Terminology work the Swedish way
Full text
Te minologia | 2007 | 14 37
Te minologia de
abalho à manei a sueca
ANNA-LENA BUCHER (em inglês)
Cen o Sueco de Te minologia
In odução
No meu a igo, ap esen a ei a si uação linguís ica na Suécia e o cen o sueco
de e minologia TNc, o "hub" no abalho de e minologia sueca há mais de 65
anos. O abalho de e minologia na Suécia ambém é ealizado de o ma
sis emá ica po ou os: algumas agências públicas e emp esas p i adas
a am das suas p óp ias necessidades e minológicas, mas ainda em
es ei o con ac o com a TNc. No en an o, desen ol eu-se um no o me cado
de e minologia em que ou os consul o es que não a TNc es ão a o e ece
se iços de e minologia, o que ambém se á mencionado.
A si uação linguís ica na Suécia Na sua polí ica linguís ica de 2005, o Riksdag
(Pa lamen o sueco) decidiu que o sueco de e ia se a língua p incipal da Suécia.
No en an o, em Janei o de 2008, a ques ão de como is o de e se egulamen ado
po lei ainda es á a se in es igada. O sueco em po mui os anos des u ado
de um s a us indiscu í el como língua p incipal da Suécia, mesmo que es a
posição nunca enha sido o icialmen e sancionada. O sueco em sido u ilizado
em odos os domínios da sociedade, po exemplo, a adminis ação, a jus iça e o
sis ema polí ico, bem como em odos os ní eis do sis ema educa i o, da ida
p o issional e da cul u a. Ou as línguas aladas na Suécia, en e elas o
inlandês, i e am endosso o icial de uso no go e no da Suécia ou o am usadas
de ou a o ma sem a e a de o ma alguma o s a us do sueco como a
p imei a língua ób ia da nação. É ambém um ac o que mui as ou as línguas
são aladas na Suécia, hoje como no passado. A mig ação de abalhado es
desde a década de 1950 e, mais a de, ou os ipos de imig ação e os equisi os
da UE como consequência da adesão da Suécia à UE em 1995 i e am uma o e
in luência na si uação linguís ica e na consciência do uso da língua no país.
En e as línguas que o am decla adas línguas mino i á ias nacionais há ce ca
de seis anos es ão o sami, o inlandês. O que ealmen e es á acon ecendo, no
38-Lena Buche | T abalho e minológico à manei a sueca ish e a a iedade
o am aladas no a ual e i ó io sueco. Mas ago a o am legalmen e
econhecidos, em ha monia com os equisi os legisla i os da UE. As ou as
duas línguas mino i á ias ago a o icialmen e econhecidas, o iídiche e o
omani, ambém êm longas adições de uso no país.
Pa adoxalmen e, a posição da língua sueca na Suécia pode ia, eo icamen e, se
ameaçada pelo es a u o legal concedido a algumas das línguas mino i á ias do
país, se o seu es a u o não o o icialmen e econhecido na lei. Embo a pa eça
imp o á el que isso seja pe mi ido na p á ica, es a e se o esul ado das
discussões em cu so pôs im a ais especulações.
en an o, é que o uso do sueco oi ameaçado ou a é mesmo subs i uído pelo uso
do inglês em alguns domínios e si uações de ala no país. Is o é
pa icula men e álido pa a a p odução de a ados e a igos esc i os em
ciências na u ais e médicas no ensino supe io e na in es igação, e ambém,
cada ez mais, em emp esas en ol idas em negócios in e nacionais. Embo a o
sueco enha sido dado po ce o an e io men e, su giu a pe cepção de que a
escolha do sueco como língua p e e ida em á ios domínios no país pode
p ecisa de a enção e apoio. Assim, em dezemb o de 2005, o Riksdag (Pa lamen o
sueco) decidiu uma no a polí ica linguís ica pa a a Suécia, com qua o
obje i os ab angen es: 1. O sueco de e se a língua p incipal na Suécia. 2. o
sueco de e se uma língua comple a, ou seja, se possí el de usa em odas as
á eas da sociedade, se indo e unindo a nossa sociedade. 3. O sueco de uso
o icial e público de e se co e o, simples e comp eensí el.
4.Todo o mundo em di ei o à língua: ap ende sueco, ap ende línguas
es angei as e usa a língua ma e na ou a língua mino i á ia. A no a
polí ica linguís ica ambém decla a que de em se omadas medidas pa a
ga an i que os e mos e exp essões suecos possam se ge ados em odas
as á eas em que que emos pode usa o sueco e é, na u almen e, um
p é- equisi o necessá io pa a o objec i o núme o dois.
T abalho de e minologia na Suécia
A elabo ação de manuais, g amá icas, glossá ios, dicioná ios e assim po dian e em apoio do sueco em uma longa adição.
Olle Josephson,1 o di e o de 1 Josephson, O. (2004) […]Ju[…]. I ågasa a själ kla he e om s enskan, engelskan och alla
and a sp åk i S e ige. Es ocolmo: No s ed s O dbok. ISBN 91-7227-406-9. (a) Qual é a o igem da in o mação? (b) Qual é a
o igem da in o mação?
Meänkielä in imamen e elacionada com es e úl imo. Es as línguas semp e
Te minologija | 2007 | 14 39 o conselho da língua sueca, diz que os a os de cul i o
da língua […] a os de Sp achp lege se usa mos a pala a alemã […] na
comunidade de língua sueca de hoje são ipicamen e in o mados po um ideal
[…]social[…] em ez de um […]cul u al[…]. O ideal social ge a a gumen os que
en a izam a acilidade de u ilização e isam uma comunicação e icien e en e
odos os cidadãos e esiden es em e mos o mais iguais possí eis. O cul i o da
língua do pon o de is a cul u al concen a-se na língua, não em seus
usuá ios, e, em ez disso, se es o ça pa a man e e desen ol e uma língua
ica e mul i ace ada com o es adições e p omo e um sis ema linguís ico
exp essi o, lógico e consis en e com base em sua adição his ó ica.
O ideal "social" inspi ou a c iação de um cen o de e minologia sueco. Os
p imei os passos o am dados em 1936, quando oi es abelecido um comi ê de
nomencla u a den o da Academia de Ciências de Engenha ia. Os engenhei os,
especialmen e os in en o es e os no malizado es, oma am a inicia i a […]pa a
sa is aze a c escen e necessidade de uma e minologia adequada[…]2. Cinco
anos depois, em 1941, oi c iado um cen o pe manen e de e minologia écnica
com base no comi ê e com es a u os es abelecidos pelo go e no. Seu nome
o nou-se Tekniska nomenkla u cen alen (o cen o sueco de e minologia
écnica) e seu ac ônimo e a TNc. Em 2000, o TNc oi econs uído e o nome oi
mudado pa a Te minologicen um TNc (O Cen o Sueco de Te minologia). O nome
oi delibe adamen e o nado mais ge al a im de e le i a ampliação das
a i idades do cen o. No en an o, a sigla TNc oi man ida a im de en a iza a
con inuidade das suas ac i idades.
Aqueles ca alhei os (sim, e am apenas ca alhei os!) que unda am o TNc e am mui o pe spicazes. Ainda hoje,
mais de 65 anos depois, nós no TNc conco damos com a p imazia do ideal social e conside amos o nosso
abalho como "mode no". A nossa a i ude é mui o p agmá ica, esol emos p oblemas de comunicação de
g upos especí icos de u ilizado es e é na u al econhece a o ma "social" como a única o ma iá el. As
necessidades e exigências de aze isso êm das aízes da necessidade de especialis as de uma comunicação
e icien e. A medida do sucesso, o esul ado do nosso abalho, é sa is aze as suas necessidades, e po essa
mesma azão o esul ado, o esul ado e minológico, implica aco do e acei ação. sem qualque p esc ição
no ma i a, o aco do 2 P o okoll ö id samman äde med Nomenkla u kommi én, Kungl.
Ingenjö s e enskapsakademien em 15 de janei o de 1936. (Minu as de uma eunião com o comi ê de
nomencla u a, Academia Real de Ciências de Engenha ia, 15 de janei o de 1936).
40 Anna-Lena Buche | O abalho e minológico à manei a sueca passa a se i
di e izes de cima, mas de necessidades p óp ias de um de e minado g upo de
clien es que seus e mos se o nam a no ma, pa a eles. Es a no ma uni ica o
uso nessa ede de usuá ios.
A no a TNc é uma emp esa p i ada. No en an o, con inuamos a ecebe uma
sub enção go e namen al do Minis é io das Emp esas, da Ene gia e das
Comunicações pa a unciona como o "cen o" das ac i idades e minológicas
suecas. A sub enção co esponde a ce ca de 50% do olume de negócios anual.
O p incipal objec i o da TNc e a e con inua a se o de sa is aze odos os
ipos de necessidades e minológicas que podem e edes pa icula es de
p o issionais em p a icamen e qualque domínio de abalho. A im de alcança es e objec i o, a TNc:
• O e ece se iços e minológicos e apoia agências públicas, o ganizações, o ganizações e
emp esas que ealizam abalhos e minológicos;
• Desen ol e p odu os e minológicos, ais como glossá ios e bancos de e mos;
• Elabo a eg as e o ien ações pa a a edacção de ex os écnicos;
• ecolhe, egis a e p ocessa in o mações e minológicas, po
exemplo, no os e mos, e mos an igos num no o con ex o, in o mações concei uais;
• O e ece pales as e cu sos de e minologia e esc i a écnica;
• coope a com ou as agências linguís icas e e minológicas, an o a
ní el nacional como in e nacional;
• Pa icipa na no malização in e nacional no âmbi o da
ISO e cEN.
Redes de coope ação
A ou a agência de cul i o da língua na Suécia, o conselho da língua sueca, é
inanciada pelo Minis é io da Cul u a. O conselho a ende ao uso ge al da
linguagem, enquan o o TNc a ende às línguas pa a ins especiais com oco na
e minologia. A exis ência de duas agências de cul i o de línguas com á eas de
esponsabilidade di e en es nunca oi um p oblema na Suécia. Ambas as
agências es ão en ol idas numa ede de ou as ins i uições de especialis as
em línguas, po exemplo, a Academia Sueca, os consul o es linguís icos dos
meios de comunicação (diá ios, ádio e ele isão), os consul o es linguís icos
do Gabine e do P imei o-Minis o, o Ins i u o Sueco de No mas, e c. Es a
ede eúne-se qua o ezes po ano pa a um in e câmbio de in o mações;
Também pa a discu i ques ões de polí ica linguís ica e ce as ques ões
undamen ais de linguagem ou de e mos.
Ou a coope ação, mui o impo an e pa a a TNc, é a ede nó dica
de no ma pa a o seu g upo de u ilizado es pa icula . Assim, não é po causa de
Te minologia | 2007 | 14 41
No d e m3 A coope ação nó dica em e minologia exis e desde a década de 1940
e a ede No d e m, c iada em 1976, o malizou ligei amen e a coope ação. Foi
c iado em consequência de inicia i as das p óp ias agências. A No d e m não é
uma en idade ju ídica independen e e não dispõe de inanciamen o p óp io, mas
pode solici a inanciamen o pa a ce os p ojec os.
TERMINOLOGIA da p odução
Os p oje os e minológicos que o am a ibuídos ao TNC du an e os seus
p imei os anos de exis ência, na década de 1940, esul a am em glossá ios em
di e en es campos écnicos, po exemplo, Glossá io de undação, Glossá io de
esmal amen o, Glossá io de esis ência de ma e iais e Glossá io de e mos
de pin u a de casas. O oco oi delimi a e desc e e concei os den o de um
campo emá ico de cada ez (ou á ea de p á ica especializada) em sueco,
e le indo o mundo concei ual sueco, e ambém da equi alen es em ou as línguas nó dicas, mui as ezes ambém em
Inglês, alemão e ancês.
A base cien í ica pa a o abalho de e minologia do TNc oi bem desc i a pelo
p imei o di e o do TNc, John Wenne be g. ele inha um dou o ado em
engenha ia ele o écnica e ambém inha um p o undo conhecimen o de
linguís ica. Inciden almen e, ele conhecia Eugen Wüs e e, como Wüs e ,
conside a a o concei o como em p incípio independen e da exp essão
linguís ica e explica a po que e a p á ico dis ingui en e obje os no mundo
eal, concei os e e mos e de inições. a i mou: "O abalho de e minologia
em dois lados, sanciona e mos ap op iados e es abelece o seu
signi icado".4
O p opósi o da p odução inicial de e minologia da TNc e a a ende às
necessidades de comunicação que su gi am de ido à indus ialização,
pad onização e in e nacionalização que oco e am na época em odo o mundo
ociden al. Os iniciado es e am os p óp ios pe i os que mui as ezes
ep esen a am não apenas uma emp esa ou um ó gão o ganizacional, mas odo
o domínio ou comé cio.
Na década de 1960, o am iniciados p ojec os e minológicos a pa i de ou os domínios do que os
es i amen e écnicos, po exemplo, sil icul u a, ambien e de abalho, limpeza, pensões, e c. O
abalho de e minologia em elação à adução o nou-se mais p edominan e no inal dos anos oi en a.
Os países nó dicos são: Dinama ca, Ilhas Fa oé, Finlândia, G oenlândia, Islândia, No uega e Suécia. 4
Wenne be g, J. (1955). A Comissão conside a que a Comissão não em compe ência pa a de e mina a
compa ibilidade de uma medida de auxílio com o me cado in e no. O d ö kla inga (Decla ação de o dem) O d och u yck, 25, p. 21 e 22. (TNc 25) Não é possí el.
42-Lena Buche | T abalho e minológico na o ma sueca p ojec o de adução
de um Espaço Económico Eu opeu (EEE). Ce ca de 10 000 páginas de documen os
o iciais da CE o am aduzidas pa a o sueco e, como esul ado do
en ol imen o do TC, publicámos um dicioná io um pouco di e en e […]Ec wo ds
and Exp essions[…]5. Es e dicioná io con ém e mos, ases, nomes e
con ex os em sueco e em inglês ex aídos de e sões pa alelas de alguns
documen os essenciais da CE, como o T a ado de Roma. O objec i o e a
o e ece o ien ações pa a adu o es e ou os u ilizado es, pa a ajuda a
e i a a apa ição de á ias aduções pa a os mesmos concei os. Quando a
Suécia en ou na UE em 1995, a TNc ecebeu qua o a e as ab angen es
ela i as à a ualização do Eu odicau om, o banco de e mos da Comissão
Eu opeia, com a e minologia sueca. num pe íodo de cinco anos, a TNc a ualizou
o Eu odicau om com ap oximadamen e 140 000 e mos suecos, a maio ia
ambém com de inições, cob indo ce ca de 100 domínios di e en es.
O se iço de consul a e minológica da TNc é um dos se iços o e ecidos àqueles
que necessi am de in o mações e minológicas e de assis ência em ques ões
elacionadas com a e minologia. O que dis ingue o a amen o de consul as
e minológicas de ou as p oduções e minológicas, glossá ios, po exemplo, é o
seu ca á e jus -in- ime. Po ou o lado, o que une es a ac i idade à p odução de
glossá ios é que ab angem quase as mesmas ac i idades: pesquisa de in o mações
e minológicas, análise e, em mui os casos, p odução de no os conhecimen os
e minológicos na o ma de no os e mos, de inições, desc ições de concei os,
e c. Pode-se e o p ocessamen o de uma consul a especí ica como uma espécie
de p oje o e minológico em meno escala. O acúmulo de consul as e a
comunicação en e a TNc e os clien es ambém es imulam p oje os maio es. A TNc
em o necido um se iço de consul a e minológica a u ilizado es de línguas
especializadas e ao público em ge al desde a sua undação. No malmen e, nos
p imei os dias, mui as consul as se e e iam a concei os e e mos que
pe enciam ao ocabulá io écnico básico e ge al. E a na u al, no início da
exis ência da TNc, que as pessoas p ocu assem ecomendações sob e como
dis ingui en e e mos écnicos ge ais, como máquina, ins umen o e apa elho,
uma ez que a é en ão, o único conselho que podia se encon ado e a 5 EGs o d
och u yck (Ec wo ds and Exp essions) (1993). Wiken, po a o . ISBN 91-7119-394-4.
(a) Qual é a o igem do nome? (b) Qual é a o igem do nome?
ab angen e que e e luga a pa i de 1989 em conexão com o es abelecimen o
Te minologija | 2007 | 14 43 o que os dicioná ios ge ais a i ma am e que e a
p incipalmen e de na u eza desc i i a em ez de colabo a i amen e no ma i a.
En e os anos 40 e 60, a maio ia das consul as dizia espei o a domínios
cien í icos e écnicos. Hoje, é uma a iedade mais ampla de domínios: medicina e
cuidados de saúde, di ei o, química, adminis ação pública, o mação e ensino,
in o má ica, ciências da ida e elecomunicações. Uma e olução semelhan e diz
espei o à a iedade de ocupações dos a uais u ilizado es de se iços;
An e io men e, a maio ia dos u ilizado es e a de especialis as no domínio da
ma é ia e os u ilizado es de hoje endem a abalha na adminis ação pública, ou
como adu o es, p o esso es, esc i o es écnicos, jo nalis as, e c. Um
aspec o in e essan e do se iço de consul a é como ele ajuda o TNc a "de ec a "
no as endências no LSP, em um ou mais campos emá icos. Como di o acima, o
inglês em uma o e in luência sob e a língua sueca em alguns domínios e
si uações de ala. Em 1996, quando o uso da In e ne e do e-mail ainda e a
ela i amen e no o, hou e um núme o c escen e de consul as sob e equi alen es
suecos pa a e mos como homepage, e-mail, web, cha . Pouco depois disso, o
conselho da língua sueca e o TNc o ma am o G upo Conjun o de Te minologia de
Compu ado es Sueca. Mais a de, c iamos ou os g upos semelhan es, en e eles
o G upo Conjun o de Te minologia Sueca de Ciências da Vida. O obje i o desses
g upos é consolida e, con o me as inadequações no uso a ual possam exigi , c ia
uma e minologia adequada que não exija a mudança do sueco pa a o inglês, bem
como ha moniza a e minologia exis en e analisando concei os e o necendo
de inições e explicações plausí eis. Os g upos são cons i uídos po pe i os em
cul i o de línguas ge ais, e minólogos, pe i os em ma é ia, po ezes ambém
po ep esen an es dos meios de comunicação social. Es es g upos não são como
os g upos de p oje o que p oduzem um glossá io em um campo especial, de em
se en endidos como salas de eme gência que esol em (cu am) p oblemas de
e mos pa a leigos e especialis as, ou seja, não apenas especialis as. Os g upos
ge almen e a am concei os indi iduais em ez de sis emas de concei os
in ei os como uma medida imedia a pa a p opo e mos que se am bem a
e olução do uso.
TERMBANKS (em inglês)
O p imei o e mbank do TNc e a um a qui o de ca ão. Es a coleção de
ca ões inha sido empilhada já desde o início, no inal dos anos in a. Cada
ca ão con inha um e mo e sua on e, e mui o equen emen e os e mos
e am echos de manuais e li e a u a. No inal dos anos sessen a, a TNc começou a
44 Anna-Lena Buche | O abalho de e minologia à manei a sueca u iliza
le ou ao desen ol imen o de um banco de e mos ele ónico ao qual, em
meados dos anos 80, podia se acessado a a és de um modem. Em 1987, a
TNc publicou seu banco de e mos em um CD-ROM pela p imei a ez. Ou as
publicações do e mbank do TNc oco e am em 1989, 1992 e 2005.
Em 2006, a TNc ecebeu inanciamen o especial do Minis é io da Emp esa, do
Emp ego e das Comunicações pa a começa a cons ui um e mbank nacional
baseado na web, o Riks e mbanken. As azões pa a es a inicia i a es ão
enunciadas em á ios p oje os de lei do go e no. Aqui es á um exemplo: […]O
abalho de e minologia con ibui pa a um idioma que uncione bem em odas
as á eas da sociedade e aumen a a e iciência den o e en e á ios campos
emá icos. O ápido desen ol imen o da sociedade exige um abalho
cons an e de c iação e acessibilidade de e minologias aco dadas, em cada
ez mais domínios. O ácil acesso aos e mos a a és da In e ne num banco
nacional de e mos endossa al desen ol imen o. […]6
Du an e a p imei a ase de desen ol imen o, analisámos ou os bancos de
e mos baseados na web, po exemplo: IATE da UE e o Bankas Te minų da
Li uânia. Es amos ago a na segunda ase e a é ago a desen ol emos um
so wa e e um p o ó ipo de banco de e mos con endo ce ca de 7 000
egis os, a maio ia deles de glossá ios da TNc. Os nossos glossá ios
cons i ui ão a base do Riks e mbanken, mas a ecolha de ma e ial de ou as
pa es já começou, p incipalmen e de agências públicas. A im de decidi que
e minologias se quali icam pa a inse ção no Riks e mbanken, es amos a
elabo a c i é ios de qualidade que usa emos pa a classi ica e a alia as
á ias e minologias. Pa a começa , os seguin es c i é ios o am
conside ados os mais impo an es: iabilidade, p o eniência, o igem,
a ualidade e o iginalidade; (núme o de línguas, qualidade das de inições, e c.)
es amos a planea o na pública uma p imei a e são do Riks e mbanken a é ao inal de 2008.
A i idades de o mação
Na Suécia, os cu sos de e minologia começa am mais a de do que em alguns ou os países nó dicos.
A o mação em e minologia nas uni e sidades começou a uma escala ela i amen e g ande na
Dinama ca e na Finlândia no início dos anos 70 (em economia de emp esas), enquan o na Suécia a
o mação limi a a-se à ap endizagem no local de abalho (em TNc), não em p og amas de g aduação
ou diploma. Cen o sueco de e 6 Desde a polí ica de TI pa a a sociedade a é a polí ica pa a a
sociedade de TI (2005). Página 207. (SOU 2004-05:175) A Comissão conside a que a Comissão não cump iu as
ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. (Lei do Go e no sob e a polí ica sueca em ma é ia de TIC).
mé odos assis idos po compu ado na elabo ação de glossá ios, o que
Te minologija | 2007 | 14 45 A minologia é a mais an iga da egião do No e, mas é
in e essan e que enhamos a asado no es abelecimen o de o mação nas
nossas uni e sidades. No âmbi o da coope ação No d e m, o am o ganizados
qua o cu sos de pós-g aduação, o p imei o em 1978. Os ocos de conhecimen o
são um pouco di e en es nos países nó dicos e uma unção impo an e des es
cu sos e a con ibui pa a a pa ilha, o in e câmbio e o desen ol imen o do
conhecimen o.
Es es cu sos le a am g adualmen e ambém a o mação em uni e sidades
suecas e a maio pa e da o mação é minis ada pelo TNc, po ezes em
coope ação com o Ins i u o de Es udos de In e p e ação e T adução da
Uni e sidade de Es ocolmo. A maio ia des es cu sos az pa e de ou os
p og amas, p incipalmen e no âmbi o da o mação de adu o es ou dos
cu ículos linguís icos. Na p ima e a de 2002, oi c iado o p imei o cu so de
e minologia sepa ado pa a c édi o na Uni e sidade de Es ocolmo. E ago a, em
janei o de 2008, acabamos de e mina um qua o cu so de c édi o e, pela
segunda ez, como um cu so à dis ância baseado na web. A TNc ambém o e ece
cu sos pe sonalizados pa a p ojec os especiais ou g upos de in e esse, an o
no sec o público como no p i ado. De ac o, as ac i idades de o mação
expandi am-se mais do que as ou as ac i idades do TCN du an e a úl ima
década. O aumen o da consciência e minológica que obse amos como esul ado
da a ual sociedade da in o mação e do conhecimen o ( e abaixo) le a a es a
demanda; mui as pessoas p ecisam de comp eende mais a eo ia da
e minologia e os p incípios e mé odos pa a o abalho de e minologia.
No que diz espei o à o mação, emos a seguin e isão pa a o u u o
na TNC:
• elabo a e desen ol e mais cu sos baseados na In e ne , an o a
ní el nacional como a ní el nó dico;
• a gumen a a a o de módulos de e minologia em odos os p og amas
uni e si á ios, não apenas em p og amas de adução e linguís ica, e is o
numa ase inicial da o mação. Es amos con encidos de que a consciência
e minológica é uma e amen a impo an e e aliosa na aquisição de conhecimen os.
No os desa ios
A ansição da sociedade de uma sociedade indus ial pa a uma sociedade
baseada no conhecimen o le an a no as exigências e em um impac o ambém
no abalho e minológico. Ago a, as ac i idades elacionadas com
• ga an ia da qualidade,