CONSERVAÇÃO E
MONITORIZAÇÃO DE
ESTRUTURAS PORTUÁRIAS
RICARDO LIMA PEIXOTO
Disse ação subme ida pa a sa is ação pa cial dos equisi os do g au de
MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL — ESPECIALIZAÇÃO EM HIDRÁULICA
O ien ado : P o esso Dou o Fe nando F ancisco Machado Veloso
Gomes
JANEIRO DE 2014
MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL 2013/2014
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL
Tel. +351-22-508 1901
Fax +351-22-508 1446
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Edi ado po
FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO
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Po ugal
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Rep oduções pa ciais des e documen o se ão au o izadas na condição que seja men-
cionado o Au o e ei a e e ência a Mes ado In eg ado em Engenha ia Ci il -
2013/2014- Depa amen o de Engenha ia Ci il, Faculdade de Engenha ia da Uni e si-
dade do Po o, Po o, Po ugal, 2014.
As opiniões e in o mações incluídas nes e documen o ep esen am unicamen e o pon-
o de is a do espe i o Au o , não podendo o Edi o acei a qualque esponsabilidade
legal ou ou a em elação a e os ou omissões que possam exis i .
Es e documen o oi p oduzido a pa i de e são ele ónica o necida pelo espe i o
Au o .
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
O en o e as ondas es ão semp e do lado dos melho es ma inhei os
Edwa d Gibbon
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
i
AGRADECIMENTOS
Gos a ia de ag adece ao P o esso Veloso Gomes, pelo acompanhamen o p es ado, bem como a dis-
ponibilização de documen os necessá ios à ealização des a disse ação.
Ao Engenhei o Ama al Cou inho, pela dedicação p es ada e empo disponibilizado, auxiliando semp e
que oi necessá io. Pela pa ilha de conhecimen os que de ini i amen e me auxilia am no desen ol i-
men o da disse ação e me auxilia ão na ca ei a p o issional. Pela eceção semp e calo osa que se á
semp e lemb ada e pela disponibilização dos ecu sos necessá ios ao desen ol imen o do abalho.
Um mui o ob igado.
Ao Engenhei o Hen ique Al es da Ze aCo , pela ajuda no escla ecimen o das dú idas sob e o sis ema
de p o eção ca ódica.
Aos meus pais, que com o seu es o ço e abalho possibili a am a ealização dos meus es udos e a mi-
nha o mação como engenhei o ci il. Ao meu i mão Miguel, à minha i mã Cláudia e ao Fábio po
aze em ão bem essa a e a que é se i mão. Aos meus a ós, p incipalmen e ao meu a ô pelas con e -
sas e que apesa de não pode i encia a conclusão do meu cu so, se á semp e lemb ado com mui o
ca inho. A ocês, um mui o ob igado.
À Sa a, po me acompanha não só nos es udos como ambém na minha ida, po com ela pa ilha
an o os momen os is es como os aleg es, ocupando assim o luga especial no meu co ação. Mui o
ob igado po odos os momen os passados que me ajuda am e mui o a chega onde es ou hoje e a se a
pessoa que sou.
À D. Mili za, S . Vi o , Nuno, Inês e D. Ma ia po odos os momen os passados, ga galhadas dadas
jun os e po se em uma amília pa a mim. Mui o Ob igado.
A odos os meus amigos mais an igos ou os que conheci nes a g ande e apa que oi o meu cu so, que
com pala as e so isos se ão semp e eco dados. Ao pessoal do jiu ji su, em que o empo passado e os
einos com eles, me pe mi i am descon ai nos momen os de maio ensão.
Po im, um ag adecimen o a odos os p o esso es, que desde pequenino me ansmi i am conhecimen-
os e que com o seu es o ço, ize am possí el a minha o mação.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
ii
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
iii
RESUMO
A conse ação de complexos po uá ios é um assun o ao qual nem semp e em sido dada g ande im-
po ância, que ao ní el nacional que in e nacional. Exis em abalhos ealizados onde é ap esen ada
alguma in o mação de quais os p ocedimen os a segui , no en an o não são su icien emen e a a i os e
aplicá eis.
Na p esen e disse ação es e assun o é ap o undado. São ecolhidas e pos e io men e ap esen adas
me odologias de ges ão da conse ação que ão desde a ap esen ação dos concei os de manu enção a é
ao desen ol imen o das me odologias de inspeção, manu enção e epa ação dos p incipais elemen os
de cons ução ci il p esen es nas es u u as de acos agem po uá ias.
De manei a a desen ol e a emá ica da conse ação de es u u as po uá ias, a disse ação ap esen a
uma me odologia de conse ação, desen ol ida pelo au o , onde são ap esen ados os passos a segui
pa a que se consiga um aumen o da ida ú il das es u u as. A me odologia pode se aplicada a es u u-
as que es ejam ainda em ase de p oje o. No en an o, o seu desen ol imen o oi ealizado pa a se
adap ado a es u u as em ase de explo ação, uma ez que o núme o de es u u as de acos agem em
se iço ul apassa la gamen e as que ainda se encon am em ase de p oje o.
O abalho desen ol ido oi es ado no Cais Sul da Doca Nº1 do po o de Leixões, onde se ap esen am
as p incipais anomalias obse adas, assim como quais as medidas a ado a de aco do com a pesquisa
ealizada.
PALAVRAS-CHAVE: Conse ação, es u u as de acos agem, complexos po uá ios, inspeção, manu en-
ção.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
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Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
ABSTRACT
The po complexes p ese a ion is an issue which is no been gi en oo much a en ion, na ional o
in e na ional speaking. Some essays abou his opic we e made, whe e is p esen ed some in o ma ion
needed o he s eps o p ese e, howe e he e is no conce n o do i a ac i e and easily execu able
Du ing his essay his opic is deepened and p ese a ion me hodologies a e p esen ed a e he collec-
ion o ela ed in o ma ion. Thus, de ini ion o main enance is p esen ed as he inspec ion, main e-
nance and epai me hodologies de eloped, o be applied on main cons uc ion elemen s ea u ed in
po moo ing s uc u es
In o de o de elop mo e his opic, his essay shows a me hodology o p ese a ion, de eloped by he
au ho , whe e he s eps o enhance he li e o he s uc u es a e p esen ed. The me hodology can be
also applied on s uc u es which a e s ill being designed, howe e he wo k de eloped was based on
exis ing s uc u es which a e al eady being used, since he exis ence o s uc u es al eady being used is
bigge han he ones ha a e s ill being designed
The wo k de eloped was es ed in he sou h quay wall o he dock numbe 1 in Leixões ha bo , whe e
he main anomalies eco ded a e p esen ed, as well as he measu es o apply in he di e en cases,
acco ding wi h he esea ch made.
KEYWORDS: P ese a ion, moo ing s uc u es, po complexes, inspec ion, main enance.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
xii
Figu a 4.9 – De ensa em a co ............................................................................................................... 54
Figu a 4.10 – De ensa do ipo cilínd ica axial........................................................................................ 54
Figu a 4.11 – Ficha de inspeção 1 – Es u u a de bo acha da de ensa ixa do módulo 02 ................. 55
Figu a 4.12 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os – De ensa ixa/Es u u a de bo acha .................... 55
Figu a 4.13 – Ficha de inspeção 1 – Es u u a me álica da de ensa ixa do módulo 12 ...................... 56
Figu a 4.14 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os – De ensa ixa/Es u u a me álica .......................... 57
Figu a 4.15 – Tipologia dos cabeços de ama ação exis en es no Cais Sul da Doca Nº1 ................... 58
Figu a 4.16 – Ficha de inspeção 1 – Pin u a do cabeço de ama ação do módulo 03 ......................... 59
Figu a 4.17 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os – Cabeço de ama ação/Pin u a ............................ 59
Figu a 4.18 – Assen amen o dos e aplenos em elação à es u u a de acos agem .......................... 60
Figu a 4.19 – Ficha de inspeção 1 – Sumidou o do módulo ................................................................. 61
Figu a 4.20 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os – D enagem/Sumidou os ....................................... 62
Figu a 4.21 – Ficha de inspeção 1 – Supe ície da supe es u u a do módulo 05................................ 63
Figu a 4.22 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os – Supe es u u a/Supe ície ................................... 63
Figu a 4.23 – Ficha de inspeção 1 – In e io da Gale ia écnica do módulo 16 .................................... 65
Figu a 4.24 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os – Gale ia écnica/Gale ia ........................................ 65
Figu a 4.25 – INM dos elemen os iden i icados no módulo 09 ............................................................. 68
Figu a 4.26 – INM dos elemen os iden i icados no módulo 05 ............................................................. 69
Figu a 4.27 – INM dos elemen os iden i icados no cais sul da doca nº1 .............................................. 70
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
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ÍNDICE QUADROS
Quad o 2.1 – Equipamen os e mé odos de inspeção de es u u as de aço. ........................................ 14
Quad o 2.2 – Desc ição de anomalias .................................................................................................. 18
Quad o 2.3 – Desc ição de possí eis o mas de conse ação de es u u as de be ão. ...................... 21
Quad o 2.4 – Resumo de ações de conse ação equen es em es u u as de acos agem ................ 27
Quad o 3.1 – Me odologia pa a iden i icação de elemen os com exemplo. ......................................... 30
Quad o 3.2 – De inição das classi icações de aco do com o c i é io ................................................... 32
Quad o 3.3 – De inição das classi icações de aco do com o c i é io ................................................... 34
Quad o 3.4 – Desc ição das anomalias ................................................................................................ 35
Quad o 3.5 – Pe íodos de inspeção ..................................................................................................... 36
Quad o 3.6 – Ações co e i as de aco do com a anomalia .................................................................. 39
Quad o 3.7 – Ações p e en i as ........................................................................................................... 42
Quad o 4.1 – Ex a o da icha dos elemen os do Cais sul da doca nº 1 ............................................... 51
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ACRÓNIMOS
APDL - Adminis ação dos po os do Dou o e Leixões.
APL - Adminis ação do po o de Lisboa.
AM - Acessibilidade pa a manu enção.
ECR - E ei o em caso de o u a.
EDE - Es ado de deg adação do elemen o.
EFM - Elemen o on e de manu enção.
ELP - E ei o a longo p azo.
IE - Impo ância do elemen o.
INM - Índice necessidade de manu enção.
PMAV – P eia-ma de águas i as.
BMAV – Baixa-ma de águas i as.
PC - P o eção ca ódica.
PIANC - Wo ld Associa ion o Wa e bo ne T anspo In as uc u e/ In e na ional Na iga ion Asso-
cia ion.
PD - P obabilidade de de eção.
PO - P obabilidade de oco ência.
SU - Segu ança pa a os u ilizado es.
T.O.T - Todo o amanho.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
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Ve são inal 1
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1. INTRODUÇÃO
1.1. ENQUADRAMENTO
A conse ação de es u u as em ge al é um assun o menosp ezado, que no malmen e ap esen a conse-
quências g a es aquando da sua negligência. Nos complexos po uá ios, es e assun o assume uma
impo ância ele an e uma ez que as es u u as lá exis en es encon am-se em ambien es mui o ag es-
si os e nelas se desen ol em a i idades que englobam a necessidade de g andes equipamen os e e-
cu sos humanos. No en an o, a ca ência de medidas de conse ação é ainda uma ealidade no que oca
às es u u as dos complexos po uá ios, an o a ní el nacional como a ní el in e nacional.
“No o pon ão lu uan e - Publicado em 2005-09-26 - JN
[…]Os abalhos en ol em um in es imen o na o dem dos 80 mil eu os, supo ado na o alidade pela
APL. A queda do an igo pon ão oi uma consequência da al a de manu enção, abalho que, segundo
aco do da APL com a D agopo , e a da esponsabilidade des a emp esa de d agagem.
Depois da e e ida emp esa e deixado a sua a i idade po uá ia na á ea do es uá io do Tejo, a ma-
nu enção deixou de se ei a.[…]”
De aco do com a PIANC Repo Nº103, num es udo ealizado sob e p á icas ecomendadas pa a im-
plemen ação da ges ão do ciclo de ida de es u u as po uá ias, o am ap esen ados os esul ados de
um inqué i o ealizado a 91 po os come ciais de odo o mundo, no en an o com maio en oque na
Eu opa, sob e o uso do concei o da ges ão do ciclo de ida conjugado com as p á icas de manu enção.
Des e es udo, algumas das conclusões e i adas demons am que, apesa de exis i a p eocupação na
execução de ações de inspeção, nem semp e essas são u ilizadas pa a p io iza os abalhos, o concei o
de ges ão de ida das es u u as é pouco u ilizado, apesa de se conside ado impo an e. Foi possí el
pe cebe , ambém, que a maio ia dos po os disponibiliza uma ce a quan ia de dinhei o anualmen e,
que é di ecionada pa a as ações de conse ação, não exis indo uma p eocupação em es ima quais os
cus os de aco do com um plano de conse ação que englobe as ações de inspeção, manu enção e epa-
ação p e is as.
Do con ac o com a di eção de ob as do po o de Leixões oi possí el pe cebe , que a ualmen e, de ido
ao eduzido quad o de pessoal, não é mui a a a enção dada à ges ão da conse ação das es u u as po -
uá ias que lhes compe e man e , e le indo-se num ag a amen o do es ado das es u u as e numa me-
odologia p incipalmen e co e i a, que de ido ao seu não planeamen o e ca ência de medidas de
inspeção e moni o ização, se o na mais cus osa no momen o da in e enção.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
2 Ve são inal
1.2. OBJETIVOS
O abalho ealizado em como obje i o o desen ol imen o de uma me odologia de conse ação que
seja a a i a do pon o de is a das adminis ações po uá ias.
Pa a isso, p e ende-se a eunião de in o mação necessá ia à conse ação de es u u as de acos agem
nos p incipais ma e iais u ilizados, be ão e aço, assim como o desen ol imen o de o inas de inspeção
e manu enção que esul em numa melho conse ação des as es u u as.
Po im, o abalho desen ol ido de e á se aplicado a um caso de es udo, nomeadamen e no po o de
Leixões onde se á aplicado o mé odo desen ol ido e onde se ão ei as as ecomendações sob e o ob-
se ado no campo.
1.3. ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
Es a disse ação es á o ganizada em cinco capí ulos, de aco do com os obje i os e e idos an e io -
men e.
No p imei o capí ulo é ap esen ada a in odução ao ema e obje i os do abalho ealizado du an e a
disse ação.
No segundo capí ulo, é ei a uma in odução aos concei os implíci os na conse ação e ap esen ada a
pesquisa ela i a ao ipo de es u u as a conse a , bem como as p incipais pa ologias ao ní el global e
ao ní el dos ma e iais. Ap esen am-se ambém os mé odos exis en es de inspeção e manu enção pa a
os di e en es ipos de es u u as conside adas.
No e cei o capí ulo é ap esen ado o mé odo pa a inspeção e a aliação do es ado dos di e en es com-
ponen es da es u u a, mé odo que se á pos e io men e adap ado a um caso de es udo, que é ap esen a-
do no capí ulo qua o. Ainda no capí ulo ês é ei a uma cole ânea de ações co e i as e p e en i as
bem como o es abelecimen o da pe iodicidade des as.
Po im no quin o capí ulo, são ecidas as conclusões e conside ações inais sob e o abalho desen ol-
ido na disse ação.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 3
2
2. CONCEITOS DE MANUTENÇÃO E
SUA APLICAÇÃO A
ESTRUTURAS PORTUÁRIAS
2.1. CONCEITOS DE MANUTENÇÃO
A manu enção di ide-se em dois g andes g upos como se pode obse a na Figu a 2.1. Rea i a e p ó-
a i a. A ea i a consis e em deixa ope a o mecanismo de deg adação do elemen o e depois in e i
na ação de epa ação de anomalias (FLORES-COLEN, 2008). Também se pode conside a como sen-
do uma eação a um p oblema que oi al o de uma eclamação.
Figu a 2.1 – O ganog ama dos á ios ipos de manu enção exis en es (FLORES-COLEN, 2010b).
A p ó-a i a, po sua ez, di ide-se em manu enção p e en i a e p edi i a. A manu enção p e en i a
isa planea as ações an es da oco ência de uma dada anomalia ou de ei o, enquan o a p edi i a con-
sis e no planeamen o de inspeções de o ma a a e igua a condição dos di e sos elemen os (FLORES,
2002).
2.1.1. MANUTENÇÃO PREVENTIVA VS MANUTENÇÃO CORRETIVA
A manu enção p e en i a é no malmen e ei a de uma o ma egula , como é o caso das pin u as nas
es u u as de aço, a subs i uição de pa a usos nos cabeços de ama ação ou a subs i uição das de ensas.
No en an o, oco em po ezes aciden es, que susci am ações que es a ão den o do campo da manu-
enção co e i a.
É impo an e e e i que apesa de em si uações de aciden e, as in e enções a ealiza es a em no
campo da manu enção co e i a, podem se execu ados planos de possí eis in e enções em caso de
aciden e. A subs i uição de componen es da es u u a é ob iamen e englobada, no en an o o plano
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
4 Ve são inal
pode á eduzi subs ancialmen e os cus os, uma ez que já e ão sido es udadas quais as soluções cons-
u i as e me odologias de epa ação a se em execu adas.
Re o mulações no po o podem ambém se conside adas ações de manu enção. Po exemplo a mu-
dança de algum componen e de uma de e minada es u u a, que apesa de se compo a sa is a o ia-
men e, en ende-se se an ajosa a oca po ou o p odu o com p o as de melho desempenho assim
como de maio du abilidade.
2.2. GESTÃO DO CICLO DE VIDA DE ESTRUTURAS PORTUÁRIAS
De aco do com a PIANC a ges ão do ciclo de ida aplicado a es u u as po uá ias, é a abo dagem ao
sis ema de ges ão de uma de e minada es u u a, desde do seu p oje o a é à sua eliminação, que possi-
bili a á e i a bene ícios da boa uncionalidade e qualidade da es u u a, bene ícios esses que pe mi i-
ão a en abilização máxima da es u u a e consequen emen e a máxima ge ação de ecei a di e a ou
indi e a pa a um meno cus o global da es u u a.
O cus o global da es u u a, engloba odos os enca gos associados à es u u a, esul ando po an o da
con abilização dos cus os nas di e en es ases da ida da es u u a:
P oje o de dimensionamen o;
Cons ução;
Ope ação e Manu enção;
Reabili ação e/ou demolição.
Embo a a ges ão do ciclo de ida seja um concei o que enha como obje i o a diminuição do cus o
global da es u u a, po ezes a sua aplicação não é a a i a uma ez que pode implica cus os mais
ag a ados no início da cons ução ou do p oje o, em p ol da diminuição de cus os ao longo da ida da
es u u a. Exemplo dis o são os ma e iais em que o seu cus o é no malmen e mais ele ado se es es
i e em p op iedades mais esis en es aos agen es e osi os. No en an o, os cus os com a manu enção
e/ou epa ação se ão mui o menos ele an es, esul ando assim num cus o o al in e io ao ní el glo-
bal.
2.2.1. VIDA ÚTIL
A ida ú il de uma es u u a es á ambém associada ao desempenho de elemen os es u u ais e não-
es u u ais, como a d enagem, jun as es u u ais, apa elhos de apoio e c. Ge almen e es es possuem
ida ú il meno que a do ma e ial que maio i a iamen e compõe a es u u a (be ão, aço ou madei a), de
modo que é necessá io o es abelecimen o de um p og ama de conse ação e manu enção.
[Helene (1993)] menciona di e sas e apas de ida de uma es u u a, em que o pe íodo inicial é o em-
po que le a a é à despassi ação da a madu a e co esponde à ida ú il de p oje o, equi alen e ao pe í-
odo de empo necessá io pa a que a en e de ca bona ação ou de clo e os a inja a a madu a. Quan o à
ida ú il de se iço, é de e minada de aco do com os ipos de pa ologias de e adas em cada ipo de
cons ução, con o me indicado na Figu a 2.2.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 5
Figu a 2.2 – Concei o de ida ú il das es u u as de be ão omando-se como e e ência o enómeno de co osão
das a madu as (HELENE, 1993).
Nes e caso:
A ida ú il de se iço se á o pe íodo de empo em começam a apa ece na supe ície do be ão, man-
chas, issu as ou des acamen o do ecob imen o.
A ida ú il úl ima ou o al se á o pe íodo de empo que deco e a é a u u a ou colapso pa cial ou o al
da es u u a.
2.2.2. CUSTOS/BENEFÍCIOS DIRETOS E INDIRETOS.
Na aplicação do concei o de ges ão do ciclo ida de uma es u u a, o obje i o p ende-se com a diminu-
ição do cus o global e o aumen o dos bene ícios p o enien es des a.
O a, quando se ala em cus os é necessá io dis ingui os di e os dos indi e os. Assim:
Cus os di e os
o P oje o;
o Cons ução;
o Inspeção e Manu enção;
o Reno ação;
o Demolição;
Cus os indi e os
o Indeminizações de ido a desa i ação o al ou pa cial da es u u a;
Du an e o p oje o ou planeamen o á ias soluções se ão concebidas. O sis ema de ges ão do ciclo de
ida auxilia á na omada de decisões du an e es a ase, o que no inal de e á se decidido pela minimi-
zação do cus o global das di e en es soluções ado adas. Como di o an e io men e, po ezes de e -se-á
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
12 Ve são inal
Condições de sob eca gas exage adas e assen amen os di e enciais no malmen e esul am em
issu as ou agmen ações do be ão, que ambém pode se de ido a expansões e con ações
de ido a a iações é micas.
A aque químico e co osão das a madu as. O a aque químico no malmen e de i a dos sul a os
p esen es na água do ma que amolecem as p op iedades da pas a de cimen o que en ol e os
ag egados do be ão, a g ande alcalinidade da pas a p o ege o aço do enómeno de co osão. No
caso de uma má composição e compac ação do be ão a con aminação po clo e os e a ca bona-
ação se ão os enómenos que e en ualmen e pe mi i ão a pe da de alcalinidade do be ão, pos-
sibili ando assim a co osão nas a madu as, no caso de es a p esen e o oxigénio e humidade
necessá ios.
2.4. MÉTODOS DE INSPEÇÃO
De aco do com o g upo de abalho 17 da PIANC que abo da a “Inspeção, manu enção e epa ação de
es u u as ma í imas”, as di e en es pa es das es u u as de em se al o de inspeções, independen e-
men e de es as se encon a em acima ou abaixo do ní el de baixa-ma de águas i as.
O papel da inspeção é undamen al pa a o en endimen o, dos seguin es aspe os:
Es ado da es u u a;
Desempenho da es u u a em elação às solici ações a que es á sujei a ou pa a as quais oi di-
mensionada;
Necessidade de manu enção;
Vida ú il es an e.
As inspeções de em se p og amadas pa a que a seguin e in o mação seja ansmi ida:
P e isão do desen ol imen o da de e io ação;
Manu enção necessá ia pa a ga an i a es an e ida ú il.
De o ma a melho auxilia na omada de decisões, odas as inspeções de e ão se in oduzidas numa
base de dados jun amen e com os desenhos e p oje os das es u u as al o de inspeção, bem como in-
o mação dos ma e iais u ilizados, ambien e em que es á inse ida, de alhes das úl imas inspeções e
empo de ida pa a a qual oi dimensionada.
Quando exis e in o mação em elação aos á ios componen es das es u u as, pode se es imado um
pe íodo de inspeção máximo, no qual o componen e de e á se inspecionado. No en an o de aco do
com a PIANC, o empo máximo que uma es u u a pode á es a sem inspeção não de e á se supe io
a 5 anos.
Es e alo de e e ência pode á se u ilizado quando não exis e in o mação ela i a aos pe íodos de
inspeção, sendo pos e io men e adap ado con o me o es ado em que os componen es obse ados se
encon em. Es e p ocedimen o de e á se cons an e, ob endo-se assim uma adap ação adequada aos
empos de inspeção de cada um dos componen es.
2.4.1. MÉTODOS PARA A INSPEÇÃO GLOBAL DA ESTRUTURA
Numa p imei a ase de e -se-á pe cebe o es ado da es u u a duma manei a global. Assim de em se
ealizadas isi as ao local e nes as de em se p ocu ados sinais de:
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 13
Mo imen o do mu o cais;
Mo imen o independen e de blocos
Ro ação da es u u a ou de elemen os es u u ais;
Pe colação;
Dep essões e assen amen os no a doz do mu o ( e aplenos);
Es ado da undação.
O le an amen o ho izon al e e ical da es u u a é algo que pode se ei o com ecu so a medições que
podem da in o mações mui o ú eis em elação à e olução dos mo imen os da es u u a, no que oca a
assen amen os e deslocamen os ho izon ais. Es es le an amen os podem se ei os com ecu so a ma -
cas opog á icas que de e ão se p o egidas con a os á ios agen es e osi os e em que a sua localiza-
ção de e se es a égica de o ma a não se em a e adas com o possí el mo imen o da es u u a.
Os inclinóme os são ambém disposi i os mui o ú eis que de e am mudanças no alinhamen o e ical
da es u u a. Es es disposi i os são u ilizados pa a medi a inclinação de um ângulo, con olando assim
a mudança de um obje o, como um edi ício ou uma es u u a de supo e de e as. Os inclinóme os
podem se usados pa a ambas medições de ângulo e ical e ho izon al sendo que a ecnologia u iliza-
da den o dos inclinóme os a ia desde a ele ónica, gás e modelos de pêndulo.
Assen amen os e dep essões nos e aplenos são equen es du an e a cons ução dos cais, is o po que
pa a a mobilização dos impulsos a i os exige-se que acon eçam deslocamen os, sendo es es an o mai-
o es quan o maio é a al u a da es u u a e consequen emen e os impulsos supo ados po es a. No
en an o após á ios anos de explo ação das es u u as, os assen amen os nos e aplenos já assumem
p eocupações conside á eis. Es es assen amen os pode ão signi ica pe da de ma e ial do a e o ou
en ão aumen o do espaço em que o mesmo ma e ial se encon a a ou seja es ão elacionados com o
cais que an o pode se uma es u u a g a í ica como uma lexí el. É o caso das es acas p ancha em
que de ido a ombos ou ele ada co osão o ma e ial que compõe os e aplenos começa a escapa , ou
en ão as anco agens encon am-se dani icadas, não exe cendo a unção pa a as quais o am dimensio-
nadas, colocando em g ande isco a uncionalidade da es u u a.
Pe cebe-se acilmen e que, com um mecanismo simples e económico de de eção pode-se an ecipa
p oblemas mui o g a es de in iabilização das es u u as de acos agem.
As inspeções geo écnicas pode ão auxilia nes e p ocesso sendo que es as ajudam a pe cebe qual o
p oblema associado a uma dep essão nos e aplenos. Assim, es as assis em no en endimen o do es a-
do da es u u a ao ní el global, sendo ealizadas de o ma a se pe cebe possí eis ugas de solo bem
como o es ado des e. Além disso podem ajuda a pe cebe qual o es ado de pe colação e a condição da
es u u a no a doz. As inspeções geo écnicas de e ão se ei as eco endo a sondagens geo écnicas e
poços de es e no campo, de o ma a se em e i adas amos as que se ão al o de es es labo a o iais.
2.4.2. MÉTODOS PARA A INSPEÇÃO DE MATERIAIS
2.4.2.1. Aço
Exis em seis p incipais ipos de de e io ação em es u u as de aço p esen es em ambien es ma inhos
sendo elas:
Co osão;
Ab asão;
Desp endimen o de conexões es u u ais;
Fadiga;
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
14 Ve são inal
Sob eca ga;
Pe da de ma e ial da undação.
Todos os ipos de de e io ação ap esen ados podem se isualmen e iden i icá eis, no en an o nas con-
dições em que a es u u a se encon e pode se necessá io a u ilização de mé odos e equipamen os
mais especí icos, como no caso da co osão no in e io dos pila es em aço, quando não p eenchidos
com be ão.
Assim são seguidamen e ap esen ados mé odos e equipamen os necessá ios à inspeção das es u u as
em aço, que an o podem se u ilizados no acompanhamen o de inspeções isuais, ou no caso da
inspeção isual po si só não escla ece o ní el de deg adação do ma e ial:
Quad o 2.1 – Equipamen os e mé odos de inspeção de es u u as de aço.
De seguida é ambém ap esen ado na Figu a 2.10 quais as zonas e ipos de co osão que podem acon-
ece em ês di e en es ipologias de es u u a:
Equipamen o necessá io
Obje i o
Réguas ou compasso de calib e pa a de e mi-
nação de espessu a
Espessu a do me al
Equipamen o ul assónico pa a de e minação
de espessu a
De o mação es u u al
Po enciais da p o eção ca ódica
Vol íme o e meia célula pa a medição de po-
encial elé ico em es u u as me álicas com
p o eção ca ódica.
Localização e amanho de zonas dani icadas
Calib ado de p o undidade
P o undidade de lacunas em p o undidade e
moni o ização do seu desen ol imen o
Raspado
Amos as de p odu os em co osão, ou e es-
imen os dani icados.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 15
Figu a 2.10 – Inspeção de es u u as de aço – [Adap ado de UFC (2012)]
2.4.2.2. Be ão a mado
A ualmen e exis em inúme as écnicas não des u i as ou pouco in usi as pa a as es u u as, que pe -
mi em ca ac e iza as p op iedades mecânicas e de du abilidade dos ma e iais cons i uin es com iabi-
Co osão a ançada em es aca de
secção H
Co osão bac e ial e anae óbica no
in e io da es aca de aço ubula
Lodos
Fo mação bac e iana de
sul u e os que causam
co osão na o ma de
sul u e os de e o
Ambien e anae óbico no
in e io da es aca
Es aca de
aço ubula
em pila de
secção H
Es acas de aço
Co osão gene alizada
na zona de salpicos
Lodos
Danos na alma e nos
banzos
Co osão a ançada em es acas
p ancha me álicas
Lodos
BMAV
PMAV
Co osão gene alizada na zona de
salpicos
BMAV
PMAV
Danos no aço
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
16 Ve são inal
lidade. Den e aquelas que são mais u ilizadas na p e enção da co osão das a madu as, nomeadamen-
e, in-si u, des acam-se, as seguin es:
De eção e medição do ecob imen o de a madu as
Medição da p o undidade de ca bona ação no be ão
De e minação do eo de clo e os na massa de ligan e a á ias p o undidades (pe is)
Medição da esis i idade elé ica do be ão
Medição do po encial elé ico das a madu as
Medição da in ensidade de co osão das a madu as ( écnica ecen e)
As écnicas e e idas, no malmen e, são a iculadas com ou as com is a a comple a a ecolha de
in o mação sob e a es u u a em es udo, como po exemplo:
Ensaios de ul assons
Ensaios escle omé icos (Ma elo de Schmid )
Ensaios labo a o iais sob e ca o es pa a de e minação da esis ência do be ão
Ensaios labo a o iais de abso ção e capila idade sob e p o e es de be ão
Ensaios de pe meabilidade ao a e à água
De e minação do eo de sul a os
Le an amen o da issu ação e medição da abe u a das issu as
No que oca ao be ão simples u ilizado na execução de blocos po exemplo, podem se u ilizados os
ensaios acima desc i os, excluindo os que se elacionam com a co osão das a madu as.
2.4.3. METODOLOGIA ADOTADA PARA A INSPEÇÃO DAS ESTRUTURAS PORTUÁRIAS
A ele ância dada ge almen e à manu enção das es u u as po uá ias po ezes oco e somen e quan-
do o uncionamen o da a i idade deco ida nas mesmas é p ejudicado é que oco e uma in e enção
que ge almen e i á in iabiliza a u ilização da es u u a uma ez que a in e enção se á a ní el global,
sendo po an o eno mes os cus os des e ipo de in e enção, an o os di e os como indi e os.
Mesmo que exis a a p eocupação, po pa e da adminis ação po uá ia de se inspeciona as es u u as,
os cus os e mobilização de pessoal an o quali icado como não quali icado assumem g andes p opo -
ções, o que no malmen e dá azões a adminis ação de p olonga as da as de inspeção ou a é mesmo de
não execu a essa ação.
Nes a disse ação exis e a p eocupação de adap a uma me odologia de conse ação das es u u as
po uá ias às necessidades das adminis ações po uá ias. P e ende-se mos a um conjun o de ações a
oma que sejam a a i as e que consigam, da mesma o ma, pe mi i uma edução dos cus os globais
da es u u a.
Pa a que se possa aplica uma me odologia de conse ação das es u u as, são necessá ias inspeções.
P e ende-se que g ande pa e des a possa se ei a po pessoal não quali icado, uma ez que se en ende
que an o a ní el global como a ní el dos ma e iais a de eção das anomalias seja ei a isualmen e,
assim um uncioná io pode se einado pa a que de e minado p oblema seja epo ado consoan e o seu
es ado de deg adação.
As es u u as dão sinais mui o isí eis an es de en a em em si uações de in uncionalidade. A u iliza-
ção de ipos de inspeção mui o ebuscados pode á se e i ada, e somen e u ilizada nos casos em que a
inspeção isual não dissipa as dú idas em elação a uma possí el anomalia ou no caso dos aciden es,
em que o seu acon ecimen o não oi p e is o.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 17
Des a o ma pode á se possí el e a pe ceção do es ado da es u u a mui o an es da mesma se encon-
a em o u a e assim in e i , o que consequen emen e i á alonga a ida ú il des a, sem que a mobili-
zação de ecu sos enha um papel mui o ele an e nas ques ões inancei as da emp esa.
De seguida, são ap esen adas nas Figu as 2.11, 2.12 e 2.13 as p incipais o mas de inspeção conside-
adas no abalho.
Figu a 2.11 – Inspeção isual ealizada a pé
Figu a 2.12 – Inspeção isual ealizada a pa i de um ba co
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
18 Ve são inal
Figu a 2.13 – Inspeção isual ealizada po me gulhado es – (www.halc ow.com)
2.4.3.1. Me odologia pa a inspeção dos ma e iais
Du an e a disse ação, se ão abo dadas es u u as no malmen e cons i uídas po be ão, blocos ochosos
ou em aço, os mé odos de inspeção i ão de encon o a melho o ma de a alia o es ado des es ma e i-
ais ou componen es p esen es na es u u a.
Da pesquisa ealizada pe cebe-se a exis ência de dois g andes g upos de es es:
Tes es não des u i os
No que oca aos mé odos não des u i os a inspeção aos ma e iais pode á se do ipo isual, uma ez
que apesa de exis i em ou os ipos de inspeção, que eco em à acús ica ou a campos magné icos a
sua aplicabilidade exige mais empo e pessoal mais quali icado esul ando em cus os mais g a osos e
consequen emen e di iculdade na jus i icação da sua aquisição.
Assim, eco endo-se à inspeção isual, o empo necessá io pa a a execução des a se á mui o meno e
conside a-se que se es a o p og amada e es anda dizada, consegui -se-á em mui as das si uações
ob e uma boa noção do es ado de deg adação dos elemen os analisados.
A inspeção isual, no caso de elemen os como o be ão e aço de e á se acompanhada do es e do ma -
elo, onde são dadas pancadas no ma e ial, de uma o ma sis emá ica, ao longo da es u u a. O ope a-
do expe ien e, consoan e o som ob ido pe cebe á acilmen e se a zona em que es á a es a o ma e ial
se encon a agilizada ou não, sendo o p oblema pos e io men e epo ado pa a se analisa e p og a-
ma a e en ual in e enção.
Da inspeção isual de e ão se egis ados po enciais p oblemas, do es ado dos di e en es ma e iais e
componen es da es u u a de acos agem, ais como:
Quad o 2.2 – Desc ição de anomalias
Desc ição da anomalia
Fissu ação mapeada
Fenda ou F a u a
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 19
Descasque/escamação
Lacuna em p o undidade
Co osão
A madu a à is a
Elemen o sol o
Elemen o Pa ido
Elemen o em al a
Desgas e localizado
Desgas e uni o me
Funcionamen o de icien e
Sem uncionamen o
In il ação
Pe colação imp e is a
Colonização biológica
Deje os de A es
De o mação excessi a/assen amen o
Con li o en e elemen os
P esença de lixo
Tes es des u i os;
No caso dos es es des u i os, a sua u ilização pode á se á ias ezes necessá ia. No en an o es a só
se á equisi ada, quando a necessidade de in e enção do ipo epa ação seja a solução a ado a pa a
um de e minado p oblema. Des es mé odos, no malmen e é exigido que se pe u e o elemen o, ou seja
se ão e i ados ca o es que se ão pos e io men e le ados a labo a ó io pa a análise química ou es es
de esis ência. Dependendo de onde seja necessá io aze a in e enção. Os ca o es se ão e i ados de
zonas como po exemplo, os elemen os de be ão que compõe a es u u a, os e aplenos, undação e c.
2.5. MÉTODOS DE MANUTENÇÃO
Todas as es u u as, desde que são cons uídas, icam expos as a um p ocesso de deg adação. Es e
pode se mais ou menos ele ado consoan e o ambien e em que es ão inse idas, a u ilização que lhes é
dada e consoan e a manu enção a que es ão ou não sujei as. O obje i o da manu enção é pe mi i que a
es u u a cump a odos os equisi os pa a os quais oi dimensionada du an e a ida ú il p oje ada. Mui-
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
20 Ve são inal
os es udos comp o am que dando uma manu enção adequada é possí el eduzi o es ado de deg ada-
ção dos ma e iais pa a ní eis em que g andes epa ações nunca ou a amen e sejam necessá ias.
As ações de manu enção nes e ipo de es u u as são ge almen e conside adas as que são e e uadas
com pe iodicidade adequada an o ao ní el das anomalias o iginá ias dos de ei os dos ma e iais u ili-
zados, como ambém da p o eção dada aos ma e iais cons i uin es da es u u a.
2.5.1. MÉTODOS PARA A MANUTENÇÃO GLOBAL DA ESTRUTURA
No que oca a manu enção global da es u u a é essencial ga an i que os equipamen os u ilizados pa a
a inspeção global da es u u a es ejam em bom es ado, sendo uma das a e as a ealiza e a conside a
na ealização de um manual de conse ação. O mesmo p incípio é adap ado a es es equipamen os sen-
do o obje i o inal que es es cump am a unção de inspeção pa a os quais o am des inados.
O g upo de abalho 17 da PIANC e e e que a colonização biológica, no malmen e mais ag a ada nas
supe ícies em con ac o com a água, pode po ezes e an agens, como no caso em que os o ganis-
mos não es ão a des ui os ma e iais onde se desen ol em, sendo que, o seu c escimen o concede uma
p o eção ex a, uncionando como um e es imen o dos ma e iais. Além da p o eção dos ma e iais,
es e c escimen o biológico pode á a o ece a dissipação das ondas, que no caso de zonas ab igadas
pode acon ece na al u a de acos agem ou desacos agem, sendo po an o uma solici ação ligei amen e
menos g a osa a que a es u u a es a á sujei a. Além disso consegue-se assim eduzi ligei amen e os
enómenos de e lexão den o das zonas ab igadas, a o ecendo a na egabilidade no in e io do po o.
Po ou o lado, quando o c escimen o biológico implica des uição dos ma e iais, aí de e ão se consi-
de adas, nas ações de manu enção, a limpeza sis emá ica dos ma e iais colonizados pelos o ganismos.
As ações de limpeza são ambém de idas a ques ões de inspeção e/ou moni o ização, pelo que se á
necessá io conside a-las is o e em um papel undamen al, p incipalmen e quando o ipo de inspeção
a ealiza seja isual. Reco e-se ge almen e a sis emas de ja os de água de al a p essão pa a a execu-
ção des a a e a.
Ainda em elação à es u u a exis em ações que podem se omadas, an o em p oje o como du an e a
ase de explo ação, que aumen am o endimen o e melho compo amen o da es u u a como um odo.
Exemplo disso é a colocação das de ensas. Es as podem se colocadas de á ias o mas, mas em p o-
je o de e -se-á e em a enção que a sua colocação na mesma di eção dos cabeços de ama ação pode-
á se bené ica, is o po que os cabeços de ama ação são es u u as que espondem mal aos impac os
das emba cações, podendo esul a na desa i ação dos mesmos. O a, nem ao ní el económico, nem ao
ní el mobilização de ecu sos, a colocação das de ensas é ag a ada se o ei a des a o ma, no en an o
os bene ícios e i ados des a ação pode ão ep esen a um papel impo an e no que oca aos cus os
globais da es u u a.
Na Figu a 2.14 essa si uação é exempli icada.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 21
Figu a 2.14 – Doca Nº4 Sul, po o de Leixões (colocação das de ensas no alinhamen o dos cabeços)
2.5.2. MÉTODOS PARA A MANUTENÇÃO DOS MATERIAIS
2.5.2.1. Be ão a mado
Em elação às es u u as compos as po be ão a mado são ap esen adas algumas o mas de conse a-
ção aquando da sua deg adação:
Quad o 2.3 – Desc ição de possí eis o mas de conse ação de es u u as de be ão.
Anomalias
Desc ição
Á eas e lacunas em p o undidade, com di-
mensões conside á eis.
Be ão p oje ado
Be onado no local com ecu so a co agem
Be onado no local sem ecu so a co agem
Fissu as pequenas e médias
Aplicação de epóxis
Co osão das a madu as
P o eção ca ódica
Tan o no caso da aplicação dos epóxis como do be ão, pode se ei a debaixo de água, no en an o al-
gumas ca ac e ís icas na composição dos ma e iais de e ão se di e enciadas consoan e seja zona
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
28 Ve são inal
Em elação ao quad o 2.4 ap esen ada acima, pe cebe-se que em mui os dos casos as ações a ealiza
não eque em pessoal mui o écnico, nem equipamen o e mão-de-ob a mui o especializada. No en an o
o seu esquecimen o ou no caso de se em igno adas, pode á daí ad i p oblemas g a íssimos que po
ou o lado en ol e ão pessoal mais quali icado, e mobiliza ão mais ecu sos.
Vá ios exemplos podem se ap esen ados em elação ao que acima oi expos o. No caso da d enagem,
mais conc e amen e no caso dos sumidou os, a limpeza des es não en ol e pessoal quali icado, nem a
ealização de es es ou ensaios. No en an o, no caso da de ida manu enção não se e e uada, aquando
da época das chu as, não oco e á uma d enagem adequada o que a á com que a água se acumule, o
que an o di icul a á as ope ações de ca egamen o e desca egamen o dos na ios, como a á com que
haja g andes in il ações nos e aplenos que pode ão c ia caminhos de pe colação aumen ando a e o-
são pondo assim em isco oda a in aes u u a, exigindo epa ações de g ande magni ude que en ol e-
ão pessoal mais quali icado, mais ecu sos e mais es es e ensaios écnicos.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 29
3
3. METODOLOGIA PARA A
CONSERVAÇÃO DE
ESTRUTURAS PORTUÁRIAS
3.1. APRESENTAÇÃO DO MÉTODO
O mé odo ap esen ado baseou-se, em pa e, no abalho desen ol ido po [Ca aco (2012)] sob e ma-
nu enção de cons uções ae opo uá ias e na ecolha de in o mação dos elemen os ap esen ados no
capí ulo 2.
No que oca ao mé odo de inspeção, es e acaba po se um mé odo a o ial, onde são dadas pon uações
con o me o es ado de deg adação que o componen e obse ado se encon a. No inal é ap esen ado um
índice necessidade de manu enção que con o me o seu alo pe mi i á ao ges o da manu enção pe ce-
be se de e á se dada manu enção ao elemen o ou en ão se es e necessi a de in e enção ou subs i ui-
ção.
Pos e io men e são ambém ap esen adas ações de co eção e p e enção que de e ão se u ilizadas
consoan e o alo ap esen ado no índice.
Como di o an e io men e, p e ende-se com es e mé odo sensibiliza as au o idades po uá ias, demons-
ando que com ações não mui o cus osas pode -se-á conse a mais e melho as es u u as po uá ias,
com abalhos de pequena dimensão e com inspeção con inuada.
A me odologia ap esen ada oi desen ol ida pa a se adap ada a es u u as já em ase de explo ação,
no en an o o p og ama pode se u ilizado aquando da ase de p oje o, sendo que a sua aplicação nessa
ase i á acili a o p ocesso em á ios sen idos e as ações apon adas podem se i de guia na ealização
de medidas mais e icazes do que no caso de se aplica o mé odo em ase de explo ação.
Impo a ealça que é obje o des e abalho, o desen ol imen o de uma base de dados que acili e e
o ganize os g andes olumes de in o mação, pa a al oi u ilizado o p og ama Mic oso Access 2010.
3.2. PROGRAMA DE INSPEÇÃO
3.2.1. PROGRAMA DE INSPEÇÃO, FICHA DOS ELEMENTOS
Em elação ao p og ama de inspeção e á de ha e á ias ases, que implica ão isi as ao local po
pa e de um écnico quali icado pa a aze o econhecimen o de odos os elemen os on e de manu en-
ção a conside a . Es a necessidade p ende-se essencialmen e pelo ac o de se es e écnico a o ganiza
a es u u a do plano de inspeção. Depois de e odos os elemen os on e de manu enção ecolhidos e
inse idos na base de dados pode á o ganiza ichas de inspeção em que essas pode ão se p eenchidas
po um abalhado einado pa a econhece uma de e minada anomalia e classi icá-la consoan e um
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
30 Ve são inal
conjun o de eg as, ob endo-se assim obje i idade e consequen emen e uma desc ição da ealidade da
condição dos elemen os a man e .
É ambém necessá io que cada elemen o seja acilmen e localizá el, is o po que e á de exis i comu-
nicação en e a equipa de manu enção ( abalhado es) e a equipa de especialis as ( écnicos) que a ão
econhecimen o das anomalias epo adas e pos e io men e a ibuição da ação a ealiza . Pa a que
odos os elemen os sejam acilmen e localizá eis se á a ibuído um código que es a á dependen e não
só do ipo de elemen o, mas ambém da sua localização no po o.
Assim a iden i icação dos elemen os se á ei a consoan e a eg a do quad o 3.1:
Quad o 3.1 – Me odologia pa a iden i icação de elemen os com exemplo.
A cada um dos pa ama es do Quad o 3.1 co esponde um código, ob endo-se no inal um código único
pa a cada elemen o, sendo que esse da á, en e ou as, a in o mação da localização, à qual pode am-
bém se associada a esponsabilização po manu enção do elemen o. Uma u u a inclusão das coo de-
nadas dos di e en es elemen os é ambém um aspe o a e em con a, no en an o pa a es e abalho al
inclusão não oi ei a.
Uma analogia do esquema ap esen ado no Quad o 3.1 pode se ei a aos códigos de ba as, sendo esse
mé odo u ilizado pa a o ganiza g andes olumes de in o mação.
Num g ande po o os con a os com as emp esas que explo a ão o e minal êm, po ezes, cláusulas
de manu enção e conse ação do espaço a endado ou, nou as si uações, de componen es do mesmo.
Assim, nesses casos, a adminis ação po uá ia apenas a á a is o ia ao cais, mas no caso de aplica a
me odologia acima desc i a pe cebe á imedia amen e se a manu enção dos elemen os inspecionados é
da sua esponsabilidade, sendo que no caso de não se , pode á ale a pa a as cláusulas con a uais que
não es ão a se cump idas pela en idade que explo a o e minal.
Ge almen e, nos po os, os cabeços de ama ação são nume ados. Essa nume ação se á u ilizada pa a
iden i ica os módulos, sendo que o comp imen o do módulo em plan a se á a soma da média das dis-
âncias, em elação aos cabeços de ama ação an e io e seguin e. Pode se obse ado no Anexo III
como oi ei a a di isão po módulos.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 31
Após se e ge ado o código do elemen o, e á ambém de se coloca a quan idade associada exis en e
no módulo analisado, como se pode obse a na Figu a 3.1.
Assim a base de dados e á an os elemen os quan os os elemen os conside ados em odo o po o, im-
po a ealça que es a lis a de elemen os unciona á como um cadas o de odos os componen es exis-
en es da es u u a, sendo que es a só se á al e ada, se hou e a aquisição de no os elemen os, ou de-
pois de uma in e enção em que se enha op ado po ou o ipo de soluções cons u i as.
Figu a 3.1 – Ficha de elemen o ipo (exemplo)
A base de dados es á ei a pa a que ao se seleciona cada um dos pa ama es, o código seja ge ado au-
oma icamen e, sendo que e os associados a enganos se ão dessa o ma e i ados. Da mesma o ma
que o código é ge ado, um nome explica i o é ambém c iado pa a que a consul a seja acili ada.
3.2.2. PROGRAMA DE INSPEÇÃO, FICHA CARACTERÍSTICA DOS ELEMENTOS.
Com a icha ca ac e ís ica dos elemen os, Figu a 3.2, p e ende-se que seja dada uma classi icação ao
elemen o, consoan e a sua impo ância no con ex o po uá io, não conside ando o seu es ado de deg a-
dação, mas sim as consequências no caso da sua desa i ação. Es a se á uma icha dependen e da icha
dos elemen os, no en an o o código ob ido se á apenas o conjun o do g upo do elemen o e do elemen-
o. Como exemplo em-se o caso dos cabeços de ama ação que são p esença cons an e num po o, no
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
32 Ve são inal
en an o nes a icha apa ece á uma única ez, sendo a impo ância do g upo do elemen o, cabeços de
ama ação, de inida pa a pos e io u ilização.
Figu a 3.2 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os ipo (exemplo)
O p eenchimen o da icha ca ac e ís ica dos elemen os de e á se ei o consoan e a desc ição ap esen-
ada no Quad o 3.2:
Quad o 3.2 – De inição das classi icações de aco do com o c i é io
C i é io
Classi icação
Desc ição
E ei o em caso de o u a
Sem e ei o
0%
As anomalias obse adas não colo-
cam em isco as a i idades deco i-
das.
Ligei o
50%
As anomalias obse adas pode ão
in iabiliza empo a iamen e as a i i-
dades deco idas no cais.
G a e
100%
As anomalias obse adas pode ão
in iabiliza pe manen emen e as
a i idades deco idas no cais
Acessibilidade pa a a manu-
enção
Fácil
0%
Possibilidade de acesso pé
Mediana
50%
Possibilidade de acesso de ba co
Di ícil
100%
Acessibilidade somen e subme sa
Segu ança pa a os u ilizado-
es
Não a e a
0%
As anomalias obse adas não colo-
cam em isco a segu ança dos u ili-
zado es.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 33
Risco de inu iliza-
ção empo á ia
50%
As anomalias obse adas colocam
em isco a segu ança dos u ilizado-
es.
Risco de inu iliza-
ção pe manen e
100%
As anomalias obse adas colocam
em isco a segu ança dos u ilizado-
es e das a i idades desen ol idas
no cais
Impo ância do elemen o pa a
es u u a
Não impo an e
0%
Em caso de alha não a e a a es u-
u a
Impo an e
50%
No caso de alha , pode á p o oca
danos na es u u a (exemplo: De en-
sa pa ida).
Mui o impo an e
100%
Em caso de alha p o oca g a es
danos na es u u a (exemplo: danos
es u u ais po o ação global).
P obabilidade de oco ência
Ra a
0%
1 Em 20 oco ências.
Baixa
33%
1 Em 15 oco ências.
Al a
66%
1 Em 10 oco ências.
Mui o al a
100%
1 Em 2 oco ências.
P obabilidade de de eção
Mui o al a
0%
De e a-se de ce eza em caso de
alha e de e mina-se o seu modo de
alha.
Al a
33%
P obabilidade al a de de e a a alha
do mecanismo bem como o seu
modo de alha.
Mode ada
66%
Pode-se ou não de e a a alha e o
seu subsequen e modo de alha.
Baixa
100%
Di icilmen e de e a -se-á a alha e o
seu modo de alha.
Em elação a abela acima expos a, impo a e e i que no c i é io “Acessibilidade pa a manu enção”,
os elemen os me álicos (ex. es acas p ancha) ou elemen os em be ão a mado que es ejam numa zona
de acessibilidade “Di ícil”, mas que no en an o se encon am p o egidos com p o eção ca ódica, se ão
excecionalmen e conside ados como “Fácil acessibilidade pa a manu enção”. Is o po que não exis e
necessidade de eco e a me gulhado es pa a se man e e p o ege as es u u as, sal o a as exceções,
elacionadas não com as es u u as mas sim com os elemen os necessá ios a p o eção ca ódica (ex.
ânodos).
3.2.3. PROGRAMA DE INSPEÇÃO, FICHA DE INSPEÇÃO 1
Es ando odos os elemen os iden i icados, o a anque da icha de inspeção 1 pode e início, es a icha
se á ealizada e pode á se p eenchida po pessoal da equipa de manu enção do po o. A icha de
inspeção 1, Figu a 3.3, de e á se p eenchida pe iodicamen e pa a cada elemen o, no en an o a pe io-
dicidade com que cada elemen o se á inspecionado se á assun o e e ido mais a en e na disse ação.
P e ende-se com a icha pe cebe o es ado de deg adação e os e ei os que daí pode ão su gi pa a o
elemen o inspecionado, além disso, com a consul a dos esul ados ob idos da icha, pe cebe que ipo
de anomalia oi iden i icado no elemen o.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
34 Ve são inal
Figu a 3.3 – Ficha de inspeção 1 (exemplo)
Na Figu a 3.3 é possí el encon a o elemen o que se p e ende que seja inspecionado, clicando no
bo ão “Ge a Nome e Código dos elemen os”, es e pe mi i á que ao in és de se digi a o código e o
nome do elemen o, seja abe a uma consul a na abela co esponden e à icha dos elemen os, e i ando
no amen e o apa ecimen o de e os na de inição dos códigos associados a cada elemen o. É ambém
possí el pe cebe que exis e um campo pa a a “Da a”, em que esse pe mi i á pe cebe a e olução do
es ado de deg adação ao longo do empo.
Pa a um co e o p eenchimen o da icha de inspeção 1 e de o ma a se consegui a impa cialidade aci-
ma e e ida, es a de e á se acompanhada dos Quad os 3.3 e 3.4.
Quad o 3.3 – De inição das classi icações de aco do com o c i é io
C i é io
Classi icação
Desc ição
Es ado de deg adação
dos elemen os
Excelen e
0%
Não ap esen a anomalias
Bom
25%
Ap esen a sinais de possí el ní el inici-
al de deg adação (colonização biológi-
ca/ ege a i a; descasque)
Razoá el
50%
Ap esen a anomalias que indicam des-
gas e (pe da de espessu a)
Insa is a ó io
75%
Anomalias g a es que podem comp o-
me e o uncionamen o do g upo do
elemen o. (pa a usos sol os nos cabe-
ços)
P ecisa de in e en-
ção ou subs i uição
100%
Necessi a de subs i uição ou in e en-
ção, impossibilidade de uncionamen o
(cabeço pa ido)
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 35
E ei o a longo p azo
Sem e ei o
0%
As anomalias não causam e ei os a
longo p azo
Ligei o
33%
Vão se isí eis ligei os e ei os a longo
p azo de ido às anomalias ap esen a-
das pelos elemen os (exemplo: Pa a u-
sos sol os).
Reque obse ação
66%
Não há dados o necidos pela inspeção
isual que dissipem as dú idas em e-
lação à p o undidade da pa ologia, e-
que endo es e elemen o obse ações
equen es de o ma a acompanha a
e olução da sua pa ologia.
G a e
100%
O elemen o ao deg ada -se ai p o o-
ca g a es danos a cu o p azo.
Como se pe cebe somen e no quad o 3.4 as opções ap esen adas não apa ecem acompanhadas de uma
classi icação em alo , is o po que somen e es a é de ca is in o ma i o. Todos os ou os campos em
que exis e possibilidade de escolha es ão acompanhados de uma pon uação, que se á u ilizada pa a
calcula o índice de necessidade de manu enção. Es e índice, ap esen ado em pe cen agem, de e mina-
á a necessidade de manu enção de um elemen o, conside ando a in o mação acima desc i a nas abe-
las ap esen adas.
Quad o 3.4 – Desc ição das anomalias
Desc ição da anomalia
Fissu ação mapeada
Fenda ou F a u a
Descasque/escamação
Lacuna em p o undidade
Co osão
A madu a à is a
Elemen o sol o
Elemen o Pa ido
Elemen o em al a
Desgas e localizado
Desgas e uni o me
Funcionamen o de icien e
Sem uncionamen o
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
36 Ve são inal
In il ação
Pe colação imp e is a
Colonização biológica
Deje os de A es
De o mação excessi a/assen amen o
Con li o en e elemen os
P esença de lixo
3.3. PERIODICIDADES DAS INSPEÇÕES
Pa a a p og amação das no as inspeções, o c i é io que se decidiu u iliza es a á elacionado com o
c i é io “Acessibilidade pa a manu enção”. Es e de ine a acilidade como que se pode execu a as
ações de manu enção consoan e o elemen o se encon e numa zona que se possa acede a pé, de ba co
ou com ecu so a me gulhado es.
Como di o an e io men e, o pe íodo máximo que os á ios elemen os da es u u a de em es a sem
inspeção é de 5 anos. Pe cebe-se acilmen e que o ecu so a me gulhado es ou a emba ca-
ções/pla a o mas pa a a ealização de abalhos debaixo de água ou na ace acos á el eme sa espe i-
amen e, se á mais one osa do que se o elemen o a man e se encon a numa zona que possa se ace-
dida a pé.
Assim as da as das p óximas inspeções se á ei a con o me o Quad o 3.5:
Quad o 3.5 – Pe íodos de inspeção
C i é io
Classi icação
P óxima inspeção
Acessibilidade pa a a manu-
enção
Fácil
En e 1 e 2 anos
Mediana
En e 2 e 3.5 anos
Di ícil
En e 3.5 e 5 anos
Conside a-se que a gene alização na a ibuição dos pe íodos de inspeção, de aco do com o Quad o 3.5,
a odos os elemen os é adequada e que apesa de se mais adequada a uns do que ou os, o bene icio
e i ado duma homogeneização na a ibuição dos pe íodos de inspeção se á maio do que no caso de se
a ibui um pe íodo mais adequado elemen o a elemen o.
Impo a e e i , que no seguimen o de aciden es ou g andes empes ades, de em se ealizadas inspe-
ções às es u u as, sendo que a abela acima e e ida, é somen e u ilizada pa a p og ama as inspeções
pe iódicas.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 37
3.4. ÍNDICE NECESSIDADE DE MANUTENÇÃO (INM)
A cada um dos c i é ios acima ap esen ados, e á de se dado um peso, sendo que se á maio o associ-
ado ao c i é io “es ado de deg adação do elemen o”.
Consoan e o alo pe cen ual dado a es e c i é io de ini -se-á ambém a pa i de que alo o índice
a á a di e ença en e a necessidade de manu enção e a necessidade de subs i uição ou epa ação.
Assim o cálculo do INM se á ei o consoan e a seguin e exp essão:
PDPOIESUAMECRELPEDEINM 02.001.007.007.003.007.008.065.0
(3.1)
(EDE = Es ado de deg adação do elemen o; ELP = E ei o a longo p azo; ECR = E ei o em caso de
o u a; AM = Acessibilidade pa a manu enção; SU = segu ança pa a os u ilizado es; IE = Impo ância
do elemen o; PO = P obabilidade de oco ência; PD = P obabilidade de de eção)
Como se pe cebe a impo ância do es ado de deg adação assume 65% da impo ância do índice neces-
sidade de manu enção, es e c i é io assumi á o alo 65 % quando o elemen o obse ado se encon a
numa si uação de “P ecisa de in e enção; P ecisa de subs i uição” classi icação es a que co esponde
a 100 % den o do c i é io. O a, quando o elemen o es á numa si uação de necessidade de subs i uição,
sai-se do campo da manu enção e en a-se no campo da epa ação/subs i uição, sendo obje i o da u i-
lização do INM pe cebe esse limi e pelo seu alo .
Pa a alo es iguais ou supe io es a 65% do INM, que de e mina á quais os elemen os em pio es ado,
se á p epa ado um plano de eposição ou epa ação, de o ma que es e ol e a cump i a sua unção.
Es e pa ama de 65% não se á apenas supe ado no caso de o elemen o es a numa si uação de eposi-
ção ou in e enção, pois se assim osse, odos os ou os c i é ios se iam desnecessá ios, exempli ican-
do pode se conside ada uma si uação em que o elemen o es eja num es ado de deg adação insa is a ó-
io ou azoá el, mas que pelos mo i os ap esen ados nos ou os c i é ios es e ecebe pon uações ag a-
adas, azendo o seu INM subi a alo es supe io es a 65 %.
O peso dado a odos os c i é ios es á de aco do com a pesquisa ealizada na disse ação, na qual o mé-
odo se baseia, sendo de inido en e que alo es de e ão es a os pesos de cada consoan e a sua unção
seja quali a i a ou in o ma i a na de inição do es ado ge al do elemen o.
Na de inição do INM, não oi conside ado a impo ância do espaço em que o elemen o se encon a.
Esse ac o elaciona-se com o ac o de num complexo po uá io exis i mui o espaço e em conjun o
com os con olado es, que de inem a posição onde os na ios i ão a aca , a u ilização de uma de e mi-
nada posição do cais, onde oco e ão in e enções, pode á se e i ada.
3.4.1. EVOLUÇÃO DO INM NO TEMPO.
O mé odo ap esen ado pode á ambém mos a a e olução do INM de um elemen o, sendo dessa o -
ma possí el pe cebe como é que ai e oluindo o es ado de deg adação do elemen o ao longo do em-
po, pelo que pode depois se ei a a compa ação com ou os elemen os iguais mas que se encon em
em posições di e en es e dessa o ma apu a -se quais as azões no caso de es es e em e oluções mui o
di e enciadas no empo.
Impo a e e i que, pa a aze es a a aliação se ia necessá io bas an e empo (no malmen e á ios
anos) o que o na impossí el ealiza es e es udo de e olução, já que o pe íodo de execução da ese
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
44 Ve são inal
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 45
4
4. APLICAÇÃO DO MODELO A UM
CASO DE ESTUDO (PORTO DE
LEIXÕES)
4.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS
Com o início da sua cons ução em 1884 só em 1895 oi e minada aquela que é po mui os classi ica-
da como a maio ob a de engenha ia execu ada em Po ugal no século XIX [Sousa, (2002)], Figu a
4.1. Tendo inicialmen e sido cons uído apenas como po o de ab igo, em duas décadas suplan ou a
sup emacia do po o come cial do io Dou o, que de ido às cheias e ao seu pe igoso canal de acesso,
não oi capaz de compe i com as condições que o no o po o o e ecia. Com o c escimen o do á ego
ma í imo, c esce am ambém as necessidades do po o, endo le ado à cons ução de di e sas es u u-
as de p o eção, pa a além de oda uma dinamização e expansão do equipamen o e e apleno po uá-
io, espe i amen e. (Re i ado de [Lopes (2005)]).
Figu a 4.1 – E olução do po o de Leixões.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
46 Ve são inal
Impo a e e i que o ze o hid og á ico de Leixões (ZHL) si ua-se 0.226 m acima do ze o hid og á ico
es abelecido a ní el nacional, sendo que as a iações de ma é são dadas em elação a essa e e ência.
É ambém sabido que odas as co as em elação a odas as cons uções do po o de Leixões o am ea-
lizadas em elação a es e alo de e e ência, ZHL. Mui os são os enganos que se elacionam com a
co a ze o a ado a , icando des a o ma escla ecido em que alo es e se si ua.
4.1.1. MANUTENÇÃO NO PORTO DE LEIXÕES
Em elação a es a p oblemá ica que é a manu enção, pode-se a i ma que o po o de Leixões em, nos
dias de hoje, uma polí ica de manu enção desadequada às necessidades do po o. A a enção p es ada a
es e assun o não é su icien e, sendo que, in e enções no malmen e de g ande magni ude, apenas oco -
em quando ce os elemen os já se encon am num es ado de deg adação mui o a ançado e em que é
mau o es ado em que a es u u a se encon a globalmen e, es as in e enções são classi icadas como
ações de epa ação. Quando se possa conside a que es á a oco e ações de manu enção es as ge al-
men e são não planeadas e do ipo co e i o.
O po o de Leixões, possuía na década de 70 á ias equipas a e as aos abalhos de manu enção. Com
o passa do empo, assumindo e sido po azões económicas, en endeu-se que se ia mais iá el
subemp ei a os abalhos de manu enção e epa ação que iam oco endo no po o. Hoje em dia, o
po o não em qualque equipa de manu enção bem como pessoal que possa inspeciona as in aes u-
u as. Conside a-se que é azoá el o acon ecido, pois se á iá el subemp ei a no caso de epa ações,
mas o mesmo não acon ece no caso de manu enções de pequena dimensão. Como exemplo, em-se a
simples ação de ape a conexões que quando subemp ei ada pode á e cus os conside á eis, que mo-
i a ão o adiamen o da a e a esul ando possi elmen e no esquecimen o da mesma, esul ando no que
oi já exempli icado e explicado sob e quais as consequências da não ealização de “ a e as simples”.
Exis e, no en an o, a p eocupação com a manu enção, p incipalmen e em no os p oje os e p oje os de
epa ações, que implemen am e conside am as ações de manu enção nas es u u as. Po ém, e á de
exis i comp omisso po pa e da adminis ação de se p eocupa com a manu enção pa a o es o da
ida da es u u a.
Em elação às d agagens, pode-se a i ma que é o assun o, no que espei a a manu enção do po o, em
que é dada maio a enção. O seu planeamen o e execução são exempla es, esul ando assim em condi-
ções ó imas de na egabilidade den o do po o. Toda es a a enção dada a d agagem p ende-se com o
ac o do a ego ma í imo diminui se os undos não se man i e em às co as di ulgadas pelo po o,
aumen ando assim os p ejuízos signi ica i amen e.
Na disse ação, es e assun o de g ande impo ância, oi le emen e abo dado, no en an o não se á po -
meno izado, pelos mo i os ap esen ados. No en an o a sua u u a inclusão no abalho é um aspe o a
conside a .
4.2. INTRODUÇÃO AO CASO DE ESTUDO, CAIS SUL DOCA Nº1
A doca Nº1 do po o de Leixões e e a sua cons ução iniciada em 1932, endo sido concluída em
1940. Du an e es e pe íodo oi cons uído o cais sul, Figu a 4.2, que nos dias de hoje albe ga os e mi-
nais de cimen os e poli alen e, como a i idades.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 47
Figu a 4.2 – Cons ução da doca nº 1 (dopo oenaoso.blogspo .com)
A pa i da sua cons ução, o cais sul da doca nº1 e e como p incipais in e enções, as que seguida-
men e se ap esen am:
Pa imen ação e d enagem dos e aplenos (1974-1975)
Vias de olamen o dos guindas es de 16 (1998-1999)
Reabili ação e e o ço de pa e do cais (1ª e 2ª ases) (2000-2003)
Como ca ac e ís icas p incipais em-se: (APDL si e)
Cais acos á el: 520 me os ú eis de comp imen o;
Fundos: -10 me os (Z.H.L.);
Guindagem: 5 guindas es de 6,2 oneladas e 2 Guindas es de 16 a 40 oneladas;
Capacidade de a mazenagem descobe a: 16.663 m2.
Figu a 4.3 – Plan a de Localização do Cais Sul, Doca Nº1 – Po o de Leixões
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
48 Ve são inal
4.2.1. SECÇÕES TRANSVERSAIS
Pa a o econhecimen o de odos os elemen os p esen es no cais é necessá io a e igua se a secção
ans e sal do cais é semp e cons an e. No caso do cais sul da doca nº1 isso não acon ece uma ez que
es e oi sujei o a in e enções que al e a am pa e do cais onde g andes anomalias su gi am e necessi-
a am de in e enção.
Na Figu a 4.4 e 4.5 e 4.6 são mos ados os co es das secções ans e sais p esen es no cais. Dos do-
cumen os o necidos, sabe-se que a secção ans e sal en e o módulo 02 e 05 consis e numa solução
co ipo ap esen ado na Figu a 4.4, em que a o ça de anco agem é ansmi ida ao solo de p eenchimen-
o dos e aplenos e não ao bed ock. Além disso a anco agem é ho izon al e de aco do com o e e ido,
a sua ixação ob ém-se com uma placa de anco agem, conseguindo-se o equilíb io das o ças po mo-
bilização do impulso passi o do solo.
Figu a 4.4 – Secção ans e sal do Cais Sul da Doca Nº1 en e os cabeços 02 e 05
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 49
Figu a 4.5 – Secção ans e sal do Cais Sul da Doca Nº1 en e os cabeços 15 e 21
A secção ans e sal e idenciada na Figu a 4.5 co esponde à secção ans e sal en e os módulos 16
ao 21.
Pe cebe-se pela Figu a 4.5 que a es u u a exis en e so eu ombos de ele ada magni ude comp ome-
endo a es abilidade da mesma.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
50 Ve são inal
A solução ado ada consis iu na u ilização de es acas p ancha c a adas no bed ock u ilização de anco-
agens inclinadas e do ipo de ini i o, sendo que as es acas p ancha, além de e em uma unção es u-
u al, se i am ambém como co agem pa a o enchimen o dos ombos
Pa a a execução des a ob a, oi necessá io “en a ” 1 me o pa a o lado do ma , com se pode pe cebe
com a Figu a 4.5.
Figu a 4.6 – Secção ans e sal do cabeço 6 ao cabeço 14 e do 21 ao 24 - Po meno do maciço de apoio à de-
ensa
A solução ap esen ada na Figu a 4.6 encon a-se p esen e en e os módulos 06 e 14 e en e o 21 e 24,
consis iu apenas em c ia os maciços de apoio às de ensas.
En e os módulos em que es a solução oi ado ada, não ha ia necessidade de in e enção, no en an o
pelo ac o das de ensas não se pode em encon a desalinhas, po mo i os de acilidade de acos agem,
a solução consis iu em apenas ealiza os maciços de apoio, que ce amen e é uma solução menos one-
osa do que p olonga o sis ema ap esen ado na Figu a 4.5 a odo o desen ol imen o do cais.
4.3. APLICAÇÃO DO MÉTODO PARA O CÁLCULO DO INM.
Vá ias isi as à es u u a de acos agem e o p eenchimen o das ichas ap esen adas no capí ulo 3 o am
ealizadas pelo au o da disse ação, o que ajudou a pe cebe quais as di iculdades deco en es do p e-
enchimen o e p ocede a al e ações que diminuíssem as dú idas en e a escolha de uma ou ou a clas-
si icação.
4.3.1. FICHA DOS ELEMENTOS
Como ap esen ado no capí ulo 3, uma ou mais isi as e ão de se ealizadas ao local de o ma a se
pode iden i ica odos os elemen os lá exis en es. No caso da exis ência de p oje os, a iden i icação
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 51
dos elemen os, assim como a de e minação das quan idades, de e á se ealizada an o com isi as ao
local como com a análise de p oje o. Es a análise pe mi e a iden i icação de elemen os “escondidos”
que pode ão passa despe cebidos numa inspeção isual a pé, que no en an o, de e ão se man idos e
pe iodicamen e inspecionados. Ainda em elação a es e assun o, no caso do campo “Quan idades” a
p eenche na icha dos elemen os, o seu p eenchimen o oi ealizado eco endo ambém a consul a
dos p oje os o necidos e das isi as ealizadas à es u u a.
Pa a a ealização des e abalho, oi o necido pela di eção de ob as e equipamen os do po o de Lei-
xões, os p oje os ela i os à já enunciada ob a “Reabili ação e e o ço de pa e do cais (1ª e 2ª ases)
(2000-2003) ”
Conjun amen e com isi as ao local oi possí el ealiza o Quad o 4.1 onde é de inida uma lis agem de
elemen os sob e os quais o abalho se deb uça á. É impo an e e e i que com alguma p obabilidade,
os elemen os não o am odos iden i icados, no en an o es e é um p ocesso con ínuo e se oda a me o-
dologia o adap ada a um po o, as ases seguin es pode ão pe mi i pe cebe se exis em elemen os
cuja iden i icação não oi ealizada.
Quad o 4.1 – Ex a o da icha dos elemen os do Cais sul da doca nº 1
Posição
O ien-
ação
A i idade
Módulo
Zona
G upo do
elemen o
Elemen o
Código do elemen o
Nome do elemen o
Quan i-
dade
Doca
Nº1
Sul
Te minal
de cimen-
os
Módulo
02
Topo
Via- é ea
Ba en es
0102100206016017
Doca Nº1SulTe minal de
cimen osMódulo
02TopoVia é eaBa en es
1
Doca
Nº1
Sul
Te minal
de cimen-
os
Módulo
02
Topo
Cabeço
de ama -
ação
Es u u a
me álica
0102100206003007
Doca Nº1SulTe minal de
cimen osMódulo
02TopoCabeço de ama -
açãoEs u u a me álica
1
Doca
Nº1
Sul
Te minal
de cimen-
os
Módulo
02
Face
acos á el
"zona de
ma é"
Escadas
Es u u a
me álica
0102100203008007
Doca Nº1SulTe minal de
cimen osMódulo 02Face
acos á el "zona de
ma é"EscadasEs u u a
me álica
1
Doca
Nº1
Sul
Te minal
de cimen-
os
Módulo
02
Topo
Cabeço
de ama -
ação
Pin u a
0102100206003001
Doca Nº1SulTe minal de
cimen osMódulo
02TopoCabeço de ama -
açãoPin u a
1
Doca
Nº1
Sul
Te minal
de cimen-
os
Módulo
02
Face
acos á el
"zona de
ma é"
De ensa
ixa
Es u u a
de bo a-
cha
0102100203001015
Doca Nº1SulTe minal de
cimen osMódulo 02Face
acos á el "zona de
ma é"De ensa ixaEs u-
u a de bo acha
2
Doca
Nº1
Sul
Te minal
de cimen-
os
Módulo
02
Topo
Gale ia
écnica
Tampas
0102100206018016
Doca Nº1SulTe minal de
cimen osMódulo
02TopoGale ia ecnica-
Tampas
15
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
52 Ve são inal
4.3.2. FICHA CARATERÍSTICA DOS ELEMENTOS, FICHA DE INSPEÇÃO 1, INM
Pa a o cálculo do INM e depois dos elemen os se em odos ecolhidos na icha de elemen os, e á de
se ei a uma a aliação do seu es ado.
Seguidamen e se ão mos ados exemplos de elemen os ecolhidos no local com um de e minado es a-
do de deg adação e como a sua a aliação oi ei a nas ichas ca ac e ís ica e de inspeção dos elemen-
os. Se á dada mais impo ância, nes a demons ação, aos elemen os que se encon a am em pio es a-
do.
4.3.2.1. Escadas
Du an e a isi a ao cais sul da Doca nº1 pe cebeu-se que nenhuma manu enção e a dada às escadas, e
as que não se encon a am comple amen e inu ilizá eis, es a am em mui o mau es ado, sendo que a
sua u ilização não e a aconselhada. Na Figu a 4.7 é demons ado como oi a aliado es e es ado an o
do elemen o (es u u a me álica) com a “ icha de inspeção 1” como o g upo do elemen o (Escadas –
Es u u a me álica) com a icha ca ac e ís ica dos elemen os, Figu a 4.7 e 4.8, espe i amen e.
Figu a 4.7 – Ficha de inspeção 1 – Es u u a me álica das escadas do módulo 09
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 53
Figu a 4.8 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os – Escadas/Es u u a me álica
%82.8202.001.007.007.003.007.008.065.0 PDPOIESUAMECRELPEDEINM
(3.1)
• EDE =100% • SU=100%
• ELP=100% • IE=0%
• ECR=0% • PO=66%
• AM=50% • PD=33%
O p eenchimen o da “ icha ca ac e ís ica dos elemen os” e da “ icha de inspeção 1” le ou à ob enção
de 82.82% de necessidade de manu enção, o que demos a necessidade de in e enção/subs i uição,
sendo que, de aco do com o conjun o de anomalias egis adas, a medida ap esen ada na abela “Plano
de in e enção” pa a es u u as me álicas mais adequada se ia a subs i uição da o alidade da es u u a
me álica que compõe a escada. Pe cebe-se pelo es ado da es u u a na imagem ap esen ada na “ icha
de inspeção 1” que não compensa en a epa a localmen e a escada (alguns deg aus), eco endo a
soldadu a de no os elemen os me álicos.
A subs i uição das escadas com o mesmo INM de e á se ei a no pe íodo de um ano.
4.3.2.2. De ensas
São de dois ipos as de ensas p esen es no cais sul da doca nº1.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
60 Ve são inal
Nas Figu as 4.16 e 4.17 é ei a a a aliação da pin u a do cabeço de ama ação do módulo 03.
%8.7102.001.007.007.003.007.008.065.0 PDPOIESUAMECRELPEDEINM
(3.4)
• EDE =100% • SU=0%
• ELP=33% • IE=0%
• ECR=50% • PO=66%
• AM=0% • PD=0%
Pa a es e cabeço de ama ação, o INM ela i o à es u u a me álica inha um alo de 20.14%.
Rela i amen e à pin u a, pa a es e cabeço de ama ação oi conside ado que p ecisa a de in e enção,
uma ez que além da pin u a es a em mui o mau es ado, o núme o de iden i icação do cabeço já não
e a isí el, o que ao ní el da o ganização do po o em algumas des an agens.
Assim pa a o cabeço de ama ação do módulo 03 p e ê-se a execução de uma pin u a, incluindo a
pin u a ela i a à nume ação.
4.3.2.4. Te aplenos
Em elação aos e aplenos, os p incipais p oblemas obse ados, elacionam-se com assen amen os
localizados, possi elmen e de ido a ca gas excessi as ou mo imen os do mu o cais. Embo a as pen-
den es dos e aplenos assumam g ande impo ância numa co e a inspeção, a sua e i icação não oi
possí el, uma ez que se ia necessá ia a u ilização de equipamen o de ni elamen o e mais pessoal
aquando das isi as ao cais. No en an o, de e á se ei o, sendo o obje i o, e i ica se a inclinação do
pa imen o é su icien e pa a uma co e a d enagem do mesmo.
No en an o, da inspeção isual oi possí el pe cebe que em alguns dos módulos os assen amen os no
pa imen o já assumiam alguma impo ância, como no caso da Figu a 4.18, que apesa de ais assen a-
men os pa ece em es abilizados de e ão se co igidos de o ma a acau ela p oblemas mais g a es.
Figu a 4.18 – Assen amen o dos e aplenos em elação à es u u a de acos agem
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 61
4.3.2.5. D enagem
No que oca à d enagem o am iden i icados dois elemen os on e de manu enção, no en an o apenas
um oi possí el inspeciona :
Sumidou os
Cole o es
Os sumidou os, elemen os inspecionados, no cais Sul da doca nº1 encon a am-se num es ado mui o
mau. Na gene alidade nenhum dos sumidou os conseguia cump i a unção pa a a qual oi des inado,
uma ez que encon a am-se comple amen e apados po a eias, lixo e me cado ias a g anel que es i-
e am a mazenadas nos e minais.
Mui os dos sumidou os, além de es a em apados de lixo, inham elemen os, como as g elhas, em al a
ou pa idos o que pe mi e uma maio en ada de a eias e lixo no sumidou o.
A a aliação dos sumidou os e e en es ao módulo 07 é ap esen ada na Figu a 4.19 e 4.20.
Figu a 4.19 – Ficha de inspeção 1 – Sumidou o do módulo
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
62 Ve são inal
Figu a 4.20 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os – D enagem/Sumidou os
%66.8702.001.007.007.003.007.008.065.0 PDPOIESUAMECRELPEDEINM
(3.5)
• EDE =100% • SU=50%
• ELP=100% • IE=100%
• ECR=50% • PO=66%
• AM=0% • PD=0%
Dos esul ados ob idos, p a icamen e odos os sumidou os, êm necessidade de in e enção, alguns
deles ac esce a necessidade de eposição de alguns elemen os cons i uin es (g elhas, po exemplo)
Como in e enção, a limpeza em p incípio se á a medida mais impo an e a ealiza , após a ope acio-
nalidade dos sumidou os, e -se-á de a e igua o es ado dos cole o es, que se p e ê que ambém ne-
cessi em de limpeza, p e isão baseada no es ado dos sumidou os.
Es a in e enção de e ia se ealizada no pe íodo máximo de seis meses, de aco do com o INM ob ido,
no en an o p e e encialmen e de e ia se ealizada an es da época de chu as ( inal de agos o).
4.3.2.6. Supe es u u a
A supe es u u a do Cais Sul da Doca Nº1 oi be onada in si u, e ap esen a ela i o bom es ado em
odo o comp imen o, no en an o no módulo 05 ap esen a uma g ande issu a onde apa en emen e a
uma pa e da es u u a se es á a des aca da es an e.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 63
Na supe es u u a é ambém impo an e a alia o es ado do be ão jun o aos cabeços de ama ação is o
que g andes o ças são solici adas localmen e nessas zonas, po ém do que oi possí el obse a , em
nenhum dos cabeços o be ão en ol en e ap esen a a sinais de deg adação.
A a aliação da supe es u u a no módulo 05 é ap esen ada nas Figu as 4.21 e 4.22.
Figu a 4.21 – Ficha de inspeção 1 – Supe ície da supe es u u a do módulo 05
Figu a 4.22 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os – Supe es u u a/Supe ície
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
64 Ve são inal
%77.9302.001.007.007.003.007.008.065.0 PDPOIESUAMECRELPEDEINM
(3.6)
• EDE =100% • SU=100%
• ELP=66% • IE=100%
• ECR=100% • PO=33%
• AM=50% • PD=33%
Como se pode obse a , no campo “E ei o a longo p azo” da Figu a 4.21, escolheu-se a opção “ eque
obse ação” is o po que apesa de a issu a e uma dimensão impo an e, apenas com a inspeção i-
sual, não é possí el sabe qual a melho medida a se omada em elação a in e enção, exigindo po -
an o uma inspeção mais de alhada com pessoal quali icado. No en an o, es a si uação demons a que
ealmen e em de se in e i o mais apidamen e possí el, pois a es u u a pode á en a em o u a, o
que pode á esul a em es agos mui o maio es.
Nes e caso, a injeção de esinas epóxi ou be ão pa a o p eenchimen o da issu a pode á apenas p e e-
ni a con inuação da co osão das a madu as, po ém a conside ação de uma ob a de epa ação não
pode se desca ada e de e á se ealizada o mais apidamen e possí el.
Dos dados ecolhidos, a es an e supe es u u a encon a-se em ela i o bom es ado, necessi ando ape-
nas de se em execu as as inspeções nos pe íodos p opos os pelo manual de conse ação.
4.3.2.7. Gale ia écnica
A gale ia écnica assume uma impo ância ele ada aquando do dimensionamen o de uma es u u a de
acos agem, nes a passa ão as ins alações elé icas, hid áulicas en e ou as que abas ecem os na ios.
No Cais Sul da Doca Nº1, a gale ia écnica do que oi possí el obse a e inspeciona ap esen a a
alguns p oblemas, p incipalmen e ao ní el das ampas que pe mi em acesso ao seu in e io e lixo p e-
sen e no seu in e io . Foi ambém possí el obse a nou o cais (cais no e doca nº4) a p esença de
água no seu in e io , que em p incípio suge e má d enagem do cais ou en ão en adas de água pelas
ampas po exemplo.
Assim as gale ias écnicas o am di ididas em dois elemen os, sendo eles:
Tampas
Gale ia
A inse ção da moni o ização das ins alações hid áulicas e elé icas é um aspe o a e em con a, mas
que no en an o não oi abo dado du an e a disse ação, po já se dada alguma a enção ao assun o e já
exis i em abalhos que jus i iquem a melho manei a de moni o iza e consequen emen e conse a .
A a aliação da gale ia écnica e e en e ao módulo 16 é ap esen ada nas Figu as 4.23 e 4.24.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 65
Figu a 4.23 – Ficha de inspeção 1 – In e io da Gale ia écnica do módulo 16
Figu a 4.24 – Ficha ca ac e ís ica dos elemen os – Gale ia écnica/Gale ia
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
66 Ve são inal
%63.7502.001.007.007.003.007.008.065.0 PDPOIESUAMECRELPEDEINM
(3.7)
• EDE =100% • SU=0%
• ELP=33% • IE=50%
• ECR=50% • PO=33%
• AM=0% • PD=33%
O INM ela i o às ampas da gale ia do Módulo 16 esul ou em 46.30%.
Como ação a ealiza , de e á se p incipalmen e dada uma limpeza ge al á gale ia écnica.
Apesa de não se possí el obse a em odos os módulos o in e io da gale ia écnica, es e caso e le e
o que pode á es a a acon ece nos es an es módulos. Assim de e -se-á planea a limpeza pa a odo o
comp imen o da gale ia écnica.
Em elação às ampas que pe mi em acesso à gale ia, em alguns caso são me álicas e nou os em be-
ão, mas ao longo da es u u a é eco en e obse ação de excessi a de o mação nas me álicas, já nas
de be ão o p incipal ipo de p oblema obse ado oi o ac o de algumas se encon a em pa idas ou
sol as, o que pe mi e a en ada de lixo ou água em épocas de chu a mais in ensa.
4.3.2.8. Anco agens
De aco do com os p oje os o necidos, as anco agens p esen es no cais são do ipo de ini i o que se
conside a que seja dimensionado pa a possui unção esis en e ao longo da ida da ob a.
Dos dados o necidos pela di eção de ob as não oco e am ainda medições de ensão das anco agens,
da isi a de ba co ealizada, e i icou-se que apa en emen e o ma e ial de enchimen o da cabeça de
anco agem se encon a a em bom es ado.
A pa i das peças desenhadas pe cebe-se que não exis em zonas de inspeção pa a as anco agens, po -
an o de e ão se seguidas as ações p e en i as p esen es no Quad o 3.6.
4.3.2.9. Es acas p ancha
O sis ema de p o eção ca ódica oi ins alado pa a p o idencia p o eção à pa e subme sa e en e ada
das co inas de es aca p ancha, na ace expos a à água.
O sis ema de p o eção ca ódica (PC) é um sis ema pe manen e e po co en e imp essa, cons i uído po
um sis ema de ânodos pe manen es, elé odos de e e ência e um sis ema compu ado izado de con olo
e moni o ização
Em elação às es acas p anchas oi o necido pela di eção de ob as do po o de Leixões o ela ó io de
moni o ização e inspeção do sis ema de p o eção ca ódica e e en e ao ano de 2012, que e e e a boa
uncionalidade do sis ema ao longo das es acas p ancha.
Se ia necessá io eco e a me gulhado es pa a se aze uma a aliação do es ado da es u u a, que de-
ido à co osão pode não ap esen a anomalias, mas que de ido a emba es no momen o da acos agem
dos na ios pode á ap esen a alguns danos.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 67
Do apu ado, não hou e inspeções nesse sen ido desde que as ob as de eabili ação ( ase 2) o am exe-
cu adas, em 2003. Des e modo não oi possí el aze uma a aliação do es ado das es acas p ancha uma
ez que é necessá io a exis ência de elemen os isuais que nes e caso se ia, a g a ação ou um ela ó-
io, de uma inspeção subme sa.
4.3.2.10. Es u u a global
Em elação à a aliação da es u u a ao ní el global, não exis em no cais sul da doca nº1 disposi i os
como inclinóme os que pe mi am a alia a p og essão de des ios da o ação da es u u a. O le an a-
men o e ical e ho izon al, ambém não oi possí el ealiza de ido à al a de equipamen o e pessoal,
no en an o conside a-se que seja necessá io ealiza po al a de his ó ico.
No en an o, da isi a ao local oi possí el obse a o seguin e
As ias de guindas e apa en emen e não se encon a am desalinhadas;
Os guindas es ap esen a am boas condições de uncionamen o, sob e os ca is.
Do e e ido em cima, e sabendo que um dos ca is se encon a semp e na supe es u u a, e o ou o nos
e aplenos, pode-se assumi que a es u u a an o ao ní el e ical como ho izon al se encon a es abi-
lizada, de ou a o ma o alinhamen o dos ca is se ia a e ado, que acilmen e se pe cebe ia pela di i-
culdade de deslocamen o dos guindas es nos mesmos.
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
68 Ve são inal
4.4. RESULTADOS OBTIDOS
Do es udo ealizado, oi possí el e i a esul ados que pe mi em pe cebe quais as zonas mais a e a-
das e onde de e ão oco e in e enções com mais u gência. O es udo de e ia inclui o po o odo, de
o ma que uma p io ização de in e enções a ealiza ao longo do po o e nas á ias es u u as osse
ob ida. No en an o, a análise ealizada no cais sul da doca nº1 pode á, de uma o ma simpli icada,
pe mi i pe cebe qual a análise que de e á se u ilizada no caso da aplicação ao complexo po uá io
na o alidade.
4.4.1. ANOMALIAS POR MÓDULO
Depois da inspeção isual e p eenchimen o da icha de inspeção 1, oi possí el o dena a in o mação
po módulo. Da análise da in o mação oi possí el chega ao esul ado ap esen ado na Figu a 4.25 que
co esponde ao módulo que necessi a de mais in e enções. Como se pode pe cebe a linha denomina-
da po “Limi e in e enção/subs i uição” nes e g á ico es abelece o limi e en e se op a po manu en-
ção ou po uma in e enção/subs i uição.
Figu a 4.25 – INM dos elemen os iden i icados no módulo 09
0%
20%
40%
60%
80%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a
me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM
Elemen os
INM dos elemen os do módulo 09
INM mód 09 Limi e in e enção/subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 69
4.4.2. ANOMALIA MAIS GRAVOSA
Uma ou a análise que pode se ealizada de e á elaciona -se com o INM mais ele ado e a posição do
elemen o co esponden e, Figu a 4.26. Nes e caso, o módulo 05 oi onde se cons a ou o pio INM,
associado a supe ície da supe es u u a, a aliada em 4.3.2.6.
Impo a e e i que es e elemen o conside ado, ap esen a o maio INM não só po exis i necessidade
de in e enção do ipo epa ação ou subs i uição, mas ambém pelo ac o de na icha ca ac e ís ica dos
elemen os, es e assumi uma impo ância ele ada em elação aos es an es elemen os.
Apesa do módulo 05 não apa en a mau es ado em elação aos es an es elemen os lá p esen es, no
caso da p og amação de in e enções pa a o cais sul da doca nº 1, a supe es u u a do módulo 05 de e-
á se al o da p imei a in e enção de ido ao seu es ado de deg adação e impo ância em elação aos
es an es elemen os.
Figu a 4.26 – INM dos elemen os iden i icados no módulo 05
0%
20%
40%
60%
80%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM
Elemen os
INM dos elemen os do módulo 05
INM mód 05 Limi e in e enção subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
2 Ve são inal
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 3
1. ANEXO I – INM DOS ELEMENTOS
POR MÓDULO
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação -
Es u u a me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de
bo acha
De ensa ixa - Es u u a
me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a
me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 02 Limi e in e enção subs i uição
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação -
Es u u a me álica
Cabeço de ama ação -
Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de
bo acha
De ensa ixa - Es u u a
me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a
me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 -
Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 03 Limi e in e enção subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
4 Ve são inal
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a
me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 04 Limi e in e enção subs i uição
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a
me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 06 Limi e in e enção subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 5
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a
me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 07 Limi e in e enção subs i uição
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a
me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 08 Limi e in e enção subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
6 Ve são inal
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 10 Limi e in e enção subs i uição
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 11 Limi e in e enção subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 7
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 12 Limi e in e enção subs i uição
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 13 Limi e in e enção subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
8 Ve são inal
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a
me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 14 Limi e in e enção subs i uição
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 15 Limi e in e enção subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 9
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a
me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 16 Limi e in e enção subs i uição
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a
me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 17 Limi e in e enção subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
10 Ve são inal
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 18 Limi e in e enção subs i uição
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 19 Limi e in e enção subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 11
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a
me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de
bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a
me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 20 Limi e in e enção subs i uição
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
Cabeço de ama ação - Es u u a me álica
Cabeço de ama ação - Pin u a
De ensa ixa - Bo acha
De ensa ixa - Co en es
De ensa ixa - Es u u a de bo acha
De ensa ixa - Es u u a me álica
De ensa ixa - Painel
De ensa ixa - Pa a usos
D enagem - Sumidou os
Escadas - Es u u a me álica
Escadas - Pa a usos
Es acas p ancha - Es u u a me álica
Gale ia ecnica - Gale ia
Gale ia ecnica - Tampas
Pa imen o - Calçada
Supe es u u a - Supe icie
Via de guindas e 16 - Ca il
Via de guindas e 5 - Ba en es
Via é ea - Ba en es
Via é ea - Ca il
Via de guindas e 5 - Ca il
INM mód 20 Limi e in e enção subs i uição
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
18 Ve são inal
Ficha de inspeção 1
Código do elemen o
Nome do elemen o
Es ado de deg adação do
elemen o
E ei o a
longo p azo
Desc ição das anomalias
08Te aplenosD enagemSa ge
as
lixo
010209080600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Razoá el
Sem e ei o
Descasque/escamação
010209080600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão; Desgas e
localizado
010209080701701
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
08Te aplenosPa imen oCalçad
a
Razoá el
Reque
obse a-
ção
De o mação excessi-
a/assen amen o
010209080601601
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08TopoVia é eaCa il
Bom
Sem e ei o
Co osão; Desgas e
uni o me
010209080701401
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08Te aplenosVia de
guindas e 5 Ca il
Bom
Sem e ei o
Co osão; Desgas e
uni o me
010209080601801
6
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08TopoGale ia ecni-
caTampas
Excelen e
Sem e ei o
010209080300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Insa is a ó io
Reque
obse a-
ção
Co osão; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209080300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Razoá el
Ligei o
Desgas e localizado;
De o mação excessi-
a/assen amen o
010209080300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Razoá el
Ligei o
Co osão
010209090600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Razoá el
Sem e ei o
Descasque/escamação;
Desgas e localizado
010209090600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Ligei o
Co osão; Desgas e
localizado
010209090300800
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09Face acos á el
"zona de ma-
é"EscadasEs u u a me álica
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Co osão; Elemen o
Pa ido; Sem unciona-
men o; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209090300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Insa is a ó io
G a e
Co osão; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209090300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Bom
Sem e ei o
010209090300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Insa is a ó io
G a e
Co osão; Elemen o
sol o
010209090701701
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
Bom
Sem e ei o
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 19
Ficha de inspeção 1
Código do elemen o
Nome do elemen o
Es ado de deg adação do
elemen o
E ei o a
longo p azo
Desc ição das anomalias
4
eMódulo
09Te aplenosPa imen oCalçad
a
010209090601601
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09TopoVia é eaCa il
Bom
Sem e ei o
Co osão; Desgas e
uni o me
010209090701401
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09Te aplenosVia de
guindas e 5 Ca il
Bom
Sem e ei o
Co osão; Desgas e
uni o me
010209090701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
09Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Elemen o sol o; De o -
mação excessi-
a/assen amen o; P e-
sença de lixo
010209090601801
6
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09TopoGale ia ecni-
caTampas
Excelen e
Sem e ei o
010209120300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 12Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Co osão; Elemen o
Pa ido; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209120300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 12Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Insa is a ó io
Ligei o
De o mação excessi-
a/assen amen o
010209120300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 12Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Razoá el
Ligei o
Co osão
010209120300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 12Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209120300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 12Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
Ligei o
Elemen o sol o
010210050400202
0
Doca Nº1SulTe minal de cimen-
osMódulo 05Face acos á el
eme saSupe es u u aSupe icie
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
Reque
obse a-
ção
Fenda ou F ac u a;
Lacuna em p o undida-
de; Elemen o Pa ido;
De o mação excessi-
a/assen amen o
010209160601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 16TopoGale ia ecni-
caGale ia
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
Ligei o
Elemen o Pa ido; De-
o mação excessi-
a/assen amen o; Con-
li o en e elemen os;
P esença de lixo
010209160601801
6
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 16TopoGale ia ecni-
caTampas
Razoá el
Ligei o
Co osão; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209070300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 07Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
Ligei o
Elemen o sol o; Ele-
men o Pa ido; Elemen-
o em al a
010209070300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 07Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
20 Ve são inal
Ficha de inspeção 1
Código do elemen o
Nome do elemen o
Es ado de deg adação do
elemen o
E ei o a
longo p azo
Desc ição das anomalias
010209080300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209080300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Insa is a ó io
Ligei o
Elemen o sol o; Ele-
men o Pa ido; Elemen-
o em al a
010209090300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
Ligei o
Elemen o sol o
010209090300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209100300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 10Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209100300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 10Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
Ligei o
Elemen o sol o; Ele-
men o Pa ido; Elemen-
o em al a
010209110300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 11Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209110300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 11Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
Ligei o
Elemen o sol o; Ele-
men o Pa ido; Elemen-
o em al a
010209190300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 19Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209190300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 19Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
Ligei o
Elemen o sol o; Ele-
men o Pa ido; Elemen-
o em al a
010209180300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 18Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209180300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 18Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Insa is a ó io
Reque
obse a-
ção
Elemen o sol o; Ele-
men o Pa ido; Elemen-
o em al a
010209170300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 17Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209170300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 17Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
Ligei o
Elemen o sol o; Ele-
men o Pa ido; Elemen-
o em al a
010209160300101
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 21
Ficha de inspeção 1
Código do elemen o
Nome do elemen o
Es ado de deg adação do
elemen o
E ei o a
longo p azo
Desc ição das anomalias
0
eMódulo 16Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
biológica
010209160300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 16Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
Ligei o
Elemen o Pa ido; Ele-
men o em al a
010209100701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
10Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Elemen o sol o; Sem
uncionamen o; De o -
mação excessi-
a/assen amen o; P e-
sença de lixo
010209120701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
12Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Sem uncionamen o;
P esença de lixo
010209130701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
13Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Sem uncionamen o;
P esença de lixo
010209140701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
14Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Sem uncionamen o;
P esença de lixo
010210150701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
15Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
P esença de lixo
010210160701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
16Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Sem uncionamen o;
P esença de lixo
010210170701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
17Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Sem uncionamen o;
P esença de lixo
010210190701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
19Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Sem uncionamen o;
P esença de lixo
010210200701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
20Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Sem uncionamen o;
P esença de lixo
010210210701901
8
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo
21Te aplenosD enagemSa ge
as
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
Sem uncionamen o;
P esença de lixo
010210050600300
7
Doca Nº1SulTe minal de cimen-
osMódulo 05TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Excelen e
Sem e ei o
010209080600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão
010209080600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
22 Ve são inal
Ficha de inspeção 1
Código do elemen o
Nome do elemen o
Es ado de deg adação do
elemen o
E ei o a
longo p azo
Desc ição das anomalias
010209090600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Ligei o
010209090600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
010209100600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 10TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
010209100600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 10TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
010209110600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 11TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209110600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 11TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
010209120600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 12TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
010209120600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 12TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209130600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 13TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão
010209130600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 13TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209140600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 14TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão
010209140600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 14TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209150600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 15TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão
010209150600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 15TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209160600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 16TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão
010209160600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 16TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209170600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 17TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão
010209170600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 17TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209180600300
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
Bom
Sem e ei o
Co osão
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 23
Ficha de inspeção 1
Código do elemen o
Nome do elemen o
Es ado de deg adação do
elemen o
E ei o a
longo p azo
Desc ição das anomalias
7
eMódulo 18TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
010209180600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 18TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209190600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 19TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão
010209190600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 19TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209200600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 20TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão
010209200600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 20TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209210600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 21TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Excelen e
Sem e ei o
Co osão
010209210600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 21TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Excelen e
Sem e ei o
Descasque/escamação
010209220600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 22TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão
010209220600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 22TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209230600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 23TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209230600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 23TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão
010209240600300
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 24TopoCabeço de
ama açãoPin u a
Bom
Ligei o
Descasque/escamação
010209240600300
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 24TopoCabeço de
ama açãoEs u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Descasque/escamação
010209230601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 23TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209220601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 22TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209210601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 21TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209200601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 20TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209190601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 19TopoGale ia ecni-
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
24 Ve são inal
Ficha de inspeção 1
Código do elemen o
Nome do elemen o
Es ado de deg adação do
elemen o
E ei o a
longo p azo
Desc ição das anomalias
caGale ia
010209180601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 18TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209170601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 17TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209150601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 15TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209140601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 14TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
Ligei o
In il ação; P esença de
lixo
010209130601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 13TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209120601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 12TopoGale ia ecni-
caGale ia
Razoá el
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209110601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 11TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209100601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 10TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
Ligei o
In il ação; P esença de
lixo
010209090601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 09TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209080601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 08TopoGale ia ecni-
caGale ia
Razoá el
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010209070601802
2
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 07TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
In il ação; P esença de
lixo
010210020601802
2
Doca Nº1SulTe minal de cimen-
osMódulo 02TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
P esença de lixo
010210030601802
2
Doca Nº1SulTe minal de cimen-
osMódulo 03TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
G a e
P esença de lixo
010210040601802
2
Doca Nº1SulTe minal de cimen-
osMódulo 04TopoGale ia ecni-
caGale ia
Insa is a ó io
Ligei o
P esença de lixo
010209100300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 10Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Bom
Sem e ei o
010209100300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 10Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Insa is a ó io
G a e
Co osão; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209100300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 10Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Insa is a ó io
G a e
Co osão; Elemen o
sol o
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 25
Ficha de inspeção 1
Código do elemen o
Nome do elemen o
Es ado de deg adação do
elemen o
E ei o a
longo p azo
Desc ição das anomalias
010209110300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 11Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Bom
Sem e ei o
010209110300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 11Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Insa is a ó io
G a e
Co osão; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209110300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 11Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Insa is a ó io
G a e
Co osão; Elemen o
sol o
010209130300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 13Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Bom
Sem e ei o
010209130300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 13Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Insa is a ó io
G a e
Co osão; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209130300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 13Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Insa is a ó io
G a e
Co osão; Elemen o
sol o
010209140300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 14Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Insa is a ó io
G a e
010209140300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 14Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Insa is a ó io
G a e
Co osão; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209140300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 14Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Insa is a ó io
G a e
Co osão; Elemen o
sol o
010209150300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 15Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Bom
Sem e ei o
010209150300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 15Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Razoá el
Sem e ei o
Co osão; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209150300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 15Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Bom
Ligei o
Co osão; Elemen o
sol o
010209210300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 21Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Bom
Ligei o
De o mação excessi-
a/assen amen o
010209210300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 21Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209200300100
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
P ecisa de in e en-
G a e
Co osão; Elemen o
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
26 Ve são inal
Ficha de inspeção 1
Código do elemen o
Nome do elemen o
Es ado de deg adação do
elemen o
E ei o a
longo p azo
Desc ição das anomalias
7
eMódulo 20Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
ção/subs i uição
Pa ido; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209220300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 22Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Bom
Sem e ei o
De o mação excessi-
a/assen amen o
010209220300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 22Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209220300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 22Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Bom
Ligei o
Co osão; Elemen o
Pa ido; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209220300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 22Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
G a e
Elemen o sol o
010209220300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 22Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Razoá el
Ligei o
Co osão
010209200300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 20Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
P ecisa de in e en-
ção/subs i uição
G a e
De o mação excessi-
a/assen amen o
010209210300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 21Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Bom
Sem e ei o
Co osão; Elemen o
Pa ido; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209200300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 20Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
Ligei o
Elemen o sol o
010209210300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 21Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Razoá el
Ligei o
Co osão
010209200300101
0
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 20Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaCo -
en es
Razoá el
Ligei o
Co osão; Colonização
biológica
010209210300102
1
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 21Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPai-
nel
Razoá el
Ligei o
Elemen o sol o
010209200300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 20Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Razoá el
Ligei o
Co osão
010209160300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 16Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Razoá el
Ligei o
Co osão
010209160300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 16Face acos á el
Razoá el
Ligei o
Co osão; Elemen o
Pa ido; De o mação
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 27
Ficha de inspeção 1
Código do elemen o
Nome do elemen o
Es ado de deg adação do
elemen o
E ei o a
longo p azo
Desc ição das anomalias
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
excessi-
a/assen amen o
010209160300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 16Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Bom
Ligei o
De o mação excessi-
a/assen amen o
010209170300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 17Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Razoá el
Ligei o
Co osão
010209170300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 17Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Razoá el
Ligei o
Co osão; Elemen o
Pa ido; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209170300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 17Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Razoá el
Ligei o
De o mação excessi-
a/assen amen o
010209180300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 18Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Razoá el
Ligei o
Co osão
010209180300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 18Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Razoá el
Ligei o
Co osão; Elemen o
Pa ido; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209180300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 18Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Razoá el
Ligei o
De o mação excessi-
a/assen amen o
010209190300100
4
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 19Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaPa-
a usos
Razoá el
Ligei o
Co osão
010209190300100
7
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 19Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaEs-
u u a me álica
Bom
Ligei o
Co osão; Elemen o
Pa ido; De o mação
excessi-
a/assen amen o
010209190300100
5
Doca Nº1SulTe minal Póli alen-
eMódulo 19Face acos á el
"zona de ma é"De ensa ixaBo -
acha
Bom
Ligei o
De o mação excessi-
a/assen amen o
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
34 Ve são inal
INM
Código do elemen o
Nome do elemen o
INM
ixaPainel
0102091603001004
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 16Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPa a usos
48,46
0102101607019018
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 16Te aplenosD enagemSa ge as
87,66
0102091606003007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 16TopoCabeço de ama açãoEs u u a
me álica
33,75
0102091606003001
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 16TopoCabeço de ama açãoPin u a
23,05
0102091606018022
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 16TopoGale ia ecnicaGale ia
79,13
0102091606018016
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 16TopoGale ia ecnicaTampas
46,3
0102091703001005
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 17Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaBo acha
48,46
0102091703001010
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 17Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaCo en es
48,13
0102091703001007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 17Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaEs u u a me álica
55,46
0102091703001021
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 17Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPainel
49,12
0102091703001004
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 17Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPa a usos
48,46
0102101707019018
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 17Te aplenosD enagemSa ge as
87,66
0102091706003007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 17TopoCabeço de ama açãoEs u u a
me álica
33,75
0102091706003001
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 17TopoCabeço de ama açãoPin u a
23,05
0102091706018022
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 17TopoGale ia ecnicaGale ia
68,24
0102091803001005
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 18Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaBo acha
48,46
0102091803001010
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 18Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaCo en es
48,13
0102091803001007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 18Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaEs u u a me álica
55,46
0102091803001021
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 18Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPainel
68,01
0102091803001004
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 18Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPa a usos
48,46
0102091806003007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 18TopoCabeço de ama açãoEs u u a
me álica
33,75
0102091806003001
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 18TopoCabeço de ama açãoPin u a
23,05
0102091806018022
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 18TopoGale ia ecnicaGale ia
68,24
0102091903001005
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 19Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaBo acha
32,21
0102091903001010
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 19Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaCo en es
48,13
0102091903001007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 19Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaEs u u a me álica
39,21
0102091903001021
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 19Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPainel
49,12
0102091903001004
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 19Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPa a usos
48,46
0102101907019018
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 19Te aplenosD enagemSa ge as
87,66
0102091906003007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 19TopoCabeço de ama açãoEs u u a
me álica
33,75
0102091906003001
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 19TopoCabeço de ama açãoPin u a
23,05
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 35
INM
Código do elemen o
Nome do elemen o
INM
0102091906018022
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 19TopoGale ia ecnicaGale ia
68,24
0102092003001005
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 20Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaBo acha
86,32
0102092003001010
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 20Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaCo en es
48,13
0102092003001007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 20Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaEs u u a me álica
93,32
0102092003001021
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 20Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPainel
49,12
0102092003001004
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 20Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPa a usos
48,46
0102102007019018
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 20Te aplenosD enagemSa ge as
87,66
0102092006003007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 20TopoCabeço de ama açãoEs u u a
me álica
33,75
0102092006003001
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 20TopoCabeço de ama açãoPin u a
23,05
0102092006018022
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 20TopoGale ia ecnicaGale ia
68,24
0102092103001005
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 21Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaBo acha
32,21
0102092103001010
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 21Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaCo en es
48,13
0102092103001007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 21Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaEs u u a me álica
36,57
0102092103001021
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 21Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPainel
49,12
0102092103001004
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 21Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPa a usos
48,46
0102102107019018
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 21Te aplenosD enagemSa ge as
87,66
0102092106003007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 21TopoCabeço de ama açãoEs u u a
me álica
17,5
0102092106003001
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 21TopoCabeço de ama açãoPin u a
4,16
0102092106018022
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 21TopoGale ia ecnicaGale ia
68,24
0102092203001005
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 22Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaBo acha
29,57
0102092203001010
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 22Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaCo en es
48,13
0102092203001007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 22Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaEs u u a me álica
39,21
0102092203001021
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 22Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPainel
54,48
0102092203001004
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 22Face acos á el "zona de ma é"De ensa
ixaPa a usos
48,46
0102092206003007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 22TopoCabeço de ama açãoEs u u a
me álica
33,75
0102092206003001
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 22TopoCabeço de ama açãoPin u a
23,05
0102092206018022
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 22TopoGale ia ecnicaGale ia
68,24
0102092306003007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 23TopoCabeço de ama açãoEs u u a
me álica
33,75
0102092306003001
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 23TopoCabeço de ama açãoPin u a
23,05
0102092306018022
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 23TopoGale ia ecnicaGale ia
68,24
0102092406003007
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 24TopoCabeço de ama açãoEs u u a
me álica
33,75
0102092406003001
Doca Nº1SulTe minal Póli alen eMódulo 24TopoCabeço de ama açãoPin u a
23,05
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
36 Ve são inal
3. ANEXO III – MAPA DO CAIS SUL
DOCA Nº 1 - DIVISÃO POR
MÓDULOS
Conse ação e moni o ização de es u u as po uá ias
Ve são inal 37
Módulo 15
Módulo 16
Módulo 20
Módulo 21
Módulo 22
Módulo 23
Módulo 24
Módulo 17
Módulo 18
Módulo 19