Gestão de resíduos em contexto industrial
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Gestão de Resíduos em Contexto Industrial Sofia da Vinha Botelho Mestrado em Ciências e Tecnologia do Ambiente Ramo de Riscos: Avaliação e Gestão Ambiental Departamento de Geociências, Ambiente e Ordenamento do Território 2012 Orientadores António Dias, Professor Auxiliar da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto Carla Caldeira, Responsável Ambiental da Efacec Engenharia e Sistemas, S.A.
Todas as correções determinadas pelo júri, e só essas, foram efetuadas. O Presidente do Júri, Porto, ______/______/_________
Ao meu Avô que nos deixou com muitas saudades…
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial vi Agradecimentos À Efacec, pela oportunidade. À Carla Caldeira, por toda a paciência e dedicação ao longo destes meses de estágio. Obrigada! Ao professor Guerner, pelo apoio e disponibilidade sempre demonstrada. Aos meus Pais, pelo apoio e carinho. Ao Gil, por tudo!
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial vii Resumo Este relatório descreve o estágio realizado na empresa Efacec Engenharia e Sistemas, S.A. no âmbito do Mestrado em Ciências e Tecnologia do Ambiente com área de especialização em Riscos: Avaliação e Gestão Ambiental. O estágio teve como principal objetivo melhorar o controlo operacional do sistema de gestão de resíduos implementado. Ao longo do estágio foi possível acompanhar todas as atividades da empresa (produção e manutenção) de forma a verificar e avaliar quais as medidas a implementar para atualizar e melhorar o funcionamento do sistema de gestão de resíduos. Todo o trabalho efetuado ao longo deste estágio (acompanhamento e implementação de medidas de melhoria) foi essencial para a melhoria de todo o sistema de gestão e desempenho ambiental, uma vez que a produção de resíduos é um do aspetos com maior impacte ambiental no âmbito das atividades da empresa.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial viii Abstract This report describes the internship conducted in Efacec Engenharia e Sistemas, S.A. in the scope of the Master in Science and Environment Technology with specialization in Risks: Assessment and Environmental Management. The internship aimed to improve the operational control of the waste management system implemented. Along the internship was possible to monitor all company’s activities (production and maintenance) in order to verify and evaluate which were the measures to implement to update and improve the functioning of the waste management system. All the work done during the internship (monitoring and implementation of improvement measures) was essential for the improvement of the entire management system and environmental performance, once the waste production is one of the aspects with greater environmental impact within the company’s activities.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial ix Índice 1. Introdução ........................................................................................................... 14 1.1. Objetivo ............................................................................................................. 14 2. Apresentação de Empresa .................................................................................. 15 2.1. Grupo EFACEC ................................................................................................. 15 2.2. Efacec Engenharia e Sistemas, S.A. ................................................................. 16 2.3. Departamento de Qualidade, Ambiente e Segurança ........................................ 17 3. Estado da Arte ..................................................................................................... 19 3.1. Gestão de Resíduos .......................................................................................... 19 3.2. Sistemas de Gestão Ambiental .......................................................................... 23 4. Trabalho Desenvolvido ........................................................................................ 25 Ação n.º 1 – Conhecimento dos Processos Desenvolvidos na Empresa (Condomínio da Maia) ............................................................................................................................ 26 Ação nº. 2 – Caracterização Qualitativa dos Resíduos ................................................. 31 Ação n.º 3 – Caracterização Quantitativa dos Resíduos ............................................... 33 Ação n.º 4 – Análise de Oportunidades de Melhoria e Implementação de Medidas ..... 36 Ação n.º 5 – Documentos do Sistema de Gestão de Resíduos .................................... 39 Ação n.º 6 – Elaboração de Check-list para Monitorização do Sistema ........................ 40 Ação n.º 7 – Sensibilização dos Colaboradores ........................................................... 40 4.1. Gestão do Parque de Resíduos ......................................................................... 41 4.2. Monitorização dos Operadores de Gestão de Resíduos .................................... 43 4.3. Registo de Resíduos Produzidos ....................................................................... 44 4.4. Projeto de Compostagem – Semana Europeia da Prevenção de Resíduos ...... 45
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 16 2.2. Efacec Engenharia e Sistemas, S.A. A Efacec Engenharia e Sistemas, S.A. é uma empresa do Grupo EFACEC que no Pólo Industrial da Maia representa cinco das dez UN do grupo: Automação e Sistemas de Energia, Transportes, Renováveis, Ambiente e Logística. (ver tabela 2) Tabela 2 - Negócios existentes no Pólo da Maia Área de negócio Unidade de negócio (UN) Agrupamento de negócio Negócio EAS Engenharia Ambiente e Serviços ASE Automação ESAS Automação Sistemas de Energia AS Automação Sistemas de Energia* AMB Ambiente AMAG Águas AG Águas AMAR Ar AR Ar condicionado DP Despoeiramento AMRS Resíduos RS Resíduos REN Renováveis ERER Energias Renováveis ER Energias Renováveis* STL Soluções Transporte Logística TRP Transportes TRTS Telecomunicações e Sinalização TS Telecomunicações e Sinalização* TRPI Produtos e Infraestruturas SA Sistemas de Alimentação* PR Produção de Eletrónica* TRET Energia para Transportes ET Energia para Transportes LOG Logística LORO Robótica RO Robótica* LOSR Serviços SR Serviços *Negócios que apresentam área de produção no Pólo da Maia. As cinco UN são ainda subdivididas em negócios com diferentes áreas de intervenção. Apesar de apenas 4 destas UN (Transportes, Logística, Renováveis e Automação)
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 17 apresentarem atividade de produção no Pólo Industrial da Maia, todas têm atividade ao nível de obras, manutenções e explorações no exterior. 2.3. Departamento de Qualidade, Ambiente e Segurança A Efacec Engenharia e Sistemas, S.A. tem implementado um Sistema Integrado de Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança, certificado pelas normas NP EN ISO 9001:2008, NP EN ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007 / NP 4397:2008, respetivamente. A atividade do departamento de Qualidade, Ambiente e Segurança (QAS) tem como objetivos principais: A melhoria contínua dos processos e dos produtos; O cumprimento das políticas de QAS; A manutenção e evolução do sistema QAS. A organização do sistema de gestão QAS no condomínio da Maia tem como base uma estrutura transversal às cinco UN da empresa. Com esta organização pretende-se potenciar as diversas competências existentes e implementar soluções comuns a todas as UN. No organigrama a seguir apresentado é possível verificar o enquadramento do estágio no departamento. Figura 2 - Organigrama Departamento QAS Sofia Botelho
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 18 Para além do apoio às UN e respetivas áreas de trabalho, o Departamento QAS dá também apoio aos Serviços Gerais, isto é, à gestão do condomínio e às atividades resultantes dessa mesma gestão, nomeadamente à cantina, posto médico e oficinas de apoio. Através deste apoio, e no âmbito do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), o departamento pretende garantir o cumprimento dos requisitos legais e normativos, de modo a obter um melhor desempenho ambiental da empresa. No panorama geral, o departamento QAS apresenta funções ao nível da: Gestão da Qualidade – envolve responsabilidades como o acompanhamento da resolução de não conformidades, gestão da avaliação da satisfação dos clientes e a qualificação e acompanhamento de fornecedores em conjunto com as UN; Gestão Ambiental – onde é efetuada a gestão de resíduos, a formação dos colaboradores em aspetos específicos de ambiente e a identificação de melhorias ambientais nos produtos/sistemas; Gestão da Segurança no Trabalho – engloba ações como a gestão de acidentes de trabalho, atuação em casos de emergência e interface com saúde no trabalho; Análise RAMS/Metrologia – são elaborados procedimentos de calibração, análise dos resultados das calibrações e garantia da segurança de produtos; Gestão QAS de obras no exterior – é dado apoio na gestão QAS às obras/projetos no exterior, feita a verificação do cumprimento dos procedimentos definidos e controlo e qualificação dos subcontratados; Product Assurance – envolve responsabilidades como a gestão de requisitos em projetos, o acompanhamento de projetos e sua avaliação independente e coordenação com RAMS; Projetos Lean Management – tem como função eliminar sistematicamente desperdício nos processos, otimizando cadeias de valor e de fluxos, e reduzindo tempos de resposta, espaço ocupado e custos operacionais, entre outros; Interface Qualidade nas UN/Divisões de Negócio – procede ao acompanhamento do desempenho do sistema de gestão QAS, reportando dentro da equipa QAS assuntos relevantes no âmbito da segurança e ambiente.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 19 3. Estado da Arte 3.1. Gestão de Resíduos A nova Diretiva-quadro, em matéria de resíduos, veio clarificar a definição de resíduo de modo a reforçar a sua valorização e utilização com vista à preservação dos recursos naturais e o aumento do valor económico dos resíduos. Neste contexto, foram introduzidos os conceitos de subproduto e de fim do estatuto de resíduos, de forma a aproximar a gestão dos materiais que se encontram no âmbito destes conceitos, da gestão dos recursos materiais no sistema económico. A nível nacional, a definição de resíduo encontra-se estabelecida no Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, posteriormente republicado no Decreto-Lei n.º 73/2011 de 17 de Junho, que consagra o regime jurídico de gestão de resíduos em Portugal. Analisando a definição legal de resíduo a nível nacional podemos reconhecer duas componentes importantes. A primeira incide na base da própria definição, ou seja, no entendimento de que é considerado resíduo qualquer “substância ou objeto de que o detentor se desfaz, tem a intenção ou a obrigação de se desfazer”. A segunda componente diz respeito à classificação dos resíduos, nomeadamente através da Lista Europeia de Resíduos (LER) e das classes i) a xvi) enumeradas no Decreto-Lei n.º 73/2011 de 17 de Junho. Assim, por um lado, uma determinada substância ou objeto que se enquadre nestas classificações não constitui automaticamente um resíduo. Apenas se torna resíduo se o detentor se desfaz ou tem a intenção ou a obrigação de se desfazer dessa substância ou objeto. No entanto, numa lógica de utilização sustentável dos recursos, as substâncias ou objetos de que um detentor se pretenda desfazer não devem considerar-se resíduo automaticamente, pois podem constituir um “recurso” interessante para outra entidade. A definição de Gestão de Resíduos compreende, por seu lado, as atividades de recolha, transporte, armazenagem, triagem, tratamento, valorização e eliminação de resíduos (Diretiva n.º 2008/98/CE; Decreto-Lei n.º 73/2011 de 17 de Junho) (ver figura 3).
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 20 A Gestão de Resíduos integra componentes como a prevenção da produção de resíduos, políticas ambientais, quadro normativo existente e regulação das atividades da gestão de resíduos. O princípio geral da legislação e da política de prevenção e gestão de resíduos baseia-se na hierarquia da gestão de resíduos (ver figura 4). Esta hierarquia determina a prioridade dos tratamentos e formas de valorização dos resíduos. Figura 3 - Dimensões da Gestão de Resíduos (Fonte: Plano Nacional de Gestão de Resíduos (2011-2020))
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 21 De acordo com este modelo, os resíduos são encarados como recursos, sendo a prioridade, a prevenção da produção de resíduos. A prevenção de resíduos, ocupando um lugar de topo na hierarquia de gestão de resíduos, pode assumir duas formas distintas: a prevenção quantitativa (redução da quantidade) e a prevenção qualitativa (redução da perigosidade). A prevenção quantitativa materializa-se, essencialmente, em três áreas de atuação: Eliminação dos resíduos na fonte; Redução dos resíduos na fonte; Reutilização de produtos. No setor industrial, a matéria de resíduos encontra-se tratada no Plano Estratégico de Gestão dos Resíduos Industriais (PESGRI 99), onde se encontram definidos os princípios estratégicos a que deve obedecer a gestão de resíduos em território nacional. Em 2000 e em 2001 este Plano foi objeto de revisões. O PESGRI assenta em princípios fundamentais, tendo como base a mesma hierarquia das operações de gestão de resíduos. Figura 4 - Hierarquia da Gestão de Resíduos (Fonte: Plano Nacional de Gestão de Resíduos (2011-2020))
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 22 Sendo a Efacec Engenharia e Sistemas, S.A. uma empresa do setor industrial e apresentando várias unidades fabris, as bases para a gestão de resíduos encontram-se descritas neste Plano (ver figura 5). No entanto, e apesar de os resíduos produzidos na empresa não serem de caráter industrial muito específico, sendo na sua maioria equiparados a urbanos, a empresa caracteriza-se pela grande diversidade de resíduos produzidos. Por este motivo, a gestão adequada de todas as tipologias de resíduos tornase uma tarefa complexa que implica a análise de vários fatores (económicos, requisitos legais, perigosidade dos resíduos, etc.). Figura 5 - Modelo Metodológico PESGRI (Fonte: Resíduos: Gestão, Tratamento e sua Problemática em Portugal)
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 23 3.2. Sistemas de Gestão Ambiental O Sistema de Gestão Ambiental (SGA) é um dos instrumentos com mais potencialidades para o alcance de um comportamento ecoeficiente pelas empresas, sendo o principal objetivo a integração da gestão ambiental nos seus sistemas de gestão global. Algumas das principais motivações para a implementação de SGA pelas empresas são as exigências, quer de clientes quer de investidores, os requisitos legais, o ecomarketing e melhoria de imagem, a redução de custos e os seguros de responsabilidade civil. Cada vez mais os clientes colocam, aos seus fornecedores, requisitos e imposições de índole ambiental que estes últimos terão obrigatoriamente de satisfazer para que se mantenham as respetivas relações comerciais. Por outro lado, a legislação ambiental e respetiva fiscalização é progressivamente mais exigente, o que implica uma melhoria do desempenho ambiental das empresas. Em suma, a implementação de um SGA apresenta inúmeros benefícios, nomeadamente: A redução de consumos de matérias-primas e de energia, através da otimização do uso de recursos e evitando os desperdícios; A melhoria do controlo de custos e a sua redução, que se traduz pelo bom desempenho ambiental e a aplicação do princípio do poluidor-pagador; A melhoria contínua do desempenho ambiental; Desenvolvimento e partilha de soluções ambientais. A Efacec Engenharia e Sistemas, S.A., para além da certificação pela norma NP EN ISO 14001:2004 em Sistemas de Gestão Ambiental, é também certificada em Sistemas de Gestão da Qualidade pela NP EN ISO 9001:2008 e em Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho pela OHSAS 18001:2007/NP 4397:2008. É com base nestas três certificações que se encontra implementado o Sistema Integrado de Gestão da Qualidade, Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho, representado fisicamente pelo Departamento QAS. Na Efacec, o SGA compreende ações como: Identificação e avaliação dos aspetos e impactes ambientais; Identificação e controlo dos requisitos legais; Entrega de documentação legalmente obrigatória; Gestão de resíduos;
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 24 Controlo operacional; Definição e implementação de medidas de prevenção; Atuação em casos de emergência; Acompanhamento da resolução de não conformidades; Formação dos colaboradores em aspetos específicos de ambiente; Identificação de melhorias ambientais nos produtos/sistemas. Durante a realização do estágio, foram tratados dois dos tópicos anteriormente citados, sendo a gestão de resíduos a temática principal, para a qual foi também efetuado o controlo operacional, permitindo a verificação e análise de oportunidades de melhoria do sistema.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 25 4. Trabalho Desenvolvido O sistema de gestão de resíduos em vigor na empresa é um sistema simples, em que o Colaborador tem um papel decisivo. Visto que o Colaborador é o produtor do resíduo, este é também o responsável pela sua segregação e seu encaminhamento adequado. É neste sentido que se torna muito importante o acompanhamento do sistema e acima de tudo, a sensibilização dos Colaboradores para a compreensão do funcionamento do sistema e da importância do papel de cada um para o seu bom funcionamento. Constitui objetivo prioritário da política de gestão de resíduos, evitar e reduzir os riscos para a saúde humana e para o ambiente, garantindo que a produção, a recolha e transporte, o armazenamento preliminar e o tratamento de resíduos sejam realizados recorrendo a processos ou métodos que não sejam suscetíveis de gerar efeitos adversos sobre o ambiente, nomeadamente poluição da água, do ar, do solo, afetação da fauna, da flora, ruído ou odores ou danos em quaisquer locais de interesse e na paisagem. Sem uma atitude consciente, por parte dos Colaboradores, todo o sistema falhará. Isto porque estes são a base de uma rede de processos que, ao falhar no primeiro passo (separação de resíduos), resulta no incumprimento legal por parte da empresa. De forma a incutir melhorias no sistema de gestão de resíduos implementado, o trabalho desenvolvido passou por: Acompanhamento/monitorização nas instalações da empresa: Visitas às UN, de forma a conhecer as atividades e rotinas diárias dos Colaboradores e posteriormente, sensibilização junto dos mesmos. Isto permitiu, não só detetar falhas de carácter técnico, como perceber as necessidades dos próprios Colaboradores. A atualização das tipologias de resíduos produzidos: Visto que os sistemas de produção e os produtos estão sempre em evolução e mudança, os resíduos produzidos também sofrem constantes alterações. Esta caracterização permitiu também verificar se os contentores disponíveis eram os adequados. Controlo de quantidades dos resíduos produzidos: Através de um registo de recolhas efetuadas, foi possível contabilizar a quantidade de resíduos produzidos por área de trabalho, permitindo desta forma verificar quais os locais onde se poderiam implementar melhorias na gestão de resíduos (redução e reutilização).
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 32 Feita esta caracterização, foi possível dividir os resíduos em quatro principais tipologias: Resíduos Sólidos Urbanos, Resíduos Industriais, Resíduos de Construção e Demolição e Resíduos Hospitalares. (ver tabela 4) Tabela 4 - Tipologias de resíduos Tipologia de resíduos Locais de produção Exemplos de resíduos Resíduos Sólidos Urbanos Escritórios, bares e cantina Papel, embalagens de plástico, resíduos orgânicos/indiferenciados Resíduos Industriais Áreas de produção Metais, resíduos de solda, cabos elétricos, desperdícios e embalagens contaminadas Resíduos de Construção de Demolição Obras, manutenções e explorações no exterior Resíduos Hospitalares Posto médico Compressas, algodão e outros resíduos contaminados; materiais cortantes Os resíduos de construção e demolição não são habitualmente produzidos no Comdomínio da Maia. É uma tipologia de resíduos que é rececionada no Parque de Resíduos do pólo, para posterior correto encaminhamento. Provenientes de obras, manutenções ou explorações do exterior, estes resíduos são da responsabilidade da Efacec e, como tal, esta tem também a responsabilidade de lhes dar o devido encaminhamento/tratamento. No anexo I encontra-se um quadro onde é apresentada, de forma detalhada, a descrição dos diferentes resíduos produzidos por UN e por área de trabalho e a respetiva classificação LER.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 33 Ação n.º 3 – Caracterização Quantitativa dos Resíduos Para a quantificação de resíduos, foram realizados os seguintes procedimentos: 1. Pesagem de contentores cheios de resíduos; 2. Pesagem de contentores vazios. Desta forma, conseguiu-se avaliar o peso correspondente ao resíduo: Tendo em conta a variedade de resíduos produzidos diariamente, esta metodologia representa apenas uma aproximação ao valor real, e permite-nos numa primeira fase perceber os fluxos de produção de resíduos dentro da empresa, conhecendo as áreas de maior e menor produção de uma forma global. De apoio a esta caracterização foram elaborados três documentos: Mapa de registo de pesagens dos contentores (anexo II); Folha de registo de quantidades de resíduos recolhidos (anexo III); Mapa de registo de quantidades de resíduos recolhidos (anexo IV). O primeiro documento apresenta o registo de todas as pesagens efetuadas dos contentores cheios e vazios das diferentes áreas, visto que existe uma enorme variedade de modelos de contentores. O colaborador que efetua a recolha dos resíduos deveria fazer-se acompanhar pela folha de registo das quantidades de resíduos e assinalar o estado em que se encontra o contentor (por exemplo: cheio=1 e meio cheio=1/2). Os dados recolhidos são posteriormente inseridos no mapa de registo de quantidades de resíduos recolhido. Este mapa permite obter valores mensais de resíduos produzidos por UN e ainda por zona de trabalho. Apesar de esta avaliação ser subjetiva, apresentando alguns erros, permite de uma forma global perceber a produção de resíduos dentro da empresa, que é o que se pretende com esta primeira abordagem.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 34 Os valores relativos às áreas de produção durante os meses de Janeiro a Maio encontram-se indicados na tabela 5. É possível verificar que a produção de resíduos de papel/cartão e plástico é a mais representativa, sendo produzidas grandes quantidades destes resíduos, maioritariamente devido a embalagens de materiais e produtos. Tabela 5 – Exemplos da produção de resíduos nas áreas fabris de Janeiro a Maio de 2012 (Unidade: kg) Área de produção Quantidade de resíduos de papel e cartão Quantidade de resíduos de plástico Quantidade de resíduos de metais Quantidade de resíduos de cabos elétricos TS 2.779,9 kg 546,4 kg 27,0 kg - SA 476,8 kg 268,2 kg 275,0 kg - ASE 326,0 kg 0,52 kg 30,3 kg - PR 1.084,6 kg 285,8 kg - - RO 605,9 kg 166,6 kg 152,1kg 37,2 kg REN 976,2 kg 345,3 kg 30,3kg 18,3 kg Nos primeiros cinco meses (Janeiro a Maio) foi feita uma avaliação gráfica destes registos e, embora esta abordagem seja ainda experimental, foi possível obter uma evolução da produção de resíduos. Na figura 6 encontra-se o exemplo da UN Renováveis. 0 5 10 15 20 25 30 35 0 50 100 150 200 250 300 350 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Quantidade (kg) Quantidade (kg) Produção de Resíduos - UNREN 2012 Papel/Cartão Plástico Embalagens contaminadas Desperdícios contaminados Metais Cabos elétricos REEE Figura 6 - Evolução temporal da produção de resíduos - UNREN
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 35 Numa escala mais alargada, isto é, com um maior período de estudo, será possível obter a evolução da produção de resíduos nas diferentes unidades da empresa e verificar as causas das oscilações encontradas. Uma outra forma de abordar esta quantificação seria através da seguinte equação: Isto é, através da densidade do resíduo e do volume por ele ocupado (capacidade do contentor) seria possível encontrar a massa correspondente de resíduo. Porém, esta metodologia não pôde ser aplicada devido à triagem que é feita dos resíduos. Por exemplo, não era possível definir uma massa específica para resíduos como os metais, onde os metais existentes podem ser aço, alumínio e cobre, que possuem massas específicas de 7,86 g/cm3, 2,70 g/cm3 e 8,92 g/cm3, respetivamente. Em resíduos como as embalagens contaminadas, podemos encontrar latas de sprays, como embalagens de plástico, tornando-se impossível a definição de uma massa específica para este tipo de resíduo. Esta mesma questão coloca-se relativamente a outros tipos de resíduos, o que inviabilizou esta forma de abordagem.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 36 Ação n.º 4 – Análise de Oportunidades de Melhoria e Implementação de Medidas Nesta quarta ação pretendeu-se verificar as oportunidades de melhoria (OM) existentes, relativamente à gestão de resíduos, e encontrar as soluções mais adequadas e funcionais. Deste modo, nas visitas às áreas de produção, em conjunto com os responsáveis de produção e de acordo com as sugestões de alguns Colaboradores, foram implementadas melhorias na gestão de resíduos. As principais OM detetadas nas áreas fabris foram: A falta de contentores para a deposição de algumas tipologias de resíduos; A desajustada localização dos contentores; Contentores de resíduos sem a identificação sobre a tipologia de resíduos a depositar. Na primeira OM foi efetuada uma pesquisa de mercado e em conjunto com os responsáveis das áreas, escolheram-se os contentores em falta para os diferentes tipos de resíduos, melhorando a triagem e acessibilidade dos Colaboradores aos contentores (ver figura 7). Figura 7 - Exemplos de novos contentores e respetiva identificação
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 37 A correção da localização de contentores foi efetuada também em conjunto com os responsáveis de produção e foram tidos em conta vários aspetos, nomeadamente, a dimensão dos contentores, o tipo de resíduo e frequência de produção (de uma forma geral) e acima de tudo pretendeu-se facilitar a triagem por parte dos Colaboradores. A terceira OM foi corrigida numa fase mais avançada em que foram elaboradas novas etiquetas de identificação dos contentores – ação n.º 5. É de referir ainda que, nos bares foi implementada a triagem de resíduos de embalagens e indiferenciados. Visto que a maioria dos resíduos provenientes do consumo de alimentos são embalagens de plástico, pretendeu-se efetuar a triagem destes resíduos, continuando a existir um contentor para a deposição de resíduos orgânicos e guardanapos (resíduos indiferenciados). De acordo e completando o acima referido, na tabela 4, apresentam-se, de uma forma mais detalhada, as principais OM detetadas em cada Negócio e as medidas implementadas para a melhoria do SGA.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 38 Tabela 6 - Oportunidades de Melhoria e Medidas Implementadas Negócio Oportunidades de Melhoria Medidas implementadas (específicas) Medidas implementadas (gerais) TS Telecomunicações e Sinalização -Desajustada localização dos contentores de resíduos; -Inexistência de contentor para deposição de resíduos de solda de estanho e chumbo. -Alteração da localização dos contentores; -Aquisição de contentor adequado para a deposição dos resíduos de solda de estanho e chumbo. -Colocação de novas etiquetas de identificação dos contentores; -Afixação de planta com indicação da localização dos contentores de resíduos; -Afixação de Instruções Ambientais. SA Sistemas de Alimentação -Desajustada localização dos contentores de resíduos; -Inexistência de contentor para deposição de resíduos de solda de estanho e chumbo e embalagens contaminadas. -Alteração da localização dos contentores; -Aquisição de contentores para a deposição dos resíduos de solda de estanho e chumbo e embalagens contaminadas e sua colocação nos locais adequados. PR Produção de Eletrónica -Inexistência de bacia de retenção para a colocação de embalagens com resíduos líquidos perigosos; -Inexistência de contentores para a deposição de resíduos de solda de estanho e chumbo, pontas de cobre estanhado, metais e cabos elétricos em várias áreas de trabalho. -Aquisição de bacia de retenção com a dimensão necessária; -Aquisição de contentores para a deposição de resíduos de solda de estanho e chumbo, pontas de cobre estanhado, metais e cabos elétricos (com as características necessárias – anti estáticos) e sua colocação nos locais adequados. AS Automação e Sistemas de Energia -Desajustada localização dos contentores de resíduos; -Inexistência de contentores para deposição de resíduos de cabos elétricos, metais e solda de estanho e chumbo em várias áreas de trabalho. -Alteração da localização dos contentores; -Aquisição de contentores para a deposição dos resíduos de cabos elétricos, metais e solda de estanho e chumbo, e sua colocação nos locais adequados. ER Energias Renováveis -Inexistência de contentores para a deposição de plásticos e vidro contaminado no Laboratório SolarSel. -Aquisição dos contentores necessários para a deposição de plástico e vidro contaminado. RO Robótica -Desajustada localização dos contentores de resíduos; -Dimensão insuficiente de contentores de resíduos de papel e plástico; -Inexistência de um recipiente adequado para o acondicionamento dos resíduos de diluente. -Alteração da localização dos contentores; -Aquisição de contentores de maior dimensão e mobilização dos existentes para locais onde eram necessários; -Aquisição de um recipiente para o acondicionamento dos resíduos de diluente.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 39 Ação n.º 5 – Documentos do Sistema de Gestão de Resíduos Foram revistos e emitidos os seguintes documentos: Documento de Gestão de Resíduos; Instruções Ambientais; Plantas de Localização de Contentores; Etiquetas de Identificação de Contentores. O Documento de Gestão de Resíduos tem como objetivo definir e dar a conhecer as metodologias utilizadas para a gestão de resíduos. O documento encontra-se no anexo VI. As Instruções Ambientais foram afixadas nas várias áreas de trabalho a que dizem respeito. Têm como objetivo informar, de uma forma simples e intuitiva, qual o contentor onde devem ser depositados os diferentes tipos de resíduos produzidos. Estas instruções foram elaboradas especificamente para cada área de trabalho, sendo as fotografias apresentadas no documento dos resíduos específicos da área a que se refere. O documento apresenta as imagens dos diferentes tipos de resíduos e a etiqueta de identificação do contentor onde deverão ser depositados. No anexo VII encontram-se alguns exemplos das Instruções Ambientais elaboradas. Foram elaboradas plantas com a indicação da localização dos contentores de resíduos, nas plantas existentes das diferentes áreas de trabalho e zonas exteriores do Pólo da Maia. Estas plantas foram afixadas à entrada de cada área de produção, permitindo aos Colaboradores, em caso de dúvida, consultá-la para encontrar o contentor adequado ao resíduo que produziu. Exemplos das várias plantas elaboradas encontram-se no anexo V. Por fim, foram elaboradas novas etiquetas de identificação dos contentores, ajustadas a cada UN. Este ajustamento baseou-se na utilização das fotografias específicas dos resíduos de cada UN, sendo mais fácil para o Colaborador perceber qual o contentor adequado para a deposição dos seus resíduos.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 40 Todas as etiquetas, para além de possuírem o código LER correspondente ao resíduo, foram elaboradas em bilingue de forma a ser percetível tanto aos Colaboradores nacionais da empresa, como a possíveis clientes que visitem as instalações da Efacec. Pretendeu-se, assim, atualizar as etiquetas já existentes com informação mais completa e, ao mesmo tempo, torná-las mais fáceis de “interpretar” por parte dos utilizadores. Exemplos das etiquetas encontram-se no anexo VIII. Ação n.º 6 – Elaboração de Check-list para Monitorização do Sistema Esta check-list foi elaborada usando as ações básicas que devem ser monitorizadas, mas poderá (e deverá) vir a ser alvo de alterações/ajustes à medida que as monitorizações forem sendo executadas. Este documento permite detetar e colmatar possíveis anomalias que possam surgir e corrigi-las de imediato. Ao mesmo tempo, pretende-se também fazer uma avaliação das medidas implementadas, verificando a sua eficácia e se representaram, efetivamente, uma melhoria para o sistema. A check-list apresenta pontos como adequação das Instruções Ambientais às atividades realizadas, correto preenchimento das GAR e GARCD ou validade dos alvarás dos operadores de gestão de resíduos e encontra-se completa no anexo IX. Ação n.º 7 – Sensibilização dos Colaboradores A sensibilização foi feita aquando das visitas efetuadas às UN durante todo o período do estágio, e após terem sido implementadas todas as ações para melhoria do sistema. Foram explicadas aos Colaboradores as Instruções Ambientais e qual a sua finalidade, assim como as plantas de localização dos contentores. Para além disso, foi aproveitada a oportunidade para esclarecer todas as dúvidas que estes poderiam ter e por vezes, foram também registadas algumas sugestões de melhoria.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 41 Durante o estágio houve a oportunidade de ministrar a parte de ambiente da Sessão de Acolhimento QAS. Esta sessão tem como objetivo acolher os novos Colaboradores, dando-lhes umas noções do que é feito na empresa a nível da qualidade, ambiente e segurança. Relativamente ao ambiente, são abordados por exemplo os cuidados e a postura que devem ter perante as medidas de eficiência energética e redução de consumo de água, gestão de resíduos, etc. É, ainda, de referir duas ações que foram realizadas durante o período de estágio que, embora uma delas não seja diretamente relacionada com a gestão de resíduos, ambas representaram uma oportunidade de sensibilização dos Colaboradores: Semana Europeia da Mobilidade e Semana Europeia da Prevenção de Resíduos. Para marcar a Semana Europeia da Mobilidade foi elaborada uma newsletter (anexo X) que foi enviada por via eletrónica para todos os Colaboradores e foi dada a oportunidade aos Colaboradores, que se deslocaram de bicicleta para a empresa, de experimentar o carro elétrico (anexo XI). No contexto da Semana Europeia da Prevenção de Resíduos (SEPR), a Efacec participou pela primeira vez neste evento com a realização de várias atividades/ações. Foram enviadas diariamente, durante essa semana, newsletters com várias informações e curiosidades relativas à temática dos resíduos (anexo XII), foram projetados na cantina (durante o horário do almoço) vídeos alusivos ao tema, afixaram-se cartazes oficiais da SEPR e iniciou-se o projeto de compostagem de resíduos florestais nas instalações da empresa. Este projeto será descrito no capítulo 4.4 com maior detalhe. Ambas as semanas permitiram estabelecer um contato mais próximo com os Colaboradores e sensibilizá-los para as diversas questões ambientais. 4.1. Gestão do Parque de Resíduos A Efacec Engenharia e Sistemas, S.A. possui um licenciamento simplificado para operações de gestão de resíduos pelo Alvará de Licença para a Realização de Operações de Gestão de Resíduos n.º 4/2008/CCDR-N (anexo XIII), de acordo com o Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro. Assim sendo, e conforme a legislação, poderá ser efetuada “armazenagem de resíduos, quando efetuadas no próprio local de produção, no respeito pelas especificações técnicas
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 48 Um Sistema de Gestão Ambiental é um sistema muito complexo, abrangendo as mais diversas áreas. Ao longo do período de estágio tive a oportunidade de contactar, não só com a área de resíduos na qual se foca este relatório, assim como a maior parte do trabalho desenvolvido, mas também com áreas como a da gestão da água e energia, emissões gasosas, etc. De facto, esta experiência e contacto com o universo profissional revelou-se muito importante, como forma de complemento à minha formação, tendo adquirido novos conhecimentos e aplicado aqueles que adquiri durante a licenciatura e mestrado. O plano curricular do curso é bastante abrangente, dada a diversidade de temáticas que o ambiente engloba e, na minha opinião, não poderia ser de outra forma. O aprofundar de conhecimentos em determinada área deve ser feito numa fase posterior (de mestrado), quando o aluno já é capaz de perceber qual a área que mais lhe interessa e na qual pretende vir a desenvolver o seu trabalho. Com a realização deste estágio percebi que apesar da insegurança natural que se sente quando se entra no mundo do trabalho, as bases que a formação académica fornecem e o esforço e dedicação de cada um, permitem o alcance de um bom desempenho em qualquer tarefa que lhe seja proposta.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 49 6. Referências Bibliográficas Diário da República Eletrónico – www.dre.pt DQA - http://www.dqa.pt/002.aspx?dqa=0:0:0:20:0:0:-1:0:0&ct=4 (18/06/2012) EFACEC – www.efacec.pt Naturlink - http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/GestaoAmbiental/content/Implementacao-de-Sistemas-de-Gestao-Ambiental-MotivacoesVantagens-e-Instrumentos?bl=1&viewall=true#Go_1 (18/06/2012) Manual de Gestão da Qualidade, Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho e Investigação, Desenvolvimento e Inovação – Documento EFACEC; NP EN ISO 14001:2004 – Sistemas de Gestão Ambiental: Requisitos e linhas de orientação para a sua utilização; Organização do Sistema de Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança no Trabalho e Investigação, Desenvolvimento e Inovação (QAS+IDI) do Condomínio da Maia – Documento EFACEC; Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (Proposta de PNGR), 2011; Programa de Gestão da Qualidade, Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho 2012 – Documento EFACEC; RMV & Associados – Sociedade de Advogados – Resíduos, Porto Editora, 2008; RODRIGUES CRUZ, M. L. – A caracterização de resíduos sólidos no âmbito da sua gestão integrada, 2005, Capítulo I; SANTOS OLIVEIRA, J. F.; MENDES, B.; LAPA, N. - Resíduos: Gestão, Tratamento e sua Problemática em Portugal, Lidel, 2009.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 50 7. Anexos
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 51 7.1. Anexo I Caracterização Qualitativa de Resíduos (Classificação LER) Negócio/Área Área de Trabalho Tipos de Resíduos Código LER AS Automação e Sistemas de Energia Receção/Expedição Papel e Cartão 15 01 01 Cintas de plástico 15 01 02 Plástico filme Fita adesiva 20 03 01 Armazém Papel e Cartão 15 01 01 Plástico filme 15 01 02 Embalagens de plástico Fita adesiva 20 03 01 Laboratório de Desenvolvimento Papel e Cartão 15 01 01 Solda de estanho e chumbo 10 04 01 (*) Cabos elétricos 17 04 11 Componentes de EEE 16 02 16 Sala de Quadros e Configurações Papel e Cartão 15 01 01 Aparas de metal 20 01 40 Cabos elétricos 17 04 11 Componentes de EEE 16 02 16 Sala de Testes Papel e Cartão 15 01 01 Abraçadeiras de plástico 15 01 02 Cabos elétricos 17 04 11 Verificação de Qualidade Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Aparas de plástico Cabos elétricos 17 04 11 Aparas de metal 20 01 40
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 52 Componentes de EEE 16 02 16 ER Energias Renováveis Receção/Expedição Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Esferovite Plástico bolha Plástico filme Fita adesiva 20 03 01 Espumas Cablagem Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Cabos elétricos 17 04 11 Fibra ótica Desperdícios contaminados 15 02 02 (*) Embalagens contaminadas 15 01 10 (*) Fita adesiva 20 03 01 Pré-Montagem Embalagens de plástico 15 01 02 Aparas de metal 20 01 40 Desperdícios contaminados 15 02 02 (*) Embalagens contaminadas 15 01 10 (*) Etiquetas 20 03 01 Linha de Conversores de Energia Eólica Papel e Cartão 15 01 01 Plástico filme 15 01 02 Embalagens de plástico Plástico bolha Abraçadeiras de plástico Aparas de metal 20 01 40 Desperdícios 15 02 02 (*)
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 53 contaminados Espumas 20 03 01 Linha de Inversores de Energia Solar Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Abraçadeiras de plástico Aparas de metal 20 01 40 Plataforma de Ensaios Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Cabos elétricos 17 04 11 Componentes de EEE 16 02 16 Desperdícios contaminados 15 02 02 (*) Serralharia Aparas de calhas de plástico 15 01 02 Aparas de metal 20 01 40 Laboratório SolarSel Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Plástico bolha Plástico filme Caixas de Petri Desperdícios contaminados 15 02 02 (*) Embalagens contaminadas 15 01 10 (*) Vidro 20 01 02 Vidro contaminado 16 05 06 (*) TS Telecomunicações e Sinalização Eletrificação Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Abraçadeiras de plástico Aparas de tubos de plástico
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 54 Outras aparas de plástico Bobines de madeira 15 01 03 Cabos elétricos 17 04 11 Aparas de metal 20 01 40 Gabinete de Produção Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Aparas de plástico Cabos elétricos 17 04 11 Solda de estanho e chumbo 10 04 01 (*) Montagem Mecânica Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Esferovite Aparas de plástico Cintas de plástico Limalhas metálicas 20 01 40 Aparas de metal Desperdícios contaminados 15 02 02 (*) Embalagens contaminadas 15 01 10 (*) Fita adesiva 20 03 01 Fibra de vidro Espumas Testes de Sinalização Papel e Cartão 15 01 01 Aparas de plástico 15 01 02 Cabos elétricos 17 04 11 Testes de Telecomunicações Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Aparas de plástico Cabos elétricos 17 04 11 Receção/Expedição Papel e Cartão 15 01 01 Plástico filme 15 01 02
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 55 Embalagens de plástico Esferovite Paletes de madeira 15 01 03 Fita adesiva 20 03 01 Espumas Montagem e Eletrificação de Contentores Papel e Cartão 15 01 01 Abraçadeiras de plástico 15 01 02 Aparas de calhas de plástico Cabos elétricos 17 04 11 Desperdícios contaminados 15 02 02 (*) Embalagens contaminadas 15 01 10 (*) Aparas de metal 20 01 40 Aparas de madeira 15 01 03 Fita adesiva 20 03 01 Montagem e Eletrificação de Quadros Papel e Cartão 15 01 01 Plástico filme 15 01 02 Embalagens de plástico Aparas de plástico Desperdícios contaminados 15 02 02 (*) Embalagens contaminadas 15 01 10 (*) Cabos elétricos 17 04 11 Aparas de calhas de metal 20 01 40 Fita adesiva 20 03 01 Armazém Papel e Cartão 15 01 01 Plástico filme 15 01 02 Embalagens de plástico Esferovite
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 56 Bobines de madeira 15 01 03 Paletes de madeira Fita adesiva 20 03 01 Espumas PR Produção de Eletrónica Receção, Inspeção e Expedição Papel e Cartão 15 01 01 Plástico filme 15 01 02 Embalagens de plástico Esferovite Plástico bolha Cintas de plástico Paletes de madeira 15 01 03 Fita adesiva 20 03 01 Espumas Armazém Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Paletes de plástico Etiquetas 20 03 01 Kitagem Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Plástico bolha Paletes de plástico Pontas de cobre e estranho 17 04 01 Papel com pontas de cobre e estanho 20 03 10 Verificação de Qualidade e Reparações Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Plástico filme Paletes de plástico Componentes de EEE 16 02 16 Solda de estanho e chumbo 10 04 01 (*)
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 57 Cabos elétricos 17 04 11 Aparas de metal 20 01 40 Embalagens contaminadas 15 01 10 (*) Desperdícios contaminados 15 02 02 (*) Fita adesiva 20 03 01 Etiquetas Montagem de Equipamentos Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Plástico bolha Abraçadeiras de plástico Aparas de plástico Bobines de plástico Limalhas metálicas 20 01 40 Aparas de metal Cabos elétricos 17 04 11 Solda de estanho e chumbo 10 04 01 (*) Fita adesiva 20 03 01 Espumas SMD Papel e Cartão 15 01 01 Embalagens de plástico 15 01 02 Plástico bolha Bobines de plástico Embalagens contaminadas 15 01 10 (*) Desperdícios contaminados 15 02 02 (*) Solda de estanho e chumbo 10 04 01 (*) Fita adesiva 20 03 01 Etiquetas THT - Montagem Papel e Cartão 15 01 01
Mapa de Contentores - Pesagens 2012 Qt. Qt. R/C 16 8,9 7,1 1 12 8,9 3,1 1 1º piso 16 8,9 7,1 1 12 8,9 3,1 1 Qt. Qt. Qt. Qt. Qt. Recepção/Expedição 30 15,9 14,1 1 12 8,9 3,1 1 16 7,5 8,5 1 8,64 1,24 7,4 15 1,24 13,76 Produção 12 8,9 3,1 1 12 8,9 3,1 1 20 7,5 12,5 1 40 13 27 1 Escritórios 40 15,9 24,1 1 Qt. Qt. Qt. Qt. Qt. Qt. Produção 12 8,9 3,1 4 12 8,9 3,1 4 20 7,5 12,5 1 16 7,5 8,5 1 332 57 275 1 18,8 2,42 16,38 3 12 8,9 3,1 1 12 8,9 3,1 1 3,12 1 Escritórios 16 8,9 7,1 1 Qt. Qt. Qt. Qt. Qt. Qt. Produção 19 13 6 1 12 8,9 3,1 1 5 3,5 1,5 1 6,4 3,5 2,9 1 3,3 1 34,3 3,3 31 1 Recepção 66 37 29 120 13 7 1 Expedição 66 37 29 120 13 7 1 Qt. Qt. Cave 16 8,9 7,1 2 12 8,9 3,1 1 R/C 12 8,9 3,1 1 1º piso 16 8,9 7,1 3 12 8,9 3,1 1 Qt. R/C 16 8,9 7,1 1 Qt. Qt. Qt. Qt. 19 13 6 1 1,76 1,24 0,52 1 8,14 1,24 6,9 1 6,44 0,66 5,78 1 1,67 0,66 1,01 15 2,66 12,34 15 1,24 13,76 33 2,66 30,34 1 8,64 1,24 7,4 1º piso 16 8,9 7,1 3 Qt. Qt. Qt. Escritórios 16 8,9 7,1 1 66 37 29 112 8,9 3,1 3 21 2,66 18,34 5 3,5 1,5 6,4 3,5 2,9 33 2,66 30,34 2 15 2,66 12,34 2,66 20 13 7 1 Qt. Cantina 66 37 29 1 IC REEE Pilhas Edifício A Edifício C Serviços Partilhados Cartão Cabos Eléctricos Cartão Plástico Cartão Plástico Desperdícios Emb. Contaminadas Metais Emb. Contaminadas Sacos Anti-Estáticos REEE Pilhas R/C Desperdícios Emb. Contaminadas Metais REEE Renováveis Internacional Cartão Plástico Cabos eléctricos Metais ASE Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores. Plástico TS SA Bar Cartão Plástico Desperdícios Plástico Fibra Óptica Cartão Edifício D Ambiente Cartão Plástico Cabos eléctricos Produção e Expedição Cabos Eléctricos Desperdícios Emb. Contaminadas Metais Cartão Metais Cartão Página 1 de 2
Mapa de Contentores - Pesagens 2012 Qt. Qt. 3 pisos 16 8,9 7,1 4 12 8,9 3,1 1 Qt. Qt. Qt. Qt. Qt. Qt. R/C e 1º piso 16 8,9 7,1 3 15 1,24 13,76 15 1,24 13,76 12 8,9 3,1 1 12 8,9 3,1 2 42 8,9 33,1 1 20 7,5 12,5 35 1,2 33,8 2 18,8 2,42 16,38 2 Qt. Qt. Qt. Qt. Qt. Escritórios 16 8,9 7,1 1 12 8,9 3,1 3 12 8,9 3,1 1 5,02 0,66 4,36 1 20 7,5 12,5 1 3,3 1,24 2,06 1 15 2,66 12,34 6,4 0,66 5,74 8,06 0,66 7,4 20 13 7 1 1,76 1,24 0,52 2 Armazém 66 37 29 112 8,9 3,1 1 Qt. Qt. Engenharia 16 8,9 7,1 1 12 8,9 3,1 1 Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores. REEE Pilhas Edifício E Produção Metais Pilhas Edifício F Cabos eléctricos Desperdícios Emb. Contaminadas REEE Emb. Contaminadas Metais Edifício Exterior Cartão Plástico Produção Cartão Plástico Cartão Plástico Cabos eléctricos Desperdícios Edifício G Cartão Plástico Página 2 de 2
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 66 7.3. Anexo III Folha de Registo das Quantidades de Resíduos Recolhidos
Dia: ____ Mês: ______________________ Registo de Recolha de Resíduos* 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 Qt. Qt. Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 Cartão (120L) Cartão (240L) Plástico (240L) Assinatura: Plástico (120L) Assinatura: Plástico C. eléctricos (peq.) Metais (gaveta peq.) Sacos anti-estáticos Ed. C ASE Expedição TS Ed. A Cave R/C Produção R/C Serviços Partilhados IC Escritórios SA Produção Recep./Exp. Cartão (120L) Plástico (120L) Cartão (120L) Assinatura: Plástico Assinatura: Plástico (120L) REEE Assinatura: Cartão (340L) Desperdícios Metais Pilhas Plástico (120L) Desperdícios Emb. Contaminadas Plástico (120L) Plástico (120L) Desperdícios Plástico (240L) Assinatura: Cartão (340L) Cartão Cartão 1º piso Cartão (120L) Cartão (120L) Cartão (120L) Produção Bar R/C Assinatura: Assinatura: Plástico Metais Cabos eléctricos Cartão (240L) Pilhas 1º piso Cartão (120L) Cartão (G) Recepção Plástico (120L) Escritórios Cartão (G) Metais Emb. Contaminadas Assinatura: Assinatura: Assinatura: Assinatura: Assinatura: Assinatura: Emb. Contaminadas REEE (chão) Metais Cabos eléctricos Cabos eléctricos REEE (gaveta) Plástico (120L) Ambiente Responsáveis pela assinatura: Serviços Partilhados: R/C - Palmira Pimenta 1º piso - Sónia Cláudia IC: Recep./Exp. - Fernando Corujeira Produção - Fernando Corujeira Escritórios - Ricardo Salvador SA: Produção - José Cunha Bar - Adília Amador Escritórios - Adília Amador TS: Produção - Manuel Lopes Recepção e Expedição: Ana Maria ou Paulo Silva Ambiente: Cave - Rui Silva R/C - Liliana Moreira/Sónia Vieira 1º piso - Fernanda Teixeira ASE: R/C - Joel Dias 1º piso - Raquel Dias Renováveis: Produção e Expedição - Jorge Soares Escritórios - Jorge Soares Cantina: Susana Couto Edifício G: 3 pisos - Paula Albertina Edifício E: R/C e 1º piso - Sandra Sousa Produção - Filipe/Mónica Edifício F: Escritórios - Isabel Gonçalves Produção e Armazém - José Pimenta ou Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores. Página 1 de 2
Dia: ____ Mês: ______________________ Registo de Recolha de Resíduos* Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 Qt. Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1 Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1 1/4 1/2 3/4 1 Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 Qt. 1/4 1/2 3/4 1 Qt. Qt. Qt. Qt. Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 Qt. Qt. 1/4 1/2 3/4 1 11/4 1/2 3/4 1 1 Qt. 1/4 1/2 3/4 1 Qt. Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 11/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 Qt. 1/4 1/2 3/4 1 11/4 1/2 3/4 1 Qt. 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 1/4 1/2 3/4 1 Assinatura: Plástico (120L) Cartão (120L) Ed. D Cantina Ed. G 3 pisos Cabos eléctricos Cartão Ed. F Ed. E Assinatura: Cartão Cartão Cartão (120L) Cartão Cartão Plástico (120L) PR - Escritórios RO - R/C e 1º piso RO - Produção Cartão (120L) Assinatura: Assinatura: Assinatura: Assinatura: PR - Produção Ed. C ASE 1º piso Renováveis Escritórios Desperdícios Produção e Expedição Cartão (G) Emb. Contaminadas REEE Metais Plástico (120L) Plástico (240L) Pilhas REEE Metais Emb. Contaminadas Responsável por assegurar a recolha: Serviços Gerais *: Não estão incluídos os Resíduos Sólidos Urbanos, WC's femininos e resíduos provenientes dos bares. Assinatura: Desperdícios C. eléctricos (120L) C. eléctricos (P) Plástico (120L) Assinatura: Cartão (120L) Plástico (120L) Plástico (240L) Cabos eléctricos Observações: PR - Armazém Plástico (240L) Plástico (gaveta) Desperdícios Emb. Contaminadas REEE Metais (peq.) Pilhas Metais Solda Pontas de cobre Plástico (120L) Instrução: Assinalar com X no quadrado correspondente ao tipo e quantidade de resíduo recolhido. No quadrado "Qt." deve referir quantos contentores foram recolhidos. Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores. Página 2 de 2
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 69 7.4. Anexo IV Mapa de Registo das Quantidades de Resíduos Recolhidos
Data Área Qt. (fracção) Qt. (kg) 31-01-2012 Esc. 3 21,3 31-01-2012 Prod. 1 3,1 total Jan 24,4 02-02-2012 Prod. 1 3,1 03-02-2012 Esc. 3 21,3 06-02-2012 Prod. 1 3,1 07-02-2012 Esc. 3 21,3 08-02-2012 Prod. 1 3,1 09-02-2012 Esc. 3 21,3 10-02-2012 Prod. 1 3,1 13-02-2012 Prod. 1 3,1 14-02-2012 Esc. 2 14,2 16-02-2012 Prod. 1 3,1 22-02-2012 Esc. 3 21,3 23-02-2012 Prod. 1 3,1 28-02-2012 Esc. 3 21,3 total Fev 142,4 02-03-2012 Prod. 1 3,1 05-03-2012 Esc. 3 21,3 07-03-2012 Esc. 2 14,2 09-03-2012 Prod. 1 3,1 14-03-2012 Prod. 1 3,1 15-03-2012 Prod. 1 3,1 21-03-2012 Prod. 1 3,1 22-03-2012 Esc. 3 21,3 26-03-2012 Prod. 1 3,1 27-03-2012 Esc. 3 21,3 29-03-2012 Esc. 3 21,3 total Mar 118 02-04-2012 Esc. 3 21,3 04-04-2012 Prod. 2 6,2 09-04-2012 Esc. 3 21,3 09-04-2012 Prod. 2 6,2 13-04-2012 Prod. 3 9,3 18-04-2012 Esc. 3 21,3 18-04-2012 Prod. 3 9,3 23-04-2012 Esc. 3 21,3 23-04-2012 Prod. 3 9,3 26-04-2012 Esc. 2 14,2 total Abr 139,7 02-05-2012 Prod. 3 9,3 03-05-2012 Esc. 3 21,3 07-05-2012 Esc. 2 14,2 15-05-2012 Esc. 3 21,3 16-05-2012 Prod. 3 9,3 18-05-2012 Prod. 3 9,3 21-05-2012 Esc. 3 21,3 RESÍDUOS ROBÓTICA - EDIFÍCIO E Cartão/Papel TOTAIS FRACCIONADOS Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores.
23-05-2012 Esc. 2 14,2 23-05-2012 Prod. 3 9,3 24-05-2012 Esc. 3 21,3 25-05-2012 Esc. 3 21,3 25-05-2012 Prod. 3 9,3 total Mai 181,4 total 605,9 Data Área Qt. (fracção) Qt. (kg) 31-01-2012 Prod. 2 6,2 total Jan 6,2 02-02-2012 Prod. 2 6,2 06-02-2012 Prod. 1 3,1 08-02-2012 Prod. 2 6,2 10-02-2012 Prod. 2 6,2 13-02-2012 Prod. 1 3,1 16-02-2012 Prod. 1 3,1 23-02-2012 Prod. 2 6,2 total Fev 34,1 02-03-2012 Prod. 2 6,2 14-03-2012 Prod. 2 6,2 15-03-2012 Prod. 1 3,1 21-03-2012 Prod. 2 6,2 26-03-2012 Prod. 2 6,2 total Mar 27,9 04-04-2012 Prod. 2 6,2 04-04-2012 Prod. 1 7,1 09-04-2012 Prod. 2 6,2 09-04-2012 Prod. 1 7,1 13-04-2012 Prod. 2 6,2 13-04-2012 Prod. 1 7,1 18-04-2012 Prod. 1 3,1 18-04-2012 Prod. 1 7,1 23-04-2012 Prod. 3 9,3 23-04-2012 Prod. 1 7,1 total Abr 66,5 02-05-2012 Prod. 2 6,2 02-05-2012 Prod. 1 7,1 16-05-2012 Prod. 3 9,3 18-05-2012 Prod. 1 3,1 25-05-2012 Prod. 2 6,2 total Mai 31,9 total 166,6 Data Área Qt. (fracção) Qt. (kg) total 0 Plástico Embalagens Contaminadas Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores.
Data Área Qt. (fracção) Qt. (kg) 09-03-2012 Prod. 1 12,5 total Mar 12,5 23-04-2012 Prod. 1 12,5 total Abr 12,5 total 12,5 Data Área Qt. (fracção) Qt. (kg) 08-02-2012 Prod. 1 33,8 23-02-2012 Prod. 2,5 84,5 total Fev 118,3 21-03-2012 Prod. 1 33,8 total Mar 33,8 25-05-2012 Prod. 2 67,6 total Mai 67,6 total 152,1 Data Área Qt. (fracção) Qt. (kg) 09-04-2012 Prod. 1 33,1 09-04-2012 Prod. 1/4 4,095 total Abr 37,195 25-05-2012 Prod. 1 33,1 total Mai 33,1 total 37,195 Data Área Qt. (fracção) Qt. (kg) total 0 Data Área Qt. (fracção) Qt. (kg) total 0 Metais Cabos Eléctricos REEE Pilhas Desperdícios Contaminados Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores.
Cartão/Papel Plástico Desperdícios contaminados Metais C. elétricos Janeiro 24,4 6,2 0 0 0 Fevereiro 142,4 34,1 0 118,3 0 Março 118 27,9 12,5 33,8 0 Abril 139,7 66,5 12,5 0 37,195 Maio 181,4 31,9 0 67,6 33,1 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Quantidade (kg) Produção de Resíduos - RO Cartão/Papel Plástico Desperdícios contaminados Metais C. elétricos Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores.
Sistema de Gestão Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores Página 2 de 24 1 OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo definir a metodologia utilizada para a gestão de resíduos, garantindo o cumprimento da legislação aplicável e em vigor. 2 ÂMBITO Este procedimento aplica-se a todos os resíduos produzidos nas atividades desenvolvidas pelas Unidades de Negócio do Pólo da Maia e pela gestão do Condomínio. 3 DEFINIÇÕES Resíduo – qualquer substância ou objeto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção de se desfazer, nomeadamente os identificados na Lista Europeia de Resíduos. De acordo com a sua tipologia, os resíduos podem ser classificados como: Resíduo Urbano – resíduo proveniente de habitações bem como outros resíduos que, pela sua natureza ou composição, seja semelhante ao resíduo proveniente de habitações. Resíduo Industrial – resíduo gerado em processos produtivos industriais, bem como os que resultem das atividades de produção e distribuição de eletricidade, gás e água. Resíduo Perigoso – resíduo que represente, pelo menos, uma característica de perigosidade para a saúde ou para o ambiente nomeadamente os identificados como tal na Lista Europeia de Resíduos. Resíduo Hospitalar – resíduo resultante das atividades médicas desenvolvidas em unidades de cuidados de saúde. Resíduos Hospitalares Grupo III: Resíduos hospitalares de risco biológico – são resíduos contaminados ou suspeitos de contaminação, suscetíveis de incineração ou de outro pré-tratamento eficaz, permitindo posterior eliminação como resíduo urbano. Inserem-se neste grupo: Resíduos que resultam da administração de sangue e derivados; Sistemas utilizados na administração de soros e medicamentos, com exceção dos do grupo IV; Sacos coletores de fluídos orgânicos e respetivos sistemas;
Sistema de Gestão Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores Página 3 de 24 Material ortopédico: talas, gesso e ligaduras gessadas contaminadas ou com vestígios de sangue; material de prótese retirado a doentes; Material de proteção individual utilizado em cuidados de saúde e serviços de apoio geral em que haja contato com produtos contaminados (como luvas, máscaras, aventais e outros). Resíduos Hospitalares Grupo IV: Resíduos hospitalares específicos – são resíduos de vários tipos de incineração obrigatória. Integram-se neste grupo: Materiais cortantes e perfurantes: agulhas, cateteres e todo o material invasivo; Produtos químicos e fármacos rejeitados, quando não sujeitos a legislação específica. 4 RESPONSABILIDADES Todas as atividades descritas nos pontos seguintes são do Departamento QAS exceto: Atividade Âmbito Responsabilidade Colocação de resíduos nos contentores adequados e/ou informar o departamento QAS (QAS) se houver necessidade de recolha Pólo da Maia Todos os Colaboradores (COL) Colocação dos resíduos florestais no contentor adequado para o efeito Serviços de Jardinagem (SG/SJ) Recolha dos RSU e colocação nos contentores de grandes dimensões Serviços de Limpeza (SG/SL) Colocação dos resíduos provenientes das atividades da cantina nos contentores de grandes dimensões Serviços da Cantina (SG/C) Pedido de recolha ou colocação dos resíduos provenientes das atividades de manutenção do Pólo, nos contentores adequados Serviços de Apoio (SG/SA) Recolha de resíduos industriais e colocação no Parque de Resíduos Serviços Gerais (SG) e departamento QAS (QAS) Preenchimento de GAR para os resíduos hospitalares produzidos no Posto Médico Enfermaria (ENF) Preenchimento de Guia de Acompanhamento de Resíduos de Construção e Demolição (GARCD) para os resíduos produzidos nas atividades no exterior Atividades no exterior Gestor de Projeto (GP)
Sistema de Gestão Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores Página 4 de 24 5 METODOLOGIA São definidas as metodologias a adotar para: Resíduos do Condomínio da Maia; Resíduos de Obras Exteriores; Resíduos do Posto Médico; Resíduos da Cantina; Resíduos SG - Serviços Gerais; Resíduos UN TRP - SA - Sistemas de Alimentação; Resíduos UN TRP - TS - Telecomunicações e Sinalização; Resíduos UN TRP - PR - Produção de Eletrónica; Resíduos UN LOG - Logística; Resíduos UN ASE - Automação e Sistemas de Energia; Resíduos UN REN - Energias Renováveis; Resíduos UN AMB – Ambiente; Resíduos UN MAN - Manutenção; Resíduos Industriais Especiais; Resíduos das zonas de escritórios; Preenchimento de Guias de Acompanhamento de Resíduos; Preenchimento de Guias de Acompanhamento de Resíduos de Construção e Demolição; Acondicionamento de resíduos para Armazenamento Temporário; Acondicionamento de resíduos para Transporte; Monitorização de Operadores de Gestão de Resíduos; Registo SIRAPA.
Sistema de Gestão Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores Página 5 de 24 5.1 Resíduos do Condomínio da Maia 5.2 Resíduos Obras Exteriores CONDOMÍNIO DA MAIA Papel Plástico Vidro Resíduos Sólidos Urbanos Madeira Resíduos Florestais Colocar o resíduo no contentor específico Resp. COL Colocação dos resíduos nos contentores nas áreas exteriores Resp. SG/SL Recolha pela Empresa Camarária Resp. QAS Colocar o resíduo no contentor específico Resp. COL Recolha pelo colaborador SG e colocação no Parque de Resíduos Resp. SG Recolha regular por operador licenciado Resp. QAS Colocar o resíduo no contentor específico Resp. SG/SJ Recolha por operador licenciado Resp. QAS Solicitar a recolha do resíduo à QAS Resp. COL Recolha pelo colaborador SG e deposição no contentor específico Resp. QAS
Sistema de Gestão Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores Página 6 de 24 Envio de documento de comunicação de obra para o Departamento QAS Resp. GP Obra com: requisitos do Cliente? Grande dimensão? NS Contactar GP para elaboração do documento de Gestão Ambiental Resp. QAS Definição da gestão de resíduos a aplicar na obra Resp. QAS Definição da gestão de resíduos a aplicar na Obra Resp. GP e QAS Identificação dos códigos LER adequados Resp. QAS Escolha dos operadores de gestão de resíduos licenciados Resp. GP e QAS Colocação dos contentores Resp. GP Contacto para a recolha de resíduosResp.GP Preenchimento da Guia de Acompanhamento de Resíduos de Construção e Demolição (de acordo com o modelo do Anexo I da Portaria n.º 417/2008 de 11 de Junho). Resp.GP Arquivo das GAR, exemplar do produtor e cópia do exemplar destinatário, no departamento QAS, o Certificado de Receção do operador de gestão de resíduos deve ser enviado pelo operador licenciado nos 30 dias após a recolha do resíduo. Resp.QAS Quantificação dos resíduos produzidos na obra Resp. GP Recolha seletiva dos resíduos produzidos na obra Resp. GP Identificação dos códigos LER adequados Resp. QAS Colocação nos contentores existentes no parque de resíduos para obras exterior Resp. COL Contacto para recolha de resíduos por operadores licenciados Resp. QAS Preenchimento de Guia de Acompanhamento de Resíduos (Modelo A n.º 1428 exclusivo da INCN) -GAR-, com respetivo código LER. É obrigatória a existência de uma GAR por cada tipo de resíduo. Resp. QAS Arquivo das GAR, exemplar do produtor e cópia do exemplar do destinatário, no Departamento QAS, cópia do exemplar do destinatário deve ser enviado pelo operador licenciado nos 30 dias após a recolha do resíduo. Resp. QAS Transporte para o Pólo da Maia com o conhecimento da Responsável Ambiental; Preenchimento da Guia de Acompanhamento de Resíduos de Construção e Demolição (de acordo com o modelo do Anexo I da Portaria nº. 417/2008 de 11 de Junho) Resp. GP
Sistema de Gestão Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores Página 7 de 24 5.3 Resíduos do Posto Médico Colocar os resíduos hospitalares nos contentores específicos, existentes no Posto Médico Resp. ENF Identificação dos códigos LER adequados Resp. QAS Preenchimento da Guia de Acompanhamento de Resíduos Hospitalares Perigosos (Modelo B n.º 1429 exclusivo da INCN), com o respectivo código LER. Resp. ENF Resíduos hospitalares de risco biológico – Grupo III Resíduos hospitalares específicos – Grupo IV Arquivo das GAR, exemplar do produtor e cópia do exemplar destinatário, no departamento QAS ou SG. A cópia do exemplar destinatário deve ser enviado pelo operador licenciado nos 30 dias após a recolha do resíduo. Resp. QAS 5.4 Cantina CANTINA Plástico Vidro Resíduos Sólidos Urbanos Colocar os resíduos no contentor adequado - Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) Resp. SG/C Papel/Cartão Colocar os resíduos de vidro no Vidrão existente na zona exterior Resp. SG/C Colocar os resíduos no contentor adequado Resp. SG/C Recolha pelo colaborador SG e colocação no Parque de Resíduos Resp. SG Recolha pela Empresa Camarária Resp. QAS Colocar os resíduos no contentor adequado Resp. SG/C Colocar no contentor de maior dimensão localizado nas zonas exteriores Resp. SG
Sistema de Gestão Página 8 de 24 5.5 Resíduos SG – Serviços Gerais Apoio SG Oficina SG Oficina SMA Serviços de Limpeza Acondicionamento adequado dos resíduos (triagem efetuada) Resp. SG Solicitar recolha dos resíduos através do procedimento descrito no ponto 5.15. Deposição no Parque de Resíduos com o conhecimento do QAS ou do responsável do Parque de Resíduos Resp. SG Resíduos Sólidos Urbanos Embalagens de produtos de limpeza Deposição no contentor adequado no Parque de Resíduos com o conhecimento da QAS ou do responsável do Parque de Resíduos Resp. SG/SL Deposição no contentor adequado Resp. SG/SL Panos de limpeza contaminados Deposição no contentor adequado no Parque de Resíduos com o conhecimento da QAS ou do responsável do Parque de Resíduos Resp. SG/SL Nota: Os resíduos produzidos nas oficinas de apoio aos SG são de quantidade reduzida e de pouca variedade. Assim sendo, estes são acondicionados e solicitada a sua recolha ou são diretamente colocados nos contentores adequados disponíveis no Parque de Resíduos.
Página 9 de 24 5.6 Resíduos UN TRP - TS - Telecomunicações e Sinalização UN TRP-TS Papel/Cartão Plástico Embalagens contaminadas Desperdícios contaminados Metais Triagem seletiva dos resíduos com a sua colocação nos contentores adequados Resp. COL Recolha pelo colaborador SG e colocação no Parque de Resíduos Resp. SG Recolha pelo colaborador SG e colocação nos contentores na área exterior Resp. SG Recolha pela Empresa Camarária Resp. QAS Resíduos Sólidos Urbanos Recolha pelos Serviços de Limpeza e colocação nos contentores na área exterior Resp. SG/SL Cabos elétricos Madeira Pequenas dimensões Grandes dimensões Solicitar recolha dos resíduos através do descrito no ponto 5.15. Resp. COL Triagem seletiva dos resíduos com a sua colocação nos contentores adequados Resp. COL Colocar no contentor adequado Resp. COL Solda de estanho e chumbo Solicitar recolha de acordo com o descrito no ponto 5.15. Resp. COL Triagem seletiva dos resíduos com a sua colocação no contentor adequado Resp. COL
Página 10 de 24 5.7 Resíduos UN TRP - SA - Sistemas de Alimentação UN TRP-SA Papel/Cartão Plástico Embalagens contaminadas Desperdícios contaminados Metais Triagem seletiva dos resíduos com a sua colocação nos contentores adequados Resp. COL Recolha pelo colaborador SG e colocação no Parque de Resíduos Resp. SG Resíduos Sólidos Urbanos Cabos elétricos REEE Madeira Solda de estanho e chumbo Solicitar recolha de acordo com o descrito no ponto 5.15. Resp. COL Recolha pelo colaborador SG e colocação nos contentores na área exterior Resp. SG Recolha pela Empresa Camarária Resp. QAS Recolha pelos Serviços de Limpeza e colocação nos contentores na área exterior Resp. SG/SL Triagem seletiva dos resíduos com a sua colocação no contentor adequado Resp. COL Colocar no contentor adequado Resp. COL Triagem seletiva dos resíduos com a sua colocação no contentor adequado Resp. COL Acondicionar os resíduos de forma adequada Resp. COL
Página 11 de 24 5.8 Resíduos UN TRP - PR - Produção de Eletrónica UN TRP-PR Papel/Cartão Plástico Embalagens contaminadas Desperdícios contaminados Metais Triagem seletiva dos resíduos com a sua colocação nos contentores adequados Resp. COL Recolha pelo colaborador SG e colocação no Parque de Resíduos Resp. SG Resíduos Sólidos Urbanos Cabos elétricos REEE Pontas de cobre estanhado Solda de estanho e chumbo Embalagens contaminadas (Sabonária) Solicitar recolha de acordo com o descrito no ponto 5.15. Resp. COL Recolha pelo colaborador SG e colocação nos contentores na área exterior Resp. SG Recolha pela Empresa Camarária Resp. QAS Recolha pelos Serviços de Limpeza e colocação nos contentores na área exterior Resp. SG/SL Triagem seletiva dos resíduos com a sua colocação no contentor adequado Resp. COL Colocar no contentor adequado Resp. COL Triagem seletiva dos resíduos com a sua colocação no contentor adequado Resp. COL Acondicionar os resíduos de forma adequada Resp. COL
Sistema de Gestão Página 18 de 24 Sempre que exista entrega Resíduos Hospitalares é necessário preencher a GAR – Guia de Acompanhamento de Resíduos (Modelo B n.º 1429 INCM).
Sistema de Gestão Página 19 de 24 5.16 Preenchimento de Guias de Acompanhamento de Resíduos de Construção e Demolição 5.17 Acondicionamento de resíduos para Armazenamento Temporário Armazenar os resíduos por tipologia, para facilitar a sua valorização e evitando a contaminação dos mesmos. Armazenar os resíduos, obrigatoriamente os perigosos, em locais protegidos das intempéries de forma a prevenir a contaminação da água e da atmosfera.
Sistema de Gestão Página 20 de 24 Os resíduos líquidos e pastosos devem ser acondicionados em embalagens estanques, (98% de taxa de enchimento), e colocados sobre bacias de retenção. 5.18 Acondicionamento de resíduos para Transporte As cargas devem estar devidamente arrumadas (evitar as deslocações da carga)e cobertas. O transporte apenas pode ser realizado pelo produtor do resíduo, destinatário final ou empresas licenciadas para o transporte rodoviário de mercadorias por conta de outrem. Se os resíduos forem considerados mercadorias perigosas, o seu transporte deverá cumprir o Regulamento Nacional do Transporte de Mercadorias Perigosas por Estrada – RPE. 5.19 Monitorização de Operadores de Gestão de Resíduos De modo a ter um controlo sobre os operadores e respetivos alvarás de licença para operações de gestão de resíduos, existe um mapa onde são colocados os dados inerentes a esse alvará, nomeadamente número, data de emissão, data de validade e entidade emissora. Assim, é possível analisar de uma forma rápida a validade dos documentos e se os operadores contratados estão com a sua situação regularizada. 5.20 Registo no SIRAPA/MIRR Declaração Eletrónica de Resíduos Anualmente, a Efacec efetua a submissão dos registos relativos à produção de resíduos no SIRAPA. No preenchimento destes formulários são indicadas as quantidades de resíduos produzidos e encaminhados para operador de gestão de resíduos licenciados. O SIRAPA – Sistema Integrado de Registo da Agência Portuguesa do Ambiente – está disponível através de um portal da Internet de acesso reservado a utilizadores representantes de Organizações ou responsáveis de Estabelecimento/Instalações com obrigações legais no âmbito do Ambiente. Através do SIRAPA a Agência Portuguesa do Ambiente proporciona uma plataforma de comunicação com as entidades clientes e parceiras no âmbito dos vários enquadramentos ambientais. O sistema visa a integração da informação de forma normalizada, facultando um conjunto de serviços aos seus utilizadores.
Sistema de Gestão Página 21 de 24 6 ARQUIVO DE REGISTOS O arquivo de registos associados a este documento, é feito de acordo com a Descrição de Atividade Controlo dos registos da Qualidade, Ambiente e Segurança. 7 CONTROLO DO PROCESSO Tarefa Frequência Metodologia Saída / indicadores Respons. Controlo Operacional Conforme definido na descrição do Processo Conforme definido na descrição do Processo Atualização das avaliações de aspetos e impactes ambientais QAS + Áreas Envolvidas Acompanhamento do(s) Programa(s) de Gestão de Ambiente e Segurança. Conforme definido para cada Objetivo Verificação das ações realizadas Atualização do programa de gestão e divulgação às áreas envolvidas. QAS + Áreas Envolvidas 8 DOCUMENTOS E REGISTOS ASSOCIADOS Gestão de Resíduos – Pólo da Maia Instrução Ambiental – SG Bares Instrução Ambiental – SG/Cantina Despensa, Congelação/Refrigeração Instrução Ambiental – SG/Cantina Zona da Louça Instrução Ambiental – SG/Cantina Zona de confeção Instrução Ambiental – SG/Cantina Zona de preparação Instrução Ambiental – SG/Cantina Zona de pastelaria Instrução Ambiental – SP/Logística Expedição Instrução Ambiental – SP/Logística Receção Instrução Ambiental – SG Parque de Resíduos Instrução Ambiental – Geral Escritórios Instrução Ambiental – Posto Médico Sala de Tratamento Instrução Ambiental – Posto Médico Sala de colheitas
Sistema de Gestão Página 22 de 24 Instrução Ambiental – SG Oficina SG Instrução Ambiental – SG Oficina SMA Instrução Ambiental – UN ASE Armazém Instrução Ambiental – UN ASE Lab. De Desenvolvimento Instrução Ambiental – UN ASE Receção/Expedição Instrução Ambiental – UN ASE Sala de quadros e configurações Instrução Ambiental – UN ASE Sala de testes Instrução Ambiental – UN ASE VQ Planta de Localização de contentores – UN ASE Instrução Ambiental – UN LOG Montagem e eletrificação de equipamentos Instrução Ambiental – UN LOG Montagem e eletrificação de quadros elétricos Instrução Ambiental – UN LOG Receção, Inspeção e Expedição Planta de Localização de contentores - UN LOG Instrução Ambiental – UN REN Cablagem Instrução Ambiental – UN REN Linha de conversores de energia eólica Instrução Ambiental – UN REN Linha de inversores de energia solar Instrução Ambiental – UN REN Lab. SolarSel Instrução Ambiental – UN REN Plataforma de ensaios Instrução Ambiental – UN REN Pré-Montagem Instrução Ambiental – UN REN Receção/Expedição Instrução Ambiental – UN REN Serralharia Planta de Localização de contentores - UN REN Instrução Ambiental – UN TRP-TS Armazém Instrução Ambiental – UN TRP-TS Montagem e eletrificação de contentores Instrução Ambiental – UN TRP-TS Montagem e eletrificação de quadros elétricos Instrução Ambiental – UN TRP-TS Receção/Expedição
Sistema de Gestão Página 23 de 24 Planta de Localização de contentores - UN TRP-TS Instrução Ambiental – UN TRP-TS Eletrificação Instrução Ambiental – UN TRP-TS Gabinete de produção Instrução Ambiental – UN TRP-TS Montagem mecânica Instrução Ambiental – UN TRP-TS Testes de sinalização Instrução Ambiental – UN TRP-TS Testes de telecomunicações Planta de Localização de contentores UN TRP-TS Instrução Ambiental – UN TRP-PR Armazém Instrução Ambiental – UN TRP-PR Kitagem Instrução Ambiental – UN TRP-PR Receção, Inspeção e Expedição Instrução Ambiental – UN TRP-PR SMD Instrução Ambiental – UN TRP-PR Envernizamento Instrução Ambiental – UN TRP-PR Limpeza de cartas Instrução Ambiental – UN TRP-PR THT Montagem Instrução Ambiental – UN TRP-PR THT Soldadura Instrução Ambiental – UN TRP-PR Montagem de equipamentos Instrução Ambiental – UN TRP-PR VQ e Reparações Planta de Localização de contentores - UN TRP-PR Instrução Ambiental – UN TRP - SA Após Venda Instrução Ambiental – UN TRP - SA Armazém de Matérias-Primas Instrução Ambiental – UN TRP - SA Eletrificação Instrução Ambiental – UN TRP - SA Lab. Carro Elétrico Instrução Ambiental – UN TRP - SA Mobilidade ElétricaMontagem mecânica Instrução Ambiental – UN TRP - SA Mobilidade Elétrica – Testes Instrução Ambiental – UN TRP - SA Montagem mecânica Instrução Ambiental – UN TRP - SA Plataforma de ensaios
Sistema de Gestão Página 24 de 24 Instrução Ambiental – UN TRP - SA Venda UPS Instrução Ambiental - UN TRP - SA Serralharia Planta de Localização de contentores - UN TRP - SA Planta de Localização de contentores - Zonas exteriores 9 HISTÓRICO DO DOCUMENTO Revisão Data Pontos Alterados Natureza da revisão/ documento de substituição Emissão Aprovação D 2012-05-30 Geral Sofia Botelho Carla Caldeira Hugo Queiroz C 2006-12-13 Inclusão da metodologia para preenchimento das Guias de Acompanhamento de Resíduos e regras de acondicionamento de resíduos para o armazenamento temporário de resíduos. Foi substituído o documento 4AM032003B Gestão de Resíduos Joana Santos Hugo Queiroz B 2005-01-28 Alteração de responsabilidades. Foi substituído o documento 4AM032003A Gestão de Resíduos Joana Santos Miguel Guerra A 2004-08-23 Alteração da metodologia existente para a gestão de resíduos. Inclusão da totalidade de resíduos. Foi substituído o documento 4AM032003 Gestão de Resíduos Joana Santos Miguel Guerra
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 103 7.7. Anexo VII Instruções Ambientais
Sistemas de Gestão 07.00000PTMA-13100202-001-065-PT-00 Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores. Página 1 de 3 Instrução Ambiental – Gestão de Resíduos Sistemas de Alimentação – UN TRP Área de Trabalho Montagem mecânica Aspeto Ambiental Produção de Resíduos Impacte Ambiental Ocupação do solo, Contaminação do solo, Impactos na qualidade do ar e água Objetivo Regras para a correta separação e acondicionamento de resíduos AÇÕES DE PREVENÇÃO/MINIMIZAÇÃO Resíduos Waste Etiqueta de identificação do contentor Container identification label Os resíduos de madeira de grandes dimensões (paletes) devem ser acondicionados em local apropriado e ser solicitada a sua recolha de acordo com o abaixo descrito Respeite sempre o que se encontra indicado nas etiquetas de identificação dos contentores disponibilizados para a deposição de resíduos. Caso tenha algum tipo de resíduo de maior dimensão ou que não se adeque aos contentores existentes, por favor, envie um e-mail para gestao.resi[email protected], indicando o material, quantidade e local de recolha. AÇÕES PROIBIDAS Abandono de resíduos Mistura de resíduos Deposição de resíduos em contentores indevidos Descarga de resíduos e águas residuais no solo ou na água NÃO REMOVA NEM DANIFIQUE ESTA INSTRUÇÃO
Sistemas de Gestão 07.00000PTMA-13100202-001-065-PT-00 Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores. Página 2 de 3 Instrução Ambiental – Gestão de Resíduos Sistemas de Alimentação – UNTRP Área de Trabalho Montagem mecânica Aspeto Ambiental Produção de Resíduos Impacte Ambiental Ocupação do solo, Contaminação do solo, Impactos na qualidade do ar e água Objetivo Regras para a correta separação e acondicionamento de resíduos AÇÕES DE PREVENÇÃO/MINIMIZAÇÃO Resíduos Waste Etiqueta de identificação do contentor Container identification label Respeite sempre o que se encontra indicado nas etiquetas de identificação dos contentores disponibilizados para a deposição de resíduos. Caso tenha algum tipo de resíduo de maior dimensão ou que não se adeque aos contentores existentes, por favor, envie um e-mail para gestao.resi[email protected], indicando o material, quantidade e local de recolha. AÇÕES PROIBIDAS Abandono de resíduos Mistura de resíduos Deposição de resíduos em contentores indevidos Descarga de resíduos e águas residuais no solo ou na água NÃO REMOVA NEM DANIFIQUE ESTA INSTRUÇÃO
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FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 117 7.9. Anexo IX Check-list
Sistema de Gestão Monitorização do Sistema de Gestão de Resíduos Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores. Página 1 Check-list Monitorização do Sistema de Gestão de Resíduos Ações Triagem e acondicionamento dos resíduos produzidos Registo das recolhas de resíduos (dia e local de recolha) Instruções Ambientais adequadas às atividades realizadas Identificação dos contentores Localização dos contentores Alvarás de Operadores de Gestão de Resíduos Preenchimento das GAR e GARCD Receção, 30 dias após a recolha, da cópia do exemplar do destinatário de GAR Mapa de registo de resíduos Observações:
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 119 7.10. Anexo X Newsletter Semana Europeia da Mobilidade (1)
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FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 121 7.11. Anexo XI Newsletter Semana Europeia da Mobilidade (2)
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FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 130 7.13. Anexo XIII Alvará de Licença para a Realização de Operações de Gestão de Resíduos
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 135 7.14. Anexo XIV Mapa de Monitorização de Operadores de Gestão de Resíduos
Operador Número de Contribuinte Tipo de Documento Emitida por Emissão Validade Estado Observações Serviços em: Agoa - Gestão de Resíduos, SA 505347920 Alvará nº. 92/2010 Ministério AOTDR 29-10-2010 29-10-2015 2011/2012 Ambilei 507804708 Alvará de licença nº. 43/2010/CCDRC CCDRC 08-06-2010 08-06-2015 2011 Ambitrena 505371359 Alvará n.º 18/2010 e Alvará nº. 90/2010 CCDRLVT 23-03-2010 e 12-10-2010 23-03-2015 e 12-10-2015 2011 Ambitrevo 508013801 Alvará de licença nº. 112/2010 CCDRLVT 15-12-2010 15-12-2015 2011 Cannon Hygiene 501678603 Licença de funcionamento nº. 28.1.4.3/4-04.11 DG-Saúde 26-04-2011 26-04-2016 2011/2012 Constantino Fernandes Oliveira & Filhos 500111553 Alvará de licença nº. 111/2010/CCDRN CCDRN 19-11-2010 19-11-2015 2012 Correia & Correia 502069732 Alvará de licença nº. 52/2009 CCDRC 19-08-2009 19-08-2014 2011 Ecocentro de Moreira 505060868 Alvará de licença nº. 69/2007 CCDRN 11-10-2007 11-10-2012 2011/2012 Ecocentro de Perafita 501305912 Alvará de licença nº. 93/2009/CCDRN CCDRN 02-09-2009 02-09-2014 2011 Ecocentro de Varziela PEDIDO 2011 Ecocil 508961769 Alvará de licença nº. 78/2009 CCDRLVT 24-08-2009 24-08-2014 2012 Ecomais 504901419 Alvará de licença nº. 10/2011/CCDRC CCDRC 08-02-2011 08-02-2016 2012 Ecopaletes 506577651 Alvará de licença nº. 13/2012/CCDRN CCDRN 06-01-2012 06-01-2017 2011/2012 Ecopartner 506230880 Alvará de licença nº. 97/2007 CCDRLVT 28-11-2007 28-11-2012 2011 EGEO - Tecnologia e Ambiente, SA 500512884 Averbamento nº1 ao Alvará nº3/2009 CCDRC 18-06-2009 11-02-2014 2011 GAR 507981723 Alvará de licença nº. 92/2007/CCDR-N CCDRN 12-11-2007 12-11-2012 NA Gesamb 506346773 Alvará de licença nº. 1/2011/CCDR-Alentejo CCDR-Alentejo 18-02-2011 09-04-2020 2011 Gintegral 505103800 Alvará de Licença nº. 31/2010/CCDR-N CCDRNorte 05-05-2010 05-05-2015 2011/2012 Hardlevel 507938348 ?2011/2012 Indaver Portugal 980234905 Alvará de licença nº. 43/2012 CCDRLVT 20-02-2012 20-02-2017 2011/2012 Initial Portugal 501351167 Cópia da carta c/ pedido de renovação do alvará CCDRN 21-03-2012 Cópia da carta c/ pedido de renovação do alvará 2011/2012 Interecycling - Sociedade de Reciclagem, SA 504621106 Alvará de licença nº. 10/2012/CCDRC CCDRC 21-03-2012 14-02-2016 NA JMR 501233032 Alvará nº. 42/2010/CCDR-N CCDR - Norte 30-05-2010 30-05-2015 2011 Jomar 500139008 Isenção de Autorização Prévia DRAOT - Norte 08-01-2002 NA 2011/2012 Monitorização de Operadores de Gestão de Resíduos - 2011/2012 Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores.
Judite Maria - Operações de Gestão de Resíduos, Lda 508493285 Alvará nº. 000070/2010 CCDRLVT 12-08-2010 12-08-2015 2011 Lipor 505255090 Alvará de licença nº. 53/2008/CCDRN CCDRN 19-09-2008 19-09-2013 2011/2012 LNB Car 507225740 Autorização prévia nº. 147/2007/INR INR 12-04-2007 12-04-2012 Cópia da carta c/ pedido de renovação do alvará 2011 Luís Miguel Martins, Unipessoal 507998090 Alvará de licença nº. 96/2007/CCDRN CCDRN 16-11-2007 16-11-2012 Oliveira & Pires - Saneamento e Limpezas, Lda 50360826 Alavrá de licença nº. 76/2008/CCDRC CCDRC 16-09-2008 16-09-2013 2011 Maiambiente 505060868 Alvará nº69/2007 DRENorte 11-10-2007 11-10-2012 2011/2012 Natureza Verde 505196310 Alvará de licença nº. 31/2009/CCDRC CCDRC 26-06-2009 26-06-2014 2011 Marci 506259757 Alvará de licença nº. 67/2007 CCDRN 02-10-2007 02-10-2012 2011 Metais Jaime Dias 503769525 Parecer vinculativo CCDRN 27-10-2008 NA 2011/2012 Recicloval 507025571 Aditamento ao parecer vinculativo CCDRN 2012 Renascimento 503565393 Alvará de licença nº. 16/2009/CCDR-N CCDR-N 09-02-2009 09-02-2014 2011 Resinorte 509143059 Alvará de licença nº. 28/2011/CCDR-N CCDR-N 04-07-2011 04-07-2016 2011 Revalor 504113933 Alvará nº. 66/2010 CCDRLVT 30-07-2010 30-07-2015 2011 Ribtejo 505124149 Alvará de licença nº. 110/2011 CCDRLVT 21-12-2011 21-12-2017 2011 RSA 502168021 Alvará de licença nº. 112/2009 CCDRLVT 15-12-2009 15-12-2014 2011 Semural 500244391 Alvará de licença nº. 99/2009/CCDR-N CCDR-N 22-09-2009 22-09-2014 2011 Sucatas Pinto de Antero Pereira Pacheco, Lda 504793411 Alvará de licença nº. 20/2011/CCDR-N CCDR-N 02-03-2011 02-03-2016 2011/2012 Terra Fértil 503447145 Alvará de licença nº. 105/2010 CCDRLVT 02-12-2010 02-12-2015 2011 Trabite - Tratamento Ambiental, Lda 507790600 Alvará de licença nº. 31/2010/CCDRC CCDRC 19-04-2010 19-04-2012 Pedido 2011 Triu 502550066 Alvará de licença nº. 22/2011/CCDR-N CCDR-N 09-03-2011 09-03-2016 2011 Write-up 505575248 Alvará de licença nº. 44/2009/CCDRC CCDRC 03-08-2009 03-08-2014 2011 Valorlis 503811866 Licença ambiental nº. 18A.1/2007 APA 22-01-2008 22-01-2018 NA Valor-Rib 507062566 Licença ambiental nº. 09/2007 APA 20-04-2007 20-04-2017 2011 Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores.
Set-11 27-Set Resíduos Hospitalares - Grupo III 180103* 311534 Cannon Hygiene Cannon Hygiene D14 3,52 S Out-11 25-Out Resíduos Hospitalares - Grupo III 180103* 587684 Cannon Hygiene Cannon Hygiene D14 3,52 S Nov-11 22-Nov Resíduos Hospitalares - Grupo III 180103* 587683 Cannon Hygiene Cannon Hygiene D14 3,52 S Dez-11 21-Dez Resíduos Hospitalares - Grupo III 180103* 587682 Cannon Hygiene Cannon Hygiene D14 3,52 S total 46 kg … … … … … … … … … … … Unidade de Negócio Mês Data Resíduo Ler Nº GAR Transporte Destinatário E/V Qte Triplicado Jan-11 20-Jan Óleos e gorduras alimentares 200125 15017368 Hardlevel Hardlevel R3 50 S Fev-11 15-Fev Óleos e gorduras alimentares 200125 15324763 Hardlevel Hardlevel R3 50 S Abr-11 1-Abr Óleos e gorduras alimentares 200125 14770670 Hardlevel Hardlevel R3 140 S Mai-11 20-Mai Óleos e gorduras alimentares 200125 15829167 Hardlevel Hardlevel R3 130 S Jul-11 4-Jul Óleos e gorduras alimentares 200125 16621627 Hardlevel Hardlevel R3 130 S Ago-11 3-Ago Óleos e gorduras alimentares 200125 16621554 Hardlevel Hardlevel R3 60 S Set-11 6-Set Óleos e gorduras alimentares 200125 16621566 Hardlevel Hardlevel R3 50 S Set-11 27-Set Óleos e gorduras alimentares 200125 16515184 Hardlevel Hardlevel R3 50 S Nov-11 8-Nov Óleos e gorduras alimentares 200125 16773233 Hardlevel Hardlevel R3 90 S Dez-11 14-Dez Óleos e gorduras alimentares 200125 16773271 Hardlevel Hardlevel R3 130 S total 880 kg Unidade de Negócio Mês Data Resíduo Ler Nº GAR Transporte Destinatário E/V Qte Triplicado Jun-11 3-Jun Pilhas e acumuladores 200134 15427136 Renascimento Renascimento R13 126,5 S total 126,5 kg Unidade de Negócio Mês Data Resíduo Ler Nº GAR Transporte Destinatário E/V Qte Triplicado Fev-11 3-Fev Equipamento eléctrico e electrónico fora de uso 200135* 11603489 Renascimento Renascimento R13 129 S Jun-11 3-Jun Equipamento eléctrico e electrónico fora de uso 200135* 15427135 Renascimento Renascimento R13 167 S Jul-11 28-Jul Equipamento eléctrico e electrónico fora de uso 200135* 15646075 Renascimento Renascimento R3 108 S total 404 kg Unidade de Negócio Mês Data Resíduo Ler Nº GAR Transporte Destinatário E/V Qte Triplicado Fev-11 25-Fev Equipamento eléctrico e electrónico fora de uso 200136 14275186 Renascimento Renascimento R13 1100 S Jul-11 28-Jul Equipamento eléctrico e electrónico fora de uso 200136 15646076 Renascimento Renascimento R13 3258 S Out-11 21-Out Equipamento eléctrico e electrónico fora de uso 200136 16142494 Renascimento Renascimento R3 4720 S total 9078 kg … … … … … … … … … … … Unidade de Negócio Mês Data Resíduo Ler Nº GAR Transporte Destinatário E/V Qte Triplicado Jan-11 5-Jan Metais 200140 14275143 Sucatas Pinto Sucatas Pinto R13 2280 S Jan-11 18-Jan Metais 200140 14275156 Sucatas Pinto Sucatas Pinto R13 1240 S Fev-11 1-Fev Metais 200140 14275177 Sucatas Pinto Sucatas Pinto R13 2800 S Mar-11 4-Mar Metais 200140 15427264 Sucatas Pinto Sucatas Pinto R13 2000 S Mai-11 12-Mai Metais 200140 15647062 Sucatas Pinto Sucatas Pinto R13 1560 S Logística Mai-11 26-Mai Metais 200140 16143015 Renascimento Renascimento R13 1820 S Jul-11 4-Jul Metais 200140 15646005 Sucatas Pinto Sucatas Pinto R13 1500 S Jul-11 7-Jul Metais 200140 15646066 Metais Jaime Dias Metais Jaime Dias R13 9850 S Jul-11 25-Jul Metais 200140 15646070 Sucatas Pinto Sucatas Pinto R13 2000 S Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores.
Dez-11 21-Dez Metais 200140 17417206 Sucatas Pinto Sucatas Pinto R13 1180 S TS Dez-11 28-Dez Metais 200140 - Efacec Engenharia e Sistemas Ecocentro Moreira R13 8 S total 26238 kg Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores.
FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 146 7.16. Anexo XVI Placa de Identificação Compostor
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FCUP Gestão de resíduos em contexto industrial 148 7.17. Anexo XVII Documentos de Monitorização do Processo de Compostagem
Sistema de Gestão 1 Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores. Monitorização – Projeto de Compostagem de Resíduos Florestais Periodicidade: Semanal Data: 2012/___/___ Ações 1. Resíduos são depositados em camadas alternadas de “verdes” e “castanhos”. 2. Não está a ser depositado outro tipo de resíduo, senão os florestais. 3. Resíduos lenhosos são depositados em dimensão mais pequena que a original. 4. A pilha está a ser revirada quinzenalmente (Inverno) ou semanalmente (Verão). 5. A pilha está com um teor humidade de 50 a 60% (verificar no topo e na base da pilha). 6. Já foi recolhido composto. 7. O composto já foi aplicado no solo.
Sistema de Gestão 2 Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores. Notas: No caso de já ter sido recolhido composto, em que data? ____________________________________________________________________________________________________ No caso de o composto já ter sido aplicado no solo, em que locais? ____________________________________________________________________________________________________ Outras observações:
Sistema de Gestão Este documento, bem como as informações nele contidas, são da propriedade exclusiva do Grupo Efacec. Toda a publicação, duplicação, tradução ou adaptação são interditos sem a prévia autorização dos seus elementos aprovadores. Página 1 de 1 Projeto de Compostagem - Monitorização Fevereiro Notas Seg Ter Qua Qui Sex 1 2 3 6 7 8 9 10 13 14 15 16 17 20 21 22 23 24 27 28 29 Março Notas Seg Ter Qua Qui Sex 1 2 5 6 7 8 9 12 13 14 15 16 19 20 21 22 23 26 27 28 29 30 Abril Notas Seg Ter Qua Qui Sex 2 3 4 5 6 9 10 11 12 13 16 17 18 19 20 23 24 25 26 27 30 Maio Notas Seg Ter Qua Qui Sex 1 2 3 4 7 8 9 10 11 14 15 16 17 18 21 22 23 24 25 28 29 30 31 Junho Notas Seg Ter Qua Qui Sex 1 4 5 6 7 8 11 12 13 14 15 18 19 20 21 22 25 26 27 28 29 Reg – Rega | Rev - Revirado