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Memorias de Paralvilho e disgraças graciosas

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Memorias de Paralvilho e disgraças graciosas

Publisher: Lisboa : na Officina de Francisco Borges de Sousa
Source: https://minerva.usc.es/bitstreams/652e7320-30fc-442f-9f88-5243b72a1244/download
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OPERA,'
QUE
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MEMORIA.S
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SOUSA.
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MEM'ORIAS
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Na
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da yo I'a
g:::ne o iclad~
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Quando
nada,
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e e na
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~dos,
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quan o
e Can o hymine:o nos I
cu
me
ou
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co en c
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con o es;
i11llmen e ella noi c
hey
o una.
de da a
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eu
a buCea o
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Lllc.Quei a
Ocas
que
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béla
[ahida;e
di-
dados. .
2e-me, u
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mais
ben,.que
05
C lS
males a c pe a a po l'e de
an a
iqueza!
'Veo- e, e eall a o Ca o,
C9/110
no
p 'lIc pio!
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Ay;
po que
eu
nao
enho
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do
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a C. i
encomadas,
e
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a -
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peí os
aman es,
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dlados,
que mal
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LIle. Que: he o
que
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ZI/:GeaulI .
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que
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de
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Joz~
de
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m~o
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mayo!
di pa a e ! he
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boas noi es ; ca n
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que
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can~ad0.
como
que~
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poi<
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que
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caminho:
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ca e.ga aó ,
logo
en endc aó
que
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da
Co e.
que
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neg o,
pa ece de
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cou a
de:
mui o
pezo ;
po cm
au a
Cabo-Ve de
pelo
mui o
aze ichndo.
Que
cm
p6.
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hey
n:
aze 3?;o a ei o
Joa"5
Paulim
com
-ue.
Há
al éngano!
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pe igo a
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cu ias,
e pollo
11')
olho da
Tua
,
oy
c la,
pois p c:ci amen e [e ha
de
de[-I
como
quem
[abe po 35 couías
em
[eu
JUd
cob i
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ca ilo[o
engano
, e milldade. ga ¡
O a
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andando;
mas pa a
None.
O
pOl11 o
he
quc
ella eja
bem
ica,
ande
¡
Ah
[enho es,
i
eu
com
mui a
qae,
e
ca am l$,
uda
/lca
em
caCa; e
eu
p cITa pa a chega a
Lisboa,
como
e
,·!c.
e ey
in1ull ia pJi'a
u
do depois. a pa a algllm
Palacio,
no
ca o
pa a
Imm
LIle,
Ílbncada
ami~c,
he jul o
que
c0l1he-
[6
ha
Pa<;o5,
que
pi ccem
pa diei~cs,
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empenhJ
de
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mn i alb
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mais ql e a pel l3.
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que
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que
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[;llici a ,
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3?:o nc la oucha • me' deo
meu
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p ícm ;
p'1is
j:í
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pa ece,
que;¡:;lb
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pago
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meuS n d.:mdc2,
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que
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¡olicí a~
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D !!<1· J~(¡S
G lci !{a!. S
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enho
mais
emedía,
que endo elle
ede,
mas
ehei n~me
mu o
malo
i io.
enca nado,
endé.lo,
como
e
o a p e- Mene.
Mas
que he i!lo 1 A ya anda dá de
.
:
o,
pa a emi a minha ,'exac;aó ; e en e- naó
dé
ella commigo cm baixo !
an o acha ey com quem me aceommode, ZlIze.
Ap e,
iílo aqui
:l ób,
e eu
n<ló
que-
eu pa a mclho diu: ,
quem
e
accommo-/
o
e m"is
a ol~do
do
ljue [¡,u.
de commigo.
Oh
que:m
o a ago a ade i.
MOll
c•
Ay,
ay,
que ay u do a e a,
C"Jí~:
nhad pa a
a~e
ande
mo a nel a e a . ZU'Lc.
I a.
¡ a, que
"cm
a llha
dd
,Madd a
/nlma ee a Ealblll'dia
,que
"e
yo
da
Cid
...
-[¡Je e
mim!
Quem
me:
acóde. Foge.
de
do
Po o ;¡ o maJlo nelh,pc ce as o -
~1ol1c.
Qllcm me acode!
men as,
cm
que a .li é aó
35
U:1S bal- Zuzc,
Ay,
que me a emedaó; ó a daqui
bu dbs;
ql em me dé a da co o cIJa, mas que
11á
Cc;U .1S
m<Ís.
que
o e
no
LimC'ei o, po i:m eu acho-me
jl lO/lC.
Quem
me ecco c!
ó,
e acomp;mhaJo de
hum
g ande me-
ZI/¡'c.
Ay, que
he
alma do Pu ga o io!
Que
do;
e lemb a-me
,que
ql1ando e a peque-
leja
o :mqueja :
SanClus
D :us
•
S¡¡né!U5
no,
can a a pú a .dhc: i-Io:
(que
a e;
o I
o lÍs.
medo
e
di e e com a muGea) e
,,1Tim
'
pois •
quc:m
can a [cus males e pan a. F
og :
ZlI'zcal lz ,
c.¡J¡e.llze
a l lclza. e
le1Jall~:
'
aj" :
Moneada.
A R 1
Al
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Malle.
Felicida:;1e
oy acha debaixo aquclle
G ande
eícu o,
g ande
medo,
colchaó de immundicias , (
de
que me
eu.
Já me e eondo,
já
. 1C
cccul o ; !lou
em
~ anca -me)
pa a que me naó
Po ql1e"alJi di ilO
hum
ul o,
izd e damno a qwéda,
de
que
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ica
Ay
miíyzinha,
ayo
papáó. ci o em
peda<;os.
ERou galan e ci io.
Vá- e embo a
em
co ezia, chei a que czando; eu
ila
limpa,
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N
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me
bula, ncm
me
óque , I cy
pela
pOl' a, e
ahi
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jane:JJa.
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o c!loque , e eyag0 a en ada cm que
aco de:
a i.
Que
me
ma aó , con[i aó! zinhanc;a!
Que
hey de azc i
Se
naó
ba o,
' I aqui me acha .í a AlI o a eom a
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e li-
Appa ece á
pO a
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,a allda
li oJ1cada
em
ca-
da,
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que
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p;i o.BIIIC.
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bu ca a eíle Juga o meu alJi io;
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ma -me aqui a a alguma pa cde.
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J;¡n; ias. gou pel" io do lombo,
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¡.';¡ J
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ou
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G i a

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Memo ias
de
Pa a/ i/ha;
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Z/lllC.
Se
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IRe
u á a o
ca po
nais
edo
I
G i a
'Bil blll'c1l1l
da
JallcUa.
nunca ago a me pilhá aó a mi o.
2.
Tenha mao
da
pa e de/Rey.
Balk. Ah 9u
'!
cldRcy lad oés.
ah
que
del-
ZII~C,
Olhay
Id
le
enho
mao
,o
que
cu
in ó
Rey,
an
que
deIRe~.
_ J
he
~ue
V . Mm. a cnhao
pa a
mim~
Moac, Peyo
,he
e b
~
l'.u
nao
Cou
lad aD,
ou
3. Nos
Iha
ca ega émos
o
lad a,oze e.
D.
G~ 'nlO,
u u o enllo
deíl:a
ca a,
Z/ 'LC.
'V
V.
M~,'
nao
allem
em lad ocs,
qu~
que
~"o a,
• • . e lamos aqlll
de
ancho; e
de
noi e,
odos
Be/lb.
Ah que dclRey 1
ah
que ddRey. os ga os
Cao
la dos.
1
2.
Calle a bocea.
Dhcm
dcn ll
nome/J!.
ZII'U.
O a exaqui. o que eu im bu ca á
el-
_ dad,e;
po
i~ o
eu inha ao
de
p él a ;
pa-
l.
Pa a e la pa e
oao
as
ozes.
ecIa que
VlOhJ
uO'indo
á
JuH:ica
e no
MOllc. Peyo
he
c1lou 3,
I
cabo
im
a
da
com"ella.
• ,
2.
Ce qucm- e odas
as
bOCJS
d3s
al'e las.
I.
Quem
he
océ !
MOlle,
Ay,
;Iy, pcye
he
e!la, que aqudlou- ZULC. Eu bem ey o que
ou,
mais o que
a:
há
mayo ape o, quem e
io
cm
nao
Cou.
.
igual
con liél:o
,
as
uas
omadas,
echadas
l
2.
Poi
s que
naó
he
océ!
as
po ~s,
eu
naó
acho
ou a abe á mais 7;1I'Lc. Lad aó. .
que a
boca
ddla
ci e na
,eu
me deixo
de-Iz.
E que
he
!
pendu a
pelas
cadeyas
da
oldml,
que ZU'LC.
Sou
c iado
de
V .
Mm.
como,calo o o
deíl:e
Ve aó
e~á
a
agoa
qua-
l.
Que:
anda 'acé azendo
aquí
de
nai e!
ex lUéb ; com Deos
me
dCl O.
,ZU'LC.
El!
pol o
anda de noi e,
cada
ez
que
qUlzc .
Em a
pe/a
boca
da
cij e na, e
ah~ 71
c!;
011
~.
Pódc!
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igll a!,
como
0l icÍ<¡CS
cI~
1
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1
Zll .C.
E
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duas
azoés.
l/,
q/le
(I/lclao
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onda.
2.
Quae:s
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ZULC. A p imc:i a, po que N. Scnho me
.
Naó
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os
in olen es. 1
deo
pe nas
pa a
de
dia
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pa a
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noi e ;
2.
Po ella pa e
nao
oy
ncnhum. e a egunda
he,
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humacouCa.
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aó pouco. )' Que cou a 1
l.
O i io c lá
occegado~
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oll io
dize Zuzca uz
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Tudo
cm pe pe uo
¡lencio~
3mb
de
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l.
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ZII:Gcal ll .
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C ece
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Co c.
mas,
pa a bu ca o que
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dí ilO alguns qua ó ze ul os e meya.
2.
V
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Elpc cm yocés, que a mim pa ece-me, I T¡¡1.c.
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a ~as,
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a mas
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gando
pé
an e pé. po que naó cnho
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Todos. Vamos. . po
al a
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papel.
Zu: .c.
En abalo, e
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de
eu
i ,
que mais
nlh;¡!
Já que 1
ZI/z,c.
Ay que
he
hum de un o!
i c ao bom e .con o, que a anda com
MOM.
N.Ji;
.me
inquie cis,
de uJmado~,
qu!
V .Mm.
dh
nci e, qlle
a im
como
im
" dlol!
2qUl
pa ando o meu Pu ga o Io.
nad
enho nada
que¡
aze .
j'
Todos.
Fujamos, que
he
cGu a
do
ou o
I~
Há
maye de iempe o!
Homem,
ny- mundo.
V .ó-!e.,
e , e dcixa·
nos.
Zll;¡;C,
Seia
commigó
llUm
R ljl1ieHI
.e e nolll~
ZU%c.
Rcquei o a
V .
Mm.
da
pa e
de
EI-¡
Rey,
que
me
le cm com igo. e me eco-
V"!I-J
e, e
Jahe
l olleoda.
¡haó,
mas
que
eja
no
Lin~oei o
e b noi.
e
;
po ~lIe'~a(í
enho ou a
pa e
onde
MOllc,
Agc a. que a minha.indu l ia
me.
Ji..;
mo
ac;ao
mms
ba a o.
HOll
de
al ape o.
me
hl ey ddle
ilIO
,
2.
Eu ainda
nao
'Í
ou o al. an es que
3Il1anhec;a,
pois a minha di g a-
3· Deix:í·lo
Q ldil
comno co, coi ;¡do,
que
I
c;a
lT,e
oz
ndle c 12do, GlI a
hala
dll-
naó
em
acmde
e
ecoJha.
ql1c11a
lTa/di a mulhe .
Eu
me
OU;
mal
ZCIU.
Le cm·me V .
Mm.,
mas
que eja aonde
hi e:y
cm
alda
de
camiza!
Ah
que
pa a o
T onco,
que quem a
boa
aeyo e
le
I
em
lT.e
dizia
o meu
nmigo
Lucid,
o:
chega,
boa
omb a o cob e.
mas
po
c ~a
hey de auzcn a .me. Cahe.
1;
Eu
e iou
eeco
de
e
de
, ejamos
é
po-
Ay
de
mim!
i o he é púis
do
cauce i
demos i a hum
balde
de
agoa
deila
d -¡
quéda; po em
el!
opecey cm huma o-
e na, e
amos
con inuando a onda. e
ha.
O n com ella
me
'OU,
an es que
e-
o nha
aJgucm
cm
bu ea
della.
JTiI!J-J '
ClII:galJ
Í ,ijlema. I S e E N A
Il~
ZIIZC:
Quem me dé a aqui encon a com o
meu
"e iido,
mas
em
c ies o abe em ,
De
Saja.
que
cllida ;íó
que o le o u ado;
al!
mo I
u a áó elles, que pode áó
{c
la apios Snhe
l.nu nna,
e
U ¡¡ ¡¡;
dis a c;ados.
Í
p ITle.
l.
Ap e
lá
com a ci le na, que
mdo
chei o
'j
i l.au . I .a;i.
Umca
que ida. n:ui as
"cus
que
ad a!
e cnho i o c b me ma
3d 'e: encia,
que
2.
A
eRa
bocca, ed,-lhe mui o o
ba o.
ago a'
p' o,
em
que a con inuac;aó de
;.
Pó diacho! I
oud-b,
c
ina pa a o u "
de
ob en i-la:
2.
l lo
he
p i ada,
Gl!
ci le na ?
naó
quize a d" - e
(l
[en
de
azc
a
me:
Zazc. Nunca
u
appa ec;as.
Í
po e.
pay
a"edo
de
uas
incc. , idc adas
acc;ocs;
J.
A
agoa
de e
de:
ella co up a; o que
ey
que a
i
e e á a pe i Ema a
2;
Ti emos hum
balde
,pa a
nos
de enga-! ua co ec<;aó. e a
elle
muy en i,'eis a!
na mos. uas de en o/ u as.
J.
Oh
homem,o balde
na5
ha
quem o
abaleo
I
U l'.
Pa ece
ql:e
[:10
hom
de
i á l 1i a; e a
3.
Ap e.
elle
péza
dez a obas. I c iada,
que
hoje
iCOll
de
i
pa a
dla
ca~
2.
Que
e á
i io ! , a,
jn
a da
p~ a
acompanha -nos.
ZlI.ZC.
Eu
~h~i a-me
q :e
e ío
de{ca g~s
de
I L ll/ .
E{ .111e
a a Cn!;ao, que le ;c ccem
ImmundlClas ,
que
e
'a :i Jií
den o. 1
as
minh"s
noés !
J. Ra emos de e o que illo
lle
; puche-
V .
Oh
minha
mana
L .u e~na
.
d m
Deos
mos
~odos.
PIIChilÓ'/
e:
ca~e
cdo, qlle
'~m('s
á
Mi{ a;¡
alguma
2.
Oh
l{ ~,
1 g c¡a, cm que
haja
[c b,
que e iou
i -
ZIIZ,C.
Oh
le a. inlia.
1
Lal/ .
1110
{aó
OZCS
dadas
20
len o,
ou a
V ii llcha ..do; e
!il!m
Jue
chega
.Jllma
qucm
he
aó le e, ao
a;Í
, e
aó
incon
..
.MonClldLl
• Jogcm
Qdos~
an ,e
I
'g01O
o ,p op io VCll O.
, ,
,lTn ~
J lemo i 1!
de
p wal illo ;
U . Na,) os
en adds,
minha
o mo a,
eu
e
na':;
po
alla
a'Lucido <i;
que
uas
a~
. n7
ó dig?
'lue
nJ6
e
ey
? o;
po que
lá
as
minhas queixas ) á pomo
o-
()
~
d~z
o
dl ado:
V¿Il US
cs
l a mea; o
que
Ac.
País,
ilha,
naó
ac;as
excel o,
que
eu
LUI(I'.
O cu
pCJuco
dllcu [o
e
OJO d':lxa
ad-
gUl'l1
emedío
chymico.
digo
h': J
que
eu
qu~
> • •
••
.'
quando
ul a da Mi a
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applica ey al-
e i o
que
ó
e!lá
bem
ao
eu
punlono ;
U ,
Oh
meu
JJyzinh:1,
ó
a
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V.M.
me
has
~e
admi i
a qUln os e
e
mo l a.
naó dá
emedio
ncnhu
m; cmp e
oy
m~i5
em
Incl n~do5
!
•.
I
am~~o
del
mana
Lau eana,
que
de
mim
:
U . CUl adlnho5, e elle,
cho lO,
e u pl-
mo
Impo a
•••
aó po cl1e
palmo
de
ca a J hey
de
eu
[e
I B.llb. A
alU a:a
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pa ece g andi ima
aó
y annJ,
que
oS
l ey de
d;íxa
mn o-'
olh;
enh0
bell'l
que
a u ~
! á
pa c.
mí .
e
mo e !
O a
eu
mó
ou de
b ,m'
(T I'.
Ay,
já iene
minha
;
como
e
chamas e
:ze
,
n~m
de
p~d a:
¡¡ o naó o
man.:J:¡
Dcos;
Bll!~.
Po que,
enl~o a,
ui
nda ago a
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¡{le!
eu
hey
de
am~
ao
meu
p oxim1
a
odJ
a Ac. E a he a
c iada,
que
cndes
ecebido!
ley.
Eu
naó hey de paga
mal
a
qucm
me
I Lau .
Sim
[cnho .
e
me
pa ece
em
as ci -
que bem.
cunílancias,
que
e
equc em
em
huma
Call a.
bOl
c iada.
Ac. Ba!la e cleicaó
UJ.
Qual
he a
ua
e a!
Se
eu
abo eco;
A l')uem
que~
bem
,
Quem
odio
em
Fa á
mclho .
SÓ
hum
amo zinho
He
mui o
doce;
Se
cu
olla
oí e,
Naó
come ía,
Nem
golla ia
I Balb.
Aonde
m~
ay
bem.
1
U .
Nunca
al l10me
ou i.
Ac, El a
Cey
eu:
3 de
que
es na u al quize a
abe .
BaID.
A
minha
e a he
muy
longe;
po
em
po
hum
Cujei o,
que
u
conheccs.
o i-
ás a abe ;
eu
ou da e a de
Adaó.
e
acompanha.
U .
Oh
payzlnho,
qucm
he
Adaó!
He
o
Ac.
E a he
cllmmua
el1'l
u
dos.
Bom
genio
compad e
da
Chamu ca'
Salzc
p~I'
J¡/IIJla
pa e
ACCl
c
10
de
ca, a, e
~o1 il
Lau . N
em
conhcces a
eu
p imci o
Pay
!
,o111
"Iole a; e
pe
Ola a
BalÚlmJia, U . El! naó abia
que
inha
an os pays.
Oh
e
oca
lO
baJIido
•
payzinho,
qllem he Adaó !
Ac.
Oh
an a
innoccncia;
a minha alma
a-
Bl1 b.
Já
ica edllzidó a moédil
co en e
aI a
a
Ul!
Po
eRa oaó há
de
"i
mal
30
Do
que
he
aiS
bom.
c ido do enganado
,e
enganado
D.Gc -
mundo,
azio;
e
as
a cas J
que
pa a
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o aó g,llb.
Qu~í a
Deos
naó eja ella olla má.
Í
p~
encm adas pelo enga¡:¡o da a ':a
"já
de -
Ac. E o el!
no
me
!
conGá aó; po que
ojas
es o aó á
Co -
Balh. J(lo ago a
he
a peyo
cau a,
que
eu
ea ia : ;¡go a
en o
3 c i ne la
caCa.
cnho.
Deo.
me
de a ua
maó
di ci a.
Ac.
Poi s
he
nome a on o o !
1],¡[b. O
meu
name
he
Balbu día~
Salle.
Ac.
Eíl anho
nom:: !
B,dij.
Em
mim
he na u al.
Minhas
icas
enho as,
já
eu
a da a!
Po
U .
Ene
n,mc
naó
eM
na
llhinhl,
cn
nuo'
ce a
que
1lÓ oy , po que
eu
n,ó
m:¡d n- ca
ou i
namca
SJn a
Balbu dia.
Oh
pay-
O'a e
b:,l1an e.
zinho,
qu:
m he
Ad~lí
!
'Ac~
Filha
Lan eana,
como
pal a ie a
noi ~,
Ac.
Deiha·me;
p~
n: ú
omi - =
mal:',
me
p"is
hon em
e
[en ille
indi poíla. ,'ou.
}aJ· e.
Lau
•
H~
. :lÓ
P()~~~.
a
mc:h~ a
'. que {in5n,
U .
lITo hc o 9uc .
cu
qllC í3~
Balbu dm¡~
que
me
lluno iD¡h a o
I
a M¡{ a.
(nao
he nha I
,amos
.
M¡( a!
..
_ _
,!--~ ! ~
e
Di[e:1~éJ (JJ
G ac!O/el .
(')
Lau ~
Va5
ambas ; que
eu
naó me in o quc e ás que e ponda a Iim.
Ay
amadó
capaz.
,
Luddo o.
cau a dos meus u pi os, glo-
U . Pois amos
n!Ís
ambas;
,,'am05, que ia
das
minhas penas,
ó
em i ellaó bem
ha,emos po
la
2ze
huma ida an a. 1 cmp egados
os
meus
~ eél:os,
pois
ó
em
Baló.
EL!
'OU
ó
com a c1la; quci a Deos I U
naó
c iaó
md
co c pondidas
as
minha;
naó
~¡;a
ella ..alguma
das
[uas.
Í
pa lC.
im:zas; donde e bs
luz
de
meus
olhos;
~
[' . V cm
~
da -me de eni . V,:ó.ye.
Que
naó
,"ez
as
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que elles po
L/ u .
Ago a,
qUG
ó
me dcixá aó, que a I i de amao
de
audo os ;
em
que e oc-
pó
ndb
janeJla o ignal col1umado,
pa a
cupas, que
1a<Í
en es
oS
[u pi os
,que
que Lucido a en e a alla -me. eu po i dou
de
magoada!
He
i io o
que
que es!
Vol a~ e
Lau eana,
pa a
"UI~
hnjliJo
da
['a e I Lac. I o he o que
que o;
po q:.Je
¡{ o he
i
dl ~i a,
Cjue
Jlnge
e
)anclla
,
,o1110
que
l'I1e e¡;o.
a pó o lgllill.
Lal4 .
I io he o que me ecias,
e
eu o e
I aI a; mas como a pu eza
do
meu amo
Hd
ing a o aman e; e que mal pagas elles naó abe mais, que exp e a e dades_
exce os , com que olicí o
os
inllan es e ponde . e-hey
c@ma
me eces. Fal o,
de
é - e,
dando-me
na
occa ia5 do me l
c ud,
engano o,
ll pc:nde
as
emen ida!;
ciume
an ~s
ho as de
o men o,
an os I
inezas,
com
que quc es di limula
as
di
as
de
p~za .
Taó
públicas aá
as
uas al idades
dos
eus engallO!, que mó ha
aí¡;o~s,
que chcgaá á minha no icia pa- de 'ence .me com pala as, quem
com
a
ma a -me 25 ac¡;oés, que exccu as
pa a
ólS
ob as me o ende: naó e chamo pa a
o ende -me.
Oh
homens al os; e que e ou i
os
eus ca inhos, enaó pa aquc:
Jlaja
qllem
e
ie
nas
pala as do mais aibas
as
minhas queiXJs.
:lman e, e
nas
inezas da maís endido! Lile.
Que
ilO idade
he
•
ella.
meu
bem;
E que an as enganadas !laó deixem a o-
que
a
nau
e po indul o
dos
éus
olhos~
das
adye idas! me ma á a o igo
das
uas i as
~
LOH .
O que eu que a
he
que e
as
da
mi-
$ahe
Lueid/l o; nha p c cnc;a. e que nau o nes a
e -
me.
nem
alb -me;
e que iíques
de
o-
lle.
Bella
ado aeb luz , o ma a
p enda,
do o meu
.Ollle
da
ua memo ia.
que
cen o
dos
meus a eél:os, no e dos meus eu
epa ~da
da
ua pe oa, di e indo-me
cuidados: oh quam dila ados eculos de
do
eu
amo .
Eco dando-me
da
minha
peoa
aó
pa a mim
os
in lan es de naó o en a ,
ou
pe de ey a lcmb a l(;a ,
ou
e - e!
Pois
e
nos cus alhos
dhi
oda a acaba ey a
ida;
"ay- e,
que e pe as
~
ninha
delicia,
na
ua amencia can
in.::
I Lile. E pc o que o meu de mayo
acabe
de
c.do
o meu o men o. . I "cnce de edo o
I11CU
alen o pa a
que.
ou .
E
na
U;]
aze odo o
Cll
enga!~o.
pe d~ndo;
,ida,
me allZen e e e namcn·
Bem
e
cü .hcee a ua
¡¡ic;aú
no
modo
de::
e
dos
c:us
alhos, que
[ó
a lim
ica á
o
enca ece a ineza.
(í
pa c.,
eu p ccci o
obcd"ido,
e
¡¡
ua on adc
Luc.
J 1cu
bcm,
Lau eana; nau me alla¡ i a is ei a.
Nau
me
e pondes ! L .u .
Vay· e
já,
nao e
diJa c:s.
Lila .
Como azes e ludada an a cou a pa-
L(1c.
Senho a,
é
que em culpa
naó
e
d~
a
dizc: ·me, naó, que a c pondc - e de
pena;
dize·me a
cau a
de cus cn imen-
epc~ c;
po que naá ique
na
minha ex-
os,
ou
~ ás
,que
na
de c pe a¡;aó
pa e
a
p e laó deminu o o meu amo .
[c
dcliél:o
a inn'cencia.
Lue.
Naó
há
mais e ludo
em
mim
pa a
alo
¡ Lall .
~e eng~nJ. c,
que?
nao
has
de
c?~";
la - e, que o que me
en in~
o
a nc ,
e I EgUl ; e nem
hunu
o
p.da . a
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l a;
me
díél:a
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della , a é que ddlc luga e :luzen es.'
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cuidando
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que
e a
alma
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Balh.
Gua da .
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~on 'allc-
Pu ga o io,
pelo
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ugí , e
cc a huma
qw
n ~.
I com o de [aco do pe di a oucha
d~
hum
'Z1I: ;C. E
u
ica l: )
amhc:n
na
l~a
quin a,
c[!iJ",
que azia
,o
qua! [upponho, que
'Bolh
He
e dade : e endo pa la
hum
ban-
aeh:llI
o lad aó dc meu amo.
cla a
_
••
" B,/lú.
Peís
o lad ao
de
eu
amo
uy o
me nlO
Z(/~c.
Tal ez,
que
lldD
I( Ó
o e
pJ a a a.
da
bu la,
e qu:: em alda 6': camíza
e
B.llb.
PD
mCllS
pcecJJ.os:
pOIS
cndo-o eu mc co
na
ei h:: na
po amo da
julli<;a.
a oja edas,
en endí,
que e ia hya.
Z{/~c.
Em
cujas maós
Cl!
cahi, e
nao
me
[l en.
ZI/),;c.
Roa
laya
de
mulhe
es
ll.
dc alí; po que
naó
achá aó po ande
me
Rllh.
E a mando-Ihe
hum,
b;o
mc
ingi
mi-
pega . Ago a me
lemb a.
po
íITo
que a
nhá ama pa a o aze eahl . boca
da
cine na
me
nao
chei a a
bcm :
Zu:¡;c.
M~s
e
elle
i cl e ! J po que ella a
l:í
o po calhao
,que
e
SlljOl!
Balh. Ahgo a
i"cl c,
c :¡
hum
pob e ao,
ID meu
"enido.
que m(í ínha
l1ld"
de
[eu
; e ell cuidando Baló.
Mas
ay
meus peccados, que ahi
em
quc e a ico, a ey huma nou e de mc· I meu amo 'dho," nona p aél:ica
oy
g ande.
.:-Io
cm
ca a
C1m
p o cRos h:lncíl05, ó ¡
Zu:z;c.
Mayo
e á
o meu [e maó; e ago a
a
im
da
colhe -Ihe
hama.
a cas;
que;
co-
i que ha emos
de
azc .
IDo
e a
o a{1ci o,
c a
ó,
o que inha cm .
ca a. Sahe Ac / cilJ.
Z :.
Que ías
da .lh:::
a ClIlg il pela 'eya da
a ca,
qUCRl
~
Ac.
Como!
Como
1
Ball,.
EII3~
p:Z1'1aií
,como
ezen :JS diach:Js, I Zm,c.
M.lIi o
come o 'c1ho!
í
pa l!!:
que
cuide y que aziao
ence adCl
em
Iy
o I Ac. Como
he
i io
1 V
ós,
Ba!bu dia , allando
ce o
da
p a a,
cam
hum
ho nem,
aqui po po as a-
Zcnc
Supponho que
ica le
ó
con1
a
co
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e ;1S.
po que e acha ias
em
b anc'). Balh. Ago a, nao
enhD ;
he
que
como
V.
I .,
B, lh. E al'aó a e hdas de a ea
as
neg as a - hoje
•.•
Eu
naó
ey , qlle hcjd(; dize -Ihc.
caso
Í
pa c~
Za¡,c
Ex-ahí, o que e dJdei amcn :::
e
clu-
Ac.
Ouem
[ois
1
ZInc.
Eu!
maó a cas encamadas. Ac. V6;,
ZCIZ,C,
Sou
eu.
~Q ".Vé
u
e
ha
nlJyo
de a o ,) do magano!
Ac.
S,lis
I'Ó;,
7.,/1'/,1;.
E1Ta
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póde mc e
ZInc.
Nao
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mo
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uzs ealXH, o que mm o qUlze .
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B,~!!J.
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Ac.
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Zll~e.
O meu nome pe gun e'Q
V.
M. a abe á mais. do que eu
Ihe
enGney.
Í
po'
qualque
c ian¡;-a
da
ua,
que
Cúmo
os
a- Ac. E e home n he • que me e e em ca a.-
pazcs
emp e me andao a chama nome. , que me pa ece bonachao , e imples. á
p.
elles
he
que o
hao
de abe . A minha ce- . "
cupasao • quando
nao
enho nada, que
a-
Salle
D.
Un'oca.
ze .
he
eIla eccio o; e qu.ando eIlou a-
balhando,
nao
me lemb a nada delle muno¡ U . Payzinho, payzinho 1
Lá
e á
hum
hci-
do;
e a im Immas
ezeS
nao
aCjo
mda.
e mem de
cap~.
e 'ol a p ocu ando a V.M.
ou as
na~
ey,
o que
aCjo.
E a que "im
pa a
i el a a de com elle ó a
da
e a a
aqui, pe gun e-o
V.
M,
á enho a, que aze ce a cu a. Olhe cá, ainda c lá mal
cá
iea
com
ella;
e
i }ue
Dc:os
com
V.
1 1
commigo 1
Eu
naó
i e culpa
dac¡uclle
ho-
FaL
q!l :
le
ago
mem
·i
a lanha
as
olh;¡s
d¡:
e a á janella
'.Ac.
E pé a,
homem ;
eu
já
pe ca a pacien- do Jal'dim, pa a cu a on es, que
pa a
cia. á pa e.
illo
hia
icando em
b a¡;-os.
Bal!'.
O a
amos com ella. á pa e. Se- Ac. Mui a e oluc,aó oy a
de
ós lhe que e-
nlla I elle
ujd o
he
lá
da
minha e a , a es da
e e:
c¡¡!ligo. que
i{ o
Ihe
pede a
ua
occupac,aó
he [e meIl e de neni ioi; cuIla a
dIe.
e a mim a ,¡da.
e
he
hum homem mui o
Gngel o.
I U /'.
Oll1e
V.
M.
eu,
e
mais
Balbu dia
••••
ZC/1,C,
Naó
ou
• enaó mui o dob ado. . Ae. Callay
os,
c~lIay· os.
Senho mea e.'
Bolb,
E como u hoje di Ii:l es, que que ias ZULe. C iado de V
M.
manda en ina a le , e
e c e~e
a enhma ¡ Ac.
E 1a
mcni~a
he
a
ua
Di cipula.
D.
U aca, pa a me e
la
F ell'a , po ce -
ZC ~c.
Po
mUl os
~nno~,
e bons.
Ella
he
os
di
[gallos , que
e
dá
o
eu
genio;
"en-
pe ci a; Deos a gua de.
dD
pa al'
ao
enho Janeanez. Ac. Aqui
Iha
en ego.
ZCILC.
C iado
de
V . Mm. ZaLe.
Se
ja
a p imei a
eCmóla
• dc que N
Se~
Balb. O chamey pa a alla -Ihe ni u; que nho
Ihe
pe<;a
can a.
pa a. o que u que es
,naó
póde ha e U-,
U .
A)'.
Balbu dia, e!le he que
me
ha
de
jei o mais capaz, que o enho Janeanez. cnGna ¡ Appello eu ! Eu que o hum me e
ZII~e.
C iado
de
V.
; '1.
e F anc,a. enaó
naó
heide ap ende na-
R'llh. Tan lJ pelo
[eu
bom p ocedimen o. I da. á pa e.
ZCI~C
V. M
ed
en'ido.
BIIlh.
Calla- e,
nao
digas nada.
11'116.
Como
pelos
eus
bons documen os. Ac. Ajllllem
cá
os
días,
cm que
h~
de
"i ,
e
Z¡i c. V.
M.
que o "eja. . a ho a, que eu
yO l
alla , a qucm me p o-
Balb. E p incipalmen e po e muy Ihano, cu a. Vay-(e.
e ingcl!o.
Zm
..
c.
N.
Senho o le 'e a al amen o ;
el!
cá
ZCl~C.
IíTü
[.10
os
olhos
de
V.
M. que
em
mc ajuila ey com a menina.
mím
n~ó
ha
al COU .1,
U, .
Eu
naó
que o ap ende com elle; e e-
Ac.
¡( a ago a
he
ou a cou a; a gen e pelo nho
di a.
que he muy eyo.
alla
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en ende : pois cnlw Jancanez. ZaLe. Naó cnha
medo,
mínha me .ina;
ZCl~c.
C iado de V. M. que
el!
n;¡ó
Ihe
heide
aze
mal. Chegue-
Ac.
V.
M.
e á
a menina.
e
pUl!
cá,
que que a
e
e
cm
b03
me-
Z!I~C
Se
Deos qllizc . mmia,
Ac.
E)135
p imci ,s
Ii<;ocs
ud
e
em
6:i~0.
U .
Ou o
día.
ou o dia e á, que ago a
ZU c.
Senda cou a de
V.
1 1.
ncó
hJ de
e
cnhD
,qne
ne .
m11
sCi O[1.
Z¡I'(.C.
Naó cnha que aze . que
ago a
ha
de
Ac.
1 '0
m:üs
m()
nos
!J81'cmos
de de ; 'c . e .
<:'hcgue
pa a
eá.
2/1'(,(.
ncij~
a mao de V
1 1
U , Elle mo de.
Ei/lh.
~m
elle
l!lC
d;mdo qua o liCjo s, u Balh. Naó:
km
podes cheg" ,quc
he
man a;
a le as bem ¡¡awn adJ,
'Zu ,c.
Nao
he
nada, em-me cm can a de
. e bicho,
18
Jlemo ioJ'
de
Pa a/ ilbo,
bicho, [cm eu
e
bicho de con a. O a
el!
U .
He
o meu meihc ;
qLTe
mi
c a a
endo
me ida a mell e de meninos! EI l im , o gei o.
a i n e ey mais
occa ioés
de
alla
a Bal- B,¡ll,. Senho a,
he
o me l e
de
Ic , e e e-
bu dil ,
pa a
cuida mcs nos
nn os
en-
e ,
que meu enho
Anucio
Ihe
omau.
edos. U . Tomou- no! Naó omou al, que
elle
Ball,.
Elle
ellá in ilduzido
cm
ca a,
ago a
deo-me
pa a
mimo
eu
m~
Ill c ey com o negocio. á pa e.
ZU1.C.
Ella
di á
boas
ccu as,
e
a
naó
a alha-
Zuzc.
A R
A,'
Menina
o mo/:1,
e
quc ap ende . e lude com-
miga,
dizendo: A , B ,
e;
e
30
dize -Ihe
eu
D,
e -
ponda-me cm
P;
e o que
me
ha
de
da .
cHe
o pon o E :
A im mui a le a
i
á
a abe ;
po que de ou a o e ,
o en ino
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huma
mo e,
país
FF,
e
RR
e á ó ap ende .
emo
á
pa !.
,
Balh. E
ella a
ajll!hndo
os
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da
lic;aó.
J
Un.
Oh mana. na() elh a
cnaó
omando o
gei o de ap eNde .
Z/I'(,c. Bom
a
y
il1:a.
Í
pa e.
Balh.
Ha
al oleima !
Í
pa e.
I
Lau . Eu
naó
e en endo; deixa-me
com
os
ells di pa a es. E 'ÓS
••••
Zu'(,c.
C iado de V.
1 1.
Lau . Tendes
já
deo
o aju le com meu
pay
!
J
Un;
eom
mcu pay! Que lhe pa ece ;
meu
pay
he
• o que ap ende, ou ou
eu
! Ca m-
migo
he
, que
e
e lá aju ando.
I
ZIIÚ;.
Já
os
en endo. enho a, eu
i ey
nos
dias
de e minados; ique
Deos
com
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he
muy ladí-
V . Ay,
he
boni o ¡¡ o;
po
cITe
om
hc
na; e o
boc;al
pode e dizc
alguma
cou a
¡
que
e
ap ende 1
Po ~m
elle
he
aó eyo!
J
com
que eu ique como hum p e o. Í
p.
Ba/l,
Eyla
oa a
ez
com a cima.
Í
pa e. ViII)-!
e:
E que
e
e
dá
a i
di lo 1
Tu
ap endes pe- S.I/h. Vamos. enho a, 3 cauda a
lic;aó;
la
[ua
ca a,
ou
pelo
c: ~
ca aél:e
1 Que a
le á-la
daqui, an es que
diga
mai:s
U .
Dizes bem ; eu que a
já
aqui ne e in -
das
uas. á pa e.
lame ap cH:lc
!l
e c e e a huma
pe oa
Laa .
Se
ap endeis • cuiday em
abe
,
já
que
hUll1
e c ip inho, e a
le
a
(ua
epolla. ellais mlis adian ada cm annos, que cm
ZII .C. Eía-aqui huma apa iga bem inclina- e ludos. Hide a cuida .
no
que
os
e á
da. á pa e. Poís
pa a
lago
ha
de
e ilIo 1 mais u í!.
l o
naó
he
inho,
que
e
beba
de
huma Balh.
Vamos.
enho a.
ez;
¡¡inda
eu
na6
ey
que gei o V,M.. em.
U .
Naó
me
ou
{em
minha i maa é
amn
bem
e
eu enho gci o.
P~cm-J :
U aca
110
meya. I
Lau .
Há pena mais impo una.
Í
pa e.
Balh.
Senho a, amos. Yay-Je.
(J- . Pois. enbo
me he.
aqui
eí10u
; po U,,'.
O a
illo he hum
in lan e~
ond~
me
que V.
M.
c
o
gd o
1 Lau . Ago a
naó
e heidc omi . ay- e.
B(l¡h. Deos e de enda. Í pa e. I
U .
Eu me
ou
:
mas
nós
e emos.
V¡I!J-: :.
Salle
Lazl mna,' S e E N A
n.
Lau .
Pa a
eí1a
pa e
VI
pa a
3 Lucido o
,.,
e quize a
••••
Mas
occupado e lá o
i io
, e
pe de ey a occa iló ;
ay
de mim! Í pa e.
Qll~
az~is
Vós-Qu as
aquí em
cOl1ye ;¡-
<;aó
com
e e
homcm 1
'llll:. . C iado
de
V~
1 1.
De
eidade~
Salle
Mancada, e
Zu"ca u.z~
Z/I'(,C.
Senho , deixa-me , que
nao
po o
ou~
i , que quw.:s bem a huma pe aa)
de
quem
e
Di g a oJ
G acio(aJ.
J9
quem
e
eycí
an o mal 1
Mulhe ,
que
oy I L le.
De
que
e
'ez
al>
alcan ;ado 1
cau a de
e
moe en:
os
ol os.
ha ias de Mone.
~á,
e
eU
omá a os ol[os
co~ell1Js.
e-la
mnis
cm
ua Ida 1 Lu :.
POI
S
que
he do
amo ,
da
e pela.
e
da
Mone.
Ella
mió
ad inhou
p imei o.
o
que
iqueza 1
depois me
uccedeo;
que
o
pega em·me
1 MI/ne.
Tudo
e
omOl!
em
can'aó,
como
no
b ac;o , emp e oy aze -me a o .
he[ou o
de
Mema
encan ada 1 pois mó
Z/M.
E o pe pega em- e elles nas
co ias,
ó
iquei
Cem
:mo ,
em
c po[a,
e {cm
emp e oy aze em- e a ca idade. I
iqueza;
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as
minh~s
a cas, cm os
Mone.
Amigo Zuzca m:.
.eU5
ellidos,
e em o 'a io dinhei o.
Z/J'l.CI
Olha,
que
a i e c i má aó , e a
m¡m
1
que
de an o nau agio naó oy pouco
ce-
muda aó·me
o
nome;
eu
[GU
o [enha capa
em
omiz: .
Janeanez. La :. Há mayo in o unio I
Mon.
Dcixa
IOLlcu M
, e dá emédio aos meus
MOlle.
TlIdü
os con a ey
.ais
de ,'aga :
me!:;;;.
mas e
aquella
o una me ahio
ulhada,
Z/lze. Eu ey
cá
cu a males; mas
aos
de ago a
e/bu
me ido
em
hum
al
cmpe-
amo e dé a
eu
hum
bom
emedio,
[e
nho,que
neIle log n ey a mayo elicidade.
u
me dé( es
hum
bom
p émio.
Lile.
Que
dizes! Ainda naó e iás
bem
epa-
MOllc.
Já
eu
o
p ome o.
ado de
huma
uina,
e já
e
que es a ií-
Zu'/, :.
País
que
pol o
eu
aze ne Ie negocio 1 ea a
ou o
p eei
picio!
Mone.
Se
me
in oduzes
dén o
cm
ua ca a Malle. O
e npenho,
que igo, he odo
dó
e cond¡so,
eu
me
ha e ey com o mais.
ama .
Zuzc, Eu
que
pe
e ?
niao!
([al o
o a
opi-
Lile.
Já
aó de p é( a
amo
cm
ou a pa é
~
niaó)
Eu
me o-o
den o,
e depais dei o-
hI J/le.
E
amo ,
cujo
o~o
e 'e al aéh idade,
me
de ó a. Se
elle
pi/ha a apa iga,
[em-
que
de epen e me ab azou ooo o
pei o,
p e me cump i á pa e da p ome a; e
e
o pilha em
com
dla,
quando o
de eem
,
eu naó e ey pa e. á pa e.
Mone,
Cuida ie no ea[o 1 .
Za .c.
Cuiclcy ; e cuido
que
e hcide ¡n o-
dmi
eom a menina; mas e
u
bu[cas nel-
la
cabedal,
olha
que
ella
em
muy
pOlleo.
Mime. Mui o melho ; já
eu
me dou po
ca-
.1do
1 e
eu
naó
a
que a
pa a Dou o a :
go[.
a e y mais de [egui o (eu
pa ece ,
que o
[eu juizo.
Z I"l.c. Pois
p epa a- e,
pa ~
o
que
e
em
pelo
caminho,
que
eu
o ou ub i á ua
o una. V '!J· c.
A R 1 A.
Com
ancia
aó
ina
Ado o
ex emo[o
,
Que
aman e enlouqueqo,.
Que
ino e l emec;o,
A dendo
di o o
Na
luz pe eg ina
De
hum
bello e plendo .
E
ao
é ,
que
dá
glo ia,
A aman e
e ida,
Qucm
nnó
d~ á
a "ida
Po mo e de amo .
Sa
h !'
Lueido o. I Lu :. Baaan e exp e aó ize ie do
cu
amo ;
é, que naó iques peyo da egunda,
que
Lllc. Ql:C he o
que
,'ejo 1 Moneada
amibo,
da
p imd a.
como
me
mó
ens bu c<ldo pa a
da -me'
Mone,
Na
cmp eza,
a
que
a[pi o,
nenhum
no icia
dDs
cus augmen os?
Depois
que
e 1 pe igo ece o,
Oh
e elle cu¡'e a
da
ca-
d le
melh:Ji "do de o u
na
pozelle cm I
a
, e da
ex'a
do
Jj dim
,
de
ond¡; e capcy
e L:¡uccimC!l o a
mínha
~l11izad:::.
I a Deos mi e ico dia!
UOIl~,
Ay,
Jcnh~
LlI~ldn o
,
an o
he o
'
pc¡o,
com que me "ella na m( J p c: enc;a,
S¡/he
B,dblll'dia
de
man o mui o
co~'e (l.
que o
mú
bu ca - os oy mais eceyo, !
ql:C
ing a idaó;
BlIlh~
1 G ande be a nccc id.de , al! g ondc o
C 2 cmpc-
/,
-,
20
Memo ia.
d~
P wa! ¡lho,
cl'l1[).:nh:J.
qu=
ob i~)u
3 minha
ama
D.
! Mone. Sepa ando-ms
Imm
do
ou o.
ed
Lau eanl a ia - e
de
mimo
Cam mui a
1,
mais adl e . a qua!
de
nós
bu
ea.
p éíTa, e eca o
me
mmdou po o
man o.
Lue. Dizes bém.
e me
deo
hum e c ip :J
cchdo,
pa a
que ,lonc.
Pois"
como
e
nunca
nos
i amos; a
o en egalIe áquelle ujei o • que
alli
ellá
l'
Deos. Sepa aó.[e.
com o maldi o de D. Gc aziJ, ou como Lue, Alli
ejo
a ACll cio pa ado; po em
neo
he
a
ua
g J<¡a
; ag,xJ que
a
ey ne le ca o ¡ nhum cuidado me
di;
po que mü em
de
á
pa e.,
mim a meno no icia.
Lac.
Alli
ejo
huma mulhe mui o
cobe ~
MOlle.
Jun o
áquel/a e quinJ e lá o
pay
de
com o
man o.
e em pa a
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g andes in- D. U aca;
já
me
e o
kmb ado
e
e
le
m-
clim¡;oé3. ' b a ,i
C!!~,
que en
ou
°
da
exa
do
Ja dim,
'Mone
Sim.
a
oz
de e
de
bu ea - os. pais Ac, A apa iga
dH
bem
boJi ;o a
! E
ali¡
elh3
já nella epm .lcs dous ca quilhos • heide
e
a qual
a an¡;J.
Lllc.
Bom
e l:á
o dis a ce; eu me ou po
ZlI'l.C.
Que
mulhe
ná
ella,
que
nem.
anda;
naó impedi ' e. nem
pi a,
olhando
pa ~
odas
as
pa es. e
Monc.
Se
i{ o
he
i
oma -lhe a
ol a
, eu,me
nao
hindo pa a nenhuma ¡
ou
po
nao
emba a¡;a · as. Ba!h.
Que
heide
azc:
i
Se
chego a hum, dOl!
Lllc.
Nao,
deixa- e
e b ,
e logo
nos
de en-/
que u pei a aosou os,
Pais,
po que
e
gnna emos. nao
queixc:
nenhum , eu hcide
alla
a o'
B'llb. Elles pa ece que e iaó a de pedi - c , dOi; e po elle camella'
[cm
acaba
de
apa a - e; o mo ino mó e
póde dc pega !
Oh
nao
Ihe
dé a huma do
de ipas, que o
ize a
i
de
odo I á p.
Acu cio
dO
!Jojlido .
Va!!
pa a
ZUZocaullz;
ZII'l.C.
Ay
meus peccados ,
ella
em a mim ;
I
com(')
ga o a bo es,
O a
eu,
ainda que mal
apilha,
de o
de
e
bcm pa ia. A
e! ,J.
AC.
J~
e iou clln ado de e pc a o
ujci @,
Que he o que
buCca
• meu
Sol
encabc o;
&:om
quem heide i d banda dá/em ;
o-,
mcu mylle io e condido i Mcu
•.••
em
,dnda
que
elle
enha.
enao
ab and~
BaID.
N2ó
e
can e mais, que
nao
ha
em
o
en o,
m6
me
me o m ma . mim
nadl.
que
ej3
ell.
BJlb. Pcyo
dlá
ella; o clhú
he
ehegada, e ZInc. A im
m
cu , que ambem naó enhó
jd
ncm
pa a
ca a po Io
i ,
em
que
me
'C-
I
' mda, qlle eja
mCll
,
clepnis
que
"Í
elTa
bi-
ja.
eJIDO
lud::
c
~ga ;¡illo
i za ia.
eíTe
dengue,
eíTe
de ga e.
I
Balh. A y • que Zuzca uz he huma
pe ola
Zazca m;
60
olll o
h i lido .
pa a aman e. á pa e.
1
Ae.
HlIy,
ella e lá allando C:J I o
me/he!
Z!I:lC.
Po mais. que enho odc3da
as
e3 .13
Olhe
o cé lw das mulhe cs, que cmp e
de
Acu cio, po
huma.
e ou a pa e,
naó
e colhem o peyo .
po u
~
a,
Eal!:mdi3,
n~m,
po ,
dc á,z
,
Lile_
Mas
upponho quc j:í
:lchol!
• o que bu .
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po
dl:1n e
;
m3S
acob c la o dl o ca a.
Acu cÍo; e
a::a!á
a b,))
'¡¡zi!ll1
de
m~ll
1 l0TlC
C~>m
Zuzca uz e lá
JII~ndo
,e
"hcz,
amo, e nJ
m:ya
d,¡
u;¡
huma mulhe cl a I que
eJa
¡¡
meu
Q 'O
o negocIo.
e1h e mo.
IJalb
Com que
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mui ó
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mdo?
B,!/b.
Ain:!a e
nao
ás,
elho o !
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P'I
Z/l .c.
Tao
inclin;¡do .:llou, que
naó
j
p~.
Ac.
AHi
ellá huma mulhe , e alba mui o
e<;o
ca cunda;
mas
que o ambem
pa c-
pa a
mimo
Ellá bé n de cn ol a:
e
me
cc Poe a.
apanhá J em nu o em?o
••••
lV1Js
calce
Long:: c lcu
de
é - e.
hocca, que
all.¡s
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"clho: e
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~
B,,:b.
Eu
ou-me po an:!:: "im.
M1S
d
e á
1 po que o amo
hé
é,
Zuzc~ uz.;
dh6
odos
os
pa os omados.
km
ILlz
me
ab azo
I po que
, I
e
Di(g o oJ
G aci J{as.-
,"
_ l [
mais
qudmll o
Sol
encobe o; I minha diligencia I
que a
emp e encn e';
mas como o exce iw
he
ce o, ga - os o cuidado, e o eg edo de hum
con a io e eí o
aze
, empenho de 2n a5 ci cun lancias ; e a
e
que em chammas chego a a de . Deos, que
mais
me
naó
po o
dila a .
e
que aman e e ené o • Il l1ne. E pe ay, enho a.
Que
(e á
iílo 1 i
p~
é
be n
,o
quan o e que o, Eu cnou a oni o;
naó
me
inha em cen
..
im,
pois
e
naó
po o
,'e o
I
a,
de
que izeí cm
de
mim
~n o
as
da-
Rllb. Eu cílou-me mmo ando
delJe
po
in[- mas. Mo endo
dlou
já
po
alla
a
Zu
..
Jn es. i pa le. ca mz.
ZlIze. T.m o
me
,,?a as de amo J que e iou
LIIC.,
,Tam?cm
!l
mi,m,
e
eneaminha a
:ua
mo endo po ,e - e.
'"
dlhgencla; que dl a
ago a
Moneada ¡ a
p~
Balh.
I Tü
mó o
hade
con cgui . I
Balh.
Scnho
Lucido o.~'
'
ZIIZC.
Ve
ji
de
huma
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omá a
Lllc.
Que he
i io;
aó in o mada
c:m
do
e a
ca a, mcu nome !
i
pa /C.
a a b
ji
eí e man o; I Balh.
SÓ
a ,'ós com ealidade
e
de
ige
o mel)
po que
e
me cu ia
an o;
cuidado, alendo-me
de
g ~nde
¡ndu ·
e á
duas ,'czes ca a. ia, e ahalho
pa a
pode
d~ - '05
eíle pa-
Ba/p.
Se
po meus
olhos
o
u¡;~ a
; pe!, e dizc - os. que cm
~l a
execu cis
a huma inju ia me ujcí a ; I o que
nelle
e ''os o dena; e a Deos.
e
al
em o io
me
dci a :
lAc.
Ella
em co ido:'l banda;
e
me
chega':
que quei aó elles ampo os
á
ambem a minha ,'cz.
,
pa e':
po
dOllS
olhos amelo as I Lile. Con u o me em a nolidade
do
ucce -
em huma ca a ao pe ei a! a. poís
pa a
en ende , que
e a
de
Lau ea":
Zuzc.
Olhcm,
com que
e
ahio
a bebada.
na
o a i o; nunca cllegou a c cci o o
no ~
Ba/h. E olhem,com que me ,inha o a e ido. I o eg edo amo o o. á
l}(/ e.
Que ias 'c -me ¡ Huma
Ii¡;a
pa a
i.
Z/lzc. Quc ia log a .
me
!
Hum
da do
pa a
CheO'(/-!e
L l iJo o a
lV/Mellda,
como
)iJe
'o~
o é. :e «ó; e
1)09
Ea/pu e/ia
p l1'a
A",,.clo.
B,llb.
He
mu olo;
~ J le,
a
a
Ile. 1
ZIIU.
Bem
dlo
he
,qucm
Ihe
a Ti lc.
Ac~
E
ella
que
che?:3.
'
nalh. Fique- e
ahí,
lJue
he
hum ine.
BaID.
Gm de
N.
Senha
ii
V,
M. Mi/I/ i;,
ZIIZ,C. Vá· c dahi, que
he
hum
~ ie.
I Ae. O me mo
lhe
de ejo.
Halb.
V.
M. e iá bomzinho !
Mi llY /'~
VIIJ 'e Zuzcall'u' , e
cliega
Ba/ a día A . Bom
me
in o,
g ac¡as
a
Deos;
que
he
a
M,,;/c .d.l,
° que
que !
I
Boll'. E/limo in ini o;
N.
SenhM
lIla
ccn í':
Ac.
O
d
Janeanez pa ece que
e
eD ~dcu
' .ue
mui o pe ei o. Eu
,meu
enh ' . que-
com
cJJ~
: o llomem
naó
de, e Ic l'om
pa-
in
que
V.
M. me
iZ(í e
hL!ma
[ ;eTCe.
a
aC¡llcllas
g ac;-as.
1 la5
ciJa.
"y
encami- Mi/zm,;
~hand?-[e
pa a
ou o;
,-ejamos cm que A
••
Biga
cm
que
p T(l
eT,,!-13.
A ez,
he
¡110
p;l :'l.
~g 2da 'c1
; que que e á ( ia ulhc 1 (/
p~
:MN!C.
Há,
eyla commign ; iRa
e pe an
ell.
TI .l ,.
Fa<;a
V.M.
de
c(lnla,
que
Cll
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hL!m:
RI:o.
~ue
he,ide
dizc a ene maldi o 1
Í
p.
I
dCCP.C3,
de
que c ii c
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p . :lS
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LlIc.
J~
de eJo
¡;1bc
o !lm , a que
e
cncami- I
¡¡Ionc.
J,í
ey
que naó
q 1e ei~
cccb a
)
que
nl'i33
diliscncia deib mulhe . I
c m,o c~
naí pu, e
a im
iá
"OS
naú
nlJa-
li:::
c•
S~n¡)~ a
~
e
a mim
me
bulca cis.
"a·
1 ey lle ia ma ena. Eu bem
., e
y " 9ue
ila
ú
,;" o,o,
[ao
enes pa i¡s, pa a que m
os
e-
oy
alla -lhe
e
cc emen',' ,
Ol
ne!',e-
cebe
~om
al o oc;-os.
I
cio
ó
e a
commigo; mas
i io
he
pa a die·
Ba,!.
AlDda
que o
olTo
c iado
ica
bem in- imula . Í pn le.
o mado
d~
~ c:i~º,
a
que
k
~n,aminha
a
L«~! Ba ia
que
e
diga,
Moneada,
que
a
mu":
.'
J lhe
1,

l~
Memo ias
de
Pe o/ ilba;
Ib
e
pa~ece
'?uca, : a i,n
I?so
?c
mim a I queeu
eja
de
pa
em
pa
el a
pe eí'>3Ó.
de pe.dl; e
lo
nao
e
~qUl
mals.
e~
qUi!, O a
dc: embuc¡a
e! e
mylle io
de
amo .
me dda a . a
D~os
a e quando
qUlze es
; Blllb.
Se
V. M. mií u a aó elhJ •
eu
con-
~ -me.
Vou a
le,
o papel. que
e
me
en- I
[emi a,
que
V.
1 1.,
paga! e
a pa en é.
VIOU.
a pa e. Ac. Velho!
Ella3
caas,
nao
[aó
eaiís
[.0
'Mane.
El/e
J enho .
os
gHa de
;
e~l
epe i.
di gallos.
pais ainda
e 1es
o al)
m~is
do
ey mui as
ézes
a diligencia
de
bu ca - que eabelbs enho
mi
cabe
ca ; e a lim ain-
Yos.
Vou a oda,a p é( a a bu ca a zuzca-¡
da
m~
in o com b io, e
o~<¡as
pa a
quaI-
' uz.
a pa ee. quc empcnh:J amo o[o; e
ago a
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do o mel!, de eob i - e
e! a
linda ea inlla.
Vaó-Je
os
e/ous.
B;Jlh.
Ay,
enho . enha
maó
dcl e can o ,
:nao
e pondc -Ihe-ha ou o can o.
'.Ae.
Taó
mal elle e, menina ¡
BIllb. Ainda
i io
naó
he
amé ade do qUe!
.:Jy.
Ac.
Hade ella mui o de co adinha ; d, cu- A R 1
A;
b a
hí
o ollo. Na5
me
bula.
nao
me
óque;
Baíb.
O meu o l:o
nao
he
paFIo
de
amo 1 J.
Vá- e
embo a,
eílcja
quedo;
Olhem
pa a o elho. que :linda
e
c~g íla!
I Naó
me
ponha
maó
J nem dedo J
a pa e.
Que
o l ei a
de
a! enim.
Ac. Pois que he • o que que
~
Com
e
elho
inda em
o<>'o.
ni/lb. Eu que ía, que
V.
M.
me dé( e pa a I
Com
que póde de e e
-m~!
ajuda
de
huma
l 1.i a
pedida.
Oh
meu C'cbo. que es
~ -me?
'.A.c.
Há,
po
i {o
ella
andou in eílindo a o-
Huma
ig~
pa a
i.
dos;
mas
eu
naó
enho
é
com ellas, qu:: I
and,ló
pedind(,)
pa a
a is aze
c:.
llas p o-
Rel' ~ 6n a.
Mas
Já
em gen e , eu
me
mcl[as, que iui as
ezes
opao com al- ou.
gum,
que
Iho
dig3
de mi ( a,. á pa e.
Ac.
E
he.
qucm
eu
e la a
aqui c pc ando.
'Bu!!!.
Poi
s quc V.M. áze -meella e móla? Poís, menina.
amm
me
dcixas! E
1110
Ae.
' udo
o que o cha idldc J lha a ey
nos
ha emos de
e
mais!
mui o
bem,
e co o mui o gallo; Ba b. Ahgo a nJó ; a é mais
ye ,'
B/llb.
Ay.
que ellá o mundJ pe dido
cm
Ac. E aonde
me
e ás!
os e!has!
Oih-=m
o elho pe dido pela
B~lb.
Blll
pe gun a e lá
c! a
! Em
ua
me -
mu ia!
POii
que a ago a log a o amo.
Í
P.,
ma
ca
a
n:>5
e emos. V llj- e.
Ay
appcHo
eu.
como ellá pcn a iyo; olhe Ae. Valha- e
Deos
po mulhe !
Mas
alli
cá.
país eu
Ihe
e
gu o • que
e
i( e
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já.
ql1em eCpe o, an ecipa .me-hcy a
ca inha
de
alco c¡a . que
V.
M.
e
de e- bu d-lo. E la
mo<¡a
me dcixou
de
odo
e a;
e de e ido
alg-uma
CJU a.
ping,í ll
I
on o!
V I!J-. e.
pa a a e móla
da
minha
Mí a.
'..4.:.
Olha.
chega
cá,
de [cob e
em;s
Iin~o3
!
~
C E N A
III.
o/has, que
neIles
.,
••
M
15
ay
d:
mim •
:1
ca ne
e
e ela
con a o e pi i o.
,í
pa e.
D~
Sala
com
dU3S
po ~s
no c pa!do,
al a -
Menina,
ahi
e lá a e mólJ ; 'á- e com ada huma
da
ou a,
e ambas com
Deos. I co im3.
BalD. O a
~c
h.um
P incipe, ningucm
...
~¡:
1
I
com oao
malS
la ga.
- ,-~,¡'.¡
Sahc
Lucído o.
',Ac.
Ay,
que me pegou
na
maó;
i!lo
a á
I
pe de a hum Anacho e a.
Oh
gUl de- ,
Le e.
Cump indo o
qUé!
L~u eal13
?lC
o a,·
me o Cco a mim de mim me mo!
Í
p.
na
no
[c:u papel ,
ch~go
a
ei1e
(¡no
na
ee -
Bal".
Elle
i ubea-me!
Í
pa e. eza,
de
que Acu cio
n2ó
"id
e b mi e a
Ae. :om
que
m5
que es
dc cob i : e
~
pa a
ca a.
Ay
amo
J
e
acha a
o
mCll
cui.:la~)
n:l a
,
'.
e DijJ( o os
G acio as.
lIella
diligencia alli 'io
pa a
meu
zdo o
o -I
men o'
Salle
L(lH e(lna~
Sahe
LI UTeana
p lT"
' l a pa e.
Lau o
Na{í
ago
mui os
egu os,
dé
que
al';
guma
pcl oa
da
umilia naó
,enh~
aqui a
al/ .
Amado
Lucido o ,
ji
que
e
nllo
aó
inquic ~ -nos;
po que o genio
de
minha
boa
occaGaó de alla - e, naó que o pe - i maá he o
me mo
dela Ioccego;
po em
de ,
nem
hum
in lan e a
de
{a i aze - e ; 1 como
de
meu
pay
dlamos
[egu os I pa a
po em ago a e á p eci o,
que
ne ie
qua o
os mais e á
adl
o
emedio:
Lucido o!
c!lejas
occul o.
cm
quan o
ou a egu a I Lile.
Já,
enho a Sahe.
me
pa cciaó
e-
o mITo occcgo. . culos os in ia¡:¡ es
,que
a da eis , pelas
an-
Lile.
Taó
obedien e e iou
aos
eus
p ccei os
'1
das,
com
que
de eja o
meu
amo "e - e
quam de cjo o de encon a nas uas e -
dli uido
ao
dlado
de
[eu
p imei o
de ~
dad
es
oS
me mes
de can¡;os. can ,o.
Lau . Poís [e an o o
de[ejas,
ccmec;a a
ex-
lij'eondc: e de ás
da
co lina,
Jlle
jica
mais
pú
as
azoEs,
com
que
me
culpas,
pa a
longe
da
po a,
po
eTide
e a .em
Oj
en a- que eu a odas
e
dé
a is a¡;oEs,
que
me
das.
e
az¡: e
Lau eana
po
onde
eyo. 1 abonem.
. L/le. Deixando pois aquella
i 'ola
qucixa,
Salzc
Moncada. e
Z /: .ca m:G
com
171Ui O
ecalo.
cm que
com
o
meu
me mo
e a o
a gui -
I
e
em
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huma
culpa,
o
que
c:u
en endí
Z/lzc.
Me
le e
S.
Ped o.
e
me
laó
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e-
e a ó
em
i
p e ex o:
que
de (culpa
me
menda
as
pe nas,
que
qucm
em
al e dás de e
eu
com
os meus olhos no c le-
me e,
bc:m
he,
que
ji
e
co nece a
e
xo
de:
hum
e pe/he manch<.do o ch y ial
ém
emu as. Fc:/icidade
o
y acha a po a
de
me !
pundana,
d~ixa .do
com
o cla o
e canca ada; mas que m pa a
hum
a ojo
de
minha
ú len a
imp d a
na
alma a
om-
deixou emp e
de
~eha
n/guma abe a ! b a
do
meu cillme
Homem
de meus
peccados,
já que
am-
La/l .
Dizes,
que
hum
e pdho,
que
de on':
bem
haó de
[e
minhas.as uas
culp~s
, ahi
e
inhas,
e
moR ou,
que
hl!lm
homem
e lás
me ido.
~onde
de ,
jans;
aquella chega a á po a
da
ála.
cm
que
ambos
nos
po a ay pa a o apo en o da
ua
dama;
e acha amos!
que es i á ca a
de
U aca,
me e- e
po ¡ Luc.
Sim,
y anna~
ella
den o,
que
eu
ago a
dei o-me
de ó- Lal/T. A il o
digo,
que
nem
émp e
huma
a; e
e
a é aqui
me
me i
ne ia, de de aqui I dama he culpada nes
a ledmcn os
alhe-
nem
me
me o,
nem
me
i o.
Semp e
yos ; e que há homens • que pa a e em
~ .
ancla ey
pdas
po as
de
{cn iliclla a
Cc: ,
o
ajados.
naó
n~ce Ii ~ó
de e em
an~ eci.
que [uccede.
Vay- e.
dos,
que
al ez
as
ncl a5 i en<;oés
emen-
! lolJc.
G ande
he
o
meu
~ ojo!
Mas ce o aó mais
as
uas ou adias; mas nao
que a;
he,
que a o una po ou ada
me
a 'C ece ; que
i Io
R'1e
íi a de di culpa.
Dize-me,
mais
a~imo o
accomme o
o impul, o, a I
naó
há
nena
ca a
mais
mulllC eS!
Den D
U aca, e
Ba/bu dia~
que.a
pi O; en a ey ne ie 2polen o ,
aon'
I
de
ejo,
que ha baIlan es omb as pa a
e -/
conde -me.
Ma .
ay
de
mim,
que
o co a- !
¡;aó pe ago de nlgum u u o
damno,
pal-
Un.
Eu
ó baIlo;
pi a ap e iu ado , pois pa ece,
que
no
pe i-I
Ba/b.
Nuó hás
de
i
ó
po
"ida
minh~,
que
go ¡he
pócm
no as
azas
o
eme :
po cm
u
(){les
pé • e
cu
he que heide
¡¡lIa .
~J
e h
pa e in o pa os,
que
03
mcus
I Lllc. Scg lDda ez he ()n;o o
e i a .mé.
I:l~oendcm,
j:í
e
az
o c;o o
bu ca o
pe-
I
Lau .
Há
mais in c á-Ios !
Di g ~<;¡¡da
he
a
lgo
com
o emedio! .
En o.
.l
minha innocencia!
/.
i.
J
Memo ial
de
Pe a/ il/;o •
Sahem
U aca,
e
B"l~lIYd¡a.
xaés,
e aíles e[cn ados i pó em
com~
ella
naó
chega • e eu iiJ o
aZes
da
amilia
de ejá a au(en l -me. Mas
O"en e
in o
~
1 1.
' • h
".
U ,..
'
3nJ,
mlmzinn.l
Lla ca ll:
el!
i
n 1 o na-me a e i a . Vaz¡Jc.
jogad>
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,de
e padas "
ay
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me al a po a engua o p Incipal; e
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já
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de eCpadas, [c:ndo udo o
Ae.
Como
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ninguem neíla Jóge,
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me mo. and'l
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B,¡Zb.
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he
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he e dadei amen ; ba a. Laa . Ay de
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ape o !
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Deixa-mc. que me ens
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en.¡
Lae,
No a el in dieidlde !
idos
em
con u aó. Póde lu .: igual ma - Lau . Re i a- e Lucido a. Eu c lou mo al!
y io!
Í pa e. Lue.
Já
me
~ i o.
Sem alen o me in o;
U . V
ós
pa ece-me, que [abeis poueo
de
jO-1 J/¡:!/-jé,
go de ca as. Ac.
Ji
e
a Í
azenda ho as Sahe. de
me
e
B.I!b.
De
e c ip os a i eu e 1emunha, que luzes:
é1inda
mó
c eyo
,que
el10uli e
de
ella
a
he
mui o bem. Í pa e, I an o pe igo ; ilha Lau eana ,
naó
cuidey;
U .
Anda,
Balbu día J
anda.
am:1S
joga ! que nu a
ez
e i le.
ag1 J huma maó de punho
punhe e,
qu~
l'
Lau . Senh'J , que he o que
e
uccedco!
pa a
j i)
enh() eu dedo. J/¡lIj-[e. Em
ací
me animo,
Í
pa e.
lJa!h. E que i e e en de pa a
e 1e
ma y'
Ae.
Hindn
pa a palla á ou a banda, c e ceo
io! á
pan"
ValjIe.
de
al
x e o
en o,
que mui as
ezes
e-
au o
Ah,
e
e/l;a
neCcia
na[cea pa a a Rigi - mi, que a odos
nos
dc Tem
ch y lallina
c-
me
I pulch o
as
ondas do mio[o io
Sahe
Lucido lJ:
Lau .
Que
a ey
ne l:e
peza !
Í
pa e.'
I
Ae.
E oy
an o,.
o que in ley com
05
ma'
:Lile.
Hol
mais aza es, o una!
ean es,
que commo idos
ou
da
Ianima,
Lau . An es
que
enha ou o emba :lI;o , OLl do
in c e T.:
• me o ni aó a
lanc;a
cm
con inúo.
dizendo. que
mo
ó
cm ca a e a.
há
c eadl~,
a c¡uem pode iaó di igi - e os
LaM.
Pa a da alen os
30
meu pei o com os
pa os de imilh.m es a ojos; mas que me egu os
da
ua ida,
d~ )
o Ceo huma i maá • pelo
Ceu
pouco I
di cu Co • ócca ionada a
mayo e~
a e i- Sahc
U ac¡¡.
e B,¡ Oll dia,'
men os,
a qua! ' Ínha de ó a. e
e Te
ho- I
mem
pade ia
i
cm (eu eguimen o ; e
e
U .
Payzínho. al ic;a as.
al i<;,a as.
V. M
•.
aindl i lo e naó Ca is az.. • • m Í ou c
~
De-me aldc;a as.
·' ue.
Ten.
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ua pa e o mcu
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Ac,
De
que,
ilha!
que quando me p i a
da
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D~
V.
I l.
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pa a ca a
Cem
mo e a o'
que
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ó pa a da - a a
i;
e a im con a n
gado;
olIJe
eu
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pa cce do mcu
ciume,
e que c e
ne a
nho !
pa e o oeu
a cél:o.
Ac.
Que
quc eis,
i!ha
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La l eana. e
c/¡ega
MDneada
Í
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Aquí
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ca a, que po e i de pa a-
gem
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qua o de
U aca
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cheya de caj-
U , E(lou
alí
eCln cn e
de
go 10!
B,¡lb,
L1U CJn1
me
e hí
d2C'ol:í
eom
os
'l] iOS
de piedJdc pedi
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miie iec; dia; c cn
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c~ Llz
, que
allí
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po a,
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J
i o algum
emdio!
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pa e.
VaJ'/~'
J11~nc;
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Di( 1'OCOJ
G aC O(O .
2:~
:Mon~.
Ay
ille de
mim,
guc
AC~l~cio
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na J. O Anjo ben o
a/Til{a
ne b caCa, e
c!legado a
ca :l;
ago a
ó
cm po mel!
mal,
lhe d0 a ua maó di ci a, e a
c,d¡¡bs
ua$
au:chade ei de mim ¡ eau as.
A al(/.
Ahi en a cammigo a au-
Lu:.
A y in eliz, que mais ,que: o mell
e i-¡
ulcneia.
Oh
me; Cenhn , V.
1 1.:
pe doe;
go,
lin G
a peza de Lau eana ; que a ey e lá
em
ca a
o cnha
de l~
ca a
~
ne le
empenha ¡
Ac.
Eu
Ol!
(l
me mo;
Deos a
gu~ de·,
diga
Ac.
Naó
e
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da
MilI, pedida. Í
¡w e,
Zuu:.
Vid
lllga
!
La i ,
Se
e ellícccíTe mais hum poueo, em Ac. Aqui c lá.
que ouxelTem
lmes,
pod~ ia
a 'cn u J -
ZU c,
Já
ey
,gue
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~lC
, a que
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Lucido o.
í
pa e.
e
a ec(llhed cedo ¡
Ac,
Lau eam,
manda "i luzes,
que
enho Ac. Ha al cn 'l(lo. De
ijo.
F"lle
commi ;o ,
aquí
gue ne . que eu
¡;,u
a p op ia. Que p ucu a ¡
Que
L'l(( .
Dcpn:íTa e
dc anccc ~ó
os
meus in- bu cn! Diga.
en 'lS. Í
paue.
Vd!J:[ :.
ZII~C.
Que
me
:í;
naó.
en
j:i
ag0 a helde
.Manc.
Peyo he elb,que
e
me cecupa a ca a. c pc J po elle.
A o/a.
Lile.
l bis
mal
dlou,
país " im
e
me
im-
Ac,
Ouca
d,
enho a.
pede o pai o!
ZII'LC.
Ah,
Ah.
Sah.:
Balbll dia.
Ac
Digo.
que me ouc;a;
ZM"e.
Ah,
Ah.
Bal!,.
Já
I:i
dey
;¡ 'Zuzca uz,
man o,
aya, A
•.
O a
d- e
com naó
ey,
qlle diga;
e caFello, que elle me pedio,
¡)a a
e ga-
ZIIU
Que
diga, que diga 1
Ah,
Lgo he
a o an eci[J',da' Í
'a c.
Scn~o
, humn
V.
M.
a p o l io 1 E limo de e a V. M
•.
Jillulhe
iu a. e
já
de
id~de
CGm
g ande co n aude.
empenhn e p ocu a, e
diz,
que em hum I
~Mone.
Se
a da a luz,
eu
ayo; de onde dé .'
g a e
negocio e que Llla .
LIJe.
Se a luz
le
dila a,
naó
he
má oeea iaó
A,-,
Manda-a en a . T :;ze luze5; e u
ilha
de
.1hi
•
. e i a. e.
V<"J-[e
B,,:" l d;~
, Sale
B¡J(úll dla
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l l'L,
Ul .
Oh
meu
pay,
mCll
pay,
IlkU
ay
•• , , .
Ac.
Que
quc: eis, que quc ei3, que que ci.i
~
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BIIlT,.
Aquí c láó luzes,
Olhem
p a
elle;
U . Dcixe pa a a
'ima,
que
yayo
díaho I nJha- e huma b2/Ja. j:i que
,j
i e
c l:í
o
nella.
N
aó
alle
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dUVJS
de non e , que p(í-I 'clho
~ llnndo
a buxa,
í
pa e,
,l!J: e.
de
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alguml cau a má. I Mone. Emba gnuome
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pancI.
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1.1
(I'endco.-mc o in en o.
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V,
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Lile.
I á
lance iguJI !
pc( OJ
de
V.
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U J'o
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POlleo
[abes
Í
di[co e ne( a
na~e ia
;
quc cnd :.
onie
c lJÓ L1U e;]na
, e U nac;]?
Lau . Apa a- e dahi , louca , implcs. Balh, Fo a5 onD o
eu
e de de
p:¡{ eyo5,
U .
Olhcm
,que
c l:í
boa,
na í
nos
dc naya- e en endo c bcí au en aJadas
do
caniDo
,
emDS
n,5
b ,¡~o3
d:)
[enho , p'l am8 dos que dei á aó po
e{le,
ou ei os. ¡
en ados lh lenho a, á pa e.
Ac.
An laó· e di c indo : poi,
h;is
de abe ,
Lue.
Na6
eni
,que
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mim ,
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enho aqui
pa Teancio
U l'.
Ay,
qll:
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deshcm ando minha i ma:i' peI,)
campJ,
que
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Có e ence adas
em
de nomes.
ca a,
,all . Nau
em
ji
que c: pc a de mim
, y-
Ba b. Quan o
iITo!
Aqui Ii es e laó
ellas
de
Jnno. azc
cou[a,
qlle
boa
eja á pa e.
AIIi
U'I'.
Ay,
que minha i ml;Í e l:í de campon- me pa ece, que c c lau p ocu ando, e ey
, do a hum ho nem de pala as ! o
que
ql1c em. Vay- e.
Laul'.
Ql1~m
[en io
m:1yo
p:za ! á pa e. Ac. G ande cuidado me
d:í
o ellado dellas
Lue.
Que
m
e
io
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igual
con l1~l<í!
Í
pll . dllas
ilh,15,
que huma o mo[a J e ou a
U l'.
l bm,
elle
dl
í')n
Il1y) ado
de
m'm,
I Iouca,
podcl11
Ce
a uina;da mais inexpu-
Lau .
Oh
ma e-me o
m:u
en il1l;n o,
gna d
o aleza.
Cama
L lciJ~/'o.
I
Sahe
B,¡lbu/'dia;
Nellc acciden e b¿m es
;
I B,d!'.
Scnho ,
hum ujci o de 'ene a cl
a -
Que
de
¡¡l
u
JÓ
[ómen e
pcél:o
e p ocu a: e como oube que ú
es
Mmi dlo
o acciden e,
Acu cio.
[em e pe a mais e po ia, cuido
SC ;/llld./ p:l e. en a a alh - e.
Se amm
u a
()
m~u
con:ci o,
Ae. Re i a- e
u.
V 1Ij-J'c
B,¡IDl/I'dia.
No
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di ia •
Nunca
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Dos i,ju c5 de eN [leilo.
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que
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man-
ZIIZC.
He
quem
em
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id~lgniJ
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I;pbi ~c;aó.
b azoés,
como
nomes ; e na [ua
iqueza,
o conduzí a
dh
:lla.
íl/j-(e.
an os mó gJdllS,
como
appc]]idos; e he Z¡ILe. Se
me
Lhe
a o e,
como
ele
e
jo, 'c :i
hum
Ca alhci o
T a[mon ano,
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quem
Monc~ da
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noi e os 2za es da
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m u.
(¡ m,
e ne( e
Ja dim
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,cm
na , e
Acu cio.
que elle ha e
o
y 10nh,,-
quan o nJó chega a
alla ·
''cs.
IdO.
Quem
me
M a
e a
Bdbu dia;
m~lI
Ac.
G ande
lujei o!
ella que cllega.
Z/I~C,
G andccl Timn.
He
pois o
ca o,
que
elle
,·cm j C{¡ e de ejo(o de aze ccJmu- ,
Salle
B.,¡ ,u di.1.
juizo hUll'
lundog
in en'al]os,que naó
che
naó e lá,
nica 'c! a ua
g andeza;
e le pnis padece no IBa!!.
Scnho ;
d:z
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enhu a.
'
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Mas
já
~ql ¡
g:1Ó
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1m
'cu a . mas im
huma
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Zw ,e.
l· e
nha- e,menin l,que
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de
mcbncolia;
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hu ca, ¡¡glli
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q"cm
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C;( és
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que
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mulhe
de ei-
ZII7,c.
Todcs
P 1 ]á os ¡¡cc/amaó pelo mais I xc
O a
c!lega- e cá llaií e
eg~: ces
an o.
in igne p o c( o da Mcdicina,e daChimica, Balh. Pa a o( é naó lCU
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me
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pois,que
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ca .1
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ho é-
'lU c.
Chcguc
pa a
c;Í
, PaíTa o de e'lce o:
dc;e pa a que
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Lya
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Có ~e}lya
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B,¡lh.
Pa Ic
pa ;ll~,
Rouxino;
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maos
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de odo da le ;¡o,q pa-
'luZ(;
Ay,
an la
ca,
ola;
n~o
me cOIlheces!
dece,pa a o q
em
Dco5
am:lllhecen lo o
dil
B, lh O'uem
he
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Ac
Vi gem
San i ima! á pa e,
eu
e
a cnego.
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Qucm
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Zu ,c.
O ,'c/ha a egaloll os olhos. á po e,¡ e( e e lado ¡
Qucm
e
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De
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he ó a o
p émio,
que ha ci!
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Ac.
Ju/ o
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A e ey- os,
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cud-Io!
Ac.
Digo,
que
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Semp e
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os
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a eco.
Zu ,c.
Pelo
que
de ejo c-Io Jj e
da
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Hum
al bnneco
que o pe ll ba
(aqui
pa a
nós)
he pelo
He
pa a i .
eceyo,
de
que
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dama,
que cja " _ Se!?,lInda 110 e.
mO!:l.
cm a cnd(: á
qualid~de,
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mon u O
mc:n.a - e
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Ac,
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que
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Hymineo
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Vay- c
dahi.
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,
Zuz.;.
Digo,
que
ha de
aze-Ia
ua
e po a, e , Zuzc. Dcixa- e dd as guimé as, e
c: iá
ad 'e "
1 E
ida.
Can a
B{/ hu dia~
I
j4
Memo i 1.
de
Pa ol ilho ;
id:z;
que
e
ago
a
ca a
o Pe al ilho
de
hon a a
e1ei<;3Ó.
que
já
ez
da
minh3
peC.
m~u
amo, pa a que nas inguemJs
delle;
oa
pa a
e i á
de
V.
Senho ía,
hOJe
ha
de
ica
em cou o.
MOllc~
Ag adcc;o-Ihe a a enc;aó, O a
quei a
lJ¡J!b.
E
deBe
lhe
hao
de
ahi
as
c~ eyas,
D~os.
qLle
aya
della com
bem;
mas
III
pela pella
das
a cas
ene
1ll adas
, indu l ia
de
'Zuzca uz
me
/ia. á
pa e,
Zu~e,
E peb
de
me
u J o
mCll
e lino
,In
Ac. Que o oma -Ihe o pul o. V.
Senho ia
de
Ce
ambem in e ligldo, que
iqu;:
nú acha á, que cmp:nho em e i.lo odo o
pa a hum
pa
de
empüs, Ansa ay da p imo
da
a e Toma-lhe o ui o.
o dem
JOS
ells negalhos, que eu
já
enho
MOllc.
Huy, i lo
he
ape a -me a
maó,
ou
oo
Jan ;ado
as minhas Iinhas. A é
logo,
enho- ma o pullo
ao
negocio I á pa e,
Se .o
a
Balbü dia.
Co c'Lia.
humili imo;
mas
que
em
a [e il o 1
7J./lb.
A é
já
, enho Zuz9a uz. Mi u a. Ae. Senho , cóme V. Senho ía bem!
Mone. Como
bem,
e bebo mui o
melho
:
Va,y-Je, : alie AC/l cio, e
p¡jem
hl/m
c iacl"
mJS
naó
lhe
de
cuidado, poís
com
qual-
, duas
e ld~j as.
! que
cou a
me accommodo.
'Ae.
Cheguem aqui
cadei ~s
;
já
m andey p e
..
, Zuze. Bom ay
i o.
á
p(/ e~
eni
apoCen o
pa a
ao g ande ho pede.1 Ae. O
pe:yo
he
bebe mui o
,que
e! a
g an·
Oh
Ce
a o una quize e
...•
Mas
os
ue- de ape encia
do
io • e humido
he
i¡:¡de·
ccí os decla a áó
os
meus
de{jgl'lio$~
ce aó
do
g ande calo . que o de e,ca,
Do me
nlUi o
!
$alie
Lau 6ana.'
MOlle,
Quando ceyo bem • du mo como
lAu,'.
Senho .,.
1 hum
ca allo
.
.A,.
Filha,
Lau eana, e i a- e
ago a
ao
en
Zu:z;c
E la
he
8 e dade.
3po cn o, que ainda que a
noÚe
e
a izi-
'1'
Ae.
Tem
COllhos
!
nhe, enho nella
caCa
huma hon ada
izi a.
l' JOIIC. Nem ilhozes, que
i o
naó
he
cou a;
&clU .
Já,
enllo , me e i o. q
e
aga
de
al o ge.
Eu
c lou a oni o.á
p.
,Ae. Vay', e aga a Deos, que
••••
Po cm Ac,
De
qoe o e
aó
as
Cuas
dege ioés 1
ay- e, que chegao. Mone,
Eu
ey
eá
de
degel oés; Que diabo
de:
a8 .
Já
e:
obedec;o.
Se
e lÍ
dIe
Luaido o I
con e ac;aó
he
el a ! á pa e.
AFIlo
e
compadc<;a
dos meus ma y·
Z I~e.
Falla-Ihe huns
longes
de
ma imonio;
ios, á pa e,
VíI!J- C.
á pa e n
Monea ll1.
Salle
Monellda , e
Z'I%.,a uz,
Mone.
V.M.
abe. a que aqui enho !
'Mone.
Fel1i as
a des, e
aleg es
cadcncia¡ a- Ac. Bem ey ;
mas
he
p eci a
oda
e ia
meu-
la es a illao
ne le
lo ccen e al e gue. deza, po que huma en e midade bcm co-
2uu;
Mais [adl
e a
dize , e leja
Deos
ne la nhecida
já
ellá meya cu ada,
po
qnan o
caCa.
igno i
nHl a e
cu a/iD
mo hi.
'.le. Golla
de
enho ía elle Ca alhei o ! Mone. O a
dlá
acabado
o Se maó !
Em {cg edo
1I
Zuoea az. Ae. De-me
licenc;a
V.Senhoda , que
he
p e·
Z8U.
Oh
e e
he o
Ceu
come ; ingoleas [em
ciCo
e labe}ecc
a idéa
na
e dadei a e pe.
malliga . I
de
dos
ignaes
diagno licos, e p ono licos•
'A,.
Em
ho a
Ji oCa
chegue
V.
Senho ía a il- Mone. Eu
nao
conhec;o
mais
p onollicos,
que
Jyll u com a
u:!
boa
inda ella humilde
os
que endem
oa
cégos, po em em
nada
choupana. di lo c eyo ; e enho aqui
••••
2ulIc. MeIho e a dize . enga
en
eliz
ho a, , Ae. Dé·me V.Scnho ía
Iicen ;a;
o
diagno lico
cn~a
e~
h0 a
buena. e iá di eí o. pais ob e o cm V.
Senho la
.A.c.
Tóme
V. Senho ía a en o. huma i eza acompanhada
de
eceyo.
Mone. Sim a ey, que me in o hum pouco
de con ianc;a,
e inquie ac;aó,
inaes
pa ho.
a igado. I gaomi licos,e inde iduos
da
me ma doen'
Sen aIJ: e, e ea 'lllzca uz em
pi.
1
c;a,a
qual
p ocede
dos
icies
hipicond ico5.'
~4
Mcu
ícn~ ,
he
pa a
mi n
de
g ande
M,me,
Quem
he
aquí º
dacn e
I ¡II.
c.
a
11
e,
ia
o
o.
l·
1.0
:
:1-
e'
:a
10
's;
p.
de:
u-
a-
l o
ue
da
e Di{j(1A(J aJ
G1
A
lcioJa. ..
3S
A .
F:
eja
V.
M. aquellcs 0lh05 enco ados,
Sn~e
Uml ll:
aquella ella comp ida mquella
pelle
hi -
Un':
Ah
Ccnho payzinhe.
[u a. Ac.
Com
que
me indes
ago a,
iIha!
Mone,
lITo
he
commigo!
U ,.
Sahe
V,M.
que
nais!
Z lZC
lila
he bello
pela
minha
<1m3!
á".
Ac. Nada
ey.
Mane.
S¡:nho , eu quize a, que
n lla
[ua ea-
U /"o
P"is [abe
V.
M.
que
menos.
[a
icalTc:.
Ac.
()uc
me qu cis di7c !
.,4c.
De-me
licem;a,
V.
Senho ía,
udo
ilTo
U/,..
Nem
mais,
nem menos. l i- '
..
indica phc izia , apoplexia, c: nczia, bipi-
cond ia,
mani3. A R 1
A.
'MoIIC. Ahi cos diabos.
,Ac.
Eu
ou
de pa ece !
que
V. Senho Ía
Ceja
I O
que
eu que a dize ·lhe
gc:ne , amcn e phlebo onizado
Hc
huma
cou[a:
MOllc.
Se
he
pu!ha,
i a
no
caCo;
já nao
ha
O a
ande,
ou~a;
qucm an o {oj a. I!lo de e de [e pé la. Se bem a
ou i
•
á pa e. E,
g lc- e.
Eu hcide i ,
'Ac.
E:{-al1i
hum
diagno 1:ico. á
inquie a~a5.
Quando
a
con a ;
NOlle.
Tudo,
quan o
V.
M.
em
di o,
[aó
Ou<;a,
payzi ;ho,
humas pu as a nd as. A minha hi 1:o ia,
'Ae.
Diz-me inju ias ¡ Ex-ahi
ou o
diagno U- An es que ella
me
uja
da
memo i,,;
co
pa a con i ma a ua queixa, I •
Mone.
Ay
onde
mc
im
eU
me e !
Fége.!
Ac.
Quem
1'05 ha de o e ,louca I _
Ac.
Mais
ou o
diag wilico:
a
m~i a
cica-
:1
U .
Oh
meu payzlnho; om:í a eu aquillo
;.:
mac;aó.
'1'(
má a
cu ca a .
Mon,·.
Ah
que
delRey,
eu
dlou
comido
de
'Ac
Que
he o que
dizeis;
i o
p onuncia. c~
diagD'l licos. I
U ,.
•.
Olhe,
al-c
V.M.
e l hoje
de maey~mc~
ZU1,c. El/e cnlouquece e dadci amen e.
So-
Ac
P 'ís,
que quc dize
i{ o
! •
cegue,
cnho .
e e!leja po
udo,
o que e,,..
Que
me
ene,
!cnaó que heide
e
mlu~
U
dilTe . á
p07U
l
MOllcaRa. os acciden es i o inos.
Monc.
Eilou po io nas uas
maós;
e
jci
{aó
Ae.
Ha
ca o
igual,
maós pe didas. á pn1 e.
Den/ u
Ze/ ,en l 'L.
ZlI C.
Senho , ago a he
p eci[o,
que
e e-
Zu c.
Mo a
aquí.
{inio
Cu o,
Gnio
Cu e
colha pa a o eu apoCen o.
o
,
he
J:lelli
eazi.
Ac. P c:cí o
he,
que
óme
algum de can<;o. Ac.
Re i a- e,
e i a' e • que
hum
ER an-
AqueHa po a on ci a he a do [eu
qua -
"ci o
cn ~a
a "lla -me.
o;
e i e- e
V.
Se nho Íl. U ;' Eu
me
e i o.
V.
M. naó
quc
ca a -me :
MOTlc.
Seis mil p ogno iicos. e
diagno 1:icos
pais po
eilas,
que heide ca a -lJ1e
eila
iquem
cm
ua
gua da,
e [ua companhia. nGÍ e, eu bem [cy
com
quemo
Vay1'e.
ZIIl;C.
Vamos,
e com bem Ihe
amanhc~a'l
que elle / oje nao ceya
Súhe
'lIlUQl ll
de
Tn :1e ..
Monc.
Quc
dízes
,
han
'cm
? á !,a e.
ZCI' ,C.
130nis
n
is,
inio i; 'udme ce
ella
Zn .c.
Calle- e,
que
eH
hm
ey o que
,,<;o.
~
ink i
de
CL ci~
!
J.Ion¡;,
E lou pello I1JS llas maÓs. á
P ilH
•. Ac. Eu
)l1
ACI' cio,
qw
. e o ,Jc eis'
Z/lzc. Eu da ey
can a
de i á
pO/u.
V¡;mos ,
Z;¡;,c.
Mi {inb i ; 'c .i
p~ a
db
c~zi
inio i
ago a a aze inglczia
cO A
o ,·e lic!o,
que
D.
Sin c '.zi,
un
idal¡!lIi
lT'l!l1 i
cle iqui,
cnho
[l c
pando,
~,¡;
o:
! IT' 'n i de p' qll' n ;o i • que 'cni a
Lisboni
Ac. O h(lmem
;
,y
huma
mina,
que
me
en-:
dil,
!'h
hJnoi di
lw· 'i,
!
on pela po a
den o;
elle
nnó
(;;he
de la 1
Al.
A1Ui cheg"cu
c b
une.
ca a,
emó
ca ado
com
minha ilha L3U-
1
Zuu.Oh
inio i
,que
il~
.i
an i
dé
con-
cana, e
já
cnho
p emedi ado a ac¡a.
en i.
E 1 .A,!
~6
Memo ias
de
Pe al ilbo ,
" e,
Mas
ago a
nalJ
Ihe
póde
alla .
que
já
1 Lau .
Que
e á iíla! á pa e,
Scnho ,
[cm-
e lá ecolhido. p e me acha ás obedien e aos eus p ecei-
ZULe. Ella
ya
ecolhidi /
Mi
c b
an i
de
os,
e a en a
ás
uas
az ¡¿;s.
con én i.
Lile. Ella me pa ece a
oz
de
Lau eam;
a -
Ae.
He
muy
ico elle Ca alhei o 1 plica cy a a c
n<;a6
pa a e cu á-h.
7/1LC.
Oh
inb i,
ella an i de a azenda i
'1
Ae.
Has
de
[abe ,
que ida Lau eana
.••
que
nom ha e o i comi elli.
Mim
eni Lue. Ella
he.
e elle [cm
dúdda
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a ó e alli
u i
de
mim
azendi ; quan i cau adJ de mcus ma y ios.
mim
pol ue,
u i
eni
ap e en a li.
I Lau . Ago a e m mudeces 1 Falla.
Ac,
Vejaó,
que
al homemzinho enho
cm
Lile,
Ah
y anna , dep él a
nos
e emos,
u
ca a. á pa e. a e pendida , e
eu
ingado.
:luzc
eoi ado
do papalyo! Eu
e
quize a a-
A,.
Nao acho paJa as,
com
que
e exp el e
ze o ca amen :l bem podia: mas
m6
que-I
o quan o 3 m¡nha alma
e
eíHma.
o
dei ;¡ a pe de a apa iga. á po é'. Lile. E como Ihe enca ece a ineza!Ah c uel!
Ae.
Com
que
elle he
muy
ico Loa .
Taó
ce a e iou do g ande
amo ,
que:
Zu:.c.
Oh
n'l[ IJ
p egun a
c()zi
an i;
mim
e
de o,
que
mais
que
a ua
exp cllaó,
dIl
an i
de alcg i. I mo in in 'i3 a minha expe iencia.
d,.
Tao con en e cllás I Luc E
como
Ihe
in íma
a íua é ! Ah emen-
ida!
Can o ZCI':.Cll '1,. Ac. Sabe
país,
que de ejo o de con egui
;15
o uas elicidades e
hcicl~
mc e
hojc de
Meu
amo,
como
eu
, polIe da mayo
en u a;
na
minha maó
Re
homcm
aó
ico.
dlá
odo o cu de enneo.
Que
e
bem
o
explico,
1 Lllc. E
n~
meu
b a ,'o
odo
()
en
ca ligo. Já
Todo
o
mUl'Ido
he eu. J o, u o
me
nnií
ca~e
no
pci o,
e
ja
me
in-
Quando
dlá
de
bo co , ci a ao mayo a oJo.
Sob e
hum
bma<;al ,
T.:m
iqueza
al,
I
Vil.!!
ahh,Jo
ap e!Ja¿o,
~
eJlI p~nde
1/11
ol/ i,
Que
odos o
em
ico,
como
hum
pa co. 1
U aca.
A ,
Com
ella ce eza mais da ua
heide
g angea a ninha o una
cuRo.
a
odo
o Ac, El pe a J Lau eana
,que.
• •
V<ilj-[e.'
Lile.
MilS
que
he
o qu,:
c cu o!
Se
cHe
e a o
I Den o
U ,..
Tenha
maó de/ e
can o,
que
elJ
iqueza,
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meu
payzinho de
udo
•.
S C E N A
II!.
pJy de Lau eana , que e ada ahia a minha
inganC;lI.
De
Ja dim.
Lau . Valha-me
amo :
que
mylle io os eni-
gmas [e áó,
os
que
meu
pay
me
p opó :m,
Sahe
Lucido o. I
que
o juizo
05
nao alcanlla,
bem
que o COa
ue:
Valido do e cu O man o da
noiLe
, cn o a¡;aó os a icina;
[e
o nando melho aeo -
a azc o
ul imo
exame da minha o en a
,e
do,
e ía Lucido o pedi · :e a
mc:u
pay
da
o ca ligo
ao
neu o cn o
;!
odg o
iC-
po e po a! F elle igno an e do nol o amo
co,
que
como mo a
ingado,
ac::ba cy
qua
da -me po no a
o una,
a que cu
con en e.
Mas,
pa a
ella
pa e in o pa as, I enh ¡
já
po an igo
a :..: o
!
:aqui
me
occul a ey a é melho occaGa5. Li e,
Tuda
ellá
em
ileneio; que a a ez nha -
me
mnis
30
luga únde ou í a icula as
lO·
lij"co/l(le-:!e,
e/ahe
Acl cio
• e Lall ((/!IIJ; zes. Se
ed
[onho,
o
que
po
mim
pa ~
.Ac. Aqui onde a omb a
da
nui e.
e o ¡¡lcndo Lau , Pa os
in o,
neu pay [e :i: eu que a
do
li io ellaó
p ome endo
a a en<;aó, e 1
decla a -me,
an es
que
com
mais d¡ cu -
. que o co nmuniea
hu:n
ne~ocio,
cm
4
e
[(Js me emba ane. a
d/(.
Senho , po
pou·
c:ll i a a ua elicid. de. e o
~mcu
Je e,m[o, pa o p oluxo de
no as
cxa¡;ge a~o¡;s
que a
dccbG
e ni g o ls G aciojas.
decla a - e a
ul ima
on ade
de
l11eu
pei-
¡
o;
e
d e
ujei o
,cm
quem
an a ú una I
me
p ome es
, he a pd oa
de
Lucido a
• s e E N A
IV.
37
p omp ~
ellou a da -Ihe a ma )
de
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; ,
De
Sab~
pais a ¡¡ o
me
ab iga
hum
an igo
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So'"
Z /' (n l'll' . e
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oube ubi
30
mayo
c:.:ccl o ;
po em
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1
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¡"í
cm/' u/ lOdo
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hum
lan~·ol.
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u a cy dos ¡
hum
bigod,s
coma
de
ill a.
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do
meu
al ed io,
em
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n~ú
cm
o
ju i dicc;ao o
eu
e pei o,
ncm
luO'a
a
mi-I
Mone.
Homem,
onde
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le as ise cu as ;
nha obediencia. b I
nú.
e
ómcn e
cmb ulhado
no lam;ol
da
Lile.
Ahi"a as
alma,
c pi a co ac;aó ,
que
o
cama.
aonde ella a
do mindo
a [¡)no
al o,
cngano.
com
que
alla Lau l!ana
me
ddxa
I e onhanoo
com
mil
cou as
dc
come ,
po -
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de enganadu,
do
que
con a
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julga-,
que
mc
izclle dc.:i a
em
ceya;
(: o
que
a
o
meu
ciume
;
uda
o mais oy
illulao,
azés.
que
ddb
o e
e oll
indecen e
i
e
ói lo
ealidade. í pa e. I
Zuu.
Naú
po io ullc: o Hu I á pa l :.
Naó
LOM.
Scnho .
qhle
u pen aú
he
ella i
Se
náó
me
dcixa ás
ob a ,
que
eu
ey
o
que
aC;o,
e
ajuílou
30
éu
imen o
a
minha
e clu-I
e
u
n.o
~bes
,o
que
e
conn:m
1
<;aó, ca iga o
meu
de cngano;
mas mó ¡MOlle.
Já
nao
dIgo
nada,
aze
de
mim
o que
,·iolen es o
meu
go io. qllizc: cs ,
com
an o.
que
me
naó
~<;Oll-
Lile.
1 1al
me ece
ca!ligos
,quem
na ineza
e
1
cm,
já
que
me
azes
nú.
az
digna
dos mayo es
p émios.
ZInc
Po
mais
c á
o penho ;an cs quc aco -
Lú l .
Ay
de
mim,
com
quem
a!ley 1
Qllem
1
da{ e
Ihe
nz
du lS
e e endos biW',dcs
de:
me
dponde
1 I
m a.
c
()
agu
emh ulh;¡do lici e
j~n(;[)I,
uco
Naú
emas,
meu
bem
•
que
naó cm a
onde
e
Q
ma a on
a
p;ll1c~das
, naó
nc¡¡ á
o ende - e,
quem
já
de
no o
p o eib
ado-l
Icm
nw l~¡lha
;
já
a izey 3 BaHJU dia,
que
a - e. 1
aqHi
me conlÍlIzi Ie a
olla.
pa " que
jl1:::
Lau .
Lucido o
1
Senho
,
u
nelle i io i
~llalle
, e depais
iucceda
o mais
que
e c-
Lile.
Sim,
luz dos
meus
olhos
,que
en e
as
gue.
Í
pa e.
omb as
dos
m¡;us
ciumes
'Ím
a enCon a
MOlle.
Tu
emmudccc e
i
Que
papel cnho
o elplando
dos
meus de:[enganos. eu aquí azc ddía ¡(¡ e !
Lau . E
dlás
já a is eí o 00
meu
amo
ZII'ZC.
Calla
honb e
,que: no abes
I;¡
ca a,
en
Lile.
Sim
ello l,
e
já
delle i io
mó
ahi ey I
que
cHis.
Dcixa- e
aqui e a
,que
aq~:i
e
em
a poí e
da
minha
elicidade. I
ha
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yi
alb. ua u u a .mulhc
'.
~iz(!u
Ihe I1llll oS
c3nnhos,
e delxa u
m~;ó
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D U E T
O.
I
minha
con a. Va.y-/e
L'llll'.
A opaca
noi e
¡¡!Jonc.
Ay,
n~ó
ey
que
me
ad inha o co z.-
Já
dd anccida
,
saó!
Mas Zuzca uz llaó
me
ha
de
c .ga-
lue.
T ocada
Lla
ida
I na .
A
mo e
c uel,
Sa/;c
Aw cio;
LIl/l .
De
aman e
iel, ¡
Ac.
! 1.ui o
me
dila~ey
;
mas.
que a
'~
e
ain~
Mani e a a luz I da Lau eana ella no
Ja dmi
:
po
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Lue.
Ti a
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huma
C uz
[)
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po a
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Ja dim
,como
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A
innocen:ia
, a a,
. 1 e b !Cm luz •
.A.illbos.
O
empo,
Lj
e1cu cí e •
emp é
acla a.
C/u:¡;;a: c
l
MOllea¡{a.
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Rdi :He
pois,
meu
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que
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Iha
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me
e ás.
Lu.,
Já
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V~¡¡1e.
J
MOlle.
Pa{l()5 lin o.
O a
n:10
me
en2'~nGU
Zuzca uz;
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de
c
D.
U ¡¡ca •
quC u alla ·lhc ;!man e. á
P¡/ l~.
Fo mo-
i i'nJ
Dcid~de,
l:eJía
imagem
da
minha
ido!,¡ ia, A.,

38
."
.
Memo ias
de
Pd al ilho,
Ac.
Qu~
he o que Hcu o ! pu o angalho, elle po ou;a o
ha
de
e-
Monc.
Já impacien e e pe a a o meu
a eél:o
ii ; e eu
ago a
ou pó es lcus a bum
eea-
ella oce3 iaó de exp ella - e o
mw
euida-
do,
e aeJb" de u di o en edo.
Voy'¡e'
do:
alla. meu
bem,
naó
e emba gue a •
modé lia.
S,¡he
Acu clo
pl>
huma pa,' e, e
po
el/ a
~c.
Eu
e bu
a oI'li o! Balhu dia
com
l/H..
'Mone. E
[abe,
que
apena~
í
a
1m:
de es pe-
Ac.
Ji
naó
aehey a Lau ean3, e enho cuí.
ig i
noS
olhos,
logo p opuz oze - e
mi-~
d~d[lC[)
a
e~
que
~'07.CS,
o :ó eans:
mas
que
nha e[po[a
he
o que
eJO!
Ja
aqlll
nao
aehu ninguem •
. ic.
Ene he
D.
im o o[o,
que em dú ida
endo a Lau eana
e
namo ou
da
[ua
o -I
D U E T
O.
mo[u a
; e país a o e me a o ece,
mó
que o pe de a oee. iaó,
cja
1,
~lCO.
al!
mú
Ac.
He
boa
hi 1:o ia
c!1a,
eja
louco,
a p imci a diligencia
he
i bu - Dize
ll,
1T'8!;;m3.
ca a
Lau eam;
e dep.,is cllamando a
a-
Que
he
de Lau cana!
milia.
aze que dé
em
público a me ma
Ha/h.
Oh
o que me
eHa
•
pala a,que
em
pa icula p o e i J, ,lIJ-(e.
Que
me cic c;,mpanh3.
M,,"c
F.lla
e iá mui o callada.
naó
de e
de
e
Se
ncio
eu de yc gonha.
d,íd la, pais
quem
cJlIa con en e ; eu
d.u-
Ac.
Pais i/lo que he! '
][1': hum
ab acso
• d¿ donde dé . I
Hil:~.
I lo quc
ed
!
Amúo!.
He
huma cou a
má;
'A da
ás
Q polpadellol ho[conclo a U aca, e
Que
ne la ca a en oll
pdo
{eu
pé~
llh,
'I a
com
ho na
cO/lc!eya
de
g a a o
l/O
bj/ido .
Sahe
Z/I .ca /l:G.
U/ o
Bnlbu dia cli e, que
ic T'c
aqui 3 IoC a I
ZU'Lc.
Senho
Aeu cio,
he
on o o aITeao '
meu
ma ido,
que
ha
de e , e que
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muí- que enho cob ado á
{JITa
pe íoa, e a
elici~
l
lindo.
Mas
ay
• que
he
iao
, quc ejo! I
dade,
que de cjo I'e
n:¡
n( ¡l
C~ ~,qllC:,ne-
Ay
•
que
cou a aó ho enda! le
apaCen o
cnhn ence ado a D Sin o o-
C"he hc
o
c 7!Hleya.
o,
pa ~
ql!e á illa de oda a
~o a
amilia
Que
e os bigodes !
Qucm
me
aCé,de!
Ah
I lhe (lmeis a palana de
ca .1
com huma de
que
dclRey [ob e
as
coulas do ou o
mun-
allas ilhas
,a
qual elle cump i á poís ey
do.
Va ¡-(i:.
,1
que cap i o
dlá
da belleza de
hu;"a;
e
e
Mon~,
Há
mayo
di
g a<;a
!
Que
h~
de
e de I ha de i a ou a p3 e da ella o una,
me·
mlm
!
Em
g ande ape o me c¡o.
e
aeo- Iho
he
que ique nella ca a.
,
de
a amilia I Ac. Deixay, cnho , que a
o os
pés.
;
••
ZU' .C,
Naó
gGllcis
o empo
ni iJ.
Voy- e.
S,ahe
Z/I'(,:a/ l/'L..
,na/h.
Scnho ,
eja mui o pa abem.
Z I'l.:,
Que
he
¡ lo 1 Nao e u lu lc¡;, delxa-
Ac.
A udos abe cy p emia .
me
ob a .
que
U
bem
e)'
o que ac;o. e ,
Li
naó
Cabes
n que dizes. 5ahc LOll ea/la, e
U l c/J.
M'Jllc.
Ainda 3 im • ei. ou-mc embo a. Ac Filha L3u eana,
já
he chegada a ua clid-
ZI/LC.
QLI~I
i ,
nem meyo i :
a)'
pa a a ua
dacle
; nclle apo cn o dlá
~nce ~do,
quem
ca a, e
lá
acln ás
hum
e Hclo.
e/le-o,
e ó e elH bem pa a
e o o.
po
Ce
quem
'a de c3m;a , que
d~hi
naúhas
de
~bi
, h'e
aITeé o
á ua o mo u a.
elí3()
a :cehe - e
LO l .
E le
he
em dú ida Luciclo o, pois di ·
1110
IIC.
H,)mem.
e
lá
o que azcs.
e
que a mclho
empo
nos
n: i:lDlOS ; e
e
~II"C
Anda.
ollo.
meu
pay
cliz,
que elle
h'e
aj cé o:í minllJ
J' OIli:
Nas
llJS ma6s
me
en ego.
Voy- e.,
pe la.
naó
peíde
Ce
Gu o.
Zu
....
c.
T a JdJ
como ella
naó
e
io.
Lá
cllá Ac.
Que
e pondcs 1
dcn u
hUIII
'cllido de
pub e,
eí o
num
l'
U .
Que
hade e ponde a
c~[a ,
cnaú que
u
eum
e Di!g a
lJ
G acio a . 39
com
humá
ma~
,e
ella
com duas; oh meu Lau .
Ay
de
mim;
ille i
pay. o
meu
noi n
em
bigodcs
1
U .
País quem
he
aquí meu cunhado !
LO/J .
Digo. enho , que em uda
me
aju lo
30
eu go o.
Sa/¡e
Lucido l.
Lllcido o
ao
ha/liJO/'. Lile.
E ¡)(¡ o
de
Lau eana [ou
U
a
peza
de
L/le, l" e encia ey
()
mo i o
de
an as
V0ZCS.
odo o que o emba cce.
ainda
que
cceo o
de
a!gum
in o unio, Ae.
Ha
al
no 'ella! Quem [ois! Senho .
Ac. País
e
m o
e aju bs
i
minha
on ade
JI
Lou . Qucm
ó
admi e
pa a
e po .1
a mínha
elle
he
o eu el
00[0.
on ade.
Lile. Que e cu o
.!
Penas.
Ae.
Eu
ambcm o admi o. pois
he
deic;aó
1.0111'. Com a
alma
o ecebo. I
ua;
2go a
ó
al a
da
ca igo a
cHe
in ~
Luc.
Ah e a ing a a. len e
Olá,
c iados.
Halh. e
U .
Vamos odos
~
el/e.
Faz
Aell do,
que
ah c
a po / l. 1 Mone. Valha-me, galha do Lucido a J o o -
Ac.
Saya, enho . V.Senho ía, que já
abe-
o
ampa o~
Ajoelha.
mas.
que
ahi
dlá occul o
pa a
hon a -nos. Lile. Qucm e me eo, Moneada, em
eRell
Luc. Mo e á
ás
minhas maós. empenhos
MOlle. De uda
oi
c~u a
a minha di g ac¡a.
Sahe
MOlleoda
de
pob e
mili o ei a apado. e
:l
ba ia dc c alei o o.
ZU'1,e,
E a
ollice
de e
pa
pal o.
Lalll'.
Po em.
que
he
i/lo 1
Ay
de
mim! Lile.
Pa a
de ende - e c/lá p omp o o nClI
Monc. A's induíhias
de
Zuzca uz de o
oda
"alo ,
a minha elicidade ;
mas
o e ido, que I
Ac.
Já quc a elle ampa ais, hu qué- e o com
..
achey
he
ao cs angalhado, que
me
en- panhei o , que
e
ingiD
u no domo.
e gonho.
Zw:.e.
ElTe
[ou
cu
,que
po
inga -me
,e
a-
U .
Ay,
que ambem em bigodes o noi o J
ze
huma
pcc;a
a e/le Pa al ilho
me
ingí
de
minha i maá! I a mon ano;
mas
alha-me meu
no o
'Ae.
Que
he
i/lo,
que po mim
palTa
1
amo,
que
he
o [cnho Lucido o, que u-
Balb. Ha
mais
edicula igu a!
do
ica
em ca a, e
mais
ca ando-me eu
Ac. Quem
es,
homem a e ido: 1 com Balbu dia, que an o
e
ca a
commi-
U .
Quem
ha
de
[e ,
he
Manuel
ápo. 1
go
no
genio
Lile. O me mo ,
que.
ejo, igno o!
Balb.
HIo
baila, que
nós
quei .mos.
Dá
cá
Monc,
Ay
de
mim! Eu cllou endide! Ah
e a
ma6
, companhei o.
c uel Zuzca uz ! á pa e.
U .
E eu
ico
chuchando
no
dedo
po
naó
Ac. Homem in olen e, e a e ido, an es qué ¡
e ,
qucm
me
pec;a.
Oh
meu payzinho,
e mande i a a ida,
dize
quem
es
! ca e commigo, po
nao
ica
de ampa ada.
Mone. Mo iun u
le
i
: e a he a ul ima
das
¡
Z /: .c.
N~i3
ha
di penCa.
minhas
di g ac;as.
á
pa e.
Eu,
enho ,
1,
U .
Ahgo a na6.
Oh
payzinho,
lamos
ca a
ou
hum pob e innocen e. I
p~ a
a di pen a dos payos, é p e un os,
B /lh. Lago
Ihe
a áó
a cha idJdel
MOlle.
Ha c uel 7uzc¡¡ uz •
.Ac.
Lago
nao
ei D. Sim o o o I
ZII'1,e.
Homem, dcixa-me ob a , que eu bem
Cey,
o que
ac;o;
e
ago a
le an a
o dedo
pa a
Salle
Zazca u .
no
p imei o
a{?l!.
loa ,
e p ome e
de
naó
eco da
mais
me-
211zc.
Naó enho , elle
he
C i pim
Moneada.
mo ias
de
Pe al ilho , que eu e p ome o
Halb.
Lago
naó
he
D.
Genazio 1 A h
al a io
! e
naó
[uccedao mais di g a ;as.
Á . E océ
naó
he o me e Janeanes! Lile.
Se
p ome es emenda - e , eu ampa a -
Balh. Naó enho , elle
he
Zuzca uz. e p ome o.
ZlIlóe.
C iaElo
de
V . Mm. U . Payzinbo, e
eu
~
U .
~ogo
2quelle
pob e
homem
naó
he
o 1
Ac.
Com.
oda a
o ien a<¡aó
e me e ey Re-
1101 o
de
Lau eana ligio a.
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(~~!1(:.;,
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Lisbo3,
I I de
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de
1764.
T igo;.o. C,n .¡lho. Lima.
D O O R D 1 N A R J O .
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"p¡JI'O'Ua a~
do
R. Di ,mba gadD M,¡llzias 'oJep/¡
P ! cÍ a
de
Ca i o
Pad áó,
11:)'&.'
EXCELLENTISSI:V10 , E REVERENmSSIMO
SENHOR.
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" ,pc.' as,
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de 1764.
Ma lzias
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Ope as,
de
que a a a
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• e depois
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~;
!le pa a
e
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pa a
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Lióboa,
~
de
Oll uh o
de
1764.
Coc¡ho,
D O P A G O.
App o a aó
de
Diogo Ba bi a Machad".
Academico
da
Academia
Real.
~¡;;
S E N H O R.
E S as Oh as Poc icas • compollas pa a
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ep e en a cm
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Thea o,
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con ém
c?u a
, :,lgU i¡j.
ql-le
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impida
a ua publica<;aó. V Magclladc o dena á o que oc e ldo.
L:;,b(]~,
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Ou.ub o
de
1764. Diogll ,
Ba bo!
a M"cha lo.
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De
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po a imp imi ·i las
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Iicenc,as
00 San o O ici > "
O dim io,
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