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Georreferenciamento e História Agrária: distribuição espacial das propriedades rurais a partir dos registros de terras de meados do século XIX

Abstract

This study aims at evaluating the land registry records of the mid-1850s in Brazil as a source capable of delivering consistent elements for the analysis of the process of occupation and use of the land, particularly regarding the natural conditions or limitations determined by the relief and hydrography (near springs, flow, flood areas, etc..), and other geographic variables. What is proposed here takes into account the records of the ancient parish of Santo Antonio do Paraibuna. This initiative is part of those efforts being consolidated over recent years, and looking to create reliable cartographic sources based on a thorough analysis of traditional sources, mostly consisting of cartographic data itself. Consistency of analysis obviously will increase with the use of different sources, which can clarify important features such as post mortem inventories, legal proceedings, deeds of sale, for example. The proposed model was intended as an aid to historical research. Special attention is afforded to the methodology that generated a computer program developed for the purpose of rendering cartographic the non-cartographic information.

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Georreferenciamento e História Agrária: distribuição espacial das propriedades rurais a partir dos registros de terras de meados do século XIX

Author: Alves Carrara, Angelo; Laguardia, Rafael Martins de Oliveira
Publisher: Sociedad Española de Historia Agraria
Year: 2013
Source: http://repositori.uji.es/bitstreams/bd525cb2-d4b7-48aa-9c2d-a8b66d9fef71/download
Sociedad Española de His o ia Ag a ia - Documen os de T abajo
DT-SEHA n. 13-01
Ene o 2013
www.seha.in o
Geo e e enciamen o e His ó ia Ag á ia: dis ibuição
espacial das p op iedades u ais a pa i dos egis os de
e as de meados do século XIX
Angelo Al es Ca a a* and Ra ael Ma ins de Oli ei a Lagua dia *
* Uni e sidad Fede al de Juiz de Fo a, B asil.
Email: [email p o ec ed]
© Ene o 2012, Angelo Al es Ca a a y Ra ael Ma ins de Oli ei a Lagua dia
Sociedad Española de His o ia Ag a ia - Documen os de T abajo
DT-SEHA n. 13-01
Ene o 2013
Geo e e enciamen o e His ó ia Ag á ia: dis ibuição espacial das p op iedades
u ais a pa i dos egis os de e as de meados do século XIX
Angelo Al es Ca a a y Ra ael Ma ins de Oli ei a Lagua dia
Abs ac : This s udy aims a e alua ing he land egis y eco ds o he mid-1850s in
B azil as a sou ce capable o deli e ing consis en elemen s o he analysis o he
p ocess o occupa ion and use o he land, pa icula ly ega ding he na u al condi ions
o limi a ions de e mined by he elie and hyd og aphy (nea sp ings, low, lood a eas,
e c..), and o he geog aphic a iables. Wha is p oposed he e akes in o accoun he
eco ds o he ancien pa ish o San o An onio do Pa aibuna. This ini ia i e is pa o
hose e o s being consolida ed o e ecen yea s, and looking o c ea e eliable
ca og aphic sou ces based on a ho ough analysis o adi ional sou ces, mos ly
consis ing o ca og aphic da a i sel . Consis ency o analysis ob iously will inc ease
wi h he use o di e en sou ces, which can cla i y impo an ea u es such as pos
mo em in en o ies, legal p oceedings, deeds o sale, o example. The p oposed
model was in ended as an aid o his o ical esea ch. Special a en ion is a o ded o he
me hodology ha gene a ed a compu e p og am de eloped o he pu pose o
ende ing ca og aphic he non-ca og aphic in o ma ion.
Keywo ds: Ag a ian s uc u e, pa ish land egis y, ca og aphic sou ces, B asil
JEL codes: N56, Q15, B40
.
Resumen: Es e abajo e alua si los egis os del ca as o de ie as de mediados de la
década de 1850 en B asil o ecen in o mación adecuada pa a el análisis del p oceso
de ocupación y uso del suelo; en pa icula de los condicionan es na u ales y las
limi aciones de e minadas po el elie e e hid og a ia, en e o as a iables
geog á icas. Se analizan los egis os de la an igua pa oquia de San o An ônio do
Pa aibuna. Median e un análisis de uen es adicionales, en su mayo pa e
cons i uidas po da os no p opiamen e ca og á icos, se p e ende encon a uen es
ca og á icas iables.
Resumo: Es e abalho em po obje i o a alia os egis os de e as de meados da
década de 1850 no B asil como on e capaz de o nece elemen os consis en es pa a
a análise do p ocesso de ocupação e uso do solo, com pa icula a enção pa a os
condicionan es na u ais ou as limi ações de e minadas pelo ele o e hid og a ia
(p oximidade de nascen es, luxo, á eas de alagamen os, e c.), den e ou as a iá eis
geog á icas. A a aliação aqui p opos a oma como base os egis os da an iga
pa óquia de San o An ônio do Pa aibuna. Es a inicia i a pa icipa dos es o ços que
êm se consolidando nos úl imos anos, e que buscam con a com on es ca og á icas
iá eis baseadas em uma p o unda análise de on es adicionais, em g ande medida
cons i uídas po dados não p op iamen e ca og á icos. A consis ência da análise
e iden emen e aumen a á com o ecu so a di e en es on es suplemen a es que
escla eçam aspec os ele an es, ais como in en á ios pos mo em, p ocessos cí eis
ou esc i u as de comp a e enda, po exemplo. O modelo aqui p opos o oi pensado
como auxilia da pesquisa his ó ica. Especial a enção é dada à me odologia que ge ou
um p og ama de compu ado elabo ado com o p opósi o de eduzi as in o mações
não ca og á icas em ca og á icas.
Geo e e enciamen o e His ó ia Ag á ia:
dis ibuição espacial das p op iedades u ais a pa i dos
egis os de e as de meados do século XIX
documen o de abalho
Angelo Al es Ca a a
Ra ael Ma ins de Oli ei a Lagua dia
Es e abalho em po obje i o a alia os egis os de e as de meados da década de
1850 no B asil – como on e capaz de o nece elemen os consis en es pa a a análise do
p ocesso de ocupação e uso do solo. A a aliação aqui p opos a oma como base os egis os
da an iga pa óquia de San o An ônio do Pa aibuna (a ualmen e co esponden e a po ções
do e i ó io das cidades de Juiz de Fo a, Ma ias Ba bosa, Simão Pe ei a, Cháca a, San ana
do Dese o, Co onel Pacheco, Belmi o B aga e Ewbanck da Câma a). Es a inicia i a
pa icipa dos es o ços que êm se consolidando nos úl imos anos, e que se
"jus i ica den o del pano amo his o iog á ico po la apo ación a la in es iación
que supond ía pode con a con uen es ca og á icas de iabilidad, ob enidas
median e modelos de simulación y basadas en un p o undo análisis de uen es
adicionales, en g an pa e cons i uidas po da os no p opiamen e ca og á icos".1
1. Os egis os de e a na his o iog a ia
No início da década de 1980, Ma ia Yedda Linha es e F ancisco Ca los Teixei a da
Sil a p opuse am o ecu so aos egis os de e as de meados do século XIX como uma
on e a a e especi icamen e ol ada pa a o es udo da es u u a undiá ia.2 Já naquele
momen o econheciam as limi ações dos egis os, em pa icula po con a das in o mações
1 GARCÍA JUAN, Lau a, ESCALONA, Julio & CAMARERO BULLÓN, Concepción. P opues a
me odológica pa a la econs ucción del pa cela io an iguo median e sis emas de in o mación geog á ica.
Re is a CT Ca as o, agos o de 2008, pp. 203-214, p. 204.
2 LINHARES, Ma ia Yedda; SILVA, F ancisco Teixei a da. His ó ia da ag icul u a b asilei a; comba es e
con o é sias. São Paulo: B asiliense, 1980. pp. 71-105.
imp ecisas, mas des aca am sua po encialidade na análise do p ocesso de ap op iação do
solo e sua elação ju ídica.
O a gumen o comum a odos quan os en a izam a os p oblemas e limi ações dos
egis os como on e álida de i a da análise dos e ei os da lei de 1850, em especial seu
acasso enquan o ins umen o legal de de inição da es u u a undiá ia. 3 Con udo,
conco damos com a análise de Má cia Mo a quando a i ma que, se o egis o de e as não
o a
"capaz de eo ganiza a es u u a undiá ia nem de disc imina as e as públicas das
p i adas em odo o e i ó io nacional, em alguns momen os ele se iu como
ins umen o de pode , na decisão ace ca do domínio sob e as e as em cada
localidade. Nes e sen ido, ele podia se usado ou não pa a con e i legi imidade
pública aos in e esses dos p op ie á ios de e a em cada egião, dependendo da
decisão de azendei os e la ado es de conside á-lo um e icaz ins umen o na
manu enção ou na imposição de seu domínio sob e as e as de ou em ou sob e
seus dependen es. Decidi egis a sua e a podia implica ou não uma opção po
uma decla ação de alhada da à ea ocupada ou apenas um ápido e sucin o egis o,
capaz de sal agua da o domínio de sua azenda, sem que com isso o decla an e
i esse que limi á-la e i o ialmen e, decla ando sua ex ensão. Ademais, se não e a
exigida uma p ecisa delimi ação e i o ial, os decla an es podiam ope a com o
pode de decisão sob e quem e am os seus con on an es. Em ou as pala as: ao
egis a sua e a, o decla an e pode ia ea i ma ou não o domínio de ou em, pelo
simples a o de egis a ou não a sua e a como um dos seus limi es e i o iais".4
São es as a i udes que explica iam, po an o, as dis in as lacunas nas decla ações. O
mesmo ale pa a con on an es que mui as ezes não se econheciam como ais. Já com
espei o aos limi es, Má cia Mo a ap esen a como exemplo a o ma como o ba ão de
Piabanha egis ou sua azenda da Se a ia, que "desa ia ia hoje qualque ca óg a o que se
a en u asse" a plo á-la, po con a dos ma cos geog á icos mencionados no egis o: o mon e
da Boa Vis a, a es ada da Se a ia, a po ei a, o có ego da cachoei a da azenda Ge al do
3 Es a é a posição em especial de SMITH, Robe o. P op iedade da e a e ansição. São Paulo: Edi o a
B asiliense, 1980; pa a um in en á io das mani es ações pelas p óp ias au o idades nos anos que se segui am à
lei de 1850 com espei o a seu acasso c . CARVALHO, José Mu ilo de. A polí ica de e as: o e o dos
Ba ões. In: CARVALHO, José Mu ilo de. A cons ução da o dem e ea o das somb as. Rio de Janei o: Vé ice-
IUPERJ, 1988, pp. 329-354; MOTTA, Má cia Ma ia Menendes. Nas on ei as do pode : con li os de e a e
di ei o ag á io no B asil de meados do século XIX. Campinas: Uni e sidade Es adual de Campinas, 1996 ( ese
de dou o ado), pp. 205-210.
4 MOTTA, Má cia Ma ia Menendes. Nas on ei as do pode : con li os de e a e di ei o ag á io no B asil de
meados do século XIX. Campinas: Uni e sidade Es adual de Campinas, 1996 ( ese de dou o ado), pp. 214-
215.
Pi acema. Mas a au o a lemb a que "naquela época, os ma cos e i o iais ci ados de iam
se bas an e conhecidos e sua me a menção exp essa a um limi e uma di isão".
Cons i uíam sem dú ida ma cos geog á icos p ecisos pa a aqueles que lá i iam.5
Foi a p á ica social em cada luga que de iniu o ca á e dos egis os, não sendo
possí el, po an o, a ibui -lhes uma na u eza gené ica, álida pa a odo o e i ó io
nacional ou mesmo a pa i do que a lei de 1850 e sua egulamen ação em 1854 p e iam
que ossem ou o papel que de essem cump i . Como consequência, se, como o ez
ecen emen e Ma celo Godoy, des acamos as possibilidades dos egis os de e as como
on e aliosa de in o mações sob e os es udos de His ó ia Ag á ia, além de cons i uí em
"co po documen al quase único em e mos das in o mações que o compõem", não se ia
possí el adian a que os egis os, num con ex o de "quase ausência da p op iedade
ju idicamen e legalizada", osse um ins umen o em po encial pa a os ocupan es dos
e enos se man e em na posse deles.6 Is o po que é igualmen e a p á ica social que de ine a
legi imidade. No que diz espei o a Minas Ge ais, a p op iedade se acha a ju idicamen e
legalizada desde o momen o em que as p imei as ca as de sesma ia o am concedidas, a
pa i de 1710; e mui o pouco empo depois, po meio de ansações de comp a e enda
egis adas nos li os de no as de cada ila. Es e quad o ob iamen e ep oduz-se em odo o
país, e explica po que nos p ocessos de emba go es udados po Má cia Mo a en e as
décadas de 1850 e 1860 não se eco e em nenhum momen o aos egis os de e a como
ins umen os de p o a de p op iedade. Os egis os não pa icipa am da p á ica social nos
p ocessos de es abelecimen o do di ei o de p op iedade da e a.
Em sín ese, são as condições his ó icas de p odução das decla ações em cada
pa óquia que con e em o ca á e de cada egis o. Es as condições co espondem
undamen almen e à elação com a e a p edominan e e/ou dominan e em cada pa óquia.
T a a-se undamen almen e de uma azão ma e ial, de undo, pa a a ausência de
uni o midade dos egis os, que não se con unde com azões de o ma, como o zelo maio
5 MOTTA, Má cia Ma ia Menendes. Nas on ei as do pode : con li os de e a e di ei o ag á io no B asil de
meados do século XIX. Campinas: Uni e sidade Es adual de Campinas, 1996 ( ese de dou o ado), p. 299.
6 GODOY, Ma celo Magalhães; LOUREIRO, Ped o Mendes. Os Regis os Pa oquiais de Te as na His ó ia
e na His o iog a ia - es udo da ap op iação undiá ia na p o íncia de Minas Ge ais segundo uma ou a
me odologia pa a o a amen o do p imei o cadas o ge al de e as do B asil. Re is a His ó ia Econômica e
His ó ia de Emp esas/ABPHE. São Paulo, ol. 1. 1998, pp. 95-132, pp. 111-112.

ou meno dos pá ocos. Os egis os pa oquiais de e a não só não e am uni o mes como
não podiam de modo algum sê-lo, po que di e sas e am as condições ma e iais de p odução
de cada um. Em á eas com amplo p edomínio das es u u as de p odução camponesas, os
egis os e le em uma de e minada elação com a e a mui o dis in a da encon ada em
egiões em que o la i úndio esc a is a e a o pad ão. E mesmo nes as úl imas, há de se
conside a as di e enças en e á eas cujos p ocessos de ocupação da am de pe íodos
dis in os. Is o é obse á el, po exemplo, nos egis os da zona da Ma a cen al,
ca ac e izada po um ele ado núme o de pequenos e médios p op ie á ios u ais, em
especial nas eguesias de São João Ba is a do P esídio e São Januá io de Ubá. No momen o
em que os egis os o am ei os, ambas as eguesias expe imen a am já um acele ado
p ocesso de esgo amen o do pad ão camponês de uso do solo: desde a década de 1840 a
on ei a deixa a de exis i , e os la ado es passa am a não mais pode con a com a
ocupação de pa celas no as pa a a ep odução do seu modo de exis ência. O echamen o
das on ei as a uou como o p incipal elemen o de des uição desse modo de p odução. Já
e a inclusi e possí el de ec a os p imei os sinais de ecomposição da p op iedade undiá ia
que se ha ia esmigalhado po con a das pa ilhas ao longo de á ias ge ações. Si uação
mui o di e sa podia se encon ada à mesma época na eguesia izinha de Leopoldina,
pe ei a ma e ialização de á ea dominada pelo la i úndio esc a is a: dois e ços das e as
decla adas no li o co esponden e a es a pa óquia se concen a am nas mãos de um único
g upo amilia .7
É exa amen e es a al a de uni o midade das in o mações p esen es nos egis os que
a ua como p incipal obs áculo em abalhos que ado am uma pe spec i a compa ada. Assim
oco e com os egis os de San o An ônio do Pa aibuna, Simão Pe ei a e São Paulo do
Mu iaé, que impedi am a Rômulo And ade de alha os ipos de p op iedades e ben ei o ias,
o que só oi-lhe possí el pa a a eguesia de Nossa Senho a da Gló ia (à época, dis i o de
São Paulo do Mu iaé). Pa a Simão Pe ei a apenas duas a iá eis pude am se quan i icadas
(p op ie á io e á ea). Es as di e enças ce amen e e le em condições ma e iais, e não
simplesmen e maio ou meno zelo des e ou daquele igá io. Além dis o, Rômulo And ade
7 CARRARA, Angelo Al es. Es u u as ag á ias e capi alismo; con ibuição pa a o es udo da ocupação do solo e
da ans o mação do abalho na zona da Ma a minei a (séculos XVIII e XIX). Ma iana: Edi o a da UFOP,
1999.
chamou a a enção pa a um elemen o que de a o em sido pouco explo ado: o pe cen ual de
decla an es em elação à população li e adul a em cada pa óquia. Pa a And ade, os 2% em
San o An ônio do Pa aibuna e 12% em Nossa Senho a da Gló ia podem an o mos a um
ce o desin e esse dos p op ie á ios pela legalização de suas e as", como ambém "se um
sin oma de b u al concen ação de e as obse ada nesse ipo de documen ação".8
Mas se nos di igimos pa a á eas mais longínquas, e com baixa densidade
demog á ica, o quad o que eme ge em con o no mui o di e so. A baixa densidade
demog á ica possibili a a a cons i uição de azendas de g andes dimensões, e cujos limi es
a amen e e am conhecidos. A p óp ia ó mula dos egis os de e as de meados do século
XIX con empla a essa imp ecisão. No de Pilão A cado, o amanho mais eco en e é de
duas léguas, mas as di isas não e am ce as: o cálculo pode se alí el pela azão de nunca se
[a azenda] medida. No da Ba a, odos p óp ios p op ie á ios decla a am igno a as
ex emas. Além disso, não e a comum as p op iedades acha em-se sepa adas en e os
he dei os. Em Pilão A cado e Ba a, po exemplo, compunha a ó mula as exp essões em
comum com ou os possuido es, ou em comum com ou os co-he dei os.9
Mas ão impo an e quan o as elações de cada indi íduo com a e a decla ada, as
elações que os decla an es man inham en e si, e que podiam a ia de "mansa e pací ica"
a é o con li o abe o. Es as elações são as a iá eis undamen ais que de inem a equação das
condições obje i as de p odução dos egis os. Em suma: os egis os pa oquiais de e a ão
somen e e le em, e não ul apassam as condições his ó icas que lhes de am o igem. Como
ou as on es coe âneas, padecem dos mesmos ícios e des u am das mesmas i udes. Mas
sem dú ida es amos de aco do, e é o que aqui gos a íamos de en a iza , quan o à ca ência
de pesquisas que pe mi am a e i de modo consis en e as in o mações dos egis os, o que
exigi ia a iculá-las com a de ou as on es. Is o "possibili a ia an o e i ica a consis ência
do con eúdo da documen ação quan o islumb a ou as dimensões". 10 É is o que
pe mi i ia uma melho ap eciação dos limi es e po encial dos egis os pa oquiais de e as.
8 ANDRADE, Rômulo Ga cia. Fo mação de es u u as ag á ias e seu dinamismo na zona da Ma a Minei a.
In: Seminá io Sob e a Economia Minei a, 12, 2006, Diaman ina. Anais. Belo Ho izon e: CEDEPLAR, 2006.
9 CARRARA, Angelo Al es. Paisagens u ais de um g ande se ão: a ma gem esque da do médio São
F ancisco nos séculos XVIII a XX. Ciência e T ópico, Reci e, ol. 29, pp.61-124, 2001.
10 GODOY, Ma celo Magalhães; LOUREIRO, Ped o Mendes. Os Regis os Pa oquiais de Te as na His ó ia
e na His o iog a ia - es udo da ap op iação undiá ia na p o íncia de Minas Ge ais segundo uma ou a
2. O egis o de e as de San o An ônio do Pa aibuna: limi es e
possibilidades
O egis o de e as de San o An ônio do Pa aibuna, cons i uído de 214 egis os,
em o igem no dec e o nº. 1318, de 30 de janei o de 1854, que egulamen ou a execução
da lei de e as (lei nº 601, de 18 de se emb o de 1850). De aco do com o a igo 100, as
decla ações das e as possuídas de iam con e : o nome do possuido , a designação da
eguesia, em que es a am si uadas; o nome pa icula da si uação, se o i e ; sua ex ensão se
o conhecida, e seus limi es. Um exemplo ( egis o 6):
An ônio Ca los Machado possui uma azenda de cul u a denominada Pouso Aleg e
si a na eguesia de San o An ônio do Juiz de Fo a, município da mesma ila, a qual
azenda compõe-se de duas sesma ias medidas e dema cadas, e ou as comp as
anexas, odas eunidas le a ão mais de oi en a alquei es de plan a de milho pouco
mais ou menos. De endo-se i a um qua o de e as em a sesma ia que oi de
Sil es e Mages e, que pe ence a José da Cos a, e con ina oda a azenda den o de
suas con on ações pelo sul com Dominciano Al es Ga cia, ao no e com a sesma ia
de José Rod igues Vale, den o da qual em mais in a e cinco alquei es de plan a
de milho, ao les e com a sesma ia de Ignácio da Sil a Campelo, ao es e com a
azenda de dona F ancisca e com quem mais haja de pa i . Pouso Aleg e in e e
no e de dezemb o de mil oi ocen os e cinqüen a e cinco. //An ônio Ca los
Machado
O a igo 92 de e mina a que os egis os de e iam se ei os em um p azo máximo
de ês anos e meio, is o é, a é junho de 1857. Na eguesia de San o An ônio do Pa aibuna
o p imei o egis o da a de 14 de ab il de 1855, e o úl imo, de 22 de ab il de 1856. Os
egis os de iam se edigidos pelo igá io da pa óquia (a igo 97). É p o á el que o igá io
esponsá el em Juiz de Fo a enha sido o mesmo pad e Tiago, que no mesmo pe íodo
assinou os egis os de ba ismo, óbi os e casamen os da pa óquia. As p op iedades pode iam
se em decla adas an o pelos donos como po quem po esses ossem designados (a igo 93).
Do o al de 214 egis os, 51 (ou 23,83%) o am ei os a ogo, e 163 (ou 76,17 do o al),
pelo p óp io p op ie á io. A maio ia das decla ações o am ei as en e ma ço e ab il de
1856. Nesse úl imo mês, os egis os chega am a 143; em 1855 o am ei os apenas 15
egis os.
me odologia pa a o a amen o do p imei o cadas o ge al de e as do B asil. Re is a His ó ia Econômica e
His ó ia de Emp esas/ABPHE. São Paulo, ol. 1. 1998, pp. 95-132.
A posse e a p op iedade plena não apa ecem cla amen e disc iminadas. Um exemplo
dessa inde inição, em que um sí io é decla ado si ua -se den o de ou a p op iedade pode
se is o abaixo ( egis o 88):
Manuel An ônio Viei a possui em comum com os he dei os do inado Manuel
Linha es Pe ei a e sua mulhe na azenda denominada Piedade, des a eguesia um
sí io in i ulado Campo Belo con ando 21 alquei es de e a de cul u a mais ou menos
o qual di ide com Vicen e An ônio Co eia, So e o Manuel F ancisco, Sil es e
Delgado Mo a, a iú a do inado Joaquim F ancisco, Flo ência Linha es, Ma celino
de Tal, pede egis o. Vila de San o An ônio do Pa aibuna, 16 de ab il de 1856.”//A
ogo de Manuel An ônio Viei a//Ma iniano Peixo o de Mi anda
Den e as o mas mais usuais de aquisição de e as decla adas pelos p op ie á ios
es ão as he anças, com 52 egis os, as comp as, 87. A pe mu a apa ece apenas uma ez
( egis o 50). O "posseamen o" apa ece nos egis os 38 ("posse ha ida a possei os") e 187
(" e as que posseou").
A mais impo an e objeção quan o à possibilidade de uso dessa on e num
mapeamen o da es u u a undiá ia diz espei o ao ca á e imp eciso das decla ações. Es as
imp ecisões e e em-se:
1. às medidas decla adas; p. ex. ( egis o 60): "Eu abaixo assinado mo ado no Cu a o
do Espí i o San o do e mo do Ma de Espanha possuo um qua o de e as e mais ês
alquei es mais ou menos po comp a que iz a João Ignácio da Sil a na azenda de Sil es e
Delgado Mo a e seus he dei os. Bem assim mais in e ou in a alquei es comp a que iz ao
mesmo Sil a anexa ao mesmo qua o. Bem assim mais dez ou doze alquei es comp a que iz
a Lucas Leonel Soa es anexos ao mesmo qua o. Tudo no dis i o de Juiz de Fo a. Es as
e as di idem com An onio Gomes Tolen ino, José Ignácio da Sil a, João de Paula
Rod igues. Dis i o de San o An onio do Pa aibuna 11 de ab il de 1856. //An onio Al es
Ba bosa"
2. à localização das p op iedades; p. ex. ( egis o 95): "Digo eu abaixo assinada que
possuo umas e as posseadas pelo alecido meu ma ido, cujas e as calculadas em in e
alquei es pouco mais ou menos di ide com a azenda do Ma o Vi gem, e com a azenda da
Cachoei inha de Venâncio Delgado, e po ou o lado com o si io denominado Cachoei a
da G ama da senho a dona Umbelina. A minha si uação se chama independência. Te mo
da ila de San o An onio do Pa aibuna coma ca da cidade de Ba bacena. São 14 de ab il de
1856. // F ancisca de Paula de Oli ei a
mais segu a a indicação das di isas. Já o egis o 44 não menciona a di isa com a
p op iedade de Campo Aleg e. No egis o 82, a "sesma ia dos Ribei os" e e e-se sem
dú ida à p op iedade de José Ribei o de Resende. Nes e caso ambém não é decla ada a
p op iedade do Re i o ou seu p op ie á io An ônio Cae ano de Oli ei a Ho a. Po im, as
lacunas no egis o 203 pode iam se p eenchidas com a inco po ação dos dados de ou as
p op iedades cons an es dos egis o pa oquial de e as.
Assim, a iculando odas as in o mações ela i as às con on ações decla adas nos
egis os acima, em-se a igu a 3, em que as se as de sen ido con á io indicam a
con on ação mu uamen e econhecida, e a se a de sen ido único, o econhecimen o isolado
da con on ação de uma p op iedade po ou a.
Figu a 3
A elação en e decla an es e con on an es cons i ui uma das o mas possí eis de
c ia uma elação espacial. O passo seguin e co esponde à quan i icação do núme o de
con on an es de cada decla an e, pa a a ob enção da igu a geomé ica de base pa a o
cálculo da dimensão espacial p opo cional. Is o cons i ui a segunda ase do p ocesso de
mapeamen o, a edis ibuição espacial dimensionada. Em mui as decla ações é ap esen ada
a dimensão da p op iedade em alquei es, co das, palmos, sesma ias en e ou as medidas.
Is o aze com que seja necessá io con e e os alo es ap esen ados em di e en es unidades
de medida numa unidade pad ão. A abela 1 e oma os exemplos an e io es.
TABELA 1 CONVERSÃO DAS DIMENSÕES DECLARADAS PARA O SISTEMA MÉTRICO
azendas
dimensões
con e são em m²
Fo aleza
2 sesma ias
21.780.000
Re i o
3 sesma ias
32.670.000
São FIDÉLIS
150 alquei es
7.260.000
Boa Vis a
1 sesma ia
10.890.000

Campo Aleg e
50 alquei es
2.420.000
Fon e: TEIXEIRA, Winca Góes. Se iço de Es a ís ica da P odução, Minis é io da Ag icul u a – se emb o de
1946. In: FALCÃO, Ismael Ma inho. Di ei o Ag á io B asilei o: dou ina, ju isp udência, legislação e p á ica.
Agenda Ope acional – EMATER MG 2004.
Como são cinco p op iedades con on an es, em-se um pen ágono ep esen ando a
azenda Fo aleza. Pa a dis ibui seus 21.780.000 m² u ilizou-se a ó mula da á ea do
pen ágono egula pa a encon a o aio e de ini a igu a geomé ica ci cunsc i a no
polígono. De posse des e esul ado, pode-se c ia uma in e ação espacial po meio de
p og amas in o má icos que habili em o manuseio das igu as geomé icas, o que pe mi e
a ança na análise da p opo cionalidade das á eas ep esen adas, ainda que es as dimensões
não co espondam exa amen e.
Figu a 4
Exis e uma segunda possibilidade de p ocede à ep esen ação espacial especí ica do
geop ocessamen o po meio da c iação de bu e s, os quais ap esen a iam a mesma á ea a
pa i do aio, po ém com um o ma o geomé ico comum a odas as ep esen ações. As
di e enças não pa ecem undamen ais e a segunda o ma chega a se mais p á ica e ápida de
aplicação do que a p imei a. A p imei a é aplicá el manualmen e em uma base i ual
( undo em b anco) e ambém aplicá el ao so wa e Au oCAD.
A e cei a e apa do p ocesso pode se chamada edis ibuição e e enciada, em que
se busca escalona geog a icamen e e e e encia a dis ibuição de p op iedades à sua egião
o iginá ia, ou seja, é ho a de uni os aspec os geog á icos às in o mações da es u u a
undiá ia cons uída e econs uída pela sociedade. Nes e momen o há a necessidade do uso
de so wa es de Sis ema de In o mação Geog á ica pa a um melho esul ado e manejo das
in o mações pela in e ace i ual.13
A qua a e úl ima e apa é a co espondência en e p op iedades e p op ie á ios
ma cados na p imei a ase sem uma pad onização. Nes a ase busca-se inse i ao mapa
i ual o máximo de in o mações que co espondam à his ó ia do p op ie á io, amília e
p op iedade. A p incípio es as in o mações se ão acessadas a a és de laye s, e
co esponde ão somen e àquelas o iundas do egis o pa oquial de e as, deixando a
possibilidade de ac éscimos e e isões. Impo a em um mapa i ual a capacidade de
manipulá-lo e ape eiçoá-lo. Es a ase é, de odas, a mais incomple a e sua ca ac e ís ica é
induzi os pesquisado es que de enham in o mações de in e esse pa a es a pesquisa a
in e agi com ela.
3.2. A p imei a ase con e ida num p og ama in o ma izado: o
Sis ema de Espacialização de P op iedades po Vizinhança (SEPV)
As qua o e apas ap esen adas an e iomen e na ealidade cons i uem uma o ina de
análise, que, como al, pode se desen ol ida em p og amas p óp ios. Além dis o, os
p ocedimen os desc i os acima êm co espondência aos encon ados nela eo ia dos g a os,
um amo da ma emá ica que es uda a elação en e os obje os de um de e minado
conjun o. No uso que azemos des a eo ia, os obje os são as p op iedades enquan o que as
es u u as são o conjun o o mado pela p op iedade e suas con on an es, al como
ap esen ado an e io men e nas igu as 2, 3 e 4.
Po con a dis o, desen ol eu-se no G upo de Pesquisa em His ó ia Quan i a i a e
Geo e e enciada um so wa e que sin e iza es as e apas, denominado Sis ema de
Espacialização de P op iedades po Vizinhança (SEPV). T a a-se um p oje o pilo o
desen ol ido po Ra ael Lagua dia, mas que já se mos a e icien e pa a os obje i os iniciais
de aplicação des a me odologia. A jus i ica i a de desen ol imen o des e p og ama ad em
do incomple o auxílio dos p og amas de GIS pa a o a o da in o mação his ó ica. O SEPV
p e ê a ep esen ação de cada p op iedade po um cí culo, omado como a igu a
geomé ica capaz de ci cunsc e e ou as o mas egula es. Na cons ução des e cí culo já
13 Um es e com o p og ama A cView no seu aplica i o A cMap pode se consul ado em LAGUARDIA,
Ra ael Ma ins de Oli ei a. So e de e as, azendas, sesma ias: geo e e enciamen o como ins umen o de
análise do egis o de e as. Juiz de Fo a: UFJF, 2011 (disse ação de mes ado).
es ão con idas as ó mulas de ep esen ação da medida do espaço da p op iedade. Es e é o
p imei o passo pa a se alcança as o mas i egula es, con o me as in o mações disponí eis.
O uso de co es pe mi e de inições e di e enças quan o a aspec os p óp ios elencados pelo
pesquisado , bas ando c ia uma legenda pa a cada aspec o em análise. Po exemplo: uma
co pa a ep esen a p op iedades de uma mesma amília, en e ou os. A possibilidade de
a iação no amanho dos cí culos pode an o ep esen a a medida em escala, como
ambém g aus de p odução ou alo es ( igu a 5A).
Há ainda a possibilidade de ab i uma caixa de diálogo a p incípio com
con on an es, á ea do cí culo e co , bem como a ligação po meio de se as que podem
sinaliza os con on an es ou possí eis ci cui os me can is ( igu a 5B). O p og ama en a se
cons uído pa a o obje i o de espacializa as p op iedades ep esen adas pelos egis os de
e as de meados do século XIX, mas ou os usos de suas e amen as podem se explo ados
como em qualque desen ol imen o ecnológico, à medida que o sendo desen ol ido e
ape eiçoado. Ob iamen e, suas limi ações e alhas, assim como seus ganhos e
opo unidades possí eis es ão subme idos a uma pe manen e a aliação e c í ica.
3.3. A segunda ase: o geo e e enciamen o das p op iedades
cadas adas
A ase seguin e p e ê duas e apas undamen ais. A p imei a co esponde à
sob eposição da dis ibuição espacial das p op iedades ep esen ada pela igu a 4 num mapa
de base. Pa a is o, con a-se com uma acilidade adicional indispensá el: a olha de Juiz de
Fo a elabo ada pela Comissão Geológica e Geog á ica de 1924, que eúne in o mações
his ó icas e geog á icas p oduzidas no inal do século XIX, como a al ime ia a a és das
cu as de ní el, pa e da ede hid og á ica, es adas e nomes das azendas ( igu a 6). Es a
olha opog á ica o e ece a eno me an agem de p ese a os nomes o iginais pelo menos
das maio es p op iedades u ais. Assim, o p ocesso de iden i icação adqui e maio
consis ência.
A e apa seguin e consis e basicamen e na manipulação das imagens de sa éli es ou
de ada pa a que a base geog á ica possa se geo e e enciada. A pa i das imagens SRTM
ou daquelas o necidas pelo INPE começa-se a cons ui es a base geog á ica. Na igu a 7
em-se a imagem da egião a se pesquisada disponibilizada pela Emb apa. Po meio da
manipulação da imagem com obje i o de o na mais e iden e o ele o, ob e e-se o
esul ado ap esen ado na igu a 8: as á eas de co es escu as co espondem às egiões de
maio es al i udes ( ons de e melho) enquan o que as de co es mais cla as ep esen am as
egiões de mais baixa al i ude ( ons es e deados e ama elados).
Em seguida, buscou-se localiza a á ea de d enagem da egião, is o é os cu sos d'água
(em azul na igu a 9). Es e laye da hid og a ia pode ambém se ob ido no si e do IBGE.
Assim, de iniu-se pelo sis ema A cGis a á ea em ques ão em seus elemen os geog á icos de
ele o e d enagem. Na sob eposição des a imagem com a p oduzida a pa i do A cGis
u ilizou-se o ecu so de anspa ência do so wa e Co el D aw. O esul ado pode se is o
na igu a 10.
Conside ações inais
A consis ência da análise e iden emen e aumen a á com o ecu so a on es
suplemen a es que escla eçam aspec os ele an es, ais como in en á ios pos mo em,
p ocessos cí eis ou esc i u as de comp a e enda, po exemplo. De oda a manei a, a pa i
des e pon o já é possí el ao menos a ança na análise dos condicionan es na u ais ou as
limi ações de e minadas pelo ele o e hid og a ia (p oximidade de nascen es, luxo, á eas de
alagamen os, e c.), den e ou as a iá eis geog á icas. O modelo aqui p opos o oi pensado
como auxilia da pesquisa his ó ica. Es as p op iedades só pude am se localizadas de ido à
in o mação cons an e nos egis os de e as. O mapa das p op iedades de 1924 pe mi iu
con i ma a localização delas. A combinação de in o mações his ó icas e geog á icas é,
con udo, pa e apenas das possibilidades. Ou os so wa es, como o Au oCAD pe mi em
ap oxima ainda mais as in o mações da on e com uma ealidade modela i ual.
Ou as ques ões p opos as pelo pesquisado são igualmen e possí eis de se
in es igadas, ais como a elação en e o p ocesso de ocupação undiá ia e a malha
hid og á ica ou da decli idade do e eno ou, ainda, o ipo de solo. É aqui que começa de
a o a análise do p ocesso de uso e ocupação do solo.
Re e ências
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2004.

Figu a 1
Di isão e dema cação de e as da azenda Palmi al, 1864
Fon e: A qui o da P e ei u a de Juiz de Fo a/P ocessos de Dema cação de Te as/
Dema cação e di isão da azenda Palmi al; 1o de dezemb o de 1864 [cx. 1, p oc. 1].
Figu a 5A
Figu a 5B
FIGURA 6: De alhe da Ca a de Juiz de Fo a 1924
Des aque da olha Ca og á ica de Juiz de Fo a de 1924, segunda edição, elabo ado pela
Comissão Geológica e Geog á ica de Minas Ge ais.
FIGURA 7: In e ace do A cGis com SRTM
Fon e: á ea de abalho do A cGis 9.1; aplica i o do paco e A qView u ilizado pa a análises de
imagens de sa éli es ou ada em unção do Geop ocessamen o.
FIGURA 8: In e ace do A cGis com imagem de Rele o
Fon e: Á ea de abalho do A cGis 9.1 aplica i o do paco e A qView u ilizado pa a análises de
imagens de sa éli es ou ada em unção do Geop ocessamen o. SRTM con e ido com écnicas
p óp ias do so wa e em in o mações de ele o.