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Introdução às Técnicas para Levantamento de Forma Tridimensional sem Contacto

Abstract

As técnicas de levantamento de forma tridimensional (3D) sem contacto são hoje uma ferramenta muito usada para a obtenção da forma 3D de objectos ou cenas. Este artigo descreve, resumidamente, algumas dessas técnicas que têm sido utilizadas na aquisição de informação 3D no domínio de Visão Tridimensional, bem como as vantagens e dificuldades que lhes são apontadas.

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Introdução às Técnicas para Levantamento de Forma Tridimensional sem Contacto

Author: Maria Cândida Coelho,João Manuel Ribeiro Silva Tavares
Year: 2003
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/632/2/55212.pdf
INTRODUÇÃO ÀS TÉCNICAS PARA LEVANTAMENTO
DE FORMA TRIDIMENSIONAL SEM CONTACTO
Cândida Pin o Coelho1, João Manuel R. S. Ta a es1, 2
1Labo a ó io de Óp ica e Mecânica Expe imen al, Ins i u o de Engenha ia Mecânica e Ges ão Indus ial,
Rua D . Robe o F ias, s/n 4200-465 PORTO PORTUGAL, {candidc@ e.up.p , a a es@ e.up.p }
2Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o, Depa amen o de Engenha ia Mecânica e Ges ão Indus ial,
Rua D . Robe o F ias, s/n 4200-465 PORTO PORTUGAL, {h p://www. e.up.p /~ a a es}
RESUMO
As écnicas de le an amen o de o ma idimensional (3D) sem con ac o são hoje uma
e amen a mui o usada pa a a ob enção da o ma 3D de objec os ou cenas. Es e a igo
desc e e, esumidamen e, algumas dessas écnicas que êm sido u ilizadas na aquisição de
in o mação 3D no domínio de Visão T idimensional, bem como as an agens e di iculdades
que lhes são apon adas.
1 INTRODUÇÃO Nes e a igo, op ou-se po aze a di isão
das écnicas de aquisição de in o mação 3D
a ap esen a em duas classes: passi as e
ac i as; es ando cada uma delas di idida em
á ias subclasses, como se obse a no
esquema da Fig. 1. Es a di isão, habi ual
nes e domínio, e e em a enção os
p incípios básicos u ilizados po cada uma
dessas écnicas.
Ao longo dos úl imos anos, em-se
assis ido ao desen ol imen o de á ias
écnicas de aquisição de in o mação
idimensional sem con ac o que, di ec a ou
indi ec amen e, de e minam as coo denadas
idimensionais de pon os de uma cena ou
de um objec o, a dis ância desses pon os a
um de e minado e e encial ou a o ien ação
local das supe ícies que os cons i uem.
Figu a 1 – Di isão das écnicas sem con ac o pa a ob enção de in o mação 3D de uma cena ou objec o.
Técnicas de Aquisição 3D sem Con ac o
Passi a
Imagens Monocula es
de In ensidade
Es e eoscopia
Passi a
Ac i as
De ecção
de Ecos
Es e eoscopia
Ac i a
Moi é
Tempo al Phase
Unw apping
Pad ão
Biná io
E ique agem
Espacial
Modelação
Tempo al
Pad ão Codi i-
cado Co
Pad ão Codi i-
cado Sinusoidal
Focagem Geome ia
Conhecida
Pe s
p
ec i a
Somb eado Con o no Tex u a Ocul ação
Va iação da
Dis ancia Focal
1
Os e mos cena e objec o i ão se
u ilizados, ao longo des e a igo, de uma
o ma não dis in a, assim, a aquisição da
in o mação idimensional an o pode se
ela i a a uma cena como a um objec o.
2 TÉCNICAS PASSIVAS
As écnicas passi as ca ac e izam-se po
u iliza em apenas a luz ambien e pa a
ilumina a cena. A in o mação de dis ância
é ex
de
do
e al, es as écnicas apenas pe mi em ob e
ien ação das
la i a en e os
e
e mi em ob e medidas de dis ância
bsolu a com base na ocagem, na a iação
da dis ância ocal ou no conhecimen o
p é io da geome ia da cena, como o
amanho dos objec os ou de ou os
elemen os da cena; e aquelas que pe mi em
ob e in o mação ace ca da o ien ação das
supe ícies p e a dos
objec os ase somb eado, na
pe spec i a, na ex u a, nos con o nos, na
oc
o ma indi ec a aduzem a geome ia da
casos, a ob en
só
é possí el quando se dispõe de á ias
ição,
i e en es.
x
de
do
e al, es as écnicas apenas pe mi em ob e
ien ação das
la i a en e os
e
e mi em ob e medidas de dis ância
bsolu a com base na ocagem, na a iação
da dis ância ocal ou no conhecimen o
p é io da geome ia da cena, como o
amanho dos objec os ou de ou os
elemen os da cena; e aquelas que pe mi em
ob e in o mação ace ca da o ien ação das
supe ícies p e a dos
objec os ase somb eado, na
pe spec i a, na ex u a, nos con o nos, na
oc
o ma indi ec a aduzem a geome ia da
casos, a ob en
só
é possí el quando se dispõe de á ias
ição,
i e en es.
aída a pa i de uma ou mais imagens in o mação de o ien ação das supe ícies
aída a pa i de uma ou mais imagens in o mação de o ien ação das supe ícies
in ensidade da cena. As écnicas passi as
que êm a designação gené ica de “ o ma
com base em x”, p ocu am ex ai a
in o mação de dis ância a pa i de uma ou
mais imagens monocula es de in ensidade,
b idas com uma câma a ixa. De um mo
in ensidade da cena. As écnicas passi as
que êm a designação gené ica de “ o ma
com base em x”, p ocu am ex ai a
in o mação de dis ância a pa i de uma ou
mais imagens monocula es de in ensidade,
b idas com uma câma a ixa. De um mooo
gg
in o mação ace ca da o
supe ícies ou da dis ância e
in o mação ace ca da o
supe ícies ou da dis ância e
pon os da cena, não pe mi indo medi
dis âncias absolu as. No en an o, exis em
écnicas de medida de dis ância absolu a
usando imagens monocula es: o exemplo
mais conhecido é o das écnicas de ocagem
que eco em à equação das len es pa a
de e mina a dis ância às egiões bem
ocadas de uma ou mais imagens de
in ensidade. Das écnicas passi as a mais
conhecida é a es e eoscopia que pe mi e
ob e in o mação de dis ância a pa i de
duas ou mais imagens de in ensidade da
cena, omadas com uma ou mais câma as
colocadas em posições di e en es,
eco endo ao p incipio da T iangulação.
2.1 Técnicas Baseadas em Imagens
Monocula es de In ensidade
As écnicas desc i as nes a subsecção
p ocu am ex ai in o mação de dis ância
com base em imagens monocula es de
in ensidade, ob idas com uma câma a ixa.
Es as écnicas êm a designação gené ica de
“ o ma com base em x”, em que “x” é a
in o mação usada pa a ex ai in o mação
idimensional. No malmen e, es as écnicas
ão di ididas em dois g upos: aquelas qu
pon os da cena, não pe mi indo medi
dis âncias absolu as. No en an o, exis em
écnicas de medida de dis ância absolu a
usando imagens monocula es: o exemplo
mais conhecido é o das écnicas de ocagem
que eco em à equação das len es pa a
de e mina a dis ância às egiões bem
ocadas de uma ou mais imagens de
in ensidade. Das écnicas passi as a mais
conhecida é a es e eoscopia que pe mi e
ob e in o mação de dis ância a pa i de
duas ou mais imagens de in ensidade da
cena, omadas com uma ou mais câma as
colocadas em posições di e en es,
eco endo ao p incipio da T iangulação.
2.1 Técnicas Baseadas em Imagens
Monocula es de In ensidade
As écnicas desc i as nes a subsecção
p ocu am ex ai in o mação de dis ância
com base em imagens monocula es de
in ensidade, ob idas com uma câma a ixa.
Es as écnicas êm a designação gené ica de
“ o ma com base em x”, em que “x” é a
in o mação usada pa a ex ai in o mação
idimensional. No malmen e, es as écnicas
ão di ididas em dois g upos: aquelas quss
p
a
p
a
ou da
com b
ou da
com b
oximidad
no
oximidad
no
ela i ela i
ul ação ul ação ou nou aou nou as ca as ca ac e ís icasc e ís icas que de que de
cencena. Na. Nes es es es ção da ção da
imagens da cena ob idas da mesma pos
mas em condições ambien ais d
imagens da cena ob idas da mesma pos
mas em condições ambien ais d
2.1.1 Focagem
A écnica de ocagem [Awcock, 1996;
Jain, 1995; Sil a, 1994] consis e no cálculo
da dis ância aos pon os da imagem que
es ejam bem ocados
()
, endo o
conhecimen o p é io da dis ância ocal da
len e da câma a
2.1.1 Focagem
A écnica de ocagem [Awcock, 1996;
Jain, 1995; Sil a, 1994] consis e no cálculo
da dis ância aos pon os da imagem que
es ejam bem ocados
()
, endo o
conhecimen o p é io da dis ância ocal da
len e da câma a
(
)
e da dis ância en e o
cen o óp ico da len e e o plano imagem
(
)
s, a pa i da equação das len es inas
(Fig. 2):
s
111 += .
Es a equação é aplicá el ambém em
len es mais espessas, desde que as
dis âncias , s e sejam ajus adas aos pon os
p incipais que esul am da in e secção dos
planos p incipais da len e com o eixo
óp ico. O sucesso da ob enção de dis ância
dos pon os da imagem depende
essencialmen e da qualidade da ocagem. A
p ecisão das medidas é in e samen e
p opo cional à p o undidade do campo, po
ssa azão a abe u a do campo de isão e a
is ância ocal de em se ele adas.
e
d
Figu a 2 – Técnica baseada na ocagem: o mação
de imagens a pa i da equação das len es inas.
s
111 +=
bjec o
Pon o ocal
Imagem
s
O
2
A p incipal an agem des a écnica é
pe mi i ob e in o mação de dis ância
absolu a usando uma só câma a, sem
conhecime o p é io da cena. Con udo, es a
écnica es á limi ada a cenas que não sejam
is
ção da
dis ância ocal do sis ema de
aquisição (Fig. 3).
e quando se a a de
es, pois a dis ância
bsolu a em de se de e minada com
la i amen e à on e de
luz. Uma câma a mede a in ensidade de um
elemen o de supe ície, a qualidade des a
medição depende da iluminação inciden e,
das ca ac e ís icas e lec o as da supe ície,
da sua o ien ação ela i amen e à on e de
modo que a in ensidade da iluminação
inc
luz e à câma a, e das ca ac e ís icas da
a
agens da cena,
cap adas da mesma posição, mas
iluminadas po uma on e de luz di e en e.
A aquisição é conseguida se a supe í
pe ei amen e di uso a, a on e de luz e a
câma a es i e em em posições ixas e
câma a (Fig. 4). Es a écnica baseia-se n
aquisição de á ias im
n
cie o
ualmen e homogéneas e à ápida
diminuição da p ecisão e esolução com o
aumen o da dis ância.
2.1.2 Va iação da dis ância ocal
A écnica de a iação da dis ância ocal
[Awcock, 1996; Jain, 1995; Sil a, 1994]
consis e no cálculo da dis ância absolu a a
pa i da compa ação de um de e minado
pon o ca ac e ís ico em duas imagens de
in ensidade adqui idas com a ia
su icien emen e a as adas da supe ície de
iden e sob e cada pon o des a se possa
conside a cons an e, e a di ecção de isão
se possa admi i a mesma pa a odos os
pon os da cena. Conside ando es es
p essupos os, a in ensidade medida no
plano imagem,
(
)
jiI ,, é dada pela unção:
(
)
(
)
qpRjiI ,,
=
,
()
∆
2.1.3 Somb eado
A écnica baseada no somb eado
[Awcock, 1996; Jain, 1995; Sil a, 1994]
p e ende ex ai in o mação sob e a o ma
de um objec o a pa i do somb eado das
supe ícies, esul an e da a iação da sua
o ien ação local e
em que
(
)
jiI ,
(
)
R
conhecid objec os [Awcock, 1996;
Jain, 1995; Sil a, 1994] é possí el
são os dois pa âme os que
ação da supe ície e de e minam a o ien
∆
qp, especi ica a in ensidade de um
elemen o de supe ície em unção da sua
o ien ação.
Figu a 4 – Técnica baseada no somb eado: in o mação
da o ma de um objec o ex aída a pa i da a iação
da sua o ien ação local ela i amen e a uma on e
de luz, imagem adap ada de [Sil a,1994].
A p incipal des an agem des a écnica é
não se aplicá el a cenas que ap esen em
descon inuidades, pois a dis ância ela i a
en e dois pon os é ob ida po in eg ação. A
de e minação de dis âncias absolu as só é
possí el se o conhecida p e iamen e a
dis ância a um pon o da cena, isí el nas
imagens.
2.1.4 Geome nhecida
z
y
x
()
1,, ss qps =
()
1,,qpn =
no mal
g
s
Câma a Fon e de Luz
Pon o ocal
Pon o
da
cena
Dispa idade
Imagem2
Imagem1
Figu a 3 – Técnica baseada na a iação da dis ância
ocal: dispa idade en e pon os da imagem.
A p incipal des an agem des a écnica é
ob iga à de ecção e empa elhamen o dos
pon os ca ac e ís icos nas duas imagens,
o nando-a pesada compu acionalmen e.
Ou a di iculdade oco
s uda objec os dis ane
a
ele ada p ecisão.
ia co
Na écnica baseada na geome ia
a dos
3
de e mina a dis ância absolu a a a és de
uma elação simples, conhecendo as
dimensões d
ância absolu a a a és de
uma elação simples, conhecendo as
dimensões dos objec os da cena e os
pa âme os geomé icos do senso de
imagem o óp ico, cen o d ção,
os objec os da cena e os
pa âme os geomé icos do senso de
imagem o óp ico, cen o d ção,
()
R
()
R
''
R
, e dis ância ocal, ). Es a écnica é
pa icula men e simp
es é icos se o ângulo de isão o pequeno
(Fig. 5).
Fig
.1.5 Pe spec i a
Sil a, 1994]
pa alelas na
cen
o
um
êm
l ob e ou a
c a no espaço que ambém pe ence ao
lano. O plano em ques ão é pois a
í o essas duas ec as.
les pa a objec os
a, po exemplo a es as de objec os.
Sabendo-se que duas linhas de uma imagem
co espondem a linhas pa alelas na cena é
possí el impo “ es ições” à o ien ação do
plano que con ém essas linhas. Quando as
imagens das linhas se in e sec am, pon o
de in e secção de ine, com o cen o óp ico
da len e do sis ema o mado de imagem,
a ec a no espaço coplana às e e idas
linhas, es ingindo assim as posições
possí eis do plano (Fig. 6). Es es pon os
a designação de pon os de uga.
Dispondo-se de um ou o conjun o de
linhas pa alelas, no mesmo plano e com
di ecção di e en e, é possí e
e
(eix (eix e p ojece p ojec p
supe cie de inida p
A p incipal des an agem des a écnica é
a necessidade de exis ência, na cena, de
supe ícies planas que con enham pelo
menos dois conjun os de linhas pa alelas.
Ou a di iculdade é a exis ência de ou as
linhas não pa alelas.
2.1.6 Con o no
A écnica baseada no con o no [Jain,
1995; Sil a, 1994] consis e na
de e minação da o ien ação da supe ície a
que pe ence um con o no de uma imagem
dada, azendo a sua p ojecção in e sa sob e
planos com di e sas o ien ações e
escolhendo a o ien ação do plano a pa i da
maximização do ac o de o ma do
con o no p ojec ado
(
)
F, dado po :
a ea
u a 5 – Técnica baseada em geome ia conhecida:
dis ância absolu a de um objec o es é ico.
No en an o, es a écnica em a
des an agem de se de di ícil aplicação em
cenas com objec os poliéd icos ou em que o
campo de isão seja ele ado.
2
Es a écnica [Jain, 1995;
p essupõe que exis am linhas F=2
pe ime o
Des e modo, uma elipse, um apézio e
um iângulo são in e p e ados,
espec i amen e, como uma ci cun e ência,
um ec ângulo e um iângulo equilá e o
nclinados.
.
A p incipal di iculdade des e mé odo é a
de um con o no
bid
i
possibilidade
imensional pode se a p ojecção de uma
in inidade de con o nos idimensionais, o
que o o na ambíguo (Fig. 7).
m
as
P
1
(
x
1
’
,
y
1
’
)
P
2
(
x
2
’
,
y
2
’
)
L1 L2
x
y
Plano
imagem
'RR d =
d
'R
R
0
γ
L2
L1
P
ec o
(
x
,
y
,
-
γ
)
ec o
(
p
,
q
, 1
)
Supe
lin
ície co
has
p
a alel
Imagem
z
y
a)
Figu a 6 – Técnica baseada na pe spec i a:
x
b)
a) as linhas (pa
in e sec am-se no pon o de uga (P); b) os pon os
alelas) da supe ície p ojec adas na imagem
de uga P1 e P2 de dois conjun os de linhas.
4
Figu a 7 – Técnica baseada no con o no: um con o no
bidimensional pode se a p ojecção de uma
in inidade de con o nos idimensionais,
imagem de [Sil a, 1994].
2.1.7 Tex u a
A ex u a de uma supe ície [Awcock,
1996; Jain, 1995; Sil a, 1994] pode se
de dis ância ela i a. As a iações de
ex u ade
uni o me, o en os
o unidade de á ea seja cons an e. Es e
adien e aduz uma inclinação da
í i amen e ao plano de
im
usada pa a ob e in o mação de o ien ação e
ian e implica que os elemen os
a da cena enham uma densid
u seja, o núme o de elem
amanho, densidade ou o ien ação, que os
elemen os de um u a uni o me êm
numa imagem, dependem da dis ância e da
inclinação da supe ície ela i amen e ao
no imagem. É possí el ambém ob e
o mação de dis ância absolu a, se o
amanho dos elemen os da ex u a o em
conhecidos.
Exis em a ian es des a écnica, no
a da
des e sis ema esul a p incipalm
p ocesso que ope a sob e
amado “ usão”. Apesa de cad
po si só não con e i
dis ância do as duas
“ undidas” pelo sis em
ob ida uma es u u a
esul an e da dispa idade, ou d
p ição, en e os pon os das
(Fig. 9).
d
1
a ex
pla de
in
en an o, i á se ap esen ada nes e a igo
como exemplo apenas uma. Assim, es a
p
g
supe cie ela
agem, sendo possí el assim ob e a sua
o ien ação (Fig. 8). Es a a ian e em como
di iculdade a iden i icação e a con agem
exac a dos elemen os da ex u a.
Figu a 8 – Técnica baseada na ex u a: o g adien e de
ex
A écnica que eco e a duas imagens de
uma cena, adqui idas de posições
di e en es, pa a ob e in o mação de
dis ância, designa-se es e eoscopia passi a
[Awcock, 1996; Jain, 1995; Sil a, 1994;
Ta a es, 1995]. Es a écnica baseia-se na
o ma como se p ocessa o sis ema isual
humano pa a ob enção da in o mação
en e de um
dua
n o
im
a de isão humano, é
idimensional
i e ença de
d
p ocesso de medida de dis ância po
di idido nos
u a pode se usado pa a de e mina a o ien ação
das supe ícies, imagem de [Sil a, 1994].
As p incipais des an agens da écnica de
de e minação da o ma com base na ex u a
são: a necessidade de exis ência de
supe ícies ex u as na cena, o
conhecimen o p é io da ex u a de modo a
pode aze a dis inção en e as dis o ções
de idas à p ojecção e as ca ac e ís icas da
ex u a, e o ele ado cus o compu acional.
2.2 Es e eoscopia Passi a
idimensional. A pe cepção de dis ância
s imagens,
a imagem
mação de
agens são
ch
, quan
os uas imagens
Figu a 9 – Ilus ação do concei o de dispa idade.
Dispa idade = d2 - d1
d
2
Plano-Ima
g
e
m
O
es e eoscopia passi a pode se
ês passos seguin es:
i) aquisição de duas imagens da cena,
cap adas po câma as a as adas uma da
ou a (ou po uma só câma a em
posições/ins an es dis in as) o su icien e
de modo a que exis a alguma
sob eposição en e essas imagens;
ii) es abelece as co espondências en e
pon os ca ac e ís icos p esen es nas duas
5

imagens, que sejam a p ojecção do
mesmo pon o na cena;
ii) pa a cada pa de pon os co esponden es
de e mina o pon o de in e secção das
ec as po eles de e minadas no espaço,
ob endo assim as coo denadas do pon o
da cena. Es e é o p incipio usado nas
écnicas es e eoscópicas pa a ob enção
da in oda in o
i
mação idimensional, o qual em
a designação de T iangulação.
Exis em duas con igu ações básicas do
sis ema de aquisição pa a ob enção das duas
imagens da cena: uma em que as câma as
es ão colocadas no me o plano, com eixos
óp icos pa alelos, e o ien adas de modo a
que as linhas de a imen o das imagens
se
s eixos óp icos das
ne
éc
p ocesso de es abelecimen o de
co
im
as
da a pon os
ou
que
do em á eas e
às di e enças
co espondências en e ca ac e ís icas
ico
mação idimensional, o qual em
a designação de T iangulação.
Exis em duas con igu ações básicas do
sis ema de aquisição pa a ob enção das duas
imagens da cena: uma em que as câma as
es ão colocadas no me o plano, com eixos
óp icos pa alelos, e o ien adas de modo a
que as linhas de a imen o das imagens
se
s eixos óp icos das
ne
éc
p ocesso de es abelecimen o de
co
im
as
da a pon os
ou
que
do em á eas e
às di e enças
co espondências en e ca ac e ís icas
ico
6
• Na p imei a ase ei o u
p ocessamen o das duas imagens, no
sen ido de de ec a pon os ou ou as
disc e as ex aíd almen e, dos
segmen os das o las da cena. Essas
ca ac e ís icas são do ipo geomé ico ou
“ ísico”, como po exemplo, o
• Na p imei a ase ei o u
p ocessamen o das duas imagens, no
sen ido de de ec a pon os ou ou as
disc e as ex aíd almen e, dos
segmen os das o las da cena. Essas
ca ac e ís icas são do ipo geomé ico ou
“ ísico”, como po exemplo, o
smsm
jam pa alelas à linha que une os cen osjam pa alelas à linha que une os cen os
óp icos das duas câma as, acili ando assim
o es abelecimen o de co espondências
en e os pon os das duas imagens (Fig.
10a); ou a em que o
óp icos das duas câma as, acili ando assim
o es abelecimen o de co espondências
en e os pon os das duas imagens (Fig.
10a); ou a em que o
duas câma as são con e gen es e não
cessa iamen e coplana es (Fig. 10b).
Eixo óp ico Eixo óp
duas câma as são con e gen es e não
cessa iamen e coplana es (Fig. 10b).
Eixo óp ico Eixo óp
P
No en an o, o p incipal desa io das
nicas de es e eoscopia passi a eside no
espondência en e os pon os das duas
agens, que pode se di idido em ês
es: a p imei a consis e no p ocessamen o
s imagens no sen ido de de ec
No en an o, o p incipal desa io das
nicas de es e eoscopia passi a eside no
espondência en e os pon os das duas
agens, que pode se di idido em ês
es: a p imei a consis e no p ocessamen o
s imagens no sen ido de de ec
ou as ca ac e ís icas a usa no
empa elhamen o; a segunda consis e em
e ec ua um empa elhamen o local en e as
duas imagens; e a e cei a consis e em
esol e as ambiguidades e e os no
empa elhamen o. Os p ocedimen os que
podem se usados em cada uma dessas ases
são desc i os em seguida:
ca ac e ís icas a usa no
empa elhamen o. Pa a e i a
ambiguidades no empa elhamen o são
escolhidos pon os, em o no dos quais se
de ine uma janela de co elação, e que se
dis inguem bem dos es an es pon os
ou as ca ac e ís icas a usa no
empa elhamen o; a segunda consis e em
e ec ua um empa elhamen o local en e as
duas imagens; e a e cei a consis e em
esol e as ambiguidades e e os no
empa elhamen o. Os p ocedimen os que
podem se usados em cada uma dessas ases
são desc i os em seguida:
ca ac e ís icas a usa no
empa elhamen o. Pa a e i a
ambiguidades no empa elhamen o são
escolhidos pon os, em o no dos quais se
de ine uma janela de co elação, e que se
dis inguem bem dos es an es pon os
se encon am nessa janela. Es es pon os
são designados po pon os de in e esse, e
esul am no malmen e de ca ac e ís icas
locais da cena, como a es as, é ices,
o las dos objec os, ou ou as esul an es
da ex u a, a iação de onalidade ou de
somb as. Os pon os de in e esse podem
se de ec ados usando um ope ado
sensí el às a iações locais de
in ensidade, como um ope ado de
g adien e [Ta a es, 1995].
• Na segunda ase, pa a e ec ua o
empa elhamen o local êm sido usadas
duas écnicas, designadas po
empa elhamen o basea
se encon am nessa janela. Es es pon os
são designados po pon os de in e esse, e
esul am no malmen e de ca ac e ís icas
locais da cena, como a es as, é ices,
o las dos objec os, ou ou as esul an es
da ex u a, a iação de onalidade ou de
somb as. Os pon os de in e esse podem
se de ec ados usando um ope ado
sensí el às a iações locais de
in ensidade, como um ope ado de
g adien e [Ta a es, 1995].
• Na segunda ase, pa a e ec ua o
empa elhamen o local êm sido usadas
duas écnicas, designadas po
empa elhamen o basea
empa elhamen o baseado em elemen os
ca ac e ís icos. A p imei a écnica
consis e em selecciona uma egião em
o no de um pon o de in e esse de uma
das imagens e p ocu a , na ou a
imagem, uma egião com semelhança
máxima. Essa semelhança é medida a
pa i do coe icien e de co elação das
in ensidades de cada egião. Es a écnica
é condicionada po di e sos ac o es
como: a escolha do amanho da janela de
co elação, a sensibilidade
empa elhamen o baseado em elemen os
ca ac e ís icos. A p imei a écnica
consis e em selecciona uma egião em
o no de um pon o de in e esse de uma
das imagens e p ocu a , na ou a
imagem, uma egião com semelhança
máxima. Essa semelhança é medida a
pa i do coe icien e de co elação das
in ensidades de cada egião. Es a écnica
é condicionada po di e sos ac o es
como: a escolha do amanho da janela de
co elação, a sensibilidade
Eixo óp ico
Eixo óp ico
P1
P2
P
C2
b)
xos óp icos a) pa alelos; b) con e gen es.
C1
a)
Figu a 10 – Es e eoscopia passi a: câma as com os ei
PP
1
P
2
C2
C1
de in ensidade en e egiões
co esponden es das duas imagens e a
exis ência de descon inuidades na cena.
A segunda écnica é a mais u ilizada e
consis e em es abelece
de in ensidade en e egiões
co esponden es das duas imagens e a
exis ência de descon inuidades na cena.
A segunda écnica é a mais u ilizada e
consis e em es abelece
as, geas, ge
, é , é m m
comp imen o, as coo denadas dos pon os
ex emos, a o ien ação ou o con as e
médio ao longo do segmen o. Nes a
écnica coloca-se um p oblema, que
ambém su ge na écnica an e io , que é
o da selecção do amanho da másca a de
con olução usada pa a ex ai as
ca ac e ís icas. Es a écnica é
conside ada an ajosa ela i amen e à
an e io po di e sos mo i os, en e eles,
a maio apidez no empa elhamen o
de ido ao núme o de candida os se , em
p incipio, in e io ; e a meno
sensibilidade às di e enças de
in ensidade en e as duas imagens. No
en an o, em a des an agem de não
pe mi i ob e uma imagem de dis ância
mais densa.
Na e cei a ase, com o objec i o de
esol e ce as ambiguidades e impo
consis ência global nos
empa elhamen os êm sido usadas
écnicas de elaxação. Es as écnicas
podem se u ilizadas no empa elhamen o
baseado em á eas ou em ca ac e ís icas,
e consis em no seguin e p ocedimen o:
pa a cada pon o de in e esse ou
segmen o ca ac e ís ico de uma imagem
é de e minado um conjun o de
candida os ao empa elhamen o na ou a
imagem; a cada pa é a ibuída uma
p obabilidade baseada num c i é io de
semelhança que depende do mé odo de
empa elhamen o e é ac ualizada a a és
de um p ocesso i e a i o ( elaxação).
Es e p ocesso consis e em e o ça ou
en aquece essa p obabilidade de
empa elhamen o, consoan e a
dispa idade a
•
ssociada ao candida o seja
p e
in
cad
esp
id
usa
am
im
pa
são
a
im
cen
ac
po
pe
pla
2001; Jain, 1995; Pai a, 1997; Sil a, 1994;
Ta
sob e a cena,
eco endo a um ou mais p ojec o es e um
ou mais senso es. A ene gia p ojec ada,
ge almen e sob a o ma de luz ou ul a-
sons, é e lec ida pelos objec os da cena,
sendo de ec ada po senso es que, de o ma
mais ou menos di ec a, o necem a
in o mação de dis ância. Es as écnicas
podem se di ididas em: écnicas de Moi é,
écnicas de de ecção de ecos e écnicas de
p óxima ou a as ada à associada a pon os
ou ca ac e ís icas izinhos que enham
p obabilidades de empa elhamen o
ele ado.
Es abelecidas as co espondências,
ende-se de e mina o pon o de
e secção das ec as de e minadas po
a pa de pon os co esponden es no
aço de o ma a ob e as coo denadas
imensionais do pon o da cena. Pa a al, é
do o p incipio da T iangulação que
bém é aplicá el quando uma das
agens é subs i uída pela p ojecção de um
d ão de luz sob e a cena (es as écnicas
desc i as na secção seguin e). O pad ão
p ojec a pode se is o como uma
agem do pad ão que a p ojecção ge a na
a.
O p incipio de T iangulação explo a o
o de, no espaço idimensional, um
n o da cena em análise pode se de inido
la in e secção de duas ec as (ou de um
no com uma ec a) no espaço [Jähne,
a es, 1995]. Cada ec a é a linha de
isão que une esse pon o da cena (P) com o
cen o óp ico da len e da câma a u ilizada
na aquisição (Ci) e que passa pelo pon o da
imagem co esponden e (Pi) (Fig. 11) (ou o
plano é um plano de luz p ojec ado que
passa po esse pon o da cena (P)). A
equação des as ec as (ou do plano e da
ec a) é calculada a pa i das coo denadas
do pon o na imagem e dos pa âme os
geomé icos da câma a.
P
Objec o
Figu a 11 - T iangulação usando duas câma as.
3 TÉCNICAS ACTIVAS
As écnicas ac i as de aquisição de
in o mação idimensional são
ca ac e izadas pela p ojecção di ec a e
con olada de ene gia
Cen o óp ico 1
P2
Pon os
co esponden es
Imagem 1
Imagem 2
Cen o óp ico 2
P1
C1
C2
7
luz es u u ada. Nas écnicas de Moi é, a
in o mação de dis ância é ob ida a pa i da
in e acção en e um pad ão de luz
p ojec ado sob e uma cena e um pad ão de
e e ência. As écnicas e ecção de ecos
baseiam-se na p ojecção de ene gia (luz ou
ul a-sons) sob e a cena e na medida do
empo que deco e en e a emissão e a
ecepção dessa ene gia, após e lexão na
cena. A es e eoscopia ac i a é a designação
comum pa a um conjun o de écnicas que
u z
ob e a cena, da qual se adqui e uma
agem de in ensidade, com uma câma a
.
s cen os de
ojecção e de aquisição de imagem do
is ema, dois conjun os de planos no
des es planos dão
o i
en al de cada
anja.
A écnica de de ecção de ecos [Chen,
ene as
écnicas po de
pe
de d
ilizam a p ojecção de um pad ão de lu
s
im
(senso ) a as ada do p ojec o
3.1 Técnica de Moi é
A écnica de Moi é [Benoi , 1975;
B ooks, 1969; Chen, 2000; Gonzalez, 2002;
Sil a, 1994] consis e na p ojecção de um
conjun o de linhas pa alelas sob e a cena e a
aquisição de uma imagem da mesma,
eco endo a uma câma a deslocada em
elação ao p ojec o , em en e da qual es á
colocada uma g elha idên ica à usada pa a
p ojec a as linhas. O pad ão de Moi é é um
pad ão de in e e ência de baixa equência
o mado pela sob eposição de duas g elhas
com pad ões egula men e espaçados de
equência espacial mais ele ada (Fig. 12a).
O esul ado é um pad ão cons i uído po
anjas al e nadamen e b ilhan es e escu as,
chamadas anjas de Moi é. Os pon os da
cena que são iluminados pelo p ojec o e
cap ados na imagem apa ecem b ilhan es,
os es an es apa ecem escu os.
Exis e uma a ian e des a écnica,
designada po Moi é de somb a, que usa
uma única g elha colocada em en e de
oda a ex ensão da supe ície em es udo, ão
p óxima des a quan o possí el (Fig. 12b). A
g elha u ilizada de ine, com o
p
s
espaço. As in e secções
gem a supe ícies de con o no com o ma
cilínd ica. A in e secção des as supe ícies
com a supe ície do objec o dá o igem a um
conjun o de anjas de Moi é. Conhecido o
espaçamen o das linhas da g elha
p ojec ada, a dis ância en e o p ojec o e a
câma a, a dis ância do p ojec o /câma a à
g elha e o núme o de o dem da supe ície
de con o no é possí el de e mina a
a iação de dis ância en e os pon os de
duas anjas consecu i as.
Ambas as a ian es usam o mesmo
p incipio na aquisição de in o mação
idimensional, sendo apenas o modo de
ge ação das anjas di e en e.
Su
p
e ície Su
p
e ície
G elha
Figu a 12 – Técnicas de Moi é: a) Moi é de
p ojecção; b) Moi é de somb a.
A a ian e de somb a em a an agem de
se mais simples de implemen a , mas não
pode se aplicada em cenas de g andes
dimensões de ido à necessidade de uma
g elha do amanho da cena. A p incipal
an agem da écnica de Moi é é a sua
ele ada esolução, sendo a da écnica de
somb a supe io à de p ojecção. A p incipal
di iculdade é de só pe mi i ob e
in o mação de dis ância ela i a en e as
anjas. Ou a des an agem é a di ícil
de e minação da linha c
G elha
Câma a P o
j
ec o
a) b)
Fon e de
Luz pon ual
Câma a
3.2 Técnicas de De ecção de Ecos
2000; Jähne, 2001; Jain, 1995; Sil a, 1994]
consis e na de e minação de dis ância a
pa i do empo de pe cu so desde que uma
on e de ene gia (como po exemplo um
eixe de luz colimado, ul a-sons, e c.) é
emi ida se de ec ada. Es a écnica
implica a u ilização de um em
en um si e n o da cena
e um ecep o que de ec a um a e da
a é
isso de
e gia, s ema d a ime
a p
gia e lec ida pela cena. Exis em du
pa a de e mina o em
cu so que se dis inguem pelo ipo de
modulação u ilizada. Na p imei a, mede-se
8
o empo que deco e en e a emissão de um
impulso de ene gia e o seu e o no (Fig.
13a). A p incipal des an agem des a écnica
oco e quando os objec os da cena es ão
mui o p óximos do senso , sendo necessá io
uma maio p ecisão na medição dos
in e alos de empo, is o se a a de
in e alos mui o cu os. Na segunda, mede-
se o empo com base na di e ença de ase
en e um eixe de ene gia emi ido,
modula
in e alos mui o cu os. Na segunda, mede-
se o empo com base na di e ença de ase
en e um eixe de ene gia emi ido,
modulado em ampli ude po uma unção
inusoidal, e o sinal e lec ido (Fig. 13b).
s a écnica alha quando a di e ença de
do em ampli ude po uma unção
inusoidal, e o sinal e lec ido (Fig. 13b).
s a écnica alha quando a di e ença de
ss
EE
ase é supe io a .2
ase é supe io a .2
π
As o mas de
co
i a, baseiam-se na
p ojecção con olada de luz (um eixe, um
plano ou ou o pad ão de luz) sob e a cena e
na cap ação da luz e lec ida pela cena po
um senso (câma a ou senso linea ),
a
io
D ais
simples m eixe
de
a imen o da cena com um
ixe de luz (Fig. 14). Assim, pa a uma
agem de n×m pon os são necessá ias
ns, o nando-se
po an o, num p ocesso len o.
jam
p o
a as ado do p ojec o . Em ambien es em
que a iluminação pode se con olada, es as
écnicas são p e e í eis ela i amen e às
écnicas passi a luz p ojec ad
dá o igem a pon os luminosos que podem
se de ec ados na imagem com ma
acilidade. No en an o, a di iculdade da
ob enção desses pon os ca ac e ís icos a ia
consoan e o ipo de pad ão p ojec ado.
s, dado que a
as écnicas de luz es u u ada, a m
consis e na p ojecção de u
luz que de e mina a iluminação de um
pon o da cena de cada ez. As coo denadas
idimensionais do pon o em ques ão podem
se de e minadas po iangulação depois de
conhecida a posição e o ien ação do
p ojec o ela i amen e à câma a. A
ob enção da in o mação idimensional de
oda uma cena, usando es a écnica, implica
que se aça um
n o na es a si uação se iam a u ilização
de uma equência de modulação mais
baixa ou, caso se disponha de in o mação
ace ca da gama de dis ância dos pon os da
cena, a imposição de limi es aos alo es de
dis ância medidos.
Figu a 13 – Técnicas de de ecção de ecos:
medição de dis ância usando: a) empo de
pe cu so e b) di e ença de ase.
As p incipais an agens das écnicas de
de ecção de ecos são pe mi i em ob e
in o mação em cenas isualmen e
uni o mes e con ola em a densidades de
pon os das imagens ob idas. No en an o,
êm a des an agem de não pode em se
aplicadas a supe ícies com mui o ele ada
ou mui o baixa e lec i idade, anspa en es
ou anslúcidas.
3.3 Es e eoscopia Ac i a
As écnicas de luz es u u ada [Awcock,
1996; Chen, 2000; Jain, 1995; Pai a, 1997;
Sil a, 1993, 1994], ambém designadas po
es e eoscopia ac
Objec o
Di e ença de ase
EMISSOR
b)
Z
Tempo de pe cu so
Objec o
EMISSOR
a)
e
im
n×m aquisições de image
Figu a 14 – P ojecção de um aio de luz.
A p ojecção de um plano de luz, em ez
de um eixe, em a an agem de pe mi i
um a imen o mais ápido da cena (Fig.
15). Assim, pa a uma imagem de n×m
pon os são necessá ios n ou m aquisições de
imagens con o me os planos se
Pon o 3D
P ojec o
Eixo da
câma a
Câma a
Pon o na
imagem
Plano de
imagem
Raio de Luz
Cen o da
imagem
jec ados ho izon al ou e icalmen e. As
écnicas que u ilizam es e ipo de p ojecção
em sido mui o usadas pa a a inspecção,
iden i icação e posicionamen o de objec os
idimensionais.
Pa a elimina a necessidade de
a imen o da cena pode se usada a
p ojecção de á ios planos de luz pa alelos
(ou em g elha), con udo, o es abelecimen o
das co espondências en e os pon os
9