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Desenvolvimento de uma metodologia para suporte ao desenvolvimento de um Plano Estratégico: caso de uma organização privada sem fins lucrativos

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Desenvolvimento de uma metodologia para suporte ao desenvolvimento de um Plano Estratégico: caso de uma organização privada sem fins lucrativos

Author: Nuno Filipe Gontão Brochado
Year: 2016
DOI: 10.34626/vecp-8t29
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/83074/2/121581.pdf
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao
desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
Nuno Filipe Gon ão B ochado
Tese de Mes ado
O ien ado na FEUP: P o . José Fe nando Oli ei a
O ien ado no IET: P o . Ca los Albino Veiga da Cos a
Mes ado In eg ado em Engenha ia Indus ial e Ges ão
2016-03-04
ii
À minha mãe
iii
Resumo
Na á ea de in e enção do Ins i u o Emp esa ial do Tâmega (IET), a
Comunidade In e municipal do Tâmega e Sousa (CIMTS), nomeadamen e no concelho
de Ama an e, onde o ecido emp esa ial é mui o ino e odas as emp esas p esen es são
médias ou pequenas emp esas, não exis indo nenhuma emp esa com mais de 250
abalhado es (anuá io do Ins i u o Nacional de Es a ís ica 2012), o na-se impo an e
a anja mecanismos que pe mi am al e a es e a ual umo. É ambém p imo dial que
es es mecanismos possibili em o desen ol imen o do ecido emp esa ial, c iando
opo unidades pa a que su jam no as emp esas e pa a que as p esen es c esçam de
o ma sus en á el.
Es e p oje o ealça a impo ância da elabo ação de um Plano Es a égico de uma
o ganização baseado em análises que ap esen am e ca ac e izam an o o seu con ex o
in e no como o seu ambien e ex e no, a sua elação consigo mesma e com a sua
conco ência.
A inalidade des e p oje o é apoia a c iação de um Plano Es a égico, usando a
me odologia aqui ap esen ada. Es a me odologia começa com a de inição dos p incípios
essenciais de uma o ganização, passando pa a a análise à o ganização e os meios que a
odeiam e e mina com a ap esen ação dos eixos es a égicos e das linhas es a égicas
que de em se seguidas, e se i como pon o de pa ida pa a a elabo ação do Plano
Es a égico de o ma a alcança os obje i os do IET.
Po im es e p oje o é concluído com a suges ão de eixos es a égicos pa a o
Plano Es a égico do IET, linhas es a égicas e alguns exemplos de ações a se em
seguidas no Plano Es a égico a se c iado.
i
De elopmen o a me hodology o suppo he c ea ion o a
S a egic Plan: he case o a p i a e non-p o i o ganiza ion
Abs ac
In he Ins i u o Emp esa ial do Tâmega (IET) in e en ion a ea, he Comunidade
In e municipal do Tâmega e Sousa (CIMTS), pa icula ly in he municipali y o
Ama an e, whe e he business en i onmen is e y hin and all companies p esen a e
medium o small companies, and he e is no company wi h o e 250 employees
(yea book o Ins i u o Nacional de Es a ís ica 2012), i is impo an o ind mechanisms
o change his p esen cou se. I is also essen ial ha hese mechanisms enable he
de elopmen o he business, c ea ing oppo uni ies o new companies o eme ge and
ha he p esen companies g ow sus ainably.
This p ojec highligh s he impo ance o de eloping a s a egic plan o an
o ganiza ion based on analyzes ha p esen and cha ac e ize bo h i s in e nal con ex as
i s ex e nal en i onmen , you ela ionship wi h you sel and wi h you compe i ion.
The pu pose o his p ojec is o suppo he c ea ion o a S a egic Plan, using
he me hodology p esen ed he e. This app oach begins wi h he de ini ion o essen ial
p inciples o o ganiza ion, going o analyze he o ganiza ion and he means ha
su ound i and ends wi h he p esen a ion o s a egic p io i ies and s a egic guidelines
ha mus be ollowed, and se e as a s a ing poin o p epa a ion o he S a egic Plan
in o de o achie e he objec i es o he IET.
Finally his p ojec is comple ed wi h he sugges ion o s a egic p io i ies o he
IET S a egic Plan, s a egic guidelines and some examples o ac ions o be ollowed in
he S a egic Plan o be c ea ed.
Ag adecimen os
Ao Senho P o esso Ca los Albino Veiga da Cos a, meu o ien ado no IET, po odo o
conhecimen o e disponibilidade demos ada no p oje o.
Ao meu o ien ado na FEUP, P o esso José Fe nando Oli ei a pelo in e esse e pela
ajuda p es ada ao p oje o.
A oda a equipa do IET pelo apoio p es ado dia iamen e na execução do p oje o.

i
Índice
1 In odução ........................................................................................................................................... 1
1.1 Obje i os .............................................................................................................................................. 1
1.2 Ap esen ação do IET ........................................................................................................................... 1
1.2.1 Rep esen a i idade e Associados ...................................................................................... 2
1.2.2 Incubado a de Emp esas ................................................................................................... 3
1.2.3 Cen o de Ino ações e Negócios ....................................................................................... 4
1.2.4 Academia de Fo mação ..................................................................................................... 4
1.3 Es u u a da Tese ................................................................................................................................. 4
2 Me odologia ......................................................................................................................................... 5
2.1 P incípios Essenciais ........................................................................................................................... 6
2.1.1 Missão ............................................................................................................................... 6
2.1.2 Visão .................................................................................................................................. 6
2.1.3 Valo es ............................................................................................................................... 6
2.2 Análise Es a égica .............................................................................................................................. 6
2.2.1 Análise do meio en ol en e con ex ual .............................................................................. 7
2.2.2 Análise do meio en ol en e ansacional ......................................................................... 10
2.2.3 Análise In e na ................................................................................................................. 12
2.2.4 Análise SWOT ................................................................................................................. 12
2.3 Compe ências Cen ais e Fa o es C í icos de Sucesso ..................................................................... 13
2.3.1 Compe ências Cen ais.................................................................................................... 13
2.3.2 Fa o es C í icos de Sucesso ............................................................................................ 14
2.4 Van agem Compe i i a ....................................................................................................................... 14
3 Caso de es udo: IET.......................................................................................................................... 16
3.1 P incípios Essenciais ......................................................................................................................... 16
3.1.1 Missão ............................................................................................................................. 16
3.1.2 Visão ................................................................................................................................ 16
3.1.3 Valo es ............................................................................................................................. 17
3.2 Análise Es a égica ............................................................................................................................ 18
3.2.1 Análise do meio en ol en e con ex ual ............................................................................ 18
3.2.2 Análise do meio en ol en e ansacional ......................................................................... 19
3.2.3 Análise In e na ................................................................................................................. 19
3.2.4 Análise SWOT ................................................................................................................. 21
3.3 Compe ências Cen ais e Fa o es C í icos de Sucesso ..................................................................... 22
3.3.1 Compe ências Cen ais.................................................................................................... 22
3.3.2 Fa o es C í icos de Sucesso ............................................................................................ 22
3.4 Van agem Compe i i a ....................................................................................................................... 22
4 Conclusões e abalhos u u os ......................................................................................................... 24
Re e ências ................................................................................................................................................ 26
Anexo A: NUTS 3 Po ugal con inen al .................................................................................................................. 27
Anexo B: Associados do IET ................................................................................................................................. 28
Anexo C: Emp esas esiden es na Incubado a de Emp esas ................................................................................ 29
Anexo D: Pe il desejado pa a Di e o Ge al Execu i o ......................................................................................... 30
ii
Anexo E: Pe il desejado pa a Ges o Financei o e de P oje os e Financiamen o e Acesso a
Capi al de Risco e Business Angels ..................................................................................................... 31
Anexo F: Pe il desejado pa a Desen ol imen o de Negócios, Ma ke ing, Relações Públicas e
Comunicações ...................................................................................................................................... 32
Anexo G: Pe il desejado pa a Sec e a iado .......................................................................................................... 33
Anexo H: Ques ioná io SWOT ............................................................................................................................... 34
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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1 In odução
Es e p oje o oi ealizado no âmbi o da Tese do Mes ado In eg ado em Engenha ia
Indus ial e Ges ão da Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o. O p oje o oi
desen ol ido du an e o pe íodo de qua o meses, de se emb o de 2015 a janei o de 2016, no
Ins i u o Emp esa ial do Tâmega (IET).
1.1 Obje i os
Os obje i os de inidos pa a o p oje o de ese, a ap esen ação da o ganização e a
es u u a do p esen e documen o são ap esen ados em seguida.
O obje i o des a ese é o desen ol imen o de uma me odologia pa a o supo e ao
desen ol imen o de um Plano Es a égico aplicá el a o ganizações sem ins luc a i os. Pa a
al, eco eu-se a um caso de es udo, o Ins i u o Emp esa ial do Tâmega.
A me odologia u ilizada – a análise dos p incípios essenciais da o ganização, a análise
es a égica in e na e ex e na e das compe ências cen ais e a o es c í icos de sucesso -
p e ende assumi -se como um exe cício in eg ado que isa posiciona a o ganização e o que o
me cado exige da mesma e é uma e amen a na qual se c iam as linhas es a égicas ge ais
que alinham as compe ências da o ganização pa a ob e an agem compe i i a no me cado de
a uação.
1.2 Ap esen ação do IET
O Ins i u o Emp esa ial do Tâmega é uma o ganização de capi ais p i ados e públicos,
cons i uída sob a o ma de associação de di ei o p i ado, de ca á e cien í ico e écnico, sem
ins luc a i os, a 20 agos o de 2010, endo iniciado a sua a i idade a 26 de janei o de 2011.
De aco do com o a igo 3º do Es a u os de IET, de 2010, “o IETâmega em po obje o
p incipal o apoio à in es igação aplicada nas á eas da economia e da ges ão; desen ol e
ações de o mação p o issional; desen ol e a i idades de p omoção do desen ol imen o
económico e social da egião; p epa a e moni o a cu sos e seminá ios; apoia a cap ação de
jo ens emp esá ios; c ia incubado a de emp esas de base ecnológica.”
O IET oi cons i uído com o obje i o de omen a uma cul u a de emp eendedo ismo e
ino ação na NUT III (ANEXO A – Mapa das NUTS (Nomencla u a das Unidades Te i o iais
pa a Fins Es a ís icos) Tâmega e Sousa, c iando laços com ins i uições uni e si á ias do
ensino supe io ligadas à in es igação cien í ica e ecnológica, incen i ando o apa ecimen o
de no os emp eendedo es e a c iação de uma incubado a de emp esas.
O Ins i u o Emp esa ial do Tâmega oi concebido endo po base o modelo de
desen ol imen o egional da hélice ipla, con o me ep esen ação da Figu a 1., que assen a
na hipó ese que a ino ação su ge do in e ace en e emp esas, uni e sidades, ins i uições
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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públicas, sendo as emp esas o locus de p odução, as uni e sidades a on e de conhecimen os e
ecnologia e as ins i uições públicas p o idenciam elações con a uais que ga an em
es abilidade nas in e ações e ocas (E zkowi z, 2003).
Figu a 1 – Modelo de Hélice T ipla 1
Sendo o IET uma ins i uição i ada pa a a comunidade municipal e egional associou-
se a di e sas a i idades e es abeleceu algumas pa ce ias, en e as quais se des aca:
pa icipação na 8ª ei a de O icinas de Emp ego e O ien ação P o issional do Tâmega,
ap esen ação da ins i uição na Uni e sidade do Minho e na Uni e sidade de T ás-os-Mon es e
Al o Dou o, p o ocolo de Coope ação Ge al en e o IET e a ESTGF, p o ocolo com a CIM do
Tâmega e Sousa, p o ocolo com o Conselho Emp esa ial do Tâmega e Sousa (CETS),
associado da Po uspA k, pa cei o no p oje o “Jo ens emp eendedo es – Cons ui o Fu u o”
p omo ido pela Associação Emp esa ial de Ama an e, pa icipação como obse ado nas
Sessões de A aliação In e cala do Passapo e pa a o Emp eendedo ismo, p omo o es en e a
emp esa Sanche’s – Deco ação In e io es e Ex e io es, Lda e o LEPAE – FEUP, que
subme e am pa a inanciamen o ao QREN o p oje o EMAFI: I&DT em Co-P omoção.
1.2.1 Rep esen a i idade e Associados
A ualmen e o IET cong ega 28 en idades associadas, cuja composição e
ep esen a i idade são ap esen adas na Figu a 2. As en idades que cons i uem o IET são
ap esen adas no Anexo B.
Figu a 2 - Composição e a iedade dos associados do IET
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o ganização p i ada sem ins luc a i os
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Tabela 1. Fa o es da análise PEST
POLÍTICO
Es abilidade go e na i a
Polí ica económica
Poli ica iscal
Regulamen ação come cial
Incen i os ao in es imen o
ECONÓMICO
E olução do PIB
Taxas de ju o
Taxa de in lação
Taxa de desemp ego
Ní eis sala iais
Balança come cial
Ciclo económico
Volume de negócios das emp esas não
inancei as
Taxa de sob e i ência das emp esas
SOCIOCULTURAL
Ní el educacional
Tendências demog á icas
Es u u a e á ia
Dis ibuição geog á ica
Clima social
G e es
TECNOLÓGICO
Incen i os à I&D
In es imen o público e p i ado em I&D
In luência da ecnologia na p odução
In luência da ecnologia no me cado
In luência da ecnologia na come cialização
Na análise do meio en ol en e con ex ual a o ganização de e e em con a que a
e olução dos qua o con ex os não é, na u almen e, independen e e que exis em
equen emen e elações c uzadas en e as endências obse adas. Po ou o lado, a
moni o ização do meio en ol en e con ex ual de e se semp e um exe cício p á ico, com o
obje i o explici o de iden i ica o impac o das endências obse adas no desempenho da
o ganização. (A. F ei e, 1997)
A análise do mac o ambien e e das endências undamen ais é pa icula men e
impo an e como base pa a a análise de cená ios u u os e como complemen o à análise
SWOT que, a segui , se á ap esen ada.

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o ganização p i ada sem ins luc a i os
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2.2.2 Análise do meio en ol en e ansacional
A o ganização ambém em de conhece o seu meio en ol en e ansacional, que
inclui os seus clien es, o necedo es, quais os seus conco en es e a comunidade onde a ua.
Pa a al, eco e-se à análise denominada “5 o ças de Po e ”, ep esen ada na Figu a 6.
Segundo Ad iano F ei e (1997) o modelo das cinco o ças explica a o igem da
en abilidade es u u al das indús ias e cons i ui um ap o undamen o da análise do meio
en ol en e ansacional.
De aco do com Michael E. Po e (1980) a essência da o mulação de uma es a égia
compe i i a é elaciona uma o ganização com o seu meio ambien e. Embo a o meio ambien e
seja mui o amplo, ab angendo an o o ças sociais como económicas, o aspe o p incipal do
meio ambien e da o ganização é a indús ia ou as indús ias em que ela compe e. A es u u a
indus ial em uma o e in luência na de e minação das eg as compe i i as do jogo, assim
como das es a égias po encialmen e disponí eis pa a a o ganização.
O g au de conco ência de uma indús ia depende de cinco o ças compe i i as
básicas, ap esen adas na Figu a 6, e o conjun o des as o ças de e mina o po encial de luc o
inal na indús ia. (Po e , 1980)
Figu a 6. Esquema das “5 Fo ças de Po e ” (1980), Compe i i e S a egy
O pode de negociação dos clien es e le e-se nos p eços, pagamen o, qualidade e se iço e é
susce í el de al e ação de aco do com os seguin es a o es, baseados na analise de Po e
(1980) e A. F ei e (1997).
 Núme o de clien es;
 Sensibilidade ao p eço;
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 Cus os de mudança;
 Di e enciação do p odu o;
 Impo ância do clien e.
O pode de negociação dos o necedo es e le e-se nos p eços, cob ança, en ega e qualidade e
é in luenciado pelos seguin es a o es:
 Núme o de o necedo es;
 Dimensão dos o necedo es;
 Cus os de mudança;
 Di e enciação do p odu o;
 Possibilidade de subs i uição;
 Ameaça de in eg ação.
A ameaça de p odu os ou se iços subs i u os impõe limi es máximos aos p eços cob ados e
limi es mínimos à emune ação o e ecida e é a iá el de aco do com os seguin es a o es:
 Cus os de mudança;
 Di e enciação do p odu o;
 Desempenho e ou as ca ac e ís icas.
A ameaça de no os en an es depende do ní el das ba ei as à en ada e da expec a i a de
e aliação, de aco do com os seguin es a o es:
 Cus o da en ada;
 Economias de escala;
 Ba ei as à en ada;
 Di e enciação do p odu o.
A i alidade en e as emp esas exis en es é uma o ça de e minan e da endibilidade de uma
indús ia, de aco do com os seguin es a o es:
 Núme o e equilíb io en e compe ido es;
 G au de di e enciação dos p odu os;
 Taxa de c escimen o da indús ia;
 Ní el de cus os ixos.
Um dos g andes bene ícios des e modelo é ap esen a uma imagem cla a da a i idade
essencial da o ganização, desag egando a cadeia e ical da a i idade económica, que ai
desde os o necedo es aos clien es e aos conco en es. No e-se que es a análise de e á se
dinâmica iden i icando não apenas a a ual con igu ação das cinco o ças, mas ambém a sua
e olução u u a e o ma como as emp esas se ão posicionando em unção das no as
endências (Ad iano F ei e, 1997).
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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2.2.3 Análise In e na
A análise in e na da o ganização isa de e mina e a alia as capacidades,
de iciências, qualidades, o ças ou aquezas da mesma. A unidade básica de análise da
o ganização são os seus ecu sos, já que são um diagnós ico da si uação da mesma,
nomeadamen e,
 Recu sos inancei os - capacidade inancei a da emp esa, em e mos de ge ação de
ecei as, gas os e capacidade de endi idamen o, ní el de endi idamen o, g au de
liquidez;
 Recu sos ísicos - equipamen os e ins alações, localização;
 Recu sos humanos - es abilidade dos ecu sos humanos da o ganização, lexibilidade e
capacidade de adap ação dos ecu sos humanos da o ganização e pe il dos
colabo ado es, capacidades écnicas e cien í icas, capacidade de abalho indi idual ou
em g upo, núme o de colabo ado es, quali icação dos colabo ado es.
Os ecu sos são o pon o undamen al da ges ão ope acional da o ganização.
2.2.4 Análise SWOT
SWOT é um anag ama pa a as pala as inglesas S eng hs (Fo ças), Weaknesses
(F aquezas), Oppo uni ies (Opo unidades) e Th ea s (Ameaças). A écnica da análise SWOT
oi elabo ada po Albe Humph ey nas décadas de 1960 e 1970. É uma e amen a impo an e
na ecolha de dados que ca ac e izam o ambien e in e no, a a és das o ças e aquezas da
o ganização, e que ca ac e izam o meio ambien e ex e no, a a és das opo unidades e
ameaças. Des ina-se a posiciona ou en ende a posição es a égica da o ganização, em
elação ao ambien e ex e no e in e no em que se inse e e a ua.
As Fo ças podem se de inidas como os elemen os in e nos bené icos pa a a
o ganização, aquilo que a coloca em an agem ela i amen e às suas conco en es. As
F aquezas são os elemen os in e nos que in e e em ou p ejudicam o andamen o da
o ganização. As Opo unidades podem se aduzidas como os elemen os ex e nos à
o ganização que podem a e a posi i amen e a o ganização pa a as quais, embo a não
con olá eis, de e ha e uma p epa ação mínima. As Ameaças são as o ças ex e nas que
podem in luencia nega i amen e a o ganização e podem ambém aduzi os medos que
exis em po pa e da ges ão da o ganização.
É uma análise que pe mi e uma isão do ambien e in e no e ex e no da o ganização.
Na análise do ambien e in e no é ei a uma a aliação das Fo ças e F aquezas da o ganização e
co esponde aos aspe os p incipais que dis inguem a o ganização da sua conco ência. Na
análise do ambien e ex e no é ei a uma análise das Opo unidades e Ameaças e co esponde
às pe spe i as p incipais de e olução do me cado e da sociedade em que a o ganização se
encon a.
Quando se conjugam as Fo ças e as Opo unidades, de em ap o ei a -se o mais
possí el as opo unidades e os pon os o es. Quando se alinham as Fo ças e as Ameaças
de em se exponenciadas as Fo ças de o ma a mi iga as Ameaças. Quando se aliam as
F aquezas e as Opo unidades, de em minimiza -se os e ei os nega i os das F aquezas e
ap o ei a as Opo unidades que su gem. Quando as F aquezas e as Ameaças combinam
de em ado a -se es a égias pa a ul apassa os pon os acos e en en a as Ameaças. Na
Figu a 7. apa ece um esquema de uma análise SWOT.
A combinação do ambien e in e no com o ambien e ex e no pe mi e a c iação de
cená ios e se e como ca alisado pa a es u u a es a égias emp esa iais.
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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Figu a 7. – Esquema ‘ ipo’ Análise SWOT
2.3 Compe ências Cen ais e Fa o es C í icos de Sucesso
2.3.1 Compe ências Cen ais
O concei o de compe ência cen al ou co e compe ence su giu com os au o es Ga y
Hamel e C.K. P ahalad (1990), que de inem a compe ência cen al como uma combinação de
habili ações, ecu sos e ecnologias que ga an em uma an agem compe i i a, com
ca ac e ís icas únicas e di e enciado as, di íceis de imi a , que c iem alo ao clien e e que
pe mi em acesso a no os me cados. É algo em que a o ganização é e dadei amen e ímpa ,
di e en e dos seus conco en es. A compe ência cen al em de obedece a ce os equisi os, a
sabe :
 O e ece alo aos clien es – os clien es de em se capazes de en ende e iden i ica os
bene ícios concedidos;
 Se di ícil de imi a – em de consegui des aca -se da conco ência;
 Pe mi i acesso a no os me cados – a compe ência de e se ex ensí el, pe mi indo que
a o ganização seja e sá il, abe a a no os me cados e opo unidades.
Segundo Ad iano F ei e (1997) as o ganizações de em e o ça cons an emen e as suas
compe ências cen ais de o ma a ga an i a sua an agem ela i a sob e a conco ência,
acompanhando as e oluções do me cado e da conco ência, assegu ando assim um
desen ol imen o sus en á el da o ganização.
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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2.3.2 Fa o es C í icos de Sucesso
Os a o es c í icos de sucesso ou a o es-cha e de sucesso são os elemen os
necessá ios pa a uma o ganização c ia um plano es a égico e icaz. São as a i idades,
compe ências, clien es ou p odu os imp escindí eis que êm de se le ados em con a pa a que
a o ganização possa se bem-sucedida.
A o ganização de e iden i ica os a o es c í icos de sucesso e o mula uma es a égia
em unção dessas a iá eis, de o ma a impulsiona o seu c escimen o e ga an i a sa is ação
dos seus clien es.
Segundo A. F ei e (1997) “Uma ez analisadas as endências do meio en ol en e, a
a a i idade e a es u u a da indús ia, é necessá io iden i ica as a i idades ou a iá eis de
ges ão que êm de se mui o bem execu adas pa a ga an i o bom desempenho da emp esa no
seu negócio, os a o es c í icos de sucesso.”
Os a o es c í icos de sucesso são de inidos a a és de um es udo dos obje i os da
o ganização, incluindo a sua missão, isão e alo es. São e e enciais de a uação que de inem
as o ien ações necessá ias pa a que a o ganização possa a ingi os seus obje i os. Quando
negligenciados, os a o es c í icos de sucesso podem comp ome e ine i a elmen e o sucesso
da o ganização.
Pa a iden i ica os a o es c í icos de sucesso podem se ob idos, no con ex o
es a égico in e no e ex e no os seguin es dados:
 Es udos de me cado;
 Análise dos pon os acos da conco ência;
 Análise dos pon os o es da conco ência;
 Mudanças na legislação;
 Pesquisa e desen ol imen o de p odu os e se iços no os.
Como exemplo, pode des aca -se o conhecimen o do me cado e a quali icação da
adminis ação.
2.4 Van agem Compe i i a
A an agem compe i i a é um ou um conjun o de ca ac e ís icas que di e enciam a
o ganização das demais. É algo que não pode se copiado ou comp ado. É a azão pela qual o
p odu o ou se iço o e ecido pela o ganização é o escolhido pelos clien es ou po enciais
clien es, em oda a o e a disponí el no seu me cado de a uação.
A an agem compe i i a é semp e ela i a den o do me cado e do segmen o de a uação
em que a o ganização se encon a, uma ez que é semp e algo que ealça a o e a da
o ganização sob e o que a conco ência o e ece.
Michael E. Po e (1985), de endeu que “pa a que uma emp esa ob enha an agem
compe i i a, ela de e pe segui á icas especí icas e escolhe o escopo den o do qual i á
alcançá-las”,
Exemplos de an agem compe i i a:
 Lide ança pelo cus o que pe mi e que a o e a de p odu os ou se iços seja ealizada a
um p eço menos ele ado que a sua conco ência;

Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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 Qualidade supe io do p odu o ou se iço;
 A i os in angí eis - são elemen os que isam impedi de o ma du adou a e e icaz os
e en uais a aques da conco ência, ais como pa en es, no caso das emp esas
ecnológicas);
 E iciência de escala ou, na de inição de Michael E. Po e , uma es a égia de nicho (a
o ganização des aca-se dos seus conco en es, op ando po um segmen o limi ado do
me cado).
A an agem compe i i a ge a-se de uma compe ência cen al da o ganização e pa a se
e e i a em de se única, sus en á el, di ícil de imi a , supe io à compe ição e aplicá el a
di e sas si uações.
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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3 Caso de es udo: IET
Nes e capí ulo é ap esen ada a aplicação da me odologia a ás desc i a, eco endo a um
caso de es udo, o Ins i u o Emp esa ial do Tâmega (IET).
3.1 P incípios Essenciais
3.1.1 Missão
Após a análise da missão a ual, do es udo dos documen os Plano Es a égico e No e
2020 da obse ação do no mal uncionamen o do IET, de euniões com os memb os da
di eção do IET e de um b ains o ming com pessoas pe encen es à o ganização, de o ma a
ob e di e en es pe spe i as ace ca da mesma, p opõem-se as seguin es al e ações,
ela i amen e à Missão:
 P omo e uma cul u a de ino ação e emp eendedo ismo ocada nas ca ac e ís icas e
a i os exis en es no e i ó io;
 Apoia a c iação de no as emp esas;
 Incen i a as emp esas exis en es a desen ol e es a égias com uma maio dinâmica
emp eendedo a e ino ado a;
 Desa ia as “emp esas de e e ência” pa a a pa ilha, e ical e ho izon al, de
conhecimen o e expe iência, possibili ando um c escimen o conjun o e sus en ado de
oda a indús ia egional e ambém o apa ecimen o de no as emp esas;
 Ga an i melho acompanhamen o no p ocesso de incubação nas di e en es á eas de
explo ação.
As al e ações ealizadas na decla ação de Missão da o ganização deco em da
obse ância das emp esas incubadas, onde não se encon am emp esas de média/al a
in ensidade ecnológica, uma ez que na zona de in e enção da o ganização não é uma
das ca ac e ís icas ou a i os exis en es no e i ó io, que de e se pa e do p incípio basila
da es a égia de ino ação e compe i i idade, de aco do com o p og ama Po ugal 2020.
Segundo Ko le (2005) a o ganização de e e o mula a sua decla ação de missão se
es a es i e desc edibilizada ou já não de ini o melho cu so pa a a o ganização.
3.1.2 Visão
Como suges ão de isão suge e-se ‘ ans o ma , no ho izon e de 10 anos, o espaço de
in e enção p io i á io numa ‘bacia emp esa ial’ de e e ência e exemplo de demons ação,
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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ele ando signi ica i amen e os indicado es de ‘emp ego’, ‘p odu i idade’ e ‘ axa de c iação
de emp esas’.
3.1.3 Valo es
O IET ege-se po ês g andes g upos de alo es:
Uni e sais
 Respei o po ele ados pad ões é icos em odas as a i idades ealizadas;
 Respei o e p o eção dos di ei os humanos;
 Respei o pelas con enções e decla ações econhecidas in e nacionalmen e;
 De esa de um desen ol imen o ambien al, económico e social sus en á el;
 Cump imen o da lei e da ou a egulamen ação aplicá el à nossa a i idade;
 Libe dade de c iação cien í ica, cul u al, a ís ica e ecnológica, assegu ando a
plu alidade e li e exp essão de o ien ações e opiniões.
O ganização
 P omoção de uma cul u a de igo , anspa ência, qualidade e de econhecimen o do
mé i o;
 Con iança;
 T abalho;
 Compe ência;
 En usiasmo;
 Hones idade;
 Dignidade;
 Lealdade;
 Qualidade.
Conco en es
 Se o melho em qualidade;
 Se o melho em desempenho;
 Fo nece mais po menos;
 Se a mais con iá el.
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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3.2 Análise Es a égica
3.2.1 Análise do meio en ol en e con ex ual
Pa a se ealiza a análise do meio con ex ual en ol en e do IET eco e-se à análise
PEST, como de seguida se ap esen a, endo os dados sido e i ados do Anuá io Es a ís ico da
Região No e – 2013 do Po al do Ins i u o Nacional de Es a ís ica.
- Con ex o Polí ico:
 A dependência de inanciamen o da Câma a Municipal de Ama an e pode se is a
como o a o polí ico de maio ele o pa a o IET;
 O go e no ecen e pode susci a algumas dú idas a in es ido es (emp eendedo es)
azendo com que a axa de nascimen o de no as emp esas seja a e ada pela nega i a;
 Cená io um pouco imp e isí el ao ní el de polí icas mac oeconómicas de ido à
possibilidade de uma mudança de go e no, embo a a sua impo ância seja mi igada
de ido ao ac o de Po ugal pe ence a União Eu opeia.
- Con ex o económico:
 Nos úl imos dois anos hou e um c escimen o do PIB, em 2013 de 1,1% e p e is o
1,9% pa a 2014;
 A axa de in lação é mui o baixa, em 2013 oi de 0.2%;
 A axa de desemp ego pa ou de subi es ando a ualmen e es abilizada, 13,9% em
2014;
 A balança come cial é posi i a, em 2014 oi 1981,6 milhões de eu os;
 Ciclo económico a ual: a sai de uma ecessão;
 O olume de negócios po emp esa da NUT é mui o baixo se compa ado com o alo
a ní el nacional (0,4%) e egional (1,4%);
 A axa de sob e i ência das emp esas (a 2 anos) da NUT é a segunda maio do país
(57%);
 A p odu i idade apa en e do abalho é a 2ª pio do país (12,94 milha es de eu os),
apenas supe io à NUT da Se a da Es ela;
 Segunda maio axa de cobe u a das impo ações pelas expo ações (257,30 %) sendo
só ul apassada pela NUT do Baixo Alen ejo.
- Con ex o sócio cul u al:
 Aumen o do núme o pessoas com o mação supe io e écnica;
 A p oximidade de dois g andes cen os u banos (Po o e Vila Real) é um a o que
p ejudica a ixação de pessoas na á ea de in luência do IET.
- Con ex o ecnológico:
 Despesa em I&D no PIB é a e cei a mais baixa do país;
 P opo ção dos nascimen os de emp esas em se o es de al a e média-al a ecnologia é,
na NUT, in e io à média nacional e egional;
 P opo ção de pessoal ao se iço em a i idades de ecnologias da in o mação e da
comunicação é mui o baixo na NUT do Tâmega.
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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b. Apoia o desen ol imen o e a in odução de no os p odu os, p ocessos e
se iços no me cado (p. ex.: b oke age e pa icipação em pa ce ias com o
SCTN);
c. Iden i ica e di ulga no as endências de me cado
d. Realiza ações de o mação em á eas das ciências emp esa iais
3. Aumen a a isibilidade e in luência do IET
a. P omo e uma cul u a de emp eendedo ismo (po ex.: ealiza ó uns sob e
emp eendedo ismo; ealiza ações de di ulgação; e c.);
b. Con ibui pa a a c iação de uma ede de incubado as na CIMTS (p. ex.:
omando a inicia i a negocial);
c. Es abelece pa ce ias com edes in e nacionais de incubado as;
d. Re o ça e consolida as pa ce ias nos e mos do modelo da hélice ipla;
e. Ga an i a sus en abilidade inancei a do IET.
Os eixos es a égicos e as linhas es a égicas ap esen adas pa a se i em de base á
c iação do Plano Es a égico de em cump i um duplo obje i o, ap o ei a ao máximo as
o ças alinhadas com as opo unidades e mi iga as aquezas alinhadas com as ameças. Só
assim se consegui á desen ol e um Plano Es a égico e icaz e capaz de cump i os obje i os
do IET.

Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
26
Re e ências
D ucke , Pe e F. 1973, “Managemen : Tasks, Responsibili ies, P ac ices”, Ha pe & Row,
Publishe s, inc.
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F ei e, Ad iano 1997, “Es a égia: Sucesso em Po ugal”, Ve bo. 1ª edição
G an , Robe M. 1991, “Con empo a y S a egy Analysis: Concep s, Techniques,
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Guedes, Alcibíades Paulo 2013, “Planeamen o e o mulação de es a égias” Slides de apoio à
disciplina O ganização e Ges ão de Emp esas FEUP.
Guedes, Alcibíades Paulo 2013, “S a egy Fo mula ion” Slides de apoio à disciplina
Es a égia e Compe i i idade Emp esa ial FEUP.
Ko le , Philip 2005, “Ma ke ing Essencial: Concei os, es a égias e casos”, P en ice-Hall ed.
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Se a, Fe nando Ribei o e al 2010, “Ges ão Es a égica: Concei os e P á ica”, Lidel – edições
écnicas, lda. 2º edição.
P og ama Ope acional do Po ugal 2020, “No e 2020: Es a égia Regional de Especialização
In eligen e”
Anuá io Es a ís ico da Região No e - 2013
Plano Es a égico e Plano Ope acional do IET 2011
Rela ó io de A i idades e Con as 2014 do IET 2014
Plano de A i idades e O çamen o 2015 do IET 2015
Es a u os do IET 2011
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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Anexo A: NUTS 3 Po ugal con inen al
5- Tâmega
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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Anexo B: Associados do IET
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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Anexo C: Emp esas esiden es na Incubado a de Emp esas
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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Anexo D: Pe il desejado pa a Di e o Ge al Execu i o
.Di e o Ge al Execu i o do IET
Funções /Ta e as:
Assegu a a ges ão do IET, em es ei a a iculação com a Di eção, p omo endo a coo denação e
ges ão das ações e a i idades conducen es aos obje i os p e is os e às me as ixadas e a
disponibilização dos se iços p e is os aos u ilizado es, bem como:
• Elabo a o plano de a i idades e o çamen o do IET e ga an i , após ap o ação, a sua boa
execução;
• Elabo a a es a égia e plano de ma ke ing do IET e assegu a a sua implemen ação;
• Assegu a a a i idade co en e, a ges ão das ope ações e dos espaços e a ges ão e con olo
o çamen al;
• Di ulga e p omo e os se iços do IET, em es ei a colabo ação com a á ea de
Desen ol imen o de Negócios, Relações Públicas e Ma ke ing;
• Realiza a p ospeção de no os clien es pa a o IET, em es ei a colabo ação com a Equipa
Técnica;
• Ge i os p ocessos de p omoção do emp eendedo ismo ecnológico e de incubação e c iação
de emp esas de base ecnológica e acompanha e o ien a as en adas e saídas de emp esas;
• Ge i os p ocessos de p omoção da ino ação emp esa ial e da o mação de quad os;
• Ge i a elação com os clien es, os ecu sos e os con a os es abelecidos;
• Se a i o no eino dos no os emp esá ios e na ope acionalização do ne wo king;
• P opo à di eção e coo dena a equipa de especialis as (consul o es e men o es);
• Acompanha e moni o iza o desempenho das incubadas;
• P ocu a e/ou “Ab i po as” pa a ob enção dos inanciamen os necessá ios às incubadas e
aos p oje os de ino ação e de o mação;
• P omo e a in eg ação en e emp esas incubadas, p ocu ando o in e câmbio de ecnologia,
assegu ando o uncionamen o em ede e o apoio e a in eg ação em p og amas es u u ados de
emp eendedo ismo ecnológico, com is a a uma céle e e e icaz a iculação en e as pa es na
p es ação de se iços públicos aos u en es da incubado a.
Habili ações:
Fo mação de ní el supe io , p e e en emen e pós g aduada, em á eas ecnológicas ou da
economia e ges ão, alo izando-se o mação em á eas elacionadas com a ino ação, a
ans e ência de ecnologia e o emp eendedo ismo.
Expe iência:
Pelo menos 3 anos, em exe cício de ca gos de di eção /coo denação, na á ea da incubação de
emp esas, incluindo a pa icipação na a aliação, seleção e implemen ação de incubação de
ideias, incubação ísica de emp esas, e/ou incubação i ual de emp esas, incluindo o
desen ol imen o ecnológico e/ou de ans e ência de ecnologia, sensibilidade e
conhecimen o do meio cien í ico e ecnológico e a iculação com o meio emp esa ial,
desen ol imen o de planos e p oje os na á ea emp esa ial, equipamen os e se iços de I&D+i
e/ou ecnológicos e na ep esen ação écnica de en idades públicas, e/ou
ins i uições/associações emp esa iais.
Compe ências:
Lide ança, capacidade emp eendedo a, capacidade de abalha sob p essão, comunicação,
c ia i idade e ino ação, cul u a da qualidade, capacidade negocial, planeamen o, o ganização,
di eção e con olo de o ganizações.
Ou as Exigências:
Conhecimen o dos p ocessos de inanciamen o de p oje os e/ou emp esas, pa icipação em
p ocessos de análise e a aliação de p opos as de iabilidade inancei a, noções de
con abilidade, p á icas bancá ias e ma ke ing, expe iência na p es ação de se iços de
consul o ia de ca ác e écnico. Domínio da língua inglesa.

Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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Anexo E: Pe il desejado pa a Ges o Financei o e de P oje os e
Financiamen o e Acesso a Capi al de Risco e Business
Angels
Ges ão Financei a do IET e de P ojec os e Financiamen o e Acesso a Capi al de Risco e
Business Angels
Pe il
- Expe iência na a aliação económica de p ojec os e capacidade pa a
mon a ope ações inancei as de média dimensão e elabo ação e
a aliação de planos de negócios e planos de in es imen o;
- Domina as écnicas de negociação com os ac o es inancei os (Banca,
Business Angels, Sociedades de Capi al de Risco) (Riscos e ga an ias);
- Conhece a mecânica e p ocessos ela i os a sis emas de incen i os e
ou as o mas de inanciamen o de p ojec os de emp esas;
- Conhece a mon agem e ges ão de p ocessos de inanciamen o
en ol endo undos comuni á ios;
- 5 anos de expe iência p o issional;
- Domínio de inglês esc i o e alado.
Habili ações
Académicas
Mínimas
Licencia u a p é-Bolonha ou Mes ado pós-Bolonha nas á eas da
Economia ou Ges ão
Funções
/Ta e as:
- Ges ão adminis a i a, inancei a, o çamen al e con abilís ica do IET;
- Ges ão de p ocessos de inanciamen o e ges ão ope acional de p ojec os
em que es eja en ol ido o IET;
- Es abelece e e o ça as elações com en idades bancá ias, e ou as
ins i uições de inanciamen o de emp esas e de inicia i as de
emp eendedo ismo, capi al de isco e business angels;
- Planea , coo dena e supe isiona a ealização de e en os e inicia i as
de ap oximação en e p omo o es de p ojec os e in es ido es;
- In e media p ocessos de inanciamen o en e emp eendedo es,
emp esas incubadas e as en idades de inanciamen o e in es ido es;
- Iden i ica e man e uma base ac ualizada de p og amas e ins umen os
de apoio ( inanciamen o, linhas de c édi o, p og amas de incen i os às
emp esas, en e ou os);
- In eg a as equipas de a aliação e acompanhamen o de p ojec os,
assegu ando a análise na e en e de negócios e de in es imen o;
- Assesso a e p es a apoio especializado aos emp eendedo es e
emp esas incubadas nas á eas de desen ol imen o de negócios,
in es imen o, inanciamen o e ope ações inancei as;
- Apoia e aconselha as incubadas ela i amen e ao p og esso inancei o
e económico das emp esas /p ojec os;
- Acompanha e moni o iza o desempenho das incubadas.
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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Anexo F: Pe il desejado pa a Desen ol imen o de Negócios,
Ma ke ing, Relações Públicas e Comunicações
Desen ol imen o de Negócios, Ma ke ing, Relações Públicas e Comunicação
Pe il
- Expe iência de ges ão e p á ica emp esa ial;
- Expe iência na elabo ação, mas sob e udo na implemen ação, de Planos
de Ma ke ing e Comunicação;
- Possui conhecimen os/expe iência no ma ke ing de p odu os e de
se iços;
- Possui conhecimen os/expe iência em endas;
- Expe iência em elações públicas.
- pelo menos 2 anos de expe iência p o issional;
- Domínio de inglês esc i o e alado.
Habili ações
Académicas
Mínimas
Licencia u a p e e encialmen e em economia ou ges ão ou comunicação
ou ma ke ing, ou expe iência nas á eas da comunicação e do ma ke ing
Funções
/Ta e as:
- Elabo a o Plano de Desen ol imen o de Negócios, de Comunicação e de
Ma ke ing;
- Assegu a a implemen ação do Plano de Desen ol imen o de Negócios,
de Comunicação e de Ma ke ing e conc e iza as suas a i idades e
inicia i as de aco do com as me as e obje i os de inidos;
- Di ulga e p omo e os se iços da Incubado a, de aco do com o Plano e
obje i os de inidos;
- Assegu a as elações com pa cei os, po enciais clien es, clien es e meios
de comunicação;
- Realiza a p ospeção de no os clien es;
- Planea , coo dena e supe isiona a ealização de e en os e inicia i as;
- In eg a as equipas de a aliação e acompanhamen o de p oje os,
assegu ando apoio na análise das e en es come cial, ma ke ing e
comunicação;
- Assesso a e p es a apoio especializado aos emp eendedo es e
emp esas incubadas ou apoiadas nas á eas de ma ke ing, comunicação,
ma ke ing de p odu os, ges ão come cial e endas;
- Acompanha e moni o iza o desempenho das incubadas.
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o ganização p i ada sem ins luc a i os
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Anexo G: Pe il desejado pa a Sec e a iado
Sec e a iado, Apoio Adminis a i o e Con abilís ico
Pe il
- Expe iência e conhecimen os elemen a es de
con abilidade;
- Expe iência e conhecimen o em unções de sec e a iado,
a endimen o e elação com clien es;
- Capacidade de o ganização;
- Conhecimen os mínimos de inglês esc i o e alado;
- Expe iência p o issional de 5 anos.
Habili ações
Académicas
Mínimas
12º ano/expe iência p o issional ele an e.
Funções /Ta e as
- Apoio adminis a i o ao Di ec o e à Equipa Técnica;
- Apoio adminis a i o de ca ác e ge al às incubadas;
- Assegu a as ac i idades adminis a i as e de sec e a iado;
- Apoio à á ea da con abilidade;
- Assegu a o a endimen o e elação com clien es;
- Apoia a ealização de e en os e inicia i as;
- Realiza as acções ela i as à co espondência,
comunicação, ges ão e a qui o documen al.
Desen ol imen o de uma me odologia pa a supo e ao desen ol imen o de um Plano Es a égico: caso de uma
o ganização p i ada sem ins luc a i os
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Anexo H: Ques ioná io SWOT