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Uni e sidade de San iago de Compos ela
Facul ade de Medicina e Odon oloxía
T aballo Fin de G ao en Medicina
E icacia do bloqueo de ne ios pec o ais pa a a analxesia
pos ope a o ia na ci u xía da mama: e isión sis emá ica e
me a-análise
Au o a: Lucía Pé ez Vio
Ti o : Julián Ál a ez Escude o
Co i o : Jose Ca los Diz Gómez
Depa amen o: Se icio de Anes esioloxía Reanimación e Do . Hospi al Clínico de San iago de
Compos ela
Cu so: 2020 – 2021
Con oca o ia: Xuño
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INDICE
1. In odución ........................................................................................................................................ 7
1.1 O CANCRO DE MAMA ................................................................................................................... 7
1.1.1. Incidencia, P e alencia e Mo alidade do canc o de mama. ................................................. 7
1.1.2. Fac o es de Risco .................................................................................................................. 7
1.1.3. Clínica, Sc eening e Diagnós ico .......................................................................................... 8
1.1.4. Sub ipos his olóxicos e molecula es...................................................................................... 8
1.1.4.1. Sub ipos his olóxicos ...................................................................................................... 8
1.1.4.2. Sub ipos molecula es ...................................................................................................... 9
1.1.5. Es adiaxe e P ognos ico ...................................................................................................... 10
1.2 TRATAMENTO CIRÚRXICO DO CANCRO DE MAMA ................................................................... 11
1.2.1. Mas ec omía Radical de Hals ed e Mas ec omía adical modi icada. ................................. 11
1.2.2. Mas ec omía Simple Mas ec omía conse ado a do complexo a éola-mamila .................. 11
1.2.3. Ci u xía conse ado a da mama. ......................................................................................... 12
1.3 DOR POSTOPERATORIA E TÉCNICAS ANALXÉSICAS ................................................................. 12
1.3.1.A do pos ope a o ia e a súa impo ancia na ecupe ación. .................................................. 12
1.3.2. Bloqueo selec i o de ne ios como écnica analxésica: O bloqueo PECS. ......................... 13
1.3.3. Os bloqueos Se a o, Pa a e eb al To ácico, e Espiñal ..................................................... 14
1.4 OBXECTIVO ................................................................................................................................ 15
2. Mé odos ............................................................................................................................................ 16
2.1 ESTRATEXIA DE BUSCA E FONTES ............................................................................................. 16
2.2 CRITERIOS DE SELECCIÓN ......................................................................................................... 16
2.3 EXTRACCIÓN DE DATOS ............................................................................................................. 17
2.4 SÍNTESE DA INFORMACIÓN E ANÁLISE ESTATÍSTICO ............................................................... 17
2.5 VALORACIÓN DA CALIDADE E RISCO DE SESGO ....................................................................... 17
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3. Resul ados ........................................................................................................................................ 18
3.1 RESULTADO DA BUSCA E SELECCIÓN DE ESTUDOS .................................................................. 18
3.3 VALORACIÓN DA CALIDADE DOS ESTUDOS .............................................................................. 19
3.4 RISCO DE SESGO DOS ESTUDOS ................................................................................................. 19
3.5 CONSUMO DE OPIOIDES ÁS 24 HORAS DO POSTOPERATORIO .................................................. 19
3.6 ESCALAS DE DOR NO POSTOPERATORIO .................................................................................. 20
3.7 CONSUMO DE OPIOIDES INTRAOPERATORIOS .......................................................................... 22
3.8 HORA DO PRIMEIRO REQUIRIMENTO ANALXÉSICO ................................................................. 23
3.9 NÁUSEAS E VÓMITOS POSTOPERATORIOS ................................................................................ 23
4. Discusión .......................................................................................................................................... 25
5. Conclusión ........................................................................................................................................ 28
6. Re e encias ....................................................................................................................................... 29
7. Anexo de Táboas e Figu as ............................................................................................................. 34
4
Resumo
Obxec i o: O canc o de mama é o máis ecuén eme e diagnos icado en
mulle es, e o seu p incipal mé odo e apéu ico é a ci u xía. A do pos ope a o ia é un dos
p incipais ac o es que in lúen na ecupe ación do pacien e. O obxec i o des e es udo é
dilucida median e unha e isión sis emá ica con me aanálise a e icacia do bloqueo PECS,
compa ándoo an o con Analxesia Xe al, como co es o de écnicas de bloqueo ealizadas.
Mé odo: Realizouse unha busca da li e a u a na base de da os PubMed. Admi í onse
es udos p ospec i os alea o izados con olados ealizados en mulle es que se some e on a
ci u xía da mama. Compa ouse o e ec o do bloqueo PECS on e a Analxesia Xe al, Bloqueo
Se a o, Bloqueo Pa a e eb al e Bloqueo Espiñal, e os esul ados medí onse p incipalmen e
en o ma de escalas da do , consumo pos ope a o io de opioides nas 24h seguin es, ho a do
p imei o esca e analxésico, e p esenza de náuseas ou ómi os no pos ope a o io.
Resul ado: Analizá onse 20 a igos p ospec i os alea o izados con olados, dos cales
odos eles o on incluídos na e isión sis emá ica en di e sas ca ego ías. Es e es udo amosou
que o Bloqueo PECS educía de manei a signi ica i a an o o consumo de opioides
pos ope a o ios como a pun uación nas escalas de do cando se compa a con Analxesia Xe al
e co Bloqueo Espiñal, máis non esul a supe io aos Bloqueos Pa a e eb al To ácico e
Se a o. No consumo de opioides in aope a o ios, o Bloqueo PECS demos ou se supe io ao
Bloqueo Se a o. Na ho a do p imei o equi imen o analxésico e na incidencia de náuseas e
ómi os pos ope a o ios non se amosa on di e enzas en e as dis in as écnicas.
Conclusión: O Bloqueo PECS demos ou se supe io an o á aplicación unicamen e
de Analxesia Xe al como ao Bloqueo Espiñal, así como amén esul ou se equi alen e ao
Bloqueo Pa a e eb al To ácico e Se a o.
Palab as cla e: bloqueo PECS, bloqueo plano se a o, bloqueo pa a e eb al o ácico,
bloqueo plano espiñal, ci u xía da mama, canc o de mama, analxesia, consumo de opioides,
escalas de do , e isión sis emá ica, me aanálise.
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Resumen
Obje i o: El cánce de mama es el más diagnos icado en muje es y su
p incipal mé odo e apéu ico es la ci ugía. El dolo pos ope a o io es uno de los p incipales
ac o es que in luyen en la ecupe ación del pacien e. El obje i o de es e es udio es dilucida a
a és de una e isión sis emá ica con me aanálisis la e ec i idad del bloqueo PECS,
compa ándolo con Analgesia Gene al y o as écnicas de bloqueo ealizadas.
Mé odo: Se ealizó una búsqueda bibliog á ica en la base de da os PubMed. Se
admi ie on ensayos con olados alea o ios p ospec i os ealizados en muje es some idas a
ci ugía mama ia. Se compa ó el e ec o del bloqueo PECS con a Analgesia Gene al, Bloqueo
Se a o, Bloqueo Pa a e eb al y Bloqueo Espinal, habiéndose medido los esul ados
p incipalmen e en o ma de escalas de dolo , uso de opioides en las p óximas 24 ho as, ho a
del p ime esca e analgésico y p esencia de náuseas o ómi os posope a o ios.
Resul ado: Se analiza on 20 a ículos p ospec i os con olados alea o izados, odos
los cuales ue on incluidos en la e isión sis emá ica. Es e es udio mos ó que el Bloqueo
PECS edujo signi ica i amen e el uso de opioides posope a o ios y las pun uaciones de la
escala de dolo en compa ación con la adminis ación de Analgesia Gene al y Bloqueo
Espinal, pe o no es supe io al Bloqueo Pa a e eb al To ácico y Se a o. En cuan o al uso
in aope a o io de opioides, el Bloqueo PECS solo ha demos ado se supe io al Bloqueo
Se a o. En la ho a del p ime eque imien o analgésico y en la incidencia de náuseas y
ómi os pos ope a o ios no se e idencia on di e encias en e las di e en es écnicas.
Conclusión: Se ha demos ado que el Bloqueo PECS es supe io a la aplicación de
Analgesia Gene al y Bloqueo Espinal, además de se equi alen e al Bloqueo Pa a e eb al
To ácico y Se a o.
Palab as cla e: bloqueo PECS, bloqueo se a o, bloqueo pa a e eb al o ácico,
bloqueo del plano espinal, ci ugía de mama, cánce de mama, analgesia, uso de opioides,
escalas de dolo , e isión sis emá ica, me aanálisis.
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Abs ac
Objec i es: B eas cance is he mos diagnosed cance in women, and su ge y is he
main he apeu ic me hod. Pos ope a i e pain is one o he mos impo an ac o s ha
in luence he co ec eco e y o he pa ien . The objec i e o his s udy is o elucida e
h ough a sys ema ic e iew wi h me a-analysis, he e ec i eness o PECS block, compa ing
i wi h Gene al Analgesia and wi h o he blockade echniques pe o med.
Me hods: A bibliog aphic sea ch was conduc ed in he PubMed da abase. P ospec i e
andomized con olled ials conduc ed in women unde going b eas su ge y we e admi ed.
The e ec o he PECS block was compa ed agains Gene al Analgesia, Se a us Plane Block,
Pa a e eb al Block and Spinal Plane Block. The esul s had been measu ed mainly by using
pain scales, he amoun o opioids consumed in he nex 24 hou s, ime o i s analgesic
escue and p esence o pos ope a i e nausea o omi ing.
Resul s: Twen y p ospec i e andomized con olled ials we e analyzed; all o hem
we e included in he sys ema ic e iew. This s udy showed ha PECS Block signi ican ly
educed pos ope a i e opioid use and pain scale sco es compa ed o he adminis a ion o
Gene al Analgesia alone and Spinal Plane Block, bu i is no supe io o Tho acic
Pa a e eb al Block and Se a us Plane Block. Rega ding he in aope a i e use o opioids,
PECS Block only has shown o be supe io o Se a e Plane Block. A he ime o he i s
analgesic equi emen and incidence o pos ope a i e nausea and omi ing, he e we e no
di e ences be ween he di e en echniques.
Conclusion: The PECS Block has shown o be supe io o he applica ion o Gene al
Analgesia alone and Spinal Plane Block, as well as being equi alen o he Pa a e eb al
Tho acic and Se a us Plane Block.
Key wo ds: PECS block, se a us plane block, ho acic pa a e eb al block, spinal
plane block, b eas su ge y, b eas cance , analgesia, use o opioids, pain scales, sys ema ic
e iew, me a-analysis.
In odución
7
1. In odución
1.1 O CANCRO DE MAMA
A mama é un ó gano glandula e simé ico, localizado na pa e máis al a do ó ax. Es á
cons i uído po un pa énquima epidé mico subcu áneo, o mado po unidades duc o-
lobulilla es, que á súa ez an desembocando en duc os de maio calib e a a chega á
desembocadu a inal na mamila (1).
1.1.1. Incidencia, P e alencia e Mo alidade do canc o de mama.
T á ase da neoplasia máis ecuen e en e as mulle es, con unha incidencia
es anda izada de 43.1 casos po cada 100.000 habi an es, ep esen ando o 25,1% de odos os
canc os. A ni el mundial, no ano 2012 houbo ap oximadamen e 670.000 no os casos de
canc o de mama. Respec o á mo alidade, o es e canc o ep esen a a segunda causa de mo e
po canc o despois do canc o de pulmón, cunha mo alidade es anda izada de 12.9 po cada
100.000. No ano 2012, p oducí onse máis de 500.000 mo es debido a es a causa (2).
En España, o canc o de mama co esponde co 29% dos no os casos de canc o nas
mulle es, sendo así o máis ecuen e. Ademais, no noso país a súa p e alenza a cinco anos
is a é dun 40.8%, e amén é a p imei a causa de mo e po canc o nas mulle es,
co espondendo co 15.5% das mo es e deixando máis de 6000 mo es no ano 2012 (3).
Tamén cabe des aca que a maio incidencia a ópase nas mulle es maio es de 50 anos,
conc e amen e un 75% dos casos. Exis en casos en a óns, pe o a súa incidencia é moi
pequena, dando unha p opo ción mulle : a ón de 150:1 (4).
1.1.2. Fac o es de Risco
En e os ac o es de isco máis impo an es a opamos aqueles asociados a unha maio
exposición a es óxenos, de al manei a que a ida mens ual ac i a é os ac o es que
aumen an o núme o de ciclos mens uais son de g an ele ancia. Po an o as mulle es cuxa
mena quía oi p ecoz, aquelas que i e on un p imei o emba azo a e mo en idades a días ou
son nulípa as, así como aquelas que i e on unha menopausa a día eñen un isco aumen ado
de padece canc o de mama debido á maio exposición a es óxenos (4, 5).
Tamén se obse ou que as mulle es meno es de 30 anos que es i e on expos as a
epe idas luo oscopias, ou ao a amen o adio e ápico do Lin oma de Hodgkin, eñen un
isco 75 eces maio de padece di o canc o. Ou o ac o de isco impo an e son os
an eceden es amilia es, sob e odo a p esenza na amilia dos xenes BRCA1 e BRCA2, que
son de máxima ele ancia clínica (4, 5).
Ou os ac o es de isco son a idade, o sexo eminino, a obesidade, o consumo de
alcohol egula men e, o a amen o de subs i ución ho monal a base de es óxenos na
menopausa, e o an eceden e de e padecido canc o na mama con a la e al (4).
LUCÍA PÉREZ VIOR
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1.1.3. Clínica, Sc eening e Diagnós ico
O máis ecuen e é que non haxa ningún ipo de sín oma, máis se os exp esa, o signo
máis ecuen e é a apa ición dunha umo ación ou dun nódulo mama io (30% das pacien es).
Tamén pode p esen a mas odinia ou mas alxia, así como sec ecións anómalas pola mamila
ou cambios nas ca ac e ís icas isibles na inspección da mama (pel de la anxa, e acción da
mamila, e c.) (4,7).
O sc eening ealízase median e o uso sis emá ico da mamog a ía. En Galicia, o
p og ama de de ección p ecoz de canc o de mama consis e na ealización de unha mamog a ía
cada dous anos a aquelas mulle es maio es de 50 anos. Ap oximadamen e un 50% dos
canc os p o eñen des e sc eening, e es ímase que educiu un 25% a mo alidade po canc o de
mama (6, 8).
O es udo da lesión iníciase combinando a ealización dunha mamog a ía bila e al
xun o coa ecog a ía de mama e nódulos lin á icos, máis, dado que o diagnós ico de ini i o é o
his olóxico, e p eciso ealiza amén unha biopsia con agulla guiada po ecog a ía. Hoxe en
día amén se ealiza un es udo molecula , a aliando os ni eis de ecep o es de es óxenos e
p oxes e ona, así como a exp esión do xen HER2. Pode comple a se o es udo co uso da
Resonancia magné ica (3).
1.1.4. Sub ipos his olóxicos e molecula es
Á is a da súa ele ancia, es e canc o con e euse na neoplasia epi elial maligna máis
es udada polas écnicas molecula es, e elándose así a súa complexidade dado que non se
a a dunha única en e midade. (9). Molecula men e en clínica álase de dous g upos: G upo
Recep o Ho monal posi i o, e G upo Recep o Ho monal nega i o. Tamén se poden
clasi ica segundo o seu ipo his olóxico, habendo dous g andes g upos: Os ca cinomas in
si u, e os ca cinomas in asi os (4, 9).
1.1.4.1. Sub ipos his olóxicos
A clasi icación ana omopa olóxica ob ense median e a biopsia. Exis en di e sos ipos
en e os Ca cinomas in asi os e os Ca cinomas in si u, sendo o máis ecuen e o ca cinoma
duc al in asi o, que co esponde cun 60-70% dos casos (4).
Den o dos ca cinomas in si u, a opamos os seguin es: O ca cinoma duc al in si u e o
ca cinoma lobulilla in si u. No ca cinoma duc al in si u, a p oli e ación de células epi eliais
malignas limí ase ao in e io dos condu os, non sob epasando a memb ana basal (1, 4).
Exis en amén dúas a ian es, que son as comedoca cinómicas e as non comedoca cinómicas.
Ap oximadamen e o 33% das pacien es que non eciben a amen o on e a es e canc o
acaban p og esando a un ca cinoma in aso nun p azo de cinco anos. (1, 4, 5). O ca cinoma
lobulilla in si u á ase na mei ande pa e dos casos dun achado his olóxico inciden al nun
es udo ealizado po ou os mo i os, cons i uíndo máis un ac o de isco de canc o que unha
au én ica neoplasia. Consis e nunha poboación monomo a de células pequenas que expanden
os acinos dun lóbulo, man éndose a a qui ec u a his olóxica sen calci icacións nin eacción
In odución
9
es omal, polo que non o ma masas. (1). Den o do sis ema de es adiaxe, ambos sub ipos son
conside ados es adío 0, polo que o obxec i o do a amen o se á e i a a p og esión a ou os
es adíos. Pa a ambos casos o a amen o ecomendado é a ci u xía con conse ación da mama,
seguida de adiación do nicho umo al e a amen o con Tamoxi eno (4, 5, 10).
Os ca cinomas in asi os, son aqueles que xa non só se limi an ao duc o, senón que
sob epasa on a memb ana basal e in il an o ecido ci cundan e. Exis en a ios sub ipos
his olóxicos, sendo os máis ele an es o ca cinoma duc al in il an e in asi o, e o ca cinoma
lobulilla in il an e. Respec o ao ca cinoma duc al in il an e in asi o di e enciamos dous
sub ipos en unción do seu ni el de di e enciación. Aqueles clasi icados como ben
di e enciados eñen un baixo índice mi ó ico e escaso pleomo ismo celula , o mando úbulos
na súa es u u a. Ademais exp esan Recep o es ho monais pe o non sob e exp esan
HER2/NEU. Aqueles clasi icados como pouco di e enciados eñen un ele ado índice
mi ó ico e un ma cado pleomo ismo molecula , mos ando un c ecemen o sólido. Non
exp esan Recep o es Ho monais, pe o si sob e exp esan HER2/NEU (4, 10).
No e e en e ao Ca cinoma lobulilla in il an e á ase dun canc o con maio
a ec ación bila e al e mul icén ica, polo que é p eciso ealiza unha Resonancia magné ica
pa a alo a a ex ensión eal da lesión. His olóxicamen e, as células son escasamen e
pleomó icas, e dispóñense o mando ilas, aneis concén icos ou ben g upos laxos; adoi an
se posi i os pa a Recep o es Ho monais, e di e éncianse undamen almen e da a ian e in
si u debido á súa posi i idade pa a ma cado es mioepi eliais (p63, cadea pesada da miosina)
(1, 10).
O ca cinoma medula é ou o sub ipo de ca cinoma in asi o, ele an e po se a ni el
his olóxico un ca cinoma pob emen e di e enciado, células a ípicas cun ma cado
pleomo ismo e al o índice de mi oses, sendo es e po de inición un es adío III. Adoi an se
lesións ben ci cunsc i as cunha impo an e espos a lin oide na pe i e ia. Non exp esan
Recep o es Ho monais nin sob e exp esan HER2/NEU (10).
Ou os sub ipos son o ca cinoma mucinoso e o ca cinoma ubula , sendo o p imei o
ipo ca ac e ís ico pola disposición das súas células en illo es odeados de lagos de mucina, e
o segundo ipo ca ac e izado po se en ben di e enciados e pola disposición das células en
úbulos ben o mados. Ambos ipos exp esan Recep o es Ho monais e eñen mello
p ognos ico que os an e io es (9, 10).
1.1.4.2. Sub ipos molecula es
Pese a que o diagnós ico é semp e his olóxico, exis e unha clasi icación segundo o
diagnós ico po dianas molecula es que esul a ú il na clínica.
O g upo de Recep o es de Ho monas posi i os aba ca os ipos Luminal A e Luminal
B. Es e ipo de umo es amosan pa óns de exp esión eminiscen es das células luminais
no mais da mama, xun o cunha exp esión consis en e de ci oque a inas de baixo peso
molecula . (9). Os de ipo Luminal A adoi an e un baixo g ao his olóxico, sendo así de
mello p ognós ico, men es que os de ipo Luminal B eñen un maio g ao his olóxico, que
Mé odos
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2. Mé odos
Es a e isión sis emá ica da li e a u a cien í ica ealizouse seguindo as ecomendacións
ecollidas nas guías PRISMA (P e e ed Repo ing I ems o Sys ema ic Re iews and
Me aanalyses) (33), co obxec i o de ecolle a e idencia dispoñible sob e a e icacia do
Bloqueo PECS na analxesia pos ope a o ia da ci u xía da mama.
2.1 ESTRATEXIA DE BUSCA E FONTES
Realizouse unha busca sis emá ica en PubMed da e idencia publicada dende que
exis en exis os a a maio de 2021. Comezouse cunha busca de e mos MeSH pa a écnica a
es udo, pe o ao non a opá ense, p ocedeuse a iden i ica os e mos máis axei ados. A
con inuación es ableceuse a es a exia de busca emp egando e mos lib es e combinacións dos
mesmos.
A ó mula de busca u ilizada oi a seguin e:
(((((Pec o al ne e block) OR Pec o al block) OR PECS block) OR PECS I block) OR
PECS II block) AND (((B eas Su ge y) OR B eas cance su ge y) OR Mas ec omy).
Aplicouse o il o de idioma es inxindo a busca a a igos en Inglés e Español. A
maio es, le ouse a cabo unha busca secunda ia na que se e isa on manualmen e as
e e encias bibliog á icas dos es udos seleccionados pa a iden i ica ou os a igos ele an es
adicionais que amén cump i an cos c i e ios de inclusión.
2.2 CRITERIOS DE SELECCIÓN
Se án incluídos aqueles es udos que se axus en aos seguin es c i e ios PICO:
1. Es udos con olados alea o izados esc i os en inglés ou español.
2. A poboación a es udo inclui á a pacien es mulle es con canc o de mama nas que se
ealizase ci u xía como a amen o: Mas ec omía adical modi icada con ou sen
esección de ganglios axila es. Cuad an ec omía simple con ou sen esección de
ganglios axila es.
3. A compa ación ealiza ase en e os da os do g upo de pacien es nos que se ealiza o
bloqueo PECS como mé odo analxésico pos ope a o io, e os da os do g upo con ol,
no que se ealizan ou as écnicas analxésicas (Bloqueo Se a o An e io , Bloqueo
Pa a e eb al To ácico, Bloqueo E ec o Espiñal, e Anes esia Xe al)
4. O esul ado ob e ase a a és de escalas da do (VAS, NRS, VRS) e consumo
pos ope a o io de opioides adicionais.
Excluí onse es udos que non eñen g upo de con ol, da os insu icien es, epo es de
casos, e isións bibliog á icas, ca as, a igos de opinión, e isións sis emá icas e me aanálise.
Mé odos
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2.3 EXTRACCIÓN DE DATOS
Dos es udos seleccionados ex aé onse os seguin es da os: Nome do p imei o au o ,
ano de publicación, país, ci u xía ealizada, núme o de pa icipan es, dis ibución de
pa icipan es nos g upos, ipo de bloqueo ealizado (Momen o da aplicación, á maco e dose),
mé odo de medición da do , analxesia pos ope a o ia u ilizada, e esul ados p incipais
medidos.
Clasi icá onse os a igos segundo compa a an PECS s Analxesia Xe al; PECS s
Bloqueo Se a o An e io ; PECS s Bloqueo Pa a e eb al To ácico e PECS s Bloqueo
E ec o Espiñal.
2.4 SÍNTESE DA INFORMACIÓN E ANÁLISE ESTATÍSTICO
A in o mación ecompilada oi a p opo cionada po aqueles es udos que epo aban o
consumo de opioides nas 24 ho as seguin es á ope ación, ho a do p imei o equi imen o
analxésico, escalas de do en e a ho a 1 e a ho a 24, consumo de equi alen es de en anilo
in aope a o ios, e casos de náuseas ou ómi os no pos ope a o io. Pa a homoxeneiza os
da os dos es udos o ixinais, ans o má onse as doses de opioides a equi alen es de mo ina
no caso do consumo de opioides nas 24 ho as pos ope a o ias, e a equi alen es de en anilo no
caso do consumo in aope a o io; o empo ans o mouse a minu os no caso da ho a do
p imei o equi imen o analxésico. Sin e izá onse os da os co p og ama Re Man 5 asumindo
un modelo de e ec os alea o ios. A in o mación ob ense en o ma de g á ica o es plo
analizando as di e enzas de medias ou a OR cun in e alo de con ianza do 95%, así como
amén se ealiza un es de he e oxeneidade.
2.5 VALORACIÓN DA CALIDADE E RISCO DE SESGO
Pa a a alo ación da calidade me odolóxica emp egouse a escala Jadad (Táboa 5). Es a
escala u ilízase pa a alo a os es udos de ensaios clínicos alea o izados engadidos nunha
e isión sis emá ica en unción de 7 a iables. Es as son a aliadas en o ma de p egun a cuxa
espos a se á Si ou Non, das cales cinco delas á espos a Si asigna áselle 1 pun o e á espos a
Non asigná anselle 0; men es que ás dúas es an es a espos a Si equi ale á a 0 pun os, e a
espos a Non equi ale á a -1 pun os. Polo an o a máxima pun uación acadada se á de 5
pun os, e a mínima 0, sendo aqueles es udos alo ados con 5 pun os conside ados de óp ima
calidade me odolóxica, men es que aqueles cuxa pun uación sexa in e io a 3 se án
conside ados de baixa calidade.
Pa a a a aliación de isco de sesgo emp egouse a “Coch ane Collabo a ion isk o
assessmen ool” (Re Man e sión 5.4.1), alo ando sesgos de selección (alea o ización,
ocul ación da asignación), sesgos de ealización (enmasca amen o dos pa icipan es e do
pe soal), sesgos de de ección (enmasca amen o da alo ación dos esul ados), sesgos de
desgas e (Da os de esul ados incomple os), sesgos de no i icación, ou ou os sesgos. O isco
de sesgo oi alo ado segundo un c i e io pe soal, sendo os signos e mellos, amá elos e
e des indica i os de al o isco de sesgo, isco ince o, e baixo isco de sesgo espec i amen e.
Resul ados
18
3. Resul ados
3.1 RESULTADO DA BUSCA E SELECCIÓN DE ESTUDOS
Iden i icá onse 227 a igos coa ó mula de busca designada na base de da os PubMed.
Ademais, a opá onse 5 a igos máis median e unha e isión manual das e e encias
bibliog á icas dos a igos. En p imei o luga , os esul ados da busca o on c ibados po í ulo
e esumo, sendo seleccionados 42 deles pola súa po encial ele ancia pa a se pos e io men e
lidos de o ma comple a e desca ándose 190. T ala lec u a dos de andi os a igos,
excluí onse 22: 8 deles e an e isións sis emá icas e me aanálise, 9 deles incluían no g upo
con ol combinacións de bloqueos non in es igadas nes e es udo, 1 e a un es udo
e ospec i o, e 4 non apo aban in o mación ele an e pa a es e a igo. Finalmen e
incluíndose 20 a igos, odos eles cump ido es dos c i e ios de selección. (Fig. 1)
Dos in e a igos seleccionados pa a a sín ese cuali a i a odos cump ían os c i e ios
de selección. En e eles, no e compa aban o bloqueo PECS on e a Analxesia Xe al (34-42),
es compa aban o bloqueo PECS on e ao bloqueo Se a o (43-45), ca o compa aban o
bloqueo PECS on e ao bloqueo Pa a e eb al To ácico (46-49), un compa aba o bloqueo
PECS on e ao bloqueo Se a o e on e ao bloqueo Pa a e eb al To ácico (50), e es
compa aban o bloqueo PECS on e ao bloqueo E ec o Espiñal (51-53).
3.2 CARACTERÍSTICAS DOS ESTUDOS
As ca ac e ís icas dos es udos incluídos poden e se nas áboas 1, 2, 3, e 4. Os a igos
o on publicados en e os anos 2016 e 2020. Todos eles es án esc i os en inglés. Cabe des aca
que a maio pa e dos a igos, no e dos in e o ais (38, 39, 41, 29, 45, 48-50, 53), o on
ealizados na India. Os amaños mos ais es án comp endidos en e os 30 (50) e os 115 (43).
O á maco maio men e u ilizado pa a o bloqueo PECS oi a Ropi acaína, u ilizada en doce
es udos (34, 35, 39, 41, 44-50, 53) en concen acións de 0.2%, 0.25%, 0.375% e 0.5% ; a
Bupi acaína 0.25% e a Le obupi acaína 0.25% u ilizá onse nos es an es. Pa a a medición da
do , a Escala análoga isual e a Nume ic Ra ing Scale o on u ilizadas p ac icamen e po
igual, men es que un es udo u ilizou a Ve bal Ra ing Scale (VRS) (40). Respec o aos
esul ados medidos, a mei ande pa e dos a igos miden os equi imen os de analxesia
pos ope a o ia nas p imei as 24h e a do medida po escalas (VAS, NRS) no pos ope a o io
mínimo a a as 24h ala ope ación, dous es udos miden só a do segundo as escalas de do
(VAS, NRS) (35, 45), e os dous es udos es an es miden a á ea baixo a cu a do alo na
escala da do (VRS, NRS) on e ao empo (40, 42).
Dada a an e io desc ición, os a igos seleccionados o on moi he e oxéneos en can o
ao amaño mos al, o á maco u ilizado pa a o bloqueo, e medición dos esul ados.
Resul ados
19
3.3 VALORACIÓN DA CALIDADE DOS ESTUDOS
U ilizando a an e io men e mencionada escala Jadad a opouse unha baixa calidade dos
es udos en xe al, dado que a maio ía ob i e on unha pun uación igual ou in e io a 3 pun os.
En conc e o, an só cinco es udos (35, 36, 40, 45, 49) acada on 5 pun os e o on conside ados
de máxima calidade (Táboa 5).
3.4 RISCO DE SESGO DOS ESTUDOS
O isco de sesgo oi a aliado como an e io men e se mencionou no pun o “2.4
Valo ación de calidade e isco de sesgo” segundo un c i e io p opio. Tal e como se obse a na
igu a 2, os a igos son en xe al de baixa calidade, endo unha g ande de iciencia no que
espec a ao enmasca amen o dos es udos. A maio ía denominá onse simple cego, ou non
desc ibían se exis ía enmasca amen o. Ademais, amén se obse ou un isco ince o de sesgo
de de ección en moi os dos es udos, dado que non se especi icaba su icien emen e o
p ocedemen o como pa a pode desca alo (Fig. 2).
3.5 CONSUMO DE OPIOIDES ÁS 24 HORAS DO POSTOPERATORIO
Un o al de dezaseis a igos epo a on o consumo de opioides no pos ope a o io, e
dada a he e oxeneidade dos á macos e das unidades, ans o má onse ódolos da os aos
equi alen es en mo ina en mg.
En e os es udos que compa a on Analxesia Xe al on e a Bloqueo PECS, se e deles
(34-36, 38-42) es uda on o consumo de opioides nas 24 ho as pos ope a o ias, sob e un o al
de 278 pacien es. O uso do Bloqueo PECS supuxo un descenso signi ica i o no consumo de
opioides du an e as p imei as 24 ho as en compa ación co g upo que ecibiu Analxesia Xe al,
educíndoo unha media de -8.68 mg (95%IC: -15.11 a -2.25; p < 0.01) (Fig. 3). O es udo
Kamiya 2018 (37), es udou a incidencia de equi imen os de analxesia nas p imei as 24 ho as
do pos ope a o io, ob endo unha incidencia de consumo lixei amen e meno no g upo PECS
(10 de 29 equi i on analxesia) que no g upo con ol (13 de 30 equi i on analxesia).
En e os es udos que compa a on Bloqueo PECS on e a Bloqueo Se a o, dous deles
(44, 50) es uda on o consumo de opioides nas 24 ho as pos ope a o ias, sob e un o al de 55
pacien es. Un dos es udos (44) obxec i ou un consumo meno non signi ica i o de opioides
no g upo PECS que no g upo Se a o, men es que o ou o (50) obxec i ou un consumo
meno es a is icamen e signi ica i o no g upo Se a o que no g upo PECS. Po én, o bloqueo
PECS non pa ece supe io no me aanálise ao g upo Se a o (DM: 9.32 mg; 95%IC: -14.71 a
33.35; p=0.45) (Fig. 4). No es udo Bakee 2020 (43) epo ouse a incidencia de consumo de
opioides en e os dous g upos, ob endo unha incidencia meno no g upo PECS, no que 11 de
57 pacien es equi i on unha soa dose de 2mg de mo ina, men es que no g upo Se a o a
incidencia oi de 14 de 58 sendo a mediana de 7mg. O es udo Kau 2020 (45) amén es udou a
incidencia de consumo de opioides, epo ando que ningún pacien e do g upo PECS equi iu
esca e analxésico, men es que 2 de 18 do g upo Se a o p ecisa on unha única dose de
T amadol 1mg/kg. Dados os esul ados do análise o Bloqueo PECS non pa ece supe io ao
Bloqueo Se a o en can o a consumo de opioides nas 24 ho as pos ope a o ias.
LUCÍA PÉREZ VIOR
20
En e os es udos que compa a on Bloqueo PECS on e a Bloqueo Pa a e eb al
To ácico, es deles (46, 48, 50) es uda on o consumo de opioides nas 24 ho as
pos ope a o ias, sob e un o al de 41 pacien es. Ningún dos es udos ob i o di e enzas
es a is icamen e signi ica i as en e os dous g upos, así como ampouco o me aanálise (DM: -
0.39 mg; 95%IC: -2.34 a 1.57; p=0.70) (Fig. 5). O es udo Ma sini 2020 (47) epo ou os
da os de consumo de Ke op o eno nas 24 ho as pos ope a o ias, así como o núme o de
pacien es que non equi i on analxesia. O consumo de Ke op o eno oi meno no g upo PECS
(63.3mg +/-66.87) que no g upo Pa a e eb al To ácico (90.0mg +/- 84.49), men es que o
núme o de pacien es que non equi i on analxesia oi simila (10/30 no g upo PECS, 9/30 no
g upo Pa a e eb al). No es udo Syal 2017 (49), epo ouse que a media de doses de en anilo
demandadas de esca e oi in e io a 1 en ambos g upos, sen di e encia signi ica i a en e
ambas. Dados os da os, o bloqueo PECS non pa ece supe io ao Bloqueo Pa a e eb al
o ácico en can o a consumo de opioides nas 24 ho as pos ope a o ias.
En e os es udos que compa a on Bloqueo PECS on e a Bloqueo Espiñal, os es (51-
53) es uda on o consumo de opioides nas 24 ho as pos ope a o ias, sob e un o al de 74
pacien es. Os pacien es que ecibi on o bloqueo PECS consumi on unha can idade
signi ica i amen e meno de opioides du an e as p imei as 24 ho as en compa ación co g upo
que ecibiu Bloqueo Espiñal, educindo o consumo unha media de -4.66 mg (95%IC: -8.00 a
-1.31; p < 0.01) (Fig. 6).
3.6 ESCALAS DE DOR NO POSTOPERATORIO
Un o al de dezase e a igos medi on as escalas de do no pos ope a o io, e quince
o on incluídos no me aanálise. A escala en epouso oi medida po dezase e es udos, men es
que a escala en abdución oi medida po no e es udos.
En e os es udos que compa a on Bloqueo PECS on e a Analxesia Xe al, en epouso
se e es udos (35-39, 41, 42) epo a on esul ados na ho a 1, ca o es udos (34, 37, 39, 42) os
da ho a 2, cinco es udos (37-39, 41, 42) os da ho a 6, es es udos (38, 39, 41) os da ho a 12,
e seis es udos (34, 37-39, 41, 42) os da ho a 24; men es que en abdución ca o es udos (36,
38, 39, 41) epo a on os esul ados na ho a 1, un es udo (41) os da ho a 2, es es udos (38,
39, 41) os da ho a 6, es es udos (38, 39, 41) os da ho a 12, e es es udos (38, 39, 41) os da
ho a 24. O a igo Thomas 2018 (41) epo ou os da os en o ma de a iable cuali a i a e o
a igo O’Scaniaill 2018 (40) apo ou os da os en o ma de g á ica, polo que non se incluí on
no me aanálise.
En epouso, en odas as ho as se ob i o unha pun uación meno no g upo PECS que no
g upo Analxesia Xe al, máis só na ho a 2 o esul ado oi es a is icamen e signi ica i o (DM: -
0.73 pun os; 95% IC: -1.12 a -0.35; p < 0.01) (Fig. 7). As di e enzas de medias oscilan en e
os -0.63 e os -1.75 pun os, a media de di e enza de medias de ódalas ho as é de -0.84 pun os
(95% IC -1.32 a -0.36; p < 0.01) (Fig. 7) a a o do g upo PECS, sendo es e un esul ado
es a is icamen e signi ica i o. Malia á edución signi ica i a da do , a súa aplicación p ác ica
non é demasiado ele an e, dado que nos seus alo es absolu os de pun uación oscilan no
ango conside ado le e, en e os 1 e os 3 pun os an o pa a o g upo PECS como pa a o g upo
Analxesia Xe al. O es udo Thomas 2018 (41) epo ou os da os en o ma de a iable
Resul ados
21
cuali a i a pa a as ho as 1, 6, 12 e 24, ob endo un esul ado signi ica i amen e maio de
pacien es con do le e e meno con do mode ada no g upo PECS que no g upo Analxesia
Xe al pa a odas as ho as. Cabe des aca a he e oxeneidade dos esul ados, causada
p incipalmen e po mo do es udo Kuma 2018 (38), que epo a alo es inusualmen e
ele adas de do en ódalas ho as.
En abdución, en ódalas ho as se ob i o unha pun uación meno no g upo PECS que
no g upo Analxesia Xe al, máis só na ho a 12 (DM: -1.68 pun os; 95% IC: -3.05 a -0.31;
p=0.02) (Fig. 8) e na ho a 24 (DM: -1.53 pun os; 95% IC: -2.57 a -0.49; p < 0.01) (Fig. 8) se
ob i o unha pun uación signi ica i amen e meno no g upo PECS que no g upo Analxesia
Xe al. As di e enzas de medias oscilan en e os -1.53 e os -1.81 pun os, sendo a media de
di e enza de medias de ódalas ho as de -1.66 pun os (95% IC -2.31 a -1.02; p < 0.01) (Fig. 8)
a a o do g upo PECS sendo es e un esul ado es a is icamen e signi ica i o, ademais de
ele an e clinicamen e, dado que se educe a do dun ango mode ado de 4-6 pun os a un
ango le e de 1-3 pun os. O es udo Thomas 2018 (41) epo ou os da os en o ma de a iable
cuali a i a pa a as ho as 1, 6, 12 e 24, ob endo amén un esul ado signi ica i amen e maio
de pacien es con do le e e meno con do mode ada no g upo PECS que no g upo Analxesia
Xe al pa a ódalas ho as.
En e os es udos que compa a on Bloqueo PECS on e a Bloqueo Se a o, en epouso
dous es udos (43, 45) epo a on esul ados na ho a 1, ningún es udo epo ou os da os das
ho as 2 e 6, dous es udos (43, 45) os da ho a 12, e es es udos (43-45) os da ho a 24; men es
que en abdución dous es udos (43, 45) epo a on os esul ados na ho a 1, ningún es udo
epo ou os da os das ho as 2 e 6, dous es udos (43, 45) os da ho a 12, e dous es udos (43, 45)
os da ho a 24. O es udo Jain 2020 (50) non apo ou da os de escalas de do pos ope a o ia
polo que oi excluído do me aanálise.
En epouso, non se ob i o di e enza signi ica i a en e os dous g upos en ningunha das
ho as, sendo a media de di e enza de medias de ódalas ho as de 0.07 pun os (95% IC: -0.21 a
0.36; p = 0.62) (Fig. 9). En abdución, a di e enza en e os dous g upos ampouco oi
signi ica i a, sendo a media de di e enza de medias de ódalas ho as de -0.04 pun os (95%IC:
-0.44 a 0.36; p = 0.86) (Fig. 10). En alo es absolu os as medias de pun uación de ambos
g upos an o en epouso como en abdución man éñense no ango en e 1 e 3 pun os
conside ado como le e.
En e os es udos que compa a on Bloqueo PECS on e a Bloqueo Pa a e eb al
o ácico, es es udos (46, 47, 49) epo a on da os en epouso pa a as ho as 1, 2, 6, 12 e 24. O
es udo Pillai 2018 (48) oi o único en epo a da os de escalas de do pa a ódalas ho as an o
en abdución coma en epouso, pe o excluíuse do me aanálise po apo a a media sen a
des iación es ánda . O es udo Jain 2020 (50) non apo ou da os de escalas de do
pos ope a o ia polo que amén oi excluído.
Po an o, na compa ación dos da os en epouso, a pun uación semella meno la ho a 1
no g upo que ecibiu o bloqueo PECS, aínda que os da os non son signi ica i os (DM: -0.72,
95% IC: -1.94 a 0.51; p = 0.25) (Fig. 11). No es o de ho as as di e enzas de medias oscilan
en e os -0.24 pun os e os 0.17 pun os, sendo a media de di e enza de medias de ódalas ho as
de -0.10 (95% IC: -0.41 a 0.21; p = 0.52) (Fig. 11), polo que o Bloqueo PECS non é
signi ica i amen e supe io ao Bloqueo Pa a e eb al To ácico. No es udo Pillai 2018 (48),
LUCÍA PÉREZ VIOR
22
an o os da os en epouso como en abdución ampouco amosa on di e enzas signi ica i as
en e os dous g upos pa a ningunha das ho as.
En e os es udos que compa a on Bloqueo PECS on e a Bloqueo Espiñal, es
es udos (51-53) epo a on da os en epouso pa a as ho as 1, 2, 12 e 24, men es que dous
a igos (52, 53) epo a on os da os en epouso pa a a ho a 6. Ningún es udo epo ou os da os
das escalas de do en abdución.
Na compa ación dos da os en epouso, a pun uación do g upo PECS é
signi ica i amen e meno que a do g upo Espiñal en ódalas ho as excep o na ho a 2 (DM: -
0.22; 95%IC: -0.53 a 0.09; p=0.17) (Fig. 12). A di e enza de medias oscila en e os -0.22 e os
-0.58 pun os, e a media de di e enza de medias oi de -0.39 pun os (95% IC: -0.51 a-0.26; p <
0.01) (Fig. 12) a a o do g upo PECS. En alo es absolu os e pese á edución signi ica i a,
ambos g upos ob i e on pun uacións conside ados den o do ango le e de do , en e 1 e 3
pun os, polo que a ele ancia clínica non é demasiada.
3.7 CONSUMO DE OPIOIDES INTRAOPERATORIOS
Un o al de doce a igos epo a on o consumo i aope a o io de opioides, e dada a
he e oxeneidade dos á macos e das unidades, ans o má onse ódolos da os aos equi alen es
en en anilo en µg.
En e os a igos que es uda on a compa ación en e o Bloqueo PECS e a Analxesia
Xe al, seis es udos (35-37, 39, 40, 42) epo a on os esul ados e e en es ao consumo
in aope a o io de opioides, sob e un o al de 233 pacien es. T es a igos (35, 39, 40)
ob i e on un consumo meno no g upo PECS, dous (36, 42) ob i e on un consumo
equi alen e nos dous g upos, e un (37) ob i o un consumo meno no g upo Analxesia Xe al.
Po an o, non se a opou unha di e enza signi ica i a en e os dous g upos no e e en e ao
consumo in aope a o io de opioides (DM: -19.51; 95%IC: -52.03 a 13.00; p=0.24) (Fig. 13).
T es a igos es uda on a di e enza de consumo de opioides in aope a o ios en e o
g upo Bloqueo PECS e o g upo Bloqueo Se a o, dous deles (43, 44) o on incluídos no
me aanálise, men es que o es udo Jain 2020 (50) oi excluído po apo a os da os en o ma
de mediana sen ango in e cua ílico. Sob e un o al de 98 pacien es, os esul ados amosa on
un consumo signi ica i amen e meno de opioides in aope a o ios no g upo PECS que no
g upo Se a o, sendo a di e enza de media de -6.96µg (95%IC: -12.61 a -1.31; p=0.02) (Fig.
14). Dou a banda, o es udo Jain 2020 (50) epo ou un consumo signi ica i amen e meno de
opioides in aope a o ios no g upo Se a o que no g upo PECS (p=0.045).
Só o es udo Jain 2020 (50) epo ou os da os de consumo in aope a o io de opioides
compa ando o Bloqueo PECS e o Bloqueo Pa a e eb al To ácico, sob e unha mos a de 15
pacien es en ambos g upos. Os equi imen os de en anilo no g upo PECS i e on unha
mediana de 50 mg, men es que no g upo Se a o a mediana oi de 25 mg, po én o esul ado
non oi signi ica i o (p=0.07).
En e os a igos que es uda on a compa ación en e Bloqueo PECS e Bloqueo Espiñal,
dous es udos (51, 52) epo a on esul ados sob e o consumo in aope a o io de opioides,
Resul ados
23
sob e un o al de 44 pacien es. Ambos es udos ob i e on un consumo meno de opioides
in aope a o ios no g upo PECS que no g upo Espiñal, máis non oi unha di e enza
signi ica i a no consumo en e os dous g upos (DM: -7.31; 95%IC: -18.55 a 3.94; p=0.20)
(Fig. 15).
3.8 HORA DO PRIMEIRO REQUIRIMENTO ANALXÉSICO
Un o al de dez a igos epo a on a ho a do p imei o equi imen o analxésico, e dada a
he e oxeneidade das unidades, ans o má onse ódalas medidas de empo a minu os.
T es es udos (38, 39, 41) compa a on o Bloqueo PECS on e a Analxesia Xe al e
epo a on a ho a do p imei o equi imen o analxésico, sob e unha mos a o al de 85
pacien es. Tódolos es udos amosa on un empo maio no g upo PECS que no g upo Analxesia
Xe al, máis a di e enza en e os dous g upos non oi es a is icamen e signi ica i a (MD: 445
min; 95%IC: -247.15 a 1137.52; p=0.21) (Fig. 16).
Dous es udos (43, 50) compa a on o Bloqueo PECS on e ao Bloqueo Se a o e
epo a on a ho a do p imei o equi imen o analxésico. O es udo Bakee 2020 (43) non ob i o
di e enzas signi ica i as en e os dous g upos (p=0.768), endo o g upo PECS un o al de 57
pacien es cunha media de 343 +/- 22.3 minu os a a o p imei o equi imen o analxésico, e o
g upo Se a o un o al de 58 pacien es cunha media de 337.5 +/- 40.6 minu os. O es udo Jain
2020 (50) ampouco amosou di e enzas es a is icamen e signi ica i as (p=0.66), dado que
endo ambos g upos 15 pacien es, a mediana do g upo PECS o on 35 minu os, e a do g upo
Se a o 45 minu os.
En e os a igos que es uda on o Bloqueo PECS on e ao Bloqueo Pa a e eb al
To ácico, odos eles es uda on a ho a do p imei o equi imen o analxésico, incluíndose ca o
(46-49) no me aanálise e sendo o es udo Jain 2020 (50) o único excluído, dado que apo aba a
mediana sen o ango in e cua ílico. Sob e un o al de 82 pacien es, os esul ados amosan que
ambos es udos eñen un empo semellan e men e p olongado de p imei o equi imen o
analxésico, non a opándose unha di e enza signi ica i a en e eles (DM: 10.22min; 95%IC: -
170.18 a 190.62; p= 0.91) (Fig. 17). O es udo Jain 2020 (50) ampouco amosou di e enzas
signi ica i as en e ambos g upos (p=0.60).
Ningún es udo epo ou os da os da ho a do p imei o equi imen o analxésico en e os
a igos que compa a on Bloqueo PECS on e a Bloqueo Espiñal.
3.9 NÁUSEAS E VÓMITOS POSTOPERATORIOS
Un o al de doce es udos ecolle on os da os do impac o dos bloqueos a es udo na
incidencia de ómi os e náuseas pos ope a o ias.
En e os a igos que es uda on o Bloqueo PECS on e a Analxesia Xe al, seis deles
(34, 36, 37, 39-41) es uda on a incidencia de náuseas e ómi os no pos ope a o io sob e unha
mos a o al de 192 pacien es, máis non se a opa on di e enzas signi ica i as en e os dous
g upos (OR: 0.81; 95%IC: 0.47 a 1.39; p=0.44) (Fig. 18).
LUCÍA PÉREZ VIOR
24
En e os a igos que es uda on o Bloqueo PECS on e a Bloqueo Se a o, es deles
(43, 45, 50) es uda on es e aspec o. Sob e unha mos a o al de 91 pacien es, ampouco se
a opa on di e enzas signi ica i as en e os dous g upos na incidencia de náuseas e ómi os
pos ope a o ios (OR: 0.53; 95%IC: 0.16 a 1.83; p=0.32) (Fig. 19).
En e os a igos que es uda on o Bloqueo PECS on e ao Bloqueo Pa a e eb al
To ácico, es deles (46, 47, 50) es uda on a incidencia de náuseas e ómi os pos ope a o ios
sob e unha mos a o al de 65 pacien es. Non se a opa on di e enzas signi ica i as en e
ambos g upos nes e aspec o (OR: 0.70; 95%IC: 0.19 a 2.48; p=0.58) (Fig. 20).
Ningún a igo que compa a a o Bloqueo PECS on e ao Bloqueo Espiñal epo ou
da os sob e a incidencia de ómi os e náuseas pos ope a o ias.
Discusión
25
4. Discusión
Non se a opou e idencia de ningunha ou a e isión sis emá ica ou me aanálise p e ia
a es a que compa a o bloqueo PECS an o con Analxesia xe al como co es o de a ian es de
bloqueos exionais u ilizados na ci u xía de mama, sendo es es o Bloqueo Pa a e eb al
To ácico, o Bloqueo Se a o e o Bloqueo Espiñal.
Os esul ados des a e isión con me aanálise amosan que en compa ación coa
adminis ación única de Analxesia Xe al, co Bloqueo PECS os pacien es educi on
signi ica i amen e o consumo e a dose acumulada de opioides pos ope a o ios en 24h, así
como amén se ob i e on uns esul ados non signi ica i os aínda que suxes i os de un maio
empo de espe a a a o pedi en o p imei o esca e analxésico. Todo is o en conxun o, sumado a
que a pun uación nas escalas de do oi meno en odas as ho as nas que se omou,
educíndose signi ica i amen e no seu o al 0.8 pun os en epouso e 1.6 pun os en abdución
do b azo ipsila e al, ai pensa que no e e en e á e icacia o Bloqueo PECS é supe io á
adminis ación de Analxesia Xe al soamen e. Po én, no e e en e á segu idade, non se
a opa on di e enzas signi ica i as en e a ealización do Bloqueo PECS ou a adminis ación
soamen e de Analxesia Xe al a incidencia de náuseas e ómi os pos ope a o ios, polo que non
se pode a i ma que o p imei o sexa máis segu o ademais de máis e icaz.
F on e ao canc o de mama, a ci u xía é o a amen o máis ealizado. Debido a is o, é
undamen al o manexo da do pos ope a o ia pa a a mello ecupe ación das pacien es. As
an axes da aplicación do Bloqueo PECS amén se amosa on nes e campo, dado que nas
pacien es que eciben analxesia exional acilí ase o p oceso de ecupe ación e edúcese a
es ancia hospi ala ia, es ando así máis sa is ei as co a amen o en xe al (25). Dou a banda,
algúns es udos suxe i on que os e ec os des e ipo de analxesia pode ían conside a se
p o ec o es, dado que educen a p og esión do canc o a enuando a espos a ao es és que
p oduce a ci u xía, así como amén debido a un e ec o an ip oli e a i o indi ec o. (23, 24).
Seguindo a liña de aballo do Bloqueo PECS I e II, desen ol euse a écnica do
Bloqueo Se a o como unha manei a de acili a a súa aplicación, dado que an só se equi e
un pun o de inxección, e minimiza as posibles complicacións g a es elacionadas coa
p oximidade de es u u as ascula es, pleu a ou es u u as neu oaxiales cen ais. (28, 54). Es a
e isión con me aanálise amosou que no pos ope a o io, o consumo de opioides en 24 ho as é
meno nos pacien es que eciben Bloqueo PECS, máis a di e enza non é es a is icamen e
signi ica i a, así como ampouco o é a di e enza no empo que ansco e a a pedi en o
p imei o esca e analxésico. Tan só no consumo de opioides in aope a o ios o Bloqueo PECS
oi supe io ao Bloqueo Se a o. En can o á pun uación nas escalas de do no pos ope a o io,
ambos bloqueos o on equi alen es en odas as ho as que o on medidos an o en epouso
como en abdución do b azo ipsila e al. Po an o no e e en e a medidas de e icacia, non se
pode a i ma que o Bloqueo PECS sexa supe io ao Bloqueo Se a o, así como ampouco se
pode a i ma no e e en e á segu idade, dado que non se a opa on di e enzas signi ica i as
en e ambos na incidencia de náuseas e ómi os pos ope a o ios.
Os esul ados amosan que ambos bloqueos son equi alen es no pos ope a o io
inmedia o, máis o es udo Fujii-2019 (44) es udou amén os e ec os sob e a do pos ope a o ia
LUCÍA PÉREZ VIOR
32
41. Thomas M, Philip FA, Ma hew AP e al. In aope a i e pec o al ne e block (Pec) o
b eas cance su ge y: A andomized con olled ial. J Anaes hesiol Clin Pha macol.
2018;Jul-Sep(34(3)):318–23.
42. Ve syck B, Van Ge en G-J, Van Houwe P. P ospec i e double blind andomized
placebo-con olled clinical ial o he pec o al ne es (Pecs) block ype II. J Clin Anes h.
2017;40:46–50.
43. Bakee AH, Kamel KM, Abdelgalil AS, e al. Modi ied Pec o al Ne e Block e sus
Se a us Block o Analgesia Following Modi ied Radical Mas ec omy: A Randomized
Con olled T ial. J Pain Res. 2020;(13):1769–75.
44. Fujii T, Shiba a Y, Akane A, e al. A andomised con olled ial o pec o al ne e-2
(PECS 2) block s. se a us plane block o ch onic pain a e mas ec omy. 2019;74:1558–62.
45. Kau U, Shamshe y C, Aga wal A, e al. E alua ion o pos ope a i e pain in pa ien s
unde going modi ied adical mas ec omy wi h pec o alis o se a us-in e cos al ascial plane
blocks. India Ko ean J Anes h. 2020;73(5):425–33.
46. Kulha i S, Bha i N, Bala I, e al. E icacy o pec o al ne e block e sus ho acic
pa a e eb al block o pos ope a i e analgesia a e adical mas ec omy: A andomized
con olled ial. B J Anaes h. 2016 Sep 1;117(3):382–6.
47. Ma sini VV, Losku o OA, S okan AM, e al. E icacy o pec o al ne e block ype II
e sus ho acic pa a e eb al block o analgesia in b eas cance su ge y E ek i i a blokády
pek o álneho ne u ypu II op o i o akálnej pa a e eb álnej blokáde analgézii po ope ácii
umo u p sníka. Klin Onkol. 2020;33(4):296–301.
48. Pillai VS, Ramesh B, Va ughese SA. Sa e y and e icacy o mul iple si e ho acic
pa a e eb al ne e block s. modi ied pec o al ne e block o pos ope a i e analgesia a e
modi ied adical mas ec omies: A andomised con olled ials. Indian J Clin Anaes h.
2018;5:445–50.
49. Syal K, Chandel A. Compa ison o he pos -ope a i e analgesic e ec o pa a e eb al
block, pec o al ne e block and local in il a ion in pa ien s unde going modi ied adical
mas ec omy: A andomised double-blind ial. Indian J Anaes h. 2017;61(8):643–8.
50. Jain D, Mohan VK, Bhoi D, e al. Analgesic e icacy and sp ead o local anes he ic in
ul asound-guided pa a e eb al, pec o alis II, and se a us an e io plane block o b eas
su ge ies: A andomized con olled ial. Saudi J Anaes h. 2020;14(4):464–72.
51. Al ıpa mak B, Ko kmaz Toke M, Uysal Aİ, e al. Compa ison o he e ec s o modi ied
pec o al ne e block and e ec o spinae plane block on pos ope a i e opioid consump ion and
pain sco es o pa ien s a e adical mas ec omy su ge y: A p ospec i e, andomized,
con olled ial. J Clin Anes h. 2019 May 1;54:61–5.
Re e encias
33
52. Gad M, Abdelwahab K, Abdallah A, e al. Ul asound-Guided E ec o Spinae Plane Block
Compa ed o Modi ied Pec o al Plane Block o Modi ied Radical Mas ec omy Ope a ions.
Anes h essays Res. 2019;13(2):334–9.
53. Sinha C, Kuma A, Kuma A, e al. Pec o al ne e e sus e ec o spinae block o b eas
su ge ies: A andomised con olled ial. Indian J Anaes h. 2019;Aug(63(8)):617–22.
54. Womack J, Va ma M. Se a us plane block o shoulde su ge y. Anaes hesia.
2014;69:387–98.
55. Albi-Feldze A, Duceau B, Nguessom W, e al. A se e e complica ion a e ul aound-
guided ho acic pa a e eb al bllock o b eas cance su ge y: o al spinal anaes hesia: a case
epo . Eu J Anaes hesiol. 2016;33:949-51
Anexo de Táboas
34
7. Anexo de Táboas e Figu as
Bloqueo PECS s Analxesia Sis émica
Re e encia
Ano
País
Ci u xía
N
Dis ibución
dos g upos
Momen o da
analxesia
Fá maco
Analxesia
pos ope a o ia
Resul ados medidos
Al Ja'ba i
(34)
2019
Suíza
Mas ec omía adical
unila e al, con ou sen
ex i pación de nódulos
axila es.
42
1. G upo PECS
(n=20)
P e-indución
Ropi acaína 0,5%; 30 ml (10
ml en e Pm. e PM, 20 ml
en e Pm. e SA)
Pa ace amol 1g/6 h;
Ibup o eno 400
mg/8h; PCA de
mo ina.
Dose acumulada de
mo ina en 24 h. VAS ás
2, 24, e 48 h. ala
ope ación.
2. G upo
Con ol (n=22)
Anes esia Xe al con P opo ol IV, Sul en anilo,
Rocu onio. Man emen o con P opo ol.
Ba ing on
(35)
2019
No a
Zelandi
a
Mas ec omía
pa cial/ adical unila e al,
con ou sen excisión de
ganglio cen inela.
104
1. G upo PECS
(n=53)
P e-indución
Ropi acaína 0.475%;
0,45ml/kg (0,2ml/kg en e
Pm. e PM.; 0,25ml/kg en e
SA e Pm)
Pa ace amol o al
1g/6h, Tapen adol 50
mg, Oxicodona 5–10
mg.
Sco e global QoR-15 as
24 h no pos ope a o io.
Medición da do coa
escala NRS.
2. G upo
Con ol (n=51)
Anes esia Xe al con Fen anilo e P opo ol.
Man emen o con Se o luo ano.
C os
(36)
2018
Canada
Ci u xía unila e al do
canc o de mama.
122
1. G upo PECS
(n=59)
Pos -indución
Bupi acaína 0.25%; 0.4
mL/kg (no plano in e ascial
en e o PM. e o Pm)
Ace amino én o al
1g, Nap oxeno 500
mg. Mo ina (3 mg IV
bolos cada 5
minu os)
NRS en epouso 30 min
ala ope ación, NRS en
mo emen o cada 4 h nas
24 h seguin es. Dose
o al de
Sul en anilo/ en anilo
pe iope a o ia en µg.
2. G upo
Con ol (n=63)
Anes esia Xe al con P opo ol,
Fen anilo/Sul en anilo e Rocu onio.
Kamiya
(37)
2018
Xapón
Mas ec omía
simple/pa cial con ou
sen biopsia de ganglio
cen inela/disección de
ganglios axila es.
59
1. G upo PECS
(n= 29)
Pos -indución
Le obupi acaína 0.25%; 30
ml (20 ml en e Pm. e SA; 10
ml en e Pm. e PM.)
Loxop o eno 60mg,
Ace amino en
500mg, Diclo enaco
sódico 25mg,
Pen azocina IM
15mg.
NRS ás 1, 3, 6, 24 e 48h.
Di e encias en dose de
P opo ol e Remi en anilo
pe iope a o ias. Náuseas
e ómi os
pos ope a o ios.
2. G upo
Con ol (n=30)
Anes esia Xe al con Popo ol IV, Remi en anilo e
Rocu onio. Man emen o con P opo ol.
Kuma
(38)
2018
India
Mas ec omía adical
modi icada unila e al.
50
1. G upo PECS
(n=25)
P e-indución
Bupi acaína 0.25%; 30 ml
(10ml en e Pm e PM; 20ml
en e Pm e SA)
Pa ace amol 1g/8h;
T amadol IV 2mg/kg.
VAS ás 1, 6, 12, 18 e 24 h
ala ope ación.
Consumo o al de
opioides en 24h.
Náuseas e ómi os
pos ope a o ios.
2. G upo
Con ol (n=25)
Anes esia Xe al con P opo ol, Fen anilo e
Vecu onio. Man emen o con ON e O2 (70%,
30%) e Iso luo ano.
Anexo de Táboas
35
Bloqueo PECS s Analxesia Sis émica
Re e encia
Ano
País
Ci u xía
N
Dis ibución
dos g upos
Momen o da
analxesia
Fá maco
Analxesia
pos ope a o ia
Resul ados medidos
Nee hu
(39)
2018
India
Mas ec omía adical
modi icada con ou sen
biopsia de ganglio
cen inela/ esección de
ganglios axila es.
60
1. G upo PECS
(n=30)
Pos -indución
Ropi acaína 0,25% 30 ml
(10ml en e Pm e PM; 20ml
en e Pm e SA).
PCA de Fen anilo
(bolos de 20µg),
Pa ace amol 1g/6h.
Requi imen os de
Fen anilo in a e
pos ope a o ios (24h).
Ho a do p imei o
equi imen o analxésico.
VAS ás 1, 2, 3, 4, 5, 6, e
24 h ala ci u xía.
Náuseas e ómi os
pos ope a o ios.
2. G upo
Con ol (n=30)
Anes esia Xe al inducida con Fen anilo
(1µg/kg), P opo ol e Vecu onio.
O'Scanaill
(40)
2018
I landa
Mas ec omía
simple/pa cial con
esección de ganglio
cen inela.
30
1. G upo PECS
(n=15)
Pos -indución
Le obupi acaína 0.25%; 30
ml (10ml en e Pm e PM;
20ml en e Pm e SA)
Pa ace amol 1g/6h,
Ibup o eno
400mg/8h,
Oxicodona de
libe ación inmedia a
5-10mg.
Á ea baixo a cu a de
VRS da do s. Tempo.
VRS nas ho as 1, 4-6, 10-
14, e 20-24 ala
ope ación.
2. G upo
Con ol (n=15)
Anes esia Xe al inducida con Fen anilo e
P opo ol; man emen o con Osixeno e
Se o luo ano.
Thomas
(41)
2018
India
Mas ec omía adical
modi icada.
58
1. G upo PECS
(n= 28)
Pos -indución
Ropi acaína 0,20%; 30 ml
(20 ml en e Pm. e SA; 10 ml
en e Pm. e PM.)
Pa ace amol IV 1g,
Fen anilo ci a o IV
o,5µg/kg.
Ho a do p imei o esca e
analxésico. Dose
acumulada de Fen anilo
e Pa ace amol en 24h.
NRS á 1h, e cada 6 h
du an e as seguin es
24h.
2. G upo
Con ol (n=30)
Anes esia Xe al indución con P opo ol,
Vecu onio, man emen o con ON, O2 e
Se o luo ano.
Ve syck
(42)
2017
Bélxica
Mas ec omía ou
Cuad an ec omía
unila e al con disección
de ganglios axila es ou
cen inelas.
85
1. G upo PECS
(n=45)
Pos -indución
Le obupi acaína 0,25%; 30
ml (10 ml en e Pm. e PM,
20 ml en e Pm. e SA)
Ace amino én IV
15mg/kg/6h,
T amadol IV 200 mg,
Pi i amida IV 1mg.
Á ea baixo a cu a de
NRS s empo. NRS cada
15 min men es es á en
REA, cada 2h du an e as
p imei as 24h, e cada 4h
nas 24h seguin es.
2. G upo
Con ol (n=40)
Anes esia Xe al inducida con Sul en anilo e
P opo ol. Relaxación muscula con Rocu onio.
Man emen o con Se o luo ano 50%.
Táboa 1. Táboa esumo das ca ac e ís icas dos es udos que compa a on o Bloqueo PECS on e a Analxesia Xe al. (Pm: Pec o al meno ; PM:
Pec o al Maio ; SA: Se a o An e io ; VAS: Visual Analog Scale; NRS: Nume ic Ra ing Scale)
LUCÍA PÉREZ VIOR
36
Bloqueo PECS s Bloqueo Plano Se a o
Re e encia
Ano
País
Ci u xía
N
Dis ibución dos
g upos
Momen o da
analxesia
Fá maco
Analxesia
pos ope a o ia
Resul ados medidos
Bakee
(43)
2020
Exip o
Mas ec omía adical
modi icada unila e al
115
1. G upo PECS
(n=57)
P e-indución
Bupi acaína 0.25%; 30
ml (10ml en e Pm e
PM; 20ml en e Pm e
SA)
Mo ina IV 2mg en
bolos, Pa ace amol IV
1g/100 ml, Ke o olaco
30mg/12h.
Mo ina consumida nas
24h ala ope ación.
Requi imen os de
en anilo in aope a o io.
Ho a do p imei o esca e
analxésico. VAS ás 1, 4, 8,
12 e 24h ala ope ación.
2. G upo SAPB
(n=58)
P e-indución
Bupi acaína 0.25%;
30ml (en e o SA e os M
in e cos ais da 4º
cos ela)
Fujii
(44)
2019
Xapón
Mas ec omía adical,
pa cial ou seguida de
econs ución inmedia a.
80
1. G upo PECS
(n=40)
Pos -indución
Ropi acaína 0,5%; 30 ml
(10ml en e Pm e PM;
20ml en e Pm e SA)
Flu bip o en IV 50mg,
Mo ina IV 1mg en
bolos.
Consumo de mo ina nas
p imei as 24h. VAS nas
24h ala ci u xía. NRS aos
6 meses ala ci u xía.
2. G upo SAPB
(n=40)
Pos -indución
Ropi acaína 0,5%; 30ml
(no plano en e o SA e o
Do sal ancho)
Kau
(45)
2020
India
Mas ec omía adical
modi icada
36
1. G upo PECS
(n=18)
Pos -indución
Ropi acaína 0.2%; 30 ml
(10ml en e Pm e PM;
20ml en e Pm e SA)
Pa ace amol 1g/6h,
Diclo enaco 75
mg/8h, T amadol
1mg/kg
NRS pa a do es á ica e
dinámica ás 12, 24 e 48 h
do pos ope a o io.
2. G upo SAPB
(n=18)
Pos -indución
Ropi acaína 0.2%;
0,4ml/kg (en e o SA e
os M in e cos ais da 4º
cos ela)
Jain
(50)
2020
India
Mas ec omía unila e al
con ou sen disección de
ganglios axila es.
30
1. G upo PECS
(n= 15)
P e-indución
Ropi acaína 0,375%; 30
ml (20 ml en e Pm. e
SA; 10 ml en e Pm. e
PM.)
PCA de Fen anilo
(bolos de 25mcg).
Resca es de 50 µg.
Requi imen os de
Fen anilo en 24h. VAS en
epouso e abdución ás 1,
2, 3, 6, 12 e 24h no
pos ope a o io. Ho a do
p imei o esca e
analxésico. Vómi os e
náuseas pos ope a o ios.
2. G upo SAPB
(n=15)
P e-indución
Ropi acaína 0.375%;
30ml (en e o SA e os M
in e cos ais)
Táboa 2. Táboa esumo das ca ac e ís icas dos es udos que compa a on o Bloqueo PECS on e a Bloqueo Se a o. (Pm: Pec o al meno ; PM:
Pec o al Maio ; SA: Se a o An e io ; VAS: Visual Analog Scale; NRS: Nume ic Ra ing Scale)
Anexo de Táboas
37
Bloqueo PECS s Bloqueo Pa a e eb al To ácico
Re e encia
Ano
País
Ci u xía
N
Dis ibución dos
g upos
Momen o da
analxesia
Fá maco
Analxesia pos ope a o ia
Resul ados medidos
Jain
(50)
2020
India
Mas ec omía unila e al con
ou sen disección de ganglios
axila es.
30
1. G upo PECS
(n=15)
P e-indución
Ropi acaína 0.375%; 30 ml
(10ml en e Pm e PM;
20ml en e Pm e SA)
PCA de Fen anilo (bolos
de 25mcg). Resca es de
50 µg.
Requi imen os de Fen anilo
en 24h. VAS en epouso e
abdución ás 1, 2, 3, 6, 12 e
24h de pos ope a o io. Ho a
do p imei o esca e
analxésico. Vómi os e
náuseas pos ope a o ios.
2. G upo PVTB
(n=15)
P e-indución
Ropi acaína 0.375%; 20ml
(no espazo pa a e eb al)
Kulha i
(46)
2016
India
Mas ec omía adical
modi icada.
40
1. G upo PECS
(n=20)
P e-indución
Ropi acaína 0,5%; 25 ml
(10ml en e Pm e PM;
15ml en e Pm e SA)
PCA de Mo ina (bolos
de 2mg a in e alos de
10')
Ho a do p imei o esca e
analxésico. VAS ás 0, 0.5, 1,
2, 4, 6, 8, 12, e 24h ala
ope ación. Consumo o al de
analxésicos en 24h. Vómi os
e náuseas pos ope a o ios.
2. G upo PVTB
(n=20)
P e-indución
Ropi acaína 0,5%; 25ml
(no espazo en e a pleu a e
o ligamen o
cos o ans e so)
Ma sini
(47)
2020
Uc ania
Mas ec omía ou
Cuad an ec omía con
disección de ganglios
axila es.
60
1. G upo PECS
(n=30)
P e-indución
Ropi acaína 0.375%; 30 ml
(10ml en e Pm e PM;
20ml en e Pm e SA)
Ke op o eno 100 mg,
P omedol 2% 20mg.
NRS ás 0, 1, 2, 6, 12, 18, 24h
ala ope ación. Necesidade
de analxésicos e ho a do
p imei o esca e. Náuseas e
ómi os pos ope a o ios.
2. G upo PVTB
(n=30)
P e-indución
Ropi acaína 0.5%; 20ml
(no espazo pa a e eb al)
Pillai
(48)
2018
India
Mas ec omía adical
modi icada.
39
1. G upo PECS (n=
19)
P e-indución
Ropi acaína 0,5%; 30 ml
(20 ml en e Pm. e SA; 10
ml en e Pm. e PM.)
Mo ina bolo 1,5mg.
Pa ace amol IV 1g.
NRS ás 0, 0.5, 1, 1.5, 2, 6, 12,
e 24h ala ope ación.
Requi imen o de analxesia e
ho a da p imei a
adminis ación.
2. G upo PVTB
(n=20)
P e-indución
Ropi acaína 0.5%; 20ml
(10ml a ni el de T2, 10ml a
ni el de T4)
Syal
(49)
2017
India
Mas ec omía adical
modi icada
40
1. G upo PECS
(n=20)
Pos -indución
Ropi acaína 0.5% 20 ml
(10 ml en e Pm. e PM, 10
ml en e Pm. e SA); 0.5ml
de Ad enalina
Diclo enaco Sódico IV 75
mg/8h. Fen anilo IV
1µg/kg.
VAS ás 0, 2, 4, 6, 12, e 24h
ala ope ación. Ho a do
p imei o equi imen o
analxésico e núme o de
analxesias suplemen a ias.
2. G upo PVTB
(n=20)
Pos -indución
Bupi acaína 0.5%; 20ml
(no espazo pa a e eb al)
Táboa 3. Táboa esumo das ca ac e ís icas dos es udos que compa a on o Bloqueo PECS on e a Bloqueo Pa a e eb al To ácico. (Pm: Pec o al
meno ; PM: Pec o al Maio ; SA: Se a o An e io ; VAS: Visual Analog Scale; NRS: Nume ic Ra ing Scale)
LUCÍA PÉREZ VIOR
38
Bloqueo PECS s Bloqueo Espiñal
Re e encia
Ano
País
Ci u xía
N
Dis ibución dos
g upos
Momen o da
analxesia
Fá maco
Analxesia
pos ope a o ia
Resul ados medidos
Al ipa mak
(51)
2019
Tu quía
Mas ec omía adical
modi icada unila e al con
esección de ganglios
axila es.
38
1. G upo PECS
(n=18)
Pos -indución
Bupi acaína 0.25%; 30
ml (10ml en e Pm e
PM; 20ml en e Pm e
SA)
PCA de T amadol IV
10mg po bolo.
Mo ina 4mg.
Consumo o al de
T amadol nas p imei as
24h. NRS ás 1, 2, 6, 12, e
24h ala ope ación.
Fen anilo in aope a o io
necesa io.
2. G upo ESP
(n=20)
Pos -indución
Bupi acaína 0.25%; 20
ml (no plano en e o
Romboideo M e o
E ec o espiñal)
Gad
(52)
2019
Exip o
Mas ec omía adical
modi icada unila e al con
esección de ganglios
axila es.
47
1. G upo PECS
(n=23)
Pos -indución
Le obupi acaína 0,25%
+ Dexmede omidina
0,5µ/kg; 30 ml (10ml
en e Pm e PM; 20ml
en e Pm e SA)
Mo ina
0,05mg/kg/dose.
Consumo de mo ina nas
p imei as 24h. Ni eles de
ho monas de es és en
sangue pe i é ica. VAS ás
2, 4, 6, 12, e 24h ala
ope ación.
2. G upo ESP
(n=24)
Pos -indución
Le obupi acaína 0,25%
+ Dexmede omidina
0,5µ/kg; 20ml (no plano
en e o T ans e so e o
E ec o espiñal)
Sinha
(53)
2019
India
Mas ec omía adical
modi icada unila e al
60
1. G upo PECS
(n=30)
P e-indución
Ropi acaína 0.2%; 25 ml
(10ml en e Pm e PM;
15ml en e Pm e SA)
Mo ina bolo 1-2mg.
Consumo o al de Mo ina
en 24 h. NRS. Ho a do
p imei o esca e
analxésico.
2. G upo ESP
(n=30)
P e-indución
Ropi acaína 0.2%; 20 ml
(no plano en e o
Romboideo M e o
E ec o espiñal)
Táboa 4. Táboa esumo das ca ac e ís icas dos es udos que compa a on o Bloqueo PECS on e a Bloqueo Espiñal. (Pm: Pec o al meno ; PM:
Pec o al Maio ; SA: Se a o An e io ; VAS: Visual Analog Scale; NRS: Nume ic Ra ing Scale)
Anexo de Táboas
39
ARTIGOS
O es udo de ínese
como alea o izado
ou andomizado?
Desc íbese o
mé odo u ilizado
pa a xe a a
secuencia de
alea o ización?
É adecuado o
mé odo u ilizado
pa a xe a a
secuencia de
alea o ización?
O es udo
de ínese
como doble
cego?
Desc íbese o
mé odo de
enmasca amen o?
É adecuado o
mé odo de
enmasca amen o?
Hai unha
desc ipción das
pe das de
seguimen o e
abandonos?
Pun uación
o al
SI: 1 p o
NON: 0 p os.
SI: 1 p o
NON: 0 p os.
SI: 0 p os
NON: -1 p o.
SI: 1 p o
NON: 0 p os.
SI: 1 p o
NON: 0 p os.
SI: 0 p os
NON: -1 p o.
SI: 1 p o
NON: 0 p os.
Bloqueo PECS s Analxesia Xe al
Al Ja’ba i e al.
1
1
0
0
0
-1
1
2
Ba ing on e al.
1
1
0
1
1
0
1
5
C os e al.
1
1
0
1
1
0
1
5
Kamiya e al.
1
1
0
1
0
-1
1
3
Kuma e al.
1
1
0
0
0
-1
1
2
Nee hu e al.
1
1
0
0
0
-1
1
2
O’Scaniaill e al.
1
1
0
1
1
0
1
5
Thomas e al.
1
1
0
1
0
-1
1
3
Ve syck e al.
1
1
0
1
0
0
1
4
Bloqueo PECS s Bloqueo Se a o
Bakee e al.
1
1
0
0
0
-1
1
2
Fujii e al.
1
1
0
0
0
-1
1
2
Kau e al.
1
1
0
1
1
0
1
5
Bloqueo PECS s Bloqueo Pa a e eb al To ácico
Jain e al.
1
1
0
0
0
-1
1
2
Kulha i e al.
1
1
0
1
0
-1
1
3
Ma sini e al.
1
1
0
0
0
-1
1
2
Pillai e al.
1
1
0
1
1
-1
1
4
Syal e al.
1
1
0
1
1
0
1
5
Bloqueo PECS s Bloqueo Espiñal
Al ipa mak e al.
1
1
0
1
1
-1
1
4
Gad e al.
1
1
0
0
0
-1
1
2
Sinha e al.
1
1
0
0
0
-1
1
2
Táboa 5. Táboa esumo da pun uación da escala Jadad de calidade dos es udos.
LUCÍA PÉREZ VIOR
40
Figu a 1. Diag ama de luxo da busca na base de da os PubMed.
A ículos iden i icados en
PubMed:
n=227
A ículos iden i icados po
búsqueda manual:
n=5
To al de a ículos iden i icados:
n=232
A ículos seleccionados
pa a a lec u a comple a:
n=42
A ículos excluídos po
í ulo e esumo:
n=190
A ículos seleccionados
pa a a sín ese
cuali a i a: n=20
A ículos excluídos:
n=22
Me aanálise e Re isión
sis emá ica: 8
Combinacións de bloqueos
non incluídas nes e es udo
no g upo con ol: 9
Re ospec i os: 1
Sen in o mación su icien e: 4
IDENTIFICACIÓN
SCREENING
SELECCIÓN
INCLUSIÓN
A ículos seleccionados
pa a a sín ese
cuan i a i a
(me aanalise):
n=20
Figu a 2.A aliación do isco de sesgo
dos es udos incluídos.
Anexo de Táboas
41
Figu a 3. Fo es plo pa a a compa ación da di e enza de medias da dose acumulada de
equi alen es de mo ina en mg nas p imei as 24 ho as. Bloqueo PECS s Analxesia Xe al.
Figu a 4. Fo es plo pa a a compa ación da di e enza de medias da dose acumulada de
equi alen es de mo ina en mg nas p imei as 24 ho as. Bloqueo PECS s Bloqueo Se a o.
Figu a 5. Fo es plo pa a a compa ación da di e enza de medias da dose acumulada de
equi alen es de mo ina en mg nas p imei as 24 ho as. Bloqueo PECS s Bloqueo Pa a e eb al
To ácico.
LUCÍA PÉREZ VIOR
48
Figu a 18. Fo es plo pa a a compa ación da OR da incidencia de náuseas e ómi os no
pos ope a o io. Bloqueo PECS s Analxesia Xe al.
Figu a 19. Fo es plo pa a a compa ación da OR da incidencia de náuseas e ómi os no
pos ope a o io. Bloqueo PECS s Bloqueo Se a o.
Figu a 20. Fo es plo pa a a compa ación da OR da incidencia de náuseas e ómi os no
pos ope a o io. Bloqueo PECS s Bloqueo Pa a e eb al To ácico.