e e e le ido essa conje u a na adução. Dado o empo ob iamen e limi ado que oi a ibuído pa a a ealização da adução não oi colocada a hipó ese de que al ez o p ocesso não en ol esse de ac o acas e que pudesse cons i ui uma me á o a de um co e ealizado pela p óp ia água, o que al ez possa e oco ido ao e iso . Nes e sen ido, a omissão des es obje os du an e a e isão oi a opção mais iá el po pe mi i uma maio gene alidade do p ocesso de co e de ba a as, o que co esponde, de ac o, às e dadei as in o mações ob idas a a és da pesquisa ealizada. E e i amen e, após uma en a i a inicial de p ocu a um e mo equi alen e di e o em Po uguês, al ez o ecu so a uma es a égia de adução p agmá ica enha sido a opção mais co e a: uma es a égia na qual o adu o en a o na o TC mais cla o e acessí el pa a os lei o es. Nes e sen ido, é possí el eco e à opinião de Ches e man (1997) segundo o qual a es a égia “explici ness” é uma es a égia segundo a qual alguma in o mação do ex o pode á se adicionada ou eliminada. “This change [explici ness] is ei he owa ds mo e explici ness (explici a ion) o mo e implici ness (implici a ion). Explici a ion is well known o be one o he mos common ansla o ial s a egies.” (Ches e man 1997:108) O obje i o des a es a égia co esponde àquele es abelecido pelo adu o du an e o p ocesso adu i o de “wa e kni es”. Nes e sen ido, o público-al o des e p oje o e am che es de cozinha, o que apesa de in e i que possuem um ele ado conhecimen o na á ea da culiná ia, não implica que saibam necessa iamen e odos os di e sos p ocessos de co e de ba a as. De ido igualmen e à unção cona i a do ex o, a solução que ansmi e uma pequena explicação do p ocesso em si é adequada pois o na a lei u a mais luída e p opo ciona uma maio 36 A a és dos ês exemplos ap esen ados é possí el e i ica como a ambiguidade lexical e a consequen e possibilidade de exis i mais que uma in e p e ação podem esul a em aduções inadequadas. No exemplo n.º 1, “p in epo ” an o pode signi ica “imp imi ela ó io” como “ ela ó io de imp essão”. No exemplo n.º 2, “Fil e ” em duas aduções conside adas como as mais p o á eis: “ il o” e “ il a ”. Dada a al a ex ema de con ex o, du an e o p ocesso de adução oi selecionada a opção do e bo no in ini i o — “ il a ” — já que ace a dú idas c iadas po ambiguidade lexical a es agiá ia es abeleceu a “ eg a” de que aduzi ia a pala a como o e bo no in ini i o, se e quando pa ecesse adequado. Po ém, du an e o p ocesso de e isão a pala a oi al e ada pa a “ il o”. Cla o que a ambiguidade da pala a não pe mi ia que alguém “ganhasse” es a “ba alha” is o que não é possí el e cem po cen o de ce eza quan o ao signi icado mais adequado nes e caso. No exemplo n.º 3, “Up” e “Down” são duas pala as que ap esen am uma ele ada ambiguidade lexical pois pe mi em á ios signi icados. As seguin es igu as ilus am o leque de signi icados de “down” na pla a o ma online de e mos in o má icos, a Mic oso Language Po al — um dos p incipais ecu sos u ilizados nes e p oje o. 8 Figu a 11 - P in sc een de um signi icado de “down” 8 É apenas ap esen ado o signi icado de “down” do Mic oso Language Po al pois “up” não ap esen a esul ados nessa pla a o ma. 37 Dada a na u eza do domínio do ex o (in o má ica) as soluções de adução ado adas basea am-se mui o nos esul ados ob idos no dicioná io da Mic oso , conside ado uma das on es online mais iá eis en e os adu o es e e iso es da K aliTex . Con udo, o adu o não em ce ezas da adequabilidade da sua adução: “up” e “down” a é podem se aduzidos de modo mais adequado como “pa a cima” e “pa a baixo”, dependendo do papel que es as exp essões desempenham na e são b asilei a do so wa e. De ido à si uação desc i a acima oi necessá io con ac a o clien e pa a p ocu a o escla ecimen o das dú idas. No en an o, es e não espondeu às ques ões que lhe o am colocadas, pe mi indo que o adu o e o e iso explo assem as á ias possibilidades de in e p e ação. E e i amen e, a g ande ca ência de con ex o, o desin e esse po pa e do clien e em esponde às ques ões colocadas, a al a de ma e iais de e e ência e a ambiguidade lexical das pala as não pe mi i am que osse possí el ob e as in o mações necessá ias, di icul ando a adequação da adução do TC. Apesa de já e em sido ap esen adas an e io men e, as pala as de Robinson desc e em de modo ealis a o que mui as ezes o adu o se ê ob igado a ealiza ace a si uações de ambiguidade lexical: “make[ing] educa ed guesses (abduc ions) ega ding wo ds o ph ases ha no one has been able o help you wi h, and p esen you ansla ion as a (…) success ul ansla ion.” Nes e sen ido e em jei o de conclusão a adu o a é da opinião que uma das a e as ine en es à p o issão do adu o , independen emen e do ipo de ex o ou géne o ex ual é a de mui as ezes necessi a de “supo ”, “p esumi ” ou “adi inha ”. E e i amen e, es a a i mação é consolidada no amen e pelas pala as de Douglas Robinson. Figu a 12 - P in sc een dos signi icados de “down” 38 “no one, no e en he bes ansla o , is e e pe ec ly p o icien on e e y job s/he does; all ansla ion con ains an elemen o guesswo k. The ansla o who ne e guessed, who e used e en in a i s ough d a o w i e down any hing abou which s/he; was no absolu ely ce ain, would a ely inish a job.” (Robinson 2003:130). 1.4 REFERÊNCIAS CULTURAIS Pa a Eugene Nida, o sucesso de uma adução depende de alguns a o es, mas acima de udo es a de e á alcança uma espos a equi alen e (ao o iginal). Es e conside a alguns aspe os como equisi os básicos de uma adução, nomeadamen e a ealização de uma adução que aça sen ido, a ansmissão do espí i o e da o ma do ex o o iginal, a p odução de uma espos a idên ica, de endo igualmen e possui uma o ma de exp essão ácil e na u al (Apud Munday 2008:42). A adução de e e ências cul u ais em cons i uído um dos maio es desa ios en en ados po um p o issional da á ea da adução. Nes e âmbi o, o adu o ê-se con on ado com algumas opções, podendo eco e , segundo Nida, a dois ipos de equi alência: a o mal e a dinâmica (Apud Munday 2008:42). Caso n.º 1 N.º de pala as: 14 203 Línguas de abalho: EN > PT-BR Fe amen a de adução: MemoQ 2014 Função do ex o: apela i a (sub unção: e e encial) Domínio: ma ke ing e in o má ica Con ex o: Tex o sob e os di e sos planos de um so wa e que o público podia adqui i , caso exe cessem o ca go de adminis ado (a) de uma emp esa, na qual, a a és de uma equipa de abalho com alguma dimensão, p opo cionassem um se iço de apoio aos seus clien es, em especial po ele one e co eio ele ónico. 39 Em ge al, o ex o em causa ap esen a a uma linguagem o mal, mas com inúme as e e ências cul u ais e coloquialismos, com o in ui o de c ia uma elação p óxima com o lei o (dada à na u eza do seu domínio) e pe suadi-lo a adqui i o p odu o. Nes e sen ido, um p oblema su giu aquando da adução de um jogo in an il, uma e e ência no TP ( ex o de pa ida) ela i a a uma das unções do so wa e que inha como in ui o ap o unda a elação de p oximidade com o público e o na o p odu o ainda mais apela i o, ansmi indo o concei o de “di e são” e “ acilidade” em abalha com o so wa e. Tex o O iginal T adução “Simon Says “Don’ Lea e Email” (…) “In ac , ou cus ome s ell us ha i no jus makes hei li e be e - i ’s ac ually a lo o un oo! Tha ’s why we made i in o a game o Simon Says.” “O Mes e manda "Não saia do e-mail” (...) Na e dade, nossos clien es nos dizem que não o na apenas sua ida mais ácil - ambém é mui o di e ido! É po isso que o o namos em um jogo do Mes e manda.” Ao analisa o con ex o o iginal, e i ica-se que uma das unções/opções do so wa e in i ula-se “Simon Says”. Es a unção, des inada ao adminis ado da emp esa, em como obje i o comunica com a equipa de apoio ao clien e pa a que es es ealizem alguma ação. Após alguma pesquisa e i icou-se que “Simon says” é um jogo in an il, equi alen e ao jogo “O ei manda” em Po ugal. A p imei a solução, conside ada al ez a mais adequada se ia adap a o jogo Inglês à cul u a b asilei a, op ando po um equi alen e cul u al e minimizando a “es anheza” no TC. No en an o, a ase que su ge depois da ase ap esen ada na abela acima, susci ou dú idas de ido ao segundo con ex o no qual su ge a e e ência ao jogo. 40 Tex o O iginal T adução “Jus add all he commands you wan you helpdesk o execu e wi hin he @simonsays command.” “Simplesmen e adicione odos os comandos que deseja que seu helpdesk execu e no comando @simonsays.” Como é possí el obse a , a e e ência ao jogo é an ecedida pelo símbolo “@”, o que signi ica que, nes e caso, a e e ência se a a do nome da uncionalidade disponí el no so wa e, sendo po isso, mui o imp o á el que osse al e ada na e são b asilei a do so wa e. Po conseguin e, es a e e ência de ia se p ese ada em Inglês no TC. Face aos con ex os em que es a e e ência cul u al su ge, o adu o ê-se con on ado com duas opções: man e a e e ência no seu idioma o iginal na p imei a opção – en ando a enua a es anheza po meio de pa ên eses, colocando o equi alen e cul u al ou uma b e e explicação do jogo que pe mi a colma a as expec a i as e endo assim apenas uma e e ência ao jogo, o que pe mi e a consis ência in a ex ual – ou eco e a “equi alências dinâmicas”, que ansmi issem a ideia de “na u alidade”, o p incipal equisi o pa a a ealização de uma adução pa a Nida. “‘Na u alness’ is a key equi emen o Nida. Indeed, he de ines he goal o dynamic equi alence as seeking ‘ he closes na u al equi alen o he sou ce-language message’(…). This ecep o -o ien ed app oach conside s adap a ions o g amma , o lexicon and o cul u al e e ences o be essen ial in o de o achie e na u alness; (…)”. (Apud Munday 2008:42) Nes e caso, a equi alência dinâmica mais na u al é a e e ência cul u al “o ei manda”. Es a opção oi conside ada a mais adequada po pa e da adu o a, pois apesa da menção dis in a ao jogo oi conside ado undamen al man e a unção apela i a do TP, assim como o seu lado c ia i o; o in ui o oi p ese a , de o ma semelhan e, a elação en e o ece o e a mensagem p esen e no ex o o iginal. (Munday 2008:42). Nes e sen ido, uma ez que o ex o se des ina a ao público b asilei o, oi necessá io descob i o nome des e jogo em Po uguês do B asil, e i icando a 41 e acidade e a p ecisão das opções encon adas. Nes a e apa, como adu o a de nacionalidade po uguesa é de e e i que a “na u alidade” da adução da exp essão pode ia de ce a o ma es a comp ome ida, pois o conhecimen o da cul u a b asilei a e a limi ado. Ainda assim, oi ealizada uma pesquisa online e e i icou-se que no B asil o equi alen e de “Simon says” é “O mes e mandou”. Po ém, pa a con i ma a “na u alidade” des a exp essão oi pedido auxílio às adu o as de nacionalidade b asilei a (que con i ma am o egis o a ual da exp essão “O mes e”) e op ou-se en ão po man e o e bo p incipal no p esen e do indica i o e não na sua o ma do p e é i o pe ei o. Is o pode jus i ica -se po se en ende que o p esen e do indica i o ansmi i ia igualmen e a mensagem conc e a do jogo in an il, man endo o lado c ia i o e apela i o do TC, sendo acilmen e iden i icá el pelo lei o e dando a ideia de pode que o adminis ado podia exe ce sob e a sua equipa no momen o de lei u a do ex o (após con i mação cla a de que is o se ia na u al pa a o público po pa e das adu o as b asilei as). 1.5 PROBLEMAS TÉCNICOS Caso n.º 1: Colocação de ags N.º de pala as: 556 Línguas de abalho: EN > PE Fe amen a de adução: SDL S udio 2011 Domínio: Medicina De odos os p oje os ealizados ao longo do es ágio cu icula , hou e um que se des acou dos es an es em i ude dos seus p oblemas écnicos e do impac o signi ica i o que esses p oblemas p o oca am no p ocesso de adução. Nes e caso, o p oblema p endia-se com o ele ado núme o de ags no con eúdo do ex o de pa ida, em compa ação com o núme o de pala as. Es e p oje o, ealizado na e amen a SDL S udio, con a a com 263 ags e 556 pala as ao odo. A igu a seguin e mos a cla amen e es a si uação. 42 Nes e sen ido, uma ez que se a a a de um p oje o com apenas 556 pala as e que con a a com uma memó ia de adução eple a de en adas deduziu-se que a sua adução e mina ia num pe íodo máximo de duas ho as. Con udo, es e não oi o caso, pois a colocação das ags cons i uiu uma a e a ex emamen e á dua e demo ada. Como é possí el obse a na igu a, as ags encon a am-se não só em odos os pa ág a os e ases, mas a é mesmo en e pala as, di idindo pala as em á ias sílabas ou le as, isolando alguns sinais de pon uação como as í gula ou os pon os inais. Foi necessá io, po an o, coloca cada uma das ags no seu local co e o no ex o de chegada. Além de a a e a a asa po si só o p ocesso adu i o, a ca ool ainda “in e p e a a” alguns des ios do ex o de pa ida como possí eis e os. Is o é, iden i ica a alsamen e espaços no ex o de chegada que o am al e ados de ido à sin axe da língua po uguesa, o nando-se con uso iden i ica se e a uma alha eal ou alsa de ido ao ele ado núme o de ags em apenas uma ase. As duas ho as p e is as pa a a conclusão des e p oje o ans o ma am-se num pe íodo de qua o ho as, o que diminuiu signi ica i amen e o empo a ibuído de an emão pa a a ealização de ou os p oje os de pequena dimensão alocados pa a esse dia. Como consequência des a si uação, oi necessá io pe manece ho as ex a na emp esa pa a pode conclui odos os p oje os a ibuídos pa a esse dia. Como conclusão des a expe iência mui o nega i a, ica a no a de que os esponsá eis pela análise dos p oje os e pela sua dis ibuição, nes e caso, os ges o es de p oje os de e iam e es e ipo de aspe os em con a aquando da alocação dos mesmos e e le i essa análise no empo dispensado aos adu o es pa a a ealização da adução. Figu a 13 - P in sc een do TP na e amen a de apoio à adução 43 1.6 O PORTUGUÊS DO BRASIL Ao longo des e es ágio oi possí el en a em con ac o com uma a ian e da língua po uguesa, cuja p esença no me cado da adução é cada ez maio e mais dominan e: o Po uguês do B asil. De e-se e e i que adução pa a o Po uguês do B asil é uma p á ica mui o eco en e na K aliTex e que os es agiá ios cu icula es não são p i ados dos ex os cujo idioma de chegada seja es a a ian e. A adap ação à a ian e b asilei a não cons i uiu uma a e a ácil. Como es agiá ia cu icula , com uma expe iência limi ada no me cado de abalho, alan e ma e na da no ma eu opeia e cujo con ac o com a a ian e b asilei a e a escassa, p e ia- se o su gimen o de á ias di iculdades. Di iculdades p oceden es não só da al a de conhecimen o das di e enças g ama icais e lexicais en e ambas as a ian es do idioma, mas ambém do desconhecimen o de on es online e ecu sos iá eis aos quais e a possí el eco e pa a o escla ecimen o de dú idas. Nes e sen ido e com o in ui o de colma a es e desconhecimen o oi p opo cionada uma o mação con ínua nes e âmbi o ao longo do es ágio cu icula po pa e da emp esa acolhedo a. Pa a isso, po um lado, oi o necido ma e ial sob e algumas das maio es di e enças en e as duas a ian es, cuja lei u a oi ealizada no p imei o dia de es ágio, mas ao qual a es agiá ia inha acesso con ínuo. Po ou o, oi ealizada uma sessão de o mação in e na pelas adu o as b asilei as sob e o Po uguês do B asil, que se iu pa a o escla ecimen o de quaisque dú idas po pa e da equipa. Além disso, e a possí el pedi auxílio aos colegas de equipa, em especial aos adu o es senio es, com uma ele ada expe iência na á ea e que abalham há mui os anos na K aliTex . No en an o, apesa de odas es as es a égias po pa e da emp esa, o p ocesso de adap ação oi mo oso e g adual, cons i uindo mesmo o maio desa io des e es ágio, pois al como a i ma Michelle de Ab eu as disc epâncias en e ambas as a ian es são mui as e exigem uma a enção edob ada po pa e do esponsá el pela adução, caso es e seja de nacionalidade po uguesa. 44 “[…] quando olhamos mais de pe o, pe cebemos que as disc epâncias en e a língua po uguesa eu opeia e a b asilei a são mui as, capazes a é de le a o lei o à o al incomp eensão, ou à alsa ilusão de que en endeu o ex o quando, na e dade, ele acabou de le ocábulos que exis em em ambas as línguas, mas que podem adqui i signi icados di e en es em cada uma delas.” (Aio 2010:98) 1.6.1 LÉXICO E TERMINOLOGIA Uma das maio es di iculdades en en adas ao longo das aduções ealizadas pa a a a ian e b asilei a da língua po uguesa p endeu-se com as di e gências ao ní el lexical e e minológico. A expe iência ganha ao longo do es ágio pe mi iu comp eende que pa a pode aduzi de modo adequado pa a a a ian e b asilei a é necessá io le a a cabo um p ocesso de seleção de ocábulos, pois há de e minadas pala as que embo a exis am em ambas as a ian es, não possuem o mesmo signi icado, as chamadas pala as homónimas. Do mesmo modo, apesa de exis i em pala as iguais em ambas as a ian es e o seu signi icado se idên ico, isso não se mani es a numa adução na u al. Is o é, em mui os casos, o uso de de e minadas pala as é dependen e do con ex o em que a ase e/ou ex o es á inse ido ou da sua ulga ização numa a ian e, o nando mui os ocábulos adequados pa a de e minados enquad amen os e inadequados pa a ou os. É necessá io, po isso, conhece não só o idioma, mas ambém a cul u a. Uma ez que a adução écnica, em especial do domínio da in o má ica e a localização de websi es ep esen ou uma po ção signi ica i a das aduções ealizadas, é sem su p esa que se a i ma que algumas das p incipais di e enças en e as a ian es o am encon adas nesse âmbi o. A seguin e abela ep esen a uma compilação de alguns dos e mos eunidos ao longo da ealização dos p oje os e cuja adução o igina ocábulos dis in os nas a ian es po uguesa e b asilei a. 45 Inglês Po uguês Eu opeu Po uguês do B asil Á ea Applica ion Aplicação Aplica i o In o má ica A chi e Fichei o A qui o In o má ica B ake T a ão F eio Mecânica Ca é (es abelecimen o) Ca é Lanchone e Ge al Da abase Base de dados Banco de dados In o má ica Desk op Ambien e de abalho Á ea de abalho In o má ica Managemen Ges ão Ge enciamen o In o má ica/Economia Mouse Ra o Mouse9 In o má ica Passenge ca /Coach Ca uagem Vagão T anspo es Passwo d Pala a-passe Senha In o má ica Sc een Ec ã Tela Ge al S ep Passo E apa Ge al Supply Fo necimen o Sup imen o P es ação de se iços Tab Sepa ado Guia In o má ica To access Acede Acessa In o má ica To collec Coleciona Cole a Ge al To dele e Elimina Exclui In o má ica T uck Camião Caminhão T anspo es 9 Aplica-se exclusi amen e à á ea da in o má ica. O animal ( a o) é designado do mesmo modo em PT- BR que em Po uguês eu opeu. 52 Como é possí el e i ica , em ambos os casos oi aplicado o empo e bal co e o no Po uguês eu opeu. Ao longo do es ágio, es e e o oco eu di e sas ezes e em p oje os di e en es. Is o pode jus i ica -se pela len a adap ação a es a eg a po pa e da es agiá ia, pois es a eg a é conside ada pouco na u al pa a um alan e de Po uguês eu opeu. Mais uma ez e à semelhança do exemplo ap esen ado em 1.6.1, es es são e os come idos po alguém que não de e ia es a a e e ua uma adução pa a uma a ian e da qual não é na i a, ou caso osse uma a e a conside ada necessá ia, de e ia e uma al a o mação do idioma de chegada. 1.6.4 ARTIGOS O emp ego dos a igos de inidos di e e en e as a ian es. Em Po uguês do B asil o seu uso es á p a icamen e ex in o quando es e an ecede um de e minan e possessi o. Es a di e ença, de ca iz g ama ical, esul ou em algumas aduções inco e as, apesa de es as e em oco ido exclusi amen e no início do es ágio de ido ao desconhecimen o inicial e à insegu ança em elação à equência do seu uso nes a “es anha” a ian e. O seguin e p oblema su giu aquando da adução de um co eio ele ónico de boas- indas de pequena dimensão, de Inglês pa a Po uguês do B asil. Tex o O iginal T adução Re isão “Please ensu e ha da a is handled acco ding o you local da a p o ec ion laws.” “Ga an a que os dados são manuseados em con o midade com suas leis de p o eção de dados locais.” “Ga an a que os dados sejam manuseados em con o midade com suas leis de p o eção de dados locais.” Tex o O iginal T adução Re isão “Fi s s ep o you will be o log in he e” “O seu p imei o passo se á e e ua login aqui” “Seu p imei o passo se á aze logon aqui” 53 Du an e o p ocesso de adução, achou-se po bem inclui o a igo an es do de e minan e. Con udo, após a en ega do p oje o ao clien e, a e isão oi analisada po inicia i a p óp ia e oi ealizada uma pesquisa céle e sob e a ma é ia; e i ou-se a conclusão de que ace a um de e minan e possessi o e a inco e o p ecedê-lo po um a igo de inido, independen emen e do con ex o em que pode ia su gi . Es e exemplo oi e i ado de um p oje o ealizado na segunda semana de es ágio, cons i uindo um dos p imei os p oje os ealizados pa a o Po uguês do B asil. 1.6.5 PREPOSIÇÕES “As di e enças en e PB e PE ab angem, além do léxico (...) aspe os sin á icos, onológicos, mo ológicos e p agmá icos.” (Aio 2010:105) Ou a das di e enças mais signi ica i as en e as a ian es em causa e cuja o mação nesse âmbi o oi mui o limi ada p ende-se com o uso das p eposições. Os documen os p opo cionados pela emp esa, lidos no p imei o dia de es ágio e cujo in ui o e a de ce o modo colma a o desconhecimen o dos es agiá ios em elação a es as ques ões, a a és de guias de es ilo e eg as que es es de e iam segui , não ab angiam adequadamen e o ema do uso das p eposições. De ac o, o am abo dadas ma é ias como as di e enças en e o uso de ab e ia u as e de alguns símbolos, mas não oi ab angido de idamen e o ópico e e en e ao uso das p eposições e às di e en es o mas de os emp ega nas di e sas a ian es. De ido ao ób io desconhecimen o des as aplicações, es a oi uma das á eas em que os p oblemas adu i os o am mais di íceis de soluciona e em elação à qual hou e uma maio insegu ança du an e o p ocesso adu i o. Como consequência, os e os de adução o am mais equen es e a p og essão nes a á ea não oi g adual ou signi ica i a (ao con á io de ou as ma é ias). Tome-se como ilus ação, o seguin e exemplo: Tex o O iginal T adução Re isão “Communica ion lines “As linhas de comunicação “As linhas de comunicação 54 Nes e caso, oi aplicada inicialmen e a p eposição co e a desde um pon o de is a da a ian e eu opeia da língua po uguesa. Is o é, o uso de uma p eposição que designa um modo (“a p e o”). Con udo, após uma análise da e isão e e uada e após ques iona uma colega de equipa b asilei a, conclui-se que a cons ução ásica na a ian e b asilei a é dis in a e necessi a da p eposição “em” e não da “a”. 1.6.6 CONSIDERAÇÕES FINAIS Como conclusão des e ema, de e se di o que, apesa dos á ios p oblemas en en ados e dos inúme os e os come idos, es a expe iência e elou-se mui o elucida i a quan o à esc i a do Po uguês no B asil e ajudou à comp eensão da p óp ia cul u a b asilei a. Con udo, pa a ob e uma adução adequada que cump a o seu p opósi o de “na u alidade”, es a de e se ealizada po quem domine o almen e a cul u a de chegada, uma ez que a adução en ol e mui o mais do que a simples subs i uição de ocábulos e exp essões. “T ansla ion in ol es a mo e han eplacemen o lexical and g amma ical i ems be ween languages (…). (…) once he ansla o mo es away om close linguis ic equi alence, he p oblems o de e mining he exac na u e o he le el o equi alence aimed o begin o eme ge.” (Bassne 2014:35) Além disso, a gene alidade des a expe iência não cons i uiu apenas uma p ocesso de adução in e ex ual, pois pode ambém se conside ado de ce o modo in alinguís ico, uma ez que o p ocesso de adap ação da esc i a do adu o ao Po uguês do B asil e a con ínuo e passa a mui as ezes pela adap ação men al de uma shown in black use o he in e nal p o ocols (CAN, PCIe, o p op ie a y p o ocols).” ap esen adas a p e o usam ou os p o ocolos in e nos (P o ocolos CAN, PCIe ou de p op iedade).” ap esen adas em p e o usam ou os p o ocolos in e nos (P o ocolos CAN, PCIe ou de p op iedade).” 55 a ian e pa a a ou a. Como in aci ado, no p ocesso de adução in e linguís ico as al e ações oco em den o do mesmo idioma. “In alingual ansla ion would occu , o example, when we eph ase an exp ession o when we summa ize o o he wise ew i e a ex in he same language.” (Munday 2008:5) 56 CONCLUSÃO O es ágio cu icula le ado a cabo na K aliTex oi uma expe iência mui o en iquecedo a pois pe mi iu en a em con ac o com o me cado de adução a ual. Du an e es es ês meses de abalho in enso oi possí el comp eende o luxo de abalho de uma emp esa de adução e os moldes em que abalha um p o issional in- house. Foi possí el coloca em p á ica e ape eiçoa as compe ências já adqui idas du an e a o mação académica, assim como adqui i no as p á icas de abalho e no as compe ências in o má icas. Além disso, oi possí el supe a os limi es pessoais elacionados com a ges ão do empo e a qualidade da adução. Es e oi sem dú ida um dos p incipais aspe os a salien a : um p og esso ex ao diná io da ges ão do empo e um p og esso g adual, mas igualmen e colossal da apidez de abalho e consequen emen e da p odu i idade. Nes e p imei o impac o com um con ex o p o issional oi necessá io ge i o empo a ibuído pelas PMs de uma o ma ex emamen e disciplinada pa a pode conclui o p oje o a empo e en ega um abalho com qualidade. No en an o, oco e am á ios p oblemas a es e ní el, pois como se e i icou a a és dos exemplos ap esen ados no capí ulo II exis em á ios a o es e ci cuns âncias que a e am signi ica i amen e a apidez e a qualidade de um de e minado p oje o de adução. En e eles, os p oblemas écnicos, não só ao ní el da colocação de ags, mas ambém aqueles que su gem no so wa e, mui as ezes e os que o p óp io in o má ico da emp esa não consegue soluciona apidamen e; os p oblemas de i ados das exigências do clien e ou da al a de ma e iais de e e ência não disponibilizados, en e ou os. Po ém, nem semp e os clien es es ão cien es des es aspe os. “[..] when one's concep ion o ansla ion is p oduc -d i en, all one asks o he p ocess is ha i be eliable, in he complex sense o c ea ing a solidly us wo hy p oduc on demand (and no cos ing oo much). We need i now. And i has o be good. I a human ansla o can do i apidly and eliably, ine; i no , make me a machine ha can.” (Robinson 2003:16) 57 Além disso, nes e es ágio oi possí el en a em con ac o com uma maio a iedade de e amen as de apoio à adução, ipos de ex o e géne os ex uais e ecu sos online do que aqueles expe ienciados no MTSL (Mes ado em T adução Se iços Linguís icos). Nes e con ex o p o issional oi deposi ada ex ema con iança na es agiá ia, oi possí el ganha au ocon iança e con i e com uma equipa an ás ica e quali icada, compos a po adu o es que pa ilha am os conhecimen os adqui idos ao longo dos seus anos de expe iência p o issional, semp e que a es agiá ia necessi asse desse apoio. Con udo, nem udo deco eu como espe ado. A ca ga de abalho e a mui o ele ada, o que apesa de pe mi i pô em p á ica alguns dos conhecimen os adqui idos no MTSL não pe mi iu eedback su icien e po pa e dos e iso es, nem mui o empo pa a e le i sob e o p ocesso em si mesmo. O me cado da adução a ança a um i mo ené ico, exigindo uma adap ação ápida po pa e das es agiá ias. Além disso, es a a planeado um apoio à ges ão de p oje os, algo conside ado en usiasman e po pa e da es agiá ia mas que in elizmen e acabou po não sucede , de ido, ce amen e ao luxo de abalho in enso. Es a á ea nunca oi abo dada no MTSL e e ia sido mui o in e essan e comp eende a undo o abalho das ges o as de p oje os, lida com o çamen os ou a é ob e algumas “luzes” ela i amen e à o ma como se de e con e sa com os clien es. Não obs an e, es e es ágio pe mi iu uma ansição do mundo académico pa a o mundo eal de abalho e p opo cionou no as ap endizagens a á ios ní eis, pe mi indo um con ac o com á ios p o issionais da á ea. Es a expe iência esul ou no culmina de anos de o mação académica na á ea da adução, o nando-se uma mais- alia pa a a ca ei a, pois possibili ou ainda um emp ego na K aliTex . 58 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Aio, M. A. (2012). A adução li e á ia en e o Po uguês eu opeu e o Po uguês b asilei o: elação en e língua e cul u a. Babilónia, n.º 8/9, pp. 97-107. Disponí el em: h p://www.academia.edu/576117/A_T aducao_Li e a ia_en e_o_Po ugues_Eu opeu_ e_o_Po ugues_B asilei o_Relacao_en e_Lingua_e_Cul u a (úl ima consul a em: 12/09/2015). Bassne , S. (2014). T ansla ion S udies. (4.ª edição). New Yo k: Rou ledge. Ches e man, A. (1997). Memes o T ansla ion: The sp ead o ideas in ansla ion heo y. Ams e dam/Philadelphia: John Benjamins B.V. Cunha, C. & Cin a, L. F. L. (2001). No a G amá ica do Po uguês Con empo âneo. (3.ª edição). Lisboa: Edi o a No a F on ei a, S.A. Esselink, B. (2000). A P ac ical Guide do Localiza ion. Ams e dam/Philadelphia: John Benjamins B.V. Gouadec, D. (2007). T ansla ion as a P o ession. Ams e dam/Philadelphia: John Benjamins B.V. Munday, J. (2008). In oducing T ansla ion S udies: Theo ies and applica ions. (2.ª edição). New Yo k: Rou ledge. No d, C. (2005). T ansla ing as a Pu pose ul Ac i i y: A P ospec i e App oach. T adTe m, Re is a do Cen o In e depa amen al de T adução e Te minologia. FFLCH/USP. Volume 11, pp. 15-28. Disponí el em: h p://www. e is as.usp.b / ad e m/a icle/ iewFile/49673/53784 (úl ima consul a em: 13/09/2015). No d, C. (2006). Loyal y and Fideli y in Specialised T ansla ion. Con luências, Re is a de T adução Cien í ica e Técnica, n.º 4, pp. 29-41. Reiss, K. & Ve mee , H. J. (1984). G oundwo k o a gene al heo y o ansla ion. Tubigen: Max Niemeye . 59 Robinson, D. (2003). An In oduc ion o he Theo y and P ac ice o T ansla ion. (2ª edição). New Yo k: Rou ledge. Samuelsson-B own, G. (2010). A P ac ical Guide o T ansla o s. (5.ª edição). B is ol/Tonowanda/No h Yo k: Mul ilingual Ma e s. 60 ANEXOS 61 ANEXO I – LISTA DAS TRADUÇÕES REALIZADAS AO LONGO DO ESTÁGIO 16 Designação Tipo de adução Pa de línguas Nº de pala as So wa e P oje o 1 Ma ke ing EN > PE 319 SDL S udio 2011 P oje o 2 Técnico EN > PT-BR 6500 SDL S udio 2011 P oje o 3 Ge al ES > PE 818 Tag Edi o P oje o 4 Técnico EN > PE 303 SDL S udio 2011 P oje o 5 Técnico EN > PE 290 SDL S udio 2011 P oje o 6 Técnico EN > PE 4325 Ac oss P oje o 7 Técnico EN > PE 1623 Ac oss P oje o 8 Ge al EN > PT-BR 135 SDL S udio 2011 P oje o 9 Técnico EN > PE 435 Tag Edi o P oje o 10 Localização EN > PT-BR 19 856 SDL S udio 2011 P oje o 11 Técnico EN > PE 744 SDL S udio 2011 P oje o 12 Ma ke ing EN > PE 511 Tag Edi o P oje o 13 Ma ke ing EN > PT-BR 260 SDL S udio 2011 P oje o 14 Técnico ES > PT 10 000 SDL S udio 2011 P oje o 15 Técnico EN > PT 980 MemoQ 2013 P oje o 16 Técnico EN > PT-BR 639 MemoQ 2013 P oje o 17 Ma ke ing EN > PT-BR 448 SDL S udio 2011 16 Na lis a, os p oje os são ap esen ados segundo a o dem em que o am a ibuídos à es agiá ia. 68 English houseboa s page abou a ious houseboa s, you may skip hese examples on o he languages pages.] English houseboa s page abou a ious houseboa s, you may skip hese examples on o he languages pages.] Exemplo 2: ex o écnico N.º de Pala as: 134 Línguas de abalho: ES > PE Fe amen a de adução: Tag Edi o Ma e ial de e e ência: nenhum Tex o O iginal T adução HILO SELLADOR PARA ROSCAS - 100% P.T.F.E. FIO VEDANTE PARA ROSCAS – 100% P.T.F.E. CARACTERÍSTICAS CARACTERÍSTICAS Sellado de al a du ación que se ajus a a la osca du an e el p oceso de ins alación. Válido pa a ubos de plás ico y me al. Vedan e de ele ada du ação que se ajus a à osca du an e o p ocesso de ins alação. Válido pa a ubos de plás ico e me al. Resis encia a la mayo ía de los p oduc os químicos ag esi os. No es in lamable. Resis en e à maio ia dos p odu os químicos ag essi os. Não é in lamá el. No es pelig oso, no p oduce ningún e ec o en los luidos de los ubos. Não é pe igoso e não p oduz qualque e ei o nos luídos dos ubos. Resis encia desde -200ºC a 240ºC. Resis en e desde -200 °C a 240 °C. MODO DE EMPLEO MODO DE UTILIZAÇÃO En olla el hilo desde la pa e inal de la osca en la misma di ección que és a, En ola o io desde a pa e inal da osca na mesma di eção que es a, sob epondo-o 69 sob eponiéndolo ecuen emen e. equen emen e. Adecua el núme o de uel as según osca y medida del ubo. Se ecomienda: Adeque o núme o de ol as segundo a osca e a medida do ubo. É ecomendado: Tubo 1/2” de 12 a 18 uel as. Tubo de 1/2 polegadas (12,5 mm) – 12 a 18 ol as. Tubo 1 1/2” de 16 a 24 uel as. Tubo de 1 1/2 polegadas (37,5 mm) – 16 a 24 ol as. O os diáme os: ajus a núme o de uel as Ou os diâme os: ajus a núme o de ol as. Aplica 2-3 go as de luido dis ibuyéndolo sob e el hilo con el dedo; es e ma e ial es biodeg adable y no pelig oso. Aplique 2 ou 3 go as de luido e dis ibua- o pelo io com o dedo; es e ma e ial é biodeg adá el e não é pe igoso. 70 ANEXO III – PLANO DE ESTÁGIO 71 72 ANEXO IV – AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR POR PARTE DA ORIENTADORA