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A educação vocal na infância: a importância da voz no currículo da Educação Infantil na Galiza

Abstract

Diversos são os trabalhos que envolvem as dificuldades que tem o professorado no momento de controlar a emissão fluída e sã da sua voz (Segura, 2009; Fiuza, 1996), arma principal para o exercício do seu labor diário. Isto pode ser explicado, em parte, pela ausente ou insuficiente formação no âmbito da educação vocal contemplada nos planos de estudo da obsoleta “Diplomatura em Mestra/e” destas últimas décadas. Tendo em conta que muitas condutas são aprendidas pelas crianças através da imitação, expo-las a modelos vocais incorretos não faz senão propiciar que estas assumam e reproduzam processos de emissão vocal deficientes, que podem derivar em patologias. Para comprovar o peso que é dado pela Administração na Galiza à voz e à educação vocal no próprio currículo da Educação Infantil, damos especial atenção ao Decreto 330/2009 pelo que se estabelece o currículo da Educação Infantil na Região Autónoma da Galiza (atualmente em vigor); e ao Decreto 426/1991 (derrogado pelo anterior). Recolhidas as referências quanto à voz que aparecem nestes escritos oficiais, assim como as que figuram noutros documentos não estritamente normativos inseridos na publicação Xunta de Galicia (2009), estabelece-se uma comparação entre os textos que datam de 1991 e de 2009. Para concluir, discute-se sobre os dados obtidos, vertebrando uma dissertação sobre o peso da educação da voz desde a tenra infância, da óptica dos conteúdos curriculares

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A educação vocal na infância: a importância da voz no currículo da Educação Infantil na Galiza

Author: Casal de la Fuente, Lucía
Publisher: Universidade do Minho
Year: 2014
Source: https://minerva.usc.es/bitstreams/07b79fcf-69d5-4e41-b820-52d1fefdeb79/download
XI Colóquio sob e Ques ões Cu icula es
VII Colóquio Luso-B asilei o &
I Colóquio Luso-A o-B asilei o de Ques ões Cu icula es
CURRÍCULO NA CONTEMPORANEIDADE: INTERNACIONALIZAÇÃO E CONTEXTOS LOCAIS
1
A EDUCAÇÃO VOCAL NA INFÂNCIA: A IMPORTÂNCIA DA VOZ NO
CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA GALIZA
Casal de la Fuen e, L.1
1Uni e sidade de San iago de Compos ela, Galiza
Email: [email protected]
Resumo
Di e sos são os abalhos que en ol em as di iculdades que em o p o esso ado no momen o de
con ola a emissão luída e sã da sua oz (Segu a, 2009; Fiuza, 1996), a ma p incipal pa a o
exe cício do seu labo diá io. Is o pode se explicado, em pa e, pela ausen e ou insu icien e
o mação no âmbi o da educação ocal con emplada nos planos de es udo da obsole a
“Diploma u a em Mes a/e” des as úl imas décadas.
Tendo em con a que mui as condu as são ap endidas pelas c ianças a a és da imi ação, expo-las a
modelos ocais inco e os não az senão p opicia que es as assumam e ep oduzam p ocessos de
emissão ocal de icien es, que podem de i a em pa ologias.
Pa a comp o a o peso que é dado pela Adminis ação na Galiza à oz e à educação ocal no p óp io
cu ículo da Educação In an il, damos especial a enção ao Dec e o 330/2009 pelo que se es abelece
o cu ículo da Educação In an il na Região Au ónoma da Galiza (a ualmen e em igo ); e ao Dec e o
426/1991 (de ogado pelo an e io ).
Recolhidas as e e ências quan o à oz que apa ecem nes es esc i os o iciais, assim como as que
igu am nou os documen os não es i amen e no ma i os inse idos na publicação Xun a de Galicia
(2009), es abelece-se uma compa ação en e os ex os que da am de 1991 e de 2009. Pa a conclui ,
discu e-se sob e os dados ob idos, e eb ando uma disse ação sob e o peso da educação da oz
desde a en a in ância, da óp ica dos con eúdos cu icula es.
Pala as-cha e: Educação In an il; educação da oz; o mação do p o esso ado; cu ículo escola ;
Galiza.
1 In odução
A EDUCAÇÃO VOCAL NA INFÂNCIA: A IMPORTÂNCIA DA VOZ NO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO
INFANTIL NA GALIZA
Casal de la Fuen e, L.
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Sabemos que “pa a os docen es de ensino p imá io, e sob e udo pa a os de Educação In an il, a oz can ada é um
ecu so de g ande alo ” (Co áza & Rojo, 2007, p. 71). Conhecemos ambém que ap oximadamen e “48% dos
p o esso es em algum ipo de p oblema de oz alada” (Molina, Fe nández, Vázquez & U a, 2006). Es as a i mações
azem-nos pensa que nos encon amos pe an e um p oblema: se me ade do p o esso ado em p oblemas de oz
alada, sendo a oz can ada um ecu so u ilizado e alo izado pa a a docência na in ância... como abo da á a oz
can ada, sem em di iculdades com a oz alada? Ap ecia-se uma baixa qualidade na emissão ocal do p o esso ado e,
consequen emen e, uma ansmissão de modelos ocais e óneos ao alunado. O que em de se exp essado le a-nos
ambém a suspei a que não po que a pe cen agem es an e não enha p oblemas de oz podemos a i ma que os
cânones de oz alada e can ada que es ão a usa sejam de odo co e os.
Re endo a o mação uni e si á ia o e ecida ao u u o p o esso ado na Galiza1 dis inguimos que, com espei o à oz e
à educação ocal, no caso do G au em Mes a/e em Educação In an il, a ualmen e só no e cei o ano é o e ada a
ma é ia “Música na Educação In an il”. Além des a ma é ia, quem op a pela Menção em Linguagens A ís icas,
de e á supe a “Desen ol imen o da Pe ceção e Exp essão Musical”. Não esquecendo a op a i a “Educação ocal
pa a docen es”, que se o e ece pa a ambos g aus em in an il e p imá io, de emos sublinha que não pe ence a
nenhuma menção, o qual não assegu a que as p o esso as e p o esso es, independen emen e da menção que
escolhe em, de am es udá-la e, po an o, adqui i umas noções mínimas de cuidado e educação ocal. Em de ini i o,
a p epa ação com espei o aos emas de oz e educação ocal na uni e sidade é de ici á ia.
Se epa a mos na li e a u a sob e Educação Musical pa ece cla o que “a escola de Educação In an il de e a o ece
[...] a p á ica a i a da música median e o uso da oz e as possibilidades sono as e de mo imen o do p óp io co po”
(Pascual, 2006, p. 11): es á esc i o nos cu ículos e a de endem múl iplos pedagogas/os in an is, musicais, e c.
Pe cebendo que as c ianças ap endem po imi ação (To es, 2011) de e -nos-ia p eocupa a qualidade da emissão
ocal do p o esso ado, po que o alunado assumi á os modelos que o p o esso ado use nas suas aulas.
Nes e con ex o, é impo an e me gulha -nos no con eúdo cu icula , pa a con e i o peso que é dado desde a p óp ia
Adminis ação à educação ocal na e apa in an il, a endendo aos cu ículos de 1991 e de 2009. Pa a isso:
P ocu amos, iden i icamos e ag upamos as e e ências à oz e à educação ocal nos cu ículos de Educação
In an il na Galiza - o de ogado cu ículo de Educação In an il (Dec e o 426/1991) e o igen e (Dec e o
330/2009; em Xun a de Galicia, 2009) -.
Analisamos o peso que a educação ocal ocupa em ambos cu ículos e es abelecemos uma compa ação en e
eles, elabo ando assim um discu so sob e a impo ância da educação ocal na idade in an il e o hipo é ico
(mas me ecido e necessá io) peso que a educação ocal de e ia ocupa nes a e apa.
2Pe gun a de in es igação e me odologia
As pe gun as às que en amos esponde nes a comunicação são:
Qual é a p esença, e po an o a impo ância, que se lhe ou o ga à oz e à educação ocal nos cu ículos da
Educação In an il na Galiza?
1 Vejam-se os planos de es udo que o e ece a Uni e sidade de San iago de Compos ela.
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Exis em di e enças en e o ex o de 1991 e o a ual, publicado em 2009?
Ado amos pa a isso uma me odologia de ca ác e quali a i o u ilizando o mé odo de análise documen á io e do
discu so, po que pa a analisa os cu ículos e a no ma i a é p eciso descob i a impo ância do ex o (Ma ínez, 2006).
A écnica quali a i a indi e a u ilizada pa a a análise oi undamen ada nos p incípios e écnicas da g amá ica, da
sin axe e da semân ica.
3Re e ências à oz na no ma i a de 1991 e de 2009: compa ação
A espei o do Dec e o 426/1991 a oz é concebida (sem di e encia en e 1º e 2º ciclo) como:
Canal de exp essão da linguagem o al. Pe cebe-se que as c ianças de em mos a in lexões ou mudanças de
en oação na sua oz em sinc onia com a linguagem a e i a.
Via de comunicação, a a és da pala a e do can o.
Median e es as pau as achamos que, se as c ianças de em mos a in lexões na sua oz de aco do com a exp essão ou
emoção, e ão que con a com modelos de imi ação que a modo de exemplo si am pa a ap ende a usa a sua oz
como canal de exp essão ou de comunicação. Como e o ço, se ia ideal con a com uma boa p og amação de jogos
d amá icos a pa i dos quais ossem abalhadas as di e en es qualidades ocais, com as que pudessem di e i -se
a a és da exp essão dos di e en es sen imen os, mani es ados a a és da oz.
A espei o do Dec e o 330/2009 (que di e encia o cu ículo do 1º e do 2º ciclo) e dos ex os não no ma i os que o
acompanham, a oz é en endida como:
Meio de c iação. No 2º ciclo insis e-se em que as c ianças explo em as possibilidades sono as das suas ozes e
em que as u ilizem pa a c ia . Inclui-se como componen e a abalha (con eúdo) e como componen e a
alo iza (a aliação).
Modelo a imi a . A a és da escu a e comp eensão da lei u a em oz al a de uma lei o a ou lei o compe en e
espe a-se que as c ianças mos em p aze e mo i ação po escu a . Inclui-se, como no pon o an e io , como
con eúdo e elemen o a a alia . Nas o ien ações me odológicas pa a 2º ciclo pe se e a-se na/o docen e como
exemplo de lei o ou lei o a, e inclusi e como modelo do silêncio.
Canal de explo ação do p óp io som. Um dos indicado es obse á eis especí icos pa a a a aliação é
comp o a se as c ianças explo am as possibilidades sono as das suas ozes.
Elemen o a a alia no alunado, espei o a que seja capaz de adequa o om de oz a u iliza à si uação que se
lhe p esen e.
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Depois de e ecolhidas e ca ego izadas as e e ências2 à oz e à educação ocal em ambos cu ículos, elabo amos a
abela que segue. Recolhe-se nela a p esença da oz e da educação ocal com espei o a ideias cha e que sin e izam o
seu peso, e a isão que dos ex os ob emos delas.
Tabela 1: Compa ação dos cu ículos de 1991 e de 2009 com espei o à conside ação/p esença da oz
CONCEITO
CURRÍCULO DE 1991 CURRÍCULO DE 20093
Voz como meio de
exp essão/comunicação
√ √
Voz como meio de
explo ação/c iação
 √
P o esso as/es como
modelo ocal

√
Impo ância de adequa
o om de oz à si uação
(in lexões ocais)
√
√
√: ideia ecolhida / : ideia não ecolhida
Fon e: Elabo ação p óp ia
Em ge al, obse amos que a educação ocal e o abalho da oz compa ecem nes es esc i os (explíci a ou
implici amen e) e po an o, ou o ga-se uma impo ância de base, que se discu e no pon o 4. Gene icamen e ala-se de
lei o as e lei o es (p o esso as/es) compe en es como modelo pa a o alunado; de explo a as possibilidades sono as da
oz; de u ilizá-la como meio de exp essão, e de adequa o om de oz às di e sas si uações em que nos podemos
encon a , p incípio in imamen e elacionado com a educação ocal.
4 Discussão e conclusões
No que diz espei o à oz, são 4 os elemen os em que se podem eduzi as ideias con empladas nos ex os de 2009 e
de 1991:
A oz como meio de exp essão e/ou comunicação.
A impo ância de ap ende a ajus a a oz à si uação, manipulando as in lexões ocais.
A ele ância de explo a as sono idades da oz.
A qualidade ocal do p o esso ado como modelo.
2 Ve anexo.
3 Te -se-ão em con a ambém as e e ências à oz que es ão incluídas nos documen os não no ma i os que igu am na publicação da Xun a de
Galicia (2009), assim como a “O dem de 25 de junho de 2009 po que se egula a implan ação, o desen ol imen o e a a aliação do segundo ciclo da
educação in an il na Comunidade Au ónoma da Galiza” (DOG de 10 de julho de 2009, em Xun a de Galicia, 2009).
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As duas p imei as o am ecolhidas an o em 2009 como em 1991, sendo as duas úl imas ac escen adas em 2009.
Po an o, concluímos que, com o passa do empo, a oz ai ocupando um espaço e impo ância cada ez maio nos
cu ículos, que isualizamos po esc i o nos ex os ins i ucionais analisados: quase 20 anos depois emos o a anço
que se deu nas conside ações que se mos am nes es ex os cu icula es com espei o à oz e à educação ocal.
Po uma pa e, o Dec e o 330/2009, ao inclui o e mo “lei o compe en e”, assume que a p o esso a ou p o esso é
capaz de aze lei u as em oz al a de o ma e icien e. Mas, que en endemos po “lei o compe en e”? A minha
p opos a de de inição se ia uma pessoa que a icula co e amen e, lê a um i mo adequado, com as de idas
modulações ocais (pa a aze a escu a a a i a) e com uma co e a impos ação. Não obs an e, no ex o não se de ine
es e ipo de lei o ou lei o a. Mesmo assim, ao aze e e ência isa-se ascendência do modelo com o que de e
con a o alunado nas aulas, aspe o que é ei e ado no documen o não no ma i o sob e o ien ações me odológicas
pa a 2º ciclo. Nele, o p o esso ado é o exemplo pa a a lei u a em oz al a. Menciona-se ambém o modelo do docen e
como “modelo do silêncio”, aspe o que se o na de o al signi icação pa a a educação ocal do es udan ado, po que o
silêncio ambém comunica4, e é algo que se de e ansmi i às c ianças.
Po ou o lado, cons a como indicado obse á el especí ico de a aliação o ac o de que o alunado adeque o om de
oz à si uação. To na -se-ia en iquecedo pa a isso abalha a Teo ia da Escu a (Quiñones, 2007, pp. 67-68).
Concluímos que a educação ocal es á p esen e nos ex os legisla i os que incumbem à Educação In an il na Galiza.
Ben é ce o que no cu ículo de 1991 só apa ecem duas e e ências5, ap eciando-se no a ual e documen os não
no ma i os que se achegam um aumen o an o quan i a i o como quali a i o de alusões à oz ou à educação ocal.
P essen imos de aqui que a educação ocal impo a: com o passa dos anos oi adqui indo mais peso e espaço no
cu ículo, ainda que al ez não o su icien e. Po exemplo, o ac o de que não se encon assem e e ências à oz ou à
educação ocal na “O dem de 25 de junho de 2009 po que se egula a implan ação, o desen ol imen o e a a aliação
do segundo ciclo da educação in an il na Comunidade Au ónoma da Galiza”, nem no documen o não es i amen e
no ma i o “Achega da e apa da educação in an il à aquisição de compe ências básicas”, põe de mani es o o pouco
peso ou conside ação que se em da oz no âmbi o da Educação In an il. Con udo, p o issionais não só da Educação
Musical senão ambém da Medicina (Molina e al., 2006) e ou os campos des acam a impo ância de le a a cabo um
abalho p e en i o in eg ado den o do cu ículo sob e o ema que ocupa es a comunicação, a educação da oz.
Re e ências
Co áza , M. I. & Rojo, B. (2007). La oz en la docencia. Conoce y cuida nues a he amien a de abajo. Ba celona:
G aó.
Dec e o 426/1991, de 12 de decemb o, polo que se es ablece o cu ículo da Educación In an il na Comunidade
Au ónoma de Galicia (DOG 8/92 de 14 de xanei o de 1992). Disponí el em
h p://cen os.edu.xun a.es/cp donbosco/ iles/CURRICULO%20DE%20LA%20EDUCACION%20INFANTIL%20N
%20LA%20COMUNIDAD%20AUTONOMA%20DE%20GALICIA.(D.O.G.%208‐92%20DE%2014%20DE%20ENER.d
oc
4 Se a música comunica e o silêncio é conside ado pa e da música Russo (2007) o silêncio, consequen emen e, ambém comunica.
5 Ve anexo.
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Fiuza, M. J. (1995). Las dis onías dis uncionales en los maes os de la comunidad au ónoma de Galicia. Tese de
dou o amen o, Facul ade de Psicoloxía, Uni e sidade de San iago de Compos ela.
Ma ínez, M. (2006). Ciencia y a e en la me odología cuali a i a. Alcalá de Guadai a, Se illa: MAD T illas.
Molina, M.T.; Fe nández, S.; Vázquez, F. & U a, A. (2006). Voz del niño. Re is a de Medicina de la Uni e sidad de
Na a a, 50 (3), 31‐43.
Pascual, P. (2006). Didác ica de la música. Mad id: Pea son Educación.
Quiñones, C. (1997). El cuidado de la oz. Eje cicios p ác icos. Mad id: Escuela Española.
Russo, F. (2007). Diálogos con la gui a a. Ac as De mo‐Si iliog á icas, 98 (7), 503‐505.
Segu a, A. (2009). Anàlisi objec i a de la quali a de la eu dels mes es i de les Mes es d’Educació In an il i P imà ia
de les escoles públiques de Cas ellde els. Llicència d’es udis, especiali a salu labo al, a o gada pel
Depa amen d’Educació de la Gene ali a de Ca alunya, Depa amen de Didàc ica de l’Exp essió Musical i
Co po al de la Uni e si a de Ba celona.
To es, M.J. (2011). La impo ancia de la educación audi i a, í mica y ocal en la e apa de educación in an il.
Inno ación y expe iencias educa i as, 39, 1-11.
Xun a de Galicia (2009). Lexislación da Educación In an il en Galicia. Galicia: Conselle ía da Educación e O denación
Uni e si a ia, Tó culo Edicións. Disponí el em
ile:///C:/Use s/Usua io/Downloads/lexislacion_da_educacion_in an il_en_galicia.pd
Anexos
A segui o e ecemos as e e ências6 à oz e à educação ocal nos cu ículos da Educação In an il na Galiza.
Tabela 2: Re e ências à oz no de ogado Cu ículo de Educação In an il (Dec e o 426/1991)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
Anexo. O cu ículo de educação in an il
3. Á ea de Comunicação e
ep esen ação
3.2. Blocos de con eúdos
3.2.2. EXPRESSÃO ORAL
Fac os e concei os
A linguagem o al como:
Meio de exp essão e comunicação.
- Linguagem a e i a: om de oz, in lexões (p. 35)
3.2.5. EXPRESSÃO RÍTMICO-MUSICAL
Fac os e concei os
A oz como meio de comunicação (pala a/can o) (p. 40)
Fon e: Elabo ação p óp ia
6 Se den o da cela “epíg a e” não igu am odas as epíg a es supe io es da hie a quia do ex o, pe cebe -se-á que se ão os mesmos que os da cela
imedia amen e supe io , e idenciando só os epíg a es in e io es em que di i am.
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Tabela 3: Re e ências à oz no igen e Cu ículo de Educação In an il - Dec e o 330/2009 (Xun a de Galicia, 2009)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
Anexo I. Cu ículo do p imei o e do
segundo ciclo de educação in an il
Cu ículo do 2º ciclo
Á ea: linguagens: comunicação e
ep esen ação
CONTEÚDOS
Bloco 1. Linguagem e bal
Ap oximação à li e a u a
Escu a e comp eensão da lei u a em oz al a, ealizada po uma lei o a ou lei o
compe en e de con os, ela os, lendas, poesias, imas, a
di inhas, ea o...; an o
adicionais como con empo âneas, nas duas línguas o iciais, e como on e de p aze
e de ap endizagem pa ilhada (p. 67).
Bloco 2. Linguagens a ís icas:
plás ica, musical e co po al
Explo ação das possibilidades sono as da oz, do p óp io co po, de obje os
quo idianos e de ins umen os musicais. U ilização dos so
ns achados pa a a
in e p e ação e a c iação musical (p. 68).
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
- Des u a pa ilhando a escu a e a lei u a em oz al a de ex os li e á ios: con os,
ela os, lendas, poesias, imas, adi inhas...
Es e c i é io a alia á o in e esse que
demons a em pa icipa nas a i idades de
escu a e lei u a de ex os li e á ios, ap eciando a sua es é ica, des u ando das
sensações que o i mo, a ima e a beleza das pala as p oduzem e mos ando
in e esse po pa ilha in e p e ações, sensações e emoç
ões p o ocadas pelas
p oduções li e á ias (p. 71).
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
- Mos a in e esse po explo a as suas possibilidades de exp essão e ep esen ação,
po des u a com as suas p oduções e po pa ilha as expe iências c ia i as,
es é icas e comunica i as.
Obse a -se-
á o gos o po expe imen a e explo a as possibilidades exp essi as do
co po, da oz, dos elemen os plás icos e dos sons. Valo iza -se-
á ambém a
capacidade pa a exp essa as di e en es imp essões que p oduzem a cada pessoa as
ob as a ís icas (p. 72).
Fon e: Elabo ação p óp ia
Tabela 4: Re e ências à oz no documen o não no ma i o “A aliação: indicado es obse á eis especí icos” (Xun a de Galicia, 2009)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
A aliação: indicado es obse á eis
especí icos das di e en es á eas
Á ea de linguagens: comunicação e
ep esen ação
Linguagem e bal: escu a , ala e
con e sa
C i é io de a aliação: U iliza a língua o al do modo mas con enien e pa a uma
comunicação posi i a com iguais e com pessoas adul as, segundo as in enções
comunica i as.
Indicado especí ico: Adequa o seu om de oz à si uação (p. 141).
Ap oximação à língua esc i a.
Ap oximação à li e a u a
C i é io de a aliação: Des u a pa ilhando a escu a e a lei u a em oz al a de ex os
li e á ios: con os, ela os, lendas, poesias, imas, adi inhas... (p. 146).
Linguagem a ís ica: plás ica, musical e
co po al
C i é io de a aliação: Exp essa -se e comunica -se u ilizando meios, ma e iais e
écnicas p óp ias das di e en es linguagens a ís icas e audio isuais.
Indicado especí ico: Explo a as possibilidades sono as da oz (p. 148).
Fon e: Elabo ação p óp ia
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CURRÍCULO NA CONTEMPORANEIDADE: INTERNACIONALIZAÇÃO E CONTEXTOS LOCAIS
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Tabela 5: Re e ências à oz no documen o não no ma i o “O ien ações me odológicas pa a o segundo ciclo da educação in an il”
(Xun a de Galicia, 2009)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
Á ea de linguagens: comunicação e
ep esen ação
C i é io de a aliação: U iliza a língua o al do modo mas con enien e pa a uma
comunicação posi i a com iguais e com pessoas adul as, segundo as in enções
comunica i os.
Indicado especí ico: Adequa o seu om de oz à si uação.
A pessoa docen e exe ce á como modelo de esc i o a e lei o a compe en e, mas não
como uma p á ica pouco p og amada senão de manei a sis emá ica, du an e oda a
educação in an il e oda a educação p imá ia, esc e endo no as in o ma i as,
compilando p opos as, esc e endo ex os cole i os, indi iduais…, lend
o con os,
ca as, ex os cien í icos… e se á modelo ealizando an o esc i as e lei u as em oz
al a como em silêncio (p. 175).
Fon e: Elabo ação p óp ia
De emos pô em des aque que não se encon a am e e ências à oz ou à educação ocal nem na “O dem de 25 de
junho de 2009, po que se egula a implan ação, o desen ol imen o e a a aliação do segundo ciclo da educação
in an il na Comunidade Au ónoma da Galiza” nem no documen o não es i amen e no ma i o “Achega da e apa da
educação in an il à aquisição de compe ências básicas” (Xun a de Galicia, 2009).
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TEMA 12
CURRÍCULO, DIDÁTICA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES
ÍNDICE DE TEMAS
E ARTIGOS