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Re : CLME’2011_3709A
RELAÇÃO ENTRE RUÍDO E VARIÁVEIS DO PROCESSO
DE CARGA E TRANSPORTE NA INDUSTRIA
EXTRACTIVA A CEU ABERTO
Célia Fe ei a*, Jacqueline Cas elo B anco, João S. Bap is a
Uni e sidade do Po o,
Faculdade de Engenha ia, CIGAR
Po o, Po ugal
*Email: mho08022@ e.up.p
RESUMO: Es e abalho em como objec i o es uda a exposição ao uído dos
abalhado es, que ope am com equipamen os de mo imen ação de ma e iais na indús ia
ex ac i a. São ap esen ados dois casos de es udo: um que en ol e uma pá ca egado a, que
oi subs i uída po uma pá mais ecen e; e o ou o caso, que en ol e um dumpe ambém
subs i uído po um mais ecen e. As medições o am e ec uadas no in e io das cabines
du an e o pe íodo de abalho. Simul aneamen e o am ano ados os empos das oco ências
de pon os c í icos no sis ema p odu i o, nomeadamen e, enc a amen o do p imá io, ca gas,
desca gas e emoção dos esíduos ine es. Como conclusão e i icou-se que os alo es
ob idos pa a o uído encon am-se den o dos limi es legais, e que exis e uma elação di ec a
en e a ac i idade desen ol ida e os ní eis de uído obse á eis.
1. INTRODUÇÃO
A p eocupação com a saúde e segu ança dos abalhado es não é ecen e. A indús ia
ex ac i a semp e oi conside ada como uma ac i idade pe igosa, sendo que o conhecimen o
dos iscos associados às suas ac i idades é undamen al.
Tabela 1: Índice de incidência dos aciden es de abalho em Po ugal na Indús ia Ex ac i a, Cons ução
Ci il, Pescas e a ní el nacional (Fon e: (GEP))
CAE 2005 2006 2007 2008
Indús ia ex ac i a 10.630,3 11.142,7 8474,2 11353,4
Pesca 9.939,0 11.337,5 987,6 1055,9
Cons ução 9.302,0 9.364,8 8290,3 8471,8
Nacional 5.311,9 5.474,5 5422,2 5478,1
Analisando os dados da abela 2 acilmen e se e i ica que a indús ia ex ac i a con inua a
se em Po ugal (e ambém em mui os ou os países) um dos sec o es com índices de
incidência de aciden es mais ele ados.
Conside ando apenas as ope ações de ca ga e anspo e, os iscos ine en es ao seu
uncionamen o são ele an es an o pa a a e en e ambien al como ocupacional.
Num es udo ealizado po (Leal & F adique, 2004) onde são compa adas algumas das
indús ias mais poluen es (alumínio, madei a, me alomecânica e ped a) no que diz espei o à
exposição ao uído ocupacional, e i icou-se que a ac i idade labo al que ap esen a uma
maio exposição po pa e dos abalhado es a di e en es gamas de ní eis sono os é a indús ia
da ped a, sendo que 43% dos abalhado es so e exposição a ní eis de uído supe io es ao
alo limi e e 76% so e exposição a ní eis de uído iguais ou supe io es ao ní el de acção.
As ac i idades associadas ao p ocesso p odu i o numa explo ação a céu abe o, ge am ní eis
de uído conside á eis, an o no uso de equipamen os mó eis (pás gi a ó ias, pe u ado as,
ca egado as, dumpe s) como equipamen os ixos (cen ais de ans o mação). O uso de
explosi os é uma on e de uído, con udo a du ação dos seus e ei os é ex emamen e limi ada
no empo.
É bem conhecido que a exposição ao uído, pa a além dos danos no apa elho audi i o, pode
es a na o igem de aciden es, na medida em que pode masca a an o os a isos e bais como
ou os indicado es sono os (A ezes, 2002).
A exposição ao uído pode p o oca di e en es espos as nos abalhado es de o dem audi i a
e ex a-audi i a, sendo que os seus e ei os dependem essencialmen e da ampli ude, equência
e du ação (A ezes, 2002) (B anco, 2009).
A pe da audi i a induzida pelo uído (PAIR) é um dis ú bio audi i o que a ec a mui os
abalhado es expos os a ambien es de abalho uidosos (B anco, 2009). Sendo conside ada
como uma das doenças mais comuns, pe manen e, i e e sí el e quase semp e bila e al e
simé ica, ge almen e a ec ando, em p imei o luga , as equências mais al as (3000Hz,
4000Hz,ou 6000Hz) e, de seguida, espalhando-se pa a as mais baixas (2000Hz, 1000Hz e
500Hz) (Nunes, 2006). A ec a essencialmen e, as células ciliadas ex e nas e in e nas no ó gão
de Co i (A ezes & Miguel, 2009).
Os e ei os do uído ex a-audi i os sob e o o ganismo podem se di ididos em isiológicos e
psicológicos. Den o dos e ei os isiológicos des acam-se os seguin es:
• Dis ú bios gas oin es inais;
• Aumen o da pulsação;
• Aumen o da p essão a e ial;
• Aumen o da equência espi a ó ia;
• Con acção dos asos pe i é icos;
• Dis ú bios do sis ema ne oso cen al.
Den o dos e ei os psicológicos podem oco e os seguin es sin omas,
• Fadiga;
• Aumen o da i i abilidade;
• Dep essão;
• Pe u bação do sono (Miguel, 2010)
A legislação po uguesa, no Dec e o-Lei n.º 182/2006 de 6 de Se emb o es abelece como
alo es-limi es e de acção no que se e e e à exposição pessoal diá ia de um abalhado e ao
ní el de p essão sono a de pico. Na Tabela 3 encon am-se os alo es limi es de exposição e
alo es de acção es abelecidos, sendo que se um des es alo es o ul apassado o emp egado
de e oma medidas co ec i as.
Tabela 3: Valo es de exposição pessoal ou diá ia
L
EX, 8h
L
C pico
Valo es de acção in e io 80 dB(A) 135 dB (C)
Valo es de acção supe io es 85 dB(A) 137 dB (C)
Valo es limi es de exposição
87 dB(A) 140 dB (C)
Os equipamen os de ca ga e anspo e me ecem uma a enção pa icula pois comp eendem a
maio classe de máquinas usadas na indús ia ex ac i a (Figu a 1 e E o ! Re e ence sou ce
no ound.). Sendo que o mo o dos mesmos é uma impo an e on e de uído, assim como a
ansmissão e o sis ema hid áulico que pode ainda se ag a ado pelas ca ac e ís icas ísicas do
3
local, como, po exemplo, o es ado das ias. O con olo do uído no in e io das cabines é
undamen al, is o que os abalhado es encon am-se no in e io des as as 8 ho as diá ias de
abalho.
Com es e es udo p e ende-se analisa o pad ão da exposição ao uído den o de cabines de
dumpe s e pás ca egado as, du an e dias ípicos de abalho com p á icas no mais po pa e
do abalhado , nomeadamen e abe u a e echo de po as e janelas.
2. METODOLOGIA E RECOLHA DE DADOS
2.1. Funcionamen o das Ins alações
Os dados o am ecolhidos numa explo ação de g ani o a céu abe o, em que os objec i os da
emp esa são a p odução de balas os pa a os caminhos-de- e o e ma e iais de di e sas
g anulome ias pa a abalhos de cons ução ci il e ob as públicas. No mesmo local ambém
unciona um a e o de esíduos ine es.
Os dumpe s ( igu a 1) êm como unção anspo a ma e ial de um local de o igem pa a ou o
de des ino, podendo ope a em dois ci cui os: o “ci cui o de ped ei a” e o “ci cui o de
b i agem”. No p imei o ciclo de abalho inicia-se com a ope ação de ca ga de ma e ial
esul an e da b i agem p imá ia, seguindo-se o anspo e, a desca ga na o a do b i ado
secundá io e eg esso sem ca ga. No ci cui o de b i agem o dumpe ca ega di ec amen e dos
silos da cen al de b i agem, desloca-se a é ao local de a mazenamen o do ma e ial onde
desca ega e eg essa sem ca ga pa a no o ciclo. Em condições no mais de uncionamen o,
em nenhum dos dois ci cui o é u ilizada a pá-ca egado a.
Figu a 1: a) Dumpe Euclid R32
b)Vol o A40
Figu a 1: a) Pá ca egado a CAT 966F
b) Pá ca egado a CAT 980G
a
b
a
b
De aco do com o plano de ecupe ação da ped ei a encon am-se em uncionamen o ês
a e os de esíduos ine es. Nes es são u ilizadas pás ca egado as ( igu a 2) pa a a
mo imen ação dos esíduos. Es as êm como unção acomoda os esíduos deposi ados. De
aco do com as necessidades, deslocam-se de a e o em a e o ao longo das 8 ho as de
abalho.
2.2. Recolha de Dados
A ecolha dos dados ealizou-se no in e io das cabines dos equipamen os, median e
condições a mos é icas idên icas e ípicas de dias de in e no e de p ima e a amenos. O
sonóme o u ilizado pa a a ecolha dos dados oi de ma ca Solo 01db, classe 2, es ando o
mic o one a uma al u a ap oximada da dos ou idos do abalhado . Simul aneamen e ao
egis o dos alo es do uido, e am ano adas as a e as execu adas em cada momen o, de modo
a numa ase pos e io de análise se possí el c uza os esul ados dos dois ipos de egis os.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
3.1. Pás Ca egado as
A Figu a 2 e a Figu a 3 mos am os esul ados da medição do uído nas cabines das pás
ca egado as CAT966F e CAT980G, espec i amen e. Du an e odo o pe íodo em que
deco e am as medições, o ope ado encon a-se no in e io da cabine com as janelas echadas
e a condicionado ligado.
Analisando a e olução do uído ao longo do empo, pa a a CAT 966F ( igu a 3) e pa a a CAT
980G ( igu a 4) e c uzando esses dados com ou os elemen os ecolhidos, ela i os às a e as
execu adas pelas máquinas, e i ica-se que os picos obse ados nos g á icos co espondem ao
uído p oduzido pelo mo o no momen o em que se encon a a empu a os esíduos.
Pa a além do abalho de a umação dos esíduos ei o nos a e os, são, pon ualmen e,
ealizadas ou o ipo de ac i idades, nomeadamen e, a ca ga de camiões e pequenos
anspo es in e nos de b i a.
Na igu a 3 pode obse a -se a e olução do uído ao longo do u no de abalho en e as
14h30 e as 17h30 pa a a CAT966F. Ao longo desse pe íodo es a pá execu ou ac i idades
di e sas, e de cu a du ação, de a umação de ma e iais em a e o e de deslocação en e
a e os. O g á ico e lec e a di e sidade do abalho execu ado não sendo possí el com o
conhecimen o ac ual de ec a pad ões.
Já no g á ico da igu a 4, co esponden e a abalho ealizado pela CAT980G é possí el
iden i ica e elaciona alguns pad ões de uído com a espec i a ac i idade. Nes a igu a
es ão ano ados os di e en es momen os com pad ões gené icos iden i icá eis. A é ce ca das
16h10 obse a-se um pad ão idên ico ao obse ado no g á ico da igu a 3 (apesa de a
in ensidade do uído se meno ), en e as 16h10 e as 16h40 a pá abalhou de o ma
con inuada na a umação de esíduos, En e as 16h40 e as 17h00 ol a a execu a abalho
i egula , ao qual se segue o ca egamen o de um camião du an e ce ca de 5 minu os,
e minando o dia de abalho mo imen ando pequenas ca gas de b i a.
Des a desc ição, o na-se cla a a elação en e o ipo de a e a e as ca ac e ís icas da e olução
do uído pa a es as duas pás ca egado as.
5
Figu a 2: E olução do uído na cabine da pá ca egado a CAT 966F
Figu a 3: E olução do uído na cabine da pá ca egado a CAT 980G
Legenda
T abalho i egula /in e mi en e no a e o e deslocações en e a e os
T abalho con inuado no a e o
Ca ga de um camião
Mo imen ação de pequenas ca gas de b i a
Mo o desligado
3.1. Dumpe s
Nas igu as 5, 6 e 7 pode obse a -se a e olução do uído nas cabines dos dumpe s Euclid R
32 e Vol o A40 nos ci cui os de b i agem e de ped ei a en e as 14h30 e as 17h30.
P ocu ando, al como pa a as pás ca egado as, encon a pad ões que pe mi am elaciona
ac i idades ou acções do p ocesso p odu i o com a a iá el ocupacional uído, oi e ec uada a
análise dos e e idos g á icos, a endendo às acções egis adas du an e o p ocesso,
O dumpe é ca egado di ec amen e pelo b i ado p imá io, que po sua ez é alimen ado po
uma pá gi a ó ia, a a-se de um p ocesso de alimen ação descon ínuo. Em consequência,
ambém a ca ga do dumpe não é con ínua. Os picos de uído du an e uma ca ga podem se
jus i icados pelo enc a amen o do b i ado e ainda pelo empo de espe a da alimen ação.
Espec o
60
65
70
75
80
85
90
95
100
15h00 15h30 16h00 16h30 17h00 17h30
Espec o
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55
60
65
70
75
80
85
90
15h00 15h30 16h00 16h30 17h00 17h30
dB
dB
Sendo que semp e que se inicia uma ca ga obse a-se um pico de uído, pois o ma e ial cai
di ec amen e na báscula azia.
Du an e as medições no dumpe Euclid R 32 a janela pe maneceu abe a, pois não exis e
sis ema de a condicionado na cabine.
No g á ico da igu a 5, obse am-se cla amen e as 4 pa agens do mo o que oco e am
du an e o empo de egis o. Nes es pe íodos (assinalados com um cí culo e nume ados de 1 a
4 no g á ico) no a-se uma cla a edução dos ní eis de uído no in e io da cabine. As pa agens
1 e 4 co espondem a empos de espe a jun o ao b i ado p imá io (mó el), an es da ope ação
de ca ga di ec a do dumpe a pa i des e. As pa agens 3 e 4 oco e em no undo da ped ei a
pa a ca ga de ma e iais di e sos. Compa ando es as duas si uações em que o mo o se
encon a a desligado, e i ica-se uma cla a dis inção en e os ní eis de uído no undo da
ped ei a e jun o ao b i ado p imá io.
Figu a 4: E olução do uído no ci cui o B i agem e Ped ei a na cabine do dumpe Euclid R32
Legenda:
- Mo o desligado
Ama elo – ope ação de ca ga do dumpe
Ve de – ope ação de desca ga do dumpe
P e o – mo imen ação do dumpe
Compa ando as ope ações de ca ga, a ama elo no g á ico da igu a 5, e i ica-se que nas
oco idas en e as 14h30 e as 15h15, que co espondem a ca gas e ec uadas a pa i do
b i ado p imá io, a ampli ude egis ada no g á ico é meno do que nas oco idas a pa i das
16h10, onde a ca ga do dumpe se az a pa i de um silo. Regis e-se ainda que não hou e
in e upções na ca ga quando e ec uada a pa i do b i ado .
As ope ações de desca ga, assinaladas a e de, deco e am no malmen e, sem nada de
ele an e a assinala .
Nos g á icos das igu as 6 e 7 é possí el obse a a e olução dos pad ões de uído, em dois
dumpe s iguais (Vol o A 40), a abalha nas mesmas condições, mas ope ados po dois
mo o is as di e en es. Du an e as medições a janela pe maneceu semp e echada. A cabine
possui um sis ema de a condicionado egulado pelo ope ado .
Analisando o g á ico da igu a 6, nas zonas co esponden es à ope ação de ca ga (ama elo) é
possí el iden i ica os enc a amen os oco idos no p imá io, pela edução pon ual do ní el de
Código 1 Código 2 Residual
Espec o
40
45
50
55
60
65
70
75
80
85
90
95
100
14h30 15h00 15h30 16h00 16h30 17h00
1
2 3
4
dB
7
uído egis ado. É ainda possí el iden i ica uma edução do uído an es da ope ação de ca ga
(p e o), que co esponde ao desliga do mo o po pa e do mo o is a.
Figu a 5: E olução do uído no ci cui o Ped ei a na cabine do dumpe Vol o A 40
Legenda
Ama elo – ca ga do dumpe
Ca ga com enc a amen o do b i ado p imá io
Ve de – desca ga do dumpe
P e o – mo imen ação do dumpe
Figu a 6: E olução do uído no ci cui o B i agem pa a o dumpe Vol o A 40
Legenda
Mo o desligado
Mo o ligado espe a ca ga
No g á ico da igu a 7 é cla a a di e ença en e os ní eis de uído egis ados com o dumpe
desligado e com o mo o em uncionamen o. Rela i amen e à ope ação de ca ga (linha a
ama ela), os egis os ambém e elam os di e sos p oblemas oco idos ao longo do dia.
Código 1 Código 2 Residual
Espec o
60
65
70
75
80
85
90
14h30 15h00 15h30 16h00 16h30 17h00
Código 1 Código 2 Residual
Espec o
40
45
50
55
60
65
70
75
80
85
90
14h30 15h00 15h30 16h00 16h30 17h00
dB
dB
4. CONCLUSÕES
Da análise sumá ia e explo a ó ia, no sen ido de encon a pad ões que pe mi issem associa a
a iá el ocupacional Ruído a ope ações do p ocesso p odu i o, pode se a i mado que o
objec i o oi plenamen e cump ido e que os esul ados o am posi i os. Há, no en an o, mui o
caminho a pe co e e desa ios a ul apassa .
Con i ma-se a exis ência de pad ões que é necessá io es uda e in e p e a no sen ido de
consegui um duplo objec i o que é melho a a condições de abalho ao mesmo empo que é
aumen ada a endibilidade do p ocesso.
Das conclusões p elimina es e di ec as ela i amen e aos dados ap esen ados é possí el desde
já a i ma o seguin e:
• O local onde as máquinas ope am in luencia os ní eis de uído a que o ope ado es á
sujei o, mesmo abalhando den o de uma cabine isolada.
• É possí el iden i ica , pa a ní eis de p essão sono a di e en es, um mesmo pad ão de
uído em di e en es equipamen os pa a a mesma ope ação.
• A pa i de pad ões de uído é possí el iden i ica a “assina u a” dos ope ado es,
mesmo pa a máquinas semelhan es e a ealiza as mesmas ope ações.
• A pa i dos pad ões de uído é possí el de ec a p oblemas no p ocesso p odu i o.
• O simples conhecimen o dos pad ões de uído pa a as á ias ope ações, pe mi e
in e i no sen ido de melho a o planeamen o das ope ações de modo a minimiza os
ní eis de p essão sono a a que os condu o es es ão sujei os e, ao mesmo empo,
eduzi cus os do p ocesso.
BIBLIOGRAFIA
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B anco, J. Cas elo, Es udo In eg ado de a ia eis ocupacionais na Indus ia Ex ac i a, Tese
de Mes ado em Segu ança e Higiene Ocupacionais, FEUP, Po o, 2009, p.10-26
Leal, I. M., & F adique, J., E olução da Exposição ao Ruído nos Locais de T abalho na
Indus ia da Região de Lisboa e Vale do Tejo, Acús ica, 2004
Miguel, Sé gio, Manual de Higiene e Segu ança do T abalho, Po o Edi o a, 2010, p. 295-323
Nunes, Fe nando, Segu ança e Higiene do T abalho, Gus a e Ei el, 2006