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Coping with the Main Terms of Terminology

Peep Nemvalts

Abstract

APIE PAGRINDINIUS TERMINOLOGIJOS TERMINUS    Šio straipsnio tikslas – išnagrinėti pagrindinių terminologijos terminų vartoseną ir padiskutuoti, ar reikėtų ją keisti. Vienareikšmiškumo siekis būdingas visoms nacionalinėms kalboms, įskaitant anglų kalbą. Straipsnio atspirties taškas – terminų vartosena estų kalboje, tačiau anglų kalba yra ir lingua franca, ir pagrindinė darbinė terminų standartizacijos kalba, todėl daugiausia dėmesio skiriama anglų kalbai. Siūlomi naujadarai, kurie galėtų išspręsti angliškų terminų nevienareikšmiškumo problemą. Siekiama sąvokų sistemos aiškumo naudojant terminų sistemą, kuri yra kiek įmanoma vienareikšmė.    Straipsnyje taip pat trumpai aptariamas studentams ir net tik jiems būdingas tam tik­ras „sąvokos“ ir „termino“ esmės nesupratimas. Kaip matyti iš 2012 m. atliktos Estijos universitetų doktorantų apklausos, tinkamo termino radimas – viena iš pagrindinių problemų. Sunkumą parinkti tinkamus estiškus ir angliškus terminus dažnai lemia daugiareikšmiškumas. Kiekviena kalba turi tik jai būdingas morfologines, sintaksines ir darybines priemones, tačiau vienas iš svarbiausių bet kurioje specialiojoje kalboje tinkamai funkcionuojančio termino bruožų yra vienareikšmiškumas. Nepaisant to, pats pagrindinis terminas terminology žymi keturias sąvokas. Net terminologijos standarte ISO 1087-1 išskirtos dvi terminology reikšmės. Straipsnio autorius mano, kad angliškas terminas terminology bei jo atitikmenys kitomis kalbomis turėtų būti nuosekliai ir vienareikšmiškai vartojami tik vienai sąvokai – ‘mokslui apie terminus’ – žymėti ir siūlo vartoti darinį termstock vietoj standarte terminijos reikšme vartojamo termino terminology.    Kai kurie kiti terminai – terminology planning, terminology work, terminology science ir designation – aptariami atsižvelgiant į jų vienareikšmiškumą ir vartojimo nuoseklumą sąvokų sistemoje. Sistemiškas terminų darninimas ir terminijos planavimas yra būtinas kuo didesniam vienareikšmiškumui bet kurioje žinių srityje, įskaitant termi­nologiją, pasiekti.

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3Te minologia | 2018 | 25 Lida com os p incipais e mos da e minologia1 PeeP Nem al s Tallinn Uni e si y Pala as-cha e: concei o, designado , ha monização, e mo, in en á io de e mos, e minologia, no ma e minológica, ocabulá io In odução A maio ia dos e minólogos pa ece conco da que odo o abalho e minológico - planeamen o, ges ão, ha monização e no malização de e mos - de e basea -se numa comp eensão cla a da a aliação baseada em concei os de qualque e mo e na necessidade de ge i qualque sis ema de concei os de o ma a de ini cada concei o o mais p ecisamen e possí el. Tendo em con a que cada concei o e e e-se a uma en idade do mundo eal, es e a igo a a da elação de designação en e os e mos como unidades linguís icas e os concei os como unidades de conhecimen o. M. Te esa Cab é e al. (2007: 1) o app oaches o he no ion o “ e m” is de e mined by he needs o speci ic applica ions. Bu needs mus no lead o con usion abou he decla a am a "di e sidade da na u eza dos e mos". Eu ac edi o que a designa o o a (specialised) concep in some ield. Though his could be na u eza do " e mo" como concei o é se qualque símbolo, é p incipalmen e uma unidade léxica de uma língua. Se es e designado consis e em um ou mais lexemas e em uma es u u a mo ológica ou sin á ica mais simples ou mais complexa não muda a na u eza do e mo. Po an o, ou os designado es p opos os pa a "um designado de um concei o (especializado) " do que o e mo, como unidade de comp eensão (Temme man 2000) ou unidade de conhecimen o especializado (Cab é 2003) ou mesmo unidade e minológica (Cab é e al. 2007) não o nam mais cla o qual é a essência do concei o designado pelo e mo e mo. 1 Es e a igo baseia-se na pales a "A essência da e minologia e o abalho sob e os e mos es onianos" In e na ional Scien i ic Con e ence on Te minology in Vilnius 1–2 June 2017, he i s sho e sion o ap esen ada na 2a Cimei a EAFT-EAT 2016 no Luxembu go: "Qual é o signi icado p óp io do e mo e minologia?" O es udo oi apoiado pelo Minis é io da Educação e da In es igação da Es ónia a a és do p og ama Ees ikeelse e minoloogia 2013-2017. 4 0 Peep Nem al s | lidando com os p incipais e mos da e minologia Tendo conhecimen o das discussões passadas sob e a " e minologia da e minologia" nos li os didá icos do campo e em ou os luga es, não c eio que seja necessá io e e i -se a eles aqui. O meu objec i o é p ocu a a cla eza do sis ema concei ual a a és da u ilização de um sis ema de e mos o mais inequí oco possí el. O objec i o des e a igo é examina como os e mos mais cen ais da e minologia (como concei o, designação, e mo, e minologia, ocabulá io) o am u ilizados e discu i se exis e alguma azão pa a ajus a a u ilização des es e mos a pa i de ago a. O desejo de não-ambiguidade é álido pa a odas as línguas nacionais, incluindo o inglês. Meu pon o de pa ida é o uso de e mos em es oniano, mas como o inglês é usado an o como lingua anca quan o como a p incipal língua de abalho pa a a pad onização de e mos, meu oco se á no inglês e eu suge i ei cunhagens pa a esol e alguns p oblemas de ambiguidade encon ados em e mos ingleses. MonoSEMy AS MAJOR p E EquISITE Pa a os sis emas dISTINCT TE M Den o de qualque especialidade, é desejá el que um sis ema concei ual consis en e seja espelhado po um sis ema o denado de e mos uncionalmen e p oposi ais, eme gindo da es u u a da linguagem. Cada língua em seus p óp ios meios mo ológicos, sin á icos e de o mação de pala as. No en an o, uma das ca ac e ís icas mais essenciais de um e mo uncional em qualque linguagem especializada é a monosemia (combinada com uma elação mono e e encial en e um concei o e uma en idade do mundo eal). Seja qual o a linguagem u ilizada, cada especialis a de e comp eende qual é o concei o e quais são os e mos mais adequados pa a designa os concei os do seu domínio. Es a é a única o ma de ga an i que os colegas especialis as e ou as pessoas in e essadas comp eendam exa amen e o que se que dize num ex o. Os u ilizado es de línguas especializadas alam equen emen e sob e a de inição de e mos (ou pala as), conside ando e oneamen e os e mos concei o e e mo como sinônimos. Po exemplo, "Po isso, pa ece lógico eco e à de inição des a pala a nos dicioná ios de de inição com o obje i o de es abelece os signi icados exa os des e e mo" (G iniewicz 2016: 7). Es udando o uso do e mo li uano są oka […]concep […] no li uano acadêmico, As a Mi ke ičienė (2017: 125) concluiu que as ca ac e ís icas de um e mo são a ibuídas a um concei o. De aco do com A i Ta as (2008: 38-39), um es udo do subco pus de imp ensa do co pus de es oniano pad ão da uni e sidade de Ta u ap esen ou a pala a mõis e ([…]concei o[…]) no signi icado de […]unidade de conhecimen o[…] em 31% e no 4Te minologia | 2018 | 25 signi icado de uma unidade léxica (= e mo) em 29% das oco ências ele an es. Em 2002-2004, ele ez a pe gun a "Mis on mõis e?" ( "O que é um concei o?") aos es udan es es onianos de mes ado em es udos de adução no início de seu cu so de e minologia. Es a pesquisa mos a que apenas 12% dos en e is ados iden i ica am a pala a es oniana mõis e ([…]concei o[…]) como uma unidade de conhecimen o, enquan o 46% a conside a am uma unidade léxica (Ta as 2008: 39[…]40). As di iculdades em encon a boas condições pa ecem se um p oblema impo an e pa a os es udan es de dou o amen o em odas as uni e sidades da Es ónia. Em 2012, em colabo ação com alguns sociólogos da Uni e sidade de Tallinn, ealizamos uma pesquisa sob e suas opiniões sob e o uso de línguas acadêmicas ( oosmaa e al. 2014) 2. Um ques ioná io baseado na web oi espondido po 240 en e is ados, 92% dos quais inham o es oniano como língua ma e na. A selecção de es udan es de dou o amen o oi ep esen a i a an o das uni e sidades p esen es como das ma é ias ensinadas na Es ónia. Respos as à pe gun a "O que é o mais di ícil pa a ocê ao esc e e ex os cien í icos em es oniano?" con encido de que o maio p oblema é encon a e mos ap op iados. Es a di iculdade oi admi ida po 59% dos es udan es de dou o amen o em ciências na u ais e disciplinas écnicas, bem como po 44% dos es udan es de dou o amen o em ciências sociais e humanidades. A u ilização de e mos em ex os académicos es onianos cons i uiu um p oblema pa a 70% dos lei o es en e os es udan es de dou o amen o no domínio das ciências na u ais e écnicas e pa a 58% no domínio das ciências sociais e humanas. Mo e speci ically, di icul ies in inding app op ia e e ms while w i ing Os ex os especializados em es oniano e am equen es pa a 57% e ocasionais pa a 37% dos es udan es de dou o ado em ciências sociais e humanidades. As mesmas di iculdades o am equen es pa a 71% e ocasionais pa a 26% dos es udan es de dou o amen o em ciências na u ais e écnicas. Ao esc e e ex os cien í icos em inglês, as di iculdades em encon a um e mo ap op iado o am equen es pa a 22% dos es udan es de dou o ado em ciências sociais e humanidades e 21% dos es udan es de dou o ado em ciências na u ais e écnicas. Es as di iculdades o am ocasionais pa a 61% dos es udan es de dou o amen o em ciências sociais e humanidades e 60% dos es udan es de dou o amen o em ciências na u ais e écnicas. Encon a um e mo es oniano ap op iado nunca oi p oblemá ico pa a apenas 3% dos es udan es de dou o amen o em ciências na u ais e écnicas e pa a 6% em ciências sociais e humanas. A pesquisa ez pa e do es udo Es oniano como língua do ensino supe io e da ciência, apoiado pela UE a a és do p og ama P imus do Fundo Social Eu opeu. 4 Peep Nem al s | Lida com os p incipais e mos de e minologia é um desa io pa a 19% dos es udan es de dou o ado em ciências na u ais e écnicas e pa a 17% em ciências sociais e humanas. A au o-a aliação do seu conhecimen o de línguas acadêmicas esul ou na média3 da seguin e o ma: 4,0 pa a o es oniano académico e 3,2 pa a o inglês académico en e os es udan es de dou o amen o em ciências sociais e humanidades e 3,7 pa a o es oniano académico e 3,6 pa a o inglês académico en e os es udan es de dou o amen o em ciências na u ais e écnicas. O ac o de os es udan es na i os da Es ónia acha em um pouco menos di ícil usa e mos em inglês pode indica uma a i ude menos c í ica em elação aos e mos u ilizados nos ex os cien í icos em inglês. Es es p oblemas gene alizados na escolha de um e mo ap op iado pa a um concei o em qualque língua especializada pode iam mui as ezes se causados pela polisemia ou, em alguns casos, pela sinonimia. e minology cou ses a e needed o e e y speciali y on all le els o high- Consequen emen e, exis em o es azões pa a que a educação. É ambém necessá io que os especialis as de qualque domínio con inuem a ecebe o mação em e minologia e a pa icipa em abalhos p á icos. A ques ão mais c ucial a cla i ica é: qual é a essência do concei o de " e minologia" e quão cla amen e o signi icado do e mo e minologia é in e p e ado. Todos os que lidam com e mos de qualque campo de em aze as seguin es pe gun as: • O que designa o e mo e minologia? • A e minologia em sido u ilizada como um e mo monossémico e inequí oco? • Quan os signi icados di e en es es e e mo supos amen e em? E po úl imo, mas não menos impo an e: • Pa a quan os concei os é ap op iado usa es e e mo como designado ? ou, po ou as pala as: é azoá el usa o e mo e minologia pa a designa á ios concei os? É ambém p e e í el e i a a polisemia na deno ação de concei os in imamen e elacionados. No en an o, o e mo designação em sido u ilizado an o pa a o concei o de "nome, sinal ou í ulo dis in i o" como pa a o concei o de "a o de designação, indicação ou iden i icação". P e i o a designação apenas pa a o úl imo signi icado e sugi o que o e mo designado seja usado exclusi amen e pa a "nome dis in i o, sinal (de um concei o) ". In elizmen e, a no ma in e nacional de e minologia (ISO 1087-1:2002) inclui o designado apenas como um e mo admi ido (en ada 3.4.1) e a designação é p e e ida pa a o concei o " ep esen ação de um concei o (3.2.1) po um sinal que o deno a". 3 Média numa escala de 1 a 5, onde 5 = mui o bom, 1 = mui o mau. 4Te minologia | 2018 | 25 O sis ema concei ual se ia mais cla o se o p ocesso de designação ou o ulagem (designação) e o ó ulo léxico como e amen a (designado ) ossem consis en emen e dis inguidos. Cos a e Ch is ophe oche u e (2013) coloca am algumas pe gun as sob e a designação como usada na ISo 704 e na ISo 1087, incluindo "Uma designação é uma ep esen ação?" e "A designação e o e mo são sinônimos?" Às ezes pa ece. Às ezes não é. O ac o de ais ques ões su gi em con i ma que o e mo designação não é uní oco. nem o e mo e minologia. O p o esso de economia Uno Me es e e a conhecido pelo público em ge al como memb o do pa lamen o es oniano e como au o de mui os a igos sob e o uso do es oniano como língua ge al, bem como como língua ju ídica e, de a o, como língua especializada de seu p óp io campo de es udo, a economia. Ele cunhou á ios e mos econômicos em es oniano e a i mou que o e mo es oniano (e ) e minoloogia pode deno a qua o concei os di e en es incluídos apenas exemplos es onianos, mas o mesmo ipo de uso ambíguo pode se encon ado em á ias línguas, incluindo inglês (en), inlandês ( i) e sueco (s ), às ezes e minologia ou seus equi alen es em ou as línguas que signi icam " ocabulá io especializado", às ezes "es udo de (Me es e 1969): de ined ei he om he iewpoin o on ology o gnose- ology, and ei he in a na owe o wide sense. u. Me es e’s able in- e mos", às ezes "lingua especializada", LSP, e c. (c . Tabela 1). Quad o 1. Uso polisémico da e minologia es oniana, designando qua o concei os, po U. Me es e (1969). Inglês, inlandês e sueco são adicionados po mim, a im de explica as possí eis di e enças concei uais se es as ossem ei as. Não signi ica que odas essas pala as sejam a i amen e usadas como e mos nessas ês línguas. e e minoloogia i e minologia s e minologi onToLoGy en e minology GnoSEoLoGy sen ido mais es ei o e ‘oskussõna a a ‘oskussõnaõpe us i ‘ e mioppi s ‘ acko d (och acko dlä a en ‘ ocabulá io e mos ‘ e mis ö, oppisanas o -u yck) ‘ e minologilä a, especializado ‘es udo de WId SEnSE i ‘amma i-, e ‘oskuskeel, e ialakeel’ e ikoiskieli ‘e ikoiskiel en ‘ acksp åks o skning en heo y, esea ch o LSp ‘oskuskeeleõpe us’ u kimus s ‘ acksp åk ‘specialised language ‘LSp 4 Peep Nem al s | lidando com os p incipais e mos de e minologia O e minólogo e lexicóg a o es oniano ein Kull (2000: 142) ambém usou sian (тepминология) pa a designa o concei o de "linguagem obse ed ha e minoloogia in Es onian, as well as i s equi alen s in Eng- lish ( e minology), Ge man (Te minologie), F ench ( e minologie), and us- especializada", ou seja, manei a polissêmica. O plani icado linguís ico e e minólogo Tiiu E el (2007: 12) conside a impossí el designa o concei o de "língua especializada" pelo e mo e minologia e seus equi alen es em es oniano, alemão, inlandês e usso, mas es á sa is ei o com os ou os ês concei os que são designados com es e e mo (c . Quad o 2. Po azões de compa abilidade, modi iquei a abela de T. E el pa a co esponde ao pad ão de u. Me es e). O í ulo do seu li o, Te miniõpe us (‘es udo de e mos), é sinônimo de oskussõnaõpe us em es oniano. Quad o 2. Uso polisémico da e minologia es oniana e seus equi alen es em inlandês, alemão, inglês e usso, designando ês concei os, po T. e el (2007) de Te minologie (onToLoGy) (GnoSEoLoGy) u e minologia nA oWE e e minoloogia i e minologia en e minology SEnSE e ‘oskussõna a a ‘oskussõnaõpe us, ‘oppi e meis ä de ‘Te minologieleh e, ‘ ocabulá io especializado ‘ e miologia e miniõpe us i ‘ e mis ö ‘Fachwo scha z Fachwo leh e en ‘ e minologia ciência, u ‘ e miinoведение WE SEnSE de e ‘oskuskeel, e ialakeel’ Fachschp achleh e i ‘Fachschp ache e ikoiskielis ä en ‘lingua science, LSp heo y u ‘язык ‘oskuskeeleõpe us’ ‘amma i-, e ikoiskieli ‘oppi ‘Te minologieleh e, especializada ‘ e minologia науки и техники ‘терминология Da mesma o ma, M. T. Cab é Cas ell í (1999: 32) obse ou: […]A pala a e minologia e e e-se a pelo menos ês concei os di e en es: a. Os p incípios e as bases concei uais que egem o es udo dos e mos b. As di e izes u ilizadas no abalho e minog á ico c. O conjun o de e mos de um de e minado assun o especial O p imei o concei o e e e-se a odo o campo, o segundo à sua me odologia e o e cei o aos conjun os de e mos sob e um ópico especí ico. 4Te minologia | 2018 | 25 Alguns ou os e mos compa á eis são semp e monosêmicos. Quando p ecisamos de designa o concei o "uma soma ou um es oque de pala as emp egadas po uma língua, g upo ou indi íduo, (ou abalho ou em um campo de conhecimen o)", podemos usa designado es de ocabulá io ou léxico ou es oque de pala as […] e es es são monosemas (c . Figu a 1), da mesma o ma que os equi alen es es onianos sõna a a ou leksika. Da mesma o ma, uma elação monosêmica é, sem dú ida, e dadei a en e o concei o de "es udo de pala as" e o e mo lexicologia (en), leksikoloogia ou sõna a aõpe us (e ) […] ninguém en a a i ma que as in enções dos concei os "es udo, ciência da léxica" e "linguagem" coincidem ou que os e mos lexicologia e ocabulá io designam o mesmo concei o […] o de "uma soma ou es oque ou conjun o de pala as[…]. Em con as e, di e en es signi icados de e minologia mui as ezes oco em no mesmo ex o do mesmo au o . Embo a em algumas ocasiões o signi icado p eciso des e e mo (ou seja, o concei o designado) possa se adi inhado a pa i do con ex o, nem semp e é cla o o su icien e em ou os casos. Tal ambiguidade pode causa con usão quan o ao que exa amen e se en ende po concei o, e, no pio dos casos, o lei o ou o ou in e in e p e a mal o e mo usado. Em alguns con ex os, o au o é o çado a usa designado es duplos pa a ga an i o signi icado adequado, como e mos e e minologia po Isabel du án-Muñoz (2014: 84): […]... unciona no ní el de e mos ( e minologia), ou seja, os domínios compa ilham os mesmos concei os, mas os nomeiam de o ma di e en e.[…] ToWARDS TERM SISTEMATIC HARMONISATION (Té mino sis emá ico de ha monização) Um dos documen os mais básicos pa a e minólogos e odos os que lidam com os e mos de qualque especialidade é o pad ão in e nacional de e minologia (ISO 1087-1:2002)4 onde se encon am essas decla ações in odu ó ias: 4 Aqui eu me e i o à publicação do pad ão que consis e no ex o em inglês do pad ão in e nacional ISO 1087-1: 2000 T abalho de e minologia […] Vocabulá io […] pa e 1. Teo ia e aplicação e uma adução es oniana idên ica do ex o em inglês. Figu a 1. Uso designa i o monossêmico da lexicologia e os e mos que designam o obje o de es udo na lexicologia 4 Peep Nem al s […] Coping wi h he Main Te ms o Te minology [1] […]O p incipal objec i o des a no ma in e nacional de e minologia é o nece uma desc ição sis émica dos concei os no domínio da e minologia e escla ece a u ilização dos e mos nes e domínio. […] (ISO 1087-1:2002: V) A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do T a ado. [2] "Es a no ma in e nacional es abelece um ocabulá io básico pa a a eo ia e a aplicação do abalho e minológico". (ISO 1087- 1:2002: VII) Aqui, á ios e mos cen ais são usados: concei o, e mo, e minologia, […] mas ambém […] ocabulá io [2]. Te mos como planejamen o e minológico, abalho e minológico e pad ão e minológico, como usados em [3] não ajudam a o nece uma desc ição sis êmica, po que a pala a e minologia nesses e mos não é monosêmica. É po isso que não é mui o ap op iado num con ex o como es e. Obse e que o ocabulá io u ilizado em [3 en] a segui é cla amen e um e mo monossémico e pa a de ini o âmbi o da p esen e no ma: […]Es a no ma in e nacional es abelece um ocabulá io básico pa a a eo ia e a aplicação do abalho e minológico.[…] (ISO 1087-1:2002: 1) No en an o, o uso de ocabulá io (en ada 3.7.2) como designado pa a uma subdi isão do dicioná io e minológico (en ada 3.7.1) não pa ece necessá io. O ocabulá io (de um campo emá ico) pode se ap esen ado em dicioná ios e glossá ios. en] 3.6.4 planeamen o e minológico a e minologia (3.5.1) de um campo emá ico (3.1.2) noTE O planeamen o e minológico en ol e odos os aspec os do ac i i ies aimed a de eloping, imp o ing, implemen ing and dissemina ing abalho e minológico (3.6.1) e em, en e ou os objec i os, o objec i o de alcança o con olo do ocabulá io a a és de documen os no ma i os como esau os e no mas e minológicas [3]. (ISO 1087-1:2002: 14) A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do T a ado. A en ada de e mo co esponden e 3.6.4 na adução es oniana do pad ão, c . [3 e ], não az o uso da pala a e minoloogia, em ez disso, oco e o designado p eciso e min (em e mo), esul ando em um subs an i o compos o e miniko as us. No en an o, a ase […] he e mino logy (3.5.1) de um campo de assun o (3.1.2)[…] na e são em inglês da no ma co esponde a […]mingi aldkonna (3.1.2) e mino loogia (3.5.1)[…] no T adução pa a o es oniano. 5 Ce amen e, a polisemia é uma azão pela qual a e minologia da pala a e o nou 13.300 isi as nas páginas da ISO, como Hå a d Hjuls ad apon ou em sua pales a na Cimei a EAFT-EAT 2016 no Luxembu go. 4Te minologia | 2018 | 25 [3 e ] 3.6.4 e miniko as us oskuskeeleko aldus ege used mingi aldkonna (3.1.2) e mino loogia (3.5.1) a endamiseks, äius amiseks, kasu usele õ uks ja le i amiseks (EVS-ISo 1087-1:2002) O segundo e mo oskuskeeleko aldus mos ado como sinônimo em [3 e ] é enganoso, po que o signi icado p óp io de oskuskeel é […]lingua especial, L[…]Sp. O que es amos a planea quando planejamos a e minologia? E o que é a e minologia de abalho exa amen e? Sugi o que, em ez de ais e minologias polisêmicas (en) e e minologias (e ), sejam usados e mos monosêmicos, como em [3.1]. [3.1. en] 3.6.4 Planejamen o do in en á io de e mos o in en á io de e mos (3.5.1) de um campo emá ico (3.1.2) noTE O planejamen o do in en á io de ac i i ies aimed a de eloping, imp o ing, implemen ing and dissemina ing e mos en ol e odos os aspec os do abalho e minológico (3.6.1) e em, en e ou os obje i os, o obje i o de alcança o con ole do ocabulá io a a és de documen os no ma i os como esau os e pad ões de e mos. [3.1. e ] 3.6.4 e miniko as us ege used mingi aldkonna (3.1.2) e mini a a (3.5.1) a endamiseks ... Assim como o concei o de "uma soma, es oque ou conjun o de pala as" é melho designado po um e mo inglês uní oco como wo ds ock (c . ig. 1), se ia a melho solução designa o concei o de "uma soma, es oque ou conjun o de e mos" com um e mo de moeda análogo (c . ig. 2). Es e pode ia se um e mo mais cu o e inequí oco em compa ação com o ocabulá io especializado. Um ipo semelhan e de o mação pa alela de e mos pode se encon ado, po exemplo, em es oniano e inlandês ( e quad o 3). Em es oniano, ambos os e mos são compos os, enquan o em inlandês são de i ados. Tabela 3. concei os semelhan es designados po e mos de o ma semelhan e em ês línguas en wo ds ock e ms ock e sõna a a e mni a a i sanas o e mis ö "uma soma, um es oque ou um conjun o de pala as" "uma soma, um es oque ou um conjun o de e mos" 5 Peep Nem al s | Coping wi h he Main Te ms o Te minology uni e si ų dok o an ų apklausos, inkamo e mino adimas iena iš pag indinių p oblemų. Sunkumą pa ink i inkamus es iškus i angliškus e minus dažnai lemia daugia eikšmiškumas. Kiek kalba u i ik jai būdingas mo ologines, sin aksines i da ybines p iemones, ačiau ienas iš s a biausių be ku ioje specialiojoje kalboje unkcionuojančio inkamai e mino b uožų y a iena eikšmiškumas. Apesa de, pa s pag indinis e minas e minologia žymi ke u ias są okas. Ne e minologijos s anda e ISo 1087-1 išski os d i e minologia eikšmės. S aipsnio au o ius mano, kad angliškas e minas e minology bei jo a i ikmenys ki omis kalbomis u ė ų bū i nuosekliai i iena eikšmiškai a ojami ik ienai są okai ‘mokslui apie e minus žymė i i siūlo da da inį e mins ock ie oj s anda e e minijos eikšme a ojamo a o i e mino e minology. Kai ku ie ki i e minai e minology planning, e minology wo k, e minology science i designa ion ap a iami a siž elgian į jų iena eikšmiškumą i a ojimo nuoseklumą są okų sis emoje. Sis emiškas e minų da ninimas i e minijos plana imas y a bū inas kuo didesniam iena eikšmiškumui be ku ioje žinių s i yje, including e mi nologiją, pasiek i. Gau a 28 de julho de 2018 peep nem al s Tallinn uni e si y Escola de Humanidades, Cen o de Na a Es oniana Acadêmica mn 25, 10120 Tallinn, Es ônia peep.nem [email p o ec ed]