XI Colóquio sob e Ques ões Cu icula es
VII Colóquio Luso-B asilei o &
I Colóquio Luso-A o-B asilei o de Ques ões Cu icula es
CURRÍCULO NA CONTEMPORANEIDADE: INTERNACIONALIZAÇÃO E CONTEXTOS LOCAIS
1
A EDUCAÇÃO VOCAL NA INFÂNCIA: A IMPORTÂNCIA DA VOZ NO
CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA GALIZA
Casal de la Fuen e, L.1
1Uni e sidade de San iago de Compos ela, Galiza
Email: [email protected]
Resumo
Di e sos são os abalhos que en ol em as di iculdades que em o p o esso ado no momen o de
con ola a emissão luída e sã da sua oz (Segu a, 2009; Fiuza, 1996), a ma p incipal pa a o
exe cício do seu labo diá io. Is o pode se explicado, em pa e, pela ausen e ou insu icien e
o mação no âmbi o da educação ocal con emplada nos planos de es udo da obsole a
“Diploma u a em Mes a/e” des as úl imas décadas.
Tendo em con a que mui as condu as são ap endidas pelas c ianças a a és da imi ação, expo-las a
modelos ocais inco e os não az senão p opicia que es as assumam e ep oduzam p ocessos de
emissão ocal de icien es, que podem de i a em pa ologias.
Pa a comp o a o peso que é dado pela Adminis ação na Galiza à oz e à educação ocal no p óp io
cu ículo da Educação In an il, damos especial a enção ao Dec e o 330/2009 pelo que se es abelece
o cu ículo da Educação In an il na Região Au ónoma da Galiza (a ualmen e em igo ); e ao Dec e o
426/1991 (de ogado pelo an e io ).
Recolhidas as e e ências quan o à oz que apa ecem nes es esc i os o iciais, assim como as que
igu am nou os documen os não es i amen e no ma i os inse idos na publicação Xun a de Galicia
(2009), es abelece-se uma compa ação en e os ex os que da am de 1991 e de 2009. Pa a conclui ,
discu e-se sob e os dados ob idos, e eb ando uma disse ação sob e o peso da educação da oz
desde a en a in ância, da óp ica dos con eúdos cu icula es.
Pala as-cha e: Educação In an il; educação da oz; o mação do p o esso ado; cu ículo escola ;
Galiza.
1 In odução
A EDUCAÇÃO VOCAL NA INFÂNCIA: A IMPORTÂNCIA DA VOZ NO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO
INFANTIL NA GALIZA
Casal de la Fuen e, L.
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Sabemos que “pa a os docen es de ensino p imá io, e sob e udo pa a os de Educação In an il, a oz can ada é um
ecu so de g ande alo ” (Co áza & Rojo, 2007, p. 71). Conhecemos ambém que ap oximadamen e “48% dos
p o esso es em algum ipo de p oblema de oz alada” (Molina, Fe nández, Vázquez & U a, 2006). Es as a i mações
azem-nos pensa que nos encon amos pe an e um p oblema: se me ade do p o esso ado em p oblemas de oz
alada, sendo a oz can ada um ecu so u ilizado e alo izado pa a a docência na in ância... como abo da á a oz
can ada, sem em di iculdades com a oz alada? Ap ecia-se uma baixa qualidade na emissão ocal do p o esso ado e,
consequen emen e, uma ansmissão de modelos ocais e óneos ao alunado. O que em de se exp essado le a-nos
ambém a suspei a que não po que a pe cen agem es an e não enha p oblemas de oz podemos a i ma que os
cânones de oz alada e can ada que es ão a usa sejam de odo co e os.
Re endo a o mação uni e si á ia o e ecida ao u u o p o esso ado na Galiza1 dis inguimos que, com espei o à oz e
à educação ocal, no caso do G au em Mes a/e em Educação In an il, a ualmen e só no e cei o ano é o e ada a
ma é ia “Música na Educação In an il”. Além des a ma é ia, quem op a pela Menção em Linguagens A ís icas,
de e á supe a “Desen ol imen o da Pe ceção e Exp essão Musical”. Não esquecendo a op a i a “Educação ocal
pa a docen es”, que se o e ece pa a ambos g aus em in an il e p imá io, de emos sublinha que não pe ence a
nenhuma menção, o qual não assegu a que as p o esso as e p o esso es, independen emen e da menção que
escolhe em, de am es udá-la e, po an o, adqui i umas noções mínimas de cuidado e educação ocal. Em de ini i o,
a p epa ação com espei o aos emas de oz e educação ocal na uni e sidade é de ici á ia.
Se epa a mos na li e a u a sob e Educação Musical pa ece cla o que “a escola de Educação In an il de e a o ece
[...] a p á ica a i a da música median e o uso da oz e as possibilidades sono as e de mo imen o do p óp io co po”
(Pascual, 2006, p. 11): es á esc i o nos cu ículos e a de endem múl iplos pedagogas/os in an is, musicais, e c.
Pe cebendo que as c ianças ap endem po imi ação (To es, 2011) de e -nos-ia p eocupa a qualidade da emissão
ocal do p o esso ado, po que o alunado assumi á os modelos que o p o esso ado use nas suas aulas.
Nes e con ex o, é impo an e me gulha -nos no con eúdo cu icula , pa a con e i o peso que é dado desde a p óp ia
Adminis ação à educação ocal na e apa in an il, a endendo aos cu ículos de 1991 e de 2009. Pa a isso:
P ocu amos, iden i icamos e ag upamos as e e ências à oz e à educação ocal nos cu ículos de Educação
In an il na Galiza - o de ogado cu ículo de Educação In an il (Dec e o 426/1991) e o igen e (Dec e o
330/2009; em Xun a de Galicia, 2009) -.
Analisamos o peso que a educação ocal ocupa em ambos cu ículos e es abelecemos uma compa ação en e
eles, elabo ando assim um discu so sob e a impo ância da educação ocal na idade in an il e o hipo é ico
(mas me ecido e necessá io) peso que a educação ocal de e ia ocupa nes a e apa.
2Pe gun a de in es igação e me odologia
As pe gun as às que en amos esponde nes a comunicação são:
Qual é a p esença, e po an o a impo ância, que se lhe ou o ga à oz e à educação ocal nos cu ículos da
Educação In an il na Galiza?
1 Vejam-se os planos de es udo que o e ece a Uni e sidade de San iago de Compos ela.
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Exis em di e enças en e o ex o de 1991 e o a ual, publicado em 2009?
Ado amos pa a isso uma me odologia de ca ác e quali a i o u ilizando o mé odo de análise documen á io e do
discu so, po que pa a analisa os cu ículos e a no ma i a é p eciso descob i a impo ância do ex o (Ma ínez, 2006).
A écnica quali a i a indi e a u ilizada pa a a análise oi undamen ada nos p incípios e écnicas da g amá ica, da
sin axe e da semân ica.
3Re e ências à oz na no ma i a de 1991 e de 2009: compa ação
A espei o do Dec e o 426/1991 a oz é concebida (sem di e encia en e 1º e 2º ciclo) como:
Canal de exp essão da linguagem o al. Pe cebe-se que as c ianças de em mos a in lexões ou mudanças de
en oação na sua oz em sinc onia com a linguagem a e i a.
Via de comunicação, a a és da pala a e do can o.
Median e es as pau as achamos que, se as c ianças de em mos a in lexões na sua oz de aco do com a exp essão ou
emoção, e ão que con a com modelos de imi ação que a modo de exemplo si am pa a ap ende a usa a sua oz
como canal de exp essão ou de comunicação. Como e o ço, se ia ideal con a com uma boa p og amação de jogos
d amá icos a pa i dos quais ossem abalhadas as di e en es qualidades ocais, com as que pudessem di e i -se
a a és da exp essão dos di e en es sen imen os, mani es ados a a és da oz.
A espei o do Dec e o 330/2009 (que di e encia o cu ículo do 1º e do 2º ciclo) e dos ex os não no ma i os que o
acompanham, a oz é en endida como:
Meio de c iação. No 2º ciclo insis e-se em que as c ianças explo em as possibilidades sono as das suas ozes e
em que as u ilizem pa a c ia . Inclui-se como componen e a abalha (con eúdo) e como componen e a
alo iza (a aliação).
Modelo a imi a . A a és da escu a e comp eensão da lei u a em oz al a de uma lei o a ou lei o compe en e
espe a-se que as c ianças mos em p aze e mo i ação po escu a . Inclui-se, como no pon o an e io , como
con eúdo e elemen o a a alia . Nas o ien ações me odológicas pa a 2º ciclo pe se e a-se na/o docen e como
exemplo de lei o ou lei o a, e inclusi e como modelo do silêncio.
Canal de explo ação do p óp io som. Um dos indicado es obse á eis especí icos pa a a a aliação é
comp o a se as c ianças explo am as possibilidades sono as das suas ozes.
Elemen o a a alia no alunado, espei o a que seja capaz de adequa o om de oz a u iliza à si uação que se
lhe p esen e.
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Depois de e ecolhidas e ca ego izadas as e e ências2 à oz e à educação ocal em ambos cu ículos, elabo amos a
abela que segue. Recolhe-se nela a p esença da oz e da educação ocal com espei o a ideias cha e que sin e izam o
seu peso, e a isão que dos ex os ob emos delas.
Tabela 1: Compa ação dos cu ículos de 1991 e de 2009 com espei o à conside ação/p esença da oz
CONCEITO
CURRÍCULO DE 1991 CURRÍCULO DE 20093
Voz como meio de
exp essão/comunicação
√ √
Voz como meio de
explo ação/c iação
√
P o esso as/es como
modelo ocal
√
Impo ância de adequa
o om de oz à si uação
(in lexões ocais)
√
√
√: ideia ecolhida / : ideia não ecolhida
Fon e: Elabo ação p óp ia
Em ge al, obse amos que a educação ocal e o abalho da oz compa ecem nes es esc i os (explíci a ou
implici amen e) e po an o, ou o ga-se uma impo ância de base, que se discu e no pon o 4. Gene icamen e ala-se de
lei o as e lei o es (p o esso as/es) compe en es como modelo pa a o alunado; de explo a as possibilidades sono as da
oz; de u ilizá-la como meio de exp essão, e de adequa o om de oz às di e sas si uações em que nos podemos
encon a , p incípio in imamen e elacionado com a educação ocal.
4 Discussão e conclusões
No que diz espei o à oz, são 4 os elemen os em que se podem eduzi as ideias con empladas nos ex os de 2009 e
de 1991:
A oz como meio de exp essão e/ou comunicação.
A impo ância de ap ende a ajus a a oz à si uação, manipulando as in lexões ocais.
A ele ância de explo a as sono idades da oz.
A qualidade ocal do p o esso ado como modelo.
2 Ve anexo.
3 Te -se-ão em con a ambém as e e ências à oz que es ão incluídas nos documen os não no ma i os que igu am na publicação da Xun a de
Galicia (2009), assim como a “O dem de 25 de junho de 2009 po que se egula a implan ação, o desen ol imen o e a a aliação do segundo ciclo da
educação in an il na Comunidade Au ónoma da Galiza” (DOG de 10 de julho de 2009, em Xun a de Galicia, 2009).
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As duas p imei as o am ecolhidas an o em 2009 como em 1991, sendo as duas úl imas ac escen adas em 2009.
Po an o, concluímos que, com o passa do empo, a oz ai ocupando um espaço e impo ância cada ez maio nos
cu ículos, que isualizamos po esc i o nos ex os ins i ucionais analisados: quase 20 anos depois emos o a anço
que se deu nas conside ações que se mos am nes es ex os cu icula es com espei o à oz e à educação ocal.
Po uma pa e, o Dec e o 330/2009, ao inclui o e mo “lei o compe en e”, assume que a p o esso a ou p o esso é
capaz de aze lei u as em oz al a de o ma e icien e. Mas, que en endemos po “lei o compe en e”? A minha
p opos a de de inição se ia uma pessoa que a icula co e amen e, lê a um i mo adequado, com as de idas
modulações ocais (pa a aze a escu a a a i a) e com uma co e a impos ação. Não obs an e, no ex o não se de ine
es e ipo de lei o ou lei o a. Mesmo assim, ao aze e e ência isa-se ascendência do modelo com o que de e
con a o alunado nas aulas, aspe o que é ei e ado no documen o não no ma i o sob e o ien ações me odológicas
pa a 2º ciclo. Nele, o p o esso ado é o exemplo pa a a lei u a em oz al a. Menciona-se ambém o modelo do docen e
como “modelo do silêncio”, aspe o que se o na de o al signi icação pa a a educação ocal do es udan ado, po que o
silêncio ambém comunica4, e é algo que se de e ansmi i às c ianças.
Po ou o lado, cons a como indicado obse á el especí ico de a aliação o ac o de que o alunado adeque o om de
oz à si uação. To na -se-ia en iquecedo pa a isso abalha a Teo ia da Escu a (Quiñones, 2007, pp. 67-68).
Concluímos que a educação ocal es á p esen e nos ex os legisla i os que incumbem à Educação In an il na Galiza.
Ben é ce o que no cu ículo de 1991 só apa ecem duas e e ências5, ap eciando-se no a ual e documen os não
no ma i os que se achegam um aumen o an o quan i a i o como quali a i o de alusões à oz ou à educação ocal.
P essen imos de aqui que a educação ocal impo a: com o passa dos anos oi adqui indo mais peso e espaço no
cu ículo, ainda que al ez não o su icien e. Po exemplo, o ac o de que não se encon assem e e ências à oz ou à
educação ocal na “O dem de 25 de junho de 2009 po que se egula a implan ação, o desen ol imen o e a a aliação
do segundo ciclo da educação in an il na Comunidade Au ónoma da Galiza”, nem no documen o não es i amen e
no ma i o “Achega da e apa da educação in an il à aquisição de compe ências básicas”, põe de mani es o o pouco
peso ou conside ação que se em da oz no âmbi o da Educação In an il. Con udo, p o issionais não só da Educação
Musical senão ambém da Medicina (Molina e al., 2006) e ou os campos des acam a impo ância de le a a cabo um
abalho p e en i o in eg ado den o do cu ículo sob e o ema que ocupa es a comunicação, a educação da oz.
Re e ências
Co áza , M. I. & Rojo, B. (2007). La oz en la docencia. Conoce y cuida nues a he amien a de abajo. Ba celona:
G aó.
Dec e o 426/1991, de 12 de decemb o, polo que se es ablece o cu ículo da Educación In an il na Comunidade
Au ónoma de Galicia (DOG 8/92 de 14 de xanei o de 1992). Disponí el em
h p://cen os.edu.xun a.es/cp donbosco/ iles/CURRICULO%20DE%20LA%20EDUCACION%20INFANTIL%20N
%20LA%20COMUNIDAD%20AUTONOMA%20DE%20GALICIA.(D.O.G.%208‐92%20DE%2014%20DE%20ENER.d
oc
4 Se a música comunica e o silêncio é conside ado pa e da música Russo (2007) o silêncio, consequen emen e, ambém comunica.
5 Ve anexo.
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Fiuza, M. J. (1995). Las dis onías dis uncionales en los maes os de la comunidad au ónoma de Galicia. Tese de
dou o amen o, Facul ade de Psicoloxía, Uni e sidade de San iago de Compos ela.
Ma ínez, M. (2006). Ciencia y a e en la me odología cuali a i a. Alcalá de Guadai a, Se illa: MAD T illas.
Molina, M.T.; Fe nández, S.; Vázquez, F. & U a, A. (2006). Voz del niño. Re is a de Medicina de la Uni e sidad de
Na a a, 50 (3), 31‐43.
Pascual, P. (2006). Didác ica de la música. Mad id: Pea son Educación.
Quiñones, C. (1997). El cuidado de la oz. Eje cicios p ác icos. Mad id: Escuela Española.
Russo, F. (2007). Diálogos con la gui a a. Ac as De mo‐Si iliog á icas, 98 (7), 503‐505.
Segu a, A. (2009). Anàlisi objec i a de la quali a de la eu dels mes es i de les Mes es d’Educació In an il i P imà ia
de les escoles públiques de Cas ellde els. Llicència d’es udis, especiali a salu labo al, a o gada pel
Depa amen d’Educació de la Gene ali a de Ca alunya, Depa amen de Didàc ica de l’Exp essió Musical i
Co po al de la Uni e si a de Ba celona.
To es, M.J. (2011). La impo ancia de la educación audi i a, í mica y ocal en la e apa de educación in an il.
Inno ación y expe iencias educa i as, 39, 1-11.
Xun a de Galicia (2009). Lexislación da Educación In an il en Galicia. Galicia: Conselle ía da Educación e O denación
Uni e si a ia, Tó culo Edicións. Disponí el em
ile:///C:/Use s/Usua io/Downloads/lexislacion_da_educacion_in an il_en_galicia.pd
Anexos
A segui o e ecemos as e e ências6 à oz e à educação ocal nos cu ículos da Educação In an il na Galiza.
Tabela 2: Re e ências à oz no de ogado Cu ículo de Educação In an il (Dec e o 426/1991)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
Anexo. O cu ículo de educação in an il
3. Á ea de Comunicação e
ep esen ação
3.2. Blocos de con eúdos
3.2.2. EXPRESSÃO ORAL
Fac os e concei os
A linguagem o al como:
Meio de exp essão e comunicação.
- Linguagem a e i a: om de oz, in lexões (p. 35)
3.2.5. EXPRESSÃO RÍTMICO-MUSICAL
Fac os e concei os
A oz como meio de comunicação (pala a/can o) (p. 40)
Fon e: Elabo ação p óp ia
6 Se den o da cela “epíg a e” não igu am odas as epíg a es supe io es da hie a quia do ex o, pe cebe -se-á que se ão os mesmos que os da cela
imedia amen e supe io , e idenciando só os epíg a es in e io es em que di i am.
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Tabela 3: Re e ências à oz no igen e Cu ículo de Educação In an il - Dec e o 330/2009 (Xun a de Galicia, 2009)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
Anexo I. Cu ículo do p imei o e do
segundo ciclo de educação in an il
Cu ículo do 2º ciclo
Á ea: linguagens: comunicação e
ep esen ação
CONTEÚDOS
Bloco 1. Linguagem e bal
Ap oximação à li e a u a
Escu a e comp eensão da lei u a em oz al a, ealizada po uma lei o a ou lei o
compe en e de con os, ela os, lendas, poesias, imas, a
di inhas, ea o...; an o
adicionais como con empo âneas, nas duas línguas o iciais, e como on e de p aze
e de ap endizagem pa ilhada (p. 67).
Bloco 2. Linguagens a ís icas:
plás ica, musical e co po al
Explo ação das possibilidades sono as da oz, do p óp io co po, de obje os
quo idianos e de ins umen os musicais. U ilização dos so
ns achados pa a a
in e p e ação e a c iação musical (p. 68).
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
- Des u a pa ilhando a escu a e a lei u a em oz al a de ex os li e á ios: con os,
ela os, lendas, poesias, imas, adi inhas...
Es e c i é io a alia á o in e esse que
demons a em pa icipa nas a i idades de
escu a e lei u a de ex os li e á ios, ap eciando a sua es é ica, des u ando das
sensações que o i mo, a ima e a beleza das pala as p oduzem e mos ando
in e esse po pa ilha in e p e ações, sensações e emoç
ões p o ocadas pelas
p oduções li e á ias (p. 71).
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
- Mos a in e esse po explo a as suas possibilidades de exp essão e ep esen ação,
po des u a com as suas p oduções e po pa ilha as expe iências c ia i as,
es é icas e comunica i as.
Obse a -se-
á o gos o po expe imen a e explo a as possibilidades exp essi as do
co po, da oz, dos elemen os plás icos e dos sons. Valo iza -se-
á ambém a
capacidade pa a exp essa as di e en es imp essões que p oduzem a cada pessoa as
ob as a ís icas (p. 72).
Fon e: Elabo ação p óp ia
Tabela 4: Re e ências à oz no documen o não no ma i o “A aliação: indicado es obse á eis especí icos” (Xun a de Galicia, 2009)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
A aliação: indicado es obse á eis
especí icos das di e en es á eas
Á ea de linguagens: comunicação e
ep esen ação
Linguagem e bal: escu a , ala e
con e sa
C i é io de a aliação: U iliza a língua o al do modo mas con enien e pa a uma
comunicação posi i a com iguais e com pessoas adul as, segundo as in enções
comunica i as.
Indicado especí ico: Adequa o seu om de oz à si uação (p. 141).
Ap oximação à língua esc i a.
Ap oximação à li e a u a
C i é io de a aliação: Des u a pa ilhando a escu a e a lei u a em oz al a de ex os
li e á ios: con os, ela os, lendas, poesias, imas, adi inhas... (p. 146).
Linguagem a ís ica: plás ica, musical e
co po al
C i é io de a aliação: Exp essa -se e comunica -se u ilizando meios, ma e iais e
écnicas p óp ias das di e en es linguagens a ís icas e audio isuais.
Indicado especí ico: Explo a as possibilidades sono as da oz (p. 148).
Fon e: Elabo ação p óp ia
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Tabela 5: Re e ências à oz no documen o não no ma i o “O ien ações me odológicas pa a o segundo ciclo da educação in an il”
(Xun a de Galicia, 2009)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
Á ea de linguagens: comunicação e
ep esen ação
C i é io de a aliação: U iliza a língua o al do modo mas con enien e pa a uma
comunicação posi i a com iguais e com pessoas adul as, segundo as in enções
comunica i os.
Indicado especí ico: Adequa o seu om de oz à si uação.
A pessoa docen e exe ce á como modelo de esc i o a e lei o a compe en e, mas não
como uma p á ica pouco p og amada senão de manei a sis emá ica, du an e oda a
educação in an il e oda a educação p imá ia, esc e endo no as in o ma i as,
compilando p opos as, esc e endo ex os cole i os, indi iduais…, lend
o con os,
ca as, ex os cien í icos… e se á modelo ealizando an o esc i as e lei u as em oz
al a como em silêncio (p. 175).
Fon e: Elabo ação p óp ia
De emos pô em des aque que não se encon a am e e ências à oz ou à educação ocal nem na “O dem de 25 de
junho de 2009, po que se egula a implan ação, o desen ol imen o e a a aliação do segundo ciclo da educação
in an il na Comunidade Au ónoma da Galiza” nem no documen o não es i amen e no ma i o “Achega da e apa da
educação in an il à aquisição de compe ências básicas” (Xun a de Galicia, 2009).
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