scieee Science in your language
[en] (orig)

Cintigrafia de Perfusão Miocárdica no Enfarte do Miocárdio: Impacto da elevação do segmento ST e da Diabetes mellitus

Abstract

A cintigrafia de perfusão do miocárdio (CPM) é frequentemente utilizada na avaliação de pacientes, após um enfarte agudo do miocárdio (EAM). O objetivo do presente trabalho foi avaliar a existência de alterações características reportadas na CPM, de acordo com a natureza do enfarte (com supradesnivelamento do segmento ST versus sem supradesnivelamento do segmento ST), bem como tendo em conta a presença ou ausência de Diabetes mellitus. Um estudo prospectivo de 124 pacientes consecutivos com EAM foi realizado, usando CPM. Os pacientes com EAM com supradesnivelamento do segmento ST (EAMsST) apresentaram valores significativamente maiores para defeito de áreas de perfusão - em ambos valor absoluto e percentagem -, tanto em repouso como em esforço, quando comparados com os pacientes sem supradesnivelamento do segmento ST (EAMnST). Este grupo de pacientes apresentou valores significativamente menores para as frações de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE), sob a mesma comparação. O valor para defeitos de perfusão em repouso em pacientes com EAMsST atingiu mais do que o dobro do valor para pacientes com EAMnST (17,1±14,6% versus 6,5±7,8%, p <0,001). Em relação à FEVE em repouso, os pacientes com EAMsST apresentaram um valor médio de 47,6±13,6% e os pacientes com EAMnST apresentaram um valor médio de 53,2±12,4% (p 0,026). No que diz respeito à comparação entre pacientes com e sem Diabetes mellitus, nenhum dos parâmetros em estudo apresentou diferenças significativas. A análise de regressão linear, tomando a percentagem do defeito de perfusão como variável dependente, produziu um resultado global significativo. Contudo, apenas a elevação do segmento ST evidenciou um resultado significativo isoladamente. Concluiu-se que a presença de supradesnivelamento do segmento ST está associada a diferentes padrões de MPS em pacientes com IM, não se verificando esta associação no que respeita à presença de Diabetes mellitus.

Read accessible full text

Cintigrafia de Perfusão Miocárdica no Enfarte do Miocárdio: Impacto da elevação do segmento ST e da Diabetes mellitus

Author: João Miguel Portugal Antas de Barros Barbosa
Year: 2021
DOI: 10.34626/37gd-jx37
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/134443/2/479689.pdf
1
2020/2021
João Miguel Po ugal An as de Ba os Ba bosa
Myoca dial Pe usion Scin ig aphy in Myoca dial In a c ion:
Impac o ST segmen ele a ion and o Diabe es
melli us
Cin ig a ia de Pe usão Miocá dica no En a e do Miocá dio:
Impac o da ele ação do segmen o ST e da Diabe es
melli us
MARÇO, 2021
2
MARÇO, 2021
Mes ado In eg ado em Medicina
Á ea: Medicina Nuclea
Tipologia: O iginal Repo
T abalho e e uado sob a O ien ação de:
P o . Dou o José Ped o Lopes Nunes
T abalho o ganizado de aco do com as no mas da e is a:
Jou nal O In es iga i e Medicine
João Miguel Po ugal An as de Ba os Ba bosa
Myoca dial Pe usion Scin ig aphy in Myoca dial In a c ion:
Impac o ST segmen ele a ion and o Diabe es melli us
Cin ig a ia de Pe usão Miocá dica no En a e do Miocá dio:
Impac o da ele ação do segmen o ST e da Diabe es melli us
i
DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE
ii
DECLARAÇÃO DE REPRODUÇÃO
iii
DEDICATÓRIA
Há poucos anos a ás, decidi muda de umo, pessoal e p o issionalmen e. Naquilo
que oi o ano mais di ícil da minha ida a é en ão, a mo e do meu A ô ma e ializou
a eno me lacuna que exis ia no meu conhecimen o da saúde humana. A é aí, inha
explo ado o mundo labo al, munido do meu cu so an e io – Ciências
Fa macêu icas – chegando, en ão, à conclusão de que a minha in luência na saúde
do pacien e e ia que se mais in e en i a e mais capaz. Es a escolha le ou-me à
Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o.
Os úl imos 5 anos cons i uí am uma aje ó ia pa a a qual, isolado, se ia semp e
insu icien e. Consegui comple á-la p ecisamen e po não es a sozinho, de endo
po isso ag adece e dedica o p esen e abalho:
Ao P o esso Dou o José Ped o Nunes, pela assídua, sábia e amá el o ien ação
du an e o cu so no ge al, e du an e a elabo ação des e abalho em pa icula ;
À minha amília – em especial aos meus Pais e i mãos – po odo o apoio
incondicional que me de am ao longo da minha ida;
À minha A ó Ma ia da G aça, ao meu A ô João, e à minha A ó Nina, po me
ensina em a p ocu a se semp e supe io a mim mesmo;
Ao D . Jo ge Pe ei a, à D a. Emília Ba bosa, e à D a. Luciana Pe ei a, pela
impo an e con ibuição na execução des e abalho;
Ao A mindo e à Lab52, pelo mundo de opo unidades que me o e ece am, e pela
ce eza que i e am no meu imp o á el sucesso;
À Ma ga ida d’ “O Fa ol”, pela con iança que deposi ou em mim;
Aos meus amigos, em especial aos LCR e ao Almi an e, pela inabalá el amizade
com que me b indam odos os dias;
Po im, à Te esinha, pelo empo, pelas pala as, pelos a os, pela (imé i a) é em
mim e po udo o que me deu, que qualque ex o se á insu icien e pa a enume a ;
Nas pala as do meu an epassado Manoel de Po ugal Ma eca, o mado pela
Escola Médico-ci ú gica do Po o em 1902, “es e abalho, […] um hesoi o que
osse, a ós pe ence ia”.

1
ORIGINAL REPORT
MYOCARDIAL PERFUSION SCINTIGRAPHY IN MYOCARDIAL INFARCTION -
IMPACT OF ST SEGMENT ELEVATION AND OF DIABETES MELLITUS.
João Miguel Po ugal An as de Ba os Ba bosa
Rua do Pad ão, 32, 2º Di ei o
4150-557 Po o
Po ugal
[email p o ec ed]
Wo d coun (excluding i le page, abs ac , e e ences, igu es and ables): 2049
2
ABSTRACT
Myoca dial pe usion scin ig aphy (MPS) is equen ly used in he e alua ion o
pa ien s wi h myoca dial in a c ion (MI). The goal o he p esen wo k was o
e alua e changes in MPS acco ding o he na u e o he in a c ion (ST ele a ion
e sus non-ST ele a ion s a us) as well as acco ding o he p esence o absence
o Diabe es melli us.
A p ospec i e s udy o 124 consecu i e pa ien s wi h MI was ca ied ou , using
MPS.
Pa ien s wi h ST segmen ele a ion MI (STEMI) had signi ican ly la ge alues bo h
o pe cen age and absolu e a eas o pe usion de ec s, bo h a es and in s ess
si ua ion, when compa ed o pa ien s wi hou ST segmen ele a ion (NSTEMI).
These pa ien s had signi ican ly lowe alues o le en icula ejec ion ac ions
(EF), in a simila compa ison. The alues o pe usion de ec s a es o STEMI
pa ien s we e mo e han double he alues o NSTEMI pa ien s (17.1+14.6%
e sus 6.5+7.8%, p <0.001). Conce ning es ing le en icula EF, STEMI pa ien s
had a mean alue o 47.6+13.6% and NSTEMI pa ien s had a mean alue o
53.2+12.4% (p 0.026).
Rega ding he compa ison be ween pa ien s wi h and wi hou Diabe es melli us,
none o he pa ame e s unde s udy showed signi ican di e ences.
Linea eg ession analysis, aking pe cen age o pe usion de ec , as dependen
a iable, yielded an o e all signi ican esul , howe e only ST segmen ele a ion
was shown o ha e an indi idually signi ican esul .
We conclude ha he p esence o ST segmen ele a ion bu no he p esence o
Diabe es melli us is associa ed o di e en pa e ns o MPS in pa ien s wi h MI.
Wha is al eady known abou his subjec ?
Acu e myoca dial in a c ion (MI) poses as a signi ican cause o dea h and
mo bidi y. Myoca dial pe usion scin ig aphy (MPS) is equen ly used in he
e alua ion o pa ien s wi h MI. Speci ic elec oca diog aphic indings and isk ac o s
lack co ela ion wi h MPS esul s.
3
Wha a e he new indings?
The goal o he p esen wo k was o e alua e speci ic changes in MPS acco ding
o he na u e o he in a c ion (ST ele a ion e sus non-ST ele a ion s a us) as well
as acco ding o he p esence o absence o Diabe es melli us. The p esence o ST
segmen ele a ion was associa ed o di e en pa e ns o MPS in pa ien s wi h MI.
The p esence o DM was no associa ed ei he o di e ences in impo ance o
pe usion de ec s o in he alues o le en icula ejec ion ac ion.
How migh hese esul s change he ocus o esea ch o clinical p ac ice?
The p esence o ST segmen ele a ion in he elec oca diog am was shown o be
associa ed o a dec eased ca diac con ac ili y and o an inc eased pe usion
de ec , when compa ed o he absence o his elec oca diog aphic ea u e.
The e o e, he p esen pape ansla es an impo an and inno a i e co ela ion o
he p esence o ST segmen ele a ion and he myoca dial damage ex en .
Key wo ds: myoca dial pe usion scin ig aphy, myoca dial in a c ion, Diabe es
melli us
4
INTRODUCTION
Acu e myoca dial in a c ion (MI) poses as a signi ican cause o dea h and mo bidi y
1,2, and is de ined as he loss o unc ional ca diac issue, due o a ca diac ischemic
e en 1. Al hough he incidence o his ype o e en has declined s eadily o e he
las decades, i s ill a ec s abou 7 million indi iduals a ound he wo ld annually, o
which many occu in Eu ope, wi h he economic issues i en ails 3. Risk ac o s o
MI include male gende , smoking, a e ial hype ension, dyslipidaemia, Diabe es
melli us and obesi y, among o he s 1,4,5.
MI can ha e di e en causes and be cha ac e ized in e y di e en ways. One o
he mos used classi ica ions is based on he p esence o an ele a ion o he ST-
segmen in he elec oca diog am (ECG), hus allowing us o ca ego ize he e en
as acu e myoca dial in a c ion wi h ST-segmen ele a ion (STEMI) o wi hou ST-
segmen ele a ion (NSTEMI) 1,3. Fu he mo e, he ou h uni e sal classi ica ion o
MI akes in o accoun ae iology and clinical di e ences, and is di ided in o 6 ypes:
ype 1 (due o a he oscle o ic plaque up u e), ype 2 (due o a misma ch be ween
supply and demand), ype 3 (causing sudden dea h), ype 4 (a - i ela ed wi h
pe cu aneous co ona y in e en ion, PCI - and b - i ela ed wi h h ombosis o a
co ona y s en ), and ype 5 ( ela ed wi h co ona y a e y bypass g a ing, CABG) 1.
Rega ding MI p esen a ion and diagnosis, al hough up o 40% o all MI a e
un ecognized in assessmen h ough ECG upon admission 6, i s line MI diagnosis
elies p ima ily on ECG indings, such as he al eady men ioned ST-segmen
ele a ion, oge he wi h symp oms and physical exam 3,4. Second line diagnosis
conce ns biochemical indings, namely ca diac oponin ele a ion (CT), a bioma ke
ha is ele a ed in his con ex , allowing an ea ly con i ma ion, as i p esen s high
sensi i i y o myoca dial nec osis 3,4.
In he s udy o pa ien s wi h suspec ed o con i med ischaemic hea disease (e.g.
on he a e ma h o an MI), pa ien s a e equen ly equi ed o pe o m a myoca dial
pe usion scin ig aphy (MPS), o assess ischemic a eas o he hea , and po en ial
loss o ca diac unc ion 7-9. MPS elies on he di e en ial up ake o a adioiso ope
by he ca diac issue, wi h u he quan i ica ion/imaging, hus esul ing in a
myoca dial pe usion map 1,8,9. Dec eased pe usion in ce ain ca diac a eas
(shown as one o mo e pe usion de ec s) can esul om he na owing o one o
11
DISCUSSION
In he p esen epo , MPS da a ob ained in pa ien s wi h a p e ious MI we e unde
s udy. The p esence o ST segmen ele a ion in he elec oca diog am was shown
o be associa ed o a dec eased ca diac con ac ili y and o an inc eased pe usion
de ec , when compa ed o he absence o his elec oca diog aphic ea u e.
The p esence o ST segmen ele a ion in pa ien s wi h MI is equen ly associa ed
o he p esence o a co ona y a e y h ombus in he acu e se ing 11,12. Pa ien s
wi h MI wi h no ele a ion o he ST segmen a e belie ed usually no o ha e
co ona y a e y h ombo ic acu e occlusion 13. MI is a known heal h and economic
bu den, and is associa ed wi h isk ac o s such as obesi y, hype ension and
Diabe es melli us. MI can o en lead o issue and unc ional changes in he hea ,
which may be e alua ed h ough MPS. As a unc ional imaging echnique, MPS is
widely used, in ischemic hea disease assessmen and p ognosis.
Rega ding Diabe es melli us, cu en li e a u e indica es ha his condi ion is a isk
ac o o co ona y a e y disease (CAD), due o i s associa ion wi h g ea e and
mo e signi ican ascula disease 10.
A p e ious epo showed ha when STEMI and NSTEMI pa ien s we e compa ed,
he o me was associa ed o highe mean alues o oponin elease, howe e no
di e ences we e seen in he angiog aphic impo ance o CAD 14.
This lack o co ela ion be ween he appa en impo ance o myoca dial nec osis
and he impo ance o CAD may be an explana ion o he p esen esul s
conce ning pa ien s wi h Diabe es melli us. These la e pa ien s a e known o o en
ha e di use co ona y a e y disease 15, howe e he p esen esul s show ha he
p esence o his clinical condi ion is no associa ed ei he o di e ences in
impo ance o pe usion de ec s o in he alues o le en icula ejec ion ac ion.
Limi a ions
The numbe o pa ien s is ela i ely small, limi ing he powe o he conclusions
eached. All consecu i e pa ien s wi h a diagnosis o MI we e unde s udy,
ega dless o MI ype o da e o he e en . Addi ionally, pos -e en e ascula iza ion
p ocedu e, as well as medica ion in o ma ion, we e no included in da a collec ion,
and could in luence MPS da a.

12
CONCLUSIONS
We conclude ha he p esence o ST segmen ele a ion bu no he p esence o
Diabe es melli us is associa ed o di e en pa e ns o MPS in pa ien s wi h MI. The
p esence o ST segmen ele a ion in he elec oca diog am was shown o be
associa ed o a dec eased ca diac con ac ili y and o an inc eased pe usion
de ec , when compa ed o he absence o his elec oca diog aphic ea u e.
CONFLICT OF INTEREST
The au ho ce i ies ha he e is no con lic o in e es wi h any inancial o ganiza ion
ega ding he ma e ial discussed in he manusc ip .
FUNDING
No unding ecei ed o his epo .
13
REFERENCES
1. Thygesen K, Alpe JS, Ja e AS, e al. Fou h Uni e sal De ini ion o
Myoca dial In a c ion (2018). J Am Coll Ca diol 2018;72:2231-64.
2. Lobo MF, Azzone V, Aze edo LF, e al. A compa ison o in-hospi al acu e
myoca dial in a c ion managemen be ween Po ugal and he Uni ed S a es: 2000–
2010. In e na ional Jou nal o Quali y in Heal h Ca e 2017;29:669-78.
3. Reed GW, Rossi JE, Cannon CP. Acu e myoca dial in a c ion. Lance
2017;389:197-210.
4. Ande son JL, Mo ow DA. Acu e Myoca dial In a c ion. N Engl J Med
2017;376:2053-64.
5. Dzubu A, Gacic E, Mekic M. Compa ison o Pa ien s wi h Acu e Myoca dial
In a c ion Acco ding o Age. Med A ch 2019;73:23-7.
6. Do M. Silen myoca dial in a c ion: he isk beyond he i s admission.
Hea 2010;96:1434-5.
7. Nudi F, Biondi-Zoccai G, Schillaci O, e al. P ognos ic accu acy o myoca dial
pe usion imaging in oc ogena ians. J Nucl Ca diol 2018;25:1342-9.
8. No ghi A, Low CS. Myoca dial pe usion scin ig aphy: pas , p esen and
u u e. B J Radiol 2011;84 Spec No 3:S229-36.
9. Ziessman H, O'Malley J. Nuclea Medicine: The Requisi es. 4 h ed2013.
10. Ha ne SM, Leh o S, Rönnemaa T, Pyö älä K, Laakso M. Mo ali y om
Co ona y Hea Disease in Subjec s wi h Type 2 Diabe es and in Nondiabe ic
Subjec s wi h and wi hou P io Myoca dial In a c ion. New England Jou nal o
Medicine 1998;339:229-34.
11. F öbe O, Lage q is B, Oli ec ona GK, e al. Th ombus Aspi a ion du ing
ST-Segmen Ele a ion Myoca dial In a c ion. New England Jou nal o Medicine
2013;369:1587-97.
12. Meneguz-Mo eno RA, Cos a RA, A A, Ribama Cos a J, J ., Abizaid A.
Th ombus aspi a ion in ST-segmen ele a ion myoca dial in a c ion. Mine a
Ca dioangiol 2015;63:563-75.
13. Mizuno K, Sa omu a K, Miyamo o A, e al. Angioscopic E alua ion o
Co ona y-A e y Th ombi in Acu e Co ona y Synd omes. New England Jou nal o
Medicine 1992;326:287-91.
14
14. Nunes JPL, Fa ia Mdo S, Ga cia JM, Gonçal es FR. Glome ula il a ion
a e and co ona y a e y disease bu den in pa ien s wi h acu e co ona y synd ome.
Clin Ca diol 2007;30:464-8.
15. Jin C, Lu L, Zhang RY, e al. Associa ion o se um glyca ed albumin, C-
eac i e p o ein and ICAM-1 le els wi h di use co ona y a e y disease in pa ien s
wi h ype 2 diabe es melli us. Clinica Chimica Ac a 2009;408:45-9.
15
TABLES
Table 1.⎯ Desc ip i e s a is ics o he a iables collec ed in 124 pa ien s wi h
myoca dial in a c ion. N – numbe ; STD – s anda d de ia ion. P- Shown a e le els
o signi icance, Mann-Whi ney U es , when pa ien s wi h o wi hou Diabe es
melli us and pa ien s wi h o wi hou ST segmen ele a ion a e compa ed,
espec i ely.
To al numbe o pa ien s
124
Male/ emale N (%)
94 (75.8%)/ 30 (24.2%)
Age, yea s (Mean+ STD)
O e all
Pa ien s wi hou Diabe es melli us (n=78)
Pa ien s wi h Diabe es melli us (n=46)
Pa ien s wi h STEMI (n=58)
Pa ien s wi h NSTEMI (n=66)
68.2±11.4
67.8±12.1
68.9±10.0 (p=0.51)
66.7±10.0
69.5±12.4 (p=0.19)
Age, ange (yea s)
36 – 93
Age g oup, yea s (n)
30-49
50-69
70-89
O e 90
6
67
48
3
Table 2.⎯ Da a om myoca dial pe usion scans in 124 pa ien s wi h myoca dial
in a c ion (MI), acco ding o ST ele a ion s a us (Mean + s anda d de ia ion). EF –
le en icula ejec ion ac ion. PPD – Pe cen age o pe usion de ec . APD - A ea
o pe usion de ec . P- p obabili y, Mann Whi ney U es . N - numbe .
ST segmen
ele a ion MI
N=58
Non-ST segmen
ele a ion MI
N=66
p
EF/ es
47.6+13.6
53.2+12.4
0.026
EF/ s ess
46.8+13.5
51.7+12.0
0.047
PPD/ es (%)
17.1+14.6
6.5+7.8
<0.001
PPD/ s ess (%)
21.3+14.7
11.3+9.2
<0.001
APD/ es (cm2)
26.18+26.68
9.39+12.87
<0.001
APD/ s ess (cm2)
32.90+28.18
15.53+14.58
<0.001
16
Table 3⎯ Da a om myoca dial pe usion scans in 124 pa ien s wi h myoca dial
in a c ion (MI), acco ding o p esence o absence o Diabe es melli us (Mean +
s anda d de ia ion). EF – le en icula ejec ion ac ion. PPD – Pe cen age o
pe usion de ec . APD - A ea o pe usion de ec . P- p obabili y, Mann Whi ney U
es . N - numbe .
No Diabe es melli us
N = 78
Diabe es melli us
N= 46
p
EF/ es (%)
50.7+13.8
50.4+12.3
0.63
EF/ s ess (%)
49.7+13.9
49.9+11.1
0.38
PPD/ es (%)
11.6+12.6
11.1+12.8
0.75
PPD/ s ess (%)
16.1+12.9
15.8+13.4
0.75
APD/ es (cm2)
18.0+23.3
15.9+19.9
0.65
APD/ s ess (cm2)
24.2+24.4
22.8+22.3
0.76
Table 4⎯ Linea eg ession analysis, aking pe cen age o pe usion de ec (a es )
as dependen a iable and se e al independen a iables, as measu ed in 124
pa ien s wi h myoca dial in a c ion. P- signi icance le el.
Dependen a iable - pe cen age o pe usion de ec , a es . O e all
ANOVA p - <0.001
p
Age
0.50
Gende
0.11
ST segmen ele a ion
<0.001
Diabe es melli us
0.21
A e ial hype ension
0.12
Dyslipidemia
0.27
Le bundle b anch block
0.42
Type 2 myoca dial in a c ion
0.82

17
ANEXO 1 – NORMAS DE PUBLICAÇÃO NO JOURNAL OF INVESTIGATIVE
MEDICINE
BMJ Jou nals
Fo ma ing you pape
These a e gene al o ma ing guidelines ac oss BMJ, please always e e o jou nal-
speci ic ins uc ions o au ho s o a icle ype speci ica ions. You can b owse he
i les on ou Jou nals websi e.
You can also e e o ou o ma ing checklis o make su e you ha e co e ed
e e y hing on submission.
Ti le page
The i le page mus con ain he ollowing in o ma ion:
Ti le o he a icle
Full name, pos al add ess and e-mail o he co esponding au ho
Full name, depa men , ins i u ion, ci y and coun y o all co-au ho s
Wo d coun , excluding i le page, abs ac , e e ences, igu es and ables
Keywo ds
Au ho s can usually op o (o a e equi ed o) choose keywo ds ele an o he
con en o he manusc ip du ing he submission p ocess. This assis s in he
iden i ica ion o he mos sui able e iewe s o he manusc ip . The selec ed
keywo ds should also be included in he abs ac i sel .
Au ho s and Ins i u ions
On submission o you a icle h ough ou submission sys em you will be asked o
p o ide a name, email add ess and ins i u ional a ilia ion o all con ibu ing
au ho s. In he inal published a icle au ho names, ins i u ions and add esses will
be aken om hese comple ed ields and no om he submi ed Wo d documen .
Re e o he BMJ policy on au ho ship o mo e in o ma ion.
18
Manusc ip o ma
The manusc ip mus be submi ed as a Wo d documen (BMJ Case Repo s and
Ve e ina y Reco d Case Repo s eques ha au ho s submi using a empla e
which should also be in Wo d o ma ). PDF is no accep ed.
The manusc ip should be p esen ed in he ollowing o de :
Ti le page
Abs ac , o a summa y o case epo s (No e: e e ences should no be included
in abs ac s o summa ies)
Main ex sepa a ed unde app op ia e headings and subheadings using he
ollowing hie a chy: BOLD CAPS, bold lowe case, Plain ex , I alics
Tables should be in Wo d o ma and placed in he main ex whe e he able is i s
ci ed. Tables should also be ci ed in nume ical o de
Acknowledgmen s, Compe ing In e es s, Funding and all o he equi ed s a emen s
Re e ences. All e e ences should be ci ed in he main ex in nume ical o de
We ha e added a “submission p e ill” ool o all o ou jou nals, which ypically
educes ime aken o submi a pape by 25 pe cen . Jus upload you manusc ip
and he sys em will au oma ically ex ac and popula e he ollowing submission
ields: Ti le, Abs ac , Au ho s, Ins i u ions, Funde s.
Figu es mus be uploaded as sepa a e iles ( iew u he de ails unde he
Figu es/illus a ions sec ion). All igu es mus be ci ed wi hin he main ex in
nume ical o de and legends should be p o ided a he end o he manusc ip .
Online Supplemen a y ma e ials should be uploaded using he File Designa ion
“Supplemen a y File” on he submission si e and ci ed in he main ex .
Please emo e any hidden ex heade s o oo e s om you ile be o e submission.
S yle
Ac onyms and abb e ia ions should be used spa ingly and ully explained when
i s used. Abb e ia ions and symbols mus be s anda d. SI uni s should be used
h oughou , excep o blood p essu e alues which should be epo ed in mm Hg.
19
Whene e possible, d ugs should be gi en hei app o ed gene ic name. Whe e a
p op ie a y (b and) name is used, i should begin wi h a capi al le e .
To ensu e a consis en app oach, submi ed a icles should no include T adema k
o Regis e ed adema k symbols in he main ex , ables o igu es.
Figu es and illus a ions
Images mus be uploaded as sepa a e iles. All images mus be ci ed wi hin he
main ex in nume ical o de and legends mus be p o ided (ideally a he end o
he manusc ip ). Video: How o imp o e you g aphs and ables
Jou nal o In es iga i e Medicine: Submission Guidelines o O iginal
esea ch
O iginal esea ch should no exceed 5,000 wo ds and six igu es o ables (no
including supplemen a y ma e ial) — a icles mus be ully documen ed epo s o
o iginal esea ch bu should be as concise as possible wi hou comp omising he
da a. A icles should be o ganized as ollows: Ti le page, Uns uc u ed Abs ac
(250 wo ds max), In oduc ion, Ma e ials & Me hods, Resul s, Discussion, Con lic
o In e es , Acknowledgmen s, Re e ences, Tables, Figu e Legends,
Supplemen a y Ma e ial.
The abs ac should be ollowed by h ee sen ences which ou line he signi icance
o he s udy:
Wha is al eady known abou his subjec ?
Wha a e he new indings?
How migh hese esul s change he ocus o esea ch o clinical p ac ice?
Please include a box summa izing in h ee o ou bulle poin s “wha a e he new
indings?”.
20
ANEXO 2 – REPORTING GUIDELINES PARA ESTUDOS OBSERVACIONAIS
DE COORTE (EQUATOR NETWORK)
STROBE S a emen —Checklis o i ems ha should be included in epo s o
coho s udies
I em
No
Recommenda ion
Page
No
Ti le and abs ac
1
(a) Indica e he s udy’s design wi h a commonly used
e m in he i le o he abs ac ;
(b) P o ide in he abs ac an in o ma i e and balanced
summa y o wha was done and wha was ound;
“A p ospec i e s udy o 124 consecu i e pa ien s wi h
MI was ca ied ou , using MPS”.
2
“Pa ien s wi h ST segmen ele a ion MI (STEMI) had
signi ican ly la ge alues bo h o pe cen age and
absolu e a eas o pe usion de ec s, bo h a es and in
s ess si ua ion, when compa ed o pa ien s wi hou ST
segmen ele a ion (NSTEMI)”.
2
In oduc ion
Backg ound/ a ionale
2
Explain he scien i ic backg ound and a ionale o he
in es iga ion being epo ed
“MPS elies on he di e en ial up ake o a adioiso ope
by he ca diac issue, wi h u he
quan i ica ion/imaging,...”.
4
Objec i es
3
S a e speci ic objec i es, including any p especi ied
hypo heses
“The goal o he p esen wo k was o e alua e speci ic
changes in MPS acco ding o he na u e o he
in a c ion (ST ele a ion e sus non-ST ele a ion s a us)
as well as acco ding o he p esence o absence o
Diabe es melli us”.
5
Me hods
S udy design
4
P esen key elemen s o s udy design ea ly in he pape
“The p esen s udy was a p ospec i e, longi udinal
s udy”.
6
Se ing
5
Desc ibe he se ing, loca ions, and ele an da es,
including pe iods o ec ui men , exposu e, ollow-up,
and da a collec ion
“Pa ien s en olled in he p ojec we e gi en a w i en
e sion o he p o ocol o a ull e alua ion, and la e
signed an in o med consen o m, p io o da a
collec ion. Inclusion c i e ia in ol ed: age g ea e han
18, indica ion o MPS om Sep embe 2019- Feb ua y
2020 (inpa ien o ou pa ien ), and a his o y o MI”.
6
Pa icipan s
6
(a) Gi e he eligibili y c i e ia, and he sou ces and
me hods o selec ion o pa icipan s. Desc ibe me hods
o ollow-up
(b) Fo ma ched s udies, gi e ma ching c i e ia and
numbe o exposed and unexposed
“Inclusion c i e ia in ol ed: age g ea e han 18,
indica ion o MPS om Sep embe 2019- Feb ua y
2020 (inpa ien o ou pa ien ), and a his o y o MI”.
6