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Autor: Francisco Bran Barral Dirección: Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo de FCT Máster Universitario en Profesorado de Educación Secundaria Obrigatoria e Bacharelato, Formación Profesional e Ensinos de Linguas Curso 2016-2017 Traballo Fin de Máster Carmen Sarceda Gorgoso Mª Carmen Santos González
Francisco Bran Barral Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo de FCT Análisis de la autoeficacia percibida y de las expectativas del alumnado de FP sobre el módulo de FCT Analysis of perceived self-efficacy and expectations of FP students about the FCT module
Francisco Bran Barral Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Folla de autorización Este Traballo Fin de Máster é presentado por Francisco Bran Barral na Facultade de Formación do Profesorado da Universidade de Santiago de Compostela (Campus de Lugo), como requisito para obter o título de Máster Oficial en Profesorado de Educación Secundaria Obrigatoria e Bacharelato, Formación Profesional e Ensinos de Linguas. Conta coa autorización e dirección de Carmen Sarceda Gorgoso para a súa presentación e defensa.
Francisco Bran Barral 1 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Resumo O presente traballo de investigación realízase co obxectivo de elaborar unha análise da autoeficacia e das expectativas do alumnado de Formación Profesional cara ao módulo de Formación en Centros de Traballo (FCT). Dita análise lévase a cabo mediante unha metodoloxía cuantitativa de corte descritivo, para a cal se seleccionou a enquisa como instrumento. Deste xeito, os datos foron extraídos dun cuestionario realizado polo alumnado de diversos ciclos formativos do CIFP Politécnico de Lugo. Os resultados do estudo reflicten un nivel de autoeficacia realmente elevado. Os estudantes considéranse capacitados para organizar e executar as tarefas que lles sexan encomendadas durante o desenvolvemento deste módulo profesional, o que lles permitirá acadar o rendemento desexado. O alumnado agarda que o período de prácticas constitúa unha experiencia moi positiva e enriquecedora, na cal poderán conseguir as metas que se propoñan. Palabras clave: Formación Profesional, Formación en Centros de Traballo, autoeficacia, expectativas. Resumen El presente trabajo de investigación se realiza con el objetivo de elaborar un análisis de la autoeficacia y de las expectativas del alumnado de Formación Profesional hacia el módulo de Formación en Centros de Trabajo (FCT). Dicho análisis se lleva a cabo mediante una metodología cuantitativa de corte descriptivo, para la cual se ha seleccionado la encuesta como instrumento. De este modo, los datos han sido extraídos de un cuestionario realizado por el alumnado de diversos ciclos formativos del CIFP Politécnico de Lugo. Los resultados del estudio reflejan un nivel de autoeficacia realmente elevado. Los estudiantes se consideran capacitados para organizar y ejecutar las tareas que les sean
Francisco Bran Barral 2 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT encomendadas durante el desarrollo de este módulo profesional, lo que les permitirá alcanzar el rendimiento deseado. El alumnado espera que el período de prácticas constituya una experiencia muy positiva y enriquecedora, en la cual podrán conseguir las metas que se propongan. Palabras clave: Formación Profesional, Formación en Centros de Trabajo, autoeficacia, expectativas. Abstract This research work is done with the objective of elaborating an analysis of self-efficacy and expectations of the students of Vocational Training towards the Workplace Training Centers (FCT) module. The analysis is carried out using a descriptive quantitative methodology, for which the survey has been selected as an instrument. In this way, data have been extracted from a questionnaire made by the students of several training cycles of the CIFP Politécnico de Lugo. A very high level of self-efficacy is reflected by the results of the study. Students are considered qualified to organize and execute the tasks assigned to them during the development of this professional module, which will allow them to achieve the desired performance. Students expect the training period to be a very positive and enriching experience, in which they will achieve the goals that are proposed. Key words: Vocational Training, Workplace Training Centers, self-efficacy, expectations.
Francisco Bran Barral 3 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Índice 1. Introdución .............................................................................................................. 5 1.1. Xustificación do traballo ................................................................................... 5 1.2. Obxectivos xerais e específicos ....................................................................... 6 1.3. Etapas do traballo ............................................................................................ 7 2. Marco teórico .......................................................................................................... 7 2.1. Marco lexislativo da Formación Profesional ..................................................... 7 2.2. A Formación en Centros de Traballo (FCT) ................................................... 10 2.3. Autoeficacia ................................................................................................... 18 3. Metodoloxía .......................................................................................................... 22 3.1. Método empregado ........................................................................................ 22 3.2. Instrumento .................................................................................................... 23 3.3. Poboación e mostra ....................................................................................... 25 4. Resultados ............................................................................................................ 28 5. Conclusións .......................................................................................................... 45 5.1. Limitacións do estudo .................................................................................... 46 6. Referencias........................................................................................................... 47 7. Anexos .................................................................................................................. 51
Francisco Bran Barral 4 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Índice de Táboas e Figuras Táboa 1. Distribución da mostra segundo ciclo formativo ............................................ 26 Táboa 2. Distribución da mostra segundo a idade ....................................................... 27 Táboa 3. Modo de acceso ao ciclo formativo ............................................................... 27 Táboa 4. Futuras opcións unha vez acadado o título de Formación Profesional correspondente ............................................................................................................ 28 Figura 1: Resultados dos ítems Nº1 e Nº2 ................................................................... 29 Figura 2: Resultados do ítem Nº3 ................................................................................ 30 Figura 3: Resultados do ítem Nº4 ................................................................................ 31 Figura 4: Resultados do ítem Nº5 ................................................................................ 31 Figura 5: Resultados do ítem Nº26 .............................................................................. 32 Figura 6: Resultados do ítem Nº6 ................................................................................ 33 Figura 7: Resultados do ítem Nº7 ................................................................................ 33 Figura 8: Resultados dos ítems Nº8 e Nº9 ................................................................... 34 Figura 9: Resultados dos ítems Nº24 e Nº25 ............................................................... 35 Figura 10: Resultados do ítem Nº10 ............................................................................ 36 Figura 11: Resultados do ítem Nº11 ............................................................................ 36 Figura 12: Resultados do ítem Nº12 ............................................................................ 37 Figura 13: Resultados dos ítems Nº13 e Nº14 ............................................................. 38 Figura 14: Resultados do ítem Nº15 ............................................................................ 38 Figura 15: Resultados do ítem Nº16 ............................................................................ 39 Figura 16: Resultados dos ítems Nº17 e Nº18 ............................................................. 40 Figura 17: Resultados dos ítems Nº19 e Nº20 ............................................................. 41 Figura 18: Resultados do ítem Nº21 ............................................................................ 41 Figura 19: Resultados dos ítems Nº22 e Nº23 ............................................................. 42 Figura 20: Resultados do ítem Nº27 ............................................................................ 43 Figura 21: Resultados dos Ítems Nº28 e Nº29 ............................................................. 44 Figura 22: Resultados do ítem Nº30 ............................................................................ 44
Francisco Bran Barral 5 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT 1. Introdución O presente informe concreta un proxecto de investigación que constitúe o Traballo Fin de Máster correspondente ao “Máster Universitario en Profesorado de Educación Secundaria Obrigatoria e Bacharelato, Formación Profesional e Ensinanzas de Idiomas”. 1.1. Xustificación do traballo A Lei Orgánica 5/2002 define a formación profesional como a comprensión dun “conjunto de acciones formativas que capacitan para el desempeño cualificado de las diversas profesiones, el acceso al empleo y la participación activa en la vida social, cultural y económica” (p. 22440). Así, a formación profesional constitúe un eixe estratéxico para colaborar na inserción laboral dos estudantes, así como de calquera persoa que queira mellorar a súa situación no mercado de traballo. Cómpre destacar que non vai dirixida unicamente á xuventude que non teña traballado anteriormente, senón que serve tamén para mellorar a capacitación ou para reorientar as carreiras profesionais de persoas de todas as idades. Centrándose na relación entre as dúas realidades, a formativa e a laboral, presentes nos ciclos de formación profesional, Muñoz (2009) afirma: Teniendo en cuenta que la Formación Profesional tiene como finalidad la preparación de los alumnos para la actividad en un campo profesional, y una parte de esa formación se realiza en los propios centros de trabajo, los centros escolares están ligados en gran medida a la actividad empresarial. (p. 1) Deste xeito, semella indispensable que para que o sistema funcione de maneira óptima, debe existir unha estreita colaboración entre os centros educativos e o tecido empresarial no que estes se enmarcan. O módulo profesional de Formación en Centros de Traballo (FCT) é unha boa mostra disto. A FCT constitúe un bloque fundamental e obrigatorio incluído en todos os ciclos de Formación Profesional do noso país. Ao levarse a cabo no ámbito do sector empresarial, permite que se produzan situacións reais de traballo que resultan moi enriquecedoras para o alumnado.
Francisco Bran Barral 6 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Durante a miña primeira estancia no CIFP Politécnico de Lugo, centro no que realicei as prácticas do máster, tiven a oportunidade de conversar con diversos membros do profesorado que interveñen no proceso de formación en centros de traballo do alumnado, como o xefe do departamento de Relación con Empresas ou algún dos titores de FCT. Estas persoas aportáronme a súa visión acerca do gran papel que desenvolve o módulo de FCT dentro dos ciclos de formación profesional, dándolle opción ao alumnado a entrar en contacto co mundo da empresa, a poñer en práctica o aprendido no resto dos módulos profesionais e a iniciar ou dilatar a súa experiencia laboral. Foi entón cando xurdiu a idea de realizar un traballo relacionado con este tema. Ante o importante papel que posúe a formación práctica e o mundo empresarial na formación profesional, é importante coñecer o punto de vista dos estudantes sobre o seu período de prácticas no centro de traballo: tanto o que esperan da experiencia como a percepción das súas propias capacidades para afrontalo. 1.2. Obxectivos xerais e específicos O obxectivo xeral da presente investigación é elaborar unha análise da autoeficacia e das expectativas do alumnado de Formación Profesional do CIFP Politécnico de Lugo, previamente ao período de prácticas, que nos permita coñecer tanto o que esperan da súa estancia na empresa como a percepción das súas capacidades para desenvolver as tarefas propias do oficio para o cal se están a formar. Como obxectivos específicos do traballo establécense os seguintes: Coñecer o grao de motivación dos estudantes ante o período de prácticas. Coñecer a información que se lles achega dende o centro formativo acerca da FCT. Achar o coñecemento que o alumnado posúe da empresa na que realizará as prácticas e do mercado laboral para o cal se está formando. Analizar a autoeficacia percibida polo alumnado para afrontar as prácticas. Coñecer as expectativas do alumnado ante o módulo de FCT.
Francisco Bran Barral 13 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Orde do 28 de febreiro de 2007 pola que se regula o módulo profesional de formación en centros de traballo da formación profesional inicial, para o alumnado matriculado en centros educativos da Comunidade Autónoma de Galicia. Destas dúas Ordes, a do 28 de febreiro de 2007 é a máis interesante para o desenvolvemento do presente traballo. Nela, defínese o módulo profesional da FCT da seguinte maneira: O módulo profesional de FCT é un bloque coherente de formación profesional que se desenvolve en empresas ou institucións en situacións reais de traballo. Este módulo ten carácter obrigatorio en todos os ciclos formativos e desenvolverase procurando aplicar as competencias profesionais adquiridas no centros educativos, complementadas con aquelas previamente identificadas entre as actividades produtivas do centro de traballo. (p. 3581) En canto ao acceso ao módulo de FCT, dita Orde establece que se producirá “cando o alumnado teña unha avaliación positiva en todos os módulos profesionais do ciclo formativo realizados no centro educativo” (p. 3583). A duración do módulo, dependerá das horas totais das que se compoña o ciclo formativo, e pode variar entre 300 e 740 horas. Existe unha persoa encargada da titoría no centro educativo que establecerá “canles de comunicación coa persoa designada para realizar as tarefas de titoría do centro de traballo que garantan o seguimento e a avaliación do alumnado” (p. 3583). Por último, que respecta á avaliación do módulo de FCT, a Orde dita que “ten por obxecto determinar a competencia profesional”. Nela “colaborará a persoa responsable designada por cada centro de traballo para o seguimento da formación do alumnado durante a estadía nel”. (p. 3584). O instrumento será a carpeta de seguimento e avaliación da FCT, e a cualificación expresarase como apto/a ou non apto/a. Co revisado ata agora, pódese constatar o tratamento da FCT como un módulo profesional dunha importancia incuestionable. O feito de que teña lugar no ámbito do sector produtivo permite a aparición de situacións reais de traballo que non acontecen no día a día do centro formativo, por moi práctico que sexa o enfoque destes estudos. Cabe destacar que o módulo de FCT terá que estruturarse da mesma maneira que o resto de módulos profesionais que compoñan o ciclo formativo correspondente, polo que
Francisco Bran Barral 14 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT haberá que definir unha serie de capacidades que o alumnado terá que conseguir ao remate do proceso de aprendizaxe na empresa (Rodríguez, 2005, p. 262). Na actualidade, a FCT está xa fortemente consolidada no sistema educativo e é un elemento fundamental dentro da Formación Profesional do noso país. Tanto é así que xa é a principal vía de acceso ao mercado laboral para os titulados neste tipo de estudos. Porén, a calidade destas prácticas aínda é moi variable, dependendo da empresa colaboradora e da proposta do centro formativo (Homs, 2017). Así, o entorno empresarial real no que se produce vén a converterse na característica máis significativa desta formación. Neste marco, o alumnado observa e desempeña as actividades e funcións propias dos diferentes postos de traballo dunha profesión, coñece a organización dos procesos produtivos e das relacións laborais da empresa, orientado e asesorado polos titores designados no centro educativo e no centro de traballo (Martínez Usarralde, 2000). O módulo de FCT constitúe unha experiencia de calidade no desenvolvemento de competencias. Nun dos seus estudos, Bereziartua (2016) conclúe o seguinte: Las prácticas laborales generan situaciones que permiten iniciar y progresar en la construcción de componentes sociopersonales claves de las competencias profesionales. En los Centros de Trabajo los aprendices se relacionan con las tecnologías, con las personas y con los sistemas organizativos. La participación y el conocimiento de las situaciones y de los acontecimientos que se dan en estos sistemas contribuyen a iniciar trayectorias de profesionalización, mediante la aproximación progresiva a los procedimientos y en la medida en que se activan elementos que refuerzan la imagen de sí mismo. (p. 52) Ademais, este módulo profesional non só é importante en canto ao desenvolvemento e afianzamento de competencias profesionais, senón que pode ser un punto de apoio para a inserción profesional dos estudantes (Sarceda e Rial, 2011). Como destaca Lorente (2015), en moitos casos a FCT supón o primeiro contacto do alumnado co mundo laboral e unha oportunidade para poñer en práctica o que sabe e para facerse valorar na empresa. Pode tratarse da primeira oportunidade que teñen de conseguir un contrato laboral. En canto ao deseño deste período práctico, Martínez Usarralde (2000) afirma que está orientado para que o alumnado leve a cabo unha serie de actividades formativo-produtivas
Francisco Bran Barral 15 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT ordenadas no tempo e no espazo, como complemento final para acadar a competencia profesional característica que require o título. Non obstante, isto non se cumpre en todos os casos. Segundo De Pablo (1997), son frecuentes as situacións nas que os estudantes realizan nas empresas actividades que non corresponden exactamente co contido ou co nivel de cualificación da profesión para a que se preparan. A finalidade de potenciar a alternancia entre a escola e o traballo coa que nace a implantación da FCT en España, é hoxe en día unha realidade xeneralizada na formación profesional. Non obstante, a FCT non é unha simple estancia en prácticas nunha empresa. Rodríguez (2005) afirma que o seu fin non é outro que o de capacitar ao alumnado para actuar dun xeito responsable no centro de traballo e integrarse no seu sistema de relacións técnico-profesionais. No seu Manual de Formación en Centros de Trabajo, o MEC (1998) marca tres obxectivos para a FCT: O obxectivo fundamental de darlle ao alumnado a oportunidade real de aplicar o aprendido nos centros educativos, así como de evidenciar as competencias adquiridas, en procesos produtivos concretos e situacións laborais reais. Un segundo obxectivo consiste en que o alumnado coñeza e comprenda o que realmente é a organización socio-laboral dunha empresa ou centro de traballo (tipo de postos de traballo que se ofertan nun determinado sector produtivo, relacións funcionais e orgánicas existentes entre os traballadores dunha, relación entre as tarefas ou actividades da empresa, organización en distribución de responsabilidades, técnicas e procedementos de control de calidade, horarios ou turnos laborais reais...). Como terceiro obxectivo, sinala a finalidade avaliadora, ou o que é o mesmo, a posibilidade de obter información de calidade acerca da formación impartida nos centros educativos e do seu complemento na empresa. Isto define a adecuación do sistema aos requerimentos produtivos. Pola súa banda, Rial e Sarceda (1998) destacan os seguintes:
Francisco Bran Barral 16 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Contribuír a complementar os coñecementos, habilidades e destrezas adquiridos nos centros formativos. Facilitar a aplicación dos coñecementos tecnolóxicos adquiridos nos procesos produtivos reais e concretos que se desenvolven nos centros de produción ou de prestación de servizos. Posibilitar a adquisición de novas técnicas e capacidades que, pola súa natureza e características, requiren de medios e estruturas produtivas propias dos centros de traballo. Fomentar o sentido da autonomía e da responsabilidade, mediante a aprendizaxe da busca de solucións e a resolución de cuestións profesionais que se presentan na realidade laboral. Así, a realización da FCT esixe que o alumnado en formación “se integre en la plantilla de la empresa como un trabajador más, compartiendo tiempos, espacios e incluso responsabilidades sobre la tarea realizada, bajo la supervisión de un tutor designado por la empresa” (Rodríguez, 2005, p. 256). Para que o desenvolvemento do módulo de FCT no curriculum da Formación Profesional sexa exitoso, Sarceda e Rial (2011) destacan como un aspecto esencial a precisa e efectiva implicación de axentes de procedencia diversa. O MEC (1998), clasifica estes axentes en educativos e empresariais. En canto aos primeiros, distingue entre Administracións e centro formativo. No que respecta aos segundos, engade que, ademais das empresas que ofertan os postos formativos, é frecuente a colaboración de entidades intermedias, mais destaca que é na colaboración entre centros educativos e empresas onde se materializa a FCT. Dita colaboración pode instrumentarse a través de convenios, con características específicas en función do tipo de axentes implicados. A propósito destes axentes, Otero, Lavía, Albizu e Olazaran (2016) destacan a importancia das prácticas de FCT como “forma de relación entre la oferta formativa y el tejido empresarial y como mecanismo de selección de personal cualificado por parte de las empresas”. Do mesmo xeito, confirman que “tras la formación reglada de capital humano y su inserción en la empresa, la provisión de formación continua constituye el principal servicio que los centros formativos pueden ofrecer al entorno económico” (p. 398).
Francisco Bran Barral 17 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Dende o punto de vista do empresario, Raposeiras (2005) afirma que moitos deles outorgan unha grande importancia á coordinación entre os titores de prácticas no centro de traballo e nos centros educativos, polo que un aumento na comunicación entre as empresas e os centros educativos dos que provén a man de obra, posibilitaría unha óptima adaptación dos perfís profesionais aos postos de traballo. Por último, cómpre mencionar que a FCT non só é beneficiosa para o alumnado que se atope cursando un ciclo de formación profesional, senón que pode aportar beneficios recíprocos a todos os axentes participantes, é dicir, aos centros educativos, aos centros de traballo colaboradores e, en xeral, ao mundo produtivo. Entre os beneficios para o alumnado, Rodríguez (2005) contempla que lles facilita a posibilidade de poñer en práctica os coñecementos teóricos adquiridos no centro educativo, que lles serve para comprender o mundo do traballo, para adquirir experiencia laboral en contextos de traballo reais, para adquirir as habilidades técnicas e sociais precisas para o seu desenvolvemento laboral futuro, que lles outorga a posibilidade de ser observadores á vez que partícipes dos procesos de produción, e que lles permite favorecer a súa inserción laboral. En canto aos centros educativos, o mesmo autor di que a FCT permítelles manterse informados dos cambios tecnolóxicos, organizativos e ideolóxicos que teñen lugar no sector produtivo, permitelles enriquecer o traballo do profesorado ante a posibilidade de desenvolver novas habilidades organizativas e de xestión, actualizar permanentemente os curriculums e así avanzar en paralelo á marcha da realidade empresarial. Ao respecto dos centros de traballo, afirma que o feito de participar en tarefas educativas estimula a motivación dos titores encargados do seguimento dos estudantes, xa que, deste xeito, desenvolven habilidades pedagóxicas como formadores, e porque a súa actividade favorece a transmisión de mensaxes ao mundo educativo que teñen a capacidade de influír nunha futura elaboración dos programas formativos. Ademais, Martínez Usarralde (2000) destaca tamén como vantaxes para a empresa colaboradora as seguintes: Puede formar en sus técnicas y procesos de fabricación a futuros técnicos;, puede cubrir más adecuadamente sus necesidades futuras de profesionales bien preparados, favoreciendo su competitividad en el mercado; puede enriquecer y consolidar su estructura con plantillas integradas y con conocimientos que la
Francisco Bran Barral 18 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT hagan más competitiva e innovadora; la FCT puede ser un mecanismo de inserción en su propia empresa; la empresa amplía su esfera de relación, lo que genera un mejor conocimiento de la misma en su entorno, favoreciendo las nuevas posibilidades de actuación; e invertir en formación siempre asegura rendimientos futuros. (p. 305) Finalmente, segundo Rodríguez (2005), o conxunto do sistema produtivo tamén sae beneficiado, debido a que a cooperación neste senso mellora o marco de referencia para a contratación traballadores mellor cualificados, tanto a curto como a longo prazo. 2.3. Autoeficacia A evolución que sufriu a formación profesional en España ao longo das últimas décadas, séndolle outorgada cada vez máis importancia polos distintos gobernos, é evidente. Tamén é clara a importancia que, dentro dela, acadou o módulo profesional da FCT. Tanto é así que, a día de hoxe, é un pilar base sen o cal estes estudos non se entenderían. Non obstante, cabería cuestionarse cal é a visión que o alumnado posúe deste período práctico antes de enfrontarse ao mesmo. Que agarda da experiencia, cal é o seu grao de motivación ante ela, e se pensa que durante o transcurso do resto de módulos acadou as suficientes capacidades e habilidades para afrontala. Ao longo dos anos, foron moi numerosas as aportacións de diferentes autores en canto ao concepto de motivación no traballo. Quijano e Navarro (2000), clasifican estas aportacións en teorías de contido e teorías de procesos. En canto ás segundas, ditos autores afirman o seguinte: (...) desde una u otra perspectiva y de forma más o menos directa, abordan la cuestión de los procesos cognitivos evaluativos y autoevaluativos que realizan las personas frente a su trabajo. Estos procesos se refieren a la probabilidad percibida de conseguir determinados resultados en función de o en relación con sus habilidades y capacidades, si realizan un determinado esfuerzo. Igualmente se relacionan con el conocimiento de los objetivos a alcanzar, del nivel de consecución de los mismos, y de las estrategias a desarrollar para conseguirlos. (p.159) Un exemplo disto é Vroom (1964), o cal define a motivación no traballo como o nivel de esforzo que as persoas están dispostas a realizar e manter no seu posto. Así, refírese á
Francisco Bran Barral 19 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT expectativa como a probabilidade que ten o individuo de que, dado un certo nivel de esforzo, acade un certo nivel de execución. Pola súa parte, Deci (1975, 1980) asegura que cando os suxeitos atribúan o éxito laboral a eles mesmos e non a factores externos, a motivación no traballo manterase ou verase incrementada. O mesmo sucederá cando os reforzos extrínsecos cumpran unha función informacional e non de control, retroalimentando ao traballador acerca das súas habilidades ou da súa competencia. Mais o concepto que nos interesa contemplar para a presente investigación é o de autoeficacia. O pai do mesmo é o profesor canadiense Albert Bandura, o cal influíu coas súas investigacións en moitas áreas da Psicoloxía. Ao respecto, Salanova (2004) expón: Una de las primeras formulaciones de la teoría de la autoeficacia, aparece en su libro Social Learning Theory (1977). Entonces ya formula que cualquier tipo de intervención psicosocial no tendrá éxito hasta que la persona llegue a la conclusión de «dominar» o «controlar» la situación. La autoeficacia es un estado psicológico en el que la persona se juzga a sí misma «capaz» de ejecutar una conducta eficazmente en unas determinadas circunstancias y a un determinado nivel de dificultad. (p. 31) Bandura (1987) introduce o concepto de autoeficacia como os xuízos de cada individuo sobre as súas capacidades, en base aos cales organizará e executará as súas accións, de maneira que lle permitan acadar o rendemento desexado. Noutra ocasión, o autor defínea como o xuízo persoal sobre as crenzas nas capacidades dun mesmo para organizar e executar cursos de acción requeridos para producir determinados logros (Bandura, 1997). A teoría da autoeficacia ten aplicación en numerosos ámbitos do comportamento humano, entre os que se inclúen o mundo laboral e a educación. Debido a isto, pode asumirse que dita teoría ten cabida no estudo do módulo de Formación en Centros de Traballo, no cal os estudantes desempeñarán tarefas propias do sector produtivo. No caso concreto do ámbito laboral, Quijano e Navarro (1998) destacan que boa parte da autoeficacia “se genera en base a experiencias anteriores de éxito y de obtención de buenos desempeños y resultados” (p. 198). Moitos dos estudantes de formación profesional carecen de experiencias previas na empresa, polo que se asume que a súa percepción de eficacia xerarase en gran parte segundo os éxitos acadados no resto dos módulos profesionais dos que se compón o ciclo correspondente.
Francisco Bran Barral 20 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Polo tanto, para o caso que nos ocupa, trataremos a autoeficacia como o xuízo persoal de cada estudante sobre as crenzas nas súas capacidades para organizar e executar as tarefas que durante o desenvolvemento do módulo profesional de FCT lle sexan encomendadas, de maneira que lle permitan acadar o rendemento desexado. Para Martínez (2004), a autoeficacia é un dos factores que determina o modo de pensar, sentir, motivarse e actuar das persoas, polo que contribúe aos seus logros. Ademais, debido á importancia que o traballo ten na vida das persoas, considera fundamental considerar as crenzas de eficacia no contexto laboral. A eficacia percibida polos individuos xoga un papel clave nas estruturas causais que teñen lugar no mundo en xeral e no sector produtivo en particular. As crenzas de eficacia afectan á automotivación polo impacto que teñen sobre as metas e as aspiracións (Bandura, 2004). Quijano e Navarro (2000) afirman que, segundo Bandura, a autoeficacia como expectativa de eficacia persoal dista moito da expectativa de resultados, xa que esta última refírese ás consecuencias máis probables que un cre que producirá un determinado nivel de execución, mentres que a autoeficacia é un xuízo emitido polo propio individuo acerca da súa capacidade para acadar dito nivel de excución. Ao respecto desta diferenza entre expectativa de resultados e autoeficacia, Villamarín e Sanz (2004) expoñen: La autoeficacia es una expectativa referida a la conducta, que puede definirse como la capacidad percibida para realizar una acción concreta en una situación también concreta, antes de llevarla a cabo. Las expectativas de resultados se refieren a las consecuencias que producirá dicha conducta; son, en otras palabras, anticipaciones cognitivas de las consecuencias de la conducta. (p. 122) Nos seus estudos, Bandura concluíu que as autopercepcións de eficacia positivas favorecen a realización de actividades, contribuíndo ao crecemento de competencias. Pola contra, as percepcións de autoineficacia limitan o desenvolvemento de capacidades e impiden que ditas percepcións negativas poidan corrixirse. Cando as persoas con percepción de autoineficacia abordan tarefas que valoran moito dubidando das súas propias capacidades, crean obstáculos internos que impiden un resultado axeitado. Do mesmo xeito, cando as persoas con percepción de autoeficacia formulan xuízos que superan
Francisco Bran Barral 21 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT lixeiramente as súas capacidades, son capaces de afrontar dunha forma realista tarefas que son un reto para elas e que lles proporcionan a motivación necesaria para desenvolver progresivamente ditas capacidades (Quijano e Navarro, 2000). Deste xeito, segundo Bandura, os individuos que non teñen seguridade nas súas capacidades reducirán o esforzo ou cesarán o mesmo cando se atopen ante dificultades, mentres que os individuos que teñan seguridade na súa eficacia persoal, realizarán esforzos maiores para dominar os desafíos que se lles presenten. O nivel de autoeficacia vai condicionar, polo tanto, o proceso que xera a motivación, de maneira que se é baixa, a persoa sentirase desmotivada e non disposta a esforzarse no seu traballo (Quijano e Navarro, 1998). Tabernero (2004) arguméntao da seguinte forma: Así, aquellos que tienen una percepción de autoeficacia elevada centran su atención en analizar y resolver los problemas, mientras que aquellos que dudan de su propia eficacia tienden a desviar su atención, se muestran indiferentes ante los resultados de la tarea cuando perciben dificultades para resolverla, se justifican de sus deficiencias personales, hacen atribuciones internas de sus malos resultados y construyen escenarios mentales en los que anticipan el fracaso. (p. 213) O propio Bandura (2004) explica como as crenzas de eficacia forman nas persoas expectativas de resultado: Efficacy beliefs also shape people’s outcome expectations. People of high efficacy expect their efforts to produce favorable outcomes. Those who doubt their capabilities do not expect their efforts to produce much. Efficacy beliefs also affect how people view their life circumstances. Those of high efficacy focus on the opportunities their life conditions present. Even in environments containing limited opportunities and many constraints they believe that, through ingenuity and perseverance, the odds can be surmounted. Those beset with selfdoubts dwell on impediments and easily convince themselves of the futility of their efforts. They achieve limited success even in environments that provide many opportunities. (p. 36) De todo isto, conclúese que o nivel óptimo de autoeficacia será aquel que exceda minimamente o nivel de habilidade real do propio individuo, xa que o animará a afrontar actividades desafiantes, axudándoo a perseverar ante as dificultades e a soportar os contratempos que se lle presenten durante o transcurso da actividade (Bandura, 1986).
Francisco Bran Barral 22 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Por outra banda, Bandura contempla a posibilidade de que un individuo, aínda posuíndo as habilidades precisas e o sentido de autoeficacia para desenvolver un rendemento axeitado, non o obteña nin o desenvolva por varios motivos: por falta de incentivos da situación, por ausencia de recursos adecuados ou por limitacións externas. Do mesmo xeito, para poder regular o esforzo a realizar, o individuo debe coñecer en liñas xerais a actividade que levará a cabo e o nivel de rendemento que deberá acadar. Por último, Quijano e Navarro (2000) recordan como Bandura sinala que a percepción de autoeficacia dun suxeito non será a mesma ante unha tarefa ou outra, senón que pode variar dependendo do labor ao que se enfronte (no noso caso, ante as diferentes actividades que se lle presenten no período de FCT). Isto indica que a medida da autoeficacia debería referirse a actividades concretas. Con todo, debido ás características do noso estudo (no que se estuda a estadía do alumnado de diversos ciclos formativos en empresas de diferente natureza), non será posible contemplar este enfoque microanalítico. 3. Metodoloxía 3.1. Método empregado Co fin de alcanzar os obxectivos presentados ao comezo deste informe, levarase a cabo un estudo cuantitativo de corte descritivo. Acerca da metodoloxía de investigación cuantitativa, Cabrero e Martínez (1996) afirman que a súa característica fundamental é que “se centra en el estudio de las relaciones entre variables cuantificadas” (p. 213). Para Hueso e Cascant (2012), o principio básico desta metodoloxía reside en que as partes representan ao todo, é dicir, estudando un determinado número dos suxeitos da poboación, a mostra, podemos ter unha idea de como é dita poboación no seu conxunto. Máis concretamente, preténdese coñecer a distribución de variables de interese desa poboación, que poden ser obxectivas (idade, estatura, nivel de estudos...) ou subxectivas (opinións ou valoracións sobre un tema determinado). Debido á universalidade da linguaxe dos números, Cabrero e Martínez (1996) destacan a facilidade de comunicar os achados da investigación cuantitativa. Ademais, expoñen que ditos achados permiten elaborar sínteses acerca de temas comúns, o que facilita a acumulación de coñecementos.
Francisco Bran Barral 29 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Ítems 6, 7, 8, 9, 24 e 25, sobre o coñecemento que o alumnado ten acerca da empresa na que realizará as prácticas e do mercado laboral para o cal se está formando. Ítems 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 27, 28, 29 e 30, relacionados máis estreitamente coa autoeficacia percibida polo alumnado e as expectativas do mesmo ante o módulo profesional de FCT. Así, comezarase por analizar a motivación coa que o alumnado do CIFP Politécnico de Lugo encara a súa estadía na empresa durante o período de FCT. Pertencen a esta categoría os ítems 1 e 2 do cuestionario. Atendendo aos resultados do primeiro ítem, “Atópome motivado/a ante o período de prácticas”, pódese comprobar que unha ampla maioría dos enquisados está de acordo (o 31,03%) ou totalmente de acordo (o 58,62%) coa afirmación. En canto ao segundo ítem, “Estou disposto/a a dar o mellor de min nas prácticas”, apréciase que ningún dos estudantes se posicionou en desacordo. Só o 3,45% mostrou indiferenza, estando as restantes respostas de acordo ou totalmente de acordo coa afirmación. Destas dúas cuestións, recollidas na Figura 1, extráese tanto unha moi positiva implicación do alumnado no período de FCT, como a alta motivación coa que afrontan o módulo antes do seu transcurso. Figura 1: Resultados dos ítems Nº1 e Nº2 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% 70,00% 80,00% 90,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 1,72% 3,45% 5,17% 31,03% 58,62% 0,00% 0,00% 3,45% 10,34% 86,21% Ítem Nº1 Ítem Nº2
Francisco Bran Barral 30 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Coñecer a opinión do alumnado do CIFP acerca da implicación dos axentes formativos no desenvolvemento da FCT (formación recibida no centro, elección da empresa, papel do titor...) é tamén importante. A esta categoría están adicados os ítems 3, 4, 5 e 26. Como se extrae da Figura 2, o alumnado amósase de acordo (un 60,34%) ou totalmente de acordo (un 24,14%) co terceiro ítem, “Penso que a formación recibida no ciclo formativo capacítame para desenvolver adecuadamente as tarefas que me encomenden durante as prácticas”. Con isto pode afirmarse que os estudantes cualifican favorablemente a formación recibida no centro formativo e están convencidos de que os capacita para facer un bo papel no módulo de FCT. Figura 2: Resultados do ítem Nº3 Considerouse importante saber o papel que o alumnado tivo na elección da empresa na que vai realizar a FCT. Dedúcese que se os estudantes teñen a oportunidade de participar na elección da súa empresa de destino, coñecerán mellor as actividades que nela terán que levar a cabo, o que repercutirá positivamente na autoeficacia percibida. A isto corresponde o ítem número 4, “Tiven a oportunidade de propoñer/intervir na elección da empresa na que vou realizar as prácticas”. Os resultados, que se achegan na Figura 3, determinan que a maioría dos enquisados tiveron a opción de participar neste proceso de elección, ante unha gran minoría (o 3,45%) que se posiciona totalmente en desacordo. 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% 70,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 1,72% 5,17% 8,62% 60,34% 24,14%
Francisco Bran Barral 31 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Figura 3: Resultados do ítem Nº4 O ítem número 5, “Penso que o titor/a da FCT do centro educativo me proporcionou a información suficiente sobre o que vou atopar na empresa”, serve para coñecer a opinión do alumnado sobre a persoa encargada da súa titoría no CIFP. Segundo o reflectido na Figura 4, un 43,10% da mostra está de acordo con que a información obtida foi suficiente, seguido dun 20,69% que se amosa indiferente. As persoas en posicións desfavorables suman un 17,24%. Con isto considérase que, aínda que a valoración global é positiva, sería un aspecto que se podería mellorar. Figura 4: Resultados do ítem Nº5 Os resultados do ítem número 26, “O que aprendo neste ciclo formativo está cumprindo coas miñas expectativas”, vense reflectidos na Figura 5. Unha vez máis, apréciase que 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% 70,00% 80,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 3,45% 0,00% 10,34% 10,34% 75,86% 0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% 35,00% 40,00% 45,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 5,17% 12,07% 20,69% 43,10% 18,97%
Francisco Bran Barral 32 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT unha ampla maioría dos estudantes están de acordo coa afirmación (un 75,86% en total), o que indica que a formación recibida é, polo xeral, a agardada polo alumnado. Figura 5: Resultados do ítem Nº26 A continuación, analízanse os ítems relacionados co coñecemento que o alumnado do centro posúe sobre a empresa na que realizará o módulo de FCT, así como o que sabe do mercado laboral para o cal se está formando. Corresponden a esta temática os ítems 6, 7, 8, 9, 24 e 25. No tocante ao ítem número 6, “Coñezo benas actividades que se levan a cabo na empresa na que vou realizar as prácticas”, aprézase que, aínda que a maioría dos enquisados se sitúa en posicións favorables, existe un 43,10% da mostra que seleccionou as opcións de indiferenza ou en desacordo. Isto denota que existe unha gran parte do alumnado que non coñece ou non ten datos acerca da actividade da empresa na que realizará a FCT. Cómpre lembrar que o coñecemento da tarefa a realizar repercute positivamente na autoeficacia, polo que sería conveniente informar aos alumnos de ditas actividades. Os resultados amósanse na Figura 6. 0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% 35,00% 40,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 1,72% 8,62% 13,79% 37,93% 37,93%
Francisco Bran Barral 33 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Figura 6: Resultados do ítem Nº6 Unha ampla maioría dos estudantes enquisdos están de acordo (o 48,28%) ou totalmente de acordo (o 39,66%) co exposto no ítem número 7, “Penso que as actividades que realice durante as prácticas axudaranme a coñecer os distintos postos de traballo asociados ao ciclo que estou a cursar”. Estes resultados, que se achegan na Figura 7, reflicten a confianza do estudantado en que o período de FCT lles sirva para coñecer mellor o perfil profesional correspondente ao seu título. Figura 7: Resultados do ítem Nº7 0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% 35,00% 40,00% 45,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 5,17% 10,34% 27,59% 44,83% 12,07% 0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% 35,00% 40,00% 45,00% 50,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 0,00% 0,00% 12,07% 48,28% 39,66%
Francisco Bran Barral 34 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Como reflicte a Figura 8, unicamente un 3,45% da mostra se sitúa en desacordo e só un 18,97% amosa indiferenza ante a afirmación “Penso que teño capacidade para identificar a estrutura e a organización da empresa de prácticas en relación co tipo de servizo que presta”, correspondente ao ítem número 8. O resto de persoas enquisadas vense capacitadas para identificar a organización da empresa en relación aos seus servizos. Do mesmo xeito, na Figura 8 tamén pode comprobarse que os resultados para o ítem número 9, “Serei capaz de interpretar como inflúen as carácterísticas do mercado laboral nas actividades que se realizan na empresa de prácticas”, son moi semellantes. A maioría dos enquisados posiciónase de acordo, aínda que case 3 de cada 10 amosan indiferenza. Figura 8: Resultados dos ítems Nº8 e Nº9 Así mesmo, considérase importante coñecer a opinión do estudantado do CIFP sobre as saídas laborais que lles proporciona o ciclo, e se teñen coñecemento das mesmas. En canto ao ítem número 24, “Teño un bo coñecemento do mercado laboral para o cal me estou formando”, a maioría do alumnado que realizou a enquisa afirma que coñece ben o mercado laboral no cal se enmarca o seu ciclo formativo. Non obstante, a porcentaxe para a opción “Indiferente” é moi alta, mentres que a do alumnado que está totalmente de acordo é sensiblemente baixa. 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 0,00% 3,45% 18,97% 51,72% 25,86% 0,00% 5,17% 25,86% 51,72% 17,24% Ítem Nº8 Ítem Nº9
Francisco Bran Barral 35 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT A visión da mostra acerca das saídas profesionais que lles ofrece o ciclo correspóndese co ítem número 25, “Dende o meu punto de vista, as saídas profesionais do ciclo formativo que estou a cursar son boas”. Só un de cada 10 estudantes está en desacordo coa afirmación, o que denota que a maioría pensa que o título para o cal se prepara ofrécelle boas posibilidades de acceder ao mercado laboral, a pesar do 32,76% de individuos que mostran indiferenza. Os resultados dos ítems número 24 e 25 poden verse na Figura 9. Figura 9: Resultados dos ítems Nº24 e Nº25 Aínda que moitos dos ítems anteriores reflicten expectativas previas do alumnado do CIFP Politécnico de Lugo respecto ao módulo de FCT, existen unha serie de cuestións máis directamente vencelladas ás expectativas e, sobre todo, á autoeficacia percibida. Compoñen esta categoría os ítems 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 27, 28, 29 e 30. O ítem número 10 do cuestionario di: “Durante a FCT, intentarei actuar de forma activa para lograr sentirme útil na empresa”. Como reflicte a Figura 10, toda a mostra se posicionou favorable a esta afirmación. Ademais, un 84,48% da mesma asegurou estar totalmente de acordo. Isto tradúcese nunha gran predisposición do estudantado para 0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% 35,00% 40,00% 45,00% 50,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 1,72% 5,17% 36,21% 50,00% 6,90% 0,00% 10,34% 32,76% 37,93% 18,97% Ítem Nº24 Ítem Nº25
Francisco Bran Barral 36 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT desempeñar un bo papel nas súas prácticas e tamén no desexo por sentirse útil na súa empresa de destino. Figura 10: Resultados do ítem Nº10 Na Figura 11 achéganse os resultados do ítem número 11, “Penso que posúo a suficiente autonomía e responsabilidade como para desenvolver axeitadamente os labores que me encomenden durante o período de prácticas”. Só un 3,45% dos enquisados contestou que isto lle resultaba indiferente. Os suxeitos restantes aseguraron estar de acordo (o 41,38%) ou totalmente de acordo (o 55,17%), o que indica que os estudantes considéranse responsables e autónomos para realizar as tarefas propias da empresa. Figura 11: Resultados do ítem Nº11 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% 70,00% 80,00% 90,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 0,00% 0,00% 0,00% 15,52% 84,48% 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 0,00% 0,00% 3,45% 41,38% 55,17%
Francisco Bran Barral 37 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT O ítem número 12 expón: “Véxome coa capacidade suficiente para resolver os problemas difíciles que se me presenten nas prácticas”. Como se pode apreciar na Figura 12, a maioría de individuos está de acordo ou totalmente de acordo, sumando unha porcentaxe total do 77,58%, o que reflicte a boa percepción das propias capacidades para a resolución de dificultades. Figura 12: Resultados do ítem Nº12 Durante a estadía no centro de traballo, é habitual a aparición de imprevistos propios da actividade laboral. Ao manexo destas situacións refírense os ítems número 13 e 14. Aínda que un 22,41% dos individuos responderon “Indiferente” ao ítem número 13, “Véxome coa capacidade suficiente para manexar eficazmente os acontecementos inesperados que xurdan nas prácticas”, máis dun 70% asegura estar de acordo ou totalmente de acordo, polo que o alumnado percibe que ten capacidade para o adecuado manexo de ditas situacións imprevistas. Do mesmo xeito, a maioría de persoas enquisadas dixo estar de acordo (o 55,17%) ou totalmente de acordo (o 29,31%) co ítem número 14, “Penso que teño cualidades e recursos para superar satisfactoriamente situacións imprevistas nas prácticas”, o que vén a confirmar o visto na anterior cuestión, ao que fai referencia nun conxunto a Figura 13. 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 1,72% 1,72% 18,97% 55,17% 22,41%
Francisco Bran Barral 38 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Figura 13: Resultados dos ítems Nº13 e Nº14 En referencia ao ítem número 15, “Aínda que durante as prácticas xurdan dificultades, manterei a tranquilidade, xa que dispoño das habilidades necesarias para controlar este tipo de situacións”, a maior parte dos suxeitos (o 86,20%) asegurou estar de acordo ou totalmente de acordo, como amosa a Figura 14. Así, pode dicirse que os estudantes confían en poder apoiarse nas súas habilidades para manexar situacións difíciles na empresa sen perder a calma. Figura 14: Resultados do ítem Nº15 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 0,00% 3,45% 22,41% 53,45% 20,69% 0,00% 1,72% 13,79% 55,17% 29,31% Ítem Nº13 Ítem Nº14 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% Totalmente en desacordo En desacordo Indiferente De acordo Totalmente de acordo 0,00% 3,45% 10,34% 55,17% 31,03%
Francisco Bran Barral 45 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT 5. Conclusións Unha vez realizado o estudo e analizados os resultados que se recollen no presente informe, conclúense unha serie de aspectos acerca do alumnado do CIFP Politécnico de Lugo, referidos todos eles aos obxectivos marcados anteriormente para este traballo de investigación. Pode afirmarse que existe un alto grao de motivación do alumnado para afrontar o período de FCT. A implicación por parte dos estudantes na realización das prácticas de empresa é alta, cunha boa disposición para dar o mellor deles. No que se refire ao centro formativo, a información proporcionada polos axentes do mesmo en materia de formación en centros de traballo é considerada sufiente polo alumnado para un adecuado desenvolvemento das tarefas que lles sexan encomendadas na empresa. Do mesmo xeito, os coñecementos, capacidades e competencias que adquiren no ciclo cumpren, polo xeral, coas súas expectativas. Non obstante, segundo os estudantes, o papel do titor de FCT no CIFP, aínda que non pode considerarse como negativo, si podería mellorarse en moitos casos. Tamén se aprecia que a maior parte do alumnado ten a opción de intervir na elección da empresa na que vai realizar as prácticas, o que en teoría repercutiría positivamente no coñecemento das actividades que nela se realizan e, por conseguinte, na autoeficacia. Porén, considérase conveniente informar aos alumnos e alumnas de ditas actividades, xa que non todos eles teñen nocións sobre as mesmas. Acerca destes labores propios da empresa, os estudantes pensan que lles axudarán a coñecer os distintos postos de traballo asociados ao seu ciclo formativo. En canto ao sector produtivo, vense capacitados para identificar a estrutura e a organización da empresa de prácticas en relación co tipo de servizo que presta, e para interpretar como inflúen as características do mercado laboral nas actividades que nela se realizan. No tocante ao mercado laboral para o cal se están formando, afirman coñecelo ben, e consideran que as saídas profesionais que lles proporciona o ciclo formativo son boas. Pode extraerse da investigación a gran predisposición do estudantado para realizar un bo papel nas súas prácticas e tamén un desexo de actuar de maneira activa para sentirse útil na súa empresa de destino.
Francisco Bran Barral 46 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT O alumnado considérase autónomo e responsable e vese coa capacidade suficiente para resolver e manexar eficazmente os problemas difíciles e os imprevistos que lles xurdan durante as prácticas, á vez que coidan ser capaces de non perder a tranquilidade ante tales situacións. Co debido esforzo, os estudantes pensan que poderán afrontar os retos que se lles presenten no período de prácticas, e consideran que teñen as cualidades necesarias para o manexo de todo tipo de situacións. Ademais, confían en que se lles ocorran diferentes alternativas para resolver estas complicacións. Cabe destacar, polo tanto, que o grao de autoeficacia percibida polo alumnado, entendido como o xuízo persoal de cada estudante sobre as crenzas nas súas capacidades para organizar e executar as tarefas que durante o desenvolvemento do módulo profesional de FCT lle sexan encomendadas, de maneira que lle permitan acadar o rendemento desexado, é realmente elevado. No referido ao persoal da empresa de prácticas, o estudantado espera que se amose accesible á hora de resolverlles dúbidas, e considera que recibir reforzos externos melloraría o seu desempeño. Non obstante, a preocupación por sentirse integrado dende o punto de vista profesional é maior que a de sentirse integrado dende o punto de vista humano. Acerca das metas, unha ampla maioría afirma ter a seguridade de poder acadar todas as que se propoña durante a FCT, aínda que para moitos deles, obter un posto de traballo na empresa de destino non sexa un obxectivo. En definitiva, as expectativas do alumnado sobre o módulo profesional de Formación en Centros de Traballo son moi altas, considerando a maioría deles que será unha experiencia enriquecedora e moi positiva. 5.1. Limitacións do estudo Cómpre destacar que sería de especial interese a realización dun novo estudo posterior á realización da FCT, para poder así comparar a evolución das expectativas e da autoeficacia do alumnado unha vez rematado o mesmo, analizando as diferenzas nas valoracións realizadas antes e despois de desenvolver o módulo. Non obstante, debido á incompatibilidade entre as datas de entrega do presente Traballo Fin de Máster e de remate do módulo de FCT, non será posible realizar esta segunda análise.
Francisco Bran Barral 47 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT 6. Referencias Alaminos, A. e Castejón, J. L. (2006). Elaboración, análisis e interpretación de encuestas, cuestionarios de escalas de opinión. Alicante: Marfil. Bandura, A. (1987). Pensamiento y acción: Fundamentos sociales. Barcelona: Ediciones Martínez Roca. Bandura, A. (1997). La auto-eficacia: El ejercicio del control. Nueva York: Freeman. Bandura, A. (2004). The growing primacy of perceived efficacy in human self-development, adaptation and change. En Salanova, M. (Ed.), Nuevos horizontes en la investigación sobre la autoeficacia (pp. 33-52). Castellón: Publicacions de la Universitat Jaume I. Bereziartua, J. (2016). Construcción de componentes socio-personales de las competencias en el trabajo. Revista Internacional de Pedagogía y Currículo, 1(2), 41-54. Cabrero, J. e Martínez, M. R. (1996). El debate investigación cualitativa frente a investigación cuantitativa. Enfermería clínica, 6(5), 213. Casal, J., & Mateu, E. (2003). Tipos de muestreo. Rev. Epidem. Med. Prev., 1(1), 3-7. Deci, E. L. (1975). Intrinsic Motivation. Nova York: Plenum Press. Deci, E. L. (1980). The Psychology of Self´determination. Lexington: D.C. Heath. De Pablo, A. (1997). La nueva formación profesional: dificultades de una construcción. Reis, (77-78), 137-161. Echevarría, B. (1993). Formación Profesional. Barcelona: PPU. Grande, M. (2013). La formación profesional. De la Ley General de Educación a la LOGSE. Historia de la Educación, (16), 373-386. Hernández, R., Fernández-Collado, C. e Baptista, P. (1998). Metodología de la investigación. México: Mcgraw-hill Interamericana. Homs, O. (2008). La formación Profesional en España. Hacia la sociedad del conocimiento. Barcelona: Fundación “la Caixa”.
Francisco Bran Barral 48 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Homs, O. (2017). La implantación en España de la formación profesional dual: perspectivas. Revista Internacional de Organizaciones, (17), 7-20. Hueso, A. e Cascant, M. J. (2012). Metodología y técnicas cuantitativas de investigación. Valencia: Universitat Politècnica de València. Jiménez, B. (1997). Formación profesional: Concepción de los ciclos formativos. Revista interuniversitaria de formación del profesorado, (30), 31-49. Lei Orgánica 1/1990, do 3 de outubro, de Ordenación Xeral do Sistema Educativo. Boletín Oficial del Estado. Madrid, 4 de outubro de 1990, núm. 238, pp. 28927-28942. Lei Orgánica 2/2006, do 3 de maio, de Educación. Boletín Oficial del Estado. Madrid, 4 de maio de 2006, núm. 106, pp. 17158-17207. Lei Orgánica 5/2002, do 19 de xuño, das Cualificacións e da Formación Profesional. Boletín Oficial del Estado. Madrid, 20 de xuño de 2002, núm. 147, pp. 22437-22442. Lei Orgánica 8/2013, do 9 de decembro, para a mellora da calidade educativa. Boletín Oficial del Estado. Madrid, 10 de decembro de 2013, núm. 295, pp. 97858-97921. Lorente, R. (2015). Perspectivas del profesorado sobre la mejora y potenciación de la formación profesional1/Teacher's perspectives about the improving and strengthening of vocational education and training. Revista Complutense de Educación, 26(1), 47-66. Martínez, I. (2004). Autoeficacia aplicada al trabajo y a las organizaciones. En Salanova, M. (Ed.), Nuevos horizontes en la investigación sobre la autoeficacia (pp. 178-186). Castellón: Publicacions de la Universitat Jaume I. Martínez Usarralde, M. J. (2000). Reflexiones acerca de la alternancia: una comparación entre el modelo de prácticas a través del Módulo FCT (Formación de Centros de Trabajo) y el aprendizaje en España. Contextos Educativos, (3), 297-314. MEC (1998). Manual de Formación en Centros de Trabajo. Madrid. Merino, R., Casal, J. e García, M. (2006). ¿Vías o itinerarios en el sistema educativo? La comprensividad y la formación profesional a debate. Revista de Educación, (340), 1065-1083.
Francisco Bran Barral 49 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Muñoz, J. (2009). El análisis del contexto, pieza clave en la Formación Profesional. Revista digital para profesionales de la enseñanza, (4), 1-6. Niño, V. M. (2011). Metodología de la investigación. Bogotá: Ediciones de la U. Orde do 28 de febreiro de 2007 pola que se regula o módulo profesional de formación en centros de traballo da formación profesional inicial, para o alumnado matriculado en centros educativos da Comunidade Autónoma de Galicia. Diario Oficial de Galicia. Galicia, 8 de marzo de 2007, núm. 48, pp. 3581-3588. Otero, B., Lavía, C., Olazaran, M. e Albizu, E. (2016). ¿ Pueden los centros de Formación Profesional tener un papel en el sistema de innovación? El caso de Navarra/Could Vocational and Training institutes Play a Role in the Innovation System? The Case of the Navarre Region. Revista Española de Sociología (RES), 25(3), 387-407. Pérez-Díaz, V. e Rodríguez, J. C. (2002). La Educación Profesional en España. Madrid: Santillana. Pita, S. e Pértegas, S. (2002). Investigación cuantitativa y cualitativa. Cad Aten Primaria, 9, 76-78. Planas, J. (2012). ¿Qué es y para qué sirve hoy la formación profesional? De la VT (formación profesional) a la VET (formación y educación profesional). RASE: Revista de la Asociación de Sociología de la Educación, 5(1), 5-16. Quijano, S. e Navarro, J. (1998). Un modelo integrado de la motivación en el trabajo: conceptualización y medida. Revista de Psicología del Trabajo y de las Organizaciones, 14(2), 193-216. Quijano, S. e Navarro, J. (2000). La autoeficacia y la motivación en el trabajo. Apuntes de Psicología, 18(1), 159-177. Raposeiras, J. (2005). As perspectivas do mercado laboral a través da formación profesional regrada. Eduga: revista galega do ensino, (45), 119-140. Real Decreto 1147/2011, do 29 de xullo, polo que se establece a ordenación xeral da formación profesional do sistema educativo. Boletín Oficial del Estado. Madrid, 30 de xullo de 2011, núm. 182, pp. 86766-86800.
Francisco Bran Barral 50 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Real Decreto 127/2014, do 28 de febreiro, polo que se regulan aspectos específicos da Formación Profesional Básica das ensinanzas de formación profesional do sistema educativo, se aproban catorce títulos profesionais básicos, se fixan os seus currículos básicos e se modifica o Real Decreto 1850/2009. Boletín Oficial del Estado. Madrid, 5 de marzo de 2014, núm. 55, pp. 20155-21136. Rial, A. e Sarceda, C. (1998). A alternancia: un concepto en alza para a formación. Revista Galega de Economía, 7(2), 205-212. Rodríguez, M. (2005). La Formación en Centros de Trabajo: datos sobre su desarrollo en la familia Administración en la Comunidad de Madrid. Revista complutense de educación, 16(1), 255-288. Salanova, M. (2004). Laudatio al profesor Albert Bandura. En Salanova, M. (Ed.), Nuevos horizontes en la investigación sobre la autoeficacia (pp. 27-32). Castellón: Publicacions de la Universitat Jaume I. Sarceda, C. e Rial, A. (2011). De las prácticas en alternancia a la inserción laboral: resultados de una investigación. Revista de Docencia Universitaria, 9(2), 231-252. Tabernero, C. (2004). El papel de la autoeficacia en la toma de decisiones complejas. Principales resultados de la simulación desarrollada por Wood y Bailey (1985). En Salanova, M. (Ed.), Nuevos horizontes en la investigación sobre la autoeficacia (pp. 212-226). Castellón: Publicacions de la Universitat Jaume I. Tarabini, A. e Montes, A. (2015). La agenda política contra el abandono escolar prematuro en España: la LOMCE contra las evidencias internacionales. Avances en supervisión educativa, (23). Torres, M., Paz, K. e Salazar, F. G. (2006). Métodos de recolección de datos para una investigación. Revista Electrónica de Ingeniería Boletín, 3, 12-20. Villamarín, F. e Sanz, A. (2004). Autoeficacia y salud: investigación básica y aplicaciones. En Salanova, M. (Ed.), Nuevos horizontes en la investigación sobre la autoeficacia (pp. 119-132). Castellón: Publicacions de la Universitat Jaume I. Vroom, V.H. (1964). Work and Motivation. Nueva York: Wiley.
Francisco Bran Barral 51 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT 7. Anexos ENQUISA: AUTOEFIACIA PERCIBIDA DO ALUMNADO DE FP CARA AO MÓDULO DE FORMACIÓN EN CENTROS DE TRABALLO (FCT) Estimado alumno/a, A presente enquisa ten como obxectivo coñecer a súa opinión sobre distintos aspectos relacionados co módulo da FCT. É totalmente anónima, polo que lle pedimos que non indique nada que o poida identificar, así como sinceridade á hora de respostar ás cuestións. 1. DATOS XERAIS Sexo: Home Muller Idade: Menos de 18 anos 18 a 20 anos 21 a 23 anos 24 a 26 anos 27 a 29 anos 30 anos ou máis Familia profesional:………………….........................................................…………………….. Ciclo formativo:........................................................................................................................ Grao: Medio Superior Estudos realizados con anterioridade: FP Básica ESO Bacharelato Outro ciclo formativo Estudos universitarios Outros (especifique cal).............................................................................................. Modo de acceso ao ciclo formativo: ………………………………….................................….. A FCT vai supoñer o seu primeiro contacto co mundo laboral: Si Non
Francisco Bran Barral 52 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT Sinale a opción que máis se achegue ao que ten pensado facer cando teña o título do ciclo formativo que está a cursar: Cursarei outro ciclo formativo. Irei á Universidade. Adicareime unicamente a buscar traballo. Buscarei traballo e ademais seguirei estudando. Montarei a miña propia empresa. Outra opción (especifique cal)…………………………………........ …………………… 2. AUTOEFICACIA E EXPECTATIVAS A continuación, presentámoslle unha serie de cuestións referidas á FCT, máis concretamente á percepción que ten acerca de determinados aspectos para cando estea realizando as prácticas na empresa, así como ás expectativas respecto ao seu futuro laboral. Pedímoslle que indique cunha cruz o grao de acordo ou desacordo cos enunciados que se lle presentan, sendo: 1= Totalmente en desacordo 2= En desacordo 3= Indiferente 4= De acordo 5= Totalmente de acordo ÍTEMS 1. Atópome motivado/a ante o período de prácticas. 1 2 3 4 5 2. Estou disposto/a a dar o mellor de min nas prácticas. 1 2 3 4 5 3. Penso que a formación recibida no ciclo formativo capacítame para desenvolver adecuadamente as tarefas que me encomenden durante as prácticas. 1 2 3 4 5 4. Tiven a opción de propoñer/intervir na elección da empresa na que vou realizar as prácticas. 1 2 3 4 5
Francisco Bran Barral 53 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT 5. Penso que o titor/a da FCT do centro educativo me proporcionou información suficiente sobre o que vou atopar na empresa. 1 2 3 4 5 6. Coñezo ben as actividades que se levan a cabo na empresa na que vou realizar as prácticas. 1 2 3 4 5 7. Penso que as actividades que realice durante as prácticas axudaranme a coñecer os distintos postos de traballo asociados ao ciclo que estou a cursar. 1 2 3 4 5 8. Penso que teño capacidade para identificar a estrutura e a organización da empresa de prácticas en relación co tipo de servizo que presta. 1 2 3 4 5 9. Serei capaz de interpretar como inflúen as características do mercado laboral nas actividades que se realizan na empresa de prácticas. 1 2 3 4 5 10. Durante a FCT, intentarei actuar de forma activa para lograr sentirme útil na empresa. 1 2 3 4 5 11. Penso que posúo a suficiente autonomía e responsabilidade como para desenvolver axeitadamente os labores que me encomenden durante o período de prácticas. 1 2 3 4 5 12. Véxome coa capacidade s uficiente para resolver os problemas difíciles que se me presenten nas prácticas. 1 2 3 4 5 13. Véxome coa capacidade suficiente para manexar eficazmente os acontecementos inesperados que xurdan nas prácticas. 1 2 3 4 5 14. Penso que teño cualidades e recursos para superar satisfactoriamente situacións imprevistas nas prácticas. 1 2 3 4 5 15. Aínda que durante as prácticas xurdan dificultades, manterei a tranquilidade, xa que dispoño das habilidades necesarias para controlar este tipo de situacións. 1 2 3 4 5 16. Penso que, se me esforzo, serei capaz de afrontar os retos e problemas que se me presenten no período de prácticas. 1 2 3 4 5 17. Agardo que o persoal da empresa de prácticas se amose accesible á hora de solucionar as miñas dúbidas. 1 2 3 4 5 18. Penso que o feito de recibir reforzos externos por parte do persoal da empresa de prácticas melloraría o meu desempeño dentro da mesma. 1 2 3 4 5 19. Preocúpame non sentirme integrado na empresa dende o punto de vista profesional. 1 2 3 4 5
Francisco Bran Barral 54 Análise da autoeficacia percibida e das expectativas do alumnado de FP sobre o módulo da FCT 20. Preocúpame non sentirme integrado na empresa dende o punto de vista humano. 1 2 3 4 5 21. Pase o que pase nas miñas prácticas, teño capacidade para manexar a situación adecuadamente. 1 2 3 4 5 22. Cando me atope ante unha situación difícil durante as prácticas, confío en que saberei actuar correctamente. 1 2 3 4 5 23. Confío en que, á hora de resolver un problema durante as prácticas, ocorreránseme varias alternativas. 1 2 3 4 5 24. Teño un bo coñecemento do mercado laboral para o cal me estou formando. 1 2 3 4 5 25. Dende o meu punto de vista, as saídas profesionais do ciclo formativo que estou a cursar son boas. 1 2 3 4 5 26. O que aprendo neste ciclo formativo está cumprindo coas miñas expectativas. 1 2 3 4 5 27. A FCT permitirame valorar as competencias necesarias para desenvolver a actividade da empresa de forma óptima. 1 2 3 4 5 28. O meu obxectivo é obter un posto de traballo na empresa na que farei as prácticas. 1 2 3 4 5 29. Teño a seguridade de que poderei acadar as metas que me propoña durante as prácticas. 1 2 3 4 5 30. Confío en que a FCT resulte unha experiencia moi positiva. 1 2 3 4 5 MOITAS GRAZAS POLA SÚA COLABORACIÓN