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Efeitos da iluminância em trabalho realizado em secretária

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Efeitos da iluminância em trabalho realizado em secretária

Author: Maria de Lurdes Gonçalves Couto Henriques
Year: 2014
DOI: 10.34626/187v-pd21
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/76782/2/32885.pdf
Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o
Rua D . Robe o F ias, s/n 4200-465 Po o PORTUGAL
VoIP/SIP: [email p o ec ed] ISN: 3599*654
Tele one: +351 22 508 14 00 Fax: +351 22 508 14 40
URL: h p://www. e.up.p Co eio Ele ónico: [email p o ec ed]
MESTRADO EM ENGENHARIA
DE SEGURANÇA E HIGIENE
OCUPACIONAIS
Disse ação ap esen ada pa a ob enção do g au de Mes e
Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o
EFEITOS DA ILUMINÂNCIA EM TRABALHO
REALIZADO EM SECRETÁRIA
Ma ia de Lu des Gonçal es Cou o Hen iques
O ien ado : P o esso Dou o João Manuel Ab eu dos San os Bap is a
Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o
Coo ien ado : Mes e Jacqueline Cas elo B anco
Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o
A guen e: P o esso Dou o Paulo An e o Al es de Oli ei a
Escola Supe io de Tecnologia e Ges ão de Felguei as IPP
P esiden e do Jú i: P o esso Dou o Albe o Sé gio de Sá Rod igues Miguel
Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o
___________________________________ 2014
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
I
AGRADECIMENTOS
Pa icipa nes e Mes ado ob igou a uma disponibilidade não só da minha pa e mas ambém de
odos os ou os que pa icipa am no meu quo idiano. Po es e mo i o sin o necessidade de
exp essa a minha g a idão a odos os que me odeiam e em especial:
 Ao meu ma ido e às minhas ilhas Ma alda e Bea iz, pela comp eensão e apoio
demons ado du an e o empo em que es i e no cu so e du an e o qual não pude dedica -
lhes empo e a enção.
 Aos meus pais que com amo , ca inho e incen i o, me acompanha am ao longo da minha
ida no c escimen o pessoal e p o issional.
 Ao meu o ien ado P o esso Dou o João Manuel Ab eu San os Bap is a e à minha
coo ien ado Mes e Jacqueline Cas elo B anco pelo incen i o, apoio, disponibilidade,
paciência e con ibuição pa a a ealização des e abalho. O osso apoio oi
incondicional.
 Ao D . Júlio Rendei o e à D .ª Ysolda Vazquez pela comp eensão, apoio e in o mação
cedida.
 A odos os abalhado es da Clio a /Segu saude que acompanha am e colabo a am na
ealização des e abalho.
 Um ab aço pa a odos os meus colegas de cu so, em especial aos que pa ilha am comigo
abalhos de g upo.
A odos o meu Mui o Ob igada.
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
III
RESUMO
No abalho ealizado em sec e á ia é essencial e iluminação adequada pa a que as a e as a
execu a sejam desempenhadas sem es o ço isual. P e e encialmen e de e-se usa a iluminação
na u al, no en an o, uma ez que a iluminação na u al a ia com as condições a mos é icas,
es ações do ano, o ien ação dos edi ícios, po si só, pode não ga an i alo es de iluminância
su icien es, sendo necessá io eco e -se à iluminação a i icial de o ma a complemen a a
iluminação na u al. Pa a a iluminação se adequada de e-se e em con a não só os aspe os
quan i a i os mas ambém os aspe os quali a i os de o ma a ga an i o con o o isual (sensação
de bem es a ) e o desempenho isual (consegui execu a as a e as com p ecisão e apidez
mesmo du an e longos pe íodos).
Num ambien e de abalho é impo an e, en e ou os, que exis a um equilíb io en e a
iluminação na u al e a a i icial. Es e equilíb io em e ei os bené icos na manu enção do bem-
es a ísico, men al e social dos abalhado es con ibuindo assim pa a ele a o ní el de
desempenho e p odu i idade.
Com es e es udo p e endeu-se a alia a in luência das condições a mos é icas e es ações do ano
nas condições da iluminância. O abalho oi desen ol ido nas ins alações de uma emp esa
p es ado a de se iços ex e nos de HSST.
A amos a do es udo é cons i uída po 13 abalhado es. Os ins umen os de abalho usados pa a
a ecolha da in o mação o am uma checklis pa a ca a e iza o ambien e de abalho, um
ques ioná io pa a ca a e iza a amos a, a a i idade de abalho e a pe ceção dos abalhado es e
uma máquina o og á ica. Reco eu-se ambém a um luxíme o pa a quan i ica os alo es de
iluminância. Foi es udado a a iação de iluminância nos di e en es pos os de abalho, du an e
ês dias e ao longo do dia, nas épocas de in e no e p ima e a. Pa a cada espaço a aliado,
e e uou-se a medição da iluminância de ho a a ho a (en e as oi o ho as e as dezoi o ho as)
combinando as di e en es o mas que cada u ilizado possui pa a con ola a iluminação.
Os esul ados do es udo e ela am que exis e o e in luência das condições a mos é icas e das
es ações do ano nos esul ados da iluminância, ou seja, na época de in e no como exis e uma
meno in luência da iluminação na u al no ambien e de abalho in e io , os alo es de
iluminância são mais baixos. Na p ima e a es a endência in e e-se. No en an o,
independen emen e da época (in e no/p ima e a) a iluminação a i icial não ga an iu, em
nenhum dos casos, a iluminância de 500 lux e 300 lux ecomendada pa a a i idades de
esc i ó ios/ gabine es de a endimen o médico e abalhos de eceção, espe i amen e, con o me
es ipulado pela NORMA ISO 8995:2002. Po essa azão oi suge ido, en e ou as medidas, o
e o ço da iluminação a i icial. Os abalhado es já ap esen am sin omas de adiga isual
(cansaço nos olhos, olhos secos, isão nublada, en e ou as). A maio ia dos pos os de abalho
encon am-se dispos os de o ma inco e a em elação às on es de luz (na u al e a i icial). Caso
não sejam implemen adas as medidas co e i as e p e en i as suge idas es es sin omas ende ão
a ag a a -se podendo i o igina doenças o almológicas, ais como miopia, as igma ismo.
Pala as-cha e: iluminação, iluminância, condições a mos é icas, es ações do ano

E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
V
ABSTRACT
I is essen ial o ha e he co ec ype and amoun o ligh ing o wo k done on desk ops so ha
he pe o med asks a e done wi hou eyes ain. P e e ably one should use na u al ligh ing,
howe e , since he na u al ligh a ies acco ding o he wea he condi ions, seasons and he
building o ien a ion, his alone does no gua an ee su icien le el o luminance, which means i
is necessa y o complemen he na u al ligh ning wi h a i icial ligh ing. To ha e he co ec
le els o luminance, we ha e o ake in accoun no only he aspec s ela ed o quan i y bu also
he aspec s ela ed o quali y o gua an ee he isual com o (sense o well being) and isual
pe o mance (able o pe o m asks accu a ely and quickly e en du ing long pe iods o ime).
I is impo an in a wo king en i onmen , among o he s, ha he e exis s a balance be ween he
na u al and a i icial ligh ing. This balance has bene icial e ec s in main aining he physical,
men al and social well-being o wo ke s which posi i ely con ibu es o a highe le el o
pe o mance and p oduc i i y.
This s udy sough o assess he in luence o wea he condi ions and seasons in e ms o
luminance. The s udy was conduc ed on he p emises o a company p o iding ex e nal HSST
se ices.
This s udy sample consis ed o 13 wo ke s. The wo king ins umen s used o he collec ing he
in o ma ion we e checklis s o cha ac e ize he wo k en i onmen , a ques ionnai e o
cha ac e ize he s udy sample, he wo k ac i i y and he pe cep ion o wo ke s and inally a
came a. A ligh me e was also used o measu e he le els o luminance. The a ia ion o
luminance in di e en jobs was measu ed and s udied du ing h ee days and h oughou he day
in he win e and sp ing seasons. Fo each measu ed space, we pe o med he luminance
measu emen s e e y hou (be ween eigh hou s, and eigh een hou s) combining he di e en
ways ha each use has o con ol he ligh ing.
The esul s o he s udy showed ha he e he wea he and seasonal condi ions has a s ong
in luence on he esul s o luminance, ie, in he win e season as he e is less in luence o na u al
ligh in he in e io wo k en i onmen , luminance le els a e lowe . In sp ing his end is
e e sed. Howe e , ega dless o he season (Win e / Sp ing) he a i icial ligh ing did no
ensu e, in ei he case, he ecommended luminance o 500 lux and 300 lux o o ice / o ices
used o medical ca e and ecep ionis wo k ac i i ies, espec i ely, as s ipula ed by
STANDARD ISO 8995: 2002. Fo his eason i was sugges ed, among o he measu es, he
inc ease in le els o a i icial ligh ing. The wo ke s ha e al eady shown symp oms o eyes ain
(eye s ain, d y eyes, blu ed ision, e c.). The majo i y o he wo kplaces a e inco ec ly and
ine ec i ely posi ioned in ega d o he ligh sou ces (na u al and a i icial). I he sugges ed
co ec i e and p e en i e measu es a e no implemen ed hese symp oms end o wo sen and
may e en ually lead o eye diseases such as myopia, as igma ism.
Keywo ds: ligh ing, luminance, wea he , seasons
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
VII
CONTEÚDO
1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 3
2 ESTADO DA ARTE ................................................................................................................ 5
2.1 G andezas e Unidades Fo omé icas................................................................................. 5
2.1.1 Fluxo Luminoso .......................................................................................................... 5
2.1.2 In ensidade Luminosa ................................................................................................. 5
2.1.3 Iluminância .................................................................................................................. 6
2.1.4 Luminância ou b ilho .................................................................................................. 6
2.2 A Visão Humana .............................................................................................................. 7
2.3 E ei os da iluminação no o ganismo humano ................................................................... 8
2.3.1 P oblemas isuais: Fadiga isual ................................................................................ 8
2.3.2 Fadiga ísica ou muscula ............................................................................................ 8
2.3.3 Al e ações psicossomá icas ......................................................................................... 9
2.3.4 Dano ecidual causado pela adiação ........................................................................ 10
2.3.5 Dis ú bios no me abolismo humano .......................................................................... 11
2.4 Condições que a e am o desempenho no abalho.......................................................... 12
2.4.1 Iluminação na u al e a i icial ................................................................................... 12
2.4.2 Ní el de iluminância e empe a u a de co ................................................................ 14
2.4.3 Sis emas de iluminação ............................................................................................. 15
2.4.4 Iluminação dinâmica ................................................................................................. 16
2.5 Medidas ge ais de p e enção .......................................................................................... 16
2.5.1 Medidas écnicas ............................................................................................................ 16
2.5.2 Medidas o ganizacionais ............................................................................................... 17
2.5.3 Medidas indi iduais .................................................................................................. 17
2.6 Enquad amen o Legal e No ma i o ................................................................................ 17
2.7 Ap esen ação da emp esa ............................................................................................... 18
3 OBJETIVOS, MATERIAIS E MÉTODOS ........................................................................... 21
3.1 Obje i os ......................................................................................................................... 21
3.2 Ma e iais e Mé odos ....................................................................................................... 21
3.2.1 Me odologia global ado ada ...................................................................................... 22
3.2.2 Ca a e ização do ambien e de abalho ..................................................................... 22
3.2.3 Equipamen o de Medição .......................................................................................... 23
3.2.4 Local de medição ...................................................................................................... 23
3.2.5 Nº de amos as, empo de ponde ação e equência de amos agem ......................... 24
3.2.6 Es a égia de Medição ............................................................................................... 25
3.2.7 Medição da iluminância ............................................................................................ 25
3.2.8 Técnica de medição ................................................................................................... 25

E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
XV
ÍNDICE DE EQUAÇÕES
Equação 1 - Equação do luxo luminoso ......................................................................................... 5
Equação 2 – Equação da in ensidade luminosa ............................................................................... 5
Equação 3 – Equação da iluminância .............................................................................................. 6
Equação 4 – Equação da luminância ............................................................................................... 6
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
XVII
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
PARTE 1

E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 3
1 INTRODUÇÃO
Dada a a ual conjun u a económica as emp esas p ocu am cons an emen e o mas de aumen a o
seu desempenho e p odu i idade, ga an indo a sua compe i i idade num me cado cada ez mais
exigen e. A p odu i idade depende en e ou os a o es, do bem-es a do abalhado no ambien e
de abalho. Num ambien e de abalho, uma iluminação adequada é um dos a o es que pe mi e
ao abalhado alcança esse bem-es a (Ko alechen, 2012).
Os e ei os bené icos da luz na u al já são conhecidos desde a an iguidade e g aças aos a anços
na in es igação médica e biológica o ca a e bené ico da luz (seja na u al ou a i icial) pa a a
saúde e bem-es a das pessoas o nou-se ulc al. Encon a-se demons ado que os abalhado es
saudá eis aumen am a p odu i idade e bene iciam as emp esas e as economias nacionais, na
medida em que con ibuem pa a eduzi o núme o de aciden es e de doenças, diminui as
pa icipações de sinis o e os pedidos de indemnização. As emp esas êm indo a ape cebe -se
dessa ealidade e da impo ância de p o e espaços de maio con o o aos seus uncioná ios
(BIT, 2008).
O abalho ealizado em sec e á ia en ol e uma g ande a iabilidade de a e as, en e as quais,
isualização de documen os, lei u a de ex os, comunicação com os colegas, abalho em
equipamen os do ados de iso (EDV), u ilização de ele one, scanne , o ocopiado a e en io e
eceção de axes. Pa a a ealização das suas a e as, o abalhado em de usa en e ou os o
sis ema isual, um dos p incipais sis emas do nosso o ganismo (C a o, 2013).
Es udos ealizados e idenciam que a p esença de condições de con o o isual e psicológico
assegu am o bem-es a e aumen am a mo i ação do abalhado , o que conduz a um melho
desempenho e inc emen o na p odu i idade (Mana , 2007).
Sendo assim, a iluminação no ambien e de abalho não de e conside a apenas aspe os
quan i a i os, mas ambém p omo e os aspe os quali a i os que, ao longo do dia de abalho,
ajudem a c ia es ímulos e si uações de descon ação (Pais, 2011).
In es igações médicas e biológicas mos am que a luz cap ada a a és dos olhos, pa a além de
um e ei o isual, ambém em um impo an e e ei o biológico não isual sob e o co po humano,
in luenciando de o ma posi i a a saúde, bem-es a , es ado de ale a, assim como a qualidade do
sono (Bommel W. J., 2006).
Caso a iluminação não seja a adequada (que seja pelo seu excesso, que pela sua ca ência), os
e ei os da iluminação no o ganismo humano começam g adualmen e a mani es a -se e se não
o em omadas medidas p e en i as e co e i as pode da o igem a doenças (C espo & Dapena,
2005).
As doenças ep esen am um cus o que embo a não seja ácil de apu a é, eg a ge al,
signi ica i o. Os p incipais impac os do seu su gimen o ge am-se sob e os abalhado es, ao
ní el da dimensão das consequências sob e a sua saúde, empo á ias ou pe manen es e sob e a
emp esa, ao ní el do absen ismo ge ado e do dec éscimo da capacidade p odu i a, en e ou os
(F ei as & Co dei o, 2013).
A iluminação é po an o um isco ísico impo an e de a alia e isso encon a-se bem pa en e nos
p incipais diplomas legais sob e condições de HST (a igo 14.º do Dec e o-lei nº 243/86 de 20 de
Agos o e a igo 18.º da Po a ia nº 53/71 de 03 de Fe e ei o), onde e e e que a iluminação nos
locais de abalho de e se adequada aos equisi os da a e a a execu a , de endo se iluminados
p e e encialmen e com iluminação na u al.
No en an o, uma ez que a iluminação na u al a ia ao longo do dia e ao longo do ano, po si só,
pode não p opo ciona a iluminação su icien e às a i idades a execu a . Sendo assim, a
iluminação a i icial de e es a p esen e de o ma a complemen a a iluminação na u al quando
o necessá io, de modo que o abalho possa se ealizado de o ma segu a e e icien e (San os,
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
4 In odução
2000). A g ande an agem da iluminação a i icial é pe mi i o desen ol imen o dos abalhos
sem limi ações de ho á ios, es endendo-se du an e a noi e.
As condições de iluminação condicionam a pe ceção dos abalhado es ace ao con o o isual,
que se aduz em adiga isual, adiga ocula , aciden es de abalho e pos u as inco e as (Pais,
2011).
Uma iluminação adequada é po an o, uma condição imp escindí el pa a a ob enção de um bom
ambien e de abalho. Conscien e desse ac o, su giu a opo unidade de ealiza es e es udo na
emp esa de o ma a a alia se as condições de abalho espondem às necessidades dos
abalhado es.
Face ao expos o, a ques ão cien í ica que se coloca é sabe como a iam as condições de
iluminação ao longo do ano e como pode se compensado com a iluminação a i icial. Pa a isso
oi suge ida a seguin e hipó ese de abalho: as condições de iluminação cump em com os
alo es de iluminância de inidos na no ma ISO 8995:2002.
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 5
2 ESTADO DA ARTE
Nes e capí ulo se á e e uada a e isão bibliog á ica, onde é ei o o enquad amen o eó ico
ela i o ao ema, bem como concei os cien í icos que undamen am o seu desen ol imen o.
2.1 G andezas e Unidades Fo omé icas
2.1.1 Fluxo Luminoso
O luxo luminoso é a quan idade o al de luz emi ida po uma on e luminosa em odas as
di eções du an e um segundo.
Figu a 1 - Fluxo luminoso
(Eu isko – Es udos, P ojec os e Consul o ia, S.A., 2011)
Equação 1 - Equação do luxo luminoso
Onde:
 - Fluxo luminoso - Lúmen (lm)
W ad – Ene gia adian e
- Tempo
2.1.2 In ensidade Luminosa
A in ensidade luminosa é uma medida do luxo luminoso emi ido numa de e minada di eção.
Figu a 2 – In ensidade Luminosa
(Eu isko – Es udos, P ojec os e Consul o ia, S.A., 2011)

Equação 2 – Equação da in ensidade luminosa
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
12 Es ado da a e
2.4 Condições que a e am o desempenho no abalho
Seguidamen e ap esen a-se algumas cons a ações de pesquisas ealizadas sob e o desempenho e
a p odu i idade das pessoas que abalham sob di e en es condições de iluminação.
2.4.1 Iluminação na u al e a i icial
Pa a de e a a in luência da iluminação no compo amen o das pessoas, num ambien e echado,
oi ealizado um es udo em duas épocas do ano di e en es (in e no - janei o e e ão - maio), de
o ma a de e mina os ní eis de queixas em elação ao s esse. Um g upo de pessoas abalha a
unicamen e com iluminação a i icial e o ou o g upo abalha a com iluminação mis a (na u al e
a i icial). Es e es udo pe mi iu conclui que em janei o, não exis e p a icamen e nenhuma
di e ença en e os esul ados dos dois g upos uma ez a en ada da iluminação na u al não é
su icien e pa a causa uma con ibuição subs ancial. No mês de maio, o g upo que bene iciou de
iluminação na u al ob e e um meno núme o de queixas em elação ao s esse. Pode-se assumi ,
en ão, que a quan idade de iluminação na u al no e ão con ibui pa a a edução do núme o de
queixas po s esse (Wou & Bommel, 2006).
Em ambien es in e io es, os alo es de iluminação a i icial sem as con ibuições da iluminação
na u al, a iam en e 100 e 500 lux e são ge almen e de e minados pelas no mas. Felizmen e, em
mui os casos, a iluminação na u al consegue pene a nos edi ícios, pelo menos po algumas
ho as po dia, aumen ando subs ancialmen e os alo es ge ais de iluminação. Ou a di e ença
en e a iluminação na u al e iluminação a i icial é a dinâmica na in ensidade luminosa e na
empe a u a de co que a iluminação na u al ap esen a. A iluminação na u al em uma in luência
posi i a no humo e es imulação das pessoas e exis e e idências que indicam que pode-se
duplica es as in luências posi i as com a iluminação a i icial dinâmica (Bommel, Beld, &
Ooyen, 2002).
Um ou o es udo sob e as condições de abalho em esc i ó ios mos ou que as pessoas p e e em
combina a iluminação na u al com a iluminação a i icial (em média 800 lux acima da
iluminação na u al) (Bommel, Beld, & Ooyen, 2002) .
As pessoas com os pos os de abalho pe o da janela, ou seja, com in luência da iluminação
na u al com alo es de iluminância pe o dos 2390 lux no plano de abalho passam mais empo
a abalha ao compu ado e menos empo a con e sa ou ao ele one, quando compa ado com as
pessoas que abalham em pos os de abalho sem janelas, com alo es de iluminância a chega
aos 603lux no plano de abalho. A causa dessas cons a ações e am desconhecidas mas os
esul ados o am e são consis en es com as hipó eses que a iluminação b ilhan e aumen a a
p odu i idade du an e os meses de in e no. Es e es udo oi ealizado no in e no em 81
esc i ó ios, com 120 pos os de abalho, sendo 35 com janela, com dois pos os de abalho cada e
25 sem janela ambém com dois pos os de abalho cada, du an e no e semanas. (Figuei o, Rea,
S e ens, & Rea, 2002).
Te uma janela no pos o de abalho é melho pa a a sa is ação com a iluminação do que e
apenas acesso à iluminação na u al. As janelas êm sido e e idas como es imulan es pois
p opo cionam o con a o isual com o ex e io (Ribei o, 2006) e pe mi em que os olhos elaxem
especialmen e se o abalho en ol e olha pa a de alhes a cu as dis âncias (Nicol, Wilson, &
Chianca ella, 2006). Ou os in es igado es, descob i am que a p esença de janelas em sido um
ac o p e e encial po pa e dos abalhado es e que as pessoas ac edi am que abalha com
iluminação na u al é melho pa a a saúde e o bem-es a do que abalha apenas com a
iluminação a i icial (Vei ch, Gee s, Cha les, Newsham, & Ma qua d , 2005). As janelas êm
ambém sido e e idas como uma possí el on e de dis ação (Ribei o, 2006).

E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 13
Van Bommel & Van den Beld (2004) cons a a am que no in e no a exposição das pessoas a
iluminação a i icial b ilhan e (2500 lux e 6500K) em ambien es in e io es em um e ei o
posi i o sob e o humo e i alidade, eduzindo sin omas dep essi os. A iluminação a i icial
b ilhan e pode p o a elmen e compensa a di e ença da quan idade de iluminação na u al num
ambien e de abalho in e io .
A exposição de meia ho a à iluminação na u al (en e 1000 lux e 4000 lux) é quase ão e icaz
como uma ses a na edução da sonolência após as e eições em indi íduos saudá eis,
aumen ando assim es ado de ale a e desempenho (Bo isui , Linha , Sca ezzini, & Munch,
2014).
Em 2014, os mesmos in es igado es mos a am uma o e associação pa a du ação do sono
(mais longo em média 46 minu os po noi e) e pad ões de qualidade de ida no esc i ó io em
abalhado es que possuem janelas (iluminação na u al) nos locais de abalho quando
compa ado com os abalhado es que não possuem sem janelas (Bo isui , Linha , Sca ezzini, &
Munch, 2014).
Pesquisas e e uadas cons a a am que a iluminação na u al em ambien es echados não es á
apenas associada a e ei os posi i os. Quando inde idamen e p oje ada, pode es a na o igem de
encandeamen os (descon o o ou al e ação da isão que oco e quando a zona a isualiza se
encon a excessi amen e iluminada ela i amen e à luminosidade ambien e pa a o qual o olho
es á adap ado), al e ações do ambien e é mico, nomeadamen e no aquecimen o das zonas
p óximas das janelas (Nicol, Wilson, & Chianca ella, 2006) e em dias nublados em que há
lu uações equen es de luz, a iluminação na u al pode ocasiona descon o o, de ido ao sis ema
isual en a de o ma subconscien e e con inuada adap a -se às mudanças de iluminação (Kim &
Kim, 2007).
Sendo assim é impo an e que exis a um equilíb io en e a iluminação na u al e a a i icial, bem
como uma adequada localização dos pos os de abalho em elação às on es de iluminação,
e i ando as posições con a a luz, pois es as diminuem a isibilidade e aumen am o es o ço
isual (Ribei o, 2006).
Ma ia Ko alechen na sua e isão bibliog á ica chegou à conclusão que as melho es condições de
iluminação pa a se ob e um maio desempenho na ealização do abalho em esc i ó ios são
alo es de iluminância na o dem dos 1700 lux ou mais, empe a u a de co a iá el (iluminação
dinâmica), de 2700K a 6000K e p esença de iluminação na u al (Ko alechen, 2012).
A iluminação que enha em conside ação os c i é ios isuais e não isuais, sem causa
descon o o isual é chamada de iluminação saudá el (A ies, 2005). As ecomendações a uais
pa a a iluminação em esc i ó ios são baseadas em c i é ios isuais.
A ies (2005) na sua ese ca a e izou as condições de iluminação com base nos c i é ios isuais e
não isuais em 10 edi ícios de esc i ó io na Holanda. Pa a isso e e uou medições em 87 pos os
de abalho e en egou 333 ques ioná ios aos abalhado es de o ma a ca a e iza a amos a, a
a i idade de abalho, a pe ceção isual e sensações indi iduais, ais como saúde, humo ,
a enção, en e ou as. As ques ões incluí am i ens isuais e não isuais. As medições mos a am
que quase odos os esc i ó ios isi ados sa is aziam os c i é ios isuais. Ce ca de 90% dos casos
in es igados ap esen a am alo es de iluminância ho izon ais supe io es a 500 lux, sob e o plano
de abalho. Em ge al, na maio pa e dos esc i ó ios os uncioná ios (85%) es ão sa is ei os com
a iluminação nos pos os de abalho.
A iluminação nos esc i ó ios não sa is az os c i é ios não isuais, assumidos com um alo de
iluminância de 1000 lux, no plano e ical. Valo es de iluminância e icais supe io es a 1000
lux o am medidos em apenas 20% dos casos. Na p ima e a (ab il-maio) a con ibuição na u al
oi conside a elmen e maio do que no pe íodo mais escu o do ano (ou ub o-ma ço).
Especialmen e nesse pe íodo é necessá io complemen a a iluminação na u al com a iluminação
a i icial, de o ma a a ingi alo es de iluminância e ical supe io a 1000 lux. A iluminância
e ical sob e a janela é de e minada po pa âme os climá icos (exemplo empo, ho a, época do
ano). O es udo mos ou ambém co elações signi ica i as en e iluminância e ical ao ní el dos
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
14 Es ado da a e
olhos e os pa âme os de adiga e qualidade do sono. Al os alo es de iluminância e ical, o am
associados a meno es ní eis de adiga, maio concen ação e a enção e melho qualidade do sono
(A ies, 2005). Con o me cons a ado pela in es igado a, a iluminação em uma in luência an o
isual como não isual sob e os se es humanos. Os esul ados con i ma am que é possí el
p oje a esc i ó ios com uma iluminação que a enda an o aos c i é ios isuais como não isuais.
2.4.2 Ní el de iluminância e empe a u a de co
Das pesquisas ealizadas em ambien e indus ial Van Bommel & Van den Beld (2004) concluiu
que um melho amen o no ní el de iluminância, de 300 pa a 2000 lux, aumen a a p odu i idade
em 20% esul an e da edução da ejeição, meno es e os, melho desempenho de abalho e
edução dos aciden es de abalho. Com um melho amen o de 300 pa a 500 lux consegue-se um
aumen o de 8% na p odu i idade. Van Bommel ac edi a que pa a esc i ó ios os alo es ob idos
de p odu i idade sejam semelhan es.
Kulle e We e be g (1993) es uda am o pad ão das ondas ce eb ais (EEG) das pessoas num
labo a ó io que oi ans o mado em ambien e de esc i ó io, aplicando dois alo es de
iluminância: 1700 lux e 450 lux. Ob i e am como esul ado um meno núme o de ondas del a (a
a i idade del a do EEG é um indicado de sonolência) com o alo de iluminância supe io
(1700lux) o que signi ica que a luz b ilhan e em uma in luência sob e o sis ema ne oso cen al
deixando as pessoas em es ado de igília (Van Bommel & Van den Beld, 2004).
A subs i uição das lâmpadas incandescen es pelas de maio e iciência ene gé ica, lâmpadas
luo escen es compac as (LFC) e lâmpadas LED, de 2700 – 3000 K e com bom índice de
ep odução de co (80 ou mais) não ap esen a e ei os de dis ú bios ex as no nosso i mo co po al
e, po an o, na nossa saúde. Já as lâmpadas b anco- ias, de 4000 K, an o LFC como LED,
esul am numa maio dose biológica (e ei o não isual o al da luz) na o dem de 34%, o que
p o oca um en elhecimen o mais acen uado nos olhos, uma diminuição do es ado de ale a e do
bem-es a do indi íduo. Isso ambém oco e com as lâmpadas halógenas, mas da o dem de 30%
(Van Bommel W. , 2010).
Pa a in es iga os e ei os nas pessoas expos as à luz b anco-azulada du an e o ho á io de
abalho diu no em esc i ó ios, oi ealizado um es udo onde pa icipa am 104 pessoas que o am
expos as a duas condições de iluminação, du an e 4 semanas cada. Uma das condições consis ia
na exposição a luz b anco-azulada (17000K) e a ou a a luz b anca (4000K). Fo am u ilizados
ques ioná ios e escalas de classi icação pa a a alia es ado de ale a, humo , qualidade do sono,
desempenho, es o ço men al, do de cabeça e adiga ocula du an e as 8 semanas de in e enção.
Os esul ados ob idos mos a am que a iluminação com luz b anco-azulada nos esc i ó ios,
quando compa adas com esc i ó ios iluminados com luz b anca, em e ei os bené icos no es ado
de ale a diu no, desempenho, humo e adiga ocula , bem como na qualidade e du ação do sono
(Viola, James, Schlangen, & Dijk, 2008).
Expôs-se 16 pessoas a ês di e en es con igu ações de iluminação (lâmpadas luo escen es
compac as com paco e de luz de 40 lux a 6500 e a 2500 K e lâmpadas incandescen es de 40 lux a
3000 K) du an e duas ho as à noi e pa a in es iga se as lâmpadas luo escen es compac as
disponí eis no me cado com di e en es empe a u as de co êm impac o no es ado de ale a e no
desempenho cogni i o. Ficou demons ado que a espos a de ale a à luz polic omá ica à noi e
depende do comp imen o de onda, sendo a luz a 6500 K mais e icaz que a luz a 2500 e 3000 K
na edução do sono (maio sup essão da mela onina) e no aumen o do desempenho cogni i o,
especialmen e na ealização de a e as onde é exigido maio a enção. Nes e es udo, a exposição à
luz azulada aumen ou o bem-es a , o qual já oi ambém desc i o pa a exposição à luz na u al
azulada. Os esul ados mos a am que o es ado de ale a, bem-es a e desempenho cogni i o
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 15
podem se aumen ados en iquecendo-se a composição espec al da on e de luz com baixos
comp imen os de onda (azul), além de demons a que as lâmpadas luo escen es compac as
disponí eis no me cado causam impac o signi ica i o na isiologia ci cadiana e no desempenho
cogni i o (Chellappa, e al., 2011).
2.4.3 Sis emas de iluminação
Já em 1989 Wilkens, concluiu-se que algumas pessoas êm do es de cabeça de ido à lu uação
(pisca ) da iluminação a i icial. Es a lu uação é p o ocada pela alimen ação de 50 Hz das
lâmpadas luo escen es acionadas po balas os magné icos (e ei o licke ). As lâmpadas
luo escen es que uncionam com balas os ele ónicos, de al a equência, abalham a uns 30
kHz e, po an o, não p oduzem essa lu uação (Van Bommel & Van den Beld, 2004). Consegue-
se assim eduzi o núme o de casos de do es de cabeça u ilizando es es balas os ele ónicos.
Kulle e Laike (1998) es uda am o pad ão das ondas ce eb ais (EEG) de pessoas que abalham
num esc i ó io com lâmpadas luo escen es acionadas po balas os magné icos (50Hz) e com
lâmpadas luo escen es acionadas po balas os ele ónicos, de al a equência. Ao mesmo
empo, medi am a elocidade e e os come idos em a e as de lei u a. Com es a pesquisa
cons a a am que abalha com uma iluminação de 50 Hz a exci ação ce eb al (s esse) é maio , a
elocidade de abalho é ligei amen e supe io , mas os e os come idos são d as icamen e
supe io es (mais do dob o). De e-se, po an o, u iliza lâmpadas luo escen es acionadas po
balas os ele ónicos, de al a equência em ez de lâmpadas luo escen es acionadas po
balas os magné icos (50Hz) pa a limi a a exci ação ce eb al (s esse) e p omo e o bem-es a e
desempenho das pessoas (Van Bommel & Van den Beld, 2004).
Na Finlândia, numa emp esa que p oduz luminá ias oi ealizada uma pesquisa pa a in es iga o
que acon ece à p odu i idade, caso seja pe mi ido aos abalhado es con ola em o sis ema de
iluminação da a e a. Os alo es de iluminâncias selecionadas pelos abalhado es o am
ecomendados. Com es a pesquisa, cons a ou-se um aumen o da p odu i idade na o dem de 4,5%
(Juslén, Wou e s, & Tenne , 2007).
Em 2005, es ou-se em labo a ó io ês concei os di e en es de iluminação a i icial (Figu a 7).
Figu a 7 – Dis ibuição espec al da emissão da ene gia
Condição 1 – Sis ema de iluminação com dois componen es, com uma combinação ge al e uma
local mon ada na pa ede; Condição 2 - Sis ema de iluminação com dois componen es, com uma
combinação ge al e uma local pendu ada na pa ede; Condição 3 - Sis ema de iluminação com um
componen e, só iluminação ge al.
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
16 Es ado da a e
Os esul ados mos a am que os ês concei os de iluminação sa is azem os c i é ios isuais e não
isuais. Com as écnicas comuns, mas adap adas é possí el o nece uma quan idade su icien e
de iluminação e ical e c ia soluções de iluminação saudá eis (A ies, 2005).
2.4.4 Iluminação dinâmica
Segundo Van Bommel (2006), num ambien e de abalho, é necessá io p omo e ambien es de
ação assim como de elaxamen o. Isso consegue-se combinado a empe a u a de co e o ní el de
iluminação a i icial. Pela manhã, em ambien e echado a iluminação a i icial inicia-se com um
alo de iluminância ela i amen e al o e com es imulação – luz b anca- ia (6000K). Es a luz
ajuda a man e o i mo ci cadiano de 24 ho as, especialmen e nas egiões onde, nos meses de
in e no, as pessoas chegam ao abalho ainda de noi e/escu o. Na sequência, a luz g adualmen e
muda pa a b anco-quen e a um alo de iluminância mais baixo, o que aca e a economia de
ene gia. Po ol a do meio-dia, é p opo cionado um alo mínimo de iluminância (500 lux)
necessá io pa a as a i idades isuais, mas numa empe a u a de co b anco-quen e (3000 K) pa a
c ia um ambien e elaxan e. É impo an e p opo ciona es e ambien e elaxan e já que exis em
mui os esul ados cien í icos que mos am cla amen e o e ei o de ecupe ação na ho a do
almoço, com e ei os posi i os e du adou os no es ado de ale a e desempenho cogni i o no
pe íodo da a de. Após o almoço, é p opo cionado um o e aumen o no alo de iluminância e
da empe a u a de co (pa a b anco- io) pa a ea i a o co po. Du an e a a de, que o alo de
iluminância que a empe a u a de co , são g adualmen e eduzidos. No amen e, a edução no
alo de iluminância ge a economia de ene gia. Logo an es do inal do dia de abalho, um le e
impulso de luz b anco- ia é dado, po ém sem aumen a o alo de iluminância, pa a eca ega o
abalhado pa a e o na a casa. As empe a u as de co de 3000 e 6000 K são acilmen e ob idas
com as lâmpadas luo escen es, de índice de ep odução de co 80.
2.5 Medidas ge ais de p e enção
Pa a eduzi os iscos ligados à exposição dos abalhado es a iluminação inadequada du an e o
desempenho das suas unções, a legislação nacional incula os emp egado es a ado a em
medidas p e en i as (medidas écnicas de p o eção cole i a, de o ganização do abalho e de
p o eção indi idual) e de boas p a icas, pa a p e eni os e ei os noci os sob e a saúde (F ei as &
Co dei o, 2013).
2.5.1 Medidas écnicas
As medidas écnicas isam en ol e ou elimina o isco, isso inclui, en e ou as a aplicação das
seguin es medidas:
 Ní eis de iluminação nos pos os e locais de abalho de aco do com as a e as/a i idades
a execu a e as ca ac e ís icas das ins alações (a igo 14.º do Dec e o-lei nº 243/86 de 20
de Agos o);
 Implemen ação de um sis ema de iluminação a i icial que pe mi a uma iluminação
uni o me e cons an e, edução dos e lexos e do encandeamen o (a igo 14.º do Dec e o-
lei nº 243/86 de 20 de Agos o);
 Iluminação adequada das zonas de ci culação de pessoas, equipamen os de abalho,
escadas, co edo es e zonas écnicas (a igos 14.º e 15.º do Dec e o-lei nº 243/86 de 20 de
Agos o);
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 17
 Iluminação de eme gência das ins alações (a igos 14.º e 15.º do Dec e o-lei nº 243/86 de
20 de Agos o e Capí ulo II da Po a ia 1532/2008 de 29 de Dezemb o);
 E i a e lexos, a a és de iso e supe ícies do plano de abalho com ca a e ís icas an i-
e lexo (Po a ia nº 989/93 de 6 de Ou ub o);
 Disposição espacial e icien e dos componen es do pos o de abalho (Po a ia nº 989/93
de 6 de Ou ub o);
 Nos equipamen os do ados de iso (EDV) co e a colocação do iso , eclado e a o
sob e o plano de abalho (Po a ia nº 989/93 de 6 de Ou ub o);
 Supe ícies en id açadas com sis emas de egulação e con olo da en ada da luz na u al
(Po a ia nº 989/93 de 6 de Ou ub o);
 Manu enção das ins alações de iluminação (a igo 6.º Dec e o-lei nº 50/2005 de 25 de
Fe e ei o).
2.5.2 Medidas o ganizacionais
As medidas o ganizacionais isam a as a o Homem dos iscos, isso inclui:
 E e ua à a aliação pe iódica dos iscos p o issionais (a igo 15.º da Lei nº 102/2009 de
10 de Se emb o);
 A aliação pe iódica dos alo es de iluminância (a igo 15.º da Lei nº 102/2009 de 10 de
Se emb o);
 Ro a i idade dos abalhado es nas a e as que equei am maio acuidade isual (a igo
15.º da Lei nº 102/2009 de 10 de Se emb o e a igo 22.º do Dec e o-lei nº 243/86 de 20 de
Agos o);
 In oduzi pausas na ealização do abalho (a igo 15.º da Lei nº 102/2009 de 10 de
Se emb o e a igo 22.º do Dec e o-lei nº 243/86 de 20 de Agos o).
2.5.3 Medidas indi iduais
As medidas indi iduais, como o p óp io nome indica isa p o ege o Homem, isso inclui:
 Fo ma os abalhado es sob e os p ocedimen os e boas p a ica a ado a (a igos 15.º e
20.º da Lei nº 102/2009 de 10 de Se emb o e a igo 8.º do Dec e o-lei nº 349/93 de 1 de
Ou ub o);
 In o ma os abalhado es dos iscos associados a alo es de iluminação inadequados
(insu icien e ou excessi o) (a igos 15.º e 19.º da Lei nº 102/2009 de 10 de Se emb o e
a igo 8.º do Dec e o-lei nº 349/93 de 1 de Ou ub o);
 Vigilância médica e op omé ica da acuidade isual dos abalhado es (a igo 15.º da Lei
nº 102/2009 de 10 de Se emb o e a igo 7.º do Dec e o-lei nº 349/93 de 1 de Ou ub o).
2.6 Enquad amen o Legal e No ma i o
Não exis e legislação po uguesa especí ica ela i a à iluminação nos locais de abalho, a qual se
encon a dispe sa e abo dada em di e sos diplomas.
A Segu ança e Saúde do T abalho é egulamen ada pela Lei n.º 3/2014 de 28 de Janei o, p ocede
à segunda al e ação à Lei n.º 102/2009, de 10 de se emb o e pela Lei n.º 102/2009 de 10 de
Se emb o, que es abelece o Regime Ju ídico da P omoção da Segu ança e Saúde no T abalho
(a igos 3.º e 15.º).
Es as duas Leis êm como en oque o abalhado , encon ando-se bem isí el no a igo 15.º - “O
emp egado de e assegu a ao abalhado condições de segu ança e de saúde em odos os

Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
18 Es ado da a e
aspe os do seu abalho”. Es es diplomas aplicam-se a odas as a i idades, dos sec o es p i ado
ou coope a i o e social.
Os diplomas acima mencionados de em se complemen ados com o Dec e o-lei nº 243/86 de 20
de Agos o, que es abelece o Regulamen o Ge al de Higiene e Segu ança do T abalho, nos
es abelecimen os come ciais, esc i ó ios e se iços (a igos 14.º, 15.º, 16º e 17.º) e com a Po a ia
nº 987/93 de 6 de Ou ub o de 20 Agos o, e e en e às p esc ições mínimas de segu ança e de
saúde nos locais de abalho (a igo 8.º). Es es a igos ocam p incipalmen e a necessidade de
iluminação a i icial (complemen a ou exclusi a) quando iluminação na u al não o su icien e.
No abalho ealizado em sec e á ia de e-se ainda conside a o Dec e o-lei n.º 349/93, de 1 de
Ou ub o e a Po a ia nº 989/93, de 6 de Ou ub o, que es abelece as p esc ições mínimas de
segu ança e saúde espei an es ao abalho com equipamen os do ados de iso . Eles de inem
uma sé ie o ien ações com is a a p e eni os iscos p o issionais e a ga an i a p o eção da
saúde dos abalhado es.
Na ausência de legislação nacional especí ica, ado a-se os alo es indicados na no ma ISO
8995:2002 – Iluminação no in e io de locais de abalho, que de ine os alo es de iluminação
ecomendados pa a de e minadas a i idades/ a e as em unção do ipo de a e as desempenhadas
nos di e en es locais de abalho analisados, con o me abela 2.
Tabela 2 – Valo es de iluminância de inidos na no ma ISO 8995:2002
A i idade/ a e as
Em (lux)
Esc i ó ios
A qui o, o ocopias, ci culação, e c.
300
Esc i a, lei u a e p ocessamen o de dados
500
Sala de con e ências e de eunião
500
Desenho écnico
750
Receção
300
Á eas ge ais do edi ício
Consul ó io de a endimen o médico
500
Consul ó io de en e magem
500
2.7 Ap esen ação da emp esa
A emp esa em es udo p es a se iços na á ea da Higiene, Segu ança e Saúde no T abalho,
encon a-se sediada no dis i o de A ei o. Os locais de abalho que o es udo a a são
consul ó ios médicos e gabine es écnicos.
Como ecu sos humanos, a emp esa in eg a 13 uncioná ios.
Em e mos de ecu sos ísicos, a emp esa con a com uma á ea o al de ap oximadamen e
171,4m2.
Ca a e ização do espaço em es udo:
A ipologia do espaço de abalho na emp esa é a seguin e gabine es e um open-space. Pa a além
dos espaços e e idos, exis em ou os espaços comuns, como espaço de axes, de imp essão e de
o ocópias, sala de eunião/sala de o mação, espaço de e eição e laze .
Os pos os de abalho encon am-se dispos os de o ma indi idual (Figu as 8, 11, 12 e 13) e de
o ma combinada (Figu as 9 e 10). A o ma indi idual é um gabine e/consul ó io isolado. A
o ma combinada é o open-space, em que os pos os de abalho es ão o ganizados em ilhas, com
lo ação de 2 pos os de abalho po ilha.
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 19
Os pos os de abalho (gabine es écnicos) es ão equipados com uma sec e á ia (plano de
abalho), uma cadei a, um compu ado ixo ou mó el, um ele one, ma e ial di e so de papel e
ou os equipamen os que a iam de aco do com as necessidades indi iduais po gabine e. Em
edo desses pos os de abalho encon am-se ou os pos os de abalho, no caso do open-space,
supe ícies de sepa ação (biombos), supe ícies la e ais (pa edes), janelas, mó eis e mesas de
apoio (Figu as 9 e 10). No e o, encon am-se as luminá ias e as g elhas de en ilação.
Figu a 8 – Gabine e de con abilidade (P.T 10)
Figu a 9 – Open-space (inclui o P.T 1/2/3/4)
Figu a 10 – Open-space (inclui o P.T 5/6)
Os pos os de abalho (consul ó ios médicos e gabine e de en e magem) (Figu as 11, 12 e 13)
es ão equipados com uma sec e á ia (plano de abalho), uma cadei a, um compu ado ixo de
sec e á ia, um ele one, equipamen o médico e uma ma quesa po consul ó io. Em edo desses
pos os de abalho encon am-se as supe ícies la e ais (pa edes), la a ó io de mãos, janelas,
mó eis e mesas de apoio. No e o, encon am-se as luminá ias e as g elhas de en ilação.
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
20 Es ado da a e
Figu a 11 – Consul ó io Médico 1 (P.T 7)
Figu a 12 – Consul ó io Médico 2 (P.T 8)
Figu a 13 – Gabine e de en e magem (P.T 11)
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 21
3 OBJETIVOS, MATERIAIS E MÉTODOS
3.1 Obje i os
O obje i o des a disse ação é a alia a in luência das condições a mos é icas e es ações do ano
nas condições da iluminância.
3.2 Ma e iais e Mé odos
O es udo ealizado es á di idido em cinco componen es dis in as:
 Componen e p á ica da in es igação ealizada, que se concen a na aquisição e
a amen o de dados;
 Ap esen ação de esul ados;
 Discussão de esul ados;
 Suges ões de melho ia;
 Conclusões do es udo e as pe spe i as de desen ol imen o u u as.
A Figu a 14, esquema iza a sequência do desen ol imen o do abalho.
Figu a 14 – Esquema da me odologia u ilizada no desen ol imen o do abalho
Iniciou-se o p esen e abalho com uma e isão bibliog á ica no sen ido de p epa a uma
me odologia adequada com o obje i o es abelecido. Em seguida, e de aco do com o es abelecido,
ealiza am-se as medições da iluminância pa a a ob enção de dados (cujo a amen o se de e à
e isão bibliog á ica ealizada), bem como a in e p e ação dos seus esul ados. Po im, em
conjun o com as úl imas a ualizações cien í icas e jun o os esul ados de idamen e in e p e ados,
ap esen am-se suges ões de melho ia assim como as conclusões e pe spe i as de
desen ol imen o u u as.

E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 29
4 RESULTADOS
Nes e capí ulo se ão ap esen ados os esul ados ob idos po dia em cada um dos pon os de
amos agem ( igu a 16). As medições o am ealizadas du an e ês dias em cada época (in e no
/ p ima e a) e ao longo dos dias sob di e en es combinações, de o ma a ob e pe is
compa á eis en e si, e no sen ido de de e mina a melho al e na i a, em elação a gabine es
semelhan es.
Os esul ados se ão ap esen ados sob a o ma de abelas com uma escala colo imé ica ( abela 5)
pa a acili a as in e p e ações.
Tabela 5 – Escala Colo imé ica u ilizada nas abelas dos pon os de amos agem
Escala colo imé ica (lux)
 100
[100; 200[
[200; 400[
[400; 500[
[500; 1000[
[1000; 2000[
>2000
A abela 6 ap esen a as condições a mos é icas do dia 24/01/2014 (época de in e no)3:
Tabela 6 – Condições a mos é icas no dia 24/01/2014
Da a da amos agem: 24/01/14
Ho a
Tempo
T (ºC)
P ecipi ação (%)
H (%)
Ven o (km/h)
08:00
Mui o nublado
11
40
95
6
09:00
Mui o nublado
11
40
90
6
10:00
Mui o nublado
11
30
85
3
11:00
Pa cialmen e nublado
12
20
70
2
12:00
Pa cialmen e nublado
12
20
70
2
13:00
Pa cialmen e nublado
12
20
70
2
14:00
Mui o nublado
12
40
71
3
15:00
Mui o nublado
13
30
72
3
16:00
Mui o nublado
13
30
72
3
17:00
Mui o nublado
13
30
72
3
As abelas 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16 e 17 ap esen am os esul ados ob idos no dia
24/01/2014 em cada pos o de abalho.
 PT1
Tabela 7 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT1 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:3
0
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
163
174
256
432
445
467
322
301
283
162
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
75
80
101
115
228
236
228
119
96
69
3 h ps://www.google.p /#q=me e eologia+o a , acedido em 24/01/2014.
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
30 T a amen o e Análise de Dados
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:3
0
16:30
17:30
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
132
133
150
149
149
148
148
148
143
128
 PT2
Tabela 8 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT2 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
173
184
266
444
455
477
332
299
293
172
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
66
83
111
125
239
246
238
129
102
89
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
142
143
161
158
159
158
158
158
154
137
 PT3
Tabela 9 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT3 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
161
170
246
413
422
451
314
299
273
159
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
65
78
99
110
218
227
218
111
86
68
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
130
130
148
138
138
137
137
136
132
120
 PT4
Tabela 10 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT4 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
172
195
256
333
475
487
342
300
283
162
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
67
80
101
115
221
229
220
118
88
78
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
133
133
150
154
154
153
154
152
134
121
Os pos os de abalho 1, 2, 3 e 4 ap esen am alo es de iluminância ao longo do dia mui o
semelhan es pois es ão o ien ados a poen e. Exis e uma al u a do dia, en e as 11:30 e as 13:30
que os pos os de abalho quase conseguem a ingi os ní eis ecomendados pela no ma.
 PT5
Tabela 11 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT5 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 31
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
121
121
141
141
214
212
213
213
190
106
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
6
24
51
90
108
113
128
131
112
9
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
120
122
125
127
115
117
115
113
114
104
 PT6
Tabela 12 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT6 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
82
90
103
125
130
113
122
120
113
81
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
1
7
33
38
44
62
77
75
67
2
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
93
96
99
100
90
97
95
94
86
91
Os pos os de abalho 5 e 6 es ão o ien ados a no e. Com qualque uma das condições, ambos os
pos os de abalho ap esen am alo es de iluminância mui o baixos.
 PT7
Tabela 13 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT7 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
151
156
165
172
184
191
202
214
199
140
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
8
23
64
70
65
119
124
85
51
7
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
146
150
180
164
174
180
183
182
177
137
 PT8
Tabela 14 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT8 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
143
149
151
162
172
161
191
203
184
123
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
0
1
2
3
3
3
2
1
1
0
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
139
147
149
153
164
157
180
115
172
120
A condição de lâmina abe a e luz desligada ap esen a alo es de iluminância ao longo do dia
mui o baixos ( alo es que a iam en e o ze o e o ês) pois não em p a icamen e nenhuma
con ibuição da iluminação na u al.
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
32 T a amen o e Análise de Dados
 PT9
Tabela 15 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT9 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
148
155
154
156
178
187
175
142
159
126
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
0
1
2
3
3
3
2
2
1
0
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
140
150
152
149
176
184
171
142
159
125
Os alo es de iluminância ob idos êm apenas a con ibuição da iluminação a i icial, daí os
alo es ob idos com as condições co ina de lâmina abe a e luz ligada e co ina de lâmina
echada e luz ligada se em mui o semelhan es.
 PT10
Tabela 16 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT10 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
143
144
174
187
169
179
180
193
145
122
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
2
10
41
51
36
37
39
5
3
0
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
137
138
141
145
138
151
159
165
145
125
Es e pos o de abalho apesa de es a o ien ado a nascen e não bene icia de iluminação na u al
di e a.
 PT11
Tabela 17 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT11 ao longo do dia – 24/01/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
194
225
340
310
301
261
252
241
236
175
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
10
48
121
124
120
149
127
62
21
4
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
188
216
273
208
204
206
208
199
190
179
A abela 18 ap esen a as condições a mos é icas do dia 28/03/2014 (época de in e no)4:
Tabela 18 – Condições a mos é icas no dia 28/03/2014
Da a da amos agem: 28/ 03/14
4 h ps://www.google.p /#q=me e eologia+o a , acedido em 28/03/2014.
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 33
Ho a
Tempo
T (ºC)
P ecipi ação (%)
H (%)
Ven o (km/h)
08:00
Chu a aca (céu encobe o)
10
30
90
0
09:00
Chu a aca (céu encobe o)
10
30
90
0
10:00
Chu a aca (céu encobe o)
11
30
88
2
11:00
Pa cialmen e nublado
11
30
85
2
12:00
Nublado
13
50
82
6
13:00
Nublado
14
50
69
8
14:00
Nublado
17
50
61
2
15:00
Nublado
17
40
57
5
16:00
Pa cialmen e nublado
18
40
48
3
17:00
Pa cialmen e nublado
13
40
69
10
As abelas 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28 e 29 ap esen am os esul ados ob idos no dia
28/03/2014 em cada pos o de abalho.
 PT1
Tabela 19 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT1 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
221
244
304
451
461
474
348
312
298
230
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
86
91
147
295
310
321
200
161
153
99
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
132
134
149
150
150
149
148
148
142
128
 PT2
Tabela 20 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT2 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
231
246
308
459
479
481
352
330
308
239
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
89
93
145
297
315
323
202
167
153
101
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
141
142
159
159
160
158
157
156
154
137
 PT3
Tabela 21 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT3 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
211
238
292
433
458
454
335
289
275
222
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
78
83
136
285
308
311
196
152
144
96
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
129
131
148
137
140
138
136
135
131
120

Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
34 T a amen o e Análise de Dados
 PT4
Tabela 22 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT4 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
233
252
311
461
481
483
358
334
310
241
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
90
94
148
299
318
326
206
171
156
103
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
133
134
151
153
154
153
153
152
133
121
 PT5
Tabela 23 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT5 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
135
162
193
239
257
246
232
216
214
133
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
12
35
65
111
138
119
106
102
98
18
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
115
116
117
120
124
122
121
114
113
104
 PT6
Tabela 24 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT6 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
102
118
156
162
180
160
159
155
137
102
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
5
12
47
58
76
62
59
56
45
9
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
95
98
99
100
102
98
96
95
88
91
 PT7
Tabela 25 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT7 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
160
187
268
273
311
300
292
284
266
159
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
13
31
68
92
120
117
104
95
71
17
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
145
152
182
169
181
175
187
185
184
140
 PT8
Tabela 26 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT8 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 35
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
142
151
153
156
171
161
148
137
125
120
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
1
1
2
3
4
3
2
1
1
0
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
140
148
150
152
165
157
144
136
123
120
 PT9
Tabela 27 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT9 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
142
147
151
157
180
187
173
145
131
124
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
1
1
2
3
4
3
2
2
1
0
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
140
145
148
152
175
183
170
142
130
124
 PT10
Tabela 28 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT10 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
Condições
08:3
0
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
144
154
187
193
198
197
190
159
153
127
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
3
12
44
46
48
46
41
13
8
1
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
139
140
142
146
150
151
149
146
144
126
 PT11
Tabela 29 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT11 ao longo do dia – 28/03/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
210
256
349
374
414
365
314
277
228
188
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
12
52
124
127
130
129
125
76
37
10
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
197
204
224
247
283
237
216
200
191
178
A abela 30 ap esen a as condições a mos é icas do dia 01/04/2014 (época de in e no)5:
Tabela 30 – Condições a mos é icas no dia 01/04/2014
Da a da amos agem: 01/ 04/14
Ho a
Tempo
T (ºC)
P ecipi ação (%)
H (%)
Ven o (km/h)
5 h ps://www.google.p /#q=me e eologia+o a , acedido em 01/04/2014.
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
36 T a amen o e Análise de Dados
Da a da amos agem: 01/ 04/14
Ho a
Tempo
T (ºC)
P ecipi ação (%)
H (%)
Ven o (km/h)
08:00
Chu a aca (céu encobe o)
13
60
91
18
09:00
Chu a aca (céu encobe o)
13
60
93
6
10:00
Chu a aca (céu encobe o)
12
60
95
5
11:00
Chu a aca (céu encobe o)
13
60
90
5
12:00
Chu a aca (céu encobe o)
14
60
89
5
13:00
Chu a aca (céu encobe o)
14
60
88
6
14:00
Chu a aca (céu encobe o)
15
60
88
6
15:00
Chu a aca (céu encobe o
15
60
86
5
16:00
Chu a aca (céu encobe o)
14
60
90
8
17:00
Chu a aca (céu encobe o)
14
60
92
5
As abelas 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40 e 41 ap esen am os esul ados ob idos no dia
01/04/2014 em cada pos o de abalho.
 PT1
Tabela 31 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT1 ao longo do dia – 01/04/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
221
244
304
451
474
461
348
312
298
230
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
88
92
144
291
311
309
187
156
150
97
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
133
134
149
149
150
148
148
147
142
128
 PT2
Tabela 32 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT2 ao longo do dia – 01/04/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
232
246
309
459
482
480
365
330
309
241
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
90
95
147
298
325
316
203
168
155
103
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
141
143
158
159
160
158
157
156
153
137
 PT3
Tabela 33 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT3 ao longo do dia – 01/04/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
211
238
292
433
458
455
331
291
274
240
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
79
86
137
286
310
313
196
152
140
96
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
129
130
148
137
140
138
137
135
132
120
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 37
 PT4
Tabela 34 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT4 ao longo do dia – 01/04/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
235
253
310
463
486
481
367
333
313
244
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
89
94
150
302
328
319
205
170
157
105
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
134
135
151
154
155
153
152
151
134
121
 PT5
Tabela 35 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT5 ao longo do dia – 01/04/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
135
160
188
236
277
260
233
219
215
136
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
22
37
65
114
147
135
109
105
102
26
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
114
115
118
120
125
122
121
113
112
104
 PT6
Tabela 36 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT6 ao longo do dia – 01/04/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
102
118
156
162
180
160
159
155
137
102
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
6
14
50
61
78
64
59
58
46
8
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
94
99
100
101
103
97
96
95
87
90
 PT7
Tabela 37 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT7 ao longo do dia – 01/04/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
164
207
269
277
319
304
299
285
267
169
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
15
48
80
102
131
122
111
99
77
28
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
147
153
184
170
182
176
188
185
183
141
 PT8
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
44 T a amen o e Análise de Dados
Tabela 61 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT7 ao longo do dia – 13/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
272
312
356
367
399
534
647
1162
1188
1103
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
126
163
175
202
228
354
465
980
1012
966
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
144
148
179
164
172
180
182
180
176
136
 PT8
Tabela 62 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT8 ao longo do dia – 13/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
150
158
161
167
177
170
196
145
223
150
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
12
12
13
14
15
16
16
31
52
30
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
137
146
147
153
162
155
180
114
171
119
 PT9
Tabela 63 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT9 ao longo do dia – 13/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
147
160
163
161
190
197
184
152
167
134
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
9
11
12
14
16
13
12
11
10
10
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
138
149
151
147
174
183
170
140
157
123
 PT10
Tabela 64 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT10 ao longo do dia – 13/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
179
213
274
319
308
271
267
260
230
207
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
43
76
133
177
169
121
108
96
88
83
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
135
137
140
143
137
150
158
163
143
123
 PT11
Tabela 65 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT11 ao longo do dia – 13/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30

E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 45
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
603
646
646
563
509
402
382
366
331
312
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
415
431
372
356
307
197
176
169
142
134
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
186
214
272
207
202
203
207
197
188
177
A abela 66 ap esen a as condições a mos é icas do dia 14/06/2014 (época de p ima e a)8:
Tabela 66 – Condições a mos é icas no dia 14/06/2014
Da a da amos agem: 14/ 06/14
Ho a
Tempo
T (ºC)
P ecipi ação (%)
H (%)
Ven o (km/h)
08:00
Céu limpo
11
0
94
2
09:00
Céu limpo
14
0
85
4
10:00
Céu limpo
16
0
78
5
11:00
Céu limpo
18
0
77
8
12:00
Céu limpo
20
0
68
10
13:00
Céu limpo
21
0
64
13
14:00
Céu limpo
24
0
46
6
15:00
Céu limpo
26
0
47
10
16:00
Céu limpo
25
0
47
10
17:00
Céu limpo
25
0
46
11
As abelas 67, 68, 69, 70, 71, 72, 73, 74, 75, 76 e 77 ap esen am os esul ados ob idos no dia
14/06/2014 em cada pos o de abalho.
 PT1
Tabela 67 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT1 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
512
527
646
682
840
1116
1714
3987
4908
4768
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
382
394
496
533
691
969
1567
3842
4767
4641
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
130
131
148
147
148
147
146
145
141
125
 PT2
Tabela 68 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT2 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
502
588
723
728
951
1172
1767
4155
5380
4165
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
362
445
562
573
792
984
1610
3998
5228
4030
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
140
141
159
157
158
156
156
155
152
134
8 h ps://www.google.p /#q=me e eologia+o a , acedido em 14/06/2014.
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
46 T a amen o e Análise de Dados
 PT3
Tabela 69 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT3 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
430
543
712
724
813
1060
1783
4091
5400
4526
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
300
413
566
587
678
923
1649
3954
5268
4132
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
128
129
145
136
136
137
134
135
131
120
 PT4
Tabela 70 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT4 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
470
559
815
826
999
1383
2242
6424
7520
5365
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
338
426
664
672
846
1231
2087
6275
7386
5243
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
131
132
149
153
152
152
151
150
133
119
 PT5
Tabela 71 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT5 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
243
230
318
353
466
563
679
762
826
687
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
124
178
192
224
351
446
564
649
712
585
Co ina de lâmina echada
e luz ligada
119
121
124
126
113
116
114
113
112
102
 PT6
Tabela 72 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT6 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
192
215
232
246
242
2734
304
361
402
339
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
100
118
133
146
152
177
205
268
316
249
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
91
96
97
100
88
96
95
92
85
90
 PT7
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 47
Tabela 73 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT7 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
292
336
383
385
419
569
678
1175
1303
1135
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
147
186
203
222
246
389
494
995
1126
997
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
143
148
179
163
171
181
182
180
175
135
 PT8
Tabela 74 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT8 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
152
160
161
170
179
175
199
211
229
160
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
13
14
15
17
17
19
20
36
56
41
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
137
145
146
152
162
155
179
174
171
119
 PT9
Tabela 75 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT9 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
148
162
165
162
190
196
182
150
167
132
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
10
12
13
14
15
12
11
10
10
9
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
138
149
151
147
174
183
170
140
156
123
 PT10
Tabela 76 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT10 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
194
227
286
334
333
277
258
260
233
209
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
56
88
144
188
195
129
99
96
89
86
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
136
137
140
144
137
148
157
164
142
123
 PT11
Tabela 77 – Valo es de iluminância na á ea da a e a do PT11 ao longo do dia – 14/06/2014
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
48 T a amen o e Análise de Dados
Ho a
Condições
08:30
09:30
10:30
11:30
12:30
13:30
14:30
15:30
16:30
17:30
Co ina de lâmina abe a e
luz ligada
625
679
658
528
514
407
392
365
341
324
Co ina de lâmina abe a e
luz desligada
436
461
385
318
311
201
183
175
151
147
Co ina de lâmina echada e
luz ligada
186
215
272
207
202
203
206
187
189
177
Seguidamen e ap esen a-se as espos as p incipais ao ques ioná io de a aliação das condições de
abalho e pe ceção dos abalhado es. Op ou-se pela ap esen ação das espos as em o ma de
abelas ( abelas 78 e 79) po que o núme o de abalhado es é mui o eduzido.
Tabela 78 – Respos as ao ques ioná io
La e alidade
Tempo de
T abalho ao
compu ado
Ao longo do dia
abalho ealiza
pausas de abalho
Du ação
pausa
(min.)
A linha de isão
encon a-se…
U iliza óculos
(len es de
con a o)
T ab. 1
Dex o
6h a 8h
2 em 2 ho as
15
Coincide da pa e
supe io do moni o
Sim
T ab. 2
Dex o
6h a 8h
2 em 2 ho as
15
Abaixo da pa e
supe io do moni o
Não
T ab. 3
Dex o
6h a 8h
3 em 3 ho as
2
Coincide da pa e
supe io do moni o
Sim
T ab. 4
Dex o
6h a 8h
Nunca ealiza
0
Acima da pa e
supe io do moni o
Não
T ab. 5
Dex o
6h a 8h
2 em 2 ho as
10
Coincide da pa e
supe io do moni o
Sim
T ab. 6
Dex o
6h a 8h
2 em 2 ho as
15
Coincide da pa e
supe io do moni o
Não
T ab. 7
Dex o
6h a 8h
3 em 3 ho as
10
Coincide da pa e
supe io do moni o
Não
Tabela 79 – Respos as ao ques ioná io (con inuação)
Du an e/após o seu dia de abalho
sen e…
O seu pos o de
abalho em
somb as, onde?
O seu pos o de
abalho em
e lexos, onde?
Os e lexos são
de ido a…
A iluminação
no seu pos o de
abalho é…
T ab. 1
Cansaço nos olhos /Visão nublada/
Di iculdade em oca / Do es
muscula es (pescoço)
Moni o do
compu ado
Supe ícies
en id açadas e
supe ícies
b ilhan es
Su icien e
T ab. 2
Cansaço nos olhos /Visão nublada/
Olhos secos / Do es muscula es
(coluna)
Moni o do
compu ado
Su icien e
T ab. 3
Cansaço nos olhos /Visão nublada/
Di iculdade em oca / Dis ú bios
gas oin es inais/ Pe u bações do
sono/ I i abilidade/ Al e ações de
humo / Do es muscula es (coluna)
Sec e á ia/moni o
do compu ado /
eclado
Supe ícies
b ilhan es
Su icien e
T ab. 4
Pe u bações do sono/ I i abilidade/
Al e ações de humo / Do es
muscula es (pe nas)
Sec e á ia/moni o
do compu ado /
eclado
Sec e á ia
Insu icien e
T ab. 5
Su icien e
T ab. 6
Cansaço nos olhos /Hipe sensilidade
à luz/ Di iculdade em oca /
I i abilidade
Sec e á ia/moni o
do compu ado /
eclado
Sec e á ia/moni o
do compu ado /
eclado
Supe ícies
en id açadas
Su icien e
T ab. 7
Cansaço nos olhos
Sec e á ia
Su icien e
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 49
Como se pode obse a nas abelas 78 e 79, alguns abalhado es já u ilizam óculos (len es de
con a o) e a g ande maio ia dos abalhado es já ap esen am sin omas de adiga isual. É
necessá io implemen a apidamen e medidas co e i as de o ma a não ag a a esses sin omas.

E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 51
5 DISCUSSÃO DE RESULTADOS
Nes e capí ulo se ão analisados e discu idos os esul ados ob idos nos di e en es pos os de
abalho. A discussão se á ei a ag upando os pos os de abalho com as mesmas ca ac e ís icas.
 PT1/ PT2/ PT3/ PT4
Es es pos os de abalho es ão o ien ados a poen e, as disposições das cadei as é que são
di e en es. A iluminação na u al az-se sen i com mais in ensidade du an e a a de e meno
du an e a manhã (o que es á pe ei amen e de aco do com o mo imen o do sol, o pe íodo de
insolação das achadas e com os esul ados ob idos).
O PT1 possui ês p oje o es embu idos no e o posicionados linea men e. Cada p oje o é
compos o po duas lâmpadas (as ca ac e ís icas das lâmpadas encon am-se disc iminadas no
pon o 3.2.2) sendo que um dos p oje o es encon a-se com ambas as lâmpadas undidas. Em
elação à posição das luminá ias/linha de isão, es as encon am-se a ás do plano de abalho.
Em elação à posição das janelas/linha de isão, es as encon am-se la e almen e ao plano de
abalho, à esque da ( igu a 17) e à en e do plano de abalho (ap oximadamen e a 5m) ( igu a
18).
Figu a 17 – Posição das janelas/linha de isão – la e al, à esque da
Figu a 18 – Posição das janelas/linha de isão - en e
O PT2 possui cinco p oje o es embu idos no e o posicionados, dois p oje o es à en e do plano
de abalho e ês p oje o es a ás do plano de abalho. Cada p oje o é compos o po duas
lâmpadas sendo que um dos p oje o es posicionados a ás do plano de abalho encon a-se com
ambas as lâmpadas undidas. Em elação à posição das janelas/linha de isão, es as encon am-se
la e almen e ao plano de abalho, à di ei a ( igu a 19) e a ás do plano de abalho
(ap oximadamen e a 4m) ( igu a 18).
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
52 Discussão dos Resul ados
Figu a 19 – Posição das janelas/linha de isão – la e al, à di ei a
O PT3 possui cinco p oje o es embu idos no e o posicionados dois p oje o es à en e do plano
de abalho e ês p oje o es a ás do plano de abalho. Cada p oje o é compos o po duas
lâmpadas sendo que dois dos p oje o es posicionados a ás e o da en e do plano de abalho
encon am-se com ambas as lâmpadas undidas. Em elação à posição das janelas/linha de isão,
es as encon am-se la e almen e ao plano de abalho, à esque da e à en e do plano de abalho
(ap oximadamen e a 3m) ( igu a 20).
Figu a 20 – Posição das janelas/linha de isão – la e al, à esque da e en e
O PT4 possui ês p oje o es embu idos no e o posicionados linea men e. Cada p oje o é
compos o po duas lâmpadas sendo que um dos p oje o es encon a-se com ambas as lâmpadas
undidas. Em elação à posição das luminá ias/linha de isão, um dos p oje o es encon a-se po
cima do plano de abalho e os ou os dois la e almen e ao plano de abalho. Em elação à
posição das janelas/linha de isão, es as encon am-se la e almen e ao plano de abalho, à di ei a
e a ás do plano de abalho ( igu a 21).
E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 53
Figu a 21 – Posição das janelas/linha de isão – la e al, à di ei a e a ás
Es as in o mações o am ecolhidas a pa i da checklis de (C a o, 2013).
De aco do com o de inido na ISO 8995:2002, o alo de iluminância ecomendado pa a
a i idades de esc i ó io é de 500 lux. Após a ealização das medições du an e os ês dias na
época de in e no ao longo do dia, cons a a-se que com qualque uma das condições os alo es
ob idos encon am-se abaixo do alo ecomendado na no ma, não ga an indo as condições de
iluminação adequadas. Especialmen e nes a época de e-se complemen a a iluminação na u al
com a a i icial de o ma a a ingi os alo es de iluminância ecomendados, con o me e e ido
nos es udos desen ol idos po A ies (2005). Pode-se e i ica , no en an o, que com a condição
co ina de lâmina abe a e luz ligada, en e as 11:30 e as 13:30, os alo es ob idos ap oximam-se
mui o dos ecomendados, não sendo po an o mui o c í ico.
A condição co ina echada e luz ligada no pe íodo de in e no, a amen e é usada pelos
abalhado es, segundo os uncioná ios é ag adá el olha pa a o ex e io ao longo do dia de
abalho pe mi indo-lhes assim ealiza em pequenas pausas con ibuindo posi i amen e pa a a
saúde dos olhos. Pe an e a si uação desc i a pelos uncioná ios, pode-se a e i que ai de
encon o aos es udos e e uados po Ribei o (2006) e po Nicol, Wilson, & Chianca ella (2006),
ambém eles cons a a am que a p esença de janelas é um a o es imulan e pois p opo ciona o
con a o isual com o ex e io e pe mi e aos olhos elaxa em.
Na época de p ima e a, com a condição co ina de lâmina echada e luz ligada, cons a a-se que a
iluminação a i icial não ga an e o mínimo necessá io. No en an o, com as ou as duas
condições, e i ica-se que em de e minadas ho as do dia os alo es encon am-se acima dos
ecomendados pela no ma, ga an indo as condições de iluminação adequadas. É de espe a que
na época de e ão os alo es de iluminação aumen em ainda mais.
Valo es de iluminação mui o ele ados (acima de 1000lux) são ge almen e desaconselhá eis
po que aumen am o isco de e lexos p ejudiciais, somb as mui o ca egadas e con a as es
excessi os (Miguel, 2014). O isco de e lexo é sen ido pela maio ia dos abalhado es no
moni o do compu ado de ido às supe ícies en id açadas. No en an o, de aco do com A ies
(2005) pa a exis i uma iluminação di a saudá el (que enha em a enção os c i é ios isuais e não
isuais) é necessá io a ingi 500 lux de iluminância no plano de abalho e alo es supe io es a
1000 lux no plano e ical. Es es al os alo es de iluminância e ical, segundo a in es igado a
p o ocam meno es ní eis de adiga, aumen a a concen ação e a enção, consequen emen e
melho a o desempenho na execução do abalho.
Os sin omas mencionados pelos abalhado es du an e/após o dia de abalho (cansaço nos olhos,
isão nublada, di iculdade em oca , olhos secos, do es muscula es (pescoço, coluna),
i i abilidade, al e ações de humo ) e le em os e ei os de uma iluminação inadequada no plano
de abalho (C espo & Dapena, 2005). Pa a o alí io des es sin omas os abalhado es do PT1 e
PT2 ealizada pausas de 2 em 2 ho as, com uma du ação de 15 minu os e o abalhado do PT3
ealizada pausas de 3 em 3 ho as, com uma du ação de ap oximadamen e 2 minu os.
 PT5/ PT6
Es es pos os de abalho es ão o ien ados a no e.
O PT5 possui dois p oje o es embu ido no e o posicionados linea men e. Cada p oje o é
compos o po duas lâmpadas sendo que um dos p oje o es encon a-se com ambas as lâmpadas
undidas. Em elação à posição das luminá ias/linha de isão, um dos p oje o es encon a-se po
cima do plano de abalho (co esponde ao p oje o com as lâmpadas undidas) e o ou o
la e almen e ao plano de abalho. Em elação à posição das janelas/linha de isão, es as
encon am-se em en e ao plano de abalho e la e almen e ao plano de abalho, à esque da
(ap oximadamen e a 3m) ( igu a 22).
Mes ado em Engenha ia de Segu ança e Higiene Ocupacionais
60 Discussão dos Resul ados
 Os abalhado es podem op a pela ealização ou não de pausas no abalho, sendo a
du ação à conside ação de cada um, con o me se pode obse a pelas espos as dadas no
ques ioná io.
Pode-se conclui com es e es udo que as condições a mos é icas e as es ações do ano
in luenciam os esul ados da iluminância, ou seja, na época de in e no como exis e uma meno
in luência da iluminação na u al no ambien e de abalho in e io os alo es de iluminância são
mais baixos o que esul a num es o ço isual ac escido, na época de p ima e a es a endência
in e e-se.
Ou a conclusão a e i a é que exis e uma elação en e a iluminação e a capacidade pa a o
abalho, ou seja, condições de iluminação adequadas conduzem ao inc emen o da capacidade de
abalho.
Em suma, de e exis i um equilíb io en e os sis emas de iluminação (na u al e a i icial). Esse
equilíb io em e ei os bené icos na manu enção do bem-es a ísico, men al e social dos
abalhado es con ibuindo assim pa a ele a o ní el de desempenho e p odu i idade.
Es e es udo p e ende con ibui pa a melho ia das condições de iluminação nos locais de abalho
com a i idade de esc i ó io, bem como minimiza os e ei os p o ocados po uma iluminação
inadequada.

E ei os da iluminância em abalho ealizado em sec e á ia
Hen iques, Ma ia 61
7.2 Limi ações
No desen ol imen o do p esen e abalho o am encon adas algumas limi ações, nomeadamen e
a dimensão da amos a (mui o eduzida) e poucos es udos disponí eis de iluminação em
esc i ó ios que enham em conside ação os c i é ios isuais e não isuais.
7.3 Pe spe i as u u as
É semp e impo an e, após a ealização de qualque abalho, conside a as p opos as de melho ia
ap esen adas e, pos e io men e, a e igua se a sua implemen ação p oduziu os e ei os desejados.
Se ia ambém in e essan e desen ol e um es udo sob e as condições e gonómicas em abalho
ealizado em sec e á ia e de que o ma é que es a se elaciona com as condições de iluminação
com base nos c i é ios isuais e não isuais (ques ioná io de A ies (2005)).
Hen iques, Ma ia 63
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1
ANEXOS

2
Anexo 1- Checklis
3
4
5
Anexo 2 – Ques ioná io