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Papéis da equipa de Cuidados de Saúde Primários nos Cuidados aos Idosos

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Papéis da equipa de Cuidados de Saúde Primários nos Cuidados aos Idosos

Author: Ana Filipa Soares de Albergaria Barbosa
Year: 2014
DOI: 10.34626/gedr-hm11
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/72985/2/28962.pdf
2013/2014
Ana Filipa Soa es de Albe ga ia Ba bosa
Papéis da equipa de Cuidados de Saúde
P imá ios no Cuidado aos idosos
ma ço, 2014
Mes ado In eg ado em Medicina
Á ea: Clínica Ge al
T abalho e e uado sob a O ien ação de:
D . Manuel José Viana Gonçal es da Cos a
T abalho o ganizado de aco do com as no mas da
Re is a Po uguesa de Medicina Ge al e Familia
Ana Filipa Soa es de Albe ga ia Ba bosa
Papéis da equipa de Cuidados de Saúde
P imá ios nos cuidados aos idosos
ma ço, 2014
Aos meus a ós, duas es elinhas no céu a olha po mim:
ao bondoso e ca inhoso A ô Paizinho;
ao A ô Nando, o e dadei o pa ia ca, que e ia mui o
o gulho em me e médica (es á quase!).
Às minhas a ós:
à A ó Nanda, a elhinha mais o inha do mundo;
à amo osa A ó Mãezinha, semp e a o ce pela
minha elicidade.
Aos meus pais, po me da em semp e udo deles,
po odo o amo , po odas as opo unidades, po
oda a con iança, po odo o incen i o,
semp e!

1
Papéis da equipa de Cuidados de Saúde P imá ios nos cuidados aos idosos
Ana Filipa Ba bosa1, D . Manuel Viana2
1Es udan e do 6º ano de Medicina, Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o,
Po o, Po ugal.
2Assis en e g aduado de Medicina Ge al e Familia na Unidade de Saúde Familia de São
João e assis en e con idado de Medicina Comuni á ia na Faculdade de Medicina do Po o,
Po o, Po ugal.
2
Au o co esponden e:
Ana Filipa Ba bosa
Tele one: 919904447
E-mail: [email p o ec ed] ou [email p o ec ed]
Mo ada: Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o, Alameda P o esso He nâni
Mon ei o, 4200 - 319 Po o, PORTUGAL
3
Papéis da equipa de Cuidados de Saúde P imá ios nos cuidados aos idosos
The ole o he P ima y Heal hca e eam in he ca e o he elde ly
RESUMO
Obje i os: comp eende qual a melho abo dagem do idoso pela equipa de cuidados de
saúde p imá ios de manei a a p omo e a melho ia da sua saúde e do seu bem-es a .
Fon es de dados: Base de dados PubMed e UpToDa e e páginas da Di eção-Ge al de Saúde
e Ins i u o Nacional de Es a ís ica.
Mé odos de Re isão: Pesquisa de a igos u ilizando os e mos MeSH: a aliação ge iá ica e
idoso ágil. Incluídos es udos publicados nos úl imos dez anos, ealizados em doen es
idosos nos cuidados de saúde p imá ios. Excluídos es udos exclusi os em idosos em
in e namen o hospi ala e em idosos com canc o.
Resul ados: Fo am encon ados 49 a igos que cump iam os c i é ios de inclusão, que
e idencia am que o gold-s anda d da in e enção ge iá ica é a a aliação ge iá ica
in eg al (AGI), um modelo de cuidados aos idosos que con as a com o modelo biomédico
adicional, sendo mul idimensional e compos a po uma equipa in e disciplina . Es a
a aliação de e se ealizada em á ios domínios, endo especial a enção aos sínd omes
ge iá icos como a demência, a dep essão, as al e ações do es ado uncional, a
malnu ição, as al e ações senso iais, a incon inência u iná ia, as quedas e o con ex o
social do idoso. E e uada co e amen e, po exemplo a a és de ins umen os alidados,
p opo ciona cuidados de saúde mais e icazes e ap op iados a g upos ulne á eis de
idosos, como os ágeis e dependen es, que de ou a o ma pode iam ecebe a amen os
insu icien es ou po encialmen e insegu os e desadequados, ais como o enca niçamen o
e apêu ico.
Conclusões: A equipa de cuidados de saúde p imá ios em um papel undamen al nos
cuidados aos idosos, sob e udo nos ágeis e dependen es. Con udo a AGI é ainda pouco
conhecida e aplicada. É necessá io desen ol e o mas de aumen a a consciencialização
dos clínicos pa a a saúde dos idosos e aumen a o conhecimen o sob e a AGI, de manei a
a p omo e o seu uso pa a uma melho ia dos cuidados de saúde p imá ios aos idosos e
consequen emen e uma melho ia do seu bem-es a e qualidade de ida.
Pala as cha e: A aliação ge iá ica, cuidados de saúde p imá ios, idoso, idoso ágil
4
ABSTRACT
Objec i es: To unde s and he bes app oach o he elde ly by he p ima y heal hca e
eam in o de o p omo e he imp o emen o hei quali y o li e and hei well-being.
Da a sou ce: Da a basis PubMed and UpToDa e and homepages o he Di ec o a e-
Gene al o Heal h and S a is ics Po ugal.
Me hods: Resea ch o a icles using he MeSH e ms: ge ia ic assessmen and ail
elde ly. S udies published in he las en yea s, pe o med in elde ly pa ien s in p ima y
ca e se ing we e included. S udies pe o med only in elde ly hospi alized and s udies
exclusi ely in elde ly pa ien s wi h cance we e excluded.
Resul s: Resul s ound in 49 a icles ha me he inclusion c i e ia, showed ha he gold-
s anda d o he ge ia ic in e en ion is Comp ehensi e Ge ia ic Assessmen ha p o ides
a con as ing model o ca e o adi ional app oaches, being mul idimensional and
composed by an in e disciplina y eam. I should be ca ied ou in a ious domains, wi h
special a en ion o he ge ia ic synd omes as demen ia, dep ession, unc ional disabili y,
malnu ion, senso ial disabili ies, u ina y incon inence, alls and he socioen i onmen al
ci cums ances. I es ablishes goal-o ien ed managemen plans and ensu e ha hey a e
e iewed by he eam. Done well, o example wi h he help o well- alida ed ools and
ins umen s, i deli e s e ec i e heal hca e o ulne able g oups, like he ail and
dependen elde ly, who o he wise would ha e ecei ed an ine ec i e, ine icien and
po en ially unsa e esponse, like he apeu ic o e use.
Conclusion: The p ima y ca e eam has an essen ial ole in he managemen o olde
adul s, mainly he ail and dependen ones. Howe e he CGA is no e y explo ed . I is
necessa y o de elop ways o inc easing he awa eness o clinicians o e he elde ly heal h
and ways o inc easing he knowledge o CGA, o p omo e i s use o he imp o emen o
he p ima y ge ia ic heal hca e and consequen ly imp o emen o he quali y o li e and
well-being o olde adul s.
Keywo ds: Ge ia ic assessmen , p ima y heal h ca e, aged, ail elde ly
A igo de e isão.
11
1- A aliação da saúde ísica
A a aliação ísica ge iá ica é cons i uída po odas as pa es semelhan es ao modelo
adicional da his ó ia médica, incluindo p oblema p incipal, his ó ia da doença a ual,
an eceden es médicos pessoais, his ó ia amilia e social, exame ísico e e isão po
sis ema. Con udo, a abo dagem na ecolha da his ó ia e no exame ísico, de e se
especí ica pa a o doen e idoso e de e se ei a com espei o e pudo . Em pa icula , na
a aliação de em se incluídos ópicos como: nu ição, isão, audição, con inência u iná ia
e ecal, equilíb io e p e enção de quedas, os eopo ose e polimedicação, pa a e i a a
ia ogenia.5 O quad o II é um exemplo de um exame ísico ocado no doen e idoso.5
1.1) Nu ição
O e mo malnu ição e e e-se an o a nu ição de icien e (ex., p o eínas, i aminas,
calo ias), como excessi a (ex., obesidade, hipe i aminoses) que pode coloca o idoso em
isco de ou as condições de saúde, declínio uncional e mo e.6, 16
A a aliação nu icional é mui o impo an e, uma ez que a inges ão inadequada de
calo ias, i aminas e mic onu ien es é mui as ezes inadequada nas pessoas idosas.5 Um
g ande p oblema da a ualidade é a obesidade, que es á associada com declínio uncional e
di e sas como bilidades como diabe es melli us ipo 2, hipe ensão a e ial e os eoa i e.6
Pelo con á io, apesa de uma pe da ponde al acen uada pode se olun á ia, o
emag ecimen o num idoso de e se semp e pesquisado, pois pode indica uma doença
como causa (ex. neoplasia ou dep essão) ou ba ei as sociais (ex. pob eza, incapacidade de
comp a ou p epa a e eições).6 Pa a além disso, á ias condições médicas podem
p edispo o idoso a de iciências de i aminas e mine ais. Es udos demons am que as
i aminas A, C, D, e B12, cálcio, e o e zinco, es ão mui as ezes de icien es na população
idosa, mesmo na ausência de condições como anemia pe niciosa ou malabso ção.17
A a aliação nu icional de e se compos a po : (1) his ó ia nu icional apoiada po uma
checklis ; (2) o egis o da inges ão habi ual do idoso em 24 ho as; (3) exame ísico com
pa icula a enção a sinais associados com nu ição inadequada ou exage ada; (4) se
aplicá el, seleção de exames labo a o iais.5 Exis em á ias e amen as que ajudam na
a aliação nu icional, ais como o Mini-Nu icional Assessmen 18 ou o Nu icional Heal h
Checklis .6

12
1.2) Diminuição da acuidade audi i a
A diminuição da acuidade audi i a a e a mais de um e ço das pessoas com mais de 65
anos e pode in luencia a capacidade uncional e a ida social do idoso.19 Mui as ezes o
idoso não se queixa, não é diagnos icada e po an o não é a ada. Exis em á ios mé odos
que podem ajuda a a alia a acuidade audi i a, como po exemplo o es e de sussu a
pala as no ou ido do idoso e pedi pa a epe i .6 Em caso de diminuição da acuidade, o
idoso de e se encaminhado pa a um especialis a.6 In elizmen e, mui as ezes são
necessá ias p ó eses audi i as, cujo p eço se o na inacessí el a uma g ande anja da
população.
1.3) Al e ações isuais
As al e ações isuais são um dé ice senso ial comum na população idosa, sendo as
p incipais doenças o almológicas as ca a a as, o glaucoma, a e inopa ia diabé ica, a
degene ação macula e a p esbiopia.6, 20 As al e ações isuais es ão ambém associadas ao
isco aumen ado de queda, declínio uncional e dep essão.21 De ido à al a p e alência de
doenças o almológicas na população idosa e das suas po enciais consequências ad e sas,
no caso de pa ologia é ecomendada uma isi a a um o almologis a a cada 1 ou 2 anos.6
1.4) Incon inência U iná ia
A incon inência u iná ia é epo ada com pouca equência pelos idosos, mui as ezes
de ido ao emba aço e cons angimen o que causa ao idoso ou pela c ença de que a
incon inência é um acon ecimen o no mal do p ocesso de en elhecimen o. De ac o, é um
p oblema bas an e comum an o em mulhe es como em homens idosos e pode le a a
e ei os dele é ios nas suas idas, incluindo in eções u iná ias, in e upções do sono com
consequen es quedas e úlce as de p essão.6 É ambém um indicado de maio mo alidade
nos idosos.22
Um mé odo e icien e e simples pa a a alia a p esença de incon inência u iná ia é um
ques ioná io de 2-i ems: (1) “No úl imo ano, alguma ez pe deu u ina ou icou húmido
de ido à pe da de go as de u ina?”; Se sim, (2) “Pe deu u ina em 6 dias sepa ados?”.
Ou a ques ão simples como “Tem incon inência u iná ia que in e i a com a sua
qualidade de ida e pa a a qual gos a ia de sabe como pode se a ada?” pode ajuda a
de e mina que doen es gos a iam e bene icia iam de uma a aliação mais p o unda e de
a amen o.6
13
Nos idosos, pa a além da incon inência de es o ço ou da incon inência de impe iosidade, é
ambém necessá io e em a enção a ou o ipo di e en e de incon inência – a incon inência
uncional.23 Es e ipo de incon inência é causada po incapacidades ísicas e uncionais, como
po exemplo di iculdades de ma cha e mobilidade de ido a pa ologias a icula es e ou as
como bilidades, que o nam a chegada à casa de banho mais di ícil e demo ada, le ando assim
à pe da de u ina an es que o idoso consiga alcança a casa de banho. 23, 24 Ou a si uação
comum é quando o idoso ap esen a di iculdades mo o as de des eza, como po exemplo
di iculdade a desabo oa e despi o es uá io, podendo assim so e pe da de u ina an es de se
encon a nas condições p e endidas.24
O a amen o da incon inência uncional pode en ão passa po es a égias p á icas como o
uso de uma cadei a sani á ia jun o da di isão da casa que o idoso mais u iliza, pa a que enha
um acesso mais ápido e acili ado ao sani á io, ou pelo uso de es uá io mais p á ico e
simples de despi e desabo oa , como es uá io com elc os, quando o idoso ap esen a
di iculdades mo o as de des eza.24
É po isso mui o impo an e que o médico dos cuidados de saúde p imá ios es eja a en o a
es as si uações e que p oponha es a égias p á icas, uma ez que es as podem melho a
bas an e a qualidade de ida do idoso.
1.5) Equilíb io e p e enção de quedas
As quedas são uma ameaça à ida, saúde e independência dos idosos. Es as são causadas
po in e ações complexas en e múl iplos a o es de isco que podem se in ínsecos (is o
é, elacionados com o idoso) ou ex ínsecos ( elacionados com o ambien e).25 Es ima-se
que mais de um e ço dos idosos que i em na comunidade, so e pelo menos uma queda
po ano, mui os so endo quedas múl iplas ezes.26 As quedas são a causa p incipal de
hospi alização e mo e elacionada com auma ismos em idosos com mais de 75 anos.27
Uma ez que os idosos ambém a ibuem as quedas ao p ocesso no mal do
en elhecimen o e que mui as ezes não as epo am, o médico dos cuidados de saúde
p imá ios em um papel mui o impo an e em pesquisa o isco de queda e de e
ques iona os seus doen es idosos se so e am alguma queda no úl imo ano.25 Tes es de
ma cha e equilíb io podem ajuda o médico a a alia o isco de queda. O es e de
a aliação de ma cha e equilíb io Índice de Tine i, mais demo ado ou o es e up and go,28
mais ápido e simples, são e amen as mui o ú eis. O es e up and go é mais simples e
en ol e obse a e c onome a a capacidade do idoso se le an a de uma cadei a sem a
ajuda dos seus b aços, caminha 3 me os, da a ol a e caminha de no o pa a a cadei a,
14
eg essando à posição inicial. Todo es e p ocesso de e demo a menos de 16 segundos.5, 6,
29 Os idosos que êm di iculdade em ealiza es e es e, ap esen am um isco aumen ado
de queda e necessi am de a aliação adicional e de alhada, incluindo e isão de odos os
medicamen os, a aliação mais p o unda da ma cha e equilíb io pelo es e de Tine i,
medição da p essão a e ial sen ado e em pé, pa a despis e da hipo ensão o os á ica e
a aliação da isão.6, 30
Os idosos podem diminui o seu isco de queda a a és de exe cício e e apia ísica,
nomeadamen e o alecimen o muscula , uma a aliação da segu ança na habi ação e
al e ação da medicação, nomeadamen e da medicação psico ópica.5 Exis em documen os
es u u ados que podem ajuda o médico na a aliação e seguimen o des es idosos ( igu a
2; download pode se ei o de h p//:www.ge one .ucla.edu/p o essionals/pa ien -ca e-
esou ces).6
1.6) Polimedicação e isco de ia ogenia
A polimedicação, is o é, o uso de múl iplos á macos ou a adminis ação de mais á macos
do que os clinicamen e indicados, é comum nos idosos.31 En e a população idosa, mui as
admissões hospi ala es e mui os p oblemas p e ení eis como quedas e con usão, es ão
elacionados com a polimedicação e os e ei os ad e sos dos á macos.32 Os idosos são
pa icula men e ulne á eis aos e ei os ad e sos dos á macos, uma ez que a idade es á
associada a al e ações de a macociné ica e a macodinamia que podem al e a o
me abolismo dos á macos.31 Pa a além disso, ou as condições como como bilidades,
limi ações cogni i as e uncionais e o ac o de mui as ezes os idosos eco e em a mais do
que um médico especialis a ob endo p esc ições de odos, aumen am o isco de eações
ad e sas.33 Os e ei os ad e sos na população idosa podem mui as ezes se p e ení eis e
po isso é impe a i o que o médico ealize a moni o ização e a e isão de oda a
medicação do idoso em odas as consul as de cuidados de saúde p imá ios.6, 31 Exis em
á ias abo dagens e p og amas que podem se usados pa a de e a e p e eni a
oco ência de e ei os ad e sos dos á macos e ia ogenia nos idosos, incluindo e isão da
medicação, e i a o uso de medicamen os po encialmen e inap op iados e sis emas de
p esc ição ele ónica. Um exemplo são os c i é ios de Bee s, que o am e is os e
a ualizados pela Sociedade Ame icana de Ge ia ia em 2012, que iden i ica uma lis a de
53 medicamen os inap op iados ou classes de á macos di ididos em ês ca ego ias:
á macos po encialmen e inap op iados pa a e i a na dependência de como bilidades,
15
á macos po encialmen e inap op iados pa a e i a em idosos com ce as doenças e
sínd omes e medicações pa a se em usadas com p ecaução.34 Limi ações dos c i é ios de
Bee s incluem o ac o de eles e em sido desen ol idos pa a se em aplicados na
população de idosos que i e nos Es ados Unidos e o ac o de não con a em com
di e enças na polí ica e ma ke ing a macêu icos dos ou os países.31
Mais ecen emen e, oi desen ol ido um ins umen o de de eção de á macos
po encialmen e inap op iados chamado STOPP (Sc eening Tool o Olde Pe sons
P esc ip ions) e de de eção de á macos po encialmen e bené icos cuja p esc ição es á
indicada, chamada START (Sc eening Tool o Ale doc o s o Righ , i.e. app op ia e,
indica ed T ea men ).35
2-A aliação da capacidade uncional
A capacidade uncional pode se is a como uma medida do impac o de odas as
condições de saúde do doen e no seu con ex o ambien al e social.6 É po isso essencial
a alia o es ado uncional do idoso na isi a aos cuidados de saúde p imá ios e qualque
al e ação na capacidade uncional de e se melho in es igada. Es a pode se a aliada em
ês ní eis: as a i idades básicas da ida diá ia (ABVD), as a i idades ins umen ais da ida
diá ia (AIVD) e as a i idades a ançadas da ida diá ia (AAVD).6 As a i idades básicas da
ida diá ia são a i idades de au o cuidados, que os doen es necessi am de se capazes de
comple a po si só ou de e assis ência pa a comple a , de manei a a se em capazes de
i e nas suas p óp ias esidências, como po exemplo come , oma banho, es i e
despi , usa os sani á ios, en e ou os.6 O índice de Ba hel é um ins umen o que a alia o
ní el de independência do sujei o pa a a ealização de dez a i idades básicas de ida:
come , higiene pessoal, uso de sani á ios, oma banho, es i e despi , con olo de
es ínc e es, deambula , ans e ência da cadei a pa a a cama e subi e desce escadas. O
Índice de Ba hel es á já alidado pa a a população po uguesa.36
Quan o às a i idades ins umen ais da ida diá ia, co espondem a a i idades que são
necessá ias pa a man e uma ida domés ica independen e e de elação com o meio
ambien e como: comp a géne os alimen ícios, conduzi ou e capacidade de usa os
anspo es públicos, consegui ele ona , p epa ação de e eições, la a as suas oupas,
oma a medicação e lida com as suas inanças. Um ins umen o que pode se usado pelo
médico de cuidados de saúde p imá ios pa a a alia as a i idades ins umen ais é a escala
de Law on.37
16
O idoso pode se dependen e pa a mais que uma a i idade ins umen al, mas mesmo
assim e capacidade de i e sozinho, uma ez que é independen e nas suas a i idades
básicas e em supo e amilia po exemplo pa a paga as con as ou anspo á-los.6
Comp eende as á eas de incapacidade é essencial pa a i ao encon o das necessidades
do idoso com os ecu sos ap op iados, ajudando ambém no diagnós ico. Po exemplo,
num doen e com demência, a incapacidade de se alimen a sozinho no malmen e é
indica i a de demência a ançada.6 A a aliação das a i idades a ançadas da ida diá ia,
como a e as sociais, amilia es, ec ea i as e ocupacionais, ambém podem se ú eis pa a
de e a al e ações no es ado uncional do idoso mesmo an es do es abelecimen o da
incapacidade.6
3-A aliação da unção cogni i a
Um diagnós ico p ecoce de demência, pe mi e que o idoso enha a empadamen e acesso
ao a amen o a macológico mais ap op iado e que se melho e a sua segu ança,
p opo cionando ecu sos pa a a assis ência nas a i idades básicas e ins umen ais em que
ap esen a di iculdades.5, 6 A de eção p ecoce ambém pode ajuda os amilia es no
planeamen o a longo- empo, incluindo a iden i icação de p e e ências pa a supo e de
cuidados e supo es inancei os que se ão mui o impo an es à medida que a doença
p og ide.5, 6 Po ém, apenas ce ca de 50% dos casos de demência são diagnos icados nos
cuidados de saúde p imá ios.38 Exis em á ios ins umen os e es es disponí eis pa a a
a aliação da unção cogni i a, como po exemplo o Mini-Men al S a e Examina ion, o
es e do elógio (Clock D awing Tes ), o Mini-Cogni i e Assessmen e o es e de MoCA
(Mon eal Cogni i e Assessmen , MoCA).6 O Mini-Men al es e é um ins umen o alidado
e aduzido pa a a população po uguesa, sendo no malmen e o mais u ilizado, e consis e
numa a aliação de 30 i ens, cujo esul ado pode no en an o depende da idade e do ní el
educacional e de ins ução.6 O es e de elógio ajuda a a alia unções execu i as
supe io es e é menos in luenciado pelos ní eis educacionais e cul u ais.6 O es e de elógio
de e se e e uado em conjunção com o Mini-Men al es e, uma ez que o p imei o de e a
dé ices nas unções de execução e isiocons ução, enquan o o segundo a alia unções
como a o ien ação, a memó ia e a linguagem. Assim, o es e de elógio pode se mais ú il
que o Mini-Men al es e na de eção de es ados p ecoces de demência. Es e es e pode se
usado como uma e amen a simples e ápida de a aliação de demência nos cuidados de
saúde p imá ios.39. O médico de amília pode ambém usa o ins umen o de a aliação

17
Mini-Cogni i e, mui o ú il nos cuidados p imá ios de ido à sua apidez, con eniência e
exa idão, e ambém pelo ac o de não se in luenciado pelos ní eis educacionais (quad o
III).5 O es e de MoCA é um ins umen o desen ol ido pa a a aliação de o mas mais
sua es de al e ações cogni i as e pa a a demência on o empo al, endo ul apassado as
limi ações conhecidas do Mini-Men al es e, sendo mais sensí el mas menos especí ico,
ep esen ando assim uma boa opção como ins umen o de a aliação da unção cogni i a
dos idosos.40
Con udo, é impo an e e e i que e um esul ado pe ei o em qualque um dos es es de
a aliação cogni i a, não exclui o almen e o diagnós ico de demência. O esul ado da
a aliação uncional de e se in e p e ado conjun amen e com a a aliação cogni i a de
manei a a diagnos ica o ní el de demência.6 Idosos com ele ados ní eis educacionais
podem e esul ados pe ei os, mas ap esen a de iciências nas capacidades de
julgamen o e juízo. Po ou o lado, alguns idosos podem e esul ados menos bons nos
es es de a aliação de ido a ba ei as educacionais e de linguagem, mas e ó imas
pe o mances quando a aliados mais p o undamen e.6
4-A aliação da saúde men al
Exis e uma p e alência ele ada de pe u bação men al na elhice, e a que p edomina
en e es as pe u bações é a dep essão. A dep essão nos idosos pode se subes imada
po que mui os deles minimizam os sin omas psicológicos e a ibuem as pe u bações de
sono, adiga, al a de ape i e e ou os sin omas somá icos da dep essão a doenças
isiológicas.3 A dep essão do idoso ap esen a um al o g au de soma ização.
Adicionalmen e, a dep essão é mais acilmen e igno ada pelos p o issionais de saúde no
idoso do que na população mais jo em, de ido ao en aquecimen o isiológico e às
doenças ine en es ao en elhecimen o e ambém mui as ezes pelo cu so da dep essão se
a ípica, não ap esen ando os idosos um humo dep essi o ób io em p imei o plano,
mos ando apenas agi ação, i i ação e sin omas somá icos.3 É po isso papel undamen al
da equipa de cuidados de saúde p imá ios, a alia a saúde men al do idoso e ambém agi
de modo p e en i o, po exemplo es imulando a p á ica e desen ol imen o de a i idades
de laze , que se em mos ado como um a o c ucial na ida dos idosos, e comba endo o
isolamen o social. O laze e o con ac o social pa a além de con ibuí em pa a um melho
es ado de espí i o, pode, no caso dos mais idosos, mino a os e ei os deco en es do
p ocesso de en elhecimen o.3
18
Exis em á ios ins umen os alidados pa a a alia a dep essão nos idosos, sendo o mais
simples e mais ezes usado, a “Ge ia ic Dep ession Scale” (GDS) - Escala Ge iá ica de
Dep essão, já alidada pa a a população po uguesa na sua e são de 30-i ens.3, 41 A GDS
em um o ma o de espos a dico ómica, sim ou não, e pode se lida ao idoso numa
en e is a ou pode se p eenchida de o ma independen e, ap esen ando ambém e sões
mais cu as de 15-i ens e 5-i ens.3, 6 Con udo, um ins umen o simples de apenas duas
ques ões (“Du an e o úl imo mês, alguma ez se sen iu incomodado po sen imen os de
is eza, dep essão ou al a de espe ança?” e “ É mui as ezes incomodado po al a de
in e esse ou p aze ao aze as suas a i idades?”) pode se ão e icaz quan o as escalas
maio es.42 Uma espos a posi i a a uma ou às duas ques ões é conside ado es e posi i o
pa a dep essão e eque a aliação mais ap o undada.5, 6
5- A aliação social
Os a o es que a e am as ci cuns âncias sociais dos idoso incluem a sua ede de in e ação
social, os ecu sos de supo e disponí eis, necessidades especiais e segu ança no seu
ambien e.5 Há um g ande g au de in e dependência en e a si uação social do idoso e o
seu es ado uncional. Po exemplo, um idoso que seja dependen e pa a as a i idades
básicas ou ins umen ais da ida diá ia, em que e um supo e social ou inancei o que á
ao encon o das suas necessidades.6 É, po an o, papel da equipa de cuidados de saúde
p imá ios a alia es as si uações sociais e assegu a que o idoso em o supo e necessá io.
Po exemplo se um idoso é saudá el, mas não em qualque supo e social (da amília ou
de amigos), o médico de amília de e ques iona o idoso sob e quem o pode ia ajuda em
caso de maio necessidade. No caso de um idoso dependen e pa a as suas a i idades
uncionais, é impo an e ques iona quem o ajuda a e e ua cada a e a, de manei a a
en ende se em o supo e necessá io. Pa a além disso, po exemplo isi as da assis en e
social à casa do idoso, podem e ela o ní el de supo e do idoso e se es e es á ou não
adequado.6
Pa a além disso, os p oblemas económicos ão comuns hoje em dia, êm um papel na
subnu ição do idoso e na di iculdade em comp a odos os seus medicamen os.6 É mais
uma ez papel da equipa de cuidados p imá ios, in es iga se o idoso em apoio
económico e social su icien e e po exemplo en a adequa a sua p esc ição às
possibilidades do idoso.
19
Es a égia comum pa a os sínd omes ge iá icos
Os sínd omes ge iá icos são mul i a o iais e es ão in e elacionados, pa ilhando a o es
de isco en e si. Po exemplo, a dep essão ou diminuição do bem es a é um a o de isco
pa a quedas, diminuição da capacidade cogni i a e malnu ição.43 Po an o, uma
abo dagem in eg al e global, ocada nas ias associadas aos a o es de isco comuns
de e á se e icaz no cuidado aos idosos com sínd omes ge iá icos.44 Uma es a égia
global e mul idisplina mui o impo an e é a p omoção e p esc ição de exe cício ísico,
incluindo eino de o ça muscula , p incipalmen e dos memb os in e io es e ambém
exe cício ae óbio, supe isionado po p o issionais habili ados.43 A in e enção pelo clínico
ge al pa a se e icaz de e inclui p esc ição esc i a de exe cícios, endo em con a odos os
obje i os como po exemplo aumen o da o ça muscula e melho amen o do equilíb io,
de e e em conside ação cada idoso com as suas ba ei as e apoios indi iduais pa a se
o na isicamen e a i o e de e demo a o empo su icien e pa a uma in e enção de al a
qualidade.45
É ambém undamen al uma in e enção psicológica, a a és de aconselhamen o, e apia
de g upo, e apia cogni i a compo amen al e p omoção de con ac o social e a i idades de
laze .43 O supo e social do idoso não de e se esquecido e de e semp e se e i icado e
adequado às suas necessidades.
Exis em depois es a égias di ecionadas pa a cada um dos sínd omes, mas que po
es a em elacionados en e si, a e icácia num sínd ome em pa icula pode á e ela
e icácia nou os.
É en ão p emen e que a equipa de cuidados de saúde p imá ios ins i ua es as es a égias
jun o dos idosos com sínd omes ge iá icos de manei a a melho a o seu bem-es a e
qualidade de ida. O clínico ge al de e muda a sua es a égia de a amen o di igido
apenas pa a a doença em ques ão, pa a uma p omoção p oa i a da saúde e p e enção da
doença, incluindo p omoção de a i idade ísica.45
A e icácia da in e enção ge iá ica nos cuidados p imá ios
Apesa de alguns es udos mos a em que a AGI con e e bene ícios em alguns aspe os
especí icos da saúde em idosos in e nados, o alo da AGI em idosos que i em na
comunidade e que po an o eco em aos cuidados de saúde p imá ios, man em-se ainda
con o e so.10
20
Num ensaio clínico em que a AGI oi aplicada nos cuidados de saúde p imá ios, e i icou-se
que en e os idosos a i e na comunidade com al e ações da capacidade uncional,
incon inência u iná ia, quedas ou sin omas dep essi os, os que alea o iamen e ize am
pa e da in e enção ge iá ica in eg al, ap esen a am meno declínio uncional, menos
adiga e melho es capacidades sociais du an e um pe íodo de 15 meses quando
compa ados com o g upo con olo.46 Nou o ensaio andomizado, que a aliou a AGI
seguida de seis meses de cuidados p imá ios in e disciplina es e sus os cuidados
p imá ios habi uais numa população idosa em isco de uma g ande u ilização de cuidados
de saúde, os que alea o iamen e pe enciam ao g upo da equipa in e disciplina eduzi am
o seu declínio uncional, dep essão e uso de se iços de saúde, quando compa ados com o
g upo con olo.47
Exis em ambém exemplos de sucesso da AGI aplicada aos cuidados de saúde p imá ios
com equipas in e disciplina es: o modelo “Ge ia ic Resou ces o Assessmen and Ca e o
Elde s (GRACE)” inclui uma AGI domiciliá ia e um acompanhamen o de cuidados a longo-
e mo po uma equipa in e disciplina cons i uída po um en e mei o e um assis en e
social que colabo am com o médico dos cuidados p imá ios.48 Num ensaio andomizado
com idosos de baixo endimen o, os que alea o iamen e ize am pa e da in e enção
GRACE ap esen a am melho ia da qualidade de ida elacionada com a saúde e
eco e am menos ezes a se iços de u gência. Os idosos com maio isco de
hospi alização ambém i e am menos admissões hospi ala es.48
Con udo, á ios es udos con olados demons am que adiciona uma in e enção
ge iá ica ao modelo biomédico adicional na p á ica dos cuidados p imá ios, eduz a
mo alidade, as admissões em ins i uições e a necessidade de cuidados domiciliá ios a
idosos, mas sendo apenas es a is icamen e signi ica i o no subg upo de idosos em isco de
agilidade.10 Uma in e enção ge iá ica aplicada aos cuidados p imá ios, eduz a
mo bilidade e mo alidade dos idosos em isco de agilidade e aumen a a p opo ção de
idosos que e e em o seu es ado inicial de isco de agilidade.10 To na-se assim essencial
de ini e pe cebe o concei o de agilidade e pe cebe a melho o ma de iden i ica os
idosos ágeis nos cuidados de saúde p imá ios.
27
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28
CONFLITO DE INTERESSES
Os au o es decla am não e con li o de in e esses.
29
FIGURAS:
Figu a 1 – Fluxog ama da inclusão dos a igos.
30
Figu a 2: UCLA Visi Fo m: Falls/Mobili y P oblems (Quedas/P oblemas de mobilidade). Ab e iações: BP,
blood p essu e; Ca, calcium; dc’d, discon inued; EKG, elec oca diog am; AO, os eoa h i is; P, pulse;
PPI, p o ón pump inhibi o ; PT, physical he apy; w/o, wi hou .6
31
Figu a 3: Vulne abilidade do idoso ágil a uma al e ação epen ina do seu es ado de saúde depois de
uma doença conside ada mino .1
A linha e de ep esen a um idoso com bom es ado uncional que, depois de um e en o de ag esso
mino como po exemplo uma in eção, em uma pequena de e io ação da sua capacidade uncional,
mas apidamen e eg essa à sua homeos asia. A linha e melha ep esen a um idoso ágil que, depois
de um e en o ag esso semelhan e, so e uma g ande de e io ação que se pode mani es a po
dependência uncional, e que não eg essa à sua base habi ual de homeos asia. A linha ho izon al a
acejado ep esen a o cu o en e a dependência e a independência.1
32
Figu a 4: Rep esen ação esquemá ica da pa o isiologia da agilidade.1

33
QUADROS:
Quad o I: Domínios da AGI15
A aliação da Saúde ísica
Como bilidades e se e idade de doenças
Re isão de medicação
Es ado nu icional
Lis a de p oblemas
A aliação da Saúde men al
Cognição
Humo e ansiedade
Medos e eceios
A aliação da capacidade uncional
A i idades da ida diá ia
Mobilidade e equilíb io
Papéis da ida que são impo an es pa a o doen e
A aliação social
Redes sociais: supo e da amília, amigos
Pob eza
A aliação ambien al
Condições habi acionais: segu ança e con o o
Acessibilidade aos ecu sos locais
Po encial uso da ecnologia da elemedicina
34
Quad o II: Exame Físico ocado no doen e idoso5
Sinais
Sin omas ou sinais ísicos
Diagnós icos di e enciais
Sinais i ais
P essão a e ial
F equência ca díaca
F equência espi a ó ia
Tempe a u a
Hipe ensão
Hipo ensão o os á ica
B adica dia
I egula e a í mica
FR > 24 pm
Hipe e mia, hipo e mia
E ei os ad e sos da medicação, dis unção
au onómica
E ei os ad e sos da medicação, a e oscle ose,
doença a e ial co oná ia
E ei os ad e sos da medicação, bloqueio ca díaco
Fib ilação au icula
Doença pulmona c ónica obs u i a, Insu iciência
ca díaca conges i a, pneumonia
Hipe e hipo i oidismo, in eção
Es ado ge al
Pe da de peso in encional
Ganho de peso
Canc o, dep essão
E ei os ad e sos da medicação pa a insu iciência
ca díaca conges i a
Cabeça
Assime ia ou pa alisia acial
Bossa on al
Sensibilidade na egião empo al
Pa alisia de Bell, Aciden e ascula ce eb al (AVC),
aciden e isquémico ansi ó io (AIT).
Doença de Page
A e i e empo al
Olhos
Do ocula
Diminuição da acuidade isual
Pe da de isão cen al
Pe da de isão pe i é ica
Opaci icação da len e ocula
Glaucoma, a e i e empo al
P esbiopia
Degene ação macula elacionada com a idade
Glaucoma, AVC
Ca a a as
Ou idos
Diminuição da acuidade audi i a
Neu oma acús ico, e ei os ad e sos da medicação,
impac ação de ce úmen
Boca, ga gan a
Do na boca ou gengi as
Leucoplasia
Xe os omia
Doença den á ia ou pe iodon al, p ó eses mal
adap adas
Lesões p é-cance ígenas ou cance ígenas
Relacionda com a idade, Sínd ome de Sjog en
Pescoço
Sop o ca o ídeo
Aumen o da i oide e p esença
de nódulos
Es enose aó ica, doença ce eb o ascula
Hipe e hipo i oidismo
Sis ema ca díaco
Qua o som ca díaco
Sop os sis ólicos de ejeção ou
de egu gi ação
Espessamen o en icula esque do
A e ioscle ose al ula
35
Quad o II: Exame Físico ocado no doen e idoso5 (con inuação)
Sinais
Sin omas ou sinais ísicos
Diagnós icos Di e enciais
Sis ema espi a ó io
Tó ax em ba il
Encu amen o das espi ações
En isema
Asma, ca diomiopa ia, Doença Pulmona
Obs u i a C ónica (DPOC), Insu iciência ca díaca
conges i a
Mamas
Massas mamá ias
Canc o, ib oadenoma
Abdómen
Massa pulsá il
Aneu isma aó ico
Gas oin es inal/ ec al
Obs ipação
Incon inência ecal
Massa ec al, sangue ocul o nas
ezes
E ei os ad e sos da medicação, desid a ação,
ina i idade, consumo inadequado de ib as,
hipo i oidismo, ca cinoma colo- ec al
Impac ação ecal, ca cinoma ec al, p olapso ec al
Ca cinoma colo- ec al
Geni al/u iná io
A o ia da mucosa da agina
Aumen o do amanho da
p ós a a
Nódulos p os á icos
Incon inência u iná ia
De iciência de es ogénios
Hipe o ia benigna da p ós a a
Adenoca cinoma da p ós a a
P olapso da bexiga ou do ú e o, ins abilidade do
de uso , de iciência de es ogénios
Ex emidades
Ano malidades nos pés
Diminuição ou ausência dos
pulsos dos memb os in e io es
Va izes, pigmen ação dos
memb os in e io es
Edema nos o nozelos/pe na
Nódulos de Hebe den
Joane es, onicomicoses
Doença a e ial pe i é ica
Doença enosa c ónica, Insu iciência enosa
Insu iciência ca díaca conges i a, e ei os ad e sos
da medicação
Os oa i e
36
Quad o II: Exame Físico ocado no doen e idoso5 (con inuação)
Sinais
Sin omas ou sinais ísicos
Diagnós icos Di e enciais
Muscula /Esquelé ico
Diminuição da ampli ude de
mo imen o, do
Ci ose do sal, sensibilidade e do
e eb al
Al e ações da ma cha
Do no memb o in e io
Diminuição da massa muscula
Do muscula p oximal e
aqueza
A i e, a u a
Os opo ose, comp essão po a u a, neoplasia
E ei os ad e sos da medicação, a i e,
descondicionamen o ísico, doença de Pa kinson,
AVC
Claudicação in e mi en e, neu opa ia, os eoa i e,
adiculopa ia, doença enosa c ónica
A o ia, malnu ição
Polimialgia eumá ica
Pele
E i ema, úlce as de p essão,
hema omas inexplicá eis
Lesões p é-malignas ou malignas
Uso de an icoagulan es, omboci openia pú pu a
idiopá ica, abuso e negligência
Que a ose ac ínica, ca cinoma de células basais,
ca cinoma de células escamosas, melanoma
maligno, úlce a de p essão
Neu ológico
T emo com igidez
Doença de Pa kinson
Es u u a: Os a igos de em inclui Tí ulo, Resumo e duas a seis Pala as-cha e em
cada uma das línguas necessá ias ( e acima). Não exis e es u u a ob iga ó ia do co po
de ex o. Pode ão se incluídos Ag adecimen os. O a igo de e inclui Re e ências
Bibliog á icas.
Resumo: Não exis e es u u a ob iga ó ia.
Ca a ao Di ec o
Con eúdo: Consis em em comen á ios a a igos publicados p e iamen e na e is a ou
no as b e es sob e expe iências ele an es na p á ica diá ia. As ca as e e en es a
a igos só se ão acei es a é ês meses após a publicação do a igo o iginal.
Dimensão: Não de e ão ul apassa as 750 pala as, sendo admi ida a é uma ilus ação
(quad o ou igu a) e a é 5 e e ências bibliog á icas.
Es u u a: Não exis e es u u a ob iga ó ia. O a igo pode inclui Re e ências
Bibliog á icas.
Resumo: Não há esumo.
Edi o ial
Da inicia i a do Conselho Edi o ial. Não de e ão ul apassa 1.200 pala as nem mais do
que 15 e e ências. Se ão admi idas a é 2 ilus ações (quad os ou igu as).
Documen os
Con eúdo: Consis em em decla ações, ecomendações ou ou os documen os de âmbi o
nacional ou in e nacional que sejam ele an es pa a a medicina ge al e amilia .
Dossie
Con eúdo: O Dossie eúne a igos e e en es a um ema comum. O objec i o do dossie
é a di ulgação de abalhos de ac ualização cien í ica e de emas de e isão elabo ados
po pe i os. Os a igos do dossie se ão solici ados pelos Edi o es da RPMGF ou po um
pe i o designado pelo Conselho Edi o ial como elemen o coo denado .
Dimensão: Os a igos do dossie não de e ão ul apassa as 6.000 pala as, sendo
admi ido o núme o máximo de 8 ilus ações (quad os ou igu as) po a igo.
Es u u a: Os a igos de em inclui Tí ulo, Resumo e duas a seis Pala as-cha e em
cada uma das línguas necessá ias ( e acima). Não exis e es u u a ob iga ó ia do co po
de ex o. Pode ão se incluídos Ag adecimen os. O a igo de e inclui Re e ências
Bibliog á icas.
Resumo: Não exis e es u u a ob iga ó ia.
POEM
Con eúdo: Nes a secção comen am-se POEMs (Pa ien -O ien ed E idence ha Ma e s),
aos quais é a ibuído um ní el de e idência de aco do com o Ox o d Cen e o E idence

Based Medicine.18Os concei os elacionados com os POEMs já o am ex ensamen e
e is os.19,20
Dimensão: Os comen á ios não de e ão ul apassa as 1.000 pala as. Não ha e á luga
a ilus ações.
Es u u a: Os a igos de em inclui um Tí ulo apela i o em es ilo jo nalís ico,
a Re e ência Bibliog á ica, a Ques ão Clínica, o Resumo do Es udo e
o Comen á io. O í ulo nas es an es línguas necessá ias ( e acima) se á publicado
apenas na edição online da RPMGF.
Clube de Lei u a
Con eúdo: O objec i o da secção é p opo ciona uma lei u a comen ada de a igos, li os
ou ou os ex os p oceden es de ou as publicações cien í icas. O a igo ou publicação
escolhida de e se ac ual (edi ado nos úl imos 3 meses) e ele an e pa a a p á ica clínica
da medicina ge al e amilia .
Dimensão: Não de e á ul apassa as 1.300 pala as. Não ha e á luga a ilus ações.
Es u u a: Os ex os de em inclui um Tí ulo apela i o em es ilo jo nalís ico,
a(s) Ci ação(ões)do(s) a igo(s) que de am o igem ao ex o, o esumo do es udo (que
man e á a es u u a do a igo o iginal), o Comen á io e as Re e ências Bibliog á icas.
No comen á io, o au o de e á expo a sua opinião sob e a impo ância do a igo e
ap esen a alguns dados da sua expe iência ou de ou os es udos que apoiem ou não as
conclusões do a igo comen ado. O í ulo nas es an es línguas necessá ias ( e acima)
se á publicado apenas na edição online da RPMGF.
Websaúde
Con eúdo: Tem como objec i o a di ulgação de sí ios da In e ne ele an es pa a a
medicina ge al e amilia . Exis em ecu sos disponí eis pa a ajuda na a aliação c í ica da
in o mação de saúde disponibilizada na in e ne .21
Dimensão: O ex o não de e á ul apassa as 350 pala as. Ha e á luga a uma
ilus ação po cada sí io na in e ne e e ido a é a um máximo de 3 ilus ações po ex o.
Es u u a: De e inclui um Tí ulo e a Re e ência Bibliog á ica ao sí io na in e ne . O
co po de ex o de e á inclui in o mação ela i a aos ecu sos disponí eis no sí io da
in e ne , nomea a en idade esponsá el pelos con eúdos e de e á inclui uma desc ição
de como o au o u iliza o sí io na sua p á ica de médico de amília. O í ulo nas es an es
línguas necessá ias ( e acima) se á publicado apenas na edição online da RPMGF.
Sín ese
Tipo de
a igo
Es u u a
esumo
Es u u a co po de ex o
Dimensão
(pala as)
Ilus ações
In es igação
o iginal
Objec i os,
ipo de
es udo,
local,
população,
mé odos,
esul ados
e
conclusões
Tí ulo*, Resumo*, Pala as-
cha e*, In odução,
Mé odos, Resul ados,
Discussão, [Ag adecimen os]
e Re e ências Bibliog á icas
8.000
≤10
Rela o de
caso
In odução,
Desc ição
do caso e
Comen á io
Tí ulo*, Resumo*, Pala as-
cha e*, In odução,
Desc ição de caso,
Comen á io,
[Ag adecimen os] e
Re e ências Bibliog á icas
6.000
≤8
Re isão
Objec i os,
Fon es de
dados,
Mé odos de
e isão,
Resul ados
e
Conclusões
Tí ulo*, Resumo*, Pala as-
cha e*, In odução,
Mé odos, Resul ados,
Conclusões,[Ag adecimen os]
e Re e ências Bibliog á icas
8.000
≤10
P á ica
Não exis e
es u u a
ob iga ó ia
Tí ulo*, Resumo*, Pala as-
cha e*,[co po de ex o],
[Ag adecimen os] e
Re e ências Bibliog á icas
5.000
≤4
Fo mação
Não exis e
es u u a
ob iga ó ia
Tí ulo*, Resumo*, Pala as-
cha e*, [co po de ex o],
[Ag adecimen os] e
Re e ências Bibliog á icas
5.000
≤6
Opinião e
deba e
Não exis e
es u u a
ob iga ó ia
Tí ulo*, Resumo*, Pala as-
cha e*,[co po de ex o],
[Ag adecimen os] e
Re e ências Bibliog á icas
4.000
≤4
A igo b e e
Não exis e
es u u a
ob iga ó ia
Tí ulo*, Resumo*, Pala as-
cha e*,[co po de ex o],
[Ag adecimen os] e
Re e ências Bibliog á icas
3.000
≤4
Ca a ao
di ec o
Sem
esumo
[co po de ex o]
750
≤1
Edi o ial
Sem
esumo
[co po de ex o]
1.200
≤2
Dossie
Não exis e
es u u a
ob iga ó ia
Tí ulo*, Resumo*, Pala as-
cha e*,[co po de ex o],
[Ag adecimen os] e
Re e ências Bibliog á icas
6.000
≤8
POEM
Sem
esumo
Tí ulo*, Re e ência
Bibliog á ica, Ques ão
Clínica, Resumo do Es udo,
Comen á io
1.000
0
Clube de
Lei u a
Sem
esumo
Tí ulo*, Ci ação, [co po do
ex o de aco do com a
es u u a do a igo o iginal],
Comen á io, Re e ências
Bibliog á icas
1.300
0
WebSaúde
Sem
esumo
Tí ulo*, Re e ência
Bibliog á ica, [co po do
ex o], Comen á io
350
≤3
* Nas línguas necessá ias ( e secção "Elemen os comuns às di e en es ipologias de
a igo").
O ganização Fo mal dos A igos
Fo ma ação dos ichei os elec ónicos subme idos
Os a igos de em se dac ilog a ados em qualque p ocessado de ex o e g a ados
num dos seguin es o ma os: Mic oso Wo d, RTF ou Open O ice. As páginas de em
se nume adas.
P imei a página
De e á inclui apenas:
1. O í ulo do a igo, que de e á se conciso.
2. O nome do au o ou au o es (de em usa -se apenas dois ou ês nomes po
au o ).
3. O g au, í ulo ou í ulos p o issionais e/ou académicos do au o ou au o es.
4. O se iço, depa amen o ou ins i uição onde abalha(m).
Segunda página
De e á inclui apenas:
1. O nome, ele one/ ax, ende eço de co eio elec ónico e ende eço pos al do
au o esponsá el pela co espondência com a e is a ace ca do manusc i o.
2. O nome, ende eço de co eio elec ónico e ende eço pos al do au o a quem
de e se di igida a co espondência sob e o a igo após a sua publicação na
e is a.
Te cei a página
De e á inclui apenas:
1. Tí ulo do a igo nas línguas necessá ias.
2. Resumo do a igo nas línguas necessá ias. O esumo de e espei a as no mas
indicadas pa a o ipo de a igo em ques ão e o na possí el a comp eensão do
a igo sem que haja necessidade de o le .
3. De duas a seis pala as-cha e nas línguas necessá ias usando, semp e que
exis i em, e mos da lis a de desc i o es médicos MeSH,5 dos desc i o es em
ciências da saúde (DeCS) da BIREME6 ou dos desc i o es da PORBASE (Índice
de Assun os).7
4. Indicação da ipologia do a igo (a que secção da e is a se des ina).
Páginas seguin es
As páginas seguin es inclui ão o ex o do a igo, de endo cada uma das secções em que
es e se subdi ida começa no início de uma página.
P imei a página a segui ao ex o do a igo
De e á inclui o capí ulo Ag adecimen os, quando es e exis a.
P imei a página a segui aos Ag adecimen os
De e á con e o início do capí ulo Re e ências Bibliog á icas.
P imei a página a segui a Re e ências bibliog á icas
De e á con e a in o mação ela i a aos con li os de in e esses dos au o es e ao
inanciamen o do es udo (de aco do com a in o mação p es ada nos anexos I e II).
Páginas seguin es
De e ão inclui as ilus ações. Es as de em se en iadas cada uma em sua olha com
indicação do espec i o núme o (alga ismo á abe ou nume ação omana) e legenda. Os
quad os, com nume ação omana, de e ão semp e inclui um í ulo cu o. Pode ão
inclui em odapé no as explica i as conside adas necessá ias e assinaladas u ilizando
os símbolos indicados nas no mas de Vancou e .2,3 G á icos, diag amas, g a u as e
o og a ias ( igu as) de e ão se ap esen ados com qualidade que pe mi a a sua
ep odução di ec a e nume ados com alga ismos á abes. Não de em se u ilizados
g á icos idimensionais. As igu as em o ma o digi al de em se en iadas como
ichei os sepa ados e não den o do documen o de ex o. São acei es os o ma os JPEG,
TIF e EPS, p e e encialmen e com uma esolução de 300 pon os po polegada (dpi) ou
supe io . As igu as em supo e de papel ou ilme (diaposi i os) de e ão e boa
qualidade e se de idamen e iden i icadas (alga ismos á abes) com e ique a
au ocolan e no e so ou na ma gem. Dá-se p e e ência a imagens em o ma o digi al,
desde que essa opção não comp ome a a qualidade das mesmas. No caso de se a a
de o og a ias de pessoas ou de o og a ias já publicadas, p ocede de aco do com as
no mas de Vancou e .2,3
No mas de es ilo
O uso de ab e ia u as e símbolos, bem como as unidades de medida, de em es a de
aco do com as no mas in e nacionalmen e acei es.2,3
1. De em-se usa maiúsculas apenas nas seguin es si uações:
a. no í ulo e nas p incipais secções do abalho;
b. no início do sub í ulo (caso exis a);
c. na p imei a pala a de odos os pe íodos;
d. nas pala as p incipais de capí ulos, subcapí ulos, secções e
subsecções;
e. nas pala as dos í ulos das igu as e quad os;
. em nomes de escalas e ins umen os de medida;
g. em subs an i os de e minados po nume al ou le a e,
h. em nomes de cadei as ou disciplinas académicas.
2. Usa semp e o nome a macológico. Pode, se jus i icado, inclui -se o nome
come cial em pa ên eses, após a p imei a e e ência ao á maco no ex o.
3. Esc e e po ex enso alga ismos meno es que 10. As excepções são: quando se
azem compa ações com núme os iguais ou supe io es a 10, se u ilizam
unidades de medida, pa a ep esen a unções ma emá icas, quan idades
accionais, pe cen agens e azões. Nunca inicia uma ase com um alga ismo.
4. Usa semp e alga ismos pa a designa empo, da a, idade, amos a e
população, amanho, esul ados, dosagens, pe cen agens, g aus de
empe a u a, medidas mé icas e pon os duma escala.
5. Po eg a, não usa ab e ia u as o a de pa ên eses. A excepção são as
ab e ia u as u ilizadas pelos sis emas de medidas (po exemplo, kg).
6. Os ac ónimos só de em se u ilizados se azem pa e da linguagem co en e
(po exemplo, OMS) ou pa a designa uma sigla ou uma exp essão écnica que
ai se u ilizada epe idamen e (po exemplo, DPOC). Nes e caso, o seu uso
de e se ap esen ado en e pa ên eses, depois da exp essão o iginal, na
p imei a ez que é u ilizado no ex o.
7. De em-se e i a es angei ismos, semp e que possí el.
8. Não usa sublinhados.
9. Usa neg i o apenas em í ulos.
10. Usa i álico apenas nas seguin es si uações: e e ências bibliog á icas, pala as
es angei as e nomes écnicos das classi icações cien í icas.
11. Os símbolos es a ís icos (po exemplo, , , M, DP, p) de em se esc i os em
i álico, com excepção dos símbolos em g ego.
12. A indicação da casa decimal de e aze -se a a és de uma í gula e não de um
pon o inal.
13. No ex o, os núme os decimais de em se ap esen ados apenas com a é duas
casas e com a edondamen o, a não se em casos excepcionais em que al se
jus i ique.
14. Os ope ado es a i mé icos e lógicos, ais como +, -, =, <, e >, le am espaço
an es e depois.
Re e ências bibliog á icas
As Re e ências Bibliog á icas de em se assinaladas no ex o com alga ismos á abes
em ele ado, pela o dem de p imei a ci ação e incluídas nes e capí ulo, u ilizando
exac amen e a mesma o dem de ci ação no ex o. Os nomes das e is as de em se
ab e iados de aco do com o es ilo usado no Index Medicus. A Re is a Po uguesa de
Medicina Ge al e Familia é e e enciada usando a ab e ia u a Re Po Clin Ge al. O
nume al da e e ência de e á se colocado após a pon uação (pon o, í gula, e c.).
Exemplos:
(...) como é o caso das lis as de dis ibuição.5
Es udos mais ecen es, e ec uados po Di-F anza e colabo ado es,7 mos am que as
c ianças se o nam dependen es da nico ina mais acilmen e do que os adul os.
Se após uma ase hou e luga à ci ação de mais do que uma e e ência es as de e ão
se sepa adas po í gulas excep o se o em sequenciais; nessa ci cuns ância se ão
sepa adas po hí en.
Exemplos:
(...) sendo a p e alência maio nesse g upo e á io;9,15,21
(...) compa a i amen e a esses es udos,6-9
(...) abaco a meno es de 18 anos e a de egulamen a a enda de abaco a a és de
máquinas au omá icas.4, 7-9
As e e ências a documen ação legal de e ão se concisas mas, ao mesmo empo,
comple as, incluindo in o mação sob e o ipo de diploma e seu núme o e da a, o local
onde oi publicado e as páginas.
Exemplo:
Dec e o-Lei n° 114/92, de 4 de Junho. «Diá io da República - Sé ie A. p. 2711.
Submissão de A igos à Ap eciação Edi o ial
Os documen os de em se en iados po co eio elec ónico pa a:
sec e a iado@ pmg .p . Se os ichei os o em demasiado ex ensos pa a se em en iados
po co eio elec ónico de e ão se en iados em supo e ísico digi al (CD-ROM ou
ou os) pa a: Di ec o da Re is a Po uguesa de Medicina Ge al e Familia , A . da
República, 97-1º 1050-190 Lisboa.
Os documen os a en ia incluem:
 O o iginal do a igo incluindo ilus ações, g a ado em supo e elec ónico (CD-ROM) ou
em ichei o(s) anexo(s) à mensagem de co eio elec ónico nos o ma os Mic oso

Wo d, RTF ou Open O ice ( ex o, abelas e diag amas) e JPEG, TIF ou EPS
(ilus ações).
 O o mulá io cons an e do Anexo 1 p eenchido po cada um dos au o es. Pa a além da
cópia em o ma o elec ónico, o o iginal des e documen o de e á se semp e en iado
po co eio pos al.
 O o mulá io cons an e do Anexo 2 p eenchido pelo au o co esponden e.
 Uma decla ação de au o ização assinada po cada pessoa mencionada nos
ag adecimen os (Anexo 3).
 T a ando-se de um es udo o iginal, a decla ação de condu a é ica (Anexo 4) p eenchida
pelo au o co esponden e.
 T a ando-se de um ela o de caso, decla ação de consen imen o in o mado assinada
pelo doen e que mo i ou o ela o de caso (Anexo 5).
 Ha endo o og a ia de doen e(s), decla ação de consen imen o in o mado assinada pelo
doen e o og a ado (Anexo 5).
 Cópias de quaisque au o izações pa a ep oduzi ma e ial já publicado, pa a u iliza
igu as ou ela a in o mação pessoal sensí el de pessoas iden i icá eis.
 Lis a de e i icação anexa, de idamen e p eenchida (Anexo 6).
T a amen o Edi o ial
Os ex os ecebidos são iden i icados po um núme o comunicado aos au o es, que
de e se e e ido em oda a co espondência com a e is a. Se á conside ada como
da a de ecebimen o do a igo o dia de ecebimen o da e são elec ónica ou o dia de
chegada po co eio pos al, caso seja an e io .
Após análise da ipologia do a igo, os ex os são subme idos a um p ocesso de
alidação adminis a i a. Os a igos que não obedeçam à o ganização cien í ica e à
o ganização o mal expos as nes as no mas não se ão ap esen adas ao Conselho
Edi o ial. O p ocesso de de olução se á au omá ico. Os ex os que es ejam de aco do
com as no mas se ão dis ibuídos a um edi o esponsá el. Esse edi o a á uma
ap eciação sumá ia e ap esen a á o a igo em eunião do Conselho Edi o ial. Os a igos
que não es ejam elacionados com a missão da e is a (o desen ol imen o da
especialidade de medicina ge al e amilia ou a melho ia dos cuidados de saúde
p imá ios) se ão ecusados.
Os a igos que es ejam de aco do com as no mas e que se enquad em na missão da
e is a en a ão num p ocesso de e isão po pa es. Aos e iso es, se á pedida a
ap eciação c í ica de a igos subme idos pa a publicação. Essa a aliação inclui á as
seguin es á eas: ac ualidade, iabilidade cien í ica, impo ância clínica e in e esse pa a
publicação do ex o. De o ma a ga an i a isenção e impa cialidade na a aliação, os
a igos se ão en iados aos e iso es sem a iden i icação dos espec i os au o es e cada
a igo se á ap eciado po dois ou mais e iso es. Caso exis a di e gência de ap eciação
en e e iso es, os edi o es pode ão con ida um e cei o e iso . A decisão inal sob e
a publicação se á omada pelos edi o es com base nos pa ece es dos e iso es. As
di e en es ap eciações dos e iso es se ão sin e izadas pelo edi o esponsá el e
comunicadas aos au o es. Os au o es não e ão conhecimen o da iden idade ou a iliação
dos e iso es ou do edi o esponsá el.
A decisão de publicação pode se no sen ido da ecusa, da publicação sem al e ações ou
da publicação após modi icações. Nes e úl imo g upo, os a igos, após a ealização das
modi icações p opos as, se ão eap eciados pelos e iso es o iginais do a igo. Des a
eap eciação esul a á uma ap eciação inal po pa e do edi o esponsá el e a decisão
de ecusa ou de publicação sem al e ações. Os au o es de a igos ap o ados pa a
publicação se ão in o mados da da a p o á el de publicação.
Re e ências Bibliog á icas
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P ess L d; 1998.
Condições pa a Submissão
Como pa e do p ocesso de submissão, os au o es são ob igados a e i ica a con o midade da
submissão em elação a odos os i ens lis ados a segui . As submissões que não es i e em de
aco do com as no mas se ão de ol idas aos au o es.
1. A con ibuição é o iginal e inédi a e não se encon a sob e isão ou pa a publicação po
ou a e is a. Caso con á io, de e-se jus i ica em "Comen á ios ao Edi o ".
2. Os ichei os pa a submissão encon am-se em o ma o Mic oso Wo d, OpenO ice ou RTF
(desde que não ul apassem 2MB)
3. URLs pa a as e e ências o am o necidas quando disponí eis.
4. O ex o segue os pad ões de es ilo e equisi os bibliog á icos desc i os em Ins uções pa a
Au o es, na secção Sob e a Re is a.
5. Fo mulá io pa a os au o es. Anexo I
6. Fo mulá io pa a os au o es. Anexo II
7. Au o ização pa a menção nos ag adecimen os. Anexo III
8. Fo mulá io de decla ação de condu a é ica. Anexo IV
9. Decla ação de consen imen o in o mado. Anexo V
10. Lis a de e i icação pa a subme e pa a publicação na e is a po uguesa de medicina
ge al e amilia .Anexo VI
11. No mas pa a ap esen ação de a igos à Re is a Po uguesa de Medicina Ge al e
Familia . Anexo VII
Decla ação de Di ei o Au o al
Os au o es concedem à RPMGF o di ei o exclusi o de publica e dis ibui em supo e ísico,
elec ónico, po meio de adiodi usão ou em ou os supo es que enham a exis i o con eúdo do
manusc i o iden i icado nes a decla ação. Concedem ainda à RPMGF o di ei o a u iliza e explo a o
p esen e manusc i o, nomeadamen e pa a cede , ende ou licencia o seu con eúdo. Es a
au o ização é pe manen e e igo a a pa i do momen o em que o manusc i o é subme ido, em a
du ação máxima pe mi ida pela legislação po uguesa ou in e nacional aplicá el e é de âmbi o
mundial. Os au o es decla am ainda que es a cedência é ei a a í ulo g a ui o. Caso a RPMGF
comunique aos au o es que decidiu não publica o seu manusc i o, a cedência exclusi a de di ei os
cessa de imedia o.
Os au o es au o izam a RPMGF (ou uma en idade po es a designada) a ac ua em seu nome
quando es a conside a que exis e iolação dos di ei os de au o .
Os au o es êm di ei o a:
 Rep oduzi um núme o azoá el de cópias do seu abalho em supo e ísico ou digi al pa a uso
pessoal, p o issional ou pa a ensino, mas não pa a uso come cial (incluindo enda do di ei o a
acede ao a igo).
 Coloca no seu sí io da in e ne ou da sua ins i uição uma cópia exac a em o ma o elec ónico do
a igo publicado pela RPMGF, desde que seja ei a e e ência à sua publicação na RPMGF e o seu
con eúdo (incluindo símbolos que iden i iquem a RPMGF) não seja al e ado.
 Publica em li o de que sejam au o es ou edi o es o con eúdo o al ou pa cial do manusc i o,
desde que seja ei a e e ência à sua publicação na RPMGF.
 Recebe , a é cinco anos após a publicação, 10% do alo pago po uma en idade e cei a à RPMGF
pela ep odução em sepa ado do seu a igo, quando esse alo o supe io a 1.500 eu os.
Os au o es acei am que, em caso de con li o, a esolução des e aco do se á ei a em Po ugal e de
aco do com a legislação po uguesa aplicá el.
Polí ica de P i acidade
A Re is a Po uguesa de Medicina Ge al e Familia de ém o di ei o exclusi o de publica , dis ibui ,
cede , ende ou licencia em supo e ísico, elec ónico, po meio de adiodi usão ou em ou os
supo es que enham a exis i odos os con eúdos publicados. É p oibida a ep odução, mesmo
pa cial, de a igos e ilus ações sem p é ia au o ização da Re is a Po uguesa de Medicina Ge al e
Familia . Excep ua-se a ci ação ou ansc ição de pequenos exce os, desde que se aça menção
da on e.
Os nomes e ende eços o necidos nes a e is a se ão usados exclusi amen e pa a os se iços
p es ados po es a publicação, não sendo disponibilizados pa a ou as inalidades ou a e cei os.
h p://www. pmg .p /ojs/index.php?jou nal= pmg &page=abou &op=submi
ssions#au ho Guidelines