A igo
no ícias do
Dia-a-dia
com no o ende eço
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Dia-a-Dia
Edição Imp essa
Úl imo jo nal
Nº 184
Dezemb o 2008
Nº 184 em Fo ma o
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PEDIDOS
de assina u a do jo nal
( Po ugal e
es an
g
ei o
)
A qui o
ARQUIVO de
j
o nais an e io es
TEXTOS a qui ados
po au o es
HOJE: 6.508
ex os on-line
Pesquisa o a qui o
Ou F ase
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Pesquisa
Dos LEITORES
Pa a subme e a igos,
le eg as aqui:
PROPOSTAS
de publicação
INQUÉRITOS
em o ação
A Página da Educação A qui o - A i
g
o
O mundo a p e o e b anco
“Exis em an asmas nos espí i os de mui
o
docen es que de em se exo cizados: o pode
dos alunos, dos enca egados de educação, d
a
máquina iscalizado a e bu oc á ica d
o
minis é io da educação, dos polí icos, do
s
sindica os, dos pedagogos e o mis as, d
a
comunicação social. Uma ez deles libe os
al ez osse a ia de os p o issionai
s
ecupe a em a au o-con iança que as ac uai
s
polí icas de ensino eme e am pa a as uas d
a
ama gu a”.
(Gab iel Mi há P oença, 2003:17)
Reconquis a o pode que os alunos, o
s
enca egados de educação, o minis é io, o
s
sindica os, a pedagogia e a comunicação socia
l
de êm sob e a Escola, eis a ecei a que Gab ie
l
P oença p opõe pa a que os p o esso es possa
m
ecupe a a sua au o-
-con iança p o issional. Condição que, na su
a
opinião, lhes pe mi i á ol a a conduzi pessoas
assumindo, assim, o seu papel como o mado es
“Aos docen es al a a luz que os ilumine n
a
descobe a do seu p óp io pode . A não se assi
m
odos pe de emos”, sen encia G. P oença.
N
um mundo cons uído a p e o e b anco, onde a
s
soluções se encon am à mão de semea , es a ese
é
sedu o a, embo a se de on e à pa ida com u
m
p
equeno p oblema, o de sabe se os ou os, que nã
o
são p o esso es, se encon am dispos os a pe mi i
que nós, quais déspo as escla ecidos, possamo
s
de e mina , a pa i da nossa in alibilidade, o que
a
eles mais lhes con ém. Nós, os p o esso es, aquele
s
que nunca e am, aqueles que nunca êm dú idas
aqueles que sabem semp e o que êm que aze
desde que os pá ias das Ciências da Educação nã
o
os impeçam de sal a o mundo a a és da sal açã
o
da Escola. Tão simples quan o is o. Tão simple
s
quan o que e pensa a educação como um ac o d
e
submissão, num mundo que exul ou com a qued
a
do Mu o de Be lim, se insu
g
iu con a Tianamen
e
Au o do A igo
A iana Cosme
Fac. de Psicologia e Ciências da
Educação, Uni . de Po o
[email p o ec ed]
Rui T indade
Faculde de Psicologia e
Ciências da Educação da
Uni e sidade do Po o
[email p o ec ed]
In . sob e o a igo
Jo nal "a Página"
Nº 128
Ano 12 | No emb o 2003
Pag. 21
Imp imi es e a igo
Ve são pa a imp essão
Ab e uma no a janela com es e
a igo numa e são mais amiga
da imp esso a.
LIVRARIA
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g
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INQUÉRITOS
em a qui o
CONTACTOS
e ca as à edacção
que p o es a de o ma eemen e con a
o
undamen alismo islâmico.
Libe em-se os p o esso es das ama as de um
a
Pedagogia e e adique-se as c ianças do cen o d
a
ida escola , g i a-se, hoje a o o e a di ei o
acenando-se com um manual do 10º ano que us
a
diálogos do Big B o he como ma e ial de es ud
o
dos alunos. A p o a, mais uma, da deg adação d
a
Escola, em Po ugal, dos e ei os pe niciosos d
a
«pedagogice» e dessa ideia pe eg ina de p e ende
ans o ma as salas de aula em espaços lúdico
s
onde cada aluno pode aze o que mui o bem que .
O que conside amos se espan oso, é que seja
m
p
o esso es aqueles que dizem e esc e em is o. S
e
osse o D . Pacheco Pe ei a, o D . José Manue
l
Fe nandes ou a D ª Filomena Mónica, ainda á qu
e
não á. Es es não são ob igados a sabe que
o
p
og ama de Po uguês do 10º ano não exig
e
diálogos do Big B o he , que os p o esso es pode
m
escolhe ou os manuais se não conco da em com a
l
opção ou a é que podem decidi abalha com o
s
seus alunos a pa i de ou as on es e u ilizand
o
ou os ma e iais. Esses não são ob igados a sabe
que não é po causa dos alunos es a em no cen o d
a
ida em escolas onde, a inal, nunca o am o cen
o
de coisa nenhuma que es a polémica se le an ou
Quem não é p o esso não em que sabe qu
e
es amos pe an e um episódio que e ela, mais um
a
ez, quão necessá ia é a quali icação pedagógica do
s
p
o esso es.
A mesma quali icação pedagógica que nos pe mi i
á
comp eende que a p io idade que se con e e, n
o
âmbi o da sala de aula, à ap endizagem dos aluno
s
não implica que o papel dos p o esso es seja “
o
p
apel do polícia de ânsi o en e o conhecimen o
e
o aluno”, nem que o abalho quo idiano consis
e
em o ma “clubes de amigos pa a dinamiza e
m
au o-ap endizagens”. Quem é pedagogicamen
e
quali icado sabe que em de o nece ecu sos ao
s
alunos pa a que es es possam ap ende , sabe qu
e
em de lhes p opô desa ios com os quais eles s
e
p
odem con on a , sabe que em que decidi sob
e
quais as modalidades de apoio a disponibiliza
e
quem é que de e e como é que de e se apoiado
Quem é pedagogicamen e quali icado sabe que e
m
que a alia pa a pode oma as decisões mai
s
ace adas, aquelas que possam p omo e
a
oco ência de ap endizagens uncionais
e
signi ica i as. Quem é pedagogicamen e quali icad
o
sabe que qualque p o esso , sendo um elemen
o
decisi o pa a os alunos, não pode decidi , con udo
quando e como é que es es ap endem. Sabe qu
e
p
ode in luencia , sabe que pode c ia as condiçõe
s
p
a a que isso acon eça, mas sabe ambém que não
o
p
ode de e mina a seu belo p aze . Daí que odo
s
Cu sos p o issionais
Encon e nas Páginas
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ma elas Pesquisa po
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Educação In an il
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p enda a p o issão que
mais gos a e candida e-
se a o e as de emp ego
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Cu sos de Chinês no
Po o
Mé odo Es udo Pangea
Sys em:
Fo mado ,Con e sado e
A
ula Vi ual
www.Mas e D.p /Po o
Cu so de Moodle no
Po o
24/Jan Sábados, ou
3/Fe 3ª e 5ª Pa a
p o esso es do
secundá io
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Lexus Po ugal
Websi e o icial da Lexus
em Po ugal.
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aqueles que são pedagogicamen e quali icados
saibam que coloca os alunos no cen o das
p
eocupações nas escolas não p essupõem um ac o
de demissão, mas uma opção que nos con e e, a nós
p
o esso es, a impo ância que a é esse momen o
nunca ínhamos ido, mesmo que o espei oso
silêncio dos alunos nos pudesse con ence do
con á io.
O p oblema dos p o esso es, o nosso p oblema, não
p
assa, como p e ende Gab iel P oença, po
ecupe a «o dom da pala a”, não passa, apenas,
p
o ol a a se “um bom ansmisso de
conhecimen os”, não se esol e no momen o em
que decidi mos bani “os ex ozi os, semp e pouco
ex ensos e mui as ezes desconexos”, pa a, em ez
disso, ci cunsc e e mos a sua ac i idade à escu a
do que lhes dizemos e à lei u a de manuais
escola es que lhes pe mi em, acabada a equência,
ica com uma mão cheia de nada e ou a de coisa
nenhuma.
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