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Lograçao de melhor gosto

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-41W9 Pag. r NOVO ElVTREMEZ INTITULADO LOGRAÇA0 D E ^  GOSTQ. INTERLOCUTORES. OR ES. Rodulfo, - - - Barba. Fil,ocnena , - - - Saa Fillra. Silverio, - -  Calã. D. Fuas , - - - Morg ado ruflico em figura ridicula. ,Quatro Figurle.r. ,A Scena fe fi g ura em huma q uinta nos fuburbios ..i d e Lisboa. Rodulfo, e Filomena. Rod. T Ão tens que . • --er-me Guando te imponho hum preceito. nada.  Fil. E achas tu,meu Pai,lér j;a;lo, FilOuve.me, Senl]or ao meros. Ou julgas que he muito acerco Red. N o me ventas com d fcul. Querer dar-me para Efpofo '  A hum homem,que nlo conheço? Dis. 1 ^ Dize ; Senhor , que Lei manda , Qte tern-todõ eife Atemtéjo: Que aflin com tyranno dmpet r ío  E!le feguñdo me ávifa Me entregues contra rueu gofio • Pelos ulrirnos C:orreios , A hum ruitico groflzi,o ,  A' ma . r,há por todo o dia Sem ihe faber os coliumcs ,  Chega a alta gthinta ; eu efpero Sern lhe conhecer o genio ; Só porque dizem que  .• o ?  Encontrando o que te ordénó. Ah nteu Pai! Náo eu  creio  Fil. Ora-dize-me, náo•tinhas Q,te ()s 'amores , as caricias ,  Para cafar-me fugeitos ., As_ finezas , e as extremos  Da mrnna máo todos dignos Con que me tratas amante  Qae me pedem corr. erll!)enh0 , Defde as ntaritilhas , e o bergo ,  Sein haver de deílerrar-rrte Longe do bafo Paterno, Para iriver toda a`vida  • Em trifle , e cruel degredo Efri co^iipãnlii;t dé hum !tontem Intrata0 ; la.brego ? ' '.ibd,Já Die dei palavra de honra, E desagua coqia tratemos ; Soti Iiditradc} , e náo he julo Porque já náa tem__remedio.  Qrae.:llie falre como hum negro. FiI.Q , ;te náo rem remedio, dizes?  Fi/ Pois hei de c y far por forga? • Rod. Sim , Filomena ; náo de-  Rod.'Nenhum remedio I!te vejo. yo  Vê-tu fe alguna ihe defcohres , Com oí-tenía do meu brio  Para que em decentes termos Defmanchar o que eftá feito:  Eu fique defobrigado ; Fil. Pois tu lhe déilrs pala vra ,  E tu contente . . . t_.onfefïo á part. Se tt;e confultar primetro ?  Que` para cafalla á  , Rod.Os Pais náo confultáo  Nenhuma juftiga renho ; (bando para o feu augmento  Andel muito arrebatado ! Test obrigaçáo forgof3 De Ihe procurar os rneios. Qie eftás cafada te diífe Com Do n Fuas ; e hoje quero ^? , ue corno filha obediente A:ceites em meu obfeqúio E,$e Efpofo que te dou, P ais delle noticias tenho, Que hedos rtt3rgadas ttt tis ricos 2.  Novo Entrerne,r., ' Agora degenerando Em odio , e aborrecimento , Condemnem a minha vida A taõ'cruel catrveira.  .. Por ventura .. . Red. Náo te cauces , Batta , fim ; perdes o rempo Neffes dif:urfos que fórmas I il. Pois me dás confentimento Para eu fer a que procure Defviar o teu empenho Vê o que diz et:a Carta. ?ira, e dá-lha. Rod. De quem he ? rtn; bem conhego; He homem muito e{limavel Dc honrado procQdimen to. L^. Le.. » „ VOS! „ Para „ ?e rTi „'Eu v^ » Do v ,9 Defej t, Se ni 95 Se „ Danc „Ayo „ S: m „ Nlanl n Se en :, E de f, Para Rr.prej a culi Pois .fe Levaria Deoac Porque Prudenr Fil. 1 'o (be eu Para de Que .:: Í A mim Para qu Difpon! A tew.g; Eu tomi E q e ne i +Rod. Oque r Que fe Da mini Fil. D I Porértt Lográçaa de V. •„ Senhora , por elle modo „ Vos procura o meu rel;peito ,, Para áue vos de noticia rn us honeftos intentos. Eu vos vi , e pertuadida Do voffo merecimento, 79 Defejo catar cotnvofco, » Se nitro vos náo offendo. Se anilla forado votfo agrado, Dando-me licença , eu rnetmo :f A voflo Pai vcu pedir -vos ,, S:m malo: perda de tempo. ,, Mandai-me a yola refpofta , Se entenderes que a merco; s9 E de todo o modo fico ,, Para vos fervir. - ^Sz ;esta. R prefevta. He tarde a fi torne a culpa; Pis fe f:llára mais cedo, Levaria jr:uito -rn gofio De o acc.:itar p., la meu genio; Porque 4 ei, que he nobre, e rico, Prudenre , honrado , e modeflo. Fil.l'oïs meu Pai, fe me facultas, Qte eu applique todo o engenho Para defcubrir defvios Que :.:s deixem ao mefmo tempo A mitn livre , e a ti airofo, Para que com mais aceito Difponhas do meu efiado Ateu=.gotto, ea meu Defejo, Fu tomo por minha corta Elle negocio. 'Rod. Concedo O que me pedes, cem tanto Que fe náo manche o conceito • Da minha palavra , e honra. Fil. De!'cança: a film o•prometto. Porérn dite-me, Senhor; inelbor Gofio.' Houve acafci puto cesto • Nette contrato ? L":0(!. Sirn , houve. Fil. E quedo fe acaba o tempo Rod. A'rranhá por todo o dia, Em que . n5fia quinta O . efpero. Fil. E náo viudo , és abrigado A cumprir efle conçeno ? Rod. Náo , certamente poís elle Falta ao contrato primeiro. Fil. Pois entáo dá-me licença Que eu applique guamos meius Adiar que .áo neceffarios .Para o teu , e meu focego , Sern que fe'offenda o teu brío. Rod. Já re chile que conyenho Seudo como jí te dile, Pois de outra. forte náo quero ; E porque boje me he precifo Ir á Corte , acude tenho Dependencias , fica em paz; E á tarde vírei mais cedo. Yai-fe. Fil. Agora firn , que fíete pc,ffo Na mais prompta diligencia Dar a ver q ue tatrbcm ternos As noffas delicadezas : A que me occorre no porto Em que me pãz  eftrella ; He impedir que Dora Filas , Inda no Gafo que venha Falle a raen Pai neita" quinta, Soja o embaraço , qual teja. Se a mire me eftivera besa Ser miraba pella merma , Ojera , fahindo lhe ao caminho, Fizeffe quanto me lernbra , Elle .f u e de enganára , Que náo era Filomena Para fer Efpoia lúa ; * ii  Poefpero ir ° n `^- ^. _ rde`r ► ó. •tinhas gnos penho , ne, redo itomem de honra, ,s; jufto, negro. or forga ? s 'he vejo. obres , :unos fïo d part. ; )! lentimentó :ure : . Tira, c fin v;-- bem mavel :nto. Lé. Padeis Lm mir S be re Primzirc $de ca t Da min Haveis Fil. Já 14:inha ^ O pafTac Volfas e Silv. S Que fált E porqu Vos dé Fu partl A tratar Para nác Neffa Q Já na id Socegai. Fil. Vc Me fegu Silv. A Fil. t1 j Sil y . É Pois levr Por nort D9111 Fua D. F.De Puz os pc Tulio a (barro 1 Se eu crí Ten}ho d De Mafc O de tod 4  Navo Po*éín Colïri náo Ct ī evenha Aci meu decoro, que eu ptopria Pratique huma acção corno tt; : Tvll. ^ anïmo a avifar Sil,verio ata que . . . Sil vc rie , e a dita, Silv. Se + tais licença A q ue meu amor -profiga A 9ita amorofa teima , E que de h+utna Garza minl:a , Qte puz na voíTa.p;efença , Builue faber a :efpotf.a ; Petmitti que el' yo la peça S°ns culpar-me eífa oufadia ; Pois como fois táo difcreta , P3 ,aveis :.7.nh;,cer, Se:nhorA , O muí:0 que a' alma atormenta Toda a efper anCa de hurra bem , Se delle náo tem cedeza : E q a razáo . . . Fil. Não he julio , Silverio, que vos detcnha, 1 5 /Iuito ru:aiormente guando C<aniteço náo fer decencia Conferat;r-vos nefta caía ; Ná.a dando mxu Pai nel!a. Elle trse•• tem ajuffado Cona Dcar:? Fuas ; a riqueza D'efl:e Morpdo, ao fer nrobre , He quena certavnente o tenta A defpofálio comigo ,. Inda que ruffícb fe}a : Sei que partio de Alemréjo , E que neíta quinta o efpera A' manha por tolo o dia Meu P.ti , e guando tilo vetaba , Nafte. caía não duvída ()Je eu faja. Qoífa. Quizera E,tre;ne.Z Devet=vos i Silverio , agora Poi; vos . náo falta viveza Que viífeis a fórrala , cu modo Sem ihe faaer violencia Co:n que haveis em: A entrada : fe eu não foubera Qual he !Oír) • ad vid.ade Eu vos dera int.:ligencias Para fazer-lhe o embaraeo ; Porém nao vos faço a cff:nfa De initrtxie o enge tho votTo, Qtan;o fui que vos fobeja. Esta initrucçáo. e badfarre• Para que feria mais detença . Do voflo amor i mpdiido , Cerco da mirilla fineza , Em obfequio da conlfan.ia Que vos pede Falomer,a Procureis co:n voffa •induftria Se fLu@re, e fe defvaneca Este fufto que me afflige; Porque fe de outra maneira Conhecer , que de Dom Fuas Confentís que Efpofa feja , Vos direi que faifa amante , Por vos poupa r ás finezas , Náo.eflimaes minha vida , Nema fenrís as minhas penas. Dir-vos -hei .. . Silv. Ah ! náo :digáis Mais nada ; pois•me atormenta O temor que vhs` afilia : Náo mais, Filomena bella : Lançai, fim, lançai de.vós Ella vá imagem horrenda, Porque vos náo 'tyrannize , Nern o meu amo,: olfenda; Pois a pezar dos engancs , Ccim que II !yes reprelenra , Ha- ^ ni enta a: Vós a; ra da Logra po de melbor Gofio.' paveis de ver que confiante  Para lhe fazer a canta Em minha amorofa empreza  Em cem annos fuccellivos, Saberei perder a vida  Se acharia no fim delles Prirneiro , do que aconteça  Como ef}ava no prrr:cfpro ; Effe cataltrofe improprio  E venho eu defde Alerntéjo , Da minha amante firmeza :  Afilm por modo de brinco , Haveis de ver ...  Para cahir nefta fofa ! Fil. Já refpira  He boa afneira ! Mas ïbo i 1inha alma ; já náo recela  Náo he o peor ; pois quando O pallado fado , ouvindo  Eu cançaffe , e mal foffrido Volfas exprefsóes tão lérias.  Lhe qutzeffe dar remedio , Sil y . Sim, Senhora ; náo temais Nao faltarla hum borrinho Que falte ás minhas promeffas; Em que vir elcarranch cho ; E porque da fé que juro  Parean o mal que indas fimo , Vos dé maior evidencia ,  He que por toda ella eftrada Fu parto feral mais demora  Tem viudo a entender cornigo; A tratar quanto convenha ,  E ou feja mulher, ou homem , Para náo entrar Dom Fuas  Ou feja venho , ou menino , Neta Quinta ; o ellratagema  Seja branco , ou feja negro Já na idéa allá difpofto ;  Cada qual me diz leu dito : Socegai.  Huns me chamáo tartaruga Fil. Vcfl'a agudeza  Enfeitado leas feitio ; Me fegura ; a De: s Silverio.  Outros mono com cafaca , Sily. A Deos, bella Filomena. Que val para alguem de mimo: Fil. Alude amor vota induftria. Hum diz dalli , que fantafma! Sil y . Éfpero que feliz feja ,  Outro dacolá , que ouriço ! Pois levo em minhas fadigas  Efte torna , horrendo fa po ! Por norte a voffa belleza. Yáo fe.- Torna effoutro , feio bicho ! Elle-zomba , rifle aquelie , Dhm Fuas vellido ridículamente. Como fe debes mofinos Eu com ellas barbas fcfTe -D.F.Defde que do barco em terra Seu perrechil , eu palhito. Puz os pes, fim, eu náo mimo, E o Senhor meu logro em cafa Techo andado , pelo menos ,  Multo bem encaxadinho Quatro leguas de caminito.  Sem fe lhe dar que o mar ronque , Se eu cOnrara quantos .palios  Nem' que eu venha fcffrer ibo. Tenho dado;. o algarifmo  A chou em fua confciencia D e Maforna ... qual Mafon a !  Que com dois dedos de avifo O de todo o . inferno unida', '  As ceremonias do contrato 9k Tí- ;Qra f za t moçjo ; ti çar-';he 1ub era e, as ço; ff:nfa otTo, beja. :te nça >,: .ia aria Hra Fuas a, nte , s, , :nas. 6  No no Entr eme ^' Tinha multo bem cumprido ; Contentou-fe com dizer-me , Ern tres regras de hunt efcrito , Q ie hoje fem nenhurn3 falta Me efperava nefle filio Na fua quinta , chamada A quinta de Val de Atilhos , Sena fe lembrar de mandar-me Qiem me enfirtaífe o caminho. Itiáo ha lograçáo maior ! Aqui andarei perdido, Em quanto -náo acho alguem Que me encatttinhe , e no perigo De que fe aqui me anoitece, Venha- .algurr ► lobo faminto (lu e dé •cornigo no buxo Sena ma:s ,• nem mais: Ora ifto ! • Sahe o primelro Figurao muito devaagar , corno quem o anda bu/e.zndo , mas /em chegar-fg a elle , fenilo guando elle 'be 'falla. Porém fe me náo engana O defejo , hum vulto bifpo , Q ue vertt andando a compiffo P.ará. mirn : oh quanta o almo! Pcoém ta : cuidado nene ; Náo teja alguna patifit:ho , Qte me venha dizer graças , Corno os outros ! O maldito i\Mo{tira de mi.n os olhos ; E ett náo fei o que advinho , Q u e o coraçáo táfe , táfe ; t Sinto no peiro aos pulinhos: Si n; náo me engano ; o cáo Me bufca corn -máo téntido : Como elle vem furrateiro ! Se me invefle , pucho , e brigo A torto , e direito , e venla O que vier ; mas ifto , Ou he fantaima do mido , Ou he da fra.lueza indicio; Fois melhor reparo agora , Que no geno , modo , e brio, Na pachorra , e no femblante Náo de xa de ter juizo ; E para que lhe náo cala A efpinhela ¡obre o em bigo , Náo quer apreffar-fe multo, E marcha devagarinho. Parto a fallar-lhe fern furo ; Sirn ; eu vou : ah , meu amigo, Faz-me o favor de enfinar-me A quinta , ou o domicilio De Dom Rodulfo de Soufa? Fig. Tá , té, ti, tó, tú. D. F Bonito , ,  d parte. Ainda agora aprende a lêr; Leva truito bom principio. Diga-me em que ef,:óla aprende ? para elle. Fig. Tá , té, ti , té , tú. D. F. Marimbo.  d parte. Eu cuidava que era hum homem, No cabo he hum rpazinho: Ora aturem-no; pergunto para elle. Inda náo fabe mais do que itfo ? Fig. Tá, té, ti, tó, tú. Yal% hiedo multo devagar. D. F. Ou he tollo , Ou magano de aflobio. Eftou mui bem aviado ! Porérn para que me aflijo Se lei que meu Sogro mora. Tá , té, ti , tó , tú. Ora ¡l'o ! Sa- .;Sabe do dev a el Mas Efle i Outro Outro Bello Encor Ter r Por q S.m , E do D_ ve Poro Bravo; Eu lt Porgt Villãc Meu O ve Enco Para Eu f Oriur Na I E ve Ch n Tam Para Que D.t S Sua Sei c Mas Ondt fllijo? Mora. )ra ifla SaLográçá o de Sabe o fegundo Figurãn andando t ara :mita affeí ação , e devagar , mas Pm fe cbegar a elle fenilo guando lhe falla. Mas nutro lá vem ; que bello ! Elle fin; nelle divitó Outro modo , nutra figura , Outro geiro, * nutro capricho. Bello , bello; folgo muito Encontrallo, pois comfigo Ter noticias de meu Sogro , Por quem ando aqui perdido. , com cite náo me engallo ; E do que delle imagino D,ve ter medre de dama , Porque tern o andar pollido. Bravo, bravo , ex que elle chega ; Eu Ihe fallo em crrfpo eflillo , Porque n.áo julgue , que fou Villão, ou algum Campino. Meu Senhor , mal fabe quantó O venero , e quanto eftmo Encontrallo tanto a tempo Para meu focego , e allivio. Eu feo hum Morgado nobre , Oriundo, e bern nafcido Na Provincia de Alemtéjo , E venho aqui rebolindo , Ch:mado de curro fidalgo , Tambem como eu diflinc c lo , Para fer condigno etpofo, Que he o mefrno que marido , Da Senhora Filomena Sua filha ; nefle litio Sei que tem a fua cara ; Mas como até aqui duvido Onde feja , e agora o encentro fnelbor Gofio.  7 Cortezmente !he fupp?"ico Me diga, em que parte mora A kluinta de Vdl de Ataos? I tg. Tá boca , tá máo. Fsn vóz fina. D. E Que me diz ? Se eftou bom ? para fervillo. Ora elle homem ccrtamente áp. Deve fer meu conhecido. E o meu Senhor como ella ? pa. ra elle. I ig. Tá bom , tá tr:áo. D. F. Multo f r;to. Parece tare bitate !  d parte. Coitadinito, coitad'nho ! Ora diga , Dom Kouulfo para • elle. Onde mora , que he precito Falïar-lhe antes que anoitey ? Fig. Tá bom, tá máo. Vai fe devagar. D. F. Outro Officio .Deve fer clima ;da terra Serem es homens tonillos : Certamente , e na verdade Que he ceufa que move a rifo, Vir hum tá , té , ti , tó , tú; E ainda bem náo fe ter pido, sir nutro tá bom , tá maco , Quem lhes queb ' ára os focinhos ! E eu mettido nefla •dança , Servindo de arre borrinho A todos elles patétas ! Ha quem tal fóffra ! Ora ifio :! 4«,k ji  Sabrigo renha do, lelo ; ra, e briol_ ablante aia a bigo, .uito , úfto ; amigo , inar-tne :filio Soufa? tú. d parte. t lêr ; ipio. ap ende ? elle. tú. d parte. a homem, ;inho: ato para elle. que it'o? tú. val% agar. D.FVa 8  Novo Entremez (bando vir que as cofias viro (^ue' fendo hum homem barbado Fujo de do:s foguet.rriros. I'Jleu Cavalheiro .. . Fig. Troz . .. truz. D. F O;rde fica o domicilio.,. Fig•Traz traz... troz traz cruz. Zai-f'e. D. P. Irra ! Que eílou atordido ! Vio-fe fogotr,a'ss falvagem ? Náo féi parte dos ouvidos : Fóra bebãdo. ; que . eu fofFra Ellas injúrias! Ora .iflo ! Oh 1á vem outro marmanjo ; Se elle he como os outros , grito Ac del Rei contra o Sogro; Mas náo , porque •nefle advino, Qae vem mais defempenado Que os outros mija manfinhos, Qae, efIrnio acordados , andáo Como quena anda dormindo. Inda berra ; fim ; deile efpero Qe :me entine fe:n defvios • A quinta de Dom -Rodulfo : Ah , rneu Senhor , fe hum perdido Neíla efirada a ellas horas Da fina attençáo he digno , L^re peço , que por piedade ... F rg. T raz.... triz .... troz ... • truz . . • •  de. rijo. D. F.; Caxin,bo :. • O rtr: g, no he rogueteiro i E do que reparó infirry,: (Zte•daquelle modo citada O fot;o •p:ara C algrarn eyrio ; i R ? áo laa dúvida nenhumá ; Porém; eu.fena embargo dilfo Torno. a elle : Ah, meu Serrhor . . . :Fig. Tráz . . . . troz. . . . truz. D. F. c J fogó líe rijo , E antes que venha alguna traque Qie rne ellotre nos tocinhos , Por aqui me vou fafando ; Mis náo ; na pergunta infifto; Porgue náo cuide o tratante Sabe o quarto Figreráo , obfervando os ares , contando pelos dedos , andando muito devagar humos vetes , outras rnuito depreffa f'na nunca ollar para D. Fuas. Mas elle torna : enganei-me; He nutra ; fan cs malditos , Inda que náo „vena, a p, res, Sáo ta-rrto$ cota mofyuiros. S nutro demonio teremos ? Eu já de nenhurn me fio , Pollo que do modo defte Façp differente juizo. Mathematico parece ; Pois vejo que penfativo Paffeia obfervando - os ares, Os planetas , e mais frgnos; Vou-me a elle ; e mal náo faço (bando bufco divertirlo Porque os defte officio todos Acabáo doidos barridos : Meu Senhor fou feu criado; De o ver aqui muito ellimo; PvrP3rque Que 111 De d.z DomR Fig. 1 Dais e 1 D .F. cóla Nos diz Que h¿ Qre fe AJbu:tr NI° Se pod: Pinientc X ;t.2res E... g . : II Dois e t . D. F.,1 liTo he 1\'áo ha .E:he pe Ea lua Hum pe A quern DétTe ni Paré d Eeflés F I3rilhantt Signaes Fig. T feis. Dois e d Sabe o terceiro Figur^co , an• dando co%n furtalcza , e def = ernbarafo , e da merma fáYma que os outros , fenilo cbeaa a elle finjo guando lhe f all a . ^ ts viro barbado as. icilio .,. :riz . . Z al -re. ordido ! °enl ? los : :Mira , Olerdo pelos 7 devaoutras ca albar :s, os ; o faÇo i dos rflo'; PQrNáo . me dirá em que Lua Se podem Pernear }?ipinos , Pinientóes, e beldroégas, Xotares, ten6esfradinhos, E... ¡ig Hum e-tres e dois sáo Dois e hum mais dois sao cinco. . D. F.,iiáo ha_d tvida ne ruma-; hi l o he cetro , o algarifrno Ngo ha -quem melhar o acerte; ,Elhe pena que ande _perdido Ida iva peffoa rara Hum perfeito Guarda livros, A quern qualquer Eflrangeiro Déife moho bornr partido : Paré:n diga-me , nefle aneo Nefles planetas huidos $rilitantes aílros defcobre Signaes de haver multo vinhoFig. Tres e dois mais hutn sáo feis. t Dois e dois mais hum sáo cinco. Yai f é. D •F.Vai te, que te leve a breca, relhor Gofio.  9 E permitta.to teu &fi:no, Que hum ma 4 r-uj.u, d4eLlmado Tee, pregue nadé focicho Tantos, e táo grande ttturros Em tres dios fucceffivos , Que guando . guaira~ contallos , Em tonta de leis e cinco , Te f f lrem , ao fav e1 a ,fortuna , Os números do-algarifmo. Náo ha m: ior curriola ! Hurn .s-ia inteiro lisrdido , Sera encontrar n€l , a curada Qern.cite eniïrne.co:npaffivo A,cafa de Dono Rodulfo? Quem vio . nunca tal defvio ! Parece que conjurados Contra mitro .aftros impíos Procuráo minha. defgraça , Movendo emes irnpdiilitos, ;'ara que de Filomena Náo corrliga fer marido :, ..Vio fe maior in4ortunio: Vir eu de largos can nli,q Sempre cota ..feliz ventura - A elle defejado lirio, F.ilar a quinta. }ui perro , E náo haver hum maldito • Que me ,enfine ..as.Jua. porta Y lía maior defgraça ! Ora alto ! .. Mas que faço eu.aqui pollo, Se he já noite , e..eilou no rifco De que ,verzháo alguns larapios De alto bordo malandrines.., Daquelles que a vida palsáb Sem trabalho , e km oficio , Ou a dar-me , tres tacadas , ^Qu a tirar -me os conquibus ! I n Iáo , meus Senhores ; eu parto A bulcar pouláda, e abrigo , Eral r ograçcio de parque efrero` merecer..-llte Q U e n i e t t o beneficio De d zcr me. aonde mora lloro Rod u:fo , e de caminho .. . Fig. Hum e dois e tres sáo feis. Dois e lauro, mais dois sáo cinco. albar para ello. D. F. Hurra rapaz que anda na efcóla  a parte. Nos diz o mermo: eu bem digo Que he Alirologo ; e talvcz Que Teja detles (libidos S:,rt..' 1 que ande -fazendo Algu:u repertorio : Amigo para e/ í e. feas Ese D ON ex-bot de San go, ha sumirá vecino, sultado curado: pregun El les que mismo contorr. Sor, bres ilu