scieee Science in your language
[po] (orig)

Relatório de Estágio - Assessoria de Imprensa Gabinete de Nuno Melo

Read accessible full text

Relatório de Estágio - Assessoria de Imprensa Gabinete de Nuno Melo

Author: Luís Miguel Alves Lago da Costa
Year: 2013
DOI: 10.34626/12bn-sj44
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/76016/2/28256.pdf
Luís Miguel Al es Lago da Cos a
ASSESSORIA DE IMPRENSA
RELATÓRIO DE ESTÁGIO
O ien ado es:
P o esso a Amélia B andão
D . Nuno Melo
Mes ado em Ciências da Comunicação – Va ian e em Comunicação Polí ica
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
2
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
3
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Poli ics is he a o con olling you en i onmen .
Hun e S. Thompson
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
4
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
AGRADECIMENTOS
À P o esso a Amélia B andão, po me e p opo cionado es e es ágio e me e
o ien ado du an e o seu decu so.
Ao D . Nuno Melo, po e ac edi ado nas minhas capacidades e me e dado es a
opo unidade única de abalha no Pa lamen o Eu opeu du an e um ano.
A Al ino Bessa e Telmo Co eia, pela opo unidade de pa icipa numa
campanha elei o al.
Ao José Edua do, po me e ajudado a ins ala em B uxelas e e sido um
excelen e izinho.
À Ma a, ao Luís, ao Paulo, ao Ped o, ao Dua e e a odos os amigos que conheci
no Pa lamen o Eu opeu e que me ajuda am a in eg a na ida social de B uxelas.
Aos meus Pais, po me educa em e sus en a em po 23 anos.
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
5
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Índice
1. INTRODUÇÃO ............................................................................................. 9
2. REVISÃO LITERÁRIA .............................................................................. 11
2.1 In odução .............................................................................................. 12
2.2 Comunicação Polí ica ............................................................................. 12
2.3 Ma ke ing, Relações Públicas e Assesso ia de Imp ensa ......................... 14
2.3.1 Ma ke ing ........................................................................................ 14
2.3.2 Relações Públicas ............................................................................ 17
2.3.3 Assesso ia de Imp ensa .................................................................... 19
2.4 Relacionamen o en e on es e jo nalis as ............................................... 22
2.4.1 Relação en e polí icos e jo nalis as .................................................. 24
2.5 As no as ecnologias na comunicação polí ica ........................................ 25
2.6 Comunicação no Pa lamen o Eu opeu .................................................... 28
2.7 O elei o ado po uguês ........................................................................... 29
3. CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ................................................. 31
3.1 INTRODUÇÃO ..................................................................................... 32
3. 2 União Eu opeia ..................................................................................... 32
3.2.1 Con ex o His ó ico ........................................................................... 32
3.2.2 Po ugal na EU................................................................................. 35
3.2.3 P incipais polí icas e a i idades da União Eu opeia .......................... 33
3.2.3 Funcionamen o da União Eu opeia................................................... 34
3.3 O Pa lamen o Eu opeu ........................................................................... 36
3.3.1 Eu odepu ados ................................................................................. 38
3.4 Os G upos Polí icos ................................................................................ 39
3.4.1 PPE .................................................................................................. 40

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
6
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
3.5 Pa idos po ugueses ep esen ados no Pa lamen o Eu opeu ................... 41
3.6 CDS/PP .................................................................................................. 41
3.6.1 Democ acia C is ã............................................................................ 44
3.6.2 O CDS e a Eu opa ............................................................................ 44
3.7 Nuno Melo ............................................................................................. 45
3.7.1 Causas ............................................................................................. 46
3.7.2 Funções desempenhadas no Pa lamen o Eu opeu: ............................ 47
3.7.3 Ca gos an e io men e desempenhados: ............................................. 47
4. ANÁLISE DO TRABALHO EFETUADO .................................................. 49
4.1 In odução .............................................................................................. 50
4.2 Desc ição Ge al das unções exe cidas ................................................... 50
4.2.1Aspe os écnicos ............................................................................... 51
4.3 No as à Imp ensa .................................................................................... 51
4.3.1 Obje i os ......................................................................................... 52
4.3.2 Fo ma o ........................................................................................... 52
4.3.3En io das no as à imp ensa ............................................................... 53
4.3.4 Elabo ação da lis a de con ac os ....................................................... 54
4.4 Clipping ................................................................................................. 55
4.5 Si e e edes sociais ................................................................................. 56
4.5.1 Si e .................................................................................................. 57
4.5.2 Redes Sociais ................................................................................... 58
4.6 Pesquisa de in o mação pa a Pe gun as à Comissão e b ie ings pa a
deba es .................................................................................................................... 60
4.7 Ou as a i idades ele an es no âmbi o do es ágio: ................................. 60
4.7.1 Pe il de Nuno Melo no p og ama Eu opa XXI ................................ 60
4.7.2 Acompanhamen o dos jo nalis as no Pa lamen o .............................. 61
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
7
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
4.7.3 Sessão Plená ia em Es asbu go ....................................................... 62
4.7.4 XXIV Cong esso Nacional do CDS ................................................. 63
4.7.5 Campanha pa a as Eleições Legisla i as de 2011 ............................. 63
5. RESULTADOS DA ASSESSORIA DE IMPRENSA .................................. 65
5.1 In odução .............................................................................................. 66
5.2 Análise dos esul ados do en io das no as à imp ensa ............................. 66
5.2.1 In odução ........................................................................................ 66
5.2.2 Resul ados ....................................................................................... 66
5.3 Análise da di ulgação a a és do si e e das edes sociais ........................ 68
5.3.1 In odução ........................................................................................ 68
5.3.2 Es a ís icas do si e ............................................................................ 69
5.3.3 Like das no ícias ............................................................................... 71
5.3.4 Dados de isualizações no You ube ................................................. 71
5.4 Conside ações Finais .............................................................................. 71
6. REFLEXÕES FINAIS ................................................................................. 73
7. BIBLIOGRAFIA ......................................................................................... 76
8. ANEXOS .................................................................................................... 88
ANEXO A - NOTAS À IMPRENSA DE NUNO MELO ............................. 89
ANEXO B - RELATÓRIO REDES SOCIAS ............................................ 136
ANEXO C - NOTAS Á IMPRENSA CAMPANHA ELEITORAL ............ 157
ANEXO D - DADOS DO GOOGLE ANALYTICS ................................... 174
Índice de Imagens
Fig.1 logó ipo PPE………………………………………………...41
Fig.2 logó ipo CDS/PP.…………………………………………...42
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
8
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Índice de G á icos
G á ico.1- ep esen a i idade no Pa lamen o .................................................. 37
G á ico.2 – ep esen a i idade dos G upos Polí icos ....................................... 40
Índice de Tabelas
Tabela 1 – Dados de isi a de nunomelo.eu, de aco do com Google Analy ics .69
Tabela 2- Dados de o igem de á ego de nunomelo.eu, (Google Analy ics)… 70
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
9
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
1. INTRODUÇÃO
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
16
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Segundo es a ideia, de o ma análoga ao ma ke ing come cial, a unção do
ma ke ing na polí ica em sido, en ão, en ende e en a sa is aze as necessidades dos
consumido es (nes e caso, elei o es), como o g upo deciso mais impo an e du an e a
“ oca” elei o al (Bu le & Collins, 1994; Ha op, 1990; Newman, 1994, 2002;
O‟Shaughnessy, 1990; Scammell, 1999).
Newman (1999) e e e que a aplicação do ma ke ing ao polí ico az uma
al e ação p ocessual, incluindo “a análise, desen ol imen o, execução, e ges ão de
campanhas es a égicas po pa e de candida os, pa idos, go e nos, lobbyis as e g upos
de in e esse”.
O ma ke ing polí ico é ainda um enómeno global, que ab ange pa idos de oda
a o ien ação ideológica ou localização geog á ica, e que le a à cons ução da mensagem
polí ica baseada em esul ados quan i a i os e quali a i os p o enien es da pesquisa de
ma ke ing, esul ados esses que espelham o es ado da imagem do pa ido/candida o bem
como iden i icam as ques ões que são alo izadas pelo elei o ado (Lilleke e Lees-
Ma shmen , 2005)
O ma ke ing polí ico en ende os elei o es enquan o consumido es de um p odu o
polí ico, seja um modelo de sociedade, um p oje o de go e nação ou um candida o
(Joana Lobo Fe nandes, 2010).
Lees-Ma shmen (2001) iden i icou ês pa adigmas de a uação dos pa idos
polí icos sob a égide do ma ke ing pa a conclui que o pa adigma com o pe il ganhado
(de eleições) se ia o de o ien ação pa a o me cado, o que demons a que o pon o de
pa ida pa a a de inição do p odu o polí ico a o e ece de e se a comp eensão das
necessidades e p io idades do público, cabendo ao pa ido o e ece soluções pa a al. Os
es an es pa adigmas não colocam a pesquisa de me cado an es da elabo ação do
p odu o polí ico, sendo que es a di e ença ai condiciona o almen e o ipo de
comunicação que se a á sob e o p odu o polí ico: no p imei o caso pa a explica a
adequação às p io idades pe cebidas pelo ma ke ing in elligence, nos es an es
pa adigmas, pa a impo o p odu o polí ico escolhido e cons uído de aco do com as
con icções do g upo ou pa ido de pe ença.
É comum adap a -se os “4Ps” do ma ke ing mix (p odu o, p eço, pos o de enda
e p omoção) pa a a ealidade do ma ke ing polí ico. De aco do com Fi manzah (2008)
são os seguin es os 4Ps do ma ke ing polí ico:

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
17
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
1. P odu o: os pa idos, os candida os e as p óp ias ideologias polí icas de endidas
po es es.
2. P omoção: o es o ço de publicidade, elações públicas e p omoção de o ma a
adap a o p odu o do ma ke ing polí ico às necessidades dos elei o es.
3. P eço: pode se económico, do pon o de is a das despesas de uma campanha
po pa e do pa ido, mas ambém o p eço psicológico do o o, nomeadamen e com
p eocupações com a imagem que ce o candida o pode á da do pais quando elei o pa a
um ca go execu i o.
4. Pon o de enda: p ende-se com a p esença e dis ibuição de um pa ido e a sua
habilidade de comunica com os elei o es. Os pa idos de e ão e a habilidade de
“mapea ” a sua es u u a endo em con a a geog a ia do país onde a uam e a sua
demog a ia.
A e dade é que o discu so polí ico e o discu so publici á io são ambos
ca ac e izados pelo elo de iden i icação e pela emoção que p ocu am p o oca no
consumido . Assim, o que impulsiona essa p oximidade e iden i icação en e o p odu o
e o consumido é a ma ca, daí que a ualmen e se de enda o candida o enquan o ma ca.
Es a ans e e pe sonalidade a quem dela se ap op ia, o que na es e a polí ica se
epe cu e no o o. O candida o, em quem o elei o o a, é aquele com quem se
iden i ica, é aquele que lhe ansmi e con iança e cumplicidade, é a “sua” ma ca. San os
(1996) a i ma que “numa campanha polí ica o amos na pessoa do candida o, nas suas
ideias e no sonho, que ele simboliza [e] com o qual nos iden i icamos”.
2.3.2 Relações Públicas
É ambém di ícil chega a uma de inição consensual de elações públicas. Rex
Ha low (1976) iden i icou 472 de inições, implicando que apesa de se conco da que as
RP exis em, não exis e um consenso sob e o seu signi icado.
Lloyd e Lloyd, (1995) no en an o, de inem es e concei o como o es o ço
delibe ado, planeado e con ínuo pa a es abelece e man e um en endimen o mú uo en e
uma o ganização e o seu público. É assim uma disciplina p eocupada com a
comunicação de uma ins i uição (Cu lip e al., 2000), podendo es a se media izada ou
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
18
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
não. Pa a alguns, no en an o, as RP em uma cono ação nega i a, de ido em pa e à
associação his ó ica com manipulação e p opaganda (Ha ison, 2000).
O desen ol imen o do ma ke ing p o ocou um in e esse edob ado nas RP. Já
que o alo da ma ca ai mui o além das ecei as que o igina a cu o p azo. As elações
públicas podem se um ins umen o o íssimo pa a c ia , e o ça e p o ege o alo das
ma cas (Lindon e al. , 2008).
As ins i uições do a am-se, pois, de es u u as ope acionais esponsá eis,
jus amen e, po delinea e conc e iza es a égias de comunicação global ou in eg ada.
C ia am-se gabine es de comunicação e imagem, cujo peso em c escido no seio das
ins i uições.
Nas RP incluem-se uma a iedade de a i idades (Baskin e al., 1997; Cu lip e
al., 2000; Macnama a, 2000), especialmen e no Mundo a ual, onde a In e ne pe mi e a
ácil di ulgação de mensagens sem o ecu so aos média adicionais.
En e es as a i idades, Fawkes (2004) des aca: a comunicação in e na
(comunicação com os colabo ado es da o ganização, a a és de newsle e s ou
ci cula es, po exemplo); elações públicas co po a i as (comunicação em nome da
o ganização e não dos seus p odu os ou se iços; eg: con e ências, ela ó ios anuais,
elações com os media (comunicação com os jo nalis as, especialis as e edi o es dos
di e en es meios de comunicação social locais, nacionais ou in e nacionais; eg: p ess
eleases, con e ências de imp ensa, e en os pa a jo nalis as, e c.); assun os públicos
(comunicação com líde es de opinião, como polí icos, magis ados ou emp esá ios; eg:
ap esen ações públicas, b ie ings, euniões, in e enções públicas, e c.); ações de
esponsabilidade social (comunicação com a comunidade local, ep esen an es polí icos
ou di e o es escola es; eg: pa ocínios, exposições, encon os, inicia i as de
solida iedade social, e c.); comunicação es a égica (in es igação e análise da si uação,
p oblemas e soluções endo em is a o cump imen o dos obje i os da o ganização; eg:
planeamen o e execução de campanhas que p omo am a imagem pública da
o ganização); ações de ges ão (moni o ização do ambien e polí ico, social, económico e
ecnológico que en ol e a o ganização; eg: es udo dos e ei os das campanhas
elei o ais); ges ão de c ise (comunicação endo em is a o escla ecimen o de uma
si uação inopinada ou de eme gência; eg: após um g ande aciden e, negocia com os
media em ep esen ação da polícia, de um hospi al ou das au o idades locais); ges ão de
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
19
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
e en os (o ganização de e en os, como con e ências anuais, almoços com a imp ensa,
ei as come ciais e ou os ce ames).
2.3.3 Assesso ia de Imp ensa
A assesso ia de imp ensa é, p o a elmen e, a á ea de mais des aque nas elações
públicas. T a a-se da a i idade de elações públicas que em como a e a ge i o
elacionamen o en e um indi íduo ou ins i uição, e os meios de comunicação social
(Ko le e Kelle , 2005).
O p incipal obje i o p ende-se com assegu a espaço edi o ial nos meios de
comunicação social – em oposição ao espaço publici á io pago –, com is a a p omo e
ou di ulga um p odu o, se iço, ideia, luga , pessoa ou o ganização.
Es a p esen e nos média o nou-se numa necessidade pa a a consolidação de
uma ma ca. A assesso ia de imp ensa passa a se uma peça undamen al pa a a
di ulgação de se iços, p odu os e pa a a ampliação de me cado. Os média além de
cons i uí em um público des ina á io da mensagem da emp esa são igualmen e um
eículo dessa mesma mensagem e, como al, ajudam os ou os públicos a o ma
opiniões.
Vis o as RP não es a em, nes e momen o, apenas ocadas na imp ensa, alguns
au o es alam do concei o de assesso de média, is o se u iliza meios de comunicação
mediados, como a imp ensa e a ele isão, e meios não mediados, como os si es e as
edes sociais (Jackson e Lilleke , 2004).
B ian McNai (2003) a i ma que o desen ol imen o da p á ica de elações
públicas esul a da cons a ação de que a comunicação a a és dos média no iciosos é
mais e icien e do que sob a o ma de publicidade. Is o po que os ece o es da mensagem
publici á ia sabem que es a e le e os in e esses, ideias e alo es do p omo o . Sabendo
que a mensagem publici á ia é comp ome ida, os lei o es, elespec ado es ou ou in es
endem a dis ancia -se dela ou mesmo a ejei á-la.
Com es e ho izon e mo i acional, «as ins i uições ap op ia am-se das
habilidades na a i as e a gumen a i as do jo nalismo; assimilam as o inas e a cul u a
da p odução jo nalís ica; e no planeamen o e con olo dos acon ecimen os, a dimensão
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
20
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
comunica i a ganhou p eponde ância, pa a a di ulgação dos e en os e di usão do
discu so», conside a Manuel Ca los Chapa o (2001).
Pa a Jacques Descheppe (1990), «a inicia i a da in o mação ica mui as ezes
apenas a ca go dos mass-media com consequências nega i as pa a as ins i uições que
são sujei o dessa in o mação». Nes e sen ido, «a comunicação com o ex e io é
necessá ia e mesmo bené ica se o o ganizada de modo pe manen e, al como os ou os
aspe os de ges ão – as inanças, o pessoal, a p odução». O mesmo au o ac escen a
ainda que «é p eciso in e essa o público pela ins i uição em odas as ci cuns âncias
a o á eis a a és, sob e udo, dos mass-media»
Rogé io San os (1997) de ende ainda que «as ins i uições p ocu am o ganiza -se
no sen ido de assegu a uma cobe u a que ga an a a publici ação dos obje i os
p e endidos e não a simples menção dos acon ecimen os. A lu a pe manen e das on es
de in o mação – indi íduos ou es u u as in e nas enca egadas de es abelece con ac os
com as o ganizações no iciosas – é a di ulgação dos acon ecimen os posi i os e o
amo ecimen o ou esquecimen o dos não adequados ao in e esse das ins i uições».
O assesso de imp ensa, de modo ge al, ap esen a aos média no ícias ou
in o mações a o á eis à o ganização. Tem como p incipais unções encon a ou c ia
essas no ícias, aze com que os média acei em os seus p ess elease s e a ende às
solici ações dos jo nalis as pa a en e is a o assesso ado (Ko le e Kelle , 2005).
Os assesso es agem como in e mediá ios quali icados e, des a o ma, ap oximam
e icien emen e as on es de in o mação das o ganizações no iciosas (Dua e, 2002).
Bu ke (1990) conside a essa espécie de «jo nalis as ins i ucionais» uma boa
on e de in o mação pa a os jo nalis as, designadamen e po que, u ilizando écnicas
jo nalís icas, ecolhem in e namen e ma e ial pe inen e pa a os meios de comunicação
social e o ansmi em segundo eg as de con eniência no iciosa.
De aco do com Rogé io San os (1997), os assesso es de imp ensa são
equen emen e, de es o, ex-jo nalis as, o que “os o na mui o ú eis às ins i uições que
se em, pois, ao muda em de lado no e eno, azem odo o conhecimen o do o ício
pa a o con ac o com as o ganizações no iciosas”. Ma ia Regina Es e ez Ma inez (2002)
ale a, po ém, quem “nem odo o jo nalis a é um „assesso ‟” dado que a maio ia sen e
ainda a al a da ad enalina da busca da in o mação, do „ u o‟, da no ícia em p imei a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
21
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
mão. Es e p o issional, em ge al, não em pe il nem as ca ac e ís icas necessá ias pa a
se um assesso , um pensado es a égico da in o mação e da sua eiculação.
Hess (1984) conside a que os assesso es de imp ensa desen ol em qua o ipos
de a i idades: ecolha de in o mação pa a si p óp ios e pa a os seus colegas, p epa ação
de ma e ial pa a os média, o ganização e en os e espos a a ques ões dos jo nalis as. Já
Descheppe (1990) é mais minucioso na desc ição das o inas de um assesso de
imp ensa, o inas essas que ão desde a p odução diá ia de uma e is a de imp ensa
(p ess-clipping) à o ganização e di ulgação da in o mação, passando pela a aliação das
necessidades in o ma i as dos di e en es públicos da ins i uição, pela de inição de uma
polí ica de comunicação (obje i os e p og ama de ação), pelo es udo das necessidades e
gos os especí icos de cada ó gão de comunicação social, pelo es abelecimen o de laços
de con iança com os jo nalis as, pela edação de odos os ex os des inados aos media,
pela seleção dos canais de in o mação mais adequados, pelo aconselhamen o dos
di igen es da ins i uição nos seus con ac os com os jo nalis as, en e ou as a e as.
Descheppe (1990) des aca ainda as seguin es ca ac e ís icas essenciais de um
assesso de imp ensa: sensibilidade pa a con ac os humanos; boa capacidade de
exp essão o al e esc i a; sólida cul u a ge al; acilidade de análise e sín ese; capacidade
de o na acessí eis ex os de na u eza écnica e cien í ica; imaginação e in uição;
e icácia e o ganização; apidez na e lexão, decisão e ação; hones idade, obje i idade e
p o issionalismo; disponibilidade pa a abalha o a do ho á io de expedien e.
Também S ephen Hess (1984) ap esen ou como ca ac e ís icas que os jo nalis as
mais ap eciam num assesso de imp ensa a p oximidade com as che ias e o uso
incondicional da e dade. O ecu so à men i a, p incipalmen e em si uações de
comunicação de c ise (Villa añe, 1993), acaba quase semp e po se e ela de as ado a
pa a os seus au o es, minando a sua c edibilidade enquan o assesso es de imp ensa.
2.3.3.1 Assesso ia de Imp ensa na polí ica
Vá ios polí icos queixam-se de que a imp ensa cada ez mais pe de o in e esse
no p ocesso polí ico em si (Neg ine, 1999) e se oca mais em casos polémicos (Blumle
e Gu e i ch, 1995; Nossi e e al., 1995, S anye , 2001). Face a is o, os go e nos e
pa idos polí icos êm emp egado assesso es de imp ensa, numa en a i a con ola a

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
22
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
agenda mediá ica (Blumle e Gu e i ch, 1995) e de ganha uma cobe u a posi i a
(Jones, 2002).
Os polí icos p e e em que a sua mensagem seja eiculada pelos meios no iciosos
ao in és da publicidade ou p opaganda. Des e modo, quando a mensagem de um
polí ico é ansmi ida pelos média, a sua au o ia é a ibuída ao in e mediá io, o
jo nalis a, ganhando au en icidade e c edibilidade aos olhos de quem a ecebe. Con udo,
no a B ian McNai (2003), es a o ma de chega ao g ande público não es á isen a de
con ingências. Po um lado, a c iação de e en os e con ex os a a és dos quais os
polí icos acedem aos média pode se dispendioso em e mos de dinhei o e empo. Po
ou o, o polí ico não con ola edi o ialmen e os meios de comunicação social, pelo que
uma ga e, po exemplo, pode se ampliada publicamen e e daí esul a em danos
polí icos signi ica i os.
No seu ex emo, es a en a i a de con olo pode le a ao chamado spin, ou seja,
à “manipulação” dos acon ecimen os de o ma a bene icia um polí ico. Daí mui as
ezes os assesso es se em cono ados como spin doc o s um e mo que, apesa da ca ga
pejo a i a com que mui as ezes é e e ido, en ou no ocabulá io polí ico nas úl imas
duas décadas, po o ça da impo ância que as es a égias de comunicação o am
assumindo na polí ica. Segundo Paul Manning (2001), os «spin doc o s podem se
o malmen e con a ados como uncioná ios públicos (…); pode ão e esponsabilidade
polí ica em elação a algo bas an e di e en e, mas, ao mesmo empo, e o iciosamen e,
p a ica as “a es neg as” de um modo quase o icial (…); ambém podemos encon a os
spin doc o s na cena social, abalhando as es as, em ez de se em uncioná ios
públicos. Qualque que seja a sua posição, um spin doc o , pa a se e icaz, em que e
um en endimen o acu ilan e dos meios de comunicação po ado es das no ícias polí icas,
e das necessidades dos jo nalis as, uma cul u a pa icula de o ganização de no ícias,
bem como pele g ossa, e, usando um e mo delicado, uma pe sonalidade de e minada».
2.4 Relacionamen o en e on es e jo nalis as
He be Gans (1979) a i ma que a elação en e as on es e o jo nalis a
assemelha-se a um ango, onde as on es p ocu am acesso aos jo nalis as e os jo nalis as
p ocu am acesso às on es. Mais conc e amen e, a elação en e jo nalis as e on es é
uma elação de in e esse mú uo: os jo nalis as es ão ão in e essados em ob e
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
23
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
in o mação quan o as on es es ão in e essadas em da de e minadas in o mações com
um de e minado enquad amen o ou em esconde as in o mações que não desejem e no
espaço público (Blumle e Gu e i ch, 1995).
Po ém, como no am Rogé io San os (1997) ou Nelson T aquina (1993), es e
modelo é excessi amen e es u u alis a, já que admi e pouca au onomia dos jo nalis as
pa a a de inição de sen idos pa a os acon ecimen os e não dá espaço pa a oco ências
como ugas de in o mação ou inicia i as jo nalís icas de demanda de in o mações jun o
das on es.
Pa a o in es igado Manuel Ca los Chapa o (2001), na ho a de esc e e , na
o ina da p odução e dos p ocedimen os p o issionais (os conscien es e os
inconscien es), a pe spe i a das on es in luencia, ine i a elmen e, a decisão jo nalís ica
– e quan o mais compe en es elas se o nam, mais capazes são de de e mina en oques,
ele âncias e a é í ulos, na na ação jo nalís ica.
Gans (1979) obse a que exis em á ios ipos de on es in o ma i as
(ins i ucionais e o iciosas, es á eis e p o isó ias, passi as e a i as, conhecidos e
desconhecidos) que in e agem num sis ema que albe ga igualmen e jo nalis as
(especializados ou não especializados) e públicos. Es e elacionamen o é, po seu u no,
di ado que pelas necessidades in o ma i as dos média, que pelo posicionamen o das
on es na es u u a social.
E icson (e al. 1989) en a izam a impo ância da negociação en e on es e
jo nalis as du an e o p ocesso de p odução no iciosa. Pa a os au o es as no ícias
esul am em p imei o luga do ipo de elações sociocul u ais que se es abelecem en e
on es e jo nalis as. A no ícia se á assim a cons ução da ealidade esul an e dessa
dinâmica.
É ce o, no en an o, que á medida que as o ganizações no iciosas se êm is o
o çadas a aze co es, ao mesmo empo que aumen am a sua p odução, a sua
dependência dos „subsídios de in o mação‟ dos Relações Públicas em indo a
aumen a . Po um lado, is o suge e que as elações públicas êm p esen emen e uma
in luência mais o e sob e a p o issão do jo nalismo. Po ou o, pode ambém conclui
se que as adicionais hie a quias das elações de on es da comunicação social se êm
al e ado signi ica i amen e nes e no o ambien e sa u ado de RPs» (Da is 2003), Sigal
(1973) e E icson (e al. 1991) apon am mesmo que o peso das on es na inicia i a de
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
24
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
p odução de no ícias é bas an e ele ado, sendo que o olume de no ícias o iundo de
on es o iciais onda os 70%.
2.4.1 Relação en e polí icos e jo nalis as
Ian Some ille (2004) esume o en ol imen o en e o pode polí ico e os media
da seguin e o ma: «A elação en e os polí icos, sob e udo do go e no, e os meios de
comunicação social en ol e ob iamen e uma lu a en e dois conjun os de in e esses
apa en emen e di e en es. O jo nalis a p ocu a descob i e e ela ac os, enquan o o
polí ico p e ende assegu a que a peça no iciosa e le e a „mensagem‟ que ele ou ela
p e ende aze passa ». Daí que alguns analis as, ac escen a Some ille, apon em «o uso
c escen e do „soundbi e‟ e do „pseudo-acon ecimen o‟ como es a égias cha e u ilizadas
pelos polí icos pa a con ola as ep esen ações assumidas pela Comunicação Social de
si e das suas polí icas».
Cook (2006), de ende ainda que a elação en e a cons ução de no ícias e o
p ocesso de decisão polí ica se o nou de al o ma es ei a, que se o na ex emamen e
di ícil dis ingui en e ambos.
Tan o os polí icos como os jo nalis as são is os como a o es mu uamen e
dependen es (Blumle e Gu e i ch, 1995), cuja ação é guiada an o pelos seus papéis
como pela pe ceção que êm do papel do ou o.
Nes a elação ambígua, a con iança, que na p á ica se aduz num en endimen o
mú uo e espei o po eg as o mais e in o mais (Mancini, 1993), é um a o impo an e.
De aco do com La sson (2002), as elações in e pessoais en e jo nalis as e polí icos
bene iciam de si uações em que exis a um equilíb io. Se os jo nalis as ac edi am que os
polí icos não espei am o seu abalho, a elação pode acaba po se guiada pela
descon iança mú ua (Van Aels e Aalbe g, 2009).
A cobe u a polí ica po pa e dos jo nalis as em sido, no en an o, c i icada po
e o ça a “espi al de cinismo” dos lei o es pa a com os polí icos: ao u iliza em um
es ilo nega i o em a igos polí icos, os jo nalis as são esponsá eis pelos baixos ní eis
de con iança pe an e os go e nos e os polí icos no ge al (De V eese, 2005). Alguns
au o es alam mesmo de um jo nalismo polí ico cada ez mais hos il e i esponsá el
(McNai , 2009) e a exposição a no ícias nega i as sob e polí ica em sido elacionada
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
25
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
com um meno en ol imen o polí ico e baixos ní eis de con iança po pa e dos lei o es
(Pa e son, 2000).
As p essões come ciais nas o ganizações no iciosas (Pa e son, 2000), a cul u a
dos p o issionais de elações públicas (Esse e Spanje , 2005, ci ados po an Dalen e
al., 2011) êm ambém sido u ilizadas como explicação pa a es e aming nega i o da
polí ica nas no ícias. De aco do com an Dalen (e al, 2011), os jo nalis as ado am es a
pos u a cínica em elação aos polí icos quando êm uma isão nega i a do papel dos
spin doc o s e ac edi am que os polí icos u ilizam os média como um pódio somen e
pa a espalha a sua mensagem e se au op omo e em. O cinismo en e jo nalis as
aumen a, quando es es ac edi am que a p ocu a de a enção mediá ica é mais impo an e
que o seu abalho polí ico (B an s e al., 2010 ci ado po an Dalen e al. 2011). Os
jo nalis as êm eagido nega i amen e, po exemplo, a polí icos que o ganizam
con e ências de imp ensa sem qualque alo no icioso (Ansolabehene e al., 1993). Da
mesma o ma, o cinismo é mais ele ado quando os po a- ozes e assesso es de
imp ensa limi am os jo nalis as no seu abalho.
Apesa des e cinismo po pa e dos jo nalis as, ambém na polí ica se no a uma
p edominância das on es o iciais no p ocesso de cons ução das no ícias. Vasco Ribei o
(2006) concluiu que, em Po ugal, ce ca de 60% do no iciá io polí ico é dominado pelas
on es o iciais, an o do Go e no como dos pa idos ep esen ados na Assembleia da
República, sendo só um e ço da p odução de no ícias su gi da inicia i a das edações.
A esmagado a maio ia pa e assim da “ação de indução” po pa e de assesso es de
imp ensa, spin doc o s, consul o es e po a- ozes polí icos.
2.5 As no as ecnologias na comunicação polí ica
As no as ecnologias de comunicação, em especial a In e ne , al e a am
adicalmen e o pano ama dos média de á ias o mas. Vie am, em especial, acili a a
comunicação cí ica ho izon al e en aquece as ba ei as ansnacionais. De aco do com
Blumle e Gu e i ch (2000) não só aumen ou o núme o de a o es polí icos, como
ambém hou e um c escimen o maciço de “mediado es polí icos”, ou seja, p o issionais
da comunicação polí ica, que, como imos, po ezes desempenham um papel mais
decisi o na c iação de no ícias polí icas que os p óp ios jo nalis as. As consequências
de ais ans o mações são p o undas. Blumle e Gu e i ch (2000) a i mam que daqui
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
32
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
3.1 INTRODUÇÃO
De seguida i ei ca ac e iza o ambien e onde es agiei. Pa indo do ge al pa a o
pa icula , começa ei po desc e e em aços ge ais a União Eu opeia e o seu
uncionamen o, passando de seguida po ca ac e iza com mais de alhe o Pa lamen o
Eu opeu e os g upos polí icos que o o mam, em especial o PPE (ao qual Nuno Melo
pe ence), pa a no im desc e e em po meno a ca ei a de Nuno Melo e as causas que
es e em de endido no Pa lamen o Eu opeu.
3. 2 União Eu opeia
3.2.1 Con ex o His ó ico
A União Eu opeia oi c iada com o obje i o de es abiliza as elações en e
países eu opeus izinhos, pondo e mo às equen es gue as sang en as que
ca ac e iza am a Eu opa du an e séculos e que culmina am na Segunda Gue a Mundial.
A pa i de 1950, em plena Gue a F ia, a Alemanha, a Bélgica, a F ança, a I ália, o
Luxembu go e os Países Baixos undam a Comunidade Eu opeia do Ca ão e do Aço,
que começa a uni económica e poli icamen e os países eu opeus, endo em is a
assegu a uma paz du adou a. A 25 de ma ço de 1957, o T a ado de Roma ins i ui a
Comunidade Económica Eu opeia (CEE) ou “Me cado Comum”, cujo obje i o é a li e
ci culação das pessoas, das me cado ias e dos se iços en e os Es ados-Memb os,
como se a a-se de um só país.
A 30 de julho de 1962 é lançada a Polí ica Ag ícola Comum, que con e e aos
Es ados-Memb os o con olo comum da p odução alimen a e uni o miza os p eços na
Comunidade. A PAC le a, no en an o, a uma sob e p odução e mon anhas de
exceden es. A pa i da década de 90, é dada p io idade à edução des es exceden es e à
melho ia da qualidade dos p odu os.
A Dinama ca, a I landa e o Reino Unido ade em à União Eu opeia em 1 de
janei o de 1973, ele ando assim o núme o dos Es ados-Memb os pa a no e. No âmbi o
da polí ica egional da União Eu opeia, começam a se a ibuídas ele adas e bas pa a
omen a a c iação de emp egos e de in aes u u as nas egiões mais pob es.

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
33
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Em 1981, a G écia o na-se o décimo Es ado-Memb o da UE, seguindo-se-lhe a
Espanha e Po ugal cinco anos mais a de. Em 1986, é assinado o A o Único Eu opeu,
um T a ado que p e ê um as o p og ama pa a seis anos des inado a elimina os
en a es que se opõem ao li e luxo de comé cio na UE, c iando assim o “Me cado
Único”.
Com o desmo onamen o do comunismo na Eu opa Cen al e O ien al, assis e-se
a um es ei amen o das elações en e os eu opeus. Em 1993, é concluído o Me cado
Único com as “qua o libe dades”: li e ci culação de me cado ias, de se iços, de
pessoas e de capi ais. A década de 90 é ambém ma cada po mais dois T a ados, o
T a ado da União Eu opeia ou T a ado de Maas ich , de 1993, e o T a ado de
Ames e dão, de 1999.
Em 1995, a União Eu opeia passa a inclui ês no os Es ados-Memb os, a
Áus ia, a Finlândia e a Suécia. Uma pequena localidade luxembu guesa dá o seu nome
aos aco dos de “Schengen”, que g adualmen e pe mi i ão às pessoas iaja sem que os
seus passapo es sejam obje o de con olo nas on ei as.
A 1 de janei o de 2002 en a em igo o eu o, como moeda única da União
Eu opeia, apesa de países como o Reino Unido e a Suécia e em icado de o a des a
união mone á ia. Em 2004, 10 países, an e io men e sob e a es e a de in luência da
an iga União So ié ica, ade em ambém à União Eu opeia.
A ualmen e, a União Eu opeia é compos a po 27 es ados-memb os: Áus ia,
Bélgica, Bulgá ia, Chip e, República Checa, Dinama ca, Es ónia, Finlândia, F ança,
Alemanha, G écia, Hung ia, I landa, I ália, Le ónia, Li uânia, Luxembu go, Mal a,
Países Baixos, Polónia, Po ugal, Roménia, Eslo áquia, Eslo énia, Espanha, Suécia,
Reino Unido.
3.2.1 P incipais polí icas e a i idades da União Eu opeia
Os países da UE delega am-lhe algumas das suas compe ências legisla i as em
de e minadas á eas polí icas, como a ag icul u a e as pescas. Nou as á eas, como a
cul u a, a decisão polí ica é pa ilhada pela UE e os go e nos nacionais. São os
seguin es, os p incipais domínios de in e enção da UE:
 Ag icul u a
 Ambien e
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
34
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
 Economia e Finanças
 Emp ego e Assun os Sociais
 Polí ica ex e na e de segu ança
 Pescas
3.2.2 Funcionamen o da União Eu opeia
A União Eu opeia (UE) não é uma ede ação como os Es ados Unidos da
Amé ica, nem uma me a o ganização de coope ação en e go e nos, como as Nações
Unidas. Os países que pe encem à UE (os seus «Es ados-Memb os») con inuam a se
nações sobe anas e independen es, mas pa ilham a sua sobe ania em ce as á eas pa a
se o na em mais o es e pode em exe ce uma in luência no mundo que nenhum deles
pode ia exe ce isoladamen e.
Pa ilha a sobe ania signi ica, na p á ica, delega alguns pode es de decisão em
ins i uições comuns, de modo a assegu a que de e minadas decisões sob e assun os do
in e esse comum possam se omadas democ a icamen e a ní el eu opeu.
O Conselho Eu opeu, p esidido a ualmen e po He man Van Rompuy e
compos o pelos Che es de Es ado de cada país da EU, e o P esiden e da Comissão
Eu opeia, de ini a di eção e as p io idades polí icas ge ais da EU e esol e
de e minadas ques ões que pela sua complexidade ou sensibilidade não possam se
esol idas a um ní el in e io da coope ação in e go e namen al.
Embo a undamen al na de inição da agenda polí ica da UE, O Conselho
Eu opeu não possui quaisque pode es legisla i os. A a e a de legisla es á di ida po
ês ins i uições:
- O Conselho da União Eu opeia, onde es ão ep esen ados os minis os de
cada Es ado-Memb o
- A Comissão Eu opeia, compos a po 27 memb os (um de cada país), é
esponsá eis pela di eção polí ica da UE du an e o seu manda o de cinco anos. O
P esiden e da Comissão (a ualmen e Du ão Ba oso) a ibui a cada Comissá io a
esponsabilidade po á eas polí icas especí icas
- O Pa lamen o Eu opeu, que ep esen a os cidadãos dos Es ados Memb os, do
qual em seguida ala ei com maio de alhe.
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
35
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Es e « iângulo ins i ucional» es á na o igem das polí icas e da legislação que se
aplicam em oda a UE. Em p incípio, é a Comissão que p opõe no a legislação e são o
Pa lamen o e o Conselho que a ado am ou não, num p ocesso de codecisão. A Comissão
e os Es ados-Memb os são os esponsá eis pela sua execução. A Comissão ela
ambém pela co e a ansposição da legislação da UE pa a as espe i as o dens
ju ídicas.
Duas ou as ins i uições desempenham um papel undamen al: o T ibunal de
Jus iça, que assegu a o cump imen o da legislação eu opeia, e o T ibunal de Con as, que
iscaliza o inanciamen o das a i idades da UE.
A UE possui ainda uma sé ie de ou as ins i uições e o ganismos que
desempenham unções especí icas:
 o Comi é Económico e Social Eu opeu, que ep esen a a sociedade ci il, os
emp egado es e os abalhado es;
 o Comi é das Regiões, que ep esen a as au o idades egionais e locais;
 o Banco Eu opeu de In es imen o, que inancia p oje os de in es imen o da
UE e ajuda as PME a a és do Fundo Eu opeu de In es imen o;
 o Banco Cen al Eu opeu, esponsá el pela polí ica mone á ia eu opeia;
 o P o edo de Jus iça, que in es iga as queixas ela i as a casos de alegada má
adminis ação po pa e das ins i uições ou dos o ganismos da UE;
Na sequência da en ada em igo do T a ado de Lisboa, o Conselho Eu opeu
nomeou Ca he ine Ash on pa a o ca go de Al o Rep esen an e da União pa a os
Negócios Es angei os e a Polí ica de Segu ança. Compe e-lhe p esidi às euniões do
Conselho dos Negócios Es angei os e conduzi a Polí ica Ex e na e de Segu ança
Comum.
P e alecendo-se do seu ca go de Vice-P esiden e da Comissão Eu opeia,
assegu a ainda a coe ência e a coo denação da ação ex e na da União Eu opeia.
A Al a Rep esen an e é assis ida pelo Se iço Eu opeu pa a a Ação Ex e na.
2
3.2.3 Po ugal na EU
His o iog a ia ecen e sob e o Es ado No o (1933-1974) mos ou que es e não
icou o almen e à ma gem da in eg ação eu opeia do pós-gue a (Cas ilho, 2000; Rosas
2
Dados do si e da União Eu opeia (www.eu opa.eu)
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
36
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
& Oli ei a 2004). Po ugal oi acei e como memb o undado da OCDE (1948), da
NATO (1949) e no Eu opean F ee T ade Ag eemen , ou EFTA (1959).
Na década de 1960, após a en ada em EFTA, a economia po uguesa c esceu a
uma elocidade conside á el e a in eg ação económica com a Eu opa aumen ou, ainda
mais com países da CE (nomeadamen e F ança e Alemanha) do que com os memb os
da EFTA (Lei ão, 2007). Com a iminen e en ada do Reino Unido, I landa e Dinama ca
pa a a CE, o Go e no Po uguês negociou um aco do, assinado em 1972, o que pe mi iu
a con inuidade da diminuição das a i as indus iais que exis ia an e io men e com os
memb os da EFTA en e Po ugal e a CE.
Ma cello Cae ano escolheu a ence a negociações pa a um aco do come cial
com a Eu opa em ez de p ocu a o es a u o de Es ado-Memb o (Cas ilho, 2000; Rosas
& Oli ei a 2004 ; Reis 2007).
Após o 25 de Ab il de 1974, a en ada CE não oi omada de imedia o pelos
pa idos polí icos que se es abelece am como os p incipais in e enien es na polí ica
po uguesa, mais p eocupados com as ques ões u gen es do im da gue a colonial em
Á ica e com o p ocesso de democ a ização.
Em 1977 é ei o o pedido de adesão à CEE e o aco do de p é-adesão é assinado
ês anos depois, a 3 de dezemb o de 1980.
A en ada o icial é só e i icada, no en an o, a 1 de janei o de 1986.
3.3 O Pa lamen o Eu opeu
O PE é a maio expe iência mundial em democ acia ansnacional, subs i uindo
em g ande escala a diplomacia in e nacional en e os países que o in eg am (Cobe e
al, 2011).
Elei o pela p imei a ez em 1979, o PE em c escido e ganho cada ez mais
in luência nos úl imos 32 anos. De 410 memb os de 9 países, na sua undação, passou
pa a 752 depu ados de 27 países com o T a ado de Lisboa. Os seus memb os eem de
ap oximadamen e 200 pa idos polí icos di e en es, apesa de se a ilia em em g upos
polí icos mais es i os à chegada ao Pa lamen o.
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
37
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
A ep esen ação de cada país no Pa lamen o Eu opeu é p opo cional ao núme o
de elei o es. Consequência dis o, os países mais populosos acabam po se os que
conseguem mais pode no Pa lamen o. Assim sendo, o país que elege mais depu ados é
a Alemanha (que elege 96), seguido da F ança, Reino Unido e I ália. Es es qua o países
jun os ep esen am ce ca de 40% dos depu ados! No undo da abela icam Chip e,
Es ónia, Luxembu go e Mal a, cada um elegendo 6 depu ados. Mais ou menos a meio
da abela encon amos Po ugal, que elege 22 depu ados, al como a Bélgica, a
República Checa, a G écia e a Hung ia.
G á ico.1- ep esen a i idade no Pa lamen o 1
Ao con á io de odos os es ados memb os, mas à semelhança do Cong esso
ame icano, o PE é dos poucos ó gãos elei os que não êm o pode de c ia ou al e a um
ó gão execu i o. Da mesma o ma, não pode se dissol ido an es do im de cada
legisla u a (Cobe e al, 2011).
Inicialmen e, o PE unciona a essencialmen e como um ó um, sendo apenas
consul ado em algumas p opos as legisla i as an es da sua adoção pelo Conselho e

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
38
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
podendo e a a Comissão, com uma maio ia de dois e ços. A a és dos sucessi os
T a ados, os es ados-memb os ga an i am ao Pa lamen o Eu opeu um papel cada ez
mais pode oso den o do sis ema da União Eu opeia, an o como legislado em pa ce ia
com o Conselho na legisla u a bicame al, como um ins umen o de esc u ínio e con olo
das a i idades da União. O Pa lamen o ga an e que o plu alismo e di e sidade polí ica
de cada Es ado-Memb o es ejam ep esen ados no co ação deciso da União (Cobe e
al, 2011).
Com o T a ado de Lisboa, o mais ecen e a ado da UE:
-a codecisão en e Pa lamen o e Conselho o nou-se o p ocedimen o no mal na
cons ução de legislação, aplicada a quase odas as á eas de in e enção da UE.
- o P esiden e da Comissão passou a se elei o pelo Pa lamen o Eu opeu, apesa
de dependen e das p opos as do Conselho Eu opeu
O PE em um papel impo an e no esc u ínio da Comissão, o ó gão execu i o da
UE. O esc u ínio é essencialmen e ei o a a és de pe gun as esc i as, pelos depu ados
indi idualmen e ou em conjun o e di ecionadas à Comissão, ao Conselho ou a ou a
ins i uição eu opeia, como po exemplo o BCE. Es es ó gãos êm a ob igação de
esponde e publica a espos a. Todos os meses, os depu ados êm di ei o a coloca uma
pe gun a p io i á ia, que de e á se espondida no p azo de ês semanas. As es an es
pode ão se espondidas num p azo de 6 semanas (Cobe e al, 2011).
3.3.1 Eu odepu ados
Os depu ados eu opeus es ão li es, de aco do com as eg as do Pa lamen o, de
o ganiza o seu abalho, o que dizem e como o am de aco do com a sua on ade, sem
es ições do pa ido, g upo polí ico ou ex e nas (Cobe e al, 2011).
No en an o, a maio ia dos depu ados, al como em quase odos os pa lamen os,
subme em-se à disciplina eque ida pa a pe ence a um pa ido e/ou a um g upo
polí ico e a p essão pa a segui as di e i as do g upo a que pe encem (Cobe e al,
2011).
Apesa de os depu ados passa em a maio pa e do seu empo em B uxelas,
odos os meses, com exceção de agos o, o PE eúne-se em Es asbu go, pa a uma sessão
plená ia de 4 dias. Só apenas seis ezes ao ano é que exis em sessões plená ias de dois
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
39
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
dias em B uxelas. No en an o, é aí que os comi és, os g upos polí icos e ou os ó gãos se
eúnem du an e odo o ano.
A maio pa e dos depu ados eg essa aos países de o igem na quin a- ei a de
cada mês, passando o im de semana a euni -se com os elei o es do país, assim como
com associações e polí icos nacionais. Pa a além das qua o semanas em que o
pa lamen o echa no e ão e as duas em que echa no Na al, exis em mais qua o
semanas ao longo do ano sem euniões pa lamen a es, comummen e denominadas po
Semanas Ve des (po apa ecem a e de nos calendá ios dis ibuídos aos uncioná ios do
PE).
É comum os depu ados e em ce ca de 3 a qua o assis en es, às ezes di ididos
em gabine es nacionais e no pa lamen o.
3.4 Os G upos Polí icos
No Pa lamen o Eu opeu, é comum os pa idos se jun a em em g upos polí icos
mais ala gados, onde se incluem pa idos de ou os Es ados-Memb os. Des a o ma,
cada pa ido consegue mais o ça den o do PE do que se a uasse de o ma isolada.
Exis em ambém, ou os incen i os pa a os depu ados se jun a em a g upos polí icos,
nomeadamen e os subsídios que o PE disponibiliza pa a os g upos e a ga an ia de um
depu ado consegui um luga num comi é, algo mais di ícil pa a depu ados
independen es.
Pa a um g upo se o mado, p ecisa de jun a um mínimo de 25 depu ados
o iundos de 7 países di e en es.
Cada G upo de ine um líde , que decide de que o ma o G upo de e á o a no
Pa lamen o. Os p esiden es de cada G upo eúnem-se na Con e ência de P esiden es
pa a decidi que ques ões se ão deba idas nas sessões plená ias.
Exis em a ualmen e se e g upos polí icos no Pa lamen o Eu opeu:
- G upo do Pa ido Popula Eu opeu (Democ a as-C is ãos) – do qual azem pa e PSD
e CDS
- G upo da Aliança P og essis a dos Socialis as e Democ a as no Pa lamen o Eu opeu –
do qual az pa e o PS
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
40
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
- G upo da Aliança dos Democ a as e Libe ais pela Eu opa
- Conse ado es e Re o mis as Eu opeus
- G upo dos Ve des/Aliança Li e Eu opeia – do qual az a ualmen e pa e o depu ado
Independen e Rui Ta a es
- G upo Con ede al da Esque da Uni á ia Eu opeia/Esque da Nó dica Ve de- do qual
azem pa e o Bloco de Esque da e o PCP
- Eu opa da Libe dade e da Democ acia3
265
184
84
55
54
35
32
27
PPE
S&D
ALDE
G-EFA
ECR
GUE-NGL
EFD
Independen es
G á ico.2 – ep esen a i idade dos G upos Po 1
3.4.1 PPE
O G upo do Pa ido Popula Eu opeu (G upo PPE) eúne as o ças polí icas p ó-
eu opeias de cen o e cen o-di ei a. Com os seus 264 Depu ados é, a ualmen e, o maio
g upo polí ico do Pa lamen o Eu opeu.
O PPE não é apenas um g upo polí icos, mas ambém, al como o S&D, um
pa ido in e nacional eu opeu. A maio ia dos pa idos ep esen ados no G upo PPE
pe ence ambém ao Pa ido Popula Eu opeu, o p imei o pa ido polí ico ansnacional
3
Dados e i ados do si e do Pa lamen o Eu opeu (www.eu opa l.eu opa.eu)
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
41
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
a se o mado a ní el eu opeu, e ambém com a maio ep esen ação no Conselho
Eu opeu de Minis os.
Fig. 1 – logó ipo do PPE
Como pa ido, o PPE oi undado em 1976 e a ualmen e jun a 75 pa idos
o iundos de 39 países di e en es. A Democ acia C is ã (de que ala ei mais à en e) é a
ideologia basila do Pa ido.
A o ça dos núme os no PE assegu a que os Depu ados do G upo PPE ocupem
uma as a gama de posições essenciais no Pa lamen o - incluindo as P esidências de 10
das 22 comissões ou subcomissões do PE, 5 dos seus 14 Vice-P esiden es, e 2 dos seus
5 Ques o es. A ualmen e, o P esiden e do PE, Je zy Busek, é ambém do PPE.
4
3.5 Pa idos po ugueses ep esen ados no Pa lamen o Eu opeu
Nas eleições eu opeias de 7 de junho de 2009, Po ugal passou a se
ep esen ado no PE da seguin e o ma: 8 depu ados do PSD (elei os com 31.71% dos
o os), 7 do PS (26,58%), 3 do Bloco de Esque da ( 10,73%), 2 do PCP (10,66%) e
dois do CDS (8,3%).
De no a , no en an o, que a junho de 2011, o depu ado independen e elei o pelo
Bloco de Esque da, Rui Ta a es, des inculou-se do pa ido, passando a se conside ado
depu ado independen e.
3.6 CDS/PP
O Pa ido do Cen o Democ á ico e Social (CDS) oi undado a 19 de julho de
1974, a i mando-se como um pa ido abe o a “democ a as do cen o-esque da e cen o-
4
Dados e i ados do si e do PPE (www.epp.eu)
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
48
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
- Comissão de Inqué i o à Fundação pa a a P e enção e Segu ança;
- VII Comissão de Inqué i o Pa lamen a à T agédia de Cama a e;
. - Comissão de Inqué i o sob e a Si uação que le ou à Nacionalização do BPN
e sob e a Supe isão Bancá ia Ine en e
8
8
Dados e i ados de www.nunomelo.eu

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
49
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
4. ANÁLISE DO TRABALHO EFETUADO
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
50
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
4.1 In odução
Como e e i, o es ágio no gabine e de Nuno Melo no Pa lamen o Eu opeu e e
início a 13 de se emb o de 2010. Apesa de o con a o de es ágio inicial e e minado
no dia 13 de e e ei o de 2011, Nuno Melo decidiu eno a-lo po mais seis meses, da a
limi e au o izada pelo Pa lamen o Eu opeu, endo assim o es ágio e minado
o icialmen e a 13 de agos o de 2011.
Sendo um mes ando em Comunicação Polí ica, as minhas unções du an e o
es ágio caí am essencialmen e sob e a assesso ia de imp ensa, endo apoiado os
es an es assis en es do gabine e nou as á eas semp e que pedido.
As unções exe cidas du an e o es ágio seguem as o inas de um assesso de
imp ensa desc i as po Descheppe . Assim, du an e o es ágio p oduzi dia iamen e uma
e is a de imp ensa, edigi os ex os di ulgados na comunicação social, en ei c ia laços
de con iança com alguns jo nalis as e a aliei as necessidades in o ma i as dos
di e en es públicos a que se des ina a a mensagem de Nuno Melo.
Fo a do âmbi o es i o das minhas unções como es agiá io, mas po inicia i a
p óp ia e após negociação com o depu ado, acompanhei no e eno, en e 15 de maio 3
de junho, os candida os do CDS pelo Dis i o de B aga, Telmo Co eia e Al ino Bessa,
em plena p é campanha e campanha elei o al, esc e endo odos os dias p ess eleases
com a a i idade de campanha, di ecionados pa a a imp ensa egional do dis i o de
B aga.
De seguida i ei desc e e as p incipais unções desempenhadas du an e o es ágio
e alguns dos pon os-cha e da minha p es ação.
4.2 Desc ição Ge al das unções exe cidas
Enquan o assesso de imp ensa, o meu abalho consis ia em di ulga a a i idade
do depu ado nos ó gãos de comunicação social e online ( an o a a és do seu si e como
das edes sociais), assim como p epa a clippings com as e e ências encon adas à
a i idade de Nuno Melo nos média e com no ícias do dia ou in o mação ele an e pa a
as a i idades do depu ado. Vis o o depu ado e , no ge al, uma agenda semp e mui o
p eenchida, compe ia-me ambém en a negocia com os jo nalis as que eque iam
en e is as com o depu ado, a melho da a pa a elas se conc e iza em.
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
51
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Quando me oi pedido, ajudei ambém a elabo a b ie ings com in o mação de
base pa a o depu ado u iliza em deba es ele isi os.
Sendo que Nuno Melo apoia bas an e a sua a i idade pa lamen a na supe isão
do execu i o da UE, essencialmen e com o ecu so a pe gun as esc i as di ecionadas à
Comissão Eu opeia, pa e do meu abalho consis ia ambém em es a a en o a no ícias e
emas que susci assem pe gun as pe inen es pa a o depu ado coloca e esc e e
pequenos esumos desses emas, que pode iam se i como base às di as ques ões.
Du an e a p esença dos g upos de isi an es con idados po Nuno Melo, apoia a
ambém os meus colegas na isi a guiada ao Pa lamen o, e na dis ibuição de
me chandise do PPE.
Acompanhei o depu ado a ês deba es ele isi os: dois no âmbi o do p og ama
Eu opa XXI, da Sic No ícias, mode ado po Fe nando de Sousa e g a ado no
Pa lamen o em B uxelas e uma ez no p og ama Eu odepu ados, da RTP, mode ado po
Fe nanda Gab iel e g a ado no Pa lamen o em Es asbu go.
4.2.1Aspe os écnicos
Pa a cump i as minhas unções, oi me dado acesso à lis a de ende eços de
jo nalis as disponí el no gabine e do depu ado, assim como às con as do Flick e
You ube e ao back o ice da página o icial (www.nunomelo.eu).
4.3 No as à Imp ensa
As no as à imp ensa (ou p ess eleases), são documen os di ulgados po assesso es de
imp ensa pa a in o ma , anuncia , con es a , escla ece ou esponde aos média sob e
algum ac o que en ol a o assesso ado. É, na p á ica, uma decla ação pública o icial e
documen ada do assesso ado.
ainda se de inido como o ma e ial in o ma i o dis ibuído aos jo nalis as pa a se i de
enquad amen o ou pa a se publicado comple a ou pa cialmen e, de manei a g a ui a. É
uma p opos a de assun o, uma suges ão de no ícia, no ângulo de quem o emi e.
No gabine e de Nuno Melo, é es a a p incipal e amen a u ilizada pa a en a
cap a a a enção dos jo nalis as pa a a a i idade do depu ado. No en an o, e am ambém
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
52
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
u ilizadas pa a in o ma os polí icos e es an es mili an es do pa ido, a quem ambém
e am en iadas as no as.
Após se em en iadas, o mesmo ex o das no as e a eap o ei ado pa a o si e
pessoal de Nuno Melo e ambém pa a a secção de no ícias “Eu opa” no si e do CDS
(www.cds.p ).
O ex o das no as que edigi oi semp e e is o, al e ado e ap o ado pelo
depu ado, an es de se en iado pa a a imp ensa, de o ma a adequa -se melho ao es ilo
pessoal de esc i a de Nuno Melo e pa a e i a qualque dis o ção da mensagem que se
p e endia passa . No malmen e, as p incipais al e ações caiam nos í ulos, que o
depu ado p e e ia mais longos e in o ma i os.
4.3.1 Obje i os
Assim que iniciei o es ágio, delineei como obje i o p incipal no en io das no as
de imp ensa o de pene a o máximo possí el na imp ensa online, is o os si es
no iciosos se em mui o mais lidos que os jo nais imp essos
9
. Pa a alcança es e
obje i o, é bas an e impo an e consegui cap a o in e esse da agência no iciosa Lusa,
is o es a dis ibui os akes po oda a imp ensa nacional e mui os si es no iciosos
publica em as no ícias eiculadas pela agência quase sem nenhuma al e ação.
Como segundo obje i o, p ocu ei ambém chega cada ez mais à imp ensa
egional, que segundo es udos da Ba eme Imp ensa Regional de 2010 é lida po mais
me ade da população po uguesa.
4.3.2 Fo ma o
Po no ma, con o me já e a cos ume se ei o an es da minha chegada, as no as
e am en iadas como a achmen e não no co po de ex o do e-mail. O í ulo do e-mail
e a semp e idên ico ao í ulo da no a, an ecedido de “No a à Imp ensa de Nuno Melo:”.
No co po de ex o do e-mail inha semp e um esumo do ema da no a, numa en a i a
de cap a o in e esse dos jo nalis as.
9
A í ulo de exemplo, de aco do com os dados da Associação Po uguesa de Ti agem e
Ci culação, o jo nal Público, nos úl imos dois meses de 2010 e e uma i agem de 49, 348 exempla es e
uma ci culação de 35.584, mas o seu si e só em dezemb o do mesmo ano conseguiu 6.985.260 isi an es,
segundo dados do Ne scope
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
53
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
As no as e am semp e nume adas no í ulo do documen o, como e a p á ica
an e io ao meu es ágio, sendo que a p imei a no a que esc e i oi a “No a à imp ensa
28” e a úl ima a “No a à imp ensa 53”. Vis o as no as à imp ensa segui em em anexo
nes e ela ó io, i ei, no ge al, e e i -me à no as pelo seu núme o daqui em dian e.
Inicialmen e suge i algumas al e ações ao o ma o da no a de imp ensa u ilizado.
An e io men e, as no as e am acompanhadas de um logó ipo do Pa lamen o Eu opeu e
dos con ac os do assis en e que exe cia as unções de assesso de imp ensa. Eu suge i
subs i ui o logó ipo do Pa lamen o pelos logó ipos do CDS e do G upo do PPE,
ac escen a uma o o do depu ado, assim como os ende eços do si e e do Facebook.
Decidi ambém ac escen a semp e a da a, pa a os jo nalis as e em semp e se a
in o mação es a a ualizada.
As no as e am semp e acompanhadas dos meus con ac os ele ónicos e do e-
mail, na e en ualidade de o jo nalis a necessi a de mais in o mação ou no caso de
que e em en a em con ac o com Nuno Melo.
Sendo que a maio ia das no as à imp ensa inha como base uma pe gun a ei a à
Comissão Eu opeia, e a comum deixa semp e o link da pe gun a (e, em alguns casos,
da espos a ambém) no inal de cada no a. Nos casos das pe gun as, o link acul ado e a
habi ualmen e o do si e o icial de Nuno Melo, de o ma a aumen a as isi as ao mesmo.
4.3.3En io das no as à imp ensa
Ao odo, en e 17 de se emb o de 2010 e 8 de junho de 2011 o am en iadas 26
no as à imp ensa, numa média de 2,45 po mês. O mês de janei o oi o mês em que se
en iamos mais no as (8) e e e ei o e junho os meses em que se p oduzi am menos
(uma em cada), sendo que nos meses de ab il, maio, julho e agos o não oi en iada
nenhuma no a à imp ensa. É de no a , no en an o, que o ac o de não e sido en iado
nenhuma no a à imp ensa, não signi ica que Nuno Melo enha es ado a as ado da
a enção mediá ica. Tendo sido ab il e maio meses de g andes mudanças a ní el polí ico
(iniciados com a demissão de José Sóc a es do ca go de p imei o-minis o a 23 de
ma ço), Nuno Melo oi po á ias ezes abo dado pela imp ensa pa a comen a a
a ualidade polí ica ou pa a eagi a in e enções de ou os a o es polí icos. De lemb a
ambém que as semanas de 15 de maio a 3 de julho o am semanas de campanha

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
54
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
elei o al, onde Nuno Melo pe co eu o país apoiando os á ios candida os do CDS
locais e eu p óp io acompanhei a campanha do CDS no dis i o de B aga. Po seu lado,
a a i idade pa lamen a no Pa lamen o Eu opeu cessou en e 17 de julho e inais de
agos o ( sendo que o es ágio e minou no dia 13 desse mês), sendo esses meses pouco
p opícios a di ulgação de inicia i as pa lamen a es.
Todas as no as e am en iadas pa a os co esponden es em B uxelas, pa a
jo nalis as e esponsá eis pela agenda de meios de comunicação nacionais e egionais e
pa a ou os polí icos e mili an es do CDS.
Em si uações especí icas, as no as o am en iadas ambém pa a associações ou
indi íduos que pudessem es a in e essados em de e minado ema. Assim:
- Todas as no as di ecionadas pa a o ema da ag icul u a (28, 30, 31, 47, 49, 53)
e am ambém en iadas pa a mailing lis s associações de ag icul o es e e is as
especializadas na a i idade. No caso especí ico da no a 31 (Nuno Melo p opõe
inicia i a no Pa lamen o Eu opeu pa a ea aliação do im de sis ema de quo as
lei ei as), oi ambém en iada pa a as associações de p odu o es de lei e e pa a a
imp ensa especializada na á ea.
- As no as elacionadas com a indús ia êx il (32, 34) o am en iadas pa a
mailing lis s de emp esas dessa indús ia.
- As no as elacionadas com as an igas SCUT (33, 38) o am en iadas pa a a
imp ensa da Galiza, po se uma das egiões mais a e adas com a cob ança de po agens.
- A no a 43 (Nuno Melo ale a Comissão Eu opeia pa a pe seguição de
po ugueses no Luxembu go) oi en iada pa a os á ios ó gãos de comunicação e
associações de comunidades emig an es po uguesas espalhadas pelo Mundo. A pa i
desse momen o, odos os con ac os que aziam pa e des a mailing lis começa am a
ecebe as nossas no as de imp ensa.
- A no a 44 (Nuno Melo ques iona Comissão Eu opeia sob e Calendá ios
escola es que omi em e iados c is ãos) oi en iada pa a ó gãos da imp ensa c is ã,
nomeadamen e a Agência Ecclesia.
4.3.4 Elabo ação da lis a de con ac os
P ocu ei logo de início amplia a lis a de con ac os que me oi o necida den o
do gabine e. Assim, nos p imei os dias iz uma p ocu ei nos si es no iciosos os mails de
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
55
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
odos os esponsá eis pela agenda dos jo nais nacionais. Em alguns si es, como no caso
do Jo nal de Negócios, os ende eços de e-mail p o issional dos jo nalis as em ambém
disponí el nas no ícias. Ap o ei ando esse ac o, ac escen ei à lis a con ac os de
jo nalis as que, no malmen e, edigiam no ícias sob e emas que se encon a am no
âmbi o da a i idade de Nuno Melo.
P ocu ei ambém semp e es abelece con ac o com os jo nalis as da imp ensa
nacional que isi a am o Pa lamen o. Nomeadamen e, du an e a en ega de P émios de
Jo nalismo do Pa lamen o Eu opeu, p ocu ei os nomeados po ugueses pa a o p émio
e ap esen ei-me o malmen e como assesso de imp ensa de Nuno Melo, ocando
con ac os com os jo nalis as.
Quan o aos con ac os na imp ensa egional que ac escen ei à mailing lis
exis en e o am ob idos essencialmen e a a és de pesquisa pela In e ne , u ilizando o
po al h p://www.imp ensa egional.com.p / como pon o de pa ida. Ou os mili an es
do pa ido acul a am-me, ao longo do es ágio, lis as mais comple as de con ac os da
imp ensa dos seus dis i os.
4.4 Clipping
Dia iamen e, a minha p imei a a e a consis ia na o ganização do clipping. Do
inglês o clip (co a , eduzi ) a essência des e ins umen o de assesso ia de imp ensa
esume-se à ecolha das no ícias eiculadas nos meios de comunicação social – ádio,
ele isão, imp ensa e in e ne – sob e de e minado ema, assun o, pessoa ou
o ganização. O clipping pe mi ia assim a alia a imagem que o depu ado inha nos
média e a isibilidade que es e ia ganhando nos mesmos.
A p epa ação do clipping e a ei a com o apoio da CISION, uma emp esa de
se iços e so wa e de elações públicas, que en ia dia iamen e aos depu ados e
uncioná ios do Pa lamen o Eu opeu, eco es de jo nais e websi es em que as
a i idades de odos os eu odepu ados sejam mencionadas.
A in o mação ob ida a a és de Cision e a complemen ada com o ecu so a
ou as e amen as de pesquisa online. Em especial, com o ecu so ao Google Ale s,
se iço de no i icações do Gmail que dia iamen e en ia po e-mail os esul ados da
pesquisa “Nuno Melo” no mo o de busca Google. Po minha suges ão, o p óp io
depu ado e os es an es assis en es passa am a u iliza es a e amen a, an o pa a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
56
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
pesquisa da a i idade do depu ado, como na pesquisa de ou os emas ele an es pa a as
suas a e as especí icas den o do Gabine e.
U ilizei ambém o mo o de busca do Google News (ag egado de no ícias da
Google) e c iei uma pas a no Google Reade (ag egado de con eúdos online) pa a
segui odas as a ualizações dos p incipais si es no iciosos.
Ocasionalmen e, u iliza a ambém si es como o Booshaka e o Twi o i y pa a
pesquisa menções a Nuno Melo no Facebook e no Twi e , espe i amen e.
Todos os clippings o am a qui adas num dossie de Imp ensa, disponí el no
Gabine e. De no a que os clippings, po limi ação de dis ância, nem semp e e am 100%
comple os, is o nem odas as e e ências es a em disponí eis no Cision e se
complicado e acesso a odas as menções a Nuno Melo ei as an o na imp ensa local
como na imp ensa das comunidades po uguesas espalhadas pelo Mundo.
Pa a além do clipping com a a i idade do depu ado, o ganiza a dia iamen e
eco es com as p incipais no ícias do dia e com ou as no ícias ele an es pa a a
a i idade do depu ado. G ande pa e da minha a i idade diá ia consis ia, pa a esse
e ei o, na moni o ização dos p incipais si es no iciosos a a és do Google Reade , como
mencionei an e io men e.
4.5 Si e e edes sociais
Já an es da da a de início do meu es ágio, o gabine e de Nuno Melo u iliza a as
seguin es e amen as pa a comunicação online: o si e pessoal e as edes sociais
Facebook, Flick e You ube.
Na segunda semana de es ágio, po inicia i a p óp ia, elabo ei um ela ó io, com
algumas suges ões e conselhos sob e como melho a a comunicação online,
nomeadamen e a a és de algumas al e ações no si e. Duas das medidas suge idas, a
in eg ação de bo ões de pa ilha nas páginas do si e e a colocação de uma janela com os
likes da página de polí ico de Nuno Melo no Facebook, o am aplicadas a 7 de ou ub o.
Ou as medidas, que exigem um maio es o ço de emodelação do si e, es ão ainda a se
implemen adas pelo webdesigne esponsá el. Apenas uma suges ão nunca oi ado ada
pelo depu ado: a do uso da ede social Twi e . O ela ó io comple o segue em anexo.
Em seguida i ei desc e e a u ilização ei a de cada uma des as e amen as de
comunicação online.
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
57
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
4.5.1 Si e
4.5.1.1 Funcionalidades
A ualmen e, o si e pe mi e isualiza No ícias ela i as à a i idade do depu ado,
e as Inicia i as pa lamen a es (no malmen e as pe gun as colocadas à Comissão
Eu opeia) e a Agenda do depu ado. É ambém disponibilizada uma biog a ia e os
con ac os do Pa lamen o Eu opeu. Na página inicial apa ecem, po no ma, as úl imas
ês no ícias em des aque, encon ando-se em baixo mais ês no ícias menos a uais.
Uma ba a la e al mos a uma janela com o núme o de likes do depu ado no Facebook e
com um bo ão que pe mi e aos isi an es aze em like nessa ede social. Na mesma
ba a são colocados os dois úl imos ídeos disponí eis no You ube e uma gale ia de
imagens ligada ao Flick .
Compe ia-me a ualiza o si e, a a és da colocação de no ícias, dos ídeos com
as in e enções de Nuno Melo, das pe gun as ei as à Comissão. No início de cada
semana a ualiza a ambém a agenda.
4.5.1.2 No ícias
O í ulo e o ex o das no as e am no malmen e adap ados das no as à imp ensa,
sendo apenas al e ados os links que ulga men e acompanha am as no as.
Cada página de no ícia em com qua o bo ões que acili am a pa ilha da página
no Facebook, no Twi e , po e-mail ou numa lis a de á ias edes sociais.
No malmen e, esses bo ões con am ambém o núme o de ezes que a no ícia oi
pa ilhada. Exis e ou o bo ão que pe mi e aos isi an es aze em like da no ícia no
Facebook. Es es ins umen os pe mi iam con abiliza o in e esse que e a dado a cada
no ícia nas edes sociais. No en an o, acaba po não se mui o iá el is o, como pude
comp o a , ao im de algum empo, os esul ados da pa ilha e e em pa a ze o.
As no ícias e am semp e acompanhadas de o og a ia. No malmen e e am
u ilizadas o og a ias do candida o ou o og a ias alusi as ao ema da no ícia. Na busca
de o og a ias que pudessem ilus a as no ícias, e a u ilizada a ede social Flick , como
mais à en e explica ei. Semp e que possí el, iden i iquei o au o das o og a ias que
não e am da nossa au o ia, adicionando inclusi amen e um link pa a o seu pe il no
Flick .
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
64
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
po o os pa a publicação e, semp e que possí el, po decla ações áudio pa a se em
ansmi idas nas ádios) e dinamiza a página de Facebook da Dis i al do CDS de
B aga. Nes as unções ui semp e acompanhado po ou a assesso a, an iga jo nalis a,
que conhecia mais a undo a imp ensa local.
O pe íodo de campanha oi das ases em que sen i mais di iculdades, pelas
seguin es azões:
- O ac o de os deadlines, na imp ensa local, se em mais es i os do que na
imp ensa nacional. G ande pa e dos jo nais locais ence a as suas edações po ol a
das 17 ho as, o que mui as ezes o na a mui o di ícil o en io a empado das no as à
imp ensa, is o que mui os acon ecimen os deco iam bas an e p óximos dessa ho a.
- o desconhecimen o dos a o es polí icos do Dis i o e das ealidades locais
di icul a am mui as ezes a esc i a das no as à imp ensa de o ma céle e, es ando
semp e dependen e do apoio de mili an es que acompanha am a campanha pa a
p eenche lacunas na in o mação.
- as limi ações em e mos logís icos: is o a agenda de campanha se semp e
bas an e p eenchida, as no as inham que se esc i as mui as ezes em mo imen o, com
o po á il ao colo e a é, às ezes, com o ca o em mo imen o. A ligação à In e ne e a
ei a a a és de USB, que po ezes alha a em de e minadas localidades, a asando o
en io das no as a empadamen e.
No ge al, apesa de odas as complicações, es a expe iência con ibuiu pa a a
minha ap endizagem de como se p ocessa uma campanha elei o al, ap o undou o meu
conhecimen o do uncionamen o da imp ensa egional e ensinou-me a lida melho com
a cobe u a de a i idades com al a p essão de deadlines e com poucos ecu sos écnicos.

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
65
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
5. RESULTADOS DA ASSESSORIA DE IMPRENSA
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
66
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
5.1 In odução
Nes e capí ulo i ei analisa o meu desempenho como assesso de imp ensa
du an e es e es ágio, u ilizando dados ela i os à di ulgação das no as à imp ensa e às
écnicas u ilizadas na di ulgação de no ícias online, an o a a és do si e como das edes
sociais.
5.2 Análise dos esul ados do en io das no as à imp ensa
5.2.1 In odução
De seguida, analisa ei os esul ados da di ulgação online das no as à imp ensa.
I ei-me limi a apenas à di ulgação online, não só po , como mencionei an e io men e,
conside a a di ulgação online mais impo an e, mas ambém po se des e ipo de
di ulgação que possuo dados mais comple os. Os dados dos média adicionais
(imp ensa, ádio e ele isão) e am, como expliquei, ob idos com o auxílio de clippings
da Cision que nem semp e ecolhiam odas as e e ências exis en es, nomeadamen e no
que conce ne a imp ensa egional e a imp ensa das comunidades po uguesas.
Con abilizei apenas as no ícias baseadas nas no as à imp ensa edigidas e en iadas po
mim, e não ou as no ícias em que Nuno Melo é mencionado, is o apenas es as
e le i em os esul ados do meu abalho.
Os dados o am ecolhidos com a ajuda das e amen as que mencionei
an e io men e no capí ulo sob e o clipping (Google Ale s, Google News e Google
Reade ).
5.2.2 Resul ados
No o al, con abilizei 52 di e en es si es que di ulga am as no as, sendo que
nes a lis a se encon am 14 ó gãos da imp ensa nacional, 24 ó gãos da imp ensa
egional, 5 da imp ensa especializada, 3 da imp ensa económica, 2 da imp ensa de ca iz
eligioso, 1 da imp ensa in e nacional e 2 da imp ensa da comunidade po uguesa no
es angei o.
Assim:
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
67
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
- Na imp ensa nacional, os si es onde o am encon adas no ícias o am os
seguin es: Público (3 e e ências), Diá io de No ícias (12), RTP, incluindo aqui ambém
a An ena 1 (6), Jo nal de No ícias (6), Exp esso (5), I (10), Visão (6), SICN (1), TVI 24,
com Diá io IOL (6), Sol (3), Co eio da Manhã (1), Rádio Renascença (2).
- Na imp ensa económica con ei menções em ês si es: Agência Financei a (2),
Jo nal de Negócios (3) e Diá io Económico (1).
- Na imp ensa egional, encon ei á ias e e ências na imp ensa do Minho:
Co eio do Minho (3), TV Minho (3), Mais A ual (3), Cá ado Online (1), Rádio Geice
(1), Diá io do Minho (1), An ena Minho (1). Na imp ensa do G ande Po o, su gi am
e e ências no G ande Po o (1), no Po o24 (1) e no Gaia FM (1). Na imp ensa de
Se úbal, su gi am e e ências no Se ubal (1), Ros os (1), Jo nal da Região (1) e Se úbal
na Rede (1). As es an es menções su gi am no Viseu Mais (1), Ma a Hoje (1), Jo nal
do Alga e (1), Jo nal da Madei a (1), RTP Aço es (1), Aço es Online (1), No ícias do
Riba ejo (1), O Mensagei o de B agança (1), Co eio do No e (2) e Rádio Sim (1).
-Nos si es especializados con ei os si es Ag opo al (4) e Con ag i (1), dedicados
à ag icul u a; os si es sob e p odu os alimen a es Hipe supe (1) e Segu ança Alimen a
(1), e o si e da Ap olep (1), dedicado à p odução de lei e
-Na imp ensa in e nacional su giu uma menção num si e angolano, Angola 24
Ho as, sendo apenas de uma no a de imp ensa especí ica sob e Angola (No a à
Imp ensa 36).
- Na imp ensa da comunidade po uguesa no es angei o encon ei nos si es Bom
Dia e Con ac o, ambas com uma menção.
- Na imp ensa de ca iz eligioso, encon ei uma menção nos si es Fá ima
Missioná ia e no da Agência Ecclesia, endo apenas uma no a em especí ico sido
en iada pa a es es ó gãos (44)
De no a que, das 26 no as en iadas, 8 o am ap o ei adas pela Lusa. Ou seja, a
sua di ulgação oi ei a não apenas pelo en io da no a à imp ensa, mas ambém pela
eiculação da mensagem po es a agência no iciosa.
As no ícias mais di ulgadas o am a 43 e 44 (encon adas 11 menções pa a
ambas), pois, pa a além de e em sido eiculadas pela Lusa, ambém o am publicadas
pela imp ensa das comunidades po uguesas e pela imp ensa eligiosa, espe i amen e.
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
68
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
A 30 oi das que ambém ecebeu mais a enção (publicada 9 ezes), seguidas da
29 e da 33, sob e as SCUT, ema mui o “quen e” na al u a e que oi mui o ap o ei ado
pela imp ensa da egião No e.
Das que não o am di ulgadas encon o apenas a 40, a 48 e a 32 e a 34. No
en an o, o en io des as úl imas duas no as di e amen e a emp esas do se o o nou-se
p o ei oso, is o e ecebido ce ca de 10 espos as posi i as ia e-mail.
Nou os casos, em que as no ícias não ecebe am g ande des aque a ní el
nacional, no ou-se uma g ande di ulgação a ní el local, como é o caso da no ícia sob e
a Es ada ER-3772, que me eceu des aque em oda a imp ensa de Se úbal, as no ícias
das SCUT, que ecebe am in e esse pela imp ensa do No e de Po ugal, e a no ícia das
quo as lei ei as, que ecebeu menções an o na imp ensa especializada da á ea como na
imp ensa da egião dos Aço es.
É impo an e e e i que, pelo menos em dois casos, as no ícias eiculadas nas
no as desencadea am o ap o ei amen o ou eações de ou os a o es polí icos, sendo nas
no ícias seguin es mencionado que a in o mação inha su gido o iginalmen e de Nuno
Melo. Foi o caso da No a à Imp ensa 28, cuja in o mação oi mais a de ap o ei ada po
Paulo Po as, ecebendo mais 5 menções na imp ensa nacional e a no a sob e os undos
do TGV (41), que oi seguida de mais 13 no ícias publicadas em jo nais di e en es com
as eações an o do go e no como de Rui Rio.
No ge al, posso conside a os esul ados posi i os. Apenas 4 no as não o am
publicadas em qualque meio, apesa de duas dessas e em ido impac o conside á el no
se o a que se di eciona am. No ícias elacionadas com casos polémicos, como as
SCUT e as g andes ob as públicas o am bas an e di ulgadas e ques ões mais locais
o am, no ge al, di ulgadas nos meios a que se des ina am.
As no as di ecionadas pa a a ag icul u a, ema mui o que ido ao CDS, o am
ambém bas an e di ulgadas pelos g upos a que se des ina am.
5.3 Análise da di ulgação a a és do si e e das edes sociais
5.3.1 In odução
Hoje em dia, exis em di e sas e amen as que pe mi em analisa a di ulgação
da mensagem online, seja a a és dos ela ó ios de isi as dos si es, seja a a és de
bo ões de pa ilha ou do núme o de likes (ou “gos os”) que uma página pode e no
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
69
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Facebook. Nes e capí ulo, i ei analisa os esul ados ob idos com a di ulgação da
mensagem online, começando com as es a ís icas do si e, mencionando o núme o de
likes que as no ícias i e am no Facebook e e minando com uma análise do You ube.
De o a ica am os esul ados da pa ilha das no ícias no si e pelas edes sociais, is o
que os bo ões de pa ilha disponí eis já não con êm, na sua maio ia, essa in o mação.
Conclui ei com algumas obse ações que penso se em pe inen es ace aos esul ados.
5.3.2 Es a ís icas do si e
Vá ios dados es a ís icos ela i os ao si e o am medidos u ilizando a e amen a
Google Analy ics. Es e p og ama pe mi e c ia ela ó ios sob e o núme o de isi as do
si e, a sua p o eniência, o empo médio pe dido no si e, o núme o de páginas is as po
cada isi an e. É, po isso, uma e amen a imp escindí el do abalho de um assesso
de imp ensa, na en a i a de a alia a di ulgação da in o mação disponí el sob e o
depu ado.
Du an e o pe íodo de es ágio (de 13 de se emb o de 2010 a é 13 de agos o de
2011) o am e e uadas 9.833 isi as ao si e, e e uadas po um o al de 5.945 pessoas
di e en es( isi an es). Signi ica is o que 40,47% das pessoas isi a am o si e mais do
que uma ez.
Tabela 1 – Dados de isi a de nunomelo.eu, de aco do com Google Analy ics

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
70
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Em média, os isi an es demo a am ce ca de 2 minu os em cada isi a, endo
ce ca de 3 páginas em cada.
Os dias com mais a i idade no si e o am, ob iamen e, os dias em que o am
publicadas no ícias.
25,83% do á ego do si e pa iu do Facebook, o que comp o a a impo ância
des a ede social na di ulgação de con eúdos. No en an o, é de no a que a maio ia do
á ego (32,65%) su giu de pesquisas no Google.
É de no a o e ei o que a pa ilha dos links no Facebook e e no núme o de
isi an es do si e. An es de as no ícias se em publicadas nessa ede social, o núme o de
isi an es onda a semp e a casa dos 30. A pa i do momen o em que se u ilizou esse
mé odo de di ulgação, a média passou a se de 92 isi an es po no ícia, endo a ingido
um máximo de 200 isi an es no dia 31 de ma ço (com a no ícia “Nuno Melo ques iona
Comissão Eu opeia sob e con a o de aquisição das minas de Aljus el”) e um mínimo
de 28 nos dias 21 de janei o e 3 de e e ei o (“Nuno Melo ques iona Comissão Eu opeia
sob e Calendá ios escola es que omi em e iados c is ãos” e “Nuno Melo ques iona
Comissão Eu opeia sob e a aso no pagamen o dos subsídios a ag icul o es a e ados po
incêndios”).
Tabela 2 – Dados de o igem de á ego de nunomelo.eu, (Google Analy ics)
Mesmo an es de se começa a pa ilha os links no Facebook, o si e já inha
ul apassado a ba ei a dos 100 isi an es no dia 21 de ou ub o, quando uma no a de
imp ensa com link pa a uma no ícia do si e (32) oi en iada pa a ep esen an es da
indús ia êx il. Nesse dia, o núme o de isi an es a ingiu os 120.
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
71
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
É impossí el, no en an o, compa a os esul ados ob idos du an e o meu es ágio
com igual pe íodo do ano passado, is o o Google Analy ics só o nece dados a pa i
do dia 27 de junho de 2009.
5.3.3 Like das no ícias
Em média, cada no ícia ecebeu 70 likes no Facebook, sendo que a no ícia que
ob e e mais oi a publicada no dia 31 de ma ço, com 258, sendo que apenas uma no ícia
ecebeu apenas 1 like, a 21 de se emb o (“Nuno Melo p o es a con a a abe u a do
me cado eu opeu aos p odu os êx eis paquis aneses”). No en an o, é de no a que o
bo ão de like nas no ícias oi apenas colocado a 7 de ou ub o.
Es es núme os são posi i os, po que demons am que, na maio ia dos casos, a
mensagem oi bem di ulgada no Facebook, is o que, semp e que alguém az “like” de
uma página, es a é pa ilhada no seu pe il.
5.3.4 Dados de isualizações no You ube
No o al, o am pa ilhados 28 ídeos du an e o meu pe íodo de es ágio, sendo o
ídeo mais is o o “Nuno Melo: T agédia é es e Go e no, não o FMI”, com 1,198
isualizações, logo seguido de “In e enção de Nuno Melo no deba e sob e a en ada de
êx eis paquis aneses no me cado da UE”, com 703 isualizações. De no a que es e úl imo
ídeo me eceu an a a enção, pois oi en iado po e-mail di e amen e a á ios
ep esen an es da indús ia êx il em Po ugal. O ídeo menos is o oi “Nuno Melo
discu e a Re isão Cons i ucional no Co edo do Pode ”, a 17 de se emb o de
2010, que con ou apenas com 100 isualizações. Hou e assim uma média de 245
isualizações po ídeo.
5.4 Conside ações Finais
No que oca à di ulgação de in o mação a a és do si e e das edes sociais, os
dados comp o am que an o o Facebook como o You ube são espaços onde Nuno Melo
em g ande isibilidade. Comp o a-se, po exemplo, que os seus ídeos no You ube são
bas an e mais isualizados que o seu si e pessoal. Apesa de não possui dados
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
72
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
es a ís icos sob e as isualizações da página de Facebook, é de no a que es a é bas an e
comen ada e que as a ualizações de s a us ecebem bas an es likes, o que demons a que
es a é a e amen a mais p opícia à di ulgação da a i idade do depu ado. As es a ís icas
do si e comp o am ambém que es e aumen ou a sua no o iedade assim que começou a
se pa ilhado nes a ede social.
Assim, podemos conclui que as edes sociais são a o ma mais e icaz de
di ulga a a i idade polí ica online, pe dendo assim o si e alguma impo ância. A
di e ença pode á es a no ac o de que, nas edes sociais, a in o mação a inge
di e amen e o u ilizado numa al u a em que ele pode á es a a en o a ou as on es de
in o mação, ao passo que um si e implica que o isi an e se oque, po alguns segundos,
numa única on e de in o mação.
No en an o, o si e con inua a se de g ande impo ância pa a quem p ocu a
in o mação mais de alhada sob e a a i idade do depu ado, is o lá es a eunida mui a
mais in o mação do que nas es an es edes sociais. No si e, a in o mação es á oda
ag egada, desde a biog a ia do depu ado, às pe gun as ei as à Comissão, passando
ambém pelos ídeos disponí eis no You ube e as p incipais no ícias da sua a i idade.
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
73
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
6. REFLEXÕES FINAIS
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
80
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
FIRMANZAH Ma ke ing Poli ik: An a a Pemahaman dan Reali as, Yayasan Obo
Indonesia, (2008)
FREIRE, And é, Desempenho da democ acia e e o mas polí icas: o caso po uguês em
pe spe i a compa ada‟, Sociologia, P oblemas e P á icas, 43, 2003
GANS, He be J. (1979), Deciding Wha ’s News. A S udy o CBS E ening News, NBC
Nigh ly News, Newsweek and Time, No hwes e n Uni e si y P ess, E ans on, 2004.
HALL, S ua , CRITCHER, Chas, JEFFERSON, Tony, CLARKE, John N. and
ROBERTS, B ian, Policing he C isis: Mugging, he S a e and Law and O de , Holmes
& Meie , New Yo k, 1978.
HARLOW, Rex, Building a Public Rela ions De ini ion (1976)
HARRIS, P. e LOCK, A. R., Machia ellian ma ke ing: he de elopmen o poli ical
lobbying in he UK, Jou nal o Ma ke ing Managemen , 1996
HARRISON, S., Public Rela ions: An In oduc ion, 2nd edn. London: In e na ional
Thomson Business P ess., 2000
HARROP M., Poli ical ma ke ing. Pa liamen a y A ai s, ol. 43, 1990
HEFFERNAN, R., The p ime minis e and he news media: Poli ical communica ion as
a leade ship esou ce, Pa liamen a y A ai s, 59, 2006
HERBST, S., Reading public opinion: How poli ical ac o s iew he democ a ic
p ocess. Uni e si y o Chicago P ess, 1998

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
81
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
HESS, S ephen, The Go e nmen /P ess Connec ion: P ess O ice s and Thei O ices,
The B ookings Ins i u ion, Washing on D.C., 1984.
JOHNSON, T., e B. KAYE. A boos o bus o democ acy? How he Web in luenced
poli ical a i udes and beha io s in he 1996 and 2000 p esiden ial elec ions. Ha a d
In e na ional Jou nal o P ess Poli ics 8 (3), 2003.
JONES, N., The Con ol F eaks: How New Labou Ge s I s Own Way, 2002
KELLER, K. L., Concep ualizing, measu ing and managing cus ome -based b and
equi y, Jou nal o Ma ke ing, 57, 1993
KENSKI, K., e N. STROUD, Connec ions be ween In e ne use and poli ical e icacy,
knowledge, and pa icipa ion, Jou nal o B oadcas ing and Elec onic Media 50 (2),
2006
KOTLER, Philip, Ma ke ing Adminis acion: Analysis, Planning, Implemen acion and
Con ol, Edi o a A las, São Paulo, 1994.
KOTLER, Philip, KELLER, Ke in Lane, Ma ke ing Managemen , P en ice Hall, 2005
KOTLER, P. e LEVY, S., B oadening he Concep o Ma ke ing, Jou nal o Ma ke ing,
Vol. 33, Janua y, 1969.
KOTLER, Philip e SCHEFF, Joanne, S anding Room Only – s a egies o ma ke ing
he pe o ming a s, Ed.8, Ha a d Business School P ess, Bos on, 2007.
LARSSON, L., Jou nalis s and poli icians: A ela ionship equi ing maneu e ing
space, Jou nalism S udies, 3, 2002
LEES-MARSHMENT, J., The P oduc , Sales and Ma ke -O ien ed Pa y and how
Labou lea n o ma ke he p oduc , no jus he p esen a ion, Eu opean Jou nal o
Ma ke ing, 35(9/10), 2001
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
82
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
LINDON, Denis, LENDREVIE, Jacques, LÉVY, Julien, DIONÍSIO, Ped o e
RODRIGUES, Joaquim Vicen e, Me ca o XXI: Teo ia e P á ica do Ma ke ing,
Publicações Dom Quixo e, 10.ª edição, Lisboa, 2004.
LIVINGSTONE, Sonia, C i ical Deba es in In e ne S udies: Re lec ions on an
Eme ging Field, Mass Media and Socie y. (ed. J. Cu an and M. Gu e i ch), pp. 9 - 28.
Sage, 2005
LLOYD, He be e LLOYD, Pe e , Relações Públicas: as écnicas de comunicação no
desen ol imen o da emp esa, Edi o ial P esença, Lisboa, 1995.
LOWREY, W., Mapping he jou nalism-blogging ela ionship, Jou nalism 7 (4), 2006.
MAGALHÃES, Ped o C., Disa ec ed Democ a s: Poli ical A i udes and Poli ical
Ac ion in Po ugal, 2005
MAGALHÃES, Ped o C. e LOBO, Ma ina Cos a, Room o Manoeu e:
Eu oscep icism in he Po uguese Pa ies and Elec o a e 1976––2005, 2011
MANCINI, P., Be ween us and suspicion: How poli ical jou nalis s sol e he
dilemma, Eu opean Jou nal o Communica ion, 1993
MANNING, Paul, News and News Sou ces, Sage Publica ions, London, 2001
MCNAIR, B ian. An In oduc ion o Poli ical Communica ion. 3ª. Rou ledge:London,
2003
McNai , B ian, News and Jou nalism in he UK, Rou ledge, 2009
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
83
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
MCCARTHY, E. Je ome, Basic ma ke ing, a manage ial app oach, Homewood, Ill.,
R.D. I win, 1960
MEFFERT H., BURMANN C., KOERS M., Ma kenmanagemen , Wiesbaden 2002
MEYER, Ch is oph, Poli ical Legi imacy and he In isibili y o Poli ics: Explo ing he
Eu opean Union’s Communica ion De ici , Jou nal o Common Ma ke S udies 37(4),
1999
MORLINO, Leona do e MONTERO, José Ramón, Legi imacy and Democ acy in
Sou he n Eu ope, The Poli ics o Democ a ic Consolida ion: Sou he n Eu ope in
Compa a i e Pe spe i e. Bal imo e, Johns Hopkins Uni e si y P ess, 1997
MUHLBERGER, P. Poli ical alues, poli ical a i udes, and a i ude pola iza ion in
In e ne poli ical discussion: Poli ical ans o ma ion o poli ics as usual?
Communica ions 28 (2): 107-34. 2003
NEGRINE, R., Pa liamen and he Media: A Changing Rela ionship, Eu opean Jou nal
o Communica ion 14(3), 1999
NEGRINE, Ralph e LILLEKER, Da en G., Change in Media P ac ices, Eu opean
Jou nal o Communica ion, 2002
NEWMAN, B.,The Ma ke ing o he P esiden , Sage, 1994
NEWMAN, B., Handbook o Poli ical Ma ke ing. Sage, 1999
NORRIS, P., The i uos ci cle: Poli ical communica ion in pos indus ial socie ies,
Camb idge Uni e si y P ess, 2000
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
84
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
NOSSITER, T.J., M. SCAMMELL e H. SEMETKO, „Old Values e sus News Values:
The B i ish Gene al Elec ion Campaign on Tele ision‟, in I. C ewe and B. Gosschalk
(eds) Poli ical Communica ions: The Gene al Elec ion Campaign o 1992. Camb idge:
Camb idge Uni e si y P ess, 1995
NIMMO, D. The pe manen campaign: Ma ke ing as a go e ning ool. In B.I. Newman
Handbook o poli ical ma ke ing, Sage (1999)
RIBEIRO, Vasco, Fon es So is icadas de In o mação: análise do p odu o jo nalís ico
polí ico da imp ensa nacional diá ia de 1990 a 2005, Média XXI, Fo malp ess, Lisboa,
2009.
O‟SHAUGHNESSY, N., The Phenomenon o Poli ical Ma ke ing, Macmillan, 1990
O‟SHAUGHNESSY, Nicholas, The ma ke ing o poli ical ma ke ing, Eu opean Jou nal
o Ma ke ing, Vol. 35 Iss: 9/10, 2001
REIF K and SCHMITT H, Nine second-o de na ional elec ions: A concep ual
amewo k o he analysis o Eu opean elec ion esul s. Eu opean Jou nal o Poli ical
Resea ch 8(1) 1980
SANTOS, Rogé io, A Negociação en e Jo nalis as e Fon es, Mine a Edi o a,
Coimb a, 1997.
SANTOS, Rogé io, Jo nalis as e Fon es de In o mação, Mine a Edi o a, Coimb a,
2003.
SCAMMELL M., Poli ical ma ke ing: lessons om poli ical science. Poli ical S udies,
ol. 47, 1999
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
85
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
SHAH, D., N. KWAK, e L. HOLBERT, Connec ing and disconnec ing wi h ci ic li e:
Pa e ns o in e ne use and he p oduc ion o social capi al, Poli ical Communica ion
18, 2001
SHAH, D., J. CHO, W. EVELAND, e N. KWAK., In o ma ion and exp ession in a
digi al age: Modeling In e ne e ec s on ci ic pa icipa ion, Communica ion Resea ch
32 (5), 2005
Shah, D., D. McLeod, L. F iedland, and M. Nelson., The poli ics o consump ion/ he
consump ion o poli ics, The Annals o he Ame ican Academy o Poli ical and Social
Science 611 (1), 2007
SOMERVILLE, Ian, Public Rela ions, Poli ics and he Media, In The Public Rela ions
Handbook. (ed. A. Theake ), Rou ledge: Ox o dshi e. 2004
SPIRO Rosann L., STANTON William J., BUSKIRK, Richa d H., Managemen o a
Sales Fo ce, McG aw-Hill, 2002
STANYER, J. The C ea ion o Poli ical News. B igh on: Sussex Uni e si y P ess, 2001
TRAQUINA, Nelson, Jo nalismo: Ques ões, eo ias e ―es ó ias‖, Vega, Lisboa, 1993.
USLANER, E., T us , ci ic engagemen and he In e ne , Poli ical Communica ion 21
(2), 2004
VILLAFANE, Jus o, Imagem Posi i a. Sílabo, 1993
DE VREESE, Claes, F aming Eu ope: Tele ision news and Eu opean in eg a ion,
Aksan Academic Publishe s, 2002

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
86
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
DE VREESE, Claes, JOCHEN Pe e and Holli A. SEMETKO, F aming poli ics a he
launch o he eu o: A c oss-na ional compa a i e s udy o ames in he news, Poli ical
Communica ion, 18 (2), 2001
XENOS, M., e P. MOY., Di ec and di e en ial e ec s o he In e ne on poli ical and
ci ic engagemen , Jou nal o Communica ion 57 (4), 2007
WELCH, E., C. HINNANT, e M. MOON. Linking ci izen sa is ac ion wi h e-
go e nmen and us in go e nmen . Jou nal o Public Adminis a ion Resea ch and
Theo y 15 (3), 2005
WISWEDE, G.; Die Psychologie des Ma kena ikels, Ma ke und Ma kena ikel als
Ins umen e des We bewe bs,München, 1992
WRING, D., Images o Labou : he p og ession and poli ics o pa y campaigning in
B i ain, Jou nal o Poli ical Ma ke ing, Vol. 1, No. 1, 2002
Si es consul ados
h p://www.apc .p /Analise_simples.php (consul ado em 16/09/2011)
h p://www.cds.p /index.php?op ion=com_con en & iew=a icle&id=114:a-his o ia-do-
cds-pp&ca id=80:his o ia&I emid=119 (consul ado em 14/09/2011)
h p://www.cne.p /
h p://www.eppg oup.eu/g oup/en/ou his o y.asp (consul ado em 14/09/2011)
h p://eu opa.eu/abou -eu/eu-his o y/index_p .h m (consul ado em 14/09/2011)
h p://www.eu opa l.eu opa.eu/pa liamen /public/s a icDisplay.do?id=45&pageRank=4
&language=PT (consul ado em 14/09/2011)
h p://nunomelo.eu/depu ados.php (consul ado em 14/09/2011)
h p://www.ma k es .com/wap/a/n/id~1574.aspx (consul ado em 14/09/2011)
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
87
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
h p://ne scope.ma k es .p / anking/Dez10/Rank_Dez_2010_Visi as.h m (consul ado em
16/09/2011)
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
88
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
8. ANEXOS
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
89
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
ANEXO A - NOTAS À IMPRENSA DE NUNO MELO
No a à Imp ensa 28
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
96
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
97
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 32
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
98
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
99
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 33
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
100
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 34
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
101
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
102
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 35
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
103
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
104
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 36
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
105
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 37
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
112
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
113
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 41
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
114
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
115
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 42
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
116
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
117
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 43

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
118
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 44
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
119
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
120
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 45
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
121
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
128
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 49

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
129
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
130
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 50
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
131
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 51
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
132
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 52
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
133
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
134
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
No a à Imp ensa 53
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
135
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
136
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
ANEXO B - RELATÓRIO REDES SOCIAS
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
137
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
144
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
145
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
146
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
147
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
148
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
149
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a

Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
150
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
151
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
152
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a
Assesso ia de Imp ensa CDS/PP
2011
153
Rela ó io de Es ágio – Luís Miguel Al es Lago da Cos a