2018/2019
Ana Raquel da Sil a Gonçal es A onso
Lin edema Pós-Mas ec omia: T a amen o Fisiológico
Pos mas ec omy Lymphedema: Physiological T ea men
ma ço, 2019
Mes ado In eg ado em Medicina
Á ea: Ci u gia Plás ica, Recons u i a e Es é ica
Tipologia: Monog a ia
T abalho e e uado sob a O ien ação de:
P o .ª D .ª Ca men Ma isa Ma ques Gonçal es
E sob a Coo ien ação de:
D . F ancisco Soa es Ma ins de Ca alho
T abalho o ganizado de aco do com as no mas da e is a:
Ac a Médica Po uguesa-S uden
Ana Raquel da Sil a Gonçal es A onso
Lin edema Pós-Mas ec omia: T a amen o Fisiológico
Pos mas ec omy Lymphedema: Physiological T ea men
ma ço, 2019
5
AGRADECIMENTOS
À P o esso a Dou o a Ma isa Ma ques, pela disponibilidade que demons ou ao longo
do meu pe cu so académico, pela ajuda incansá el na o ien ação des e abalho, pelo apoio
cien í ico p es ado e pelo incen i o que es e e semp e p esen e.
Ao Dou o F ancisco Ca alho, pelo empo disponibilizado e pelos conselhos que
a enciosamen e me o neceu.
À minha amília, pelo apoio incondicional, po es a em semp e p esen es, po
ac edi a em em mim e po udo o que me ensina am. Ao meu namo ado e amigos, pelas
pala as de mo i ação que nunca al a am.
6
Lin edema Pós-Mas ec omia: T a amen o Fisiológico
Pos mas ec omy Lymphedema: Physiological T ea men
Ana Raquel AFONSO1, F ancisco CARVALHO2, Ma isa MARQUES3,4
1. Es udan e de Mes ado In eg ado em Medicina. Faculdade de Medicina. Uni e sidade do
Po o. Po o. Po ugal.
2. Assis en e Hospi ala de Ci u gia Plás ica, Recons u i a e Es é ica. Se iço de Ci u gia
Plás ica, Recons u i a e Es é ica. Cen o Hospi ala de São João. Po o. Po ugal.
3. Assis en e Hospi ala G aduada de Ci u gia Plás ica, Recons u i a e Es é ica. Se iço de
Ci u gia Plás ica, Recons u i a e Es é ica. Cen o Hospi ala de São João. Po o. Po ugal.
4. P o esso a Con idada e Regen e de Ci u gia Plás ica. Faculdade de Medicina. Uni e sidade
do Po o. Po o. Po ugal.
Au o co esponden e: Ana Raquel A onso.
Mo ada: Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o
Alameda P o . He nâni Mon ei o
4200-319 Po o - Po ugal
E-mail: [email p o ec ed]
7
ÍNDICE
RESUMO
.......................................................................................................... 8
ABSTRACT
........................................................................................................ 9
INTRODUÇÃO
................................................................................................ 10
MÉTODOS
..................................................................................................... 12
RESULTADOS/DISCUSSÃO
............................................................................. 13
1 – FISIOPATOLOGIA..................................................................................... 13
2 – MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS E ESTADIAMENTO...................................... 13
3 – RASTREIO, PREVENÇÃO E DIAGNÓSTICO............................................... 14
4 – TRATAMENTO ........................................................................................ 15
4.1 – TÉCNICAS CONSERVADORAS............................................................... 15
4.2 – TRATAMENTO CIRÚRGICO ABLATIVO................................................. 16
4.3 – TRATAMENTO FISIOLÓGICO.................................................................16
4.3.1 – ANASTOMOSES LINFATICOVENOSAS................................................17
4.3.2 – TRANSFERÊNCIA DE GÂNGLIOS LINFÁTICOS VASCULARIZADOS......18
4.4 – TRATAMENTO COMBINADO................................................................20
CONCLUSÃO
...................................................................................................21
REFERÊNCIAS
.................................................................................................23
TABELA 1........................................................................................................29
TABELA 2........................................................................................................30
TABELA 3........................................................................................................33
ANEXOS..........................................................................................................36
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa-S uden .......................37
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa.....................................41
Comp o a i o de Submissão do A igo.........................................................49
8
RESUMO
In odução: O lin edema é uma das p incipais complicações associadas ao a amen o
ci ú gico do ca cinoma da mama. É um ema bas an e con o e so, essencialmen e pe an e a
al a de uni o midade ela i a à escolha da sua abo dagem e apêu ica. O obje i o des a
e isão passa po ap esen a os desen ol imen os a uais do a amen o isiológico na
abo dagem do lin edema pós-mas ec omia.
Ma e iais e Mé odos: Foi ealizada uma pesquisa na base de dados PubMed de a igos
elacionados com o a amen o isiológico do lin edema, e e en es ao pe íodo en e 2014 e
2018.
Resul ados: As écnicas conse ado as pe manecem a 1ª linha de a amen o pa a casos de
lin edema p ecoce, no en an o, eque em a adesão do pacien e ao longo da ida, não sendo
cu a i as. Assim, os a amen os ci ú gicos isiológicos pe mi em o e ece esul ados mais
pe manen es e abo da os casos e a á ios, eduzindo a mo bilidade associada às écnicas
abla i as clássicas. A Anas omose Lin a ico enosa não necessi a de um local dado , sendo
po an o uma écnica menos in asi a. Con udo, eque a exis ência de um sis ema lin á ico
pa en e. Po ou o lado, a T ans e ência de Gânglios Lin á icos Vascula izados é iá el mesmo
pa a os casos mais a ançados. Pa a além disso, pe mi e a ealização concomi an e de
econs ução mamá ia.
Discussão: É di ícil de ini qual o a amen o que es á indicado pa a cada caso dada a
he e ogeneidade na sua ap esen ação, múl iplas opções disponí eis, al a de es udos
compa a i os en e as á ias modalidades e ausência guidelines es abelecidas baseadas na
e idência.
Conclusão: Nenhuma écnica se adequa a odas as ap esen ações e o g au em que se encon a
a doença é um a o impo an e pa a guia a escolha da in e enção mais ap op iada.
9
ABSTRACT
In oduc ion: Lymphedema is one o he main complica ions associa ed wi h he su gical
ea men o b eas cance and i is a e y con o e sial opic, mainly on he lack o uni o mi y
ega ding he choice o i s he apeu ic app oach. The goal o his e iew is o p esen he
cu en de elopmen s o he physiological ea men in he managemen o pos mas ec omy
lymphedema.
Ma e ial and Me hods: A esea ch o a icles ela ed o he physiological ea men o
lymphedema was ca ied ou in he PubMed da abase, e e ing o he pe iod be ween 2014
and 2018.
Resul s: Conse a i e ea men emains he i s line o ea men in cases o ea ly
lymphedema, howe e , i equi es ollow-up and adhe ence o he pa ien h oughou li e and
is no cu a i e. Thus, he physiological su gical ea men allows o o e mo e pe manen
esul s and o ea e ac o y cases, educing he mo bidi y associa ed wi h classical abla i e
echniques. Lympho enous Anas omosis does no equi e a dono si e and is he e o e a less
in asi e echnique. Howe e , i equi es a pa en lympha ic sys em. On he o he hand,
Vascula ized Lymph Node T ans e is a iable modali y e en o he mos ad anced cases. In
addi ion, i allows concomi an b eas econs uc ion.
Discussion: I is di icul o de ine which ea men is indica ed o each case gi en he
he e ogenei y o p esen a ion, mul iple op ions a ailable, lack o compa a i e s udies be ween
he a ious modali ies and absence o es ablished e idence based guidelines.
Conclusion: No echnique i s all p esen a ions and he deg ee o which he disease p esen s is
an impo an ac o guiding he choice o he mos app op ia e in e en ion.
Keywo ds: B eas Cance Lymphedema; Mic osu ge y; Anas omosis, Su gical; Lymph Nodes.
16
4.2 - TRATAMENTO CIRÚRGICO ABLATIVO
A ualmen e não exis e consenso ace ca de qual o p ocedimen o ci ú gico de escolha
pa a o a amen o do lin edema e es e é no malmen e ese ado pa a os casos de insucesso
das es a égias conse ado as ou lin edema a ançado e de longa du ação.13,41 Subdi idem-se
em dois g upos: a amen os abla i os e a amen os isiológicos.14
O a amen o abla i o inclui écnicas que isam a emoção do ecido ib oadiposo
ge ado em consequência da es ase lin á ica sus en ada.29 São mé odos mui o ag essi os e que
aca e am uma g ande mo bilidade, com isco de pe das signi ica i as de sangue, al as axas
de in eção, cica izes ines é icas, nec ose da pele, pe da da uncionalidade do memb o e
eco ência dos sin omas.41,42 Es as écnicas apenas es ão ecomendadas em casos de
lin edema p olongado com dano i e e sí el dos asos lin á icos14 e eque em a u ilização pós-
ope a ó ia de mangas comp essi as pa a manu enção dos e ei os e p e enção da
eacumulação de luido.42,43
A p imei a écnica excisional a se desc i a pa a o a amen o do lin edema oi o
p ocedimen o de Cha les e baseia-se na emoção da pele e ecido subcu âneo a e ados,
seguida de colocação de enxe os ou ence amen o p imá io. No en an o, a amen e é
u ilizada de ido à al a axa de complicações e esul ados ines é icos.42
A lipoaspi ação pe mi e a emoção do ecido ib oadiposo em pacien es com
lin edema a dio e a á io e sem indicação pa a écnicas econs u i as.14,29,44 Reduz de o ma
es a is icamen e signi ica i a o seu impac o na qualidade de ida e uncionalidade do
memb o13,29, assim como a axa de incidência de celuli e e excesso de olume.13 Embo a seja
um mé odo in asi o, é segu o e não exis em g andes complicações ela adas, pe mi indo que
os pacien es ecupe em apidamen e.30 Pode se u ilizada isoladamen e ou em combinação
com ou os p ocedimen os.39,45 A p esença dis ú bios da coagulação, malignidade a i a ou
e ida abe a são con aindicações pa a a sua ealização.13
4.3 - TRATAMENTO FISIOLÓGICO:
Os p ocedimen os econs u i os ambicionam, po ou o lado, es au a a d enagem
lin á ica isiológica do memb o a e ado e incluem écnicas como a ALV e a TGLV.
17
4.3.1 - ANASTOMOSES LINFTICOVENOSAS:
A ci u gia de ALV em acompanhado o desen ol imen o da mic oci u gia nos úl imos
anos.46 É uma écnica que eque a iden i icação de canais lin á icos pa en es e ealiza a sua
anas omose a uma énula ece o a, pe mi indo o edi eccionamen o do luxo lin á ico a a és
de um shun de zonas de al a p essão pa a zonas de meno p essão.29,39
É indicada pa a pacien es com lin edema ligei o ou mode ado do memb o supe io em
que ainda exis am asos lin á icos uncionan es e nos quais o ecido ib oso desen ol ido seja
mínimo, endo sido demons ada uma eduzida e icácia nos casos mais a ançados.46,47 Assim,
é necessá ia a a alização imagiológica p é-ope a ó ia de modo a localiza os asos lin á icos
al o, sendo a LVI o a ual gold-s anda d.14,29,39 A ALV pa ece se mais e icaz em zonas com
poucos asos lin á icos escle osados e com células muscula es lisas p ese adas,
co esponden es a es ádios mais p ecoces.48,49 Também a eia ece o a pode se iden i icada
com ecu so à lin angiog a ia.50 A p esença de comp ome imen o do luxo enoso, incluindo
a izes, hipe ensão enosa ou incon inência al ula , ep esen am con aindicações à
ealização des a écnica.51 A lin angiog a ia pe mi e ainda guia a localização da incisão
ci ú gica a se ealizada. Pos e io men e, um co an e azul é inje ado e abso ido pelos asos
lin á icos, pe mi indo a sua isualização du an e a disseção.50
A ci u gia de ALV pode a ia conside a elmen e de pacien e pa a pacien e,
nomeadamen e quan o ao núme o, localização e ipo de anas omoses e e uadas, es ando
dependen e da ana omia do pacien e, expe iência do ci u gião e p og essão do lin edema.39,52
A maio ia dos es udos ealizados epo a uma média de 3 anas omoses e e uadas po
pacien es, num in e alo en e 2 e 9 anas omoses.29,53 No en an o, o seu núme o mínimo ou
ideal é ainda desconhecido, esidindo o obje i o na c iação do máximo de anas omoses
possí eis.14,29,53
Pa a além de a ua como um shun isiológico pa a o luido lin á ico, a ALV em
demons ado p o oca al e ações no p ocesso in lama ó io subjacen e ao lin edema, incluindo
a a enuação da espos a local mediada po células CD4 e diminuição da exp essão de
ma cado es de ib ose como TGF-B1, da deposição de colagénio, p oli e ação epidé mica e da
densidade capila lin á ica. Apesa de al e a a sua isiopa ologia, não e e e comple amen e
as al e ações já es abelecidas.15,48
Se ealizada co e amen e, a ALV ap esen a axas de sucesso ele adas e mo bilidade
eduzida, pe mi indo uma edução signi ica i a no olume do memb o e melho ando a
18
sin oma ologia na maio ia dos pacien es, incluindo a ní el da uncionalidade, sensação de
peso, incidência de in eções e dependência de mangas comp essi as, sendo es a espos a
man ida a longo-p azo.15,54,55
O a amen o do CM não aca e a unicamen e o isco associado de lin edema do
memb o supe io , mas ambém de lin edema da mama.56 Pa a além disso, a aplicação de
e apias comp essi as nes es casos o na-se di ícil dada a complexidade da o ma mamá ia.56,57
Giacalone e al. epo a am o p imei o caso demons a i o do sucesso da ALV no a amen o
de uma pacien e com lin edema da mama e a á io ao a amen o conse ado .56
É uma écnica pouco in asi a podendo se ealizada sob anes esia local.29 Não
necessi ando de uma zona dado a, é conside ada a ci u gia com menos isco associado.48,52 No
en an o, não é de desp eza o isco de ombose ou escle ose do bypass e p obabilidade de
eco ência ao longo do empo.50 Os canais lin á icos são no malmen e mais pequenos do que
as eias e as suas pa edes são inas e colapsam acilmen e.48 De ac o, es a di e ença de
calib es pode ge a um g adien e des a o á el, em que a p essão enosa excede a do sis ema
lin á ico e conduz à alência do bypass.48
As complicações da ALV são a as e mínimas e incluem in eção, ís ula lin á ica e
p oblemas de a aso na cica ização.39 Pa a além disso, os pe íodos de ollow-up dos es udos
exis en es são ainda eduzidos pa a pode em se co e amen e in e p e ados.53
4.3.2 - TRASNFERÊNCIA DE GÂNGLIOS LINFÁTICOS VASCULARIZADOS:
A TGLV consis e na ansplan ação de gânglios lin á icos uncionais de um local dado
com o obje i o de es au a o luxo lin á ico isiológico de uma zona ece o a onde os gânglios
na i os o am emo idos ou dani icados, como em pacien es subme idos a lin adenec omia ou
adio e apia.14,58 Pa a ob enção de melho es esul ados, é impo an e que a i igação ascula
seja p ese ada.16,59
Es a écnica em ap esen ado esul ados es a is icamen e supe io es às écnicas
conse ado as em pacien es com linde ema mode ado a se e o.46,60 Pode se ealizada
independen emen e dos asos lin á icos supe iciais es a em ou não p esen es e pode se
combinada com ou as écnicas, como ALV ou lipoaspi ação.29
Exis em duas eo ias que en am explica o seu mecanismo de base. Uma delas
de ende a impo ância do p ocesso de lin angiogénese, a a és da o mação espon ânea de
conexões lin á icas a e en es e e e en es en e os gânglios ans e idos e o local ece o , assim
19
como o mação de shun s lin o enosos.46,61 Os gânglios lin á icos ans e idos libe am
mediado es lin angiogénicos, como é exemplo o VEGF-C.46,62
Po ou o lado, é suge ido que a TGLV a ue como uma “bomba”, em que os gânglios se
compo am como sis emas de baixa p essão abso endo o luido in e s icial a a és do e ei o
da g a idade e pe mi indo a sua clea ance pa a o sis ema enoso.16,61
Exis e ainda bas an e con o é sia quan o aos c i é ios de seleção dos pacien es,
seleção do local dado e ece o e a aliação pós-ope a ó ia dos esul ados.39,46,63
A mo bilidade associada ao local dado , nomeadamen e o isco de lin edema
ia ogénico, é a p incipal p eocupação da TGLV, que embo a a a, é de as ado a.14 Des e
modo, é ecomendada a ealização de es udos p é-ope a ó ios como o mapeamen o lin á ico
e e so, no sen ido de iden i ica quais os gânglios associados à d enagem do memb o e que
não podem se dani icados.13,16,52,64
De ac o, não exis e nenhuma zona dado a que demons e se supe io ela i amen e
às es an es. Es a escolha ai depende essencialmen e da expe iência do ci u gião,
disponibilidade da á ea dado a e p e e ências do pacien e.65 Exis em á ias al e na i as
disponí eis pa a u ilização como e alho dado na TGLV, cada uma com as suas ca ac e ís icas,
an agens e des an agens associadas, que se encon am desc i os na Tabela 3.
A escolha do local ece o de e se baseada em á ios a o es, incluindo a g a idade
do lin edema ao longo do memb o, a iabilidade dos asos ece o es e p eocupações
cosmé icas.46 Depende ambém do mecanismo uncional no qual o ci u gião ac edi a.66 A
p esença de insu iciência enosa supe icial ou p o unda pode se uma con aindicação à
ealização des e p ocedimen o.46
A opção po um local ece o ana omicamen e p oximal como a axila ( ansplan ação
o o ópica) assen a na eo ia da lin angiogénese.66 Es e é um local mui as ezes sujei o a
ci u gia ou i adiação p é ia em pacien es com CM, pelo que es a opção pode á se an ajosa
ao pe mi i a emoção de cica izes e a sua subs i uição po ecidos bem ascula izados.16,66
Con udo, as al e ações ib ó icas da adio e apia podem o na a disseção dos asos locais
mais di ícil.46 A p incipal des an agem eside na di iculdade de d enagem da lin a con a
g a idade, de á eas dis ais pa a á eas p oximais.46 Po essa azão, a maio ia dos pacien es
necessi a de usa mangas de comp essão após a ci u gia.46
Po ou o lado, exis e a possibilidade de op a po locais ece o es não-ana ómicos
dis ais ( ansplan ação he e o ópica), como é o caso do pulso ou co o elo, que no malmen e
não so e am danos de i adiação.16,66 Es a escolha é ei a com base no mecanismo da “bomba
lin á ica”.16,46,66 É indicada quando o lin edema a e a p edominan emen e a ex emidade dis al
do b aço e a mão, onde exis e a an agem g a i acional de coloca o e alho dis almen e,
20
pe mi indo a ob enção de um melho ou come uncional.16,46 A p incipal des an agem consis e
na p esença de um e alho olumoso isí el na ex emidade dis al do memb o.16,46 A
localização da zona ece o a não pa ece ap esen a impac o signi ica i o nos esul ados
ge ais.67
Pa a de e mina o sucesso des a e apia é necessá io a alia pós-ope a o iamen e o
núme o de gânglios ans e idos, a unção lin á ica e a pa ência e diâme os dos asos da zona
ece o a.46 A maio ia dos casos de alência encon am-se associados à oco ência de es enose
enosa pelo p ocesso de cica ização.46
Tem sido demons ado que, que a TGLV, que a ALV, são e icazes nos esul ados a
cu o-p azo, em e mos de axa de edução ci cun e encial. No en an o, a TGLV, ap esen a
esul ados supe io es a longo-p azo em e mos de p obabilidade de descon inuação da e apia
comp essi a.46,60 Es a ci u gia em ap esen ado esul ados p omisso es na edução no olume
do memb o lin adenema oso, episódios de in eção e melho ia da qualidade de ida.58
4.3.3 – TRATAMENTO COMBINADO:
Os p ocedimen os isiológicos podem se combinados du an e a mesma ope ação ou
em ci u gias sequenciais de modo a aumen a a e icácia.52 A combinação en e p ocedimen os
abla i os e isiológicos pode se an ajosa em es ádios mais a ançados, já que uma ez
es abelecida hipe o ia ib oadiposa dos ecidos moles, os a amen os isiológicos se o nam
menos e icazes. Assim, é possí el p ocede à sua excisão e a melho ia concomi an e na
d enagem lin á ica, com diminuição da p obabilidade de eco ência.52,65
21
CONCLUSÃO
O a amen o do CM em so ido g ande e olução ao longo dos anos e em o nado
es a uma doença com g ande p obabilidade de cu a, aumen ando concomi an emen e a
impo ância da abo dagem das complicações ine en es aos seus a amen os.
Na e dade, o lin edema é uma das p incipais complicações associadas ao a amen o
ci ú gico do CM e é um ema ainda hoje associado a bas an e con o é sia. De ac o, é di ícil
de ini qual a abo dagem e apêu ica que es á indicada pa a cada caso dada a
he e ogeneidade na sua ap esen ação, múl iplas opções disponí eis, al a de es udos
compa a i os en e as á ias modalidades e ausência de guidelines es abelecidas baseadas na
e idência.
O a amen o conse ado pe manece a p imei a linha de a amen o, sendo
ecomendado an es de qualque abo dagem ci ú gica no in ui o de eduzi o excesso de luido
acumulado. Apesa de ap esen a bons esul ados em casos p ecoces, não são ainda
es a égias cu a i as, implicando ele ados cus os, g ande dispêndio de empo e eque endo a
adesão do pacien e ao longo da ida.
Po ou o lado, o a amen o ci ú gico pe mi e o e ece esul ados mais pe manen es.
As écnicas abla i as são e icazes mas aca e am uma g ande mo bilidade secundá ia e
culminam em esul ados ines é icos, sendo mais equen emen e ecomendadas como
complemen o às écnicas mic oci ú gicas em casos p olongados e associados a dano lin á ico
i e e sí el.
As écnicas ci ú gicas isiológicas êm demons ado bons esul ados na abo dagem do
lin edema. A ALV é uma écnica bas an e e icaz nos casos p ecoces e ap esen a a g ande
an agem de não necessi a de um local dado , sendo, po an o, menos in asi a. Po ou o
lado, eque a exis ência de um sis ema lin á ico pa en e, não podendo se e e uada em
pacien es com doença mais a ançada e com g a e comp ome imen o da unção lin á ica. A
TGLV pe mi e ul apassa essa limi ação, man endo-se uma modalidade iá el pa a casos mais
a ançados, ap esen ando ainda a an agem adicional de não eque a ealização de
anas omoses mic o ascula es e se , nesse sen ido, ecnicamen e menos exigen e. Pa a além
disso, pode se u ilizada em combinação com um e alho TRAM/DIEP pa a econs ução
mamá ia. Ambas demons a am se e icazes no a amen o do lin edema, com capacidade de
22
pe mi i edução do olume do memb o, diminui a mo bilidade e melho a a qualidade de
ida.
Nenhuma écnica se adequa a odas as ap esen ações e o g au em que se encon a a
doença é um a o impo an e pa a ajuda a guia a escolha da in e enção mais ap op iada. À
medida que o lin edema p og ide as es a égias conse ado as o nam-se ine icazes. Assim, o
es udo p é-ope a ó io da unção esidual do sis ema lin á ico é undamen al de modo a
seleciona os pacien es que bene icia ão de ci u gia e de ini se uma ci u gia econs u i a ou
abla i a es á indicada.
23
REFERÊNCIAS:
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32
Pe mi e a alia o es ado uncional
dos asos lin á icos.29
Ajuda na iden i icação dos asos
lin á icos e énulas pa a de e mina
a localização ó ima pa a a c iação
de shun s du an e a ci u gia de
ALV.29
33
Tabela 3 – Tipos de Re alho de Gânglios Lin á icos Vascula izados.
Tipo de Re alho
Ca ac e ís icas
Van agens
Des an agens
Re alho Inguinal
Local dado mais
equen emen e
u ilizado.29,39,46,61,67
Baseado na a é ia
ilíaca ci cun lexa
supe icial ou no
amo medial da
a é ia emo al
comum.46
U iliza as cadeias
gangliona es
inguinais supe iciais,
esponsá eis pela
d enagem do
abdómen in e io .66
As cadeias mais
p o undas
encon am-se
medialmen e e
d enam o memb o
in e io , de endo se
p ese adas.63,70
Cica iz quase
impe ce í el.61,64
Local dado com uma
ana omia ascula
consis en e e
quan idade
signi ica i a de
gânglios e ecido
ci cundan e
disponí el.64
To na iá el a sua
combinação com um
e alho abdominal,
pe mi indo a
econs ução au óloga
simul ânea da
mama.16,29
Risco de lin edema
ia ogénico do local
dado .39,64,71
Reduzido calib e e
comp imen o do
pedículo ascula .39,71
Re alho
Sup acla icula
O e alho é baseado
nos asos ce icais
ans e sos e suas
pe u an es.16,39
Meno isco de
desen ol e lin edema
ia ogénico.64,72
Cica iz acilmen e
ocul ada pela
oupa.39,64
G ande a iabilidade
ana ómica na i igação
ascula da egião
sup acla icula .63,66
Risco de lesão do
ne o sup acla icula
e duc o o ácico.16,39
Reduzidas dimensões,
quan idade de ecido
mole e núme o de
34
gânglios lin á icos
disponí el.39,73
Zona de disseção
di ícil.16
Re alho
Submen oneano
Baseia-se na a é ia
submen oneana,
amo da a é ia
acial.64,66
É e sá il, podendo se
u ilizado como um
e alho li e ou
pediculado.64
Elimina p a icamen e o
isco de induzi
lin edema
ia ogénico.46,64,74
O pedículo ascula
ap esen a um
amanho adequado,
exis e núme o
su icien e de gânglios
disponí eis e a
espessu a do e alho é
a o á el.46,74
Possibilidade de lesão
do ne o mandibula
ma ginal.63,64,66
A cica iz do local
dado localiza-se no
bo do in e io da
mandibula sendo mais
di ícil de ocul a .16
Re alho To ácico
La e al
Baseado na a é ia
o acodo sal ou
o ácica la e al e
en ol e a
ans e ência de
gânglios lin á icos da
pa e in e io da
axila, que na o ma
li e ou
pediculada.64,66
Os gânglios ob idos
de em limi a -se ao
ní el I, de modo a
e i a dani ica a
d enagem do
b aço.66
Pe mi e a ob enção de
uma g ande
quan idade de ecido
mole, ú il pe an e
g andes de ei os do
local ece o , um
comp imen o
adequado do pedículo
e uma quan idade
sa is a ó ia de gânglios
lin á icos.39,64
Pe mi e a ob enção de
uma cica iz quase
impe ce í el e a
ana omia ascula
local é ela i amen e
consis en e.64
Risco po encial de
lin edema ia ogénico
da ex emidade
supe io .39,64
Possibilidade de lesão
do ne o
o acodo sal.39
Taxas supe io es de
complicações
ela i amen e aos
ou os ipos de
e alho, incluindo
lin edema, lin ocelo,
se oma e do .66
35
Re alho
Gas oepiplóico
A ecen e
disseminação da
abo dagem
lapa oscópica
abdominal pe mi iu
diminui a
mo bilidade des e
local dado e o na a
ci u gia menos
in asi a.64,75
Baseado na a é ia
gas oepiploica
di ei a pela maio
acessibilidade
compa a i amen e à
esque da.64,66
E i a a oco ência de
lin edema
ia ogénico.64
Cica izes mui o
eduzidas e idên icas
às p oduzidas po
qualque
p ocedimen o
lapa oscópico.64
Pe mi e a inclusão de
um g ande núme o de
gânglios lin á icos,
ob enção de um
pedículo com diâme o
adequado e uma
g ande e sa ilidade
no amanho do
e alho.39,46
A al a de um
componen e cu âneo
az com que seja
necessá io eco e a
enxe os de pele.39
Risco de lesão dos
ó gãos in a-
pe i oneais, o mação
de ade ências e
descon o o
abdominal pós-
ope a ó io.39
36
ANEXOS
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa-S uden
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa
Comp o a i o de Submissão do A igo
Re is a Cien í ica da O dem dos Médicos www.ac amedicapo uguesa.com
1
NORMAS PUBLICAÇÃOAMP STUDENT
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa-S uden
Ac a Médica Po uguesa S uden ’s Publishing Guidelines
Conselho Edi o ial ACTA MÉDICA PORTUGUESA
Ac a Med Po 2016, 01 janei o 2016
1. Missão
Publica abalhos cien í icos da mais ele ada qualida-
de, elabo ados maio i a iamen e po es udan es, de o ma
a con ibui a i amen e pa a o inc emen o do conhecimen o
cien í ico ele an e pa a uma melho p á ica da Medicina.
2. Valo es
P omo e a qualidade cien í ica.
P omo e o conhecimen o e a ualidade cien í icos.
Independência e impa cialidade edi o ial.
É ica e espei o pela dignidade humana.
Responsabilidade social.
3. Visão
Es abelece -se como o p incipal eículo de consul a e
publicação, pela comunidade es udan il, na á ea do conhe-
cimen o biomédico.
4. Gene alidades
A Ac a Médica Po uguesa - S uden (do a an e AMP-
-S uden ) é uma secção da Ac a Médica Po uguesa, e is-
a cien í ica da O dem dos Médicos.
A Ac a Médica Po uguesa segue a polí ica do li e
acesso e não cob a quaisque axas ela i amen e ao p o-
cessamen o ou à submissão de a igos.
Rege-se pelas no mas de edição biomédica do In e -
na ional Commi ee o Medical Jou nal Edi o s (ICMJE), do
Commi ee on Publica ion E hics (COPE), e do EQUATOR
Ne wo k (desenho de es udos).
A polí ica edi o ial da e is a inco po a no p ocesso de
e isão e publicação as Recomendações de Polí ica Edi o-
ial (Edi o ial Policy S a emen s) emi idas pelo Conselho de
Edi o es Cien í icos (Council o Science Edi o s).
Os a igos p opos os de e ão es a de aco do com as
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa.
Após publicação, os au o es icam au o izados a dispo-
nibiliza os seus a igos em eposi ó ios das suas ins i ui-
ções de o igem, desde que mencionem semp e onde o am
publicados.
5. C i é ios e esponsabilidade au o al
Cons i uem au o es, de aco do com os c i é ios de au o-
ia do ICMJE, os elemen os que eúnam odos os seguin es
c i é ios:
1. Con ibuição subs ancial na conceção ou desenho
do abalho; ou na aquisição, análise ou in e p e ação dos
dados;
2. Pa icipação na edação do a igo ou na e isão
c í ica do seu con eúdo;
3. Ap o ação da e são inal do a igo;
4. Responsabilidade pela exa idão e in eg idade de
odo o abalho.
O au o p incipal de e á se es udan e do ensino su-
pe io , a é ao úl imo ano de cu so de Mes ado, ou médico
ecém-g aduado (a é um ano após egis o na O dem dos
Médicos, ou, sendo es angei o, a é um ano de exe cício
da p o issão), com abalho desen ol ido numa das á ias
á eas do conhecimen o biomédico.
A iden i icação dos co-au o es é da esponsabilidade do
au o .
Todos os que con ibuí am pa a o a igo, mas que não
encaixam nos c i é ios de au o ia, de em se lis ados na
secção “Ag adecimen os”.
O au o co esponden e:
1. Assume a esponsabilidade de comunicação com
a AMP-S uden du an e o p ocesso de submissão, e isão
e publicação;
2. Ga an e que odos os po enciais con li os de in e-
esse mencionados são co e os;
3. Assegu a a o iginalidade do abalho;
4. Ob ém a pe missão esc i a de cada pessoa men-
cionada na secção “Ag adecimen os”.
5. Todos os Au o es e ão de p eenche a Decla a-
ção de Responsabilidade Au o al, com as espe i as con i-
buições e au o ização de publicação.
6. Di ei os au o ais
Quando o manusc i o o acei e pa a publicação, odos
os au o es de e ão en ia uma Decla ação de Cedência de
Di ei os de Au o , de aco do com o seguin e modelo:
Edi o da Ac a Médica Po uguesa
O(s) au o (es) ce i ica(m) que o manusc i o in i ulado
_____________________________________________
_ ( e . AMP _______) é o iginal, que odas as a i mações
ap esen adas como ac os são baseadas na in es igação
do(s) au o (es), que o manusc i o, que em pa e que no
odo, não in inge nenhum copy igh e não iola nenhum
di ei o da p i acidade, que não oi publicado em pa e ou
no odo, e que não oi subme ido pa a publicação em pa e
ou no odo nou a e is a, e que os au o es êm o di ei o ao
copy igh .
Todos os au o es decla am que pa icipa am no aba-
2
Re is a Cien í ica da O dem dos Médicos www.ac amedicapo uguesa.com
NORMAS PUBLICAÇÃO AMP STUDENT
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa-S uden , 2016
lho e se esponsabilizam po ele.
Decla am ainda que não exis e, da pa e de qualque
dos au o es, con li o de in e esses nas a i mações p o e i-
das no abalho.
Os au o es, ao subme e em o abalho pa a publicação,
pa ilham com a Ac a Médica Po uguesa odos os di ei os
a in e esses do copy igh do a igo.
Todos os Au o es de em assina
Da a:
Nome (maiúsculas):
Assina u a:
7. Con li osdein e esse
Todos os in e enien es no p ocesso de e isão e pu-
blicação (au o es, e iso es, edi o es) de em conside a a
exis ência de con li os de in e esse ao desempenha a es-
pe i a unção e de em decla á-los.
Os au o es são ob igados a di ulga , de o ma explíci-
a, odos os in e esses secundá ios que possam en iesa o
abalho e cons i ui po enciais con li os de in e esse.
Essa in o mação não in luencia á a decisão edi o ial,
mas, an es da submissão do manusc i o, os Au o es êm
de assegu a odas as au o izações necessá ias pa a a pu-
blicação do ma e ial subme ido.
8. Consen imen o in o mado e ap o ação é ica
Todos os doen es (ou seus ep esen an es legais) que
possam se iden i icados nas desc ições ou o og a ias de-
e ão assina um o mulá io de consen imen o in o mado, a
subme e com o manusc i o.
Os au o es de em in o ma se o abalho oi ap o ado
pela Comissão de É ica da ins i uição, de aco do com a
Decla ação de Helsínquia.
9. Língua
Os a igos de em se edigidos em po uguês ou inglês.
Os í ulos e os esumos êm de se semp e em po u-
guês e inglês.
10. Es ilo
Todos os manusc i os de em se p epa ados de aco do
com o AMA Manual o S yle 10 h ed. e/ou Recommenda-
ions o he Conduc , Repo ing, Edi ing, and Publica ion o
Schola ly wo k in Medical Jou nals.
O es ilo de esc i a de e se cla o, di e o e a i o, usando
a p imei a pessoa e oz a i a.
Pala as em la im ou nou a língua que não seja a do
ex o de e ão se colocadas em i álico, exce o quando se
a em de subs an i os iden i icados de um indi íduo, o ga-
nização ou p ocedimen o.
Ab e ia u as, unidades de medida, abelas, igu as,
nomes de medicamen os, disposi i os e ou os p odu os,
ag adecimen os e e e ências de e ão se ap esen ados
con o me as No mas de Publicação da Ac a Médica Po u-
guesa.
11. Es u u a
A página de í ulo de e inclui :
a) Tí ulo em po uguês e inglês, conciso e desc i i o;
b) Linha de au o ia, que lis e o nome de odos os au o es
(p imei o e úl imo nome) com os í ulos académicos e/ou
p o issionais e espe i a a iliação (depa amen o, ins i ui-
ção, cidade, país);
c) Subsídio(s) ou bolsa(s) que con ibuí am pa a a ealiza-
ção do abalho;
d) Mo ada e e-mail do au o ao esponden e;
e) Tí ulo b e e pa a cabeçalho.
A segunda página de e inclui :
a) Tí ulo (sem au o es);
b) Resumo em po uguês e inglês (não pode eme e pa a
o ex o ou imagens, nem pode con e ci ações; in o mação
que não cons e do manusc i o não pode se mencionada
no esumo);
c) Pala as-cha e, num máximo de 5, em inglês, u ilizan-
do a e minologia que cons a no Medical Subjec Headings.
Te cei a página e seguin es:
a) A es u u a do ex o segue a modalidade do espec i o
a igo.
Os ag adecimen os de em inclui :
a) as con ibuições indi iduais pa a o es udo, sem o peso
de au o ia;
b) as on es de apoio inancei o, ecnológico ou de consul-
o ia.
Re e ências:
a) Os au o es são esponsá eis pela exa idão e igo das
suas e e ências e pela co e a ci ação no ex o, con o me
as No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa.
12. Fo ma o
Os o ma os de a qui o dos manusc i os au o izados
incluem o Wo d e o Wo dPe ec , e excluem o PDF.
13. P ocesso edi o ial
Gene alidades
A Ac a Médica Po uguesa segue um igo oso p ocesso
cego de e isão po pa es, ex e nos à e is a.
É ga an ida a con idencialidade dos abalhos subme-
idos, incluindo o es ado do p ocesso edi o ial, con eúdo e
c í icas dos e iso es.
C i é ios de a aliação
A a aliação dos manusc i os, p imei o pelo edi o , de-
pois pelos e iso es, con empla os seguin es c i é ios: o igi-
nalidade, a ualidade, cla eza de esc i a, mé odos ap op ia-
dos, dados álidos, conclusões adequadas e apoiadas pe-
los dados, signi icância e con ibuição pa a o conhecimen o
da á ea.
Submissão
Os manusc i os de em se subme idos nas espe i as
modalidades S uden disponí eis na pla a o ma ele ónica
da Ac a Médica Po uguesa.
A submissão de a igos S uden nas modalidades egu-
la es da Ac a Médica Po uguesa cons i ui á azão limina
Re is a Cien í ica da O dem dos Médicos www.ac amedicapo uguesa.com
3
NORMAS PUBLICAÇÃOAMP STUDENT
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa-S uden , 2016
de ejeição dos mesmos.
Os manusc i os de em se subme idos online, ia Sub-
missão Online no si e da Ac a Médica Po uguesa.
Após submissão, o Au o ecebe á con i mação de eceção
e um núme o pa a o manusc i o.
14. Modalidades de submissão
Es ão p e is as as seguin es modalidades de submis-
são, de aco do com as No mas de Publicação da Ac a Mé-
dica Po uguesa:
A igo de Opinião: ab ange g ande di e sidade de e-
mas de in e esse, desde a a ualidade cien í ica e educação
médica aos p esen es desa ios sociais, polí icos e huma-
nos (máx. 1200 pala as) na á ea biomédica e da saúde;
os a igos são subme idos po con i e do Edi o ; em al e -
na i a, um Au o que deseje p opo um a igo de opinião,
de e á eme e p e iamen e ao Edi o da AMP-S uden um
esumo do mesmo;
Pe spe i a: ensaio não cien í ico ou académico, po-
dendo explo a a na u eza da Medicina numa pe spe i a
al e na i a, nomeadamen e a a és do seu impac o nou as
á eas do conhecimen o, da sociedade ou da cul u a (máx.
1200 pala as); um Au o que deseje p opo uma pe spe i a
de e á eme e p e iamen e ao Edi o da AMP-S uden um
esumo do mesmo;
A igo O iginal: epo a um abalho de in es igação,
nomeadamen e ensaio clínico ( egis o público, CONSORT
S a emen ), uma e isão sis emá ica ou me a-análise
(PRISMA guidelines), um es udo obse acional (MOO-
SE guidelines) ou um es udo de p ecisão de diagnós ico
(STARD guidelines), es u u ando-se em In odução, Mé o-
dos, Resul ados, Discussão e Conclusões (máx. 4000 pa-
la as);
A igo de Re isão: abo da de o ma ap o undada o
es ado da a e numa de e minada á ea do conhecimen o
biomédico, a a és da e isão da li e a u a exis en e (máx.
3500 pala as). Es es a igos se ão p e iamen e p opos os
( ia ac amedicapo uguesas ude[email p o ec ed]) e a alia-
dos pelo Conselho Edi o ial da Ac a Médica Po uguesa;
Caso Clínico: ela a um caso clínico com jus i icada
azão de publicação, nomeadamen e a idade, aspe os
inusi ados, e oluções a ípicas, ino ações e apêu icas e de
diagnós ico (máx. 1000 pala as);
Imagem Médica: são acei es imagens clínicas, de ima-
giologia, his opa ologia, ci u gia, e c., ele an es pa a a
ap endizagem e p á ica médica, acompanhadas de in o -
mação clínica (max. 150 pala as, dispensa esumo);
Ca as ao Edi o : comen á io a um a igo da AMP-S u-
den ou uma pequena no a sob e um ema ou caso clínico
(máx. 400 pala as, dispensa esumo);
Adicionalmen e, exis e, exclusi amen e na AMP-S u-
den , a seguin e modalidade de submissão:
Online pos : des inado à publicação exclusi a no si e
o icial da AMP-S uden , que explo a emas da a ualidade
cien í ica, académica, polí ica, social e cul u al (máx. 600
pala as). Es a modalidade segue um p ocesso de e i i-
cação da adequação do con eúdo ao âmbi o da secção,
sendo subme ido a e isão edi o ial que pe mi e assegu a
o cump imen o de no mas o mais mínimas a é à sua pu-
blicação online. Es es pos s não se ão indexados, de endo
se p opos os a a és do co eio elec ónico ac amedica-
[email p o ec ed].
15. P ocesso edi o ial
Es ipula-se, pa a o p ocesso de publicação na Ac a Mé-
dica Po uguesa, e is a indexada, na sua secção S uden ,
o seguin e plano empo al:
Após a eceção do a igo e da Decla ação de Respon-
sabilidade Au o al, o edi o de secção comunica á ao(s)
au o (es) a acei ação, ou não, do manusc i o e en iá-lo-á,
em caso de acei ação, pa a e isão.
O edi o de secção assegu a á a eceção de, pelo me-
nos, duas e isões. No p azo máximo de qua o semanas,
cada e iso de e á esponde ao edi o com os seus co-
men á ios e a sua suges ão quan o à acei ação ou ejeição
do abalho.
O edi o de secção comunica á, nos 15 dias subse-
quen es, uma p imei a decisão, que pode á se a acei ação
do a igo sem modi icações, o en io dos comen á ios dos
e iso es pa a que os au o es p ocedam de aco do com o
indicado, ou a ejeição do a igo.
Os au o es dispõem de 20 dias pa a subme e a no a
e são e is a do manusc i o. Quando são p opos as al e-
ações, os au o es de e ão esponde a odas as ques ões
colocadas e en ia uma e são e is a do a igo com as
al e ações des acadas com co di e en e.
O edi o de secção dispõe de uma semana pa a eco-
menda ao edi o -che e a decisão sob e a no a e são:
acei a o a igo na sua no a e são, en iá-lo a e iso es
ex e nos ou ejei á-lo.
Caso o manusc i o seja een iado pa a e isão ex e na,
os pe i os dispõem de qua o semanas pa a o en io dos
seus comen á ios e da sua suges ão quan o à acei ação ou
ejeição do abalho.
A endendo às suges ões dos e iso es, o edi o de sec-
ção pode á ol a a solici a modi icações aos au o es, ou
ecomenda ao edi o -che e a espec i a acei ação ou e-
jeição. Em caso de necessidade de e e ua modi icações,
aplicam-se as condições acima de inidas.
Em caso de acei ação do manusc i o, em qualque uma
das ases an e io es, a mesma se á comunicada ao au o
co esponden e, que de e á en ia uma Decla ação de Ce-
dência de Di ei os de Au o , de aco do com o modelo no
anexo I. Num p azo in e io a um mês, o edi o da secção
en ia á o a igo pa a e isão dos au o es já com a o ma-
ação inal. Os au o es dispõem de cinco dias pa a e isão
do ex o e comunicação de quaisque e os ipog á icos e/
4
Re is a Cien í ica da O dem dos Médicos www.ac amedicapo uguesa.com
NORMAS PUBLICAÇÃO AMP STUDENT
ou o og á icos (não modi icações de undo, sob pena de o
a igo se ejei ado po decisão do edi o -che e).
Após a espos a dos au o es, ou na ausência des a no
decu so dos cinco dias, o a igo conside a-se concluído.
As p o as ipog á icas são esponsabilidade do Conse-
lho Edi o ial, se os au o es não indica em o con á io. Os
au o es ecebe ão as p o as pa a publicação em o ma o
PDF pa a co eção e de e ão de ol ê-las num p azo de 48
ho as.
16. Publicação Fas - ack
Sis ema de publicação pa a manusc i os u gen es e im-
po an es, desde que cump am os equisi os de inidos nas
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa.
17. E a as e e ações
A Ac a Médica Po uguesa publica al e ações, emendas
ou e ações ela i as a a igos an e io men e publicados.
Al e ações pos e io es à publicação assumi ão a o ma de
e a a.
NOTA FINAL
Es e egulamen o em um ca ác e suplemen a i o no
que se e e e às no mas de publicação na AMP-S uden ,
não dispensando o cump imen o das No mas de Publica-
ção da Ac a Médica Po uguesa.
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa-S uden , 2016
Re is a Cien í ica da O dem dos Médicos www.ac amedicapo uguesa.com
1
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa
Ac a Médica Po uguesa’s Publishing Guidelines
Conselho Edi o ial ACTA MÉDICA PORTUGUESA
Ac a Med Po 2016, 30 dezemb o 2016
NORMAS PUBLICAÇÃO
1. MISSÃO
Publica abalhos cien í icos o iginais e de e isão na
á ea biomédica da mais ele ada qualidade, ab angendo
á ias á eas do conhecimen o médico, e ajuda os médicos
a oma melho es decisões.
Pa a a ingi es es objec i os a Ac a Médica Po uguesa
publica a igos o iginais, a igos de e isão, casos clínicos,
edi o iais, en e ou os, comen ando sob e os ac o es clí-
nicos, cien í icos, sociais, polí icos e económicos que a ec-
am a saúde. A Ac a Médica Po uguesa pode conside a
a igos pa a publicação de au o es de qualque país.
2. VALORES
P omo e a qualidade cien í ica.
P omo e o conhecimen o e ac ualidade cien í ica.
Independência e impa cialidade edi o ial.
É ica e espei o pela dignidade humana.
Responsabilidade social.
3. VISÃO
Se econhecida como uma e is a médica po uguesa
de g ande impac o in e nacional.
P omo e a publicação cien í ica da mais ele ada quali-
dade p i ilegiando o abalho o iginal de in es igação (clíni-
co, epidemiológico, mul icên ico, ciência básica).
Cons i ui o ó um de publicação de no mas de o ien a-
ção.
Amplia a di ulgação in e nacional.
Lema: “P imum non noce e, p imei o a Ac a Médica
Po uguesa”
4. INFORMAÇÃO GERAL
A Ac a Médica Po uguesa é a e is a cien í ica com
e isão pelos pa es (pee - e iew) da O dem dos Médicos.
É publicada con inuamen e desde 1979, es ando indexa-
da na PubMed / Medline desde o p imei o núme o. Desde
2010 em Fac o de Impac o a ibuído pelo Jou nal Ci a ion
Repo s - Thomson Reu e s.
A Ac a Médica Po uguesa segue a polí ica do li e
acesso. Todos os seus a igos es ão disponí eis de o -
ma in eg al, abe a e g a ui a desde 1999 no seu si e
www.ac amedicapo uguesa.com e a a és da Medline
com in e ace PubMed.
A Ac a Médica Po uguesa não cob a quaisque axas
ela i amen e ao p ocessamen o ou à submissão de a i-
gos.
A axa de acei ação da Ac a Médica Po uguesa, em
2014, oi de ap oximadamen e de 20% dos mais de 700
manusc i os ecebidos anualmen e.
Os manusc i os de em se subme idos online ia
“Submissões Online” h p://www.ac amedicapo uguesa.com
/ e is a/index.php/amp/abou /submissions#online
Submissions.
A Ac a Médica Po uguesa ege-se de aco do com as
boas no mas de edição biomédica do In e na ional Com-
mi ee o Medical Jou nal Edi o s (ICMJE), do Commi ee
on Publica ion E hics (COPE), e do EQUATOR Ne wo k
Resou ce Cen e Guidance on Good Resea ch Repo (de-
senho de es udos).
A polí ica edi o ial da Re is a inco po a no p ocesso de
e isão e publicação as Recomendações de Polí ica Edi-
o ial (Edi o ial Policy S a emen s) emi idas pelo Conselho
de Edi o es Cien í icos (Council o Science Edi o s), dispo-
ní eis em h p://www.councilscienceedi o s.o g/i4a/pages/
index.c m?pageid=3331, que cob e esponsabilidades e
di ei os dos edi o es das e is as com a bi agem cien í ica.
Os a igos p opos os não podem e sido objec o de qual-
que ou o ipo de publicação. As opiniões exp essas são
da in ei a esponsabilidade dos au o es. Os a igos publica-
dos ica ão p op iedade conjun a da Ac a Médica Po ugue-
sa e dos au o es.
A Ac a Médica Po uguesa ese a-se o di ei o de co-
me cialização do a igo enquan o pa e in eg an e da e is-
a (na elabo ação de sepa a as, po exemplo). O au o de-
e á acompanha a ca a de submissão com a decla ação
de cedência de di ei os de au o pa a ins come ciais.
Rela i amen e à u ilização po e cei os a Ac a Médica
Po uguesa ege-se pelos e mos da licença C ea i e Com-
mons ‘A ibuição – Uso Não-Come cial – P oibição de Rea-
lização de Ob as De i adas (by-nc-nd)’.
Após publicação na Ac a Médica Po uguesa, os au o-
es icam au o izados a disponibiliza os seus a igos em
eposi ó ios das suas ins i uições de o igem, desde que
mencionem semp e onde o am publicados.
5. CRITÉRIO DE AUTORIA
A e is a segue os c i é ios de au o ia do “In e na ional
8
Re is a Cien í ica da O dem dos Médicos www.ac amedicapo uguesa.com
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2016
ERRATA E RETRACÇÕES
A Ac a Médica Po uguesa publica al e ações, emendas
ou e acções a um a igo an e io men e publicado. Al e a-
ções pos e io es à publicação assumi ão a o ma de e a a.
NOTA FINAL
Pa a um mais comple o escla ecimen o sob e es e as-
sun o aconselha-se a lei u a do Uni o m Requi emen s o
Manusc ip s Submi ed o Biomedical Jou nals do In e na-
ional Commi ee o Medical Jou nal Edi o s), disponí el em
h p://www.ICMJE.o g.
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Fo Au ho s
Fo Lib a ians
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KEYWORDS
Adolescen Aged Child Clinical Compe ence
Diabe es Melli us, Type 2 Educa ion, Medical,
Unde g adua e Educa ional Measu emen HIV
In ec ions In e nship and Residency Pe iodicals
as Topic Po ugal Po ugal. P egnancy
P ima y Heal h Ca e Public Heal h Publishing
Quali y o Li e Randomized Con olled T ials as
Topic Risk Fac o s S uden s, Medical Su eys
and Ques ionnai es
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Home > Use > Au ho > Submissions > #12079 > Summa y
#12079 Summa y
SUMMARY REVIEW EDITING
Submission
Au ho s Ana Raquel A onso, F ancisco Ca alho, Ma isa Ma ques
Ti le Lin edema Pós-Mas ec omia
O iginal ile 12079-43518-1-SM.DOC 2019-03-19
Supp. iles 12079-43522-1-
SP.DOCX 2019-03-19
ADD A SUPPLEMENTARY FILE
Submi e Ana Raquel A onso
Da e
submi ed Ma ch 19, 2019 -
07:59 PM
Sec ion AMP S uden Re iew
Edi o And eia Gi
S a us
S a us In Re iew
Ini ia ed 2019-03-19
Las
modi ied 2019-03-19
Submission Me ada a
EDIT METADATA
Au ho s
Name Ana Raquel A onso
A ilia ion Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o
Coun y Po ugal
Compe ing in e es s
CI POLICY —
Bio S a emen —
P incipal con ac o edi o ial co espondence.
Name F ancisco Ca alho
A ilia ion Cen o Hospi ala São João
Coun y Po ugal
Compe ing in e es s
CI POLICY —
Bio S a emen —
Name Ma isa Ma ques
A ilia ion Cen o Hospi ala São João
Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o
Coun y Po ugal
Compe ing in e es s
CI POLICY —
Bio S a emen —
Ti le and Abs ac
Ti le Lin edema Pós-Mas ec omia
Abs ac
In odução:O lin edema é uma das p incipais complicações
associadas ao a amen o ci ú gico do ca cinoma da mama.
É um ema bas an e con o e so, essencialmen e pe an e a
al a de uni o midade ela i a à escolha da sua abo dagem
e apêu ica. O obje i o des a e isão passa po ap esen a
os desen ol imen os a uais do a amen o isiológico na
abo dagem do lin edema pós-mas ec omia.
Ma e iais e Mé odos:Foi ealizada uma pesquisa na base
de dados PubMedde a igos elacionados com o a amen o
isiológico do lin edema, e e en es ao pe íodo en e 2014 e
2018.
Resul ados:As écnicas conse ado as pe manecem a 1ª
linha de a amen o pa a casos de lin edema p ecoce, no
en an o, eque em a adesão do pacien e ao longo da ida,
não sendo cu a i as. Assim, os a amen os ci ú gicos
isiológicos pe mi em o e ece esul ados mais pe manen es
e abo da os casos e a á ios, eduzindo a mo bilidade
associada às écnicas abla i as clássicas. A Anas omose
Lin a ico enosa não necessi a de um local dado , sendo
po an o uma écnica menos in asi a. Con udo, eque a
exis ência de um sis ema lin á ico pa en e. Po ou o lado, a
T ans e ência de Gânglios Lin á icos Vascula izados é
iá el mesmo pa a os casos mais a ançados. Pa a além
disso, pe mi e a ealização concomi an e de econs ução
mamá ia.
Discussão:É di ícil de ini qual o a amen o que es á
indicado pa a cada caso dada a he e ogeneidade na sua
ap esen ação, múl iplas opções disponí eis, al a de
es udos compa a i os en e as á ias modalidades e
ausência guidelineses abelecidas baseadas na e idência.
Conclusão:Nenhuma écnica se adequa a odas as
ap esen ações e o g au em que se encon a a doença é um
a o impo an e pa a guia a escolha da in e enção mais
ap op iada.
Indexing
Keywo ds B eas Cance Lymphedema; Mic osu ge y; Anas omosis,
Su gical; Lymph Nodes
Language po
Suppo ing Agencies
Agencies —
OpenAIRE Speci ic Me ada a
P ojec ID —
ISSN: 1646-0758