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3Te minologia | 2018 | 25
Lida com os p incipais e mos da e minologia1
PeeP Nem al s
Tallinn Uni e si y
Pala as-cha e: concei o, designado , ha monização, e mo, in en á io de e mos,
e minologia, no ma e minológica, ocabulá io
In odução
A maio ia dos e minólogos pa ece conco da que odo o abalho
e minológico - planeamen o, ges ão, ha monização e no malização de e mos
- de e basea -se numa comp eensão cla a da a aliação baseada em concei os
de qualque e mo e na necessidade de ge i qualque sis ema de concei os de
o ma a de ini cada concei o o mais p ecisamen e possí el. Tendo em con a
que cada concei o e e e-se a uma en idade do mundo eal, es e a igo a a
da elação de designação en e os e mos como unidades linguís icas e os
concei os como unidades de conhecimen o. M. Te esa Cab é e al. (2007: 1)
o app oaches o he no ion o “ e m” is de e mined by he needs o
speci ic applica ions. Bu needs mus no lead o con usion abou he
decla a am a "di e sidade da na u eza dos e mos". Eu ac edi o que a
designa o o a (specialised) concep in some ield. Though his could be
na u eza do " e mo" como concei o é se qualque símbolo, é p incipalmen e
uma unidade léxica de uma língua. Se es e designado consis e em um ou mais
lexemas e em uma es u u a mo ológica ou sin á ica mais simples ou mais
complexa não muda a na u eza do e mo. Po an o, ou os designado es
p opos os pa a "um designado de um concei o (especializado) " do que o
e mo, como unidade de comp eensão (Temme man 2000) ou unidade de
conhecimen o especializado (Cab é 2003) ou mesmo unidade e minológica
(Cab é e al. 2007) não o nam mais cla o qual é a essência do concei o designado pelo e mo e mo.
1 Es e a igo baseia-se na pales a "A essência da e minologia e o abalho sob e os e mos es onianos"
In e na ional Scien i ic Con e ence on Te minology in Vilnius 1–2 June 2017, he i s sho e sion o
ap esen ada na 2a Cimei a EAFT-EAT 2016 no Luxembu go: "Qual é o signi icado p óp io do e mo
e minologia?" O es udo oi apoiado pelo Minis é io da Educação e da In es igação da Es ónia a a és do
p og ama Ees ikeelse e minoloogia 2013-2017.
4 0 Peep Nem al s | lidando com os p incipais e mos da e minologia Tendo
conhecimen o das discussões passadas sob e a " e minologia da e minologia"
nos li os didá icos do campo e em ou os luga es, não c eio que seja
necessá io e e i -se a eles aqui. O meu objec i o é p ocu a a cla eza do
sis ema concei ual a a és da u ilização de um sis ema de e mos o mais
inequí oco possí el. O objec i o des e a igo é examina como os e mos
mais cen ais da e minologia (como concei o, designação, e mo, e minologia,
ocabulá io) o am u ilizados e discu i se exis e alguma azão pa a ajus a a
u ilização des es e mos a pa i de ago a. O desejo de não-ambiguidade é
álido pa a odas as línguas nacionais, incluindo o inglês. Meu pon o de pa ida é
o uso de e mos em es oniano, mas como o inglês é usado an o como lingua
anca quan o como a p incipal língua de abalho pa a a pad onização de
e mos, meu oco se á no inglês e eu suge i ei cunhagens pa a esol e alguns
p oblemas de ambiguidade encon ados em e mos ingleses.
MonoSEMy AS MAJOR p E EquISITE
Pa a os sis emas dISTINCT TE M
Den o de qualque especialidade, é desejá el que um sis ema concei ual
consis en e seja espelhado po um sis ema o denado de e mos
uncionalmen e p oposi ais, eme gindo da es u u a da linguagem. Cada língua
em seus p óp ios meios mo ológicos, sin á icos e de o mação de pala as.
No en an o, uma das ca ac e ís icas mais essenciais de um e mo uncional
em qualque linguagem especializada é a monosemia (combinada com uma
elação mono e e encial en e um concei o e uma en idade do mundo eal).
Seja qual o a linguagem u ilizada, cada especialis a de e comp eende qual é o
concei o e quais são os e mos mais adequados pa a designa os concei os do
seu domínio. Es a é a única o ma de ga an i que os colegas especialis as e
ou as pessoas in e essadas comp eendam exa amen e o que se que dize num ex o.
Os u ilizado es de línguas especializadas alam equen emen e sob e a
de inição de e mos (ou pala as), conside ando e oneamen e os e mos
concei o e e mo como sinônimos. Po exemplo, "Po isso, pa ece lógico
eco e à de inição des a pala a nos dicioná ios de de inição com o
obje i o de es abelece os signi icados exa os des e e mo" (G iniewicz
2016: 7). Es udando o uso do e mo li uano są oka […]concep […] no li uano
acadêmico, As a Mi ke ičienė (2017: 125) concluiu que as ca ac e ís icas de
um e mo são a ibuídas a um concei o. De aco do com A i Ta as (2008:
38-39), um es udo do subco pus de imp ensa do co pus de es oniano pad ão
da uni e sidade de Ta u ap esen ou a pala a mõis e ([…]concei o[…]) no signi icado de […]unidade de conhecimen o[…] em 31% e no
4Te minologia | 2018 | 25 signi icado de uma unidade léxica (= e mo) em 29% das
oco ências ele an es. Em 2002-2004, ele ez a pe gun a "Mis on mõis e?" ( "O
que é um concei o?") aos es udan es es onianos de mes ado em es udos de
adução no início de seu cu so de e minologia. Es a pesquisa mos a que
apenas 12% dos en e is ados iden i ica am a pala a es oniana mõis e
([…]concei o[…]) como uma unidade de conhecimen o, enquan o 46% a
conside a am uma unidade léxica (Ta as 2008: 39[…]40). As di iculdades em
encon a boas condições pa ecem se um p oblema impo an e pa a os
es udan es de dou o amen o em odas as uni e sidades da Es ónia. Em 2012, em
colabo ação com alguns sociólogos da Uni e sidade de Tallinn, ealizamos uma
pesquisa sob e suas opiniões sob e o uso de línguas acadêmicas ( oosmaa e al.
2014) 2. Um ques ioná io baseado na web oi espondido po 240 en e is ados,
92% dos quais inham o es oniano como língua ma e na. A selecção de
es udan es de dou o amen o oi ep esen a i a an o das uni e sidades
p esen es como das ma é ias ensinadas na Es ónia. Respos as à pe gun a "O
que é o mais di ícil pa a ocê ao esc e e ex os cien í icos em es oniano?"
con encido de que o maio p oblema é encon a e mos ap op iados. Es a
di iculdade oi admi ida po 59% dos es udan es de dou o amen o em ciências
na u ais e disciplinas écnicas, bem como po 44% dos es udan es de
dou o amen o em ciências sociais e humanidades. A u ilização de e mos em
ex os académicos es onianos cons i uiu um p oblema pa a 70% dos lei o es
en e os es udan es de dou o amen o no domínio das ciências na u ais e écnicas e pa a 58% no domínio das ciências sociais e humanas.
Mo e speci ically, di icul ies in inding app op ia e e ms while w i ing
Os ex os especializados em es oniano e am equen es pa a 57% e
ocasionais pa a 37% dos es udan es de dou o ado em ciências sociais e
humanidades. As mesmas di iculdades o am equen es pa a 71% e
ocasionais pa a 26% dos es udan es de dou o amen o em ciências na u ais e écnicas.
Ao esc e e ex os cien í icos em inglês, as di iculdades em encon a um
e mo ap op iado o am equen es pa a 22% dos es udan es de
dou o ado em ciências sociais e humanidades e 21% dos es udan es de
dou o ado em ciências na u ais e écnicas. Es as di iculdades o am
ocasionais pa a 61% dos es udan es de dou o amen o em ciências sociais e
humanidades e 60% dos es udan es de dou o amen o em ciências na u ais e écnicas.
Encon a um e mo es oniano ap op iado nunca oi p oblemá ico pa a apenas 3% dos es udan es de
dou o amen o em ciências na u ais e écnicas e pa a 6% em ciências sociais e humanas. A pesquisa ez pa e
do es udo Es oniano como língua do ensino supe io e da ciência, apoiado pela UE a a és do p og ama P imus
do Fundo Social Eu opeu.
4 Peep Nem al s | Lida com os p incipais e mos de e minologia é um desa io
pa a 19% dos es udan es de dou o ado em ciências na u ais e écnicas e pa a
17% em ciências sociais e humanas. A au o-a aliação do seu conhecimen o de
línguas acadêmicas esul ou na média3 da seguin e o ma: 4,0 pa a o
es oniano académico e 3,2 pa a o inglês académico en e os es udan es de
dou o amen o em ciências sociais e humanidades e 3,7 pa a o es oniano
académico e 3,6 pa a o inglês académico en e os es udan es de
dou o amen o em ciências na u ais e écnicas. O ac o de os es udan es
na i os da Es ónia acha em um pouco menos di ícil usa e mos em inglês
pode indica uma a i ude menos c í ica em elação aos e mos u ilizados nos ex os cien í icos em inglês.
Es es p oblemas gene alizados na escolha de um e mo ap op iado pa a um
concei o em qualque língua especializada pode iam mui as ezes se
causados pela polisemia ou, em alguns casos, pela sinonimia.
e minology cou ses a e needed o e e y speciali y on all le els o high-
Consequen emen e, exis em o es azões pa a que a educação. É ambém
necessá io que os especialis as de qualque domínio con inuem a ecebe
o mação em e minologia e a pa icipa em abalhos p á icos. A ques ão
mais c ucial a cla i ica é: qual é a essência do concei o de " e minologia" e
quão cla amen e o signi icado do e mo e minologia é in e p e ado. Todos
os que lidam com e mos de qualque campo de em aze as seguin es pe gun as:
• O que designa o e mo e minologia? • A e minologia em sido
u ilizada como um e mo monossémico e inequí oco? • Quan os
signi icados di e en es es e e mo supos amen e em?
E po úl imo, mas não menos impo an e:
• Pa a quan os concei os é ap op iado usa es e e mo como designado ?
ou, po ou as pala as: é azoá el usa o e mo e minologia pa a designa
á ios concei os? É ambém p e e í el e i a a polisemia na deno ação de
concei os in imamen e elacionados. No en an o, o e mo designação em
sido u ilizado an o pa a o concei o de "nome, sinal ou í ulo dis in i o"
como pa a o concei o de "a o de designação, indicação ou iden i icação".
P e i o a designação apenas pa a o úl imo signi icado e sugi o que o e mo
designado seja usado exclusi amen e pa a "nome dis in i o, sinal (de um
concei o) ". In elizmen e, a no ma in e nacional de e minologia (ISO
1087-1:2002) inclui o designado apenas como um e mo admi ido (en ada 3.4.1)
e a designação é p e e ida pa a o concei o " ep esen ação de um concei o
(3.2.1) po um sinal que o deno a". 3 Média numa escala de 1 a 5, onde 5 = mui o
bom, 1 = mui o mau.
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O sis ema concei ual se ia mais cla o se o p ocesso de designação ou
o ulagem (designação) e o ó ulo léxico como e amen a (designado )
ossem consis en emen e dis inguidos. Cos a e Ch is ophe oche u e
(2013) coloca am algumas pe gun as sob e a designação como usada na ISo
704 e na ISo 1087, incluindo "Uma designação é uma ep esen ação?" e "A
designação e o e mo são sinônimos?" Às ezes pa ece. Às ezes não é. O
ac o de ais ques ões su gi em con i ma que o e mo designação não é
uní oco. nem o e mo e minologia.
O p o esso de economia Uno Me es e e a conhecido pelo público em ge al como memb o do pa lamen o es oniano e como
au o de mui os a igos sob e o uso do es oniano como língua ge al, bem como como língua ju ídica e, de a o, como língua
especializada de seu p óp io campo de es udo, a economia. Ele cunhou á ios e mos econômicos em es oniano e a i mou que o
e mo es oniano (e ) e minoloogia pode deno a qua o concei os di e en es incluídos apenas exemplos es onianos, mas o
mesmo ipo de uso ambíguo pode se encon ado em á ias línguas, incluindo inglês (en), inlandês ( i) e sueco (s ), às ezes
e minologia ou seus equi alen es em ou as línguas que signi icam " ocabulá io especializado", às ezes "es udo de
(Me es e 1969): de ined ei he om he iewpoin o on ology o gnose-
ology, and ei he in a na owe o wide sense. u. Me es e’s able in-
e mos", às ezes "lingua especializada", LSP, e c. (c . Tabela 1). Quad o 1. Uso polisémico da e minologia es oniana,
designando qua o concei os, po U. Me es e (1969). Inglês, inlandês e sueco são adicionados po mim, a im de explica as
possí eis di e enças concei uais se es as ossem ei as. Não signi ica que odas essas pala as sejam a i amen e usadas
como e mos nessas ês línguas.
e e minoloogia
i e minologia
s e minologi onToLoGy
en e minology
GnoSEoLoGy sen ido mais
es ei o e ‘oskussõna a a
‘oskussõnaõpe us i
‘ e mioppi s ‘ acko d (och
acko dlä a en ‘ ocabulá io
e mos
‘ e mis ö, oppisanas o
-u yck) ‘ e minologilä a,
especializado ‘es udo de
WId SEnSE i ‘amma i-,
e ‘oskuskeel, e ialakeel’
e ikoiskieli ‘e ikoiskiel en
‘ acksp åks o skning en
heo y, esea ch o LSp
‘oskuskeeleõpe us’
u kimus s ‘ acksp åk
‘specialised language ‘LSp
4 Peep Nem al s | lidando com os p incipais e mos de e minologia O e minólogo e lexicóg a o
es oniano ein Kull (2000: 142) ambém usou sian (тepминология) pa a designa o concei o de "linguagem
obse ed ha e minoloogia in Es onian, as well as i s equi alen s in Eng-
lish ( e minology), Ge man (Te minologie), F ench ( e minologie), and us-
especializada", ou seja, manei a polissêmica. O plani icado linguís ico e e minólogo Tiiu E el (2007: 12)
conside a impossí el designa o concei o de "língua especializada" pelo e mo e minologia e seus
equi alen es em es oniano, alemão, inlandês e usso, mas es á sa is ei o com os ou os ês
concei os que são designados com es e e mo (c . Quad o 2. Po azões de compa abilidade, modi iquei
a abela de T. E el pa a co esponde ao pad ão de u. Me es e). O í ulo do seu li o, Te miniõpe us
(‘es udo de e mos), é sinônimo de oskussõnaõpe us em es oniano. Quad o 2. Uso polisémico da
e minologia es oniana e seus equi alen es em inlandês, alemão, inglês e usso, designando ês
concei os, po T. e el (2007) de Te minologie (onToLoGy) (GnoSEoLoGy) u e minologia nA oWE
e e minoloogia
i e minologia
en e minology
SEnSE e ‘oskussõna a a
‘oskussõnaõpe us,
‘oppi e meis ä de
‘Te minologieleh e,
‘ ocabulá io especializado
‘ e miologia
e miniõpe us i ‘ e mis ö
‘Fachwo scha z
Fachwo leh e en
‘ e minologia ciência, u
‘ e miinoведение
WE SEnSE de
e ‘oskuskeel, e ialakeel’
Fachschp achleh e i
‘Fachschp ache
e ikoiskielis ä en ‘lingua
science, LSp heo y u ‘язык
‘oskuskeeleõpe us’
‘amma i-, e ikoiskieli ‘oppi
‘Te minologieleh e,
especializada ‘ e minologia
науки и техники ‘терминология
Da mesma o ma, M. T. Cab é Cas ell í (1999: 32) obse ou: […]A pala a
e minologia e e e-se a pelo menos ês concei os di e en es: a. Os
p incípios e as bases concei uais que egem o es udo dos e mos b. As
di e izes u ilizadas no abalho e minog á ico c. O conjun o de
e mos de um de e minado assun o especial O p imei o concei o
e e e-se a odo o campo, o segundo à sua me odologia e o e cei o aos
conjun os de e mos sob e um ópico especí ico.
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Alguns ou os e mos compa á eis são semp e monosêmicos. Quando
p ecisamos de designa o concei o "uma soma ou um es oque de pala as
emp egadas po uma língua, g upo ou indi íduo, (ou abalho ou em um campo de
conhecimen o)", podemos usa designado es de ocabulá io ou léxico ou es oque
de pala as […] e es es são monosemas (c . Figu a 1), da mesma o ma que os
equi alen es es onianos sõna a a ou leksika. Da mesma o ma, uma elação
monosêmica é, sem dú ida, e dadei a en e o concei o de "es udo de pala as"
e o e mo lexicologia (en), leksikoloogia ou sõna a aõpe us (e ) […] ninguém en a
a i ma que as in enções dos concei os "es udo, ciência da léxica" e "linguagem"
coincidem ou que os e mos lexicologia e ocabulá io designam o mesmo concei o
[…] o de "uma soma ou es oque ou conjun o de pala as[…]. Em con as e,
di e en es signi icados de e minologia mui as ezes oco em no mesmo ex o
do mesmo au o . Embo a em algumas ocasiões o signi icado p eciso des e e mo
(ou seja, o concei o designado) possa se adi inhado a pa i do con ex o, nem
semp e é cla o o su icien e em ou os casos. Tal ambiguidade pode causa
con usão quan o ao que exa amen e se en ende po concei o, e, no pio dos
casos, o lei o ou o ou in e in e p e a mal o e mo usado. Em alguns con ex os, o
au o é o çado a usa designado es duplos pa a ga an i o signi icado
adequado, como e mos e e minologia po Isabel du án-Muñoz (2014: 84): […]...
unciona no ní el de e mos ( e minologia), ou seja, os domínios compa ilham os mesmos concei os, mas os nomeiam de o ma di e en e.[…]
ToWARDS TERM SISTEMATIC HARMONISATION (Té mino sis emá ico de ha monização)
Um dos documen os mais básicos pa a e minólogos e odos os que lidam com os e mos de qualque especialidade
é o pad ão in e nacional de e minologia (ISO 1087-1:2002)4 onde se encon am essas decla ações in odu ó ias: 4
Aqui eu me e i o à publicação do pad ão que consis e no ex o em inglês do pad ão in e nacional ISO 1087-1: 2000
T abalho de e minologia […] Vocabulá io […] pa e 1. Teo ia e aplicação e uma adução es oniana idên ica do ex o
em inglês. Figu a 1. Uso designa i o monossêmico da lexicologia e os e mos que designam o obje o de es udo na
lexicologia
4 Peep Nem al s […] Coping wi h he Main Te ms o Te minology [1]
[…]O p incipal objec i o des a no ma in e nacional de e minologia é
o nece uma desc ição sis émica dos concei os no domínio da
e minologia e escla ece a u ilização dos e mos nes e domínio. […]
(ISO 1087-1:2002: V) A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do T a ado.
[2] "Es a no ma in e nacional es abelece um ocabulá io básico pa a
a eo ia e a aplicação do abalho e minológico". (ISO 1087-
1:2002: VII)
Aqui, á ios e mos cen ais são usados: concei o, e mo, e minologia, […]
mas ambém […] ocabulá io [2]. Te mos como planejamen o e minológico,
abalho e minológico e pad ão e minológico, como usados em [3] não
ajudam a o nece uma desc ição sis êmica, po que a pala a e minologia
nesses e mos não é monosêmica. É po isso que não é mui o ap op iado num
con ex o como es e. Obse e que o ocabulá io u ilizado em [3 en] a segui é
cla amen e um e mo monossémico e pa a de ini o âmbi o da p esen e
no ma: […]Es a no ma in e nacional es abelece um ocabulá io básico pa a a
eo ia e a aplicação do abalho e minológico.[…] (ISO 1087-1:2002: 1) No
en an o, o uso de ocabulá io (en ada 3.7.2) como designado pa a uma
subdi isão do dicioná io e minológico (en ada 3.7.1) não pa ece necessá io.
O ocabulá io (de um campo emá ico) pode se ap esen ado em dicioná ios e glossá ios.
en] 3.6.4 planeamen o e minológico a e minologia (3.5.1) de um campo emá ico
(3.1.2) noTE O planeamen o e minológico en ol e odos os aspec os do
ac i i ies aimed a de eloping, imp o ing, implemen ing and dissemina ing
abalho e minológico (3.6.1) e em, en e ou os objec i os, o objec i o de
alcança o con olo do ocabulá io a a és de documen os no ma i os como
esau os e no mas e minológicas [3]. (ISO 1087-1:2002: 14) A Comissão conclui
que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do
a igo 107.o, n.o 1, do T a ado.
A en ada de e mo co esponden e 3.6.4 na adução es oniana do pad ão,
c . [3 e ], não az o uso da pala a e minoloogia, em ez disso, oco e o
designado p eciso e min (em e mo), esul ando em um subs an i o
compos o e miniko as us. No en an o, a ase […] he e mino logy (3.5.1) de
um campo de assun o (3.1.2)[…] na e são em inglês da no ma co esponde a
[…]mingi aldkonna (3.1.2) e mino loogia (3.5.1)[…] no
T adução pa a o es oniano.
5 Ce amen e, a polisemia é uma azão pela qual a e minologia da pala a e o nou 13.300 isi as nas páginas
da ISO, como Hå a d Hjuls ad apon ou em sua pales a na Cimei a EAFT-EAT 2016 no Luxembu go.
4Te minologia | 2018 | 25
[3 e ] 3.6.4 e miniko as us oskuskeeleko aldus ege used mingi
aldkonna (3.1.2) e mino loogia (3.5.1) a endamiseks, äius amiseks,
kasu usele õ uks ja le i amiseks (EVS-ISo 1087-1:2002) O segundo e mo
oskuskeeleko aldus mos ado como sinônimo em [3 e ] é enganoso,
po que o signi icado p óp io de oskuskeel é […]lingua especial, L[…]Sp.
O que es amos a planea quando planejamos a e minologia? E o que é a
e minologia de abalho exa amen e? Sugi o que, em ez de ais
e minologias polisêmicas (en) e e minologias (e ), sejam usados e mos monosêmicos, como em [3.1].
[3.1. en] 3.6.4 Planejamen o do in en á io de e mos o in en á io de e mos
(3.5.1) de um campo emá ico (3.1.2) noTE O planejamen o do in en á io de
ac i i ies aimed a de eloping, imp o ing, implemen ing and dissemina ing
e mos en ol e odos os aspec os do abalho e minológico (3.6.1) e em,
en e ou os obje i os, o obje i o de alcança o con ole do ocabulá io
a a és de documen os no ma i os como esau os e pad ões de e mos.
[3.1. e ] 3.6.4 e miniko as us ege used mingi aldkonna (3.1.2) e mini a a
(3.5.1) a endamiseks ... Assim como o concei o de "uma soma, es oque ou
conjun o de pala as" é melho designado po um e mo inglês uní oco
como wo ds ock (c . ig. 1), se ia a melho solução designa o concei o de
"uma soma, es oque ou conjun o de e mos" com um e mo de moeda
análogo (c . ig. 2). Es e pode ia se um e mo mais cu o e inequí oco em
compa ação com o ocabulá io especializado. Um ipo semelhan e de
o mação pa alela de e mos pode se encon ado, po exemplo, em
es oniano e inlandês ( e quad o 3). Em es oniano, ambos os e mos são
compos os, enquan o em inlandês são de i ados.
Tabela 3. concei os semelhan es designados po e mos de o ma semelhan e em
ês línguas en wo ds ock e ms ock e sõna a a e mni a a i sanas o
e mis ö
"uma soma, um es oque ou um conjun o de pala as" "uma soma, um es oque ou um conjun o de e mos"
5 Peep Nem al s | Coping wi h he Main Te ms o Te minology uni e si ų dok o an ų
apklausos, inkamo e mino adimas iena iš pag indinių p oblemų. Sunkumą pa ink i inkamus
es iškus i angliškus e minus dažnai lemia daugia eikšmiškumas. Kiek kalba u i ik jai
būdingas mo ologines, sin aksines i da ybines p iemones, ačiau ienas iš s a biausių be
ku ioje specialiojoje kalboje unkcionuojančio inkamai e mino b uožų y a
iena eikšmiškumas. Apesa de, pa s pag indinis e minas e minologia žymi ke u ias
są okas. Ne e minologijos s anda e ISo 1087-1 išski os d i e minologia eikšmės.
S aipsnio au o ius mano, kad angliškas e minas e minology bei jo a i ikmenys ki omis
kalbomis u ė ų bū i nuosekliai i iena eikšmiškai a ojami ik ienai są okai ‘mokslui apie
e minus žymė i i siūlo da da inį e mins ock ie oj s anda e e minijos eikšme
a ojamo a o i e mino e minology. Kai ku ie ki i e minai e minology planning,
e minology wo k, e minology science i designa ion ap a iami a siž elgian į jų
iena eikšmiškumą i a ojimo nuoseklumą są okų sis emoje. Sis emiškas e minų
da ninimas i e minijos plana imas y a bū inas kuo didesniam iena eikšmiškumui be
ku ioje žinių s i yje, including e mi nologiją, pasiek i.
Gau a 28 de julho de 2018
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Tallinn uni e si y
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