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Edi ado e O ganizado
po :
J.F. Sil a Gomes, Ca los C.
An ónio, Cli o F. A onso e
An ónio S. Ma os
Faculdade de Engenha ia da
Uni e sidade Edua do
Mondlane
Faculdade de Engenha ia da
Uni e sidade do Po o
Se o Ac oba Reade não
es i e disponí el no seu
compu ado , ins ale-o an es
de da o p óximo passo
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Page 1 o 2IIIº Cong esso Luso Moçambicano de Engenha ia
28-11-2012 ile://E: index.h m
O desen ol imen o das indús ias es á hoje mais do que nunca indissocia elmen e ligado aos
p ocessos de ino ação, seja a a és da in odução de no os p odu os, de no os p ocessos, de
no as ecnologias e no os sis emas. O econhecimen o e o aumen o da impo ância das chamadas
no as ecnologias no p ocesso de desen ol imen o sócio-económico, a pa i da década de se en a
do século passado, conduziu ao aumen o do núme o de ac i idades de ino ação e desen ol imen o
o nadas ope acionais pela indús ia. Ao mesmo empo, o nou-se impo an e assegu a que as
necessidades ecnológicas sen idas pelas emp esas, ao de ini em os seus objec i os e planos
es a égicos, encon em plena sa is ação, sob pena de pode em e comp ome ido o sucesso das
opo unidades de ec adas. Daí que a ino ação ecnológica seja, cada ez mais, um ec o
es a égico do desen ol imen o indus ial.
Nes e con ex o, e sob o ema ge al
“Engenha ia e Ino ação pa a o Desen ol imen o”
, a Faculdade
de Engenha ia da Uni e sidade do Po o e a Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade Edua do
Mondlane, ealizam pela e cei a ez o Cong esso Luso-Moçambicano de Engenha ia, no
seguimen o das duas p imei as edições em 1999 e 2001.
Tendo-se a ingido nes a edição um núme o eco de de pa icipações, o CLME es á pa a du a e
cons i ui cada ez mais um ó um p i ilegiado pa a discussão de emas ac uais da engenha ia e
iden i icação de in e esses comuns e opo unidades de coope ação en e écnicos, engenhei os e
cien is as de Po ugal e de Moçambique.
Es e 3º Cong esso Luso-Moçambicano de Engenha ia ecebeu mais de 250 p opos as de insc ição,
endo sido seleccionadas 155 comunicações pa a ap esen ação du an e o Cong esso, cujos ex os
são publicadas nos dois olumes que cons i uem es e li o -
Engenha ia e Ino ação pa a o
Desen ol imen o
, exis indo ambém disponí el uma e são elec ónica desses mesmos ex os em
supo e CD-ROM. Os a igos ap esen ados esul am da con ibuição de um o al de 285 au o es
o iundos de Po ugal e Moçambique, na sua maio pa e, e ambém do B asil e de ou os países
A icanos.
As comunicações e os a igos es ão ag upados em onze emas dis in os, designadamen e: (A)-
Ensino da Engenha ia; (B)-Ene gia e Ambien e; (C)-Ma e iais e Es u u as; (D)- Geo ecnia e
Recu sos Híd icos; (E)-Ges ão e Engenha ia Indus ial; (F)-Ag onomia e Bio ecnologia; (G)-
T anspo es e Vias de Comunicação; (H)-Ob as Públicas; (I)-Engenha ia de P odução; (J)-
In o má ica e Tecnologias da In o mação; (K)-Ou os Temas de Engenha ia.
O p esen e Cong esso, o Li o de Comunicações e es e CDROM são o esul ado do es o ço
conjun o de á ias ins i uições e indi idualidades. Fica aqui exp esso o econhecimen o e g a idão
da Comissão O ganizado a a odas as ins i uições e emp esas que apoia am a ealização do
Cong esso, a odos os memb os da Comissão de Hon a, da Comissão Cien í ica e das Comissões
Locais, pelo es o ço e empenho que puse am em a ai pa icipan es e, na u almen e, aos au o es,
pela excelen e qualidade e quan idade das comunicações p opos as e pelo igo e p o undidade
com que os di e sos emas são abo dados.
Mapu o, 19 de Agos o de 2003
Os Edi o es,
Joaquim Sil a Gomes
Ca los Conceição An ónio
Cli o Félix A onso
An ónio San os Ma os
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